WebTVs no cenário da(s) convergência(s): a produção audiovisual por veículos jornalísticos de tradição impressa 1

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1 WebTVs no cenário da(s) convergência(s): a produção audiovisual por veículos jornalísticos de tradição impressa 1 Carlos d'andréa 2 Resumo: Neste artigo, situamos as webtvs no cenário multidimensional da convergência jornalística, assim como apontamos algumas tensões identificadas no esforço, por parte das empresas noticiosas de tradição impressa, de desenvolvimento de projetos audiovisuais voltados prioritariamente para a internet. Partindo das noções de convergência vertical e horizontal (JEN- KINS, 2008), apresentamos e discutimos algumas experiências audiovisuais de tradicionais veículos brasileiros e as práticas de seus jornalistas, assim como problematizamos as limitações dessas iniciativas em contexto de produção e circulação marcado pela mass self-comunication (CASTELLS, 2009). O artigo traz uma reflexão a ser aprofundada nos próximos anos em um projeto de pesquisa recém-iniciado. Palavras-chave: webtv; convergência; webjornal; audiovisual; colaboração 1. Introdução A produção jornalística tem passado por significativas transformações em função da digitalização de equipamentos, do rearranjo de processos e de mudanças nas rotinas de trabalho nas redações, entre outros aspectos associados à convergência intermidiática em curso nas últimas décadas. A elaboração de conteúdos audiovisuais de caráter noticioso, antes de interesse apenas de emissoras de televisão, se transformou em uma das prioridades da grande maioria das empresas de mídia, principalmente a partir da adoção da web como a plataforma fundamental de atuação no padrão multimidiático. 1 Para uma versão mais completa desta discussão, consultar capítulo do livro Jornalismo convergente: reflexões e experiências, organizado por Raquel Longhi e Carlos d'andréa (Insular, 2012). O autor agradece à Fapemig pela apoio financeiro concedido para apresentação deste trabalho no Encontro da SBPJor. 2 Professor do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutor em Estudos Linguísticos pelo PosLin/UFMG.

2 Em um cenário marcado por uma concorrência empresarial cada vez mais acirrada, são notórios os esforços das instituições jornalísticas para se adaptarem ao complexo ecossistema comunicativo (OROZCO GÓMEZ, 2006) contemporâneo com vistas a preservar uma atuação hegemônica socialmente conquistada ao longo do século XX. Motivados pelo barateamento dos equipamentos e pela popularização de um novo perfil profissional (o do polivalente jornalista multimídia, ou convergente), entre outros aspectos, tradicionais veículos brasileiros têm investido nos últimos anos em equipes, treinamentos e novos espaços físicos. Em busca de uma identidade audiovisual, experimentam novas narrativas ao mesmo tempo em que repetem fórmulas consagradas do telejornalismo. Ao mesmo tempo, é fundamental apontarmos que na sociedade contemporânea a circulação das narrativas produzidas pelos veículos jornalísticos acontece em meio a um intenso fluxo comunicacional caracterizado por uma pluralidade de vozes aptas a transmitir seus registros e suas percepções sobre acontecimentos de interesse social. Especificamente no caso da produção audiovisual, esse fenômeno é alavancado pela proliferação de dispositivos portáteis com câmeras e conectados em rede - os aparelhos celulares, em especial - e pela popularização de sites de hospedagem e compartilhamento de vídeos, como o YouTube. Parecem-nos evidentes, assim, as limitações dos constantes esforços das empresas jornalísticas na tentativa de controlar ou de intermediar os fluxos informacionais que circulam atualmente pelas redes telemáticas. De forma institucionalizada - através de canais que incentivam a participação do público - ou simplesmente encaixando em suas páginas vídeos hospedados no YouTube, os webjornais constantemente apropriam-se de gravações e flagrantes extraídos da internet, isto é, produzidos por não-jornalistas que muitas vezes sequer têm seus vídeos devidamente creditados. Ao caracterizar as transformações em curso no mercado e nas práticas da indústria cultural, Jenkins (2008) aponta a co-existência de duas formas distintas de convergência midiática: de lado há uma convergência vertical alavancada pelas empresas do setor a partir de seus interesses empresariais e cujo foco recai sobre a otimização dos fluxos e processos de produção de conteúdo. Outra convergência - a horizontal - advém da crescente cultura participativa que dá aos sujeitos em interação nas redes a possibilidade de criar ou escolher o que é mais relevante ou original. As duas formas de

3 convergência, discute o autor, não são antagônicas, mas sua conciliação traz desafios significativos para as empresas de mídia, inclusive de caráter jornalístico. É nesse lugar incômodo ocupado no cenário da convergência pelas versões web de veículos jornalísticos de referência - em especial aqueles de origem impressa - que a discussão aqui iniciada pretende se situar. Voltamo-nos especificamente para as webtvs, ou seja, para os canais audiovisuais mantidos por veículos jornalísticos com conteúdos produzidos pela redação e/ou por atores externos e distribuídos (prioritariamente ou exclusivamente) através de seus webjornais 3. Este é o caso, dentre vários outros exemplos, de projetos de veículos de impacto nacional, como a Folha de São Paulo (responsável pela TV Folha) e O Globo (que mantém a seção O Globo Vídeos), ou de circulação regional, como a publicação mineira O Tempo (TV O Tempo) e Zero Hora, no Rio Grande do Sul 4. Neste artigo, pretendemos situar as webtvs no cenário multidimensional da convergência jornalística, assim apontar algumas das tensões já identificadas nesse esforço, por parte das empresas noticiosas de tradição impressa, de desenvolvimento de projetos audiovisuais alinhados à sua proposta editorial original e adequados ao atual contexto tecnológico, empresarial e profissional. Trata-se de uma reflexão a ser aprofundada nos próximos anos em um projeto de pesquisa em fase inicial de implementação Jornalismo e convergência vertical As atuais reconfigurações dos processos de produção, edição e circulação dos conteúdos das redações jornalísticas podem ser entendidas como um fenômeno diretamente associado à convergência tecnológica que, desde as últimas décadas do século XX, vem aproximando a infra-estrutura e os serviços das áreas de telecomunicação, informática e radiodifusão. Para além das variáveis tecnológicas, no 3 Becker e Teixeira (2009) apontam que as webtvs são caracterizadas por projetos editoriais de informação e entretenimento produzidos e dirigidos exclusivamente para a internet (p.45) e que são fruto de uma terceira fase de desenvolvimento do webjornalismo audiovisual, conforme classificação proposta por Nogueira (2005). 4 Essas quatro webtvs estão disponíveis, respectivamente, nas URLs e 5 O projeto de pesquisa Entre o consagrado, o amador e o experimental: as narrativas audiovisuais nos webjornais brasileiros de tradição impressa será executado no período e tem objetivo principal analisar como as possibilidades da produção audiovisual no atual padrão multimidiático e em rede estão sendo apropriadas pelos veículos jornalísticos brasileiros de tradição impressa.

4 entanto, compreendemos o atual processo de convergência como um fenômeno múltiplo e sujeito à influência de vários elementos. Conforme definem Garcia Avilés, Salaverría e Masip (2008), a convergência jornalística é um processo multidimensional que, facilitado pela implantação generalizada das tecnologias digitais de telecomunicação, afeta o âmbito tecnológico, empresarial, profissional e editorial dos meios de comunicação, propiciando uma integração de ferramentas, espaços, métodos de trabalho e linguagens anteriormente separados, de forma que os jornalistas produzam conteúdos que são distribuídos através de múltiplas plataformas, usando as linguagens correspondentes a cada uma delas (p.13). A configuração de uma convergência jornalística institucionalizada - fundamentalmente vertical, de acordo com a caracterização de Jenkins (2008) - é, portanto, um complexo processo cujo funcionamento depende da articulação de fatores como as condições de trabalho dos profissionais, a sinergia editorial de veículos antes acostumados a atuar de forma isolada, os investimentos financeiros das empresas de mídia e o desen- volvimento de produtos relevantes e inovadores, entre outros aspectos. Do ponto de vista empresarial, a implementação de uma convergência baseada na colaboração de jornalistas de diferentes suportes, na divulgação cruzada do conteúdo informativo e na cobertura multimídia de notícias urgentes ou eventos pontuais (SALAVERRÍA e GARCIA ÁVILES, 2008, p.39) significa uma adequação a um contexto econômico cada vez mais agressivo. Para as empresas de mídia, a convergência intermidiática acirra a concorrência e impõem uma necessidade de ampliar seu campo de atuação através de fusões, aquisições, parcerias e/ou replanejamentos. Com crescente ênfase na produção audiovisual, a convergência tem se mostrado especialmente desafiadora para empresas jornalísticas cuja origem está associada à plataforma impressa e predominantemente à linguagem verbal. Esses veículos, de forma crescente, enfrentam questionamentos sobre a própria sobrevivência de seu negócio a médio e longo prazo (SANTANA, 2008; MEYER, 2007) 6 e, desde os anos 1990, vêm fazendo sucessivos - e nem sempre bem sucedidos - esforços de aproximação com a plataforma web. De meros jornais de papel, portanto, tornaram-se todos também webjornais capazes de explorar novas temporalidades, formatos de narrativas, modelos de negócio etc. 6 É importante ressaltar, no entanto, que ao contrário dos EUA e Europa, no Brasil a tiragem da maioria dos grandes jornais impressos tem crescido nos últimos, assim como é maior o faturamento dos grupos que os gerenciam. Este cenário positivo, no entanto, não diminuiu a percepção da importância de se investir em produtos digitais (BRIGATTO, 2011).

5 Neste cenário, apontam Salaverría e Garcia Áviles (2008), a progressiva transformação da web em um ambiente audiovisual com capacidade suficiente para que os usuários acessem os conteúdos multimídia projeta uma série de decisões estratégicas para as empresas de comunicação (p.41). Assim, os investimentos das empresas jornalísticas de tradição impressa em webtvs podem ser vistos como um esforço de institucionalização da produção audiovisual/multimidiática no cenário da convergência. Como apontam Micó, Masip e Barbosa (2009), os empresários pensam que a convergência é uma garantia para salvar os meios impressos (p.2). Ao mesmo tempo, ressaltam Jorge e Pereira (2009), para as empresas, a multimidialidade vista como inexorável no panorama atual das mídias, tanto para os grandes como para os pequenos empreendimentos representa investimento de vultosas somas em equipamentos, hard e software e constante atualização (p.59). Um dos mais significativos exemplos de investimento financeiro na produção audiovisual voltada para a web é a implementação de estúdios de gravação nas redações que antes abrigavam apenas computadores e outros equipamentos suficientes para a produção de (web)jornais essencialmente verbais. Este é o caso, por exemplo, da TV O Tempo, em cujo estúdio implantado na cidade de Contagem (MG) é gravada a grande maioria dos programas produzidos por sua webtv7. Na TV Folha, há dois estúdios (situados em São Paulo e Brasília) nos quais são gravadas entrevistas especiais veiculadas na web e na televisão aberta - desde março de 2012, um programa semanal da TV Folha com duração de 30 minutos de duração é exibido aos domingos, às 20h, na TV Cultura de São Paulo. Nos casos desses dois (e de outros) webjornais, são os jornalistas responsáveis por redigir as matérias para o impresso e/ou para a web quem reapresentam os temas nas produções audiovisuais. Esta situação exemplifica bem como a guinada imposta pela convergência tem trazido significativos impactos operacionais e conceituais no dia-adia de profissionais antes acostumados apenas às especificidades da produção, por exemplo, de um jornal impresso. De forma cada vez mais intensa, a convergência instrumental impacta o cotidiano de trabalho dos profissionais da notícia (KISCHINHEVSKY, 2009). Para Sala- 7 Entre outros exemplos, é o caso do programa O Tempo Entrevista, definido como programa semanal de entrevista em estúdio com a participação de um convidados e de jornalistas do jornal O TEMPO e do portal O TEMPO online.

6 verría e Garcia Áviles (2008), a principal mudança da convergência nas práticas jornalísticas é a polivalência exigida dos profissionais, de quem os veículos passam a exigir habilidades para elaborar notícias para diferentes suportes (p.43). Trata-se, em última instância, de uma crescente adesão ao perfil de um jornalista multimídia ou convergente, que é um profissional do qual se espera, entre outras habilidades operacionais, o domínio de técnicas de gravação e edição digitais e uma versatilidade para elaborar conteúdos com imagens, áudio, texto e gráficos. Neste modelo, profissionais antes acostumados a produzir conteúdo jornalístico para um suporte específico (rádio, por exemplo) passam a trabalhar em conjunto com as redações de outros veículos do mesmo grupo, por exemplo cedendo um arquivo de áudio para publicação na internet ou fazendo uma entrada ao vivo na emissora de TV vinculada ao conglomerado. Situações identificadas nos dois webjornais citados há pouco exemplificam essa tendência: na maioria dos vídeos gravados fora do estúdio da TV Folha, os repórteres responsáveis pela matéria são filmados dentro da redação e procuram apresentar e explicar o conteúdo da notícia apurada inicialmente para o (web)jornal8. Já na TV O Tempo, os repórteres que redigiram a matéria em texto são responsáveis por repercutir o assunto nos programas gravados em estúdio, como nos comentários sobre economia gravados com frequência por uma repórter do jornal9. O uso de aparelhos celulares (e, mais recentemente, de tablets) para a produção de conteúdos jornalísticos é uma das manifestações mais sintomáticas da polivalência exigida em algumas redações. Com o aperfeiçoamento dos smartphones, torna-se cada vez mais comum o uso deste dispositivo para captação de áudio e vídeo pelo mesmo repórter que, de volta à redação, redigirá a matéria verbal. Este é o caso, por exemplo, de um vídeo sobre o metrô do Rio de Janeiro publicado em fevereiro de 2012 pelo webjornal O Globo10. Nele, uma mesma repórter filma com um celular e faz perguntas para usuários em uma estação do metrô. 8 Ver, por exemplo, o vídeo disponível em 9 Ver os vídeos relacionados em 10 Disponível em

7 Apesar dos esforços de adaptação, nota-se que o processo de convergência tem trazido duras consequências para os profissionais envolvidos, como acúmulo de funções e jornadas (muitas vezes sem uma adequação do regime de trabalho e das ofertas salariais) e um sentimento de frustração associado ao crescente trabalho de reempacotamento de informações no contexto da redação integrada (em detrimento de um trabalho jornalístico mais autônomo e autoral) (SALAVERRÍA e GARCIA ÁVILES, 2008). Evidencia-se, assim, uma grande diferença entre o perfil idealizado pelos veículos e a viabilidade de reordenamento organizacional que muitas vezes concentra-se apenas no acúmulo de funções. A oferta de treinamentos de curta duração e os esforços para sistematização de novas rotinas de trabalho são algumas das iniciativas adotadas pelas empresas jornalísticas, mas nem sempre são suficientes para viabilizar o trabalho dos super-jornalistas convergentes. 3. Convergência horizontal de interesse jornalístico O esforço de institucionalização da produção jornalística audiovisual no cenário da convergência convive com crescentes apropriações tecnológicas e comunicacionais que acontecem à revelia das empresas noticiosas que, ao longo do século XX, se legitimaram socialmente como privilegiadas mediadoras sociais. Ao discutir o rompimento - ou ao menos relativização - do modelo meramente massivo de produção e transmissão de conteúdos, Castells (2009) destaca a emergência de uma nova forma de criação e difusão denominada mass self-comunication. Este modelo é massivo porque através de diferentes protocolos e serviços da web (e outras redes) pode-se alcançar um grande número de pessoas. Sua produção, emissão e recepção, no entanto, são geridas e negociadas diretamente pelos sujeitos, minimizando a intermediação da indústria midiática essencialmente massiva constituída ao longo do século XX. Tecnicamente, o mass self-comunication vem se consolidando em função da crescente popularização da banda larga, de dispositivos aptos a produzir, publicar e exibir imagens (em especial os telefones celulares) e da popularidade de sites como o YouTube que, mais do que um repositório de vídeos, deve ser compreendido na lógica das redes sociais online que possibilitam uma rica troca informacional entre seus colaboradores.

8 A prática do jornalismo - de forma engajada ou eventual - por não-profissionais é um dos assuntos mais discutidos nesse campo nos últimos anos e tem sido denominada como jornalismo cidadão 11. A legitimação da informação jornalística sem a mediação central das empresas e de profissionais dessa área baseia-se no reconhecimento de que, na contemporaneidade, vivemos uma explosão das mediações (OROZCO GÓ- MEZ, 2006) que reclassificam e reposicionam o intenso fluxo de informações às quais estamos submetidos. Se entendermos mediações como processos estruturantes que provêm de diversas fontes, incidindo nos processos de comunicação e formando as interações comunicativas dos atores sociais (p.88), podemos reconhecer que, em função das articulações em rede, o vídeo de um flagrante ou um relato de maior interesse social pode ganhar visibilidade e legitimidade à revelia dos processos de gatekeeping estabelecidos por veículos noticiosos. Para Silveira (2008), as novas formas de produção e de distribuição dos bens informacionais estão desorganizando velhos modelos de controle da indústria cultural e dos serviços de telecomunicações, o que significaria a ruptura de um fluxo informacional fortemente ligado à mediação jornalística, que daria lugar a uma esfera pública interconectada (BENKLER, 2006) capaz de se auto-gerir. Parece-nos precitado afirmar, no entanto, que as mediações sobrepostas dos agentes atuando em rede sejam hoje consistentes o suficiente para dispensar as atividades exercidas por profissionais e instituições de natureza jornalística. Identifica-se, assim, uma aproximação entre o modelo de mediação jornalística herdado da sociedade industrial e a dinâmica mais recente baseada na auto-publicação e na hierarquização em rede dos fluxos informacionais. Trata-se daquilo que Bruns (2010), entre outros autores, denomina Pro-Am, isto é, uma combinação das atividades de jornalistas profissionais e de amadores. Seja através da implementação de canais específicos para o envio de vídeos pelos usuários, seja pela já corriqueira prática de incorporar um vídeo do YouTube em uma matéria produzida na redação 12, é certo que o material audiovisual produzido e divulgado na web tem sido frequentemente apropriado pelo jornalismo profissional. Além de um jornalismo cidadão totalmente gerido por 11 Segundo um dos estudiosos pioneiros no tema, jornalismo cidadão é o ato de um cidadão ou grupo de cidadãos que exercem um papel ativo no processo de coletar, noticiar, analisar e disseminar informações. A intenção desta participação é prover a informação independente, confiável, exata, de qualidade e relevante para a democracia (GILMOR, 2005, p.23). 12 O recurso incorporar (em inglês, embed ) permite que uma foto, vídeo, áudio etc hospedado em um site seja exibido e visto em outra página mediante a inserção de uma linha de código HTML.

9 não-profissionais, portanto, devemos considerar a prática de um jornalismo colaborativo, por nós definido como a co-participação do público em uma ou mais etapas da rede de produção jornalística, como a elaboração de pautas, apuração, redação, edição e/ou hierarquização das matérias (D'ANDRÉA e MACIEL, 2010, p.383). Muitas vezes unilateral e apenas alinhada aos interesses econômicos das empresas jornalísticas, essa colaboração entre profissionais e amadores não é isenta de tensões e indefinições. A checagem das informações veiculadas por leigos, o mecanismo de reconhecimento dos direitos legais dos autores das imagens e a necessidade de se adequar o conteúdo às políticas editoriais/comerciais dos veículos são algumas das questões que interpelam a prática do jornalismo no modelo Pro-Am. Ao estudar a seção Eurepórter do webjornal O Globo, por exemplo, Castro (2011) ressalta o esforço de domesticação dos leitores, isto é, de enquadrá-los ao modelo editorial e jurídico que interessa à empresa noticiosa. Outra situação comumente identificada é a reprodução, ipsis litteris, de conteúdos produzidos externamente à redação. Seja em função da publicação de um vídeo submetido através do canal colaborativo vinculado ao webjornal, seja pela simples reprodução de um material publicado originalmente em outro espaço (YouTube, por e- xemplo), é comum as webtvs se apropriarem dos conteúdos cidadãos sem realizar qualquer tipo de interferência na narrativa publicada anteriormente ou mesmo uma referência clara à procedência e autoria do material reproduzido. Referindo-se à junção das atividades de produção (production) e uso (usage) da informação proposta por Bruns (2008), Ziller e Moura (2011) apontam que, nos portais jornalísticos, "é incomum encontrar a apropriação, modificação e republicação de conteúdos nos moldes da produsage" (p.237). 4. Considerações finais O esforço para produzir e/ou incorporar conteúdos audiovisuais em seus webjornais tem trazido impactos significativos nos processos de produção e na dinâmica de mediação exercida pelos veículos jornalísticos de tradição impressa. Trata-se, ao nosso ver, de mais round no intenso campo de tensões alavancado pelo processo multidimensional de convergência em curso nas últimas décadas.

10 De um lado, identifica-se a tentativa dos webjornais de tradição impressa de estabelecer uma produção audiovisual própria, o que inclui um investimento em equipamentos, treinamentos e um rearranjo de processos que impacta diretamente os profissionais antes acostumados atividades mais bem delimitadas. De forma complementar, parece ser inevitável, por parte das webtvs, a incorporação de vídeos produzidos por terceiros e que, muitas vezes, foram anteriormente popularizados à revelia da mediação jornalística tradicional. Em nossas observações iniciais, identificamos que as diferentes webtvs vinculadas a veículos jornalísticos de tradição impressa vêm lidando de forma significativamente diferentes na conciliação das possibilidades das convergências horizontal e vertical descritas por Jenkins (2008). Nossa intenção é, em trabalhos futuros, sistematizar e explicitar essas diferentes apropriações. Referências ALZAMORA, Geane. Entre a TV e a internet: mediações sobrepostas em IReport for CNN. In.: SOSTER, Demétrio; LIMA JR., Walter (org.) Jornalismo digital: audiovisual, convergência e colaboração. Santa Cruz do Sul: Edunisc, p BARBOSA, Suzana. Convergência jornalística em curso: as iniciativas para integração de redações no Brasil. In.: RODRIGUES, Carla (org.). Jornalismo online: modos de fazer. Rio de Janeiro: Ed. Puc-RJ; Porto Alegre: Sulina, 2009, p BECKER, Beatriz; TEIXEIRA, Juliana. Um panorama da produção jornalística audiovisual no ciberespaço: as experiências das redes colaborativas. Revista FAMECOS, Porto Alegre, nº 40, p.44-50, dez BENKLER, Yochai. The wealth of networks: how social production transforms markets and freedom. New Haven and London: Yale University Press, BRIGATTO, Gustavo. Mesmo com oferta digital, circulação de jornais cresce no país. Valor Econômico, 23 de novembro de Disponível em <http://www.valor.com.br/ empresas/ /mesmo-com-oferta-digital-circulacao-de-jornais-cresce-no-pais>. Acesso em 14 fev BRUNS, Axel. Blogs, Wikipedia, Second Life, and Beyond. Nova York: Peter Lang, Exploring the Pro Am Interface between Production and Produsage.In: Proceedings of The Internet Turning 40: The Never-Ending Novelty of New Media Research?, Chinese University of Hong Kong, Chinese University of Hong Kong, Hong Kong, CASTELLS, Manuel. Power Communication. Oxford: University Press, 2009.

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