Planos de Previdência Complementar Fechados: um Estudo sobre o Real Benefício Deste Investimento na Vida do Trabalhador Moderno

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1 Planos de Previdência Complementar Fechados: um Estudo sobre o Real Benefício Deste Investimento na Vida do Trabalhador Moderno Pablo Luiz Martins UFSJ Juliana Caroline Paula Magalhaes UFSJ Caroline Miriã Fontes Martins UFSJ Maria do Carmo Santos Neta UFSJ Ricardo Arruda Picorelli UFSJ Resumo:Desde os primórdios da humanidade o homem se preocupa com sua segurança e a de sua família. A esperança de um futuro tranqüilo é mais do que um incentivo para trabalhar todos os dias. A Previdência Social Brasileira que foi criada com o objetivo de assegurar o trabalhador e seus beneficiários em caso de morte, invalidez ou incapacidade, além de oferecer um benefício de aposentadoria aqueles que cumpram com as obrigações previstas na legislação vigente, infelizmente têm demonstrado não ter a capacidade de satisfazer as expectativas de seus contribuintes, que muitas vezes se sentem lesados ao verem seus benefícios cada vez mais desvalorizados e sua qualidade de vida decaindo a cada dia, acabando sendo obrigados a voltar a trabalhar para conseguir se sustentar dignamente. Com uma população de idosos crescente e um sistema previdenciário sentenciado a uma falência iminente o trabalhador está se sentindo cada vez mais acuado, sem saber o que esperar de seu futuro. Cada vez mais empresas estão investindo em planos de previdência complementar como benefício para atrair bons empregados e oferecê-los uma maior estabilidade. Adquirir uma reserva durante a vida ativa para complementar a aposentadoria sem dúvida é o melhor investimento hoje para todo tipo de pessoa, independente de classe social, afinal, todos irão envelhecer e o INSS é um sistema único que futuramente tende a pagar um salário mínimo para todos os seus segurados, independentemente de qual foi sua margem de contribuição durante a vida.

2 Palavras Chave: Previdência - Complementar - Seguridade Social - Beneficio - Previdencia Social

3 1. INTRODUÇÃO É preciso aceitar um fato nesta vida: se você não morrer, você vai envelhecer! O tempo passa para todos, sem nenhum tipo de preconceito. Cabe a você estar preparado para aproveitar sua velhice. Pode ser a melhor fase da sua vida, filhos criados, casa quitada, diplomas na parede e férias eternas, afinal, o crédito do salário estará lá, mas você não terá mais que levantar cedo todos os dias para bater o cartão de ponto, afinal de contas, você é aposentado! Foi pra isso que você contribuiu tantos anos ao INSS, não é mesmo? Infelizmente, na prática, a história não é bem essa. De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) a expectativa de vida dos brasileiros passou de 74 anos em 2011 para 74,6 anos em 2012, ou seja, a população idosa está crescendo, conseqüentemente também o número de beneficiários do INSS. Homens e mulheres que dependem desta renda para se sustentar e até mesmo a famílias inteiras e que depositaram toda sua confiança durante seus anos trabalhados de que quando estivessem na inatividade, estariam amparados, estão percebendo que não é bem assim. Na teoria, a função da Previdência Social Brasileira, é de garantir que a população inativa tenha uma qualidade de vida apenas com os recursos da aposentadoria. De acordo com o Ministério da Previdência Social (Brasil, 2010) hoje, o país contém três regimes de Previdência: - Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS): a contribuição é obrigatória por todos os trabalhadores de instituições privadas. A administração é feita por órgão público, que recolhe as contribuições e paga os benefícios. - Previdência dos Servidores Públicos: a contribuição é obrigatória por todos os trabalhadores de órgãos públicos. A administração é feita por órgão público, que recolhe as contribuições e paga os benefícios. - Previdência Complementar: a contribuição é facultativa a qualquer cidadão. É administrada por bancos, seguradoras ou entidades fechadas. Infelizmente, na prática, o INSS não está conseguindo cumprir seus objetivos. Queixas sobre defasagem salarial são cada vez mais comuns. Um trabalhador que contribuiu a vida inteira sobre 10 (dez) salários mínimos que o teto máximo permitido, ao decorrer de sua aposentadoria vê seu benefício se desvalorizando até alcançar apenas 1(um) salário mínimo, que é o piso salarial vigente para benefícios. Algumas categorias que tem um salário mínimo estabelecido, no ato da aposentadoria já sentem este baque, um bom exemplo seriam os funcionários do comércio. Variando por região, os empregados do comércio varejista têm um salário diferenciado do mínimo, portanto, contribuem mensalmente ao INSS sobre este valor. Mas em caso de aposentadoria, o valor do benefício inicial destes, já seria o salário mínimo vigente. Portanto, neste caso, a perda já é instantânea. A desvalorização dos benefícios em relação ao salário mínimo é crítica, em 2012 o reajuste do salário mínimo foi de 9% enquanto que aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefícios com valor acima de um salário mínimo tiveram seus benefícios reajustados em 6,15%. Assim, com o passar dos anos, mesmo que o tenha contribuído sobre 10 salários sobre toda sua vida ativa, no fim das contas, todos os aposentados receberão 01 salário mínimo como benefício mensal Investir em um plano de Previdência Complementar é uma ótima opção para se capitalizar até o momento da aposentadoria e assim manter o padrão de vida. Hoje estão disponíveis no mercado brasileiro dois tipos de planos de previdência complementar sendo eles abertos ou fechados. Os abertos são comercializados por bancos públicos e privados, e qualquer cidadão que tenha interesse pode aderir. Já os planos fechados são oferecidos por empresas ou

4 entidades de classe apenas para vinculados e não visam lucro. A grande vantagem desta última opção é que os patrocinadores (detentores do plano) contribuem junto com os participantes, ajudando a formar um bom Fundo Gerador de Benefício. Cada entidade institui seus planos de benefícios de acordo com sua política, mas todos necessitam de aprovação do órgão regulador e fiscalizador, além de ter que cumprir algumas exigências comuns a todos os planos. Os planos de benefício possuem independência patrimonial, contábil e financeira, mesmo sendo instituídos pelo mesmo patrocinador. Estes podem ser de Benefício Definido, onde o valor do benefício complementar futuro é definido no momento da adesão ao plano; Contribuição Definida, onde o valor do benefício é decidido apenas no momento da concessão, de acordo com o saldo total do Fundo Gerador de Benefício, que é gerado pelas contribuições e rentabilidade do plano; e Contribuição Variável, que possui características das duas opções anteriores, baseando-se na Contribuição Definida na fase de acumulação e no Benefício Definido na fase de inatividade. Além disso, todos os planos devem possuir em seus regulamentos, regras para concessão de benefícios programáveis e não programáveis (de risco), além dos direitos do participante em caso de desligamento do patrocinador, que são basicamente: a Portabilidade, que lhe da o poder de migrar seus recursos financeiros de direito para outra entidade de previdência complementar; o Benefício Proporcional Diferido, que a partir do momento que se tornar elegível (depende do regulamento de cada plano) continua vinculado ao plano, mesmo sem realizar novas contribuições; Autopatrocínio é o direito de continuar contribuindo para o plano assumindo a parte que cabia ao patrocinador, mantendo assim seu vínculo total ao plano; e o Resgate, que permite ao participante resgatar suas reservas, sendo que o valor mínimo deve ser o total de suas contribuições, subtraídas as parcelas de custeio administrativo, sendo que as regras para resgate da conta patrocinadora variam de acordo com cada plano. Para a empresa oferecer um Plano de Previdência Complementar pode ser uma ótima forma de atrair bons profissionais, em um mercado que a cada dia se torna mais competitivo. E para os empregados, aderir a este plano pode significar a tranqüilidade de saber que seu futuro está sendo bem planejado. 2. REFERENCIAL TEÓRICO 2.1 Previdência Social Pública No Brasil, a seguridade social é organizada pelo Ministério da Previdência Social e executada pelo Instituto Nacional de Seguridade Social. Todos os seus princípios estão voltados para a proteção social e seu modo de custeio é baseado no custeio universal, com pessoas físicas e jurídicas contribuindo para que os possíveis elegíveis possam receber seus respectivos benefícios. Segundo Ibrahim (2012), a proteção social nasceu, já nos primórdios da humanidade, verdadeiramente na família. Mas, como infelizmente nem todos eram dotados desta proteção, surgiu à necessidade de um auxílio externo, anteriormente feito exclusivamente por voluntários muito incentivados pela igreja, até que no século XVII, com a chamada Lei dos Pobres se tornou uma obrigação do Estado. No Brasil, a Seguridade Social é direito estabelecido em lei a todos os cidadãos conforme art. 194 da Constituição Federal de 1988: Art A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e à assistência social.

5 Parágrafo único. Compete ao Poder Público, nos termos da lei, organizar a seguridade social, com base nos seguintes objetivos: I - universalidade da cobertura e do atendimento; II - uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços às populações urbanas e rurais; III - seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e serviços; IV - irredutibilidade do valor dos benefícios; V - eqüidade na forma de participação no custeio; VI - diversidade da base de financiamento; VII - caráter democrático e descentralizado da administração, mediante gestão quadripartite, com participação dos trabalhadores, dos empregadores, dos aposentados e do Governo nos órgãos colegiados. Seguindo os princípios da seguridade social, foi criada a Previdência Social, que é um seguro social que garante ao trabalhador uma fonte de renda em caso de incapacidade temporária ou permanente, além de uma oportunidade de aposentadoria depois de cumprido um tempo mínimo de contribuições atrelado a uma idade mínima. É também um direito previsto na Constituição Federal de 1988, conforme art. 201: Art A previdência social será organizada sob a forma de regime geral, de caráter contributivo e de filiação obrigatória, observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial, e atenderá, nos termos da lei, a: I - cobertura dos eventos de doença, invalidez, morte e idade avançada; II - proteção à maternidade, especialmente à gestante; III - proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário; IV - salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda; V - pensão por morte do segurado, homem ou mulher, ao cônjuge ou companheiro e dependentes. 1º É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos beneficiários do regime geral de previdência social, ressalvados os casos de atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física e quando se tratar de segurados portadores de deficiência, nos termos definidos em lei complementar. 2º Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo. 3º Todos os salários de contribuição considerados para o cálculo de benefício serão devidamente atualizados, na forma da lei. 4º É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes, em caráter permanente, o valor real, conforme critérios definidos em lei. 5º É vedada a filiação ao regime geral de previdência social, na qualidade de segurado facultativo, de pessoa participante de regime próprio de previdência. 6º A gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano.

6 7º É assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social, nos termos da lei, obedecidas as seguintes condições: I - trinta e cinco anos de contribuição, se homem, e trinta anos de contribuição, se mulher; II - sessenta e cinco anos de idade, se homem, e sessenta anos de idade, se mulher, reduzido em cinco anos o limite para os trabalhadores rurais de ambos os sexos e para os que exerçam suas atividades em regime de economia familiar, nestes incluídos o produtor rural, o garimpeiro e o pescador artesanal. 8º Os requisitos a que se refere o inciso I do parágrafo anterior serão reduzidos em cinco anos, para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. 9º Para efeito de aposentadoria, é assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada, rural e urbana, hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente, segundo critérios estabelecidos em lei. 10. Lei disciplinará a cobertura do risco de acidente do trabalho, a ser atendida concorrentemente pelo regime geral de previdência social e pelo setor privado. 11. Os ganhos habituais do empregado, a qualquer título, serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios, nos casos e na forma da lei. 12. Lei disporá sobre sistema especial de inclusão previdenciária para atender a trabalhadores de baixa renda e àqueles sem renda própria que se dediquem exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência, desde que pertencentes a famílias de baixa renda, garantindo-lhes acesso a benefícios de valor igual a um saláriomínimo. 13. O sistema especial de inclusão previdenciária de que trata o 12 deste artigo terá alíquotas e carências inferiores às vigentes para os demais segurados do regime geral de previdência social. 2.2 Previdência Complementar Independentemente da entidade, todos os planos tem que se enquadrar a legislação vigente para serem comercializados, o que é um ponto positivo ao participante já que a legislação garante pleno acesso às informações relativas à gestão de seus respectivos planos. A existência da Previdência Complementar está prevista na própria Constituição Federal de 1988, em seu art. 202, que assim dispõe: Art O regime de previdência privada, de caráter complementar e organizado de forma autônoma em relação ao regime geral de previdência social, será facultativo, baseado na constituição de reservas que garantam o benefício contratado, e regulado por lei complementar. 1º A Lei Complementar de que trata este artigo assegurará ao participante de planos de benefícios de entidades de previdência privada o pleno acesso às informações relativas à gestão de seus respectivos planos.

7 2º As contribuições do empregador, os benefícios e as condições contratuais previstas nos estatutos, regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência privada não integram o contrato de trabalho dos participantes, assim como, à exceção dos benefícios concedidos, não integram a remuneração dos participantes, nos termos da lei. 3º É vedado o aporte de recursos a entidade de previdência complementar pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, suas autarquias, fundações, empresas públicas, sociedades de economia mista e outras entidades públicas, salvo na qualidade de patrocinador, situação na qual, em hipótese alguma, sua contribuição normal poderá exceder à do segurado. 4º Lei complementar disciplinará a relação entre a união, Estados, Distrito Federal ou Municípios, inclusive suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e empresas controladas direta ou indiretamente, enquanto patrocinadoras de entidade fechada de previdência privada, e suas respectivas entidades de previdência privada. 5º A Lei Complementar de que trata o parágrafo anterior aplicar-se-á, no que couber, às empresas privadas permissionárias ou concessionárias de prestação de serviço público, quando patrocinadoras de entidades fechadas de previdência privada. 6º A Lei Complementar a que se refere o 4º deste artigo estabelecerá os requisitos para designação dos membros das diretorias das entidades fechadas de previdência privada e disciplinará a inserção dos participantes nos colegiados e instâncias de decisão em que seus interesses sejam objeto de discussão e deliberação. 2.3 Principais Leis que regem a Previdência Complementar Lei Complementar nº 108/2001 Dispõe sobre a relação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades públicas e suas respectivas entidades fechadas de previdência complementar, e dá outras providências. É de suma importância já que estabelece a dos órgãos estatutários das entidades fechadas de previdência complementar abrangidas por suas disposições e estabelece regras específicas sobre sua fiscalização Lei Complementar nº 109/2001 Dispõe sobre o Regime de Previdência Complementar e dá outras providências. Dentre as normas citadas, pode-se destacar como de suma importância o princípio da transparência, que proporciona mais tranqüilidade a todos os vinculados aos planos. Como as entidades fechadas são privadas, entende-se que a transparência deve ser total para o dono dos recursos acumulados no plano de benefícios, isto é, o participante e o assistido Decreto-Lei nº 4.942/2003 Regulamenta o processo administrativo para a apuração de responsabilidade por infração à legislação nº âmbito do regime da previdência complementar, operado pelas entidades fechadas de previdência complementar, de que trata o art.66 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, a aplicação das penalidades administrativas, e dá providências.

8 Um decreto importante para ajudar na fiscalização de possíveis atos ilícitos por parte das entidades, já que propicia ao Estado poder de polícia para punição das possíveis infrações. Claro que estas punições apenas serão cabíveis após comprovações dos casos via processos administrativos Decreto-Lei nº /2004 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências. Oferece aos participantes uma nova modalidade de tributação, que acima de tudo, atua como um fator de incentivo para a poupança em longo prazo, que o caso dos planos de previdência complementar. Quanto mais tempo de vinculação ao plano, menor será a alíquota aplicada Resolução CGPC (Conselho de Gestão da Previdência Complementar) nº 06, de 30/10/2003 Dispõe sobre os institutos do benefício proporcional diferido, portabilidade, resgate e autopatrocínio em planos de entidade fechadas de previdência complementar. De extrema importância que todos os participantes tomem conhecimento desta já que regulamentam seus direitos em caso de desligamento do patrocinador do plano de benefícios Resolução CGPC (Conselho de Gestão da Previdência Complementar) nº 10, de 30/03/2004 Autoriza, nas condições que especifica a contratação de seguro quanto aos riscos atuariais decorrentes da concessão de benefícios devidos em razão de invalidez e morte de participantes ou assistidos dos planos de benefícios operados pelas entidades fechadas de previdência complementar e dá outras providências. É extremamente importante para garantir a segurança do participante e seus beneficiários em relação aos benefícios oferecidos pelo plano Resolução CGPC (Conselho de Gestão da Previdência Complementar) nº 12, de 17/09/2002 Regulamenta a constituição e funcionamento das Entidades Fechadas de Previdência Complementar e planos de benefícios constituídos por Instituidor, deixando claras as condições necessárias para que uma instituição possa ofertar planos de benefícios aos seus colaboradores e a devida estrutura a ser respeitada, evitando cláusulas contratuais que possam vir a prejudicar os participantes por má fé da instituidora. 3. METODOLOGIA Com o propósito de aclarar os principais conceitos e termos utilizados neste trabalho de conclusão de curso, como também analisar a legislação pertinente a seguridade social, previdência pública e privada, e possíveis termos afins, foi feita uma minuciosa pesquisa bibliográfica, em artigos, monografias, revistas científicas, livros e internet, principalmente nos sites oficiais dos órgãos que gerenciam e monitoram o setor estudado. Em um segundo momento, após análise dos dados coletados na pesquisa bibliográfica foi feita uma pesquisa qualitativa exploratória, por meio de uma pesquisa de campo. Segundo Creswell (2010), a pesquisa qualitativa é um meio para explorar e para entender o significado que os indivíduos ou os grupos atribuem a um problema social ou humano. E Gil (2007) afirma que a pesquisa exploratória em como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito ou a construir hipóteses.

9 Os dados desta pesquisa foram coletados por meio de entrevistas utilizando um questionário semi-estruturado que continha 06 (seis) questões objetivas, de fácil compreensão que tendiam diretamente ao ponto principal do trabalho. As mesmas foram realizadas com 38 aposentados, associados da Associação dos Aposentados, Pensionistas e Idosos de Congonhas e Região, que foram escolhidos aleatoriamente, por estarem freqüentando a sede da associação no momento da realização do trabalho. Antes de cada entrevista, foi explicado ao entrevistado o objetivo e relevância da pesquisa, ressaltando a importância de sua colaboração e a confidencialidade de seus dados, já que não era necessária sua identificação. 4. ANÁLISE DE RESULTADOS A seguir serão apresentados os resultados da pesquisa e as respectivas análises tendo como base o referencial teórico construído. Gráfico 1 Fonte: Questionário semi-estruturado Pesquisa de Opinião Ao verificar a faixa etária dos entrevistados nota-se uma predominância de indivíduos entre 60 a 70 anos de idade e uma pouquíssima concentração de maiores de 80 anos. Percebese também que dos 38 entrevistados, nenhum se enquadra na faixa de 40 a 50 anos. O que pode ser um indicativo de que diferentemente de algumas décadas atrás as pessoas não estão se aposentando mais com 40 e poucos anos, deixando de utilizar apenas o tempo de contribuição ao INSS para contagem. Hoje o tempo mínimo de contribuição para aposentadoria é de 30 anos para mulheres e 35 anos para homens, então, ao assinar carteira de trabalho com 18 anos de idade, teoricamente aos 48 anos uma mulher já poderia se aposentar. Porém, se fizer isso, o fator previdenciário (que é basicamente uma fórmula utilizada para calcular os benefícios previdenciários que leva em conta o tempo de contribuição, a idade do segurado e a expectativa de vida) irá diminuir muito seu benefício de aposentadoria em relação ao valor que ela contribuía. Gráfico 2

10 Fonte: Questionário semi-estruturado Pesquisa de Opinião De acordo com o gráfico que representa o tempo de aposentadoria dos indivíduos entrevistados percebemos que mais de 90% já está aposentada a pelo menos 5anos, o que torna nossa pesquisa mais interessante, já que assim eles terão mais base para fazer qualquer afirmação sobre o recebimento dos benefícios. Principalmente, os que já recebem a mais de 10 anos, pois poderão confirmar se realmente há uma desvalorização significante em relação ao benefício inicial e qual o impacto desta no decorrer da vida. Gráfico 3 Fonte: Questionário semi-estruturado Pesquisa de Opinião Como já era previsto, um número bem pequeno de indivíduos possuiu previdência complementar. Mesmo apresentando grandes índices de crescimento no Brasil, ainda é considerado um privilégio de poucas pessoas, principalmente, se compararmos a quantidade que contribui ao INSS. O número de aposentados que possuem previdência complementar foi relativamente baixo em relação ao total de entrevistados, chegando a aproximadamente 16%. Mas não se pode julgar que o baixo índice seja por falta de interesse. Congonhas é uma cidade cercada por grandes e pequenas empresas, mas destas um número mínimo oferece o benefício de previdência complementar a seus empregados, e há 20, 30 anos atrás pouquíssimas pessoas tinham conhecimento sobre o que significava este benefício. Além disso, pelas informações obtidas com os próprios entrevistados, previdências abertas também não eram divulgadas como hoje, então, tinha-se a idéia de ser algo restrito e elitista. Gráfico 4

11 Fonte: Questionário semi-estruturado Pesquisa de Opinião Por este gráfico percebe-se que todos que contribuíram aos fundos de pensão e hoje recebem o benefício complementar de aposentadoria, consideraram que fizeram um bom investimento. Estatística muito interessante para afirmação do propósito deste trabalho, de que este tipo investimento, no longo prazo, pode fazer a diferença na vida do trabalhador moderno. Em uma conversa informal, os indivíduos que possuem o benefício complementar, salientaram que foi um excelente investimento. Segundo eles, não imaginavam que aquele desconto mensal no salário poderia trazer tamanha tranqüilidade no futuro. Um dos entrevistados, Sr. Geraldo, relatou que hoje, somando seu benefício do INSS com o benefício que ele recebe de seu fundo de pensão, seus rendimentos mensais estão mais altos do que na época em que estava na ativa. Já o Sr. Nilton, disse que utiliza seu benefício do INSS para as despesas básicas e o seu complemento para os momentos de lazer. Provavelmente, se não houvesse a complementação, os momentos de lazer nem seriam possíveis, portanto, o investimento foi considerado uma ótima alternativa para aproveitar os prazeres da melhor idade. Gráfico 5 Fonte: Questionário semi-estruturado Pesquisa de Opinião Se mais de 1/3 de nossa amostra ainda exerce atividade remunerada, quando, na teoria, deveriam estar desfrutando de seu merecido descanso após anos de trabalho e dedicação, pode-se desconfiar que exista algo de errado. Ou estamos falando de gerações extremamente ativas que não suportam a idéia de desfrutar sua aposentadoria, ou infelizmente, se trata de senhores e senhoras que são obrigados a voltar à ativa para conseguir um sustento digno. Gráfico 6 Fonte: Questionário semi-estruturado Pesquisa de Opinião

12 Bem, infelizmente, estes dados respondem a pergunta acima. A grande maioria dos aposentados entrevistados afirma que o benefício pago pelo INSS não é suficiente para seu sustento. Por isso, quando tem condições físicas e conseguem uma colocação no mercado voltam a trabalhar para aumentar sua renda e garantir o sustento muitas vezes de suas famílias, já que em muitos lares, os aposentados são os únicos provedores de esposa, filhos e até netos. E se não tem condições de trabalhar, acabam passando por situações difíceis e humilhantes, como falta de acesso a saúde de qualidade. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS As entrevistas foram realizadas na Associação dos Aposentados, Pensionistas e Idosos de Congonhas e Região, entidade sem fins lucrativos que oferece a seus associados descontos em consultas e exames médicos, diversas opções de lazer como bailes e viagens além de um convenio de assistência funerária. Antes de iniciar as entrevistas um dos diretores administrativos da Associação, forneceu algumas informações a respeito das principais queixas e carências dos aposentados que freqüentam o local. Infelizmente, a resposta não foi diferente do previsto. Segundo ele, a maioria dos associados da entidade possui renda inferior a capacidade de suprir suas necessidades básicas, grande parte, recebe aproximadamente um salário mínimo mensal, que muitas vezes tem que ser suficiente para sustentar famílias inteiras, já que muitos ainda sustentam filhos e até mesmo netos. A associação permite o cadastro de dependentes maior sem renda que são filhos maiores de idade que ainda dependem dos pais. Ao criar esta condição, a Diretoria acreditava que iria beneficiar alguns casos isolados, mas percebe que os números de pedidos para aprovação vêm aumentando significativamente. Outra queixa freqüente é em relação ao acesso a saúde de qualidade, visto que com o passar dos anos o ingresso em um plano de saúde fica cada vez mais caro e incompatível para um aposentado que vive exclusivamente de seu benefício, e a saúde pública está cada vez mais caótica, então os descontos oferecidos pela associação - por exemplo, uma consulta com um clínico geral por R$ 20,00 (vinte reais) - são muito utilizados todos os meses, e o ingresso de novos associados em busca destes benefícios também é constante. Analisando os dados obtidos com os questionários, percebe-se que a faixa etária dos associados é bem ampla, visto que foram entrevistadas pessoas de 51 até acima de 80 anos. Destas a maioria já havia se aposentado há mais de 05 anos o que torna a pesquisa mais confiável já que assim, o indivíduo tem mais segurança para fazer afirmações em relação ao benefício recebido e sua utilização. Mais de 1/3 dos entrevistados ainda exerce trabalho remunerado e 82% afirmam que o benefício pago pelo INSS não é suficiente para seu sustento e de sua família. Em uma época da vida em que deveriam estar descansando, desfrutando de todo esforço e trabalho duro que já fizeram no decorrer da vida, são obrigados a voltar para o mercado de trabalho para sobreviverem em um país que o número de idosos está cada vez maior, com uma expectativa de vida crescente e um sistema previdenciário falido. Por meio das entrevistas ficou claro que a previdência complementar pode ser a melhor saída para driblar a situação de miséria iminente que estamos sentenciados por nosso regime previdenciário público. Muitas empresas estão oferecendo este benefício para seus empregados, pois além de atrair bons profissionais também propicia uma sensação de segurança e satisfação. Mas por falta de conhecimento, muitas pessoas se sentem inseguras ao investir em previdência, ou acham que é besteira. É perceptível que quanto mais baixa a classe social, menor o nível de interesse neste tipo de investimento. Seria interessante uma política que investisse numa educação financeiro-previdenciária que começasse até mesmo nas escolas, para que desde cedo,

13 todos tivessem a oportunidade de conhecer métodos de administrar sua renda, por menor que ela seja e saber que é possível fazer com que ela cresça. O Brasil está cada vez mais se tornando um país de idosos, então medidas de preparação para um futuro financeiro tranqüilo deve ser uma preocupação de todos. Se nossa previdência não será capaz de cumprir com suas obrigações, temos que pensar em outros meios. Os fundos de pensão já provaram que são excelentes investimentos. 6. REFERÊNCIAS IBRAHIM, Fabio Zambitte. Curso de Direito Previdenciário. 17 Ed. Rio de Janeiro. Editora Impetus Ministério da Previdência Social; Secretaria de Políticas de Previdência Complementar. Fundos de Pensão Coletânea de Normas. Brasília/DF FILHO, Olivio Luccas. Seguros Fundamentos, formação de preço, provisões e funções biométricas. 1 Ed. São Paulo. Editora Atlas FIGUEIREDO, Sandra. Contabilidade de Seguros. 2 Ed. São Paulo. Editora Atlas CRESWELL, John W. Projeto de Pesquisa Métodos Qualitativo, Quantitativo e Misto. 3 Ed. Porto Alegre. Artmed MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos da Metodologia Científica. 6 Ed. São Paulo. Editora Atlas S.A ALENCAR, Marcele Caroline Maciel de. Defesa do Contrato Previdenciário das Entidades Fechadas de Previdência Complementar: Aspectos Jurídicos Relevantes e Proposições. Disponível em:< Acesso em 09 ago GUIMARÃES, Magda Cristiane Monteiro. Estudo do Programa da Educação Financeira e Previdenciária nas Entidades Fechadas de Previdência Complementar. Disponível em:< Acesso em 09 ago PACCA, Renato Marchena do Prado. A Defesa da Natureza Civil do Contrato Previdenciário Perante o STF por meio de Descumprimento de Preceito Fundamental. Disponível em:< Acesso em 09 ago BORJA, Camila de. Previdência Complementar: Um Estudo Comparativo entre uma Entidade Fechada e uma Entidade Aberta. Florianópolis Disponível em: <http://tcc.bu.ufsc.br/contabeis291257>. Acesso em 12 ago GONZAGA, Rafael Dias. Um Estudo de Caso para Previdência Privada Complementar. Novembro de Disponível em <http://www.financasaplicadas.net/ojs/index.php/financasaplicadas/article/viewfile/124/72>. Acesso em 18 ago CORDEIRO, Gustavo Faria. O Regime Geral de Previdência Social: Diagnósticos Estruturais Críticos e Proposta de Reformas. Rio de Janeiro Disponível em <http://bibliotecadigital.fgv.br/dspace/bitstream/handle/10438/3572/gustavocordeiro.pdf?sequence=1>. Acesso em 20 ago RAMALHO, Huirllayane Mirtys da S. A Relação do Viver e Envelhecer de Moradores e Funcionários de Uma Instituição de Longa Permanência. Pernambuco Disponível em < >. Acesso em 22 ago FRANÇA, Lúcia. Preparação para a Aposentadoria: Desafios a Enfrentar. Disponível em <http://www.luciafranca.com/pdf/aposentadoria%20article%20portugues.pdf>. Acesso em 18 set NAJBERG,Sheila; IKEDA, Marcelo. Previdência no Brasil: Desafios e Limites. Disponível em < 90_08.pdf >. Acesso em 28 set 2013.

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