A Elekta trouxe um novo padrão de precisão, segurança e performance para a radiocirurgia

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2 A Elekta trouxe um novo padrão de precisão, segurança e performance para a radiocirurgia Consolidado como importante ferramenta para neurocirurgiões, Leksell Gamma Knife, garante a máxima precisão do mercado por todo o tempo de uso, mediante contrato de manutenção avançada. Uma de suas principais características é a grande eficiência no tratamento de diversos casos de alta complexidade e múltiplos alvos com rapidez e segurança, utilizando apenas um botão, alcançando ótimos resultados a um baixo custo operacional. Sua qualidade é comprovada através de mais de evidências clínicas publicadas, sendo a maior quantidade de artigos publicados no mercado. A plataforma é disponibilizada em 3 modelos para radiocirurgia: Leksell Gamma Knife Perfexion Representa a inovação em radiocirurgia estereotáxica e proporciona procedimentos cirúrgicos mais flexíveis, aumentando consideravelmente o número de pacientes tratados, incluindo níveis cervicais e fracionamento de dose. Leksell Gamma Knife 4C É um equipamento de alta performance, eficiente e econômico. Perfeito para clínicas e hospitais com grande fluxo de pacientes, oferecendo todos os benefícios de uma radiocirurgia Gamma Knife. Leksell Gamma Knife 4 Tem como foco os altos níveis de eficiência e segurança, direcionado a clínicas e hospitais com menor fluxo de pacientes, oferecendo excelente custo-benefício. Elekta Latin America Av. Ibirapuera, 2033 Conj. 203 Moema São Paulo SP CEP Fone: Fax:

3 cibele andrucioli de Mattos pimenta geana paula Kurita claudio Fernandes corrêa dirce Maria navas perissinotti José oswaldo de oliveira Jr. office editora e publicidade ltda são paulo brasil 2009

4 Simbidor - Arquivos do 9º Simpósio Brasileiro e Encontro Internacional sobre Dor Copyright 2009, Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta, Geana Paula Kurita, Claudio Fernandes Corrêa, Dirce Maria Navas Perissinotti e José Oswaldo de Oliveira Jr. Produzido e Editado por: Office Editora e Publicidade Ltda. Rua General Eloy Alfaro, 239 Chácara Inglesa São Paulo SP Telefones: (11) Proibida a reprodução parcial ou total desta obra, por qualquer meio ou sistema, sem o prévio consentimento dos editores. Impresso no Brasil 2009 Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) SIMBIDOR Simpósio Brasileiro e Encontro Internacional sobre Dor (9. : 2009 : São Paulo) 9º SIMBIDOR : arquivos 2009 / [editores] Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta... [et al.]. -- São Paulo : Office Editora, Outros editores: Geana Paula Kurita, Claudio Fernandes Corrêa, Dirce Maria Navas Perissinotti, José Oswaldo de Oliveira Jr. 1. Dor 2. Dor Diagnóstico e tratamento 3. Dor Congressos I. Pimenta, Cibele Andrucioli de Mattos. II. Kurita, Geana Paula. III. Corrêa, Claudio Fernandes. IV. Perissinotti, Dirce Maria Navas, V. Oliveira Júnior, José Oswaldo de. VI. Título. ISSN CDD Índices para catálogo sistemático: 1. Congressos : Dor : Sintomatologia : Medicina Dor : Sintomatologia : Medicina : Congressos

5 Arquivos Apresentação Caros colegas, congressistas e leitores, É com prazer que apresentamos os ANAIS do 9º SIMBIDOR. Da série de nove eventos, apenas o primeiro não teve Anais. Desde cedo compreendemos que deixar registrada significativa parcela do conteúdo científico do evento faria diferença, e todo esforço foi e continua sendo feito para isso. Esse registro permite aos estudiosos da área, congressistas ou não, acessarem o conteúdo no futuro, com calma e no momento que julgarem mais oportuno. Este volume tem 8 sessões, que totalizam 85 palestras de temas atualizados. É um presente dos conferencistas a todos nós. Agradecemos aos palestrantes que nos enviaram a síntese de sua aula, aos autores dos trabalhos inscritos no Tema Livre, à organização do SIMBIDOR e aos patrocinadores que possibilitaram a elaboração destes ANAIS. Agradecemos também a todos os leitores, atuais e futuros, razão desta empreitada. Cordialmente, Cibele Geana Claudio Dirce José Oswaldo

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7 Arquivos Editores Arquivos 9º SIMBIDOR PRESIDENTE Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta Enfermeira. Doutora e Livre-Docente em Enfermagem pela Universidade de São Paulo. Professora Titular do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da USP. Geana Paula Kurita Enfermeira. Doutora em Enfermagem, Pós-doutoranda pela Universidade de São Paulo. Research Fellow do Hospital da Universidade de Copenhague - Rigshospitalet. Consultora em Enfermagem. Claudio Fernandes Corrêa Médico Neurocirurgião. Mestre em Neurocirurgia e Doutor em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo - Escola Paulista de Medicina. Coordenador do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital Nove de Julho - SP. Dirce Maria Navas Perissinotti Psicóloga. Mestre e Doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - FMUSP. Especialista em Neuropsicologia, Neuro/Biofeedback. Psicóloga do Centro de Dor e Neurocirurgia Funcional do Hospital Nove de Julho - SP. Pesquisadora da Equipe de Controle de Dor da Disciplina de Anestesiologia da FMUSP. José Oswaldo de Oliveira Jr. Médico Neurocirurgião. Mestre e Doutor. Diretor e Titular do Departamento de Terapia Antálgica e Cirurgia Funcional da Escola de Cancerologia Celestino Bourroul. Diretor da Central da Dor e Estereotaxia do Hospital A. C. Camargo, da Fundação Antônio Prudente - SP. Responsável pelo Serviço de Cirurgia de Movimentos Anormais do Hospital Brigadeiro - SP.

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9 Arquivos Comissões PRESIDENTE DO 9º SIMBIDOR Claudio Fernandes Corrêa COMISSÃO EXECUTIVA Antônio Cezar Ribeiro Galvão Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta Claudio Fernandes Corrêa Dirce Maria Navas Perissinotti José Oswaldo de Oliveira Jr. Milton Kasunori Shibata Ricardo Caponero Valberto de Oliveira Cavalcante COMISSÃO CIENTÍFICA Alexandre Novick Francisco Antônio Cezar Ribeiro Galvão - Presidente Antônio Sérgio Guimarães Charlize Kessin Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta - Vice-Presidente Claudio Fernandes Corrêa Daniel Benzecry da Almeida Dirce Maria Navas Perissinotti José Oswaldo de Oliveira Jr. Ricardo Caponero Thais Rodrigues Pato Saron Valberto de Oliveira Cavalcante COMISSÃO DE DOCUMENTAÇÃO Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta - Presidente Geana Paula Kurita Claudio Fernandes Corrêa Dirce Maria Navas Perissinotti José Oswaldo de Oliveira Jr. COMISSÃO SESSÃO PARA LEIGOS Ricardo Caponero - Presidente TEMAS LIVRES Dirce Maria Navas Perissinotti Antônio Cezar Ribeiro Galvão Antônio Sérgio Guimarães Ricardo Caponero

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11 Arquivos Informações Gerais Local Hotel Maksoud Plaza Alameda Campinas, 150 CEP: São Paulo - Brasil Tel.: (11) Programação Social para os Inscritos Abertura Oficial: 01/10/2009, 19h00 no Hotel Maksoud Plaza. Horários da Secretaria Dia 01/10-07h00 às 18h00 Dia 02/10-07h00 às 18h00 Dia 03/10-08h00 às 18h00 Informações para Apresentação de Pôsteres Os painéis de pôsteres estarão situados no Foyer da Secretaria Executiva, próximo à área de Exposição Comercial. Os pôsteres deverão ser afixados e retirados em data e hora preestabelecidas. Horário de afixação: das 08h00 às 09h00. Horário de retirada: das 18h00 às 19h00. Os pôsteres não retirados serão descartados. Nota: Solicitamos que, durante as sessões do Simpósio, os telefones celulares e/ou Bips estejam programados para a função silêncio/vibracall ou desligados. Certificados Os certificados de participação no Simpósio para inscritos estarão disponíveis no dia 02/10 na Secretaria Executiva. Crachá É imprescindível a utilização do CRACHÁ para a ENTRADA nas salas de atividades do evento. Será cobrada uma taxa de R$ 100,00 para a confecção da segunda via. Aconselhamos evitar esse custo, pois não será liberado nenhum crachá sem o referido pagamento. Dispensa de Ponto A partir da publicação do Decreto n. 1648, de 27/09/95 (Diário Oficial de 27/09/95 Seção I), e da Instrução Normativa n. 9, de 27/09/95, pelo M.A.R.E, as autorizações para participações em Congressos, Seminários e outros eventos similares são definidas, caso a caso, por autorização dos Ministros de Estado e dos dirigentes máximos das Autarquias e Fundações Federais, devendo portanto o servidor interessado solicitá-la à autoridade maior da organização à qual se encontra vinculado. Pontuação no CAP A participação no 9º SIMBIDOR dá pontos no Programa de Atualização de Especialidade, de acordo com as normas atuais para as seguintes especialidades:

12 12 Arquivos 2009 ESPECIALIDADE PONTOS Área de Atuação em Dor 10.0 Anestesiologia 10.0 Acupuntura 10.0 Cancerologia 10.0 Clínica Médica 5.0 Geriatria 5.0 Medicina Física e Reabilitação 10.0 Neurocirurgia 10.0 Neurologia 10.0 Ortopedia e Traumatologia 10.0 Psiquiatria 5.0 Exposição Paralela Haverá uma exposição paralela de material técnico, comercial e científico na área de exposições (Terraço Bonair). Todos os dias do evento, das 08h00 às 18h00. Mídia Desk Estará funcionando a partir do dia 01/10, às 07h00, na Sala Tapajós. O material audiovisual deverá ser testado com antecedência mínima de duas horas da apresentação no Mídia Desk. Solicita-se não utilizar computador pessoal e obedecer rigorosamente o tempo de apresentação previsto. Os operadores não estão autorizados a receber material diretamente dos palestrantes dentro das salas. Tradução Simultânea Haverá serviço de tradução simultânea inglês/português. Organização Fulltime - Assessoria, Planejamento e Organização de Eventos Tel.: (11) Tel./Fax: (11) Montadora Oficial CSL Assessoria em Feiras e Exposições Ltda. Agência Oficial Master Turismo Ltda. Tel.: (55) (11) Fax: (55) (11) Assessoria de Imprensa Baruco Comunicação Estratégica Tels.: (11) /

13 Arquivos Sumário 1. EPIDEMIOLOGIA, FISIOPATOLOGIA E AVALIAÇÃO DA DOR Anatomia e fisiologia das vias nociceptivas e supressoras de dor 19 Durval Campos Kraychete Epidemiologia, avaliação e tratamento da dor no RN 21 Ruth Guinsburg Clusters de dor e incapacidade em idosos 23 Mara Solange Gomes Dellaroza, Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta Exame neurológico do paciente com dor 25 Carlos Maurício de Castro Costa Polineuropatias dolorosas 27 Osvaldo J. M. Nascimento Dor neuropática - Diagnóstico e tratamento 29 Antônio Bento de Castro Dor e esclerose múltipla 33 Yára Dadalti Fragoso Dor no paciente com AIDS 35 Antônio Bento de Castro Projeto Homem Virtual - Músculos da mastigação e articulação temporomandibular 38 Antônio Sérgio Guimarães 2. DOR NO CÂNCER E CUIDADOS PALIATIVOS Quando e por que o câncer dói? 41 Ricardo Caponero Dor por metástase 43 Levi Jales Como tratar a dor no câncer 49 Maria Teresa Rolim Jalbut Jacob Como estabelecer limites para as intervenções 50 Ricardo Caponero Como lidar com os sintomas psicológicos na perspectiva da morte iminente 52 Maria Julia Kovács Dor oncológica nos dias atuais 54 José Oswaldo de Oliveira Jr. Opioid toxicity 59 Per Sjøgren Abordagem da dispneia em cuidados paliativos 60 Ricardo Tavares de Carvalho Breast cancer survivors: chronic pain and other sequelae 62 Per Sjøgren Estado mental de doentes com dor oncológica em tratamento com opioides 63 Geana Paula Kurita, Lena Lundorff, Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta, Per Sjøgren

14 14 Arquivos CEFALEIA O paciente com cefaleia 69 Ida Fortini Tratamento medicamentoso da cefaleia crônica diária 73 Antônio Cézar Ribeiro Galvão Migrânea e comorbidades 75 José G. Speciali Psicopatologia da cefaleia crônica diária 77 Dalva Carrocini, Antonio Cesar R. Galvão, Getulio D. Rabelo, Marcelo Calderaro Dor facial persistente idiopática 79 José G. Speciali Biofeedback for headache: New research directions 81 Frank Andrasik, Wolf-Dieter Gerber Cefaleia crônica diária - O que fazer quando tudo falha? 83 Marcelo Calderaro 4. DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR Disfunção temporomandibular - Definição, incidência e prevalência - Classificação e subtipos 89 Rosana Santos Costa Possíveis fatores etiológicos 90 Adriana Hernandes Dias Caracterização dos tipos de fibras dos músculos masseter e temporal 91 Thatiana Bastos Guimarães A importância da tomada de história na avaliação dos pacientes com DTM 93 Marcos Minoru Yasuda Avaliação dos pacientes com processos degenerativos e sua relação com as DTM 94 Liete Figueiredo Zwir Testes funcionais - Classificação das DTM 95 Bruno Macedo de Sousa Emprego das imagens por ressonância magnética e TC volumétrica com reconstrução 3D na avaliação dos músculos da mastigação e da ATM 96 Vera Lúcia Mestre Rosa Caracterização da variação do calibre das fibras musculares, densidade capilar e expressão de miosina neonatal nos músculos masseter e temporal 98 Mariana Brandão Ferreira Deslocamento anterior do disco com redução. Patologia ou variável da normalidade 101 Fernanda Maria Castro Fibromialgia e disfunção temporomandibular Patologia única ou comorbidade 103 Monique Lalue Sanches DTM Muscular - Dor de trajeto atípico. Sua manifestação e dificuldade do diagnóstico 105 Edson Hernandes Dias Disfunção temporomandibular e dor orofacial em crianças e adolescentes 106 Adriana de Oliveira Lira Ortega DTM em pacientes com necessidades especiais: mitos e desafios 108 Denise Sabbagh Haddad Abordagem atual no controle das DTM 109 José Artur Cunha Pupo Ajuste oclusal Mudança de paradigma 111 Eduardo Miyashita Dor e distúrbios do sono 112 Marcel Massaro Haramoto DTM - Proposta de um meio de conscientização 113 Rubens Albino Neto

15 Arquivos Emprego da terapia cognitivo-comportamental no controle das DTM 114 Luiz Carlos Baldani Emprego dos exercícios terapêuticos no controle das DTM articulares 116 Natália Pinheiro Ribeiro Emprego dos exercícios terapêuticos no controle das DTM musculares 118 Abelardo Pires Termoterapia e crioterapia no controle das disfunções temporomandibulares 120 Sevim Deniz Aslan de Gennaro Placas oclusais - Avaliação crítica do seu emprego 121 Wanderley Jordão Junior Instituto da Cabeça - Importância do centro terciário no controle da DTM 123 Antônio Sérgio Guimarães New frontiers in the pathophysiology of myofascial pain 124 Jay P. Shah 5. TRATAMENTOS FARMACOLÓGICOS PARA CONTROLE DA DOR Cetamina em dor crônica 129 Gabriela Rocha Lauretti Emplastros e receptores vaniloides 131 Thais Khouri Vanetti, José Oswaldo de Oliveira Jr. PCA revisitado 133 Mauricio Nunes Nogueira, Rodrigo de Melo Nogueira Dor no paciente crítico: indicações e contraindicações de fármacos 136 Durval Campos Kraychete Pesquisa de novos fármacos em dor 138 Sandra Caires Serrano Critical issues on opioids in chronic non-cancer pain: an epidemiological study 140 Per Sjøgren Dificuldades práticas no manejo da dor oncológica: hiperalgesia e intolerância ao uso de opioides 141 Fabíola Peixoto Minson 6. PROGRAMAS DE REABILITAÇÃO, DOR NO TRABALHADOR E TRATAMENTOS ADJUVANTES Programa de reabilitação profissional ampliada: uma estratégia interinstitucional e interdisciplinar 145 Jamir Sardá Jr. Dor e reabilitação em medicina esportiva 147 Cláudio Augusto Martins Zezza Síndrome fibromiálgica e dor miofascial 149 Thais Rodrigues Pato Saron Reabilitação e fibromialgia 151 Thais Rodrigues Pato Saron Distúrbios musculoesqueléticos relacionados ao trabalho Como eu trato 153 Mônica Angelim Gomes de Lima Fatores associados à incapacidade em pacientes com dor lombar crônica 155 Marina de Góes Salvetti, Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta A música como técnica analgésica 158 Eliseth Ribeiro Leão Dor lombar Tratamento causal Hérnia de disco Resolubilidade com medicamentos antroposóficos 159 Antonio José Marques, Hélio Takashi Sakimoto

16 16 Arquivos 2009 Dor da articulação temporomandibular tratada pela medicina antroposófica e biocibernética bucal 162 Alexandre Rabboni Pode a dança contribuir para o alívio da dor? 164 Marília de Andrade Acupuntura em dor crônica 165 Kazusei Akiyama Acupuntura na dor crônica: fatores contra 167 Cristina Belotserkovets Heinrich Biofeedback for pain management: an efficacy review 171 Frank Andrasik 7. PROCEDIMENTOS INVASIVOS E OUTRAS MODALIDADES DE TRATAMENTO DA DOR Tratamento intervencionista da lombalgia 175 Paulo Roberto Santos Mendonça, José Oswaldo de Oliveira Jr. Neuroestimulação para tratamento da dor não-oncológica 177 Julio Augusto Lustosa Nogueira, José Oswaldo de Oliveira Jr. Ozonioterapia na prática clínica 180 Orlando C. G. Colhado Bloqueios: diagnose, investigação e terapia 182 Gabriela Rocha Lauretti Bloqueios anestésicos em pacientes críticos 183 Fabíola Peixoto Minson Tratamento neurocirúrgico da dor 184 Claudio Fernandes Corrêa Neurocirurgia dos tumores encefálicos: indicação e técnica 188 Murilo Sousa de Meneses, Tobias Alécio Mattei, Conrado Borges Gamma knife radiosurgery for functional disorders: A brief overview 192 Jason P. Sheehan Transtorno obsessivo-compulsivo: estado atual do tratamento 193 Antonio Carlos Lopes, Miguel Montes Canteras, Marcelo Batistuzzo, Carina Chaubet D Alcante, Anita Taub, Marcelo Queiroz Hoexter, Maria Eugênia de Mathis, Janaína Cecconi, Fernando Sauerbronn Gouvêa, Eurípedes Constantino Miguel Lombalgia - Artrodese instrumentada: quando indicar 195 Alexandre José Reis Elias 8. ASPECTOS EMOCIONAIS E PSÍQUICOS DO PACIENTE COM DOR Revisitando a psicanálise 199 Yusaku Soussumi A ocitocina, o apego [attachment] e a modulação da dor 201 Eliana Araujo Nogueira do Vale Relações parentais, trauma e psicopatologia 203 Adriano Resende Lima Estresse e psicopatologia em tempos de violência 205 Marcelo Feijó de Mello Métodos psicológicos em dor 206 Dirce Maria Navas Perissinotti 9. TEMAS LIVRES 214 ÍNDICE DE AUTORES 255

17 1 Epidemiologia, fisiopatologia e avaliação da dor

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19 Epidemiologia, fisiopatologia e avaliação da dor 19 Anatomia e Fisiologia das Vias Nociceptivas e Supressoras de Dor DURVAL CAMPOS KRAYCHETE Professor Adjunto de Anestesiologia - Universidade Federal da Bahia. Coordenador do Ambulatório de Dor e Acupuntura - UFBA. A dor é uma experiência multidimensional que inclui componentes nociceptivos, emocionais e cognitivos. A dor machuca a alma e pode estar associada a ansiedade, depressão ou outras doenças psiquiátricas. A dor também pode alterar a função cortical, como a habilidade de pensar com clareza e a capacidade de tomar decisões adequadas. A transmissão da dor inicia no local da lesão tissular e é conduzida em trajeto ascendente até o cérebro, onde ocorre a interpretação do sintoma. 1. SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO As fibras nervosas (terminações nervosas livres) que necessitam de estímulos de alta intensidade para evocar resposta são chamadas de nociceptores, podendo ser fibras mielinizadas ou não. Os nociceptores são ativados, então, após estímulos mecânicos, químicos e de temperatura. Desse modo, as fibras A-δ e C expressam uma série de canais iônicos e receptores que respondem, após o trauma tissular, a liberação de várias substâncias, incluindo íons H +, ATP, prostaglandinas, acetilcolina, serotonina, bradicinina, adenosina, citocinas, quimiocinas, fatores neurotróficos, noradrenalina e óxido nítrico. Isso provoca a tradução de estímulo químico em elétrico, gerando potencial de ação na fibra nociceptiva. Também, a sensibilização de nociceptores pode ativar sistemas de segundos mensageiros e causar modificações na fosforilação proteica. Assim, pode ocorrer maior expressão na membrana neuronal de canais de sódio resistentes ao bloqueio com tetrodoxina, implicando menor limiar de despolarização para geração de potencial de ação e menor possibilidade de refratariedade durante a despolarização sustentada de fibras C. Por outro lado, os impulsos nervosos quando chegam ao sistema nervoso central causam reflexo neurogênico, com liberação de substância P e CGRP, atração de células do sistema imune (macrófagos, mastócitos e linfócitos) para o local da lesão e posterior liberação de citocinas proinflamatórias, histamina, quimiocinas e radicais superóxidos. Isso provoca vasodilatação capilar, edema e vermelhidão na área afetada. Além disso, pode haver reflexo motor e neurovegetativo (simpático) provocando espasmo da musculatura e do vaso sanguíneo com isquemia local e amplificação da excitabilidade do nervo. (1,3,7,9) 2. CORNO DORSAL DA MEDULA ESPINHAL Nas lâminas profundas do corno posterior da medula espinhal (I e II) as fibras C se conectam com neurônios nociceptivos específicos (NS) e os de variação dinâmica ampla (WDR), capazes de perceber estímulos de alto e de baixo limiar. Agressões repetidas e de alta intensidade aumentam o campo receptor do neurônio e reduzem o limiar para disparo. Isso porque a agressão tissular também leva à liberação de neurotransmissores excitatórios (substância P, aspartato, glutamato, citocinas, fatores neurotróficos) no corno dorsal da medula espinhal, que ativam receptores específicos e facilitam a entrada de cálcio intracelular. Isso provoca a ação de cinases de proteína e de fatores de transcrição gênica que induzem a mudanças fenotípicas do neurônio. Do mesmo modo, os neurônios nociceptivos utilizam vários mediadores intracelulares como AMPc, GMPc, trifosfato de inositol, íons cálcio, óxido nítrico, e produtos de metabolização do ácido araquidônico. Vários desses mediadores regulam a fosforilação e desfosforilação de canais, receptores e enzimas importantes para a sinalização celular. O óxido nítrico e as prostaglandinas possuem ação transcelular, saindo da célula e facilitando, em nível pré-sináptico, a liberação de aspartato e glutamato. Assim, há aumento da excitação nervosa. (2,4,5,7,9) As fibras nociceptivas cruzam a linha média no nível do corno dorsal da medula espinhal e ascendem pelos tratos espinotalâmico, espinorreticular, espinomesencefálico, espinocervical, pela coluna dorsal pós-sináptica, pelo sistema espinopontoamigdaliano e pelo trato intracornual. Algumas dessas fibras terminam no núcleo talâmico ventroposteromedial (VPM), núcleo centrolateral, e núcleos intralaminares do tálamo, hipotálamo, formação reticular do tronco encefálico e diencéfalo. Do tálamo, as fibras se conectam com o córtex cerebral, o córtex pré-motor, a amígdala e o núcleo caudado. (10) 3. CONEXÕES CENTRAIS RELEVANTES As conexões neurais no cérebro incluem o córtex sensorial primário (S1) e o secundário (S2), a ínsula, o córtex cingular anterior (CCA) e os núcleos talâmicos. O córtex sensorial primário está relacionado aos aspectos sensoriais discriminativos, o S2 aos afetivos-cognitivos, a ínsula e o CCA aos afetivos motivacionais e alguns cognitivos, como atenção, antecipação e avaliação. Também, o córtex cingular anterior e a ínsula ativam, após estímulo doloroso, neurônios locais que regulam a atividade motora, o comportamento de alerta e a atividade autonômica cardiovascular e a da regulação da temperatura. Outras áreas como a amígdala e a área cortical pré-frontal envolvem a consciência e a avaliação cognitiva da dor. Por outro lado, a ativação do CCA ou excitação da ínsula facilita os reflexos nocifensivos, enquanto a ativação do córtex pré-frontal os inibe. A porção lateral da amígdala é o local que recebe fibras nervosas das áreas posteriores do tálamo e da ínsula. Estas se conectam com a porção basolateral da própria amígdala, de modo que associam a informação nociceptiva à resposta emocional, principalmente a de medo e a de ansiedade. As informações afetivas são transmitidas à porção central da amígdala, podendo modular os comportamentos dolorosos via projeções descendentes para o

20 20 Arquivos 2009 tronco cerebral. A área lateral da amígdala também projeta fibras nervosas para as áreas medial e orbital do córtex pré-frontal. Esses locais estão relacionados a funções cognitivas de evitar punições e escolhas de risco, de decisão baseada na expectativa de recompensa e de capacidade de planejamento. É importante lembrar que a dor crônica persistente pode alterar a função cognitiva, pois, ao longo do tempo, diminui o volume cerebral, reduzindo a substância cinzenta nas áreas corticais e subcorticais, principalmente as relacionadas à recompensa (córtex órbito-frontal e o striatrum). Assim, a informação nociceptiva chega diretamente da medula espinhal e da área parabraquial do tronco cerebral para a divisão laterocapsular da amígdala central e para a região basolateral da amígdala, onde é desviada ao tálamo. Nessas áreas, há aumento da eficácia sináptica após estímulo nociceptivo com regulação para cima de receptores metabotrópicos para glutamato, aumento de neurotransmissores excitatórios (CGRP e fator liberador de corticotropina-crf), de cinases de proteínas (PKA), de quimiocinas e citocinas que ativam a função de receptores específicos relacionados à neuroexcitação. Por outro lado, a dor crônica persistente provoca redução do conteúdo de canabioides endógenos, dopamina e serotonina no córtex orbital pré-frontal, fato que também pode alterar a função cognitiva. (6,8) 4. MODULAÇÃO DA DOR A dor pode ser modulada por mecanismos nervosos inibitórios ou facilitadores relacionados a fibras descendentes que saem do córtex cerebral, cérebro anterior, substância periaquedutal cinzenta, região rostral ventromedial do tronco cerebral e interneurônios inibitórios no corno dorsal da medula espinhal. Essas regiões podem liberar substâncias que provocam potencial pós-sináptico inibitório ou conter receptores para a ação de neuromoduladores, como GABA, encefalinas, glicina, acetilcolina, serotonina, noradrenalina e neurotensina. Também, lesão do locus ceruleus e do locus subceruleus e nucleus da rafe magnus (células OFF) e da região rostral ventromedial do tronco cerebral facilita e perpetua o processo de descarga neuronal espontânea. Por outro lado, há relatos de que o nucleus reticularis gigantocellularis e o nucleus da rafe magnus (células ON), se ativados, podem provocar quadro de hiperexcitabilidade dos neurônios do corno dorsal da medula espinhal. Outros estudos indicam que a ativação endógena do sistema opioide no núcleo accumbens, tálamo e córtex cingular anterior estão associadas a menor percepção da dor. Isso fortalece a ideia de que essas regiões podem também participar da modulação da dor. (10) REFERÊNCIAS 1. Basbaum AI. Spinal mechanisms of acute and persistent pain. Regional Anesthesia 1999; 24(1): Clatworthy AL, Hugues TK, Budelmann BU, Castro GA, Walters ET. Citokines may act as signals for the induction of injury-induced hyperexcitability in nociceptive neurons in aplysia. Soc. Neuroscience 1994; 20: Cummins TR, Sheets PL, Waxman SG. The roles of sodium channels in nociception: Implications for mechanisms of pain. Pain 2007; 2007: Ji RR, Kohno T, Moore KA, Woolf CJ. Central sensitization and ltp: Do pain and memory share similar mechanisms? Trends in Neuroscience 2003; 26: Kimball ES, Persico FJ, Vaught JL. Neurokinin-induced generation of interleukin-1 in a macrophage cell line. Annals of New York Academy of Sciences 1998; 540: Neugebauer V, Galhardo V, Maionec S, Mackeyd SC. Forebrain pain mechanisms. Brain Research Reviews 2009; 60: Priest DT, Hoggart B. Chronic Pain: mechanisms and treatment. Current Opinion in Pharmacology 2002; 2: Rainville P. Brain mechanisms of pain affect and pain modulation. Current Opinion in Neurobiology 2002; 12: Rocha APC, Kraychete DC, Lemonica L, Carvalho LQ, Barros GAM, Sakata RK. Dor: aspectos atuais da sensibilização periférica e central. Rev Bras Anestesiol 2007; 57(1): Teixeira MJ. Fisiopatologia da nocicepção e da supressão da dor. In: Neto, AO, Costa CMC, Siqueira JTT, Teixeira MJ (Eds.). Dor: princípios e prática. Porto Alegre: Artmed Editora; p

21 Epidemiologia, fisiopatologia e avaliação da dor 21 Epidemiologia, Avaliação e Tratamento da Dor no RN RUTH GUINSBURG Professora Titular da Disciplina de Pediatria Neonatal da Universidade Federal de São Paulo/Escola Paulista de Medicina. Com o avanço do conhecimento e o desenvolvimento tecnológico, observa-se o emprego crescente de tratamentos agressivos e cuidados médicos e de enfermagem intensivos para manter a vida de recém-nascidos gravemente enfermos. Se, por um lado, tais tratamentos mantêm os bebês vivos, por outro lado, ocasionam, muitas vezes, dor e sofrimento. O evento doloroso é frequente em neonatos que necessitam de cuidados intensivos. Calcula-se que cada recém-nascido internado em UTI receba cerca de 50 a 150 procedimentos potencialmente dolorosos ao dia e que pacientes abaixo de gramas sofram cerca de 500 ou mais intervenções dolorosas ao longo de sua internação. (1) Simons et al (2) observaram 151 neonatos nos primeiros 14 dias de internação na UTI e cada um foi submetido, em média, a 14 procedimentos dolorosos por dia. Prestes et al (3) avaliaram quatro unidades neonatais universitárias paulistas durante um mês do ano 2001 e verificaram a realização de um número médio de 3-5 procedimentos potencialmente dolorosos por dia. Carbajal et al, (4) ao observaram 430 recém-nascidos admitidos em unidades terciárias francesas nos primeiros 14 dias de vida, mostram a realização de uma mediana de 10 procedimentos dolorosos por dia por paciente. Já Cignacco et al (5) avaliaram 120 recém-nascidos em ventilação mecânica durante os primeiros 14 dias de vida em duas unidades de terapia intensiva suíças e demonstraram 23 procedimentos dolorosos por dia por paciente. Apesar desse quadro, o emprego de medidas para o alívio da dor frente aos procedimentos potencialmente dolorosos ainda é raro, estimando-se que em apenas 3% dos casos seja indicado algum tratamento analgésico ou anestésico específico e em 30% sejam aplicadas técnicas coadjuvantes para minimizar a dor. (4) Segundo avaliação feita nos Países Baixos europeus com pacientes-dia internados em UTI nas primeiras duas semanas de vida, 15-32% deles receberam alguma dose de analgésico por dia. (2) Esses dados coincidem com aqueles colhidos em unidades de terapia intensiva paulistas: dos pacientes-dia internados em UTI, só 23% receberam pelo menos uma dose de analgésico. (3) O mesmo quadro é revelado por Carbajal et al: em procedimentos analisados, 79% dos pacientes não receberam qualquer intervenção analgésica específica e 34% dos procedimentos foram realizados enquanto os pacientes estavam recebendo fármacos para o alívio da dor por outros motivos. As causas mais citadas para o subtratamento da dor são os vários mitos que cercam a experiência dolorosa na população neonatal: a possível incapacidade de o recém-nascido sentir dor e expressá-la, a dificuldade de mensurar o fenômeno doloroso e a escassa disponibilidade de opções terapêuticas efetivas e seguras para o tratamento. Mas, entre todas as causas aqui citadas, o lapso entre o conhecimento científico e a conduta prática clínica deve-se, de modo mais importante, à dificuldade de avaliar a dor no lactente pré-verbal. (6-8) A avaliação da dor na população neonatal não é tarefa fácil: a natureza subjetiva da experiência dolorosa e a existência de poucos instrumentos confiáveis, válidos e com aplicabilidade clínica para mensurar a presença e a intensidade da dor são barreiras difíceis de transpor. Além disso, especialmente em prematuros em diversas etapas do crescimento e desenvolvimento do sistema nervoso central, a resposta à dor repetitiva pode se modificar, dificultando a avaliação e, portanto, o seu tratamento. (9) Uma descrição confiável da experiência dolorosa do neonato é necessária não apenas para facilitar o diagnóstico médico preciso, mas também para estimar qual é o tratamento mais efetivo para reduzir os diferentes tipos de dor e determinar qual deles é o mais benéfico para cada paciente. A avaliação da dor no período neonatal é realizada por meio de três eixos básicos: mudanças fisiológicas, hormonais e comportamentais exibidas pelo recémnascido em resposta a eventos dolorosos. (9-12) Entre os parâmetros fisiológicos de dor, os mais usados para a sua avaliação no recém-nascido criticamente doente são: frequência cardíaca, frequência respiratória, pressão arterial, saturação de oxigênio e, eventualmente, pressão intracraniana e mensuração dos hormônios de estresse e de suas ações metabólicas. Embora tais parâmetros sejam objetivos e sensíveis para avaliar a dor na prática clínica, eles não são específicos. As medidas fisiológicas de dor são instrumentos coadjuvantes para decidir se o recém-nascido apresenta dor e se há necessidade do uso de analgésicos. As principais variáveis comportamentais analisadas no contexto da dor são: choro, atividade motora e mímica facial de dor. Tais respostas refletem a totalidade da experiência dolorosa após o estímulo nociceptivo, incluindo os aspectos sensoriais e emocionais intrínsecos à dor, além de diferenças individuais na expressão dessas respostas. Dessas variáveis, a mais importante é a movimentação facial de dor, com destaque para quatro ações faciais: contração da fronte com abaixamento das sobrancelhas, estreitamento das pálpebras e/ou fechamento dos olhos, nariz franzido e/ou bochechas levantadas e boca entreaberta e/ou lábios esticados. Em estudo recente de prematuros submetidos a punções de calcâneo avaliadas simultaneamente por escala validada de dor e por atividade hemodinâmica cortical, observou-se melhor correlação da atividade cortical com a expressão facial do que com os parâmetros fisiológicos de dor. (8) Diante de todas essas considerações, é consenso que uma avaliação objetiva da dor no recém-nascido deve ser feita por meio de escalas que englobem vários parâmetros e procurem uniformizar os critérios de mensuração das variáveis. Com elas, empregam-se simultaneamente parâmetros fisiológicos (medidas objetivas) e comportamentais (medidas subjetivas), a fim de conseguir maiores informações a respeito das respostas individuais à dor e de possíveis interações com o ambiente. O uso de analgésicos deve ser considerado nos recém-nasci-

22 22 Arquivos 2009 dos portadores de doenças potencialmente dolorosas e/ou submetidos a procedimentos invasivos, cirúrgicos ou não. Nos pacientes intubados e em ventilação mecânica, a controvérsia a respeito dos possíveis benefícios da analgesia com opioides é grande, uma vez que estudos recentes relacionam o seu uso com desfechos desfavoráveis. (13) Assim, não existem indicações absolutas para o uso de analgesia no período neonatal e o seu emprego profilático é discutível nesta faixa etária em virtude do desconhecimento da segurança dos fármacos empregados, em longo prazo. A decisão a respeito do alívio da dor no recém-nascido que precisa de cuidados intensivos deve ser individualizada, mas nunca esquecida. Entre as medidas não-farmacológicas efetivas para a analgesia neonatal destaca-se o uso de soluções orais adocicadas. Evidências experimentais indicam que as soluções adocicadas liberam opioides endógenos, com propriedades analgésicas intrínsecas. Portanto, recomenda-se o emprego clínico de água com sacarose ou glicose, por via oral, 2 minutos antes de pequenos procedimentos, como punções capilares ou venosas. No contexto da analgesia farmacológica, os anti-inflamatórios não-hormonais atuam por meio da inibição das prostaglandinas e do tromboxane, liberados durante a agressão tecidual, sendo indicados em processos dolorosos leves ou moderados e/ou quando a dor está associada a um processo inflamatório, especialmente em situações nas quais a depressão respiratória desencadeada pelos opioides é preocupante e indesejável. Excluindo-se o paracetamol, nenhuma droga desse grupo está liberada para uso analgésico no período neonatal. O paracetamol tem, entretanto, utilidade limitada no recém-nascido criticamente doente em virtude da presença de efeito teto e da ausência de preparado endovenoso em nosso meio. (14) Os opioides, por sua vez, constituem-se na mais importante arma para o tratamento da dor de recém-nascidos criticamente doentes. Os opioides inibem a aferência da dor na medula espinal e, simultaneamente, ativam as vias corticais descendentes inibitórias da dor, levando, assim, à analgesia. Além de atuarem nos receptores especificamente ligados à analgesia, a interação desse grupo de fármacos com outros receptores opioides desencadeia, de maneira paralela à analgesia, depressão respiratória, graus variáveis de sedação, íleo, retenção urinária, náuseas, vômitos, tolerância e dependência física. Estudos recentes indicam pior prognóstico neurológico (aumento da frequência de hemorragia intraventricular, leucomalácia periventricular e/ou óbito) em recém-nascidos prematuros de extremo baixo peso, em ventilação mecânica e que receberam morfina desde as primeiras horas de vida até ao redor de 14 dias. Tais estudos mostram associação do desfecho desfavorável com a presença de hipotensão prévia à infusão do opioide. (13,15) Portanto, em prematuros abaixo de 30 semanas de idade gestacional, após avaliação criteriosa da dor e indicação do opioide, só se deve iniciar sua administração se os pacientes apresentarem pelo menos duas medidas normais de pressão arterial média no período mínimo de duas horas. Entre os opioides mais utilizados no período neonatal, destacam-se a morfina e o fentanil. A morfina é um potente analgésico e um bom sedativo, mas, entre seus efeitos colaterais, destacam-se a liberação histamínica e a supressão do tônus adrenérgico, ambos responsáveis pelo aparecimento de hipotensão arterial, mais prevalente em pacientes hipovolêmicos. Assim, principalmente devido aos efeitos hemodinâmicos relacionados ao uso de morfina, o fentanil tem sido o opioide de escolha nas unidades de terapia intensiva brasileiras. O fentanil é um excelente analgésico, mas leva rapidamente à tolerância, principalmente se administrado em infusão contínua e, por isso, após seu uso por período superior a 3 dias, a retirada deve ser gradual. Diante do exposto, do ponto de vista médico e ético, os efeitos deletérios da dor no recém-nascido e os benefícios das medidas analgésicas para o seu alívio devem ser considerados diante de cada neonato criticamente doente, avaliando-se sempre a melhor conduta a ser tomada de forma contínua e dinâmica. Refletir, reconsiderar a cada momento e atuar devem constituir o fio condutor da prática do neonatologista diante de situações clínicas que desencadeiem dor em pacientes ainda imaturos para pedir ajuda e conforto. REFERÊNCIAS 1. Barker DP, Rutter N. Exposure to invasive procedures in neo natal intensive care unit admissions. Arch Dis Child Fetal Neonatal Ed, 1995; 72(1):F Simons SH et al. Do we still hurt newborn babies? 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23 Epidemiologia, fisiopatologia e avaliação da dor 23 Clusters de Dor e Incapacidade em Idosos MARA SOLANGE GOMES DELLAROZA 1 CIBELE ANDRUCIOLI DE MATTOS PIMENTA 2 1 Docente de Enfermagem da Universidade Estadual de Londrina. Aluna de Doutorado em Enfermagem na Saúde do Adulto da Escola de Enfermagem da USP. 2 Professora Titular do Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica da Escola de Enfermagem da USP. As projeções do IBGE são de que a população idosa no Brasil atingirá, no ano 2025, 30 milhões, o que corresponderá a 10% da população brasileira. (2,3) Visando assegurar boa qualidade de vida à população idosa, é essencial avaliar os fatores de morbidade a que essa população está exposta. Entre as consequências que a transição demográfica e a longevidade têm trazido à sociedade, a dor e a dependência são das mais significativas. O processo de envelhecimento caracteriza-se pela alta incidência de doenças crônicas e degenerativas que, muitas vezes, resultam em elevada dependência. (4,5,6) Em significativa parcela de idosos a dor crônica é a principal queixa do indivíduo e pode interferir de modo acentuado na sua qualidade de vida. Estudos epidemiológicos comprovam a alta prevalência de dores em idosos. (7) Os diversos delineamentos metodológicos, como população de pesquisa, critérios de inclusão, variáveis independentes e diferentes desfechos dificultam a comparação dos achados. (7) Poucos estudos no Brasil analisaram a prevalência de dor crônica e seu impacto na vida de idosos da comunidade. Estudo por nós desenvolvido observou prevalência de dor crônica de 51,44% entre idosos e os lugares mais frequentes foram região dorsal (21,73%) e membros inferiores (21,5%). Dos 294 locais de dor relatados pelos idosos, em 23,6% a dor era diária; em 20,1% ocorria semanalmente; em 18,4% era contínua; e em 16% durava mais de 6 horas. Quanto à intensidade, 9,5% das dores relatadas eram intensas e 38,4% eram moderadas. Essas características comprovam a magnitude da queixa álgica em idosos da comunidade. (8) No entanto, é emergente a necessidade de dados epidemiológicos sobre as diferenças na funcionalidade física e psíquica entre idosos com e sem dor. Nosso estudo acima citado avaliou o impacto da dor nas atividades de vida diária (AVD) dos idosos servidores municipais da cidade de Londrina. A dor interferiu no sono (40%), no humor (39,07%), no lazer (36,71%) e no apetite (20,93%). Em 50% dos idosos que referiram interferência da dor, esta foi avaliada como moderada e intensa para sono, apetite, humor, lazer, atividade sexual, vida familiar e profissional. Não se observou diferença no grau de dependência para as AVDs entre idosos com e sem dor crônica. No entanto, comparando-se os idosos na situação sem dor ou com dor normal aos idosos na situação episódio ou exacerbação da dor, observou-se prejuízo nas atividades instrumentais (AVDI): viajar, realizar compras e realizar trabalhos domésticos (p<0,05). (9) Muitas pesquisas procuram esclarecer como a dor interfere na qualidade de vida e na capacidade funcional dos idosos. Sabe-se que indivíduos com dor crônica utilizam mais os serviços de saúde que outros pacientes. (15,16,17) Achados epi- demiológicos indicam que idosos com dor apresentam mais incapacidades do que aqueles sem dor. (10,11,12,13,14) Vários trabalhos tentam confirmar a interferência da dor nas AVD e nas AVDI em diferentes magnitudes, mas quais características do quadro álgico determinam maior ou menor interferência é assunto ainda em exploração. A intensidade é, entre as características da dor, uma que comprovadamente está associada à incapacidade. Diferentes estudos associam dores intensas a maiores déficits funcionais quando comparadas a dores moderadas ou leves. (10,18,19,20) Os resultados ainda são controversos quanto à duração da dor. Não há evidências científicas que permitam um consenso. Resultados apontam que um tempo prolongado de dor pode levar a mecanismos adaptativos que diminuem a incapacidade. (20) Muitos trabalhos incluem, em sua população, idosos com dores específicas, o que dificulta a identificação de qual local de dor é mais incapacitante. Pesquisas indicam que a ocorrência de múltiplos locais de dor está associada à maior incapacidade. (10) Não somente características fisiopatológicas definem o grau de incapacidade funcional provocado pela queixa álgica: tipo de suporte social, estratégias de enfrentamento, senso de autoeficácia, quadros depressivos, presença de déficits cognitivos, crenças errôneas e atitudes de evitação da dor são aspectos associados ao binômio dor e incapacidade. (19,21,22,23,24) Um desafio para os estudiosos é esclarecer o quanto e como esses diversos fatores contribuem para a instalação de incapacidades. Alguns avanços têm ocorrido no sentido de explicar a associação entre dor e capacidade funcional. Weiner, em estudo com 323 idosos, com aprimorado delineamento metodológico comprovou que a incapacidade provocada pela dor lombar em idosos residentes na comunidade é mediada por alterações neuropsicológicas. (18) Essas descobertas ampliam as explicações dos mecanismos envolvidos na dor incapacitante e podem direcionar novas terapêuticas e pesquisas. Espera-se que esses conhecimentos possam instrumentalizar os profissionais de saúde para a identificação de idosos com maior risco de incapacidade. A associação de características da dor, comorbidades e aspectos psicossociais podem compor clusters de indicadores de risco para gravidade da dor. A ideia do cluster de gravidade da dor é o reconhecimento de que a dor crônica não é somente um sintoma e sim uma doença, com múltiplos fatores associados. Clusters diferentes têm sido utilizados para avaliar respostas terapêuticas e poderiam ajudar profissionais a priorizar e direcionar suas ações com o objetivo de prevenir incapacidades. Visando contribuir com o avanço do conhecimento nessa área, está em desenvolvimento, em nosso meio, um estudo sobre clusters de dor e incapacidade.

24 24 Arquivos 2009 REFERÊNCIAS 1. Castro CRN, Rodrigues RAP. O idoso e a aposentadoria. Rev. Esc. Enf. USP, v. 26, n.3, p , dez Gomes DLS, Scatena IC. Os idosos e a realidade da velhice. Rev. Bras. Enf., R.S., v. 36, p , Silvestre JA et. al. O envelhecimento populacional brasileiro e o setor saúde. Arq. Geriatr. Gerontol., v. 0, n.1, p , Ramos LR, Rosa TEC, Oliveira ZM, Medina MCG, Santos FRG. Perfil do idoso em área metropolitana na região sudeste do Brasil: resultados de inquérito domiciliar. Rev. Saúde Pública, v. 27, n. 2, p , Chaimowicz F. A saúde dos idosos brasileiros às vésperas do século XXI: problemas, projeções e alternativas. Rev. Saúde Pública, v. 31, n. 2, p , Teixeira MJ, Pimenta CAM. Introdução. In: TEIXEIRA MJ, CÔRREA CF, PIMENTA CAM. Dor: conceitos gerais. São Paulo: Limay, p Rosseto EG, Dellaroza MSG, Kreling MCGD, Cruz DAL, Pimenta CAM. Epidemiologia da dor em crianças, adultos e idosos: análise crítica. Arq. Bras. Neurocirurgia, v. 18, n. 4, p , Dellaroza MSG, Pimenta CAM, Matsuo T. Prevalência e caracterização da dor crônica em idosos não institucionalizados. Cad. Saúde Pública, Rio de Janeiro, 23(5): , mai, Dellaroza MSG. Prevalência e caracterização da dor crônica em idosos servidores municipais de Londrina Pr. Dissertação. USP-SP. Escola de Enfermagem. p Soldato M, Liperoti IR, Landi F, Finne-Sovery H, Carpenter I, Fialova D, Bernarvei R, Onder G. Non malignant daily pain and risk of disability among older adults in home care in Europe. Pain; 2007 Jun; 129(3): Ahacic K; Kåreholt I; Thorslund M; Parker MG. Relationships between symptoms, physical capacity and activity limitations in 1992 and Aging Clin Exp Res; 2007 Jun; 19(3): Bryant LL, Grigsby J, Swenson C, Scarbro S, Baxter J. Chronic pain increases the risk of decreasing physical performance in older adults: the San Luis Valley Health and Aging Study. J Gerontol A Biol Sci Med Sci Sep; 62(9): Odding E, Valkenburg HA, Stam HJ, Hofman A. Determinants of locomotor disability in people aged 55 years and over: the Rotterdam Study. Eur J Epidemiol; 2001; 17(11): Wood LRJ, Peat G, Thomas E, Duncan BM. The contribution of selected non-articular conditions to knee pain severity and associated disability in older adults. Osteoarthritis and Cartilage, (2008) 16, Sergio Luís Blay; Sergio Baxter Andreoli; Fábio Leite Gastal. Chronic Painful Physical Conditions, Disturbed Sleep and Psychiatric Morbidity: Results from an Elderly Survey Department of Psychiatry, Annals of Clinical Psychiatry, volume 19, Issue 3 July 2007, p (Federal University of São Paulo). 16. Blyth FM, March L M, Brnabic AJM, Cousins MJ. Chronic pain and frequent use of health care. Pain 111 (2004) Eriksen J, Sjogren P, Ekholm O, Rasmussen NK. Health care utilisation among individuals reporting long term pain: an epidemilogical study based on Danish National Health Surveys. European Journal of Pain 8 (2004) Weiner DK, Rudy TE, Morrow L, Slaboda J, Lieber S. The relationship between pain, neuropsychological performance, and physical function in community-dwelling older adults with chronic low back pain. Pain Med; 2006 Jan-Feb; 7(1): Barry LC, Guo Z, Kerns RD, Duong BD, Reid MC. Functional self-efficacy and pain-related disability among older veterans with chronic pain in a primary care setting. Pain; 2003 Jul; 104(1-2): Weiner DK, Rudy TE, Kim YS, Golla S. Do medical factors predict disability in older adults with persistent low back pain? Pain 112 (2004) Jones GT, Johnson RE. Wiles NJ. Chaddock C. Potter RG. Roberts C. Symmons DP. Macfarlane GJ. Predicting persistent disabling low back pain in general practice: a prospective cohort study. Br J Gen Pract; 2006 May; 56(526): Arnow BA, PhD; Hunkeler E, M.MA; Blasey CM, PhD; Lee J, DRPH; Constantino MJ, PhD; Fireman B, MA; Kraemer HC, PhD; Dea R, MD; Robinson, R, MS; and.hayward, C, MD, MPH. Comorbid Depression, Chronic Pain, and Disability in Primary Care Psychosomatic Medicine 68: (2006). 23. Acceptance of the unpleasant reality of chronic pain: effects upon attention to pain and engagement with daily activities. Viane I, Crombez G, Eccleston C, Devulder J, De Corte, W. Pain, 112 (2004) Low back pain, disability and back pain myths in a community sample: prevalence and interrelationships. Goubert L, Crombez G, Boudeaudhuij, ID. European Journal of Pain 8(2004),

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