COLÉGIO ESTADUAL PROFª ELZIRA CORREIA DE SÁ CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM

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1 COLÉGIO ESTADUAL PROFª ELZIRA CORREIA DE SÁ CURSO TÉCNICO EM ENFERMAGEM ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM CLÍNICA SEGUNDO SEMESTRE PROFª ENFª DANIELLE CRISTHINE FABIAN PONTA GROSSA PR 1

2 A Clínica Médica e a Assistência de Enfermagem Avaliação geral do Paciente em Tratamento Clínico Cuidado Humanizado A essência da enfermagem é o cuidar, e se o considerarmos como objeto de trabalho, é necessário que seja eficiente e prestado de forma humanizada. O cuidado complexo executado pelo técnico em enfermagem envolve necessidades físicas, psicossociais, espirituais e afetivas, e está diretamente relacionado ao processo de comunicação entre equipe e cliente. Estas relações dependem muito de voltarmos nossa atenção ao que o corpo está dizendo. É necessário que haja uma grande sensibilidade dos profissionais que vão executar os cuidados; que eles possam observar todas as manifestações verbais e não verbais do cliente, avaliando suas reais necessidades. Ao ultrapassar o cuidado físico, por meio de ações humanizadas, pode a equipe de enfermagem favorecer uma recuperação com mais qualidade, pois é na arte de cuidar oferecida pela equipe de enfermagem que está a verdadeira humanização da assistência. Humanização na Saúde Valorização da dimensão subjetiva e social, em todas as práticas de atenção e de gestão da saúde, fortalecendo o compromisso com os direitos do cidadão, destacando-se o respeito às questões de gênero, etnia, raça, religião, cultura, orientação sexual e às populações específicas. * O contato direto com seres humanos coloca o profissional diante de sua própria vida, saúde ou doença, dos próprios conflitos e frustrações. Se ele não tomar contato com esses fenômenos, correrá o risco de desenvolver mecanismos rígidos de defesa, que podem prejudicá-lo tanto no âmbito profissional quanto no pessoal. O médico e os outros profissionais da saúde submetem-se, em sua atividade, a tensões provenientes de várias fontes: contato freqüente com a dor e o sofrimento, com pacientes terminais, receio de cometer erros, contato com pacientes difíceis. Assim, cuidar de quem cuida é condição sine qua non para o desenvolvimento de projetos e ações em prol da humanização da assistência. 2

3 A humanização é um processo amplo, demorado e complexo, ao qual se oferecem resistências, pois envolve mudanças de comportamento, que sempre despertam insegurança. Os padrões conhecidos parecem mais seguros; além disso, os novos não estão prontos nem em decretos nem em livros, não tendo características generalizáveis, pois cada profissional, cada equipe, cada instituição terá seu processo singular de humanização. E se não for singular, não será de humanização. * Maria Cezira Fantini Nogueira Martins é psicóloga (USP), doutora em Distúrbios da Comunicação Humana (Unifesp), pesquisadora do Instituto de Saúde (SES- SP), autora do livro Humanização das relações Explane sua opinião sobre o cuidado humanizado em um texto de no mínimo 10 e no máximo 20 linhas. Depois discuta-o com seus colegas. Profª Danielle A cuidado em enfermagem acontece por meio dos relacionamentos interpessoais. Discutam em grupo (03 pessoas) sobre o relacionamento de enfermagem com a equipe, com o paciente e com os familiares. Também sobre os familiares e diferentes adaptações a doença X julgamento da equipe de enfermagem. Entreguem suas conclusões. Profª Danielle Assistência de enfermagem clínica Competências Identificar sinais e sintomas que indiquem distúrbios clínicos e psicológicos; Identificar procedimentos e cuidados de enfermagem; Interpretar as normas relativas à prevenção e controle de infecção hospitalar; Conhecer as características gerais do ser humano sadio; Identificar o processo de envelhecimento nos seus aspectos fisiológicos, psicológicos, sociais e patológicos; Caracterizar a prevenção, o tratamento e a reabilitação das afecções clínicas que mais comumente afetam adultos e idosos; Conhecer a organização, a estrutura e o funcionamento de uma unidade clínica. 3

4 Habilidades Estabelecer comunicação eficiente com o cliente/paciente; Realizar procedimentos e cuidados de enfermagem; Manter a capacidade funcional do cliente/paciente ao máximo; Ensinar ao cliente/paciente técnicas que promovam o autocuidado; Administrar medicamentos pelas diversas vias; Utilizar adequadamente os EPIs Realizar curativos; Utilizar terminologias específicas da área Elabore uma lista com alguns distúrbios clínicos que você já tenha ouvido falar relacionando-o com o sistema corporal que está envolvido. Exemplo: infarto do miocárdio sistema cardiovascular. Profª Danielle Anamnese O exame geral é realizado principalmente pela inspeção e palpação. Toda equipe de enfermagem deve estar atenta aos sinais físicos dos pacientes. Para tanto, a inspeção é fundamental para a detecção destes sinais. Primeiramente deve reconhecer as características físicas normais, para então passar a distinguir o que foge da normalidade. A qualidade desta inspeção depende da disposição da enfermagem em gastar um tempo para um exame completo, podendo se aproveitar o momento da higienização para tal. É importante também que esta abordagem siga um método, para que se garanta a inspeção de todas as áreas. A iluminação deve ser adequada e o espaço físico deve garantir o total respeito à sua privacidade. Cada área do corpo deve ser inspecionada quanto ao tamanho, aparência, coloração, simetria, posição e anormalidades. Exame geral deve ser realizado preferencialmente no sentido céfalo-podal. 4

5 Pele, cabelo e couro cabeludo: observar coloração da pele, umidade, temperatura, textura e elasticidade; presença de edema ou lesões. Verificar a distribuição dos pelos que cobrem o corpo, presença de pediculose e outros parasitas, lesões no couro cabeludo, caspa ou psoríase. Unhas: também refletem o estado de saúde da pessoa. Normalmente são transparentes, lisas, convexas, com a base rosada e as pontas claras e translúcidas. Deve ser verificada a coloração, espessura, formato e curvatura. Cabeça e pescoço: avaliar a integridade das estruturas anatômicas, que incluem nos olhos verificar fotofobia (sensibilidade à luz), queimação, lacrimejamento; nas pálpebras, coloração, edemas e presença de lesões; no pavilhão auricular verificar simetria, coloração, edemas e lesões; observar acuidade auditiva; avaliar a integridade do nariz, obstrução nasal, epistaxe e secreções. Para avaliar a boca usar um afastador de língua ou uma gaze; inspecionar os lábios quanto à coloração, textura, hidratação, contorno, presença de lesões. Tórax e pulmão: deve considerar as funções vitais de ventilação e respiração. Observar o formato do tórax que normalmente é simétrico. Em condições normais ele se expande e relaxa regularmente com simetria de movimentos. Mamas: tanto na mulher quanto no homem deve-se inspecionar quanto ao tamanho e simetria; observar coloração, contorno, forma, retração ou abaulamento; presença de nódulos, edemas e ulcerações. Abdômen: observar a forma e a simetria assim como a presença de qualquer massa; verificar na pele a existência de cicatrizes, padrões venosos, lesões e estrias, ou marcas de estiramento; inspecionar a cicatriz umbilical quanto à sua posição, forma, coloração ou abaulamento e presença de secreção. Sinais Vitais: a verificação dos sinais vitais é a primeira parte do exame físico. Estado de Consciência: diz respeito à sua percepção do mundo esterior e de si mesmo

6 Um dos pré requisitos para a enfermagem clínica é o conhecimento básico anatômico. Vamos recordá-lo através de uma avaliação? Os sinais vitais devem ser verificados e anotados segundo sua nomenclatura técnica, dúvidas devem ser sanadas. Vamos testar seus conhecimentos? Quando realizamos o exame físico e não realizamos nossas anotações, ele perde o sentido. Tudo o que não foi anotado, não foi realizado, você já deve ter ouvido esta frase anteriormente. Acompanhe as explicações e realize uma anotação de enfermagem. Profª Danielle Interação Medicamentosa A administração de medicamentos é o processo de preparo e introdução de medicamentos no organismo humano, visando obter efeitos terapêuticos. Deve seguir normas e rotinas que uniformizam o trabalho em todas as unidades de internação. É de fundamental importância estar informado sobre as propriedades básicas dos medicamentos prescritos e de sua ação farmacológica, considerando que o organismo humano é formado por uma infinidade de substâncias que podem estar em reação com os medicamentos e eles entre si. Se a enfermagem não estiver atenta a estes possíveis efeitos pode incorrer no aumento de riscos para o paciente. Interação medicamentosa pode ser definida como tipos especiais de respostas farmacológicas, em que efeitos de um ou mais medicamentos são alterados pela administração simultânea ou concorrente. É a influência recíproca de um determinado medicamento sobre o outro, ou seja, quando um medicamento administrado isoladamente produz um efeito, e ao ser associado a outro medicamento, alimento ou outra substância, produz um efeito diferente do esperado. As interações podem apresentar efeitos benéficos para o organismo podendo ser utilizadas para aumentar os efeitos terapêuticos ou reduzir a toxicidade de um determinado 6

7 medicamento. Podem também, apresentar efeitos nocivos, diminuindo ou eliminando a ação dos medicamentos ou ainda provocando novas doenças. Os medicamentos podem interagir durante o preparo, no momento da absorção, distribuição, metabolização ou eliminação. Referências Bibliográficas: Paraná, Secretaria de Estado da Saúde. Centro Formador de Recursos Humanos Caetano Munhoz da Rocha. Curso Técnico em Enfermagem. Curitiba: CFRH,2011 (Fragmentos retirado do 1º capítulo páginas 09 à 37) - 7

8 Vamos realizar alguns exercícios de farmacologia Dada a seguinte prescrição, apraze-a e solicite MAT e MED para o serviço de farmácia. 1) Dieta Nutriflex bolsa 2000ml; 36 ml/h 2) Soro Glicosado 5% 1000 ml 28gts/min X hs Cloreto de Potássio 19,1% 20 ml Cloreto de Sódio 20% 30 ml 3) Ancoron 150mg 4 amp. + SG 5% 250ml 30ml/h (BIC) 4) Meronem 1G + SG5% 100ml 24X24hs 5) Plasma Fresco, 1 unidade 8X8hs 6) Furosemida 20 mg/2 ml, 40mg após o plasma 7) Captopril 50 mg, 1 cp 8X8 hs 8) Heparina UI + SF 125 ml BIC 10ml/h 9) Tridil 10 ml + SG 250ml BIC 11ml/h Evolução médica: 2º dia de internamento estabilização clínica, BEG, corado, SSVV hipertensão controlada, hipertermia às 10hs, mantenho conduta clínica. 8

9 Faça uma anotação de enfermagem relativa ao plantão diurno (6 horas). Lembre-se que seu paciente precisou de um novo acesso venoso, tomou banho e às 10:00hs apresentou temperatura elevada, e para o mesmo foi prescrito dipirona ev 2mg; 1 amp EV.. Ao Serviço de Farmácia: Você deverá entregar uma cópia do exercício. Profª Danielle 9

10 Assistência de enfermagem clínica nas disfunções cardiocirculatórias As disfunções circulatórias quando não controladas geram complicações e se transformam nas principais causas de morte no Brasil e no mundo. A história famíliar, idade, sexo e a raça associadas a fatores de risco relacionados ao estilo de vida das pessoas, como dieta rica em sal, gordura, carboidratos, uso do álcool, do fumo e de outras drogas, bem como o estresse da vida moderna, poderão propiciar o aparecimento destes distúrbios. A base da formação das doenças crônico-degenerativas, ligadas às disfunções circulatórias, tem como ponto inicial as alterações dos vasos sangüíneos. Com o envelhecimento, por exemplo, as artérias vão perdendo sua elasticidade, tornando-se mais endurecidas. Este fenômeno, quando associado aos fatores de risco, poderá antecipar o endurecimento precoce das artérias como também propiciar a deposição de placas de gorduras em seu interior. Estas alterações levam à oclusão parcial ou total das artérias e até o seu rompimento. O sistema cardiovascular é constituído pelo coração, artérias, capilares, veias e vasos linfáticos. Sua função é prover o organismo de oxigênio e nutrientes. Coração é um órgão muscular oco, localizado no centro do tórax, sobre o diafragma, e ocupa o espaço entre os pulmões. O coração bate aproximadamente 72 vezes por minuto, e ao contrário dos outros músculos do corpo, ele não pode parar de descansar quando fatigado e desgastado pelo trabalho. Suas paredes são formadas por três túnicas: pericárdio (camada externa que recobre o coração); miocárdio (camada média muscular estriada) e endocárdio (camada interna que fica em contato com o sangue). Compartimentos cardíacos: o coração possui quatro cavidades(sistemas de bombeamento E e D), separadas por membranas: duas superiores denominadas átrios e duas inferiores denominadas ventrículos. O sangue bombeado pelo lado direito do coração é distribuído para os pulmões pela artéria pulmonar, enquanto o sangue bombeado pelo lado esquerdo segue para o restante do corpo através da aorta. Válvulas cardíacas: as quatro válvulas no coração permitem que o sangue flua em apenas uma direção. Atrioventriculares (tricúspide; bicúspide); semilunares (válvula pulmonar; válvula aórtica). 10

11 Função: bombear sangue para os tecidos, suprindo-os de oxigênio e outros nutrientes. A função das artérias, capilares veias e linfáticos é carregar o sangue para os tecidos e células em todo o corpo. Artérias coronárias: a função destas artérias é trazer sangue rico em oxigênio para o miocárdio. Doença da artéria coronária (DAC) A DAC constitui a causa mais freqüente de morbidade e mortalidade nos países desenvolvidos. A DAC é uma denominação sinônima de aterosclerose coronariana. É uma doença arterial oclusiva que acomete as artérias coronarianas através da deposição de colesterol e placas de gordura (ateroma) na camada interna da parede arterial, formando um bloqueio, ou mesmo um estreitamento deste lúmen, reduzindo conseqüentemente o fluxo sanguíneo para o miocárdio. Sinais e sintomas: é uma doença de evolução gradual desta forma não apresenta sintomas até que o calibre da artéria se estreite e diminua o fluxo sanguíneo. Fisiopatologia: os ateromas depositam-se gradualmente sobre a camada íntima da parede arterial formando a obstrução da artéria. Com a obstrução da luz (parcial ou total), o fluxo sanguíneo para o miocárdio diminui, resultando na diminuição do transporte de oxigênio para as células musculares do coração. Esta condição é denominada isquemia, ou seja, lesão ou necrose celular. A isquemia do músculo miocárdico manifesta-se através da algia torácica e pode evoluir para a Angina e/ou Infarto. Angina pectoris A angina é uma diminuição do fluxo sanguíneo para o miocárdio que provoca dor no peito. A dor da angina é transitória, dura de 3 a 5 minutos, até que o fluxo sanguíneo seja reestabelecido, demonstrando que não houve nenhuma lesão no miocárdio. Fisiopatologia: a causa da angina é o fluxo sanguíneo coronariano insuficiente, resultando num aporte diminuído de oxigênio para satisfazer a uma demanda miocárdica aumentada de oxigênio em resposta ao esforço físico ou estresse emocional. 11

12 Fatores desencadeantes: esforço físico; exposição ao frio; ingestão de refeição copiosa; estresse ou qualquer situação que leve a liberação de adrenalina e elevação da pressão arterial. Manifestações clínicas: a sensação da dor anginosa é descrita como sendo aperto, queimação, esmagamento. A duração é curta (3 a 5 minutos) e geralmente desaparece com a administração de nitroglicerina e com o repouso. Outros sintomas podem acompanhar a dor: dispnéia, sudorese, palpitação e distúrbios digestivos. Terapia farmacológica: Vasodilatadores (ex: nitroglicerina); bloqueadores betaadrenérgicos (ex: propanolol); bloqueadores de canal de cálcio (ex: nifedipina) e agentes antiplaquetários (ex: aspirina, heparina). Infarto agudo do miocárdio (IAM) O IAM é o processo pelo qual o tecido miocárdio é destruído em regiões desprovidas de suprimento sanguíneo suficiente, em virtude da redução no fluxo sanguíneo coronariano. Fisiopatologia: a causa da diminuição do fluxo sanguíneo que ocorre no IAM é decorrente de uma obstrução de uma artéria coronária pela aterosclerose, ou por êmbolo ou um trombo. O IAM pode ser considerado como ponto final da DAC. Ao contrário da isquemia temporária que ocorre com a angina, a isquemia prolongada causa uma lesão irreversível ao miocárdio. À medida que as células miocárdicas começam a necrosar, certas enzimas intracelulares são liberadas na corrente sanguínea, onde podem ser detectadas por exames laboratoriais. Manifestações clínicas: a dor torácica que ocorre subitamente e contínua apesar do repouso e da medicação, é o principal sintoma apresentado. Os clientes podem ficar ansiosos e agitados, apresentando pele fria, pálida e úmida. Suas freqüências cardíacas e respiratórias podem estar aceleradas. Outras manifestações clínicas: fraqueza, sudorese, náuseas e vômitos; tontura, ansiedade, dispnéia, hipertermia. Diagnóstico de infarto do miocárdio: Exame clínico (história típica de dor precordial); ECG (alterações eletrocardiográficas); dosagem de enzimas cardíacas - mioglobina, CK, CK-Mb e Troponima I (elevações enzimáticas). 12

13 Complicações: arritmias; choque cardiogênico; insuficiência cardíaca congestiva Terapia farmacológica: inclui o uso de três classes de medicamentos para aumentar o fornecimento de oxigênio para o miocárdio: vasodilatadores (nitratos); anticoagulantes (heparina); trombolíticos (estreptoquinase). Os analgésicos (morfina) são úteis no alívio da dor, mas não são conhecidos por promover o fluxo sanguíneo na artéria coronária diretamente. Terapia farmacológica: M O N A B C H e Fibrinolíticos Cuidados de enfermagem: manter o paciente em repouso absoluto nas primeiras 24 horas; observar localização, irradiação e duração da dor; verificar SSVV; manter ou puncionar acesso venoso; se dispnéia instalar oxigenioterapia; realizar ecg; manter cabeceira do leito elevada, monitorar o paciente, afim de detectar arritmias. Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC) É a incapacidade do coração em bombear sangue suficiente, para atender as necessidades teciduais de oxigênio e nutrientes para o corpo. Dependendo do local de falência da bomba resulta em congestão pulmonar ou sistêmica. O mecanismo da insuficiência cardíaca envolve o comprometimento das propriedades contráteis do coração, o que leva a uma diminuição do débito cardíaco. A principal manifestação clínica da ICC é o aumento do volume intravascular. O débito cardíaco diminuído produz manifestações generalizadas, pois o sangue ejetado que alcança os tecidos e órgãos não é suficiente para fornecer o oxigênio necessário. 13

14 ICC Direita Quando o ventrículo direito funciona insuficientemente, não consegue esvaziar o volume sanguíneo proveniente da grande circulação ocorrendo a congestão das vísceras e dos tecidos periféricos. As manifestações clínicas observadas incluem: Edema nas extremidades, hepatomegalia, icterícia, ascite, distenção jugular, ganho de peso, anorexia, náuseas. ICC Esquerda Quando o ventrículo esquerdo não consegue bombear o sangue para fora do compartimento ocorre uma congestão pulmonar, pois esta câmara é incapaz de bombear o sangue recebido dos pulmões. O aumento resultante na pressão da circulação pulmonar força o líquido para dentro dos tecidos pulmonares e alvéolos, o que compromete a troca gasosa. Dispnéia, ortopnéia, tosse produtiva, taquipnéia, cianose, fadiga, ansiedade, hemoptíase, insônia. Terapia farmacológica: Digitálicos (digoxina) aumenta a contração miocárdica e melhora o débito cardíaco. Não administrar de FC < 60bat/min. Diuréticos (lasix) promovem a excreção de sódio e água através dos rins reduzindo os sintomas de congestão. Realizar balanço hídrico rigoroso. Cuidados de enfermagem: Orientar uma dieta hipossódica, controlar ingesta hídrica, controlar débito urinário, pesar o paciente diariamente pela manhã, manter cabeceira do leito 45º, observar sinais de congestão pulmonar. Edema Agudo de Pulmão (EAP) O edema agudo de pulmão é uma grave situação clinica, de muito sofrimento, com sensação de morte iminente e que exige atendimento médico urgente. Causas de edema agudo de pulmão: Infarto do miocárdio - é a causa mais comum Disfunção do músculo cardíaco 14

15 Doenças das válvulas, aórtica ou pulmonar Administração exagerada de líquidos, comum em crianças ou pacientes que recebem líquidos (soros) em excesso pelas veias. O coração é dividido em quatro partes (câmaras) responsáveis pela entrada de sangue no coração; um átrio e um ventrículo à direita, um átrio e um ventrículo à esquerda, responsáveis pela circulação do sangue no coração e por todo o corpo.. Na insuficiência cardíaca esquerda, há um acúmulo de sangue nas veias e capilares pulmonares a tal ponto que acontece um extravasamento de fluídos para os espaços aéreos dos pulmões. Isso deixa o pulmão menos elástico e com menos superfície de contato entre os gazes inspirados e o sangue. Prevenção do edema agudo de pulmão. Na maioria dos casos, não temos possibilidade de evitar o edema agudo. Os riscos podem ser diminuídos pelo pronto tratamento e pela condução adequada das doenças que podem levar ao edema agudo. Sinais e sintomas de edema agudo. Respiração curta com severa dificuldade respiratória. Fome de ar Respiração estertorosa; pode-se escutar o borbulhar do ar no pulmão. Ortopnéia - o doente sente necessidade de sentar, não tolera permanecer deitado. Batimento das asas do nariz (eventual) Expectoração sanguinolenta e espumosa (eventual) Uma radiografia de tórax pode mostrar o acúmulo de líquidos no pulmão. Tratamento O edema agudo de pulmão é uma emergência médica e necessita de: tratamento imediato transferência para um serviço de urgência ou emergência de um hospital. Se possível, dar oxigênio por máscara ou através de entubação da traquéia. Na emergência podemos usar Furosemida por via intra venosa (na impossibilidade de obter acesso venoso, pode-se administrar o medicamento via intramuscular) na tentativa de forçar a eliminação de líquidos, morfina para aliviar a congestão pulmonar e a 15

16 ansiedade. As demais medicações usadas são para tratar as doenças que estão por trás do edema agudo. Isso deve ser feito por médico e num ambiente hospitalar, de preferência. Por ser o edema agudo de pulmão uma emergência médica, a prioridade no momento do atendimento é a administração dos medicamentos e as medidas que aliviem o trabalho do coração. A remoção para um local adequado é a segunda prioridade. Referências Bilbiográficas: BRUNNER,L.S.; SUDDARTH, D.S. Tratado de Enfermagem Médico Cirúrgica. 10.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde. Departamento de Gestão da Educação na Saúde. Projeto de Profissionalização dos Trabalhadores da Área de Enfermagem. Profae, volume 04 - Brasília: Ministério da Saúde; Rio de Janeiro: Fiocruz, Sistema Hematológico O sangue é produzido em dois locais: a medula óssea e o sistema reticulo endotelial (SRE). O sangue é responsável pelo: Transporte de oxigênio absorvido dos pulmões e nutrientes do trato gastrointestinal para as células do corpo. Transporte de produtos tóxicos (dióxico de carbono, resíduos) produzidos pelo metabolismo celular para pulmões, pele, fígado e rins onde são eliminados. Transporte de hormônios e anticorpos dos sítios de produção para os sítios de ação. contribuir para a Homeostase, auxiliando na distribuição de água, solutos e calorias. Sistema Hematológico - Fisiologia: Formado por: sangue, medula óssea e linfonodos. Volume: 7 a 10 % do peso corporal ( cerca de 5 litros)circula através do sistema vascular Função: levar nutrientes e oxigênio para células e retirar substâncias tóxicas e gás carbônico. 16

17 Composição do sangue Plasma: O plasma é um líquido de cor palha constituído por proteínas e por electrólitos. As proteínas plasmáticas são a albumina que mantém a pressão osmótica, a globulina que intervém em processos de imunidade corporale o fibrinogénio e a protrombina que intervém no processo de coagulação. Albumina - mantém equilíbrio osmótico do sangue Globulina - dá imunidade ao corpo através dos anticorpos Fibrinogênio e Protrombina - participam do processo de coagulação Células sangüíneas: Eritrócitos, células vermelhas ou hemácias São a maior parte das células do sangue Responsável pela coloração do sangue São produzidas na medula óssea- Fim: Baço-Fígado Função principal: transporte de oxigênio dos pulmões e manutenção do ph devido à hemoglobina existente no seu interior.- Principal componente: proteína: Hemoglobina- Vida das hemácias 115 a 130 dias ( eliminadas pelo baço e fígado)- Valor normal / milímetros cúbicos. Leucócitos ou células brancas Principal função: Combate à infecção. - Granulocitos 70% da série branca, produzido na medula óssea. Divididos em neutrófilos, eosinófilos, basófilos. Neutrófilos:- Previne ou limita infecção via fagocitose de elementos estranhos (bactérias). Eusinófilos:- Envolvido em reações alérgicas. Libera histaminase.- Digere elementos estranhos. Basófilos Contém histamina; parteintegral das reações de hipersensibilidade. 17

18 - Linfócitos 25% da série branca, responsável pela competência imunológica, produzidos nos gânglioslinfáticos. Os linfócitos chegam aos órgãos linfáticos periféricos através do sangue e da linfa. Linfócito T: maturam-se no timo. Responsável pela imunidade célular. Rejeição de tecidos estranhos. Destruição de células tumorais. Linfócito B: saem da medula já maduros. Responsável pela imunidade humoral. Muitas diferenciam-se em plamócitos - Monócitos -4% da série branca, são fagócitos moveis.- Diferenciam-se em macrófagos.- Altamente fagocitários (fungos, vírus). - Plasmócitos 1% da série branca, fonte de imunoglobulinas circulantes (anticorpos), produção gânglioslinfáticos.- Secreta anticorpos (Imunoglobina). - Valor normal : 5000 a 10000/ milímetros cúbicos Referência Bibliográfica: Assistência de enfermagem na coleta e transfusão de sangue James Blundell transfundiu sangue humano em mulheres com hemorragia pós parto, - ( primeira transfusão ) Karl Landstainer descobre os grupos sanguíneos ABO Em Barcelona surgiu o primeiro banco de sangue, durante a guerra civil espanhola.enfrentavam problemas relacionados a coagulação do sangue Levine descobre o fator Rh. - Após a II guerra mundial surgem no brasil os primeiros bancos de sangue privados Implantação dos HEMOCENTROS, iniciando uma política do sangue. 18

19 Legislação - PORTARIA Nº 1.353, DE 13 DE JUNHO DE Aprova o Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos. - Resolução do COFEN /97 - Dispõe sobre a atuação dos profissionais de enfermagem em hemoterapia e transplante de medula óssea. Atuação de enfermagem no processo de doação de sangue Da doação: A doação de sangue deve ser voluntária, anônima, altruísta, não devendo o doador receber qualquer remuneração ou benefício, direta ou indiretamente. O sigilo das informações prestadas pelo doador antes, durante e depois do processo de doação de sangue deve ser absolutamente preservado, respeitadas outras determinações previstas na legislação vigente. O candidato à doação de sangue deve assinar termo de consentimento livre e esclarecido. Previamente à assinatura do termo, devem ser-lhe prestadas informações, com linguagem compreensível, sobre as características do processo de doação, o destino do sangue doado, os riscos associados à doação, os testes que serão realizados em seu sangue para detectar infecções e a possibilidade da ocorrência de resultados falso-reagentes nesses testes de triagem. Ao candidato à doação deverá ser oferecida a oportunidade de fazer todas as perguntas que julgar necessárias para esclarecer suas dúvidas a respeito do procedimento e negar seu consentimento, se assim lhe aprouver. Alguns critérios para selação de doadores Frequência máxima admitida e o intervalo entre as doações: 4 (quatro) doações anuais para o homem e 3 (três) doações anuais para a mulher, Idade: O doador de sangue ou componentes deve ter idade entre 18 (dezoito) anos completos e 67 (sessenta e sete) anos, 11 (onze) meses e 29 (vinte e nove) dias, 19

20 sendo que podem ser aceitos candidatos à doação de sangue com idade de 16 (dezesseis) e 17(dezessete) anos, com o consentimento formal do responsável legal, para cada doação. Peso: (massa corpórea) - o peso mínimo para um candidato ser aceito para a doação é de 50 kg; Pulso: A pulsação deve apresentar características normais, ser regular e a sua frequência não deve ser menor que 50, nem maior que 100 batimentos por minuto. Pressão arterial: A PA sistólica não deve ser maior que 180 mmhg e a pressão diastólica não deve ser maior que 100 mmhg. Hematócrito/hemoglobina: Os valores mínimos aceitáveis do nível de hemoglobina/ hematócrito são: a) mulheres: Hb =12,5g/dL ou Ht =38%; b) homens: Hb =13,0g/dL ou Ht =39%; e Qualquer alteração fora dos parâmetros acima nos doadores, estes só poderão ser considerados aptos para doação após avaliação médica qualificada. Jejum e alimentação do candidato: - deve ser oferecida ao doador a possibilidade de hidratação oral antes da doação; os doadores que se apresentem em jejum prolongado devem receber um pequeno lanche antes da doação; - não deve ser coletado sangue de candidatos que tenham feito refeição copiosa e rica em substâncias gordurosas há menos de três horas; - após a doação, é obrigatória a oferta de hidratação oral adequada ao doador objetivando a reposição de líquidos; e é recomendável que o doador permaneça por 15 minutos no serviço de hemoterapia, após a doação. Rotina de admissão de doadores: Os registros dos doadores devem ser mantidos para garantir a segurança do processo da doação de sangue e a sua rastreabilidade. 20

21 Quanto à rotina de admissão do doador, devem ser observados os seguintes critérios: I - para doação de sangue, é obrigatório apresentar documento de identificação com fotografia, emitido por órgão oficial; II - todo candidato à doação deve ter um registro no serviço de hemoterapia e esse registro deve existir em arquivo eletrônico; III - devem ser adotadas ações que garantam a confiabilidade, o sigilo e a segurança dessas informações; IV - devem constar no registro dos doadores: nome completo do candidato à doação; sexo; data de nascimento; número e órgão expedidor do documento de identificação; nacionalidade/naturalidade; filiação; ocupação habitual; endereço e telefone para contato; número do registro do candidato no serviço de hemoterapia ou no programa de doação de sangue; e data do registro de comparecimento. O serviço de hemoterapia pode oferecer ao doador a oportunidade de se autoexcluir de forma confidencial, conforme critério do serviço de hemoterapia. Da Coleta de Sangue do Doador A coleta de sangue deve ser realizada em condições assépticas, mediante uma só punção venosa, em bolsas plásticas com sistema fechado e estéril especialmente destinado a este fim, sob a supervisão de médico ou enfermeiro. Durante o processo de coleta do sangue deve ser garantida a correta e segura identificação do doador. As bolsas utilizadas na coleta devem possuir anticoagulantes. Coletas de bolsas com volume total inferior a 300 ml devem ser desprezadas. O local da punção venosa, este deve ser avaliado para presença de lesões de pele e características que permitam a punção adequada. O procedimento da coleta de sangue deve garantir a segurança do doador e do processo de doação, deve ser realizado por profissionais de saúde treinados e capacitados, trabalhando sob a supervisão de enfermeiro ou médico; todo o material utilizado no procedimento deve ser descartável, estéril e apirogênico; o tempo de coleta não deve ser superior a 15 minutos, sendo o tempo ideal de até 12 minutos; 21

22 Se for necessária a realização de mais de uma punção, deve ser utilizada nova bolsa de coleta; e ao término da coleta da bolsa, o tubo coletor deve ser lacrado utilizando-se dois nós apertados previamente preparados até o processamento da bolsa de sangue total, sendo preferível a utilização de seladoras dielétricas apropriadas. É recomendável que o doador permaneça, no mínimo, 15 minutos no serviço de hemoterapia antes de ser liberado; Procedimento da Coleta Punção venosa Higienizar as mãos; calçar as luvas; fazer um nó frouxo no tubo coletor da bolsa a mais ou menos 15 cm da agulha; colocar a bolsa na bandeja do homogeneizador e programá-lo; selecionar a veia no espaço anticubital optando por vasos de maior calibre, observando que a região a ser puncionada deve estar livre de lesões cutâneas; fazer a inspeçãovisual, garrotear o terço médio do braço, palpar e selecionar a veia.; fazer a antissepsia da pele na área a ser puncionada, com algodão e álcool 70%. Não palpar a veia após o preparo da pele. Respeitar se possível o braço de preferência do doador; realizar a punção com a agulha em um ângulo de 30 a 45º, com o bisel voltado para cima, reduzindo a inclinação agulha após perfurar a pele; fixar a agulha no braço do doador com fita microporosa; coletar as amostras com os tubos a vácuo no sítio coletor lateral da bolsa. Monitorização da coleta Observar o doador durante todo o procedimento a fim de detectar sinais e sintomas de reações adversas. Orientar ao doador para fazer movimentos lentos e contínuos de abrir e fechar a mão. Em caso de redução do fluxo, reposicionar agulha e observar o sistema para detectar coágulos. O tempo de coleta deve ser inferior a 15 minutos. Estar atento a sinais e alarmes dos equipamentos. Registrar todas as intercorrências. Término da coleta Fechar o nó do tubo coletor. Abrir o garrote, remover a agulha. Desprezar no coletor de pérfurocortantes a agulha e a parte distal do espaguete, cortando rente ao nó. Fazer compressão local com algodão por 3 minutos, mantendo o braço estendido. Ordenhar e pesar a bolsa, realizando os registros conforme a rotina. Fazer curativo no local da punção. 22

23 Cabe ao técnico de enfermagem no processo de doação de sangue - Participar de programas de treinamento e atualização; verificar sinais vitais; realizar a triagem hematológica; cumprir as normas de biossegurança; preparar e identificar o material utilizado para a coleta; receber o doador e encaminhá-lo para a cadeira de coleta; realizar atividades de limpeza e desinfecção dos materiais e equipamentos, seguindo padrões da unidade; participar do atendimento de urgências com os doadores; cumprir rotinas de aferição dos equipamentos, preenchendo planilhas e comunicando a chefia os valores fora do padrão; realizar a técnica de punção para a coleta; observar o doador durante todo o processo de coleta, comunicando qualquer alteração e tomando medidas conforme protocolo; coletar amostras de sangue para exames sorológicos; fazer o curativo após a coleta; orientar verbalmente o doador sobre cuidados após a doação. Recepção e orientação ao doador - receber o doador com simpatia e cordialidade; chamar o doador pelo nome completo; dar assistência constante, propiciando um clima de segurança e conforto, para que ele se sinta bem e se torne um doador fidelizado. - Informar os procedimentos a serem realizados, buscando reduzir a ansiedade e o medo. Indicar o local para que o doador faça a limpeza dos braços e após encaminhá-lo para a poltrona. Orientações pós-doação de sangue - - Permanecer nas dependências da unidade por pelo menos, 15 minutos. - - Ingerir bastante líquido. - - Não fumar nos primeiros 30 min. após a doação. - - Retirar o curativo após 4 hs. - - Evitar esforços e/ou atividade física no dia da doação. - - Se houver sangramento fazer compressão local. 23

24 Problemas referentes ao procedimento de coleta - A punção não teve êxito. Punção arterial. Diminuição do fluxo sanguíneo. Hematoma Reações adversas no doador - Ansiedade e nervosismo. Náusea e vômito. Palidez, sudorese e calor intenso - Tontura e perda da consciência. Freqüência respiratória aumentada. Parada cardiorespiratória. Contraturas musculares, convulsões. Atuação de enfermagem no processo de transfusão de sangue A transfusão deve ser prescrita por médico, bem como deve ser registrada no prontuário do paciente. É obrigatório que fique registrado no prontuário os números e a origem dos hemocomponentes transfundidos, bem como a data em que a transfusão foi realizada. As transfusões devem ser realizadas por médico ou profissional de saúde habilitado, qualificado e conhecedor dessas normas, e só podem ser realizadas sob a supervisão médica, isto é, em local em que haja, pelo menos, um médico presente que possa intervir em casos de reações ou complicações. O paciente deve ter os seus sinais vitais (temperatura, pressão arterial e pulso) verificados e registrados, no mínimo, imediatamente antes do início e após o término da transfusão. Os primeiros dez minutos de transfusão devem ser acompanhados pelo médico ou profissional de saúde qualificado para tal, que deve permanecer ao lado do paciente durante este intervalo de tempo. Durante o transcurso do ato transfusional o paciente deve ser periodicamente monitorado para possibilitar a detecção precoce de eventuais reações adversas. Se houver alguma reação adversa o médico deve ser comunicado imediatamente. O receptor deverá ser identificado imediatamente antes da transfusão, perguntandolhe (ou a seu acompanhante) o seu nome completo. 24

25 A identificação do receptor que consta da bolsa deve ser conferida com a identificação do paciente, e havendo qualquer discrepância, a transfusão deve ser suspensa até que o problema seja esclarecido. Em situações em que o paciente não esteja consciente e orientado deve haver mecanismos que garantam a identificação deste tais como, pulseiras ou braceletes, de modo a minimizar as chances de erros de identificação. Todas as transfusões de hemocomponentes devem ser administradas por meio de equipos livres de pirógenos e descartáveis, que incluam um filtro capaz de reter coágulos e agregados. Os hemocomponentes devem ser infundidos em, no máximo, 4 horas, quando esse período for ultrapassado, a transfusão deve ser interrompida e as bolsas descartadas; Nenhum medicamento pode ser adicionado à bolsa do hemocomponente, e nem ser infundido em paralelo (na mesma linha venosa), à exceção da solução de cloreto de sódio a 0,9%, em casos excepcionais. Elementos de Transfusão Sangue total: Atualmente a sua utilização se restringe à obtenção dos hemcomponentes. Hemocomponentes: São produtos obtidos a partir do Sangue Total por meio de Processos Físicos (centrifugação, congelamento). Hemoderivados: Produtos obtidos a partir do Plasma por meio de Processos Físico- Químicos, geralmente produzido em escala industrial (albumina, concentrados de fatores de coagulação). Hemocomponentes Concentrado de hemácias: São os eritrócitos que permanecem na bolsa, depois da centrifugação e da extração do plasma, para uma bolsa satélite. Estocagem: 4 a 2ºC, Validade: Depende da solução anticoagulante, varia de 21 a 42 dias. Indicação: Hemorragias, anemias. 25

26 Concentrado de plaquetas: Deve ser obtido a partir de uma unidade de sangue total, através de dupla centrifugação. Deve ser mantido sob agitação contínua. Estocagem: 22 a 2ºC. Validade: De 3 a 5 dias. Indicação: Doenças neoplásicas, leucemias, procedimentos cirúrgicos e disfunção plaquetária. Plasma fresco congelado: É congelado até 8 hs após a coleta: Estocagem: -20ºC com validade de 12meses. -30ºC com validade de 24 meses. Após descongelada a bolsa deverá ser consumida em no máximo 6hs. Indicação: Reposição de fatores de coagulação, onde não estão disponíveis ou indicados os fatores liofilizados, doenças hepáticas, hemorragias. - Plasma comum: é o plasma cujo congelamento se deu há mais de 8hs depois da coleta. Indicado para uso industrial. Não pode ser utilizado para transfusão. Tipos de transfusão - Programada: Para determinado dia e hora. - Não urgente: A se realizar dentro das 24 hs. - Urgente: A se realizar dentro das 3hs. - De extrema urgência: Quando o retardo do início da transfusão coloque a vida do paciente em risco. - Transfusão autóloga - É aquela onde o binômio doador/receptor é constituído pelo mesmo indivíduo. O procedimento de doação autóloga pré-operatória requer a autorização do médico. Procedimentos para a administração do sangue - Requisição: Conferir rigorosamente todos os campos. - São proibidos rasuras, abreviações ou uso de corretivos. - Provas pré-transfusionais: Retipificação ABO e Rh da bolsa. 26

27 - Determinação do grupo ABO e fator Rh, prova reversa e PAI do receptor. - Prova cruzada. Fazer a identificação positiva do doador e através do prontuário. - Manter o paciente em posição fowler. Conferir os dados do prontuário. - Verificar a prescrição médica. Comunicar ao paciente o procedimento a ser executado. - Verificar os SSVV, se alterados comunicar ao médico. Avaliar a rede venosa. - Observar as condições do produto relativas a estocagem, aspecto, validade e liberação. - Conferir os dados do produto que será infundido. - Fazer a rechecagem de todos os dados. - Inspecionar o equipo de infusão, quanto a validade e integridade. - Montar o sistema transfusional. Proceder a punção venosa. - O tempo de infusão de uma bolsa não deve exceder a 4hs. - Determinar a velocidade de infusão pela condição clínica do paciente e pelo volume a ser infundido. Monitorar os primeiros 10 minutos da infusão, para detectar alterações. - Nenhum medicamento pode ser adicionado à bolsa do hemocomponente e nem ser infundido paralelo. - Observar o paciente durante o transcurso do ato transfusional, para detectar precocemente as reações tranfusionais. - Após o término do processo retirar a etiqueta da bolsa e afixá-la no prontuário. Reações transfusionais - Aproximadamente 10% dos receptores apresentam reações transfusionais. - Toda a reação transfusional deve ser registrada e notificada. - Classificação: Agudas ou imediatas e Tardias Agudas ou Imediatas Hemolíticas imunes - Erro na identificação da amostra colhida. - Erro na identificação da bolsa. - Erro na identificação do paciente. 27

28 - Febre, mal estar, agitação, dispnéia, náuseas, cefaléia, hipotensão, perda da consciência. - Febris não hemolíticas - Pode ocorrer logo após o início da transfusão ou até 4hs após o término. - Presença de anticorpos citotóxicos. - Tremores, calafrio, cefaléia, náusea e vômitos, febre, calafrios, alterações respiratórias, como taquipnéia e ou dispnéia. - Alérgicas e anafiláticas - Pode ocorrer após o início da transfusão ou até 2hs após o término. - Anticorpos ou desconhecidas. - Urticária, eritema, tosse, cefaléia, dispnéia, hipertensão, edema de glote e até o quadro de anafilaxia. - Hipervolemia - Quando recebe infusão de grande volume de sangue ou a infusão é muito rápida. Pacientes com ICC ou insuficiência renal. - Hipertensão, dispnéia, cianose, tosse, dor precordial e até edema pulmonar. - Contaminação bacteriana - Bactérias que resistem às temperaturas de refrigeração. - A gravidade depende do microorganismo contaminante e do estado geral do paciente. - Febre, Vômito, hipotensão, dor abdominal, choque séptico. - Observar e considerar qualquer queixa ou sinal de anormalidade. - Interromper imediatamente a transfusão ao observar qualquer anormalidade e manter o acesso venoso. - Solicitar a presença do médico assistente. - Conferir a identificação do paciente com o rótulo da bolsa e conservar todo o sistema. - Ter em mãos o material necessário para o atendimento de emergência. - Registrar todos os sinais e sintomas e volume transfundido. 28

29 Reações hemolíticas tardias - podem aparecer de 3 a 7 dias após a transfusão. - Ocorre em receptores sensibilizados, ocasionando a hemólise lenta do sangue transfundido. - Febre. Anemia. Icterícia. - Doenças infecciosas - Risco presente em toda a transfusão. - Maior risco para: Hepatite B e C, AIDS, malária e citomegalovírus. Hemovigilância - Investigação de ocorrência de incidentes transfusionais tardios infecciosos. - Todo o processo deve permitir a rastreabilidade, permitindo a identificação do doador e do receptor do sangue. Medidas de Biossegurança - Normas adotadas para promover a segurança e a saúde do trabalhador e do cliente. - Utilizar material descartável. - Todo o material biológico deve ser tratado como potencialmente contaminado. - É obrigatório o uso de EPI: Avental de manga comprida, luvas, calça, sapatos fechados e óculos de proteção. - Domínio e segurança na execução da técnica. Mudança de comportamento. Sistema ABO Sistema proposto, em 1900, pelo austríaco Landsteiner, classificando o grupo sangüíneo segundo a polialelia do sistema ABO, considerando a relação entre os pares dos alelos: I A, I B e i, em quatro grupos: grupo A, grupo B, grupo AB e grupo O. Por análise desse sistema, as hemácias humanas podem apresentar na membrana as substâncias aglutinógenos ou aglutinogênios, sintetizadas pelos alelos I A ou I B sendo: aglutinógeno A ou aglutinógeno B ou a coexistência dos dois tipos e também a substância química aglutinina contida no plasma das hemácias: Anti-A, Anti-B ou ausência dessas. Na relação alélica existente, o alelo i é recessivo aos seus alelos I A e I B. Assim, quando em um indivíduo é encontrado homozigose do alelo recesivo i, esse pertencerá ao grupo O (genótipo ii). 29

30 Caso sejam encontrados em heterozigose os alelos IA e IB, ambos manifestam seu caráter dominante, e o indivíduo será do grupo sangüíneo AB (genótipo I A I B ). Um indivíduo pertencerá ao grupo sangüíneo A, se enquadrado em duas situações: quando em homozigose dominante I A I A, ou em heterozigose do alelo dominante IA com o recessivo i, apresentando genótipo I A i. Da mesma forma para o grupo sangüíneo B: quando em homozigose dominante I B I B, ou em heterozigose do alelo dominante I B com o recessivo i, apresentando genótipo I B i. O quadro abaixo, resumidamente, esquematiza as possibilidades entre os alelos para determinação do sistema ABO. Tipo sangüíneo Genótipo Aglutinogêneo (na membrana das hemácias) Aglutinina (no plasma das hemácias) A I A I A ou I A i A Anti-B B I B I B ou I B i B Anti-A AB I A I B AB Ausência O ii Ausência Anti-A e Anti-B Doador Receptor O A B AB AB X X X X B X X A X X O X Referências Bibliográficas PORTARIA Nº 1.353, DE 13 DE JUNHO DE Aprova o Regulamento Técnico de Procedimentos Hemoterápicos 30

31 31

32 Assistência de enfermagem clínica nas disfunções respiratórias A vida humana depende da troca sistemática de gases, realizada pelo sistema respiratório. O ar entra pelo nariz, onde é purificado e aquecido. Passa pela faringe, laringe e segue pela traquéia, brônquios e bronquíolos. Os brônquios e os bronquíolos são revestidos de cílios que realizam o movimento de varredura, retirando, assim, muco e substâncias estranhas ao pulmão. O ar chega então aos alvéolos, havendo aí a troca gasosa entre oxigênio e gás carbônico. Os pulmões, em número de dois, ocupam a caixa torácica. Composto por três lóbulos o direito e dois o esquerdo; recoberto pela pleura parietal e visceral. Existem ainda músculos que auxiliam no movimento respiratório, também chamados de músculos acessórios da respiração, dentre eles o diafragma, um músculo em forma de cúpula que separa as cavidades torácica e abdominal. Respiração A respiração é composta de dois movimentos - a inspiração e a expiração - que correspondem à expansão e ao relaxamento da musculatura pulmonar e da parede torácica. O ato de respirar mantém um padrão regular e ininterrupto, varia de 12 a 20 respirações por minuto, no adulto. É essencial para a vida, pois é responsável pela absorção de oxigênio pelas células e a eliminação do gás carbônico pelos pulmões. A inspiração é a introdução de ar atmosférico nos pulmões. Trata-se de um fenômeno ativo. A expiração é a expulsão do ar dos pulmões, trata-se de um fenômeno passivo. Certos fatores como exercícios físicos, emoções, choro, variações climáticas, drogas, podem causar alterações respiratórias. A respiração deve ser avaliada quanto a freqüência, ritmo, profundidade, intensidade. Tipos de respiração: eupnéia, bradipneia, taquipneia, apneia, dispnéia, ortopneia, cheyne Stokes, estertorosa, kussmaul. 32

33 Principais distúrbios do sistema endócrino Pneumonia É um processo inflamatório do parênquima pulmonar, geralmente causado por agentes infecciosos. A fisiopatologia da pneumonia é simples: as bactérias chegam aos pulmões pelas vias aéreas ou no caso de bacteremia, através do sangue. Ali se instalam, se reproduzem, lesam o tecidos e são atacadas e fagocitadas pelos polimorfonucleares. Os polimorfos morrem após a fagocitose, liberando substâncias tóxicas. As bactérias também lesam o tecido pulmonar. A mistura das células lesadas, bactérias e polimorfonucleares mortos é que forma a purulência do escarro na pneumonia. A PNM é causada por microorganismos, broncoaspiração, inalação de substâncias tóxicas ou cáusticas, fumaças poeiras ou gases. Fatores de risco: diminuição da resistência do hospedeiro; infecção do trato respiratório superior; ingestão de álcool, insuficiência cardíaca; qualquer obstrução brônquica associada a formação de muco; imobilização prolongada; infecções virais; regime de dieta zero; idade avançada. Sinais e sintomas: cefaléia intensa; tosse; calafrios; febre de elevação rápida; algia torácica agravada com a respiração; dispnéia; taquipneia; cianose de lábios e extremidades; taquicardia; anorexia; mialgia. Diagnóstico: é feita pelo histórico clínico, exame físico e radiológico. Tratamento: Antibioticoterapia; antitérmicos; expectorantes; sedativos; nebulização. Cuidados de enfermagem: monitorar os SSVV; manter em repouso relativo e posição de Fowler; realizar nebulização e oxigenioterapia; atentar para tosse quantidade, aspecto e cor; estimular ingestão hídrica; atentar para presença da dor e localização. DPOC Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica A DPOC é considerada uma doença de interação genética e ambiental. O fumo, a poluição do ar e a exposição ocupacional são fatores de risco que contribuem para seu desenvolvimento. Parece começar muito precocemente na vida e é um distúrbio, lentamente progressivo, que está presente muitos anos antes do início dos sintomas clínicos e do comprometimento da função pulmonar. 33

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