3.2.1 Classificação das parafilias. Da Revolução Sexual aos dias de hoje [2]

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2 Sexologia Sexologia é a área do conhecimento que trata do comportamento sexual. É um fenômeno recente, com a atual abordagem datando do final do século XIX. Trata-se de uma área de atuação interdisciplinar, que abrange: algumas áreas da medicina (andrologia, ginecologia e a anatomia dos órgãos sexuais) psicologia, sociologia e antropologia do comportamento sexual neurociências (o estudo da base da resposta sexual e a complexidade do comportamento sexual) psiquiatria (parafilias, assim como desordens que levam a inadequações) a epidemiologia das doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) A sexologia também toca questões mais amplas, como o conceito de saúde sexual, [1] aborto, saúde pública, controle de natalidade, abuso sexual, entre outros. Índice 1 Da Revolução Sexual aos dias de hoje [2] 2 A Sexologia na Prática Clínica 3 Disfunção, Desvio e Inadequação o o o o 4 Ver também 5 Referências 3.1 Disfunção 3.2 Desvio (Parafilia) 3.3 Inadequação Classificação das parafilias 3.4 Outros distúrbios Da Revolução Sexual aos dias de hoje [2] Podemos atribuir a Freud a "descoberta da sexualidade": estudando queixas de suas pacientes histéricas, observou que a maioria delas apresentava evidentemente sua sexualidade comprometida. Aprofundando os estudos neste campo, um de seus discípulos dissidentes, Wilhelm Reich, conclui que a perturbação da genitalidade não seria um sintoma (como apontava a linha freudiana), mas o sintoma definidor das neuroses. Dava grande importância à livre expressão dos sentimentos sexuais nos relacionamentos, propondo como meta da terapia das perturbações psicológicas a libertação dos bloqueios do corpo. [3] Posteriores leituras de Reich nos anos 1960 deram força ao movimento hippie. Alfred Kinsey, considerado o pai da sexologia, contribuiu para as pesquisas sobre a sexualidade humana com um conjunto de estudos que ficou conhecido como o Relatório Kinsey, trazendo ao meio acadêmico a insuspeitada diversidade do comportamento FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 2

3 sexual da típica família branca de classe média dos anos 1950 (92% dos seus homens e 62% das suas mulheres se masturbava; 37% dos homens e 13% das mulheres já tinham tido uma relação homossexual que lhes tinha proporcionado um orgasmo. [4] Masters e Johnson publicaram, na década de 1970, inovadores trabalhos descrevendo a resposta sexual humana [5] e doenças próprias da sexualidade. [6] Com os estudos de Helen Kaplan e cols., da Universidade de Cornell (EUA), surge uma visão muito clara e objetiva de uma nova psicoterapia do sexo (livros: A Nova Terapia do Sexo e O Desejo Sexual [7] ). Um dos resultados práticos destes estudos, que exemplifica esta nova abordagem sobre a sexualidade: a homossexualidade deixa de ser considerada uma doença pela Associação Americana de Psiquiatria (1973) [8] e OMS (1986). [9] A Sexologia na Prática Clínica O tratamento sexológico é todo o processo médico e/ou psicoterápico que tem como objetivo a correção dos distúrbios sexuais para propiciar adequação sexual. O clínico, em sua prática diária, pode participar na prevenção e no tratamento dos transtornos sexuais. Entretanto, alguns requisitos são necessários: 1. Estar bem com sua sexualidade 2. Conhecer os dados sobre a resposta sexual normal 3. Dotar-se de um profundo respeito ético em relação à sexualidade do outro 4. Conhecer todos os recursos atuais nas áreas da propedêutica e da terapêutica em sexologia. *É também desejável empatia e motivação, como em toda abordagem psicológica. E a terapia alicerça-se principalmente sobre: 1. Orientação, dirimindo mitos e tabus, bem como legitimando o prazer sexual 2. Reposição ou suplementação hormonal (estrogênios e androgênios) 3. Psicoterapia O dizer de Balint quanto ao "médico como medicamento" nessa situação torna-se transparente. Em uma abordagem em que se pesquisa um transtorno sexual, o médico pode (e deve) atuar como facilitador de ajuda. Porém, muitas vezes com preconceitos, desconhecimento e necessidade de impor valores, acaba se comportando como agente destrutivo (iatrogênico). Kaplan diz que "o uso das experiências sexuais estruturadas sistematicamente, integradas ao conjunto das sessões terapêuticas, é a principal inovação e a característica distinta da terapia do sexo". Sua psicoterapia sexual é uma forma de terapia breve, que geralmente tem a duração de dois a oito meses, com freqüência de uma sessão semanal do casal ou do indivíduo, e que trabalha fundamentalmente o comportamento sexual nos seus aspectos psicossociais, uma vez excluída a possibilidade do comprometimento orgânico na queixa sexual. [10] FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 3

4 Disfunção, Desvio e Inadequação O estudo da resposta sexual humana nos diz que todos os homens são: iguais, do ponto de vista biológico; parecidos, do ponto de vista sócio-cultural e diferentes, do ponto de vista psicológico. Por extensão, definimos os distúrbios do comportamento sexual segundo os aspectos biológico disfunção, sociológico desvio e psicológico inadequação. Disfunção Um indivíduo funcional é capaz de levar ao fim a resposta sexual normal (Desejo Sexual > Excitação > Orgasmo > Relaxamento). O conceito de normalidade, no que tange à funcionalidade, se confunde com o conceito de índivíduo hígido. A disfunção então ocorre: Em alguma fase da resposta sexual: Apetência inibição do desejo Excitação Disfunção Erétil (DE), lubrificação inadequada Orgasmo anorgasmias, distúrbios da ejaculação Ou na forma de transtornos dolorosos: Vaginismo Dispareunia Desvio (Parafilia) Parafilias - CID10 F65 O ambiente (grupos culturais, principais responsável por moldar nossa personalidade) nos dita certos padrões de comportamento, que serão aprendidos e/ou confrontados entre si e com o mundo individual ao longo de nossas vidas. Podemos assumir duas posturas perante estes padrões: FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 4

5 Aceitação destes, assimilando-os e tornando se um reforço destes padrões culturais Comportamento Desviante, sua contestação Classifica-se assim o desvio como sendo o "comportamento que foge a certo padrão cultural de uma sociedade em determinada época". As considerações com respeito ao que é considerado parafílico dependem das convenções sociais em um momento e lugar (o que é reprovado hoje torna-se modismo amanhã: homossexualidade, sexo oral, anal, masturbação ). As parafilias podem ser consideradas inofensivas, salvo quando estão dirigidas a um objeto potencialmente perigoso, danoso para o sujeito ou para outros. São classificadas como distorções da preferência sexual na CID-10 (classe F65). [9] Classificação das parafilias Desvios do objeto: necrofilia, fetichismo, maiseufilia, etc Desvios de objetivo: exibicionismo, voyeurismo, etc Sendo: Objeto sexual: qualquer ser (animado ou não) alvo da atração sexual Objetivo sexual: "a união sexual, ou atos que conduzam a esta união" [11] Inadequação A diferenciaçao entre adequação e inadequação segue critérios psicológicos. É um conceito relacionado ao equilíbrio interno de cada parceiro e de interações equilibradas entre eles: Um indivíduo Adequado não se queixa, está satisfeito. Um indivíduo Inadequado não está bem consigo mesmo ou com seu parceiro. Um casal pode ser considerado adequado mesmo portando disfunções (homem impotente e mulher vagínica) ou desvios (homem sádico e mulher masoquista). Em nosso meio, a inibição do desejo é a mais comum queixa sexual feminina, e anorgasmia e dispareunia também muito freqüentes. Com relação aos homens, transtornos eretivos e ejaculação precoce são predominantes. Outra inadequação corrente é a relativa à freqüência das relações sexuais em um casal. Apesar de um ciclo da resposta sexual completo, há queixa pela desproporção entre o apetite sexual dos parceiros. Outros distúrbios Transtorno de identidade sexual (transexualismo): a incompatibilidade entre anatomia genital e identidade sexual Ocorrem tanto as formas transexual de homem a mulher quanto transexual de mulher a homem, apesar de o primeiro ser muito mais frequente (possui corpo masculino, mas percebe-se como feminino). FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 5

6 É a indicação da cirurgia de mudança de sexo (Kaplan, 1985). Intervenção tecnicamente simples, mas complexa devido às questões emocionais, legais e sociais que envolve. Por ser uma mudança irreversível, deve ser muito bem avaliado e indicado: "é preciso que a parte estrutural da mente da pessoa peça isso e não por uma fantasia, uma necessidade de momento, ou por achar que uma cirurgia vai resolver uma tendência afetivo-sexual diferente [12] " Homossexualidade egodistônica Há padrão de conduta homossexual, mas associado a descontentamento com essa realidade. O indivíduo possui um desejo homossexual que não quer e que causa malestar. Ver também Guia da Sexualidade Sexualidade Juvenil Sexualidade por sexólogos Parafilia Tantra Yoga GLASIER, A; GÜLMEZOGLU, A. M.; SCHMID, G.P.; MORENO, C.G.; LOOK, P. F.A.V. - Sexual and Reproductive Health: a Matter of Life and Death. Switzerland, 2006 Referências 1. SUNDBY, J. - Young People's Sexual and Reproductive Health Rights. Oslo, ZINK, L. Sexualidade - de Reich ao Contemporâneo 3. REICH, W. - A Função do Orgasmo. São Paulo: Editora brasiliense, 12º ed, KINSEY, A.S.; POMEROY, W.B.; MARTIN, C.R. - Sexual Behavior in the Human Male. Filadélfia: Sauders, Human Sexual Response, Human Sexual Inadequacy, KAPLAN, H.S. O desejo sexual. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION. - Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. 4.ed. Texto revisado. Porto Alegre: Artmed, a b ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE - Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10. Descrições Clínicas e Diretrizes Diagnósticas. Porto Alegre:Artmed, KAPLAN, H.S. - Evaluación de los transtornos sexuales - aspectos médicos y psicológicos. Madrid: Editora Grijalbo, Freud FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 6

7 12. Talita Franco, uma das responsáveis por esse tipo de intervenção cirúrgica realizada desde 2002 no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) ligado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em /view MENDONÇA, R.A. Sexo e outras interações sensuais. Vitória, 2008 Comportamento sexual humano O comportamento sexual humano é um conjunto complexo de atitudes e posicionamentos que variam com o passar das gerações. Atualmente, devido ao avanço das ciências em geral, especialmente com o avanço da medicina e da educação sexual nas escolas, tratada de forma científica, sem interferências de crenças ou religiões, está sendo mais esclarecido e orientado para o controle da natalidade, controle da gravidez precoce em adolescentes, planejamento familiar consciente e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. O ato sexual existe para conduzir os gametas masculinos, espermatozóides, ao encontro de gameta feminino - o óvulo. No entanto, o sexo é praticado também como ato de amor entre casais ao invés de ser puramente um ato reprodutivo, como ocorre entre os animais irracionais. O planejamento familiar, como adotado em alguns países como a China, é importante posicionamento para o bem estar das famílias e para o bom desenvolvimento dos filhos. As grandes proles poderão ser acompanhadas de grandes problemas, seja no aspecto do orçamento econômico-financeiro das famílias seja no aspecto da educação dessas crianças. É muito mais saudável e recomendável ter poucos filhos bem criados do que ter uma grande prole sofrendo com miséria, desinformação e falta de educação, porque para educar bem também exige dispêndio de recursos financeiros e tempo disponível por parte dos genitores. Pelo aspecto biológico, a reprodução consiste basicamente na inoculação do esperma no interior da vagina da parceira. Esse ato em si, sob condições normais, leva à fecundação do óvulo e a consequente gravidez da mulher. Os métodos anticoncepcionais ou contraceptivos são diversos e devem ser conhecidos para que a pessoa possa optar por um ou dois que considere menos prejudicial à saúde e ou que a pessoa melhor se adapte. É uma questão de preferência pessoal. Sabemos que métodos antigos como a velha lavagem vaginal após o coito, não são confiáveis em termos de proteção anticoncepcional o que obriga a adoção de outro método cientificamente comprovado como seguro. Métodos comprovadamente eficazes de contracepção: Condon ou Camisinha Camisinha feminina DIU (dispositivo intra-uterino) Anticoncepcionais orais (pílula) FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 7

8 Anticoncepcionais medicamentosos não orais (Injeção, adesivo) Ligadura de trompas (na mulher) Vasectomia (no homem) A principal diferença entre o comportamento sexual de animais irracionais e o dos humanos é o sentimento de amor. Não se encontra no reino animal outros seres cuja aproximação se dê pelo sentimento de amor, independente da atração sexual.vergonha e culpa também são sentimentos exclusivos dos seres humanos, devido à posicionamentos culturais variantes, adotados hà séculos ou mesmo milênios de desenvolvimento cultural. Há milhares de anos os humanos praticavam o ato sexual sem discriminação ou medo. Entretanto, a evolução da socialização sucedeu-se de tal forma que, em alguns períodos, o comportamento e a liberdade sexual foram castigados e duramente reprimidos. Principalmente em relação às mulheres e aos homossexuais. Durante o século XX, a liberdade sexual foi ampliada e revista sob novos conceitos. Tanto a homossexualidade quanto a sexualidade feminina passaram a ser mais respeitados pelas legislações dos países. Ver também Sexo Anticoncepcional Links externos e leitura suplementar Francoeur, Robert T. and Rayond J. Noonan, (eds.) "Continuum Complete International Encyclopedia of Sexuality". Continuum, August 2003, ISBN Human Sexual Differentiation by P. C. Sizonenko Human Sexuality Info by University of California Santa Barbara Sex Segregation in the Workplace by Reskin, F. Barbara, National Academy Press, Washiton, D.C New Scientist article on Sex chromosomes in the platypus Francoeur, Robert T. (ed.), The International Encyclopedia of Sexuality [full text] Janssen, D. F., Growing Up Sexually. Volume I. World Reference Atlas [full text] Parafilia Uma parafilia (do grego παρά, para, "fora de",e φιλία, philia, "amor") é um padrão de comportamento sexual no qual, em geral, a fonte predominante de prazer não se encontra na cópula, mas em alguma outra atividade. São considerados também parafilias os padrões de comportamento em que o desvio se dá não no ato, mas no objeto do desejo sexual, ou seja, no tipo de parceiro, como, por exemplo, a efebofilia. Em determinadas situações, o comportamento sexual parafílico pode ser considerado perversão ou anormalidade. FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 8

9 As parafilias podem ser consideradas inofensivas e, de acordo com algumas teorias psicológicas, são parte integral da psique normal salvo quando estão dirigidas a um objeto potencialmente perigoso, danoso para o sujeito ou para outros (trazendo prejuízos para a saúde ou segurança, por exemplo), ou quando impedem o funcionamento sexual normal, sendo classificadas como distorções da preferência sexual na CID-10 na classe F65. [1] As considerações com respeito ao comportamento considerado parafílico dependem em um grau muito elevado das convenções sociais reinantes em um momento e lugar determinados; certas práticas, como a homossexualidade ou até mesmo o sexo oral, o sexo anal e a masturbação foram consideradas parafílicas em seu momento, embora agora sejam consideradas variações normais e aceitáveis do comportamento sexual. Entretanto, há quem considere que o excesso na masturbação após a adolescência ou o fato de alguém preferir sempre esta prática do que o contato com outro indivíduo venha configurar-se uma parafilia. Por outro lado, o próprio conceito de parafilia tende a ser revisto já que na atualidade a ciência tem ampliado cada vez mais as variações aceitáveis do comportamento sexual, mas sem que os valores novos tenham aprovado algumas condutas ainda que acompanhadas da cópula vaginal, como é o caso das relações sexuais com crianças. Sendo assim, é impossível elaborar um catálogo definitivo das parafilias; as definições mais usuais listam comportamentos como o sadismo, o masoquismo, o exibicionismo, o voyeurismo ou o fetichismo. Índice 1 Algumas parafilias 2 Ver também 3 Ligações externas 4 Referência Algumas parafilias Agalmatofilia: atração por estátuas. Agorafilia: atração por copular em lugares abertos ou ao ar livre. Agrofilia: excitação em fazer sexo no campo (mato). Aiquemofilia : Prazer pelo uso de objetos pontudos e cortantes. Amaurofilia: excitação da pessoa pelo parceiro que não é capaz de vê-la (não se aplica a cegos). Anemofilia: excitação sexual com vento ou sopro (corrente de ar) nos genitais ou em outra zona erógena. Apotemnofilia: desejo de se ver amputado. Asfixiofilia (asfixia autoerótica): prazer pela redução de oxigênio. FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 9

10 ATM (ass to mouth): prática em que o parceiro ativo, após o coito anal, leva seu pênis à boca da pessoa penetrada. BBW: atração por mulheres obesas Bondage: prática onde a excitação vem de amarrar ou/e imobilizar o parceiro. Bukkake: modalidade de sexo grupal praticado com uma pessoa que "recebe" no rosto a ejaculação de diversos homens. Clismafilia: fetiche por observar ou sofrer a introdução de enemas. Coprofagia: fetiche pela ingestão de fezes. Coprofilia: fetiche pela manipulação de fezes, suas ou do parceiro. Coreofilia: excitação sexual pela dança. Crinofilia: excitação sexual por secreções (saliva, suor, secreções vaginais, etc). Crematistofilia: excitação sexual ao dar dinheiro, ser roubado, chantageado ou extorquido pelo parceiro. Cronofilia: excitação erótica causada pela diferença entre a idade sexo-erótica e a idade cronológica da pessoa, porém em concordância com a do parceiro. Dendrofilia: atração por plantas. Emetofilia: excitação obtida com o ato de vomitar ou com o vômito de outro. Espectrofilia: prática medieval que consiste na excitação por fantasias com fantasmas, espíritos ou deuses. Exibicionismo: fetiche por exibir os órgãos genitais. Fetiche por balões: excitação ao tocar balões de látex (usadas em festas). Fisting: prazer com a a inserção da mão ou antebraço na vagina (brachio vaginal) ou no ânus (brachio procticus). Flatofilia: prazer erótico em escutar, cheirar e apreciar gases intestinais próprios e alheios. Frotteurismo: prazer em friccionar os órgãos genitais no corpo de uma pessoa vestida. Gerontofilia: atração sexual de não-idosos por idosos. Hebefilia (ver lolismo) Hipofilia: desejo sexual por equinos. Lactofilia: fetiche por observar ou sugar leite saindo dos seios Lolismo: preferência sexual e erótica de homens maduros por meninas adolescentes Maieusofilia: ver pregnofilia Masoquismo: prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente. Menofilia: atração ou excitação por mulheres menstruadas. Nanofilia: atração sexual por anões. Necrofilia : atração por pessoas mortas Nesofilia: atração pela cópula em ilhas, geralmente desertas. Odaxelagnia: fetiche por mordidas. Orquifilia: fetiche por testículos. Partenofilia: fixação sexual por pessoas virgens. Pedofilia: atração de adultos por crianças e pré-púberes Pigofilia: excitação sexual por nádegas. Pirofilia: prazer sexual com fogo, vendo-o, queimando-se ou queimando objetos com ele. Podolatria: fetiche por pés. Pogonofilia: fetiche por barba. Pregnofilia ou maieusofilia: fetiche por mulheres grávidas e/ou pela observação de partos. FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 10

11 Quirofilia: excitação sexual por mãos. Sadismo: prazer erótico com o sofrimento alheio. Sadomasoquismo: prazer por sofrer e, ao mesmo tempo, impingir dor a outrem. Sarilofilia: fetiche por saliva ou suor. Timofilia: excitação pelo contato com metais preciosos. Trampling: fetiche onde o indivíduo sente prazer ao ser pisado pelo parceiro. Tricofilia: fetiche por cabelos e pelos. Urofilia: excitação ao urinar no parceiro ou receber dele o jato urinário, ingerindo-o ou não. Vorarefilia: atração por um ser vivo engolindo ou devorando outro. Voyeurismo: prazer pela observação da intimidade de outras pessoas, que podem ou não estar nuas ou praticando sexo. Zoofilia: prazer em relação sexual com animais Doença sexualmente transmissível Doença sexualmente transmissível Classificação e recursos externos Cartaz norte-americano de propaganda direcionada aos soldados emarinheiros da II Guerra Mundial, alertando contra o risco das DST's. CID-10 A64 CID DiseasesDB MeSH D FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 11

12 Doenças sexualmente transmissíveis ou Infecção sexualmente transmissível, conhecida popularmente por DST são patologias antigamente conhecidas como doenças venéreas. São doenças infecciosas que se transmitem essencialmente (porém não de forma exclusiva) pelo contato sexual. O uso de preservativo (camisinha) tem sido considerado como a medida mais eficiente para prevenir a contaminação e impedir sua disseminação. [1] Alguns grupos, principalmente os religiosos, afirmam que a castidade, a abstinência sexual e a fidelidade poderiam bastar para evitar a disseminação de tais doenças. [2][3] Pesquisas afirmam que a contaminação de pessoas monogâmicas e não-fiéis portadoras de DST tem aumentado, em resultado da contaminação ocasional do companheiro(a), que pode contrair a doença em relações extra-conjugais. Todavia, as campanhas pelo uso do preservativo nem sempre conseguem reduzir a incidência de doenças sexualmente transmissíveis. [4] Índice 1 História 2 Causa 3 Prevenção o 3.1 Camisinha o 3.2 Vacina o 3.3 Abstinência sexual 4 Tratamento 5 Epidemiologia 6 Ligações externas 7 Referências História Nas primeiras civilizações havia o culto aos deuses e deusas da fertilidade, que eram consideradas como uma dádiva. O culto à essas deusas era feito principalmente a partir da prostituição. Uma das características presentes nessas sociedades era a promiscuidade, um dos motivos para o surgimentos dessas doenças, que mais tarde seriam conhecidas como doenças venéreas, em referência à Vênus, considerada a deusa do amor. [5] A Gonorreia foi citada na bíblia, mas a causa da doença só foi conhecida no século XIX. Além disso, no Egito antigo tumbas apresentaram alguns registros sobre a Sífilis. [6] Em 1494 houve um surto de sífilis na Europa. A doença se espalhou rapidamente pelo continente, matando mais de cinco milhões de pessoas. [7] Cada localidade que ela passava recebia um nome diferente. Contudo, em 1536 foi publicado um poema médico, em que um dos personagens da história havia contraído a doença. O nome do personagem era Sifilo. [8] FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 12

13 Antes de serem inventados os medicamentos, as doenças eram consideradas incuráveis, e o tratamento se limitava a diminuir os sintomas. [9] Todavia, no século XX surgiu os antibióticos, que se mostraram bastante eficientes. [6] Em 1980 a herpes genital e a AIDS na sociedade como doenças incuráveis. Essa, por sua vez se tornou uma pandemia. [9] Causa Vários tipos de agentes infecciosos (vírus, fungos, bactérias e parasitas) estão envolvidos na contaminação por DST, gerando diferentes manifestações, como feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. [10] Bactérias Cancro mole (Haemophilus ducreyi) [11] Clamídia (Chlamydia trachomatis') [12] Granuloma inguinal (Dovania granulamatis) [13] Gonorreia (Neisseria gonorrhoeae) [14] Sífilis (Treponema pallidum) [15] Vaginose Bacteriana (Gardnerella vaginalis) [16] Micrografia mostrando o efeito citopático do vírus da Herpes. Exame de Papanicolau. Fungos Vírus Candidíase (Cândida albicans) [17] Hepatite [18] Herpes simples [19] HIV ou Aids [20] HPV [21] Molusco contagioso [22] Parasitas Piolho-da-púbis [23] Protozoários Tricomoníase (Trichomonas vaginalis) [24] FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 13

14 Prevenção Camisinha Um Preservativo. O preservativo, mais conhecido como camisinha é um dos métodos mais seguros contra as DSTs. [25] Sua matéria prima é o latex. [26] Antes de chegar nas lojas, é submetido à vários testes de qualidade. [27] Apesar de ser o método mais eficiente contra a transmissão do vírus HIV (causador da epidemia da SIDA), o uso de preservativo não é aceito pela Igreja Católica Romana, pelas Igrejas Ortodoxas e pelos praticantes dohinduísmo. O principal argumento utilizado pelas religiões para sua recusa é que um comportamento sexual avesso à promiscuidade e à infidelidade conjugal bastaria para a protecção contra DSTs. [28] Vacina Alguns tipos de HPV, [21] a Hepatite A e B podem ser prevenidas através da vacina. [18] Abstinência sexual A abstinência sexual consiste em evitar relações sexuais de qualquer espécie. [29] Possui forte ligação com a religião. [30] Tratamento Algumas DST's são de fácil tratamento e de rápida resolução quando tratadas corretamente, contudo outras são de tratamento difícil ou permanecem latentes, apesar da falsa sensação de melhora. As mulheres representam um grupo que deve receber especial atenção, uma vez que em diferentes casos de DST os sintomas levam tempo para tornarem-se perceptíveis ou confundem-se com as reações orgânicas comuns de seu organismo. Isso exige da mulher, em especial aquelas com vida sexual ativa, independente da idade, consultas periódicas ao serviço de saúde. [10] Certas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves como infertilidade [31], infecções neonatais, malformações congênitas, aborto, câncer e a morte. [32] Num caso, a primeira recomendação é procurar um médico, que fará diagnóstico para que seja preparado um tratamento. [33] Também há o controle de cura, ou seja, uma reavaliação clínica. A automedicação é altamente perigosa, pois pode até fazer com que a doença seja camuflada. [34] FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 14

15 Epidemiologia Incidência de DST's (exceto AIDS) por idade a cada 100 mil habitantes em [35] sem dados < > As taxas de incidência de doenças sexualmente transmissíveis continuam a altos níveis em todo o mundo, apesar dos avanços de diagnosticação e tratamento. Em muitas culturas, especialmente para as mulheres houve a eliminação de restrições sexuais através da mudança na moral e o uso de contraceptivos, e tanto médicos e pacientes acabam tendo dificuldade em lidar de forma aberta e francamente com essas questões. Além disso, o desenvolvimento e a disseminação de bactérias resistentes aos antibióticos fazem que certas doenças sejam cada vez mais difíceis de serem curadas. [36] Em 1996, a OMS estimou que mais de um milhão de pessoas estavam sendo infectadas diariamente, e cerca de 60% dessas infecções em jovens menores de 25 anos de idade, e cerca desses jovens 30% são menores de 20 anos. Entre as idades de 14 a 19 anos, as doenças ocorrem mais em mulheres em uma proporção quase dobrada. Estima-se que cerca de 340 milhões de novos casos de sífilis, gonorreia, clamídia, tricomoníase ocorreram em todo o planeta em [37] A Aids é a maior causa da mortalidade na África Subsaariana, sendo que em cinco mortes uma é por causa da doença. Por causa da situação, o governo do Quênia pediu que a população deixasse de fazer sexo por dois anos. [38] No Brasil, desde o primeiro caso até junho de 2011 foram registrados mais de seisentos mil casos da doença. Entre 2000 e 2010, a incidência caiu na Região Sudeste, enquanto nas outras regiões aumentou. A mortalidade também diminuiu. [20] As cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre são as que possuem o maior número dos portadores da doença. Em contrapartida, o país é um dos que mais se destacam no combate, além de ser o líder em distribuição gratuita do Coquetel anti-hiv. [39] Ligações externas Biblioteca Virtual de Saúde (em português) Portal da Saúde - Ministério da Saúde (em português) FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 15

16 Referências 1. Krukemberghe Fonseca. Doenças Sexualmente Transmissíveis - DST. Brasil Escola. Página visitada em 07 de janeiro de G1. Ensinar castidade não previne gravidez e DST. Página visitada em 02 de janeiro de Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (30 de setembro de 2004). Papa pede 'castidade' contra aids. Página visitada em 02 de janeiro de Fantástico (12 de janeiro de 2011). Mulher casa virgem e contrai HIV na primeira relação sexual. Página visitada em 02 de janeiro de Instituto Beneficente Viva a Vida (6 de junho de 2005). Histórico das doenças sexualmente transmissíveis. Página visitada em 02 de janeiro de a b UOL (12 de janeiro de 2001). Doenças sexualmente transmissíveis: Milênio Novo, Antiga Preocupação. Página visitada em 2 de janeiro de Oriel, J.D.. The Scars of Venus: A History of Venereology (em Inglês). Londres: Springer-Verlag, ISBN X. Página visitada em 3 de janeiro de Potyguar. Doenças. Página visitada em 3 de janeiro de a b História da doença sexualmente transmissíveis. Página visitada em 3 de janeiro de a b Copacabana. Doenças sexualmente transmissíveis - DST. Página visitada em 07 de janeiro de Saúde na Internet. Cacro mole ou cancroide. Página visitada em 3 de janeiro de Copacabanarunners. Clamídia - Sintomas, complicações, tratamento. Página visitada em 3 de janeiro de CefetSP. Granuloma Iguianal. Página visitada em 3 de janeiro de Gonorreia. Página visitada em 3 de janeiro de ABC da Saúde. Sífilis. Página visitada em 3 de janeiro de DST. Infecção por Gardnerella. Página visitada em 3 de janeiro de Portal São Francisco. Candíase, Vaginal, Sintomas, Tratamento, O que é Candidíase. Página visitada em 3 de janeiro de a b Vaccini. Vacina combinada contra Hepatite A e B. Página visitada em 3 de janeiro de Terra. Herpes simples e suas manifestações. Página visitada em 3 de janeiro de a b Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais. Aids no Brasil. Página visitada em 3 de janeiro de a b Condiloma Acuminado - Infecção por HPV. dst.com.br. Página visitada em 3 de janeiro de DST. Molusco Contagioso. Página visitada em 3 de janeiro de Arquivo Multilígua. Piolho de Cranguejo. Página visitada em 3 de janeiro de InfoEscola. Tricomoníase. Página visitada em 3 de janeiro de Mariana Araguaia. Como Usar a Camisinha Masculina. Brasil Escola. Página visitada em 2 de janeiro de Adolescência. Vivendo a Adolescência. Página visitada em 2 de janeiro de Mundo estranho. Como é feita a camisinha?. Página visitada em 3 de janeiro de FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 16

17 28. Reconhecido cientista assegura: papa tinha razão sobre a AIDS. Página visitada em 3 de janeiro de Almas. Razões para viver a abstinência sexual no namoro. Portal da família. Página visitada em 3 de janeiro de ArmárioX. Homossexualidade: As Religiões e o Homossexualismo. Página visitada em 3 de janeiro de Jornal da Mídia (19 de dezembro de 2007). Especialista adverte para DST e o risco da infertilidade. Página visitada em 02 de janeiro de Salves. Página visitada em 02 de janeiro de Copacabana runners. DSTs Testes. Página visitada em 3 de janeiro de DST. DST - Considerações Gerais. Página visitada em 3 de janeiro de World Health Organization (2004). WHO Disease and injury country estimates (em inglês). Página visitada em 3 de janeiro de Mary-Ann Shafer, Anna-Barbara Moscicki (2006). Sexually Transmitted Infections, 2006 (em inglês) pp. 8. Página visitada em 3 de janeiro de STD Statistics Worldwide. Avert.org. Página visitada em 3 de janeiro de Eduardo de Freitas. A Aids na África. Brasil Escola. Página visitada em 3 de janeiro de Tiago Casagrande. A real da AIDS hoje. Página visitada em 5 de janeiro de Saúde sexual A saúde sexual refere-se às áreas da medicina envolvidas com a reprodução humana e comportamento sexual, as doenças sexualmente transmissíveis, os métodos contraceptivos, anticoncepcionais, entre outros. No âmbito da OMS definição da saúde como um estado de completo desenvolvimento físico, mental e bem-estar social, e não meramente a ausência de doença ou enfermidade, saúde reprodutiva e saúde sexual / higiene, aborda os processos reprodutivos, funções e sistema de todas as fases da vida. [1] A saúde reprodutiva, portanto, implica que pessoas são capazes de ter um responsável, gratificante e mais segura a vida sexual e que têm a capacidade de reproduzir e a liberdade de decidir se, quando e com que freqüência a fazê-lo. Implícito neste ponto está o direito de homens e mulheres para ser informado e ter acesso a seguros, eficazes, acessíveis e aceitáveis os métodos de regulação da fecundidade da sua escolha eo direito de acesso aos serviços de saúde adequados cuidados que permitam que as mulheres vão segurança através da gravidez e do parto e que proporcione aos casais as melhores possibilidades de ter um bebê saudável. FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 17

18 Aborto de gravidez Nota: "Aborto" redireciona aqui. Esse artigo fala sobre o aborto durante a gravidez. Para outros significados, consulte Aborto (desambiguação). Série de artigos sobre o Tópicos principais Aborto Aborto por país Debate sobre o aborto o Pró-escolha o Pró-vida Legislação sobre o aborto Violência anti-aborto História do aborto Aborto nos meios de comunicação Métodos abortivos (ver terminologia) Um aborto ou interrupção da gravidez é a remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto do útero, resultando na sua morte ou sendo por esta causada. [1] Isto pode ocorrer de forma espontânea ou artificial, provocando-se o fim da gestação, e consequentemente o fim da vida do feto, mediante técnicas médicas, cirúrgicas entre outras. Após 180 dias (seis meses) de gestação, quando o feto já é considerado viável, o processo tem a designação médica de parto prematuro. [2] A terminologia "aborto", entretanto, pode continuar a ser utilizada em geral, quando refere-se à indução da morte do feto. Há anos, o aborto vem sendo provocado por vários métodos diferentes e seus aspectos morais, éticos, legais e religiosos são objeto de intenso debate em diversas partes do mundo. Índice 1 Terminologia 2 Definições o 2.1 Aborto induzido 3 Efeitos do aborto induzido o 3.1 Câncer da mama o 3.2 Dor do feto o 3.3 Síndrome pós-abortivo o 3.4 Mulheres grávidas vítimas de violência o 3.5 Consequências a longo prazo para a criança não desejada o 3.6 Consequências para a sociedade FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 18

19 3.6.1 Consequências positivas Consequências negativas 4 Procedimentos empregados para o aborto induzido o 4.1 Nos três primeiros meses da gestação o 4.2 Após os três primeiros meses da gestação o 4.3 Aborto por ECI 5 Legislação 6 Meios de comunicação 7 Referências 8 Ver também 9 Bibliografia Terminologia A palavra aborto tem sua origem num barco etimológica no latim abortacus, derivado de aboriri ("perecer"), composto de ab ("distanciamento", "a partir de") e oriri ("nascer"). Definições Os seguintes termos são usados para definir os diversos tipos de aborto a partir da óptica médica: Aborto espontâneo: aborto devido a uma ocorrência acidental ou natural. A maioria dos abortamentos espontâneos são causados por uma incorreta replicação dos cromossomos e por fatores ambientais. Também por ser denominado aborto involuntário ou casual. Aborto induzido: aborto causado por uma ação humana deliberada. Também é denominado aborto voluntário ou procurado, ou ainda, interrupção voluntária da gravidez. O aborto induzido possui as seguintes subcategorias: o Aborto terapêutico aborto provocado para salvar a vida da gestante [3] para preservar a saúde física ou mental da mulher [3] para dar fim à gestação que resultaria numa criança com problemas congênitos que seriam fatais ou associados com enfermidades graves [3] FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 19

20 para reduzir seletivamente o número de fetos para diminuir a possibilidade de riscos associados a gravidezes múltiplas. [3] o Aborto eletivo: aborto provocado por qualquer outra motivação. [3] Quanto ao tempo de duração da gestação Aborto subclínico: abortamento que acontece antes de quatro semanas de gestação Aborto precoce: entre quatro e doze semanas Aborto tardio: após doze semanas Aborto induzido O aborto induzido, também denominado aborto provocado ou interrupção voluntária da gravidez, ocorre pela ingestão de medicamentos ou por métodos mecânicos. A ética deste tipo de abortamento é fortemente contestada em muitos países do mundo mas é reconhecida como uma prática legal em outros locais do mundo, sendo inclusive suportada pelo sistema público de saúde. Os dois polos desta discussão passam por definir quando o feto ou embrião se torna humano ou vivo (se na concepção, no nascimento ou em um ponto intermediário) e na primazia do direito da mulher grávida sobre o direito do feto ou embrião. Efeitos do aborto induzido Existe controvérsia na comunidade médica e científica sobre os efeitos do aborto. As interrupções de gravidez feitas por médicos competentes são normalmente consideradas seguras para as mulheres, dependendo do tipo de cirurgia realizado. [4][5] Entretanto, um argumento contrário ao aborto seria de que, para o feto, o aborto obviamente nunca seria "seguro", uma vez que provoca sua morte sem direito de defesa. [6][7] Os métodos não médicos (uso de certas drogas, ervas, ou a inserção de objectos não cirúrgicos no útero) são potencialmente perigosos para a mulher, conduzindo a um elevado risco de infecção permanente ou mesmo à morte, quando comparado com os abortos feitos por pessoal médico qualificado. Segundo a ONU, pelo menos 70 mil mulheres perdem a vida anualmente em consequência de aborto realizado em condições precárias, [8] não há, no entanto, estatísticas confiáveis sobre o número total de abortos induzidos realizados no mundo nos países e/ou situações em que é criminalizado. Existem, com variado grau de probabilidade, possíveis efeitos negativos associados à prática abortiva, nomeadamente a hipótese de ligação ao câncer de mama, a dor fetal, o síndroma pós-abortivo. Possíveis efeitos positivos incluem redução de riscos para a mãe e para o desenvolvimento da criança não desejada. Câncer da mama Há uma hipótese de relação causal entre o aborto induzido e o risco de desenvolvimento de câncer de mama. FATEC Faculdade de Teologia e Ciências - SEXOLOGIA 20

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