Risco Operacional na Visão da ANS

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1 Risco Operacional na Visão da ANS Renata Gasparello Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS 08/agosto/2012

2 Definição de Risco Operacional segundo o IAIS Riscos IN DIOPE nº 14/2008 Risco Operacional definição da IN DIOPE nº 14/2008 Risco Operacional Agenda Risco Operacional: Motivadores de Atenção Alguns requisitos para a gestão de riscos operacionais Risco Operacional e Controles Internos Risco Operacional: Alguns Desafios 2

3 Segundo o IAIS Operational Risk The risk arising from the inadequacy or failure of internal systems, personnel, procedures or controls leading to financial loss. 3

4 IN DIOPE nº 14/2008 Risco de Mercado (juros, moeda, câmbio, tipo de aplicação, ALM, concentração de aplicações, inflação, preço de ativos, etc) Risco de Crédito (pagamento de contraprestação/prêmio, recebimento de outras OPS intercâmbio, resseguro) OPS Risco Legal (leis, regras, regulamentações, contratos, práticas vigentes ou padrões éticos aplicáveis, perdas judiciais, etc) Risco de Subscrição (tarifação, provisões técnicas, mudança de premissas, anti-seleção, desenho do produto, etc) Risco Operacional (processos, pessoas, sistemas, partes relacionadas, rede, tecnologia, estrutura organizacional,etc) 4

5 IN DIOPE nº 14/2008 Art. 4º Art. 4º I Risco de Crédito (...) II Risco de Mercado (...) III Risco Legal (...) IV Risco de Subscrição (...) V Risco Operacional 5

6 IN DIOPE nº 14/2008 Art. 4º V Risco Operacional: compreendem os demais riscos enfrentados pela Operadora de Planos de Saúde, relacionados aos procedimentos internos tais como risco de perda resultante de inadequações ou falhas em processos internos, pessoas e sistemas, ou seja, é qualquer possibilidade de perda originada por falhas na estrutura organizacional, seja ela oriunda de sistemas, procedimentos, recursos humanos ou tecnológicos ou então, pela perda dos valores éticos e corporativos que unem os diferentes elementos. 6

7 Risco Operacional Geralmente na literatura disponível, o Risco Operacional também envolve o Risco Legal, mas a ANS optou por segregar o Risco Legal (IN DIOPE nº 14/2009). Mais detalhadamente, o Risco Operacional está associado à operação do negócio e pode ser subdividido em 3 tipos: Risco de Pessoas Risco de Processos Risco de Tecnologia 7

8 Risco Operacional Exemplos: 8 Erros Humanos Equipamentos Falhas de sistemas e consequente falhas na execução de atividades na empresa Modelagem matemática inadequada Práticas inadequadas de negócios Fraudes, furtos, roubos Lavagem de dinheiro Danos a ativos físicos Catástrofes...

9 Risco Operacional : Motivadores de Atenção Uso vários sistemas e a integração entre eles Gestão de pessoas (qualificação profissional) Terceirização (não se transfere o risco com a terceirização) Fusões e aquisições 9

10 Alguns requisitos para a gestão de riscos operacionais Cultura para a gestão do risco em toda a empresa; Pessoal qualificado, capacitado e motivado; Manutenção de um sistema de Controles Internos efetivo independentemente daqueles exigidos pelos reguladores; Tecnologia adequada; Documentação e comunicação adequada; Base de dados de perdas; Análise de processos; Promoção da ética e da integridade; Governança Corporativa: como a empresa age e se comunica perante os stakeholders (prestadores, beneficiários, funcionários..); Auditoria interna. Etc... 10

11 Risco Operacional A identificação do risco deve ser sempre precedida da descrição e da análise dos processos e controles internos da empresa trata-se de um processo interativo e que deve estar frequentemente integrado ao planejamento estratégico da empresa. 11

12 Normativos relacionadas ao assunto: 12 Risco Operacional e Controles Internos RN nº 290/2012 Anexo I Capítulo 1: Item e item 8.3: Relatório Circunstanciado sobre Deficiências ou Ineficácia dos Controles Internos Item 7: Manutenção de Controles Analíticos que permitam, a qualquer tempo, a comprovação da fidedignidade dos dados registrados em sua escrita contábil. No mínimo os controles devem manter informações pertinentes aos seguintes itens: i. Registro de Contratos e Contraprestações/Prêmios Emitidos, Recebidos e Cancelados; ii. iii. iv. Registro de Eventos/Sinistros conhecidos ou avisados e sua movimentação financeira; Registro de Eventos/Sinistros Ressarcidos ou Recuperados; Registro de co-seguros aceito emitido

13 Risco Operacional e Controles Internos Normativos relacionadas ao assunto: RN nº 117/2005 : Estabelece a obrigatoriedade de manutenção de informações cadastrais e de documentos referentes aos contratos e movimentações financeiras que possam configurar indícios de ocorrência de crimes de lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores nas operações de planos de saúde. Art.7º As operadoras de plano de assistência à saúde devem desenvolver e implementar procedimentos internos de controle para detectar operações que caracterizem indício de ocorrência dos crimes previstos na Lei nº 9.613, de 1998, promovendo treinamento adequado para seus empregados ou funcionários. 13

14 Controles Internos COSO: Controle Interno é um processo, conduzido pelo conselho administrativo, diretoria e outras pessoas de uma entidade destinado a fornecer uma garantia razoável em relação ao alcance dos objetivos das seguintes categorias: Eficácia e eficiência das operações; Confiabilidade de relatórios financeiros; Conformidade com leis e regulações aplicáveis. 14

15 Controles Internos Etapa preliminar à gestão de riscos operacionais; Visam reduzir a frequencia e/ou severidade de eventos adversos; Buscam trazer razoável segurança de que os objetivos e metas da organização serão atingidos; A Auditoria tem papel fundamental na validação da estrutura de controles internos; Auxilia no monitoramento e na inspeção do regulador 15

16 Risco Operacional Sempre existirão riscos desconhecidos e o processo de identificação e análise geral deve ser monitorado e continuamente aprimorado! Recomenda-se uma unidade responsável pelo gerenciamento de riscos, facilitando o processo de aperfeiçoamento dos controles e acompanhamento contínuo dos fatores de risco. 16

17 Risco Operacional Assim como os demais riscos, a gestão do risco operacional assegura o cumprimento das obrigações para com os beneficiário e proporciona a criação de valor econômico, contribuindo para a realização de seus objetivos e metas de desempenho, representando mais do que um mero conjunto de procedimentos e políticas de controle. Além disso, facilita a adequação da organização aos procedimentos regulatórios. 17

18 Risco Operacional : Alguns desafios 1. Quantificação 2. Identificar a correlação que o Risco Operacional possui com os demais riscos 3. Sensível dentro da organização 4. A Modelagem o Erro Humano 5. A Gestão do Risco Operacional deve ser contínua e de longo prazo 18

19 Avanço na gestão de risco para pensar : Capital Alocado! Processo de Gestão de Riscos Identificar Quantificar Gerir Monitorar

20 Obrigada! 20

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