CETEC EDUCACIONAL S.A Mantenedora. FACULDADE DE TECNOLOGIA DE TAUBATÉ ETEP Mantida

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1 CETEC EDUCACIONAL S.A Mantenedora FACULDADE DE TECNOLOGIA DE TAUBATÉ ETEP Mantida PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TECNÓLOGO EM FABRICAÇÃO MECÂNICA TAUBATÉ / SÃO PAULO 1

2 SUMÁRIO I - CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR... 5 a) Nome da Mantenedora... 5 b) Base Legal da Mantenedora... 5 c) Nome da Instituição de Ensino Superior... 5 d) Base Legal da Instituição de Ensino Superior... 5 e) Perfil e Missão da Instituição de Ensino Superior... 5 f) Dados Socioeconômicos da Região... 5 g) Breve Histórico da IES... 9 II - CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO... 9 a) Nome do Curso... 9 b) Nome da Mantida... 9 c) Endereço de Funcionamento do Curso... 9 d) Atos legais e) Número de vagas f) Conceito Preliminar de Curso e Conceito de Curso g) Turnos de funcionamento do Curso h) Carga Horária Total do Curso i) Tempo mínimo e máximo para integralização j) Identificação do Coordenador do Curso k) Perfil do coordenador do curso l) Composição do NDE m) Tempo médio de permanência do corpo docente no curso DIMENSÃO 1 Organização Didático-Pedagógica CONTEXTO EDUCACIONAL POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO Política de Responsabilidade Social Política de Ensino Política de Extensão e Pesquisa Política de Gestão Acadêmica OBJETIVOS DO CURSO Objetivos Gerais PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO ESTRUTURA CURRICULAR Flexibilidade e Interdisciplinaridade Curricular CONTEÚDOS CURRICULARES Atualização Adequação das Cargas Horárias Adequação das Bibliografias METODOLOGIA Princípios Metodológicos Material Pedagógico Incorporação Crescente dos Avanços Tecnológicos Práticas Pedagógicas Inovadoras ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO ATIVIDADES COMPLEMENTARES TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO APOIO AO DISCENTE

3 1.12 AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO ATIVIDADES DE TUTORIA TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TIC NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL MECANISMOS DE INTERAÇÃO ENTRE DOCENTES E ESTUDANTES AVA PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM NÚMERO DE VAGAS INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO INTEGRAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE E O SUS ENSINO NA ÁREA DE SAÚDE ATIVIDADES PRÁTICAS DE ENSINO DIMENSÃO 2 CORPO DOCENTE ATUAÇÃO DO NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE NDE ATUAÇÃO DO COORDENADOR EXPERIÊNCIA DO COORDENADOR DO CURSO EM CURSOS À DISTÂNCIA EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, DE MAGISTÉRIO SUPERIOR E DE GESTÃO ACADÊMICA DO COORDENADOR REGIME DE TRABALHO DO COORDENADOR DO CURSO CARGA HORÁRIA DO COORDENADOR DE CURSO TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO TITULAÇÃO DO CORPO DOCENTE DO CURSO PERCENTUAL DE DOUTORES REGIME DE TRABALHO DO CORPO DOCENTE EXPERIÊNCIA NO EXERCÍCIO DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA EXPERIÊNCIA DE MAGISTÉRIO SUPERIOR DO CORPO DOCENTE RELAÇÃO ENTRE O NÚMERO DE DOCENTES E O NÚMERO DE ESTUDANTES FUNCIONAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO PRODUÇÃO CIENTÍFICA, CULTURAL, ARTÍSTICA OU TECNOLÓGICA TITULAÇÃO E FORMAÇÃO DO CORPO DE TUTORES DO CURSO EXPERIÊNCIA DO CORPO DE TUTORES EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA RELAÇÃO DE DOCENTES E TUTORES PRESENCIAIS E A DISTÂNCIA POR ESTUDANTE RESPONSABILIDADE DOCENTE PELA SUPERVISÃO DA ASSISTÊNCIA MÉDICA NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO E EXPERIÊNCIA DOCENTE DIMENSÃO 3 INFRAESTRUTURA GABINETES DE TRABALHO PARA PROFESSORES TEMPO INTEGRAL TI ESPAÇO DE TRABALHO PARA A COORDENAÇÃO DO CURSO E SERVIÇOS ACADÊMICOS SALA DE PROFESSORES SALA DE AULA ACESSO DOS ALUNOS A EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA BIBLIOGRAFIA BÁSICA BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PERIÓDICOS ESPECIALIZADOS LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: QUANTIDADE LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: QUALIDADE LABORATÓRIOS DIDÁTICOS ESPECIALIZADOS: SERVIÇOS SISTEMA DE CONTROLE DE PRODUÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS: ATIVIDADES BÁSICAS NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS: ATIVIDADES DE ARBITRAGEM, NEGOCIAÇÃO E MEDIAÇÃO

4 4.6 UNIDADES HOSPITALARES DE ENSINO E COMPLEXO ASSISTENCIAL SISTEMA DE REFERÊNCIA E CONTRARREFERÊNCIA BIOTÉRICOS LABORATÓRIOS DE ENSINO LABORATÓRIOS DE HABILIDADES PROTOCOLOS DE EXPERIMENTOS COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA ATENDIMENTO AOS REQUISITOS LEGAIS E NORMATIVOS: Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso: Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnicos Raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana Titulação do Corpo Docente Núcleo Docente Estruturante Denominação dos Cursos Superiores de Tecnologia Carga Horária Mínima em horas para Cursos Superiores de Tecnologia Carga Horária Mínima em horas para Cursos Bacharelados e Licenciaturas Tempo de Integralização Condições de acesso para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida Disciplina Obrigatória/Optativa de Libras Prevalência de Avaliação Presencial para EAD Informações Acadêmicas Políticas de Educação Ambiental A educação ambiental está integrada às disciplinas do curso de modo transversal, contínuo e permanente, e declarado como princípio institucional no item Política de Responsabilidade Social

5 PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM TECNÓLOGO EM FABRICAÇÃO MECÂNICA I - CONTEXTUALIZAÇÃO DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR a) Nome da Mantenedora CETEC Educacional S/A b) Base Legal da Mantenedora CETEC Educacional S.A., inscrita no CNPJ / , com sede na cidade de Taubaté, Estado de São Paulo, pessoa jurídica de direito privado e com seu Estatuto registrado na Junta Comercial do Estado de São Paulo, sob o nº /08-8 c) Nome da Instituição de Ensino Superior Faculdade de Tecnologia de Taubaté - ETEP (Código 4873). d) Base Legal da Instituição de Ensino Superior A Faculdade de Tecnologia de Taubaté ETEP foi criada em 2010 de acordo com a Portaria 1922, de 18 de novembro de 2010, publicada no D.O.U. do dia 19/11/2011, a partir da transferência de mantença, com cursos autorizados a funcionar na Avenida José Olegário de Barros, nº 1350, no Município de Taubaté, Estado de São Paulo. e) Perfil e Missão da Instituição de Ensino Superior O perfil da Faculdade Tecnologia de Taubaté - ETEP está intimamente identificada com a realidade do mercado de trabalho da região fazendo com que a capacidade de empregabilidade de seus egressos seja sua principal marca. Nesta perspectiva, a Faculdade de Tecnologia de Taubaté - ETEP se propõe a Formar cidadãos e profissionais com qualidades reconhecidas e valorizadas pela sociedade e pelo mercado de trabalho produzindo, sistematizando e difundindo o conhecimento nos diversos campos do saber, através do ensino, do incentivo a pesquisa e extensão articulados de modo a contribuir para o desenvolvimento do País e principalmente da região onde estará inserida. f) Dados Socioeconômicos da Região São Paulo é um dos Estados brasileiros localizados na região Sudeste. Tem como limites: Minas Gerais (N e NE), Rio de Janeiro (NE), oceano Atlântico (L), Paraná (S) e Mato Grosso do Sul (O). Ocupa uma área de ,8km2. Sua capital é a cidade de São Paulo e suas cidades mais populosas são: São Paulo, Campinas, Guarulhos, Santo André, Osasco, São Bernardo do Campo, São José dos Campos, Ribeirão Preto, Santos, Sorocaba, Diadema e Jundiaí. O desenvolvimento da cultura do café, no século 19, favoreceu seu desenvolvimento econômico. O consequente acúmulo de riqueza e a chegada de imigrantes europeus mais qualificados permitiram sua industrialização. Ao lado da mudança do perfil socioeconômico da província, ocorreu também o fenômeno da urbanização, que atraiu diversos brasileiros de outras regiões em busca de trabalho. 5

6 Hoje, o Estado de São Paulo é o maior polo de desenvolvimento da América Latina. Conta com orçamento de R$ 61,9 bilhões (2004) e uma participação no PIB de 33,4% na economia nacional. Possui o mais amplo parque industrial do País e concentra cerca de 30% de todos os investimentos privados realizados em território nacional. Sua indústria apoia-se numa sólida base tecnológica, gerando produtos com alto valor agregado, com destaque para os segmentos de tecnologia da informação e informática, aeroespacial e automotivo. O setor agropecuário paulista é igualmente diversificado e exibe altos índices de produtividade. O Estado é o segundo maior produtor mundial de cana-de-açúcar e de suco de laranja, e o quarto maior produtor mundial de café. É um dos melhores locais do mundo para agronegócios. As atividades paulistas de comércio e de serviços respondem por mais de 48,8% do PIB do Estado, cerca de R$ 214 bilhões. Essas atividades empregam, em conjunto, mais de 6 milhões de trabalhadores, sendo 1,5 milhão de empregos no comércio e 4,5 milhões de empregos nas empresas prestadoras de serviços. São cerca de 266 mil os estabelecimentos comerciais e de 256 mil as empresas prestadoras de serviços no Estado. Chega a 34% a participação do Estado de São Paulo nas receitas geradas pelo conjunto do comércio brasileiro. O Estado de São Paulo é dividido em 15 Regiões Administrativas: São José do Rio Preto, Barretos, Franca e Ribeirão Preto, ao Norte. Presidente Prudente, Araçatuba e Marília, a Oeste. RM do Vale do Paraíba, Campinas e RM de São Paulo e RM da Baixada Santista, a Leste. Sorocaba e Registro, ao Sul. Central e Bauru, no Centro. A ETEP - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE TAUBATÉ está inserida na Região Metropolitana do Vale do Paraíba, localizada no extremo leste do Estado de São Paulo, entre as duas principais metrópoles do País, São Paulo e Rio de Janeiro. O município de Taubaté é uma das áreas mais dinâmicas e de concentração populacional do Estado de São Paulo. A Região onde Taubaté está inserida é composta por 39 municípios. Apresenta uma economia dinâmica e diversificada, na qual se destacam a indústria com base tecnológica e o turismo. A atividade industrial é de longe a mais importante para a economia da região, gerando 78,1% do valor adicionado e empregando 30,6% da força de trabalho regional. Os setores industriais mais relevantes são o aeroespacial (26% do valor adicionado da estrutura industrial da região e 12 mil empregos), o automotivo (16% do VA e 26 mil empregos), o químico (10% do VA), indústria de alimentos e bebidas (10% do VA) e o da metalurgia básica (6% do VA). A região é conectada à Região Metropolitana de São Paulo pelas rodovias Carvalho Pinto, Ayrton Senna e Dutra, e à Região de Campinas e ao restante do interior paulista pela rodovia D. Pedro II. Os portos de São Sebastião e de Santos são acessíveis pelas rodovias SP-099, SP-155 e BR O Aeroporto de São José dos Campos tem intenso tráfego de passageiros, caracterizado predominantemente por viagens de negócios nos dias úteis, sendo importante a ligação com São Paulo e com o Rio de Janeiro. O aeroporto também é utilizado por pessoas que pretendem acessar 6

7 a estância turística de Campos de Jordão. Também apresenta tráfego de cargas, atendendo ao grande número de indústrias da região denominada Cone Leste Paulista. O porto de São Sebastião faz a conexão de cargas com o resto do Brasil e com o mundo. O município de Taubaté fica no Vale do Paraíba, junto às Rodovias Presidente Dutra e Carvalho Pinto, que ligam São Paulo ao Rio de Janeiro. A Via Dom Pedro-I liga o Vale do Paraíba à Região de Campinas e ao Aeroporto Internacional de Viracopos, a 160 km. Outras rodovias dão acesso ao sul de Minas Gerais e Campos do Jordão (86 km), e a Rodovia dos Tamoios segue para o litoral norte paulista (85 km) e ao Porto de São Sebastião (111 km). As praias dos municípios de São Sebastião, Caraguatatuba, Ubatuba e Ilhabela estão entre as mais belas de todo o Brasil e atraem, durante todo o ano, milhares de visitantes de todas as regiões do Estado e de outras partes do país. A atividade turística também está consolidada nas encostas da Serra da Mantiqueira (Campos do Jordão, Santo Antônio do Pinhal e São Bento do Sapucaí), e começa a se desenvolver nas encostas da Serra do Mar (turismo rural) e na Serra da Bocaina (turismo de aventura e patrimônio histórico). O processo de industrialização de Taubaté tomou impulso a partir da instalação do Centro Tecelagem Industrial nos anos 50 e também com a inauguração da Rodovia Presidente Dutra, possibilitando assim uma ligação mais rápida entre Rio de Janeiro e São Paulo e cortando a parte urbana de Taubaté. O município é servido pela malha ferroviária da MRS Logística e situa-se a pouco mais de 190 km do Porto de Santos. O Porto de São Sebastião, distante 143 km de Taubaté, possui Terminal da Petrobrás para granel líquido, e cais público. Próximo ao Município de Taubaté, o complexo industrial de São José dos Campos, que conta com indústrias e emprega cerca de 47 mil pessoas, destaca-se no cenário nacional pelo forte desempenho da Refinaria Henrique Lage Revap da Petrobras, General Motors, Monsanto, LG Philips, Ericsson, Johnson & Johnson, Panasonic, Hitachi, Johnson Controls, TI Automotive, Eaton, Parker Hannifin, Orion, Heatcraft, BBA Bidim, Crylmaor, Radicifibras, entre outras e suas respectivas cadeias produtivas. Em um raio de 20 km da cidade de Taubaté podemos destacar duas outras cidades com pujantes parques industriais, são elas Pindamonhangaba e Caçapava, onde se origina um grande número de alunos da Faculdade de Tecnologia de Taubaté e oferecem um mercado de trabalho potencial para seus egressos. Com relação ao complexo industrial de Taubaté, destaca-se um próspero mercado de empresas de serviços e comerciais além de indústrias nos seguimentos automotivos, infraestrutura industrial, química, metalurgia, Eletrônica entre outras, que podem ser exemplificadas por esta amostragem: Alstom Brasil; Coplac; Clean line; Corozita; Daido Industria e Comércio; Daruma Urmet; Demag Delaval Turbinas Industriais; Diferi- Dispositivos e Ferramentas industriais; EADI- Armazens Alofandegados; Elevadores Villarta; Emeicon Usinagem; Engemix; Fab inject; Famac; Ford Motor; Helicoidal- Ferramentas de Corte; INPEV- Instituto de Embalagens Vazias; ITSW do Brasil; LG Elecgtrônics; Meccaplast; Milclean; OneSubsea (Cameron e Schlumberger Company) Peçzer Sistem; Perfectus Aluminio; Projesul; Prolim; SM Sistemas Modulares; Taubafer; Tecban; Tedcnoamérica; 7

8 Thyssen; Usicon; Usimonas; Usimonte; Veronese; Vibracoustic; Vidroline; Volkswagen do Brasil; Welding; Zl Equipamentos, etc A nacionalização da produção da empresa tende a crescer à medida que novos fornecedores internacionais de peso vão instalando-se na região, como ocorreu com Pilkington Aerospace (britânica), Sobraer/Sonaca (belga) e a Gamesa (espanhola). Em 2010, o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal de Taubaté foi de 0,800. Segundo a classificação do PNUD, o município está na 40ª posição no país perdendo na região apenas para a cidade de São José dos Campos que aparece na 24ª posição, sendo considerado de alto desenvolvimento humano (IDH maior que 0,8). Segundo Estimativa da População realizada pela Fundação SEADE (2011), a população do município de Taubaté é de habitantes. DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO POR FAIXA ETÁRIA NO MUNICÍPIO DE TAUBATÉ FAIXA ETÁRIA TAUBATÉ POPULAÇÃO PERCENTUAL 0-19 anos ,% anos % anos % anos % anos % > 50 anos % POPULAÇÃO TOTAL % Fonte: SEADE (2011). As características etárias da população do município são refletidas nos números de matrículas iniciais no ensino fundamental e médio. Conforme pode ser observado no quadro a seguir, em 2011, o número de matrículas iniciais é bastante elevado. Cerca de 20% da população de Taubaté encontra-se matriculada no ensino fundamental e médio. MATRÍCULAS NO MUNICÍPIO DE TAUBATÉ DEPENDÊNCIA ENSINO ENSINO MÉDIO ADMINISTRATIVA FUNDAMENTAL Pública Privada TOTAL Percentual em relação à Estimativa da População 15,60 4,38 Fonte: SEADE (2011). No campo da educação superior, segundo dados divulgados pelo portal e-mec, em 2014, estão presente no município 08 instituições de Ensino superior, quais sejam: 8

9 INSTITUIÇÃO DE ENSINO SUPERIOR Centro Universitário Internacional - UNINTER Faculdade Anhanguera de Taubaté ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA Centro Universitário Faculdade CATEGORIA ADMINISTRATIVA Privada com fins lucrativos Privada com fins lucrativos Faculdade Dehoniana Faculdade Privada sem fins lucrativos Faculdade de Tecnologia de Taubaté FATEC Taubaté Faculdade de Tecnologia Senai Felix Guisard Instituto Taubaté de Ensino Superior I.T.E.S. Universidade de Taubaté - UNITAU Universidade do Paraná - UNOPAR Fonte: Portal MEC Faculdade Faculdade Instituto Universidade Universidade Pública Estadual Privada sem fins lucrativos Privada Autarquia Municipal Privada com fins lucrativos g) Breve Histórico da IES Criada em 2009, após a transferência de mantença em 2010, passou a ser denominada Faculdade de Tecnologia de Taubaté, com o objetivo de atender a situação atual do mercado de trabalho regional, no qual há grande potencial e necessidade de fomento ao empreendedorismo e ao desenvolvimento tecnológico e de serviços, somado a expectativa existente, por parte das empresas, de obterem recursos humanos qualificados para atender a demanda. II - CONTEXTUALIZAÇÃO DO CURSO a) Nome do Curso Curso Superior de Tecnologia em Fabricação b) Nome da Mantida CETEC Educacional S.A. c) Endereço de Funcionamento do Curso 9

10 Paulo. Rua José Olegário de Barros, nº 1350, Vila das Graças, Município de Taubaté, Estado de São d) Atos legais O Curso Superior de Tecnologia em Fabricação foi aprovado pelo Conselho Acadêmico da Faculdade em 12 de dezembro de 2011, conforme registro em ata. Transferência de mantença Portaria 1922, de 18 de novembro de 2010, publicada no D.O.U do dia 19/11/2010. e) Número de vagas A Faculdade de Tecnologia de Taubaté - ETEP pleiteia a autorização de funcionamento para 100 vagas anuais, no período noturno. f) Conceito Preliminar de Curso e Conceito de Curso Não se aplica g) Turnos de funcionamento do Curso Noturno h) Carga Horária Total do Curso O Curso Superior de Tecnologia em Fabricação terá a duração de 2480 horas equivalente a 2976 horas aula. i) Tempo mínimo e máximo para integralização Tempo mínimo para integralização do curso é de 12 trimestres (3 anos) e máximo de 20 trimestres (5 anos). j) Identificação do Coordenador do Curso O Professor Mestre Tamer Mogawer atua há 3 anos e 3 meses na instituição, e como coordenador de cursos há 1 ano e 9 meses. k) Perfil do coordenador do curso A coordenação do curso Superior de Tecnologia em Fabricação está sob a responsabilidade do Professor Mestre Tamer Mogawer, que possui graduação em Engenharia pela Universidade Julio de Mesquita Filho (2000) e mestrado em Engenharia pela Universidade Julio de Mesquita Filho (2006). Atualmente é coordenador comercial Alstom Brasil, professor ETEP Faculdades e professor SENAC- SP. Tem experiência em Engenharia, com ênfase em energia. l) Composição do NDE 10

11 Professora Mestre Tamer Mogawer Professor Especialista Maria Regina Hidalgo Professor Mestre antonio Egydio São Thiago Graça Professora Especialista Marilene de Oliveira Berti Professora Mestre Liana Paula Queiroz Bravo m) Tempo médio de permanência do corpo docente no curso Não se aplica. DIMENSÃO 1 Organização Didático-Pedagógica 1.1 CONTEXTO EDUCACIONAL A Região do Vale do Paraíba ocupa posição econômica privilegiada no cenário nacional, sendo sede de um grande polo industrial, além de abrigar uma das maiores redes de comércio do país, empresas industriais e serviços. Desta forma, necessita de profissionais qualificados a lidar com as mais diversas complexidades, capacitados a transformar os novos conhecimentos adquiridos no aumento da produtividade, na identificação e redução dos custos. O município de Taubaté encontra-se conectado à Região Metropolitana de São Paulo pelas rodovias Carvalho Pinto, Ayrton Senna e Dutra; à região de Campinas e ao restante do interior paulista pela rodovia D. Pedro II. Os portos de São Sebastião e de Santos são acessíveis pelas rodovias SP-099, SP-155 e BR-101. Nesse sentido, a decisão da ETEP - FACULDADE DE TECNOLOGIA DE TAUBATÉ de oferecer um Curso Superior de Tecnologia na área da Indústria tem por base um estudo da situação atual do mercado de trabalho regional; no qual há grande potencial e necessidade de fomento ao empreendedorismo e ao desenvolvimento, somado a expectativa existente, por parte das empresas, de obterem recursos humanos qualificados para a atuação específica em Fabricação. Considerando o desenvolvimento econômico e o crescimento em ritmo acelerado do município, a ampliação das possibilidades de qualificação profissional torna-se uma tarefa prioritária para a região. Foram critérios para o planejamento e organização do Curso Superior de Tecnologia em Fabricação da Faculdade de Tecnologia de Taubaté ETEP. I. O atendimento às demandas dos cidadãos e da sociedade; II. III. A crescente demanda de trabalhadores pelas empresas instaladas na região; A conciliação das demandas identificadas com a vocação da instituição de ensino e as suas reais condições de viabilização; e 11

12 IV. A identificação de perfis profissionais próprios para o curso, em função das demandas e em sintonia com as políticas de promoção do desenvolvimento sustentável do País. 1.2 POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO Política de Responsabilidade Social A Faculdade de Tecnologia de Taubaté ETEP desenvolve seu trabalho na área educacional refletindo seu compromisso com a responsabilidade social. Tem como componente principal da sua função social, inserir o aluno no mercado de trabalho ou melhorar a capacidade de empregabilidade do aluno sem deixar de lado a preocupação quanto à qualidade da formação dos seus alunos, além da permanente promoção de valores éticos e estabelecimento de parcerias com outras instituições de ensino, pesquisa e fomento do desenvolvimento econômico da região. Nas atividades de ensino são incluídas, sempre que pertinente, no conteúdo programático das disciplinas, temas de responsabilidade social Política de Ensino A política da Faculdade de Tecnologia de Taubaté - ETEP para o ensino de graduação fundamenta-se na prática calcada em princípios éticos que possibilite a construção do conhecimento técnico-científico, o aperfeiçoamento cultural e o desenvolvimento de um pensamento reflexivo, crítico e responsável. São princípios básicos dessa política: Estímulo à formação generalista e pluralista, respeitada a especificidade do conhecimento; Incentivo a sólida formação geral, necessária para que o egresso possa vir a superar os desafios de renovadas condições de exercício profissional e de produção do conhecimento; Avaliação periódica das atividades desenvolvidas analisando além do desempenho técnico dos alunos as habilidades comportamentais Política de Extensão e Pesquisa a) Extensão: A Faculdade de Tecnologia de Taubaté - ETEP desenvolve atividades de extensão, compreendendo atividades que visam promover a articulação entre a Instituição e a comunidade, permitindo, de um lado, a transferência para sociedade dos conhecimentos desenvolvidos com as atividades, assim como, a captação das demandas e necessidades da sociedade, pela Instituição, permitindo orientar a produção e o desenvolvimento de novos conhecimentos. As atividades de extensão, no âmbito da Faculdade de Tecnologia de Taubaté ETEP são realizadas sob a forma de eventos que compreendem ações de interesse técnico, social, científico, esportivo e artístico como ciclo de estudos, palestras, conferências, congressos, encontros, feira, festival, fórum, jornada, mesa redonda, reunião, seminários e outros; 12

13 b) Incentivo e preparo à pesquisa: As atividades de preparo à pesquisa da Faculdade de Tecnologia de Taubaté - ETEP ocorrem por meio dos Projetos Integradores e estão voltadas para a resolução de problemas e de demandas da comunidade na qual está inserida e alinhada a um modelo de desenvolvimento que privilegia, além do crescimento da economia, a promoção da qualidade de vida Política de Gestão Acadêmica A gestão acadêmica da Faculdade dispõe de organização formal com estrutura simples, que visa propiciar à administração agilidade e flexibilidade para responder às exigências do mundo moderno. As áreas de conhecimentos em que estão situados os cursos contarão com coordenações especificas e os cursos disporão de coordenadores próprios que darão cumprimento às Diretrizes Curriculares Nacionais, controle de frequência de professores e alunos, distribuição de cargas horárias, projetos pedagógicos e outras questões essenciais na vida dos cursos, consequentemente, da gestão acadêmica. A estrutura organizacional caracteriza-se por níveis hierárquicos responsáveis pela formulação, deliberação e execução das atividades institucionais, que se interpenetram, objetivando a qualidade da formação profissional e da gestão, possibilitando a implantação das medidas. Os órgãos de deliberação e de execução são concebidos com poucos níveis hierárquicos, uma vez que a hierarquia menos extensa contribui para tornar mais fácil a comunicação, exige menor controle burocrático, facilita a gestão de processos e de rotinas e a delegação de competências, podendo-se obter, em consequência, maior envolvimento dos corpos docente e discente, e técnico-administrativo. Essa estrutura permitirá instaurar processos de decisão mais ágeis, com participação dos diferentes segmentos que constituem a comunidade acadêmica, possibilitando aos setores autonomia e responsabilidade pelas decisões adotadas. 1.3 OBJETIVOS DO CURSO Objetivos Gerais O Curso Superior de Tecnologia em Fabricação da FACULDADE DE TECNOLOGIA DE Taubaté ETEP tem por objetivo principal formar profissionais preparados para a realidade do desenvolvimento tecnológico, conscientes do seu papel no contexto social, com competências e habilidades para planejar, gerenciar, implementar, controlar e desenvolver diversas atividades relacionadas aos processos industriais, promovendo, assim, o aprimoramento das condições de trabalho, qualidade, segurança e meio ambiente. Objetivos Específicos São objetivos específicos do Curso: estimular o desenvolvimento do pensamento reflexivo, da atividade criadora e do espírito científico; 13

14 dar condições para que os formandos possam prestar assistência tecnológica, através da adoção de novas práticas capazes de minimizar custos, obtendo-se maior eficácia nos métodos de fabricação; oferecer práticas acadêmicas que contribuam para a formação de profissionais aptos a propor novas soluções a partir das dificuldades e/ou estrangulamentos empresariais apresentados, devido à falta de qualidade de materiais ou de processos de fabricação; formar profissionais com visão global, crítica e humanística para a inserção em setores profissionais, aptos a tomarem decisões em um mundo diversificado e interdependente, e que participem no desenvolvimento da sociedade brasileira; promover o intercâmbio educacional, científico e tecnológico entre instituições congêneres; suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional continuado, integrando os conhecimentos adquiridos de forma crítica e criativa. O Curso Superior de Tecnologia em Fabricação visa habilitar o egresso a exercer o uso da tecnologia para o aumento da produtividade, capacitando o profissional a atuar na identificação e redução dos custos logísticos, no transporte de cargas, mercadorias e pessoal, no armazenamento e estocagem de mercadorias, bem como na movimentação destas e demais materiais utilizados no processo de sua produção, atuando de forma integrada com todos os setores da organização, com visão holística e estratégica, a fim de bem atender às novas exigências do mercado. 1.4 PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O tecnólogo egresso do Curso Superior de Tecnologia em Fabricação da FACULDADE DE TECNOLOGIA DE Taubaté ETEP será o profissional de nível superior com sólida formação técnico-científica, complementada por adequada formação geral que o possibilite atuar de forma crítica e criativa na produção mecânica e na identificação e solução de problemas. Deve ser capaz de considerar aspectos técnicos, econômicos, sociais e ambientais em seu campo de atuação, perpassados por uma visão ética e humanista. Deve ter competência e habilidade para projetar, planejar, programar, dirigir e controlar as diversas atividades decorrentes de processo produtivo no Eixo da Produção Industrial. Ao egresso do curso caberá o compromisso de manter-se atualizado, compartilhando e disseminando conhecimentos sobre projetos de mecânica nas organizações. O Curso atende às necessidades do mercado regional, onde indústria, comércio e serviços encontram-se em posição privilegiada de desenvolvimento. A região necessita de profissionais formados com conhecimentos mais específicos da atividade de Fabricação como: - sistemas mecânicos - elementos de máquinas - manutenção industrial - instalações mecânicas 14

15 - organização industrial mecânica - utilização de ferramentas de produção mecânica 1.5 ESTRUTURA CURRICULAR COMPATIBILIDADE DA CARGA HORÁRIA TOTAL A estrutura curricular totaliza 2480 horas (equivalente a 2976 horas aula) de disciplinas obrigatórias, incluindo laboratórios, atividades práticas e 80h de Atividades Complementares. ARTICULAÇÃO DA TEORIA COM A PRÁTICA ARTICULAÇÃO DA TEORIA COM A PRÁTICA A formação do profissional em Fabricação deve manter equilíbrio entre os aspectos teóricos e práticos da formação e assegurar a aquisição de habilidades e conhecimentos. As diretrizes curriculares, aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação, são referências na definição dos conteúdos curriculares e foram perfeitamente contemplados na presente proposta pedagógica. Em consonância com as diretrizes curriculares e considerando os compromissos, objetivos e competências do Tecnólogo em Fabricação foi incentivada a participação da Faculdade na construção de um quadro de referência para a área, centrado em uma ciência humanizadora que entende e traduz as necessidades de indivíduos, grupos sociais e comunidades. O graduado pela instituição deverá ter a consciência da responsabilidade social com sólido embasamento moral e ético Flexibilidade e Interdisciplinaridade Curricular O projeto pedagógico do Curso toma como referência os princípios da autonomia e da flexibilidade. Nesse contexto, a flexibilidade e a autonomia curricular não constituem apenas possibilidades, mas condições necessárias à efetivação deste projeto de ensino, considerando que os processos de flexibilização curricular decorrem do exercício concreto da autonomia universitária e devem encontrar seus limites no projeto político-pedagógico e na avaliação. Com essa compreensão, propõe-se este projeto curricular associado à implementação de alternativas didáticas, metodológicas e pedagógicas, que passam a configurar as ações pretendidas no Projeto. Na proposta estão contemplados conteúdos básicos, conteúdos profissionalizantes, conteúdos específicos e conteúdos teórico-práticos, de maneira a assegurar o espaço da avaliação contínua, que possibilita a incorporação de novos desafios. Isso evidencia o sentido de processualidade do Projeto que, a partir da crítica sobre a realidade vivenciada, estará aberto a alterações e reordenamentos necessários, de forma a assegurar o caráter coletivo das decisões e o compromisso social da instituição como norteadores da avaliação, com vistas a seu aperfeiçoamento. O embasamento científico-metodológico aplicado nesta estrutura curricular encontra-se aliado a um projeto pedagógico centrado no aluno como sujeito da aprendizagem, na promoção e 15

16 transmissão de valores calcados nos princípios e valores éticos, filosóficos, políticos e sociais que regem a conduta humana, sempre apoiados no professor como mediador do processo ensinoaprendizagem. O compromisso da faculdade é o de formar profissionais comprometidos com a qualidade de vida da população, com pleno domínio da natureza dos conhecimentos e das teorias, técnicas, metodologias e tendências do Tecnólogo em Fabricação no contexto atual. A matriz curricular do Curso Superior de Tecnologia em Fabricação define os conteúdos que serão tratados ao longo do curso. A transmissão dos conteúdos ocorre por seu sequenciamento ao longo do curso (períodos módulos e pré-requisitos) e da integração horizontal (mesmo módulo sequencial) e vertical (diferentes módulos sequenciais) dos componentes curriculares. 1.6 CONTEÚDOS CURRICULARES Atualização A partir da crítica sobre a realidade vivenciada, permitida por mecanismos diversos (como o NDE, a CPA, a coordenação de curso etc.) o Curso Superior de Tecnologia em Fabricação faz permeável a alterações e reordenamentos necessários, em função do compromisso da instituição em manter o perfil do egresso sintonizado ao que demanda o mercado. A criação do Curso Superior de Tecnologia em Fabricação da FACULDADE DE TECNOLOGIA DE Taubaté ETEP está em consonância com a necessidade contínua de adequação às tendências contemporâneas de construção de itinerários de profissionalização, de trajetórias formativas, e de atualização permanente, de acordo com a realidade laboral dos novos tempos. O Curso Superior de Tecnologia em Fabricação contempla um projeto pedagógico que garante uma formação básica sólida, com espaços amplos e permanentes de ajustamento às rápidas transformações sociais geradas pelo desenvolvimento do conhecimento, das ciências e da tecnologia, apontando para a criatividade e a inovação; condições básicas ao atendimento das diferentes vocações e ao desenvolvimento de competências, e para a atuação social e profissional em um mundo exigente de produtividade e de qualidade dos produtos e serviços. O curso visa à capacitação para o desenvolvimento de competências profissionais que se traduzam na área da indústria, especificamente em fabricação mecânica, criando condições para articular, mobilizar e colocar em ação conhecimentos, habilidades, valores e atitudes para responder, de forma original e criativa, com eficiência e eficácia, aos desafios e requerimentos do mundo do trabalho. São características do Curso: estabelecer com clareza aquilo que se deseja obter como um perfil do profissional integral; valorizar o desenvolvimento de trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso; preconizar o desenvolvimento de atividades complementares, tais como trabalhos de iniciação científica, projetos multidisciplinares, visitas teóricas, trabalhos em equipe, 16

17 desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em empresas juniores e outras atividades empreendedoras; aproximar o conhecimento básico da sua utilização profissional por meio da integração curricular; e utilizar metodologias de ensino/aprendizagem, que permitam a participação ativa dos alunos neste processo e a integração dos conhecimentos dos conteúdos básicos com os conteúdos profissionalizantes e específicos e, institui programas de iniciação científica como método de aprendizagem Adequação das Cargas Horárias Todas as disciplinas do curso têm carga horária de 50 horas-aula. Cada dia ou noite de aula tem uma única disciplina, o que permite ao professor maior liberdade de planejar estrategicamente seus conteúdos e metodologia específicos com base no tempo disponível. A uniformização das cargas horárias facilita, ainda, a compreensão do currículo por parte do aluno e do professor, e permite que todas as disciplinas se integralizem de forma harmônica dentro do calendário acadêmico. As diferenças de extensão ou importância dos diferentes conhecimentos abordados durante o curso para o perfil do egresso são contempladas pelo número de disciplinas dedicadas a cada assunto Adequação das Bibliografias As bibliografias indicadas no curso servem como guia para facilitar a compreensão de conteúdos, fornecer pontos de vista alternativos, aprofundar discussões, facilitar trabalhos acadêmicos, entre outras funções didático-pedagógicas. No que diz respeito às bibliografias básicas, indicam publicações que se ocupam do cerne da disciplina em questão. Nas bibliografias complementares, conteúdos adjacentes, de aprofundamentos de um ou mais conteúdos. A adequação das bibliografias indicadas leva em conta estas premissas, além da atualização dos conteúdos (especialmente nas disciplinas da área de tecnologia), a relevância dos autores e a linguagem utilizada. A IES conta, ainda, com um serviço de biblioteca atuante, conforme normas dispostas em seu Regimento interno. 17

18 Matriz Curricular Curso Superior de Tecnologia em Fabricação Curso Superior de Tecnologia em Fabricação Certificação em Auxiliar de Operações Módulo I Módulo II Módulo III Módulo IV Disciplina Créd CH Disciplina Créd CH Disciplina Créd CH Disciplina Créd CH Matemática Matemática Matemática Matemática Básica II III Avançada Informática Básica Tecnologia dos Materiais Fundamentos de Gestão Organizacion al Prática Interdiscipli nar I 4 40 Informática Básica II Desenho Técnico Básico Gestão de Projetos Prática Interdiscipli nar II TOTAL Física: Cinemática Desenho Técnico I Física: Força e Energia Desenho Técnico II Estatística Metrologia Prática Interdiscipli nar III 4 40 Certificação em Assistente de Fabricação Prática Interdiscipli nar IV 4 40 TOTAL Módulo V Módulo VI Módulo VII Módulo VIII Cré Disciplina Créd CH Disciplina Créd CH Disciplina CH Disciplina Créd CH d Saúde e Segurança do Trabalho Geral Gestão da Qualidade Resistência dos Materiais Planejamen to e Controle da Produção I Elementos de Máquinas I Planejament o e Controle da Produção II Elementos de Máquinas 18

19 Termodinâmic a Materiais de Engenharia Prática Interdisciplinar V TOTAL dos Fluídos Sistemas Pneumátic os Comunicaç ão Verbal Prática Interdiscipli nar VII Ciências do Ambiente Prática Interdiscipli nar VI TOTAL Tecnólogo em Fabricação Sistemas Hidráulicos Máquinas Térmicas Prática Interdiscipli nar VIII Módulo IX Módulo X Módulo XI Módulo XII Disciplina Créd CH Disciplina Créd CH Disciplina Processos de Fabricação I Prática Industrial Instalações Industriais Ensaios Destrutivos e Não Destrutivos Prática Interdisciplinar IX TOTAL Processo de Fabricação II Projetos Industriais Manuten ção Industrial Processos de Conforma ção Prática Interdiscipli nar X Métodos e Processos Custos Industriais Cré d Negociação Máquinas CNC Prática Interdiscipli nar XI TOTAL CH Disciplina Créd CH 24 0 Relações Interpessoai s Empreende dorismo Direito e Legislação Projeto Integrador Prática Interdiscipli nar XII Quadro Resumo Disciplinas Horas Aula Horas Disciplinas Obrigatórias Atividades Complementares Estágio Supervisionado - - TOTAL HORAS LIBRAS (Optativa)

20 MÓDULO I Conteúdo Ementas e Bibliografias 1º TRIMESTRE MATEMÁTICA BÁSICA Operações com números fracionários; MMC; Frações algébricas; Equações fracionárias; Equações de Primeiro grau; Equações numéricas; Equações literais; Operações com polinômios; Sistemas lineares; Potenciação; Logaritmos. Funções. LEITHOLD, Louis. Matemática aplicada à economia e administração. São Paulo: Harbra, p. MEDEIROS DA SILVA, Sebastião, Elio e Ermes. Matemática básica para cursos superiores. São Paulo: Atlas, FÁVARO, Silvio; FILHO, Osmir Kmeteuk. Noções de Lógica e Matemática Básica. São Paulo: Ciência Moderna, GARRITY, Peter. MBA compacto: matemática aplicada aos negócios. 7. ed. Rio de Janeiro: Campus, p. MORETTIN, Pedro A.; HAZZAN, Samuel., BUSSAB, Wilton de O. Cálculo funções de uma e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, BARBONI, Ayrton.; PAULETTE, Walter. Cálculo e análise: cálculo diferencial e integral a uma variável. 1 ed. Rio de Janeiro: LTC, 2007 (Fundamentos de matemática) WEBER, J. Matemática para Economia e Administração. 2 ed. São Paulo: Harbra, GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Matemática para administração. 1 ed. Rio de Janeiro: LTC, INFORMÁTICA BÁSICA Evolução histórica do computador. Componentes e sua funcionalidade. Funcionamento e acesso à Internet; Softwares para uso eficaz da Internet. Operação de software básica: Sistema Operacional. Editor de Textos. Planilha Eletrônica. Apresentação/Editoração Eletrônica. 20

21 JOHNSON, J. A.; CAPRON, Harriet L. Introdução à informática. 8ed. São Paulo: Pretence Hall Brasil, VELLOSO, Fernando de C. Informática conceitos básicos. Rio de Janeiro: Campus, MEYERS, Mike. Dominando o hardware PC: teoria e pratica. Tradução de Aldir Jose Coelho Correa da Silva. Rio de Janeiro: Alta Books, BROOKSHEAR, J. Glenn. Ciência da computação uma visão abrangente. 7ed. Porto Alegre: Bookman, CORNACHIONE JR, E.B.P. Informática aplicada às áreas de contabilidade, administração e economia. 3 ed., São Paulo: Atlas, NORTON, P. Introdução à informática. São Paulo: Makron Books, SANTOS, A. A. Informática na empresa. 4 ed. São Paulo: Atlas, REZENDE, Denis Alcides. Tecnologia da informação aplicada a sistemas de informação empresariais: o papel estratégico da informação e dos sistemas de informação nas empresas. 5. ed. São Paulo: Atlas, TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Características dos materiais utilizados na engenharia. Atrações interatômicas; coordenação atômica. Estruturas moleculares; estruturas cristalinas; estruturas amorfas. Imperfeições estruturais. Fases metálicas e suas propriedades. Diagramas de fases. Diagramas ferro- carbono. Aplicações. CALLISTER, William D. Ciência e engenharia dos materiais uma introdução. São Paulo: LTC, CALLISTER, William D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais. São Paulo: LTC, CHIAVERINI, Vicente. Aços e ferros fundidos. 7ed. São Paulo: ABM, RUSSELL, John B. Química geral.v.1.2. São Paulo: Makron, ASHBY, M.F.; JONES, D.R.H. Engenharia de materiais v.1: uma introdução às propriedades, aplicação e projeto. Rio de Janeiro: Elsevier, exs. VAN VLACK, L. H. Princípios de ciências dos materiais. São Paulo: Edgar Blucher,

22 SHACKELFORD, J. Ciências dos Materiais. 6ª Ed. Pearson Education, CALLISTER JUNIOR, WILLIAM, D. Materials science and engineering: na introduction. 5ª ed. New York: John Willey & Sons, FUNDAMENTOS DE GESTÃO ORGANIZACIONAL Conceituação e características da Administração. Planejamento. Organização. Direção e coordenação. Avaliação. Áreas da administração: funções e integração. Ciclo administrativo e seu funcionamento. Conceito e tipos de organizações. Finalidade das organizações. Formas de concentração de empresas. O processo de tomada de decisões. Gestão organizacional frente aos novos paradigmas. MAXIMIANO, Antonio C. A. Teoria geral da administração. 4ed. São Paulo: Atlas, MORGAN, Gareth. Imagens da organização edição executiva. 2ed. São Paulo: Atlas, ROBBINS, Stephen P. Administração: mudanças e perspectivas. São Paulo: Saraiva, HALL, R. H. Organizações: estruturas, processos e resultados. 8ed. São Paulo: Prentice-Hall do Brasil, CHIAVENATO, Idalberto. Administração: teoria processo e pratica. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, CHIAVENATO, Idalberto. Introdução a teoria geral da administração. 6. ed. Rio de Janeiro: Campus, SOBRAL, F.; PECI, A. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, ANDRADE, R. O. B.; AMBONI, N. Teoria geral da administração: das origens as perspectivas contemporâneas. São Paulo: Makron Books, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR I Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de Pesquisa Científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema, objetivos, referencial teórico, bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e desenvolvimento de trabalho interdisciplinar. 22

23 CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, GOLD, Miriam. Redação empresarial : escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SALOMON,D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3.ed. São Paulo: Moderna, MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria; LAKATOS, Eva Maria. Fundamentos de metodologia cientifica. 6 ed. Sao Paulo: Atlas, 2007 KOCHE, Jose Carlos. Fundamentos de metodologia cientifica: teoria da ciencia e iniciaçao a pesquisa. 26 ed. Rio de Janeiro: Vozes, º TRIMESTRE MATEMÁTICA I Limites: noção intuitiva, interpretação geométrica, aplicações na física e geometria. Limites no infinito e infinitos. Derivadas definição, interpretação geométrica. Aplicação na Física e Geometria. Regras de Derivação. Regra da Cadeia. Derivação Implícita, pontos de: inflexão, máximos e mínimos, extremos absolutos, concavidade. Problemas de otimização. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B.. Cálculo A Funções, Limite, Derivação, Integração. 5ª edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, STEWART, J., Cálculo. 5ª edição.v1. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, THOMAS, G. B.. Cálculo. 10ª edição. v1. São Paulo: Addison Wesley, ÀVILA, G. S. S.. 6ª edição. Cálculo 1 Funções de uma variável. Rio de Janeiro: LTC, AVILA, Geraldo. Introdução ao Cálculo. RJ: LTC, BARBONI, Ayrton; PAULETTE, Walter. Cálculo e análise: cálculo diferencial e integral a uma variável. Rio de Janeiro: LTC, (Fundamentos de matemática). EDWARDS JUNIOR, C Henry; PENNEY, David E. Cálculo com geometria analítica. Tradução de Alfredo Alves de Farias. 4ª ed. Rio de Janeiro: Prentice Hall do Brasil,

24 MORETTIN, Pedro A; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Calculo: funçoes de uma e varias variaveis. Sao Paulo: Saraiva, INFORMÁTICA BÁSICA II Algoritmos. Desenvolvimento estruturado de algoritmos. Linguagens de alto nível. Fundamentos de programação. Aplicações e atividades práticas utilizando um compilador de linguagem de alto nível. MEDINA, Marco; FERTIG, Cristina. Algoritmos e programação teoria e prática. São Paulo: Novatec, FORBELLONE, André Luiz. Lógica de programação. 3ed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, SOUZA, M. A. F.; GOMES, M. M.; SOARES, M. V.; CONCILIO, R. Algoritmos e lógica de programação. São Paulo: Thomson Pioneira, GUIMARAES, Angelo de Moura; LAGES, Newton Alberto de Castilho. Algoritmos e estruturas de dados. Rio de Janeiro: LTC, BROOKSHEAR, J Glenn. Ciência da computação: uma visão abrangente. Tradução de Cheng Mei Lee. 7ª ed. Porto Alegre: Bookman, WIRTH, Niklaus. Algoritmos e estrutura de dados. Rio de Janeiro: LTC, MANZANO, J A N G; OLIVEIRA, J F de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 16ª ed. São Paulo: Érica, VILARIM, G. Algoritmos: programação para iniciantes. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, DESENHO TÉCNICO BÁSICO Ponto, reta e plano nos quatro diedros. Curvas, superfícies. Elementos de geometria projetiva. Normas e convenções. Escalas. Construções geométricas. Projeções, cortes e secções. Leitura de desenhos. BARRETO, Deli G. O.; BORGES,Gladys C. de M.; MARTINS, Enio Z. Noções de geometria descritiva. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto,

25 DIAS, João; RIBEIRO, Carlos; SILVA, Arlindo; SOUSA, Luis. Desenho técnico moderno edição actualizada e aumentada. 4 ed. Lisboa: Lidel, ALBIERO, E.;SILVA,E.D. O. Desenho Técnico Fundamental. São Paulo:EPU s/d. MACHADO, Adervan. Geometria descritiva: p. teoria e exercicios. 23 ed. Sao Paulo: McGraw-Hill, BACHMANN, Albert; FORBERG, Richard. Desenho tecnico. 2 ed. Porto Alegre: Globo, BROOKSHEAR, J Glenn. Ciência da computação: uma visão abrangente. Tradução de Cheng Mei Lee. 7ª ed. Porto Alegre: Bookman, ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DE NORMAS TECNICAS. Normas para desenho tecnico/abnt. 2 ed. Porto Alegre: Globo, 1981 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR Princípios gerais de representação em desenho técnico PROVENZA, Francesco. Desenhista de Maquinas. Sao Paulo: Francesco Provenza, GESTÃO DE PROJETOS O conceito e os objetivos da gerência de projetos. Abertura e definição do escopo de um projeto. Negociação. Recursos. Cronogramas. Planejamento de um projeto. Execução, acompanhamento e controle de um projeto. Revisão e avaliação de um projeto. Fechamento de um projeto. Metodologias, técnicas e ferramentas da gerência de projetos. Controle de projetos. VARGAS, Ricardo V. Gerenciamento de projetos. 6ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2005 MENDES, João Ricardo B. Gerenciamento de projetos. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2006 KEELLING, Ralph. Gestão de Projetos - Uma Abordagem Global. São Paulo: Saraiva, DINSMORE, Paul Campbell (Org.). Projetos brasileiros: casos reais de gerenciamento. Rio de Janeiro: BRASPORT, KERZNER, Harold. Gestão de projetos as melhores práticas. 2ed. Porto Alegre: Bookman Companhia,

26 ALENCAR,A.J.;SCHIMTZ, E.A. Analise de risco em gerencia de projetos. Rio de Janeiro: Brasport:2006. CARVALHO, Marly Monteiro de; RABECHINI JR., Roque. Construindo Competências para Gerenciar Projetos. São Paulo: Atlas, BERNARDI, L. A. Manual de empreendedorismo e gestão: fundamentos, estratégias e dinâmicas. São Paulo: Atlas, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR II Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, º TRIMESTRE MATEMÁTICA II Integração. Integrais imediatas. Integral definida. Processos de integração. Aplicação de integração. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B.. Cálculo A Funções, Limite, Derivação, Integração. 6ª edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, STEWART, J., Cálculo. 5ª edição. v1. São Paulo: Pioneira Thomson Learning,

27 THOMAS, G. B.. Cálculo. 10ª edição. v1. São Paulo: Addison Wesley, HIMONAS, Alex; HOWARD, Alan.Cálculo conceitos e aplicações.são Paulo: LTC,2005. MORETTIN, Pedro A; HAZZAN, Samuel; BUSSAB, Wilton de Oliveira. Calculo: funçoes de uma e varias variaveis. Sao Paulo: Saraiva, TAN, Soo Tang. Matemática aplicada à administração e economia. Tradução de Edson de Faria. 5ª ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, AVILA, Geraldo. Cálculo I : funções de uma variável. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, BARBONI, Ayrton; PAULETTE, Walter. Calculo e análise: calculo diferencial e integral a uma variável. Rio de Janeiro: LTC, (Fundamentos de matemática). FÍSICA: CINEMÁTICA Sistemas de Unidades. Movimento Unidimensional: referencial, deslocamento, velocidade. Movimento Retilíneo Uniforme e Uniformemente Variado: equações, gráficos e aplicações. Movimento Bidimensional: Projétil e Circular. Força e Movimento: leis de Newton, aplicações e atrito. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER J. Fundamentos de física. v. 01. São Paulo: LTC, TIPLER, Paul A.; Física para cientistas e engenheiros. Vol. 01. São Paulo: LTC, SERWAY, R A. Física 1 para cientistas e engenheiros com física moderna : mecânica e gravitação. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark W. Física I:. 10ª ed. Sao Paulo: Pearson Addison Wesley, NUSSENZVEIG, Herch Moyses. Curso de física básica 1: mecânica. 3ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, v. BEER, Ferdinand P; JOHNSTON JUNIOR, E Russell. vetorial para engenheiros: cinemática e dinâmica. 5ª ed. São Paulo: McGraw-Hill, BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON JUNIOR, E Russell; CLAUSEN, William E. vetorial para engenheiros volume 2: dinâmica. Tradução de Nelson Manzanares Filho. 7ª ed. São Paulo: McGraw- Hill,

28 ALONSO, Marcelo; FINN, Eduard J. Física vol. 1 um curso universitário. Tradução de Ivan Nascimento- São Paulo- EB,2007. DESENHO TÉCNICO I Instrumentação, normas, convenções e padronização. Fases do desenho (croquis, desenho preliminar). Cotagem. Perspectivas. Sistemas de projeções. Vistas principais parciais e auxiliares. Cortes e seções. Indicações de tolerâncias e ajustes. MALATESTA, Edijarme. Curso prático de desenho técnico mecânico. São Paulo: Prismática, s/d. ALBIERO, Evandro; SILVA, Eurico de O. Desenho técnico fundamental. São Paulo: EPU, s/d. SCARATO; POZZA; MANFE. Desenho técnico mecânico. São Paulo: Hemus, PRINCIPE JR, Alfredo dos Reis. Noções de Geometria Descritiva Vol.1. São Paulo: Nobel, FRENCH, Thomas E; VIERCK, Charles J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8ª ed. São Paulo: Globo, PROVENZA, F. Manual do Desenhista de Máquinas. São Paulo: PROTEC. s/d. SILVA, Arlindo et al. Desenho técnico moderno. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, BARRETO, Deli G. O.; BORGES,Gladys C. de M.; MARTINS, Enio Z. Noções de geometria descritiva. Porto Alegre: Sagra-Luzzatto, ESTATÍSTICA Estatística Descritiva. Distribuição de Probabilidades. Teorema do Limite Central. Teorema da estimação - Intervalo Central. Testes de Hipóteses. Correlação. Regressão Linear Simples. Aplicações. BUSSAB, Wilton; MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica. 5ed. São Paulo: Saraiva, COSTA NETO, Pedro Luiz de Oliveira. Estatistica. 2. ed. Sao Paulo: Edgard Blucher, LAPPONI, Juan Carlos. Estatistica usando Excel. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, MOORE, D. S.. A Estatística básica e a sua prática. Rio de Janeiro: LTC,

29 LEVINE, D.M.; BERENSON, M.L.; STEPHAN, D. Estatística: teoria e aplicações. 5 ed. Rio de Janeiro: LTC, KAZMIER, Leonard. Estatística aplicada a economia e administração. São Paulo: Pearson Makron Books, ANDERSON, D. R.; SWEENEY, D. J.; WILLIAMS, T. A. Estatística aplicada à administração e economia. 2. ed. São Paulo: Thomson Learning, LARSON,R.; FARBER,B. Estatística aplicada. 2 ed. São Paulo: Prentice Hall, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR III Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, º TRIMESTRE MATEMÁTICA AVANÇADA Introdução aos sistemas de duas ou mais variáveis e derivadas parciais; Equações Diferenciais e utilização da Transformada de Laplace; Aplicações em Eletrônica e Sistemas mecânicos. BOYCE, W. E., DIPRIMA, R. C. Equações Diferenciais Elementares e Problemas de Valores de Contorno. 8ª edição. São Paulo: LTC,

30 BUTKOV, E. I. Física Matemática. Rio de Janeiro: LTC, LATHI, B.P. Sinais e Sistemas lineares 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, QUEVEDO, C. P. Matemática Superior. Rio de Janeiro: Interciência, OGATA, Katsuhiko. Engenharia de controle moderno. Tradução de Paulo Alvaro Maya. 4ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, BUTKOV, Eugene. Física matemática. Tradução de João Bosco Pitombeira Fernandes de Carvalho. Rio de Janeiro: LTC, SUGESTÃO: IRWIN, J David. Analises de circuitos em engenharia. Sao Paulo: Makron Books, 2000 GUIDORIZZI, H.L. Um curso de cálculo. Rio de janeiro: LTC, vols. FÍSICA: FORÇA E ENERGIA Aplicações das Leis de Newton. Trabalho e energia cinética. Teorema trabalho-energia. Forças conservativas e energia potencial. Conservação da energia e aplicações. Sistema de partículas e quantidade de movimento. Colisões. Rotação de corpos rígidos. Torque e momento angular. Atividade Experimental: Medidas de comprimento e tempo. Confecção de relatórios. Análise dimensional. Construção e linearização de gráficos. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER J. Fundamentos de física. v. 01. São Paulo: LTC, TIPLER, Paul A.; Física para cientistas e engenheiros. Vol. 01. São Paulo: LTC, SERWAY, R A. Fisica 1 para cientistas e engenheiros com física moderna : mecânica e gravitação. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark W. Física I:. 10ª ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley, ALONSO, Marcelo; FINN, Eduard J. Física vol. 1 um curso universitário. Tradução de Ivan Nascimento- São Paulo - EB, MERIAN, J.L.; KRAIGE,L.G. :dinâmica. Tradução de Fernando Ribeiro da Silva 5ªed.Rio de Janeiro: LTC,

31 BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON JUNIOR, E Russell; CLAUSEN, William E. vetorial para engenheiros volume 2: dinâmica. Tradução de Nelson Manzanares Filho. 7ª ed. São Paulo: McGraw- Hill, HIBBELER, R C. Dinâmica: mecânica para engenharia. Tradução de Fernando Ribeiro da Silva. 10ª ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008 DESENHO TÉCNICO II Técnicas fundamentais do desenho auxiliado por computador. Metodologia de projeto auxiliado por computador. Ambiente gráfico de trabalho de uma ferramenta computacional de CAD. Sistemas de coordenadas e traçado de contornos. Comandos de visualização. Ferramentas para seleção de pontos e objetos. Comandos para o desenho de detalhes e características de projeto. Conceito de níveis e camadas. Propriedades de um objeto. Comandos para edição e modificação de objetos. Anotações e dimensionamento do projeto. Projeto auxiliado por computador e geração de desenhos técnicos. Troca de informações com ferramentas computacionais de auxílio à engenharia e manufatura (CAE/CAM). Atividades de Laboratório. MALATESTA, Edijarme. Curso prático de desenho técnico mecânico. São Paulo: Prismática, s/d. SCARATO; POZZA;MANFE. Desenho técnico mecânico. São Paulo: Hemus, BOCCHESE, Cássio, PREDABON, Edilar. SolidWorks Projeto e Desenvolvimento. 5ª edição. São Paulo: Editora Érica.2005 BALDAM, Roquemar de Lima. Autocad 2000 utilizando totalmente 2D 3D e avançado. 9. ed. Sao Paulo: Erica, SILVA, Arlindo; SOUSA, Luis. Desenho técnico moderno edição actualizada e aumentada. 4ª ed. Lisboa: Lidel, FIALHO, Arivelto Bustamante. SolidWorks Office Premium 2008: teoria e prática no desenvolvimento de produtos industriais Plataforma para projetos CAD/CAE/CAM. São Paulo: Érica, PRINCIPE JUNIOR, Alfredo dos Reis. Noções de geometria descritiva. 24ª ed. São Paulo: Nobel, v. v.1: 15 exs. e v.2: PROVENZA, F. Manual do Desenhista de Máquinas. São Paulo: PROTEC. s/d. 31

32 METROLOGIA Principais conceitos de metrologia. Teoria dos erros, calibração (ISO). Sistemas internacionais de unidades, padrões. Tecnologias de instrumentos de medição e controles de processos. Performance e características de instrumentos. Processos de medição de variáveis tais como: pressão, temperatura, nível e fluxo de processo de controle. Tendências em tecnologias de controle. LIRA, Francisco. Metrologia na indústria. São Paulo: Erica, RODRIGUES, R S. Metrologia industrial: a medição da peça. São Paulo: Formacon, p. FIALHO, Arivelto B. Instrumentação industrial conceitos, aplicações e analises. 2ed. São Paulo: Erica, WAENY, J C de C. Controle Total da Qualidade em Metrologia. São Paulo: Makron Books, CUNHA, Lauro Salles; CRAVENCO, Marcelo Padovani. Manual prático do mecânico. São Paulo: Hemus, GONZALEZ, Carlos Gonzalez; VAZQUEZ, Jose Ramon Zeleny. Metrologia. Naucalpan de Juarez: McGraw-Hill, MONTEIRO, Jose Manuel de Carvalho (Organ). Introdução a metrologia do micrometro ao bloco padrão. São Paulo: Starrett, DIAS, Jose Luciano de Mattos. Medida normalização e qualidade: aspectos da historia da metrologia. Rio de Janeiro: INMETRO, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR IV Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez,

33 CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, º TRIMESTRE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Introdução. Conceitos. Controle e prevenção dos riscos profissionais. Segurança dos projetos. Avaliação e controle. Normalização e legislação. Organização da segurança do trabalho. Fisiologia do trabalho, ergonomia. O ambiente e as doenças do trabalho. Saneamento do meio. Proteção contra incêndio. Comunicação e primeiros socorros. CIPA. Especificações técnicas dos EPIs. EQUIPE ATLAS. Segurança e medicina do trabalho. 62ª ed. São Paulo: Atlas, OLIVEIRA, Claudio A Dias de. Passo a passo dos procedimentos técnicos em segurança e saúde no trabalho: micro, pequenas médias e grandes empresas. São Paulo: LTR, CARDELLA, Benedito. Segurança no trabalho e prevenção de acidentes: uma abordagem logística segurança integrada a missão organizacional com produtividade qualidade preservação ambiental e desenvolvimento de pessoas. São Paulo: Atlas, MARTINS, Sergio Pinto. Direito do trabalho. 13 ed. Sao Paulo: Atlas, SERVIÇO SOCIAL DA INDUSTRIA (SESI). CIPA Curso de Treinamento. São Paulo OLIVEIRA, A.O. Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar Anotada. 2ª Edição. Atlas. São Paulo, 2001 RIBEIRO, L.F. Técnicas de Segurança do Trabalho. C.U.C. Comunicação. Universidade. Cultura Editora. São Bernardo do Campo. São Paulo, 1974 SAAD, E. G. Introdução a Engenharia de Segurança do Trabalho. Fundacentro. São Paulo,

34 Fundacentro. Curso de Engenharia Segurança do Trabalho. São Paulo,1981 MECÂNICA GERAL Conceitos fundamentais da mecânica newtoriana. Estática dos pontos vetoriais. Equilíbrio dos corpos rígidos no plano e no espaço. Centro de gravidade. Cargas distribuídas. Momento de inércia aplicada. FRANCA, Luis N.; MATSUMURA, Amadeu Z. Geral. São Paulo: Edgard Blucher, KAMINSKI, Paulo C. geral para engenheiros. São Paulo: Edgar Blucher, BEER, Ferdinand P.; JOHNSTON JR., E. Russell. vetorial para engenheiros. São Paulo: Makron Books, BEER, Ferdinand Pierre; JOHNSTON JUNIOR, E Russell; CLAUSEN, William E. vetorial para engenheiros volume 2 : dinâmica. Tradução de Nelson Manzanares Filho. 7ª. ed. São Paulo: McGraw-Hill, p. HIBBELER, R C. : estática. Tradução de Fernando Ribeiro da Silva. 8. ed. Rio de Janeiro: LTC, p. MERIAN, J L; KRAIGE, L G. : estática. 4ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, p. MERIAN, J L; KRAIGE, L G. : dinâmica. Tradução de Fernando Ribeiro da Silva. 5ª ed. Rio de Janeiro: LTC, pg. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física 1 : mecânica. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, TERMODINÂMICA Conceitos fundamentais. Leis fundamentais: continuidade. Conservação de energia. 1ª lei da termodinâmica. 2ª lei da termodinâmica. Entropia. Aplicações. Ciclos térmicos. Transferências de calor. Aplicações. Introdução à termodinâmica estatística. HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos de física vol. 2 : gravitação ondas e termodinâmica. 6ª. ed. Rio de Janeiro: LTC,

35 TIPLER. Paul A; MOSCA, Gene. Física para cientistas e engenheiros v ed. Rio de Janeiro: LTC, SERWAY, R A. Princípios de Física 2 - movimento ondulatória e termodinâmica. 3ª. ed. Rio de Janeiro: LTC, SEARS, Francis Weston; ZEMANSKY, Mark W. Fisica II: termodinâmica e ondas. 12ª ed. São Paulo: Pearson Addison Wesley, NUSSENZVEIG, Herch Moyses. Curso de física básica 2: fluidos, oscilações e ondas calor. São Paulo: Edgard Blucher, v. BRAGA FILHO, Washington. Fenômenos de transporte para engenharia. Rio de Janeiro: LTC, LEVENSPIEL, Octave. Termodinâmica amistosa para engenheiros. Tradução de Jose Luis Magnani. São Paulo: Edgard Blucher, VAN WYLEN, Gordon J; SONNTAG, Richard E. Fundamentos da termodinâmica clássica. Tradução de Euryale de Jesus Zerbini. 4ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, MATERIAIS DE ENGENHARIA Conhecimento da curva TTT; Principais tipos de tratamentos térmicos convencionais; Tratamentos isotérmicos; Endurecimento superficial; Fatores influentes na temperabilidade; Corrosão - Proteção contra corrosão; Materiais utilizados e suas características físicas, químicas, ambientais e de processabilidade, possibilitando a seleção e utilização dos mesmos; aços ao carbono;aços de baixa liga; aços de alta liga para construção mecânica; ferros fundidos; metais e ligas; ligas a base de cobre e de níquel; materiais não metálicos: cerâmicos, poliméricos e materiais compostos. CHIAVERINI, Vicente. Aços e ferros fundidos: características gerais tratamentos térmicos principais tipos. 7ª. ed. São Paulo: ABM, CALLISTER, William D. Fundamentos da ciência e engenharia de materiais. São Paulo: LTC, MANO, Eloisa Biasotto. Polímeros como materiais de engenharia.1ª.ed.são Paulo: Edgard Blucher, CANEVAROLO Jr, S. V. Ciência dos polímeros um texto básico para tecnólogos e engenheiros. São Paulo: Artiliber,

36 CALLISTER JUNIOR, William D. Materials science and engineering: an introduction. 5ª ed. New York: John Willey & Sons, CANTO, Eduardo Leite do. Minerais minérios metais: de onde vem? Para onde vão? 2ª Ed. São Paulo: Moderna, (Coleção Polêmica). PARETO, Luis. Resistência e ciência dos materiais. Tradução de Joshuah de Bragança Soares. São Paulo: Hemus, ASHBY, M.F.; JONES, D.R.H. Engenharia de materiais v.1: uma introdução às propriedades, aplicação e projeto. Rio de Janeiro: Elsevier, 2007 PRÁTICA INTERDISCIPLINAR V Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, º TRIMESTRE GESTÃO DA QUALIDADE Planejamento da qualidade de produtos e processos. Qualidade em projeto e planejamento de processos. Qualidade de fabricação. Inspeção da qualidade. Qualidade do produto em serviço. Qualidade assistida por computador. 36

37 CARPINETTI, L. C R; MIGUEL, P.A.C.; GEROLAMO, M. C. Gestão da qualidade ISO 9001:2000: princípios e requisitos. São Paulo: Atlas, CAMPOS, V. F. TQC: controle da qualidade total. São Paulo: INDG tecnologia e Serviços Ltda, VALLE, C. E. do. Qualidade ambiental ISO São Paulo: Senac, MONTGOMERY, D. C. Introdução a controle estatístico da qualidade. 4ª ed. Rio de Janeiro: LTC, FEIGENBAUM, A. V. Controle da Qualidade Total. São Paulo: Makron Books do Brasil Editora Ltda. Vol 1, Vol 2, Vol 4. DEMING, W. E. Qualidade: A Revolução da Administração. Rio de Janeiro: Saraiva,1990. MATSUMURA, Paulo. Compromisso total com a qualidade: Grafica Satelite, PALADINI, E. P. Avaliação Estratégica da Qualidade. São Paulo, Atlas, um comportamento. Sao Paulo: RESISTÊNCIA DOS MATERIAIS Esforços externos, solicitantes e resistentes. Tensões e seus esforços. Princípios gerais. Estudos das tensões. Estados de tensão. Estudo das deformações. Trabalho de deformação. Solicitações axiais. Flexão simples. Torção. Flambagem. BEER, F; JONHSTON JR, E. R.; DEWOLF, J. Resistência dos materiais: mecânica dos materiais. São Paulo: McGraw-Hill, 2006 HIBBELER, R. C. Resistência dos materiais. 5ªed. São Paulo: Prentice Hall Brasil, GERE, J.M. dos materiais. São Paulo: Thomson Learning, KOMATSU, J. S. dos sólidos 1. São Carlos: EDUFSCAR, ASHBY, M. F., JONES, D. R.H. Engenharia de Materiais Vol. 1, Rio de Janeiro: Elsevier, 2007 MELCONIAN, S. Técnica e Resistência dos Materiais.18 ed. São Paulo: Érica, 2007 SHIGLEY, J. E., MISCHKE, C. R. Mechanical Engineering Design. 5 th ed. McGraw Hill NIENMANN, G. Elementos de Máquinas. São Paulo: Edgard Blücher,

38 MECÂNICA DOS FLUIDOS dos fluidos. Propriedade dos fluidos e definições. Estática dos fluidos. Conceitos e equações fundamentais do movimento dos fluidos. Análise dimensional e semelhança dinâmica. Escoamentos internos: efeito da viscosidade resistência dos fluidos. Escoamentos externos. Escoamento de fluidos compressíveis. FOX, R. W; McDONALD, A. T; PRITCHARD, P. J. Introdução à mecânica dos fluidos. 6ªed. Rio de Janeiro: LTC, BRUNETTI, Franco. dos fluidos. 2ªed. São Paulo: Pearson, ASSY, T. M. dos fluidos: fundamentos e aplicações. 2ª ed. Rio de Janeiro: LTC MUNSON, B. Fundamentos da de Fluidos. 4. ed. São Paulo: Edgard Blucher Ltda., CATTANI, Mauro Elementos de s dos Fluidos. São Paulo SP: Editora Edgard Blucher Ltda. BIRD, R. Byron Fenômeno de Transporte, 2, ed., Rio de Janeiro RJ. Livros Técnicos Científicos S.A. WHITE, Frank M. dos Fluidos. 4 ed. Rio de Janeiro RJ. Mc Graw Hill. STREETER, V. C. dos Fluidos São Paulo SP. Mc Graw Hill. CIÊNCIAS DO AMBIENTE Noções de ecossistemas; A biosfera e o seu equilíbrio; A interação do homem com o meio ambiente; Métodos de estudo dos recursos naturais, engenharia e meio ambiente; Desenvolvimento sustentável; Legislação e normas. ODUM, Eugene P; BARRETT, Gary W. Fundamentos de ecologia. São Paulo: Thomson Learning, BRAGA, Benedito et al. Introdução a engenharia ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. 2ª ed. São Paulo: Prentice Hall, RICKLEFS, Robert E. Economia da natureza, A. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, VARGAS, H. C. Novos instrumentos de gestão ambiental urbana. São Paulo: EDUSP,

39 BRANCO, S.M. O meio ambiente em debate. 7ªed. São Paulo: Moderna, (Coleção Polêmica). USBERCO, J.; SALVADOR, E. Química: volume único. 4ªed. Sap Paulo: Saraiva, ANDRADE, Rui Otavio Bernardes de; TACHIZAWA, Takeshy; CARVALHO, Ana Barreiros de. Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Pearson Makron Books, MANO, Eloisa Biasotto; PACHECO, Elen Beatriz Acordi Vasques; BONELLI, Claudia Maria Chagas. Meio ambiente poluição e reciclagem. São Paulo: Edgard Blucher, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR VI Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, º TRIMESTRE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO I Introdução. Função do P.C.P. Planejamento do produto. Planejamento do processo. Programação e controle da produção. Técnicas de planejamento e controle. FERREIRA, H. B. Redes de planejamento: metodologia e prática com PERT/COM e MS PROJECT. Rio de Janeiro: Ciência Moderna,

40 SLACK, N; CHAMBERS S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 2ª ed. São Paulo: Atlas, CORREA, H. L; GIANESI, I. G. N.; CAON, M. Planejamento e controle da produção: MRP II, ERP: conceitos, uso e implantação base para SAP, ORACLE, APLLICATIONS e outros softwares integrados de gestão. 5ª ed. São Paulo: Atlas, CORREA, Henrique Luiz; CORREA, Carlos A. Administraçao de produçao e operaçoes: manufatura e serviços: uma abordagem estrategica. 2 ed. Sao Paulo: Atlas, TURBINO, D. F. Planejamento e Controle da Produção. São Paulo. Editora Atlas BURBIDGE, J. L; Planejamento e Controle da Produção. São Paulo. Editora Atlas STEVENSON, W. J. Administração das Operações de Produção. Rio de Janeiro. Editora LTC. ZACCARELLI, S. B. Programação e Controle da Produção. São Paulo. Livraria Pioneira Editora ELEMENTOS DE MÁQUINAS I Conceitos básicos. Elementos de maquinas: descrição, concepção e dimensionamento. Teorias de falhas e fadiga. Eixos, molas e engrenagens. Elementos de junção. NIENMANN, G. Elementos de Máquinas v.1. São Paulo: Edgard Blücher, NORTON, R. L. Projeto de Máquinas uma abordagem integrada. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, SHIGLEY, J. E.; MISCHKE, C.R.; BUDYNAS, R.G. Projeto de Engenharia. 7ª ed. Porto Alegre: Bookman, MELCONIAN, Sarkis. Elementos de Máquinas. 9. ed. São Paulo: Erica, p. FINZI, Dario. Engrenagens. Rio de Janeiro: Ao Livro Tecnico, BOSCH, Robert. Manual de Tecnologia Automotiva. Tradução de Euryale de Jesus Zerbini et al. Sao Paulo: Edgard Blucher, p. PROVENZA, Francesco. Desenhista de Máquinas. São Paulo: Francesco Provenza, 2009 ALBUQUERQUE, Olavo A L Pires E. Elementos de maquinas Rio de Janeiro: Guanabara Dois, SISTEMAS PNEUMÁTICOS 40

41 Princípios físicos que envolvem a pneumática. Formas de produção, preparação e distribuição de ar comprimido. Símbolos normalizados, especificações técnicas, formas construtivas e funções dos atuadores, válvulas direcionais, de bloqueio, de fluxo, de pressão e combinadas. Circuitos pneumáticos para atender requisitos de automação e comandos seqüenciais utilizando-se de um ou mais atuadores com apoio de software de desenho e simulação. Montagens práticas de sistemas pneumáticos com componentes reais. LIMA, Epaminondas P. C. das bombas. Rio de Janeiro: Interciência, ASSY, Tufi Mamed. dos fluidos fundamentos e aplicações. São Paulo: LTC, STEWART, Harry L. Pneumática e hidráulica. 3ed. São Paulo: Hemus, s/d. PARKER HANNIFIN INDUSTRIA E COMÉRCIO. Tecnologia hidráulica industrial. São Paulo: Parker Hannifin Corporation, FIALHO, A. B. Automação Pneumática: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. 6ªed. São Paulo: Érica, MEIXNER, H.; KOBLER, R. Introdução a Pneumática. 2ªed. São Paulo: Festo, PARKER HANNIFIN INDUSTRIA E COMERCIO. Tecnologia pneumática industrial. São Paulo: Parker Hannifin Corporation, MACINTYRE, A. J.Bombas e instalações de bombeamento. 2ªed. Rio de Janeiro: LTC, COMUNICAÇÃO VERBAL Comunicação: elementos da comunicação níveis de linguagem. Organização do pensamento e estruturação de mensagens. Comunicação interpessoal: competência comunicativa, percepção interpessoal, Oratória e dicção. POLITO, Reinaldo. Assim é que se fala: como organizar a fala e transmitir idéias. Saraiva: SP, TEIXEIRA, Leonardo. Comunicação na empresa. Rio de Janeiro: FGV, BOAVENTURA, Edivaldo. Como ordenar as idéias. 8 ed. São Paulo; Ática,

42 MEDEIROS, Joao Bosco. Redação empresarial: contem técnicas de elaboração de trabalho de conclusão de curso (TCC). 5 ed. Sao Paulo: Atlas, FERREIRA, M. Redação: palavra e arte. São Paulo: Atual, PIMENTA, Maria Alzira. Comunicação empresarial. 5. ed. Campinas: Alinea, ROBBINS, Harvey A. Como ouvir e falar melhor. Rio de Janeiro: Ed. Alegro BB, BLIKSTEIN, Izidoro. Como falar em público: técnicas de comunicação. São Paulo: Ática, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR VII Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, º TRIMESTRE PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO II Conceitos de Sistemas de Planejamento e Controle de Produção. Sistemas de Produtos. Sistema de manufaturas. Classificação dos sistemas produtivos. FERREIRA, H. B. Redes de planejamento: metodologia e prática com PERT/COM e MS PROJECT. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, SLACK, N; CHAMBERS S.; JOHNSTON, R. Administração da produção. 2ª ed. São Paulo: Atlas,

43 CORREA, H. L; GIANESI, I. G. N.; CAON, M. Planejamento e controle da produção: MRP II, ERP: conceitos, uso e implantação base para SAP, ORACLE, APLLICATIONS e outros softwares integrados de gestão. 5ª ed. São Paulo: Atlas, CORREA, Henrique Luiz; CORREA, Carlos A. Administraçao de produçao e operaçoes: manufatura e serviços: uma abordagem estrategica. 2 ed. Sao Paulo: Atlas, TURBINO, D. F. Planejamento e Controle da Produção. São Paulo. Editora Atlas BURBIDGE, J. L; Planejamento e Controle da Produção. São Paulo. Editora Atlas STEVENSON, W. J. Administração das Operações de Produção. Rio de Janeiro. Editora LTC. ZACCARELLI, S. B. Programação e Controle da Produção. São Paulo. Livraria Pioneira Editora ELEMENTOS DE MÁQUINAS II Mancais de deslizamento. Transmissões por corrente, correias e cabos. Acoplamentos. Freios e embreagens. Engrenagens cilíndricas. Desgaste. Vida de componentes. Tribologia. Projeto auxiliado por computador. NIENMANN, G. Elementos de Máquinas v.1. São Paulo: Edgard Blücher, NORTON, R. L. Projeto de Máquinas uma abordagem integrada. 2ª ed. Porto Alegre: Bookman, SHIGLEY, J. E.; MISCHKE, C.R.; BUDYNAS, R.G. Projeto de Engenharia. 7ª ed. Porto Alegre: Bookman, MELCONIAN, Sarkis. Elementos de Máquinas. 9. ed. São Paulo: Erica, p. FINZI, Dario. Engrenagens. Rio de Janeiro: Ao Livro Tecnico, BOSCH, Robert. Manual de Tecnologia Automotiva. Tradução de Euryale de Jesus Zerbini et al. Sao Paulo: Edgard Blucher, p. PROVENZA, Francesco. Desenhista de Máquinas. São Paulo: Francesco Provenza, 2009 ALBUQUERQUE, Olavo A L Pires E. Elementos de maquinas p. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 43

44 SISTEMAS HIDRÁULICOS Princípios físicos que envolvem a hidráulica industrial. Especificações, principais características e cuidados para adequada utilização dos fluidos hidráulicos mais comuns. Símbolos normalizados, especificações técnicas, formas construtivas e funções das bombas hidráulicas, atuadores, válvulas direcionais, de bloqueio, de fluxo e de pressão. Circuitos hidráulicos para atender requisitos de automação, estudando as formas de controle de velocidade e de força, com apoio de software de desenho e simulação. LIMA, Epaminondas P. C. das bombas. Rio de Janeiro: Interciência, ASSY, Tufi Mamed. dos fluidos fundamentos e aplicações. São Paulo: LTC, STEWART, Harry L. Pneumática e hidráulica. 3ed. São Paulo: Hemus, s/d. PARKER HANNIFIN INDUSTRIA E COMÉRCIO. Tecnologia hidráulica industrial. São Paulo: Parker Hannifin Corporation, FIALHO, A. B. Automação Pneumática: projetos, dimensionamento e análise de circuitos. 6ªed. São Paulo: Érica, MEIXNER, H.; KOBLER, R. Introdução a Pneumática. 2ªed. São Paulo: Festo, PARKER HANNIFIN INDUSTRIA E COMERCIO. Tecnologia pneumática industrial. São Paulo: Parker Hannifin Corporation, BONACORSO, N. G.; NOLL, V. Automação eletropneumática. 6ªed. São Paulo: Érica, MÁQUINAS TÉRMICAS Introdução a máquinas térmicas. Conceitos e princípios básicos. Calor e trabalho. Ciclo de Rankine. Ciclo a gás. Ciclo Otto. Ciclo diesel. Turbinas a gás.. Projeto de máquinas térmicas. Praticas de laboratório visando, através de experimentos factíveis em escala laboratorial, consolidar conceitos fundamentais da disciplina. BOSCH, R. Manual de Tecnologia Automotiva. São Paulo: Edgar Blücher, EASTOP, T. D., McCONKEY, A. Applied thermodynamics for engineering technologies. 5ªed. Inglaterra: Pearson Prentice Hall,

45 MARTINS, J. Motores de combustão interna. São Paulo: Publindustria. SONNTAG, R.E.; BORGNAKKE, C.; VAN WYLEN, G.J. Fundamentos da termodinâmica. São Paulo: Edgard Blucher, TAYLOR, Charles F. Analise dos motores de combustão interna. São Paulo: Edgard Blucher, GIACOSA, D. Motores Endotérmicos: motores de encedido por chispa Barcelona: Edicionesd Omega, QUADROS, S.Termodinâmica e a invenção das máquinas térmicas.são Paulo: Scipione, SOUZA, Z. de. Elementos de máquinas térmicas. Rio de Janeiro: Campus, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR VIII Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes,

46 PROCESSOS DE FABRICAÇÃO I 9º TRIMESTRE Fundamentos dos processos de usinagem com ferramenta de geometria definida; Planejamento de processos; Máquinas operatrizes; Fundamentos dos processos de usinagem com ferramenta de geometria não definida; Processos de conformação aplicados aos metais; Processos de conformação aplicados aos polímeros; Processos de conformação aplicados aos cerâmicos. HELMAN, H.; CETLIN, P.R. Fundamentos da conformação: mecânica dos metais. São Paulo: Artliber, DINIZ, A. E.; MARCONDES, F.C.; COPPINI, N.L. Tecnologia da usinagem dos materiais. 5ªed. São Paulo: Artliber, CANEVAROLO JUNIOR, S. V. Ciência dos polímeros: um texto básico para tecnólogos e engenheiros. 2ªed. São Paulo: Artliber, CALLISTER, W. D. (2006). Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais. Rio de Janeiro: LTC. CHIAVERINI, V. (1986). Tecnologia. São Paulo: Makron Books. DEGARMO, E., KOHSER, R., & BLACK, J. (2008). Materials and Processes in Manufacturing. New Jersey: Jonh Willey & Sons. FERRARESI, D. (1977). Fundamentos da Usinagem dos Metais. São Paulo: Edgar Blucher. GROOVER, M. P. (2008). Fundamental of Modern Manufacturing. New Jersey: Willey.. PRÁTICA INDUSTRIAL A disciplina objetiva desenvolver a capacidade de explorar o potencial produtivo de máquinas de usinagem bem como oferecer aos alunos a prática necessária para a execução de peças mecânicas através dos seguintes conteúdos: descrição dos principais instrumentos de medição e controle; descrição dos instrumentos e métodos de traçagem e preparação de matéria-prima; prática das operações básicas torno mecânico, fresa e na soldagem de metais. DINIZ, A. E.; MARCONDES, F.C.; COPPINI, N.L. Tecnologia da usinagem dos materiais. 5ªed. São Paulo: Artliber, CUNHA, L. S.; CRAVENCO, M.P. Manual prático do mecânico. São Paulo: Hemus,

47 PROVENZA, F. Projetista de Máquinas. São Paulo: Pro-Tec, LESKO, Jim. Design Industrial: materiais e processos de fabricação. São Paulo: Edgar Blucher, SHIGLEY, Joseph Edward; MISCHKE, Charles R; BUDYNAS, Richard G. mecanica. 7 ed. Porto Alegre: Bookman, Projeto de engenharia ROSSI, M. Máquinas operatrizes modernas: comandos oleodinâmicos, métodos de usinagem, utensílios, tempos de produção. Rio de Janeiro: Líbero Americano, Vol. 1 e 2. CASILLAS, A. L. Máquinas: formulários técnicos. 2a Edição. São Paulo. Mestre DIAS, J.L.M. Medida, normalização e qualidade: aspectos da história da metrologia. Rio de Janeiro. INMETRO, 1998 INSTALAÇÕES INDUSTRIAIS O papel das utilidades industriais; Tratamento de água; Geração de vapor; Ar comprimido; Compressores; Uso racional da energia. BLOOM, Neil B. Reliability Centered Maintenance (RCM): implementation made simple. New York: McGraw-Hill Book Company, GENTIL, V. Corrosão. 5ªed. Rio de Janeiro: LTC, SANTOS, V. Aparecido dos. Manual Prático da manutenção industrial. 2ª ed. São Paulo: Ícone, SHINGO, Shigeo. O Sistema Toyata de Produção do Ponto da Engenharia de Produção. PortoAlegreArtmed1996. MARTINS, P.G. Administração da Produção São Paulo ; Saraiva CORRÊA, Henrique L. Administração de Produções e Operações. São Paulo : Atlas GAITHER, Norman Administração da Produção São Paulo : Pioneira Thomson Learning BLACK, J. T. O Projeto de Fabrica com Futuro. Porto Alegre: Artes Médicas ENSAIOS DESTRUTIVOS E NÃO DESTRUTIVOS Os principais ensaios tratados na disciplina são: dureza; tração; impacto; fadiga; fluência, cisalhamento e ensaio metalográfico; Ensaio visual; Líquidos penetrantes; Partículas magnéticas; Raio X e interpretação radiográficas. Ultrasom; Correntes parasitas. 47

48 SOUZA, S.A. Ensaios mecânicos de materiais metálicos: fundamentos teóricos e práticos. 5ª ed. São Paulo:Edgard Blücher, CALLISTER JR., William D. Ciência e Engenharia dos Materiais: uma introdução. 7ªed. Rio de Janeiro: LTC, GARCIA, Amauri; SPIM, Jaime Álvares; SANTOS, Carlos Alexandre dos. Ensaios de materiais. Rio de Janeiro: LTC, SHACKELFORD, J.F. Ciência dos materiais. São Paulo: Perason Education do Brasil. CHIAVERINI, V. Tecnologia mecânica : estrutura e propriedades processos de fabricação. São Paulo: Mcgraw-Hill do Brasil, ROMPE, Jose Itacir. Laboratorio de ensaios destrutivos. Sao Jose dos Campos: ETEP Faculdades, (1988). 73p. DEGARMO, E Paul; KOHSER, Ronald A; BLACK, J T; KOHSER, Ronald A. Materials and processes in manufacturing. 10 ed. New Jersey: John Willey & Sons, VAN VLACK, Lawrence H. Princípios de ciência dos materiais. São Paulo: Edgard Blucher, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR IX Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna,

49 SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, º TRIMESTRE PROCESSOS DE FABRICAÇÃO II Fundição - processo de fundição. Metalurgia do pó. Processos de soldagem (tig-mig-mag-oxigásarco submerso). Metalurgia, caracterização, terminologia e simbologia na soldagem. Processo de corte (gás e laser). Introdução aos processos de conformação plástica dos metais, tais como: forjamento, laminação, extrusão, trefilação e estampagem. Defeitos e causas. Processos de injeção, sopro, extrusão, laminação e vacum forming de plásticos e processo de laminação de compósitos. WAINER, E. (Coord.) Soldagem: processos e metalurgia. São Paulo: Edgard Blucher, CHIAVERINI, V. Metalurgia do pó. 4ª ed. São Paulo: ABM, LESKO, J. Design Industrial: materiais e processos de fabricação. São Paulo: Edgar Blucher, MARQUES, Paulo Villani; MODENESI, Paulo Jose; BRACARENSE, Alexandre Queiroz. Soldagem, fundamentos e tecnologia. 2. ed. Belo Horizonte: UFMG, p. DeGARMO, E Paul; BLACK, J T; KOHSER, Ronald A. Materials and processes in manufacturing. 8. ed. New York: John Willey & Sons, p. CHIAVERINI, Vicente. Tecnologia mecanica volume 3 : processos de fabricaçao e tratamento. 2. ed. Sao Paulo: Makron Books, v. GROOVER, M P. Fundamentals of modern manufacturing : materials processes and systems. New Jersey: Prentice Hall, p.2 ASHBY, M.F.; JONES, D.R.H. Engenharia de materiais v.1: uma introdução às propriedades, aplicação e projeto. Rio de Janeiro: Elsevier, PROJETOS INDUSTRIAIS Programas e projetos de indústrias. Estudo de mercado. Análise de demanda. Estudo de escola. Estudo de localização. Planejamento técnico. Planejamento administrativo. Programação de custos. Avaliação e direção do projeto. 49

50 DAVIS, M. M.; CHASE, R.B.; AQUILANO, N.J. Fundamentos da administração da produção. 3ªed. Porto Alegre: Bookman, CORREA, H.L.; CORREA, C.A. Administração da produção e operações: manufatura e serviços: uma abordagem estratégica. 2ªed. São Paulo: Atlas, CLARK, K.B.; FUJIMOTO, T. Product development performance: strategy, organization and management in the world auto industry. Boston: HBS Press. BAXTER, N. Projeto de produto: guia prático para o design de novos produtos. 2ª ed. São Paulo: Edgard Blucher, BLACK, J.T. O projeto da fábrica com futuro. Porto alegre: Bookman, DINSMORE, P.C. (Org.). Projetos brasileiros: casos reais de gerenciamento. Rio de Janeiro: Brasport, DEGARMO, E.P. et al. Materials and processes in manufacturing. 10a Edição. N. Jersey: John Willey, GAITHER,N.; FRAZIER, G. Administração da produção e operações. 8ª ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, MANUTENÇÃO INDUSTRIAL Conceitos básicos da Manutenção Industrial; As diferentes formas de Manutenção; O conhecimento do equipamento; Confiabilidade e Manutenibilidade; Organização de Recursos Humanos e Materiais; A política de Manutenção; Técnicas de Manutenção Preditiva; Manutenção Produtiva Total (M.P.T.). BLOOM, Neil B. Reliability Centered Maintenance (RCM): implantation made simple. New York: McGraw-Hill Book Company, GENTIL, V. Corrosão. 5ªed. Rio de Janeiro: LTC, SANTOS, Valdir A. dos. Manual prático da manutenção industrial. 2ªed. São Paulo: Ícone, CORRÊA, Henrique L. Administração de Produções e Operações- São P : Atlas SHINGO, Shigeo. O Sistema Toyata de Produção do Ponto da Engenharia de Produção. 50

51 PortoAlegreArtmed1996. DAVIS, Mark M. Fundamentos da Administração da Produção. Porto Alegre : Bookman, Editora2001. RITZMAN, Larr P. Administração da Produção e Operações. São Paulo : Pearson Prentice Hall SIQUEIRA, Iony Patriota de Manutenção Centrada na Confiabilidade Manual de Implementação RiodeJaneiro, Qualitymark, PROCESSOS DE CONFORMAÇÃO Processos de conformação dos metais. Parâmetros de processamento que influenciam na qualidade dos produtos conformados. Conceitos de metalurgia física envolvidos nos processos de conformação de metais a quente e a frio. Conceitos da teoria da plasticidade e determinação de tensões e deformações nos processos de laminação, trefilação e extrusão, forjamento, estampagem e dobramento. Métodos de cálculo nos principais processos de conformação de metais, a exceção de estampagem e dobramento, tais como: laminação, trefilação, extrusão e forjamento. SUGESTÃO: CHIAVERINI, Vicente. Metalurgia do po. 4 ed. Sao Paulo: ABM, GERE, J. M. dos materiais. São Paulo: Thomson Learning, HELMAN, H.; CETLIN, P.R. Fundamentos da conformação mecânica dos metais. 2ª ed. São Paulo: Artliber, FERRANTE, Maurizio. Seleçao de materiais. Sao Carlos: Universidade Federal de Sao Carlos, De GARMO, E.P.;KOHSER, R.A.; BLACK, J.T. Materials and processes in manufacturing, New Jersey: John Wiley & Sons, CHIAVERINI, V. Tecnologia mecânica : estrutura e propriedades processos de fabricação. São Paulo: McGraw-Hill, DIETER, George E. Metalurgia mecânica. Tradução de Antonio Sergio de Sousa e Silva. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, FRANCO, Antonio Geraldo Juliano. Conformação de elementos de maquinas. São Paulo: Pro - tec, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR X 51

52 Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, MÉTODOS E PROCESSOS 11º TRIMESTRE A Engenharia de Métodos. Estudo dos movimentos e dos tempos. O processo de solução de problemas. Análise do processo e da utilização de operações. Metodologias e ferramentas. Medida do trabalho por métodos fisiológicos. Estudos de uma linha de produção simples. Praticas de laboratório visando, através de experimentos factíveis em escala laboratorial, consolidar conceitos fundamentais da disciplina. BARNES, R. M. Estudo de movimentos e de tempos: projeto e medida do trabalho. São Paulo: Edgard Blucher, ROTHER, M.; HARRIS, R. Criando fluxo continuo: um guia de ação para gerentes, engenheiros e associados da produção. São Paulo: Lean Institute Brasil, PRADO, D. Programação linear. 5ªed. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços, COUTO, Hudson de Araujo. Ergonomia Aplicada ao Trabalho : Conteúdo Básico. Guia Pratico. Belo Horizonte: Ergo, p. 52

53 GORGON, T. V. Manual de Cálculo dos Tempos de Usinagem dos Metais. 1ª Edição. São Paulo: Livraria Ciência e Tecnologia Editora Ltda, TOLEDO JUNIOR, I F B. Cronoanálise. 5ed. Mogi das Cruzes: Itys-Fides Bueno de Toledo Junior, p. COUTO, Hudson de Araujo. Ergonomia Aplicada ao Trabalho em 18 liçoes. Belo Horizonte: Ergo, p. ROSSI, M. Máquinas Operatrizes Modernas: Comandos Oleodinâmicos Métodos de Usinagem Utensilios Tempos de Produção. Rio de Janeiro: Libero Americana, 1970 CUSTOS INDUSTRIAIS Os custos, conceito e comportamento. A necessidade da contabilização dos custos. Os custos da produção. A apropriação de custos e sua contabilização. Análise dos custos e ações no processo produtivo. FARIA, Ana Cristina de; COSTA, Maria de Fátima G. da. Gestão de custos logísticos. São Paulo: Atlas, MEGLIORINI, Evandir. Custos. São Paulo: Makron, OLIVEIRA, Luis M. de; PEREZ Jr. José Hernandez; COSTA, Rogério G. Gestão estratégica de custos. São Paulo: Atlas, BORNIA, Antonio Cezar. Análise gerencial de custos aplicação em empresas modernas. Porto Alegre: Bookman Companhia, LEONE, George Sebastiao Guerra. Custos: planejamento implantaçao e controle. Sao Paulo: Atlas, SCHIER, Carlos Ubiratan da Costa. Custos industriais. Curitiba: IBPEX, 2005 IUDICIBUS, S. Contabilidade gerencial. 6 ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Contabilidade de custos. 9 ed. São Paulo: Atlas, NEGOCIAÇÃO Conceituação de negociação. Conceituação de conflito. Negociador: características. Etapas do processo da negociação. As estratégias e táticas. Os impasses. Equilibrando emoção e razão. As concessões. Comunicação e negociação. As diferenças culturais. Motivação. Confiança. Aceitação. 53

54 Congruência. Estilos de negociação. Flexibilidade uma grande virtude. Liderança e negociação. Avaliação. Acompanhamento e realimentação do processo. ALMEIDA JUNIOR, Sebastião de. Negociação técnica e arte. Rio de Janeiro: Qualitymark, LEWICKI, Roy L., SAUNDERS, David M.; MINTON, John W. Fundamentos da negociação. 2ed. São Paulo: Bookman, ALYRIO, Ruvigati D.; MACEDO, Marcelo A. da S.; ANDRADE, Rui Otavio B. Princípios de Negociação. São Paulo: Atlas, WATKINS, Michael. Negociação. São Paulo: Record, ROBBINS, S. Comportamento organizacional. 11 ed. São Paulo: Pearson Prentice-Hall, SCHERMERHORN, J. R.; HUNT, J.; OSBORN, R. Fundamentos de comportamento organizacional. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, CHIAVENATO, Idalberto. Introduçao a teoria geral da administraçao. 6 ed. Rio de Janeiro: Campus, SAMPAIO, G. P. Relações humanas a toda hora. São Paulo: Nobel, MÁQUINAS CNC Introdução ao Comando Numérico Computadorizado. Estrutura da programação CNC. Programa CNC e linguagem de máquina. Atividades práticas em simuladores e máquinas. GOLDENBERG, J.; VALENTINO, J.V. Introduction to computer numericalcontrol CNC. GROOVER, M.P. Automation production systems and computer integrated manufacturing. 3ªed. New Jersey: Pearson Prentice Hall, SILVA, Sidnei D. da. CNC: Programação de comandos numéricos computadorizados: torneamento. 7ªed. São Paulo: Érica, FERRARESI, D. (1977). Fundamentos da Usinagem dos Metais. São Paulo: Edgar Blucher. GROOVER, M. P. (2008). Fundamental of Modern Manufacturing. New Jersey: Willey. CAPELLI, Alexandre. Automaçao industrial: Sao Paulo: Erica, 2007 controle do movimento e processos continuos. 2 ed. 54

55 MORAES, C., & CASTRUCCI, P. (2007). Engenharia de Automaçào Industrial. Rio de Janeiro: LTC. KUO, Benjamin C. Sistemas de controle automático. 4. ed. Rio de Janeiro: McGraw-Hill do Brasil, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR XI Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, º TRIMESTRE ÉTICA PROFISSIONAL E RESPONSABILIDADE SOCIAL A Compreensão do Homem. O Homem como ser moral. Objetivos da ética. Ética Humanista. Elementos da Ética Social. Ética nas Organizações. Legislação e normas éticas profissionais. A empresa como agente de responsabilidade social. SROUR, R M. Ética empresarial: a gestão da reputação. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, p. ASHLEY, Patrícia. Ética e responsabilidade social nos negócios. São Paulo: Saraiva, CHAUI, Marilena. Filosofia : ensino medio volume unico. Sao Paulo: Atica,

56 CAMARGO, Merculino. Fundamentos de ética geral e profissional. 2ed. São Paulo: Vozes, COTRIM, Gilberto. Fundamentos de Filosofia: história e grandes temas. 15 ed. São Paulo: Editora Saraiva, MARCONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia: dos Pré-Socráticos a Wittgenstein. 11ªed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, ARANHA, Maria Lucia de Arruda. Filosofia da educaçao. 3 ed. Sao Paulo: Moderna, TACHIZAWA, Takeshy. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa : estratégias de negócios focadas na realidade brasileira. 5. ed. São Paulo: Atlas, EMPREENDEDORISMO O conceito de empreendedorismo. Características de um empreendedor. Perfil, qualidade e habilidades do empreendedor. Atitude empreendedora. Técnicas de identificação e aproveitamento de oportunidades. Análise da importância da visão do futuro e quebra de paradigmas. A constituição de empreendimentos: aspectos estratégicos, gerenciais e operacionais. O processo empreendedor. Tipos de empreendimentos. O papel do empreendedor na criação de uma empresa. Etapas do processo de criação de uma empresa: o plano formal de negócios. Empreendedorismo frente à gestão de pessoas e das organizações. SUSCHERMERHORN, J. R.; HUNT, J.; OSBORN, R. Fundamentos de comportamento organizacional. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, DOLABELA, Fernando. O segredo de Luisa: uma ideia uma paixao e um plano de negocios: como nasce o empreendedor e se cria uma empresa. Rio de Janeiro: Sextante, BERNARDI, Luiz Antonio. Manual de empreendedorismo e gestao: fundamentos estrategias e dinamicas. Sao Paulo: Atlas, PETERS, Michael. HISRICH, Robert D. Empreendedorismo. Porto Alegre: Bookman, 2004 HARTMUT, B.; CASAROTTO FILHO, N. Análise de investimentos. 9a. ed. São Paulo: Atlas, DRUCKER, Peter Ferdinand. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. São Paulo: Cengage Learning,

57 NAGLE, Thomas T; HOGAN, John E. Estratégia e táticas de preço: um guia para crescer com lucratividade. Tradução de Sonia Midori Yamamoto. 4. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, WATKINS, Michael. Negociação. São Paulo: Record, DIREITO E LEGISLAÇÃO As fontes do Direito. Síntese das instituições de Direito Público e Privado. Noções de Direito Constitucional. Noções de Direito Administrativo, Penal e Tributário. Explanação básica do Direito Privado: Civil, Comercial, Consumidor e do Trabalho. FERRAZ JUNIOR, Tércio S. Introdução ao estudo do direito. 4ed. São Paulo: Atlas, MACHADO, Hugo de Brito. Curso de direito tributário. 29. ed. São Paulo: Malheiros, MELLO, Celso Antonio B. Curso de direito administrativo. 20ed. São Paulo: Malheiros, BRANCATO, Ricardo Teixeira. Instituições de direito público e de direito privado. 12ed. São Paulo: Saraiva, BARROS, Alice M. de. Curso de direito do trabalho. 5ª Ed. São Paulo: LTR, ANGHER, Anne Joyce (Org.) Código de Defesa do Consumidor. 8ª ed. São Paulo: Rideel, (Coleção de Leis Rideel. Série Compacta). CUNHA, Sergio Servulo da. Dicionário compacto do direito. 5ª ed. São Paulo: Saraiva, CABRAL, Plínio. Princípios de direito. São Paulo: Harbra, CABRAL, Plinio. Principios de direito. Sao Paulo: Harbra, PROJETO INTEGRADOR Integração dos conteúdos abordados no Curso. Pesquisa científica. Começo do projeto de pesquisa/continuidade das atividades desenvolvidas no Projeto Integrador - Fundamentos. Definição e etapas. Tema. Problema, objetivos, referencial teórico, bibliografia. Orientação quanto às normas da ABNT. Elaboração e desenvolvimento de um Projeto Integrado. Possui como objetivo garantir o desenvolvimento de projetos integradores entre componentes curriculares do curso. 57

58 BASTOS, Lilia da Rocha et al. Manual para elaboração de projetos e relatórios de pesquisa teses dissertações e monografias. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, MARTINS, Gilberto de Andrade; LINTZ, Alexandre. Guia para elaboraçao de monografias e trabalhos de conclusao de curso. 2 ed. Sao Paulo: Atlas, ECO, Humberto. Como se faz uma tese. 19ªed. São Paulo: Perspectiva ISKANDAR, Jamil Ibrahim. Normas da ABNT: comentadas para trabalhos acadêmicos. 2 ed. Curitiba: Juruá, SALOMON,D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, GOLD, Miriam. Redação empresarial : escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos basicos; pesquisa bibliografica, projeto e relatorio; publicaçoes e trabalhos cientificos. 7 ed. Sao Paulo: Atlas, PRÁTICA INTERDISCIPLINAR XII Abordagem teórico-prática para integração das diferentes perspectivas propostas pelas disciplinas cursadas e em curso até o momento. Método de pesquisa científica; O projeto de pesquisa: Fundamentos, Definição e etapas; Tema; Problema; Objetivos; Referencial Teórico; Bibliografia; Orientação quanto às normas da ABNT; Elaboração e Desenvolvimento de trabalho Interdisciplinar. GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2. ed. São Paulo: Pearson Education, SANTOS, Antônio Raimundo dos. Metodologia científica: a construção do conhecimento. 3 ed. Rio de Janeiro: DP&A, SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23 ed. São Paulo: Cortez, CERVO, Amado L.; BERVIAN, Pedro A.; SILVA, Roberto da. Metodologia científica. 6.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, KOCHE, J.C. Fundamentos da metodologia científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 26.ed. Rio de Janeiro: Vozes,

59 MARCONI, Marina Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos; pesquisa bibliográfica, projeto e relatório; publicações e trabalhos científicos. 7. ed. São Paulo: Atlas, MARTINS, E. Manual de redação e estilo. 3. ed. São Paulo: Moderna, SALOMON, D.V. Como fazer uma monografia. 11 ed. São Paulo: Martins Fontes, ENSINO DA LINGUAGEM BRASILEIRA DE SINAIS - LIBRAS Os conceitos iniciais básicos sobre deficiência auditiva (surdez) e o cidadão portador: identidade, cultura e educação. A importância do sistema de libras na comunicação do deficiente auditivo. Rompendo barreiras na comunicação com o deficiente auditivo. Como se desenvolveram as línguas de sinais e a Língua Brasileira de Sinais Libras. A forma e a estruturação da gramática da Libras e o conjunto do seu vocabulário. Desenvolvimento interpessoal através do uso do sistema de livros com os deficientes. BOTELHO, Paula. Linguagem e letramento na educação dos surdos. São Paulo: Autêntica, CARVALHO, Ilza Silva de; CASTRO, Alberto R. de. Comunicação por língua brasileira de sinais. Brasília: Senac, ARENA, Sabine A.; MOURA, Mª C.;CAMPOS, S.R.L. de - Título: Educação para surdos: práticas e perspectivas, Editora Santos KOJIMA, Catarina K.; SEGALA, Sueli R. LIBRAS: Língua Brasileira de Sinais: a imagem do pensamento: volume 1. São Paulo: Escala, KOJIMA, Catarina K.; SEGALA, Sueli R. LIBRAS: Língua Brasileira de Sinais: a imagem do pensamento: volume 2. São Paulo: Escala, KOJIMA, Catarina K.; SEGALA, Sueli R. LIBRAS: Língua Brasileira de Sinais: a imagem do pensamento: volume 3. São Paulo: Escala, KOJIMA, Catarina K.; SEGALA, Sueli R. LIBRAS: Língua Brasileira de Sinais: a imagem do pensamento: volume 4. São Paulo: Escala, KOJIMA, Catarina K.; SEGALA, Sueli R. LIBRAS: Língua Brasileira de Sinais: a imagem do pensamento: volume 5. São Paulo: Escala, METODOLOGIA 59

60 1.7.1 Princípios Metodológicos É utilizada uma metodologia que garante a existência de um processo de ensinoaprendizagem emancipatório, permitindo a abertura de espaços para a construção do próprio conhecimento pelos discentes. A composição do horário será formado por atividade de um único componente curricular por dia, com todas as aulas do dia de um mesmo conteúdo programático, o que permite ao docente desenvolver atividades diversificadas e de problematização dos conteúdos, além de realizar avaliações continuas ao longo do curso. A problematização dos conteúdos representa um primeiro passo no processo de construção do conhecimento. Os conteúdos serão apresentados partindo-se de uma contextualização dos assuntos a serem estudados, de modo a fornecer ao professor uma constante atualização do perfil do aluno, dos diferentes níveis de aprendizagem, bem como o grau de dificuldade identificado durante o processo de ensino-aprendizagem. Tal procedimento possibilitará ao professor a implementação de ações que se fizerem necessárias à minimização das dificuldades constatadas. Por outro lado, este procedimento evitará que o aluno assuma uma postura de mero espectador, participando ativamente da aula. Isso significa uma metodologia de ensino dinâmica, que privilegia o debate ao invés das aulas puramente expositivas. Adicionalmente, outras estratégias de ensino deverão ser cuidadosamente selecionadas e planejadas, de modo a propiciar situações que: Viabilizem posicionamentos críticos; Proponham problemas e questões, como pontos de partida para discussões; Definam a relevância de um problema por sua capacidade de propiciar o saber pensar, não se reduzindo, assim, à aplicação mecânica de fórmulas feitas; Provoquem a necessidade de busca de informação; Enfatizem a manipulação do conhecimento, não a sua aquisição; Otimizem a capacidade de argumentação para a comprovação de pontos de vista; Dissolvam receitas prontas, criando oportunidades para tentativas e erros; Desmistifiquem o erro, desencadeando a preocupação com a provisoriedade do conhecimento, a necessidade de formulação de argumentações mais sólidas; Tratem o conhecimento como um processo, tendo em vista que ele deve ser retomado, superado e transformado em novos conhecimentos. A adoção desses critérios neutraliza a preocupação em repassar conhecimentos a serem apenas copiados e reproduzidos, desafiando os alunos a fomentar sua capacidade de problematizar e buscar respostas próprias, calcadas em argumentos convincentes. 60

61 1.7.2 Material Pedagógico O material pedagógico a ser utilizado no curso poderá ser desenvolvido pelos professores, de acordo com a natureza das disciplinas que ministram, dentro de especificações e padrões a serem definidos pelo Colegiado de Curso e aprovado pelo Conselho Acadêmico. Será estimulado o uso entre os docentes, de ferramentas informatizadas que permitam o acesso dos alunos aos textos e outros materiais didáticos em mídias eletrônicas. O material pedagógico poderá também ser adquirido, conforme indicação da Coordenadoria de Curso, de acordo com a natureza das disciplinas e do nível tecnológico exigido Incorporação Crescente dos Avanços Tecnológicos A ETEP FACULDADES destinará percentual de sua receita anual para a aquisição de microcomputadores e softwares. Incentivará, também, a participação de seus professores e alunos em congressos e seminários que abordem temas relacionados à incorporação de novas tecnologias ao processo de ensino-aprendizagem para que promovam no âmbito da Instituição as inovações desejadas Práticas Pedagógicas Inovadoras No Curso da Faculdade utilizará práticas pedagógicas complementares às aulas expositivas tradicionais, objetivando desenvolver um ambiente propício para a consolidação do perfil do egresso. Entre outras práticas que poderão ser adotadas, destacam-se as seguintes: Realização de aulas-problema capazes de estimular a pesquisa, a análise, a síntese, a interdisciplinaridade e contextualização. Realização de seminários em que os estudantes discutam a literatura indicada para a disciplina e os resultados dos estudos que realizaram; Discussão de casos reais na preocupação de melhor articular as instâncias teóricas e práticas e a recuperação da experiência dos estudantes; Organização de dinâmicas de grupo buscando ativar a comunicação entre os pares, o aprendizado horizontal, a criatividade e o desejo de contribuir com novos elementos de discussão e análise; Elaboração de projetos, produtos e serviços voltados à solução dos problemas regionais e nacionais pertinentes à área, culminando no Projeto Integrador de Curso; Utilização de recursos didático-pedagógicos em sala de aula, tais como objetos de aprendizagem digitais, equipamentos audiovisuais, multimídia e de informática por meio do Ambiente Virtual de Aprendizagem AVA. 1.8 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO 61

62 Não se aplica. 1.9 ATIVIDADES COMPLEMENTARES Os alunos do Curso Superior de Tecnologia em Fabricação deverão integralizar 80h de atividades complementares ao longo do desenvolvimento do curso de acordo com Regulamento de Atividades Complementares. Serão consideradas atividades complementares toda e qualquer atividade, não compreendida nas práticas pedagógicas previstas no desenvolvimento regular das disciplinas do currículo dos cursos da Faculdade, desde que adequadas à formação acadêmica e ao aprimoramento pessoal e profissional do aluno. Poderão ser desenvolvidas em qualquer fase do curso, desde que cumpridos os pré-requisitos, quando houver e atendido ao regulamento de Atividades Complementares. Serão consideradas atividades complementares, para fins de integralização da carga horária do currículo do curso: Atividades de pesquisa orientadas por docente dos cursos de graduação e aprovadas pelo Colegiado de Curso; Atividades de Iniciação Científica; Atividades de extensão coordenadas por docente dos cursos de graduação e aprovadas pelo Colegiado de Curso; Monitorias em disciplinas pertencentes ao currículo do curso; Estágios extracurriculares desenvolvidos com base em convênios firmados pela Faculdade; Eventos diversos (seminários, simpósios, congressos, conferências, etc.); Disciplinas pertencentes a cursos superiores de outras instituições de ensino superior, independentemente de área, desde que cursadas regularmente pelo aluno, conforme comprovação oficial da respectiva instituição TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Não se aplica 1.11 APOIO AO DISCENTE Os alunos da ETEP FACULDADE DE TECNOLOGIA DE TAUBATÉ tem a sua disposição apoio psicopedagógico, praticado por profissional qualificado, com suas ações focadas no entendimento das questões pedagógicas do processo ensino-aprendizagem. São oferecidas aos alunos, aulas de Monitoria nas disciplinas mais demandadas, como atividade de nivelamento e atendimento a dúvidas de alunos, pelos professores do NDE AÇÕES DECORRENTES DOS PROCESSOS DE AVALIAÇÃO DO CURSO A Comissão Própria de Avaliação, de posse dos resultados das avaliações internas e das avaliações externas de reconhecimento, renovação de reconhecimento, encaminha-os juntamente com sua análise e conclusões ao colegiado e coordenador do curso para serem analisados, discutidos e, em seguida, definidas as ações necessárias para melhoria dos resultados obtidos. 62

63 1.13 ATIVIDADES DE TUTORIA Não se aplica para cursos presenciais e a IES não possui cursos à distância TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TIC NO PROCESSO ENSINO- APRENDIZAGEM Existe na faculdade a área de Tecnologia Educacional (TE), com o objetivo de desenvolver processos e produtos educacionais visando a melhoria do processo de ensino-aprendizagem. A área de TE desenvolve e gerencia o Programa de Design Instrucional (DI) que é um processo de reengenharia dos materiais didáticos dos professores, os quais são submetidos a ajustes de formatação, design e conceitos de carga cognitiva, além da criação de um repertório com Objetos de Aprendizagem que utilizam linguagens mais adequadas às gerações atuas. Há também o incentivo a participação de seus professores e alunos em congressos e seminários que abordem temas relacionados à incorporação de novas tecnologias ao processo de ensino-aprendizagem para que promovam no âmbito da Instituição as inovações desejadas MATERIAL DIDÁTICO INSTITUCIONAL O material pedagógico a ser utilizado na Instituição é desenvolvido pelos professores dos cursos, de acordo com a natureza das disciplinas que ministram, dentro das diretrizes da Projeto Político Institucional. É estimulado o uso entre os docentes, de Tecnologias de Informação e Comunicação que permitam o acesso dos alunos aos materiais didáticos em mídias eletrônicas. O material pedagógico poderá também ser adquirido, conforme indicação da Coordenadoria de Curso, de acordo com a natureza das disciplinas e do nível tecnológico exigido MECANISMOS DE INTERAÇÃO ENTRE DOCENTES E ESTUDANTES AVA A ETEP FACULDADES aplica mecanismos de interação entre docentes e estudantes, principalmente por meio do AVA Ambiente Virtual de Aprendizagem que é uma plataforma de comunicação e interação que permite intervenções pedagógicas, disponibilizando ferramentas que favoreçam os processos de comunicação e interação de duas vias entre professore alunos. O AVA é acessado pela Internet e contém em sua interface gráfica um conjunto de ferramentas flexíveis que podem variar de acordo com a necessidade pedagógica e podem ter atividades síncronas e/ou assíncronas. O professor exerce papel de mediador pedagógico, planejando e elaborando estratégias didáticas que coloquem os alunos ativos no processo de construção do conhecimento, de tal forma que desenvolvam a autonomia para continuarem aprendendo e rompam com o caráter passivo, de quem espera receber a informação pronta e digerida. Dessa forma, o material didático usado no curso utiliza outras mídias, sem com isso perder de vista a interação, a interatividade e o diálogo necessário e fundamental entre os interlocutores no processo ensino-aprendizagem. 63

64 1.17 PROCEDIMENTOS DE AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO-APRENDIZAGEM A avaliação do desempenho acadêmico, realizada por disciplina, é contínua e deve permitir a identificação dos alunos com defasagens, aos quais deverão ser oferecidas oportunidades de reposição de aprendizagem. O desempenho do aluno é avaliado pelo professor, por meio dos resultados por ele obtidos em todas as modalidades de trabalhos acadêmicos durante o curso. Em cada disciplina deverão ser aplicados diversos instrumentos de avaliação, preferencialmente de diferentes naturezas, para compor a nota final. O sistema de avaliação é contínuo, realizado ao longo do trimestre, além de contar com uma avaliação final, realizada no último dia de aula. Todas as disciplinas devem apresentar atividades de Estudo Dirigido, que comporão a nota final. O Estudo Dirigido tem como objetivo proporcionar uma atividade específica para os alunos se aprofundarem nos conteúdos ministrados nas disciplinas, utilizando 10 horas-aula. Média para aprovação: 6,0 (seis) Ponderação (pesos) da média: Ocorre por meio da soma das notas obtidas na Unidade 1 (40%), Unidade 2 (40%) e Estudo Dirigido (20%). Unidade 1: A Unidade 1 é a média aritmética das notas N1 e N2, sendo calculada automaticamente pelo sistema. As notas N1 e N2, são obtidas através da aplicação das "Atividades Contextualizadas de Verificação de Aprendizagem" que ocorrem presencialmente nas 2ª, 4ª, 6ª e 8ª semanas de aula. Unidade 2: Avaliação aplicada na 10ª semana de aula, conforme previsão em calendário acadêmico e compreende 40% da média. Estudo Dirigido: deve ser cumprido na escola, nos espaços disponíveis (salas de estudo individuais e em grupo, biblioteca, laboratório). Essa metodologia visa dar autonomia ao aluno trabalhador, flexibilizando o uso do seu tempo disponível. O Estudo Dirigido será definido por cada professor podendo criar, por exemplo, pesquisa bibliográfica, aprofundamento de estudos, trabalhos em grupo, resolução de exercícios, prática monitorada em laboratório ou qualquer outra que o docente julgue adequada. O professor deverá utilizar esse espaço para compor sua avaliação contínua, atribuindo nota para conclusão da atividade, avaliando outros itens além do conteúdo, tais como organização, pontualidade na entrega dos trabalhos, apresentação, etc. e o registro de participação dos alunos será feito mediante entrega da atividade para o professor. 64

65 1.18 NÚMERO DE VAGAS Para as 100 vagas anuais ofertadas, a IES conta com número suficiente de professores no Corpo Docente, salas de aula adequadas para o curso, laboratórios, biblioteca e demais recursos para o Curso Superior de Tecnologia em Fabricação, garantindo excelência no seu desempenho INTEGRAÇÃO COM AS REDES PÚBLICAS DE ENSINO Não se aplica INTEGRAÇÃO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE E O SUS Não se aplica ENSINO NA ÁREA DE SAÚDE Não se aplica ATIVIDADES PRÁTICAS DE ENSINO Não se aplica. 65

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