A ASSIMETRIA DE INFORMAÇÃO PRESENTE NOS CONTRATOS DE PLANOS DE SAÚDE RESUMO

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1 A ASSIMETRIA DE INFORMAÇÃO PRESENTE NOS CONTRATOS DE PLANOS DE SAÚDE Alice Ferry de Moraes (Fiocruz/Icict) 1 Leonardo Martins de Araújo (ANS) 2 RESUMO A saúde é uma preocupação nacional. Mesmo com a existência do Sistema Único de Saúde (SUS), foi necessária a criação de um sistema de saúde suplementar com base na venda de planos de saúde por empresas privadas. A venda desses planos envolve a assinatura de contratos, momento em que se percebe uma acentuada assimetria de informação entre operadoras e consumidores que buscam os planos de saúde. A informação organizada e estruturada tem o poder de diminuir tal assimetria e a Ciência da Informação oferece meios para tal incumbência através de estratégias que facilitam a transferência dessas informações, de forma a complementar e potencializar a leitura de contratos de planos de saúde. A informação como um fenômeno social, deve ser produzida e disseminada de modo a transformar a sociedade em uma verdadeira democracia e os consumidores em cidadãos. Uma nova modalidade de suporte informacional - a Tabela de Síntese Contratual (TSC), aqui apresentada, busca sintetizar graficamente os principais itens dos contratos de planos de saúde, fornecendo ao consumidor as informações de forma resumida e facilitada visualmente. Os resultados obtidos a partir dessa nova organização da informação poderão ser aplicados em outros mercados regulados, como a telefonia celular, por exemplo. Palavras-chave: Assimetria de Informação. Contratos. Planos de Saúde. 1 INTRODUÇÃO A regulação do setor de saúde suplementar foi estabelecida pela Lei nº 9.656/98, e a criação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), pela Lei nº 9.961/00. Segundo a ANS, cerca de 1500 operadoras comercializam atualmente no Brasil aproximadamente 17 mil planos de saúde. A essas operadoras existem 52,6 milhões de vínculos de consumidores, distribuídos entre planos de contratação individual e coletiva. A Lei n 9.656/98define em seu artigo nº 16 os itens de informação fundamentais para um contrato de plano de saúde, tais como abrangência geográfica das coberturas e regras para reajustes. Em complemento à Lei dos Planos de Saúde, a ANS publicou, em junho de 2005, a Instrução Normativa DIPRO n 11 que, entre outros aspectos, define 32 temas necessários que devem ser abordados nos contratos de planos de saúde. Essa instrução foi revogada pela Instrução Normativa DIPRO nº 15, de dezembro de Doutora em Ciência da Informação e Pós-Doutora em Estudos Culturais - 2 Especialista em Informação Científica e Tecnológica em Saúde -

2 Além disso, os aspectos assistenciais dos contratos de planos de saúde estão definidos nos artigos nº 10A e 12 da Lei n 9.656/98, nas Resoluções do Conselho de Saúde Suplementar (CONSU) n 11, 12 e 13, e na Resolução Normativa nº 167/08, que estabelece a atual versão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde. No entanto, o protótipo apresentado neste trabalho baseia-se na versão anterior do Rol de Procedimentos, disposta na Resolução Normativa nº 82/04, que vigorou até março de No setor de saúde suplementar, são percebidos diversos níveis de assimetria informacional: entre médicos e pacientes (consumidores de planos de saúde), entre médicos e operadoras e entre operadoras e seus consumidores. Essa assimetria independe de poder aquisitivo ou grau de escolaridade. Neste trabalho, o foco está na assimetria da informação entre consumidores e operadoras de planos de saúde e a fonte dessa assimetria está no contrato, que é redigido de forma a dificultar o seu entendimento e sua leitura. Talvez por esse motivo ou por uma questão cultural, a leitura desses contratos é sempre feita de modo superficial pelo consumidor. A tabela aqui proposta, intitulada Tabela de Síntese Contratual (TSC), tem como principal objetivo a redução dessa assimetria de informação que favorece as operadoras. Com ela, o consumidor, que necessita de informação para exercer o seu direito de escolha na hora de adquirir um plano de saúde, terá uma visão clara e sucinta das ofertas da operadora. Poderá, inclusive, efetuar comparações rápidas entre dois ou mais planos similares sem que para isso tenha que ler previamente a íntegra dos contratos ou confiar cegamente nas palavras do vendedor. 2 EMBASAMENTO TEÓRICO Trabalhar com informações em contratos de planos de saúde está no contexto da Ciência da Informação. Um dos teóricos basilares dessa área afirma: A informação é um fenômeno social que envolve ações de atribuição e comunicação de sentido que podem provocar transformações nas estruturas, pois geram conhecimento (BELKIN, 1976). Este é um dos objetivos deste trabalho que tem como campo observacional as relações de mercado, onde estão sempre em jogo os interesses de duas ou mais partes. Contratante e contratado buscam satisfazer seus objetivos por meio de um contrato que, espera-se, lhes seja vantajoso. Logicamente, a parte que detém maior poder econômico e condições favoráveis

3 desfruta de mais oportunidades para obter vantagens em um contrato, o que não, necessariamente, significa desvantagem ou prejuízo total para a outra parte. A sociedade contemporânea não lida mais somente com bens materiais como sinônimos de riqueza. Dinheiro, propriedades, territórios não são mais as principais fontes de poder. Os bens simbólicos e a detenção de conhecimento assumiram lugar de destaque nas relações sociais de tal modo que a informação é hoje um bem considerado precioso e, para este trabalho, ela é reconhecidamente capaz de determinar qual das partes de uma relação contratual é a mais vulnerável. A informação não é um objetivo em si mesmo. Ela é um instrumento que pode auxiliar o sujeito social em suas questões. (ARAÚJO, 2005) Cada tipo de relação de mercado apresenta detalhes específicos sobre onde e como os problemas de informação incidem. Embora a assimetria de informação também se dê a favor do consumidor, quando este tem o poder de omitir deliberadamente uma doença ou lesão preexistente, no caso dos planos de saúde, é em favor da operadora, detentora de conhecimento sobre sua atividade, que a assimetria de informação costuma gerar efeitos de maior proporção. A informação pode ser, ela mesma, uma ferramenta na regulação dos mercados, inclusive no mercado de saúde suplementar. Se a assimetria de informações requer regulação, os procedimentos de produção, a intermediação e o uso de informações podem reduzir as desigualdades entre os agentes do mercado de saúde suplementar. (LIMA, 2005) A operadora de planos de saúde tem acesso a informações sobre custos e preços de materiais e serviços, ao passo que o consumidor, na maioria dos casos, ignora tal realidade. A operadora também tem informações sobre perfis de utilização de procedimentos de saúde, o que lhe permite estimar, a seu favor, os gastos de um determinado consumidor de acordo com sua faixa etária, sexo e demais características. Por sua vez, o consumidor não costuma ter uma visão global das condições oferecidas em um contrato de plano de saúde. Equacionar coberturas e exclusões de tratamentos de saúde antes de firmar um contrato, conscientemente, é uma tarefa que está além do alcance do consumidor médio, visto que este não possui como subsídio informações adequadas ou suficientes. Esse conjunto de assimetrias de informação constitui uma falha de mercado, que é bastante acentuada na área da saúde. Quando qualquer pessoa desejar adquirir os serviços oferecidos por uma ou outra empresa de saúde, esta deverá recorrer à leitura de um contrato de saúde. Ao observar algumas informações na superfície textual, esse leitor/consumidor poderá deixar de ter ciência do que de fato estará sendo

4 explicitado e acordado por conta de alguns saberes muito específicos, que podem servir como forma de obscurecimento dos sentidos na superfície textual. A linguagem, nesse sentido estaria a serviço de preservação dos interesses das empresas de saúde, uma vez que, nesse caso, foi manipulada, podendo ser considerada como o arame farpado mais poderoso para bloquear o acesso ao poder, deixando de vincular os sentidos, como forma de manutenção de alguns interesses (GNERRE, 1998) Bobbio (1992) aponta o fato de que os direitos de acesso à informação surgiram com a sociedade moderna. O pensamento jurídico contemporâneo assimilou de maneira muito especial a problematização das questões relacionadas à informação e comunicação na sociedade. O consumidor já se tornou, para efeito da lei, a parte mais fraca, logo, previamente protegida nos contratos. Um contrato de plano de saúde costuma ter muitas páginas, com um vasto conteúdo sobre condições, restrições e direitos dispostos em uma forma gráfica não padronizada. O contrato passa, então, a ser um texto complexo, que precisa ser adequadamente decodificado pelo consumidor. Os textos dos contratos de saúde acionam em sua superfície conhecimentos que são próprios de alguns segmentos sociais. Ao longo desses textos são dispostas várias leis e artigos relativos à Constituição Federal, ao Código Civil e à Regulamentação da ANS; jargões do Direito, da Saúde e da economia, além de cálculos numéricos complexos (ABREU & FERREIRA, 2007) É de conhecimento geral que o texto jurídico tem forma discursiva própria. Somam-se a ele os jargões da saúde, referentes a patologias, procedimentos e serviços médicos. São acrescentadas ainda fórmulas matemáticas complexas utilizadas para simular variações de índices de reajustes e variações de preços, conforme nos indicam Abreu e Ferreira (2007). Todos esses elementos, presentes no texto de um contrato, resultam em um verdadeiro enigma para leigos e, por vezes, até mesmo para especialistas. A situação ainda piora quando o consumidor se vê diante de um problema grave de saúde e precisa intensamente do plano contratado, mas não sabe ao certo todos os direitos e restrições aos quais está sujeito. É em momentos como esse que o consumidor necessita de uma fonte de informação segura, simples e rápida para nortear suas decisões. Esta é uma função que os contratos de planos de saúde não conseguem desempenhar, visto que, na maioria das vezes, a relação estabelecida entre o consumidor e o instrumento contratual é de distanciamento.

5 De acordo com Frade (2002), o novo modelo de cidadania deve ir além da esfera da informação, incorporando a capacidade de interpretar a realidade e construir sentido por parte dos indivíduos. A condição mais importante da democracia é o poder de produzir informação. Então, a ética democrática deve operar como discussão orientada para o entendimento, baseado na expressão dos interesses e na argumentação racional. Assim sendo, qualquer discussão a partir da informação é ela mesma uma discussão da democracia. (LIMA, 2005a) A agregação de valor à informação é importante no processo de transferência de informação. Uma tabela que represente o contrato, apresentando as informações que compatibilizem forma e conteúdo, aliadas a uma síntese de informação, que reúna as informações significativas terá qualidade e sua organização poupará tempo aos seus usuários. A criação de uma tabela, empregando resumos informacionais e utilizando uma organização visual desses resumos, estará empregando estratégias informacionais. Essas estratégias, facilitadoras desse processo e da compreensão da informação, são extraídas do contexto de seus receptores dentro de uma perspectiva ética, ou seja, visando a inclusão social (MORAES, 2004). É importante ter clareza do que representa o acesso à informação no contexto de uma relação de consumo. O esclarecimento acerca das condições contratuais é, na verdade, o ponto inicial de uma relação de consumo saudável para ambas as partes. Ao fornecedor, interessa continuar oferecendo o serviço e obter a fidelidade do cliente. Ao consumidor, importa a segurança de que não esteja sendo lesado e a certeza de que pode usufruir, integralmente e da maneira mais otimizada possível, o serviço que contratou. Em suma, como nos mostram as experiências descritas na literatura e as vivências trazidas pelo dia a dia do trabalho na agência reguladora, a chave do sucesso dessa dinâmica de interesses e expectativas de uma relação contratual pode ser a permanente busca pela gradativa redução da assimetria de informação. O direito à informação antecede a prática dos direitos humanos, e se constitui no direito-síntese dos direitos sociais. [...] Assim, considera-se que o direito à informação é a condição essencial para o exercício da cidadania. (ARAÚJO, 1992) O Código de Defesa do Consumidor (CDC), criado a partir da Lei n 8.078, de 1990, estabeleceu em seu art. 4, o princípio da vulnerabilidade do consumidor, independentemente de seu potencial econômico. Os direitos do consumidor se mesclam aos do cidadão, pois, segundo Targino (1991), todos são iguais em seus direitos e obrigações. O entendimento corrente reconhece que consumidor e fornecedor só são iguais formalmente, pois, na

6 realidade, além de terem interesses opostos, a assimetria de informação existente é, quase sempre, muito grande. Assim, essa nova concepção social, fruto de reformulação conceitual, trata o contrato como ferramenta de informação e eqüidade. 3 A CONSTRUÇÃO DA TABELA A Tabela de Síntese Contratual (TSC) (ver Anexo I) foi construída como uma tecnologia de leitura do conteúdo do contrato de plano de saúde, de modo a municiar o consumidor para a tomada de decisão em relação à contratação de planos de saúde junto a operadoras que fornecem esse serviço. O que se deseja é que o consumidor compreenda o contrato que está prestes a assinar, ou que já tenha sido assinado, pois o contrato de plano de saúde deve ser visto como uma fonte de informação para permanente consulta. É importante esclarecer que a denominação de tabela, aqui empregada para identificar o produto informacional criado a partir da identificação de necessidades informacionais dos consumidores de planos de saúde, não tem relação com a tabela tradicional. De semelhante, a TSC e a tabela comum têm o fato de serem formas não discursivas de apresentação de informações. Ambas facilitam a leitura e propiciam rapidez na interpretação das informações. Na TSC, no entanto, não há cruzamento de dados numéricos, que representam variações quantitativas. Para a construção de um protótipo de TSC foi necessário estabelecer um recorte. Foram considerados somente os planos contratados após o início da vigência da Lei nº 9.656/98, ou seja, a partir de 02 de janeiro de 1999, os chamados planos novos. Os contratos antigos (assinados antes do início da vigência da legislação do setor) não foram contemplados com a TSC, pois o poder de regulação da ANS sobre esses planos se restringe ao acompanhamento e fiscalização do cumprimento das cláusulas contratuais. Considerando-se a existência de duas segmentações assistenciais básicas de planos de saúde, a assistência médica e a assistência exclusivamente odontológica, neste primeiro momento, optou-se por se trabalhar somente com a assistência médica. Foi priorizada a segmentação mais proeminente, que corresponde à maior parte do mercado em número de beneficiários, operadoras e planos comercializados. Os planos exclusivamente odontológicos possuem peculiaridades que requerem uma análise específica, que poderá ser feita posteriormente, dado o menor grau de conflitos existente nesse nicho de mercado. Cabe ressaltar que os planos de assistência médica podem, eventualmente, oferecer coberturas odontológicas, que também serão consideradas pelo protótipo aqui apresentado. Segundo a ANS, existem na saúde suplementar: (março de 2009)

7 - 30,7 milhões de vínculos de consumidores a planos novos de assistência médica com ou sem odontologia operadoras médico-hospitalares com consumidores planos novos de assistência médica com ou sem odontologia Quanto à forma de contratação, a TSC pode ser aplicada sem distinção aos contratos coletivos e aos individuais. Resumidamente, o protótipo da TSC alcança os contratos de planos novos, na segmentação assistência médica com ou sem odontologia, independentemente da forma de contratação (coletiva ou individual). A Tabela de Síntese Contratual (TSC) é uma construção gráfica capaz de sintetizar, sob a ótica do consumidor, as principais características do plano de saúde previstas no contrato. Há mais de uma forma de se compor uma TSC, pois sua elaboração deverá sempre se adaptar à natureza do contrato a ser sintetizado ou aos aspectos a serem abordados. No caso dos contratos de planos de saúde, a TSC se forma a partir da conjugação de duas tabelas, uma de aspectos gerais (condições de reembolso, abrangência geográfica etc), e a segunda tabela, a de aspectos assistenciais, elaboradas com base no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde da ANS. De maneira geral, a principal tarefa da TSC é realizar uma síntese visual do texto de um contrato, muitas vezes disposto em numerosas páginas. Além disso, a TSC permite a comparação de opções possíveis (todas as células da tabela) com as opções efetivamente garantidas no contrato (células pintadas), estratégia que dá ao contratante a oportunidade de avaliar rapidamente um determinado plano não apenas quanto a suas coberturas, mas também quanto a suas exclusões. Dentro da lógica da TSC, as células marcadas representam as coberturas garantidas e as células em branco, as coberturas possíveis e não asseguradas pelo contrato. No caso da tabela de aspectos assistenciais, os procedimentos que, segundo o artigo 10 da Lei n 9.656/98, nenhum tipo de plano é obrigado a cobrir, também se encontram inseridos na TSC como células em branco, passíveis de preenchimento. A visão de células preenchidas e células em branco é uma maneira de explicitar ao consumidor todos os serviços com os quais ele não deverá contar a priori, a menos que a cobertura de tais procedimentos seja um diferencial oferecido pelo plano contratado. Não é à toa que a TSC exibe sempre todas as coberturas possíveis, mesmo que não sejam asseguradas pelo contrato.

8 A experiência da percepção isolada das coberturas é menos rica do que a da percepção das coberturas em meio às exclusões. Afinal, para que se exerça uma escolha plenamente consciente, não basta saber o que o plano a ser contratado cobre. É preciso saber também o que ele deixa de cobrir, pois é a partir dessa percepção integral que o consumidor terá a capacidade de avaliar exatamente o que está contratando. Perceber a presença pela ausência ou a ausência pela presença é um processo cognitivo bastante interessante. A estrutura da TSC também permite o uso de remissões às cláusulas integrais. Cada item referente a uma determinada informação contratual pode contar não apenas com a informação binária (marcação versus não-marcação), mas também pode estar associada à indicação explícita do número da cláusula contratual que trata do aspecto em questão. Em um primeiro momento, o consumidor identifica objetivamente na tabela se terá direito ou não a uma determinada cobertura. A tabela acaba por obrigar a marcação ou a não-marcação, portanto, o sim e o não se tornam explícitos. Em seguida, é a partir da remissão que o consumidor dará continuidade à sua leitura, recorrendo às cláusulas integrais para informar-se acerca das condições específicas relativas àquela cobertura. A partir de uma primeira leitura sintética, chega-se à leitura completa, um estímulo para que o consumidor sinta-se mais apto e a se debruçar sobre o contrato e conhecêlo melhor. O mecanismo de remissão se constitui em uma estratégia cognitiva de auxílio à leitura do contrato. Embora esse mecanismo possa (e deva) utilizar uma notação padronizada, as remissões em si dependerão diretamente da numeração ou nomeação de cláusulas de cada contrato. O recurso remissivo serve também como ponto de equilíbrio quanto à precisão da informação contratual. Uma representação gráfica binária pressupõe um conjunto muito restrito de opções (sim ou não), e é justamente essa simplificação que ajudará o consumidor em sua tomada de decisão. É considerável o poder que a TSC tem de reduzir o teor de ambiguidade de uma cláusula contratual, porém, nem sempre as cláusulas contratuais são tão passíveis dessa simplificação. Há casos em que uma determinada cobertura ou exclusão depende de condições mais complexas, que não serão comportadas totalmente em uma síntese como a que se propõe. Sendo assim, para que a TSC não incorra em supressões equivocadas de conteúdo, o recurso remissivo deverá, sempre que possível, ser utilizado, pois a síntese contratual é somente parte da leitura do contrato. Os procedimentos foram registrados a partir do uso das técnicas de elaboração de resumo e de uso de terminologia para indexação, ou seja, para caber no espaço destinado ao registro de cada procedimento médico dos planos de saúde, foi necessário estudar com

9 cuidado sua representação atual para poder resumi-la de forma que ela pudesse ser reconhecida, e nesse resumo foi dada ênfase aos seus termos mais significativos. Para a elaboração desta tabela, foi utilizada como referência a Resolução Normativa nº 82/2004, que institui a versão do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde vigente até março de Para a construção da TSC foi necessário pensar paralelamente em duas direções integradas: o modelo mental do consumidor, acionado pelas representações textuais selecionadas e o aspecto visual gráfico da TSC. Os recursos visuais devem atender aos já conhecidos objetivos cognitivos da TSC, sem perder de vista as limitações do suporte com o qual se está trabalhando, ou seja, uma folha de papel de um contrato de plano de saúde. A TSC deverá, prioritariamente, ser passível de veiculação em meio impresso, pois sua finalidade é acompanhar o contrato do plano de saúde, para que seja consultada a qualquer hora pelo consumidor. A TSC poderá ser veiculada em meio digital, ou mesmo em linguagens como o alfabeto Braile, o que representará grande avanço para consumidores, operadoras e órgão regulador. O tamanho da TSC obedece a medidas do padrão correntemente utilizado para as folhas de papel nas quais se imprimem os contratos e nas quais poderão ser impressas por qualquer consumidor. Esse padrão é o tamanho conhecido como A4 (21cm x 29cm). A TSC dos planos de saúde, composta por duas tabelas conjugadas (aspectos gerais e aspectos assistenciais) precisará caber em uma folha (frente e verso), resguardando os devidos espaços para uma breve apresentação da tabela, sua legenda e demais informações que se fizerem necessárias. Também foram pensadas as condições de reprodução da TSC. Para isso, sua composição gráfica deverá ser monocromática, de modo que possa ser plenamente consultada, mesmo que impressa em preto e branco ou em qualquer outra cor, sempre de acordo com as condições técnicas a que o consumidor tenha acesso. Além disso, é preciso que a TSC esteja pronta para ser impressa por intermédio de qualquer técnica de impressão (jato de tinta, laser, fax, fotocópia etc). Para atender a tal quesito, a TSC precisou conter traços simples e tipologia em tamanho e forma adequados. 4 CONSIDERAÇÕES FINAIS A TSC não pretende substituir a leitura do contrato, mas sim, potencializá-la, torná-la mais qualificada, dirigi-la. A tabela proposta, que sintetiza um contrato, tornar-se-á, na

10 verdade, um sumário organizado com base no conteúdo das cláusulas contratuais que expressam as principais condições oferecidas pelo plano de saúde ao consumidor. As operadoras, sem o antigo favorecimento informacional, poderão utilizar a tabela como uma ferramenta no momento da venda de planos. Além desses fatores, a tabela diminuirá o fenômeno conhecido como judicialização da saúde, pois um consumidor bem informado e com condições de escolha de um plano, poderá optar pelo mais adequado às suas necessidades. Sendo assim, as possibilidades de frustração com seu plano de saúde diminuirão. A tabela também poderá contribuir para o aprimoramento da concorrência do setor de saúde suplementar, uma vez que as informações padronizadas oferecidas pela tabela facilitarão a comparação entre produtos similares ofertados no mercado. O acesso à informação proporcionará um aumento do poder de escolha do consumidor e, conseqüentemente, levará as operadoras a uma competição mais honesta para captação de usuários. Faz-se necessário aperfeiçoar o padrão dos contratos de planos de saúde para que se proporcione ao consumidor uma leitura facilitada e, ao mesmo tempo, pormenorizada do conteúdo contratual. É importante que todas as iniciativas voltadas para esse intento não se proponham apenas a ser facilitadoras ou difusoras da informação. A tabela é, fundamentalmente, um mecanismo de estímulo a uma leitura cada vez mais crítica e comparada dos contratos de plano de saúde. Ela proporcionará melhores condições de leitura e maior familiaridade com o contrato. Para o órgão regulador do setor de Saúde Suplementar, a TSC será percebida como instrumento redutor de falhas de mercado, principalmente da assimetria de informação, e como mais uma ferramenta de suporte aos processos de mobilidade com portabilidade de carências, a qual os consumidores de planos individuais novos têm direito. Ao escolher a nova operadora para a qual deseja mudar sem cumprir novas carências, o consumidor precisa selecionar um novo plano e avaliar os benefícios da mudança. Essa avaliação será facilitada uma vez que o consumidor possa confrontar de forma rápida e prática a TSC do plano que possui e a do novo plano que pretende contratar. A possibilidade de equacionar as coberturas e exclusões das opções disponíveis resultará em um processo de escolha mais consciente e adequado às necessidades de atenção à saúde do próprio consumidor e de seus dependentes. Por fim, é importante ter clareza do que representa o acesso à informação no contexto de uma relação de consumo, pois nela o esclarecimento acerca das condições contratuais é, na verdade, saudável para ambas as partes. À operadora, interessa continuar oferecendo o serviço

11 e obter a fidelidade do cliente. Ao consumidor, importa a segurança de que não esteja sendo lesado e a certeza de que poderá usufruir integralmente e da melhor forma possível do serviço que contratou. Foi com esse pensamento que se desenvolveu este trabalho regulador e social de formação de cidadãos conscientes. A Ciência da Informação desenvolve estudos que podem favorecer o fluxo informacional em todos os setores de uma sociedade com responsabilidade social. ASYMMETRY OF INFORMATION IN THIS CONTRACT HEALTH INSURANCE ABSTRACT Health is a matter of national concern. Even with the Brazilian Unified Health System (in portuguese aka SUS), a complementary private-sector health insurance coverage system was created in response to a growing demand. The sales of these health insurance plans involve signing agreements, which brings a great deal of information asymmetry between sellers and buyers. Organized and structured information can minimize such asymmetry. To achieve this goal, Informational Science offers strategies to make information transfer easier, that is, by making the reading and understanding of provisions in health insurance agreements simpler. Information as a social phenomenon must be produced and disclosed in order to transform society into a real democracy and individuals into citizens. A new form of information support - a Summarized Agreement Chart (SAC) - presented on this paper, summarizes the main provisions of health insurance agreements in graphs, tables and charts; offering visual information to the consumer in a user-friendly manner. The findings from this new way of organizing and displaying information can be applied to other regulated markets, with asymmetric information, such as telecommunications, for example. Keywords: Information Asymmetry. Agreements. Health Insurance Plans. REFERÊNCIAS ABREU, M. T. T. V.; FERREIRA, H. R. M. Peripécias na construção textual: o contrato de planos de saúde uma linguagem que não comunica. Cadernos do Círculo Fluminense de Estudos Filológicos e Lingüísticos, Rio de Janeiro, v. 1, n.1, p. 1-10, ARAUJO, E. A. A construção social da informação: dinâmicas e contextos. DataGramaZero, v.2, n.5, out Disponível em:<http://www.dgz.org.br>. Acesso em: 14 mar BELKIN, N.; ROBERTSON, S. E. Information science and the phenomenon of information. Journal of the American Society for Information Science, Silver Spring, v.27, n , Jul./Aug BOBBIO, N. A era dos direitos. Rio de Janeiro: Campus, 1992.

12 BRASIL. Conselho Nacional de Secretários de Saúde. Regulação em saúde. Brasília: CONASS, (Coleção Progestores Para entender a gestão do SUS, 10) BRASIL. Lei nº 8.078, de 11 de setembro de Dispõe sobre a proteção do consumidor e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 12 set BRASIL. Lei nº 9.656, de 03 de junho de Dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência a saúde. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 04 jun BRASIL. Lei nº 9.961, de 28 de janeiro de Cria a Agência Nacional de Saúde Suplementar e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 29 jan BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Saúde Suplementar. Caderno de Informação da Saúde Suplementar. Rio de Janeiro: ANS, jun BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Saúde Suplementar. Instrução Normativa nº 11, de 07 de junho de Diário Oficial da União, Brasília, DF, 10 jun BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Saúde Suplementar. Resolução Normativa nº 82, de 29 de setembro de Diário Oficial da União, Brasília, DF, 29 set BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Saúde Suplementar. Resolução Normativa nº 167, de 09 de janeiro de Diário Oficial da União, Brasília, DF, 10 jan CASTRO, J. D. de Regulação em saúde: análise de conceitos fundamentais. Sociologias, Porto Alegre, v. 4, n. 7, p , CÓDIGO de proteção e defesa do consumidor, São Paulo: Saraiva, FARIAS, L. O.; MELAMED, C. Segmentação de mercados da assistência à saúde no Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 8, n. 2, p , FRADE, M. A. F. Mídia e cidadania. Informação e Sociedade: Estudos, João Pessoa, v. 12, n. 1, Disponível em: <http://www.informacaoesociedade.ufpb.br/ pdf>. Acesso em: 14 mar FREIRE, P. Ação cultural para a liberdade e outros escritos. Rio de Janeiro: Paz e Terra, GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, GONZÁLEZ DE GÓMEZ, M.N. Novos cenários políticos para a informação. Ciência da Informação, Brasília, v. 31, n. 1, p , jan LIMA, C. R. M. Informação, assimetria de informações e regulação do mercado de saúde suplementar. ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO, 6., 2005, Florianópolis. Anais... Florianópolis: UFSC, 2005 (a).

13 . Informação e regulação da assistência suplementar à saúde. Rio de Janeiro: Epapers, MIRANDA, A. Sociedade da informação: globalização, identidade cultural e conteúdos. Ciência da Informação, Brasília, v. 29, n. 2, p , maio/ago MORAES, A. F. O uso de estratégias na transferência de informação nos vídeos em saúde. Rio de Janeiro, f. Tese (Doutorado em Ciência da Informação) Escola de Comunicação, Universidade Federal do Rio de Janeiro. TARGINO, M. G. Biblioteconomia, informação e cidadania. Revista da Escola de Biblioteconomia da UFMG, Belo Horizonte, v. 20, n. 2, p , jul./dez

14 ANEXO I

15

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