Listeriose. Milena Cristina Leite Godoy 1 Rozangela Zuanazzi 2

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1 Listeriose Milena Cristina Leite Godoy 1 Rozangela Zuanazzi 2 1 Introdução A listeriose é uma infecção bacteriana causada pela Listeria monocitogenens, capaz de infectar seres humanos e várias outras espécies de animais entre aves e mamíferos, tendo maior importância para bovinos, ovinos, bubalinos e caprinos. (NORBERG et al, 2002). Essa doença pode ser observada mundialmente, com maior freqüência em climas temperados e frios. A encefalite ou meningoencefalite em ruminantes adultos corresponde à forma mais reconhecida. A incidência de portadores intestinais é alta (MERCK, 2001). 2 Histórico A primeira observação sobre Listeria em animais provavelmente coube a Hülphers em 1911 (apud Seeliger 1961), que isolou de focos necróticos em fígado de coelho uma bactéria, denominada de Bacillus hepatis. Em 1926, durante uma epizootia em animais de laboratório (coelhos e cobaias) do biotério da Universidade de Cambridge, Murray et al. descrevem o agente como Bacterium monocytogenes. No ano seguinte, Pirie (1927) estudando uma epizootia em roedores na África do Sul, isolou de fígado uma bactéria que recebeu a denominação de Listerella hepatolytica, em homenagem a Lorde Joseph Lister. Finalmente, em 1940, o microrganismo foi caracterizado de forma definitiva como Listeria monocytogenes (Pirie 1940), sendo progressivamente relatado em mais de 42 espécies de mamíferos (incluindo o homem) e 17 espécies de aves, além de ser reconhecida em peixes, crustáceos, ácaros e insetos (Seeliger 1961, Gray & Killinger 1966). (Hofer e..., 2005)

2 Murray, Webb e Swann a isolaram de coelhos doentes no ano de 1926, na Inglaterra. Em 1936, nos Estados Unidos, Olafson identificou a bactéria acometendo bovinos. Em 1971, no Rio Grande do Sul, Fernandes et al, isolaram a bactéria em ovinos com sintomatologia nervosa (GUERREIRO et al, 1984). 3 Características da bactéria Os microganismos do gênero Listeria são cocobacilos, gram positivos, desprovidos de cápsula. Medem 0,4 a 0,5 xm (BIBERSTEIN, 1994). A parede celular é típica de bactérias gram positivas. Os polissacarídeos da parede celular definem o antígeno O. Na parede existem componentes antifagocitarios, a 22º C tem flagelos e mobilidade, mas essa já não existe a 37º C (BIBERSTEIN, 1994). Acredita-se que uma hemolisina, a listeriolisina O, contribua para sua sobrevivência dentro dos macrófagos por lisar o fagossoma e a vesículas de ferritina (BIBERSTEIN, 1994). Para isolamento o meio de escolha é o ágar-sangue, onde pode-se observar a produção de hemólise. Deve-se incubar a 37º C por 24 a 48 horas (GUERREIRO et al, 1984). Por serem anaeróbicos facultativos, crescem melhor em uma atmosfera com menos oxigênio e mais gás carbônico (BIBERSTEIN, 1994). Morrem em 30 minutos em uma temperatura de 60º C. os desinfetantes comuns atuam contra a bactéria (GUERREIRO et al, 1984). 4 Etiologia A partir de 1960, observou-se um número crescente de isolamentos em diferentes espécies de animais (Gray & Killinger 1966), acentuando-se ainda mais nas duas últimas décadas do século passado, inclusive com a ocorrência no homem sob a forma de surtos transmitidos por alimentos (Hofer 2001). Aliás, esta situação veio corroborar com a opinião de Pirie (1927), de que L. monocytogenes era predominantemente veiculada por alimentos, tanto para o homem como animais.

3 Em relação aos sorovares de L. monocytogenes identificados nos ruminantes com processos patológicos no sistema nervoso central, predominou o sorogrupo 4b, enquanto nas localizações hepáticas e nos materiais fetais os sorovares 1b e 1a foram os mais incidentes e oriundos exclusivamente do Rio Grande do Sul. Em contraposição, nas fezes de bovinos destaca-se a amplitude do painel de sorovares, tendo como um dos mais freqüentes o tipo 4b e a ocorrência bem mais discreta do sorogrupo 1 (1a e 1b).(HOFER, 2005) A Listeria monocitogenes é a responsável pela meningoencefalite mais comumente vista em bovinos adultos. Embora ela também cause septicemia em bezerros e aborto em bovinos, é mais conhecida pela infecção neurológica do tronco cerebral, chamada de listeriose ou doença dos círculos, que ocorre não só em bovinos, mas também em outros ruminantes (REBHUN, 2000). Muitos animais têm essa bactéria normalmente no intestino, mas apenas uma porcentagem pequena desses desenvolvem a doença clínica. Vários são os agentes predisponentes. A silagem é um dos precursores mais comuns dos surtos. Alterações climáticas, acesso limitado ao pasto e outros fatores que levem o animal a uma situação de estresse, também contribuem para o aparecimento da doença (BLOOD et al 1991). O sorotipo 4B é o mais comum causador dessa doença. O organismo encontra-se presente em forragens cortadas (tais como silagem de milho e a fenação) devido à presença tanto de terra como de matéria vegetal nesses ingredientes alimentares. O ensilamento apropriado, no qual a fermentação abaixa o ph da silagem para menos que 5, mata ou impede a proliferação da bactéria. A silagem inapropriada devido a um ressecamento excessivo da forragem, falta de fermentação devido à ensilagem cortada e outras variáveis podem impedir que a silagem atinja um ph menor que 5, permitindo a proliferação do microrganismo. A silagem de milho é a mais incriminada como fonte da Listeria monocitogenes (BLOOD et al, 1993). 5 Patogenia Acredita-se que ocorra a infecção após uma lesão das membranas da mucosa oral, cavidade nasal ou conjuntiva com ascensão do organismo pelas rotas do quinto nervo craniano para o tronco cerebral (REBHUN, 2000).

4 Existe a possibilidade da infecção ocorrer através do trato gastrointestinal, com um alastramento hematógeno para o tronco cerebral, mas acredita-se que essa rota seja menos provável (REBHUN, 2000). Assim que estabelecido no tronco cerebral, o organismo se prolifera nas regiões da ponte e da medula e pode se alastrar para qualquer lugar. O nervo trigêmio e os nervos vizinhos podem ser lesionados devido à neurite, encefalite e meningite (REBHUN, 2000). A localização da infecção no pedúnculo cerebral costuma ser unilateral, o que explica os sinais localizados, de paralisia e andar em círculos. As lesões podem ocorrer bilateralmente, causando paralisia bilateral. A disseminação da infecção pelo nervo óptico pode resultar em endoftalmite nos ovinos e bovinos (BLOOD et al, 1991). A ocorrência da doença é mais comum em climas temperados do que em climas tropicais e subtropicais. Tem maior importância econômica em bovinos e ovinos, mas ocorre em 37 mamíferos, 17 aves, 1 mosca, peixes e crustáceos (BLOOD et al, 1993). Tende a ser esporádica, com somente um animal do rebanho afetado. Os bezerros raramente são afetados e ela raramente é confirmada nos bovinos com menos de 18 a 24 meses de idade. Isso coincide com um risco menor de exposição de ingredientes contaminados com a bactéria (REBHUN, 2000). A infecção do útero provocando aborto e demais infecções intra-uterinas ocorre em todos os mamíferos (BLOOD et al, 1993). Quanto à patogênese da infecção fetal é reconhecida a importância da disseminação hematogênica até a placenta, segundo as observações realizadas em ovinos por Njoku et al. (1972). Associando-se esta particularidade com o elevado número de portadores fecais nos ruminantes de espécies de Listeria, em especial L. innocua (Hofer 1983, Skovgaard & Morgan 1988) é possível suscitar a hipótese da disseminação hematogênica com localizações extra-intestinais, mesmo de membros considerados apatogênicos. Obviamente, tais situações são mais favorecidas nos indivíduos imunocomprometidos, como durante a gestação e nos recém-natos, bem como sob intervenção de terapias imunossupressivas, como o uso de glicocorticóides, que produzem a linfocitopenia, em particular dos linfócitos T,

5 implicando na disseminação ou paralisação da atividade fagocitária dos macrófagos (Hofer, 2005). Como já descrito por Hofer (1974), baseado na patogênese da enfermidade, em determinadas situações poderá evoluir até a veiculação direta e/ou indireta da bactéria de fontes animais para o homem, caracterizando-se como uma zoonose (Hofer, 2005). 6 Sinais clínicos Nos bovinos adultos, a evolução da enfermidade geralmente é de uma a duas semanas (BLOOD et al, 1993). Os principais sinais encontrados são o pressionamento da cabeça contra objetos fixos e paralisia unilateral da face. Os animais afetados apresentam-se letárgicos e isolam-se do resto do grupo. A mandíbula pode ficar pendida e, neste caso, a apreensão e a mastigação são lentas animal pode permanecer por longos períodos perdendo saliva e com alimentos presos a boca. Alguns animais acometidos não conseguem comer nem beber água; na maioria dos casos há desvio da cabeça para um dos lados (BLOOD et al, 1993). A paralisia facial de um dos lados também é um sinal comum, apresentando os olhos, pálpebras e lábios do lado acometido uma paralisia flácida (BLOOD et al, 1993). A ceratite por exposição constitui a principal complicação oftálmica encontrada em pacientes com listeriose e resulta de uma disfunção de nervo facial e de uma subseqüente insuficiência de distribuição da lágrima para evitar o ressecamento ou lesão corneana. A ceratite por exposição pode ser rapidamente progressiva, com ulceração corneana profunda, uveíte, perfuração corneana e endofitalmitre resultantes, a menos que sejam apontadas imediatamente (REBHUN, 2000). Também são possíveis postura anormal e ataxia de tronco; podendo visualizar o tronco da vaca inclinado para o lado afetado de forma que encontra-se presente uma concavidade deste lado (REBHUN, 2000). Em casos mais graves o animal fica em decúbito, sendo incapaz de se levantar, embora freqüentemente ainda possa mover as pernas. A febre é comum no inicio da doença, mas quando presentes os demais sinais clínicos a temperatura tende a se normalizar.

6 Abortos esporádicos ou surtos também podem ocorrer em vacas, devido a presença da Listeria monocitogenes. O aborto ocorre mais comumente em torno do sétimo mês de gestação ou posteriormente. A retenção de placenta é freqüentemente observada. Pode haver natimortos. Não há evidencias de meningoencefalite mas comumente há um acometimento clinico geral, com febre de até 45 C, estando a Listeria monocytogenens presentes no estomago do feto. Em ovelhas e cabras o aborto ocorre da 12 ª semana de gestação em diante (BLOOD et al 1991). A septicemia aguda não é comum em ruminante, mas ocorre em animais monogástricos infectados. Não há sintomas de comprometimento do sistema nervoso e a síndrome em geral compreende depressão, fraqueza, emaciação, pirexia e diarréia em alguns casos, apresentando necrose hepática e gastrenterite à necropsia. Em bezerros de 3 a 7 dias já foi observada uma síndrome na qual ocorre opacidade de córnea, acompanhada por nistagmo e um leve opistótono. A morte ocorre em aproximadamente 12 horas. À necropsia, observam-se oftalmite e meningite serofibrinosa (BLOOD et al 1991). Em suínos são descritas três formas clinicas: reprodutiva (aborto, uma a duas semanas antes da data do parto normal, sem afetar o estado geral da porca), septicêmica (com elevação da temperatura corporal, sendo que leitões que apresentam esta forma morrem rapidamente) e nervosa (encefalite com inapetência, incoordenação motora, paralisia do trem posterior, andar rígido e tremores. Porém, muitas vezes a doença apresenta-se de forma atípica (SOBESTIANSKY et al 2001) 7 Exames laboratoriais A punção do líquido cefalorraquidiano constitui em um dos principais auxílios no diagnóstico da listeriose. Na maioria dos casos, apresenta um aumento das células nucleadas e dos níveis protéicos (REBHUN, 2000). Uma contagem de células sanguíneas pode revelar uma leucocitose suave e uma monocitose sugestiva (REBHUN, 2000).

7 O exame sorológico pela aglutinação lenta só dá resultado quando repetido várias vezes, já que só a avaliação da curva do título permite o diagnóstico (VASKE, 1980). Pode-se tentar isolar a bactéria das fezes, urina e leite dos animais infectados e também dos fetos abortados. Deve-se examinar os órgãos do feto assim como a placenta e corrimentos uterinos (BLOOD et al 1991). 8 Achados de necropsia O líquido cefalorraquidiano pode estar turvo, pode haver alguma congestão dos vasos das meninges e, em alguns casos panofitalmia, embora em geral os achados macroscópicos não sejam evidentes. O exame histológico é necessário para mostrar os microabscessos característicos da enfermidade (BLOOD et al 1991). Em casos de aborto e sepse, o mais comumente encontrado é uma necrose hepática focal, contendo microrganismos contáveis no fígado fetal (JONES et al, 2000). Podem ser encontrados acúmulo perivascular de linfócitos. A demonstração dos microrganismos nas lesões necrosadas permite um diagnóstico provisório. A confirmação pode ser obtida por meio de um isolamento da bactéria em meios de cultura apropriados, inoculados com suspensões de tecidos (JONES et al, 2000). Segundo GUERREIRO et al, 1984 os materiais que devem ser enviados ao laboratório são: - em infecções genitais deve-se enviar placenta e alguns cotilédones - no processo de encefalite, remeter a cabeça do animal, para facilitar a coleta asséptica do material. Em outros casos enviar pequenas porções da lesão suspeita. Todo material deve ser colocado em recipientes estéreis, em saco plástico e em caixa de isopor, cercado por gelo. Deve haver cuidado na coleta do material, com o uso de luvas, etc, por se tratar de zoonose (GUERREIRO et al, 1984).

8 9 Tratamento Deve-se utilizar uma antibioticoterapia intensiva com penicilina ou com tetraciclina. As dosagens devem ser altas, pois existem dois obstáculos terapêuticos: - a Listeria monocitogenes é um organismo intracelular facultativo que consegue sobreviver e se esconder das drogas nos macrófagos; - a barreira hematoencefálica, embora comprometida com a inflamação, ainda impede a entrada do antibiótico no cérebro, em certo grau. A penicilina deve ser administrada na dose de 44mg/kg bid, a tetraciclina deve ser usada 10 a 20mg/kg, BID. As aplicações por ser IM ou SC. A duração da terapia varia em cada caso, o tratamento deve durar uma semana após a cura aparente, com base no apetite, atitude e outros fatores. A maioria das vacas afetadas requer de 7 a 21 dias de terapia (REBHUN, 2000). A bactéria é sensível, in vitro, à penicilina, ampicilina, eritormicina, tetraciclina (BIBERSTEIN, 1994). Os bovinos podem receber hidratação com uma sonda nasogástrica. Deve-se monitorar os pacientes com salivação quanto a perda de tampão e estes exigem um terapia de reposição com bicarbonato, bem como com fluidos. A terapia de reposição torna-se necessária diariamente ate que as perdas salivares parem. Os cuidados de enfermagem são essenciais para sobrevivência do animal (REBHUN, 2000). O prognóstico é reservado nos bovinos infectados com listeriose, mas que se encontram andando quando se faz o diagnóstico. O prognóstico dos bovinos em decúbito e incapaz de se levantar no momento do diagnostico, é ruim (REBHUN, 2000). 10 Profilaxia Nas regiões propícias à enfermidade é importante que os animais recebam ração bem balanceada (VASKE, 1980). Na alimentação com silagem deve-se evitar: silagem contaminada por terra, silagem deteriorada, silagem com ph maior que 5, silagem mofada (BLOOD et al 1991).

9 Deve-se ter cuidados sanitários para evitar a contaminação do homem (GUERREIRO et al, 1984). O estresse deve ser reduzido ao máximo. Os animais doentes devem ser isolados e os seus produtos, como o leite, eliminados (BIBERSTEIN, 1994). De acordo com a natureza do processo patológico sofrido pela glândula mamária, o leite apresenta diferentes graus de alteração nem sempre perceptíveis pelo consumidor, podendo infectá-lo (NORBERG et al, 2002). Vacinas com a bactéria atenuada têm sido usadas em alguns países, reduzindo a incidência de listeriose (SMITH, 2002). 11 Listeriose em humanos A doença afeta principalmente mulheres grávidas, recém-nascidos e adultos com o sistema imunológico comprometido (FRANCO, 1996). No início da infecção a listeriose assemelha-se a um resfriado comum, acompanhado de febre e dores musculares. Quando a infecção atinge o sistema nervoso podem ocorrer sintomas como dor de cabeça, torcicolo, confusão mental, perda de equilíbrio e convulsões. Infecções durante a gravidez podem causar aborto, parto prematuro e infecções no recém-nascido como bacteremia e meningite. Adultos imunocompetentes, ou seja, com o sistema imunológico em perfeito funcionamento, podem apresentar uma gastroenterite febril aguda (FRANCO, 1996). A contaminação humana ocorre principalmente através da alimentação. Os vegetais se contaminam através da água de irrigação e do adubo usado como fertilizante. Os animais podem conter a bactéria sem apresentar nenhum sintoma de doença e contaminar os alimentos de origem animal como leite e carne. Listeria monocytogens já foi detectada em uma grande variedade de alimentos crus, como carnes e vegetais não cozidos e também em alimentos processados com contaminação pós-processamento, como queijos moles e frios. Leite não pasteurizado, bem como laticínios preparados com leite não pasteurizado também podem conter o microrganismo. Lesões em mãos e braços podem ocorrer por contato direto com material infeccioso

10 A bactéria é destruída pela pasteurização assim como pelo calor empregado no processamento de alimentos. Entretanto, se não forem empregadas práticas de higiene adequadas pode ocorrer a contaminação após o processamento. Caso ocorram sintomas como febre, dores musculares ou dor de cabeça, um médico deve ser consultado. Exames de laboratório de sangue ou líquor podem detectar a presença de Listeria. A ocorrência de surtos (dois ou mais casos) requer a notificação imediata às autoridades de vigilância epidemiológica municipal, regional ou central, para que se desencadeie a investigação das fontes comuns e o controle da transmissão através de medidas preventivas (interdição de produtos, medidas educativas, entre outras). 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BLOOD, D. C. et al, Clínica veterinária, editora Guanabara Koogan, 7 edição, 1991, RJ. BIBERSTEIM, E. L. & ZEE, Y. C., Tratado de microbiologia veterinária, Editora Acribia, Zaragoza Espanha 1994, 673p. CORREA, F. R., et al, Doenças de ruminantes e eqüinos, editora varela, 2 edição, volume 1, 2001, 424p. volume 2, 2001, 572p. Doenças de ruminantes e eqüinos, editora varela, 2 edição, FRANCO, B.D.G.M, Landgraf, M. Microbiologia dos Alimentos, Editora Atheneu, Rio de Janeiro, RJ, GUERREIRO, M. G., et al, Bacteriologia especial, editora Sulina, Porto Alegre, RS, 1984, 424p.

11 1990, 310p. HEIDRICH, G., Manual de patologia bovina, editora Varela, São Paulo, HOWARD, J. L. & SMITH R. A., Current Veterinary Therapy, 4 edição, Editora Saunders, EUA, JONES, T.C. et al, Patologia veterinária, editora Manole, 6 edição, São Paulo, 2000, 412p. 1861p. Manual Merck de Veterinária, editora Roca, 8 edição, São Paulo, 2001, NORBERG, A. N., et al, Listeriose caprina como risco zoonótico, m Revista brasileira de medicina veterinária, volume 24, número 6, Editora SOMVERJ, Rio de Janeiro, REBHUN, W. C., Doenças do gado leiteiro, editora Roca, São Paulo, 1 edição, VIANA, F. A. B., Guia terapêutico veterinário, editora Cem, Lagoa Santa, MG, 2003, 324p. Todas as informações contidas nessa obra são de responsabilidade das autoras 1 Milena Cristina Leite Godoy Médica Veterinária CRMV MG 8180 Rua Vereador Eli Araújo, 306 apto 301 São João Del Rei MG CEP

12 2 Rosangela Zuanazzi Médica Veterinária CRMV-PR 6469 Rua Bento Gonçalves, 2081 Distrito de Vila Nova, Toledo-Paraná CEP Artigo gentilmente cedido pelas autoras para publicação no Portal Somática Educar.

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