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1 1000 maiores empresas Os desafios para 2007 Como economistas e consultores olham para os principais sectores Esta revista faz parte integrante do PÚBLICO 6057 e não pode ser vendida separadamente As firmas que comandam o país, por vendas e principais indicadores As empresas que lideram em cada sector e distrito EDIÇÃO ESPECIAL

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3 A primeira clínica privada construída e equipada com a assistência técnica da Direcção Geral dos Hospitais CENTRO de ATENDIMENTO - CONSULTAS (das 8 às 22 Horas) CENTRO de DIAGNÓSTICO - EXAMES MARCAÇÕES: AMADORA SACAVÉM MARCAÇÕES: AMADORA SACAVÉM MEDICINA INTERNA REUMATOLOGIA ANÁLISES CLÍNICAS, HORMONAIS E HISTOLÓGICAS CLÍNICA GERAL ENDOCRINOLOGIA RADIOLOGIA GERAL CIRURGIA GERAL ANDROLOGIA MAMOGRAFIA CIRURGIA PLÁSTICA UROLOGIA CITOLOGIA ASPIRATIVA CIRURGIA TORÁXICA UROLOGIA NEUROLÓGICA BIÓPSIA GUIADA POR ECOGRAFIA CIRURGIA POR LAPAROSCOPIA UROLOGIA PEDIÁTRICA ECOTOMOGRAFIA MICROCIRURGIA GASTRENTEROLOGIA TAC TOMOGRAFIA COMPUTORIZADA ANESTESIOLOGIA HEPATOLOGIA RM RESSONÂNCIA MAGNÉTICA GINECOLOGIA PNEUMOLOGIA DENSITOMETRIA ÓSSEA OBSTETRÍCIA CARDIOLOGIA EEG ELECTROENCEFALOGRAFIA CONSULTA DE MAMA CÁRDIO TORÁXICA PACING CARDÍACO ECG ELECTROCARDIOGRAFIA OFTALMOLOGIA CIRURGIA VASCULAR ECOCARDIOGRAFIA OTORRINOLARINGOLOGIA NEFROLOGIA ULTRASSONOGRAFIA DOPPLER COLORIDO ORTOPEDIA NEUROLOGIA PROVAS FUNCIONAIS RESPIRATÓRIAS CONSULTA DA MÃO NEUROCIRURGIA PROVAS DE ESFORÇO CONSULTA DO OMBRO CONSULTA DO JOELHO DIAGNÓSTICO PRÉ-NATAL PRESSUROMETRIA CONSULTA DO PÉ PEDIATRIA MÉDICA AUDIOMETRIA ORTOPEDIA INFANTIL CIRURGIA PEDIÁTRICA ANGIOGRAFIA OFTALMOLÓGICA DIABETOLOGIA CONSULTA DA ADOLESCÊNCIA YAG LASER HEMATOLOGIA ONCOLOGIA GASTRENTEROLOGIA ENDOSCOPIA DERMATOLOGIA PSICOLOGIA UROFLUXOMETRIA ALERGOLOGIA PSIQUIATRIA ARTROSCOPIA IMUNO ALERGOLOGIA TERAPIA DA FALA COLPOSCOPIA MAXILO-FACIAL OBESIDADE MÓRBIDA CELIOSCOPIA MEDICINA DENTÁRIA NUTRIÇÃO LAPAROSCOPIA CPRE COLANGIOGRAFIA PANCREÁTICA RETROGADA ENDOSCÓPICA CENTRO de TRATAMENTO MÉDICO PEQUENAS E MÉDIAS CIRURGIAS UNIDADE DE LITOTRÍCIA RENAL E URETERAL CELIOSCOPIAS HIPERTERMIA PROSTÁTICA UNIDADE DE QUIMIOTERAPIA UNIDADE DE LASER BRAQUITERAPIA (para o tratamento do cancro localizado da próstata) ORTOTRÍCIA (ondas de choque no combate à dor de ombro doloroso, canal cárpico, joelho, esporão do calcâneo, etc.) TRATAMENTO AMBULATÓRIO SEM ANESTESIA E SEM DOR NOVAS VALÊNCIAS ACELERADOR LINEAR RADIOTERAPIA CARDIOLOGIA (EXAMES e CIRURGIA) LINHA DIRECTA: CLISA AMADORA Av. Hospitais Civis de Lisboa, 8 Reboleira Telef Fax: CLISA SACAVÉM Urb. Real Forte, E.N Sacavém Telef Fax: CLISA ODIVELAS Colinas do Cruzeiro, Lote 23, Zona 8 Famões

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5 EDITORIAL Paulo Ferreira Olhar em frente Quais são os sinais mais fortes que é necessário captar nos principais sectores de actividade? Que novos paradigmas estão a ser formados? Quais as chaves para a sobrevivência e para o sucesso? Foi esse o desafio que lançámos a especialistas reconhecidos e que apresentamos nas próximas páginas Nunca foi tão difícil antecipar o que está ao virar da esquina. As mudanças no mundo dos negócios sucedem-se a um ritmo cada vez mais intenso. As verdades de ontem são as mentiras de hoje, para voltarem a ser as verdades de amanhã. Há uma permanente corrida para ser o primeiro, o mais inovador, o mais ágil, o mais flexível. Simultaneamente, e aparentemente contraditório com isso, para os maiores a moda voltou a ser crescer desmesuradamente. Sucedemse as operações de aquisição, os grandes negócios dentro e para lá das obsoletas fronteiras nacionais e a criação de conglomerados multi-negócio. Ao mesmo tempo, aprofunda-se cada vez mais a externalização de funções que não são centrais no negócio da empresa. O limite mínimo é o conceito e o know-how específico para o fabrico de um produto ou para prestar um serviço, ainda que muitas vezes se esteja já perante empresas sem nada lá dentro além de uma marca forte e dos valores que ela representa. A economia mundial volta a crescer, dando a entender que vem aí um novo ciclo de prosperidade. Mas o mapa-mundo está muito diferente do que era há 15 anos, quando se iniciou o anterior salto no crescimento. Há um novo actor global, a China, grande e poderoso pela sua capacidade de comprar e de produzir para vender. E depois dele, aparecem três outros, pontos obrigatórios em qualquer estratégia global: Brasil, Índia e Rússia. É nestes momentos de grandes e rápidos ajustamentos que se processa a mais radical selecção natural das empresas. E se não há bons nem maus sectores, mas antes boas e más empresas, também é verdade que os males da crise económica não o são para todas as empresas, tal como a expansão não é aproveitada por todas da mesma forma. Nestes tempos de mudança, o PÚBLICO preferiu o olhar em frente como tema central desta edição das 1000 Maiores Empresas não financeiras. Quais são os sinais mais fortes que é necessário captar nos principais sectores de actividade? Que novos paradigmas estão a ser formados? Quais as chaves para a sobrevivência e para o sucesso? Foi esse o desafio que lançámos a especialistas reconhecidos e que apresentamos nas próximas páginas. Da alteração da geografia da oferta e da procura, das encruzilhadas que se encontram em sectores como a energia até às novas plataformas de comunicação, da envolvente em que navegam os sectores portugueses mais tradicionais como o têxtil e o vestuário ou os mais estruturantes, como a construção automóvel. E, claro, sem esquecer o turismo, onde regressamos sempre que se procuram áreas onde o país pode buscar uma competitividade que tem dificuldade em segurar noutros negócios. Mais do que verdades absolutas, são visões prospectivas que pretendem ser uma ferramenta para quem tem que gerir e garantir o crescimento das empresas. Se este trabalho tiver essa utilidade, damos este nosso desafio como ultrapassado. FICHA TÉCNICA DIRECTOR José Manuel Fernandes COOR- DENAÇÃO Paulo Ferreira e Lurdes Ferreira COLABORAÇÕES ESPECIAIS Freire de Sousa, Luís Reis e José Rui Felizardo (Inteli - Inteligência em Inovação), João Abel de Freitas e PricewaterhouseCoopers FOTOGRAFIA Carlos Lopes, Daniel Rocha, David Clifford, Isabel Amorim, Miguel Madeira, Nuno Santos, Pedro Cunha e Rui Gaudêncio. SECRETARIADO Isabel Anselmo BANCO DE DADOS António Fatela DESIGN E PAGINAÇÃO Marco Neves DIGITALIZAÇÃO Departamento de Digitalização do PÚBLICO LISBOA Rua Viriato, Lisboa; Telef.: (PPCA) Fax: Dir. Empresa ; Dir. Editorial ; Agenda ; Redacção ; Publicidade / PORTO Rua João de Barros, ; Telef: (PPCA) / ; Fax: Redacção / ; Publicidade; Distribuição AVEIRO Telef: Fax: / BRAGA: Telef: ; Fax: COIMBRA Rua Corpo de Deus, 3-2º Coimbra Telef.: ; Fax: vila real: Telef.: ; Fax.: MADEIRA Telef.: ; Fax.: PROPRIETÁRIO PÚBLICO Comunicação Social, SA Sede: Rua João de Barros, 265, 4150 Porto IMPRESSÃO Unipress, Tv. Anselmo Braancamp, 220-Arcozelo/4405, Valadares; Telef.: ; Mirandela Rua Rodrigues Faria, 103, 1300 Lisboa; Telef.: ; Fax: DISTRIBUIÇÃO Logista Portugal - Distribuição de Publicações, S.A.; Lisboa: Telef.: , Fax: ; Porto: Telef.: /1; Fax: ; Algarve: Telef.: ; Fax: ; Coimbra: Telef.: ; Fax: ASSINATURAS

6 ÍNDICE RETRATO GERAL 4 Quanto Valem as 1000 maiores 8Sectores Tradicionais 13 Floresta e Papel TELECOMUNICAÇÕES 28 Para além do Triple Play MEDIA 32 Tecnologias digitais mudam face da indústria OUTROS SECTORES 38 As maiores em cada indústria DISTRITOS 40 Onde estão as sedes das empresas LISTAGEM GERAL DAS 1000 MAIORES 42 ÍNDICE DE EMPRESAS Energia 18 Automóvel 24 Turismo 2

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8 1000maiores empresas A recolha e tratamento dos dados da lista PÚBLICO 1000 ranking das maiores empresas portuguesas não financeiras é da responsabilidade de António Fatela, ex-responsável da empresa Servitrade, que colaborou nos últimos anos nesta edição anual. Os valores apresentados em PÚBLICO 1000 foram extraídos dos relatórios e contas não consolidados das empresas referentes ao exercício de 2005 ou recolhidos através do contacto directo com as empresas, a quem agradecemos a colaboração prestada. A lista PÚBLICO 1000 não inclui sociedades gestoras de participações sociais nem empresas do sector financeiro (bancos, seguradoras e parabancárias como sociedades de leasing, factoring, SFAC, etc.). As empresas listadas em PÚBLICO 1000 foram ordenadas pelo volume de vendas referente a No final da listagem é apresentado um índice alfabético das empresas. 4 Indicadores utilizados Capital próprio Total dos capitais próprios (capital social, reservas, resultados do exercício e resultados transitados) no final do exercício de Vendas total das vendas de mercadorias e prestação de serviços no exercício de Variação das vendas aumento/ diminuição das vendas face ao exercício de Resultados líquidos lucro ou prejuízo do exercício de Rentabilidade dos capitais próprios resultado líquido a dividir pelos capitais pró+rios, em percentagem. Número de trabalhadores número médio de trabalhadores no exercício de Unidade monetária todos os valores estão expressos em euros.

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10 RETRATO GERAL Menos vendas mas mais rentabilidade Menos vendas, menos emprego mas mais rentabilidade. É este o retrato rápido das empresas PÚBLICO 1000 no ano passado, numa análise global que esconde, naturalmente, evoluções muito diferentes quando se faz a análise empresa a empresa. Entre 2004 e 2005 a queda registada no volume de negócios foi de 9,3 por cento. Se recuarmos mais um pouco, verificamos que desde o ano de 2003, em que se verificou a recessão com uma queda de 1,2 por cento no produto, as vendas das 1000 maiores empresas já recuperaram 11 por cento. Em relação a esse ano, a rentabilidade dos capitais próprios também recuperou, de 9,6 por cento para 10,5 por cento em 2005, fruto de um crescimento superior dos lucros em relação aos capitais. Temos então, e em média, empresas mais capitalizadas e mais rentáveis do que há três anos. Mas também, ou talvez por isso, empresas com menos emprego. Os 415 mil postos de trabalho registados em 2003 são agora apenas ligeiramente superiores a 333 mil, mostrando o ajustamento que foi feito no tecido empresarial, com prejuízo para os números do desemprego no país. A lista deste ano volta a confirmar algumas tendências. O crónico problema das empresas públicas de transportes volta a ser evidente. Elas lideram, destacadas, a lista dos capitais próprios negativos, mantendo a situação de falência técnica em que se encontram há anos, sem receberem do accionista Estado, a braços com o problema do défice orçamental, a dotação de capitais que necessitariam para equilibrar as contas. CP, Carris, Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, EMEF e Estaleiros Navais de Viana do Castelo somam, só por si, quase dois mil milhões de capitais próprios negativos. É outra empresa pública, os CTT, que continua a levar a palma da maior empregadora, com mais de 14 mil postos de trabalho. Depois aparece a grande distribuição e as telecomunicações. O MAIOR CAPITAL PRÓPRIO EMPRESA CAP. PRÓPRIO 1 EDP - GESTÃO DA PROD. DE ENERGIA, S.A BRISA - AUTO ESTR. DE PORTUGAL S.A MODELO CONTINENTE -HIPERM. S.A PT COMUNICAÇÕES, S.A TMN - TELECOM. MÓVEIS NACIONAIS S.A EDP DISTRIBUIÇÃO - ENERGIA S.A PETRÓLEOS DE PORT. - PETROGAL S.A PORTUCEL - EMP. PROD. PASTA E PAPEL S.A REPSOL PORTUGUESA, S.A VODAFONE PORTUGAL -COM. PESSOAIS S.A AS MAIS DINÂMICAS EMPRESA VAR. VENDAS 1 ZARA PORTUGAL CONF. - SOC. UNIPESSOAL LDA 519,0% 2 FREITAS & SILVA, S.A. 217,0% 3 MAHLE - COMPONENTES PARA MOTORES S.A. 210,4% 4 CAIXA ALTA - DESENHO GRÁFICO E PUB. LDA 197,9% 5 MERCK SHARP & DOHME LDA 187,1% 6 SOARES & ESTEVES LDA 127,0% 7 ANA - AEROPORTOS DE PORTUGAL S.A. 118,4% 8 J. GOMES - SOC. DE CONSTRUÇÕES DO CÁVADOS.A. 114,7% 9 PROFARIN - DISTRIB. DE PROD. FARM. IND. LDA 109,6% 10 EURÓLEO - COM. DE COMB. E LUBRIFICANTES LDA 106,5% AS QUE MAIS EMPREGAM EMPRESA Nº EMPREGADOS 1 CTT - CORREIOS DE PORTUGAL S.A MODELO CONTINENTE -HIPERMERCADOS S.A PINGO DOCE - DISTRIBUIÇÃO ALIMENTAR S.A PT COMUNICAÇÕES, S.A PROSEGUR - Cª DE SEGURANÇA LDA MOTA-ENGIL - ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO S.A Cª PORTUGUESA DE HIPERMERCADOS S.A SECURITAS - SERV. E TEC. DE SEGURANÇA S.A SELECT - REC. HUMANOS - EMP. DE TRAB. TEMP. S.A TRANSPORTES AÉREOS PORTUGUESES, S.A AS MAIS RENTÁVEIS EMPRESA RENT. CAP. PRÓPRIO 1 AVON - COSMÉTICOS LDA 364,0% 2 UNICER INTERNACIONAL - EXP. E IMP. DE BEBIDAS 144,8% O MENOR CAPITAL PRÓPRIO EMPRESA CAP. PRÓPRIO 1 CAMINHOS DE FERRO PORTUGUESES E.P Cª CARRIS DE FERRO DE LISBOA S.A SOC. DE TRANSP. COLECT. DO PORTO, S.A EMEF - EMP. DE MANUT. DE EQUIP. FERROV. S.A ESTALEIROS NAVAIS DE V. DO CASTELO, S.A CNB/CAMAC - Cª NAC. DE BORRACHAS S.A FIAT AUTO PORTUGUESA, S.A ENERGIN - SOC. DE PROD. DE ELECT. E CALOR, S.A SANTOGAL V - COM. E REP. DE AUTOMÓVEIS, S.A EURÓLEO - COM. DE COMB. E LUBRIFICANTES LDA AS MENOS DINÂMICAS EMPRESA VAR. VENDAS 1 NORMETRO - AGRUP. DO METROP. PORTO A.C.E -62,00% 2 ANTÓNIO SARAIVA & FILHOS LDA -61,20% 3 CIMERTEX - SOC. DE MÁQ. E EQUIPAMENTOS S.A. -61,00% 4 COFARBEL - COOP. DE COMERC. DA BEIRA LITORAL -52,60% 5 ÁLVARO CUNHA & Cª LDA -49,10% 6 ZARA HOME (PORTUGAL) ART. E UTIL. PARA O LAR -46,90% 7 DISPNAL PNEUS -43,10% 8 RADIOTELEVISÃO PORT. - SERV. PÚB. DE TELEVISÃO, S.A -41,10% 9 FAURECIA - ASSENTOS DE AUTOMÓVEL LDA -41,10% 10 SAMSUNG - ELECTRÓNICA PORTUGUESA S.A. -40,00% AS QUE MENOS EMPREGAM EMPRESA Nº EMPREGADOS 1 EDP COMERCIAL - COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA S.A. 1 2 URBE OCEANUS LDA 1 3 IMORETALHO - GESTÃO DE IMÓVEIS S.A. 1 4 CEREAL ASSOCIADOS PORTUGAL A.E.I.E. 1 5 PLASTEME - COM. E IMPORTAÇÃO DE PLÁSTICOS LDA 2 6 CTA - CEMENT TRADING ACTIVITIES - COM. INTERN., S.A. 3 7 NORMETRO - AGRUP. DO METROP. DO PORTO A.C.E 5 8 INLAND - PROMOÇÃO IMOBILIÁRIA S.A. 6 9 CCVP - Cª COMERCIAL DE VINHOS DO PORTO, S.A COSTA & GARCIA LDA 8 AS MENOS RENTÁVEIS EMPRESA RENT. CAP. PRÓPRIO 1 FISIPE - FIBRAS SINTÉTICAS DE PORTUGAL S.A ,7% 2 EDP COMERCIAL - COMERC. DE ENERGIA S.A ,9% 50 que valem por UNIRENT - COM. E ALUGUER DE BENS DE CONS., S.A. 137,3% 4 SIERRA MANAGEMENT PORTUGAL S.A. 134,3% 5 MERCK SHARP & DOHME LDA 108,0% 6 PULL & BEAR (PORTUGAL) - CONFECÇÕES LDA 106,8% 7 ZARA PORTUGAL CONFECÇÕES - LDA 99,6% 3 CENTRO HOSPITALAR DO ALTO MINHO, EPE -393,7% 4 COFARBEL - COOP. DE COMERC. DA B. LITORAL C.R.L. -286,4% 5 PARAREDE - TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO, S.A. -221,0% 6 CAIXA ALTA - DES. GRÁFICO E PUBLICIDADE LDA -159,3% 7 ENERGIN - SOC. DE PROD. DE ELECT. E CALOR, S.A. -146,2% 6 Outra análise interessante é a que confronta as 50 primeiras do ranking com a totalidade das 1000 maiores. Mostrando a grande assimetria dentro deste ranking, aquelas fazem quase metade do volume de negócios das 1000 maiores: vendem quase tanto como as restante 950. Mas quando se analisam os resultados líquidos, o peso das 50 maiores já sobe para 68 por cento. A dimensão continua a ser uma arma importante também para a rentabilidade. Já no emprego, a primeira meia centena fica por 30 por cento dos postos de trabalho totais das 1000 maiores: as PME são mesmo essenciais na criação de emprego. 8 CEREAL ASSOCIADOS PORTUGAL A.E.I.E. 99,0% 9 BP GEST 24 - EXPLOR. DE POSTOS ABAST., 97,8% 10 SOPORGEN - SOC. PORT. DE GER. DE ELECT. E CALOR 97,4% FICHA 1000 MAIORES 2005 VENDAS CRESCIMENTO DAS VENDAS % -9,3% LUCROS CAPITAIS PRÓPRIOS RENTABILIDADE DOS CAPITAIS PRÓPRIOS 10,5% EMPREGADOS PESO NO EMPREGO TOTAL % 6,40% 8 NOVIS TELECOM, S.A. -143,6% 9 SUNVIAUTO - IND. DE COMP. DEAUTOMÓVEIS S.A. -85,4% 10 PT CONTACT - TELEMARK. E SERV. DE INF. S.A. -83,5% AS 50 MAIORES VENDAS PESO DAS VENDAS NAS 1000 MAIORES 47,6% RESULTADOS LÍQUIDOS PESO DOS RESULTADOS LÍQUIDOS NAS 1000 MAIORES 68,0% EMPREGADOS PESO DOS EMPREGADOS NAS 1000 MAIORES 30,0%

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12 SECTORES TRADICIONAIS Análise Freire de Sousa, Economista Sinais de futuro(s) Felizmente que nem todos os agentes económicos nacionais se mantiveram à margem das enormes mudanças que os iam envolvendo e das novas exigências que os iam desafiando. Mais ou menos surdamente, muitos foram fazendo caminho no sentido de uma recomposição dos seus modelos de negócio 8

13 Quem se habituou à paisagem industrial a Norte do Porto não pode deixar de ficar impressionado com a significativa alteração da mesma, em resultado do número de unidades produtivas incluindo várias grandes e detidas por famílias respeitadas laborando em dificuldade, falindo ou encerrando; o que os telejornais vão levando ao resto do País em coberturas com grupos de trabalhadoras(es) reunidos à porta da fábrica em manifestações de protesto ou mero desespero perante a ameaça de um emprego em risco. Para alguns, a situação é paradoxal porque não pode o crescimento das exportações têxteis e de vestuário continuar a ser o factor determinante na sustentação da balança de transacções correntes que foi nos anos de abertura externa da nossa economia e nos difíceis tempos vividos nas décadas de 70 e 80? Para outros, as responsabilidades são óbvias não foi sendo a competitividade externa do sector artificialmente alimentada por proteccionismos vários que, culminando numa persistente política de desvalorização do escudo e numa subsidiação desregrada, paralisaram o atempado ajustamento que a evolução do enquadramento externo necessariamente ia exigindo? Para outros, ainda, o diagnóstico é inquestionável como pôde o País insistir por tanto tempo num modelo competitivo esgotado e condenado, marcado pelo peso do baixo custo da mão-de-obra e pela fraca qualificação dos trabalhadores? Portugal tem estado a conhecer um fenómeno que a Europa já anteriormente vivera ao perder, na sequência do seu próprio processo de abertura comercial, cerca de dois milhões de empregos no sector e ao ter de reestruturar profundamente o posicionamento concorrencial Independentemente destas apenas enunciadas perspectivas, o certo é que Portugal tem estado a conhecer um fenómeno que a Europa já anteriormente vivera ao perder, na sequência do seu próprio processo de abertura comercial, cerca de dois milhões de empregos no sector e ao ter de reestruturar profundamente o posicionamento concorrencial. O certo é, também, que aquela consequência inelutável da nossa escolha europeia se foi desenrolando diante de poderes públicos tardiamente reactivos e de uma boa franja de entidades empresariais mais sensíveis à agitação de sucessivos efeitos tremendistas do Uruguay Round ao desmantelamento do Acordo Multi-Fibras, da adesão comunitária ao alargamento a Leste, da nova concorrência do Sul ao explosivo surgimento da China e à consequente reivindicação compensatória protelamento de prazos de liberalização, programas de apoio ao investimento e à modernização, cláusulas de salvaguarda e outras medidas de protecção dos mercados do que à definição estratégica e à eficiência organizacional. Felizmente que nem todos os agentes económicos nacionais se mantiveram à margem das enormes mudanças que os iam envolvendo e das novas exigências que os iam desafiando. Mais ou menos surdamente, muitos foram fazendo caminho no sentido de uma recomposição dos seus modelos de negócio que lhes garantisse uma crescente capacidade de conservação/criação e apropriação de valor. Houve quem privilegiasse o reforço da qualidade e reputação, melhorando significativamente hábitos e métodos de funcionamento, relações laborais internas (balanceamento flexibilização/requalificação e formação específica dos trabalhadores) e gestão das tecnologias de informação e comunicação. Houve quem a tal acrescentasse uma focalização no aproveitamento da vantagem associada à proximidade geográfica dos mercados mais relevantes, logrando ganhos de capacidade negocial junto de grandes subcontratantes internacionais. Houve quem se orientasse para uma maior aproximação ao consumidor, apostando preferencialmente numa melhor exploração das dimensões retalhista e/ou de distribuição. Houve quem desenvolvesse esforços

14 SECTORES TRADICIONAIS nos domínios da moda, concepção e design, procurando conferir maior notoriedade a marcas ou sub-marcas em crescendo. Houve quem se voltasse para a internacionalização, numa expressão ora mais defensiva (deslocalização e produção no exterior Norte de África e Leste Europeu) ora mais ofensiva (presença comercial e parcerias de capital Europa Ocidental e EUA). Houve quem se concentrasse na diversificação de mercados, dirigindo atenções para países cujo desempenho ou emergência indiciava bom potencial comprador. Decorre, pois, uma diversidade de situações pouco comparáveis. Ilustrando: entre gigantes históricos e bem instalados (Têxtil Manuel Gonçalves, Lameirinho, Riopele, JMA) e grupos que se consolidaram (António de Almeida & Filhos, Somelos, Mundo Têxtil, ITA, LASA) ou procuram afirmar-se (Cotesi, Impetus, Coelima, Teviz), entre exploração de novas áreas (Coindu, Endutex) e resistência em ramos menos promissores (Paulo de Oliveira e A Penteadora, Cordex, Lusotufo), entre negócios de confecção prestigiados (Arco Têxteis, Maconde, Confetil, Triunfo) e em ascensão (Riopele-Chocolate, Ricon-Decénio, Irmãos Vila Nova-Salsa, Tebe-Petit Patapon, Flor da Moda-Ana Sousa). Nestes termos, qualquer avaliação sobre o futuro da Indústria Têxtil e do Vestuário (ITV) em Portugal um sector dito tradicional que ainda mantém larga representatividade na economia nacional: 9% do volume de negócios (mais de 6,7 mil milhões ), 13% das exportações (mais de 4,1 mil milhões ) e 25% do emprego (cerca de 200 mil trabalhadores) da indústria transformadora tem mais a ver com multiplicidade de trajectos do que com destinos comuns. E essa crescente evidência de que a competitividade releva das empresas e de que as há boas e más em todos os sectores torna mesmo legítimo que se questione a própria pertinência de uma análise sectorial existe uma ITV portuguesa? De um ou outro modo, e apesar de um quadro com fortes restrições exógenas um dos domínios de mais fracos crescimento da procura mundial e barreiras à entrada e pouca expectativa de se conseguir que a política comercial europeia desça a um nível satisfatório de detalhe, o vector nuclear estará sempre na capacidade de adaptação à mudança das estratégias e decisões empresariais. Um campo em que, sublinhe-se, as muitas competências acumuladas e algumas dinâmicas reveladas parecem autorizar a admissibilidade de um futuro em tons menos negros AS MAIORES DOS TÊXTEIS, VESTUÁRIO E CALÇADO CLASS. CLASS. EMPRESA VENDAS2005 VAR. % CAPITAL PRÓPRIO RESULTADOS RENTABILIDADE SECTOR GERAL LIQUIDOS DO CAP PRÓPRIO EMPREGADOS LAMEIRINHO - INDÚSTRIA TÊXTIL S.A ,8% ,4% IRMÃOS VILA NOVA S.A ,7% ,9% FÁBRICA TÊXTIL RIOPELE S.A ,4% ,3% JMA FELPOS, S.A ,1% ,0% ECCO`LET (PORTUGAL) - FÁBRICA DE SAPATOS LDA ,0% ,0% TEXTIL MANUEL GONÇALVES, S.A ,5% n.d. n.d. - n.d SOMELOS - TECIDOS S.A ,3% ,2% MUNDOTÊXTIL - INDÚSTRIAS TÊXTEIS S.A ,3% ,5% COTESI - Cª DE TÊXTEIS SINTÉTICOS S.A ,8% ,0% TMG - TECIDOS PARA VESTUÁRIO E DECORAÇÃO, S.A ,5% n.d. n.d TOTAL 53 EMPRESAS DO SECTOR ,6% ,4%

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16 SERVIÇOS DE CONTROLO DE CRÉDITO E INFORMAÇÕES, LDA. O nosso símbolo é-lhe familiar Estamos presentes na maioria dos locais de venda, para colaborar consigo. Porque sabemo-lo pessoa séria;... os nossos clientes aceitam os seus cheques com toda a segurança Tem clientes e quer defender-se dos maus pagadores;... a S.C.C.I. ajuda-o a evitar os cheques carecas Como precisa de nós, os nossos contactos são: LISBOA PORTO SEDE: FILIAL: RUA RODRIGUES SAMPAIO, N.º 21-1.º A/B RUA SÁ DA BANDEIRA, N.º º DT.º TRAS LISBOA PORTO Fax: Fax: VENDA COM SEGURANÇA E REFORCE AS COBRANÇAS

17 FLORESTA E PAPEL Indústria Florestal, de Papel e Embalagens Problemas no curto prazo, optimismo a longo prazo As empresas da indústria florestal, de papel e embalagens de cartão estão a olhar para os mercados emergentes seja como novas plataformas de clientes ou pelas suas condições vantajosas mas nem todas o fazem na mesma direcção A procura está a deslocar-se para a Ásia Pacífico enquanto que o fornecimento de fibras está a mudar para a América do Sul. A China, com o seu crescimento económico impressionante, continua a atrair investimento da Europa e do Japão, que se junta aos elevados níveis de investimento dos produtores domésticos. O interesse neste mercado continua a ser forte devido à fragmentação da sua indústria e à procura crescente de produtos de papel e madeira. Apesar disso, a indústria necessita de encontrar um melhor equilíbrio que permita desenvolver operações lucrativas, assegurando que os mercados emergentes estão suficientemente desenvolvidos, ao mesmo tempo que reduzem a produção nos actuais mercados com maior maturidade. Os factores económicos com maior impacto na indústria, continuam a ser as flutuações cambiais, os custos crescentes da energia, transportes e matérias-primas e o impacto da presença dos mercados emergentes. Embora as perspectivas sejam optimistas em termos de procura, ainda existem alguns riscos relacionados com a crescente pressão Os novos investimentos efectuados pelos produtores europeus foram canalizados para a modernização das suas instalações fora das suas bases nacionais e para os mercados emergentes sobre a estrutura de custos da indústria a curto prazo. Particularmente na Europa Ocidental, muitos custos (como os salários, etc.) estão a crescer ao nível ou acima da inflação, mas a indústria tem extremas dificuldades em passar esses custos para os consumidores. Além disso, os elevados custos com a energia podem ter um impacto negativo no sector, quer do ponto de vista da produção de papel, um processo intensivo de consumo de energia, quer do lado dos custos de transporte, particularmente para mercados como a China. Resultado final: lucros em declínio. Como consequência destas pressões, os líderes da indústria estão a tomar decisões difíceis, mas necessárias, para melhorar a Rentabilidade dos Capitais Empregues (ROCE), uma métrica fundamental de per- 13

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19 FLORESTA E PAPEL formance nesta indústria de capital intensivo. De destacar que, nesse capítulo a Sonae Indústria e a Portucel estão entre as sete únicas empresas europeias que registaram um crescimento em termos de rentabilidade, no ano passado. A quebra da rentabilidade na maioria das empresas europeias, é um indicador claro da razão porque a maioria das empresas está a planear ou a implementar projectos de reestruturação. A maioria dos produtores tem vindo a implementar processos de redução da capacidade, particularmente nas unidades Ana Lopes, Partner. PricewaterhouseCoopers de produção mais antigas e com maiores custos, para estabelecer um maior equilíbrio entre a oferta e a procura. No entanto, apesar das baixas rentabilidades, os produtores continuam a aumentar os investimentos acima dos níveis de depreciação. Globalmente, os novos investimentos efectuados pelos produtores europeus foram canalizados para a modernização das suas instalações fora das suas bases nacionais e para os mercados emergentes. As empresas bem sucedidas são aquelas que são inovadoras e desenvolvem métodos para fazer mais, com menos recursos. Em muitos casos melhorar os resultados significa optimizar e simplificar a cadeia de abastecimento. Uma das formas de atingir esse objectivo vai passar, com certeza, por movimentos de consolidação na indústria. A sustentabilidade ambiental é um factor cada vez mais valorizado na indústria. O facto da procura estar a crescer, especialmente nos mercados emergentes, conduz à necessidade de manter boas práticas de gestão da floresta para assegurar a viabilidade a longo prazo dos recursos. AS MAIORES DA FLORESTA E PAPEL CLASS. CLASS. EMPRESA VENDAS2005 VAR. % CAPITAL PRÓPRIO RESULTADOS RENTABILIDADE SECTOR GERAL LIQUIDOS DO CAP PRÓPRIO EMPREGADOS 1 31 SOPORCEL - SOC. PORT. DE PAPEL S.A ,1% ,5% PORTUCEL - EMP. PROD. PASTA E PAPEL S.A ,9% ,7% SONAE INDÚSTRIA - PROD. E COM. DER. DE MADEIRA S.A ,8% ,6% AMORIM & IRMÃOS S.A ,7% ,5% CELULOSE BEIRA INDUSTRIAL (CELBI) S.A ,6% ,5% PORTUCEL VIANA - EMP. PROD. DE PAPÉIS IND. S.A ,8% ,2% LUSO FINSA - IND. E COM. DE MADEIRAS S.A ,8% ,1% GROHE PORTUGAL - COMP. SANITÁRIOS, LDA ,2% ,1% RENOVA - FÁBRICA DEPAPEL DO ALMONDA S.A ,5% ,7% IMPRENSA NACIONAL - CASA DA MOEDA E.P ,6% ,8% 973 TOTAL 32 EMPRESAS DO SECTOR ,2% ,0% 9.864

20 16 ENERGIA

21 Sector energético Efi ciência ou nuclear? A energia tem de arregaçar as mangas e trabalhar em conjunto com os governos e os investidores O sector da Energia a nível mundial está a enfrentar o maior desafio das últimas duas décadas e as mudanças que a indústria terá que promover podem ser consideradas como quase revolucionárias. Este sentimento é mais visível na Europa, que se debate com desafios, de certa forma, conflituosos, como o desequilíbrio entre a oferta e a procura e a preocupação com o ambiente. Os próprios consumidores e os governos das economias ocidentais também estão a aperceber-se que o abastecimento de energia e a sustentabilidade do modelo do sector não são dados garantidos e que alterações radicais são, não só desejáveis, como eventualmente inevitáveis. O sector tem poucas dúvidas quanto à dimensão das mudanças que enfrenta, mas está confiante de que existem soluções. As utilities necessitam de adoptar um plano de longo prazo centrado na eficiência energética o qual através do desenvolvimento de novas tecnologias, na melhoria do serviço ao cliente conduza a redução dos danos ambientais e, bem assim, na procura de novas fontes de energia. No entanto, há um sentimento generalizado no sector de que os governos também têm que acompanhar esta mudança. O facto é que a indústria está realmente preocupada com a possibilidade de que ocorram choques no abastecimento ou crises ambientais, antes de serem operadas as mudanças necessárias ao nível político e regulamentar. Para suprir as necessidades de abastecimento previstas, vão ser necessários investimentos de 13 x 1012 (13 trillion) de dólares até 2030 (de acordo com a Agência Internacional de Energia/OCDE World Energy Outlook 2005) na produção, transporte e distribuição de electricidade e em idênticas infra-estruturas de gás. No entanto, os investidores consideram que as políticas regulatórias e governamentais estão a restringir a capacidade para desenvolver planos a longo prazo. Factores como o planeamento, os preços e a incerteza regulatória continuam a ensombrar os processos de investimento, necessários para disponibilizar um conjunto de soluções como o nuclear, o oil sand, o carvão limpo e a energias renováveis. Do nosso ponto de vista, o sector tem de arregaçar as mangas e trabalhar em conjunto com os governos e os investidores, no sentido de promover os desenvolvimentos necessários em termos de infra-estruturas, tecnologias, ambiente e investimento para se atingir uma solução sustentável a longo prazo. No futuro, vamos ter um sector das utilities significativamente diferente do actual. Do lado da estrutura do sector, vamos ter muito menos e muito maiores empresas de produção e distribuição supra-regionais e uma mudança contínua da propriedade de entidades que possuem infra-estruturas para fundos de investimento privados. Por outro lado, os investimentos em tecnologia, particularmente na de carvão limpo, vão ser determinantes para a redução do crescimento da emissão de gases de estufa. Prevê-se que o carvão limpo, o oil sand e a energia nuclear venham a ter um papel mais importante no mix de fontes de energia. Finalmente, muitos no sector acreditam que existe uma hipótese real dos mercados de emissões se alargarem a todo o mundo. Luís Ferreira, Partner. Energy and Utilities Leader da PricewaterhouseCoopers AS MAIORES DA ENERGIA CLASS. CLASS. RESULTADOS RENTABILIDADE EMPRESA VENDAS2005 VAR. % CAPITAL PRÓPRIO SECTOR GERAL LIQUIDOS DO CAP PRÓPRIO EMPREGADOS 1 1 PETRÓLEOS DE PORTUGAL - PETROGAL S.A ,9% ,5% EDP DISTRIBUIÇÃO - ENERGIA S.A ,8% ,2% REN - REDE ELÉCTRICA NACIONAL S.A ,1% ,0% EDP - GESTÃO DA PRODUÇÃO DE ENERGIA, S.A ,5% ,3% TRANSGÁS - SOC. PORTUGUESA DE GÁS NATURAL S.A ,4% ,1% TEJO ENERGIA - PROD. E DISTRIB. DE ENERGIA ELÉCTRICA, S.A ,1% ,5% LISBOAGÁS GDL - SOC.DISTRIB. DE GÁS NATURAL DE LISBOA S.A ,9% ,7% EMPRESA DE ELECTRICIDADE DA MADEIRA S.A ,1% ,3% ELECTRICIDADE DOS AÇORES S.A ,4% ,5% EDP COMERCIAL - COMERCIALIZAÇÃO DE ENERGIA S.A ,8% ,9% 1 TOTAL 17 EMPRESAS DO SECTOR ,4% ,6%

22 AUTOMÓVEL Análise Luis Reis e José Rui Felizardo, INTELI Inteligência em Inovação Cenários de futuro para a indústria automóvel portuguesa A pressão é grande para encurtar os ciclos de vida dos modelos, dos 36 meses de há 10 anos para 18 ou mesmo 12 meses, o que só é possível com um forte envolvimento dos fornecedores. Destes depende actualmente a maior parte da eficiência da cadeia de valor e da introdução de inovação e tecnologia no produto automóvel, permitindo colocar no mercado, com pequenos acréscimos de custo, veículos mais sofisticados e com cada vez melhor qualidade 18 A evolução da indústria automóvel é espelho das grandes mudanças que caracterizam a economia global e, como nenhuma outra, reconfigura-se rapidamente de acordo com novos desafios. Ajustar-se-á à emergência de países e regiões com economias e mercados em forte crescimento, de que são exemplo a China ou, num registo diferente, a Europa Central e de Leste. Grandes mercados consolidados, como a América do Norte ou a Europa Ocidental, manterão uma forte atractividade, não só pelo volume que representam o volume de produção e vendas nos EUA ou na Europa Ocidental no final da década será mais de duas vezes o verificado na China como também pelo elevado grau de sofisticação que exigem, estabelecendo os padrões de exigência que fazem da indústria automóvel uma das mais inovadoras e um dos maiores investidores mundiais em I&D. Atentos a este fenómeno, os construtores desenvolveram estratégias que garantem, em simultâneo, uma presença nos novos

23 AUTOMÓVEL mercados, e um reforço da sua posição nos mercados mais desenvolvidos. Neste quadro, asseguram duas condições incontornáveis. Por um lado, dar racionalidade económica às operações, mantendo o equilíbrio entre a necessidade de valorizar e diversificar a oferta, explorando nichos de mercado. Por outro, estabelecer economias de escala, através de sinergias e partilha de riscos de um mesmo grupo, entre grupos de construtores e, fundamentalmente, com os fornecedores. Nem toda a indústria migra a Leste. O que acontece é que a abordagem a estes diferentes tipos de mercado assume duas estratégias muito distintas. Nos países emergentes, o foco dos investimentos está principalmente na produção de segmentos médios e baixos, em grandes volumes, entre as e as unidades / ano, veículos mais adaptados às necessidades dos mercados e ao nível de desenvolvimento das cadeias de fornecimento locais. Nas regiões mais desenvolvidas, a segmentação e nível de exigência dos mercados implica uma aposta em fábricas de dimensão média até carros / ano, muito flexíveis, capazes de produzir, em simultâneo, vários veículos em pequenos volumes, tipicamente veículos sofisticados para nichos de mercado. A pressão é grande para encurtar os ciclos de vida dos modelos, dos 36 meses de há 10 anos para 18 ou mesmo 12 meses, o que só é possível com um forte envolvimento dos fornecedores. Destes depende actualmente a maior parte da eficiência da cadeia de valor e da introdução de inovação e tecnologia no produto automóvel, permitindo colocar no mercado, com pequenos acréscimos de custo, veículos mais sofisticados e com cada vez melhor qualidade. O futuro da indústria portuguesa passa por um novo paradigma de competitividade. flexibilidade da cadeia de fornecimentos. Ou seja, passa por explorar uma especialização da indústria automóvel portuguesa em veículos de nicho, hoje ancorada na VW Autoeuropa, tirando partido da posição geográfica como porta de acesso aos mercados mundiais, uma diferenciação clara face ao Leste e à China. Nesta especialização, as empresas de componentes têm um papel determinante. Em segundo lugar, por aproveitar o Leste Europeu (e, numa segunda fase, a China) como um espaço de expansão para as empresas de componentes portuguesas. Em simultâneo, consolidando posições em mercados estratégicos, como a Alemanha e a França, através de estratégias de operações que coordenem exportações a partir de Portugal e produção nestes países limítrofes. Esta estratégia tem como base o estudo e acompanhamento da indústria desde há uma década, em particular desde o início do processo de colaboração com o MIT, no projecto Global AutoParts, em parceria com a INTELI e o IAPMEI que permitiu criar uma primeira visão da indústria automóvel no país no contexto de uma indústria global e, fundamentalmente, contribuiu para a definição de um novo posicionamento em torno de veículos de nicho. É uma colaboração que deu um novo passo, através da assinatura recente do protocolo entre o MIT, o Estado português e as empresas e universidades. Neste sentido, o arranque do novo ciclo de produtos na VW Autoeuropa (ao EOS seguir-se-ão o Scirocco, a Sharan/Alhambra II e, eventualmente, um quarto modelo) é, seguramente, um marco no futuro da indústria automóvel portuguesa. Marca, também, uma evolução na estratégia da empresa que Perante este cenário, que perspectivas para o futuro da indústria automóvel portuguesa? Acontecimentos recentes, como o encerramento da GM da Azambuja e de vários fornecedores dão sinais claros: não será possível construir o futuro segundo um modelo produtivo baseado no custo da mão-de-obra (caso de diversas empresas de componentes, nomeadamente da área da cablagem) ou baseado em unidades de montagem de veículos sem um nível forte de integração com a cadeia de fornecimentos local (uma das questões que terá contribuído para o encerramento da GM). O futuro da indústria portuguesa passa por um novo paradigma de competitividade. Em primeiro lugar, por um espaço próprio no xadrez mundial, especializando-se em veículos de maior valor, menos dependentes dos factores custo de mão-de-obra ou logística onde dificilmente se baterá com os países emergentes, mas muito associados à qualidade, competência e 19

24 AUTOMÓVEL vai de encontro à estratégia de posicionamento da indústria automóvel portuguesa que se tem vindo a construir. As competências da indústria de componentes são determinantes para este novo cenário. O fabrico de produtos complexos e em pequenas séries exige uma capacidade de resposta clara em termos de engenharia e desenvolvimento de produto e de engenharia de processos. Os reduzidos ciclos de desenvolvimento associados a produtos em pequenas séries exigem uma partilha de riscos e investimento em I+D+I que permitam desenvolver economias de escala ao longo da cadeia de fornecimentos e o domínio claro de tecnologias de desenvolvimento e validação virtual. O domínio pela indústria dos processos de concepção e desenvolvimento de produtos permitirá posicioná-la de forma mais ampla como um player futuro, atractivo em termos de investimentos no desenvolvimento e fabrico de novos conceitos de veículos, que respondam a novas lógicas de mobilidade, através de novas lógicas de desenvolvimento e produção. Barreira da dimensão A principal barreira a esta evolução é a reduzida dimensão das empresas, que limita a capacidade de investimento, com reflexos no desempenho em I+D+I e no crescimento orgânico. Só com a criação de diferentes condições estruturais e com uma aposta clara no desenvolvimento ao nível de I+D+I, será possível mudar o paradigma para uma indústria capaz de explorar as oportunidades globais, muito dependentes do desempenho das empresas em termos de I+D+I associada a produtos e processos (ver caixa). Ou seja, a dimensão das empresas e o investimento em I+D+I são os factores críticos. O que se perspectiva é que, num quadro de reforço do investimento em I+D+I, envolvendo empresas e actores públicos, se desenvolva, no espaço de uma década, um nível de desempenho na concepção e desenvolvimento de produtos e processos que sustente um crescimento das empresas e consolide o posicionamento da indústria automóvel portuguesa. É urgente duplicar investimento em I+D+I Estudos em desenvolvimento pela INTELI mostram que é determinante garantir que, no espaço de 10 anos, as empresas dupliquem o seu investimento em I+D+I. Empresas multinacionais que se posicionam como integradores de sistemas têm, tipicamente, um volume de investimento em I+D+I da ordem dos 6%, enquanto as maiores empresas portuguesas investem, em média, cerca de metade desse valor. Uma duplicação significará que será possível posicionar estas empresas junto dos construtores enquanto parceiros no desenvolvimento de produtos de elevada complexidade. Crescendo nos mercados internacionais, terão efeitos de arrastamento sobre empresas de menor dimensão, gerando o seu crescimento. Em simultâneo, um reforço do investimento em I+D+I em empresas a montante na cadeia de valor para um nível entre os 3% e 4% - contra os actuais 1.8% - assegurará um nível de competências de base adequado, através do desenvolvimento e fornecimento de produtos com complexidade significativa. AS MAIORES DA INDÚSTRIA AUTOMÓVEL CLASS. CLASS. EMPRESA VENDAS2005 VAR. % CAPITAL PRÓPRIO RESULTADOS RENTABILIDADE SECTOR GERAL LIQUIDOS DO CAP PRÓPRIO EMPREGADOS PEUGEOT CITROEN AUTOMÓVEIS PORTUGAL S.A ,5% ,5% SALVADOR CAETANO - IND. MET. E VEÍC. DE TRANSPORTE S.A ,8% ,8% C.A.C.I.A. - Cª AVEIRENSE DE COMP. PARA A IND. AUTOMÓVEL S.A ,7% ,6% FAURECIA - ASSENTOS DE AUTOMÓVEL LDA ,1% ,4% MITSUBISHI MOTORS DE PORTUGAL S.A ,2% ,8% OGMA - INDÚSTRIA AERONÁUTICA DE PORTUGAL, S.A ,3% ,0% LEAR CORPORATION PORTUGAL - COMP. PARA AUTOMÓVEIS, S.A ,1% ,1% JOHNSON CONTROLS II - ASSENTOS DE ESPUMA, S.A ,2% n.d. n.d HUF PORTUGUESA - FÁBRICA DE COMP. PARA O AUTOMÓVEL LDA ,7% ,7% CONTINENTAL TEVES PORTUGAL - SISTEMAS DE TRAVAGEM, LDA ,3% ,2% 388 TOTAL 24 EMPRESAS DO SECTOR ,0% ,9% 9.839

25

26 AUTOMÓVEL 22 Indústria automóvel BRIC vão dominar crescimento na produção automóvel Os chamados BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) vão ser o grande motor de crescimento da indústria automóvel nos próximos anos. Estes mercados serão responsáveis por mais de 40% do total do crescimento estimado em termos de produção de automóveis até 2010 (13,7%)

27 Nos últimos anos, a indústria automóvel tem assistido a um conjunto de relatos de degradação de ratings de crédito, reestruturações, encerramentos de fábricas ou mesmo insolvências. Apesar de tudo, as grandes mudanças estruturais ainda estão em banho-maria, e a situação apenas vai aquecer quando toda a cadeia de valor do sector automóvel tiver de lutar para se adaptar às novas realidades do mercado. Entre elas estão a subida dos preços das matérias-primas e energia e as margens de lucro reduzidas tudo isto somado a um forte aumento no nível de concorrência global num contexto de excesso de capacidade produtiva. Os países da União Europeia serão responsáveis por 27% da produção automóvel em 2010, altura em que a produção mundial anual aumentará em 8.5 milhões de veículos face a 2005, para atingir um total de 71.2 milhões. Apesar disso, o excesso de capacidade e a racionalização da produção, estão a levar a processos de reestruturação que já resultaram no encerramento de fábricas de automóveis e de componentes em diversos países europeus, nomeadamente em Portugal, Espanha, França, Alemanha e Reino Unido. Estes desenvolvimentos reflectem o desejo dos fabricantes globais em encontrar locais de produção Patrique Fernandes, Director. Área de Advisory, PricewaterhouseCoopers com custos reduzidos, ao mesmo tempo que colocam um pé em mercados onde se espera um crescimento significativo (p.e., República Checa, Eslováquia e Rússia). Estima-se que a produção automóvel em Portugal seja reduzida em cerca de 13% até 2010, reflectindo a transferência de produção do Opel Combo para Espanha, parcialmente compensada pelo aumento de produção esperado para a AutoEuropa. Quando avaliam uma estratégia de globalização, os fabricantes automóveis têm em conta, entre outros factores, os custos de logística e distribuição, as relações com os governos, a fiscalidade e a qualidade da cadeia de abastecimento local. Em alguns casos, a vantagem resultante da disponibilidade de mão-de-obra barata num determinado mercado, pode ser superada pelas desvantagens em termos de custos logísticos envolvidos na exportação de veículos ou peças específicas para destinos globais. Por esta razão, as decisões de globalização devem ser tomadas de acordo com as especificidades de cada empresa. No caso dos fornecedores de componentes, estas decisões são ainda mais complicadas, devido aos requisitos muitas vezes conflituosos colocados pelos construtores com os quais trabalham. Por um lado, os construtores encorajam os fornecedores a deslocalizar as suas operações para os mercados emergentes, mas por outro, o fornecimento de proximidade é cada vez mais importante para responder às preocupações com a montagem sequencial e minimizar o tempo de implementação de mudanças no design ou corrigir erros de componentes. No final de tudo, os fornecedores de componentes continuam a seguir os seus clientes para os países com baixos custos de produção, mas os riscos dessa opção não devem ser subestimados. O regulamento Block Exemption pretende dar uma maior independência aos concessionários face aos fabricantes de automóveis, promover a concorrência inter-marcas, estimular o desenvolvimento de distribuidores retalhistas (concessionários) de dimensão pan-europeia, encorajar a harmonização dos preços na União Europeia e, como tal, assegurar que os consumidores obtêm um melhor negócio. Aqueles com mais a ganhar serão os grandes distribuidores e os fornecedores de frotas multinacionais. Um número crescente de multinacionais pretende contratos europeus devido à poupança de custos, o que também beneficiará os gestores de frotas nos países em que o uso de carros de serviço está instituído (como em Portugal). Apesar da controvérsia inicial que se gerou assim que o regulamento Block Exemption foi proposto, a alteração das regras não mudará a realidade económica e poucos serão os distribuidores a expandir-se geograficamente, a não ser que as bases do seu negócio sejam positivas. Apesar disso, existem algumas oportunidades de expansão para os distribuidores portugueses, especialmente na vizinha Espanha. 23

28 TURISMO Análise João Abel de Freitas, economista O risco de uma oportunidade perdida Será que as entidades ligadas ao turismo nacional pensam esta actividade como um sector de mão-de-obra barata e pouco qualificada, apesar dos elevados investimentos materiais feitos na formação? Será que a investigação, a inovação e o conhecimento são apreendidos como atributos essenciais ao sucesso desta actividade? Não é o que transparece O turismo é, hoje, um dos principais sectores económicos mundiais. Nem sempre foi assim. A aceleração deu-se a partir da década de 50 do século XX. O número de chegadas internacionais de turistas, quantificado em 1950 em 25 milhões de pessoas, atinge 565 milhões em 1995 (ano base do estudo Tourism 2020 Vision da OMT Organização Mundial do Turismo) e 810 milhões em As receitas geradas não foram menores, passando, no mesmo período, de 2,1 biliões de dólares para 402 e 682, respectivamente. Segundo o estudo da OMT, o volume de turistas continuará a crescer a bom ritmo. As chegadas atingirão 1,6 biliões de turistas internacionais em 2020 e as receitas 2000 biliões de dólares. Este crescimento dar-seá, a ritmos diferenciados, nas seis regiões consideradas, sendo a Europa a região de menor crescimento: 3% contra 4,1% de média mundial. Sendo o turismo um sector complexo, uma actividade não individualizada nas contas nacionais dos países, o seu contributo para as economias é melhor expresso através de indicadores específicos, calculados pela conta satélite (a exemplo de outras actividades também complexas). Com um impacto significativo no desenvolvimento económico e no emprego directo, indirecto e induzido, o turismo coloca cada vez mais desafios, nomeadamente em termos de ordenamento e ambiente. 24

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