AUTOAVALIAÇÃO DO USO DE RECURSOS DE INFORMÁTICA POR PROFESSORES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL

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1 Introdução VII ENCONTRO DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PESQUISADORES EM EDUCAÇÃO ESPECIAL AUTOAVALIAÇÃO DO USO DE RECURSOS DE INFORMÁTICA POR PROFESSORES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL Eduardo José MANZINI 1 Eromi Izabel HUMMEL 2 Bruna Cristina Xavier PRADO 3 Unesp Marília SP Apoio CNPq, Capes/Proesp/MEC/SEESP A transformação da sociedade nos últimos anos tem exigido que a população incorpore, cada vez mais, os avanços tecnológicos. Dentre eles, os recursos de informática passaram a fazer parte do cotidiano das sociedades em franco desenvolvimento econômico. Os recursos de informática chegaram, inicialmente e maciçamente, para a população brasileira, nas agências bancárias. A população necessitou aprender a lidar com senhas, postos de autoatendimento, enfim, com computadores. Esses recursos de informática foram se estendendo aos vários setores, como serviços, indústria e comércio. Por fim, eles chegaram às escolas. Hoje, é possível encontrar, nas escolas de Educação Infantil e Ensino Fundamental, as salas e aulas de informática. A mais recente novidade apregoada pela mídia é o uso de Tablets. Pensando em recursos de comunicação e ensino para alunos com deficiência, os computadores e as ferramentas de informática vêm suprir uma lacuna nos aspectos que se relacionam a inclusão escolar. Para que esses recursos de informática possam ser utilizados em sala de aula, é necessário que o professor esteja preparado para manusear e lidar com esses recursos. Nessa direção, alguns estudos têm pontuado a necessidade e trabalho com a formação de professores para usar a informática na educação (VALENTE, 1991; 1993, 1999; PIMENTEL SOBRINHO, 2006; HUMMEL, 2007; IMAMURA; 2008; KNOLL, 2009). Uma das questões apontadas é a necessidade de incorporação do uso do computador em práticas pedagógicas que fazem parte do cotidiano escolar, ou seja, que os conteúdos pedagógicos possam ser planejados e edificados para a aula. Para que isso aconteça é necessária formação dos professores para utilizar os recursos de informática (VALENTE, 1999). Na direção da formação em serviço de um professor especialista, Imamura (2008) desenvolveu um estudo com o caráter de pesquisa aplicada, cujo tema foi a formação do professor da Educação Especial para uso dos recursos de informática. O trabalho foi 1 Docente do Depto. de Educação Especial e do Programa de Pós-graduação da Unesp, Marília, Líder do Grupo de Pesquisa Deficiências Físicas e Sensoriais. 2 Doutoranda do Programa de Pós-graduação da Unesp, Marília. 3 Bolsista do CNPq, discente do curso de pedagogia da Unesp, Marília. 3277

2 desenvolvido em uma classe especial que atendia a alunos com deficiências físicas. O estudo foi realizado com um único professor, que possuía os recursos de informática dentro da escola, mas não sabia como manuseá-los. Apesar de a formação ter sido programada, percebeu-se que a falta de planejamento das aulas constituiu a maior barreira para que o uso da informática pudesse, realmente, fazer parte das atividades didáticas. A conclusão indicou a necessidade de uma reformulação na prática pedagógica como um todo, a fim de que os recursos de informática pudessem ser incorporados. Hummel (2007) teve como objetivo investigar a formação de professores atuantes nas séries iniciais, durante o processo de vida acadêmica e profissional em relação ao uso do computador como ferramenta de apoio pedagógico junto aos alunos com deficiência. Participaram do estudo 13 professoras que atuavam no sistema regular de ensino de uma cidade do interior do Paraná. Por meio de uma entrevista semiestruturada, coletou informações que culminaram em quatro categorias de análise: 1) Formação para o uso da tecnologia computacional; 2) Prática pedagógica com a utilização do computador; 3) Sugestões para melhorar a formação inicial e em serviço; 4) Diretrizes para a formação dos professores para a utilização do computador no atendimento a alunos com necessidades educacionais especiais. Concluiu o autor que: 1) os professores, em sua maioria, não receberam formação acadêmica sobre esta questão; 2) o computador era utilizado como caderno digital e os professores tinham dificuldades para integrar os conteúdos referentes à matemática; 3) as participantes destacaram a necessidade dos cursos de graduação oferecerem disciplinas relacionadas a esta questão. O autor propõe a elaboração de cursos que atendam as necessidades e dificuldades apresentadas pelas participantes e contemplem conhecimentos teóricos sobre informática educativa. Pimentel Sobrinho (2006) desenvolveu um estudo com o objetivo de investigar como estavam sendo utilizados os sites e softwares educativos nas Salas de Informática do Ensino Fundamental das escolas municipais do Rio de Janeiro. O local do estudo contemplou a salas de informática. Os resultados indicaram contribuições o uso da informática na escola, mas também foram detectadas algumas dificuldades como: 1) o pouco tempo de utilização das Salas de Informática pelos alunos; 2) a formação, ainda insuficiente, oferecida pela Secretaria Municipal de Ensino aos professores e 3) os softwares disponibilizados nas Salas de Informática não estavam acessíveis fora do ambiente escolar. O autor constatou o entusiasmo dos professores com os recursos de informática e, ao mesmo tempo, certo pavor ao lidar com os computadores. Knoll (2009) teve como objetivo constituir um grupo de professores para refletir sobre os temas: o Conceito de Tecnologia, Tecnologia Educacional, Tecnologias de Comunicação e Informação, Pesquisa e Formação de Professores. Participaram da Pesquisa um grupo composto por dezesseis professores da educação básica de uma rede municipal de ensino. Pesquisador e professores se reuniram durante três meses, presencialmente, em uma sala de aula comum e no laboratório de informática da mesma escola. Além dos encontros, foi possível a troca de mensagens via , e estudos à distância nos momentos em que os professores estavam com horas livres em suas casas ou nos locais de trabalho. Ao total, a carga horária completou cinquenta horas. A pesquisa foi delineada como estudo de caso e 3278

3 procedida por análise de conteúdo. Para o autor, os professores desejam refletir e articular propostas focadas no ensino; cooperam e colaboram entre si nos processos de apropriação das técnicas de uso das tecnologias de comunicação e informação. A conclusão do estudo se direciona para a necessidade de uma formação continuada e de estruturação de parcerias institucionais entre poder público e universidades da região que aborde os temas relativos ao educar na Sociedade da Informação. Apesar de as modificações que têm ocorrido com a incorporação das novas tecnologias em sala de aula (MARINHO, 2007), verifica-se que, cada vez mais, estão presentes no próprio computador uma série de recursos que podem ser utilizados com alunos com deficiência, como exemplo, os recursos de acessibilidade e softwares, como o PowerPoint. O software PowerPoint é uma ferramenta que pode ser utilizada para trabalho com ensino e comunicação de alunos com deficiência. Com o PowerPoint é possível usar vocabulário simples, criar frases curtas e outras alternativas de comunicação. Essa ferramenta permite inserir, por exemplos, números, figuras, fotos, sons em um slide e criar pequenas estórias (HERCULANI; DELIBERATO, 2010). Em termos de manuseio, o aluno pode simplesmente apertar uma teclar de navegação para que os slides apareçam na sequência em que foram elaborados. Hoje, existe uma série de softwares educacionais que podem ser acessados gratuitamente, sem custos para os professores. Um exemplo que pode ser citado é o software HoloS, disponibilizado pela Apae de Bauru em 2006 (FERREIRA-DONATI, 2010). O software HoloS disponibiliza uma série de atividades que podem ser programadas pelo professor. Nessas atividades podem ser inseridos filmes, por exemplo. O software também possibilita a inserção de figuras e fotos que podem compor jogos, como, jogo da memória, jogos de ligar, jogos de superposição, quebra-cabeças, dentre outros (FERREIRA-DONATI, 2010). Pensando na formação de professores para lidar com os recursos de informática, Deliberato e Manzini (2008) desenvolveram um questionário para autoavaliação sobre o uso de recursos de informática por parte do professor que trabalha com Educação Especial. No presente texto, o objetivo foi o de identificar o domínio em recursos de informática dos professores, a fim de subsidiar propostas de formação, utilizando esse instrumento de avaliação (DELIBERATO; MANZINI, 2008). Método A pesquisa foi realizada com 42 professores que atendiam alunos com deficiências nas escolas da Rede Municipal de Educação, de uma cidade no Estado do Paraná. Desses 42 professores, 32 atuavam em Salas de Recursos Multifuncionais e 10 trabalhavam na assessoria de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação. Antes de coletar os dados, solicitou-se, primeiramente, autorização da Diretoria de Ensino e Gerente de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação, assim como a anuência dos professores por meio de um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Para a coleta de dados, foi utilizado um questionário denominado Questionário para autoavaliação sobre recursos de informátia desenvolvido por Manzini e Deliberato (2008). O 3279

4 instrumento é composto por seis partes. Na primeira, os participantes respondem questões sobre o domínio de funções básicas do computador, como ligar e desligar, abrir e fechar programas, copiar programas, criar pastas de trabalho, dentre outras funções. Em cada item deve-se aferir uma nota que varia de 0 a 4, ou seja, é utilizada uma escala Likert. A segunda parte, autoavalia o domínio de editores de textos como Word e Writer. A terceira parte autoavalia o domínio de planilhas, como Excel e Calc. A quarta parte avalia ferramentas como Power Point e Impress. A quinta parte avalia se o participante sabe manusear os recursos de acessibilidade dos próprios computadores, como, por exemplo, Configurar contraste para baixa visão, usar teclado virtual, Configurar lente de aumento, dentre outros. Nessa parte do instrumento, é possível o respondente incluir outros itens que utiliza e que estão relacionados aos recursos de acessibilidade. Na última parte, o respondente avalia o conhecimento e domínio de alguns softwares educativos ou para comunicação para pessoas com deficiência, e, também, possui espaço para preencher e indicar outros softwares que utiliza. O questionário demora entre 10 e 15 minutos para ser respondido. A coleta foi realizada em grupo e ocorreu durante um curso de formação de professores intitulado Informática Educativa no desenvolvimento da aprendizagem de pessoas com deficiências, que faz parte de uma pesquisa mais abrangente sobre formação de professores para o Atendimento Educacional Especializado. Antes de iniciar as atividades do curso os professores receberam o questionário e realizaram o preenchimento, cuja duração aproximada foi de 15 minutos. Após aplicação, os resultados foram tabulados em uma planilha Excel e serão apresentados em forma de Tabelas. Para este texto, serão apresentadas as partes do questionário que autoavaliam: Funções básicas do computador, Recursos de acessibilidade e Softwares educativos ou para comunicação. Resultados e discussão A Tabela 1 indica a autoavaliação dos participantes sobre as funções básicas do computador. Pode-se observar que a autoavaliação dos participantes indica que praticamente quase todas as funções do computador são amplamente dominadas pelos professores de Educação Especial, participantes do estudo. Tabela 1 - Funções básicas do computador Domínio Ligar e desligar Abrir arquivos Fechar arquivos

5 Salvar arquivos Criar pastas de trabalho Copiar arquivos Inserir arquivos Localizar arquivos Renomear arquivos Abrir fechar programas Trabalhar com duas janelas Mudar configurações Imprimir documentos Usar pendrive Usar CD/DVD Instalar programas Baixar fotos de máquina digital Salienta-se que, em algumas funções básicas, nota-se a necessidade de aprendizagem. As funções indicadas foram: 1) Instalar programas, função apontada por 67% participantes cujo domínio foi igual ou inferior a dois; 2) Mudar ou modificar as configurações do computador, função apontada por 59% participantes cujo domínio foi igual ou inferior a dois; 3) Baixar fotos de máquina digital função apontada por 50% participantes cujo domínio foi igual ou inferior a dois; e 4) Inserir arquivos função apontada por 33% participantes cujo domínio foi igual ou inferior a dois. A função Instalar programas é importante para o professor de Educação Especial, pois os softwares educativos surgem rapidamente no mercado brasileiro e a as novidades são freqüentes. Ao adquirir um novo software sempre há a necessidade de instalação. Além disso, existe uma variedade de softwares livres que podem ser acessados e instalados gratuitamente por meio da internet. O recurso de mudar ou modificar as configurações do computador é importante, principalmente quando é necessário mudar, por exemplo, o contraste de cores da tela do monitor, ou alterar funções de acessibilidade, como velocidade do uso das teclar do teclado. Como será vislumbrado no item recursos de acessibilidade, esse dado é preocupante visto que o professor de Educação Especial irá lidar com uma população que necessita de recursos de acessibilidade que atendam as características desse alunado. Baixar fotos de máquina digital é uma função importante, pois a fotos podem servir de banco de dados em alguns softwares, como o HoloS (FERREIRA-DONATI, 2010), para elaboração de atividades como quebra-cabeça ou jogo de memória. Ainda é recurso importante quando se tratar de alunos com severos distúrbios da comunicação, que necessitará de confecção de 3281

6 pranchas de comunicação alternativa e a fotografia torna-se um recurso imprescindível (MANZINI; DELIBERATO, 2006). A função Inserir arquivos é um domínio necessário principalmente na elaboração de tarefas e atividades em que o computador será a ferramenta de aprendizagem. A Tabela 2 indica a autoavaliação dos os recursos de acessibilidade. Tabela 2 - Recursos de Acessibilidade Domínio Configurar contraste para baixa visão Configurar velocidade de digitação Configurar teclas de filtragem Configurar teclas de aderência Configurar lente de aumento Usar teclas para controle do mouse Usar teclado virtual Observando a Tabela 2 constata-se que os professores indicam recursos de acessibilidade, que estão disponíveis nos Sistema Operacional do Windows, ainda não são dominados pela maioria. Tomando como critério de corte de domínio igual ou inferior a dois pontos tem-se as seguintes porcentagens: Configurar contraste para baixa visão (90,47%) Configurar velocidade de digitação (88,10%) Configurar teclas de filtragem (92,86%) Configurar teclas de aderência (95,24%) Configurar lente de aumento (88,09%) Usar teclas para controle do mouse (90,47%) Usar teclado virtual (85,71%) Salienta-se que o ensino dessa habilidade, na realidade, é algo bastante simples em termos operacionais. Uma simples demonstração desses recursos por meio de uma aula expositiva poderia lidar com essas dificuldades dos professores, pois, na realidade, trata-se de um conteúdo muito mais informativo do que algo que exija reflexão ou aprofundamento. Além disso, os recursos estão presentes no próprio computador é são de fácil acesso por parte de usuários. Os recursos de contraste são muito utilizados para alunos com baixa visão, como também a lente de aumento. 3282

7 Os recursos como velocidade de digitação, teclas de aderência, controle do mouse e teclado virtual são mais utilizados por pessoas acometidas por alteração motoras. A Tabela 3 indica o conhecimento sobre Softwares educativos ou para comunicação. Tabela 3 Conhecimento sobre Softwares educativos ou para comunicação SIM NÃO Menino curioso 0 42 Coelho Sabido Mestre 1 41 HagáQuê Comunique 39 3 Editor livre de planilha 1 41 Falador 3 39 Micro fênix 1 41 Boardmaker Imagoanavox 1 41 Dosvox LM Brain 0 42 Eugênio 4 38 Speakdinamic 0 42 Jaws 0 42 Escrevendo com símbolos 0 42 Virtual Vision 2 40 Jogando com números 3 39 Prancha de comunicação livre Os Softwares educativos ou para comunicação que os participantes indicaram mais conhecer foram: Coelho Sabido (66,7% dos participantes); HagáQuê (71,4%) e Comunique (92,9%). Coelho Sabido, é um é composto por softwares que possuem jogos, sons e musicas para habilidades como alfabeto, compreensão de texto, as palavras e seus antônimos e relação da palavra falada com a palavra escrita (COELHO SABIDO, 2011). O software HagáQuê é gratuito e tem sua primeira versão em Sua proposta de desenvolvimento foi criar um editor de histórias em quadrinhos. Pode ser utilizado para diversos conteúdos, como, por exemplo, como geografia, matemática, história, português e idiomas estrangeiros (NIED, 2011). 3283

8 O software Comunique foi desenvolvido por Miryam Bonadiu Pelosi, em 1992 e distribuído gratuitamente até 2010 com o objetivo de trabalhar a comunicação alternativa (oral e escrita) de pessoas com necessidades especiais que apresentam problemas motores graves (PELOSI, 2011). Pode-se ainda constatar que outros softwares como o Boardmaker e o Dosvox também foram indicados como conhecidos pelos professores atingindo a porcentengem, respectivamente, de 33,3% e 35,7%. A prancha de comunicação livre vem em seguida, conhecida por 23,8% dos respondentes. A maioria dos respondentes dos questionários desconhece os outros 13 softwares arrolados no questionário e a porcentagem de desconhecimento varia entre 93% e 100%. A Tabela 4 indica o domínio sobre Softwares educativos ou para comunicação. Tabela 4 - Softwares educativos ou para comunicação Domínio Menino curioso Coelho Sabido Mestre HagáQuê Comunique Editor livre de planilha Falador Micro fênix Boardmaker Imagoanavox Dosvox LM Brain Eugênio Speakdinamic Jaws Escrevendo com símbolos Virtual Vision Jogando com números Prancha de comunicação livre Os softwares Coelho Sabido e HagáQuê foram indicados como os que os respondentes mais dominam. Mesmo assim, os dados indicaram que para o Coelho Sabido, 42,9% dos 3284

9 respondentes pontuaram seu nível de domínio em zero. Para o HagáQuê, 50% dos respondentes pontuaram seu nível de domínio em zero. Salienta-se que os softwares que os participantes indicaram melhor domínio, dois deles não foi configurado para trabalhar com alunos com deficiência e um deles se refere ao trabalho com alunos com severas alterações motoras. Outro dado interessante é que o Boardmaker, software muito utilizado para construção de pranchas de comunicação alternativa é conhecido por 33,3%, porém, 36 professores (90%) que responderam ao questionário pontuaram como nota zero o seu nível de domínio. Salientase que essa ferramenta tem sido distribuída para Secretaria Nacional de Educação Especial para as Salas de Recursos Multifuncionais. A autoavaliação indicou que a pontuação de domínio zero variou de 83,3% a 100%. Esse é um dado que demonstra a necessidade de formação do grupo de respondentes para aprender a trabalhar com softwares educativos e softwares indicados para ensinar alunos com deficiência. Conclusão Os dados permitem concluir que as funções básicas do computador que mais necessitam de formação para o uso foram: 1) Instalar programas; 2) Mudar ou modificar as configurações do computador; 3) Baixar fotos de máquina digital. De forma geral, os professores que participaram do estudo tem bom conhecimento sobre as funções básicas do computador. Em relação aos recursos de acessibilidade, que estão disponíveis nos Sistema Operacional do Windows, os participantes avaliaram desconhecimento e falta de domínio, sendo que apenas o teclado virtual teve melhor escore, mesmo assim, dominado apenas por 25% dos participantes. A parte do questionário referente ao conhecimento de softwares educativos e para comunicação indicou que dos 19 softwares arrolados no questionário, 13 obtiveram uma grande porcentagem de desconhecimento, variando entre 93% e 100%. A autoavaliação indicou que a pontuação de domínio zero desses softwares variou de 83,3% a 100%, informação que indica, com urgência, a necessidade de formação do grupo de respondentes para aprender a trabalhar com softwares educativos e softwares indicados para ensinar alunos com deficiência. O questionário possibilitou a autoavalição de forma simples e, em uma rápida aplicação, gerou dados importantes e informativos para preparação um curso de formação sobre o do uso de recursos de informática. O mesmo instrumento pode ser utilizado para aferir a autoavaliação dos professores, nas etapas de pré e pós-curso de formação. Referências COELHO SABIDO. Coelho Sabido - Software Educativo. Disponível em: <http://www.coelhosabido.com.br>. Acesso em: 29 set

10 FERREIRA-DONATI, G.C. Análise do software HoloS como recursos pedagógico na educação inclusiva e na intervenção da comunicação. In: MANZINI, E. J.; FUJISAWA, D. S. Jogos e recursos para comunicação e ensino na educação especial. Marília: ABPEE, p HERCULANI, C.EE; DELIBERATO, D. O uso do software PowerPoint como um recurso de comunicação suplementar e alternativa. In: MANZINI, E. J.; FUJISAWA, D. S. Jogos e recursos para comunicação e ensino na educação especial. Marília: ABPEE, p HUMMEL, E. I. A formação de professores para o uso da informática no processo de ensino e aprendizagem de alunos com necessidades educacionais especiais em classe comum, f. Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Estadual de Londrina, Londrina, IMAMURA, E.T.M. Formação continuada do professor para uso dos recursos de informática com alunos com deficiências físicas f. Dissertação (Mestrado em Educação) Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista, Marília. KNOLL, A.C.G. Tecnologia e educação: vamos ouvir o professor? f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Federal do Paraná, Paraná, MANZINI, E. J. Recurso pedagógico adaptado e estratégias para o ensino de alunos com deficiência física. In: MANZINI, E. J.; FUJISAWA, D. S. Jogos e recursos para comunicação e ensino na educação especial. Marília: ABPEE, p MANZINI, E. J., DELIBERATO, D. Portal de Ajudas Técnicas: equipamento e material pedagógico especial para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física: recursos para comunicação alternativa. Brasília/Marilia: ABPEE/MEC, MANZINI, E.J.; DELIBERATO, D. Questionário para autoavaliação sobre recursos de informática. Marília: Unesp, (não publicado) MARINHO, S.P.P. A tecnoausência na formação inicial do professor da educação básica na visão de docentes de licenciaturas. In: SCHWARTZ, C. M. et al. (Org.). Desafios da Educação básica e pesquisa em educação. Vitória: Edufes, p NIED. O que é o HagáQuê? Disponível em: <http://www.nied.unicamp.br/~hagaque/>. Acesso em: 04 set PIMENTEL SOBRINHO; A.C. Limites e possibilidades da utilização de sites e softwares educativos na rede pública de ensino f. Dissertação (Mestrado em Educação) - Universidade Estácio de Sá, rio de Janeiro,

11 PELOSI, M. B. Software comunique. Disponível em: <http://www.comunicacaoalternativa.com.br/software-comunique>. Aceso em: 04 set VALENTE, J. A. Uso do computador na educação. In: VALENTE, J. A. (org.). Liberando a mente: Computadores na educação especial. Campinas: Unicamp, Formação de profissionais na área de informática em educação. In: VALENTE, J. A. (Org.). Computador e conhecimento: repensando a educação. Campinas: Unicamp, Formação de professores: diferentes abordagens pedagógicas. In: VALENTE, J. A. (Org.). O computador na sociedade do conhecimento. Campinas: Unicamp/NIED, 1999, p

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