OCONFLITO DA FACULDADE FILOSÓFICA COM A

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1 OCONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE RESUMO Fábio César Scherer * A probemática a ser desenvovida consiste na investigação do texto de Kant O confito da facudade fiosófica com a facudade de direito, presente no ivro O confito das facudades, sobre a ótica da antiga geometria. O fio-condutor do texto é o conceito de mehor e o mecanismo de anáise empreendido é o método de anáise e síntese. PAAVRAS-CHAVE: Kant. Fiosofia da História. Geometria. Método de Anáise e Síntese. ABSTRACT The probematic to be deveoped consists in investigation of Kant s text The confict between the phiosophica facuty and the right s facuty which is in the book The confict of the facuties, about the geometry anaytic optic. The conductor wire of the text is the concept of the best and the mechanism of anayses used is the method of anaysis and synthesis. KEY-WORDS:Kant. History of phiosophy. Geometry. Method of anaysis-synthesis. Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P * Doutorando em Fiosofia sob orientação do Prof. Dr. Zejko oparic do Departamento de Fiosofia da Universidade Estadua de Campinas - UNICAMP. 33

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3 Introdução A presença da fiosofia kantiana no pensamento contemporâneo é freqüente, sobretudo, no terreno epistemoógico. Assim sendo, é inegáve a sua importância na história da fiosofia, bem como a necessidade de seu estudo para a compreensão das raízes de muitas correntes fiosóficas ora vigentes. Por outro ado, a anáise da fiosofia de Kant se justifica por si própria por sua originaidade e profundidade. Nossa finaidade é investigar, em primeiro ugar, a viabiidade da aproximação de Kant aos antigos geômetras, para tanto, exporemos as divisões do método anaítico e sintético, confrontando-as com agumas passagens das obras kantianas (Proegômenos, Dissertação de 70 e Crítica da razão pura); em segundo ugar, buscar fazer corresponder às divisões pappusianas deste método aos diferentes momentos do texto supracitado. 1. Anáise da geometria grega 1 A descrição do método anaítico e sintético encontrada no ivro Coectio, de Pappus, segundo estudiosos do assunto, é o que há de mais competo dentre as remanescentes descrições antigas do método 2. Desta maneira, tomemos este reato como ponto de partida na eucidação da origem, do significado e da verdadeira prática do método dos antigos geômetras: Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P Utiizaremos como materia de apoio as considerações feitas por Hintikka e Remes em The method of anaysis, bem como as observações reaizadas por oparic em sua tese de doutorado Scientific probem-soving in Kant and Mach e em sua tese de ivre-docência The method of anaysis in Kant s specuative phiosophy. 2 A passagem é reconhecida, entre outros, por Hintikka e Remes (1983, p. 29); Robinson (1983, p. 7). 35

4 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. A anáise é o caminho a partir do que é procurado considerado como se fosse admitido passando, na ordem, por seus concomitantes (akóouthon, usuamente traduzido como conseqüências ), até ago admitido na síntese. Pois na anáise supomos o que é procurado como se já tendo sido feito e investigamos aquio a partir do qua esse ago resuta, e de novo qua é o antecedente deste útimo, até que, no nosso caminhar para trás, acancemos ago que já é conhecido e é primeiro na ordem. Chamamos ta método de anáise, por ser uma soução de trás para diante. Na síntese, por outro ado, supomos já feito aquio que na anáise foi por útimo acançado e, arranjando em sua ordem natura, como conseqüências aquio que antes eram antecedentes, e igando-os uns aos outros, chegamos no fina à construção daquio que é procurado. E a isso chamamos síntese. Há duas espécies de anáise. Uma procura a verdade, sendo chamada teórica. A outra serve para executar o que se desejava fazer, e essa é chamada probemática. Na espécie teórica, supomos a coisa procurada como existente e verdadeira, e então passamos na ordem por seus concomitantes (conseqüências), como se fossem verdadeiros e existentes por hipótese, até ago admitido; então, se aquio que é admitido é verdadeiro, o que é procurado é também verdadeiro, e a demonstração será o inverso da anáise. Porém, se chegamos a ago que seria faso admitir, o que é procurado será também faso. Na espécie probemática, supomos o que é desejado como sendo conhecido e então passamos, na ordem, por seus concomitantes (conseqüências), como se fossem verdadeiros, até ago admitido. Se a coisa admitida é possíve ou pode ser feita, isto é, se ea for o que os matemáticos chamam de dado, a coisa desejada será também possíve. A demonstração será novamente o inverso da anáise. Mas se chegamos a aguma coisa impossíve de admitir, o probema será também impossíve (Hintikka e Remes, 1983, p ). (Os itáicos são nossos). 36

5 Podemos dividir esse ocus cassicus em três momentos. No primeiro momento, encontramos uma descrição gera da anáise, mais precisamente, de um conjunto de instruções metodoógicas que parte daquio que é coocado como probema ou teorema inicia e que nos ordena, em seguida, a investigá-o para encontrar as condições para a sua soução ou para a sua prova. O segundo momento refere-se à descrição da síntese, em outras paavras, ao procedimento que reaiza o movimento inverso da suposta seqüência retrodutiva pecuiar à anáise. Por fim, no terceiro momento, deparamos com a descrição particuarizada da anáise nos seus dois tipos: a teórica e a probemática. No primeiro tipo, aquio que é buscado (zetoumenon) é uma proposição na qua a verdade precisa ser provada. No segundo tipo, aquio que é buscado é uma figura cuja construção é necessária para que seja mostrada a sua possibiidade 3. Diante da reativa escassez, na iteratura da Antigüidade, da descrição do método de anáise e síntese, dificutando, assim, a eucidação de passagens probemáticas através da eitura paraea e comparativa, abriu-se margem às mais variadas interpretações. Convém, tendo em vista o propósito de compreendermos a metodoogia de Kant na eaboração do texto O confito da facudade fiosófica com a facudade de direito e de reconhecermos inha interpretativa desse texto, destacar as principais eituras feitas do método e acompanhar, mesmo que sinteticamente, a argumentação destas, podendo, assim, avaiar a sua pausibiidade. Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P Para uma discussão entre a anáise teórica e a probemática, consute Heath (1956, p ) e Knorr (1986, p ). 37

6 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. 1.1 Interpretações do método anaítico e sintético As imprecisões presentes no reato de Pappus suscitaram peo menos três grandes questões na interpretação do procedimento anaítico e sintético, a saber, a questão sobre a direção da anáise, a que trata de seu caráter proposiciona ou construciona e a que evanta dúvidas sobre a descrição de um único método ou de duas formas distintas dee. Vae apontar que eas surgem a partir da descrição da anáise contida no primeiro e no terceiro momento do texto, segundo a divisão acima posta. Há quatro interpretações centrais sobre a direção da etapa anaítica. A primeira, representada por Heath, Duhame, Mahoney e Zeuthen, sustenta que as etapas anaíticas e sintéticas são dedutivas (sentido ógico, não cartesiano), sendo a anáise descendente e a síntese ascendente. A segunda, apontada por Cornford, defende o caráter (excusivamente) ascendente da anáise e sua natureza não dedutiva. A terceira é a eitura purimetodoógica defendida por Guey. Para Guey, Pappus desenvove duas abordagens do método. A parte I, descrição da etapa anaítica em si, favorece a eitura de Cornford e a parte III do reato pappusiano, referente à anáise teórica e probemática, priviegia a abordagem tradiciona. Por fim, Hintikka e Remes retomaram em termos a posição tradiciona, afirmando que o método anaítico e sintético dá-se por meio de regras ógicas e, aém disso, sugeriram ainda a compreensão da etapa anaítica como uma anáise de configurações (no caso da geometria, de anáisede-figuras ) e que a anáise é ascendente. Seguiremos, em inhas gerais, esta útima interpretação. A probemática acerca do sentido direciona da anáise tem origem, apoiando-nos em Hintikka e Remes, na 38

7 ambigüidade da expressão akóouthon. Este termo nos impede de determinar precisamente se a anáise consiste em descer em busca de conseqüências ógicas, isto é, se ea é um movimento que acompanharia a direção das inferências ógicas, ou se consiste em subir à procura de antecedentes do pressuposto inicia, ou seja, se ea traça uma trajetória que parte daquio que é buscado para dee retirar antecedentes, como atesta a expressão soução para trás. Os estudiosos pertencentes ao primeiro e ao segundo grupo de intérpretes (acima posto) têm contribuído mais significativamente na discussão da direção da anáise, visto que o terceiro busca engobar ambas, pecando assim, por não conseguir conciiar as diferentes partes da descrição de Pappus. Cornford (segunda eitura), ao interpretar a expressão akóouthon como seqüências ógicas, reconhece que os passos da anáise são apresentados tempora e não ogicamente, de modo que a anáise passa a ser mais um procedimento intuitivo do que dedutivo. A sua tese de apoio principa é a de que há uma impossibiidade ógica que afeta a pausibiidade da posição da anáise como movimento descendente, presente na interpretação do termo akóouthon como conseqüência ógica, a saber, se temos que p impica q, não se segue daí que tenhamos que q impique p (Hintikka e Remes, 1974, p. 12). Os defensores da anáise como movimento descendente (grupo tradiciona), por sua vez, atestam que as impicações devem ser encaradas como recíprocas e as apresentam como único caminho de garantia da conversibiidade do processo metodoógico em virtude da síntese. Em outros termos, buscam-se equivaências e não conseqüências. Seguindo a anáise reaizada por Hintikka e Remes, observamos que todas as questões em torno da direção da Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P

8 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. anáise acabam reduzindo o escopo das investigações a um âmbito meramente ógico. Assim sendo, a busca de soução para o probema direciona da anáise nos conduz a uma segunda probemática, qua seja, a do caráter proposiciona ou construciona do método anaítico e sintético. Em síntese, ao restringirmos o método às questões ógicas estamos tratando-o ou sob um ânguo proposiciona ou sob um ânguo construciona. Cabe embrar que essa probemática fomentou uma interpretação equivocada do método dos antigos geômetras, principamente, na Idade Média. Trata-se de uma eitura proposiciona do método, incentivada, provavemente, peo uso da expressão aristotéica anaítica nos Segundos Anaíticos. A soução para tamanho impasse vem justamente de onde tais probemáticas se formam, ou seja, na tradução da expressão akóouthon. Segundo Hintikka e Remes, o termo se ajusta mehor à expressão concomitante ou aquio que caminha junto com, preservando, assim, o caráter ascendente da anáise: Queremos sugerir que akóouthon, na descrição pappusiana de anáise e síntese não significa conseqüência ógica, mas é um termo muito vago para ago próximo de corresponde a, ou mehor, o que caminha junto com a concusão desejada nas premissas a partir das quais essa concusão pode ser deduzida [...]. Daí nossa tradução concomitante ao invés da tradução usua conseqüência (Hintikka e Remes, 1974, p. 14). (Os itáicos são nossos). Para fornecer uma base de sustentação a ta tradução esses estudiosos utiizaram eementos internos e externos do texto de Pappus. Os eementos internos são: a) a expressão akóouthon é sempre empregada na descrição do movimento 40

9 ascendente da anáise; b) o confrontamento com uma outra passagem do Coectio, de Pappus: [...] quem propõe um teorema, não importando como dee se tornou conhecedor, deve determinar a investigação daquio que caminha junto com o teorema nos axiomas, e que de nenhum outro modo poderia ee propor corretamente o teorema (Ibid., p. 14); e, por fim, c) a justificação na exposição da anáise teórica, presente no comentário de Pappus, de que não só a coisa buscada, mas a conseqüência deve ser considerada como existindo e como sendo necessária, advertência esta desnecessária, caso estivesse aí se referindo a akóouthon como conseqüência e não como concomitante, uma vez que já é sabido desde Aristótees que uma inferência dedutiva preserva a verdade. O eemento externo encontra-se apoiado na apreciação etimoógica feita por Patão, no Crátio, do termo akóouthon, em que traduz por aquio que tem o mesmo caminho. Portanto, assim procedendo, acreditamos, juntamente com Hintikka e Remes, que estamos reenviando o método anaítico ao berço dos antigos geômetras, no qua a anáise é um movimento ascendente e predomina o caráter construciona. A respeito da terceira ambigüidade, incerteza quanto ao termo anáise, temos de considerar que Pappus não faz uma descrição isoada do método, mas, sim, uma descrição do método de anáise e síntese, pois, do contrário, estaria descaracterizando o verdadeiro método (cf. Hintikka e Remes, 1974, p. 17). No reato descrito acima, Pappus utiiza no primeiro momento a paavra anáise para referir-se à metade do método geométrico inteiro e no terceiro momento para remeter ao método como um todo. A fim de evitar equívocos adotamos a expressão método combinado ou ainda a denominação das duas etapas envovidas (anáise e Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P

10 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. síntese) para nos referir ao método inteiro e a expressão anáise para descrever o primeiro movimento. Tendo circunscrito as principais obscuridades presentes no reato pappusiano do procedimento anaítico e sintético, passemos à exposição das etapas deste método. Podemos dividio em três momentos: primeiro, a enunciação 4, subdividida em: dados iniciais do teorema ou da soução do probema dedomena-, a coisa a ser buscada zetoumenon e a instanciação da coisa buscada ekthésis; segundo, a anáise, que se divide em duas etapas: a estrita (transformação), onde se assume a coisa buscada como verdadeira (possíve/rea) e investigam-se as suas condições, e a resoutiva, responsáve por provar a verdade das proposições encontradas ou a egitimação das construções feitas; e terceiro, a síntese, que abriga também dois movimentos: a construção, na qua a coisa buscada é reamente construída e egitimada pea etapa anaítica, e a prova, em que efetivamente se souciona a coisa buscada. O método advindo dos antigos geômetras abrangeu, no decorrer da história da matemática, três diferentes campos. Originariamente, o método combinado, de acordo com a descrição de Pappus, referia-se somente às entidades geométricas. A primeira generaização iniciou com Diofanto, consoidando-se com Viète e com Descartes. Trata-se da introdução das espécies para o campo de apicação do método anaítico e sintético, de sorte que o método passou a ser apicado tanto à geometria como à ágebra. A generaização feita por Descartes do método combinado para as grandezas 4 A enunciação não se encontra presente no reato de Pappus. Ea é mencionada por Procus numa citação de Thomas Heath na introdução dos Eementos de Eucides (p. 129). 42

11 em gera 5, acompanhando a ágebra moderna, é eaborada nas Regras para a direção do espírito e constitui o núceo da idéia cartesiana de mathesis universais, a qua, por sua vez, é peça principa da construção da nova ciência, segura e confiáve. É de inteira iniciativa cartesiana a universaização do método dos antigos geômetras. Nesta segunda generaização, o método combinado assume, aém dos eementos geométricos e agébricos, as proposições. Este fato ocorre em Descartes a partir do cogito. Em síntese, o procedimento anaítico e sintético passa a operar de proposições para proposições 6, obviamente, incuindo ainda as figuras e as espécies. Portanto, Descartes não faz apenas uso do método advindo dos antigos geômetras, repassado por Pappus e Diofanto, mas vai aém destes, ao generaizar o método de anáise, primeiro, para os eementos agébricos, segundo, para aém das discipinas matemáticas, utiizando-o em outros campos do saber, ao contrário dos gregos. Desta forma, Descartes é responsáve por readaptar o método anaítico sem se renegar como descendente. Vae notar que o autor auxiia no renascimento do método dos antigos geômetras, juntamente com outros pensadores dos sécuos XVI e XVII, e que este método passa a se tornar uma presença marcante na construção do pensamento moderno, como ocorre no caso de Kant. Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P Conforme oparic, a generaização do procedimento dos antigos gregos a todos os objetos medidos e ordenados indica também a abertura do método para todos os objetos da ciência natura. Cf. oparic (p. 140). 6 Exempos típicos da universaização do método combinado são as duas provas da existência de Deus. Uma reaizada pea via anaítica, ou seja, provada peos efeitos, presente nas Meditações, e a outra peo procedimento sintético, denominada de ontoógica, exposta nas Respostas às segundas objeções. 43

12 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. 1.2 Kant e o método dos antigos geômetras Com a finaidade de averiguarmos a pausibiidade da aproximação de Kant aos antigos geômetras, assim como o sucesso de nossa empresa, ançamos mãos a agumas evidências textuais identificadas por Hintikka, para quem, Kant não é senão um herdeiro do sentido construciona, e por oparic. Vae saientar que há uma certa dificudade na identificação das infuências do método anaítico e sintético nos textos de Kant, dada a não eaboração de uma teoria gera do método utiizado em sua fiosofia. Desta forma, as passagens que comprovam a utiização do método dos antigos geômetras se encontram espahadas em suas obras. Uma deas pode ser encontrada nos Proegômenos: O método anaítico, na medida em que é oposto ao sintético, é ago muito diferente de um agregado de proposições anaíticas. Isso quer dizer que começamos do que está sendo buscado como se já fosse dado, e subimos às condições sob as quais isso é possíve. Nesse método usamos freqüentemente apenas proposições sintéticas, como no exempo da anáise matemática, e tavez seja mehor chamá-o de método regressivo, em distinção ao método sintético ou progressivo (Kant, 1980, p. 22). (Os itáicos são nossos). Kant, sem dúvida, é conhecedor das características do método dos antigos geômetras, como deixa cara a divisão anáoga feita aos dois movimentos principais que compõem o método de anáise e síntese, a saber, método regressivo e progressivo. Aém disso, as afirmações começamos do que está sendo buscado e subimos as condições de sua possibiidade não negam a semehança ao reato pappusiano. Outro eemento que deve ser evado em conta na passagem 44

13 citada é a distinção, que Kant faz questão de frisar, entre o método anaítico e sintético e as proposições anaíticas e sintéticas. As útimas constituem os conteúdos sobre os quais o método estará operando, e eas se diferenciam à uz do sujeito e do predicado. As proposições anaíticas são aqueas em que o predicado encontra-se incuso no sujeito, de modo que o primeiro não traz nada de novo. Por outro ado, as proposições sintéticas são aqueas em que o predicado não se encontra incuso no sujeito, trazendo, assim, uma nova informação, um novo conhecimento. Neste sentido, vae destacar que o procedimento de anáise é formado predominantemente por proposições sintéticas, tendo em vista que é um procedimento de descoberta, de busca, contudo, possui também proposições anaíticas. Em outra passagem dos Proegômenos, encontramos uma referência, ainda que tímida, ao método combinado na organização de seus escritos: Na Crítica da razão pura procurei tratar desta questão (é, em gera, possíve a Metafísica) sinteticamente, ou seja, pesquisando na própria razão pura e procurando determinar nesta mesma fonte os eementos bem como as eis de seu uso puro segundo princípios [...] Os Proegômenos devem servir, ao contrário, de exercício preiminar; devem ser mais para mostrar o que se tem a fazer para trazer à reaidade uma ciência, onde for possíve, do que tentar expô-a. Ees devem [...] remontar às fontes que ainda não se conhecem [...]. O procedimento metódico dos Proegômenos, principamente daquees que devem preparar para uma futura metafísica, será, portanto, anaítico (Kant, 1980, p ). (Os itáicos são nossos). Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P

14 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. Temos aqui dois tipos de movimento. Por um ado, há uma transição do todo até as suas partes Proegômenos e, por outro, há uma transição das partes ao todo Crítica da razão pura. O primeiro é visto como um método heurístico, uma vez que é úti para mostrar o que se tem a fazer para trazer à reaidade uma ciência e, o segundo, sintético, serve para a exposição da ciência descoberta na anáise. Tais procedimentos estão em sintonia com o reato pappusiano e evidenciam que a nossa proposta, anaisar a estrutura metodoógica do texto O confito da facudade de fiosofia com a facudade de direito, não é irrisória, mas sim, pausíve. A fim de reforçamos a afirmação feita, citemos ainda uma passagem 7 extraída da Dissertação de 70: As paavras anáise e síntese têm comumente uma dupa acepção. Na acepção quaitativa, a síntese é uma progressão dentro da série de subordinadas, da condição ao condicionado; na acepção quantitativa, ea é uma progressão dentro da série 7 Há outras passagens identificadas por oparic e Hintikka e Remes, entre eas, destacaremos duas. A primeira extraída da Crítica da razão pura: numa representação sistemática daqueas idéias (Deus, iberdade e imortaidade), a referida ordem seria, enquanto sintética, a mais conveniente; mas na eaboração que necessariamente deve precedê-a, a ordem anaítica, que inverte a anterior, será a mais adequada, a fim de reaizar competamente o nosso grande projeto, capacitando-nos a começar daquio que é imediatamente dado na experiência (Kant, 1980, 395 n). A segunda, encontrada na ógica Transcendenta: o método anaítico é também chamado de método de descoberta (Methode des Erfindens). Para o propósito da popuaridade, o método anaítico é mais adequado; para o propósito da eaboração científica da cognição, porém, o mais adequado é o método sintético [...]. O método anaítico é oposto ao método sintético. O primeiro começa com a condiciona e com o que é fornecido e continua em direção aos princípios; o útimo vai dos princípios às conseqüências, ou do simpes ao composto (apud. oparic, 1982, p. 29). 46

15 de coordenadas, da parte, para seu compemento, no todo. Simetricamente, a anáise, no primeiro sentido, é uma regressão do condicionado à condição; no segundo, do todo às suas partes possíveis ou mediatas, isto é, às partes de suas partes; e assim ea não é a divisão, mas a subdivisão do composto dado (Kant, 1980, parágrafo 1 n). As acepções atribuídas à anáise e à síntese, a saber, a quaitativa respectivamente, passagem das conseqüências ao fundamento e vice-versa e a quantitativa respectivamente, transição dos compostos aos ingredientes e vice-versa correspondem, na mesma ordem, a descrição de Pappus da subdivisão do método de anáise e síntese em teórica e em probemática. É na acepção quantitativa, reacionada a esta útima espécie de anáise, que se procura os eementos para reaizar o que era desejado ser feito, na qua a coisa buscada não é proposiciona, porém uma figura geométrica. Vae aqui ressatar que Kant não se vae somente do tipo de prova proposiciona ou do tipo construciona, pois ambos são necessários, já que o que se quer não é apenas a prova de proposições, mas também a soução de um determinado probema. 2. Introdução ao texto de 1798 A obra O confito das facudades, pubicada em 1798, divide-se em três partes: a) o confito da facudade de fiosofia com a teoógica, b) o confito da facudade fiosófica com a facudade de direito, c) o confito da facudade fiosófica com a facudade de medicina. Essa divisão corresponde ao confito da facudade inferior, fiosofia, com as três facudades superiores, ordenadas peo grau de interesse do governo, respectivamente, a teoogia, o direito e a medicina. Esse Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P

16 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. confito das facudades 8, segundo Kant, se dá porque cada uma das facudades busca infuenciar o povo no que tange ao fomento do seu bem-estar (como o objetivo de ser considerada a mehor), opondo-se entre si para acançar este fim. Iremos nos deter no texto O confito da facudade fiosófica com a facudade de direito. Nosso objetivo é argumentar que este texto contém características metodoógicas simiares àqueas encontradas nas divisões e subdivisões do método combinado. A facudade de direito tem como finaidade preservar os bens contingentes mediante eis púbicas 9. A facudade de fiosofia, por sua vez, tem como objetivo a iberdade; ocupandose, assim, do que o homem pode e deve acrescentar ao seu ado, por exempo, viver honestamente, não fazer ma a ninguém, comportar-se com temperança no gozo e com paciência nas doenças, etc. Neste sentido, cabem aos juristas determinar a constituição e aos fiósofos dizer se ea é boa ou ma. O confito entre ambas pode ser sintetizado na questão: Como é possíve uma história a priori? Essa questão, reaizada pea razão pura, pode ser resovida na forma de pergunta peo progresso: A humanidade está em constante progresso para o mehor? Vae saientar que mehor é aqui entendido enquanto mehor constituição, ou seja, este mehor é definido juridicamente (mehor da razão e não referente ao aspecto bioógico). 8 Os confitos das facudades superiores com a inferior podem se apresentar de duas formas: iega, quando a facudade superior não deixa a facudade inferior utiizar a pubicidade para a exposição do confito e, ega, quando a exposição púbica é uma vertente para a verdade. 9 Em outras paavras, a facudade de direito vem satisfazer a necessidade de saber o que é meu e o que é seu. Desta maneira, apresenta-se a necessidade de uma constituição a fim de garantir a iguadade e a justiça para todos. 48

17 Vae saientar que Kant 10 distingue a história propriamente dita da história do mundo (Wetgeschichte). A primeira, discipina do entendimento, é composta apenas empiricamente; a segunda, discurso sobre o sentido necessário da história, por sua vez, possui, de uma certa maneira, um fiocondutor a priori. Ea é o projeto de redigir uma história (Geschichte) segundo uma idéia de como deveria ser o curso do mundo, se ee fosse adequado a certos fins racionais (Kant, 1784 apud. Terra, 1995, p. 156). O texto O confito das facudades é desenvovido de acordo com esta útima concepção de história. Considerando que nosso objetivo ao utiizar o método combinado não se remete à construção de um objeto da matemática quaquer, mas se refere às questões fiosóficas, faz-se necessário que haja uma adequação do conceito matemático às pecuiaridades das questões fiosóficas enfrentadas. Nessa perspectiva, é preciso determinar o que é um objeto da experiência possíve. Segundo Kant, se um conceito quaquer está em conexão com as condições formais da experiência, seu objeto é chamado de possíve (Kant, 1980, p. 286), ou seja, um juízo é possíve se ee pode ser verdadeiro ou faso em reação a um conjunto de objetos, e para que se Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P A fiosofia da história do sécuo XVII é marcada peo confronto entre a concepção inear de história e a cícica (Antiga Grécia). Segundo grande parte da bibiografia secundária, a noção inear de história surge com o judaísmo e é desenvovida peo cristianismo, principamente por Agostinho em Cidade de Deus. Mais tarde, esta concepção inear é retomada com Kant. Ambos pensadores têm como eemento chave para pensar o progresso na história o antagonismo, todavia, sob perspectivas distintas. Para Kant, o antagonismo encontra-se na concepção do homem os confitos entre as tendências diversas em cada homem e dos homens entre si e, em Santo Agostinho, o antagonismo está presente na reação do secuar e do divino. Cf. Terra, 1995, p

18 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. adquira conhecimento de um objeto é preciso que haja contato efetivo com o objeto. Essa descrição kantiana harmoniza-se com o reato de Pappus por ser o resutado de procedimentos tanto conceituais (discursivos) como construcionais (intuitivos). Cabe acrescentar aos objetos possíveis as proposições que podem ser verdadeiras de acordo com um modeo cujos eementos do domínio são os objetos possíveis. Deste modo, a concepção de objeto possíve permite: a) reconduzir as proposições sintéticas a priori a sua origem presumíve, ou seja, compreender que a pergunta pea possibiidade das proposições sintéticas a priori é o questionamento peas condições de determinação da verdade e da fasidade referente a um modeo construído no domínio dos objetos possíveis; b) determinar os imites do uso especuativo da razão, impedindoa de utrapassar o território de atuação dos objetos possíveis; c) evando em consideração o aspecto anterior, definir o campo de investigação do fiósofo especuativo, ou seja, a casse de probemas sobre os objetos possíveis passa a ser igua à casse dos probemas soúveis na fiosofia especuativa. Evitase, assim, o confronto com os probemas insoúveis (por exempo, Deus, iberdade, imortaidade), isto é, objetos impossíveis objetos que estão aém dos imites da experiência sensíve. Portanto, o método de anáise e síntese só pode ser apicado a juízos sintéticos a priori que podem ser supostos objetivamente váidos (verdadeiros) (oparic, 1999, p. 18). Escarecidos estes aspectos, podemos iniciar a eitura do texto O confito da facudade fiosófica com a facudade de direito sobre a ótica do método anaítico e sintético, buscando, assim, fazer corresponder os passos metodoógicos às principais 50

19 passagens do texto. Vae saientar que utiizaremos o método de anáise e síntese do tipo teórico, uma vez que aquio que é buscado é uma proposição cuja a verdade precisa ser provada. 2.1 A investigação da metodoogia kantiana à uz da geometria grega Os dados iniciais, ou seja, dedomena apresentados por Kant no texto supracitado são: a) exige-se um fragmento da história da humanidade do futuro, portanto, de uma história pré-anunciadora; b) este fragmento da história tem de ser de cunho mora; c) este por sua vez, deve abarcar todos os homens (universorum) e não apenas o conceito do gênero (singuorum) diga-se de passagem, que o conceito todo aqui utiizado refere-se a todos os que estão reunidos à vontade de formação de uma constituição; d) essas condições (destacado no item a,b e c) podem ser acançadas por intermédio de uma história divinatória do que está iminente no futuro, ou seja, enquanto descrição a priori dos eventos que então devem acontecer e, por fim, e) a história a priori é possíve se o próprio adivinho faz e organiza os eventos que previamente anuncia (Kant, 1993, p. 96). Vae ressatar quanto a este útimo item, que Kant o aborda, em um primeiro momento, em termos individuais e que ee possui uma espécie de circuariedade, dado que quem diz o futuro faz com este ocorra. Nesta perspectiva, o adivinho não acrescenta nada de absoutamente novo, mas apenas o que cada homem possui em si como fonte de dignidade, o dever incondiciona de reaizar o fim se sua razão (Herrero, 1991, p. 138). Há que se dizer que a previsibiidade não anua a iberdade, uma vez que o probema do homem encontra-se no caráter opaco das intenções e na vontade como ma radica. Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P

20 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. A coisa buscada zetoumenon é responder a questão: Como é possíve uma história a priori? Isto é, de que forma podese afirmar que existe uma história feita pea razão pura, portanto, uma história sem a presença de eementos da experiência? Como mencionado anteriormente, esta probemática pode ser resovida por uma outra questão, a saber, estará o gênero humano em constante progresso para o mehor? Na instanciação do que é buscado ekthésis Kant fornece três exempos buscando provar a possibiidade de se construir uma história a priori quando se advinha o que se faz e se organiza: primeiro, os profetas judeus que preveram a sua própria decadência; segundo, os poíticos ao buscarem encontrar os homens como ees são e não como benévoos fantasistas ; e, terceiro, os ecesiásticos ao preverem o coapso da reigião e a iminente aparição do Anticristo. Tendo apresentado a enunciação, passamos ao primeiro grande movimento do método combinado: a anáise. Na etapa da transformação considera-se, primeiro, o probema como existindo e sendo possíve e, segundo, investiga-se as suas condições de possibiidade. A primeira etapa corresponde à consideração de que é possíve uma história a priori a partir do postuado : se o próprio adivinho faz e organiza os eventos que previamente anuncia, em outras paavras, considera-se que há, houve, haverá progresso da humanidade para mehor. Cabe investigar agora as condições de possibiidade destas afirmações. Neste sentido, o primeiro passo de Kant é identificar e anaisar os tipos possíveis de predição. Três são os tipos de predições encontrados: primeiro, o gênero humano está em incessante regressão para o pior terrorismo; segundo, o gênero 52

21 humano está em constante progresso para o mehor na sua determinação mora eudemonismo; terceiro, o gênero humano está em eterna detença no estágio atua abderitismo. Ao anaisar cada predição isoadamente, Kant constata que os três casos são insustentáveis. No caso do terrorismo, porque teria como fim o aniquiamento; o eudemonismo, porque o efeito não pode ser maior que a causa, ou seja, tendo em vista que o bem e o ma permanecem sempre na mesma disposição, não se pode afirmar que a quantidade de bem pode aumentar na disposição; e o abderitismo, porque a sua conseqüência seria a inércia, uma atividade vazia. O segundo passo consiste na investigação do mecanismo, ou mehor, do ponto de vista que possibiitaria reaizar com sucesso uma história a priori. Neste sentido, investiga-se primeiro a possibiidade de resover imediatamente o probema do progresso pea experiência. Constata-se que somente por ea não se conhece, uma vez que os homens são ivres aos quais se pode, porventura, ditar de antemão o que devem fazer, mas não predizer o que farão (Kant, 1993, p. 99) podendo, assim, mudar o rumo das coisas. Deixa-se aqui uma acuna, ou seja, que tavez o caminho para responder a pergunta se a humanidade estará em constante progresso para o mehor esteja associada à experiência (evento sensíve). Em seguida, investiga-se o ponto de vista da observação divina (providência), mas também se constata a sua inviabiidade, dado que carece da conexão segundo as eis da natureza, impossibiitando de predizer o futuro. A terceira possibiidade cogitada é a suposição de que se o homem fosse dotado de uma vontade boa inata poderia ocorrer à progressão da sua espécie para mehor. Contudo, cabe advertir que devido à mistura presente de ma e bem, em si, ser desconhecida, não Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P

22 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. se pode ter uma certeza quanto ao resutado. Encerra-se, deste modo, a investigação das condições de possibiidade da confirmação de uma história a priori sobre a ótica do ponto de vista a ser dotado ou mecanismo. O terceiro passo, correspondente o tópico quinto do texto em estudo, consiste na passagem do adivinho que organiza os acontecimentos que prevê ( postuado em termos individuais) para a busca de uma característica no gênero humano ( todos que estão interessados na formação de uma constituição ) que possa garantir que ee mesmo seja a causa do progresso: deve ocorrer (no gênero humano) quaquer experiência que, enquanto evento, indica uma constituição e aptidão suas para ser causa do progresso para o mehor e (já que ta deve ser o ato de um ser dotado de iberdade) seu autor (Kant, 1993, p. 100). Deste modo, é possíve pensar no desenvovimento da humanidade e assim eaborar uma história a priori. Seguindo esta inha de pensamento, o passo seguinte é buscar dar conta da causa do progresso (cf. Ibid., p. 101). A busca pea causa do progresso, segundo Kant, deve seguir três passos: a) verificar a existência de uma causa desta natureza; b) mostrar que a causa agiu; c) isoar um certo acontecimento. Vae destacar que o acontecimento o signo de uma causa do progresso não representará somente o passado, mas também o presente e o futuro. Esse acontecimento não pode ser uma grande obra ou um crime importante, pois eas não contêm caráter de universaidade e podem vir a desaparecer. É preciso que neste acontecimento estejam presentes ao mesmo tempo duas características, a saber, a) a participação universa demonstrando um caráter 54

23 do gênero humano no seu conjunto; b) a participação desinteressada de todos demonstrando um caráter mora na disposição que, aiás, por ser condição de possibiidade de progressão para o mehor, já constitui ta progressão. Ee (o acontecimento) só pode ser a maneira como o espectador pensou e expressou as grandes revouções. Um dos acontecimentos que provocaram tais manifestações foi a revoução francesa (cf. Kant, 1993, p. 102). Entretanto, há que se dizer aqui que o eemento chave para provar o progresso não encontra na revoução francesa em si, ou seja, enquanto processo revoucionário, mas sim no que ea provoca nos espectadores, a saber, o entusiasmo. Este eemento é o responsáve o signo peo processo. A identificação da causa mora que atua constantemente no entusiasmo e a sua anáise compreende a segunda etapa do movimento da anáise, a saber, a resoução. O entusiasmo (neste caso) possui um dupo aspecto: primeiro, o direito do povo de formar sua própria constituição civi sem intervenção aheia; segundo, a constituição de um povo é egitima e moramente boa somente se é capaz de evitar, quanto a princípios, a guerra ofensiva e, segundo Kant, ta constituição não é outra a não ser a constituição repubicana. É caro que não se quer afirmar aqui que outras formas de governo não podem acançar o progresso, mas, simpesmente que, seja qua for a forma de governo deve tratar o povo segundo princípios conformes ao espírito das eis de iberdade (Ibid., p. 109), por exempo, que um monarca embora reine autocraticamente, governe, no entanto, de forma repubicana (Ibid.). Portanto, o entusiasmo ( apauso ) advindo da revoução francesa é o sina do progresso por não ser outra senão uma disposição mora do gênero humano (Ibid., p. Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P

24 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. 102). A participação de todos indica que o entusiasmo é autêntico e o verdadeiro entusiasmo refere-se sempre somente ao idea, isto é, ao puramente mora, e esse é o conceito de direito (cf. Ibid., p. 103). O passo seguinte dado por Kant corresponde ao segundo grande movimento do método de anáise e síntese: a construção. Nesta etapa constroem-se efetivamente o zetoumenon a coisa buscada de acordo com os dados no enunciado e os eementos descobertos e egitimados no movimento anaítico. No texto em estudo, esta etapa corresponde ao item sete (história antecipatória da humanidade): Deve haver no princípio ago de mora que a razão apresenta como puro, mas ao mesmo tempo também, em virtude da grande infuência e que faz época, como ago que põe diante dos ohos da ama do homem o dever reconhecido e que concerne ao gênero humano no todo da sua união (non singuorum sed universorum), cujo êxito conseguido e as tentativas a seu respeito são por ee acamados com tão universa e desinteressada simpatia. Esse acontecimento é o fenômeno não da revoução, mas (como se expressa o Sr. Erhard) da evoução de uma constituição de direito natura que, decerto, não se conquista ainda só ao preço de combates furiosos [...], mas que eva, no entanto, a aspirar a uma constituição que não pode ser beicosa, a saber, a constituição repubicana [...] (Kant, 1993, p. 104). (Os negritos são nossos). Como havíamos dito, o sina do progresso não se encontra na revoução, mas sim no modo de pensar que se manifesta em todos os seus espectadores. Trata-se da evoução de uma constituição de direito natura, o qua jamais se esquece na história da humanidade, e que se encontra em consonância 56

25 com a constituição repubicana. Constituição esta em que os que obedecem à ei devem ser, no seu conjunto, os seus egisadores. Chegamos, assim, ao útimo passo do método de anáise e síntese, a prova. Busca-se aqui apresentar a soução efetiva da coisa buscada zetoumenon, bem como tirar as suas conseqüências. evando em consideração as condições e a prova de suas possibiidades apontadas na etapa construtiva (item a e b), Kant decara: Ora afirmo que posso predizer ao gênero humano, mesmo sem o espírito de um visionário, segundo os aspectos e os augúrios dos nossos dias, a consecução deste fim e, ao mesmo tempo, a sua progressão para o mehor [...] (Ibid., p. 105). Vae ressatar que o adivinho, quer seja entendido enquanto indivíduo, ou quer seja entendido enquanto grupo, prognostica o futuro na exata medida em que depara com um signo de que é causa, portanto, na medida em que é autor da história segundo uma determinação raciona do agir. As principais conseqüências da constatação de que o gênero humano progrediu sempre para mehor e assim continuará a progredir no futuro, por tempo indeterminado, a menos que haja uma segunda revoução natura na qua a espécie humana será aniquiada a fim deixar outras criaturas entrarem em cena, são: o aumento da egaidade dos produtos da moraidade em ações de acordo com o dever, independentemente dos motivos causadores, de modo que empiricamente (peas experiências) perceberemos aos poucos a diminuição da vioência por parte dos poderosos, o aumento a dociidade às eis, resutando, assim, uma sociedade mais beneficente, com maior confiança na paavra dada, com uma Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P

26 SCHERER, FÁBIO CÉSAR. O CONFITO DA FACUDADE FIOSÓFICA COM A FACUDADE DE DIREITO SOB A ÓTICA DO MÉTODO DE ANÁISE E SÍNTESE. diminuição significativa de rixas nos processos, e, por fim, tais efeitos se estenderão aos povos na sua reação recíproca até à sociedade cosmopoita, mehorando, assim, o veícuo de transmissão do bem, a pubicidade (o seu mau funcionamento é tido como obstácuo para a progressão para o mehor universa). Antes de dar por acabado o exame das principais passagens do texto supracitado sobre a ótica do método combinado, vae observar qua será a ordem em que se deve esperar o progresso para o mehor. A resposta de Kant é simpes: não graças ao curso das coisas de baixo para cima, mas de cima para baixo (Kant, 1993, p. 110). O motor principa deste progresso advém da educação, projetada e posta em ação peo poder poítico soberano; entretanto, é necessário que, de tempos em tempos, ocorra uma reforma deste poder poítico, buscando uma evoução a fim de que aconteça um avanço no progresso para mehor. Considerando que a educação é reaizada peos próprios homens, e que estes são de natureza frági, deve se esperar como condição positiva na Sabedoria do Ato (providência) e no que se refere às reações entre os homens entre si, em uma sabedoria negativa: na qua tenham a guerra como maior obstácuo da mora de maneira que gradativamente possam avançar na formação da constituição. Concusão Considerando os eementos destacados acima somos evados a afirmar que Kant não somente é um herdeiro do método anaítico e sintético, assim como utiizou na eaboração do texto O confito da facudade fiosófica com a facudade de direito o método dos antigos geômetras. Por outro ado, 58

27 concuí-se que Kant consegue responder a questão-chave do texto supracitado, a saber, como é possíve uma história a priori, por intermédio da pergunta se o gênero humano está em constante progresso para o mehor, ao constatar que quando os indivíduos ou grupos fazem o que a opinião púbica considera que deva acontecer, por razões a priori, tornam-se possíveis juízos sintéticos a priori da história, de caráter narrativo, que antecipam a priori acontecimentos reais como resutados do progresso para o mehor (oparic, 2002, p. 21). Kaagatos - REVISTA DE FIOSOFIA DO MESTRADO ACADÊMICO EM FIOSOFIA DA UECE FORTAEZA, V.2 N.4, VERÃO 2005, P

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