CARTILHA SOBRE REPACTUAÇÃO

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1 CARTILHA SOBRE REPACTUAÇÃO Agosto/2006 Custeio Paritário Saneamento do Plano Petros Recomposição dos Benefícios Gestão Paritária da Petros Redução do Limite de Idade 78/79 Correção das Pensões Mudança de Reajuste DIRETORIA COLEGIADA: Adelino, Alexandre Veado, Almeida, Aluízio, Américo, Barroso, Cardoso, Eduardo, Evair, Francisco Chaltein, Gildo, Hermes, Joaquim, José Carmo, José Maria, Julionor, Leopoldino, Luiz Carlos, Oliveira, Orlando, Osvalmir, Poças, Robert Clay, Salvador, Samuel, Sinimbu,Valdemar, Wagner. Edição: Elaine Vale MG JP Av. Barbacena, Bairro Barro Preto - BH/MG - CEP: Telefone: (31) Fax.: (31) Site: -

2 Com o avanço das negociações para resolução dos problemas da Petros, todo esclarecimento se faz necessário. Nenhuma dúvida deve restar neste momento de decisão. Para tanto, o Sindipetro/MG publica esta cartilha com a finalidade de informar toda a categoria (aposentados, pensionistas e ativa) todo o processo de negociação Petros. Todas as informações aqui contidas vêm demonstrar os cenários apresentados e os que poderão se epresentar em relação ao nosso fundo de pensão. Essa negociação traduz-se para a FUP e Sindipetros em uma conquista para a categoria petroleira. Prevê o pagamento do déficit do Plano Petros, a resolução dos problemas históricos e dá perspectiva aos novos com o Plano Petros 2. O Sindipetro MG defende esse acordo vitorioso! Delegação de MG entrega ao Secretário-Geral da Petros termos de repactuação recolhidos junto aos participantes

3 HISTÓRICO DA PETROS Criação da Petróleo Brasileiro S/A Petrobrás da Lei Alteração do Manual de Pessoal da empresa, estabelecendo a complementação de aposentadoria em 1/30 para cada ano de trabalho Criação do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço FGTS Elaboração do primeiro Regulamento do Plano Petros RPB Criação da Fundação Petrobrás de Seguridade Social Petros Aprovação da Lei 6.435, primeira legislação específica do Sistema Previdenciário Complementar Edição do Decreto que regulamentou a Lei 6.435/ O Decreto , editado em abril, alterou o Decreto / 78 e implantou o limite de teto para os participantes de planos de previdência complementar Alteração no RPB implantando um novo indexador da correção dos benefícios, o FAT Fator de Atualização e o FC Fator de Correção Promulgação da Constituição da República Federativa do Brasil Privatização de algumas patrocinadoras do Plano Petros, subsidiárias da Petrobrás nas áreas petroquímica e de fertilizantes. Extinção das subsidiárias Petromisa e Interbrás. Alteração do RPB aumentando a contribuição para o Plano Plano Real, desindexação da economia e fim da política salarial. Intensificação dos PDVs através de incentivos de aposentadorias conhecidos como Sopão. Aprovação do Programa de Inscrição Tardia no Plano Petros Mudança nos critérios da concessão de aposentadoria especial Acordo para o pagamento da divida dos Pré Reforma Previdenciária através da Emenda Constitucional nº Implantação do Fator Previdenciário no cálculo das aposentadorias da previdência social, INSS. Contratação de assessorias técnicas pelo movimento sindical petroleiro visando à realização de diagnóstico sobre equilíbrio técnico do Plano Petros Fim do prazo definido pela Emenda Constitucional nº 20 para o reequilíbrio dos planos patrocinados por empresas públicas e estatais. Notificação judicial da FUP/Sindicatos para a Petros, Petrobrás e Secretaria de Previdência Complementar (MPAS) devido ao não reequilíbrio do Plano Petros no prazo previsto. Edição da Resolução CGPC Aprovação das Leis Complementares 108 e 109. Mudança no Estatuto da Petros. Fechamento do Plano Petros. Implantação do Plano Petrobrás Vida PPV e campanha de migração dos trabalhadores participantes (ativos) e assistidos (aposentados, pensionistas e afastados) do Plano Petros para o PPV. Suspensão judicial do PPV. Cancelamento do Acordo dos Pré-70. Pagamento das dívidas da Petrobrás com a Petros e transferência de títulos públicos federais, as NTNs série B. Novas ações judiciais da FUP e seus Sindicatos filiados Eleições para os Conselhos Deliberativo e Fiscal da Petros. Anulação judicial do PPV. Aprovação da Separação de Massas do Plano Petros Criação do Grupo de Trabalho de Previdência Complementar GTPC para a discussão propostas de um novo MPC para os trabalhadores do Sistema Petrobrás e a solução das pendências do Plano Petros. Aprovação da Separação de Massas pela SPC/MPAS Término dos trabalhos do GTPC. Elaboração pelos representantes da Petrobrás e da Petros, com a apresentação para a diretoria da Petrobrás, de um novo plano de previdência, o Plano Petros 2, e o saldamento do Plano Petros a partir do estudo e análise das propostas debatidas no GTPC. Alteração no RPB do Plano Petros, com a introdução dos novos institutos previstos na Lei Complementar 109/01: a portabilidade, o benefício proporcional saldado e nova modalidade de resgate. Pagamento de três-salários benefícios a título de isonomia Prazo final para a adesão ao pagamento dos três salários. Decisão do Conselho de Administração da Petrobrás em relação ao novo MPC dos trabalhadores e o saldamento do Plano Petros. Prazo final definido pela SPC/MPAS para o equacionamento do déficit técnico apurado no Plano Petros

4 CONTEXTO NEGOCIAL Logo na criação do Plano Petros, problemas estruturais já se apresentaram, como a inclusão dos companheiros aposentados antes da criação de nosso fundo de pensão. Mudanças estruturais em 1991 impuseram grandes prejuízos às pensionistas. Os petroleiros integrantes do grupo 78/79 passaram a ter limite de idade imposto por mudanças no RPB posteriores ao contrato assinado entre estes companheiros e a Petros. Premissas atuariais previstas no Plano e que não se confirmaram alimentaram ainda mais o déficit estrutural. A Emenda Constitucional nº 20, em 1998, veio requerer dos participantes da Petros o máximo de cautela em sua interpretação, pois o instituto da paridade para as contribuições normais e extraordinárias pode significar aumento de contribuição para ativa, aposentados e pensionistas. Ações judiciais, que remetem há 15 anos, questionam várias dessas irregularidades. Durante muitos anos está em nossa pauta de reivindicações a negociação das pendências da Petros. Sendo uma de nossas principais bandeiras de luta. A Ação Civil Pública impetrada pela FUP em 2001, momento final previsto na Emenda Constitucional nº 20 para se questionar os déficits préexistentes, até essa data ainda não foi julgada nem em primeira instância. Por este exposto acima, esse processo longo e desgastante que só trouxe ansiedade, percebemos a importância da negociação. Não uma negociação fundada em falsos argumentos, mas sim uma negociação séria que apresente à categoria uma solução para todas essas pendências históricas. AÇÃO CIVIL PÚBLICA Fundamental no atual processo de negociação com a empesa, a Ação Civil Pública movida pela FUP/Sindipetros responsabiliza a Petrobrás pelo desequilíbrio atuarial do Plano Petros por erro de gestão. A Emenda Constitucional nº 20/1998 estabelece prazo de dois anos para que a Petros estivesse com seus compromissos atuariais reequilibrados. Mesmo notificada judicialmente pela FUP/Sindipetros, a empresa não saldou as dívidas relacionadas diretamente com a situação financeira até a data da Emenda Constitucional nº 20. A negociação de quitação do déficit é um importante passo, pois a ação judicial não dá garantias. A ação foi impetrada em 2001 e não foi julgada, podendo se arrastar por 15 anos e, chegando lá, podemos ser condenados a pagar a metade. Além do mais, a Petros já é passível de intervenção. Agora, a partir de uma repactuação maciça dos participantes do Regulamento do Plano Petros, a FUP/Sindipetros homologarão com a empresa um acordo nos autos da Ação Civil Pública de quitação das dívidas pertinentes aos pontos acordados. Os outros pontos permanecerão sendo cobrados judicialmente. VEJA O QUE SERÁ ACORDADO - DÍVIDAS: - Revisão do Convênio Pré-70; - Introdução do FC e do FAT; - Correção do Cálculo das pensões; CONTINUARÁ SENDO COBRADO - DÍVIDAS: - Aposentadoria precoce (sopão); - Patrocinadoras extintas (Interbrás e Petromisa) e privatizadas (Ultrafértil, PLEITOS PLEITOS - Premissa da Geração Futura. - Custeio paritário da patrocinadora com os assistidos e ativa. Petroflex, Copesul ect); - Pagamento de déficit com NTNs; - Premissas (rotatividade, inflação, etc.). - Extinção do limite de idade 78/79; - Ingresso dos excluídos Plano Petros; - Recomposição dos benefícios; - Melhoria do benefício mínimo

5 PENSIONISTAS Ações individuais para correção das pensões No caso das pensionistas a negociação está sendo feita na mudança do cálculo redutor para a pensão. Ou seja, no cálculo da pensão a Petros aplica o redutor sobre todo o benefício (INSS e suplementação), sendo que o correto é a aplicação do redutor somente sobre a suplementação. Então o valor referente ao INSS será de 100% e o percentual de 50% mais 10% por cada dependente incidirá somente sobre a parcela Petros. Hoje, a Petros tem aproximadamente 9 mil pensionistas que terão os seus benefícios corrigidos, sem retroatividade. Para ter direito à nova regra as pensionistas terão que retirar as ações que estão na justiça fazendo acordo individual nos autos do processo. Mas aquelas que não quiserem fazer o acordo podem continuar com suas ações. Exemplo de revisão no cálculo da pensão com valor de aposentadoria de R$ 2.000,00: Pela regra atual, o participante que recebe benefício de R$ 2.000,00, sendo R$ 1.000,00 pagos pelo INSS e outros R$ 1.000,00 de suplementação da Petros. Ao falecer, deixando apenas o cônjuge como dependente, 60% da totalidade do benefício, ou seja, a pensão será de R$ 1.200,00. Pela regra negociada, o percentual de 60% será aplicado somente sobre a parcela da suplementação, ou seja, a pensão será de R$ 1.600,00. Benefícios Petros INSS TOTAL Valor do benefício de aposentadoria R$ 1.000,00 R$ 1.000,00 R$ 2.000,00 Regra atual do cálculo pensão R$ 200,00 R$ 1.000,00 R$ 1.200,00 Regra após repactuação R$ 600,00 R$ 1.000,00 R$ 1.600,00 Obs.: 1- Os benefícios de pensão anteriores a 1991 não sofreram essa redução, por isso não haverá revisão sobre eles. 2- Os benefícios de pensão concedidos entre 1991 e 1995 terão a revisão em percentuais diferentes do exposto acima, pois o INSS também aplicou um redutor sobre as pensões. O mais interessante é que isso foi implementado em 1991 e o diretor de benefício da Petros era o Paulo Brandão, hoje presidente do Conselho Fiscal e contrário a repactuação. Newton Carneiro da Cunha é Secretário-Geral da Petros (Vide entrevista) O grupo 78/79 é formado pelos companheiros que ingressaram no Plano Petros entre 23 de janeiro de 1978 e 27 de novembro de O Decreto que impôs o limite de idade aos fundos de pensão é o nº , publicado em 20 de janeiro de 1978, entretanto o RPB da Petros só passou a constar a previsão desse limite de idade em 28 de novembro de A proposta inicial de repactuação da empresa tinha a previsão de retirada do limite de idade para a turma 78/79 e com isso a necessidade de retirada das ações na justiça sobre o caso. Por razões normativas junto à SPC, a proposta foi alterada e a atual oferece uma redução gradual do limite de idade em dois anos (considerando a data da concessão da aposentadoria), com esta proposta sendo implantada a partir de 1º de janeiro de É importante saber que não haverá retroatividade dos valores. E também vale lembrar que para essa nova proposta não haverá necessidade de retirada da ação judicial. Aposentadoria NORMAL ESPECIAL Limite Atual (anos) Exemplo de cálculo a partir da redução do limite de idade, tendo a aposentadoria aos 45 anos (TVP: 35 ou 25 anos), com salário bruto de R$ 5.000,00, benefício total de R$ 4.500,00 (90% do SP), sendo R$ 1.800,00 de INSS e R$ 2.700,00 de Petros: Aposentadoria NORMAL ESPECIAL GRUPO 78/79 Aposentadoria aos 45 anos 10 anos de antecipação 8 anos de antecipação Redutor Atuarial ~ 8% a.a. ~ 8% a.a. Benefício INSS PETROS TOTAL INSS PETROS TOTAL Redutor Atual Limite de Idade 80% 64% Novo Limite (anos) Redutor atual 1800,00 (80%) 540, , ,00 (64%) 972, ,00 Aposentadoria aos 45 anos novo Limite 8 anos 6 anos Redutor com Novo Limite de Idade 64% 48% Novo Redutor 1.800,00 (64%) 972, , ,00 (48%) 1.404, ,

6 IMPORTÂNCIA DO SANEAMENTO Neste atual contexto de busca pela resolução dos problemas da Petros, algumas argumentações são apresentadas como condições para que se continue com as negociações e outros contra o processo defendido pela FUP e Sindipetros. Surgem, então, ameaças de cenários futuros que podem ou não ser concretizados e também de certas condições baseadas nas negociações. Cabe à categoria e ao Sindicato esclarecerem todas as dúvidas que surgirem para que haja uma escolha consciente do que é melhor para todos os petroleiros da ativa, aposentados e pensionistas. TRÊS AMEAÇAS SÃO PRESENTES: 1- Se não repactuar há possibilidade de divisão do déficit. Pode acontecer que a sentença da Ação Civil Pública seja pela divisão do déficit e ainda haver uma intervenção da Secretaria de Previdência Complementar por haver verificação do encerramento da possibilidade de negociação. Além de poder essa ação se arrastar longos anos, como acontece em muitos casos na justiça brasileira. Podendo haver esgotamento de recursos para honrar o pagamento de benefícios. DESVINCULAÇÃO E GANHO REAL Veja abaixo como fica a situação de quem contribui até 11% e 14,9% para Petros após a transição de desvinculação do INSS Em setembro de 2006 o índice da ativa será aplicado sobre o benefício total e em abril de 2007 o reajuste do INSS não será descontado do benefício de aposentadoria, o que representa um ganho real. Simulação para um benefício de R$ 2.000,00 - Sendo: INSS = R$1.000,00 e Suplementação = R$ 1.000,00 Simulação do índice de reajuste da ativa em setembro de 2006, 2007 e 2008 em 5% e reajuste INSS em abril de 2007 e 2008 em 5%: 2- Se repactuar há possibilidade de perda da AMS. Esse é um falso argumento, o artigo 41 não é o guardião da AMS. A AMS é regulada no Acordo Coletivo de Trabalho. Existem companheiros que se desligaram da Petros por opção, aposentaram-se pelo INSS e continuam tendo AMS. Companheiros que saíram da Petrobrás e continuam com a Petros por auto-patrocínio não têm AMS. 3- A repactuação de dois artigos (41 e 42) do regulamento implica que estará abrindo mão de todos os direitos adquiridos. Isso não é verdade. Em 1991, houve a repactuação do Regulamento de Benefícios que alterou os percentuais de contribuição dos participantes de 1,45%, 3% e 11% para 1,96%, 4,06% e 14,9%. Essa não implicou em perda de todos os outros direitos presentes no RPB. Então esse discurso de que se houver repactuação há perda de outros direitos do RPB não procede. Além disso, desde o primeiro RPB, de 1969, outras alterações já aconteceram para adequá-lo a realidade do plano. Esta regra de antecipação de reajuste, também, será aplicada em futuras aposentadorias dos participantes da ativa que pagam 14,9%. Em 1991 houve aumento da alíquota passando de 1,45%, 3% e 11% para 1,96%, 4,06% e 14,9%. A finalidade desse aumento de contribuição foi antecipar o reajuste do benefício dos aposentados e pensionistas de junho para setembro. Somente 5% dos participantes continuaram pagando 11%

7 ENTREVISTA Cláudia Muinhos Ricaldoni é Diretora Executiva da Fundação Forluminas de Seguridade Social - Forluz, eleita pelos trabalhadores da Cemig A desvinculação do reajuste dos aposentados e futuros aposentados da Cemig foi feita em Esta desvinculação do reajuste da patrocinadora foi prejudicial aos atuais aposentados? Perda não teve, houve ganho para quem fez essa mudança. A diferença entre um trabalhador que optou ou um aposentado que optou e um que não optou hoje está em torno de 9% em termos de reajuste. Na época da mudança a patrocinadora fez uma política de arrocho do salário, então o pessoal que ficou no plano antigo, com o reajuste vinculado ao da ativa, não teve reajuste nenhum. Em compensação, quem tinha migrado já tinha um reajuste garantido independentemente de negociação coletiva. Alguns defendem que é a Petrobras que deve cobrir todo o déficit, sem exigir a repactuação do artigo 41 do RPB e plano BD para todos. O que você acha dessa posição para um fundo de pensão que apresenta já o quarto ano de déficit consecutivo? O que a legislação determina é que os déficit decorrentes de desequilíbrios dos Planos de Benefícios serão rateados entre patrocinadoras e participantes Todos nós desejaríamos que as patrocinadoras fossem responsáveis sozinhas pelos déficits, mas não é o que está nas Leis. Poderíamos até tentar judicialmente, mas não resolveria nosso problema. Essa é a questão. Eu acho que o grande problema é não causar prejuízo ao participante. Outra coisa que a gente tem que entender é que as patrocinadoras têm lá os problemas delas, como nós participantes temos os nossos. Negociar um bom acordo significa resolver os problemas dos participantes e o da patrocinadora, porque se você resolver o problema só de um lado você não repactuou nada, você impôs uma derrota. A patrocinadora explicou por que ela precisa do artigo 41 fora? Muito provavelmente por causa do gasto pós-emprego, que pesa muito nas Bolsas de Valores por aí. As empresas que têm uma responsabilidade pós-emprego muito grande estão querendo tirar isso da conta, por isso mudança para plano CD e querer desvincular o reajuste da ativa com o do aposentado. Esse é o interesse dela, está prejudicando o participante? Se não, não vejo problema. Fica parecendo é que eles vão pagar o déficit em troca de um prejuízo imposto ao participante. Pelo que eu li e pelo que aconteceu aqui na Forluz não me parece não. Esse é o cuidado que o Sindicato tem que ter. Eu escutei essa conversa aqui na Forluz, a mesma coisa, nós temos direito, mas no final das contas, fizemos um acordo com a patrocinadora, inclusive envolvendo ações judiciais que tínhamos contra ela e ficou um acordo muito bom. Na proposta da Petrobrás de repactuação, a categoria está conquistando a gestão da Petros, a correção dos benefícios das pensionistas, redução atuarial de 2 (dois) anos para o pessoal 78/79 e Conselho gestores paritários dos Planos Petros atual e Petros 2. Qual a sua opinião sobre essa proposta? Além do que já falei outra coisa que eu acho fundamental é sobre a questão da gestão da Petros. A Petros é um dos maiores fundos de pensão do Brasil e não tinha nenhum conselheiro eleito antes das Leis em 2001 (Complementares 108 e 109) obrigarem isso. O que está sendo proposto é a gestão paritária na diretoria, coisa que a lei não estabelece. A gente está acostumado a discutir fundo de pensão do ponto de vista do benefício, mas temos que começar a discutir do ponto de vista da gestão. A Petros chegou aonde chegou porque não tinha ninguém nosso lá pra tomar conta. Então ter representantes dos participantes na gestão da Petros pode impedir problemas futuros, como por exemplo o que ocorreu com as pensionistas que tiveram o benefício reduzido e passaram anos sem saber disso. Quando tomamos conhecimento do que havia sido feito com o benefício das pensionistas, quase caí da cadeira, disse: não acredito que isso existe. Isso só mostra a importância de ter alguém nosso na gestão, porque se tivesse alguém sentado na diretoria tinha dado o berro no dia seguinte. No processo de mudança na Forluz houve perda referente ao plano de saúde? O aposentado perdeu o plano de saúde? São coisas distintas, o nosso plano de saúde está em acordo coletivo. A Forluz é só uma administradora. O plano de saúde não tem nada a ver com o plano de previdência. E essa foi a maior dúvida de muito aposentado. Mas eu sempre falo para entenderem a Forluz como dois produtos: previdência e saúde. Se você olhar no contracheque você paga duas contas: saúde e previdência. Eu sei que o de vocês também é plano de saúde, está em acordo coletivo e é administrado pela empresa não é nem pela Petros. Então o que tem a ver uma coisa com a outra? Se está em acordo coletivo, se é a Petrobrás que administra, enquanto o Sindicato manter o aposentado dentro do acordo coletivo isso está garantido. É da natureza humana a resistência à mudança. Isso acontece muito em relação a fundo de pensão? Toda mudança causa um desconforto imenso e é muito fácil você fazer terrorismo em cima destas mudanças, principalmente em questões relativas aos fundos de pensão porque existem detalhes muito técnicos. Então, pode ser feito discursos que parecem que tem sentido mas, na verdade, à luz da legislação e não tem. As pessoas têm que tomar cuidado com o tem aparência de absoluta verdade, mas que na vida real não se sustenta

8 ENTREVISTA JOSÉ RICARDO SASSERON é Diretor Executivo de Seguridade da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil Previ e Presidente da ANAPAR Como era e como ficou o Plano Previ após a mudança? Era um plano de benefício definido, tinha um superávit muito alto, foi mantido o plano de benefício definido para quem estava na Previ e abriu-se um novo plano de contribuição definida pra quem entraria no banco e na Previ a partir daí. Acabamos com patamar de idade e uma série de outras mudanças que a gente fez inclusive com relação aos aposentados. O fato é que fizemos mudanças para melhor. Hoje nós temos 46 mil ativos no Plano 1, que é BD, 55 mil aposentados e pensionistas. No Plano 2, de contribuição definida, são 36 mil. São contabilidades diferentes e regime totalmente diferente, são planos autônomos. Qual fator foi o eixo fundamental para essa mudança na Previ? Do lado dos trabalhadores e participantes nós queríamos alterações que eram necessárias na época como a queda do limite de idade; o reajuste dos aposentados; incluir marido como dependente; desvincular o benefício da Previ do benefício do INSS; devolução de parte da reserva; e além disso o modelo de gestão que naquela negociação nós conquistamos metade da Diretoria Executiva e a maioria do Conselho Deliberativo e Fiscal, antes das Leis (Complementares) 108 e 109 (em 2001). Então essa foi a contrapartida importantíssima para nós. Da parte do banco ele precisava resolver o problema do serviço passado do pessoal pré-67. Na época da mudança, em 1997, a Previ tinha um superávit alto de R$ 11 bilhões. Outra é que o banco queria e pressionava para que fosse criado um plano CD para os funcionários que já estavam no plano e os que entrassem a partir daí, mas na negociação nós conservamos o plano de benefício definido e negociamos um plano de contribuição definida para os novos. Então foram essas as modificações de um lado e de outro. Houve alguma linha de negociação de se reabrir o Plano BD e oferecê-lo também aos novos? Existia, mas o banco colocava como pré-condição pra negociar a abertura do plano CD. Era um momento muito especial na Previ que tinha superávit e isso permitiu essa situação. É uma situação muito diferente de vocês da Petros, no caso de vocês tem déficit e tem serviço passado que vocês têm que pagar, tem tábua de mortalidade, tem uma série de acertos que a Petrobrás tem que fazer. Vocês têm 13 mil que estão sem plano, então a construção de um novo plano é importantíssima também por conta de trazer as pessoas pra dentro de um plano de previdência. Agora só para dar um número que eu acho importante, o plano CD da Previ hoje 83% dos novos funcionários aderiram, apesar da adesão não ser obrigatória, é alto para um plano de previdência. Isso em cima de um trabalho que a própria Previ, até ajudada pelo banco, fez de buscar a adesão desses funcionários novos. A avaliação que se faz do novo plano da Previ é que atende aos funcionários com satisfação, esse número demonstra isso após a negociação em 97. Sim, sem dúvida é correta a sua afirmação. Aos poucos a gente vê inclusive que o plano de contribuição definida hoje é o mais adequado para os novos funcionários por um motivo muito especial, no plano de benefício definido o benefício é calculado de acordo com a média dos 36 últimos salários, como nós tivemos um período prolongado de congelamento salarial, o salário real foi depreciado ao longo do tempo, então hoje a gente calcula o benefício com base salarial real mais baixa do que nós tínhamos 10 anos atrás. No plano BD nosso, a média de contribuição que é paritária é em torno de 9% de contribuição; no plano CD é no mínimo sete podendo chegar a 12%. Então não teve um custeio menor por parte do plano CD, ele é mais ou menos equivalente ao que era do plano BD. A Petrobrás quer em contrapartida na negociação a desvinculação do reajuste aposentado/ativa. Como ficou o reajuste dos aposentados da Previ após essa mudança? A gente defende como preceito mesmo que o reajuste de aposentados seja vinculado ao índice de inflação por um motivo muito simples, o aposentado, a partir do momento da aposentadoria, ele não tem que estar brigando por salário ele tem que ter garantia de permanência do poder real de compra de sua aposentadoria. O aposentado não pode fazer greve então o fundamental é ele ter o benefício dele vinculado ao índice de inflação, garante o poder de compra pro resto da vida. Então não tem lógica vincular o benefício do aposentado ao reajuste salarial da ativa e eu sei que muita gente coloca essa questão como sendo uma maneira de combater a privatização, eu acho que isso não tem nada a ver uma coisa com a outra, porque o fato de dá reajuste pra aposentado vinculado ao reajuste salarial da ativa não garante, não facilita e nem complica a privatização de empresa nenhuma; o que facilita ou complica é a luta dos trabalhadores contra essa venda da empresa; é a 14 15

9 pressão política que não tem nada a ver com reajuste de aposentadoria. No nosso caso o aposentado teve a situação muito mais benéfica porque o reajuste do aposentado era vinculado ao reajuste da ativa naquela época, até 97, e foi desvinculado. Tanto o benefício da Previ que foi desvinculado do benefício do INSS, não é mais complementar, é um e outro, os dois calculados de maneira autônoma. E o aposentado passou a receber o reajuste pelo índice do plano, pelo índice da inflação que era o IGPDI até 2004 e ficou sendo INPC a partir de O efeito disso é que os aposentados da Previ não foram submetidos ao congelamento salarial do governo Fernando Henrique. Enquanto os aposentados de 97 pra cá tiveram 155% de reajuste no valor do benefício, o pessoal da ativa teve na época 45%. Então essa foi a grande diferença nesse período, mais de 100% de diferença de reajuste. Isso foi extremamente benéfico para os aposentados. Isso quer dizer o seguinte, se o aposentado estivesse vinculado ao reajuste salarial da ativa ia ter o congelamento e teria um benefício menor. Então esse é o efeito da mudança de critério de reajuste dos aposentados. Os aposentados da Petros que estão questionando isso deviam pensar dessa maneira, é importante. É da natureza humana a resistência à mudança. Quais os receios dos bancários na época? É um assunto de uma tensão muito grande ao ter uma mudança desse tipo, é o que você falou, as pessoas tem uma resistência muito grande a mudar qualquer coisa. Muitas vezes até mesmo sem saber direito o porque, sem ter uma base mais sólida de questionamento mesmo. Mudança é mudança e as pessoas ficam com medo mesmo, é natural do ser humano. Uma das resistências era de aposentados que criticavam a desvinculação de ativos e aposentados, mas quem saiu ganhando mais com essa alteração foram exatamente os aposentados por conta do reajuste que tiveram de lá pra cá. Agora nós tínhamos apoio de muita gente pra mudança por conta de resolver as questões chaves pra gente do plano BD. Então teve resistência, teve embate político forte entre as forças do movimento sindical, uma delas defendendo a aprovação e a maioria sendo contra, mas mesmo assim se mostrou viável, entre 70 e 80% das pessoas aprovaram. Muitas vezes criticavam não com argumento sobre a qualidade do plano, o argumento realmente era político, inclusive o centro da crítica era essa negociação que teve em cima o superávit em 97. Só que teve um outro elemento que é interessante que uma vez aprovado o plano e o estatuto, uma vez feita a mudança, muitas das pessoas que criticavam a mudança e se posicionavam contra, um ano depois estavam elogiando o novo estatuto e o plano. Então teve esse fator, foi objeto de uma disputa política forte, mas muita gente entendendo que as mudanças seriam benéficas, inclusive os críticos. Tanto que no ano seguinte já elogiavam. ENTREVISTA Newton Carneiro da Cunha é Secretário-Geral da Petros, Conselheiro suplente, eleito pelos participantes e Secretário-Geral da Anapar Com o acordo conquistamos a paridade na gestão. O que essa correlação de forças vai representar para os participantes? A participação no Conselho Deliberativo e Fiscal veio via legislação. A paridade da Gestão é uma conquista e um dos primeiros fundos de pensão que teve foi a Previ. E aí é de fato na gestão aonde você pode estar colocando representantes que vão cuidar dos interesses dos trabalhadores. Até 2001 tinha-se no imaginário que os fundos de pensão eram como uma caixa-preta, não punia o diretor ou o gestor que fizesse coisa errada, era punida a própria instituição, o que era um absurdo. Realmente a legislação era muito fraca nesse sentido e a partir de 2001 ficou muito mais rigorosa. Os gestores eleitos assumirão uma responsabilidade grande, são eles que vão olhar pelos participantes e dizer as coisas que acontecem lá. Muitos fundos de pensão estão fazendo isso, e essa nossa conquista começa com a repactuação. Qual a origem do cálculo que impôs a redução de benefícios para as pensionistas no Plano Petros? A partir de 91 o INSS passou a não mais reduzir o benefício quando se convertia em pensão. Na Petros foi feita a resolução (32B) que manteve a pensão em 50% mais 10% para cada dependente. A solução para modificar essa forma indevida de cobrança está sendo discutida agora quando a gente trata da desvinculação. Não tem como a Petros ficar com o pagamento das pensionistas. O mais interessante é que isso foi implementado em 1991 e o diretor de benefício da Petros era o Paulo Brandão, hoje presidente do Conselho Fiscal e contrário a repactuação. O plano de saúde, a nossa AMS, tem a ver com a Petros? A administração da nossa AMS não é da Petros, é da Petrobrás. A Petros só serve de repasse pra questão do convênio que nós temos para poder vir a fatura e a Petros descontar em folha de pagamento. Muito aposentado confunde porque vem no contracheque o desconto da AMS, mas é só por questão de convênio, nada mais que isso

10 OPINIÃO Previdência complementar é diferente do acordo coletivo. No acordo coletivo se a assembléia aprovar o Sindicato vai lá e assina o acordo. Repactuação é direito individual, mesmo que haja uma assembléia, mesmo que a assembléia decida ou não pela assinatura, mesmo assim o direito continua sendo individual. Não há como o Sindicato assinar em nome da categoria. É uma decisão pessoal, independente do movimento sindical. A proposta do Sindicato é que todo mundo esteja plenamente esclarecido para poder tomar uma decisão consciente. COTIA - Aposentado, Diretor do Sindipetro Unificado de São Paulo ARTIGO 41 E INSS O aposentado está totalmente à margem da política de RH da empresa. O artigo 41 não impede a empresa de conceder aumentos somente para a ativa. O artigo 41 prevê que o reajuste dos benefícios dos aposentados e pensionistas serão na mesma proporção e nas mesmas épocas que os reajustes da ativa. A proposta de repactuação implica na desvinculação entre assistidos e ativa, definindo que os reajustes serão: O governo anterior quis impor o PPV. O governo atual manteve o Plano Petros e tenta implantar um Plano Petros 2 para os novos empregados. Se o atual governo for substituído por um conservador corremos o risco de não resolver nunca mais o problema da Petros. Além do mais a legislação não proíbe a Petrobrás de criar um novo plano para seus futuros empregados. Diante desses fatos, se não aceitarmos o acordo negociado pela FUP, qual a saída? A justiça? Milhares de aposentados e pensionistas com idade avançada vão continuar esperando? Quanto tempo? Eu vou para cada canto desse país, inclusive aos sindicatos que não me chamam como o Sindipetro/MG está chamando e abrindo todo espaço para o contraditório. O que eu quero é cara-a-cara. Você só sabe se a pessoa ta falando a verdade quando você olha o passado, veja o currículo, veja a história. Esse acordo é o ideal? Não é o ideal, eu queria chegar e dizer que não tem mais limite de idade, vai pagar retroativo, pensionista também vai pagar retroativo, mas esse foi o limite da negociação e eu desafio alguém mostrar qual a empresa colocou R$ 6 bilhões no fundo de pensão. suplementação em setembro, pelo IPCA; benefício do INSS em abril, pelo INPC. A suposta garantia se desfaz pela própria história de reajustes da ativa que apresenta um índice de 0% de reajuste em Quanto a expectativa de ganho real para o aposentado se este ficar junto com a ativa, a história do abono, PR, PLR desmonta esta expectativa. DESMISTIFICANDO A Petrobrás, desde 1995, iniciou uma política de abonos para a ativa, o que motivou os aposentados a questionar tal abono. Então a empresa mudou o nome deste para PR e, desde 1997, institucionalizou o pagamento da PLR. Além desses abonos, a partir de 2000, a Petrobrás iniciou a concessão de um nível para a ativa e, como se não bastasse esses mecanismos de concessão indireta de reajustes, agora a ativa também têm os benefícios educacionais. PAULO CÉSAR - Conselheiro Deliberativo da Petros, eleito pelos participantes e Diretor da FUP 18 19

11 Desfazendo mitos Como é que podem afirmar que a AMS está vinculada ao artigo 41? Se: existem companheiros que se desligaram da Petros, por opção, se aposentaram só pelo INSS e têm AMS. existem companheiros que saíram da Petrobrás e continuaram pagando a Petros (através do auto-patrocínio) e quando se aposentarem pelo INSS terão suplementação da Petros, mas não terão AMS. os novos que aderirem ao Plano Petros 2 que não têm o artigo 41 têm a garantia da AMS regulada no acordo coletivo de trabalho. as empresas privatizadas Ultrafértil, Petroflex, Nitriflex, Copesul por força de lei continuaram patrocinadoras do Plano Petros com o mesmo regulamento de benefícios e o artigo 41 não foi o guardião da AMS para os trabalhadores dessas empresas. Portanto, a vinculação da AMS está com o fato do petroleiro se aposentar pelo convênio Petrobrás-INSS, não pelo fato de ter a Petros e muito menos pela existência do artigo 41. Cláusula nos termos de repactuação sobre o assunto: GARANTIA DA MANUTENÇÃO DA AMS Assistência Multidisciplinar de Saúde: A Petrobrás garante que a opção do Participante ou Assistido pela repactuação do Regulamento do Plano Petros do Sistema Petrobrás, não implicará na perda da AMS Assistência Multidisciplinar de Saúde, que continuará sendo regulada por Acordo Coletivo de Trabalho da categoria. Histórico de perdas dos trabalhadores na AMS na vigência do artigo 41 Vem sendo comentado que a repactuação do artigo 41 implicará na possibilidade de perda da AMS para os aposentados. Este é um argumento irreal que não corresponde ao histórico de lutas da categoria petroleira pela manutenção das condições da AMS. Diversos ataques já foram desferidos pela Petrobrás em nosso ACT com relação à AMS em nossa história. Vejam alguns: 1995 ARTIGO 41 E AMS Houve tentativa de retirada de diversas cláusulas da AMS Piores experiências dos petroleiros com relação a perda de direitos. Houve: Discriminação entre ativos e aposentados: Dependentes: os aposentados passaram não poder incluir novos dependentes (cônjuges e filhos); Custeio: a participação dos aposentados no custeio no programa de grande risco era de duas vezes e meia o valor da ativa. Alteração das tabelas da AMS repassando uma parte do custo do plano saúde aos trabalhadores e suas famílias. Limitação de dependentes a cônjuges e filhos. Corte do direito de dependentes filhas ao serviço de obstetrícia. Tentativa de criação de um novo plano. Mobilização e a luta garantem a AMS Os ataques à AMS conhecidos pela categoria partiram de diretrizes governamentais às estatais em que a principal premissa era a revisão de todo o Acordo Coletivo de Trabalho e, caso ficasse impossibilitada a negociação, a Petrobrás deveria instaurar o Dissídio Coletivo contestando, em juízo, todas as cláusulas do ACT. Na luta, conseguimos reverter essas discriminações em: 2001 Implantação de uma tabela única de custeio do grande risco; Inclusão de novos dependentes para os aposentados; Limitação do reajuste da contribuição da tabela do grande risco ao reajuste salarial (antes o reajuste era livre) Fim da discriminação entre ativo e aposentados com relação à margem consignável (que do aposentado era bem superior); Custeio de medicamentos (em implantação); Extensão do Plano 28 que passa a ter cobertura até 33 anos; Inclusão de enteados, menor sob guarda ou em processo de adoção

12 VALOR MONETÁRIO PARA REPACTUAÇÃO DO REGULAMENTO Este valor monetário para repactuação é para o pessoal da ativa e aposentados/pensionistas. Ele decorre de uma reivindicação da FUP/Sindipetros em função das perdas dos aposentados/pensionistas em relação ao IPCA desde 1995 até A direção da Petrobrás argumentou que não atenderia ao pleito do movimento sindical sobre a incorporação de 7,86% referente à diferença do acumulado entre ativa e IPCA e, conseqüentemente, ao pagamento do retroativo. Diante da dificuldade de negociação da incorporação desta perda e do pagamento retroativo, é reivindicação da FUP e Sindicatos o pagamento de um valor monetário que seja equivalente à perda acumulada dos assistidos. Para esses serão pagos três salários benefício ou R$ 15 mil, o que for maior. A extensão deste incentivo para a ativa também é uma reivindicação da FUP e Sindicatos. Esses participantes receberão 90% de três salários benefício ou R$ ,00, o que for maior. Havendo adesão maciça à repactuação, o pagamento desse incentivo será feito 30 dias após o encerramento do processo com o acordo nos autos da Ação Civil Pública. CORAGEM PARA NEGOCIAR RESPONSABILIDADE EM ENCONTRAR UMA SOLUÇÃO PARA AS PENDÊNCIAS REPACTUAR PARA GARANTIR O NOSSO FUTURO E DE NOSSA FAMÍLIA Nossa grande vitória é o saneamento do Plano Petros com o pagamento do déficit de R$ 4,5 bilhões pela Petrobrás garantido por acordo judicial nos autos da Ação Civil Pública e a solução de diversas pendências históricas. A repactuação dos artigos 41 e 42 é uma contrapartida exigida pela empresa. Em decorrência dessa, a FUP/Sindipetros buscaram estudar os impactos da desvinculação do artigo 41 que não mais apresenta proteção da correção do benefício do aposentado. Ao contrário, no período de 1995 a 2004, o reajuste conquistado pelos petroleiros (132%) foi inferior ao IPCA (152%) e ao INSS/INPC (202%). Aqueles que são contra a negociação entendem que a Petrobrás é obrigada a cobrir o déficit. Só não indicam como fazê-la pagar. Pregar que a Petrobrás tem que pagar o déficit sem analisar a ocorrência do pior cenário para os petroleiros é uma irresponsabilidade. Assim como se apegar exclusivamente na ação judicial, pois caso seja sentenciada a divisão do déficit entre a patrocinadora e participantes, não adiantará justificar que o juiz é que foi insensível; caso haja uma intervenção pela SPC (e papel do interventor é sanear o plano baseado na legislação em vigor) e a divisão do déficit, não caberá justificar que foi por posições políticas ou culpa do governo. Como último suspiro de suas argumentações, também colocam a repactuação sob suspeita por a empresa oferecer um valor monetário. Isso é argumento de quem não quer ver a vitória dessa negociação. A FUP/Sindipetros assumem a responsabilidade de buscar uma solução para a categoria. Têm coragem de assumir uma negociação que objetiva evitar o pior cenário para os petroleiros: a divisão do déficit. Mas se caso não houver a repactuação maciça, a direção da Petrobrás irá retirar toda a proposta de saneamento do Plano Petros

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