Diagnóstico ao estado do património audiovisual nacional. Relatório final

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1 Relatório final

2 Ficha técnica Título: Diagnóstico ao património audiovisual nacional: relatório final Autor: Adérito Pinho Autor: Andreia Almeida Autor: Hilário Lopes (Coordenador) Autor: Hugo Aragão Autor: Pedro Santos Data: Versão: 1.0 Utilização: Acesso público. É permitida a utilização da informação ou ilustrações constantes deste documento desde que conste referencia expressa e visível à sua origem e autoria. Relatório final 2

3 Índice de conteúdo 1. Introdução Ficha técnica Metodologia População alvo Questionário Apoio e suporte aos participantes Análise de resultados Caracterização da amostra recolhida Perfil das instituições Inventariação, conservação e preservação Inventariação Conservação e preservação Condições de depósito Estado das coleções Digitalização Tratamento arquivístico Conclusões Anexo I: Questionário Anexo II: Respostas a todas as questões Índice de figuras Figura 1: População alvo... 5 Figura 2: Respostas recebidas... 7 Figura 3: Responsabilidades legais de arquivo... 8 Figura 4: Recursos humanos afetos ao arquivo audiovisual... 8 Figura 5: Políticas e procedimentos de arquivo... 9 Figura 6: Inventário total dos materiais audiovisuais Figura 7: Registos de filme por formato Figura 8: Registos de vídeo por formato Figura 9: Registos de áudio por formato Figura 10: Condições de depósito dos materiais audiovisuais Figura 11: Estado de conservação das coleções Figura 12: Digitalização dos acervos Figura 13: Níveis de conhecimento e de tratamento das coleções Relatório final 3

4 1. Introdução Diagnóstico ao estado do património audiovisual nacional A produção de informação em suporte audiovisual foi uma inovação tecnológica que terá surgido, em Portugal, nos finais do século XIX, e que cresceu exponencialmente durante os séculos que se seguiram. A importância desta documentação para a fixação da memória nacional durante a última centúria é inquestionável, cabendo aos profissionais da informação a importante tarefa de zelar pela sua conservação e acessibilidade. Nesse sentido, o Diagnóstico ao estado do património audiovisual nacional foi um estudo desenvolvido pelo Grupo de Trabalho de Arquivos Audiovisuais, da Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas, durante o ano de Este grupo, reorganizado em 2011, assumiu como missão a consciencialização para a salvaguarda e preservação do património audiovisual português e o desenvolvimento de ferramentas de suporte à comunidade arquivística nacional, através da elaboração de normas e manuais de procedimentos e de boas práticas, de planos de preservação e conservação bem como da organização de ações de formação. Desde o início, o Grupo considerou imprescindível para o sucesso de futuras atividades, a existência de um conhecimento mais lato sobre o panorama arquivístico nacional ao nível da informação audiovisual. Nesse sentido, foi considerada como iniciativa prioritária, a realização de um diagnóstico sobre o estado do património audiovisual em Portugal. Para colher uma informação aprofundada, credível e representativa, foi elaborado um inquérito dirigido a um conjunto de instituições, públicas e privadas, passíveis de produzirem, gerirem e/ou custodiarem este tipo específico de informação. Com este instrumento pretendiase avaliar parâmetros como a dimensão e a tipologia dos acervos, estado de preservação, condições de acesso, necessidades de formação ou apoio técnico dos profissionais, de modo a compreender a forma como as instituições gerem esta informação. Considerando que uma parte considerável da nossa memória coletiva está registada em documentos audiovisuais de extrema vulnerabilidade, que necessitam de ser salvaguardados, preservados e devidamente conservados, este estudo pretende fomentar a consciencialização dos profissionais, das instituições e das autoridades competentes para a sua importância a vários níveis. Esta análise pretende, ainda, ser um ponto de partida para a execução de futuras medidas, conducentes à implementação de novas políticas de gestão deste tipo de informação, e constituir um instrumento facilitador de futuras ações de formação dirigidas a profissionais e empresas. Relatório final 4

5 2. Ficha técnica 2.1. Metodologia Diagnóstico ao estado do património audiovisual nacional O diagnóstico ao estado do património audiovisual em Portugal foi realizado com base nos resultados de um questionário dirigido a um conjunto significativo de entidades públicas e privadas passíveis de produzirem, gerirem e/ou custodiarem materiais audiovisuais. A recolha dos dados foi realizada com recurso a um inquérito on-line inserido na plataforma Survey Monkey. As entidades foram convidadas a participar através de personalizado contendo um link individual de acesso para resposta ao questionário. O período de resposta decorreu inicialmente entre os dias 1 e 30 de junho de 2012, tendo sido posteriormente prolongado até ao dia 15 de julho População alvo Do universo das instituições públicas e privadas potencialmente produtoras, gestoras ou depositárias de arquivos audiovisuais, selecionaram-se 479, representativas de várias áreas e sectores de atividade que, no seu conjunto, constituíram a população alvo deste estudo. Esta população, dada a sua dimensão e diversidade, considerou-se representativa do panorama arquivístico nacional no domínio do audiovisual. Nº entidades % Agências Publicidade 13 2,7% Arquivos Distritais 18 3,8% Arquivos Empresariais 14 2,9% Arquivos Militares e Forças Segurança 7 1,5% Arquivos Municipais ,2% Arquivos Nacionais 2 0,4% Arquivos Regionais 4 0,8% Instituições de Ensino 9 1,9% Ministérios e Institutos Públicos 39 8,1% Museus 38 7,9% Órgãos soberania 6 1,3% Produtores Independentes 19 4,0% Rádio 7 1,5% Televisão 10 2,1% Total ,0% Figura 1: População alvo Refira-se que, no âmbito deste estudo, apenas se consideraram materiais audiovisuais os registos sonoros e de imagem em movimento, qualquer que fossem os seus formatos ou suportes de gravação, pelo que os acervos fotográficos foram excluídos. Relatório final 5

6 2.3. Questionário Diagnóstico ao estado do património audiovisual nacional O questionário foi desenvolvido de forma a permitir recolher toda a informação considerada relevante para a realização de um diagnóstico, o mais aprofundado possível, do estado atual do património audiovisual nacional. Este instrumento continha um total de 32 questões, e estava subdividido nas seguintes secções: 1. Introdução e informações gerais; 2. Perfil das instituições dados sobre as entidades, designadamente, obrigações legais caso existissem, políticas e procedimentos de arquivo audiovisual, recursos humanos afetos ao arquivo e necessidades de formação e ou informação técnica no âmbito dos arquivos audiovisuais; 3. Caracterização da coleção filme dados sobre a coleção filme produzida, gerida ou custodiada pela entidade, nomeadamente, dimensão em registos e horas, formatos, condições de depósito e estado de preservação dos materiais; 4. Caracterização da coleção vídeo - dados sobre a coleção vídeo produzida, gerida ou custodiada pela entidade, nomeadamente, dimensão em registos e horas, formatos, condições de depósito e estado de preservação dos materiais; 5. Caracterização da coleção áudio - dados sobre a coleção áudio produzida, gerida ou custodiada pela entidade, nomeadamente, dimensão em registos e horas, formatos, condições de depósito e estado de preservação dos materiais; 6. Digitalização recolha de informação sobre a existência de projetos de digitalização dos acervos e o estado de conclusão; 7. Tratamento arquivístico e acesso estado de catalogação, descrição, indexação e condições de acessibilidade aos conteúdos; 8. Comentários finais; 2.4. Apoio e suporte aos participantes De modo a facilitar o preenchimento do questionário, atendendo a que a resposta a algumas das questões poderia carecer da recolha prévia de dados, foi desenvolvido um conjunto de instrumentos de apoio, disponibilizados num repositório acessível via web, a saber: Versão do questionário para recolha de dados, preparação e preenchimento prévio em papel (formulário PDF); Documento de ajuda ao preenchimento com esclarecimentos e exemplos de resposta; Documento com respostas às perguntas mais frequentes (FAQ). Para qualquer dúvida ou apoio adicional foi criado um endereço de correio eletrónico, havendo sido, da mesma forma, disponibilizado o número de telefone da secretaria da BAD, de modo a receber e encaminhar as questões para o Grupo de Trabalho. Relatório final 6

7 3. Análise de resultados A análise dos resultados e as conclusões aqui expressas são, do ponto de vista do Grupo de Trabalho, as mais relevantes face aos objetivos definidos para este estudo. No entanto, outras análises ou estudos poderão e deverão ser desenvolvidos a partir dos dados recolhidos, razão pela qual as respostas a todas as questões do inquérito são disponibilizadas em anexo a este relatório. De facto, o Grupo de Trabalho entende que este estudo, e outros que se poderão efetivar a partir dos seus resultados, podem constituir um precioso instrumento para a comunidade arquivística e científica nacional no domínio do audiovisual Caracterização da amostra recolhida A amostra recolhida foi constituída por 197 instituições, o que corresponde a cerca de 41% do total de questionários enviados, destas, 96 assumiram ter nos seus arquivos documentos audiovisuais. A amostragem concentra, na sua grande maioria, dados referentes aos arquivos municipais (125), que constituem uma parte substancial da população em estudo, sendo claramente a mais expressiva. População alvo Respostas recebidas Instituições com Total materiais audiovisuais Agências Publicidade Arquivos Distritais Arquivos Empresariais Arquivos Militares e Forças Segurança Arquivos Municipais Arquivos Nacionais Arquivos Regionais Instituições de Ensino Ministérios e Institutos Públicos Museus Órgãos de soberania Produtores Independentes Rádio Televisão Total Figura 2: Respostas recebidas Observou-se uma clara adesão a este inquérito por parte dos arquivos nacionais, que responderam na sua totalidade, bem como das televisões e das instituições de ensino. Nestas organizações está depositada uma grande parte do património arquivístico audiovisual português, o que sublinha a extrema representatividade da amostra obtida. Por outro lado, as instituições que registaram menores níveis de adesão a este estudo foram essencialmente as agências de publicidade, as rádios e os arquivos empresariais. Relatório final 7

8 No Entidades Diagnóstico ao estado do património audiovisual nacional 3.2. Perfil das instituições Os resultados deste estudo demonstram que cerca de metade da amostra recolhida (49%) possui documentação audiovisual nos seus arquivos. Destes, apenas 31% afirmam possuir responsabilidades legais de arquivo e preservação destes materiais. Tal significa que cerca de 69% das instituições que produzem, gerem ou custodiam materiais audiovisuais não têm, ou não assumem ter, qualquer tipo de compromisso com o Estado para a preservação dessa documentação. A organização tem responsabilidades legais de arquivo e preservação de materiais audiovisuais? 6% 31% SIM NÃO NÃO RESPONDEU 63% Figura 3: Responsabilidades legais de arquivo Quanto ao número de profissionais afetos ao arquivo audiovisual, a esmagadora maioria das instituições (69%) possuem entre 0 a 1 colaboradores. Note-se que, reiterando a escassez de recursos humanos dedicados a esta área, podemos ainda avançar que aproximadamente 37% das instituições que constituíram a nossa amostra não possuem qualquer profissional no seu arquivo audiovisual a a 25 >25 Nº Trabalhadores Figura 4: Recursos humanos afetos ao arquivo audiovisual Relatório final 8

9 No que é respeitante às tarefas desempenhadas pelos colaboradores, a grande maioria parece dedicar-se a funções de tratamento e gestão da informação (19%) e aos serviços técnicos e operacionais (16%). De facto, estes números parecem revelar uma certa distorção em relação a uma situação ideal, na qual deveria ser expressamente significativo o desempenho de funções relativas à gestão da informação. Nesse sentido, os resultados denotam um potencial de trabalho afeto a essa função essencial abaixo do recomendável. Esta evidência poderá ter diversas causalidades, como um possível défice tecnológico nestas instituições. Note-se que um investimento em tecnologias adequadas favorece a libertação de profissionais para a realização de outras tarefas, como a gestão da informação. Contudo, deve sublinhar-se que o perfil da maioria das instituições denota uma quantidade escassa de recursos humanos ligados a estas funções, o que poderá originar uma distribuição distorcida destes profissionais, constituindo um enviesamento dos resultados. Os dados obtidos permitiram-nos ainda observar que, apenas em 28% das instituições produtoras, gestoras ou detentoras de documentação audiovisual, regista-se a existência de políticas, procedimentos ou normativos para a gestão e para o tratamento dessa informação. Quer isto dizer que, em 72% destas instituições, não existe qualquer plano de salvaguarda desta documentação, demonstrando claramente uma atitude omissa face a esta. Na organização estão definidas políticas, procedimentos ou normativos para a gestão e tratamento do arquivo audiovisual? 10% 28% SIM NÃO NÃO RESPONDEU 62% Figura 5: Políticas e procedimentos de arquivo Os profissionais que trabalham com documentação audiovisual possuem grandes necessidades de formação. Sem sombra de dúvida, existe uma lacuna, essencialmente ao nível da preservação dos conteúdos, que estes elegem como principal prioridade de formação, logo seguida pela gestão da informação que, no fundo, engloba a principal prioridade. De facto, a maior parte da nossa amostra elege como «Importante» ou «Muito Importante» todas as opções de formação, além das já citadas, como as condições de depósito e conservação de materiais, direitos de autor e acesso/comercialização de serviços e conteúdos. Relatório final 9

10 3.3. Inventariação, conservação e preservação Inventariação Tendo em conta a metodologia utilizada nesta investigação, designadamente a dimensão da população alvo e a incerteza da sua adesão a este estudo, a inventariação rigorosa de todo o património audiovisual nacional não foi um objetivo central deste diagnóstico. No entanto, e conforme já foi referido, a dimensão e representatividade da amostra efetivamente recolhida faz com que os dados obtidos sobre o volume dos acervos assumam particular importância. De facto, os valores da figura 6, quase 1 milhão e quatrocentos mil registos e mais de seiscentas e trinta e seis mil horas de conteúdo, representam, em termos de dimensão, uma parte muito significativa do património audiovisual nacional. Filme Vídeo Áudio Totais Nº Registos Nº Horas Figura 6: Inventário total dos materiais audiovisuais Quanto à distribuição dos tipos de acervo pelas entidades, constatou-se que 29 organizações detêm materiais em filme, 69 detêm materiais vídeo e 51 entidades detêm materiais áudio nos seus arquivos. No que diz respeito aos formatos de película verifica-se uma esmagadora predominância do 16mm (95,2% do total de registos horas). Com exceção da pelicula em 35mm (4,4% do total de registos horas), os restantes formatos são muito residuais. Este volume de materiais em formato 16mm resulta essencialmente da dimensão da coleção fílmica dos arquivos da televisão pública. Distribuição de registos de filme por formato 8 mm 0,2% 16 mm 95,2% 35 mm 4,4% Super 8 mm 0,1% 9,5 mm 0,1% Super 16 mm 0,02% 70 mm 0,01% Figura 7: Registos de filme por formato Relatório final 10

11 Os formatos analógicos Betacam SP e VHS são os mais presentes nos acervos vídeo, fator que, devido à sua rápida degradação e obsolescência tecnológica, coloca sérios riscos na preservação dos conteúdos. Em termos de valor absoluto os formatos digitais MXF e Betacam Digital são aqueles que têm maior expressão (dois terços dos registos e metade do total de horas), sendo relevante o facto de os conteúdos em MXF terem origem em apenas três organizações. Distribuição de registos vídeo por formato MPEG 2 (MXF) 31,79% Betacam SP 19,94% Betacam Digital 31,91% DVCAM 4,31% Betacam SX 3,95% Umatic HB 2,47% 1 BCN 1,55% VHS 1,21% HDCAM 1,20% Betacam 0,76% MPEG 1 0,34% Umatic LB 0,17% DVC PRO 0,12% Mini DV 0,08% Betamax 0,08% 2 Quadruplex 0,05% 1 Formato C 0,03% DVD 0,03% DCP 0,00% Figura 8: Registos de vídeo por formato Ao nível dos acervos áudio é no formato DAT que se encontra a maior quantidade de registos áudio, 30,8% do total inventariado. É no entanto no suporte CD-Áudio que se encontra gravado o maior número de horas de conteúdo, sendo também este o formato de maior disseminação pelas organizações. Distribuição de registos áudio por formato DAT (Digital Audio Tape) 30,8% CD-Áudio 26,2% CD Data 1,6% DVD Data 0,5% Cassete áudio 0,9% Fita de arrasto (¼ polegada) 4,6% Discos de vinil 29,8% Disco Rígido 0,3% Discos de gomalaca (78 rpm) 5,1% Discos de acetato (laca de nitrocelulose) 0,1% Figura 9: Registos de áudio por formato Relatório final 11

12 Conservação e preservação Condições de depósito As condições de armazenamento em ambiente controlado são um fator de extrema importância e determinante para o prolongamento da vida útil das coleções. O controlo e monitorização da temperatura e dos níveis de humidade nos depósitos são vitais para assegurar a conservação e preservação a longo prazo dos materiais audiovisuais. Os dados recolhidos sobre as condições de depósito das coleções revelam uma situação deveras grave e muito preocupante relativamente ao estado de conservação e ao risco a que estão expostos os materiais audiovisuais. Em média, mais de 50% das entidades que responderam ao questionário assumem não ter qualquer controlo da temperatura e humidade nos depósitos. Condições de depósito (filme) Condições de depósito (vídeo) Condições de depósito(áudio) Controlo da humidade 57,1% 42,9% Controlo da humidade 45,9% 54,1% Controlo da humidade 50,0% 50,0% Controlo da temperatura 44,4% 55,6% Controlo da temperatura 41,9% 58,1% Controlo da temperatura 44,2% 55,8% Sim Não Sim Não Sim Não Estado das coleções Figura 10: Condições de depósito dos materiais audiovisuais No que diz respeito ao estado atual de conservação dos acervos audiovisuais o estudo suscita também algumas preocupações. O estado de conservação da coleção filme é desconhecido para 40% das entidades. Além do formato filme, foram também identificados em várias organizações volumes significativos de registos em formatos áudio e vídeo obsoletos. Foram ainda mencionadas dificuldades ou incapacidade total para aceder a conteúdos em alguns formatos, designadamente, Umatic, VHS, rolos de cera e DAT. 40% Estado geral da coleção filme 5% 35% 20% Muito Bom Bom Aceitável Desconhecido 1% 47% Estado geral da coleção vídeo 18% 12% 22% Muito Bom Bom Aceitável Deteriorado Desconhecido 50% Estado geral da coleção áudio 4% 14% 32% Muito Bom Bom Aceitável Desconhecido Figura 11: Estado de conservação das coleções Relatório final 12

13 Em termos gerais, as organizações entendem que os seus acervos estão em condições entre o aceitável e o muito bom, mas uma análise mais detalhada dos dados recolhidos não parece sustentar esta avaliação Digitalização É hoje consensual que a única forma eficaz de assegurar a salvaguarda e preservação a longo prazo dos arquivos assenta na sua migração para formato digital. Esta evidência, sendo indiscutível para a generalidade dos documentos, torna-se muito mais urgente para os arquivos audiovisuais face à perenidade dos suportes e à acelerada obsolescência tecnológica dos equipamentos de leitura. Note-se ainda que a digitalização de materiais audiovisuais, dada a sua natureza e especificidade, requer recursos humanos, técnicos e financeiros significativamente superiores aos envolvidos na digitalização de outros tipos de documentos. Estado de digitalização dos acervos 14,7% 17,6% 5,9% 4,8% 6,6% 6,7% 16,1% 17,8% 17,8% 61,8% 61,3% 68,9% Filme Video Áudio Não está prevista Prevista mas não se iniciou Em curso Concluída Figura 12: Digitalização dos acervos Também no domínio da digitalização dos acervos, os dados recolhidos neste estudo revelam uma realidade inquietante e coerente com os resultados relativos à conservação e preservação. Uma elevadíssima percentagem de conteúdos em filme (61,8%), vídeo (61,3%) e áudio (68,9%) não tem previsto qualquer plano digitalização. Quanto às organizações que já estabeleceram um plano de digitalização dos seus acervos audiovisuais, constata-se uma maior prevalência dos planos em curso relativamente aos que já foram concluídos ou que ainda não se iniciaram. Estas dificuldades em concluir ou iniciar a digitalização não estão certamente desligadas da dificuldade que as organizações têm em obter meios financeiros, situação que é obviamente agravada pela atual conjuntura restritiva. Relatório final 13

14 Tratamento arquivístico O enriquecimento da meta informação associada aos registos, designadamente a catalogação, a classificação, a descrição e a indexação, é imprescindível para assegurar uma acessibilidade eficaz aos documentos arquivados. De uma forma geral, os níveis de acessibilidade aos conteúdos dependem, em grande medida, da qualidade dos sistemas de informação e dos metadados neles registados. No caso específico dos documentos audiovisuais, dada a sua componente temporal, o tratamento arquivístico e contextualização do seu conteúdo requerem técnicas específicas, mais demoradas e que naturalmente envolvem mais recursos. 1% a 25% 26% a 50% 51% a 99% 100% Sem qualquer identificação ou registo Registo simples em livro Registo e catalogação básica em fichas manuais Registo e catalogação simples em ficheiro informático (p.e. Excel) Registo e catalogação simples em base de dados SQL Tratamento documental aprofundado em sistema Informação documental Classificação/indexação com recurso a linguagem controlada (Thesaurus) Figura 13: Níveis de conhecimento e de tratamento das coleções Os resultados deste estudo revelaram a existência de dificuldades e lacunas significativas no plano do conhecimento e tratamento arquivístico dos conteúdos audiovisuais. Conforme se pode constatar pela figura 13, que reflete o número de respostas obtidas por cada caso, verifica-se que uma grande quantidade de organizações (22) reconhece não ter qualquer informação ou registo sobre os seus documentos audiovisuais. Destas 22 instituições, 6 possuem a totalidade da sua coleção nestas condições. No plano oposto, apenas um numero relativamente pequeno da amostra (15 organizações), refere ter a sua coleção classificada e indexada com recurso a linguagem controlada (thesaurus). Destas 15 organizações, apenas 8 afirmam ter 100% da coleção tratada segundo este modelo. Relatório final 14

15 4. Conclusões Diagnóstico ao estado do património audiovisual nacional Uma análise global aos resultados obtidos permite-nos destacar os seguintes aspetos relativos ao estado atual do património audiovisual nacional: Coexistem duas realidades claramente distintas no panorama arquivístico nacional no domínio do audiovisual. Por um lado, as televisões, os arquivos nacionais e os arquivos exclusivamente dedicados ao audiovisual, e por outro, toda a restante comunidade arquivística nacional confrontada com a necessidade crescente de preservar nos seus acervos materiais audiovisuais. Para as primeiras, em consequência das suas obrigações legais, dos meios e recursos que têm a sua disposição e, no caso específico das televisões também pela importância que os conteúdos audiovisuais assumem na sua atividade/negócio, a situação geral é claramente mais positiva comparativamente com a restante comunidade arquivística nacional. Constata-se um inquietante alheamento relativamente à necessidade de salvaguarda da documentação audiovisual. A grande maioria (72%) das organizações depositárias de acervos audiovisuais que responderam ao questionário não tem, ou não assume ter, quaisquer procedimentos, políticas ou instrumentos normativos para gestão e tratamento destes materiais. Esta realidade é ainda mais preocupante dado que é visível transversalmente tanto no sector público como no privado. Existem grandes lacunas ao nível da formação no domínio dos arquivos audiovisuais. De acordo com os dados recolhidos, as carências de formação são comuns a praticamente todos os domínios do conhecimento relacionados com os arquivos audiovisuais, com especial destaque para a preservação e tratamento arquivístico de documentos audiovisuais. Em muitos arquivos as condições ambientais de depósito dos materiais audiovisuais são deficientes, aumentando drasticamente o risco de degradação acelerada dos documentos. Destaca-se ainda o distanciamento que parece existir entre aquilo que é a perceção das organizações sobre o estado de conservação das suas coleções audiovisuais, e o estado real dessas mesmas coleções. A este facto não é certamente alheia a carência de informação e formação técnica dos profissionais nos domínios da conservação e preservação, situação também fortemente evidenciada neste estudo. Verifica-se um atraso considerável na definição e implementação de planos de digitalização das coleções audiovisuais. Sabendo-se que a digitalização dos acervos é indispensável para assegurar a sua preservação e acessibilidade a longo prazo, este deve ser também um fator de grande preocupação. Esta situação, aliada às más condições de depósito dos materiais, à fragilidade dos suportes e à rápida obsolescência tecnológica de alguns formatos, levam-nos a concluir que existe um risco elevado de perda, a curto prazo, de algum do património audiovisual nacional identificado neste estudo. Relatório final 15

16 Anexo I: Questionário Relatório final 16

17 Relatório final 17

18 Relatório final 18

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32 Anexo II: Respostas a todas as questões Q2: A sua organização possui nos seus arquivos materiais audiovisuais? Para efeitos do presente questionário consideram-se materiais audiovisuais, todos os documentos em filme, vídeo ou sonoros, qualquer que seja o seu formato ou suporte de registo. Os documentos fotográficos não estão abrangidos por esta iniciativa. Sim Não Total Nº % Nº % Nº % 96 49% % % 51% 49% SIM NÃO Q3: A organização tem responsabilidades legais de arquivo e preservação de materiais audiovisuais? Indique se a sua organização está obrigada legalmente através de lei, portaria ou outro diploma a assegurar o arquivo e preservação de materiais audiovisuais. Sim Não Não respondeu Total Nº % Nº % Nº % Nº % 30 31% 60 63% 6 6% % 31% SIM NÃO 63% NÃO RESPONDEU Relatório final 32

33 No Entidades Diagnóstico ao estado do património audiovisual nacional Q4: Qual o número total de profissionais afetos ao arquivo audiovisual? Colaboradores a a 25 >25 Entidades a a 25 >25 Nº Colaboradores Q5: Especifique, em termos médios e em percentagem, qual a afetação de recursos humanos a cada uma das principais tarefas do arquivo audiovisual Serviços de pesquisa e acesso 14% Serviços técnicos e operacionais 16% Tratamento / Gestão da Informação 19% Direção/ Coordenação 11% 0% 5% 10% 15% 20% Relatório final 33

34 Q6: Na organização estão definidas políticas, procedimentos ou normativos para a gestão e tratamento do arquivo audiovisual? Indique se na sua organização existem instrumentos para a gestão e tratamento dos acervos audiovisuais, designadamente, regulamentos e/ou manuais para arquivo, avaliação e seleção de documentos de uso corrente e não corrente, descrição de conteúdos audiovisuais, planos de preservação, etc. Sim Não Não respondeu Total Nº % Nº % Nº % Nº % 27 28% 59 62% 10 10% ,0% 10% 28% SIM NÃO 62% NÃO RESPONDEU Q7: Necessidades de formação e/ou informação no âmbito dos arquivos audiovisuais Identifique por ordem de importância as necessidades de formação profissional ou informação técnica na sua organização. Nada Pouco Muito Extremamente Importante Importante Importante Importante Importante Respostas Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Condições de depósito e conservação dos materiais 3 4% 5 6% 28 34% 31 38% 15 18% 82 Preservação / digitalização dos conteúdos 2 2% 3 4% 20 24% 37 44% 22 26% 84 Tratamento / gestão da informação e documentação 2 2% 3 4% 22 27% 38 47% 16 20% 81 Direitos de autor 6 7% 2 2% 32 39% 29 35% 13 16% 82 Acesso / comercialização de serviços e conteúdos 5 6% 9 11% 32 40% 21 26% 14 17% 81 Prioridades de formação (muito importante ou extremamente importante) Acesso / comercialização de serviços e conteúdos 43% Direitos de autor Tratamento / gestão da informação e documentação Preservação / digitalização dos conteúdos Condições de depósito e conservação dos materiais Relatório final 34 51% 56% 67% 70% 0% 20% 40% 60% 80%

35 Q8: Existem materiais em formato (s) filme nos arquivos da sua organização? Sim Não Não respondeu Total Nº % Nº % Nº % Nº % 29 30,2% 64 66,7% 3 3,1% ,0% 30% SIM NÃO 67% NÃO RESPONDEU Q9: Dimensão em número de registos da coleção em filme Indique, com a maior precisão possível, qual o número de registos por formato da coleção em filme. Entende-se por registo o título, documento ou obra, independentemente do número de cópias, formatos e versões existentes. Formato Total registos Nº entidades % 35 mm ,4% 16 mm ,2% 8 mm ,2% Super 8 mm ,1% 9,5 mm ,1% Super 16 mm ,02% 70 mm ,01% Nota: Dados de registos filme agregados com as respostas à questão mm 0,2% 16 mm 95,2% 35 mm 4,4% Super 8 mm 0,1% 9,5 mm 0,1% Super 16 mm 0,02% 70 mm 0,01% Relatório final 35

36 Q10: Dimensão em número de horas da coleção em filme Indique, com a maior precisão possível, o número de horas de conteúdo por formato da coleção filme. Contabilize apenas uma vez cada título, registo ou obra, ainda que exista mais do que uma versão ou cópia. Por exemplo, um registo para o qual exista negativo e positivo apenas conta uma vez a sua duração para o total de horas. Formato Total horas Nº entidades % 35 mm ,9% 16 mm ,7% 8 mm ,7% Super 8 mm ,3% 9,5 mm ,2% Super 16 mm ,2% 70 mm ,1% Nota: Dados de horas filme agregados com as respostas à questão mm 70,7% 35 mm 27,9% 8 mm 0,7% Super 8 mm 0,3% 9,5 mm 0,2% Super 16 mm 0,2% 70 mm 0,1% Q12: Condições de armazenamento dos materiais em filme SIM NÃO Materiais acondicionados em prateleiras 84,6% 15,4% Controlo da temperatura nos depósitos 44,4% 55,6% Controlo da humidade nos depósitos 57,1% 42,9% Circulação de ar nos depósitos 53,6% 46,4% Imagem e som guardados em separado 29,2% 70,8% Imagem e som guardados em separado 29% 71% Circulação de ar nos depósitos 54% 46% Controlo da humidade nos depósitos 57% 43% SIM Controlo da temperatura nos depósitos 44% 56% NÃO Materiais acondicionados em prateleiras 85% 15% Relatório final 36

37 Q13: Foi realizada alguma avaliação à incidência do síndroma do vinagre na coleção filme? O síndroma do vinagre consiste na degradação continuada das películas de base acetato provocada por condições inadequadas de temperatura e humidade que levam à formação de ácido acético. É identificado pelo cheiro intenso a vinagre, encarquilhamento, perca de flexibilidade e o aparecimento de bolhas e depósitos cristalinos na película. Por ser uma reação química autocatalítica o processo de degradação é irreversível. Se não forem tomadas medidas adequadas para desacelerar a deterioração dos materiais, estes serão irremediavelmente perdidos num prazo relativamente curto. Sim Não Não respondeu Total Nº % Nº % Nº % Nº % 6 21% 19 66% 4 14% % 14% 21% SIM NÃO 66% NÂO RESPONDEU Q14: De uma forma geral como descreveria o estado atual de conservação da coleção filme? Muito Bom Bom Aceitável (Com alguns problemas) Deteriorado Desconhecido Respostas Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % 35 mm 1 6% 3 17% 7 39% 0 0% 7 39% mm 1 5% 4 20% 8 40% 0 0% 7 35% 20 8 mm 1 6% 4 24% 4 24% 0 0% 8 47% % 11 20% 19 35% 0 0% 22 40% 55 5% 40% 20% Muito Bom Bom Aceitável 35% Desconhecido Relatório final 37

38 Q15: Existem materiais em formato (s) de vídeo nos arquivos da sua organização? Sim Não Não respondeu Total Nº % Nº % Nº % Nº % 69 71,9% 20 20,8% 7 7,3% ,0% 7,3% 20,8% Sim Não 71,9% Não respondeu Q16: Dimensão em número de registos da coleção em vídeo Indique, com a maior precisão possível, qual o número de registos por formato da coleção em vídeo. Entende-se por registo o título, documento ou obra, independentemente do número de cópias, formatos e versões existentes. Formato Nº Registos % Respostas Betacam Digital ,91% 8 MPEG 2 (MXF) ,79% 3 Betacam SP ,94% 13 DVCAM ,31% 7 Betacam SX ,95% 6 Umatic High Band ,47% 6 1 Formato B (BCN) ,55% 2 VHS ,21% 39 HDCAM ,20% 3 Betacam ,76% 7 MPEG ,34% 1 Umatic Low Band ,17% 5 DVC PRO ,12% 2 Mini DV 645 0,08% 7 Betamax 669 0,08% 4 2 Quadruplex 390 0,05% 2 1 Formato C 243 0,03% 1 DVD 237 0,03% 6 DCP 22 0,00% 6 Total de registos vídeo ,00% --- Nota: Dados de registos vídeo agregados com as respostas à questão 18. Relatório final 38

39 DVCAM 4,31% Betacam SX 3,95% Betacam SP 19,94% Umatic HB 2,47% 1 BCN 1,55% MPEG 2 (MXF) 31,79% Betacam Digital 31,91% VHS 1,21% HDCAM 1,20% Betacam 0,76% MPEG 1 0,34% Umatic LB 0,17% DVC PRO 0,12% Mini DV 0,08% Betamax 0,08% 2 Quadruplex 0,05% 1 Formato C 0,03% DVD 0,03% DCP 0,00% Q17: Dimensão em horas da coleção em vídeo Indique, com a maior precisão possível, o número de horas de conteúdo por formato da coleção em vídeo. Contabilize apenas uma vez cada título, registo ou obra, ainda que exista mais do que uma versão ou cópia. Formato Nº horas % do total Respostas MPEG 2 (MXF) ,12% 3 Betacam Digital ,39% 5 Betacam SP ,10% 9 DVCAM ,93% 6 Betacam SX ,53% 4 VHS ,23% 31 HDCAM ,27% 3 Umatic High Band ,78% 2 1 Formato B (BCN) ,75% 2 Umatic Low Band ,72% 5 Betacam ,43% 5 MPEG ,18% 1 Mini DV 660 0,16% 6 Betamax 610 0,14% 3 DVD 421 0,10% 6 1 Formato C 384 0,09% 2 2 Quadruplex 355 0,08% 1 DCP 30 0,01% 6 Total horas vídeo ,00% --- Nota: Dados de horas de vídeo agregados com as respostas à questão 18. Relatório final 39

40 Betacam SP 15,06% DVCAM 9,91% VHS 6,22% HDCAM 2,27% Umatic HB 1,77% 1'' BCN 1,74% Umatic LB 0,71% Betacam 0,43% Betacam Digital 18,39% MPEG 1 0,18% Mini DV 0,16% Betamax 0,14% DVD 0,10% MPEG 2 (MXF) 36,03% 1 Formato C 0,09% 2 Quadruplex 0,08% DCP 0,01% Q19: Condições de armazenamento dos materiais em vídeo SIM NÃO Materiais acondicionados em prateleiras 87,3% 12,7% Controlo da temperatura nos depósitos 41,9% 58,1% Controlo da humidade nos depósitos 45,9% 54,1% Controlo da humidade nos depósitos 45,9% 54,1% Controlo da temperatura nos depósitos 41,9% 58,1% SIM NÃO Materiais acondicionados em prateleiras 87,3% 12,7% Relatório final 40

41 Q20: De uma forma geral como descreveria o estado atual de conservação da coleção em vídeo? Muito Bom Bom Aceitável (Com alguns problemas) Deteriorado Desconhecido Respostas Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % 2 Quadruplex 0 0% 0 0% 2 67% 0 0% 1 33% 3 1 Formato B (BCN) 0 0% 0 0% 3 75% 0 0% 1 25% 4 1 Formato C 0 0% 0 0% 1 50% 0 0% 1 50% 2 Umatic Low Band 0 0% 0 0% 4 57% 1 14% 2 29% 7 Umatic High Band 0 0% 1 14% 5 71% 0 0% 1 14% 7 Betacam 1 8% 3 23% 6 46% 0 0% 3 23% 13 Betacam SP 1 7% 3 21% 7 50% 0 0% 3 21% 14 Betacam SX 2 25% 1 13% 4 50% 0 0% 1 13% 8 Betacam Digital 4 44% 2 22% 2 22% 0 0% 1 11% 9 DVC PRO 0 0% 1 33% 1 33% 0 0% 1 33% 3 DVCAM 4 40% 2 20% 3 30% 0 0% 1 10% 10 Mini DV 2 20% 5 50% 2 20% 0 0% 1 10% 10 Betamax 0 0% 0 0% 3 60% 0 0% 2 40% 5 VHS 2 5% 12 27% 23 52% 1 2% 6 14% % 30 22% 66 47% 2 1% 25 18% % 1% 18% 47% 22% Muito Bom Bom Aceitável Deteriorado Desconhecido Relatório final 41

42 Q21: Existem materiais em formato (s) áudio nos arquivos da sua organização? Sim Não Não respondeu Total respostas Nº % Nº % Nº % Nº % 51 53,1% 38 39,6% 7 7,3% ,0% 7,3% SIM 39,6% 53,1% NÃO NÃO RESPONDEU Q22: Dimensão em número de registos da coleção áudio Indique, com a maior precisão possível, qual o número de registos por formato da coleção áudio. Entende-se por registo o título, documento ou obra, independentemente do número de cópias, formatos e versões existentes. Formato/Suporte Nº Registos % Respostas Discos de goma-laca (78 rpm) ,1% 4 Discos de acetato (laca de nitrocelulose) 329 0,1% 2 Discos de vinil ,8% 12 Fita de arrasto (¼ polegada) ,6% 8 Cassete áudio ,9% 3 DAT (Digital Audio Tape) ,8% 3 CD-Áudio ,2% 16 CD Data ,6% 4 DVD Data ,5% 9 Disco Rígido 654 0,3% 2 Total de registos áudio ,0% --- Nota: Dados de registos de áudio agregados com as respostas à questão 24. Relatório final 42

43 DAT (Digital Audio Tape) 30,8% CD-Áudio 26,2% CD Data 1,6% DVD Data 0,5% Disco Rígido 0,3% Cassete áudio 0,9% Fita de arrasto (¼ polegada) 4,6% Discos de vinil 29,8% Discos de gomalaca (78 rpm) 5,1% Discos de acetato (laca de nitrocelulose) 0,1% Q23: Dimensão em horas da coleção áudio Indique, com a maior precisão possível, o número de horas de conteúdo por formato da coleção áudio. Contabilize apenas uma vez cada título, registo ou obra, ainda que exista mais do que uma versão ou cópia. Formato Nº Horas % Respostas Discos de goma-laca (78 rpm) ,9% 3 Discos de acetato (laca de nitrocelulose) 300 0,2% 1 Discos de vinil ,6% 8 Fita de arrasto (¼ polegada) ,7% 4 Cassete áudio ,7% 4 DAT (Digital Audio Tape) ,3% 3 CD-Áudio ,8% 12 CD Data 538 0,3% 3 DVD Data ,6% 7 Disco Rígido ,6% 2 Total de horas áudio ,7% --- Nota: Dados de horas de áudio agregados com as respostas à questão 24. Relatório final 43

44 CD Data 0,3% DVD Data 16,6% Disco Rígido 23,6% Discos de vinil 9,6% Discos de gomalaca (78 rpm) 0,9% Discos de acetato (laca de nitrocelulose) 0,2% CD-Áudio 25,8% DAT (Digital Audio Tape) 16,3% Fita de arrasto (¼ polegada) 5,7% Cassete áudio 0,7% Q25: Condições de armazenamento dos materiais em formatos de áudio SIM NÃO Respostas Materiais acondicionados em prateleiras 90,9% 9,1% 44 Controlo da temperatura nos depósitos 44,2% 55,8% 43 Controlo da humidade nos depósitos 50,0% 50,0% 42 Controlo da humidade nos depósitos 50,0% 50,0% Controlo da temperatura nos depósitos 44,2% 55,8% SIM Materiais acondicionados em prateleiras 90,9% 9,1% Relatório final 44

45 Q26: De uma forma geral como descreveria o estado atual de conservação da coleção áudio? Discos de goma-laca (78 rpm) Discos de acetato (laca de nitrocelulose) Muito Bom Bom Aceitável (Com alguns problemas) Deteriorado Desconhecido Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Respostas 0 0% 0 0% 1 7% 0 0% 0 0% 1 0 0% 0 0% 1 7% 0 0% 0 0% 1 Discos de vinil 1 25% 1 11% 2 14% 0 0% 1 100% 5 Fita de arrasto (¼ polegada) DAT (Digital Audio Tape) 0 0% 0 0% 2 14% 0 0% 0 0% 2 0 0% 1 11% 2 14% 0 0% 0 0% 3 CD-Áudio 1 25% 4 44% 2 14% 0 0% 0 0% 7 CD Data 0 0% 1 11% 1 7% 0 0% 0 0% 2 DVD Data 1 25% 1 11% 3 21% 0 0% 0 0% 5 Disco Rígido 1 25% 1 11% 0 0% 0 0% 0 0% % 9 32% 14 50% 0 0% 1 4% 28 4% 14% Muito Bom Bom 50% 32% Aceitável Desconhecido Relatório final 45

46 Q27: Qual o estado de digitalização das coleções audiovisuais? Não está prevista digitalização Existe um plano que ainda não se iniciou Digitalização em curso Digitalização concluída Nº respostas Filme 61,8% 5,9% 17,6% 14,7% 34 Vídeo 61,3% 17,8% 16,1% 4,8% 62 Áudio 68,9% 17,8% 6,7% 6,6% 45 14,7% 17,6% 5,9% 4,8% 6,6% 6,7% 16,1% 17,8% 17,8% 61,8% 61,3% 68,9% Filme Video Áudio Não está prevista Prevista mas não se iniciou Em curso Concluída Q28: Caso já se tenha iniciado a digitalização, indique os valores em percentagem do total dos acervos já digitalizados Indique os valores em percentagem do total do acervo já digitalizado. Filme Vídeo Áudio 1% a 25% % a 50% % a 99% % Relatório final 46

47 Q29: Outros elementos que entenda relevantes relativos à digitalização Por exemplo formato dos ficheiros, suportes digitais, codificação, qualidade, etc... Pergunta aberta - Listagem das respostas relevantes...do total dos acervos já estão também em ficheiro de alta resolução (MPEG 2) digital cerca de horas. Queremos digitalizar as nossas coleções, mas devido à falta de pessoal, não temos previsões. Vamos começar a trabalhar em iniciativas de digitalização das coleções. não dispõe de equipamento próprio para proceder à digitalização do acervo fonográfico... tem intenção de iniciar a curto prazo o processo de recuperação e digitalização dos conteúdos e organizar o seu dia a dia em função desse objetivo. A digitalização do acervo vídeo VHS e Betacam está a ser realizada: Audio - Codec MPEG; Taxa de amostragem MHz; Bitrate 64 Kbs Vídeo - MPEG2-640 x 480; Taxa de frames - 25; Bitrate Kbs A digitalização do acervo vídeo 8 mm está a ser realizada: Audio - Codec MPEG; Taxa de amostragem MHz; Bitrate 224 Kbs Vídeo - MPEG2-720 x 576; Taxa de frames - 50; Bitrate Kbs Foi principiado recentemente um projecto de transferência de suporte dos documentos audiovisuais que visa a preservação da informação e a disponibilização ao público... O plano ainda não se iniciou por falta de equipamento necessário à migração de dados. Q30: Indique no quadro seguinte, em percentagem, quais os níveis de tratamento documental da coleção audiovisual Nº de respostas (entidades) por cada banda de percentagens 1% a 25% 26% a 50% 51% a 99% 100% Sem qualquer identificação ou registo Registo simples em livro Registo e catalogação básica em fichas manuais Registo e catalogação simples em ficheiro informático (p.e. Excel) Registo e catalogação simples em base de dados SQL Tratamento documental aprofundado em sistema Informação documental Classificação/indexação com recurso a linguagem controlada (Thesaurus) Relatório final 47

48 Q31: Indique quais os formatos que, por motivo de obsolescência tecnológica, a sua organização já não possui equipamentos operacionais para leitura e acesso aos conteúdos. Pergunta aberta - Listagem das respostas relevantes 2" Quadruplex, no entanto todos os conteúdos originais neste formato já foram digitalizados. VHS e DAT Não existem giradiscos.. Betacam O disco em vinil já foi transferido para CD bóbines áudio 2 Quadruplex 1 Formato B 1 Formato C Betacam HDCam Todos à excepção dos registos em VHS Fia de arrasto -... possui equipamentos de leitura, mas não completamente operacionais Rolos de pianola -...possui equipamento de leitura, mas não está operacional Rolos de cera -... possui equipamento de leitura, mas não está operacional Discos Polyphon -... possui equipamento de leitura, mas por motivos de conservação não é utilizado Discos de cartão perfurado -... possui equipamento de leitura, mas não está operacional Placas de madeira -... possui equipamento de leitura, mas não está operacional -BCN - 1" formato B (BCN) -UMATIC High e Low Band -Alguns sistemas VHS Não existem equipamentos de leitura operacionais Betacam SP VHS Fita 1/4" Betamax VHS A organização não dispõe de equipamentos que permitam a leitura de filmes. VHS Todos os formatos antigos, menos VHS, Video 8, Super Betamax e Umatic Low Band. audio - discos em vinil umatic lowband Já não possuímos equipamento para leitura do filme 16 mm, contudo o mesmo já se encontra digitalizado. Betacam neste momento não temos leitor de vídeo Vhs Filmes VHS (cerca de 5 cassetes apenas) Relatório final 48

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