ÍNDICE SISTEMÁTICO DO REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA

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1 ÍNDICE SISTEMÁTICO DO REGIMENTO INTERNO DA FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA TÍTULO I DA FACULDADE, DOS SEUS OBJETIVOS E DO RELACIONAMENTO COM A ENTIDADE MANTENEDORA (arts. 1º a 4º) 4 Capítulo I DA FACULDADE E DOS SEUS OBJETIVOS (arts. 1º a 3º) 4 Capítulo II DO RELACIONAMENTO COM A ENTIDADE MANTENEDORA (art. 4º) 5 TÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE (arts. 5º a 77) 5 Capítulo I DOS ÓRGÃOS (art. 5º) 5 Capítulo II DA DIRETORIA (arts. 6º a 11) 5 Seção I DAS ATRIBUIÇÕES DO DIRETOR (art. 10) 6 Seção II DO VICEDIRETOR (art. 11) 8 Capítulo III DA CONGREGAÇÃO (arts. 12 a 16) 8 Capítulo IV DO CONSELHO DEPARTAMENTAL (arts. 17 a 23) 10 Capítulo V DOS DEPARTAMENTOS (arts. 24 a 44) 12 Seção I DA COMPETÊNCIA DOS DEPARTAMENTOS (art. 35) 13 Seção II DAS ATRIBUIÇÕES DO CHEFE DE DEPARTAMENTO.(art. 36) 14 Seção III DAS REUNIÕES DO DEPARTAMENTO (arts. 37 a 44) 15 Capítulo VI DOS ÓRGÃOS AUXILIARES DA ADMINISTRAÇÃO (arts. 45 a 58) 15 Seção I DA SECRETARIA (arts. 47 a 49) 15 Seção II DA TESOURARIA (arts. 50 a 52) 16 Seção III DA CONTADORIA (arts. 53 a 55) 17 Seção IV DO ALMOXARIFADO (art. 56 ) 17 Seção V DA ZELADORIA (arts. 57 e 58) 17 Capítulo VII DOS ÓRGÃOS AUXILIARES DE APOIO PEDAGÓGICO (arts. 59 a 77) 17 Seção I DA BIBLIOTECA E DOS RECURSOS DE MULTIMÍDIA (arts. 59 a 67) 17 Seção II DAS ATIVIDADES JURÍDICOPEDAGÓGICAS (arts. 68 a77)...18 Subseção I DO NÚCLEO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E EXTENSIONISTAS (art. 72) 18 Subseção II DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA (arts. 73 e 74) 19 Subseção III DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA (art. 75) 19 Subseção IV DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA E PESQUISAS JURÍDICAS (arts. 76 e 77) 19 TÍTULO III DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS (arts. 78 a 108) 20 Capítulo I DA NATUREZA DOS CURSOS (art. 78) 20 Capítulo II DA ESTRUTURA DOS CURSOS (arts. 79 a 98) 20

2 Seção I DO CURSO DE GRADUAÇÃO (arts. 79 a 92) 20 Subseção I DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO DE PRÁTICA JURÍDICA (art. 89) 22 Subseção II DO ESTÁGIO PROFISSIONAL DE ADVOCACIA (art. 90) 23 Subseção III DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES (art. 91) 23 Subseção IV DOS TRABALHOS DE CURSO (art. 92) 23 Seção II DOS CURSOS DE PÓSGRADUAÇÃO (art. 93) 24 Seção III DOS CURSOS SEQÜENCIAIS (arts. 94 e 95) 25 Seção IV DOS CURSOS DE EXTENSÃO ACADÊMICA (arts. 96 e 97) 25 Seção V DOS CURSOS DE EDUCAÇÃO CONTINUADA E DE TREINAMENTO EM SERVIÇO (art. 98) 25 Capítulo III DO PROJETO PEDAGÓGICO (arts. 99 a 101) 25 Capítulo IV DA PESQUISA (arts. 102 a 104) 26 Capítulo V DA EXTENSÃO (arts. 105 a 107) 27 Capítulo VI DA AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL (art. 108) 27 TÍTULO IV DO REGIME DIDÁTICO (arts. 109 a 159) 28 Capítulo I DO CALENDÁRIO ESCOLAR (arts. 109 a 112) 28 Capítulo II DO PROCESSO SELETIVO (arts. 113 a 116) 28 Capítulo III DAS MATRÍCULAS (arts.117 a 127) 29 Capítulo IV DAS TRANSFERÊNCIAS E ADAPTAÇÕES (arts. 128 a 135) 30 Capítulo V DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM E DA FREQÜÊNCIA (arts. 136 a 155) 31 Capítulo VI DO REGIME ESPECIAL (arts. 156 a 158) 34 Capítulo VII DA INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR (art. 159) 34 TÍTULO V DA COMUNIDADE ACADÊMICA (arts.160 a 182) 34 Capítulo I DO CORPO DOCENTE (arts. 160 a 170) 34 Seção I DA COMPOSIÇÃO E CATEGORIAS (arts. 160 e 161) 35 Seção II DA CARREIRA DOCENTE (arts. 162 e 163) 35 Seção III DOS REGIMES DE TRABALHO (arts. 164 e 165) 35 Seção IV DOS CONCURSOS PÚBLICOS PARA INGRESSO NA CARREIRA DOCENTE (arts.166 e 167) 36 Seção V DOS DIREITOS,DOS DEVERES E DAS PROIBIÇÕES (arts. 168 a 170) 37 Capítulo II DO CORPO DISCENTE (arts. 171 a 179) 38 Seção I DA CONSTITUIÇÃO E REPRESENTAÇÃO (arts. 171 a 175) 38 Seção II DOS DIREITOS E DEVERES (arts. 176 e 177) 39 Seção III DA MONITORIA (arts. 178 e 179) 39 Capítulo III DO CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO (arts. 180 a 182) 40 TÍTULO VI DO REGIME DISCIPLINAR (arts. 183 a 204) 40 Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS (arts. 183 a 185)...40

3 Capítulo II DO REGIME DISCIPLINAR DO CORPO DOCENTE (arts. 186 a 193) 41 Capítulo III DO REGIME DISCIPLINAR DO CORPO DISCENTE (arts. 194 a 200) 42 Capítulo IV DO REGIME DISCIPLINAR DO CORPO TÉCNICO ADMINISTRATIVO (arts. 201 a 204) 43 TÍTULO VII DOS TÍTULOS E DIGNIDADES ACADÊMICAS (arts. 205 a 208) 44 Capítulo I DO GRAU, DIPLOMAS E CERTIFICADOS (arts. 205 a 207) 44 Capítulo II DOS TÍTULOS HONORÍFICOS (art. 208) 44 TÍTULO VIII DO PATRIMÔNIO, DOS RECURSOS E DO REGIME FINANCEIRO (arts. 209 a 218) 44 Capítulo I DO PATRIMÔNIO (art. 209) 44 Capítulo II DOS RECURSOS (arts. 210 a 212) 45 Capítulo III DO REGIME FINANCEIRO (arts. 213 a 218) 45 TÍTULO IX DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS (arts. 219 a 232) 46 Capítulo I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS (arts. 219 a 228) 46 Capítulo II DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS (arts. 229 a 232) 47 ANEXOS 48 ANEXO I COMPOSIÇÃO DOS DEPARTAMENTOS COM SUAS RESPECTIVAS MATÉRIAS E/OU DISCIPLINAS (art.28) 49 ANEXO II ORGANIZAÇÃO CURRICULAR (art. 82) 50 ANEXO III REGULAMENTO DO PROCESSO SELETIVO (art. 113). 51 ANEXO IV NÚMERO TOTAL DE VAGAS E POR PERÍODO (art. 115). 55

4 FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA REGIMENTO INTERNO TÍTULO I DA FACULDADE, DOS SEUS OBJETIVOS E DO RELACIONAMENTO COM A ENTIDADE MANTENEDORA CAPÍTULO I DA FACULDADE E DOS SEUS OBJETIVOS Art. 1º A FACULDADE DE DIREITO DE FRANCA, com sede e foro respectivamente no Município e Comarca de Franca, Estado de São Paulo, é uma instituição isolada de ensino superior, criada pela Lei Municipal nº. 657, de 08 de agosto de 1957, constituída sob forma de autarquia municipal, com personalidade jurídica de direito público, conforme Lei Municipal nº , de 20 de setembro de 1966, posteriormente alterada pela Lei Municipal nº , de 20 de novembro de 2000, mantida pela Prefeitura Municipal de Franca, sem fins lucrativos, reconhecida pelo Decreto Federal nº , de 26 de janeiro de 1961, dotada de autonomia didáticocientífica, administrativa, disciplinar, financeira e de gestão patrimonial. 1º A Faculdade de Direito de Franca regese pelo presente Regimento, pela legislação do ensino superior, pelas normas do Sistema de Ensino do Estado de São Paulo e, quando for o caso, pelo Sistema de Ensino Federal. 2º A Faculdade de Direito de Franca passará a ser denominada, doravante, apenas Faculdade. Art. 2º A Faculdade, como instituição de ensino superior, tem por objetivos: I criar, transmitir e desenvolver o saber e a cultura, em todos os aspectos específicos do campo das Ciências Jurídicas e áreas correlatas; II desenvolver processos de ensino, pesquisa e extensão, de serviços à comunidade, na busca do bem estar dos indivíduos, como expressão da cidadania; III estimular a criação cultural e o desenvolvimento do espírito científico e do pensamento reflexivo na área do Direito; IV formar graduados e pósgraduados nas diferentes áreas de conhecimento no campo das Ciências Jurídicas e áreas correlatas, aptos para inserção em setores profissionais e para participação no desenvolvimento da sociedade brasileira; V incentivar o trabalho de pesquisa e investigação científica, visando o desenvolvimento da ciência e da tecnologia e da criação e difusão da cultura, e, desse modo, desenvolver o entendimento do homem e do meio em que vive; VI promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber através do ensino, de publicações ou de outras formas de comunicação; VII criar, preservar, organizar e transmitir tal saber por meio do ensino na graduação e na pósgraduação; VIII organizar situações de educação continuada para permanente atualização dos profissionais do seu quadro e dos que, embora aposentados, continuam em exercício, na forma da lei. IX estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, em particular os nacionais e regionais, prestar serviços especializados à comunidade e estabelecer com esta uma relação de reciprocidade. Art. 3º A Faculdade poderá, sem prejuízo de sua autonomia, integrar ou incorporar outras instituições de ensino superior existentes ou que vierem a ser criadas no município de Franca e região, 4

5 mediante prévia audiência e aprovação dos órgãos colegiados competentes, com observância das normas vigentes sobre o assunto. CAPÍTULO II DO RELACIONAMENTO COM A ENTIDADE MANTENEDORA Art. 4º A Prefeitura Municipal de Franca é responsável, perante as autoridades públicas e o público em geral, pela Faculdade, incumbindolhe as medidas necessárias ao seu bom funcionamento, respeitados os limites da lei e deste Regimento, a liberdade acadêmica dos corpos docentes e discentes e a competência própria de seus órgãos deliberativos e executivos. Parágrafo único. A Faculdade é independente da Entidade Mantenedora, conforme o disposto no caput do art. 1º deste Regimento. TÍTULO II DA ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE CAPÍTULO I DOS ÓRGÃOS Art. 5º A administração da Faculdade é exercida pelos seguintes órgãos: I Diretoria; II Congregação; III Conselho Departamental; IV Departamentos. 1º Os serviços auxiliares da administração serão exercidos pelos seguintes órgãos: I Secretaria; II Tesouraria; III Contadoria; IV Almoxarifado; V Zeladoria. 2º As atividades de apoio pedagógico serão exercidas pelos seguintes órgãos: I Biblioteca e Recursos de Multimídia; II Atividades JurídicoPedagógicas,compreendendo os seguintes núcleos: a) Núcleo de Atividades Complementares e Extensionistas; b) Núcleo de Prática Jurídica; c) Núcleo de Assistência Jurídica; d) Núcleo de Informática e Pesquisas Jurídicas. CAPÍTULO II DA DIRETORIA Art. 6º A Diretoria, constituída de um Diretor e de um ViceDiretor, é órgão executivo, competindolhe dirigir, coordenar e fiscalizar as atividades de ensino, pesquisa, extensão e de administração escolar do Curso de graduação em Direito e dos demais cursos elencados nos incisos do art.78 deste Regimento. Art. 7º Os mandatos de Diretor e de ViceDiretor serão de quatro anos, permitida a reeleição consecutiva para o mesmo cargo, por um único período. 5

6 Art. 8º O processo eleitoral para a escolha dos candidatos a Diretor e a ViceDiretor ficará a cargo de uma Comissão Eleitoral designada pelo Conselho Departamental, com antecedência mínima de vinte dias do pleito. Art. 9º O Diretor e o ViceDiretor serão escolhidos pela Congregação, dentre os professores admitidos em caráter definitivo e em exercício na Faculdade, conforme normas do Conselho Estadual de Educação, mediante votação uni nominal secreta, para composição das listas tríplices respectivas. 1º Poderão concorrer às eleições para o Cargo de Diretor e de ViceDiretor,os docentes admitidos em caráter definitivo que atendam aos seguintes requisitos: I ser portador de título de mestre ou doutor, na área do Direito, reconhecido pelo Ministério da Educação; II ter cinco anos, no mínimo, de exercício docente efetivo, em caráter definitivo, prestado na Faculdade de Direito de Franca, até o último dia de inscrição no processo eleitoral; III ser portador de Diploma de curso superior na graduação em Direito; IV comprovar significativo saber jurídico, através do currículo Lattes. 2º A eleição será realizada com antecedência de trinta a sessenta dias do término dos mandatos de Diretor e ViceDiretor. 3º O Diretor e o ViceDiretor serão nomeados pelo Prefeito Municipal, com base nos nomes que compõem as listas tríplices, em obediência à Lei Orgânica do Município de Franca e demais dispositivos legais pertinentes. 4º Em sua ausência e impedimentos o Diretor será substituído pelo ViceDiretor. 5º No caso de vacância do cargo de Diretor, de ViceDiretor, antes do transcurso de dois anos da posse, promoverseá nova eleição no prazo de trinta dias, para um mandato complementar ao seu período restante. 6º No caso da vacância ocorrer após o transcurso de dois anos da posse, o ViceDiretor ocupará o cargo até o término do mandato. 7º No caso de impedimento ou ausência temporária do Diretor e do ViceDiretor, serão indicados para substituílos, mediante escolha pela Congregação, através de eleição por votação uninominal secreta, dois professores que preencham os requisitos consignados no 1º deste artigo. 8º Ocorrendo as situações previstas nos parágrafos 5º e 6ºº deste artigo, responderá provisoriamente, pela Direção ou pela ViceDireção, o professor com maior tempo de exercício docente na Faculdade e, em caso de empate, o mais idoso, observadas as condições constantes no 1º deste artigo. 9º A cada novo mandato a Faculdade comunicará ao Conselho Estadual de Educação o nome de seus dirigentes, enviando os respectivos currículos acompanhados de cópias da ata da reunião na qual foi elaborada a lista tríplice e do ato de nomeação e posse dos dirigentes. 10 O Diretor e o ViceDiretor tomarão posse em sessão solene da Congregação. SEÇÃO I DAS ATRIBUIÇÕES DO DIRETOR Art. 10. São atribuições do Diretor: I representar a Faculdade em juízo ou fora dele ou junto às pessoas e instituições públicas ou privadas; II convocar e presidir as reuniões da Congregação, do Conselho Departamental e da Comissão Interna de Avaliação (CIA); III supervisionar as atividades de ensino, pesquisa e extensão da Faculdade; IV supervisionar o planejamento, execução e avaliação das atividades jurídicopedagógicas; V supervisionar o planejamento, execução e avaliação das atividades previstas no Calendário Escolar, nos Programas de Avaliação Institucional e no Projeto Pedagógico; VI supervisionar as atividades da Comissão do Processo Seletivo para ingresso na Faculdade e para a matrícula de alunos recebidos por transferência; VII autorizar pedido de transferência de turno e aprovar o horário das provas bimestrais e dos exames finais de recuperação; 6

7 VIIIelaborar o plano anual de atividades da Faculdade, juntamente com o Conselho.Departamental e em harmonia com os Departamentos e submetêlo a aprovação da Congregação; IX propor a criação dos cursos previstos nos incisos do art. 78 deste Regimento; X cumprir e fazer cumprir as deliberações dos colegiados; XI expedir resoluções, portarias, ordens de serviço e outros atos necessários à coordenação e controle das atividades; XII elaborar, anualmente, assessorado pelo Conselho Departamental, a proposta orçamentária e encaminhála ao Prefeito Municipal dentro do prazo estabelecido por lei; XIII encaminhar ao Poder Executivo Municipal, encerrado o ano letivo, minucioso relatório das atividades desenvolvidas na Faculdade; XIV fiscalizar o cumprimento do regime escolar e a execução dos planos de ensino e horários do pessoal docente e técnico e administrativo; XV superintender os serviços administrativos; XVI zelar pela manutenção da ordem e disciplina no âmbito da Faculdade, respondendo por abuso ou omissão; XVII aprovar os membros das bancas examinadoras dos concursos públicos de provas e títulos do pessoal técnicoadministrativo, indicados por Comissão Coordenadora; XVIII admitir, remanejar e dispensar servidores administrativos, conforme as necessidades ocorrentes, na forma da lei; XIX conceder férias e licenças a professores e servidores; XX nomear, contratar, demitir, rescindir contratos de prestação de serviços e aposentar docentes e pessoal administrativo, na forma da lei; XXI dar posse e exercício a membros do corpo docente e a servidores; XXII designar comissões de inquérito e de sindicância; XXIII decidir sobre transferências de alunos, ouvido o Conselho Departamental, quando for o caso; XXIV aplicar penalidades e encaminhar ao Conselho Departamental quaisquer representações contra professores, ouvido o respectivo Departamento; XXV autorizar despesas, fiscalizar a aplicação de verbas e realizar aplicações financeiras; XXVI encerrar os termos de matrícula e exames; XXVII conferir grau, assinar diplomas, títulos, certificados escolares, termos de abertura de livros e outros documentos de responsabilidade da Faculdade, juntamente com o Secretário; XXVIII conceder bolsas de estudos em casos de absoluta carência, nos termos da legislação pertinente; XXIX propor a concessão de títulos honoríficos nos termos do art.208 deste Regimento; XXX encaminhar ao Prefeito Municipal no prazo de dez dias as listas tríplices elaboradas pela Congregação para a nomeação do Diretor e ViceDiretor; XXXI elaborar, de conformidade com as disponibilidades de tempo e com a natureza da matéria e/ou disciplina, os horários de aulas dos professores, o horário das horasatividade e de trabalho pedagógico, priorizando,quando possível, o tempo de docência na Faculdade; XXXII resolver sobre os casos omissos, ad referendum da Congregação; XXXIII designar os chefes e subchefes dos Departamentos, escolhidos nos termos do art.26 deste Regimento; XXXIV organizar, e fazer executar o Processo Seletivo, constituindo a Comissão incumbida da coordenação,elaboração,aplicação, correção das provas e classificação dos candidatos inscritos,ouvido o Conselho Departamental. XXXV fazer arrecadar a receita, efetuar a despesa e fiscalizar a aplicação de verbas, das obras e serviços necessários à Faculdade; XXXVI realizar empréstimos e convênios com órgãos e instituições públicas e/ou particulares, nacionais e estrangeiras, bem como delegar poderes a terceiros para a sua efetivação, ouvido o Conselho Departamental; XXXVII elaborar e remeter relatórios, prestações de contas, informações e demais documentos aos órgãos dos sistemas estadual e federal de ensino ou a qualquer outro; XXXVIII opinar sobre qualquer assunto que deva ser apreciado pelos colegiados da Faculdade; 7

8 XXXIX exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em lei e neste Regimento. SEÇÃO II DO VICEDIRETOR Art. 11. São atribuições do ViceDiretor: I substituir o Diretor em suas ausências e impedimentos; II assessorar o Diretor e os órgãos colegiados no exercício de suas funções; III participar das reuniões da Congregação, do Conselho Departamental e da Comissão Interna de Avaliação (CIA); IV exercer as atividades que lhe forem delegadas pelo Diretor; V coordenar as atividades de ensino, pesquisa e extensão, bem como a execução do regime didático e disciplinar da Faculdade; VI coordenar o planejamento, execução e avaliação das atividades jurídicopedagógicas; VII opinar sobre assunto de sua competência, a ser apreciado pelos colegiados da Faculdade, de acordo com este Regimento; VIII coordenar o planejamento,execução e avaliação das atividades previstas no Calendário Escolar, nos Programas de Avaliação Institucional e no Projeto Pedagógico; IX coordenar as atividades da Comissão do Processo Seletivo para ingresso na Faculdade e para a matrícula de alunos recebidos por transferência; X propor e coordenar as atividades de qualificação do corpo docente, técnico e administrativo; XI promover a articulação e integração das atividades de ensino, pesquisa e extensão da Faculdade; XII exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em lei e nas normas regimentais e regulamentares da Faculdade. CAPÍTULO III DA CONGREGAÇÃO Art. 12. A Congregação, órgão colegiado superior, de caráter normativo, consultivo e deliberativo da Faculdade no que concerne ao ensino, pesquisa e extensão, tem a seguinte composição: I Diretor, seu Presidente nato; II ViceDiretor; III corpo docente que ocupará setenta por cento dos assentos da Congregação, composto por docentes admitidos em caráter definitivo; IV representação discente do curso de graduação, na proporção de vinte por cento dos membros que integram a Congregação, com um número mínimo de dez, indicados pelo Diretório Acadêmico, sendo dois por série e, desses, um de cada período; V representação discente da PósGraduação, na proporção de um por cento dos membros que integram a Congregação, com o número fixo de um; VI representação do corpo administrativo na proporção de cinco por cento dos membros que integram a Congregação, com o número mínimo de dois; VII representação da sociedade civil organizada, na proporção de quatro por cento dos membros que integram a Congregação, em número fixo de dois, indicados pela Congregação. 1º Os representantes do corpo discente deverão estar regularmente matriculados no Curso de graduação em Direito, bem como em Curso de PósGraduação ministrado pela Faculdade. 2º A eleição dos representantes dos servidores será disciplinada e regulada por ato do Diretor. Art. 13. São atribuições da Congregação: I eleger os integrantes das listas tríplices para os cargos de Diretor e de ViceDiretor; II decidir sobre recursos referentes à composição das listas tríplices para os cargos de Diretor e de ViceDiretor; III constituir comissões especiais e transitórias; 8

9 IV julgar processo de acusação de improbidade administrativa do Diretor e do Vice Diretor, mediante relatório da Comissão de Inquérito designada pelo Conselho Departamental, pelo voto de dois terços dos membros em exercício; V julgar processo de demissão de membro do corpo docente, pelo voto da maioria absoluta dos membros em exercício; V julgar processo de demissão de membro do corpo docente e do corpo técnicoadmionistrativo,pelo voto da maioria absoluta dos membros em exercício; VI recursos interpostos contra decisões do Conselho Departamental; VII deliberar sobre aquisição de bens imóveis e veículos e aceitação de doações ou legados com encargos, aplicações, fixação de valores de taxas, emolumentos e anuidades escolares; VIII discutir, votar, aprovar e encaminhar ao Prefeito Municipal, se for o caso, plano de carreira para o corpo docente e para o corpo técnico e administrativo; IX conferir, por deliberação de dois terços de seus membros, títulos de Professor Emérito, Professor Honoris Causa, de Doutor Honoris Causa, prêmios e outras dignidades acadêmicas; X decidir sobre o reconhecimento de títulos acadêmicos, nos termos das normas do Direito Educacional; XI deliberar, por dois terços dos membros presentes, sobre as propostas de alteração do Regimento, conforme sugestão do Conselho Departamental, a serem encaminhadas ao Conselho Estadual de Educação; XII deliberar sobre a criação de órgãos, bem como a sua inserção na estrutura da Faculdade, conforme suas necessidades e, quando for o caso, encaminhar a respectiva proposta ao Prefeito Municipal; XIII homologar o Projeto Pedagógico e o Calendário Escolar da Faculdade; XIV convocar ou convidar pessoas estranhas à sua composição para prestar esclarecimentos ou informações; XV deliberar sobre a regulamentação e instituição de legislação específica para concessão de bolsas de estudos, a alunos comprovadamente carentes; XVI vincular os professores a seus respectivos Departamentos, de conformidade com a natureza da matéria e/ou disciplina ministrada; XVII decidir sobre programas de pesquisa e extensão de serviços à comunidade, propostos pelo Conselho Departamental ou pela Diretoria; XVIII aprovar os regulamentos dos órgãos de apoio pedagógico e da Comissão Interna de Avaliação Institucional (CIA), propostos pelo Conselho Departamental; XIX homologar a organização curricular do Curso de graduação em Direito e suas alterações, referentes a inclusão, exclusão, desdobramento ou junção de matérias e/ou disciplinas, bem como dos demais cursos elencados no art. 78 deste Regimento; XX apreciar o orçamento anual da Faculdade, mediante parecer do Conselho Departamental; XXI homologar convênios e outros instrumentos jurídicos que envolvam a Faculdade e outras instituições públicas e/ou privadas, nacionais e estrangeiras; XXII aprovar normas do Processo Seletivo, propostas pelo Conselho Departamental, bem como os integrantes da Comissão, composta pelo ViceDiretor, seu Presidente, e dois professores indicados pelo Diretor; XXIII deliberar sobre a fixação de vencimentos; XXIV decidir os recursos interpostos contra decisões dos demais órgãos, em matéria didáticocientífica e disciplinar; XXV aprovar e, se for o caso, submeter ao Conselho Estadual de Educação, cumpridas as disposições em vigor, indicação de candidatos ao exercício temporário ou precário da docência, ouvido previamente o Conselho Departamental; XXVI apurar a responsabilidade do Diretor e do ViceDiretor no cumprimento da legislação em vigor e do presente Regimento; XXVII deliberar e encaminhar ao Poder Executivo anteprojeto de lei visando a alienação de bens imóveis da Faculdade, pelo voto de 2/3(dois terços) de seus membros em exercício, observada a legislação vigente; XXVIII deliberar sobre a abertura de concursos públicos de provas e títulos para ingresso de professores; 9

10 XXIX aprovar propostas de criação, transformação e extinção de cursos com seus respectivos número de vagas e períodos de funcionamento, bem como de cargos e funções necessárias,encaminhandoas ao Prefeito Municipal,quando for o caso; XXX exercer as demais atribuições que lhe sejam previstas em lei e neste Regimento. Art. 14. A Congregação reunirseá: Iem sessão solene, independentemente de quorum, nos seguintes casos: a) para fins de colação de grau; b) para concessão de títulos honoríficos, nos termos do art. 208 deste Regimento; c) por ocasião da posse do Diretor e do ViceDiretor. IIem sessão ordinária, entre outros, nos seguintes casos: a) no início do ano letivo; b) no encerramento do ano letivo; c) para discutir e aprovar o Regimento Interno e o orçamento da Faculdade; d) para votação das listas tríplices para indicação de Diretor e do ViceDiretor. IIIem sessão extraordinária, entre outros, nos seguintes casos: a) por convocação do Diretor; b) por solicitação justificada de um terço de seus membros, com indicação minuciosa e fundamentada da pauta a ser discutida; c) para deliberar sobre a vacância do cargo de Diretor e/ou de ViceDiretor. 1º A Congregação, em primeira convocação se instalará com a presença de dois terços de seus membros, e, em segunda convocação, trinta minutos depois, com a presença da maioria absoluta de seus membros em exercício e, salvo deliberação regimental em contrário, suas decisões serão tomadas por maioria simples. 2º Entendese por maioria simples o voto de mais da metade dos presentes. 3º Terão direito a voto todos os membros da Congregação, exceto o membro interessado, particularmente em questão sujeita a deliberação, que poderá participar da discussão sem direito a voto, cabendo ao Diretor, o voto de qualidade. 4º É vedado o voto por procuração. 5º Por deliberação da maioria absoluta de seus membros, as votações na Congregação poderão ser secretas. 6º Qualquer membro poderá solicitar a consignação em ata a declaração de voto. 7º Quando houver matéria de interesse de qualquer membro do corpo docente, técnico e administrativo, a votação poderá ser feita mediante escrutínio secreto. 8º A votação poderá ser nominal, se aprovado pela maioria simples. 9º As deliberações da Congregação, de conformidade com sua importância e natureza, serão formalizadas em resoluções assinadas pelo seu Presidente. 10. Das sessões da Congregação serão lavradas atas. 11. O Secretário da Faculdade será o da Congregação, podendo, contudo, o Diretor designar um de seus membros como secretário ad hoc. Art. 15. Os membros da Congregação serão oficialmente convocados para as reuniões, mediante assinatura de protocolo em livro próprio ou comunicado, contendo a agenda dos trabalhos,com antecedência mínima de setenta e duas horas. Art. 16. Das decisões da Congregação caberá recurso ao Conselho Estadual de Educação, por estrita argüição de ilegalidade, no prazo de cinco dias, contados da publicação da decisão. CAPÍTULO IV DO CONSELHO DEPARTAMENTAL Art. 17. O Conselho Departamental é órgão normativo, consultivo e deliberativo da Faculdade, que coordena as atividades didáticopedagógicas, científicas, técnicas e culturais dos Departamentos. Art. 18. O Conselho Departamental é constituído: I pelo Diretor da Faculdade, seu Presidente, membro nato; II pelo ViceDiretor, membro nato; III pelos Chefes dos Departamentos do Curso de graduação em Direito; 10

11 IV por um representante docente da pósgraduação, escolhido por seus pares, vedada a recondução consecutiva; V por um representante discente da pósgraduação,vedada a recondução; VI por um representante discente do Curso de graduação em Direito, indicado pelo Diretório Acadêmico, vedada a recondução. Art. 19. O Diretor da Faculdade, no caso de empate, terá direito ao voto de qualidade. Art. 20. Os membros do Conselho Departamental terão os seguintes mandatos: I coincidentes com o exercício das respectivas funções, os previstos nos incisos I a III do art.18 deste Regimento; II dois anos, o previsto no inciso IV do art. 18 deste Regimento; III um ano, os previstos nos incisos V e VI do art. 18 deste Regimento. Art. 21. Compete ao Conselho Departamental: I coordenar e supervisionar os planos e atividades dos Departamentos e dos demais órgãos de apoio pedagógico; II aprovar, anualmente, o Calendário Escolar proposto pela Direção; III aprovar mudanças na organização curricular do Curso de graduação em Direito e demais cursos elencados no art. 78 deste Regimento, submetendoas à aprovação da Congregação; IV manifestarse sobre proposta orçamentária e plano de aplicação de recursos, bem como aprovar fundos especiais para custeio de programas específicos de natureza educacional e cultural; V opinar sobre a criação, modificação e extinção de órgãos e Departamentos; VI disciplinar, ouvidos os Departamentos, aproveitamento de estudos, transferências, dependência, adaptação, trancamento e cancelamento de matrícula e, jubilação; VII propor à Congregação, mediante solicitação dos Departamentos, a criação de cargos e funções docentes; VIII aprovar, a Comissão do Processo Seletivo, o Edital, para ingresso no Curso de Graduação em Direito e sugerir medidas relativas à sua realização, nos termos da legislação vigente; IX aprovar proposta de criação,modificação e extinção dos cursos relacionados no art. 78 deste Regimento,submetendoa à aprovação da Congregação, bem como opinar sobre seus respectivos projetos pedagógicos, de acordo com as normas e legislação vigentes; X propor o número de vagas e períodos de funcionamento do Curso de Graduação em Direito; XI opinar sobre a contratação dispensa e afastamento de docentes, propostos pelos Departamentos; XII constituir comissões, permanentes ou provisórias, com fins específicos de analisar problemas de ordem acadêmica e disciplinar e propor soluções e/ou penalidades; XIII sugerir medidas que visem o aperfeiçoamento e desenvolvimento das atividades da Faculdade e opinar sobre assuntos pertinentes que lhe sejam submetidos pelo Diretor; XIV aplicar a pena de transferência compulsória aos alunos e a de demissão aos docentes e funcionários, após julgamento pela Congregação; XV conhecer e opinar sobre representações contra professores e sugerir, se for o caso, a penalidade aplicável, para encaminhamento à Congregação; XVI deliberar sobre as normas para o exercício da função de Monitor, conforme proposta da Diretoria e/ou dos Departamentos; XVII designar comissão eleitoral que presidirá as eleições para os cargos de Diretor e de ViceDiretor; XVIII manifestarse sobre o balanço geral da Faculdade, observados os procedimentos e prazos fixados nos instrumentos formais competentes e normatizadores do encerramento do exercício e da execução orçamentária; XIX manifestarse sobre a proposta orçamentária da Faculdade para o exercício seguinte, observados os procedimentos e prazos fixados nos instrumentos formais competentes e normatizadores de sua elaboração; XX aprovar as normas dos concursos públicos de provas e títulos para ingresso na carreira docente e na carreira do pessoal técnicoadministrativo da Faculdade; XXI disciplinar o afastamento de pessoal docente e não docente para viagens de estudos ou freqüência a cursos; 11

12 XXII propor a Congregação a criação de cargos e funções, para futura aprovação dos órgãos competentes; XXIII opinar sobre aquisição de bens de elevado valor, alienação de bens móveis e aceitação de doações ou legados sem encargos; XXIV declarar vagos os cargos de Diretor e ViceDiretor, nos casos de renúncia ou falecimento dos titulares ou por incapacidade para o trabalho por prazo indeterminado através de atestado médico, por cumprimento de pena privativa de liberdade, por destituição deliberativa pela Congregação, devendo, de imediato, desencadear novo processo eleitoral para composição das listas tríplices, se for o caso; XXV designar comissão para avaliar procedência de denúncia escrita e firmada por, no mínimo, um terço dos membros da Congregação sobre improbidade administrativa do Diretor ou do ViceDiretor e posterior designação de Comissão de Sindicância; XXVI homologar a indicação dos responsáveis pelos órgãos auxiliares de apoio pedagógico, dos docentes dos cursos de graduação, pósgraduação, dos programas de pesquisa e de extensão; XXVII julgar recursos interpostos contra decisões da Diretoria e dos Departamentos; XXVIII colaborar com a Diretoria na aplicação do regime disciplinar; XXIX deliberar sobre encaminhamento à Congregação do resultado de sindicância referente à aplicação de pena disciplinar de transferência compulsória de aluno; XXX aprovar os regulamentos dos órgãos auxiliares de apoio pedagógico relacionados no Capítulo VII, Título II deste Regimento e da Comissão Interna de Avaliação Institucional (CIA), bem como regulamentar a concessão de prêmios e menções honrosas; XXXI aprovar as normas reguladoras do processo de avaliação da aprendizagem e do processo de avaliação institucional; XXXII deliberar sobre as horas semanais cumpridas fora da sala de aula, para complementação do regime de trabalho do corpo docente, em forma de pesquisa, orientação, coordenação, horaatividade e hora de trabalho pedagógico ou para a docência de matérias e/ou disciplinas optativas não incluídas no currículo do Curso de Graduação em Direito; XXXIII autorizar a publicação de livros, monografias de valor científico, periódicos, jornais, sob o patrocínio da Faculdade; XXXIV propor alterações nas normas regimentais e regulamentares da Faculdade; XXXV homologar a dispensa de matérias e/ou disciplinas, bem como a criação, transformação, extinção, redistribuição, desdobramento ou junção de disciplinas; XXXVI homologar os resultados das defesas de dissertação de mestrados e teses de doutorados; XXXVII exercer as demais atribuições previstas em lei e neste Regimento. Parágrafo único. Das decisões do Conselho Departamental cabe recurso à Congregação, no prazo de dez dias, contados da publicação ou ciência da decisão. Art. 22. O Conselho Departamental reunirseá, ordinariamente a cada bimestre, e, extraordinariamente, por convocação de seu Presidente ou de dois terços de seus membros. Art. 23. As reuniões do Conselho Departamental instalarseão com presença de dois terços de seus membros em primeira convocação e, pela sua maioria absoluta, em segunda convocação, trinta minutos após. 1º O Diretor, como Presidente do Conselho Departamental, só votará em caso de empate. 2º A votação poderá ser secreta quando a maioria dos presentes assim o decidir. 3º A ausência injustificada a três reuniões consecutivas ou cinco alternadas, acarretará a exclusão do membro, o que será decidido pelo próprio Conselho. 4º Das sessões do Conselho Departamental serão lavradas atas. 5º O Secretário da Faculdade será o do Conselho Departamental. CAPÍTULO V DOS DEPARTAMENTOS Art. 24. O Departamento é a menor unidade responsável pela organização didáticopedagógica, científica, técnica e cultural das matérias e/ou disciplinas que lhe são afetas e pela distribuição dos encargos de pessoal docente ligado a elas. 12

13 Art. 25. Compõem os Departamentos os professores das matérias e/ou disciplinas da organização curricular do Curso de graduação em Direito da Faculdade e da representação discente na proporção de um quinto de seus membros, indicados pelo Diretório Acadêmico. Art. 26. O Departamento será dirigido por um Chefe, substituído em suas faltas e impedimentos, por um Subchefe, escolhidos pelos docentes que integram o Departamento, mediante votação uninominal secreta, coordenado por Comissão interna. Parágrafo único. Ao Diretor e ao ViceDiretor da Faculdade é vedado exercer as funções de Chefe e Subchefe de Departamento. Art. 27. O mandato do Chefe e do Subchefe será de dois anos, permitida a recondução uma única vez e dos representantes do corpo discente, de um ano, vedada a recondução; Art. 28. Os Departamentos, com as respectivas matérias e/ou disciplinas, figuram anexo ao presente Regimento (ANEXO I). Art. 29. O Departamento terá instalações próprias, destinadas ao seu funcionamento. Art. 30. O Departamento poderá receber doações, legados ou subvenções, que passarão a integrar a receita e o patrimônio da Faculdade. Art. 31. Ao Departamento será destinada, anualmente, uma verba consignada no orçamento da Faculdade, para a cobertura de suas despesas. Art. 32. Todas as despesas do Departamento, por conta de verba orçamentária, serão previamente autorizadas pelo Diretor da Faculdade. Art. 33. A fiscalização, contabilização e pagamento das despesas do Departamento serão realizadas por setor competente da Faculdade. Art. 34. Ao chefe do Departamento caberá prestar contas ao Diretor da Faculdade de todas as despesas efetuadas. SEÇÃO I DA COMPETÊNCIA DOS DEPARTAMENTOS Art. 35. São atribuições dos Departamentos: I elaborar seu próprio Regulamento; II eleger seu Chefe e Subchefe; III elaborar, antes do início do ano letivo, o seu plano de atividades, atribuindo encargos de ensino, pesquisa e extensão aos seus membros, com cópia para o Diretor e ViceDiretor da Faculdade; IV aprovar os planos de ensino, de pesquisa e extensão elaborados pelos docentes, mediante exame da compatibilidade entre os seus objetivos e da integração dos respectivos conteúdos programáticos, submetendoos, em seguida por intermédio do Diretor da Faculdade, ao Conselho Departamental; V coordenar e fiscalizar o desenvolvimento das atividades didáticopegagógicas dos docentes, bem como a plena execução dos planos de ensino e o exato cumprimento da carga horária anual das respectivas matérias e/ou disciplinas; VI supervisionar o ensino das matérias e/ou disciplinas do curso superior de graduação em Direito e dos cursos de pósgraduação, extensão e outros; VII supervisionar os projetos de pesquisa de alunos e professores; VIII orientar, coordenar e fiscalizar as atividades dos monitores vinculados ao Departamento; IX propor a admissão, promoção e demissão dos professores vinculados ao Departamento, submetendo o assunto ao Conselho Departamental e à Congregação, observada a legislação vigente; X propor ao Conselho Departamental a criação dos cursos previstos nos incisos do art. 78 deste Regimento, bem como a inclusão, exclusão,desdobramento ou junção de novas matérias e/ou disciplinas na organização curricular do Curso de graduação em Direito e dos demais cursos. XI concorrer para a integração do aluno à Faculdade; XII emitir parecer conclusivo a respeito de adaptação, aproveitamento de estudos, observando o que dispuser a legislação vigente e este Regimento; XIII propor ao Conselho Departamental a criação de cargos ou funções no Departamento, mediante justificativa devidamente fundamentada; 13

14 XIV acolher, para estudo e solução, todas as sugestões e reivindicações do corpo discente, apresentadas, por escrito ou verbalmente, por seu representante no Departamento; XV propor ao Diretor da Faculdade a compra de livros e periódicos especializados, ou material didático e recursos de multimídia; XVI responder às consultas formuladas pelo Diretor e demais membros da comunidade acadêmica; XVII propor ao Conselho Departamental, a publicação de livros, revistas, jornais, ou quaisquer outros meios de divulgação cultural; XVIII propor ao Diretor da Faculdade a formalização de convênios ou acordos culturais com entidades nacionais e estrangeiras, objetivando a melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão; XIX elaborar o relatório anual das atividades do Departamento e submetêlo à aprovação do Conselho Departamental e do Diretor da Faculdade; XX manifestarse sobre os pedidos de licença e afastamento de seus professores dirigidos ao Diretor; XXI decidir sobre recursos interpostos ao Chefe do Departamento; XXII decidir sobre os casos disciplinares que lhe forem propostos pelo Chefe do Departamento; XXIII apreciar os critérios de avaliação da aprendizagem dos docentes em suas respectivas matérias e/ou disciplinas integrantes do Departamento; XXIV contribuir para o aperfeiçoamento de suas atividades e exercer as demais atribuições previstas neste Regimento e nos regulamentos,bem como as que lhes forem delegadas pelos órgãos colegiados da Faculdade e dos sistemas de ensino estadual e federal. SEÇÃO II DAS ATRIBUIÇÕES DO CHEFE DE DEPARTAMENTO Art. 36. Compete ao Chefe do Departamento: I convocar e presidir as reuniões do Departamento, designando secretário ad hoc; II representar o Departamento junto à Congregação; III participar das reuniões do Conselho Departamental; IV executar e fazer cumprir, no âmbito do Departamento, as deliberações da Congregação, do Conselho Departamental e da Direção da Faculdade; V elaborar, com a colaboração de seus membros, o Regulamento próprio do Departamento, submetendoo à apreciação do Conselho Departamental; VI coordenar as atividades didáticopedagógicas e técnicoadministrativas do Departamento; VII instruir os processos que devam ser submetidos à Congregação, ao Conselho Departamental e à Direção da Faculdade; VIII encaminhar ao Diretor as eventuais solicitações de docentes, visando a prorrogação do período das aulas para a plena execução dos planos de ensino ou carga horária do período letivo; IX apreciar os planos de ensino e os programas de pesquisa e extensão; X supervisionar as atividades didáticopedagógicas, científicas, técnicas e culturais dos docentes e discentes; XI controlar a freqüência do pessoal docente e administrativo do Departamento; XII assessorar o Diretor em tudo aquilo que for indispensável ao aperfeiçoamento didáticopedagógico, científico, técnico, cultural e administrativo da Faculdade; XIII estabelecer, com os Chefes dos demais Departamentos, contatos periódicos, mantendoos informados das atividades do Departamento e estudar medidas conjuntas para a melhoria da qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão da Faculdade; XIV cumprir e fazer cumprir as deliberações do Departamento e demais atribuições que lhe forem conferidas por este Regimento. 14

15 SEÇÃO III DAS REUNIÕES DO DEPARTAMENTO Art. 37. O Departamento reunirseá, obrigatoriamente, uma vez por bimestre, em sessão ordinária, e, extraordinariamente, toda vez que for necessário. Art. 38. As reuniões ordinárias serão convocadas com antecedência mínima de dez dias para que sejam realizadas em dia e horário convenientes, a fim de não prejudicarem as atividades escolares e possibilitarem o comparecimento de todos os seus membros. Art. 39. As reuniões extraordinárias serão convocadas com a antecedência de setenta e duas horas, por iniciativa do Chefe do Departamento ou por solicitação escrita de qualquer dos seus membros, subscrita por um terço de seus integrantes, com a indicação minuciosa e fundamentada do respectivo assunto a ser tratado. Art. 40. O comparecimento às reuniões do Departamento será obrigatório e remunerado mediante prólabore, na forma regulamentar. 1º O docente que faltar à reunião ordinária, não fará jus ao prólabore. 2º O docente que não comparecer à reunião extraordinária, salvo por motivo justo devidamente comprovado, sofrerá desconto em seus vencimentos equivalente a duas aulas, por reunião. Art. 41. O Chefe do Departamento receberá, durante o seu mandato, a título de prólabore, uma importância mensal a ser fixada pela Congregação. Art. 42. As deliberações do Departamento serão tomadas pelo voto da maioria simples dos membros presentes. Art. 43. Das reuniões será lavrada ata, assinada por todos os membros presentes, na qual serão sumariadas as deliberações havidas, e da qual se extrairá cópia para ser encaminhada ao Diretor e ViceDiretor da Faculdade. Art. 44. O Diretor e o ViceDiretor da Faculdade deverão ter prévio conhecimento das reuniões do Departamento, sendolhes facultada a participação nos trabalhos, sem direito, porém, a voto, a não ser que, pela própria docência integrem o Departamento. CAPÍTULO VI DOS ÓRGÃOS AUXILIARES DA ADMINISTRAÇÃO Art. 45. São órgãos auxiliares da Administração subordinados diretamente à Diretoria da Faculdade: I Secretaria; II Tesouraria; III Contadoria; IV Almoxarifado; V Zeladoria. Art. 46. A admissão de servidor para os órgãos auxiliares da Administração se fará mediante Concurso Público de Provas e Títulos, organizado pelo Diretor da Faculdade. Parágrafo único. O corpo administrativo será representado nos colegiados acadêmicos da Faculdade na proporção de um décimo de seus membros em efetivo exercício, com o número mínimo de dois. SEÇÃO I DA SECRETARIA Art. 47. A Secretaria, órgão encarregado dos serviços administrativos da Faculdade, é dirigida por um Secretário. Art. 48. Compete ao Secretário: I responder, perante o Diretor, pelo expediente e serviços da Secretaria; II manter sempre atualizados os serviços gerais da Secretaria; 15

16 III planejar, dirigir, coordenar e fiscalizar os serviços da Secretaria; IV colaborar com o Diretor na organização e execução dos Processos Seletivos; V distribuir os serviços da Secretaria entre os servidores que a integram, dirigindo, coordenando e fiscalizando a sua execução; VI informar ou instruir requerimentos ou processos que tiverem de ser submetidos ao Diretor, aos Departamentos, ao Conselho Departamental, à Congregação e aos órgãos de apoio pedagógico e administrativo.; VII cumprir e fazer cumprir os despachos e determinações do Diretor; VIII secretariar as reuniões da Congregação e do Conselho Departamental, lavrando as respectivas atas; IX fazer publicar, nos locais adequados, todas as informações e dados sobre as atividades escolares; X abrir e encerrar, com o Diretor, os termos nos livros destinados às atividades escolares; XI apresentar ao Diretor os dados necessários à elaboração de relatórios a serem encaminhados aos órgãos dos sistemas de ensino, estadual e federal, conforme o caso; XII controlar a freqüência do pessoal administrativo e do corpo docente da Faculdade, informando mensalmente o Diretor e a Tesouraria sobre as faltas apuradas; XIII assinar, com o Diretor, diplomas, certificados, atestados e outros documentos; XIV apresentar ao Diretor, mensalmente, a relação dos professores que deixaram de cumprir a carga horária, indicando, inclusive, o número de aulas sujeito à reposição; XV colaborar com o Diretor pela manutenção da disciplina e da ordem nas dependências da Faculdade; XVI controlar e fiscalizar, nos prazos estabelecidos, a entrega de provas, trabalhos, boletins de notas, listas de presença, planos de ensino e outros documentos de responsabilidade dos professores; XVII manter sob sua guarda, devidamente atualizada, toda documentação relativa a atos escolares, à vida funcional dos docentes, bem como à vida escolar dos discentes; XVIII inspecionar os serviços de limpeza e a guarda do prédio da Faculdade, levando ao conhecimento do Diretor as irregularidades ou omissões porventura apuradas; Parágrafo único. Sob pena de responsabilidade do Secretário, nenhum documento será retirado da Secretaria sem autorização expressa do Diretor. Art. 49. Os servidores designados para a Secretaria estão subordinados ao Secretário, cabendolhes executar os serviços que lhes forem atribuídos. Parágrafo único. Nas ausências e impedimentos do Secretário, será designado pelo Diretor um funcionário para substituílo. SEÇÃO II DA TESOURARIA Art. 50. A Tesouraria, órgão responsável pela fiscalização e controle do movimento financeiro da Faculdade, com a incumbência de efetuar recebimentos e pagamentos, é dirigida por um Tesoureiro. Art. 51. Compete ao Tesoureiro: I receber e dar quitação; II efetuar, de acordo com as disposições legais, os pagamentos que lhe forem autorizados, mediante recibos específicos; III prestar contas, diariamente, à Contadoria; IV prestar contas ao Diretor, quando solicitado; V organizar e manter atualizado o fichário de recebimento dos alunos; VIpreparar boletins diários de recebimento e pagamento, bem como balancetes mensais, que serão fornecidos à Contadoria e ao Diretor; VII assinar, com o Diretor, os cheques, ordens de pagamento e demais documentos que importem em movimentação financeira; VIII colaborar com a Contadoria e a Diretoria na elaboração do orçamento. Art. 52. Os servidores designados para a Tesouraria estão subordinados ao Tesoureiro, cabendolhes executar os serviços que lhes forem atribuídos. 16

17 Parágrafo único. Nas ausências e impedimentos do Tesoureiro será designado pelo Diretor um funcionário para substituílo. SEÇÃO III DA CONTADORIA Art. 53. A Contadoria, órgão encarregado dos serviços de contabilidade, é dirigida por um Contador. Art. 54. Compete ao Contador, além de outras atribuições que lhes são próprias: I dirigir toda a contabilidade da Faculdade; II elaborar a folha de pagamento; III auxiliar o Diretor na elaboração do orçamento da Faculdade; IV encarregarse dos atos formais referentes às admissões e demissões do pessoal docente e administrativo; V registrar em livros próprios todos os atos contábeis; VI manter sob sua guarda todos os documentos contábeis. Art. 55. Os servidores designados para a Contadoria estão subordinados ao Contador, cabendolhes executar os serviços que lhes forem atribuídos. Parágrafo único. Nas ausências e impedimentos do Contador, será designado pelo Diretor um funcionário para substituílo. SEÇÃO IV DO ALMOXARIFADO Art. 56. O Almoxarifado, órgão encarregado da guarda e do controle dos bens móveis e do material de consumo da Faculdade, é dirigido por um almoxarife. Parágrafo único. Os servidores do Almoxarifado estão subordinados à Secretaria, cabendolhes executar os serviços que lhes forem atribuídos. SEÇÃO V DA ZELADORIA Art. 57. A Zeladoria é o órgão que compreende os serviços de vigilância, limpeza e conservação das instalações da Faculdade. Art. 58. Os serviços da Zeladoria serão executados por serventes, bedéis, porteiros e ajudante geral, subordinados à Secretaria da Faculdade. CAPÍTULO VII DOS ÓRGÃOS AUXILIARES DE APOIO PEDAGÓGICO SEÇÃO I DA BIBLIOTECA E DOS RECURSOS DE MULTIMÍDIA Art. 59. A Faculdade manterá uma Biblioteca Central, cuja natureza, finalidades, estrutura organizacional e física, funcionamento, sistema de informação, de classificação e de catalogação, regime disciplinar e atribuições do Bibliotecário e dos demais servidores, serão disciplinados por Regulamento próprio, proposto pelo Conselho Departamental e aprovado pela Congregação. Art. 60. A Biblioteca Central será destinada ao uso dos alunos e professores, podendo ser aberta ao público, de acordo com as normas que forem estabelecidas. 17

18 Art. 61. Cada Departamento poderá ter sua biblioteca própria, que será subordinada, para efeito de organização e funcionamento, à Biblioteca Central. Art. 62. A Biblioteca Central funcionará diariamente, durante os períodos de trabalho escolar, no decorrer das férias, e em horários especiais estabelecidos no seu regulamento. Art. 63. Caberá ao Diretor da Faculdade indicar o Bibliotecário e os demais servidores da Biblioteca, devendo recair a escolha do primeiro, em profissional legalmente habilitado, subordinado diretamente à Direção da Faculdade. Parágrafo único. Os servidores da Biblioteca Central estarão subordinados diretamente ao Bibliotecário. Art. 64. As atividades dos Recursos de Multimídia proporcionarão o devido suporte técnicopedagógico ao processo de ensinoaprendizagem, aos planos, programas e projetos de pesquisa e de extensão. Art. 65. A natureza, finalidades, organização, funcionamento, infraestrutura física e atribuições do Coordenador dos Recursos de Multimídia e de seus auxiliares serão disciplinados em Regulamento próprio,proposto pelo Conselho Departamental e aprovado pela Congregação. Art. 66. A comunidade acadêmica da Faculdade, composta de docentes, discentes, pessoal técnico e administrativo terão prioridade como usuários dos Recursos de Multimídia. Art. 67. Os recursos de multimídia disponíveis aos usuários em correlação pedagógica com as experiências curriculares compreenderão: I videoteca, cedeteca, filmacoteca, hemeroteca; IImateriais de suporte (discos, disquetes, microfilmes, slides, fitas magnéticas, xerocópias, periódicos, mapas e plantas); III aparelhos e equipamentos eletrônicos (televisor, vídeocassete, DVD, computador, laptop, xerocopiadora, projetor, retro projetor, aparelho de som); IV demais recursos de multimídia. SEÇÃO II DAS ATIVIDADES JURÍDICOPEDAGÓGICAS Art. 68. As atividades jurídicopedagógicas integram e complementam o processo didáticopedagógico na sua tríplice dimensão de ensino, pesquisa e extensão, concorrendo para a consecução de objetivos no campo teórico, prático e assistencial. Art. 69. As atividades jurídicopedagógicas, parte integrante do Projeto Pedagógico da Faculdade, serão desenvolvidas pelos seguintes núcleos: I Núcleo de Atividades Complementares e Extensionistas; II Núcleo de Prática Jurídica; III Núcleo de Assistência Judiciária; IV Núcleo de Informática e Pesquisas Jurídicas. Art. 70. Os Núcleos de Atividades Complementares e Extensionistas, de Prática Jurídica, de Assistência Judiciária e de Informática e Pesquisas Jurídicas terão Coordenadores indicados pelo Diretor e aprovados pelo Conselho Departamental, devendo o Coordenador do Núcleo de Assistência Judiciária ser advogado militante, com pelo menos três anos de experiência profissional, devidamente comprovada. Parágrafo único. A jornada semanal do Coordenador não poderá ultrapassar quarenta horas semanais de trabalho, nesta incluídas as horasaula ministradas em sala de aula, quando for o caso. Art. 71. Os Núcleos de Atividades Complementares e Extensionistas, de Prática Jurídica, de Assistência Judiciária e de Informática e Pesquisas Jurídicas regerseão por regulamentos próprios, observadas as normas deste Regimento, em especial às do ensino, pesquisa e extensão. 18 Subseção I DO NÚCLEO DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES E EXTENSIONISTAS Art. 72. Compete ao Núcleo de Atividades Complementares e Extensionistas, o planejamento, a execução, o controle,a avaliação e o registro das atividades complementares

19 cumpridas pelos alunos, ao longo do curso, bem como das atividades de monitoria e extensionistas, conforme o disposto nos arts. 91, 105 a 107 e 178 deste Regimento. Subseção II DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Art. 73. Compete ao Núcleo de Prática Jurídica, o planejamento, a execução, o controle, a avaliação e o registro das atividades práticas simuladas e reais, envolvendo o estágio curricular supervisionado e o estágio profissional de advocacia, conforme o disposto nos artigos 92 e 93 deste Regimento. Art. 74. O estágio supervisionado é componente curricular obrigatório, indispensável à consolidação dos desempenhos profissionais desejados, inerentes ao perfil do formando, devendo ser realizado na própria Faculdade, conforme normas regulamentares propostas pelo Conselho Departamental e aprovadas pela Congregação. Parágrafo único. O estágio supervisionado poderá, em parte, contemplar convênios com outras instituições, escritórios de advocacia, em serviços de assistência judiciária da instituição, do Poder Judiciário, do Ministério Público, da Defensoria Pública e departamentos jurídicos oficiais, importando, em qualquer caso, na supervisão das atividades e na elaboração de relatórios a serem encaminhados ao Núcleo de Prática Jurídica. Subseção III DO NÚCLEO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA Art. 75. Compete ao Núcleo de Assistência Judiciária o planejamento, a execução, o controle e a avaliação de suas atividades assistenciais de caráter judiciário e de forma gratuita, aos carentes de recursos financeiros. 1º As atividades do Núcleo de Assistência Judiciária são voltadas para os alunos da Faculdade e sua participação dependerá de inscrição e aprovação em Processo Seletivo e obedecerá a um sistema de revezamento para que todos os aprovados e classificados possam se beneficiar com tais atividades. 2º A prova do Processo Seletivo será elaborada, executada e avaliada por uma Comissão proposta pelo Coordenador do Núcleo de Assistência Judiciária e aprovada pela Direção. 3º As atividades de Assistência Judiciária gratuita, desenvolvidas pelos alunos, poderão ser computadas para as horas de estágio curricular supervisionado, a critério do Coordenador e dos docentes que integram o Núcleo de Prática Jurídica. Subseção IV DO NÚCLEO DE INFORMÁTICA E PESQUISAS JURÍDICAS Art. 76. Compete ao Núcleo de Informática e Pesquisas Jurídicas o planejamento, a execução, o controle e a avaliação das atividades na área da informática e da pesquisa de alunos e professores, priorizando os trabalhos de iniciação científica, em especial o Trabalho de Curso, como componente curricular obrigatório, desenvolvido individualmente, conforme normas regulamentares propostas pelo Conselho Departamental e aprovadas pela Congregação. Parágrafo único. O Núcleo de Informática e Pesquisas Jurídicas atenderá toda a comunidade acadêmica interna e externa, orientando os projetos de pesquisas internos e coordenando a concessão de bolsas de pesquisa oferecidas pelas diversas instituições de fomento e financiamento, proporcionando suporte tecnológico e metodológico aos seus usuários, buscando o aprimoramento e a atualização do processo de ensinoaprendizagem, pesquisa e extensão. Art. 77. A natureza, finalidades, organização, funcionamento, infraestrutura física e atribuições do Coordenador do Núcleo de Informática e Pesquisas Jurídicas e de seus auxiliares serão disciplinadas em Regulamento próprio, proposto pelo Conselho Departamental e aprovado pela Congregação. 19

20 TÍTULO III DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS CAPÍTULO I DA NATUREZA DOS CURSOS Art. 78. A Faculdade, para a consecução de seus objetivos, manterá o Curso de graduação em Direito, e de conformidade com a previsão orçamentária, infraestrutura física e acadêmica, cronograma geral de implantação e demais elementos institucionais e legais necessários, poderá também oferecer os seguintes cursos: I de pósgraduação stricto sensu em Ciências Jurídicas, compreendendo os Programas de Mestrado e Doutorado; II de pósgraduação lato sensu, na modalidade de especialização; III seqüenciais por campo de saber, de diferentes níveis de abrangência, de conformidade com os requisitos estabelecidos pela Faculdade; IV de extensão acadêmica; V de educação continuada e de treinamento em serviço. 1º Os cursos previstos nos incisos deste artigo com os respectivos currículos, carga horária e número de vagas, serão aprovados em instância interna, pela Congregação, a partir de propostas apresentadas pelos Departamentos ou pela Direção da Faculdade com parecer do Conselho Departamental e encaminhadas aos órgãos normativos e deliberativos dos sistemas de ensino estadual ou federal, conforme o caso, para a devida apreciação. 2º Os cursos previstos nos incisos deste artigo, oferecidos no regime presencial, poderão ser ministrados no regime semipresencial ou à distância, desde que devidamente credenciados nos termos da legislação pertinente. CAPÍTULO II DA ESTRUTURA DOS CURSOS SEÇÃO I DO CURSO DE GRADUAÇÃO Art. 79. A Faculdade de Direito de Franca ministrará o Curso de graduação em Direito, que constitui a unidade básica da instituição, habilitando seus concluintes ao exercício profissional nas diversas atividades do campo jurídico. Art. 80. A organização curricular do Curso de graduação em Direito, Bacharelado, expressa em seu Projeto Pedagógico, obedecerá ao disposto nas Diretrizes Curriculares Nacionais, nas normas emanadas do sistema estadual de ensino e legislação complementar e abrangerá: I o perfil do formando; II as competências e habilidades; III os conteúdos curriculares; IV o estagio curricular supervisionado, coordenado pelo Núcleo de Prática Jurídica; V as atividades complementares, coordenadas pelo Núcleo de Atividades Complementares e Extensionistas; VI o sistema de avaliação institucional e da aprendizagem dos alunos; VII o trabalho de curso como componente curricular obrigatório, coordenado pelo Núcleo de Informática e Pesquisas Jurídicas; VIII o regime acadêmico de oferta e a duração do curso; IX demais aspectos do projeto pedagógico, julgados necessários pela Faculdade. Art. 81. O Curso de graduação em Direito, na modalidade presencial, terá uma carga horária total mínima de três mil e setecentas horas, incluídas as horas de estágio curricular supervisionado e de atividades complementares, cuja integralização se fará no mínimo em cinco anos e no máximo em oito anos. 1º O ano letivo regular, independente do ano civil, terá, no mínimo, duzentos dias de trabalho acadêmico efetivo, nos períodos diurno e noturno, excluindose os dias reservados para a realização dos exames finais e de recuperação. 20

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