Patm = pressão atmosférica; pv = pressão no gás (figura 1); ph = pressão no gás (figura 2) = Patm.

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Patm = pressão atmosférica; pv = pressão no gás (figura 1); ph = pressão no gás (figura 2) = Patm."

Transcrição

1 1) Um recipiente cilíndrico de seção reta transversal A = 20,0 cm² é vedado por um êmbolo de peso 52,0 N que pode deslizar livremente sem atrito. O cilindro contém uma amostra de 3,00 litros de gás ideal na temperatura inicial de 300 K. Separadamente, com o cilindro nas posições vertical e horizontal, o gás é aquecido isobaricamente da temperatura inicial até a temperatura de 400 K, como mostram as figuras 1 e 2, respectivamente. A diferença entre os trabalhos realizados pelo gás nas posições vertical e horizontal, Wv Wh, em joules, é igual a Dados: pressão atmosférica patm = 1,00 x 10 5 N/m²; g = 10,0 m/s². A) 8,00 B) 10,0 C) 15,0 D) 18,0 E) 26,0 por Já em relação à área, a unidade do SI é m². Cada metro tem 100 cm. Assim, para transformar uma medida em cm para metro, devemos dividi-la por 100 ou então multiplicála por Como precisamos transformar cm² para m², fazemos: 1 cm² = (10-2 )² m² = 10-4 m². Sendo isobáricas as transformações envolvidas, podemos calcular o trabalho termodinâmico pela relação W = p x V e lembrar que, para os gases ideais, nestas transformações, o volume é diretamente proporcional à temperatura. Como a 300 K, ele vale 3 litros, a 400 K, valerá 4 litros. Além disto, vamos desprezar as precisões (,00..).. Isto será feito em todas as outras questões. Patm = pressão atmosférica; P = peso do êmbolo; A = área do êmbolo; pv = pressão no gás (figura 1); ph = pressão no gás (figura 2) = Patm. pv = Patm + O que diferencia as duas situações é o fato de que, na posição vertical, a pressão no gás é maior do que na posição horizontal, já que naquela, o êmbolo está sendo apoiado pelo gás. O estudante também deve ficar atento às unidades o volume, em litros e a área, em Wv Wh = pv. V ph. V = (pv - ph). V = (Patm + - Patm). V =. V = 52. (4 3). 10 = 26 joules Letra E cm², não estão no SI - Sistema Internacional de Unidades. Cada m³ (unidade do SI) corresponde a litros. Então, para 2) Considere certa amostra de um gás ideal na transformar litro para m³, devemos dividir o temperatura T kelvin cujas moléculas, de valor por o que equivale a multiplicá-lo massa M, possuem velocidade média V m/s. Em 1

2 uma amostra de outro gás também m ideal, mas na temperatura 2T kelvin e com moléculas de massa M/4, a velocidade média das moléculas é V m/s. A razão V /V vale A) ½ B) 2 C) 4 D) 2 2 E) 2/2 Como temos as massas das moléculas nas duas situações e suas respectivas velocidades médias, podemos recorrer a uma das conclusões da Teoria Cinética Clássica para os gases ideais, segundo a qual a energia cinética média por molécula é proporcional à temperatura. E = energia cinética; m = massa; v = velocidade; c = constante; E α T mv = c. t Situação 1 MV² = c. T (1) Situação 2 V = c. 2T (2) Para obtermos V /V, podemos dividir (2) por (1), membro a membro 1 2 M 4 V = 1 2 MV 1 4 V V = 2 V V = 8 V V Letra D c. 2T c. T = 8 = 2 2 3) Um reservatório fechado contém certa quantidade de um gás ideal à pressão inicial P0 = 1,00 x 10 5 N/m². Num primeiro processo, esse gás é lentamente aquecido de T0 = 27,0 0 C até uma temperatura T1. Num segundo processo, um pequeno orifício é aberto na parede do reservatório e muito lentamente, deixa-se escapar ¼ do conteúdo inicial do gás mantendo-se, porém, a temperatura constante. (T2 = T1, ver gráfico). Sabendo-se que, ao final do segundo processo, a pressão do gás no interior do reservatório é de P2 = 0,900 x 10 5 N/m², o valor de T2, em 0 C, é A) 103 B) 100 C) 97,0 D) 90,0 E) 87,0 2

3 Esta questão envolve duas transformações sofridas por um gás ideal. Na primeira delas, podemos usar a Lei Geral dos Gases Ideais - =, onde P é a pressão, V é o volume e T é a temperatura, em kelvin. Na segunda transformação, usaremos a equação de Clapeyron = em cada estado (inicial e final), onde n é o número de mols e R é a constante universal dos gases ideais, pois o número de mols muda de um estado para outro na transformação. Estado 0 P0 = 1,00 x 10 5 N/m²; Estado 1 P1 = pressão neste estado; Estado 2 P2 = 0,900 x 10 5 N/m² P. V = n. R. T (2) Para o Estado 2 0, V = 3 4. n. R. T (3) Dividindo-se (2) por (3), membro a membro P 0,9. 10 = (com as simpliicações) = 0, = 1,2. 10 (4) Substituindo-se se (4) em (1) T = 1, = 360 K 273 = 87 C Letra E (lembre-se de que T2 = T1) T0 = 27 0 C = = 300 K; V0 = volume inicial. T1= temperatura neste estado; V1=V0 (admitindose que as paredes do recipiente sejam inflexíveis) n = número de mols neste estado; V2 = V1 (o gás que se mantém no recipiente continua ocupando o mesmo volume) T2 = T1 n = n (já que de n deixou o recipiente) 4) Uma esfera, de peso P newtons e massa específica µ, está presa ao fundo de um recipiente por meio de um fio ligado a um dinamômetro D, de massas desprezíveis. A esfera encontra-se totalmente submersa em água de massa específica µ µágua = 2µ, conforme a figura. Nessas condições, a leitura do dinamômetro metro em função do peso P é dada por A) P/4 B) P/2 C) 2P/3 Transformação (0 1) V 300 Para o Estado 1 = P. V T T = P. 300 (1) D) P E) 2P 3

4 Vamos considerar que a esfera seja maciça. O empuxo é a resultante das forças que um fluido faz em um corpo que está parcial ou totalmente imerso nele. Para fluidos em equilíbrio (repouso ou movimento retilíneo e uniforme), o empuxo está na vertical ascendente (aponta para cima) e pode ser calculado como o produto da massa a específica do fluido pelo volume imerso e pela gravidade. No caso analisado, a esfera também está em equilíbrio. Para isto, o empuxo tem o mesmo valor numérico da soma do peso da esfera e da força que o fio exerce nela (que é a força indicada pelo dinamômetro). metro). Como a massa específica do líquido é o dobro da massa específica da esfera e ela está totalmente imersa, o empuxo é o dobro do peso (peso é o produto da massa pela gravidade e a massa é o produto da massa específica pelo volume). Sendo assim, a força no fio tem que ser igual ao peso o que já nos leva à resposta. Vejamos de outra forma. E = empuxo; P = peso da esfera; T = força no fio; µ = massa específica da esfera; V = volume da esfera. E = T + P T = E P T = 2µVg - µvg T = µvg T = P Letra D 5) Um projétil é lançado contra um anteparo vertical situado a 20 m do ponto de lançamento. Despreze a resistência do ar. Se esse lançamento é feito com uma velocidade inicial de 20 m/s numa direção que faz um ângulo de 60 0 com a horizontal, a altura aproximada do ponto onde o projétil se choca com o anteparo, em metros, é Dados: tg60 0 1,7; g = 10 m/s². A) 7,0 B) 11 C) 14 D) 19 E) 23 4

5 Vamos analisar o movimento de acordo com suas componentes horizontal e vertical. É como se tivéssemos dois movimentos simultâneos e independentes, em termos de resultado. Na horizontal, o movimento está isento de força resultante e ocorre por Inércia por isto é uniforme. Na vertical, o movimento está sujeito à aceleração imposta pela gravidade, que terá valor negativo, pois orientaremos a trajetória para cima, ou seja, as posições verticais serão contadas de baixo para cima e a gravidade aponta para baixo e, para esta altura, pode ser considerada constante. Assim, o movimento tem aceleração constante e é comumente chamado de uniformemente variado. Encontremos o tempo de movimento horizontal, do ponto de partida até o anteparo e, como os movimentos são simultâneos, o usemos no movimento vertical para calcularmos a altura alcançada neste instante. Este tempo é o tempo de voo do projétil. Decomposição da velocidade inicial = + 20 = = t t = 2s Vertical = + + S = sen S = Como tg 60 0 = 3 1,7 S 20.1, m Letra C 6) O bloco B, de massa 10,0 kg, está sobre o bloco A, de massa 40,0 kg, ambos em repouso sobre um plano inclinado que faz um ângulo Ɵ = 30 0 com a horizontal, conforme a figura. Há atrito, com coeficiente estático 0,600 entre o bloco B e o bloco A, não havendo atrito entre o bloco A e o plano inclinado. A intensidade mínima da força F, em newtons, aplicada ao bloco A e paralela ao plano inclinado, para que o sistema permaneça em repouso, é Dado: g = 10,0 m/s². A) 250 V = 20cos60 0 V = 20sen60 0 Horizontal B) 225 C) 200 D) 175 E) 150 5

6 F é uma força na direção do plano aplicada ao bloco A. Não haverá, deste modo, movimento na direção perpendicular ao plano e podemos nos preocupar apenas com as forças naquela direção. Para que o bloco A permaneça em repouso, as forças aplicadas a ele devem se anular. Então, as forças opostas a F, somadas, têm que ter a mesma intensidade de F. Estas forças são a componente tangencial do peso de A e a componente atrito entre os blocos que, de fato, aponta para baixo, já que o bloco B tende a descer, tentando, assim, empurrar A para baixo. Para que B fique em repouso, seu peso tangencial deve ter a mesma intensidade da componente de atrito entre os blocos, que em B aponta para cima, conforme o Princípio da Ação e Reação, segundo o qual as forças que pertencem ao par ação e reação têm a mesma direção, mas sentidos opostos (além de terem a mesma intensidade e serem aplicadas em corpos diferentes). Para o equilíbrio de A F = Fat + Pat = 50 + PA. senɵ = ,5 = 250 N Letra A 7) Um bloco de massa 5,00 kg desce, com atrito desprezível, a pista da figura, sendo sua velocidade inicial V0 = 4,00 m/s e a altura h = 4,00 m. Após a descida, o bloco percorre parte do trajeto horizontal AB, agora com atrito e, então, colide com uma mola de massa desprezível e constante k = 200 N/m. Se a compressão máxima da mola devido a essa colisão é x = 0,50000 m, o trabalho da força de atrito, em joules, vale Dado: g = 10,0 m/s² A) -72,0 B) -96,0 C) -140 D) -192 E) -215 Pat = peso tangencial de A; Fat = força de atrito; Pbt = peso tangencial de B. Para o equilíbrio de B Fat = Pbt = PB. senɵ = ,5 = 50 N No ponto inicial, em relação ao nível que passa por AB, o bloco tem energia cinética e potencial gravitacional. Durante a descida, a soma destas duas energias (energia mecânica) é mantida. Ao chegar a A, o bloco passa a perder energia mecânica por causa da força de atrito, até que, ao final da compressão da mola, a energia mecânica do sistema será a energia mecânica inicial subtraída do módulo do trabalho da 6

7 força de atrito. Assim, podemos afirmar que o trabalho da força de atrito é a energia mecânica final subtraída da energia mecânica inicial. Emi = energia mecânica inicial Emf = energia mecânica final Wfat = trabalho da força de atrito Wfat = Emf - Emi = Wfat =.(,). Wfat = -215 Joules Letra E + mgh ) Um bloco A, de massa ma = 1,0 kg, colide frontalmente com outro bloco B, de massa mb = 3,0 kg, que se encontrava inicialmente em repouso. Para que os blocos sigam grudados com velocidade 2,0 m/s, a energia total dissipada durante a colisão, em joules, deve ser A) 24 representada pela energia cinética de A antes da colisão, subtraída da energia cinética final do sistema, representada pela energia cinética dos dois blocos que, após a colisão, passam a se movimentar juntos. Mas para fazermos esta subtração, precisaremos da velocidade inicial do bloco A, que será encontra usando-se o Princípio da Conservação da Quantidade de Movimento, aplicado ao sentido do movimento dos blocos, que se manterá, permitindo-nos lidar apenas com os módulos das quantidades de movimento. Q0s = quantidade de movimento inicial do sistema; Q0A = quantidade de movimento inicial de A; Qs = quantidade de movimento final do sistema; V0A = velocidade inicial de A; VS = velocidade final do sistema; Ec0s = energia cinética inicial do sistema; Ecs = energia cinética final do sistema; Mt = massa total do sistema; Etd = energia total dissipada. B) 32 C) 36 D) 48 E) 64 O valor da energia total dissipada durante a colisão é a energia cinética inicial do sistema, Q0s = Q0A = ma. V0A = 1. V0A (1) Q0s = Qs = (1 + 3). 2 (2) Igualando-se (1) e (2) 1. V0A = (1 + 3). 2 = 8 m/s Etd = Ecs - Ec0s 7

8 Etd = 24 joules.. =. O sinal negativo confirma que a energia foi dissipada. Letra A 9) Um bloco de massa M = 1,00 kg executa, preso a uma mola de constante k = 100 N/m, um MHS de amplitude A cm ao longo do plano inclinado mostrado o na figura. Não há atrito em qualquer parte do sistema. Na posição de altura máxima, a mola está comprimida e exerce sobre o bloco uma força elástica de módulo igual a 3,00 N. A velocidade do bloco, em m/s, ao passar pela posição de equilíbrio é. = em que a mola tem seu comprimento natural está acima da posição de equilíbrio. Além disto, como a força elástica será sempre paralela ao plano inclinado e a componente do peso que é perpendicular ao plano não realiza trabalho, as forças envolvidas (elástica e peso tangencial) nas transformações de energia do sistema (por exemplo, cinética para potencial elástica) estarão na direção do plano. Desta forma, podemos tratar o MHS como se ele estivesse ocorrendo na horizontal (que será a direção do plano), em termos de energia potencial gravitacional, ou seja, não precisamos considerá-la. A) 1,10 B) 0,800 C) 0,500 D) 0,300 E) 0,200 O estudante deve tomar um cuidado especial nesta questão. Ele comumente aprende que no MHS, a posição de equilíbrio, onde a força sobre o corpo é nula, corresponde ao local onde a elongação da mola é zero. Mas isto é verdade quando o sistema está na horizontal. Quando ele está parcial (que é o caso) ou totalmente na vertical, há um deslocamento da posição de equilíbrio por causa do peso do corpo (ou de sua componente tangencial). Assim, a posição X1 = distância entre a posição de elongação máxima e a posição de comprimento natural; X2 = distância entre a posição de comprimento natural e a posição de equilíbrio; Fel = força elástica na posição de elongação máxima; Fel = força elástica na posição de equilíbrio = peso tangencial do bloco (Pt). v = velocidade do bloco na posição de equilíbrio; Cálculo de X1 8

9 Fel = K. X1 = Cálculo de X2 = m Fel = K. X2 = Pt = mgsenɵ X2 = Ɵ =.., = m A = X1 + X2 = m m. v 2 Letra B = k. A 2 v = A. k = m 1 = ou 0,8 m/ /s 10) Um plano horizontal α contém determinado ponto O sobre o equador (geográfico), num local onde o campo magnético terrestre tem componente horizontal Bh. Sob a ação única desse campo, a agulha magnetizada AA de uma bússola de eixo vertical se alinhou ao meridiano magnético que passa por O, como mostra a figura. Considere que as propriedades magnéticas do planeta são as de uma barra cilíndrica imantada com polos magnéticos M e M,, ambos pontos da superfície terrestre. Já o eixo de rotação da Terra passa pelos pontos geográficos G e G. Se estes quatro polos têm suas projeções verticais em α (Mα,..., Gα ) alinhadas com a agulha, um navegante, partindo de O no sentido sul indicado inicialmente pela bússola, e que se desloque sem desviar sua direção, primeiramente passará próximo ao polo A) geográfico sul, se o polo mais próximo de O for o polo magnético norte (barra imantada). B) geográfico sul, se o polo mais próximo de O for o polo magnético sul (barra imantada). C) geográfico norte, se o polo mais próximo de O for o polo magnético norte (barra imantada). D) magnético norte, se o polo mais próximo de O for o polo magnético sul (barra imantada). E) magnético sul (barra imantada), se esse for o polo mais próximo de O. Os polos geográficos e magnéticos são opostos e não coincidentes, ou seja, o polo norte geográfico encontra-se próximo ao polo sul magnético (mas não coincidem) e vice versa. Para que as projeções destes quatro pontos estejam alinhadas em um plano que tangencia um ponto do equador geográfico é necessário que estes quatro pontos estejam no plano que é perpendicular ao anterior. A intersecção entre eles é a linha comum aos pontos citados. 9

10 A) 81 B) 85 C) 89 D) 93 E) 96 Como podemos ver, partindo de O e mantendo a mesma direção inicial, o navegante passará primeiro pelo sul geográfico, caso o sul magnético seja o mais próximo. Letra B 11) Dois geradores elétricos G1 e G2 possuem curvas características tensão-corrente dadas nos dois gráficos da figura. Se, em um circuito composto apenas pelos dois geradores, G2 for conectado em oposição a G1, de modo que U2 = U1, G2 passará a operar como um receptor elétrico. Nessa condição, o, o rendimento elétrico do gerador G1, em porcentagem, será de aproximadamente O rendimento de G1 pode ser determinado pela razão entre sua potência útil e sua potência total, na associação com G2. Para isto, precisaremos calcular a tensão em seus terminais o que nos levará a necessidade de conhecermos o valor da corrente que o atravessa. Isto será possível com o conhecimento das forças eletromotrizes dos geradores e suas resistências internas. o: ε1 = força eletromotriz de G1; ε2 = força eletromotriz de G2; r1 = resistência interna de G1; r2 = resistência interna de G2; icc1 = corrente de curto circuito em G1; icc2 = corrente de curto circuito em G2; U1 = tensão nos terminais de G1, na associação; I = corrente na associação; η = rendimento. Do gráfico de G1 10

11 ε1 = 27 V e icc1 = 36 A. Assim, r1 = = 0,75 Ω Do gráfico de G2 ε2 = 22 V e icc2 = 44 A. Assim, r2 = = 0,5 Ω i = =,, = 4 A η =.. =. = 1,. 0,,89 89% Letra C 12) No trecho de circuito mostrado na figura, o voltímetro e os amperímetros são ideais e indicam 6 V e 4/3 A (leitura igual nos dois amperímetros). As resistências possuem valor R desconhecido. A corrente I, em amperes, vale A) 2/3 B) 4/3 C) 2 D) 8/3 E, desta forma, podemos dizer que as resistências estão em paralelo. No primeiro ponto A, a corrente I se divide em duas correntes uma que passa por R e outra que passa pelo amperímetro da esquerda. Esta segunda corrente rente vai alimentar as outras duas resistências. Então, a corrente que passa pela primeira resistência é metade de 4/3, ou seja, vale 2/3 A e a corrente total I é 2 A. Daí, já temos a resposta. Mas vamos mostrar pela figura abaixo, como as correntes se dividem, para que o estudante tenha mais condições de entender. E) 3 Não há diferença de potencial elétrico entre os terminais de um amperímetro ideal já que U = RI e R do amperímetro ideal é zero. Assim, atribuindo valores genéricos para os potenciais dos nós dos terminais das resistências, teremos: 11

12 I = 2i + i = 3i 2i = i = I = 3. = 2 A Letra C 13) Para medir a ddp e a corrente no reostato de resistência elétrica R da figura, utilizou-se um voltímetro e um amperímetro reais, construídos com galvanômetros (G) idênticos de resistência interna RG = 40 Ω. Foram selecionados um multiplicador RM = 50 kω (no voltímetro), e um shunt Rs = 16 x 10-3 Ω (no amperímetro), definindo assim os valores máximos (fundo de escala) das medidas elétricas como sendo iguais a 50 V e 2,5 A, respectivamente. Desprezando os valores de R ou RG quando comparados a RM, o valor aproximado de R, em ohms, para o qual as correntes nos dois galvanômetros (IG) são sempre iguais é A) 20 B) 32 C) 40 D) 50 E) 64 Vamos analisar a situação como o um circuito elétrico qualquer. Na parte superior, o reostato está em paralelo com o ramo que contém o multiplicador e o galvanômetro e na parte inferior, o shunt está em paralelo com o galvanômetro. Como as correntes que atravessam os galvanômetros têm a mesma intensidade, nas duas situações, e as correntes que entram nas duas partes superior e inferior, também têm a mesma intensidade (I), a corrente que atravessa o reostato tem a mesma ma intensidade da corrente que atravessa o shunt, como mostra a figura. R. i = (RM + RG). IG = RM. IG (1) RS. i = RG. IG (2) Dividindo-se (1) por (2) R R = R R Letra A R = R. R R = = 20 Ω 40 12

13 14) As quatros cargas Q idênticas, positivas e puntiformes, estão fixas nos vértices de um quadrado de lado L = 2 m, isoladas e no vácuo (ver figura). Uma carga de prova positiva q = 0,10 µc é, então, cuidadosamente colocada no centro O da configuração. Como o equilíbrio é instável, a carga q é repelida até atingir uma energia cinética constante de 7,2 x 10-3 J. Desprezando a força gravitacional, o valor de cada carga Q, em microcoulombs, vale Dado: constante eletrostática no vácuo. K0 =.² 9,0 x 109 ² A) 1,0 nulo. Neste ponto, o campo elétrico também é nulo e, desta forma, a força resultante passa a ser nula, não realizando mais trabalho e a energia cinética se torna constante. W = trabalho do campo elétrico; V = potencial elétrico total no centro do quadrado; V = potencial elétrico provocado por cada carga nos vértices; d = distância do vértice até o centro do quadrado. B) 2,0 C) 4,0 D) 6,0 E) 8,0 No centro do quadrado, o campo elétrico é nulo porque as cargas são iguais e estão igualmente distantes deste ponto. Não havendo campo elétrico, não há força elétrica e a carga de prova não se movimenta. Desta forma, é necessário que alguma perturbação ocorra, por menor que seja, para que a carga de prova passe a se movimentar. Iniciado o movimento, a força elétrica será a resultante sobre a carga de prova. Então, o trabalho desta força será igual à variação de sua energia cinética. Podemos encontrar este trabalho com o produto da carga pela diferença de potencial elétrico que será a subtração do valor do potencial elétrico no centro do quadrado e do potencial elétrico num ponto muito distante (infinito), onde ele será d = V =.. = V = 4V = 4.. = 1 m. = 4... W = q.(v 0) = 7, , (4... Q = Letra B,.,.... ) = 7, = C ou 2µC 15) Uma fonte sonora pontual emite isotropicamente com uma potência de 15,0 W. Se esse som é interceptado por um microfone distante d = 100m da fonte, em uma área de 0,560 cm², a potência recebida, em nanowatts, é de A) 0,100/π B) 0,150/π 13

14 C) 0,190/π D) 0,210/π E) 0,250/π Esta questão foi anulada, pois a resposta correta não está disponível em nenhuma das alternativas, como veremos. A propagação da energia sonora ocorre igualmente em todas as direções (emissão isotrópica). Assim, a 100m da fonte, todos os pontos da casca esférica de raio 100m recebem a mesma intensidade (razão entre a potência e a área). I = intensidade (a 100 m); r = raio da casca esférica; A = área da casca esférica; P = potência da fonte sonora; P = potência recebida em uma porção da casca esférica (0,560 cm²); A = área de recepção do microfone (0,560 cm² ou 0, m²). I = P A = 15 4πr² = π. 100² P = I. A = P = 21 π nw π. 100².0, é descrita pela função de onda y(x,t) = 0,100cos(2,00x 10,0t) m, onde x está em metros e t em segundos. A tração na corda, em newtons, vale A) 60,0 B) 50,0 C) 40,0 D) 30,0 E) 20,0 Para encontramos a tração na corda, precisaremos da Equação de Taylor, segundo a qual, a velocidade na corda é a raiz quadrada da razão entre a tração e a densidade linear, que por sua vez é a razão entre a massa e o comprimento da corda. Para isto, deveremos calcular a velocidade de propagação da onda na corda, a qual pode ser obtida pela função de onda. V = velocidade de propagação da onda; T = tração na corda; µ = densidade linear da corda; V = T T = V². μ = V². m μ L = V². 2 1 T = V². 2(1) Função de onda genérica 16) Uma onda se propagando em uma corda de comprimento L = 100 cm e massa m = 2,00 kg Pode ser dada por y(x, t) = Acos( ), onde A é a amplitude, x é a posição horizontal, 14

15 y é a posição vertical, λ é o comprimento de onda, t é o instante considerado e T é o período. Para a onda em questão, y(x,t) = 0,100cos(2,00x 10,0t). Assim, temos 2π λ = 2 (2) 2π T = 10 (3) Dividindo-se (3) por (2) 2π T 2π λ = λ T = 5 e λ T = V V = 5(4) Substituindo-se (4) em (1) T = 5². 2 = 50 newtons resolução do problema. Mas se não lembrar, pode deduzi-la facilmente percebendo que a força de atração gravitacional entre a Terra e cada satélite é centrípeta. G = constante universal da gravitação; M = massa da Terra; V = velocidade orbital de B. V = (1) V = GM R (2) Dividindo-se (1) por (2), membro a membro Letra B V = R V R GM = = 10 = 10 17) Dois pequenos satélites A e B, idênticos, descrevem órbitas circulares ao redor da Terra. A velocidade orbital do satélite A vale va = 2 x 10³ m/s. Sabendo que os raios orbitais dos satélites são relacionados por = 1 10², a velocidade orbital do satélite B, em m/s, vale A) 2 x 10³ B) 1 x 10³ C) 4 x 10² D) 2 x 10² E) 1 x 10² V = V 10 = = 2.10 m/s Letra D 18) A viga inclinada de 60 0 mostrada na figura repousa sobre dois apoios A e D. Nos pontos C e E, dois blocos de massa 8,00 kg estão pendurados por meio de um fio ideal. Uma força de 30,0 N traciona um fio ideal preso à viga no ponto B. Desprezando o peso da viga e o atrito no apoio D, a reação normal que o apoio D exerce na viga, em newtons, é igual a Se o estudante lembrar-se da fórmula da velocidade orbital, ganha um tempinho na 15

16 A) 30,0 B) 50,0 C) 70,0 D) 90,0 E) 110 Como a barra está em equilíbrio e ela é um corpo extenso, a força resultante sobre ela tem que ser nula, assim como o torque resultante. Para encontrarmos a força que o apoio D faz sobre a barra, basta partirmos desta última condição. Para calcularmos o valor do torque de cada força, vamos fazê-lo em relação ao ponto A. Estes valores são respectivamente iguais ao produto da força pelo braço de força, que é a distância entre a reta base da força e o ponto escolhido. Desta forma, não precisaremos considerar as forças em A, já que seus braços serão nulos. Pe = Peso em E; Nd = normal em D; Pc = peso em C; F = força em B; Bd = braço de força (Nd); Bf = braço de força (F); Bc = braço de força (Pc); Bep = braço de força (Pe). Cálculo de Bd cos60 = 6 B B = 6 = 12 cos60 16

17 Cálculo de Bf C) 1,2 D) 0,60 E) zero cos60 = 2 B B = Cálculo de Bc e Bep 2 cos60 = 4 Da primeira figura, tiramos que Bc = 4 m e Bep = 8 m Nd e F tendem a girar a barra no sentido horário e Pe e Pc, no sentido anti-horário. Assim, a soma dos torques de Nd e F anula a soma dos torques de Pe e Pc Nd. Bd + F. Bf = Pe. Bep + Pc. Bc Nd = Nd = 70 N Letra C Do valor da capacitância e da energia anteriormente acumulada, calculamos a carga. Na associação em paralelo, a carga total será esta carga, mas distribuída entre as cinco capacitâncias. Daí, tiramos a ddp da associação. Q = carga; E = energia eletrostática inicial; U = ddp da associação. E = Q 2C Q = E. 2C Q = , = C U = Q 5C = = 4,8 V 5. 0, Letra A 19) Uma capacitância C = 0,25 µf armazenava uma energia eletrostática inicial de 72 x 10-6 J, quando foi conectada em paralelo a 4 (quatro) outras capacitâncias idênticas a ela, mas completamente descarregadas. As cinco capacitâncias associadas em paralelo atingem, no equilíbrio eletrostático, uma ddp, em volts, de A) 4,8 20) Uma balança encontra-se equilibrada tendo, sobre seu prato direito, um recipiente contendo inicialmente apenas água. Um cubo sólido e uniforme, de volume 5,0 cm³, peso 0,2 N e pendurado por um fio fino é, então, lentamente nte mergulhado na água até que fique totalmente submerso. Sabendo que o cubo não toca o fundo do recipiente, a balança estará equilibrada se for acrescentado um contrapeso, em newtons, igual a B) 2,4 17

18 Dados: g = 10 m/s²; massa específica da água = 1,0 g/cm³. A) zero, pois a balança se mantém equilibrada. B) 0,50, colocado sobre o prato direito. = 5 = E = μ. V. g = = 0,050 N Letra E C) 0,20, colocado sobre o prato esquerdo. D) 0,15, colocado sobre o prato direito. E) 0,050, colocado sobre o prato esquerdo. Como o cubo foi mergulhado lentamente, podemos admitir que a água permaneceu em equilíbrio. Também, pelas informações do enunciado, admitimos que não houve transbordamento. Assim, a força que a água fará sobre o cubo será o empuxo. Pelo Princípio da Ação e Reação, o cubo faz força na água de mesma intensidade e este será o valor percebido pela balança. Então, o contrapeso deverá ser colocado no prato esquerdo e seu peso deve ser igual ao empuxo citado. Se o cubo se apoiasse no fundo do recipiente, teríamos, além do empuxo, a força de contato estes dois, e o contrapeso deveria ter valor igual à soma do empuxo com esta força de contato. O estudante também deve se lembrar de transformar a massa específica da água e o volume do cubo para o SI. E = empuxo; μ = massa especíica da água; V = volume do cubo: μ = 1 g cm = 1 10 kg kg 10 = 10 m m 18

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 A L 0 H mola apoio sem atrito B A figura acima mostra um sistema composto por uma parede vertical

Leia mais

IME - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

IME - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR IME - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Um pequeno refrigerador para estocar vacinas está inicialmente desconectado da rede elétrica e o ar em seu interior encontra-se

Leia mais

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa E. alternativa C

Questão 46. Questão 47. Questão 48. alternativa E. alternativa C Questão 46 O movimento de uma partícula é caracterizado por ter vetor velocidade e vetor aceleração não nulo de mesma direção. Nessas condições, podemos afirmar que esse movimento é a) uniforme. b) uniformemente

Leia mais

18 a QUESTÃO Valor: 0,25

18 a QUESTÃO Valor: 0,25 6 a A 0 a QUESTÃO FÍSICA 8 a QUESTÃO Valor: 0,25 6 a QUESTÃO Valor: 0,25 Entre as grandezas abaixo, a única conservada nas colisões elásticas, mas não nas inelásticas é o(a): 2Ω 2 V 8Ω 8Ω 2 Ω S R 0 V energia

Leia mais

Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta

Questão 1. Questão 2. Resposta. Resposta Questão 1 Na natureza, muitos animais conseguem guiar-se e até mesmo caçar com eficiência, devido à grande sensibilidade que apresentam para a detecção de ondas, tanto eletromagnéticas quanto mecânicas.

Leia mais

FÍSICA. Questões de 01 a 04

FÍSICA. Questões de 01 a 04 GRUPO 1 TIPO A FÍS. 1 FÍSICA Questões de 01 a 04 01. Considere uma partícula presa a uma mola ideal de constante elástica k = 420 N / m e mergulhada em um reservatório térmico, isolado termicamente, com

Leia mais

Lista de Eletrostática da UFPE e UPE

Lista de Eletrostática da UFPE e UPE Lista de Eletrostática da UFPE e UPE 1. (Ufpe 1996) Duas pequenas esferas carregadas repelem-se mutuamente com uma força de 1 N quando separadas por 40 cm. Qual o valor em Newtons da força elétrica repulsiva

Leia mais

Soluções das Questões de Física do Processo Seletivo de Admissão à Escola Preparatória de Cadetes do Exército EsPCEx

Soluções das Questões de Física do Processo Seletivo de Admissão à Escola Preparatória de Cadetes do Exército EsPCEx Soluções das Questões de Física do Processo Seletivo de dmissão à Escola Preparatória de Cadetes do Exército EsPCEx Questão Concurso 009 Uma partícula O descreve um movimento retilíneo uniforme e está

Leia mais

TIPO-A FÍSICA. r 1200 v média. Dado: Aceleração da gravidade: 10 m/s 2. Resposta: 27

TIPO-A FÍSICA. r 1200 v média. Dado: Aceleração da gravidade: 10 m/s 2. Resposta: 27 1 FÍSICA Dado: Aceleração da gravidade: 10 m/s 01. Considere que cerca de 70% da massa do corpo humano é constituída de água. Seja 10 N, a ordem de grandeza do número de moléculas de água no corpo de um

Leia mais

Resolução Comentada CEFET/MG - 2 semestre 2014

Resolução Comentada CEFET/MG - 2 semestre 2014 Resolução Comentada CEFET/MG - 2 semestre 2014 01 - A figura mostra um sistema massa-mola que pode oscilar livremente, sem atrito, sobre a superfície horizontal e com resistência do ar desprezível. Nesse

Leia mais

Física. Resolução. Q uestão 01 - A

Física. Resolução. Q uestão 01 - A Q uestão 01 - A Uma forma de observarmos a velocidade de um móvel em um gráfico d t é analisarmos a inclinação da curva como no exemplo abaixo: A inclinação do gráfico do móvel A é maior do que a inclinação

Leia mais

= R. Sendo m = 3,3. 10 27 kg, V = 3,0. 10 7 m/s e R = 0,45m, calcula-se a intensidade da força magnética. 3,3. 10 27. (3,0. 10 7 ) 2 = (N) 0,45

= R. Sendo m = 3,3. 10 27 kg, V = 3,0. 10 7 m/s e R = 0,45m, calcula-se a intensidade da força magnética. 3,3. 10 27. (3,0. 10 7 ) 2 = (N) 0,45 37 a FÍSICA Em um cíclotron tipo de acelerador de partículas um deutério alcança velocidade final de 3,0 x 10 7 m/s, enquanto se move em um caminho circular de raio 0,45m, mantido nesse caminho por uma

Leia mais

GABARITO DO SIMULADO DISCURSIVO

GABARITO DO SIMULADO DISCURSIVO GABARITO DO SIMULADO DISCURSIVO 1. (Unifesp 013) O atleta húngaro Krisztian Pars conquistou medalha de ouro na olimpíada de Londres no lançamento de martelo. Após girar sobre si próprio, o atleta lança

Leia mais

RECUPERAÇÃO TURMAS: 2º ANO FÍSICA

RECUPERAÇÃO TURMAS: 2º ANO FÍSICA RECUPERAÇÃO TURMAS: 2º ANO Professor: XERXES DATA: 22 / 11 / 2015 RECUPERAÇÃO FINAL FORÇA ELÉTRICA (LEI DE COULOMB) FÍSICA Para todas as questões, considere a constante eletrostática no vácuo igual a 9.10

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 2011 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Um varal de roupas foi construído utilizando uma haste rígida DB de massa desprezível, com

Leia mais

Professores: Gilberto / Gustavo / Luciano / Maragato CURSO DOMÍNIO. Comentário: Energia de Capacitor. Comentário: Questão sobre atrito

Professores: Gilberto / Gustavo / Luciano / Maragato CURSO DOMÍNIO. Comentário: Energia de Capacitor. Comentário: Questão sobre atrito Professores: Gilberto / Gustavo / Luciano / Maragato CURSO DOMÍNIO A prova de física exigiu um bom conhecimento dos alunos. Há questões relacionadas principalmente com a investigação e compreensão dos

Leia mais

TC 3 UECE - 2013 FASE 2 MEDICINA e REGULAR

TC 3 UECE - 2013 FASE 2 MEDICINA e REGULAR TC 3 UECE - 03 FASE MEICINA e EGULA SEMANA 0 a 5 de dezembro POF.: Célio Normando. A figura a seguir mostra um escorregador na forma de um semicírculo de raio = 5,0 m. Um garoto escorrega do topo (ponto

Leia mais

grandeza do número de elétrons de condução que atravessam uma seção transversal do fio em segundos na forma, qual o valor de?

grandeza do número de elétrons de condução que atravessam uma seção transversal do fio em segundos na forma, qual o valor de? Física 01. Um fio metálico e cilíndrico é percorrido por uma corrente elétrica constante de. Considere o módulo da carga do elétron igual a. Expressando a ordem de grandeza do número de elétrons de condução

Leia mais

Questão 46. o diagrama horário da velocidade escalar, cuja ilustração correta para esse movimento. a) d)

Questão 46. o diagrama horário da velocidade escalar, cuja ilustração correta para esse movimento. a) d) Questão 46 b) Sobre um trilho reto, uma pequena esfera descreve um movimento uniformemente variado. Um estudante resolveu analisar esse movimento e construiu o gráfico do espaço percorrido (S) em função

Leia mais

-----> V = 73,3V. Portanto: V2 = 73,3V e V1 = 146,6V, com isso somente L1 brilhará acima do normal e provavelmente queimará.

-----> V = 73,3V. Portanto: V2 = 73,3V e V1 = 146,6V, com isso somente L1 brilhará acima do normal e provavelmente queimará. TC 3 UECE 01 FASE POF.: Célio Normando Conteúdo: Lâmpadas Incandescentes 1. A lâmpada incandescente é um dispositivo elétrico que transforma energia elétrica em energia luminosa e energia térmica. Uma

Leia mais

FISICA. Justificativa: Taxa = 1,34 kw/m 2 Energia em uma hora = (1,34 kw/m 2 ).(600x10 4 m 2 ).(1 h) ~ 10 7 kw. v B. v A.

FISICA. Justificativa: Taxa = 1,34 kw/m 2 Energia em uma hora = (1,34 kw/m 2 ).(600x10 4 m 2 ).(1 h) ~ 10 7 kw. v B. v A. FISIC 01. Raios solares incidem verticalmente sobre um canavial com 600 hectares de área plantada. Considerando que a energia solar incide a uma taxa de 1340 W/m 2, podemos estimar a ordem de grandeza

Leia mais

Resolução O período de oscilação do sistema proposto é dado por: m T = 2π k Sendo m = 250 g = 0,25 kg e k = 100 N/m, vem:

Resolução O período de oscilação do sistema proposto é dado por: m T = 2π k Sendo m = 250 g = 0,25 kg e k = 100 N/m, vem: 46 c FÍSICA Um corpo de 250 g de massa encontra-se em equilíbrio, preso a uma mola helicoidal de massa desprezível e constante elástica k igual a 100 N/m, como mostra a figura abaixo. O atrito entre as

Leia mais

horizontal, se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola ideal, cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida.

horizontal, se choca frontalmente contra a extremidade de uma mola ideal, cuja extremidade oposta está presa a uma parede vertical rígida. Exercícios: Energia 01. (UEPI) Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases abaixo. O trabalho realizado por uma força conservativa, ao deslocar um corpo entre dois pontos é da

Leia mais

FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 11 EQUILÍBRIO: DO PONTO MATERIAL E CORPO EXTENSO REVISÃO

FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 11 EQUILÍBRIO: DO PONTO MATERIAL E CORPO EXTENSO REVISÃO FÍSICA - 1 o ANO MÓDULO 11 EQUILÍBRIO: DO PONTO MATERIAL E CORPO EXTENSO REVISÃO Fixação F 1) (CESGRANRIO) A figura a seguir mostra uma peça de madeira, no formato de uma forca, 2 utilizada para suspender

Leia mais

Vestibular UFRGS 2015. Resolução da Prova de Física

Vestibular UFRGS 2015. Resolução da Prova de Física Vestibular URGS 2015 Resolução da Prova de ísica 1. Alternativa (C) O módulo da velocidade relativa de móveis em movimentos retilíneos de sentidos opostos pode ser obtido pela expressão matemática: v r

Leia mais

Questão 57. Questão 58. Questão 59. alternativa C. alternativa C

Questão 57. Questão 58. Questão 59. alternativa C. alternativa C Questão 57 Um automóvel e um ônibus trafegam em uma estrada plana, mantendo velocidades constantes em torno de 100 km/h e 75 km/h, respectivamente. Os dois veículos passam lado a lado em um posto de pedágio.

Leia mais

Universidade Federal do Ceará 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA. Data: 14.12.2009 Duração: 04 horas CORRETOR 1

Universidade Federal do Ceará 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA PROVA ESPECÍFICA DE FÍSICA. Data: 14.12.2009 Duração: 04 horas CORRETOR 1 1ª AVALIAÇÃO AVALIAÇÃO FINAL CORRETOR 1 01 02 03 04 05 06 07 08 Reservado à CCV Universidade Federal do Ceará Coordenadoria de Concursos - CCV Comissão do Vestibular Reservado à CCV 2ª ETAPA PROVA ESPECÍFICA

Leia mais

Física: Eletromagnetismo

Física: Eletromagnetismo Física: Eletromagnetismo Questões de treinamento para a banca Cesgranrio elaborada pelo prof. Alex Regis Questão 01 Está(ão) correta(s): Considere as afirmações a seguir a respeito de ímãs. I. Convencionou-se

Leia mais

Prof. Rogério Porto. Assunto: Eletrostática

Prof. Rogério Porto. Assunto: Eletrostática Questões COVEST Física Elétrica Prof. Rogério Porto Assunto: Eletrostática 1. Duas esferas condutoras A e B possuem a mesma carga Q. Uma terceira esfera C, inicialmente descarregada e idêntica às esferas

Leia mais

Pelo princípio da independência dos movimentos, na horizontal, temos: V. = 0, o corpo se comporta como em queda livre, por isso: F g.

Pelo princípio da independência dos movimentos, na horizontal, temos: V. = 0, o corpo se comporta como em queda livre, por isso: F g. Questão 01 008 Um astronauta, de pé sobre a superfície da Lua, arremessa uma pedra, horizontalmente, a partir de uma altura de 1,5 m, e verifica que ela atinge o solo a uma distância de 15 m. Considere

Leia mais

Fuvest 2005 2ª fase FÍSICA

Fuvest 2005 2ª fase FÍSICA Fuvest 2005 2ª fase FÍSICA 1. Procedimento de segurança, em auto-estradas, recomenda que o motorista mantenha uma distância de 2 segundos do carro que está à sua frente, para que, se necessário, tenha

Leia mais

γ = 5,0m/s 2 2) Cálculo da distância percorrida para a velocidade escalar reduzir-se de 30m/s para 10m/s. V 2 2

γ = 5,0m/s 2 2) Cálculo da distância percorrida para a velocidade escalar reduzir-se de 30m/s para 10m/s. V 2 2 OBSERVAÇÃO (para todas as questões de Física): o valor da aceleração da gravidade na superfície da Terra é representado por g. Quando necessário, adote: para g, o valor 10 m/s 2 ; para a massa específica

Leia mais

PROVA UPE 2012 TRADICIONAL(RESOLVIDA)

PROVA UPE 2012 TRADICIONAL(RESOLVIDA) PROVA UPE 2012 TRADICIONAL(RESOLVIDA) 33 - Sete bilhões de habitantes, aproximadamente, é a população da Terra hoje. Assim considere a Terra uma esfera carregada positivamente, em que cada habitante seja

Leia mais

( ) ( ) ( ( ) ( )) ( )

( ) ( ) ( ( ) ( )) ( ) Física 0 Duas partículas A e, de massa m, executam movimentos circulares uniormes sobre o plano x (x e representam eixos perpendiculares) com equações horárias dadas por xa ( t ) = a+acos ( ωt ), ( t )

Leia mais

FÍSICA - Grupos H e I - GABARITO

FÍSICA - Grupos H e I - GABARITO 1 a QUESTÃO: (,0 pontos) Avaliador Revisor Um sistema básico de aquecimento de água por energia solar está esquematizado na figura abaixo. A água flui do reservatório térmico para as tubulações de cobre

Leia mais

Capítulo 4 Trabalho e Energia

Capítulo 4 Trabalho e Energia Capítulo 4 Trabalho e Energia Este tema é, sem dúvidas, um dos mais importantes na Física. Na realidade, nos estudos mais avançados da Física, todo ou quase todos os problemas podem ser resolvidos através

Leia mais

1 Analise a figura a seguir, que representa o esquema de um circuito com a forma da letra U, disposto perpendicularmente à superfície da Terra.

1 Analise a figura a seguir, que representa o esquema de um circuito com a forma da letra U, disposto perpendicularmente à superfície da Terra. FÍSIC 1 nalise a figura a seguir, que representa o esquema de um circuito com a forma da letra U, disposto perpendicularmente à superfície da Terra. Esse circuito é composto por condutores ideais (sem

Leia mais

c = c = c =4,20 kj kg 1 o C 1

c = c = c =4,20 kj kg 1 o C 1 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO DO TESTE INTERMÉDIO - 2014 (VERSÃO 1) GRUPO I 1. H vap (H 2O) = 420 4 H vap (H 2O) = 1,69 10 3 H vap (H 2O) = 1,7 10 3 kj kg 1 Tendo em consideração a informação dada no texto o calor

Leia mais

Estrategia de resolução de problemas

Estrategia de resolução de problemas Estrategia de resolução de problemas Sistemas Isolados (p. 222) Muitos problemas na física podem ser resolvidos usando-se o princípio de conservação de energia para um sistema isolado. Deve ser utilizado

Leia mais

UNIGRANRIO www.exerciciosdevestibulares.com.br. 2) (UNIGRANRIO) O sistema abaixo encontra-se em equilíbrio sobre ação de três forças

UNIGRANRIO www.exerciciosdevestibulares.com.br. 2) (UNIGRANRIO) O sistema abaixo encontra-se em equilíbrio sobre ação de três forças 1) (UNIGRANRIO) Um veículo de massa 1200kg se desloca sobre uma superfície plana e horizontal. Em um determinado instante passa a ser acelerado uniformemente, sofrendo uma variação de velocidade representada

Leia mais

1 a QUESTÃO Valor 1,0

1 a QUESTÃO Valor 1,0 1 a QUESTÃO Valor 1,0 Um esquimó aguarda a passagem de um peixe sob um platô de gelo, como mostra a figura abaixo. Ao avistá-lo, ele dispara sua lança, que viaja com uma velocidade constante de 50 m/s,

Leia mais

Tânia observa um lápis com o auxílio de uma lente, como representado nesta figura:

Tânia observa um lápis com o auxílio de uma lente, como representado nesta figura: PROVA DE FÍSICA QUESTÃO 0 Tânia observa um lápis com o auxílio de uma lente, como representado nesta figura: Essa lente é mais fina nas bordas que no meio e a posição de cada um de seus focos está indicada

Leia mais

ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / / SEDE:

ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / / SEDE: Professor: Edney Melo ALUNO(A): Nº TURMA: TURNO: DATA: / / SEDE: 01. As pirâmides do Egito estão entre as construções mais conhecidas em todo o mundo, entre outras coisas pela incrível capacidade de engenharia

Leia mais

DINÂMICA. Força Resultante: É a força que produz o mesmo efeito que todas as outras aplicadas a um corpo.

DINÂMICA. Força Resultante: É a força que produz o mesmo efeito que todas as outras aplicadas a um corpo. DINÂMICA Quando se fala em dinâmica de corpos, a imagem que vem à cabeça é a clássica e mitológica de Isaac Newton, lendo seu livro sob uma macieira. Repentinamente, uma maçã cai sobre a sua cabeça. Segundo

Leia mais

1. Nesta figura, está representada, de forma esquemática, a órbita de um cometa em torno do Sol:

1. Nesta figura, está representada, de forma esquemática, a órbita de um cometa em torno do Sol: 1. Nesta figura, está representada, de forma esquemática, a órbita de um cometa em torno do Sol: Nesse esquema, estão assinalados quatro pontos P, Q, R ou S da órbita do cometa. a) Indique em qual dos

Leia mais

a) os módulos das velocidades angulares ωr NOTE E ADOTE

a) os módulos das velocidades angulares ωr NOTE E ADOTE 1. Um anel condutor de raio a e resistência R é colocado em um campo magnético homogêneo no espaço e no tempo. A direção do campo de módulo B é perpendicular à superfície gerada pelo anel e o sentido está

Leia mais

Código: FISAP Disciplina: Física Aplicada Preceptores: Marisa Sayuri e Rodrigo Godoi Semana: 05/11/2015 14/11/2015

Código: FISAP Disciplina: Física Aplicada Preceptores: Marisa Sayuri e Rodrigo Godoi Semana: 05/11/2015 14/11/2015 Código: FISAP Disciplina: Física Aplicada Preceptores: Marisa Sayuri e Rodrigo Godoi Semana: 05/11/2015 14/11/2015 1) Certo dia, uma escaladora de montanhas de 75 kg sobe do nível de 1500 m de um rochedo

Leia mais

PROVA DE FÍSICA 1998 Segunda Etapa

PROVA DE FÍSICA 1998 Segunda Etapa PROVA DE FÍSICA 1998 Segunda Etapa QUESTÃO 01 Um cano de irrigação, enterrado no solo, ejeta água a uma taxa de 15 litros por minuto com uma velocidade de 10 m/s. A saída do cano é apontada para cima fazendo

Leia mais

Problemas de eletricidade

Problemas de eletricidade Problemas de eletricidade 1 - Um corpo condutor está eletrizado positivamente. Podemos afirmar que: a) o número de elétrons é igual ao número de prótons. b) o número de elétrons é maior que o número de

Leia mais

2 - PRIMEIRA LEI DE NEWTON: PRINCÍPIO DA INÉRCIA

2 - PRIMEIRA LEI DE NEWTON: PRINCÍPIO DA INÉRCIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA F Í S I C A II - DINÂMICA ALUNO: RA: 1 - OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DINÂMICA A Dinâmica é a parte da Mecânica que estuda os movimentos e as causas que os produzem ou os modificam.

Leia mais

Centro Educacional Juscelino Kubitschek. Roteiro e Lista de Recuperação de Física

Centro Educacional Juscelino Kubitschek. Roteiro e Lista de Recuperação de Física Centro Educacional Juscelino Kubitschek ALUNO: N.º: DATA: / / ENSINO: ( ) Fundamental (x ) Médio SÉRIE: 1º TURMA: TURNO: DISCIPLINA: FÍSICA PROFESSOR: Equipe de Física Roteiro e Lista de Recuperação de

Leia mais

Lista de Eletrostática - Mackenzie

Lista de Eletrostática - Mackenzie Lista de Eletrostática - Mackenzie 1. (Mackenzie 1996) Uma esfera eletrizada com carga de + mc e massa 100 g é lançada horizontalmente com velocidade 4 m/s num campo elétrico vertical, orientado para cima

Leia mais

Questão 28. Questão 30. Questão 29. alternativa E. alternativa C

Questão 28. Questão 30. Questão 29. alternativa E. alternativa C Sempre que for necessário, utilize a aceleraçãodagravidadelocalcomog= 10 m/s Questão 8 A potência hídrica média teórica da hidrelétrica de Tucuruí, localizada no Pará, é de, 10 6 kw (fonte: site oficial

Leia mais

TIPO-A FÍSICA. x v média. t t. x x

TIPO-A FÍSICA. x v média. t t. x x 12 FÍSICA Aceleração da gravidade, g = 10 m/s 2 Constante gravitacional, G = 7 x 10-11 N.m 2 /kg 2 Massa da Terra, M = 6 x 10 24 kg Velocidade da luz no vácuo, c = 300.000 km/s 01. Em 2013, os experimentos

Leia mais

FÍSICA 3ª Série LISTA DE EXERCÍCIOS/ELETROSTÁTICA Data: 20/03/07

FÍSICA 3ª Série LISTA DE EXERCÍCIOS/ELETROSTÁTICA Data: 20/03/07 1. O campo elétrico de uma carga puntiforme em repouso tem, nos pontos A e B, as direções e sentidos indicados pelas flechas na figura a seguir. O módulo do campo elétrico no ponto B vale 24V/m. O módulo

Leia mais

Questão 48. Questão 46. Questão 47. alternativa A. alternativa D. alternativa A

Questão 48. Questão 46. Questão 47. alternativa A. alternativa D. alternativa A Questão 46 Do alto de um edifício, lança-se horizontalmente uma pequena esfera de chumbo com velocidade de 8 m/s. Essa esfera toca o solo horizontal a uma distância de 24 m da base do prédio, em relação

Leia mais

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Durante uma brincadeira, Rafael utiliza o dispositivo mostrado nesta figura para lançar uma bolinha horizontalmente. Nesse

Leia mais

Aula de Véspera - Inv-2008

Aula de Véspera - Inv-2008 01. Um projétil foi lançado no vácuo formando um ângulo θ com a horizontal, conforme figura abaixo. Com base nesta figura, analise as afirmações abaixo: (001) Para ângulos complementares teremos o mesmo

Leia mais

RESOLUÇÕES DA PROVA DE FÍSICA UFC 2006. PROFESSOR Célio Normando

RESOLUÇÕES DA PROVA DE FÍSICA UFC 2006. PROFESSOR Célio Normando RESOLUÇÕES DA PROVA DE FÍSICA UFC 006 Ari Duque de Caxias Ari Washington Soares Ari Aldeota Da 5ª Série ao Pré-Vestibular Sede Hildete de Sá Cavalcante (da Educação Infantil ao Pré-Vestibular) Rua Monsenhor

Leia mais

Resolução Vamos, inicialmente, calcular a aceleração escalar γ. Da figura dada tiramos: para t 0

Resolução Vamos, inicialmente, calcular a aceleração escalar γ. Da figura dada tiramos: para t 0 46 a FÍSICA Um automóvel desloca-se a partir do repouso num trecho retilíneo de uma estrada. A aceleração do veículo é constante e algumas posições por ele assumidas, bem como os respectivos instantes,

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2015/2016 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa de Física 12.º ano homologado em 21/10/2004 ENSINO SECUNDÁRIO FÍSICA 12.º ANO TEMAS/DOMÍNIOS

Leia mais

Unidade VIII: Estática e Equilíbrio de um corpo rígido

Unidade VIII: Estática e Equilíbrio de um corpo rígido Página 1 de 10 Unidade VIII: Estática e Equilíbrio de um corpo rígido 8.1 - Equilíbrio: Um corpo pode estar em equilíbrio das seguintes formas: a) Equilíbrio estático - É aquele no qual o corpo está em

Leia mais

Professor : Vinicius Jacques Data: 03/08/2010 EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES / LEIS DE NEWTON

Professor : Vinicius Jacques Data: 03/08/2010 EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES / LEIS DE NEWTON Aluno (a): N Série: 1º Professor : Vinicius Jacques Data: 03/08/2010 Disciplina: FÍSICA EXERCÍCIOS COMPLEMENTARES / LEIS DE NEWTON 01. Explique a função do cinto de segurança de um carro, utilizando o

Leia mais

a) O tempo total que o paraquedista permaneceu no ar, desde o salto até atingir o solo.

a) O tempo total que o paraquedista permaneceu no ar, desde o salto até atingir o solo. (MECÂNICA, ÓPTICA, ONDULATÓRIA E MECÂNICA DOS FLUIDOS) 01) Um paraquedista salta de um avião e cai livremente por uma distância vertical de 80 m, antes de abrir o paraquedas. Quando este se abre, ele passa

Leia mais

Física Aplicada PROF.: MIRANDA. 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA. Física

Física Aplicada PROF.: MIRANDA. 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA. Física PROF.: MIRANDA 2ª Lista de Exercícios DINÂMICA Física Aplicada Física 01. Uma mola possui constante elástica de 500 N/m. Ao aplicarmos sobre esta uma força de 125 Newtons, qual será a deformação da mola?

Leia mais

a) Estime o intervalo de tempo t 1 , em segundos, que a bola levou para ir do ponto A ao ponto B. b) Estime o intervalo de tempo t 2

a) Estime o intervalo de tempo t 1 , em segundos, que a bola levou para ir do ponto A ao ponto B. b) Estime o intervalo de tempo t 2 1 FÍSICA Durante um jogo de futebol, um chute forte, a partir do chão, lança a bola contra uma parede próxima. Com auxílio de uma câmera digital, foi possível reconstituir a trajetória da bola, desde o

Leia mais

Revisão de Física Vestibular ITA 2011

Revisão de Física Vestibular ITA 2011 Vestibular ITA 011 Questão 1 Um cilindro oco, feito de material isolante, é fechado em uma das extremidades por uma placa metálica fixa e na outra por um pistão metálico bem ajustado livre para se mover.

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Considerando a interdependência das várias áreas de conhecimento dentro da Física, julgue os itens a seguir. 61 A temperatura de um cubo de gelo a 0 ºC, ao ser colocado em um

Leia mais

P R O V A DE FÍSICA II

P R O V A DE FÍSICA II 1 P R O V A DE FÍSICA II QUESTÃO 16 A figura mostra uma barra rígida articulada no ponto O. A barra é homogênea e seu peso P está em seu ponto médio. Sobre cada uma de suas extremidades são aplicadas forças

Leia mais

UNOCHAPECÓ Lista 03 de exercícios Mecânica (lançamento de projéteis) Prof: Visoli

UNOCHAPECÓ Lista 03 de exercícios Mecânica (lançamento de projéteis) Prof: Visoli UNOCHAPECÓ Lista 03 de exercícios Mecânica (lançamento de projéteis) Prof: Visoli 1. A figura abaixo mostra o mapa de uma cidade em que as ruas retilíneas se cruzam perpendicularmente e cada quarteirão

Leia mais

Questão 57. Questão 58. alternativa D. alternativa C. seu mostrador deverá indicar, para esse mesmo objeto, o valor de

Questão 57. Questão 58. alternativa D. alternativa C. seu mostrador deverá indicar, para esse mesmo objeto, o valor de OBSERVAÇÃO (para todas as questões de Física): o valor da aceleração da gravidade na superfície da Terra é representado por g. Quando necessário, adote: para g, o valor 10 m/s ; para a massa específica

Leia mais

Questão 2 Uma esfera de cobre de raio R0 é abandonada em repouso sobre um plano inclinado de forma a rolar ladeira abaixo. No entanto, a esfera

Questão 2 Uma esfera de cobre de raio R0 é abandonada em repouso sobre um plano inclinado de forma a rolar ladeira abaixo. No entanto, a esfera Questão 1 Na figura abaixo, vê-se um trecho de uma linha de produção de esferas. Para testar a resistência das esferas a impacto, são impulsionadas a partir de uma esteira rolante, com velocidade horizontal

Leia mais

Equipe de Física FÍSICA

Equipe de Física FÍSICA Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 8B Ensino Médio Equipe de Física Data: FÍSICA Estática de um ponto Para que um ponto esteja em equilíbrio precisa satisfazer a seguinte condição: A resultante de todas

Leia mais

Prof. André Motta - mottabip@hotmail.com_ 4.O gráfico apresentado mostra a elongação em função do tempo para um movimento harmônico simples.

Prof. André Motta - mottabip@hotmail.com_ 4.O gráfico apresentado mostra a elongação em função do tempo para um movimento harmônico simples. Eercícios Movimento Harmônico Simples - MHS 1.Um movimento harmônico simples é descrito pela função = 7 cos(4 t + ), em unidades de Sistema Internacional. Nesse movimento, a amplitude e o período, em unidades

Leia mais

EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA 4º BIMESTRE

EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA 4º BIMESTRE EXERCÍCIOS DE RECUPERAÇÃO PARALELA 4º BIMESTRE NOME Nº SÉRIE : 1º EM DATA : / / BIMESTRE 3º PROFESSOR: Renato DISCIPLINA: Física 1 VISTO COORDENAÇÃO ORIENTAÇÕES: 1. O trabalho deverá ser feito em papel

Leia mais

ENEM 2014/2015 Física (Prova Amarela) Prof. Douglas Almeida

ENEM 2014/2015 Física (Prova Amarela) Prof. Douglas Almeida Questão 46 Nesta questão, o candidato precisa saber que um filtro de luz realiza a refração seletiva, deixando passar as cores que o compõe e absorvendo substancialmente as outras cores. Assim, para absorver

Leia mais

Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos

Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos Resumo de Física 2C13 Professor Thiago Alvarenga Ramos ENERGIA Grandeza escalar que existe na natureza em diversas formas: mecânica, térmica, elétrica, nuclear, etc. Não pode ser criada nem destruída;

Leia mais

LISTA UERJ 2014 LEIS DE NEWTON

LISTA UERJ 2014 LEIS DE NEWTON 1. (Pucrj 2013) Sobre uma superfície sem atrito, há um bloco de massa m 1 = 4,0 kg sobre o qual está apoiado um bloco menor de massa m 2 = 1,0 kg. Uma corda puxa o bloco menor com uma força horizontal

Leia mais

Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano Disciplina: Física - Magnetismo

Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano Disciplina: Física - Magnetismo Lista de Exercícios Pré Universitário Uni-Anhanguera Aluno(a): Nº. Professor: Fabrízio Gentil Série: 3 o ano Disciplina: Física - Magnetismo 01 - (PUC SP) Na figura abaixo temos a representação de dois

Leia mais

Questão 46. Questão 47. Questão 48. Questão 49. alternativa C. alternativa A. alternativa B

Questão 46. Questão 47. Questão 48. Questão 49. alternativa C. alternativa A. alternativa B Questão 46 Um ferreiro golpeia, com a marreta, uma lâmina de ferro, em ritmo uniforme, a cada 0,9 s. Um observador afastado desse ferreiro vê, com um binóculo, a marreta atingir o ferro e ouve o som das

Leia mais

Questão 57. Questão 59. Questão 58. alternativa D. alternativa C

Questão 57. Questão 59. Questão 58. alternativa D. alternativa C OBSERVAÇÃO (para todas as questões de Física): o valor da aceleração da gravidade na superfície da Terra é representada por g. Quando necessário adote: para g, o valor de 10 m/s 2 ; para a massa específica

Leia mais

FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES

FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO E GRADUAÇÃO FÍSICA CADERNO DE QUESTÕES 2015 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Uma mola comprimida por uma deformação x está em contato com um corpo de massa m, que se encontra

Leia mais

ESTUDO DIRIGIDO DE REVISÃO PARA RECUPERAÇÃO FINAL - 2015

ESTUDO DIRIGIDO DE REVISÃO PARA RECUPERAÇÃO FINAL - 2015 Nome: 3ª série: n o Professor: Luiz Mário Data: / / 2015. ESTUDO DIRIGIDO DE REVISÃO PARA RECUPERAÇÃO FINAL - 2015 Orientações: - Este estudo dirigido poderá ser usado para revisar a matéria que será cobrada

Leia mais

PROGRAD / COSEAC ENGENHARIAS (CIVIL, DE PRODUÇÃO, MECÂNICA, PETRÓLEO E TELECOMUNICAÇÕES) NITERÓI - GABARITO

PROGRAD / COSEAC ENGENHARIAS (CIVIL, DE PRODUÇÃO, MECÂNICA, PETRÓLEO E TELECOMUNICAÇÕES) NITERÓI - GABARITO Prova de Conhecimentos Específicos 1 a QUESTÃO: (1,0 ponto) Considere uma transformação linear T(x,y) em que, 5 autovetores de T com relação aos auto valores -1 e 1, respectivamente. e,7 são os Determine

Leia mais

3) Uma mola de constante elástica k = 400 N/m é comprimida de 5 cm. Determinar a sua energia potencial elástica.

3) Uma mola de constante elástica k = 400 N/m é comprimida de 5 cm. Determinar a sua energia potencial elástica. Lista para a Terceira U.L. Trabalho e Energia 1) Um corpo de massa 4 kg encontra-se a uma altura de 16 m do solo. Admitindo o solo como nível de referência e supondo g = 10 m/s 2, calcular sua energia

Leia mais

IME - 2006 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

IME - 2006 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR IME - 2006 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 O ciclo Diesel, representado na figura seguinte, corresponde ao que ocorre num motor Diesel de quatro tempos: o trecho AB representa

Leia mais

1 m 2. Substituindo os valores numéricos dados para a análise do movimento do centro de massa, vem: Resposta: D. V = 2 10 3,2 V = 8 m/s

1 m 2. Substituindo os valores numéricos dados para a análise do movimento do centro de massa, vem: Resposta: D. V = 2 10 3,2 V = 8 m/s 01 De acordo com o enunciado, não há dissipação ou acréscimo de energia. Considerando que a energia citada seja a mecânica e que, no ponto de altura máxima, a velocidade seja nula, tem-se: ε ε = ' + 0

Leia mais

Questões do capítulo oito que nenhum aluno pode ficar sem fazer

Questões do capítulo oito que nenhum aluno pode ficar sem fazer Questões do capítulo oito que nenhum aluno pode ficar sem fazer 1) A bola de 2,0 kg é arremessada de A com velocidade inicial de 10 m/s, subindo pelo plano inclinado. Determine a distância do ponto D até

Leia mais

FÍSICA 3. k = 1/4πε 0 = 9,0 10 9 N.m 2 /c 2 1 atm = 1,0 x 10 5 N/m 2 tan 17 = 0,30. a (m/s 2 ) 30 20 10 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0.

FÍSICA 3. k = 1/4πε 0 = 9,0 10 9 N.m 2 /c 2 1 atm = 1,0 x 10 5 N/m 2 tan 17 = 0,30. a (m/s 2 ) 30 20 10 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0. FÍSIC 3 Valores de algumas grandezas físicas celeração da gravidade: 1 m/s Carga do elétron: 1,6 x 1-19 C Constante de Planck: 6,6 x 1-34 J Velocidade da luz: 3 x 1 8 m/s k = 1/4πε = 9, 1 9 N.m /c 1 atm

Leia mais

V = 0,30. 0,20. 0,50 (m 3 ) = 0,030m 3. b) A pressão exercida pelo bloco sobre a superfície da mesa é dada por: P 75. 10 p = = (N/m 2 ) A 0,20.

V = 0,30. 0,20. 0,50 (m 3 ) = 0,030m 3. b) A pressão exercida pelo bloco sobre a superfície da mesa é dada por: P 75. 10 p = = (N/m 2 ) A 0,20. 11 FÍSICA Um bloco de granito com formato de um paralelepípedo retângulo, com altura de 30 cm e base de 20 cm de largura por 50 cm de comprimento, encontra-se em repouso sobre uma superfície plana horizontal.

Leia mais

O trabalho realizado por uma força gravitacional constante sobre uma partícula é representado em termos da energia potencial U = m.

O trabalho realizado por uma força gravitacional constante sobre uma partícula é representado em termos da energia potencial U = m. Referência: Sears e Zemansky Física I Mecânica Capítulo 7: Energia Potencial e Conservação da Energia Resumo: Profas. Bárbara Winiarski Diesel Novaes. INTRODUÇÃO Neste capítulo estudaremos o conceito de

Leia mais

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa C. alternativa D. Características Amostra 1 Amostra 2. Pressão (atm) 1,0 0,5

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa C. alternativa D. Características Amostra 1 Amostra 2. Pressão (atm) 1,0 0,5 Questão 46 Um corpo de 50 g de massa encontra-se em equilíbrio, preso a uma mola helicoidal de massa desprezíel e constante elástica k igual a 100 N/m, como mostra a figura a seguir. O atrito entre as

Leia mais

Exercícios de Física Gravitação Universal

Exercícios de Física Gravitação Universal Exercícios de Física Gravitação Universal 1-A lei da gravitação universal de Newton diz que: a) os corpos se atraem na razão inversa de suas massas e na razão direta do quadrado de suas distâncias. b)

Leia mais

FEP2195 - Física Geral e Experimental para Engenharia I

FEP2195 - Física Geral e Experimental para Engenharia I FEP195 - Física Geral e Experimental para Engenharia I Prova Substitutiva - Gabarito 1. Um corpo de massa m, enfiado em um aro circular de raio R situado em um plano vertical, está preso por uma mola de

Leia mais

FÍSICA. Sempre que for necessário, utilize g= 10m/s 2

FÍSICA. Sempre que for necessário, utilize g= 10m/s 2 FÍSICA Sempre que for necessário, utilize g= 10m/s 2 28 d Leia com atenção a tira da Turma da Mônica mostrada abaixo e analise as afirmativas que se seguem, considerando os princípios da Mecânica Clássica.

Leia mais

Colégio Paulo VI Aluno (a): Nº.: 3º Série do Ensino Médio Turma: Turno: Vespertino Lista 03 LISTA Nº 04

Colégio Paulo VI Aluno (a): Nº.: 3º Série do Ensino Médio Turma: Turno: Vespertino Lista 03 LISTA Nº 04 Colégio Paulo VI Aluno (a): Nº.: 3º Série do Ensino Médio Turma: Turno: Vespertino Lista 03 Disciplina: Física Professor (a): Murilo Gomes Data: / / 2014 Eletrodinâmica LISTA Nº 04 1. Resistores 01. Um

Leia mais

b) Calcule as temperaturas em Kelvin equivalentes às temperaturas de 5,0 ºC e 17,0 ºC.

b) Calcule as temperaturas em Kelvin equivalentes às temperaturas de 5,0 ºC e 17,0 ºC. Questão 1 A pressão P no interior de um fluido em equilíbrio varia com a profundidade h como P = P 0 + ρgh. A equação dos gases ideais relaciona a pressão, o volume e a temperatura do gás como PV = nrt,

Leia mais

(Desconsidere a massa do fio). SISTEMAS DE BLOCOS E FIOS PROF. BIGA. a) 275. b) 285. c) 295. d) 305. e) 315.

(Desconsidere a massa do fio). SISTEMAS DE BLOCOS E FIOS PROF. BIGA. a) 275. b) 285. c) 295. d) 305. e) 315. SISTEMAS DE BLOCOS E FIOS PROF. BIGA 1. (G1 - cftmg 01) Na figura, os blocos A e B, com massas iguais a 5 e 0 kg, respectivamente, são ligados por meio de um cordão inextensível. Desprezando-se as massas

Leia mais

Sobriedade e objetividade nessa caminhada final e que a chegada seja recheado de SUCESSO! Vasco Vasconcelos

Sobriedade e objetividade nessa caminhada final e que a chegada seja recheado de SUCESSO! Vasco Vasconcelos Prezado aluno, com o intuito de otimizar seus estudos para a 2ª fase do Vestibular da UECE, separamos as questões, por ano, por assunto e com suas respectivas resoluções! Vele a pena dar uma lida e verificar

Leia mais

FUVEST 2000-2 a Fase - Física - 06/01/2000 ATENÇÃO

FUVEST 2000-2 a Fase - Física - 06/01/2000 ATENÇÃO ATENÇÃO VERIFIQUE SE ESTÃO IMPRESSOS EIXOS DE GRÁFICOS OU ESQUEMAS, NAS FOLHAS DE RESPOSTAS DAS QUESTÕES 1, 2, 4, 9 e 10. Se notar a falta de uma delas, peça ao fiscal de sua sala a substituição da folha.

Leia mais