A derrubada do Bar do Chico no bairro Campeche: uma perspectiva audiovisual

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1 A derrubada do Bar do Chico no bairro Campeche: uma perspectiva audiovisual Carolina do Amarante 1 Simone de Novaes Costa Pereira 2 1. Introdução A ideia do respectivo artigo parte da pesquisa e justificava da construção de uma narrativa com linguagem audiovisual 3 proposta na disciplina História, narrativa e registros audiovisuais 4, cuja temática era apresentar as ideias de projeto de dissertação 5, além das fontes utilizadas para tal análise em um vídeo de duração de aproximadamente sete a treze minutos. A narrativa fílmica que foi produzida para a disciplina mencionada e que será analisada tem como tema principal o seguinte evento: a derrubada do Bar do Chico, no ano de Sob este aspecto são necessários deslocamentos temporais não muito distantes, o que torna indispensável um cuidado metodológico diferenciado, no intento de problematizar questões ambientais, culturais e urbanas ocorridas dentro do contexto de expansão da urbanização da cidade de Florianópolis para o bairro do Campeche O contexto histórico do evento: a derrubada do Bar do Chico A planície do Campeche 7 tem apresentado, desde o inicio da década de 1990, transformações em suas áreas de ocupação urbana e no bairro como um todo. Essas mudanças 1 AMARANTE, Carolina do. Aluna regular do Programa de Pós-Graduação em História PPGH da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina). Bolsista CAPES. 2 PEREIRA, Simone de Novaes Costa. Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da UNISINOS (Universidade do Vale do Rio dos Sinos). 3 A Pós-Graduanda em Ciências da Comunicação da UNISINOS (Universidade do Vale do Rio dos Sinos), Simone de Novaes Costa Pereira, teve participação direta na construção da respectiva narrativa histórica com linguagem audiovisual. Auxiliou na elaboração de uma perspectiva em linguagem fílmica e editou a narrativa histórica aqui analisada. 4 Disciplina optativa do Programa de Pós-Graduação em História PPGH da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina), lecionada pelo professor Dr. Rafael Rosa Hagemeyer, no semestre de A realização da dissertação faz parte da pesquisa científica de mestrado da acadêmica Carolina do Amarante no Programa de Pós-Graduação em História PPGH da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina), no período de 2014 a O bairro do Campeche localiza-se no sul da Ilha de Florianópolis, capital do estado de Santa Catarina no Brasil. 7 A planície litorânea do Campeche, que fica localizada no sul da Ilha da cidade de Florianópolis, limita-se com as regiões da Lagoa da Conceição, Joaquina, Manguezal do Rio Tavares, Costeira do Pirajubaé e Tapera.

2 2 fazem questionar a quem deve servir o Plano Diretor 8 da região do bairro do Campeche ou a quem tem servido. Entre os meandros dessa inquietação é onde se insere o evento a ser abordado neste artigo, qual seja a derrubada do Bar do Chico, em Quando ocorreu a derrubada do Bar do Chico, destruiu-se o ponto de encontro e socialização dos moradores da comunidade que se identificavam com o Campeche por um estilo de vida menos voltado para o ritmo agitado do cotidiano urbano. Esse aspecto é tratado pela antropóloga Márcia Fantin (2000) em sua obra Cidade Dividida: dilemas e disputas simbólicas em Florianópolis, a qual investiga o ordenamento de uma cidade dividida por disputas pelo futuro em propostas antagônicas de seu planejamento. Cidade pacata, cidade provinciana. Durante muito tempo Florianópolis, capital do Estado de Santa Catarina, foi retratada através desses adjetivos que condensavam uma certa imagem de cidade. Até meados dos anos 70 era esse o "jeito de ser" de Florianópolis. Nas duas últimas décadas, contudo a cidade tem passado por grandes mudanças e tais adjetivos já não são mais apropriados para descrevê-la. (FANTIN, 2000, p. 15). A partir da afirmação, pode-se pensar que a cidade de Florianópolis passou por grandes transformações, dentro de um projeto que visava à modernização e/ou urbanização. Contudo, nem sempre essas transformações são compreendidas de maneira positiva por seus habitantes, talvez pelo fato de muitos considerarem a Ilha de Santa Catarina um espaço de riquezas naturais que deve permanecer inalterado. Mais especificamente, é o que vem ocorrendo na região do Campeche, que por ser uma planície litorânea, ou melhor, um bairro que se constitui por ser composto por uma praia, tem uma valorização e uma demanda quanto a sua preservação. Mas, apesar disso, empreendimentos imobiliários, cada vez mais presentes na localidade, são consequências visíveis desse processo de expansão da urbanização. A ideia de que o bairro do Campeche seria excelente lugar para se viver torna-se uma concepção contraditória, pois para a AMOCAM (Associação de Moradores do Campeche) a construção de condomínios e empreendimentos imobiliários no bairro não é sinônimo de excelência em termos de qualidade de vida. Para essa associação de moradores, a qualidade 8 A lei municipal, conhecida como Plano Diretor, é elaborada pela prefeitura em conjunto com a sociedade civil e encaminhada a Câmara de Vereadores para aprovação. Esse instrumento da política de desenvolvimento municipal tem como finalidade determinar o que não pode e o que pode ser construído em cada parte do mesmo. Com isso, visando estabelecer uma melhor qualidade de vida, buscando a preservação dos bens ou áreas de referência urbana para a população da comunidade estabelecida. (ROCHA; SOUZA, 2004).

3 3 de vida está justamente na manutenção do Campeche enquanto um bairro que preserva sua natureza ecológica, ou seja, sem as construções dos empreendimentos imobiliários. (MOREIRA, 2010). É nesse contexto que a AMOCAM, através do Plano Comunitário para a Planície do Campeche (1999), compreende que a expansão imobiliária participa do processo de crescimento da cidade. Porém, o que se questiona é a forma como a especulação e o desenvolvimento imobiliário acontecem, buscando justamente ordenar essa planície arenosa de maneira sustentável, em detrimento da forma desordenada sem respeito às leis ambientais e à população residente que propõe o Plano de Desenvolvimento Integrado da Planície Entremares, Campeche e região, elaborado pelo IPUF (Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis), no ano de 1989, que propôs uma cidade voltada para o setor turístico. (LOCH; SANTIAGO; WALKOWSKI, 2008). A partir desse exposto propõe-se, na construção da seguinte narrativa com linguagem audiovisual, uma investigação do evento da derrubada do Bar do Chico como reflexo das reverberações do processo de expansão da urbanização da cidade de Florianópolis em direção ao Campeche visando por meio de narrativas que tratam do Bar do Chico, ou seja, a partir das fontes audiovisuais - compreender a dinâmica do bairro na atualidade. 3. A elaboração da narrativa com linguagem audiovisual do evento da derrubada do Bar do Chico: um olhar historiográfico Na elaboração da narrativa fílmica foram utilizadas fontes audiovisuais (depoimentos realizados em vídeo, bem como em áudio) como principal instrumento para a sua montagem, ou seja, os entrevistados foram selecionados em função de sua participação no evento analisado, da derrubada do Bar do Chico, em 2010, e por sua vivência no bairro Campeche. A estrutura de documentário histórico, da narrativa com linguagem audiovisual aqui analisada apresenta-se, assim, enquanto um gênero cinematográfico, pois não obstante sejam filmes elaborados com imagens originais e narrados por uma voz omnisciente (a voz da história), ao apoiar-se sobretudo nas recordações de sobreviventes e nas análises dos expert, os documentários históricos da mesma forma que os filmes de ficção tendem a centrar-se em indivíduos heroicos e a configurar a narração dos acontecimentos em termos de inícioconflito-resolução. (ROSENSTONE, 1998, p. 6).

4 4 A metodologia empregada para a justificativa da narrativa fílmica acerca do evento investigado apresenta base na afirmativa do crítico literário estadunidense Hayden White no texto El fin de la historiografia narrativa quando o autor aponta que Según esta postura, se sigue que mientras una narración histórica dada puede o no ser ideológica en su contenido es decir, en los modos en que esta distorsiona los hechos históricos [ ] (WHITE, 2010, p. 73). A partir da citação acima, pode-se refletir, de maneira geral, que a ideologia, enquanto uma ideia que passa a ser uma determinada construção da realidade, no caso aqui pode ser usada para questionar o posicionamento das autoras na escrita da narrativa fílmica, pois essas se utilizam das várias visões parciais dos entrevistados para a criação do documentário de caráter histórico a respeito do evento analisado. A concepção de buscar contradições e diferentes matizes relativas ao contexto histórico da derrubada do Bar do Chico tem como propósito confrontar mais de um discurso a respeito desse acontecimento. Para alcançar a formulação de hipóteses plausíveis na escrita da narrativa fílmica, e uma perspectiva construída com referência na expansão da urbanização de Florianópolis para o Campeche levando em consideração as concepções por parte da autora 9 que é moradora do bairro desde o seu nascimento - foi importante a reflexão realizada acerca do texto O narrador. Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov, do filósofo Walter Benjamin, tendo em vista que esse autor propõe, dentre suas ponderações, que é a experiência de que a arte de narrar está em vias de extinção. São cada vez mais raras as pessoas que sabem narrar devidamente. (BENJAMIN, 1987, p. 197). A primeira parte do documentário histórico aqui analisado procura mostrar o que era o Bar do Chico a partir dos olhares das testemunhas orais, Dona Nicota 10, Seu Chico 11 e trechos dos documentários Pesca da Tainha 12 e Desculpe pelo Transtorno: o Bar do Chico 13. O 9 A autora aqui apontada é a Pós-Graduanda em História do PPGH da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina), Carolina do Amarante, que é moradora do bairro Campeche. 10 A escolha de entrevistar Ana Honorata Wigganigo, mais conhecida pelo seu apelido de Dona Nicota, uma das moradoras e nativas mais antigas do Campeche, foi porque já tendo uma idade mais avançada, ela acompanhou os acontecimentos do bairro por muitas décadas. O registro audiovisual com Dona Nicota foi realizado no dia 31/08/2012 pela autora Carolina do Amarante. 11 O entrevistado Francisco Alexandrino Daniel, mais conhecido pelo apelido Seu Chico, esse personagem que merece papel de destaque, no documentário histórico aqui analisado, devido a sua importância na trama aqui configurada. O registro audiovisual com Seu Chico foi realizado no dia 14/05/2011 pela autora Carolina do Amarante e pelas alunas regulares do Programa de Pós-Graduação em História da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) Hellen Martins Rios e Patrícia Volk Schatz. 12 O documentário foi produzido por Ademir Damasco, morador do bairro Campeche.

5 5 contexto histórico relacionado ao Bar do Chico foi apresentado no intuito de possibilitar que o espectador tivesse contato, por meio de diferentes depoimentos, com o bairro do Campeche, bem como com as próprias narrativas que permeiam Seu Chico e o seu bar. Para conseguir essa aproximação entre o narrador e o espectador, o registro audiovisual utiliza-se da voz dos moradores do Campeche; e com falas diretas com o característico sotaque da região, conhecido como o manézinho 14, apresenta-se o que era o Bar do Chico. O Bar do Chico foi um ponto de encontro da grande parte da comunidade pertencente ao bairro do Campeche; estava na beira da praia e era feito de madeira e palha. Não havia cercas, era território liberado para as famílias que vinham à praia, para o uso gratuito do banheiro 15. Na segunda parte do documentário histórico do evento analisado explica-se o que representava a figura do Seu Chico e do Bar para o bairro do Campeche e para a cidade de Florianópolis, principalmente, a partir de trechos do documentário Desculpe pelo Transtorno: o Bar do Chico. Tendo isso em vista, cabe ressaltar a reflexão realizada pelo historiador de cinema Robert Rosenstone quando esse aponta que isso não implica em abandonar nossos conhecimentos ou que estes sejam falsos, e sim que existe mais de uma verdade histórica, ou que a verdade que trazem os meios audiovisuais pode ser diferente, porém não necessariamente antagônica, da verdade escrita. (ROSENSTONE, 1998, p. 10). Seu Chico era um homem simples, que nasceu e viveu toda sua vida no bairro do Campeche. Era pescador; e foi com atividades que tinham o mar como alicerce que sustentou sua esposa e seus treze filhos. Conforme relato do próprio Seu Chico, no início dos anos 1980, os barcos industriais começaram a varrer o mar, tirando o pão da boca dos pescadores artesanais, e foi onde ele buscou outras formas de sustento. Naqueles dias, não havia quase 13 O documentário apresenta direção do canadense Todd Southgate, que produz documentários ambientais, inclusive para ONGs como o Greenpeace. Disponível em <http://br.linkedin.com/pub/toddsouthgate/10/400/898 >. Acesso em: 19 nov O sotaque manézinho é característico dos nativos e ou moradores da Ilha de Santa Catarina. 15 Sobre esta e outras informações do Bar do Chico ver no blog Elaine Tavares: Palavras Insurgentes. Disponível em: <http://eteia.blogspot.com.br/2010/07/derrubaram-o-bar-do-chico-mas-ele.html>. Acesso em: 24 out

6 6 nada no Campeche, a não ser os ranchos de pesca que acolhiam as canoas e as pessoas que ficavam no local. Então, de seu rancho nasceu o bar 16. Desde 1983, a comunidade utilizava o local como uma verdadeira praça pública que o Campeche não possui, onde ocorreram reuniões, atividades sociais, culturais e até políticas. Muito além de um simples rancho de pesca ou bar, o Bar do Chico se tornou uma referência para a comunidade, fazendo parte da identidade local. No Campeche, era tradição a realização de festas no Bar do Chico, conhecidas e divulgadas em toda a cidade, como fica evidente na entrevista com a jornalista Elaine Tavares: Era no Bar do Chico que a esquerda de Florianópolis ia fazer seus encontros [...] suas reuniões, suas festas, entendeu. Eu lembro daquelas festas que aconteciam lá, os luaus, né, que eram os finais dos nossos encontros de congressos, enfim, de debates políticos, tudo ia, acabava na, no, é Bar do Chico. Então assim, o Bar do Chico era um reduto de resistência da luta popular política nessa cidade. (TAVARES, 2012, p. 3). A terceira parte analisada do documentário histórico propôs-se a expor o que representou para a comunidade do bairro Campeche e para a cidade de Florianópolis a derrubada do Bar do Chico, também a partir de trechos do documentário Desculpe pelo Transtorno: o Bar do Chico. Era também no Bar do Chico que as pessoas celebravam o começo do ano, o meio do ano, a chegada do verão, da primavera, das tainhas 17, o carnaval, enfim, era considerado pela comunidade como um local de coletividade, ou melhor, um patrimônio cultural da comunidade 18, espécie de ponto de encontro dos moradores da região, uma vez que o Campeche não dispõe de praças ou locais alternativos de lazer. No dia 16 de julho de 2010, porém, o Bar foi derrubado. Esse fato gerou certa repercussão, até mesmo em alguns veículos de comunicação da cidade de Florianópolis, já que a ação foi justificada pela suposta irregularidade do estabelecimento. 16 Sobre esta e outras informações do Bar do Chico como patrimônio cultural da comunidade do Campeche ver: Proposta de Tombamento da Picada da Capela e seus arredores e do Bar do Seu Chico como Patrimônio Histórico-Cultural do Município de Florianópolis. Florianópolis, 24 de abril de A Pesca da Tainha acontece nos meses de inverno e esta época de pesca do peixe é comemorada pelos pescadores e moradores locais. 18 Sobre esta e outras informações do Bar do Chico como patrimônio cultural da comunidade do Campeche ver: Proposta de Tombamento da Picada da Capela e seus arredores e do Bar do Seu Chico como Patrimônio Histórico-Cultural do Município de Florianópolis. Florianópolis, 24 de abril de 2001.

7 7 A quarta parte do documentário histórico procura apresentar a expansão da urbanização de Florianópolis em direção ao bairro Campeche e a maneira como esse crescimento é enxergado por testemunhas orais a partir das falas de alguns entrevistados que são: Gabriela Wiest 19, Deise Amarante Muliterno 20 e Thiago Kahl 21, além de trechos do Vídeo de divulgação do empreendimento imobiliário Essence Life Residence. Pois, através da problematização das reminiscências dos depoentes, a partir análise das memórias dos envolvidos, apreendidas através da metodologia da história oral e da abordagem da História do Tempo Presente, será possível buscar significados atuais ligados à especulação imobiliária, à preservação ambiental e à dúbia relação entre esta e a modernização e/ou expansão da urbanização do centro de Florianópolis em direção ao Campeche. 4. Considerações Finais A partir da análise da narrativa com linguagem audiovisual do evento da derrubada do Bar do Chico, em 2010, a qual utilizou vídeos e depoimentos orais como principal recurso para a sua produção, conclui-se que foi possível confrontar mais de um discurso sobre esse evento, viabilizando a manifestação de percepções singulares, no intuito de apresentar diferentes nuances a respeito de uma conjuntura histórica específica. Assim, a pesquisa envolvendo a narrativa histórica com linguagem audiovisual aqui evidenciada permitiu a emergência de depoimentos relativos a transformações na região do bairro do Campeche e relativos a uma cidade dividida em propostas divergentes sobre seu ordenamento. É importante ressaltar que tanto documentaristas quanto historiadores podem produzir uma história pública que seria o conjunto de ações que o profissional da história ou de áreas correlatas, desde que trabalhando conscientemente com história e memória empregam para difundir seus trabalhos entre um público não acadêmico amplo (SANTHIAGO, 2011, p. 97). Porém, os cuidados e técnicas empregados por cineastas e historiadores são diferenciados, tendo em vista que estes necessitam de metodologias distintas daquelas utilizadas por cineastas ao construir uma narrativa. E, no caso de historiadores que trabalham 19 A entrevista com Gabriela Wiest, moradora do condomínio Essence no bairro Campeche, foi realizada no dia 05/10/2014 pela autora Carolina do Amarante. 20 A entrevista com Deise Amarante Muliterno, moradora do condomínio Rozas Village no bairro Campeche, foi realizada no dia 12/10/2014 pela autora Carolina do Amarante. 21 A entrevista com Thiago Kahl, morador do bairro Campeche, foi realizada no dia 07/09/2014 pela autora Carolina do Amarante.

8 8 com testemunhas orais, cabe atentar para o fato de que uma das características da história oral é seu potencial para uso na história pública. (THOMSON, 2000, p. 61). A partir da ideia de democratização da história, [...] podemos considerar a prática da história pública como sendo a apresentação popular do passado para um leque de audiências por meio de museus e patrimônios históricos, filme e ficção histórica. (LIDDINGTON, 2011, p. 54). Inferências, às quais o historiador também teria que atentar ao analisar as contradições entre os depoimentos orais no acontecimento aqui pesquisado, seriam permeadas pelo cuidado de perceber que as pessoas falam com linguagem corporal, expressão e tom. [...] Mas, é a rapidez e a simultaneidade de suas respostas, bem como suas emoções e o tom de suas vozes, que mais nos revelam sobre seus sentimentos. (THOMSON, 2000, p. 63). Portanto, a responsabilidade do pesquisador é grande: em relação ao conhecimento que produz e ao grupo que investiga (ALBERTI, 2008, p. 189). A proposta do historiador de trabalhar com diferentes discursos a respeito de um contexto histórico permeia uma série de ponderações e, no caso de uma produção audiovisual, isso não é diferente. Ao produzir um audiovisual, o historiador concentra-se na construção de uma narrativa, bem como quando o faz na forma escrita, mas acionando uma série de propriedades daquele meio, uma vez que a linguagem cinematográfica possui especificidades distintas daquelas de um texto escrito. A composição de uma sequência audiovisual envolve particularidades outras do que a complexa articulação de palavras em uma folha em branco. Ela envolve escolhas relativas a imagens, a sons, a letreiros, a ritmo, enfim, a outros elementos que são delimitados pelas próprias construções temporal e espacial do audiovisual. Dessa forma, ao elaborar uma perspectiva audiovisual acerca da temática ora apontada, foi necessário acionar fundamentos específicos para que a narrativa pudesse ser concebida. Em conclusão, buscou-se apresentar neste artigo qual a forma em que foi pensada a problematização da derrubada do Bar do Chico, em 2010, nas quatro partes do audiovisual construído para a disciplina História, narrativa e registros audiovisuais, levando em consideração, nesse primeiro momento reflexivo acerca dessa produção, quais as discussões fundamentais que estruturaram a sua criação. Referências:

9 ALBERTI, Verena. Fontes orais: histórias dentro da História. In: PINSKI, Carla (org). Fontes históricas. São Paulo: Contexto, BENJAMIN, Walter. O narrador. Considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In: Magia e técnica, arte e política: Ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Editora Brasiliense, FANTIN, Márcia. Cidade Dividida: Dilemas e Disputas Simbólicas em Florianópolis. Florianópolis: Cidade Futura LOCH, Carlos; SANTIAGO, Alina; WALKOWSKI, Marines. O Plano Diretor como estratégia de organização espacial e planejamento turístico de Florianópolis/SC. Revista Brasileira de Pesquisa em Turismo, v. 2, n. 2, jul Disponível em: <http://revistas.univerciencia.org/turismo/index.php/rbtur/article/view/103/102>. Acesso em: 13 de jan LIDDINGTON, Jill. O que é história pública. In: ALMEIDA, JunieleRabêlo de; ROVAI, Marta Gouveia de Oliveira (orgs.). Introdução à História Pública. São Paulo: Letra e Voz, MOREIRA, Adilson de Souza. A Construção dos Movimentos Sociais e de uma Metodologia Participativa no Distrito do Campeche. Anais do III Seminário Nacional e I Seminário Internacional Movimentos Sociais Participação e Democracia 11 a 13 de agosto de 2010, UFSC, Florianópolis, Brasil. Núcleo de Pesquisa em Movimentos Sociais - NPMS. Disponível em: <http://www.sociologia.ufsc.br/npms/mspd/a084.pdf>. Acesso em: 13 jan ROSENSTONE, Robert. História em imagens. História em palavras: reflexões sobre as possibilidades de plasmar a história em imagens. In: O Olho da História. N 5. Salvador: UFBA, THOMSON, Alistair. Aos cinquenta anos: uma perspectiva internacional da História Oral. In: ALBERTI, Verena; FERNANDES, Tânia Maria; FERREIRA, Marieta de Moraes. (orgs). História oral: desafios para o século XXI [online]. Rio de Janeiro: Fiocruz, WHITE, Hayden. El fin de la historiografía narrativa. In: Ficción histórica, historia ficcional y realidad histórica. 1ª ed. Buenos Aires: Prometeo Libros, 2010.

10 10 Documento jurídico: Proposta de Tombamento da Picada da Capela e seus arredores e do Bar do Seu Chico como Patrimônio Histórico-Cultural do Município de Florianópolis. Entrevista Não Publicada: TAVARES, Elaine. Entrevista concedida a Carolina do Amarante. Florianópolis, 29 de ago. de Entrevista. Documentos Audiovisuais: COBERTURA vista exclusiva Essence Life Floripa Premium. Vídeo de divulgação do empreendimento imobiliário Essence Life Residence. Florianópolis, 09 jun (01 min. 40 seg.). Disponível em: <www.youtube.com.br>. Acesso em: 19 nov DESCULPE o Transtorno: O Bar do Chico. Direção de Todd Southgate. Florianópolis, (80 min e 35 s). Disponível em: <http://vimeo.com/ >. Acesso em: 19 nov PESCA da Tainha. Roteiro, Direção e Produção: Ademir Damasco. Florianópolis, (52 min).

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