Room to grow VII conferência anual do Turismo Cidades

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1 Room to grow VII conferência anual do Turismo Cidades A dinâmica das cidades europeias César Gonçalves Funchal 4 abril 2014

2 Quaisquer que tenham sido as razões que nos colocaram neste lugar não são suficientes para nos manter nele. Anónimo

3 Agenda 1. Introdução e Slide 3

4 Slide 4

5 2014 e 2015 Introdução 3ª edição do European cities hotel forecast da ; Colaboração da AHP e ATL; Lisboa enquadrada pela 2ª vez. Slide 5

6 2014 e 2015 Metodologia Comparação de 18 cidades, gateways turísticos da Europa; Amostras consistentes nas 18 cidades; Modelo preditivo com base macroeconómica; Perspetivas de crescimento do PIB e IPC ponderados pelos mercados; Comparação de 3 indicadores chave: Taxa de ocupação; RevPAR; ADR. Slide 6

7 2014 e 2015 Amostra Todas as cidades: são capitais culturais; são centros de finanças e comércio; juntas têm cerca de quartos, e receberam mais de 80 milhões de chegadas internacionais. Slide 7

8 2014 e 2015 Performances face ao forecast Taxas de ocupação ADR RevPar Dublin Lisboa Milão Edimburgo Amesterdão 2.0% Barcelona 1.2% 5.5% 0.2% 4.2% 0.1% 3.9% 0.3% 3.1% 0.4% 2.7% 0.6% Amesterdão Barcelona Dublin Edimburgo -3.6% 0.8% 0.6% Lisboa 1.4% Milão -1.3% 3.0% 1.9% 3.7% 4.4% 1.1% 1.3% Dublin Amesterdão 5.4% Lisboa Milão Edimburgo Barcelona -3.2% Previsto 3.1% 11.2% 2.9% 0.8% 5.7% 1.2% 5.2% 4.0% 7.7% 1.4% 3.6% Real Slide 8

9 Slide 9

10 Aumento da procura externa na Europa; O turismo intraeuropeu vs recuperação económica. Slide 10

11 1.8 mil milhões de turistas a nível mundial, em 2030 Chegada de Turistas Internacionais Crescimento mundial de 3.3% ao ano até Por Região Previsão 2030 Slide 11

12 O turismo intraeuropeu continuará a representar cerca de 75% das 740 a 750 milhões de viagens estimadas para 2020 O turismo intraeuropeu prevalece e continuará a ser o negócio dominante até 2020 Realidades distintas de performance turística; Crescimento evidenciado no Leste Europeu; Europa: maior captação de turistas de longa distância. Slide 12

13 O setor está, em ADR, praticamente a níveis de pré-recessão: em termos nominais (-5,7%) ADR 2007= 106,98 ADR 2013= 100,88 Ainda bastante abaixo em termos reais (-17,9%). Slide 13

14 Taxas de ocupação ADR (em Euros) RevPar (em Euros) Londres 82,4% Paris 81,2% Edimburgo 79,6% Genebra 232,1 Zurique 193,5 Londres 159,2 Genebra 151,3 Zurique 139,9 Londres 131,1 Lisboa 65,0% Milão 63,3% Madrid 61,4% Lisboa 84,8 Madrid 82,4 Praga 70,5 Lisboa 55,1 Madrid 50,6 Praga 48,8 Slide 14

15 Cidades com performance positiva Variação Taxas de ocupação Dublin 5,5% Lisboa 4,2% Milão 3,9% Edimburgo 3,1% Londres 2,2% Amesterdão 2,0% Frankfurt 1,7% Zurique 1,6% Moscovo 1,3% Praga 1,3% Paris 0,8% Roma 0,7% Barcelona 0,6% Berlim 0,2% Bruxelas 0,1% Genebra 0,1% Variação ADR Zurique 6,6% Dublin 5,4% Edimburgo 4,4% Frankfurt 3,3% Barcelona Bruxelas Praga Lisboa Milão 3,0% 2,0% 1,6% 1,4% 1,3% Paris 1,1% Moscovo 0,9% Amesterdão 0,8% Roma 0,4% Variação RevPar Dublin 11,2% Zurique 8,3% Edimburgo 7,7% Lisboa 5,7% Milão 5,2% Frankfurt 5,0% Barcelona 3,6% Praga Amesterdão 3,0% 2,9% Moscovo 2,2% Bruxelas 2,1% Paris 1,9% Roma 1,1% Londres 0,4% Berlim 0,0% Slide 15

16 Cidades com performance negativa Variação Taxas de ocupação Variação ADR Variação RevPar Viena -1,4% Madrid -4,1% Berlim -0,1% Londres -1,8% Viena -2,5% Genebra -2,9% Madrid -3,7% Genebra -2,7% Viena -3,9% Madrid -7,6% Slide 16

17 do setor Slide 17

18 O ambiente económico a mudar rapidamente globais Implicações para o setor Alterações do poder económico Alterações demográficas e sociais Avanços tecnológicos Urbanização Sustentabilidade e alterações climáticas Clientes Concorrência Modelos de negócio Tecnologia Turistas de países emergentes; Mais multiculturalidade; Oferta mais adaptada. Maior oferta no low-cost; Investimento de emergentes; Otimização na gestão de canais. Melhoria das competências e diferenciação de serviços; Práticas de Sustentabilidade. Redes sociais influenciadoras; Maior procura pelo best deal; Emergência do Big Data. Slide 18

19 Mudança tecnológicas até onde vai o digital? Geração digital diferentes expetativas e maior liberdade de escolha Slide 19

20 Mudança tecnológicas até onde vai o digital? O consumidor digital Elevadas expetativas definidas pelas marcas líderes; Confia nos seus pares, mais do que na publicidade; Grande variedade de escolha; Voz nas redes sociais. O Hotel digital Utiliza informação para entender as necessidades dos Clientes; Adequa a sua oferta; Inova constantemente; Entende e explora o potencial de novos negócios; Constrói uma rede de parceiros. Slide 20

21 Outros fatores a afetar a hotelaria na Europa 1 Aumento da regulação e dos impostos Criaram-se novas taxas em Milão (2013). Berlim está a introduzir um imposto de private overnight stays este ano; 2 Custos fixos de marketing e comunicação São mais reduzidos, o que leva ao surgimento de microprestadores de serviços, tal como os Hostels e outra oferta de camas paralelas; 3 Mais oportunidades de investimento A esperada melhoria dos indicadores poderá trazer de volta investidores. Slide 21

22 Os hotéis lutam para não serem uma commodity A estratégia dos hotéis deverá incluir: O desenvolvimento de uma estratégia de negócios para a era digital (por oposição à mera estratégia digital); A utilização, de forma eficaz, das redes sociais; A utilização dos canais digitais para criar lealdade e levar o serviço personalizado mais além; A compreensão do big data. Slide 22

23 Slide 23

24 Perspetivas económicas na Europa Crescimento estimado do PIB em 2014 % Crescimento estimado do PIB em 2015 % Zona Euro 0,8 1,2 Bélgica 1,0 1,3 Rússia 2,1 3,5 Reino Unido 2,5 2,4 Holanda 0,3 1,0 Irlanda 2,1 1,8 Alemanha 1,4 1,5 República Checa 1,5 2,1 Portugal 0,9 1,2 Espanha 0,6 0,9 França 0,7 1,2 Itália 0,4 1,0 Suíça 1,8 1,9 Áustria 1,6 1,8 Grécia 0,2 1,8 Fonte: fevereiro 2014 Slide 24

25 Prioridades dos Europeus Férias 27% Principal prioridade Poupança Poupança para nova casa Cartão de crédito ou pagamento de empréstimos 11% 10% 14% Redução de dívida Pagamento de hipotecas 9% Ocasões especiais 7% Carro novo 6% Short break 5% 32% As férias continuam a ser a principal prioridade para 32% dos consumidores. Fonte: e Estudo de pequenos hotéis luxuosos 2012 Slide 25

26 Room to grow - Aumentar oferta e desenvolver marcas Mais de quartos em construção dos quais: Mais de 50% é upscale 25% midscale Possibilidade de aparecimento de novas marcas. Rebranding. Slide 26

27 Expetativas de variação e Taxas de ocupação Ranking Cidade Edimburgo 2.4% 2 Milão 1.6% 3 Moscovo 1.5% 4 Genebra 1.4% 5 Lisboa 1.1% 11 Dublin 0.4% 15 Barcelona 0.2% 16 Roma 0.1% 17 Bruxelas -0.2% 18 Amesterdão -0.3% Ranking Cidade Lisboa 2.7% 2 Edimburgo 1.8% 3 Madrid 1.2% 4 Milão 1.1% 5 Bruxelas 0.9% 10 Dublin 0.7% 13 Amesterdão 0.4% 16 Barcelona 0.4% 17 Londres 0.2% 18 Berlim 0.2% Slide 27

28 Expetativas de variação e ADR Ranking Cidade Posição 1 Dublin 4.8% 14 2 Londres 3.4% 3 3 Paris 3.0% 4 11 Barcelona 1.1% 12 Edimburgo 1.0% 14 Amesterdão 0.9% 15 Milão 0.4% 16 Lisboa -0.2% Genebra -0.4% 1 18 Madrid -3.6% 17 Ranking Cidade Posição 1 Londres 5.0% 3 2 Dublin 3.1% 13 3 Praga 2.8% Barcelona 1.3% 12 Edimburgo 1.0% 13 Lisboa 0.7% Amesterdão 0.7% 16 Milão 0.3% 7 17 Genebra -0.3% 1 18 Madrid -2.8% 17 Slide 28

29 Expetativas de variação RevPar Ranking Cidade Dublin 5.2% 2 Londres 3.8% 3 Paris 3.8% 4 Edimburgo 3.4% Dublin: (efeito ADR) Abertura de apenas um hotel nos últimos anos; Expansão dos serviços aéreos e ferroviários. 11 Milão 1.9% 13 Barcelona 1.2% 15 Lisboa 0.8% 16 Amesterdão 0.6% 17 Bruxelas 0.2% 18 Madrid -2.8% Paris e Londres (efeito ADR) Londres em 2013 teve uma performance negativa ( jogos olímpicos). Paris: Eventos relevantes: 200 anos campanha de Napoleão, 100 anos da 1ª Grande Guerra, 70 anos da libertação de Paris. Efeito ADR Efeito ocupação Slide 29

30 Expetativas de variação RevPar Ranking Cidade Dublin 5.2% 2 Londres 3.8% 3 Paris 3.8% 4 Edimburgo 3.4% 11 Milão 1.9% 13 Barcelona 1.2% 15 Lisboa 0.8% 16 Amesterdão 0.6% 17 Bruxelas 0.2% 18 Madrid -2.8% Amesterdão: (efeito ocupação) Grande crescimento da oferta em 2013 e em pipeline para Madrid: (efeito ADR) Aumento da oferta nos últimos anos Impacto da crise financeira. Lisboa: (efeito ocupação) Impacto de redução de 0,2% no ADR penaliza o RevPar. Efeito ADR Efeito ocupação Slide 30

31 Expetativas de variação RevPar Lisboa Lisboa líder em crescimento em taxa de ocupação (2,7% ); Crescimento de 0,7% em preço. Dublin: (efeito ADR) Estagnação da oferta. Genebra Manutenção da tendência de redução de preços. Top 15 no MICE 1º destino europeu em city breaks 2º melhor destino da Europa 4ª cidade mais bonita do mundo Melhor relação qualidade-preço Destino de maior valor Ranking Cidade Dublin 5.2% 2 Londres 3.8% 3 Lisboa 3.4% 16 Amesterdão 1.1% 17 Genebra 0.4% 18 Madrid -1.6% Efeito ADR Efeito ocupação Slide 31

32 Slide 32

33 Madeira em perspetiva Portugal Dormidas - Portugal +3.4% +5.2% 70,5% % 63.7% % 63.1% % 65.9% % 68.7% 0.0% +8.0% % 70.5% As dormidas de estrangeiros em Portugal, representaram, em 2013, cerca de 71% das dormidas Turistas nacionais Turistas estrangeiros Fonte: Turismo de Portugal Slide 33

34 Madeira em perspetiva Dormidas - Madeira 5, % CAGR +2.1% -11.5% 6, % 5, % -9.2% CAGR +0.7% 4, % 5, % CAGR +6.2% 5, % +8.5% 5, % Aumento de 8,5% As dormidas na Madeira cresceram 8.5% entre 2012 e Janeiro de 2014 apresenta um crescimento de 13% face a % 85.8% 87.7% 83.8% 69.7% 82.6% 86.9% 89.6% 89.6% % % 93.0% 92.0% Dormidas de nacionais Dormidas de estrangeiros Jan-13 Jan-14 Fontes: Turismo de Portugal dezembro 2013 e DRE Madeira Slide 34

35 Madeira em perspetiva Dormidas anuais - Madeira Holanda Espanha França 4,6% 12,0% 4,0% +9,4% França 12,1% Holanda Espanha 4,0% 3,8% Reino Unido 23,3% +17,3% 29,4% Reino Unido 25,2% Outros 29,0% Outros 26,7% Alemanha Fonte: Turismo de Portugal 25,9% Alemanha +5,2% Slide 35

36 Madeira em perspetiva Proveitos de aposento - Madeira Em milhares de Euros CAGR +0,9% CAGR +3,3% % % CAGR +7,6% Proveitos de Aposento Fonte: DRE Madeira Slide 36

37 Madeira em perspetiva Taxas de ocupação 57% 2003 RevPar 33 60% % -17% 52% % 48% 2010 CAGR -12% 9,0% +11% 27 54% CAGR 7,2% 54% 31 +9% 59% No período de 2008 a 2010 houve uma quebra acentuada da taxa de ocupação e do RevPar; Desde 2010, existe uma recuperação e melhoria recente. Como poderá a Madeira melhorar estes indicadores? Fonte: Direção Regional de Estatística Slide 37

38 Madeira em perspetiva Promoção direcionada e adequada aos objetivos Promover o destino e a marca: Madeira para fidelizar clientes para captar não-clientes e de forma capilar Slide 38

39 Slide 39

40 Que soluções propomos? Voz única Objetivos concertados 1 Portugal Presença na Agenda Política e Económica Especificidades da Madeira Promoção Madeira Marketing integrado Mercados e segmentos 2 Mercado Europeu Business Intelligence Destinos onde já somos conhecidos Atrair quem não vem Conhecer a procura Potenciar experiência Complementariedade da oferta Inovar 3 Inovar no modelo de negócio O turista encena a experiência Apostar em plataformas digitais e redes sociais Todos são guionistas! Otimizar a gestão 4 Gerir o preço de forma estratégica Aumentar a rentabilidade através da exploração de ativos de terceiros e da consolidação da oferta Aumentar a rentabilidade através de serviços partilhados Slide 40

41 sobre as pedras antigas, transtornam-se os perfis das colinas, alteram-se os panoramas, modificam-se os ângulos de visão. Mas o espírito ( ) sobrevive, e é o espírito que faz eternas as cidades. Palavras para uma cidade José Saramago - O Caderno

42 Obrigado Todos os direitos reservados. refere-se à Portugal, constituída por várias entidades legais, ou à rede. Cada firma membro é uma entidade legal autónoma e independente. Para mais informações consulte

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