Autoria: Reimy Okazaki, Alvaro Escrivão Junior

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Autoria: Reimy Okazaki, Alvaro Escrivão Junior"

Transcrição

1 IDENTIFICAÇÃO DE INEFICIÊNCIAS NA CADEIA DE VALOR DA SAÚDE, A PARTIR DA ANÁLISE DA GESTÃO DE COMPRAS DE QUATRO HOSPITAIS PRIVADOS DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO RESUMO Autoria: Reimy Okazaki, Alvaro Escrivão Junior O estudo da cadeia de valor de qualquer indústria revela as interações entre os elos que a compõem. Na área da saúde, esta análise se torna ainda mais interessante porque, num cenário de custos crescentes, poucos trabalhos procuram analisar este aumento de custo sob a ótica da cadeia de valor. O presente estudo tem três principais objetivos: 1. Analisar a evolução da gestão de compras em alguns hospitais, a fim de se verificar a possível adoção conceitos mais estratégicos e integrativos; 2. Descrever aspectos relevantes do relacionamento das partes envolvidas na dinâmica da compra hospitalar. 3. Identificar ineficiências na cadeia de valor da saúde que contribuam para um aumento de custos. Em uma amostra de quatro hospitais privados do município de São Paulo, foram entrevistados: um executivo da alta administração, o gestor de compras e um médico. A partir da percepção destes entrevistados foi identificado que existe um olhar estratégico sobre a área de compras, mas ainda não integrativo, devido à dificuldade de alinhamento de objetivos entre hospitais, operadoras de planos de saúde, médicos e fornecedores. Entre as ineficiências identificadas, destaca-se a dificuldade em se padronizar os materiais de maior representatividade financeira e o marketing agressivo dos fornecedores de materiais e medicamentos, entre outros. 1. INTRODUÇÃO Os gastos crescentes na área da saúde preocupam o governo, as empresas contratantes da assistência à saúde, as operadoras de planos de saúde e seus beneficiários. Além das causas comumente levantadas para explicar o aumento sucessivo dos custos como o envelhecimento da população e os avanços tecnológicos, que impulsionam o surgimento de novos medicamentos, materiais e equipamentos, Kumar e Ozdamar (2001) levantaram a hipótese de que o aumento de custos pode também ser atribuído aos processos inadequados de compras na área da saúde. Segundo estes autores, as ineficiências na cadeia de suprimentos da saúde poderiam ser significativamente corrigidas se as melhores práticas de gestão da cadeia de suprimentos de outras indústrias fossem adotadas nesse setor. Ao analisar a evolução da função de compras em outras indústrias, pode-se notar que, de uma área estritamente operacional, ela passou a exercer uma função estratégica, com uma contribuição clara no alcance dos objetivos estratégicos da empresa (CARR; SMELTZER, 1997; FARMER, 1997; WOLF, 2005). Na década de 1980, com a globalização do mercado, Krajic (1983) publicou um artigo na Harvard Business Review, intitulado Purchasing must become Supply Management, em que criticava as atividades puramente transacionais de compras e propunha uma nova forma de gestão dos suprimentos, muito mais estratégica. Algumas organizações, então, mudaram o nome da área de compras para gestão de suprimentos (Supply Management), para refletir a transição de uma função baseada em transações, para uma função mais estratégica (LEENDERS; FEARON, 1997, p. 3) e também para agrupar outras funções relacionadas ao suprimento, que não somente a compra. O foco da gestão de compras foi então, se expandindo, passando a abranger também o gerenciamento das interações com seus fornecedores. Surgia, então, conceito de Supply Chain Management Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Segundo Mentzer et al. (2001), esse conceito abarca a implementação efetiva de uma coordenação sistemática e estratégica entre os elos de uma cadeia de suprimentos, tendo em vista a melhoria de performance de 1

2 cada empresa e também da cadeia de suprimentos como um todo. Esse autor afirma que a efetiva implementação da gestão da cadeia de suprimentos caracteriza-se pelos seguintes fatores: Comportamento integrativo; Compartilhamento de informações; Compartilhamento de riscos e recompensas; Cooperação; Mesmo objetivo e mesmo foco com relação ao consumidor final; Integração de processos; Construção e manutenção de relacionamento de longo-prazo. As vantagens desta coordenação sistemática e estratégica entre os elos de uma cadeia de suprimentos é um melhor alinhamento de objetivos e processos, que resultam numa maior convergência de esforços e num conseqüente aumento da eficiência em toda a cadeia produtiva. Têm-se também como benefícios a redução de atividades duplicadas e de custos e gastos desnecessários (WOOD, 1998). Mais recentemente, o termo gerenciamento da cadeia de valor tem sido utilizado como uma evolução do conceito de gerenciamento da cadeia de suprimentos. Segundo Walters e Lancaster (2000), o gerenciamento da cadeia de suprimentos está mais relacionado aos processos logísticos das interações com os fornecedores, ao passo que o gerenciamento da cadeia de valor se foca na criação de valor ao usuário final, agregando mais benefícios a menores custos, por meio da maior integração e do maior compartilhamento de informações sobre as preferências dos consumidores entre as empresas da cadeia produtiva (WALTERS; LANCASTER, 2000). 2. A CADEIA DE VALOR DA SAÚDE A literatura é rica em descrever a evolução do conceito de compras ao longo das décadas passadas mas ela também relata o quão longe a indústria da saúde está de assimilar tais conceitos. A Organização Panamericana da Saúde, em sua definição sobre os sistemas de saúde, ressalta que o sistema de saúde é formado por todas as pessoas e entidades cujo objetivo principal é melhorar as condições de saúde, e que estes que deveriam trabalhar de forma integrativa e coordenada, o que não ocorre frequentemente. (OPAS, 2004). Em comparação com o avanço da gestão de suprimentos de outras indústrias, os departamentos de compras dos hospitais continuam sendo uma função desintegrada, sem nenhum destaque e carente das habilidades necessárias para capturar as novas oportunidades da gestão(chapman et al, 1998). Segundo Burns (2002, p. 28), a gestão da cadeia de suprimentos da indústria da saúde assemelha-se às práticas da indústria de manufatura das décadas de 60 e 70. Em nosso meio, Vecina e Reinhardt (2002, p. 80) ressaltam que a administração de materiais não tem tido um tratamento profissional como seria desejável que ocorresse, considerando-se a importância do setor e os valores envolvidos. Na visão desses autores esta área é delegada a funcionários de nível médio sem a devida qualificação e sem conhecimento da linguagem do setor. A cadeia de valor da saúde é composta por pagadores, financiadores, provedores, intermediários de compras e fabricantes. Burns (2002, p.4) ilustra a cadeia de valor da saúde com a seguinte figura: 2

3 Figura 3 - Cadeia de Valor da Saúde Pagadores Financiadores Prestadores Intermediários de compras Fornecedores Governo Empregadores Indivíduos Operadoras de plano de saúde: Seguradoras Auto-gestão Medicinas de grupo Cooperativas Hospitais Médicos Clínicas Serviços de diagnóstico Distribuidores Grupos de compras Laboratórios Fabricantes de insumos, materiais e equipamentos médicos Fonte: BURNS, Os pagadores são o governo, os empregadores e os próprios indivíduos. Exceto o primeiro, os demais, normalmente, utilizam um financiador para pagar pelos serviços utilizados. Os financiadores são as operadoras de planos de saúde, que, no caso do Brasil, são as medicinas de grupo, as cooperativas, as autogestões, as seguradoras. Os provedores são aqueles diretamente envolvidos na prestação do cuidado, como hospitais, médicos, clínicas, entre outros. Os intermediários da compra são os distribuidores, os grupos de compras. Por fim, os fabricantes são as empresas farmacêuticas, os fabricantes de equipamentos e aparelhos e os fabricantes de materiais médico-cirúrgicos e insumos médicos em geral. 2.1 O Hospital: o local onde a maior parte dos gastos ocorre No hospital são atendidos os casos mais complexos de doença. É conseqüentemente onde são realizados os procedimentos de maior custo, que consomem altos níveis de insumos, manutenção e investimentos (OPAS, 2004). Prescrições de fármacos, intervenção cirúrgica e realização de exames são algumas operações inerentes e rotineiras ao hospital. Segundo Ferreira (2000), a gestão de recursos materiais e de medicamentos em hospitais caracteriza-se pela participação de diferentes profissionais: o médico, que determina o uso de materiais e medicamentos; os técnicos, que tratam dos materiais; os farmacêuticos, que administram a farmácia; as enfermeiras, responsáveis pela utilização dos materiais e medicamentos; e ainda os auditores das fontes pagadoras, que buscam divergências entre o uso e o pagamento dos produtos utilizados. Entre as estratégias de compras mais utilizadas nos hospitais, o mesmo autor cita a negociação de preços, a obtenção de descontos baseados em volume, o controle de obsolescência e perda de materiais e medicamentos, a adoção de políticas, a padronização, entre outros. Os itens de maiores gastos nos hospitais são os PPI - physician preference items (itens de preferência do médico) que são os produtos pelos quais os médicos possuem uma marca de predileção sendo muito difícil fazê-los optar por um outro produto, o que dificulta a padronização dos mesmos (BURNS, 2002, p. 247). De acordo com Ballard (2005) aproximadamente 40% dos gastos com suprimentos em hospitais americanos são com PPIs. McKone-Sweet, Hamilton e Willis (2005) afirmam que 28% dos gastos com suprimentos em hospitais referem-se aos produtos commodities e 72% aos produtos de preferência do médico. Enquadram-se nesta categoria os materiais cirúrgicos e ortopédicos. O foco puramente técnico dos médicos acaba por enfatizar exageradamente pequenas distinções entre os produtos (NEUMANN, 2003). 3

4 2.2 Os Fornecedores de Equipamentos, Materiais e Medicamentos Segundo Ferreira (2004), a indústria farmacêutica caracteriza-se pela presença de monopólios e oligopólios dentro das classes terapêuticas e é uma das que mais investem em pesquisa e desenvolvimento. Nos EUA, cerca de 20% do faturamento das empresas farmacêuticas foram aplicadas em pesquisa e desenvolvimento em 2000, deixando para trás a indústria de informática (10,5%), a indústria de produtos eletro-eletrônicos (8,4%), a de telecomunicações (5,3%) e a aeroespacial e de defesa (3,8%). Os executivos destas empresas afirmam que se leva de 12 a 14 anos para desenvolver um novo medicamento e que apenas um em dez medicamentos desenvolvidos vai de fato ao mercado, o que faz que seu preço deva cobrir não apenas seus custos, mas também dos demais (NOONAN, 2000). Além dos gastos de P&D, um outro gasto significativo destina-se a publicidade e promoção dos medicamentos. Segundo Jacobzone (2000 apud FERREIRA, 2004), os gastos de marketing têm sido tão elevados quanto os de Pesquisa e Desenvolvimento. As práticas de marketing mais comuns são: o pagamento das despesas de viagens (refeições e acomodação) em congressos para os médicos, patrocínio de pesquisas, amostras grátis, presentes aos médicos, entre outros (WAZANA, 2000). Como se trata de um grande volume financeiro, questiona-se até que ponto estas práticas podem influenciar na prescrição. Diversos autores (MOYNIHAN, 2003; WAZANA, 2000; RICCARDI, 2002; BUCKLEY, 2004) procuram estudar esta relação conflituosa entre incentivos e a prescrição. O que caracteriza a produção dos fabricantes de equipamentos e aparelhos médicos é o emprego de tecnologia muito avançada, o baixo volume de produção e, por conseguinte, um alto preço unitário (BURNS, 2002, p. 243). É difícil quantificar este mercado, uma vez que não existe padronização na coleta de dados e na forma de processá-los (CALIL, 2001). Da mesma forma que o farmacêutico, este setor tem como um importante fator de marketing a inovação. Os médicos também possuem uma preferência natural pelos equipamentos e aparelhos mais avançados porque, normalmente, eles possuem novas funções em relação aos equipamentos já existentes (BURNS, 2002, p. 247). No caso de equipamentos, por exemplo, busca-se, por meio da inovação, a redução de tempo de procedimento, a nãohospitalização e procedimentos menos invasivos. Assim, ainda que sejam mais caros, os médicos tendem a optar por estes produtos. Os fabricantes de produtos médicos também procuram estabelecer um relacionamento com os médicos desde o início de sua carreira, para obterem sua lealdade. 2.4 As Fontes Pagadoras Existe na indústria da Saúde, a presença do terceiro pagador, sejam sociais, ou privados, em que o consumidor não tem, no ponto de uso do serviço, as restrições orçamentárias clássicas da compra direta, o que pode levá-lo a consumir mais serviços do que o necessário para seu bem-estar, ou restringi-los de forma a não serem eficazes (ANDREAZZI, 2002). A despeito disto, até 1998, a relação entre as operadoras e os prestadores de serviços não era caracterizada pelo rígido controle de custos como é atualmente e as operadoras gozavam de uma posição confortável no mercado, tinham rendimentos financeiros e repassavam os custos da assistência para os consumidores finais. A Lei nº /98 obrigou os planos de saúde a ampliarem suas coberturas assistenciais e a cobrirem todos os custos de procedimentos antes limitados (diárias, UTI etc). Também proibiu qualquer tipo de exclusão ou de exceção (transplantes, procedimentos novos etc.) e limitou o reajuste dos planos individuais, que passou a ser controlado pela ANS. Essas medidas provocaram o desequilíbrio financeiro e atuarial das operadoras que passaram a assumir custos adicionais não previstos, sem a contrapartida na receita. O controle e a 4

5 monitoração do consumo de serviços dos prestadores passou a ser imperativo para as operadoras. Hoje, essas operadoras exercem rigorosa auditoria sobre os gastos hospitalares e negociam novas formas de remuneração pelos serviços, com o compartilhamento de riscos com os prestadores. Um exemplo disto é a diária global de internação, que se constitui na precificação única de um conjunto de serviços hospitalares, compreendendo as diárias, os serviços de enfermagem, a utilização de equipamentos, a gasoterapia e os honorários médicos. Neste modelo o consumo que exceder o preço estipulado e coberto pela operadora, é arcado pelo próprio hospital. 2.3 Intermediários de compras: Os Grupos de Compras Nos Estados Unidos, os hospitais efetuam suas compras através dos Group Purchasing Organizations (GPOs). Tal prática não é tão comum nas demais indústrias, conforme mostra o estudo de Essig (2000), estando presente em apenas 21% das empresas americanas (HENDRICK, 1997 in ESSIG, 2000). Segundo Nollet e Beaulieu (2005), o surgimento de grupos de compras na saúde, nos EUA, data antes mesmo da década 1970, quando os hospitais regionais se uniram para realizar compras conjuntas. No final da década de 70, surgiram os grupos de compras com abrangência nacional, e o crescimento deste setor foi intenso. Na década de 1980, os grupos de compras não conseguiam mais crescer, pois a maioria dos hospitais já era atendida. Então, os grupos de compras passaram a oferecer outros serviços, como consultoria, treinamentos para os executivos dos hospitais, elaboração de benchmarkings e compartilhamento de informação entre os hospitais membros, e serviços relacionados à tecnologia da informação. Os anos 90 foram marcados pela consolidação dos próprios grupos de compras, tais como Novation e Premier, colocados entre os maiores dos Estados Unidos. Segundo esses autores, esses movimentos parecem indicar que a força adquirida pelos grupos de compras supriu uma deficiência da gestão de compras dos hospitais norte-americanos. No Brasil, são poucos os trabalhos sobre os grupos de compras na saúde, no entanto o relevante estudo de Ferreira (2002) sugere que a utilização de grupo de compras em nosso meio não é grande devido à dificuldade da padronização de materiais e medicamentos entre hospitais para obtenção de ganhos em escala. 3. A PESQUISA 3.1 Objetivos A presente pesquisa teve os seguintes objetivos: 1. Analisar a evolução da gestão de compras em alguns hospitais, a fim de verificar a adoção de conceitos mais estratégicos e integrativos; 2. Descrever aspectos relevantes do relacionamento das partes envolvidas na dinâmica da compra hospitalar. 3. Identificar ineficiências que contribuam para um aumento de custos, não acompanhados do aumento de benefícios aos pacientes 3.2 Amostra Foram selecionados 4 hospitais privados de grande porte de São Paulo com as seguintes características: 5

6 Tabela 1 - Hospitais da amostra e sua caracterização Hospital Hospital 1 Hospital 2 Natureza Jurídica Privado s/ fins lucrativos Privado s/ fins lucrativos Mantenedor Tipo Financiador* Sociedade Beneficente Cooperativa Geral de alta complexidade Geral de alta complexidade Plano de terceiros e particular Plano próprio Hospital 3 Privado c/ fins lucrativos Plano de Saúde Geral de alta complexidade Plano próprio e plano de terceiros Hospital 4 Privado s/ fins lucrativos Sociedade Beneficente Geral de alta complexidade Plano de terceiros e particular * Classificação do IBGE (2000): Plano próprio - quando o estabelecimento possui ou é de propriedade de uma empresa de Seguro de Saúde, Autogestão, Grupo Médico ou Medicina de Grupo, que financia suas próprias atividades, por meio de planos de saúde ou de associados por cotas. Plano de terceiros - quando o estabelecimento atende a clientes de planos de seguro saúde ou outras formas de financiamento das ações de saúde, administrados por terceiros. Particular - o estabelecimento atende a clientes particulares, mediante pagamento. O fato de serem escolhidos hospitais particulares foi motivado pelo alto custo envolvido na assistência suplementar. Do total de gastos com saúde no Brasil, o setor suplementar é responsável por 54% (WHO), sendo que sua cobertura abrange apenas 24,5% da população (IBGE, 2000). Esta disparidade torna o setor suplementar ainda mais instigante em termos de análise da gestão de compras e das possíveis ineficiências. Por outro lado, os hospitais públicos obedecem às leis da administração pública, o que levaria à necessidade de se aprofundar em assuntos específicos dessa área, o que não é o objetivo do presente estudo. Dentre os hospitais particulares do município de São Paulo, foram escolhidos os hospitais reconhecidos por sua posição de destaque em termos de gestão hospitalar, porque, sendo referência no setor, adotam práticas que são seguidas posteriormente pelos demais serviços. Foram escolhidos hospitais que variam com relação à sua propriedade (mantenedora), a fim de haver diversidade de percepções. Porém, o objetivo não foi o de realizar comparações entre os mesmos, e sim levantar aspectos relevantes sobre a gestão de compras. 3.3 Os Entrevistados Em cada hospital, foram entrevistados: O gestor responsável por compras/suprimentos; Um representante da alta administração, como um diretor executivo; O diretor médico ou clínico. Procedeu-se assim, a fim de se obterem diferentes perspectivas da gestão de compras no hospital, e não para confrontar os discursos. A unidade de análise foi o entrevistado e suas percepções. Com relação aos médicos foram entrevistados diretores clínicos ou diretores médicos, para que eles pudessem relatar as percepções dos médicos da prática assistencial. Por terem uma visão mais administrativa que os demais, poderiam contribuir melhor para elucidar as questões da pesquisa. 6

7 Tabela 1 Relação dos Entrevistados Hospital Hospital 1 Hospital 2 Hospital 3 Gestor de Compras/Suprimentos Dir. de Suprimentos e Engenharia Coordenador de Compras Gerente Comercial e de Materiais / Coordenadora de Compras Superintendente de Hospital 4 Logística e Suprimentos Fonte: Elaboração própria. Alta Administração Diretor Executivo Diretora Administrativa Gerente Comercial e de Materiais ocupava interinamente o cargo Não foi realizada Diretor Médico ou Clínico Diretor Médico Diretor Clínico Gerente Médico Diretor Clínico Das 12 entrevistas inicialmente previstas, apenas uma não pode ser realizada, devido a um conflito de agenda, no hospital 3 o gerente comercial e de materiais ocupava interinamente o cargo de alto executivo do hospital. 3.4 Instrumento de Pesquisa O método de coleta de dados foi de entrevistas semi-estruturadas, com um roteiro de orientação geral, onde entrevistado fica livre para conduzir a outros temas ou aprofundar-se naqueles que são pertinentes à pesquisa. Foram elaborados 3 tipos de roteiro, para cada tipo de entrevistado (executivo da alta administração, gestor de compras/suprimentos, médico). Apesar de haver um roteiro, as entrevistas não seguiram rigorosamente a ordem dos assuntos abordados. Preferiu-se deixar os entrevistados livres para se aprofundarem nas questões julgadas mais relevantes na visão deles próprios. Na próxima seção serão descritos os principais temas que surgiram nas entrevistas. 4. RESULTADOS 4.1 O Caráter Estratégico da Gestão de Compras A percepção da área de compras varia conforme os entrevistados. Com relação à alta administração, os representantes dos hospitais 1 e 3 afirmaram que vêem a área de Suprimentos como estratégica, enquanto apenas um entrevistado do hospital 2 constatou que a área é ainda muito focada nas questões operacionais, não cabendo à própria área decisões mais estratégicas. Dentre os que citaram a área como estratégica, o executivo do hospital 1 assim a definiu por conta da dependência financeira do hospital nas margens de comercialização de materiais e medicamentos. Os gestores de Compras/Suprimentos entrevistados tiveram a mesma opinião que os executivos do alto escalão. Apenas o gestor de compras do hospital 2 disse que a área é bem operacional, pois não possui a autonomia para criar seus próprios projetos, sendo apenas executora de projetos desenvolvidos pela alta administração. Já o gestor de Suprimentos do hospital 1 demonstrou um olhar mais abrangente sobre toda a cadeia de suprimentos, e atribuiu à gestão de suprimentos a função de equilibrar as forças dentro cadeia de valor da saúde, enfatizando a necessidade da área de Suprimentos reduzir a influência que os fornecedores de materiais e medicamentos exercem sobre os médicos: 7

8 Já os médicos entrevistados foram unânimes em dizer que, na maioria dos casos, os médicos se focam na assistência prestada ao paciente, não se atentando ou se preocupando com os processos que ocorrem por trás do atendimento ao paciente. 4.2 As Margens de Comercialização de Materiais e Medicamentos Algumas entrevistas evidenciaram a dependência que alguns hospitais têm nas margens de comercialização de materiais e medicamentos. Neste sentido, a contribuição da área de Compras/Suprimentos está diretamente relacionada à performance financeira do hospital e à sua sobrevivência no mercado. Devido aos ganhos atrelados à comercialização de materiais e medicamentos, alguns entrevistados caracterizaram o hospital como uma grande farmácia. O executivo da alta administração de um dos hospitais enfatizou a importância de rever a precificação dos hospitais de modo que não se dependa destas margens de comercialização. Por exemplo, atrelar um preço maior aos hospitais com menor índice de infecções, ou algum tipo de precificação atrelado a alguma vantagem oferecida pelo hospital. Entretanto, ele lembrou que ainda estamos distantes deste tipo de modelo. Na atual forma de geração de receita dos hospitais, qualquer vantagem de negociação com os fornecedores não são passados para os demais elos da cadeia de valor, porque o ganho representa uma das principais, senão a principal fonte de receita do hospital. 4.3 A Padronização de Materiais e Medicamentos As Comissões de Padronização Uma das práticas mais comuns de redução de custos em Compras nos hospitais da amostra é a padronização dos insumos comprados para se obter o ganho em escala. Todos os hospitais da amostra possuiam uma comissão de padronização, composta médicos, farmacêuticos, enfermeiros, CCIH (Comissão de Controle de Infecção Hospitalar) e Compras nas comissões. Em todos os hospitais, a participação da área de Compras/Suprimentos nas comissões de padronização é de fornecer informações sobre custos, fornecedores, novos produtos no mercado. Os entrevistados foram unânimes em revelar que a decisão final é do médico ou da farmácia, ou seja, com pouco poder decisório da área de compras. Diferença entre a Padronização de Medicamentos e Materiais Dois entrevistados falaram sobre a diferença entre a padronização de medicamentos e de materiais. Os medicamentos, por utilizarem os mesmos princípios ativos, não permitem tantas variações e, por isto, são mais fáceis de serem padronizados. Já os materiais permitem muitas variações. Um entrevistado, por exemplo, citou que um material pode ser de titânio, de aço, pode ter uma haste diferente, enfim, um material pode ter diversas particularidades. Como os médicos tem diferentes preferências, os materiais, apesar de serem os mais significativos financeiramente, são os mais difíceis de serem padronizados. A Mobilidade dos Médicos entre Hospitais A mobilidade que os médicos têm entre os hospitais, somando à dependência que os hospitais têm na indicação de pacientes pelo médico é também um dos motivos citados por um dos entrevistados para não adotar uma postura agressiva de padronização. 8

9 Segundo um entrevistado, se o hospital impõe muita rigidez na padronização, os médicos ameaçam a irem para outro hospital. Assim, o alinhamento entre os objetivos do hospital e do médico torna-se uma questão delicada e complexa porque, na maioria dos casos, a relação do hospital com o médico não é uma relação empregador-funcionário, como ocorre em outras indústrias. Quaisquer iniciativas administrativas que interfiram na prática médica, esbarram na aceitação do médico, e este passa a ser um ator-chave para a sua implementação. 4.4 A Influência dos Fornecedores sobre os Médicos Os fornecedores são vistos por grande parte dos entrevistados, como os grandes vilões, aqueles que influenciam a escolha dos médicos por produtos mais inovadores e caros; os que mais ganham financeiramente no sistema de saúde, e são isentos de qualquer regulação do Estado. A análise do conteúdo das entrevistas permitiu dividir as influências dos fornecedores em três principais formas de atuação: Os fornecedores apresentam novos equipamentos que agregam inovações e procuram convencer os médicos sobre a essencialidade de se ter aquela tecnologia; Os fornecedores criam e ensinam a técnica cirúrgica para o médico e até colocam seu pessoal na equipe do médico; Os fornecedores dão incentivos que beneficiam os médicos, como pagamento de viagens, patrocínios para estudos etc. 4.5 A Dificuldade de Alinhamento de Objetivos entre os Elos da Cadeia de Valor da Saúde Hospitais se preocupam com custos, os médicos, nem tanto Segundo alguns entrevistados, não é comum os médicos fazerem quaisquer considerações ao custo na escolha dos materiais. O desconhecimento dos preços é tal que um dos entrevistados disse que alguns médicos até se assustam ao saberem o preço de um material. O diretor clínico do hospital 4 levantou o fato de que a educação dos médicos é puramente voltada a assistência, sem dar lhes mostrar como suas ações são importantes e impactam o sistema de saúde como um todo. Assim, o hospital 4 promove palestras com o intuito de fazê-los entender melhor o mercado da saúde, os problemas pelos quais ele passa, para que possam cooperar. Todos os hospitais da amostra revelaram estarem buscando formas de conscientizar os médicos sobre a necessidade de atenção aos custos. O acompanhamento e a divulgação dos custos por equipes médicas foram levantados como formas de fazer que os médicos se preocupem com os custos. Um dos entrevistados disse que, periodicamente, realiza relatórios comparativos, e apresenta os indicadores por equipes. Assim, o fato dos médicos saberem que estão sendo comparados entre si, com base nos custos incorridos, faz que eles dêem maior importância ao aspecto financeiro. 9

10 As operadoras tendem a se focar no curto prazo Um dos entrevistados fez críticas à perseguição da redução de custos em curto prazo, evidenciada nos conflitos de autorização dos materiais mais caros por parte das fontes pagadoras. Para ele, nem sempre essa economia no curto prazo corresponde a uma economia em longo prazo. Este mesmo entrevistado citou o exemplo do uso de stent: na escolha entre dois tipos desse material, um stent normal, de menor custo e outro que possui uma medicação que inibe a formação de placas de gordura na artéria, a decisão baseada apenas em ganhos imediatos levaria a optar pelo stent normal, mas que tende a necessitar de substituição em menor tempo que o stent farmacológico. Assim, uma análise que privilegie apenas o curto prazo pode levar a desperdícios futuramente. Para ele, como as operadoras tem um foco financeiro muito forte, tendem a impedir a autorização dos itens mais caros, e assim, podem estar causando desperdícios no sistema de saúde. 4.6 Pacotes: Uma Iniciativa de Integração com os Elos da Cadeia de Valor da Saúde Ao falarem sobre custos alguns entrevistados citaram os pacotes como iniciativa para redução de custos. Esta iniciativa também parece integrar os elos da cadeia de suprimentos da saúde. Os pacotes são procedimentos com preços estipulados e são voltados a procedimentos mais simples, mais uniformes, que permitem melhor previsibilidade dos preços. Ao citarem os pacotes, os entrevistados faziam menção a uma negociação integrada com fornecedores, provedores, médicos e a fonte pagadora. 4.7 O Paciente Apenas um entrevistado mencionou a questão do paciente durante a entrevista. Segundo ele, o paciente é a parte esquecida da cadeia de valor da saúde, apesar de ser quem a sustenta. Na busca por redução de custos, eles são os maiores prejudicados. 5. CONCLUSÕES A análise da gestão de compras nos hospitais estudados mostra evidências da evolução da gestão de compras/suprimentos. Na maioria dos hospitais ela é vista como estratégica, e não puramente operacional. Este fato denota que a mesma evolução vista na indústria em geral tem ocorrido em parte dos hospitais da amostra. O fator que mais influencia na importância estratégica da gestão de compras nos hospitais estudados é o resultado financeiro. Para os hospitais pertencentes a uma operadora, a gestão de compras contribui para a redução de custos, ao passo que para hospitais não pertencentes a um plano de saúde, a importância recai nas margens de comercialização de materiais e medicamentos. Alguns hospitais da amostra demonstraram ter a maior parte de sua receita advinda da margem de comercialização de materiais e medicamentos. Isto faz com que o conceito de compra se assemelhe a do varejo e não à indústria. A principal diferença é que no varejo não há produção, e, portanto, não há agregação de nenhum valor significativo ao produto, sob o ponto de vista técnico. Entretanto, o hospital agrega um valor específico no sistema de saúde que não é apenas de comercializar materiais e medicamentos. O fato de se ter um importante elo da cadeia de valor - o médico- que, em geral, não considera o custo na escolha dos produtos, pode contribuir para que os fornecedores não compitam entre si no nível do valor, ou seja, a partir da ponderação entre o custo e os benefícios. Mas, uma vez que as decisões privilegiam somente os aspectos técnicos, pode 10

11 haver um incentivo pela competição apenas no nível da inovação, o que também resulta em custos crescentes na saúde A integração do fornecedor com o médico é uma integração de dois elos importantes da cadeia de valor, cuja proximidade pode contribuir para o desenvolvimento de novos materiais, melhorias em produtos, além de propiciar a troca de informações, o que é muito válido na relação fornecedor-usuário. Entretanto, se existe um grande montante de recursos destinados apenas ao marketing junto aos médicos, que tentam anular a racionalidade da compra, tem-se aí um custo no sistema, que deturpa o conceito de valor, ao fazer que a escolha dos produtos esteja relacionada aos benefícios pessoais auferidos e não aos benefícios ao paciente. Esta prática não é inerente apenas à saúde, mas, no caso dos hospitais, os médicos por não serem, na maioria das vezes, funcionários dos hospitais, tornam mais difícil a adesão às iniciativas dos mesmos. Soma-se a isto, a facilidade de atenderem em outros serviços, caso não concordem com algumas práticas adotadas pelo hospital. Os elos da cadeia de valor da saúde parecem estar desintegrados, com objetivos distintos. Assim, a fonte pagadora enfatiza a questão do custo em curto prazo, os médicos enfatizam a questão técnica, os fornecedores são incentivados a criar produtos cada vez mais inovadores e os precificam levando em consideração os altos gastos em marketing utilizados para fidelizar os médicos, os hospitais se vêem pressionados pelas fontes pagadoras, mas encontram dificuldade em mudar o comportamento de compra dos médicos. Não foram identificadas iniciativas em estágio mais avançado de integração entre os elos da cadeia de valor com o intuito de aumentar o valor para o paciente. Parece que a discussão hoje se foca em custos e não em benefícios. Isto evidencia o que Porter (2004) definiu como competição de soma zero, em que todos os elos da cadeia de valor pensam em reduzir custos e não pensam em agregar maior valor ao paciente. No final, quem paga por toda a ineficiência na cadeia de valor da saúde e tem o seu acesso cada vez mais restrito são os pacientes. 6. BIBLIOGRAFIA ANDREAZZI, M.F.S. Formas de Remuneração de Serviços de Saúde Disponível em: EE%201%20Formas%20de%20Remunera%C3%A7%C3%A3o%20de%20Servi%C3%A7os %20de%20Sa%C3%BAde.pdf. Acesso em: 18 maio BALLARD, R. Strategic supply cost management physician preference without deference: adopting a strategic approach to managing supply chain costs can lead to a productive dialogue between physicians and financial leaders. Healthcare Financial Management, April BUCKLEY, J. The need to develop responsible marketing practice in the pharmaceutical sector. Problems and Perspecitves in Management. March, p BURNS, L. R. The health care value chain: producers, purchasers, and providers. San Francisco, CA: Jossey Bass, CALIL, S. J. Análise do setor de saúde no Brasil na área de equipamentos médicohospitalares In: NEGRI, B.; DI GIOVANNI, G. (Org.). Brasil: Radiografia da Saúde. Campinas-SP: UNICAMP. IE, p

12 CARR, A. S.; SMELTZER, L. R. An empirically based operational definition of strategic purchasing. European Journal of Purchasing & Supply Management. v. 3, n. 4, p CHAPMAN, T. L.; GUPTA, A., MANGO, P. D. Group purchasing is not a panacea for US hospitals. The McKinsey Quarterly. n. 1, p FERREIRA, G. Política Pública de Medicamentos: Uma análise crítica da regulação de preços Monografia (Especialização em Direito Sanitário) - Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz. FERREIRA, J. H. G. Alianças estratégicas em hospitais privados: estudo de caso com oito hospitais Tese (Doutorado) - Departamento de Prática de Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. FONSECA, A. L. Portabilidade em Planos de Saúde no Brasil Dissertação (Mestrado Profissionalizante Saúde Suplementar) - Escola Nacional de Saúde Pública - ENSP do Rio de Janeiro. HENDRICK, T. E. Purchasing consortia: horizontal alliances among firms buying common goods and services. CAPS, Tempe-Az In: ESSIG, M. Purchasing consortia as symbiotic relationships: developing the concept of consortium sourcing. European Journal of Purchasing & Supply Management. v. 6, p HOVENKAMP, H. Competitive Effects Of Group Purchasing Organizations (GPO) Purchasing and Product Selection Practices in The Health Care Industry Disponível em: https://www.higpa.org/pressroom/hovenkamp.pdf. Acesso em: 27 abr INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATISTICA - IBGE. Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Acesso e Utilização de Serviços de Saúde, Ministério do Planejamento. Brasil. Rio de Janeiro, JACOBZONE, S. Pharmaceutical policies in OECD countries: reconciling social and industrial goals. OECD, 2000 (Occasional Papers, 40). In. FERREIRA, G. Política Pública de Medicamentos: Uma análise crítica da regulação de preços Monografia (Especialista em Direito Sanitário) - Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz. KRAJIC, P. Purchasing Must Become Supply Management. Harvard Business Review. Sep- Oct, p KUMAR, A. OZDAMAR L. Procurement performance measurement system in the health care industry. International Journal of Health Care Quality Assurance, v. 18, n. 2, p McKONE-SWEET, K. E.; HAMILTON, P.;WILLIS, S. B. The ailing healthcare supply chain: a prescription for change. The Journal of Supply Chain Management. Winter, p

13 MENTZER, John T.; DEWITT, William; KEEBLER, James S.; MIN, Soonhong; NIX, Nancy W.; SMITH, Carlo D; ZACHARIA, Zach G. Defining Supply Chain Management. Journal of Business Logistics. v. 22, n. 2, p MOYNIHAN, R. Who pays for the pizza? Redefining the relationships between doctors and drug companies. British Medical Journal, v. 326, p. 1189(4), May, NEUMANN, L. Streamlining the supply chain for the health care industry. Healthcare Financial Management. July, NOLLET, J.; BEAULIEU, M., Should an organisation join a purchasing group?. Supply Chain Management: An International Journal. v. 10, n. 1, p , Feb NOONAN, D.; RAYMOND, J.; GESALMAN, A. B. Why drugs cost so much. Newsweek. 09/25, v., 13 issue, 13, p ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE - OPAS. A Transformação da Gestão de Hospitais na América Latina e Caribe. Brasília: OPAS/OMS, PORTER, M. ; TEISBERG, E. O. Redefining Competition in Health Care. Harvard Business Review. p June, 2004 Competitive strategy: techniques for analyzing industries and competitors. New York: Free Press, RICCARDI, F. Healthcare providers and pharmaceutical companies: is there a prescription for ethical relationships? Journal of Healthcare Compliance, p. 4-8, July, SILVA, A. A.. Relação Entre Operadoras de Planos De Saúde e Prestadores de Serviços: Um Novo Relacionamento Estratégico Disponível em: splanos.pdf. Acesso em: 27 abr VECINA NETO, G.; REINHARDT FILHO, W. Gestão de recursos materiais e de medicamentos. São Paulo, Coleção Saúde & Cidadania. Instituto para o Desenvolvimento da Saúde: Núcleo de Assistência Médico-Hospitalar: Fundação Itaú Social, WALTERS, D.; LANCASTER, G. Implementing value strategy trough the value chain. Management Decision. v. 38, n. 2, p WAZANA, A.. Physicians and the pharmaceutical industry: is a gift ever just a gift? JAMA, v. 283, n. 3, p World Health Organization - WHO. Disponível em: <http://www.who.int>. Acesso em: 27 abr WOOD JR. T. Supply Chain Management: uma abordagem para a logística empresarial. Núcleo de Pesquisas e Publicações. Relatório de Pesquisas da Fundação Getúlio Vargas, n. 5,

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA

VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA VERTICALIZAÇÃO OU UNIÃO ESTRATÉGICA ABRAMGE-RS Dr. Francisco Santa Helena Presidente da ABRAMGE-RS Sistema ABRAMGE 3.36 milhões de internações; 281.1 milhões de exames e procedimentos ambulatoriais; 16.8

Leia mais

cada fator e seus componentes.

cada fator e seus componentes. 5 CONCLUSÃO Conforme mencionado nas seções anteriores, o objetivo deste trabalho foi o de identificar quais são os fatores críticos de sucesso na gestão de um hospital privado e propor um modelo de gestão

Leia mais

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006

A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 A GESTÃO HOSPITALAR E A NOVA REALIDADE DO FINANCIAMENTO DA ASSISTÊNCIA RENILSON REHEM SALVADOR JULHO DE 2006 No passado, até porque os custos eram muito baixos, o financiamento da assistência hospitalar

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais

no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais O mapa da Acreditação no Brasil A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais metodologias Thaís Martins shutterstock >> Panorama nacional Pesquisas da ONA (Organização

Leia mais

Painel 3 Como reconstruir a cadeia produtiva de OPME? Câmara Nacional de Negociação das Operadoras de Autogestão em Saúde: uma solução inovadora

Painel 3 Como reconstruir a cadeia produtiva de OPME? Câmara Nacional de Negociação das Operadoras de Autogestão em Saúde: uma solução inovadora Painel 3 Como reconstruir a cadeia produtiva de OPME? Câmara Nacional de Negociação das Operadoras de Autogestão em Saúde: uma solução inovadora Abril de 2015 Brasília, DF CENÁRIO DA COMERCIALIZAÇÃO DE

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM

PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM PHARMACEUTICAL BENEFIT MANAGEMENT PBM CONCEITO, DESCRIÇÃO E ASPECTOS CONTRATUAIS CASTRO PEIXOTO ADVOCACIA PBM - Pharmaceutical Benefit Management Conceito, descrição e aspectos contratuais 1. PBM Conceito

Leia mais

PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO DO MODELO DE REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES

PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO DO MODELO DE REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES PROJETO DE APERFEIÇOAMENTO DO MODELO DE REMUNERAÇÃO DE SERVIÇOS HOSPITALARES ESCOPO DO PROJETO o PLANO E METODOLOGIA DE TRABALHO o DIAGNÓSTICO E ANÁLISE DO MIX DE PROCEDIMENTOS HOSPITALARES o FORMATAÇÃO

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br

Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Conselho Regional de Medicina rayer@usp.br RELAÇÃO DOS MÉDICOS COM A INDÚSTRIA DE MEDICAMENTOS, ÓRTESES/ PRÓTESE E EQUIPAMENTOS MÉDICO-HOSPITALARES Conhecer

Leia mais

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil

CPI da OPME 6.Abr. 2015. Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil CPI da OPME 6.Abr. 2015 Dr. Eudes de Freitas Aquino Presidente da Unimed do Brasil SISTEMA UNIMED 351 Cooperativas contribuindo com a interiorização dos médicos da medicina de qualidade no Brasil. SISTEMA

Leia mais

ENCONTROS DE SAUDE CORPORATIVA ESC III

ENCONTROS DE SAUDE CORPORATIVA ESC III ENCONTROS DE SAUDE CORPORATIVA ESC III PESQUISA SOBRE SAÚDE CORPORATIVA EFETUADA POR UM CONSORCIO DE EMPRESAS DA ÁREA DE SAUDE CONSTATAÇÕES E IMPLICAÇÕES Duração: 4 semanas 44 respondentes Respondentes

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ

Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ Programa de benefício farmacêutico Algumas experiências brasileiras Marcelo Horácio - UERJ Introdução No Brasil, não existe qualquer tipo de regulamentação do setor. As iniciativas estão limitadas a algumas

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde

Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH. CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Inovação em serviços de saúde: experiência da Unimed-BH CISS Congresso Internacional de Serviços de Saúde Quem somos Por que inovar Qualificação da rede Adoção do DRG Acreditação da Operadora Inovação

Leia mais

O conceito de assistência à saúde...

O conceito de assistência à saúde... Prof. Humberto Medrado hmedrado@ventureconsultoria.com.br O conceito de assistência à saúde... Estabelecer prioridades Planejar, avaliar e implementar continuamente ações de assistência integral à saúde

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH. Helton Freitas Diretor-presidente

Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH. Helton Freitas Diretor-presidente Incentivo à qualidade como estratégia da Unimed-BH Helton Freitas Diretor-presidente Agenda P P P P A Unimed-BH no mercado Qualificação da Rede Prestadora DRG Certificação e acreditação da Operadora A

Leia mais

Artigo publicado. na edição 17. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2010

Artigo publicado. na edição 17. www.revistamundologistica.com.br. Assine a revista através do nosso site. julho e agosto de 2010 Artigo publicado na edição 17 Assine a revista através do nosso site julho e agosto de 2010 www.revistamundologistica.com.br :: artigo 2010 Práticas Logísticas Um olhar sobre as principais práticas logísticas

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010

Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde. Atibaia, 21 de abril de 2010 Regulação da ANS ANS entre hospital, planos e seguros saúde Atibaia, 21 de abril de 2010 Cenário atual DESAFIOS Desafios da Sustentabilidade Pressão constante sobre os custos Incorporação de novas tecnologias

Leia mais

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO DA SAÚDE SUPLEMENTAR APRESENTAÇÃO DA METODOLOGIA DO IDSS - ÍNDICE DO DESEMPENHO DA SAÚDE SUPLEMENTAR A ANS, AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR, está estabelecendo novos parâmetros

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde

Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde Seminário: Caminhos para o financiamento e acesso à saúde Painel: Como construir programas de acesso aos medicamentos Dirceu Barbano Diretor São Paulo, 07 de junho de 2010. Acesso a medicamentos: definição...relação

Leia mais

Qualificação e Remuneração de Prestadores. Ary Ribeiro MD; PhD

Qualificação e Remuneração de Prestadores. Ary Ribeiro MD; PhD Qualificação e Remuneração de Prestadores Ary Ribeiro MD; PhD Faz-se necessário reformar o modelo de remuneração dos prestadores hospitalares na saúde suplementar brasileira? Sim, pois o atual modelo,

Leia mais

CONCLUSÃO das implicações estratégicas das redes e alianças de relacionamento mais significativas da Embratel enquanto empresa do grupo Telmex

CONCLUSÃO das implicações estratégicas das redes e alianças de relacionamento mais significativas da Embratel enquanto empresa do grupo Telmex 177 6 CONCLUSÃO A presente investigação das implicações estratégicas das redes e alianças de relacionamento mais significativas da Embratel enquanto empresa do grupo Telmex, atingiu seu objetivo de evidenciar

Leia mais

Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde

Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde Empresa de Consultoria especializada em Gestão do Negócio Saúde Consultoria Técnica para a Gestão da Sinistralidade Suporte para Organização das Auditorias Operadora Consultoria Técnica em OPME Auditorias,

Leia mais

Utilização do preço de transferência na avaliação do desempenho das divisões e dos gestores

Utilização do preço de transferência na avaliação do desempenho das divisões e dos gestores Utilização do preço de transferência na avaliação do desempenho das divisões e dos gestores Emanuel R. Junqueira (FAESA-ES) ejunqueira@faesa.br Gilberto Aurino Silva Neto (FAESA-ES) professorgilberto@terra.com.br

Leia mais

Avaliação Atuarial de Banco de Dados

Avaliação Atuarial de Banco de Dados Avaliação Atuarial de Banco de Dados ASSOCIAÇÃO POLICIAL DE ASSISTÊNCIA A SAÚDE DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA - SP São José dos Pinhais, 12 de Junho de 2007. Índice 1. Introdução---------------------------------------------------------------------------------------------------3

Leia mais

ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho

ANS. Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho ANS Eixos Temáticos da Regulamentação e Garantia de Acesso à Informação como o empregador pode participar. Bruno Sobral de Carvalho Diretor de Desenvolvimento Setorial São Paulo, maio de 2011 Plano Coletivo

Leia mais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais

Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Reformas dos sistemas nacionais de saúde: experiência brasileira 5º Congresso Internacional dos Hospitais Carlos Figueiredo Diretor Executivo Agenda Anahp Brasil: contexto geral e econômico Brasil: contexto

Leia mais

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica

Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica Sistemas de Remuneração Tradicionais e a Remuneração Estratégica por Camila Hatsumi Minamide* Vivemos em um ambiente com transformações constantes: a humanidade sofre diariamente mudanças nos aspectos

Leia mais

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL Data: 10/12/1998 Maurício Lima INTRODUÇÃO Um dos principais desafios da logística moderna é conseguir gerenciar a relação entre custo e nível de serviço (trade-off).

Leia mais

Princípios de Finanças

Princípios de Finanças Princípios de Finanças Apostila 02 A função da Administração Financeira Professora: Djessica Karoline Matte 1 SUMÁRIO A função da Administração Financeira... 3 1. A Administração Financeira... 3 2. A função

Leia mais

Mapa da Educação Financeira no Brasil

Mapa da Educação Financeira no Brasil Mapa da Educação Financeira no Brasil Uma análise das iniciativas existentes e as oportunidades para disseminar o tema em todo o País Em 2010, quando a educação financeira adquire no Brasil status de política

Leia mais

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros.

3 - Introdução. gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos. 11 - Indicadores operacionais. 14 - Indicadores financeiros. 3 - Introdução 4 - Quais são as métricas para alcançar uma boa ÍNDICE As Métricas Fundamentais da Gestão Hospitalar gestão hospitalar? 8 - Indicadores clínicos 11 - Indicadores operacionais 14 - Indicadores

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS

Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Olhares sobre a Agenda Regulatória da ANS Mercado de Saúde Suplementar Tabela 13 - Operadoras em atividade por porte, segundo modalidade (Brasil março/2012) Modalidade da operadora Total Sem beneficiários

Leia mais

Monitoramento de desempenho na gestão de estoque

Monitoramento de desempenho na gestão de estoque Monitoramento de desempenho na gestão de estoque Rodrigo Arozo O processo de gestão de estoques pode ser decomposto em quatro aspectos básicos: as políticas e modelos quantitativos utilizados, as questões

Leia mais

A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria

A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria A Dinâmica Competitiva das OPS e sua Interface com o Setor de Serviços e a Indústria Rio de Janeiro, Maio de 2008 Alfredo de Almeida Cardoso Diretor de Normas e Habilitação de Operadoras ANS Boa Tarde!

Leia mais

1 INTRODUÇÃO. 1.1 O problema

1 INTRODUÇÃO. 1.1 O problema 1 INTRODUÇÃO 1.1 O problema Nos últimos anos, a indústria hospitalar no Brasil tem revelado expressivo crescimento. Dados do IBGE indicam que, em 1976, havia 13.133 estabelecimentos de saúde espalhados

Leia mais

Excelência operacional

Excelência operacional Excelência operacional o pilar para obter um crescimento lucrativo na Colômbia POR: DAVID MONROY E ROBERTO PALACIOS, SINTEC Siga-nos: @Perspectiva Sintec @Sintec_ @PerspectivaSintec Introdução Toda empresa

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Seu futuro é o nosso compromisso. O presente documento visa trazer em seu conteúdo o posicionamento do INFRAPREV frente aos desafios propostos e impostos pelo desenvolvimento sustentável. Para formular

Leia mais

Segmentação de Mercados na Assistência à Saúde

Segmentação de Mercados na Assistência à Saúde Escola Nacional de Saúde Pública Fundação Oswaldo Cruz Segmentação de Mercados na Assistência à Saúde Autores: Luís Otávio Farias Clarice Melamed VI Encontro Nacional de Economia da Saúde Nova Friburgo,

Leia mais

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios

Pequenas e Médias Empresas no Canadá. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios Pequenas e Médias Empresas no Canadá Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios De acordo com a nomenclatura usada pelo Ministério da Indústria do Canadá, o porte

Leia mais

CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Por Caio Fiuza

CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES. Por Caio Fiuza CSC 4.0: ALÉM DOS CUSTOS DAS TRANSAÇÕES Por Caio Fiuza Nos últimos 10 anos, a gestão das áreas de apoio nas grandes organizações brasileiras vem passando por importantes transformações. A principal delas

Leia mais

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software [...] O que é a Qualidade? A qualidade é uma característica intrínseca e multifacetada de um produto (BASILI, et al, 1991; TAUSWORTHE, 1995).

Leia mais

Cobrança de Procedimentos por pacote e diárias compactadas

Cobrança de Procedimentos por pacote e diárias compactadas TEMA 4 DO PRÉ CONGRESSO CONBRASS 2012 Atualização na formatação de preços dos procedimentos por pacote e tabelas de diárias compactadas - Dra.Giuseppina Pellegrini "A vida não se abala com a nossa ignorância,

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

Sistemas de Informação: tipos e características

Sistemas de Informação: tipos e características Sistemas de Informação: tipos e características Tipos de sistemas de informação. Os quatro tipos principais de sistemas de informação. Sistemas do ponto de vista de pessoal Sistemas de processamento de

Leia mais

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites 5 Conclusão Trade Marketing é um termo conhecido por grande parte dos profissionais das áreas comercial e de marketing, principalmente entre as indústrias de bens de consumo. Muitas empresas já incluíram

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

MEDICAMENTOS GENÉRICOS

MEDICAMENTOS GENÉRICOS MEDICAMENTO GENÉRICO Uma importante conquista para a saúde pública no Brasil 15 anos 15 anos , 15 ANOS DE BENEFÍCIOS PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA. Ao completar 15 anos de existência no país, os medicamentos

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

Horizons. O impacto financeiro da consumerização de TI As 10 principais percepções do Cisco IBSG Horizons Study. Introdução

Horizons. O impacto financeiro da consumerização de TI As 10 principais percepções do Cisco IBSG Horizons Study. Introdução O impacto financeiro da consumerização de TI As 10 principais percepções do Study Jeff Loucks/Richard Medcalf Lauren Buckalew/Fabio Faria O número de dispositivos de consumerização de TI nos seis países

Leia mais

Uma área em expansão. Radiologia

Uma área em expansão. Radiologia Uma área em expansão Conhecimento especializado e treinamento em novas tecnologias abrem caminho para equipes de Enfermagem nos serviços de diagnóstico por imagem e radiologia A atuação da Enfermagem em

Leia mais

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas

O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade. O Administrador na Gestão de Pessoas O Administrador e a Magnitude de sua Contribuição para a Sociedade Eficácia e Liderança de Performance O Administrador na Gestão de Pessoas Grupo de Estudos em Administração de Pessoas - GEAPE 27 de novembro

Leia mais

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e

1 O texto da Constituição Federal de 1988 diz: Art. 7. São direitos dos trabalhadores urbanos e 1 Introdução A presente pesquisa tem como objeto de estudo a inserção da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho. Seu objetivo principal é o de compreender a visão que as mesmas constroem

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

Audiência Pública Projeto de Lei da Câmara n o 39, de 2007

Audiência Pública Projeto de Lei da Câmara n o 39, de 2007 Audiência Pública Projeto de Lei da Câmara n o 39, de 2007 Aspectos econômicos da negociação coletiva de médicos na Saúde Suplementar 1 Coordenação-Geral de Economia da Saúde (COGSA) Ministério da Fazenda

Leia mais

Análise do Ambiente Interno

Análise do Ambiente Interno Análise do Ambiente Interno Professor: Claudemir Duca Vasconcelos Disciplina: Estratégia e Planejamento Corporativo Alunas: Gleice Costa e Cintia Belo 16 Abril 2015 Ambiente Interno de uma Organização

Leia mais

Gestão e Estrutura Organizacional

Gestão e Estrutura Organizacional Gestão e Estrutura Organizacional I. INTRODUÇÃO Eduardo Marcondes Filinto da Silva Secretário Executivo e Pesquisador FIPE Rafael Martín Delatorre Graduando em Administração pela FEA/USP Um dos fenômenos

Leia mais

Rotinas de DP- Professor: Robson Soares

Rotinas de DP- Professor: Robson Soares Rotinas de DP- Professor: Robson Soares Capítulo 2 Conceitos de Gestão de Pessoas - Conceitos de Gestão de Pessoas e seus objetivos Neste capítulo serão apresentados os conceitos básicos sobre a Gestão

Leia mais

Octávio Antonio Filho

Octávio Antonio Filho Octávio Antonio Filho Redes Abrangência e território Distribuição desigual dos cirurgiões-dentistas Fonte: Morita, Maria Celeste. Perfil atual e tendências do cirurgião-dentista brasileiro / Maria Celeste

Leia mais

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA

IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA IMPORTANTES ÁREAS PARA SUCESSO DE UMA EMPRESA SILVA, Paulo Henrique Rodrigues da Discente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerencias E-mail: ph.rs@hotmail.com SILVA, Thiago Ferreira da Docente da Faculdade

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

um preço mais elevado, sinalizando qualidade. Se o produto não for bom, essa mesma empresa terá prejuízo em longo prazo, pois os contratos de

um preço mais elevado, sinalizando qualidade. Se o produto não for bom, essa mesma empresa terá prejuízo em longo prazo, pois os contratos de 1 Introdução Os economistas norte-americanos Joseph Stiglitz, George Akerlof e Michael Spence foram agraciados, em 2001, com o Prêmio Nobel de Economia, devido à contribuição dada por seus trabalhos, no

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 16: RESULTADOS RELATIVOS À GESTÃO DE PESSOAS 16.1 Área de RH e sua contribuição O processo de monitoração é o que visa saber como os indivíduos executam as atribuições que

Leia mais

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil O futuro é (deveria ser) o sucesso Como estar preparado? O que você NÃO verá nesta apresentação Voltar

Leia mais

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5.1 Conceitos e definições do supply chain management O conceito ou definição do SCM é algo recente na literatura especializada, datado mais precisamente da metade

Leia mais

Visão estratégica para compras

Visão estratégica para compras Visão estratégica para compras FogStock?Thinkstock 40 KPMG Business Magazine Mudanças de cenário exigem reposicionamento do setor de suprimentos O perfil do departamento de suprimentos das empresas não

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

1. Tipos de contratação: QUE TIPO DE PLANO DE SAÚDE VOCÊ PODE TER?

1. Tipos de contratação: QUE TIPO DE PLANO DE SAÚDE VOCÊ PODE TER? FIQUE ATENTO! A operadora é obrigada a divulgar os planos de saúde que comercializa em sua página na internet. 1. Tipos de contratação: QUE TIPO DE PLANO DE SAÚDE VOCÊ PODE TER? Individual ou Familiar

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

Gestão em Faturamento, Auditoria de Contas e Administração Comercial Hospitalar Capítulo B Gestão Comercial Hospitalar Simulado da Prova de Conceito

Gestão em Faturamento, Auditoria de Contas e Administração Comercial Hospitalar Capítulo B Gestão Comercial Hospitalar Simulado da Prova de Conceito Questão B.1.1 Sobre o escopo e abrangência da Gestão Comercial Hospitalar A) O escopo e abrangência da Gestão Comercial Hospitalar é igual à pratica nas empresas de outros segmentos de mercado B) Abrange

Leia mais

ESTRUTURA DOS HOSPITAIS PRIVADOS...38

ESTRUTURA DOS HOSPITAIS PRIVADOS...38 APRESENTAÇÃO...13 INTRODUÇÃO...15 Breve perfil do sistema de saúde... 15 Características do SUS e da saúde suplementar... 16 Modelo de financiamento... 17 O papel central dos hospitais... 18 A necessidade

Leia mais

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO

ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM PROF. CARLOS ALBERTO CONCURSO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ESPECÍFICO DE ENFERMAGEM TEMA 04: ATIVIDADES DO ENFERMEIRO ATIVIDADES DO ENFERMEIRO SUPERVISÃO GERENCIAMENTO AVALIAÇÃO AUDITORIA

Leia mais

www.pwc.com AMCHAM Visão integrada das áreas de Marketing e Finanças Abril de 2013

www.pwc.com AMCHAM Visão integrada das áreas de Marketing e Finanças Abril de 2013 www.pwc.com Visão integrada das áreas de Marketing e Finanças Agenda Introdução Como abordar o problema Discussões Conclusão PwC 2 Introdução PwC 3 Introdução Visões do Marketing Marketing tem que fazer

Leia mais

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008

RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 SUPERINTENDÊNCIA DE CONTROLE GERÊNCIA DE CONTROLE DE TESOURARIA ANÁLISE DE RISCO OPERACIONAL RELATÓRIO DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL NO BANCO BMG POSIÇAO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 Belo Horizonte

Leia mais

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos

Índice. 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 2. Como funcionam as regras de reajuste. 3. Quais as regras de reajuste dos planos Índice FenaSaúde na Redação Reajuste dos Planos de Saúde Apresentação 6 1. Os preços dos planos de saúde são controlados? 8 2. Como funcionam as regras de reajuste dos planos de saúde? 3. Quais as regras

Leia mais

Brochura - Panorama ILOS

Brochura - Panorama ILOS Brochura - Panorama ILOS Planejamento no Supply Chain - 2015 - Apresentação As empresas devem garantir que suas cadeias de suprimento estejam preparadas para um mercado em constante modificação. Planejar

Leia mais

Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery. Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP

Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery. Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP Sobre o curso Value-Based Health Care Delivery Ana Maria Malik 11/02/09 Apresentação EAESP 1 Um pouquinho de teoria Cobertura e acesso universais são essenciais mas não suficientes Valor: patient health

Leia mais

Plano de Direcionamento. Conhecimento de Mercado

Plano de Direcionamento. Conhecimento de Mercado Plano de Direcionamento Conhecimento de Mercado Conhecimento de Mercado É necessário conhecer o mercado para que sejam desenvolvidos produtos que atendam as necessidades e expectativas dos clientes. Segmentação

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado?

Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Regulação 15 anos depois O papel da ANS: fiscalizar ou contribuir na produção da saúde? O que mudou e o que poderia ter mudado? Mauricio Ceschin Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS Agência reguladora

Leia mais

REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E OS PRESTADORES DE SERVIÇOS E A GARANTIA DA QUALIDADE DA ATENÇÃO À SAÚDE

REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E OS PRESTADORES DE SERVIÇOS E A GARANTIA DA QUALIDADE DA ATENÇÃO À SAÚDE ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS DE SÃO PAULO - EAESP FUNDAÇÃO GETULIO VARGAS FGV REGULAÇÃO E QUALIDADE NO SETOR DE SAÚDE SUPLEMENTAR REGULAÇÃO DAS RELAÇÕES ENTRE AS OPERADORAS DE PLANOS DE SAÚDE E

Leia mais

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015

ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 ANEXO 2 Estrutura Modalidade 1 ELIS PMEs PRÊMIO ECO - 2015 Critérios Descrições Pesos 1. Perfil da Organização Breve apresentação da empresa, seus principais produtos e atividades, sua estrutura operacional

Leia mais

Gestão Financeira. Diretrizes e Práticas da Gestão Financeira. Aula 1. Organização da Aula. Contextualização. Objetivos

Gestão Financeira. Diretrizes e Práticas da Gestão Financeira. Aula 1. Organização da Aula. Contextualização. Objetivos Gestão Financeira Aula 1 Diretrizes e Práticas da Gestão Financeira Prof. Esp. Roger Luciano Francisco Organização da Aula Contextualização Abrangência da área financeira O profissional de finanças O mercado

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir.

Tendo o texto acima como referência inicial, julgue os itens a seguir. 1. A administração de recursos humanos, historicamente conhecida como administração de pessoal, lida com sistemas formais para administrar pessoas dentro da organização. A administração de recursos humanos

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil

High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil High Potentials, Talentos e Sucessão no Brasil P e s q u i s a d a F u n d a ç ã o G e t u l i o V a r g a s I n s t i t u t o d e D e s e n v o l v i m e n t o E d u c a c i o n a l Conteúdo 1. Propósito

Leia mais

5 Conclusão e Considerações Finais

5 Conclusão e Considerações Finais 5 Conclusão e Considerações Finais Neste capítulo são apresentadas a conclusão e as considerações finais do estudo, bem como, um breve resumo do que foi apresentado e discutido nos capítulos anteriores,

Leia mais

Brochura - Panorama ILOS. Supply Chain Finance Como o Supply Chain pode contribuir no planejamento financeiro das empresas - 2015 -

Brochura - Panorama ILOS. Supply Chain Finance Como o Supply Chain pode contribuir no planejamento financeiro das empresas - 2015 - Brochura - Panorama ILOS Supply Chain Finance Como o Supply Chain pode contribuir no planejamento financeiro das empresas - 2015 - Por que adquirir este Panorama ILOS? O Supply Chain Finance é a forma

Leia mais