BRUCELOSE BOVINA. LFDS /11/11

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1 BRUCELOSE BOVINA LFDS /11/11

2 Brucelose Bovina SINONÍMIA BOVINOS Doença de Bang; Aborto contagioso; Aborto infeccioso. HOMEM Febre ondulante; Febre de Malta.

3 Etiologia B. melitensis - Bruce Malta - 3 biovares B. abortus - Bang Dinamarca - 7 biovares B. suis - Traum EUA - 5 biovares B. ovis - Buddle Nova Zelândia B. neotomae - Stoenner 1957 EUA B. canis - Carmichael EUA Ross et al Escócia isolamento em mamíferos marinhos Proposta: Brucella cetaceae - isolamentos de cetáceos Brucella pinnipediae - isolamentos de focas

4 Etiologia Lisas B. abortus, B. melitensis, B. suis Rugosas B. ovis, B. canis LPS Lipídio A KDO Cadeia O - Perosamina

5 Brucella abortus Resistência Condição ambiental Tempo de sobrevivência Luz solar direta 4 5 horas Solo Seco 4 dias Úmido 65 dias A baixas temperaturas dias Fezes 120 dias Dejetos Esgoto 8-240/700 dias Altas temperaturas 4 horas 2 dias Água Potável dias Poluída dias Feto à sombra 180 dias Exsudato uterino 200 dias Fonte: Manual PNCEBT, MAPA, 2006.

6 Brucella abortus Resistência Leite Leite congelado Queijos Manteiga Iogurte Temperatura de 60ºC Temperatura de 71,7ºC 17 dias > 800 dias até 6 meses até 4 meses até 96 dias 10 minutos 15 segundos

7 Epidemiologia DISTRIBUIÇÃO Mundial Maior prevalência em países em desenvolvimento. Erradicada ou em erradicação em alguns países desenvolvidos.

8 Importância Econômica Aborto Repetição de cio Bezerros fracos Diminuição na produção de leite Redução do tempo de vida produtiva Custos de reposição de animais Limitação na comercialização de animais

9 (a) 0,64% (0,00%<CI<1,74%) (b) 0,64% (0,08%<CI<2,29%) (a) 0,05% (0,00%<CI<0,13%) (b) 0,61% (0,08%<CI<2,20%) (a) 2,12% (0,41%<CI<3,82%) (b) 7,52% (4,88%<CI<10,99%) (a) 2,61% (0,32%<CI<4,90%) (b) 5,73% (2,65%<CI<10,60%) (a) 1,04% (0,41%<CI<1,68%) (b) 7,55% (4,34%<CI<11,31%) (a) 0,95% (0,00%<CI<1,97%) (b) 3,11% (1,43%<CI<5,83%) (a) Estado RS: 1,01% (0,60%<CI<1,42%) (b) Estado RS: 2,17% (1,61%<CI<2,74%) (a) 0,00% (-,--%<CI<-,--%) (b) 0,00% (0,00%<CI<1,27%) 5 milhões vacas infectadas terneiros/ano Fonte: MAPA, 2005

10 Cadeia de Transmissão Fonte de Infecção Animais infectados Vias de Eliminação Feto e anexos fetais, secreções vaginais, leite, sêmen, fezes e urina Vias de Transmissão Água, pastagem e fômites contaminados Sêmen Leite e derivados crus

11 Cadeia de Transmissão Porta de Entrada Oro-faríngea Mucosas (conjuntiva, respiratória e genital) Pele com solução de continuidade Suscetíveis Mamíferos domésticos e silvestres Homem

12 Doença na Fêmea

13 Doença no Macho

14 Doença no equino

15 Diagnóstico da Brucelose DIRETOS Bovina Presença do agente etiológico: Isolamento do agente em meio de cultura e identificação bioquímica Detecção de DNA (PCR) INDIRETOS Pesquisa de anticorpos específicos

16 Diagnóstico da Brucelose Bovina INDIRETOS Pesquisa de anticorpos específicos Teste de triagem diagnóstica: Teste do Antígeno Acidificado Tamponado (AAT) Teste confirmatório de diagnóstico: Teste do 2-Mercaptoetanol (2-ME) Teste de referência para trânsito internacional: Teste de Fixação de Complemento (FC) Teste para vigilância epidemiológica: Teste do Anel em Leite (TAL)

17 CONTROLE SUSCETÍVEL: Vacinação Cepa B19 Lisa, patogênica para humano Fêmeas 4-8 meses de idade RESERVATÓRIO: Detecção Diagnóstico Eliminação Abate Controle de ingresso AMBIENTE: Desinfecção de Instalações Destruição de restos fetais Quarentena Educação Sanitária Manejo - maternidade

18 Vacinação contra Brucelose Vacina B19 Amostra B19 B. abortus, lisa, viva atenuada Aplicação em bezerras entre 3 e 8 meses de idade (preferencialmente até os 6 meses) Cuidados na aplicação Não pode ser usada fora das especificações Patogênica para o homem

19 Vacinação contra Brucelose Vacina não Indutora de Anticorpos Aglutinantes (RB51) Amostra rugosa viva atenuada de Brucella abortus Não interfere nas provas sorológicas oficiais Vacina oficial nos EUA e Chile Uso permitido, juntamente com B19, na Colômbia, México, Costa Rica, Paraguai e Venezuela EUA: vacinação de bovinos entre 4 a 12 meses de idade Outros países: revacinação após 12 meses Proteção semelhante à B19 Fonte: OIE, 2004.

20 TUBERCULOSE (Mycobacterium bovis) PNCEBT Luiz Filipe Damé Schuch LDI/FV/UFPel

21 História da Tuberculose 8 milhões/ano Quantos por M. bovis? 1-5%

22 Introdução Conceito PNCEBT zoonose de evolução crônica, causada pelo Mycobacterium bovis que provoca lesões granulomatosas, afetando princialmente as espécies bovina e bubalina

23 Introdução Importância econômica Morte de animais Custo com controle Condenação de carcaça Perda de produção Exportação ZOONOSE

24 Etiologia Micobactérias BAAR M. tuberculosis M. bovis M. avium Outras micobactérias

25 EPIDEMIOLOGIA América Latina Baixa prevalência - <0,1% 61 milhões de cab Média prevalência 0,1-1% 47,4 milhões de cab Alta Prevalência - >1% 265 milhões de cab Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Guiana, Peru, Haiti e Guatemala

26 EPIDEMIOLOGIA Mecanismo de transmissão Fonte infecção: Bovinos e bubalinos Outras espécies - HOMEM Europa - texugo N. Zelândia Trichossorus vulpecula EUA cervídeos Brasil -???? Via de eliminação: Ar expirado, fezes, urina, leite,...

27 EPIDEMIOLOGIA Mecanismo de transmissão Porta de entrada Respiratória 90% Oral leite Reprodutiva rara

28 Granulomas em linfonodo mediastínico

29 Granuloma pulmonar

30 Granulomas na superfície da pleura

31 DIAGNÓSTICO Anátomo-patológico 66% dos casos 70-90% dos casos 95% dos casos 1 lesão cabeça e tórax linfonodos, baço e fígado Animais reagentes podem não apresentar lesão visível.

32 DIAGNÓSTICO Bacterioscópico Ziehl-Neelsen Certeza direto Cultura Somente se: Origem de País ou propriedade livre; Avaliação das técnicas indiretas; Pesquisa em leite ou outros produtos

33 DIAGNÓSTICO Certeza indireto - Alérgico cutâneo Princípio Hipersensibilidade tipo IV Localizada 3-8 sem. pós-exposição Padronizado Corretamente executado Tuberculinização

34 Teste da Prega Caudal

35 DIAGNÓSTICO MÉTODOS DE TUBERCULINIZAÇÃO TCS Mais sensível Mais tempo e melhor contenção Interpretação objetiva

36 DIAGNÓSTICO MÉTODOS DE TUBERCULINIZAÇÃO TCC Melhor sensibilidade e especificidade Mais caro, mais demorado Teste confirmatório

37 Teste Cervical Comparativo

38 Teste Cervical Comparativo

39 Tuberculose Características do PNCEBT Capítulo IX: Dos Animais Reagentes Positivos aos Testes de Diagnóstico para Brucelose ou Tuberculose Art. 34. Animais reagentes positivos a teste de diagnóstico para brucelose ou tuberculose serão marcados a ferro candente no lado direito da cara com um P contido num círculo de oito centímetros de diâmetro, conforme figura a seguir.

40 CONTROLE Bloqueio de pontos críticos Diagnóstico, identificação e sacrifício das fontes de infecção; Controle de ingresso e de trânsito - Saúde do trabalhador; - Desprezo do leite de positivos 1 único teste não garante ausência de infecção Não dar aos terneiros

41 Febre Aftosa e Doenças Vesiculares

42 Introdução do vírus na América: Panaftosa, 2007.

43 Situação Mundial 1 sem/2011 OIE

44 Focos ativos em outubro/2011 OIE

45 Foco Paraguai bovinos < 24 meses Rebanho: 110 Gado de corte exportação

46 Focos no Brasil RS, Ano Foco

47 Focos na Argentina e Uruguai ARGENTINA Ano Foco Uruguai Ano Foco DPA/SEAPA

48 Focos no Rio Grande do Sul

49 Status dos estados brasileiros PNEFA

50 PNEFA

51 PNEFA

52

53

54 PNEFA

55 Etiologia: Gênero: Aphthovirus Família: Picornaviridae São vírus RNA Estrutura do Virion: Não envelopados Icosaedros 60 cópias proteínas estruturais (VP1, VP2, VP3 e VP4)

56 Características: Resiste a Refrigeração/congelamento Inativado a + 50 C. Sensível a ph < 6 e > 9. Sensível aos desinfetantes: Ácido cítrico 2% Ácido Acético 2% Sol. Carbonato de Sódio 4% Metasilicato 2% Sol. Formol 10% Sol. Oxido de Cálcio 5% Sol. Hidróxido de Sódio 2% Sol. Creolina comercial 10% Compostos de Iodofórmio Sol. Triplo sal de monopersulfato de potássio Sobrevivência...

57 Parte em que se encontra o vírus Temperatura Tempo Sangue 37 C / TA 5d / 10d Botas de Borracha TA 102d Roupa de Algodão TA 63-68d Sapato de Couro TA 30-35d Sangue seco (vidro, madeira, piso) TA 2-3d Sangue seco na carne TA 45d Couro in natura 15 C / 4 C 90d / 352d Couro seco 20 C 42d Couro salgado TA 46d Couro no animal (vivo) TA - inverno 28-42d Leite in natura TA 25h Leite seco na madeira, paredes TA 2 anos Carne Suína TA 4-6d Rim TA 10d Carne bovina 4 C / 0 C 73d / 194d Saliva 37 C / 23 C / 5 C 1-2d / 24-35d/ 35d Urina TA (ph6,8 7,6) 5h

58 Sorotipos A O C SAT 1 SAT 2 SAT 3 ASIA 1

59 Epidemiologia Morbidade: 100% em não vacinados Mortalidade: < 5% adultos 50% jovens Suscetíveis: bovídeos bovinos e bubalinos, ovinos, caprinos, suínos, javalis, camelos, lhamas, alpacas, veados, cervos, elefantes...

60 Transmissão - Contaminação Vírus ambiente Vetores Contato direto/indireto Clima temperado 60 km terra 300 km mar Fontes do vírus...

61 Fontes de contaminação Animais em período de incubação e infectados Aerossóis, saliva, fezes, urina (leite/sêmen 4d antes dos sinais) Carne e derivados em ph adequado Meses medula óssea / gânglios linfáticos / coágulos sanguíneos Suínos, outros biungulados

62 Sinais Clínicos de temperatura / sialorréia / vesículas na boca e patas / claudicação

63 72 a 96h (3 a 4 dias) Começo da febre Surgimento das vesículas na cavidade oral, patas, úbere e rúmen Salivação, descarga nasal e claudicação

64 120h (5 dias) Ruptura das vesículas sinais mais intensos Final da febre Final da viremia e começo da produção de Ac

65 Principais lesões: Vesículas na... língua gengiva ao redor do focinho lábios palato úbere espaço interdigital

66 Lesões de 3d

67

68 evolução das reações esperadas em um animal pós-infecção, sem histórico de vacinação, destacando os momentos ideais para colheita de material para isolamento viral. Informações adaptadas de materiais elaborados pelo PANAFTOSA.

69 Diagnóstico Clínico Identificação das lesões Histórico Laboratorial... Diferencial...

70 Herpesvírus Bovino LFDS / 2010

71 Introdução Conceito Importância econômica Reduz eficiência reprodutiva Letalidade Perda produtiva Distribuição Mundial SNC Hemisfério sul

72 Etiologia e Enfermidades Relacionadas α-herpesvírus Bovino 1 Rinotraqueíte Infecciosa (IBR) Aborto, reabsorção embrionária Vulvovaginite Pustular (IPV)/ Balanopostite Infecciosa (IBP) α-herpesvírus Bovino 5 Meningoencefalite α-herpesvírus Bovino 2 Mamilite herpética γ-herpesvírus Febre Catarral Maligna

73 Epidemiologia Reservatório Bovinos latentes Suscetíveis bovinos, outros? Idades, importância Transmissão Contato direto ou indireto com secreções respiratória Sêmen

74 Rinotraqueíte Infecciosa

75 Rinotraqueíte Infecciosa

76 Vulvovaginite pustular Balanopostite

77 Aborto

78 Meningoencefalite

79 Meningoencefalite

80 Controle Reservatório Identificação Abate Suscetíveis Vacinação Idade? Tipo de Vacina Transmissão Isolamento de doentes Manejo Fêmeas Bezerros Transporte Sêmen

81 Diarréia Viral Bovina Pestivirus - Flaviviridae Envelope, RNA 2 sorotipos 2 biotipos Citopatogênico (cp) Não citopatogênicos (ncp)

82 Bovina Diarréia Viral Epidemiologia Bovinos mundial DVB Hemorrágica Leve a moderada Doença das mucosas Alta letalidade Baixa morbidade

83 Diarréia Viral Bovina

84 Bovina Diarréia Viral Sinais Clínicos - DM

85 Ferreira, 2007

86 Perdas na reprodução Ferreira, 2007

87 Sinais Clínicos - DM Diarréia Viral Bovina Diagnóstico Isolamento viral (tecidos, sangue) IHQ (orelha), IF, Sorologia Controle Vacinação Detecção de PI e eliminação Sêmen

88 Diagnóstico Diferencial: DOENÇAS VESICULARES Diarréia Viral Bovina Rinotraqueite Bovina Doença das mucosas Peste bovina Língua azul Mamilite ulcerativa bovina Varíola bovina Estomatite vesicular

89 Peste Bovina Não existe na América Vírus RNA Gênero: Morbillivírus Família: Paramyxoviridae Inflamação e ulceração de todo TD morbidade e mortalidade Febre alta Descarga ocular Diarréia c/ sangue Anorexia Salivação Desidratação Depressão Erosão na boca Tosse leite halitose prostração

90 Língua Azul Doença viral não contagiosa insetos Gênero: Orbivirus Família: Reoviridae Cilicoides letalidade Infecta + bovinos que ovinos Manifestações clínicas raras bovinos Febre inflamação edema face/ orelhas /palpebras hemorragias ulceras

91 LÍNGUA: hiperemica e edematosa saindo da boca Cianótica casos graves HIPEREMIA axila, virilha e períneo Degeneração muscular e dermatite CLAUDICAÇÃO por inflamação hemorrágica da banda coronária dos cascos Quando morre: -Pulmão com hiperemia -Edema alveolar -Brônquios c/ espuma

92 Mamilite ulcerativa Herpesvirus bovino Tipo 2 (BHV 2) Ulceras na pele e úbere Inicio agressivo Transmite para terneiro morbidade mortalidade Não tem sido observada no Brasil Perdas econômicas

93 Varíola Bovina Lesões cutâneas úbere Cowpox / Vaccina / Pseudocowpox Brasil MG focos 80 MG 34 MT 22 SP 10 BA 6 PA 4 TO 3 ES 1 GO 1 MA

94

95 Estomatite vesicular Família: Rhabdoviridae Gênero: Vesiculovirus New Jersey e Indiana IDN-1/ IDN-2/IDN-3 América Sinais = FA

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