A COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO NA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: A OUSADIA EM INOVAR NA PRODUÇÃO DE VÍDEOS COM ALUNOS DE 6º AO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

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1 A COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO NA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: A OUSADIA EM INOVAR NA PRODUÇÃO DE VÍDEOS COM ALUNOS DE 6º AO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL BERNARDETE MARIA ANDREAZZA GREGIO (UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL). Resumo Neste trabalho apresentamos informações sobre uma proposta educativa com a realização do projeto: Luz, Câmera e Educação, desenvolvido com 148 alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, em uma escola particular de Campo Grande/MS. Trata se de um projeto multidisciplinar com o objetivo de propiciar a aprendizagem significativa dos educandos, através do contato prazeroso com a arte na criação de vídeos, no trabalho colaborativo entre os participantes de cada equipe, despertando a criatividade, o talento, a análise crítica, a comunicação e expressão em audiovisual e a ousadia em inovar, além de trabalhar com os mais variados materiais e recursos tecnológicos disponíveis, como, por exemplo, ferramentas computacionais de criação e edição, câmera digital, filmadora, entre outros. O projeto foi desenvolvido em várias etapas: organização das equipes, escolha do tema, pesquisa sobre o tema; criação do roteiro, sinopse, criação da produtora; filmagem, gravação, entrevistas, edição dos vídeos, criação dos cartazes de divulgação, finalização, gravação em DVD, avaliação, exibição de todos os filmes e premiação. A culminância do projeto foi a realização da grande festa Noite do Oscar, realizada no teatro Glauce Rocha, na qual são premiadas diversas categorias, dentre elas destacamos a de melhor roteiro, direção, ator, atriz, documentário e melhor filme. Os resultados indicam que os alunos construíram conhecimentos fundamentais para a vida e que poderão aplicá los no futuro em muitas situações, tanto acadêmicas quanto pessoais e/ou profissionais. Assim, o uso das tecnologias nesse projeto reflete a evolução de um tipo de linguagem que não é mais baseada somente na oralidade e na escrita, mas também no audiovisual, pois permite que o sujeito além de receptor seja produtor, podendo, assim, resgatar valores básicos de educação e principalmente, de cidadania. Diante desse panorama, a escola deve reconhecer essa evolução da linguagem audiovisual, se apropriar e incorporá la no processo de ensino e aprendizagem. Palavras-chave: AUDIOVISUAL, COMUNICAÇÃO, EXPRESSÃO. A COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO NA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL: A OUSADIA EM INOVAR NA PRODUÇÃO DE VÍDEOS COM ALUNOS DE 6º AO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Bernardete Maria Andreazza Gregio - Doutoranda em Educação/UFMS. RESUMO Neste trabalho apresentamos informações sobre uma proposta educativa com a realização do projeto: Luz, Câmera e Educação, desenvolvida com 148 alunos de 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental, em uma escola particular de Campo Grande/MS. Trata-se de um projeto multidisciplinar que propicia a aprendizagem significativa dos educandos, através do contato prazeroso com a arte na criação de vídeos, no trabalho colaborativo entre os participantes, despertando a criatividade, o talento, a análise crítica, a comunicação e expressão em audiovisual e a ousadia em inovar. O projeto foi desenvolvido em várias etapas, como por exemplo: organização das equipes, escolha do tema, pesquisa sobre o tema; criação do roteiro, sinopse, criação da produtora; filmagem, gravação, entrevistas, edição dos vídeos, criação

2 dos cartazes de divulgação, finalização, gravação em DVD, avaliação (que envolve alunos, professores, uma banca externa e os pais), exibição de todos os filmes e premiação. A culminância do projeto é a realização do Festival de Vídeo e Animação - Prêmio Lumière, com a realização de uma grande festa "Noite do Oscar", realizada anualmente no teatro Glauce Rocha, um importante teatro da cidade, na qual são premiadas 15 categorias, dentre elas destacamos a de melhor roteiro, melhor direção, melhor ator, melhor atriz, melhor documentário e melhor filme. Assim, pôde-se perceber nos resultados alcançados que os alunos construíram conhecimentos fundamentais para a vida e que poderão aplicá-los no futuro em muitas situações, tanto acadêmicas, quanto pessoais e/ou profissionais. Assim, o uso das tecnologias nesse projeto reflete a evolução de um tipo de linguagem que não é mais baseada somente na oralidade e na escrita, mas também no audiovisual, pois permite que o sujeito além de receptor seja produtor, podendo-se assim, resgatar valores básicos de educação e principalmente, de cidadania. PALAVRAS-CHAVE: Audiovisual; Comunicação; Expressão. INTRODUÇÃO As artes visuais estão cada vez mais presentes no cotidiano das crianças e dos adolescentes. Dessa maneira, oportunizou-se aos alunos um contato inicial com as técnicas do roteiro de modo que eles pudessem desenvolver seus projetos com autonomia. Para isso, foi necessária a orientação dos professores. A escola como ambiente privilegiado do saber, espaço de construção da cidadania, importante centro formador de opiniões, não poderia deixar de incorporar as novas tecnologias de informação e comunicação. Nesse sentido, as mudanças no contexto escolar são necessárias, pois o aluno hoje não é mais o mesmo e diante desse cenário, vislumbramos a necessidade de oportunizar aos nossos educandos uma formação integral que contemple a utilização do computador, seu ferramental e enfim, capacitar nossos alunos no domínio de outras linguagens que estão presentes no cotidiano como o audiovisual. Assim, este trabalho apresenta as diversas etapas do projeto Luz, Câmera e Educação, uma experiência educacional de sucesso realizada com alunos do Ensino Fundamental de 6º ao 9º ano do Instituto Educacional Paulo Freire, uma escola particular do município de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. OBJETIVOS Este projeto tem por objetivo incentivar os alunos a expressar-se através da utilização da linguagem audiovisual para desenvolver seus projetos nos diferentes temas escolhidos por eles mesmos. Não há restrição de tema, os alunos definem o que querem abordar. Geralmente são temas do dia-a-dia, ou seja, polêmicas do universo adolescente, como por exemplo: sexo, drogas e violência. Objetiva-se também desenvolver nos alunos o sentido do trabalho em equipe, a expressão de ideias e sentimentos em grupo, leitura e análise crítica de audiovisuais, a reflexão sobre a informação audiovisual, o hábito de reconhecer e participar de manifestações diversas de arte e cultura, a capacidade de inserção transformadora na sociedade, o fortalecimento da autoestima, além de trabalhar com os mais variados materiais e recursos tecnológicos disponíveis, como por exemplo, ferramentas computacionais de criação e edição, câmera digital, filmadora, desenhos, entre outros. Sob a orientação dos professores padrinhos[1], da coordenação do projeto, do professor de informática e da coordenação deste nível de ensino, os alunos são estimulados a produzir filmes, vídeos e animações, bem como, a criação de suas produtoras e os cartazes dos respectivos filmes. METODOLOGIA O projeto foi organizado em diversas etapas. Primeiramente, cada sala foi dividida

3 em pequenas equipes com a divisão das tarefas, responsabilidades de cada integrante do grupo. A estratégia utilizada em cada turma para a formação das equipes teve pequenas variações. Outra etapa é a escolha do tema pelos alunos. Os professores padrinhos cedem parte de suas aulas para que sejam discutidos amplamente com os alunos os mais variados temas ditos "transversais" assim como a sua problematização. A criação do roteiro é a transformação de uma idéia (tema) em história, que assume o formato de um roteiro, dividido em sequências e planos. A intervenção do professor é oportuna quando sente que o grupo está com algum problema, tanto de relacionamento como quando a equipe perde o foco do tema em questão ou as cenas descritas são incompletas, não detalhadas e até sem sentido, sem uma mensagem educativa. Os professores leem os roteiros e questionam o porquê de tudo. O roteiro "vai" e "volta", um caminho entre professor e equipe apadrinhada. Na etapa de gravação, os alunos fazem o plano com horários, locais, ordem das sequências e nome do pessoal envolvido. Logo após a gravação da cena, os alunos assistem a sua atuação e, muitas vezes, decidem regravar as cenas que não ficaram boas. Os alunos são acompanhados pelo professor de informática em todas as gravações. Outra etapa é a da edição dos vídeos, quando se dá a seleção do que realmente interessa para contar a história e são separados os erros de gravação, que, no final do projeto são editados em um "VT" para ser exibido durante a festa de premiação. A edição é feita no laboratório pelos alunos da equipe acompanhados do professor de informática que orienta na seleção, cortes, inserção de trilha, créditos, entre outros. A criação da logomarca da produtora e os cartazes também são desenvolvidos em equipe no laboratório, ao longo do ano, durante as aulas de informática.

4 Os conflitos que surgem durante todo o processo de desenvolvimento do projeto são discutidos e mediados, quando necessário, pelos professores padrinhos e pela coordenação do projeto de forma natural e com muito diálogo. Em 2008, a terceira edição do projeto contou com a produção de 27 filmes que trataram de temas inéditos. A NOITE DO OSCAR PREPARE-SE PARA SE EMOCIONAR A Festa da Premiação "Noite do Oscar" do Festival de Vídeo e Animação - Prêmio Lumière, em homenagem aos irmãos Lumière, os precursores do cinema, acontece anualmente em novembro, no teatro Glauce Rocha. É uma festa que tem por objetivo festejar o sucesso por mais uma edição realizada do projeto, tanto pelas indicações, quanto pela conquista do prêmio nas diversas categorias. O teatro é preparado com uma decoração impecável: tapete vermelho, luzes coloridas, flores e muitas estrelas prateadas enfeitam o belíssimo teatro No palco, há uma grande tela à espera da exibição dos indicados, além de todas as estatuetas organizadas por categorias acompanhadas de um envelope lacrado que contém o grande segredo, que será revelado durante a noite. No saguão do teatro, ficam expostos os cartazes de todos os filmes. Os convidados são calorosamente recepcionados por um grupo de artistas, conhecidos como os "Paparazzi".

5 A cerimônia de premiação começa com as apresentações da orquestra da escola, e de street dance, seguida da execução do Hino Nacional e discursos de abertura. Em seguida são apresentados os VT`s com cenas que contemplam a atuação de todos os alunos, erros de gravação e os indicados aos prêmios nas diversas categorias. Para fazer a revelação, o cerimonial anuncia o convidado (professores, coordenadores e direção) para fazer a revelação e entregar a estatueta (Oscar) aos premiados. Nesse momento, cada premiado sobe ao palco e publicamente faz seus comentários e agradecimentos. É um momento de muita emoção.

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7 Em 2008 o evento contou com a participação de aproximadamente 900 pessoas que lotaram o teatro. Uma festa inesquecível, que encantou e certamente ficará guardada na memória de todos. AVALIAÇÃO A nossa concepção de avaliação está vinculada ao grande objetivo da educação que é a formação de pessoas autônomas, críticas e conscientes. Assim, a avaliação está a serviço da aprendizagem que favorece essa formação, ao mesmo tempo, ela fornece informações significativas que ajudam os professores a aperfeiçoarem sua prática, em direção à melhoria da qualidade da educação. Nesse sentido, a avaliação do projeto é tratada como parte integrante no processo de ensino e aprendizagem. Adotamos dois mecanismos de avaliação: a avaliação interna e a avaliação externa. (SACRISTÁN E GOMEZ, 1998). Nessa perspectiva, Luckesi (2003: 166) traz importante contribuição ao enfatizar que a avaliação da aprendizagem para cumprir o seu verdadeiro significado necessita: "[...] a avaliação deixe de ser utilizada como um recurso de autoridade, que decide sobre o destino do educando, e assume o papel de auxiliar o crescimento". Para Sacristán e Gomez (1998: 347), a avaliação contínua só tem coerência se a entendermos nas seguintes condições: "[...] com fins formativos, realizada pelos professores dentro das práticas habituais de trabalho e de acompanhamento de tarefas, num clima de comunicação fluente, em que é possível conhecer diretamente o aluno". Com base nesses pressupostos, a avaliação do projeto é feita em várias etapas. Na avaliação interna, o professor avalia permanentemente tudo o que acontece durante todo o processo de desenvolvimento do projeto, com base em critérios estabelecidos no início do mesmo, como por exemplo: o cumprimento de cada fase, pontualidade, data de entrega, participação, criatividade, colaboração e envolvimento, mensagem, entre outros. Ao final do projeto faz-se a avaliação de toda produção dos vídeos produzidos pelos alunos durante o projeto da seguinte forma: toda a produção de vídeo é enviada a

8 uma comissão julgadora, externa a escola, composta por profissionais da área de comunicação e publicidade, produtoras locais, estudantes universitários e convidados especiais. Os juízes realizam a avaliação com base em alguns critérios técnicos já estabelecidos e de conhecimento dos próprios alunos, ou seja, das equipes participantes, atribuem uma nota e fazem comentários a respeito dos vídeos. As notas dos juízes são somadas e daí extraídas as médias. Portanto, cada categoria de premiação é definida com base nas médias juntamente com o parecer docente que avaliou todo o processo. A avaliação externa é utilizada como um mecanismo neutro e racional aos trabalhos desenvolvidos pelos alunos, uma vez que esse tipo de avaliação é realizado por pessoas que não estão diretamente ligadas ao produto final (objeto de avaliação) e nem com os alunos. Por fim, na última etapa da avaliação, tanto alunos quanto professores fazem uma autoavaliação, detalhando sua trajetória de atuação, seus sentimentos em relação às experiências vivenciadas. Sacristán e Gomez (1998) também expressam com muita convicção a importância da autoavaliação. Eles recomendam que: [...] em certos casos, que o aluno(a) se avalie - auto-avaliação - como via de responsabilizá-lo em seu próprio processo de aprendizagem ou porque se pretenda avaliar algum aspecto que só ele pode conhecer. Quando um processo de ensino está muito estruturado, os passos a serem seguidos indicados, as tarefas a serem realizadas esclarecidas e os conteúdos a serem assimilados definidos, o próprio aluno(a) pode controlar seu progresso. (p. 319). No tópico a seguir apresentamos a comprovação dos resultados a partir da autoavaliação, tanto de alunos, quanto de professores. COMPROVAÇÃO DOS RESULTADOS Ao fazer uma retrospectiva dos três anos do projeto, pode-se inferir que a cada edição o projeto apresenta saltos na qualidade do desenvolvimento e nos resultados alcançados. Isso se deve a avaliação realizada que salienta os aspectos positivos e reafirma a necessidade de superar a cada edição os desafios e dificuldades enfrentadas. As melhorias são percebidas tanto no nível técnico de apropriação dos recursos audiovisuais, como na incorporação e atuação por parte dos alunos e docentes da possibilidade de atingir os objetivos propostos no projeto e de vivenciar experiências inesquecíveis. Na autoavaliação dos alunos ao finalizar o projeto, percebe-se com clareza os resultados alcançados. Nesse sentido cabe a autoavaliação a seguir: Os vídeos são produzidos pelos alunos, onde eles podem se expressar, mostrar a realidade do mundo em que vivemos como drogas, preconceito, álcool, prostituição... e demonstrar uma forma de combater esses problemas. Esses filmes, também proporcionam uma chance de revelar o talento que alguns alunos têm, e não tinham chance de mostrar. Ou até mesmo, fazer com que outros alunos descubram o prazer e a alegria de ser um astro de cinema, demonstrando seus sentimentos em forma de imagens. Esse projeto mudou minha vida, além de me ajudar a vencer meu medo de público, eu aprendi mais recursos no computador. Trabalhei em uma coisa muito legal com meus amigos e demonstrando nos filmes, o essencial pra lidar com problemas graves. (Aluno L. P. - 8º ano). O depoimento do aluno L.P. em sua autoavaliação revela seu avanço em vários aspectos, além da aprendizagem alcançada e do prazer em participar de um projeto assim.

9 Segundo Vygotsky (1996), a aprendizagem desperta, promove o desenvolvimento e tem papel central na construção de conhecimentos. Ele afirma que a mediação deveria seguir a seguinte lógica: estabelecimento de um nível de dificuldade, não muito complexo, mediação com organização de estímulos e avaliação do grau de independência adquirido na realização de uma tarefa ou na resolução de um problema. Considera ainda impossível o ensino de conceitos. Um professor que tentar fazer mera transmissão de conceitos acabará em um verbalismo sem sentido. Sendo assim, o professor deveria implantar o discurso vivo em sala de aula, no qual todos, de modo participativo, se empenhassem na reflexão e na discussão que leva ao pensar autônomo, tornando a sala de aula uma comunidade investigativa. Os alunos em sua autoavaliação manifestam sua satisfação com os resultados alcançados, como pode ser conferido, no depoimento do aluno a seguir: O projeto foi muito bom para todos, pois perdemos a timidez de falar em público. [...]. O projeto mudou minha vida para melhor, porque agora perdi o medo com as câmeras e perdi a minha timidez com o público, não que eu fosse tímido, mas sim inseguro. Esse projeto acabou com a minha insegurança, agora falo normalmente perto das câmeras sem aquele medo de errar e etc. (Aluno, W. C. L. 8º ano). Outro aspecto do trabalho que merece destaque é em relação ao trabalho em equipe. Os problemas de relacionamento e conflitos no grupo geralmente interferem no desenvolvimento das atividades e exige maior atenção dos professores em sua atuação mediadora. Vale lembrar que essa ação mediadora do professor para com o aluno também se aplica no desenvolvimento das atividades, o que leva o aluno a novas conquistas e novas descobertas na medida em que resolve os desafios ou problemas propostos. Vygotsky (1996) propôs uma explicação para o desenvolvimento cognitivo a partir da ação mediada, o que implica dizer que todo ser humano está inserido em uma realidade sócio-histórica e que só adquire a condição humana se for mediado em sua relação com o mundo. A ação da mediação tem incidência no que ele denominou de zona de desenvolvimento proximal, que indica a distância entre o nível de desenvolvimento real (determinado pelo modo como o aprendiz resolve sozinho os problemas), e o nível de desenvolvimento potencial (determinado pela maneira como ele resolve os problemas quando mediado). Esse progresso pode ser constatado no fragmento extraído da autoavaliação de um aluno, conforme descrição a seguir: "[...] Na informática não se aprende só como mexer no computador, também se aprende uma lição de vida: não podemos esquecer que um filme não se faz sozinho, mas sim em grupo". (Aluno P. H. - 6º ano A). AS CONTRIBUIÇÕES DOS PROFESSORES PADRINHOS A orientação dos professores padrinhos é fundamental como forma de contribuição para o efetivo desenvolvimento do projeto, como se pode constatar a seguir na fala de um professor. [...] minha participação se deu desde os colóquios com os alunos do 6º ano até o feitio do roteiro e suas adequações à filmagem. Explico: tratando-se de uma turma que não havia experimentado tal proposta, dispus-me primeiro a explicar o que era a atividade para depois situar os alunos a como uma viagem poderia ser transposta para o papel / escrita (roteiro). Considero esse momento mais importante no que tange à formação de um "olhar", por isso muito tempo foi dedicado a tal tarefa. Estando com o rascunho do roteiro em mãos, passamos a ler os roteiros para que fosse possível "ver" a viabilidade de execução das idéias; o que não era factível foi

10 reescrito para que o filme ganhasse corpo'. Nesse sentido, o professor orienta a execução das idéias para que seja possível chegar a um material coeso e linear. (P1) Nesse processo de avaliação, o professor também tem a oportunidade de se autoavaliar, revendo as metodologias utilizadas na sua prática pedagógica, fazendo uma reflexão sobre a sua ação. Reconhecer as falhas e suas limitações no processo é o primeiro passo para a mudança e para um envolvimento eficaz. Na nossa visão, esse é um caminho ainda em construção. Alguns destes professores estão neste processo desde a primeira edição e outros que recém iniciaram. O conceito de prática reflexiva proposto por Schön (2000) surge como um modo possível dos professores interrogarem as suas práticas de ensino. A reflexão fornece oportunidades para rever acontecimentos e práticas. Uma prática reflexiva confere poder aos professores e proporciona oportunidades para o seu desenvolvimento. CONSIDERAÇÕES FINAIS É notória a excelente performance que os jovens de hoje demonstram no contato e utilização dos mais diversos equipamentos eletrônicos e dispositivos digitais. Saber aproveitar essas facilidades como aliadas do professor é fundamental para propor atividades significativas, ousadas e inovadoras no processo de ensino e aprendizagem. Neste sentido, o aluno além de consumidor passa a ser produtor de conhecimento. Diante desse panorama, a escola precisa reconhecer que há uma evolução da linguagem audiovisual e, portanto, deve se apropriar e incorporá-la no processo de ensino e aprendizagem. Assim, pôde-se perceber nos resultados alcançados com o desenvolvimento deste projeto, que nossos alunos construíram conhecimentos fundamentais para a vida e que poderão aplicá-los no futuro em muitas situações, tanto acadêmicas quanto pessoais e/ou profissionais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 15 ed. São Paulo: Cortez, SACRISTÁN, J.G. A avaliação no ensino. In: SACRISTÁN, J.G. Gomez. A. I. P. Compreender e transformar o ensino. Porto Alegre: Artes Médicas, SCHON, D. A. Formar professores como profissionais reflexivos. In: NÓVOA, A. Os professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, VYGOTSKI, L.S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, ZABALZA, M. (1995). Diseño y desarrollo curriclular (6ª ed.). Madrid: Narcea. [1] Todos os professores de 6º ao 9º ano.

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