Cine. smsp^ ",-; X; IX

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1 ^mmma*mmmmmmmmaaaaaaaaaaammmmmmamm].._j.^ ^^J.^^,^M^^^^^^^^^^^MMMM^^wMw^BWM^«^**w»w»MMi>«a«w»M«***a Cine ç a industria íiimiea dos Estados Unidos começou a invadir todos os países do mundo, dominando os fãs de todas as raças# certo cineasta francês, dentre outras explicações QUANDO desse fenômeno, lembrou que o cinema norte-americano devia esse fastigio ao cuidado que tinham, produtores e diretores, de apresentar estrelas de incomparavel beleza fisica, causando «sso a mais agradável impressão ao publico assistente. Com efeito, mesmo que ãs ditas estrelas não possuíssem, naturalmente, os lindos rostos que surgiam na tela assim parecia ao espectador, graças aos prodígios de «máquillage» de cada estúdio. F conhecido o cuidado que dispensam os produtores de Hollywood á seleção de valores para a tela. Não basta que a contratada, possua qualidades artísticas, se possuir beleza fisica, ainda melhor. O resto eles conseguem nos camarins de caractzrização. Mas é preciso ter beleza plástica, um sorriso fascinante, num rosto de anjo. Inventaram, então um bando de termos engraçados: «it», «oomph».-, Esta pagina recebe a ilustração do que afirmamos: Ade e Mara, uma garota lindíssima qu.. Columbia acaba de descobrir no Waldor Aston* de Nova York, onde ela dançava ao som da orquestra de Xav er Cugat. Adele 6 um belo tipo de mulher, com seus dezesseis anos, cabelos negros e lustrosos, pesa cerca de 60 quilos * mede um metro e setenta e oito centímetros. E* muito bem educada, falando espanhol e dances correta e fluentemente. Quem sabe se a Columbia conseguira fazer dessa «g.rl» uma grande artista? Mas, o que se sabe desde já, e que ninguém ha de saír do cinema enfadado com a feiúra da estreante. Somos de parecer que, mesmo feia, a artista pode tornar-se estrela de real grandeza; mas, nem sempre a escassez de beleza física é compensada pelo talento «rtistico. Bette Davis, por exemplo, serve de prova, mas, que seria de cen- «ene, de outras artista, de Hollywood se não fosse o encanto do rosto a beleza das formas, os atributos físicos de verdadeiras Venus de carne e osso? No cinema brasileiro devemos seguir o exemplo dos Estados Unidos. Nada mais chocante do que vermos caras horríveis como estrelas de cinema; canastrões desengonçados a bancar o papel de gala, quando todos nós ja estamos habituados a ver nos cinemas figuras de escol como são todas essas artistas que Hollywood nos manda, semanalmente. Há poucos dias/quando passavam «Fuga», fazia parte do programa um complemento excelente na técnica, na fotografia e no som edrtado pelo D1P. Motivo dos mais felizes, apanhado com muito jeitc, e arte, foi profundamente prejudicado pelos «.close-ups. nele inclu.dos F.lmando «jrupos corais do Teatro Municipal, aparecem na tela verdadeno* monstros de feice, provocando na assistência estreprtos, onda d-gargalhadas. Até mesmo as bailarina, não se recomendam pelo hpo *-W*"* uma ou outra engraçadinha, apenas, o resto... miser.cord.a! E verdade que o complemento não era nenhum filme de arte, com «V^-^T demente posado, foi apenas uma amostra do que se fa- no Teatro Municipal quando se prepaia a nossa casa oficial de espetáculos para os temporada, anuais. Mas, nesse caso, para que expormos caras tao feias em «close-ups» que só hilaridade despertam entre os espectadores, que, por cumulo das coincidências, iam ve, no filme principal, essa mulher encantadoia que se chama Norma Shearer? Que contraste? Fo, pena, po, complemento encerra interessante assunto de divulgação culturai do R,o na vida teatral e artística, mostrando-nos como é que se prepara um grande teatro para a temporada oficial. ' LitiAmÁm** < * Não podemos imitar, dentro de nossas acanhadas possibilidades, o exemplo d. Hollywood? Escolhamos para o» elencos, nos papes pr,nclpais, artista, que lmpre,.ionem bem, já não d.go quanto a arte a -da incipiente, m.., ao menos, no que toe, aos atributos de peife.çaf,sk* E dispemo. de artista, cap.xes de satisfazer es» «x.genc.a das pbtan pagante,, em beneficio do próprio cinema nacional que nao pode morrer crucificado entre estas duas desgraças. alem de pobre, feio. ",-; X; IX smsp^

2 ' i ' 22.«ANOA CENA MUDAN de Maio de 1942 _^P*^ L P*^ Br^n,*áJ*'*<â ~y. >fe JF jílr j»^^^^^ Eí&ip.feV' iâ ty,vy. / srf ««-. 8_ «oun, nurie Do«?lc. ffanle ««odeio Wk oriai!?t " <t uldtnd' Q atrela, cosaco /fene. p- t* Modelo m, e VjdriIfaos. l>v-._ &' 7 W:r-V-':Wm^M :'f ' " ' *"*" Ê$m ^' :"- ' ' -_ÍB^^^kí_ê ";>7 '.' ;... fsflp'-- **"' fe ' ' ;Jllltflfe..- :, 1S1 ír -B.',., '^bib^m-^b-to-ívt-. «' <^^^^^<^ 8Bfl_-i^'' Ü_H -f_ " J_^_K_R_s^-_BHi _L * ai Ít» H W'l / > -".-" ' y_b_ " '-âbr * *sh HH_B_Íééé pi«i '' - ' 77 _H1_^& ",;»Ti flfflflbbs**"'*y 7.- " =.7:- 7 Jpsfev y??*' ^feiêífes''' I! '':'":;;:;:í;v-''":;-'-'í _^B '"' [ J--_^ Br^n_9^Bm-l i--_^9^--_^b-íh^^^ r ""V- _B ^ ' ***** t*^*>< -;.-i/^ SBa^_n IB_^_HM'-> mj * > -^-ísm' -?f ' í-i'» _!" -',.' >! '» 1 1 ÍhB B-Bfll---*- i'"'"'- 'S&zLJí- -fe '1... ;,...,...-.; :.....:... ***~.'; íbãssv*ttctifrt>jítr -1 'iii -i.iiii.aii_

3 ,.a * a «OA* tt.oanó--'a CENA MUDA-N.- 11» fll 26 de Maio de 1 4X i ""* *.SS» «*. *** "^ «**- pr««^!1 1 «tfc!»»0. c*»«coj Q ^«i^vo^ p«"o^:",aa*ea». «... Pes**lada co^ r *» cere/a, m *»*«marrom. mmm ^^^-«S^^teç/ jamr marnr may km ^^m^^imw m\m^r améf Ámw ^^r àmw jjv *a*m\w jâw W\v.mm*W ff.^m^m _*^mw^^^!-$gfp M^^M^^i^^^L^^-gB^^ ^^^^p é^iw^^ mm mw^^km^r ^^m\^m^m^r m\m ^Lwa^^W.âWf- ^Bl.^^^^-^f ^Hl^^^ ^^.^^ ^^^^^^^^-^^

4 ^ fô de Maio d* 194S Coisas e cas Cinema Argen 22..AHO A C8HA -H* 1105 do! > K. mm mú í (- Por Lolita Pardo Bazan, da Organização "Cincpress", de Buenos Aires, representantes de A CENA MUDA na Republica Argentina. Material fotográfico e grafico exclusivo. MES DE INTENSO LHO TPvABA- Poucas vezes se bá registrado em qualquer período do ano uma atividade tão marcante nos di-" versos estúdios cinematográficos portenhos. A temporada tem surpreendido as empresas editoras completando num ritmo acelerado um plano de produção atrasado, ao terminar o anterior. Assnr», nada menos de 8 películas "soberano" que é o publico, dia a serão submetidas ao juízo do dia mais exigente e menos contemplativo, no decorrer do mês vindouro. Os estúdios de San Miguel, por exemplo, oferecerão inicialmente Cruzadas", fil- "Sendas mado no ano que passou, e, a "Cruza", seguir, quase a iniciarse. Após um ligeiro intervalo, virão Cincuenta pesos" e "Juvenilia", dos quais já falámos nesta mesma secção. A "Lumiton" apresentará:" El Pijama de Adão", realizada por Francisco Mugica, de ura original de Sixto Pondal Rios e Carlos Olivari, produzirá, no entan-. "El to, viaje", extraído de um assunto popular, também dirigido por Mugica. A E. F. A. exibirá: "Su primer baile" que está sendo dirigido por Ernesto Arancibia, e Gcneralcinc "El fará o próprio com Gran "Ponchos Secreto", Azules" c / ' "La novia de los forasteros", que se encontram em curso de filmagem sob a direção ue Antônio "Artistas Ber Ciani. Argentinos Associados" darão a conhecer dentro de alguns dias viejo Hu- "El cha", dirigido por Lucas Del Mare; logo após o mesmo diretor assumirá a responsabilidade díi rodagem de "La guerra gaúcha" que será iniciada dentro de poucos dias. Quando estas películas forem estreadas em Buenos Aires, EFA estará rodando o novo livro escrito especialmente para Luis Sandrini sob a direção de Luis Bayón Herrera. Generalcine fará por sua conta outras^ "Eclipse duas produções anunciadas: "Mirla de Sol" e Blanca". O produtor independente Carlos Gallarte terá bastante adiantada a "Tu filmagem de eres Ia Paz" direção de Gregorio Martinez Sierra, com Catalina; Bárcena a "Lumiton" "El deixará terminada Viaje" e iniciará outra película extraordinária, talvez sob a direção de Carlos Hugo Christensen, enquanto apresentará em "Una lançamento de gala Luz en Ia Ventana" que foi dirigida por Manoel Romero e interpretada por Narciso Ibanez Menta, Irmã Córdoba e Juan Carlos Thorry. A nova editora ADAP Filmes formada por Paulina Singerman e Manoel Romero iniciará a preparação da sua primeira novidade do ano, assim como outras novidades que outras menores produtoras prometem apresentar. A quantidade de estrelas anunciadas para o próximo mês é bem alentadora, e diz de uma maneira clara e concisa o grau de atividade das empresas produtoras argentinas, e promete para o próximo mês a mesma sucessividade. Tudo isto faz crer no afixamento definitivo da industria o- nematografica na Argentina. ZAVALIA TERMINOU A TAREFA SUA Como ficou previsto, durante a semana passada, Alberto de Zavalia terminou a rodagem de "Concierto de Almas" que vinha dirigindo nas amplas instalações da Bayres Filmes em Dom Torquato. Esse filme foi extraído de um argumento de Alejandro Casona, embora nada se possa afirmar por enquanto a respeito da data de estreia desse filme; calcula-se, porém, que será entregue ao juizo da critica por tenha e ao publico em geral talvez na segunda quinzena de Junho» Aparecém nos principais papeis varias figuras consagradas, como Delia Garcés, amplamente consagrada por seus trabalhos em filmes do quilate de "La maestrita de Los Obreros" e "Veinte anos e una Noche", è Pedro Lopez, que constituiu uma revelação artística no cinema criolo na temporada do ano anterior e "Veinte que brilhou também em anos e una Noche". Ambos formam outra vez o par romântico de singuiar relevo artístico e comerciai, tendo sido dirigido também pelo mesmo diretor desta admiravel película do ano passado com argumento da autoria do celebre comediografo espanhol que teve o seu cargo o argumento da pelicula e que permite antecipar pe Qeorges Rigand, animando uma cena numa data muito anterior a«,, da "Bairis Filme" "Vidas possibilidades artísticas e comer-. - r ,-.- m ciais deste filme. Marcadas'. Georges Rigand foi Pe* dro I no filme "A Marquesa de NOVA EMPRESA PRODUTO- Santos" (Embrujo).. RÁ ARGENTINA Aproveitando uma opção para fazer duas películas fora dos es- ( Conclúe na pag. 24 ). r niii.mpni***'mnr*nw'^^ ' "*3 89Í«"*í>":':' ' *Ba5gBBHBgy-: ""»-»^í^^í-í::'-jra^^-:" ;;' *::í WmmXmÊMÊPi ^sèêèt '<&$ > M»jra «Bi8883&< ' iihhhihhhhhhsí! if^ ; m«t Wm' sliflsp ^^pí^í v. ''--. -^mmaw Ui» ã 1 BÊÊ.-'' j; «O galã Pedro Maratea, que após uma longa ausência do estúdios argentinos volta a atividade. Os outios são Pedro Floriti e Maria Lulw Pai e a cena é do íilme da EL F. A, "Brumas en ei Riachuelo". Hugo Del Carril e Amanda Ledesma, novamente juntos em "A novela de um m Jovem Pbb»e//, da «F. A. -'- ^-:Ti. ',,r.,-2 mmmmm

5 11H an ** *y<^i«ff*l Bi^B; S 5-5 9b igbbj : _m mm Ce ^^s -*»«íí.*.;;íw: :;'.'.:;:«&<&:>. 'ZVi&^i&W* *- :**~^^ [ELENCO Kenneth Ray Milland Sidiiey^ Paulette Goddard Ronald" Roland Young Barão v.on Kemp Albert Dekker Rita Lenox Margaret Hayes Miles Cecil Kellaway Baker Addison Richards Richards F.dward Norris Pooly Charles Arai Alemão 1. Hans Schum Alemão 2. Hans von Morhart Criada alemã Gonia Nikola Scalsi Gerald Mohr Guarda Lionel Royce Alta noite, em Nova York, um homem desenha com mãos tremulas os planos de um torpedo radio-controlado, nas costas de uma linda mulher, Rita Lenox. Em seguida, ele é forçado a cobrir o desenho com um produto químico, fazendo com que a tinta se torne temporariamente invisivel. Depois, então, Rita e seu companheiro, Paul Baker, matam-no friamente. Rita pretende passar porsidney Royce, uma repórter designada para a sucursal de um sindicato radiofônico em Lisboa. Deve "Clipper seguir em seu lugar no, e na capital portuguesa vender os planos ao adido estrangeiro que oferecer mais. A' ultima hora quem embarca mesmo para Lisbôa é Sidney, que deve apresentar-se a Kenneth Harper, correspondente do sindicato radiofomco em Portugal, ignorando que a esperam o barão von Kemp, nazista, e Ronald Dean, inglês, cada qual adido à respectiva embaixada e mais interessado nos pianos do que o outro. Sidney fica assombrada com o luxo de seus aposentos no hotel, pagos antecipadamente, e as qu«atro malas cheias de vestidos finissimos que encontra.^ Seu espanto cresce quando o nazista e o inglês um ae cada vez lhe pedem que se dispa. Embora afirmando aue Sidney nao tenha tipo de espiã, Harper concorda em ajudar Ronnie a obter dela os famigerados planos. Quando Ken e Ronnie se excedem, Sidney então compreende toda a tramóia e insiste em ir à embaixada norte-americana, afim de esclarecer a sua idoneidade. De uma comunicação telefônica com o Bureau Federal de Investigações, em Washington, resulta saberem aue uma outra moça estava se fazendo passar por Sidney Esta convence Ken a desenhar um plano falso em suas costas. Vai ao escritório do Barão e este, enquanto lhe fotografa as espaduas, trata-a como Rita Lenox e lhe oferece outra tarefa. Já aç> sair Sidney se encontra com Paul Baker, que a denuncia ao Barão e a moça é presa. Enquanto espera pela volta de Sidne3*, Ken recebe a visita de Rita Lenox, que diz ser uma amiga da repórter. Ken, perçebendo com quem está lidando, põe a espiã nocaute. Depois de amarrá-la, deixa-a sob a guarda de Frank, o seu assistente. Ken procura o Barão e sugere a troca de prisioneiras. Dirigem-se a um hotel, instalado em velho castelo nos arredores de Lisboa, na verdade quartel-general dos nazistas. Nisso, porém, intervém (Continua na pag. 25) '-i DE MULHER ii ii ii I -*~-»?*STr»tv iirm, T....,-», 'ituai.b.jmblíl.'. ^QETS^lJíiií^M W&'Z-_WÈ $^Íi -^ -«-Xc. ÚM^i.i»^' ''-~' ils_wê_w--'- W f-à_--v 1 f_ La** 4$ %ãmwí"** í^l mffk ':'w&bfikm. 1 - ** %.8BBSL* *»r vz méêèáê '. sem BJv :-*>^ ^m^^_ws_w i_í^t_wi ^ VWJBl hb? i^^í wl^i^ iw m S:'i^ **& mws '-.-A-1--'.- ^^ ts_^_wís^_^kí W -í: í I fc.. v» :4^:- t* \-s *sáh ^"^ vi-lfc *,, *. vmamm1l;.j,.. ts 9*.. 'Aí.^BJ \

6 ..... ^^ Jíji"",,*.^ ANO - A CENA MUDA N d* Maio de 1942 \ m *s$ 8 k i1 II ' tfnhí_l irfffflfrmiltai mimam---» ' -....:íí'.j..,.... jftr. - ;.. mm\w H i:' fy-'-y'i' ' r> í\ * M.M-»5WM-*^-»*fc ^N ':: " : SillllsÉlllIs í,: B ;«:fl: _r. : fl-.-. y ' Uma das noticias mais alviçareiras que vêm circulando, na cidade. já há muito tempo, foi a da volta dc Carlitos, em seu "O grande filme Grande Ditador". E, como voltou Chaplin? Numa predisposição de devastar os supostos "super-homens" que, atualmente, ensangüentam o mundo, numa prepotência de senhores absolutos, para que mais tarde calam num ostracismo impiedoso que lhes votará a humanidade. Mas, deixemos de parte a essencia do tema de, "O Grande Ditador" e k. assemos a um pouco da historia da proaução deste seu novo trabalho. Depois de dois anos de constante e uma ina- "vem-não-vem" creditavel confusão de rumores de que Charles Chaplin faria ou "O nao Grande Ditador", e depois de tí-lo produzido, si teria de ser feito novamente e ainda se poderia ser apresentado ao publico, surgiu uma alta novidade verdadeiramente triunfante para as multidões de todos os çaises livres o filme foi terminado exatamente conforme fora idealizado e escrito por Charles Chaplin depois de sua ultima comedia Modernos", isto há "Temnos cinco anos passados. Outro triunfo coube à United Artists em ter o prazer de apresentá-lo. Passando para o angulo de trabalho tido com o filme, devemos levar em conta cxue o mesmo foi terminado depois de 177 dias de filmagem, tempo bastante razoavel, considerando-se que Chaplin escreve suas próprias historias, os diálogos, dirige a filmagem, inter^ reta dois papeis, compôs o acompanhamento musical e os processos ae corte. Considere-se ainda, que o custo da produção atingiu a quasi dois milhões de dólares. Esta é a mais ambiciosa e uma das mais dispendiosas produções que Chaplin já intentou; é menos importante do que o fato que envolve o querido cômico nas artísticas responsabilidades e caracterização jamais levadas a efeito. Porque, "O em Grande Ditador", Chaplin não é somente visto como aquele humilde vagabundo, tão característico de seus filmes, e sim, tambem, num outro papel importante o de poderoso ditador embebldo na loucura da cuerra de conquista. Nessa pn dução convergem duas interessantes historias a de um barbeiro judeu e a historia vivida nos faustos de um palácio onde imperava o ditador Hynkel. Não obstante o fato de Chaplin dominar em todas as cenas do filme em seu duplo fapèl, o elenco não deixa de ser menos "Tempos Modernos", da Cida- importante do que fora em "Luzes de" ou nas outras comédias anteriores de Carlitos. Paulette Goddard, que alcançou o estrela to através de suas próprias vocações desde a primeira vez que foi apresentada por Chaplin, e novamente "leading-lady" a sua e é com ele que mais uma vez joga as cenas mais vibrantes no romance da historia. Jack Oakie c visto e ouvido no convincente papel de rival ditador, Napaloni. Reginald Gardiner, interpreta Schultz, lugar-tenente do ditador Hynkel. Emma Dunn, Billy Gilbert, Carter De Haven e muitos outros são vistos em papeis de destaque. E, não esqueçamos um dos fatores níais importantes de "0 Grande Ditador": Chaplin fala, e fala como gente grande. O seu primeiro discurso comporta todas as atitudes dramáticas e bufonicas; é um sucesso indiscutiyel. Não deixando de ser o humilde e patético amoroso inofensivo, de olhar languido quando pronuncia o segundo discurso levando uma mensagem aos povos oprimidos pelas ditaduras. Este segundo discurso é exatamente o que de su- Llime se poderia esperar de Chaplin. Entretanto, falando como ditador louco, suas palavras não (Continua na pagina 26) V> *'v^v. b í,«

7 26 de Meio de " '.wuaaaammmmmmm %%c ANO A CENA MUDA N "»*- '*t"t"^"h nh9

8 _KÍ--*--:''''' ' ' H^^-;.';"' -.'' '*' 22, ANO E T4- Si.. K \- m U Tando tido conridado pslo Sr. Renato de Alencar, pessoa esta a quem muito admiro, pelo entusiasmo que dedica ao cinema, venho dirigir, esta nova secção "Jazz... sob o titulo cie no Cinema e no Radio". E' uma secção inteiramente nova, com o fito 4e atender aos leitores de A CENA MUDA no que for possível sobre este assunto. Todas as terças-feiras serão publicadas nesta secção^ duas ou "foxes" mais letras dc que os leitores já ouviram no radio ou nos filmes apresentados em nossas telas. Nesta secção falarei de conjuntos de Jazz do nosso país e do estrangeiro, assim como "crooners" e dos de fora, ao mesmo pequenas crônicas de nossos tempo fazendo comparações. USfi GLENN MILLER E QUESTRA A CENA MUDA - N.«1105 SUA OR- Esta notável orquestra americana, que há bem pouco tempo tivemos ocasião de ouvir e conhecer através do filme "Quero casar-me contigo", ninguém podera deixar de dizer que as musicas apresentadas por ela foram marcantes sucessos, si bem que "fox" "In o the MpocT, Fon- "swing" Fon, o mago de já antes de o filme aparecer o tenha apresentado varias vezes na Tupi. Aproveitando, convém afirmar a opinião de vários cronistas que apontam Fon-Fon como "swing' uma das melhores no gênero de. Mas, voltemos ao maestro Glenn Miller... Das outras musicas do referido filme todos naturalmente estão lembrados, mas em todo caso darei aqui as duas de maior sucesso sem desfazer o celebre "In "Chat- the Mood", que foram: ' tanooga Choo-Choo", que no filme foi interpretada pelo notável saxofonista Tex Beneke, integrante da referida orquestra. O coro esteve a cargo dos Four Motherhess (quatro rapazes cantores da orquestra). O outro fox é o notável blue "I Know why" também de gran- sucesso. Pois, caros fãs do Jazz, Isto de é só um pouco desta-notável orquestra, que segundo as cotações americanas, é a que ocupa o prim.eiro lugar nos meios do Jazz. Esta orquestra breve aparecerá num filme que estão terminando "Me- em.jlollywood, sob o lody man". título Vejamos agora o que há pelai nossas emissoras. Naturalmente, todos vocês que gostam desse gênero de musica, devem ter notado que os nossos conjuntos orquestrais têm se apresentado de forma digna de serem elogiados, assim como os seus "crooners". Atualmente na "A3" o conjunto de e seu Rit- "Chiquinho mo", conjunto este que muito "Larry se assemelha à orquestra de Cliníon", tem demonstrado as suas qualidades neste gênero de musica. Pois'tem neste conjunto um pistonista que bem mostra as suas dualidades. Chiquinho tem apresentado todas as terças-feiras um concurso "Chiquinho que se intitula à pro* cura de alguém", animado^ "speaker-chefe" dessa emissora. pelo notável Cezar de Alencar, Neste concurso varias senhoritas já tomaram parte para^ se "lady-cropner candidatarem a do celebre conjunto. Tive ocasião ae ouvi-las, isto é, as que já foram selecionadas W/Í&Mb* L S fljbm g^r.^b"y_-^g...g*1-l**llj^**^**^***^sgbg^^ütjl M jg «m r fl_i pela comissão julgadora, para O julgamento final. Das que cantaram e as que foram selecionadas, cito três candidatas: Katherine Lou, Regina Helena e Grace Lane (esta ultima não foi selecionada pela çomissão, mas, direi porque a incluo junto das duas mencionadas). Katharine Lou. Observei grande semelhança de sua voz com a da famosa cantora Connie Bos- 10.;;íKi:;.: :.: v:ísi:?.í AA *w 1 "I.\...HL*໫SM "WJ^1"-^ f ta-lhe o desembaraço exigido para "lady-crooner", uma de orquestra., Sua voz é de uma sonoridade fantástica) pois é uma garota tipo Judy Garland. Como vemos, vão surgindo no "broadeasting" nosso os valores novos para os conjuntos que atuam no radio, marcando assim a [epopeia do Jazz no Brasil. Estão de parabéns os mandleaders" brasileiros. AA' ' ' :.Ay Roberto Paulo Taborda (o Bob Hill) que vai dirigir esta nova importante secção cultural e artística de A CENA MUDA. wel. E' uma cantora de voz cheia e própria para certas, orquestrações, ótimo ritmo, e própria mais para blues. Esta é a que eu aponto como a melhor das que se apresentaram, não desfazendo nas outras, que satisfizeram as exigências da comissão. NOVAS DO JAZZ NA TELA Regina Helena. E' uma seria concorrente para Katharine na prova final, pois também tem a voz semelhante à da mencíonada acima. Cantou a bonita melodia "Star Dust", a qual interpretou de forma aceitável, faíhando um rjouco ao compasso, devido talvez ao seu nervosismo no momento, porém, foi muito aplaudida. Agora sobre a candidata Grace Lane, '-Love que cantou o difícil fox of my life", interpretou de forma satisfatória, porém fal- Brevemente aparecerá na tela do Plaza a gosadissima comedia musicada intitulada "Dois Romeus Enguiçados". Conta esta comedia com o concurso da já conhecida orquestra de Kay Kaiser, que é uma das mais populares nos Estados Unidos. E, como prometi, aí estão as letras dos três* foxes mais populares. Primeiramente, ê o "Daddy", popularissímo musica esta que vocês ouvirão no filme "Não te fies nas mulheres". Hey listen, to my story'bout A girl named Dayse May Dayse, Dayse May 26 de Maio de 1941 Her diaposition, ls sather sweet and charming At times alarming... so they say. She had a man who called her handsome Large strong, to who she use this song: Hey Daddy, I wont a diamond, rings bracelets everithing, Daddy, you want to get the best for me, Hey Daddy, gee, wait I look swell ín sallers Cloth with Paris lables Daddy, you want to get the best for me. This amazin revela tion, With a bit of simulation I'd be you're great sensation I'd be you're inspiration Daddy, I wont a grand new car, champagne caviar Oh Daddy, yoü want to get the best for me. O outro fox de grande sucesso atualmente é "Chattanooga Choo- "Quero Choo" do filme casar-me contigo". Hello Tex, what you say Step and finer is my day Them and near to listhing to my vertion Oh really saller Tennesi excurtion Pardon me boy, is that the Chattanooga Choo Choo Yes, yes... track twenthy nine. Boy you can gimme a shine Can you afford, to board Chattanooga choo choo I've got my fair And just a trlfle to spair You leave the Pennsilvania station'bout a quart to four Readia magazine them you' re in Baltimore Dinner in my diner, nothing could be fíner Than you have hamn'eggs in Caroline When you hear the withle blown in eight in the bar Them you know the Tennesi Is not very far Shovel ali the coall in Gotta keep rollin Woo, woo chattanooga there you ar0 There's gonna be, a certain par" ty at sta tion Satin and lace I use to call funny face She's gonna cry, untill ITI tell her that ITI never roam But, wont Choo choo to me home Chattanooga choo choo. E, finalmente, o blue mais "I procurado atualmente: Know Why" também no mesmo filme do fox acima: Why do robins sing in December Long before the sprintíme is due? And even thout ít's snowing Violets are growing I know why and so dou you Why do breezes sigh ev'ry evening Whísperíng your name as they do And why have I the feeling Stars are on my ceiling I know why and so do you Whem you smíle at me I hear gypsy violins. Whem you dance with me I'm in heaven when the music beguin I can see the sun when it's raining Hiding ev'ry cloud from my view And why do I see raimbows When you're in my arms I know and so do you.

9 .....,...-..:... ".':.. -"..'.. ': W 22 ssheb!.o ANO' A CENA MUDA N Pifr de Maio de 1942 F O A E CENA X ir) w U izr Greer yí^^^^^^^^^^^^^^^^^^^^sãm&' 1; ^f * -** -^s^tfris «srjãs-ebrt sj^^st-a.1**» Pid3eon diretor lih om:->-^"*v^^^»'^5!flb "'^'r-.''^ í" " - WB&kyt ' "V '" '" * *.-i.i>.\. SBwMjWgSfe'.- /.. >; : ; / **», -ç&^fl S-I-^^^^B^kÍ-ot-K^ Laraine Day pensou que, para montar a cavalo e galopar, era bastante arranjar um «pony» bem ajaezado; mas... coitadinha da Larrame. O animal resolveu opor-se e não houve jeito de fazê-lo atender nem mesmo com a promessa de um autógrafo... Hedy Lamar em passeio em companhia de sua mãe Gertrudc Keisler, recentemente chegada aos Estados Unidos, diretamente de IflBdw, cndo «P«ado uns dias no Canadá. Hedy ficou "'P'«^lda gj vinda do seu cãozinho «Cheri», lindo escossez, que Mme Kersler lhe trouxe da lns!aterra, um dos dezessete que M.ss Umarr possuu quando estava na Europa. y _,,-J,*.",, " ' "Víjí nu ami iiii*iiiiimémrt^^^iffiwtrmmmftblflftl

10 m Ia. ei 22.' ANO - A CENA MUDA - N de Maio de 1942 '. Nova York A; # Nome em inglês «New YorkTown» Filme da Paramount Direção de Charles Vidor Duração 80 minutos P E R S ON A G E N S Victor Ballard Fred MacMurray Alexandra Curtis Mary Martin Paul Bryson, Jr. - Robert Preston Stefan Janowski Akim Tamiroff Sam Lynne Overman Vivian Eric Blore Shipboard Host - - Cecil Kellaway Gus Nelson Fuzzy Knight?'?? Victor Ballard é um rapaz, decidido e pratico,* embora não levando a vida muito a serio espera um dia fazer fortuna na imensa babel que é Nova York. Morando em modesto quarto, tinha Victor por companheiro o pintor Stefan Janowski, que era ainda professor de arte européia. Havia Stefan conseguido fugir de sua terra natal, quando ela fora invadida poi tropas inimigas. Naquele momento a sua única preocupação zrà regularizar a sua situação nos emprega em sua luta pelo êxito" Pouco a pouco a jovem sente-se apaixonada pelo dinâmico Victor. Este percebe o que se passava no intimo de sua companheira, mas Victor continuava fiel a' sua resolução de não consentir que obstaculo algum se interponha na sua marcha para o sucesso. Com essas idéias r.ã cabeça Victor finge não compreender o interesse por ele demonstrado por Alexandra* intimamente Victor procurava não acreditar nesse sentimento que se chama amor. Alexandra t.abalhava agoia com os dois,- era ela encarregada de vender os quadros que Stefen pintava. Mas Alexandra reconhece que não dava para aquilo, não era tarefa para ela,* os três se reunem. Diz então Victor que a salvação da moça seria casar-se com um homem rico, que a livrasse de dificuldades financeiras,* Victor chega mesmo a lhe ensinar um processo para «fisgar» um ricaço, isto é, procura-lo sob o pretexto de vender um quadro. A principio Alexandra repele aquela idéia,* amava muito a Victor para proceder daquela maneira. A indiferença demonstrada pelo jovem, faz Alexandra ir procurar Pau! Bryson Jr., simpático filho 'iilpipi x*'1-' ' y A: - '-Or*1:!::"\*' y'*....,' 'A.AAAy "' ' -& # >>:*' &> * * ' a-*' *-: I Estados Unidos, onde pretendia passar o resto dos seus dias. Por intermédio de Sam, um veterano da Giande Guerra a quem Stefan havia salvado durante um árduo combate, foi que se deu a de um conhecido milionário. Com uma graça pouco comum Alexandra vai mostrando os quadros ao jovem milionário, que, no fim, já nem olhava para eles e apro>ima-ão dos dois companheiros de qu-artr) Qua-.to a Sam, era obr*** caio a <:ma mendicioade disfarçacia vendendo lápis na via publica. Victor e Stefan tornaram-se *» bons amigos e até sócios em um negocio. Consistia o trabalho dos dois no seguinte: Victor percorria as; rua da cidade a tirar boas fotografias que Stefen pintava a óleo. Estava Victor no seu trabalhd sim para a linda vendedora. Paul sucumbe ante os encantos de Alexandra, e tudo faz para torna-la feliz,* chega até a arranjar um lugar de professor para Stefen, que deste modo pode fixar definitivamente residência "nos Estados Unidos, somente porque isto agradaria a jovem. Quanao Victor reconhece que de tirar fotos quando se encontra o jovem milionário está mesmo K X. com Alexandra Curtis, uma jovem provinciana que viera para Nova York cheia de sonhos e ilusões mas já se achando desiludida e. sem \intem. Victor tem pena dd disposto a casai-se com Alexandra nota que tinha errado no seu procedimento para com ela,* vê que tinha enganado a si próprio. pobre moça e como esta estivesse até sem teto, convida-a a ir dormir no atelier de Stefen situado numa agua-furtada. Acompanhando de perto a vida dos dois amigos, Alexandra fica, empolgada com a astucia que Victor Roído de ciúmes Victor resolve fazer todo o possive! para reconquistar a afeição de Alexandre o que consegue com relativa facililidade pois doidinha por isto estava ela...

11 1 i -.,_«/ I WBamm j»!?'! í» wif^ : * r^ãêms ^ ' " U A Filme Nome em inglês: "Metro", da Mervyn Lc ELENCO "Escape ' direção Ro.v de Mark Preysing Robert" Taylor ^ Condessa Ruby voh Treck Z Norma Shearer Emmy Ritter Nazimova General voh Kolb Conrad Veidl Dr. Ditten Philip Dom Fritz Felix Bressart «fe _.y..,;. Aluna Bonita Granville Dr. Henning Felix Basserman. Estamos na Alemanha, em A uma cidade dos Alpes Bavaricos acabava de chegar o trem; entre outros passageiros destacava-se pelo vestir o jovem americano Mark Preysing. Elegante e bem parecido, chegara Preysing à Alemanha para encontrar sua mãe, a ex-celebre atriz Emmy Ritter, que há muito não dava noticias. Mark dirige-se ao hotel onde sua mãe morava, mas ao falar no nome de Emmy Ritter ao pro* ~ prietario, este, com exagerada veemência, diz nada saber. 4Sf Em vão Mark procura desçobr ir o paradeiro de Emmy; de todos a quem interrogava recebia respostas negativas, procurando os interrogados acabar o mais depressa possivel com a conversa. Mark, em vista daquilo, vai em procura do famoso advogado Dr. Henning; este então explica a Mark que Emmy fora presa pela Gestapo por crime de alta traição. Mark pede a Henning que lhe explicasse melhor o caso, pois era impossível que sua mãe, uma senhora de idade, e que passara a maior parte de sua vida na America, embora fosse^ alemã, tivesse cometido algum crime po-, lltico. Dr. Henning conta ciue o crime de Emmy fora -vender a sua casa com o objetivo de transferir-se nara os Estáaos Uniaos, com o dinheiro da venda. fe3 Mark fica indignado com a justiça nazista, e quasi louco quando o Dr. Henning diz que, para esse crime, a pena era de morte. Ia Mark à procura de Fritz, um velho criado, quando, casualmente, trava conhecimento com a Condessa Ruby, que se estava divertindo no campo com suas alunas. Em pouco tempo Mark e Ruby tornam-se bons amigos; promete então Ruby auxiliar a Mark no que pudesse, pelo menos saber onde Emmy se encontrava. Era Ruby quasi noiva do general Von Kolb, um dos expoentes do exercito e homem dc muita projeção; era Von Kolb muito querido pelas alunas de Rubv, devido à gentileza com que ele as tratava, e também pelas Conclue na pág. 26

12 '>...,, ** ««. Ano -AgCENA MUDA>-1105 ; - '. - í%"*"ir.'..'., :'.':- ' ' ' ;-"' * " * X de Maio de *ryv»^gmb^^^b^^^^i^^^^^bmmm<bhmsjtmíls^iimmíl'cm*sbbiib Gfll8& BB " V * I mtêbmmmw NK^B Sl s BÍiW^twB B^^^^^^^^BiPiSibH^^^ thh mmr^ *^*H WlB] "V^m I IH HkgF R í5j%e 'B («^s P* i -**.-{"-*/ ^^BH' BBHBS WÊÊfTmm í JBfc W âbfc 1 TrrHiLSffi X-' KHmBB twí 7m\'i.Wr9 M..--.'X 'V,v* *"*"<* $* >' Í-- T-'*""-".'?**',!- ', ** ". - / - ~J *">*** * "X -^ * i*1, «* r -" /-" '/'. i. "j " " '' w ->* JkWMaWmmma.. - ^l /'mwê'..-jkammaa»maaawb SnS '' S *f i ^atmmm *5"3 X «A GRANDE MENTIRA» (Thfc great lie) Warner Brothers. Outro filme famoso desta temporada é «A grande mentira», apresentação Warner Bros., com o nome da grande Bette Davis no topo d*, cartaz. E pela segunda vez eu s*>frí uma «pontinha» de decepção com Miss Davis. A primeira foi «Pérfida». Eu tinha ido ver-a fita, certa de que seria estupenda, mas as únicas qualidades que encontrei foram: a fotografia de Rudy Mate e a direção de William Wyler, conquanto eles já tivessem feito cousa superior, respectivamente em «Cidadão Kane» e «A Carta». A oportunidade de Bette em «The little foxes» foi pequena: a celícula era mais de Herbert Marshall e de Tereza Wright. O meu segundo desapontamento, não com Davis, porem com o celulóide, foi este «A grande mentira». Ela, aliás, como sempre, está simplesmente admiravel, mas o entrecho de Poly Banks é demasiado pueril para uma Bette Davis. Quem já fez «Escravos do desejo», «Perigosa», «Jesebel» (arrebatando o prêmio da Academia em 1935 e 1938 por estes dois últimos), «Vitória amarga», (que eu considero sua maior performance até hoje), «Meu reino por um amor!» e ultimamente a impressionante novela de W. Somerset Maughan «A carta», merecia papéis mais de acordo com a sua sensibilidade artística. Sem possuir os predicados físicos de uma Hedy Lamarr ou de uma Dorothy Lamour, a «genialíssima» deixa-nos estarrecidos diante de seus desempenhos de mulheres sofredoras, exóticas e sobretudo humanas! Ê' por isso que a fazendeira «Maggie» de «The great lie» não lhe oferece bons recursos de mostrar o talento surpreendente que Deus lhe deu. A pessoa pequena, magra, nervosa, porem marcante de Bette Davis adquire maior vigor quando vive as personagens sombrias e melancólicas, vítimas de males patológicos,* ou de apaixonadas inconsoláveis, amantes ardorosas, que chegam até ao crime... Seu rosto, como que um planisfério de angustias e seus maguados olhos indecisos, forçam o universo cinemato gráfico a considerá-la a máxima atriz trágica da atualidade! Em «A^grande mentira» ela tem momentos sublimes, mas o argumento não a auxilia como das outras vezes. Parece até que Edmond Goulding deu mais atenção a Mary Astor. Esta sim, jamais esteve tão sincera: a pianista irritada e neuràstenica que ela «compõe» é digna de aplausos. Quando, antes do parto, «Sandra» (Miss Astor) tem aquele acesso de nervos e tenta sair ao vento assolador do Oeste, sendo esbofeteada por «Maggie», então está ótima! Bem fez a Academia em entregar-lhe o prêmio de melhor «co-estrela» de 1941, por sua interpretação nesta película. Quanto d George Brent, a sua atuação não é diferente das demais, ou seja: comum e discreta, embora não supere a do médico em «Vitória amarga». Edmund Goulding dirige bem o pessoal de «A grande mentira», mas não chega a deixar «platéia «suspensa» c maravilhada, como naquele «climax» de «Dark Victory». Na hora em que La Davis lia as cartas médicas que a atestavam incurável e saia do consultório em louca corrida, ouvindo ainda aquele «prognóstico negativo» martelando-lhe os ouvi- dos, então Ed. Goulding atingia a perfeição, embasbacando o publico, que já dominado por Bette, derramava lágrimas de ^comoção! Nesta sua nova produção, porem, ele não realizou cenas violentas e reais, devido á continuidade um tanto monótona do célebre romance «yankee». No elenco, nomes como os de Lucille Watson, Hattie Mc. Daniel (a preta de «... E o vento levou»), Jerome Cowan e J. Farrel Mac Donald, contrinuem para alevantar um pouco o bom nivel do mais recente celulóide da rainha da Sétima Arte. Por a ^conseguinte, cotação abaixo não foi dada a «The great lie» (que é fraco) e sim ao desempenho de Bette Davis, que coadjuvada por Mary Astor, salvou o filme da mediocridade. Miss Davis é, e sempre será, merecedora dos máximos qualificativos, mas deixando a admiração pessoal á parte e «bicando» crítica, ciassifico «A grande mentira» como BOM. Dulce Damasceno de Brito.??? «CIDADÃO KANE», a «maravilha» que não me impressionou. As revistas especialisadas é que fa^em o sucesso e o insucesso deste ou daquele filme e muitas vezes uma fabrica produtora por melhores películas que apresente é considerada «produtora de abacaxis» outras mais beneficiadas são regiamente favorecidas por este ou aquele cronista. f Habituado a ler constantemente estas revistas especialisadas é que eu contava com o verdadeiro sucesso de «Cidadão Kane» o filme revolução, a produção que contava com vários prêmios em perspectiva para o seu produtor. Francamente decepcionou-me a primeira produção do «Gênio Louco» do «little Welles», "imprensa e tantos adjetivos que a o apeliduo. Indo por pontos, vamos primeiro falar sobre os interpretes, o ator principal sofre do mesmo mal que o nosso Procopio, ator de teatro, dirigido por ele mesmo, que não poude corrigir os defeitos teatrais ''que possue. Tivesse Cidadão Kane sido dirigido por um Lubistch, ou mesmo Alfred Hitchcok, veríamos um «cidadão Kane» menos teatral. O sr. Welles errou lamentavelmente em ter dirigido a sua produção,* a sua escola não é perfeita. A estrela do filme único elemento que impressionou-me, tem real valor, merece melhores papeis, pois o de «cidadão Kane» é ingrato. Os demais pela falta de elenco no inicio, desconheço-lhes os nomes, entretanto, aquele que o Cidadão Kane despede quando está escrevendo á maquina, é um dos melhores. Os demais, meros figurantes. Fotografia, o único valor do filme está na fotografia, bons ângulos, ótimos close-ups; bôa escolha fez Welles., sobre a fotografia. O Som foi outra coisa bôa do filme, aqueles apanhados distantes na sala, quando o «Cidadão» e a esposa conversam, feita com uma perfeição incrível, demonstrounos que o cinema falado está progredindo. Enredo originalíssimo, a historia do «Cidadão Kane», aí está o ponto alto do filme, a sua melhor «coisa». Se Orson Welles foi mesmo o autor do argumento dou-lhe os-meus sinceros parabéns, =ACENAMüttr-t, A BKAIS ANTIGA, COMPLETA E LUXUOSA REVISTA CINEMATOGRÁFICA DO BRASIL ^íyespssdenta em HcMywooã VICTOR 8ABUNI Propriedade da COMPANHIA EDITORA AMEUGANA i, A Diretor: QRATULIAMO BRITO OS TRABALHOS ASSINADOS SXO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTOBBI Asilnatura (B3 numeres) REPRESENTANTES BRASIL Porte elraplos: BAHIA Joaquim M. Cunha Assinatura anual Praça Castro Alvas, 79. Semestre JARANA Gerson Gomes BT2rtTfl-rwA*na- Lustosa (correspondente) REGISTRADA. Hotfil Metrópole Curitiba. Assinatura anual rio GRANDE DO SUL Ad- Seraiastre S4S000 mar Lobato Agencia Publix ESTRANGEIRO ~ Ruft ^V»* Campos, 11BS sala s. Assinatura anual ESTADOS UNIDOS DA AMEsemestre Semestre T0J0OO T?*C«~ RICA P«DO NORTE S. S. Kop- & Cia. Times Bldff. New Numero atrazado... 18*500 York City. Rua Visconde Maranguape, li PORTUGAL Agencia Geral RIO DE JANEIRO de Publicações ~ Rua de Arsenal 64, Lisboa. BRASIL ÁFRICA ORIENTAL PORTU- TELEFONES: GUESA D. Spanoa Caixa DireçSa Postal 434, Lourenço Marques. R dflçso URUGUAI Moratorio 8c Cia. Administração _ Constituyente Publicidade C Montevidéo. Endereço telegraüco: Este numero consta de 28 «Revista" paginas. pois em meus longos anos de cinema, desde os tempos que Eric Von Stroheim, Marsan Neil, Edwards Grifns, e outros cujos nomes nao me é possível lembrar, mais que eram escritores, diretores, adaptadores de filmes, nunca nos deram enredo tão original quanto o que Welles nos apresentou. E aí está resumidamente a produção que a imprensa fez uma publicidade espantosa. Orson Welles, pretende e está filmando uma pelicula baseada na nossa vida e com toda certeza teremos em cena o nosso carnaval, macumbas, e outras «coisitas». Emquanto Carmen Santçs, esta bandeirante do nosso cinema, luta com uma dificuldade incrível, para terminar «Tiradentes» ou «Inconficiência Mineira». Não seria nada de mais que Orson Welles que tem dinheiro para gastar, produzisse ou se associasse á grande bandeirante do nosso cinema, para o termino desta produção que irá abrir novo marco na historia do nosso cinema. Filmes educativos é o que precisamos, filmes que despertem na mocidáde o sentimento patriótico dos nossos antepassados. Se assim proceder Orson Welles, ficaria com o seu nome gravado entre os benfeitores da nossa cinematografia. Por ventura não seria melhor um filme sobre a personalidade de - Tiradentes, ou de Caxias, do que simples bamboleios dos macumbeiros, requebros de mulatas, e outras coisas a que estamos acostumados a assistir quando aparecem por estas plagas, cinegrafistas que prometem apresentar-nos como povos civilisados? Que fique na mente dos brasileiros o exemplo de «Rio» «Serenata Tropical», que os Argentinos muito inteligentemente «boycotaram». Espero sinceramente que Orson Welles o dinamico ator, piodutor, diretor z, revolucionário do cinema nao caia no ridículo como tantos outros que por aqui passaram. E os leitores amigos já que eu inicie com esta crônica, opiniões sinceras e não me deixo levar por lero-leros que também se apresentem e façam por intermédio da CENA MUDA, chegar ao conhecimento do publico, "o que viram, e gostaram a produção mais «maluca» do ano. Não pode haver enganos, certo cronista concedia todos os prêmios da Academia ao filme «Cidadão Kane»- e quantos a Academia concedeu: ao Melhor interprete Gary Cooper melhor atriz, Jean Fontaine, melhor argumento original Cidadão Kane enquanto o filme «Como era verde o meu vale» abiscoitou cinco ou seis dos prêmios concedidos pela Academia. Havia ou não bôa e excessiva vontade para a pelicula acima citada. Se erro nestes comentários erram os membros da Academia, por ventura a Academia errou quando premiou Spencer Tracy, Paul Muni, Mary Dresser, Luise Rainer, Helen Hayes, Emil Jannings, Janet Gaynor, Kat Hepburn, e outros. Os leitores estão com a palavra para retificarem o que nesta crônica está errado. E eu com o consentimento darei o direito a uns puxões de orelha. Lon Chaney Júnior V

13 ; ' S6 de Maio de wmmobimmmtmmmamm mmmmmm^mmmmmmm 22. ANO A CENA MUDA N HI? il &E ÍVc- <,:.:. * 1 ; :>< ' WÊÊl \^-"'A **V'\ * *.N:.. E *-< ^ ^ Í.JÍ1 * " BILLY :'$>.,..; Il-Í*' t-': : : '" ': < ::.' ': - V*: '. '':; ':; :;: í'a'i \ ' A'. ' "A í :í: :Í:ÍÍÍ5Í : ííí ;: íís:í?:-:-;- *. Não sabemos se alguém andou dizendo a Billy Gilbert que ele era um excelente cavaleiro/ mas a verdade é que o simpatico Billy veio com essa idéia dè montar bucefalos. O resultado vocês vão ver... Ao lado Antes de tudo, nada melhor do que comprar um bom animal, e Billy parece que encontrou o que queria. Em baixo, á esquerda Pobre Billy, passou tanto tempo «em fazer exercício que a sua perna não encolhe o necessário para botar o pé no estribo. E vejam só a cara de surpresa que ele faz ao dar por isso. A' direita -Mas quando Billy se enfurece quem quizer que se agüente! E quem foi que disse que eu não era «agiu? ( Continua no próximo numero)... Mm im«p^iih.'.::---.. : >: : Yr-^^r.v.'.v^.v.v- ;.. /.. y.-'.'7,r."'rr?^ A.-::'. ' : -^AA^: -- '.": : :.: : ^;:'v :: :- ; *:- :. v > *.;-:> í ; ' *fe*l%«_sfe^í^^i^^í^i^^^^^^^^^^^^^ #* i\ í ';$*' Mé^ $08éê*^^ _^^^m«^^^_h15^;

14 " ' '. ikffbibjffm^ 'fsbbmbhmm*mmmmmmmmm^^^^i^a^m^^bamemmiiuiimui i.«m,mii«wsmsmsis*mam*m**w*^^^^^^^^^^^^^^^^^^ X~.*' >"' '& - : *"* -""r. ;.j- ' - 22 o ANO - A CENA MUDA - N.« de Maio de 1942 v - Al TIRANO" CONTINU SER ;,-' :.- Z'r~l Leonor Maia, a estrela da nova produção portuguesa oai "O tirano". Na ultima reportagem que fiz sobre o Pai Tirano, dissemos que êle se tinha recolhido a casa ás 22 horas. Era dominso, mas apesar de ser esse dia traba hou-se a valer. Na segunda-feira fatigado do trabalho de domingo, todo o pessoa! técnico e os outros artistas, ficaram de folga. Nesse dia o nosso amigo nem sequer se levantou. Tal tinha sido a folia. Na terça-feira, eram seis horas da manhã, já o despertador estava a tocar. Vá cavalheiro. Salte da caminha que sao horas de ir trabalhar. JÉW^JJMBtfWaaBW lllt^ mil ' SS WÊ W^^ ImIÉ > i JbhhB! ^BunnHffif%v i»íí» Jlllllll^P * < ^^mvts^si^^^eba^^^^^^^^^^^^^* * ' l- ''téãsêfc*''*'*' Hp ^^^», ^»!^^^B m JE^Hp ^31,.11 BBHB illéllíillp c^^^^^^^^í^^p^^^^^^' b\ fl? # Artur Duarte numa cena interessante d«"o pai tirano. «">-*"-»»»?-"». - * *^ "> - K*»*'*?^5 ""» ««-/'";"**". 'l'-^^ j*;:''.-'::;;.';:: ; ::- :..<-.. v-:;:*:-v:'xv;::',í"^ -.V.:': '.-.:.-'.- Aj^xi^à^ llr?; vm tt 'ai HbSBkSwS&SS i i - í!:;: SsP^I*: <5i -*3:sli.^iliilPlili ^^^^^h^^hb^p^:. >íseà^'*^^^-xix yy' x*y TH-ffi^flBBBRBvi^ ~.. '-.- r ''^Mmm^uuiHmW' ' fsxx ' Uni» **«u**»ncw ú* ' z "Q P«l tlr«nb".! O nosso folião depois de escutar por alguns momentos o despertador espreguiçou-se, rebolou-se na cama e deu um pulo para o chão. Lavou-se, preparou-se, etc, etc. Pó... Pó!... uma busina que toca, depois, uma voz. Oh! velhinho, olha que são horas. -Já lá vai, já lá vai!... O nosso amigo desceu a escada, entrou para o automóvel que, com certa velocidade, o levou até ao estúdio do Lumiar. Desta vez o «Pai Tirano» foi ao teatro. Filmavam-se as cenas do ensaio no teatro de amadores do grupo «Os Grandelinhas». Este cenário é um dos mais grandiosos e interessantes que o filme comporta. Ele foi imaginado por Roberto de Araújo e construido e montado sob a direção de Francisco Duarte. E' nele que se passam as cenas mais cômicas de «O Pai Tirano». Vasco Santana, o Mestre Santanna do filme, ensaia os seus colegas do Grandella que vão interpretar o drama «O Pai Tirano, ou o ultimo dos Almeidas». Estavam presentes ao ensaio o Machado porteiro (Armando Machado), o Seixas da secção de vidros (Seixas Pereira), o Pinto, ponto do teatio (Reinaldo Duarte), o Lopes dos brinquedos (Barroso Lopes), a D. Cândida, caixa _ da secção de sapataria (Luiza Durão), a Gracinha da secção de Luvas (Graça Maria). Já estavam ensaiando quando o Chico (Francisco Ribeiro) entrou todo afogueado e dando mil desculpas- Mestre Santana ao vê-lo encheu-se de ira e zás; deu-lhe tremenda descompostura*. O Senhor fica sabendo diz Mestre Santana ao Chico_ que o ensaio é ás 21 horas e não á hora em que o senhor quer vir. O resto respeita-se e não se conta. Fica para quando virem o filme, porque contar tira-lhe toda a graça. E depois das cenasdo ensaio filmaram-se as cenas dá representação, que tiveram lugar passados alguns dias. E nesse dia o nosso teatro, que é um teatrinho de apetite, estava repleto de gente. As cenas que ali se iam passar eram as melhoras que «O Pai tirano» tem. Uma multidão enorme de figurantes encheu o teatro interpretando os espectadores que iam assistir á representação do grande drama. Muitos figurantes, muitos atores, muita luz e um movimento geral em todo o estúdio muito intenso» Antônio Lope» Ribeiro andav* atarefado. O César de Sá' (operador) afinava as luzes e olhava por tudo quando era necessário para obter uma fotografia corretíssima. O Vilar (maquilador), não tinha mãos a medir. Pois tinha muitos atores e figurantes a maqüillar, e como só tem, dois braços e não podia tratar de todos ao mesmo tempo,* teve de meter dois ajudantes, pois o seu ajudante que também é cabeleireiro só tem tempo para fazer penteados. Vozes para aqui, vozes para ali, e a confusão que vai no «palco» é tão grande que eu tive que fugir para o camarim da maquillagem. Ali a confusão não é menor, mas há um pouco mais de socêgo porque há menos gente. Toda esta tarefa tinha sido iniciada ás seis horas da manhã, e ás neve horas já tudo estava a posto para se filmar; portanto foram precisas três horas para por tudo nos seus devidos lugares. Atenção, figurantes para a cena, atores nos seus lugares. Silencio!.. *" Luz.!-- Ensaio (o ultimo para vêr se tudo é interpretado como o realizador deseja). O ensaio repete-se porque o primeiro não correu bem. E finalmente depois de uns quatro ensaios tudo estava pronto para se filmar. O. k.! O som diz que está bom para a gravação. Póde-se filmar. Silencio!... : E a um, sinal do anotador a maquina começou a trabalhar; a outro do realizador, dá-se inicio á ação. A cena está a. decorrer com -satisfação: A assistência sente-se satisfeita com a representação e aplaude: E finalmente dão por terminadas os trabalhos das cenas do teatro que decorreram com satisfação: Tomaram parte os atores, Amélia de Oliveira, Luiza Durão, Laura Alves, Tereza Gomes, Sofia Santos, Regina Montenegro, Vasco San" tana, Artur Duarte, Ribeirinho, Leonor Maia, Armando Machado, Joaquim Pratas, Seixas Pereira, Barroso Lopes, Reginaldo t)uar^ Pereira Saraiva, Henrique de Ah buquerque e Maria da Graça. Eu que assisti ás filmagens gostei de vêr, e muito em especial, a organização e a disciplina da figuração, e de todo o pessoal. Antônio L. Ribeiro dàwn explicações, ordens, as quais eram acatadas com todo o rigor, e digote leitor, que o cinema português que até aqui era uma brincadeira, está a seguir pelo bom caminho. Oxalá assim seja por muito tempo. Carmtllno Callaya **i

15 26 de Maio de MU* ANO - A CENA MUDA N.«1105 i M*. mm^mm RIBâ'» K_? * E «LOBOS li l ipbltl <<p> ^M Da & Rmam*. llll#r,,li fc»v^wi# b^ fia p : i ^ r SERRA» «Ala Arriba!» entrou fase ^na final: a montagem. Aqueles milhares de metros de filme impressionados pela câmara cinematográfica estão sendo retalhados e colocados na sua devida ordem de seqüência de ação e de ritmo. Assim as cenas vão passar a têr seqüência, vida e emoção. E* um trabalho extenuante que se iniciou para daquela sala ampla e clara que é a de montagem da Tobis Portuguesa, que nos dá a impressão de uma sala de anatomia (e que de fato o é para os filmes) e de onde vai sair um filme com um enredo formidável e cheio de emoção que o publico há muito espera com impaciência e ansiedade. Aqui já nao há os projetores, nem a câmara de filmagem, nem os cenários, nem os artistas, mas sim a mobiola, o montador, a sua assistente, os grandes cestos de verga e caixas de madeira comportando os milhares de metros óã película que se filmou e compoita agora uma história da vida real, a coladeira, as tesouras, os frascos com acetona e os respectivos pinceis, latas de folha para arquivar o filme á medida que se vai montando e acima de tudo isto a ciência de um homem que tem um trabalho não menos fatigante e de responsabilidade que o realizador,- o mentador. Este, parecendo que^ não, é um valoroso elemento técnico e o seu trabalho é por vezes.de muito maior responsabilidade do que o do realizador. Depois da sala de montagem temos a sala de projeção pata a qual o filme está constantemente a caminhar. Ali se analisa se ha seqüência, ritmo de ação e sobretudo os records são de uma exatidão absoluta. Depois, o laboratório com as positivadoras, os grandes tanques de revelação e as câmaras de secagem. E assim ficamos aguardando com ansiedade a estreia de «Ala Arriba!» «Lobos da Serra», de que tambem já estão terminadas as filmagens, encontra-se na montagem das suas ultimas cenas. Jorge Brum do Canto terminalá-á brevemente, pois am aioria do seu filme já está montado e após a montagem das ultimas cenas filmadas êle fará uma revisão, geral á mesma a-fim-de verificar se tudo está na devida ordem e com seqüência,- enviando seguidamente a cópia de montagem para os laboratórios da Lisboa-Filme onde o negativo será montado rapidamente e, em seguida, se fará a primeira cópia sonora, ou seja a de experiência. E' com bastante interesse que o publico está aguardando a estreia deste filme, mas por ora ainda não se sabe ao certo em que cinema será estreado. Fala-se no S. Luiz, Cine e no Tivoli, mas em qualquer deles ainda nada de positivo está declarado.??? «O Pai Tirano» tambem está concluído no que diz respeito a filmagens. Depois dos cenários do Teatro dos Grandelinhas foram construídos os do sumtuoso palacete da Estrela. Quando entrámos no estúdio da «Tobis Portuguesa», alguns dias depois de se terem filmado as cenas do teatro, o aspecto geral do estúdio tinha-se modificado por completo. Estávamos nos salões de um rico palacete que fica ali para os lados do bairro da Estrela. Os cenários eram deveras maravilhosos e as suas decorações e mobiliário eram riquíssimos. Os Grandes Armazéns Alcobia tinham fornecido a P. A. L R. alguns dos seus mais suntuosos e valiosos moveis para mobiliar o salão, o atrio e o corredor do referido palacete. E dentro deste conjunto de cenários, moveis e tapeçarias, lustres, faianças, porcelanas, etc./ estavam dentro do estúdio da «Tobis Portuguesa» umas centenas de contos. Trabalhou-se nesses últimos dias de filmagens como nunca; pois, havia que terminar o filme dentro do prazo estipulado. Atuaram nessas cenas, Vasco Santana, Leonor Maia, Francisco Ribeiro (Ribeirinho), Teresa Gomes, Armando Machado, Luiza Durão, Barroso Lopes, Seixas Pereira, Reginaldo Duarte e outros. Numa noite, ou seja a do ultimo dia de trabalho, num recanto que fica fronteiro ao-portar* do estúdio ca «Tobis Portuguesa» foram levantadas várias pontes e nelas colocadas algumas dezenas de pmjetores de t^das as potências. Ali se ia proceder a filmagem das ultimas cenas de «O Pai Tirano». Mais tarde chegaram as viaturas dos bombeiros e depois uma camionete com policia. A Alameda mlijkseftá^uiâ MENAGOL 9VUA&W 6A WSTXaÇM das Linhas de Torres estava transfoimada num verdadeiro estúdio. O Vilar fazia as caracterizações, o César de Sá afinava as luzes, Antônio Lopes Ribeiro dava várias indicações. As viaturas dos bombeiros e dá. policia iam tomar parte nas cenas. Tratava-se de um falso alarma de incêndio no Teatro dos Gradelinhas. Tudo se devia a uma chamada telefônica que havia sido feita pelo aparelho que estava ligado á rede e que por engano havia sido colocado em cena em vez de um telefone que havia de entrar na cena, mas sem estar ligado á rede. Era já manhã quando terminaram 1.. :'\$j_w ti h I 1 )Wf! Uma cena típica de»**>» tm*.*:m...i i..._» rm, _>. * Um pescador típico da Povoa, que "Ala veremos em Arriba. as filmagens que decorreram na melhor ordem durante toda a noite. Aguarda-se com bastante interesse a estreia deste filme que deve ser apresentado no Éden dentro de duas a três semanas. Carmelino Callaya. "Ala Arriba", atualmente em preparo. *<1$^* &r&*> '^r^w$êê> Walter Brun do Canto, montando o seu filme, «HH9K [BHhs^^b ití?^w "Lobos da Serra". ã (\ pi. - '" '

16 :'" ;. '' ' "' ' " ' ' "'" "' '..'. : - w*m P»"P"PI >JP*"fliB*^^ " ' " 22.- Ano A CENA MUDA N.*> 110* Orlando Gomes (Sorocaba, S. Paulo) -- A biosrafia de Bonita Granville está na edição de Cada numero atrazado de A CENA MUDA custa 1$500 e mais $500 para o porte. Iracema Carvalho (C. Lafaiéte, Minas) V. não nos importuna, Iracema,* pelo contrário, só nos dá prazer. Seu trabalho será publicado em tempo. Ainda temos aquelas revistas, mas procure quando fizer pedidos, dizer os números. Foi mesmo aquela a «estrela» do filme citado e «Aconteceu em Havana» será publicado quando a «Fox» fornecer o material necessário. Pedrina Silva Tavares (Rio) E' mesmo verdade que José Mojica entrou para um convento, abandonando definitivamente a carreira artística, sendo assim, o contrato em questão não prevalece. Pode receber cartas,- mas, é natural que o regulamento do Claustro não permita amores platônicos... Regina Versadas (Rio) Seu pedido será atendido logo que tivermos bons retratos daqueles artistas. Fernando Marinho (Belo Horizonte) Recebemos e registámos sua solução. Aí vão suas respostas: 1) Na «Columbia». Seu próximo filme é «Adventures of Martin Éden». 2) Não há nenhum em preparo. A «Brasil Vita Filme» terminou «Argila» a ser lançado neste dias. 4) Não, 5) Sim,.mas tem andado desaparecida. Transmitimos ao nosso companheiro Enéas Viany, as felicitações por todos os motivos e ele agradece por nosso intermédio. Continue dispondo... Mario Antunes (S. Paulo) Recebemos e vamos seguir suas instruções. Felicidades. Osmar Trindade (Santa Bárbara Minas) O preço é de 50$ e 26$ anual e semestral, para porte simpies, e Ó7$ e 34$ para o registrado. Pôde enviar em selos do correio. Ubirajara Mendes (Recife) Gratíssimos. Rubens F. de Carvalho (Porto Ferreira) Suas caricaturas estão aceitas. Fan-Flynn (Rio) Seu trabalho ficou prejudicado por que v. escreveu em ambas as faces do papel. Mande outro escrito numa só face das laudas. José de Almeida (S. Paulo) Os últimos filmes de John Wayne são: «Lady by a night», da «Republic», com Joan Blonaell e «Thc VWUJ m* mm BimiR!;.. "'/ '"> B rrshtiffi? MiWi: iwrviwrvrtfpw^^* M**M\a**9*^atmam**Tàà***^eSSa^ mvraa ft lll Á^Br \m^m\ ^t \*\\*\^m\*1m^*\y*\*m* "ttilíi lílv **"*" / \ inllllin ^^-B i TTtÍTTTTTtm^ 1 af T" 'I Ixlit^BDfl^ v>>^-'«b^hfe.*^*"mv>»-.>t*t>t»k- *J *9 ^^*^mi**am*m^m*\ mmt^\ /*"<***. \. ^"^ ^^*rt *Hn.-^'Vy. HHHHÍHÍBí^V""*1*^*^ *''^V*lw * **-**/ t'- F U G A " tt Spopilers»,da «Universal» ao lado de Marlene. Quanto á biografia, espere um pouquinho, sim? O. Messias (S. Paulo) Suas críticas não poderão ser aproveitadas por estarem esc.itas nos dois lados do papel... Leia nossa recomendação ao «FanFlynn» e o imite. José (Caruarú-Pérnambuco) Eis as respostas: 1) Trabalhou sim. Chamava-se «Chutando Alto». 2) A biografia dc Robert Taylor foi publicada cm nossa edição de 14''»J" ) O próximo filme dc Lana Turner é «Johnny Eager», com Robert Taylor. O nome em português é -Estrada Proibida João Licio Soares (Sobral, Ceará) Seguiu o numero Respostas: 1) Mas são taptps... Aguarde a publicação da biografia, sim? 2) Rosemary Lane, «Warner Bros.,» Burbank, Gene Tierney, «20th Century Fox», Beverly Hills, Bonita Granville, Co- FUGA Conclusão da pág. 17 historias de guerra, que lhes contava, sendo nesse ponto um excelente narrador de «uas proesas,.. Aproveitando uma das suai visitas, Rúby consegue saber que Emmy ia ser executada três dias mais tarde. Conta então tudo a Mark, à noite, quando foi à opera, aconselhando-o a ir embora da Alemanha o mais depressa possível; o jovem repele a idéia de Ruby que, em vez de a conselhá-lo a lutar, pede-lhe que deserte. Quando saem da ópera, Mark é convidado, por um jovem medico nazista, para cear. Pedelhe então o Dr. Ditten que Mark lhe envie revistas médicas americanas; quando Mark lhe diz aue é filho de Emmy Ritter, fica o Dr. Ditten impressionado, poii ele era o medico da imunda prisão onde se achava a mãe daquele jovem. Ditten conta a Mark a vida miserável que levava sua mãe na prisão do Rcich; adianta então que o seu sofrimento ia acabar, pois ela ia ser executada brevemente. Procurando ainda por meios legais salvar Emmy, vai Mark à procura do chefe de policia, que asperamente lhe diz que c melhor que ele tem a fazer c voltar para a America imediatamente, Já estava Mark aflitíssimo, quando recebe a visita inesperada do Dr. Ditten, que diz haver dado certa droga a Emmy, deixando-a como morta, já havendo passado o atestado de óbito, podendo Mark reclamar o corpo. Diz ainda Dítlen que sendo o corpo de Emmy bem agasalhado, ela voltaria a si. Com o auxilio do velho Frita, 26 da Maio de 1942 v" lumbia, North Gower Street, todos Hollywood, Califórnia, U. S. A. naturalmente... Dulce Monte (Sorocaba, S. Paulo) A maior parte das cartas endereçadas a esta redação é procedente desse Estado, que é também o que maior numero de colaborações nos envia. Quanto àquele nosso companheiro é solteiro. Claro que lhe perguntarei se poderá escreverlhe. V. não ficará aborrecida sc eu lhe fizer uma perguta? Para que quer saber isso? Também sou curioso. Cora Roland (Piracicaba, São Paulo) Recebemos e registamos sua solução, infelizmente está errada. Veja se nos manda outra certa. COUPO QUE DEVE ACOMPANHAI CADA 69M8ULTA Nome Data da consulta ESPERTE A BILIS DO SEU FÍGADO Sem Oalomelanos E Saltará da Cama Disposto Para Tudo S*au üícado deva derramar, diária-» mente, n«estômago, um litro de bilis. Sa a bilis nao cerre livremente, o» alimentes nse síáe digeridos e apodrecerm Oa gases inoham o estômago. Sobrcvéen a pris&o de ventre. Vocd sente-se abatido e como que enve> aenado. Tude ó amarga e a viela è am martírie. Uma simples evacuação n& teeará a eausa. Nada há coma as famot sas Pílulas CARTERS para a FÍfado, para uma açfie eerta. Fazem eorrer livremente esse litro de bilis, e você* sente-se disposto para tudo. Nao causam dano; são suaves e contudo são maravilhosas para fazer a ailis correr livremente. Peca a*» Pilulas CARTERS para o Fígado. ÇSão aeeite imitações. Prego 3$00Q. Mark vai à penitenciaria, de onde traz o corpo de sua mãe; mas quando vão pela estrada, um desmoronamento impede o prosseguimento da viagem. Vão, como único meio, para a casa da Condessa, onde se refugiam com o c&davcr da atriz.. Para saírem da Alemanha, Mark arranja com Ruby um passaporte falso e quando vão saindo da casa de Ruby entra o general Von Kolb, que fica a par de tudo. Procura então telefonar para o aeroporto, mas Ruby provoca uma violenta discussão com ele. Von Kolb não consegue telefonar, pois é acometido de colapso provocado pela altercação com Ruby. Havia esta salvado Mark e Emmy que, naquele momento, estavam sãos e salvos no avião gutj os conduzia à liberdade. Leia todas as quintas-feiras a ESPORTE «ILUSTRADO melhor revista do gênero

17 ' «F* - '..'. ''. ':'" '*. ': "- «""SS* ' 26 de Maio de AMO A CIMA MUDA K*» 1105 '< ii ' ' I 1 I 'È 1 yy D 'a tc A# H -- K.4 ; A K N 1 ( i 5 t D r\ ^, n A V» A li 1/ V Mariana Jannetier, amante de André Benoit, lider político fran-* cês, é obrigada por ele a deixar Paris em companhia de sua mãe. As estradas estão repletas de refugiados que deixaram a capital em busca de logar abrigado da fúria do exercito invasor. Mariana e sua mãe viajam na limousine de Benoit e a miude são forçadas a parar o carron; uma destas paradas forçadas eis que surge nos céus uma nuvem de aviões germânicos lançando bombas entre a população indefesa, na maioria composta de mulheres e crianças. Uma bomba cai bem perto do automóvel e quando passa a balburdia que esta catástrofe causou, Mariana vê que tem nos braços o cadáver de sua mãe. Desesperada e não suportando esta separação, Mariana volta para Paris e para a sua luxuosa residência, onde ela x>refere aguardar os acontecimentos, sejam eles quais forem. Os criados estão todos reunidos e confabulando, ela deles se aproxima, desejosa de pertencer a eles e se eles pretendem fazer algo para salvar a França, podem estar certos de que ela fará o seu quinhão. Para começar lhe é designado um posto num café, onde por meio de um piano os soldados britânicos são avisados de qualquer perigo imediato. Pouco distante de Paris esta. Nick Jordan, um tenente americano em companhia de Bruce MacAvoy, ambos aviadores da RAF e os dois prendem um paraquedista nazista e tão alegres ficaram deste feito, que resolvem celebrar o acontecimento regado a whiskey. Eles adormecem e o espião nazista foge. Os alemães tinham chegado e estavam ocupando Paris. Nick foge para o café onde Mariana está irradiando as mensagens aos britânicos e pede acolhida. Mariana o esconde numa sala, mas pouco depois che- Nome original: "Paris-Calling" Filme da Universal Produtor Benjamin Glazer Diretor Edwin L. Marin ELENCO Marianne Elizabeth Bergner Nick Randolph Scott Benoit Basil Rathbone Colette - Gale Sondergaard Schwabe Lee J. Cobb Madame Jannetier Elizabeth Risdon ga Mme. Collele, dona do café e previne Mariana que na opinião dela Nick é um espião nazista. As duas avisam as autòridades alemãs, mas pouco antes de chegarem os soldados, Mariana verifica que Nick não é o^que ela pensara e resolve escondê-lo. Butler George Renavent Prof. Marceau William Edmunds McAvoy Patrick 0'AIalley Garçon George Metaxa Chefe do Abrigo Paul Leysaac Wolfang Schmitt Gene Garrick Paul Paul Bryar Gruber Otlo Reichow Agente da Gestapo - Adolph Milar Cherie Marion Murray Marie Grace Lenard Simone Yvette Bentley Renee Mareia Ralston 0 Capitão Schwabe, chefe da Gestapo em Paris, descobre as irradiações secretas feitas do café, mas não consegue descobrir como é que é feito o serviço de comunica ção. As autoridades francesas tomam conhecimento das relações existentes entre Mariana e Benoit e quando eles têm provas de que Benoit é um traidor, Mariana querendo provar sua lealdade pede permissão para ir visitar Benoit e tirar-lhe os planos secretos dos alemães e entregá-los aos ingleses. No dia seguinte Mariana e Benoit encontram-se num aposento luxuoso de um dos grandes hoteis da cidade quando aparece de repente o Capitão Schwabe e vendo Mariana em companhia de Benoit, ele o previne de perigo que está correndo e os dois então resolvem pegar Mariana, colocando-lhe uma armadilha na qual cai e é presa em fiagrante. Mas a paixão que Benoit tem por Mariana é deveras «rande e ele dificilmente poderá se separar de sua amante e mais uma vez a prende em seus braços num prolongado abraço quando ela o mata com um certeiro tiro no coração. Em seguida ela se refugia no café onde Nick a esperava. A morte de Benoit já era do conhecimento das autoridades alemãs e Schwabe reúne os solda-' dos. formando um cerco em volta do café. Nick, porém, consegue se comunicar com a RAF por meio da pianola, esta chega na hora H, dispersa os soldados e Mariana consegue fugir em companhia de Nick para a Inglaterra.

18 IfflMSPPpwHWS^WfW** i&mmsm r^o AN0 - A CINA MUDA «* * ÍW5 84 fl_> B BlH BB í^^^^tk É_f II * \!f)^7^ ^^ H"V» *^ jfit» Josefina J^r^ Baker pelo traço de A. jjcg Barros (B. Horizonte). James Cagney. pelo traço de Ru- j[ Fm Charles Boyer, de Alcides Torres W f JázÊh jy^ Robert Taylor A. Barros (Belo Horizonte). * '4i ^^M^vSr -f V. Eddie Cantor, por H. Zuba. Wallace Beery, na imaginação de Rubens Carvalho. Martene em "Man-power", Basty. por Coisas e casos^ do cinema argentino Conclusão da pàg. 6 tudios da Lumiton, produtora a que estava ligado desde yarios anos, Manuel Romero dirigirá dentro de pouco tempo um filme para a A. D. A. P. Filmes, produtora que acaba de se formar com brilhantes probabilidades de êxito. A circunstancia de se haver inclinado por Manuel Romero para realizar a sua primeira prooução que será sem duvida á prova de fogo, é uma prova de que a nova fabrica está disposta a fazer uma trajetória feliz no firmamento argentino, pois Manuel Romero foi um dos pontos sólidos na Lumiton. "La rubia dei "Los camino", muchachos de antes no usaban gomina", "Mi amor eres tú" e muitas outras, valendo cada uma por si para dar nome a um diretor. A artista que interpretará a maioria desses será Paullna Singerman com quem Manuel Romero tem conquistado boas partes dos seus tríunfos. A rodagem começará ''o mais brevemente possível nos estúdios de San Isidoro, logp que estes se desocupem da pelicuia que ali se está filmando sob a direção de Mario Sof fiei. A nova pelicula contará com o concurso de: Juan Carlos Thorry, Sofia Bozán, Carmen dei Moral, Elena Lucena, Alfonso Pissano e Tito Lusíard< ta Anuncia-se também que a pelicula em preparação contara com partituras musicais que estão sendo confecionadas,por Ro» dolfo Sciamarella. A ESTRELA DE "EL HUCHA" VIEJ0 A nova empresa "Artistas produtora ar= gentina Argentinos Associados" anuncia oficialmente a apresentação da sua primeira produção rodada nos estúdios da S. I. D. E. especialmente arrendado para isto, sob a direção de Lucas Demare e adaptada á tela por Ulyses Petit de Murat "El e Homero Manzi. Em viejo Hucha" veremos entre outros: Nury Montsé, Osvaldo Miranda, Juan José Pineiro, lide Piroyane e como interpretes centrais o grande Enrique Muino e Francisco Pedrone. A estreia^ deste filme argentino, o primeiro da marca dos três A, será uma estreia de gala numa grande "premiére" a 29 do corrente, na sala do Grande Teatro Broadway, de Buenos Aires. COMEÇA A RODAGEM DE UM FILME Deve começar por estes dias uma grande novidade filmica argentina.que vem despertando grande curiosidade dentro do ambiente do cinema local, devido ás qualidades das figuras que nele intervém assim também como o diretor que ha de airigi-lo e também devido á enorme popularidade de que gosa a novela que vai ser filmada. Trata-se ce "Tu eres Ia Paz" na qual figurará Catalina Bárcena secundada por Floren Delbene, Ernesto Raquen e outros elementos que já foram contratados. Os estúdios onde será rodado este filme, serão os da S. I. D. E. que já foram arrendados pelo produtor independeute Carlos Gallart, que tem trabalhado muito para afastar as dificuldades que vão suagindo á 26 de Maio de 1942 realização do seu filme. As cenas de "Tu eres Ia Paz" serão fiscalizadas pelo conhecido técnico espanhol José Suarez. "EN TERMINOU EL VIEJO BUENOS AIRES" Terminou em forma definitiva, "En a preparação da pelicula ei víejo Buenos Aires", direção de Antônio Momplet, tendo a mesma passado aos processos técnícos de laboratório afim de ser imediatamente oferecida ao publíco, em estreia de gala e para fins de beneficência. O lançamento dar-se-á dentro de poucas semanas, segundo informes obtidos nas oficinas da Distribuidora Panamericana, empresa encarregada da distribuição de todas as pelicuias saídas desses estúdios argentinos. Este filme conta com a argumentação qüe foi confecionada especialmente para a tela por Miguel Obligaao e Alejandro Casona. Libertad Lamarque, Luís Aldás, Amélia Bence, Ernesto Vilches e outros elementos destacados da cinematografia local teem & seu cargo os papeis de mais destaque. Aguarda-se com especial ansiedade este filme devido príncipalmente tratar-se «lo reaparecimento de Libertad Lamarque, num filme de outra marca. "EL CELEBRARAM DIA DE LAS AMÉRICAS" Extraordinário relevo alcançou a transmissão continental feita "Cinepress" pela organização de Buenos Aires, com a colaboração da emissora portenha L. R. 2 (Radio Argentina) e também com a colaboração de diversos elementos da tela argentina, que ceiebraram desta maneira esta festa americana aue é 14 de Abril, "Dia das Américas". A transmissão durou uma hora dentro de brilhantísmo pouco comum, sendo a irradiação feita em cadeia com diversas outras emissoras do continènte americano, sendo irradiada também para o Brasil. Consignamos aqui nesta nota os nossos agradecimentos ao apoio que nos deram grandes astros da tela argentina como: Hugo dei Carrill, Ca talina Bárcena, Gregorio Martinez Sierra, Angelina Pagano, Santiago Gómez Cou, Amanda Ledesma, Malisa Zini, Silvana Roth, Rafael Falcón, Vicente Padula, Carlos Trajes, Armando Bó, Floren dei Bene, Ernesto Raquen, Irmã Cordoba, Pepita Serrador, Alice Barrie, Alicia Vignoli, Pedro Tocci, Esteban Serrador, Zully Moreno, Sebastián Chiola, Lely Morei, Ana Maria Lynch e outros. Num aplauso sincero brindamos por meio dessas linhas a organização "Cinepress" e a emissora L. R. 2 (Radio Argentina) de -Buenos Aires.

19 -w"1" «.«'.i.u.ii lll mn inirurtimitm ' - *-'* 26 dc Maio de 1942 Num corpo de mulher (Continuação da pag. 7) Rita, libertada por Frank, tambem a soldo de Goebells. O Barão torna visivel a tinta nas costas de Rita Lenox, mas tem uma surpresa. Em vez dos planos, ele lê apenas isto: "V para a Vitoria". Uma gracinha de Ken Harper, que apagara os planos enquanto a espiã jazia desacordada. Sidney e Ken são encarcerados no subterrâneo e o correspondente simula suicidar-se. Quando o guarda açode, ele o ataca e põe fora de combate. Correm Ken e Sidney à cabine do telefone e ligam para a estação de radio. Em poucos segundos o programa de ondas curtas está no ar, apresentando sensacional reportagem. A policia chega em tempo e os nazistas são presos, enquanto Ken e Sidney se beijam apaixonadamente. LEIA AOS SÁBADOS &i%& krfsf 04$ *\\f Ãr\\ W\% VI' a melhor revista semanal Pedacinhos... De Enéas Viany JACARÉ1 E SUA MORTE LO- GICA O objetivo desta secção tem sido' até hoje o de criticar qualquer deslise cometido pelos magnatas e artistas do cinema, brasileiros ou extranseiros. Hoje vamos lamentar um caso que embora quase nada tenha a ver com o cinema, está a êle ligado até certo ponto. Trata-se da trágica morte do jangadeiro «Jacaré» ou melhor Manoel Olympio Meira, um daqueles intrépidos caboclos cearenses que fizeram a travessia FortalezaRio, numa pequena jangada. Resolveram tornar a façanha dâ «S. Pedro», em motivo americano e os con" vidaram para filmar. E os pobres homens que viviam felizes no Ceara embora fossem pobres aceitaram o convite, terminando agora com a morte de «Jacaré» na manhã da ultima terça-feira, antes de o celulóide de Mr. Welles que perpetuará as suas façanhas começasse a correr mundo. «Jacaré», se merecia toda a consagração do povo brasileiro, agora/ mais que nuncai se exalta em nosso conceito, pois, embora vitima de uma sorte tragi » ANO A CENA MUDA - N r clõs -üp CRITICA: Os filmes analisados nesta página "Abacaxi", são classificados em 4 tipos: o peor; ai "Goal", Abacaxi enfeitado", sofrível; bom, e ai Campeão", ótimo, de acordo com os respectivos símbolos no final da apreciação "FUGA" "Metro", (Escape), filme da direção de Mervyn Le Roy. Elenco: Norma Shearer, Conrad Veidt, Robert Tayior, Nazimova, Felix Bressart, Bonita Granville, Albert Bassermann, Ph.Iip Dorn e outros. "Marca Este filme da do Leão" foi extraído do romance "Fuga" de Ethel Vance, (Escape) considerado um dos mais desassombrados gritos contra a selvageria hitleriana, trabalho esse tão positivo que a própria autora só consentiu que o editor_o lançasse depois que este prometera sob palavra de honra nao revelar a sua verdadeira identidade. Hollywood o aproveitou há mais de 2 anos, mas dada a posição que o BrasjJ mantinha ate princípios deste ano, só agora nos foi dado vê-lo. Como os outros filmes anti-nazistas, este merece especial atenção do publico, pois contém uma sucessão de cenas formidáveis de par com uma direção impecável merecendo real destaque as performances de Norma Shearer como a condessa Von Freck, Nazimova no papel de Emmy Ritter, uma ex-atriz condenada á morte pelos cães danados que dominam a Alemanha por haver enviado dinheiro para róra do país e Philip Dorn como o Dr. Ditten que tudo faz para salva-la. Conrad Veidt, tem'um pape! antipático e difícil do qual se saiu muito bem. O único erro da grande produtora foi colocar Robert Tayior no papel de Mark Preysing, que ainda uma vez demonstra a sua irritante incompetência Para interpretar papeis de responsabilidade. Nas cenas emocionais o homenzinho parece rato acossado "bigode" por gato. Aquele que lhe arranjaram em A Ponte de Waterloo" de nada lhe serviu e ele continua a ser o mesmo fracasso de ^boneco molas", canastrão n. 1. E continuara ad semper "cartaz como um formidável de publicidade á sombra dos artistas de verdade pois nunca "mocinho" passará de de salão, idolo de moc,- t nhas de bairro. Contudo, pela sua pos.t.v.dade, por ser mais um libelo contra a política sanguinaria do "Eixo", "Fuga" merece as honras de um. camente lógica, ficará eternamente lembrado na epopéia que lhe deu a gloria e o túmulo das ondas. MATE ESTAS... A substancia do corpo humano, mais um pouco de argila constituía o enredo desse filme S'1"3- Os sentimentos originários do país da Europa faziam parte da película O CRONISTA CINEMATO- GRAFICO E O «FAN» («Sketch» rápido) (Os personagens e os incidentes desta história são reais. Quem quiser vê-los experimente). Ambiente: sala de redação. O «fan» (entrando) Quem é aqui o antipático cronista que criticou Carmen Miranda e Robert Tayior, um tal «Achata-costela?» O cronista (levantando-se) Sou eu. Que deseja? O «ran» Então é o senhor o famoso «Achata-costela?» Pois se o Sr. não desdisser o que disse d respeito des meus «astros» prediletos, sou eu quem vai achatar-lhe ias costelas em boas condições; sabe como é? Cronista Mas eu nem sei do que se trata... O «fan» (exaltado) Não se faça de tolo, ouviu? O sr. disse que o Robert Taylcr não sabe trabalhar e que a Carmen Miranda não tem o valor de Bidu Sayão, Gilberto Frey*e, Guiomar Novais e Portinari, mas eu só acredito que o sr. é homem si for capaz de fazer melhor. O cronista Mas eu sou critico e não artista. Mesmo eu tenho o pescoço muito fino para andar com um cami-nhão de frutas na cabeça e sou muito feio pr'a conseguir arrancar suspiros ás garotas do Catumbí ou do Meyer... O «fan» O sr. vai pagar por isso! (Ouve-se uma sucessão de ruidos e o cronista vai para o hospital enquanto o «fan» segue na «viuva alegre» rumo á Policia Central). E... até terça-feira próxima, si eu ainda estiver vivo... -TABU 0 /EMHORÀ/ i VÉRRUCÁ/ nimika-cio cj.ti*jmd4. TtUTAMElâTO/ DA CUTI/ «nu /tu*hxa HOO-Z-U. I/H» H.iBi4lUU,<~/L_±.-w2An AfffONIt l-vfl CRÍTICOS AMADOR GS Carlos de Alencar. O cinema atua de maneira notavel sobre o povo, fazendo-o conhecedor de assuntos vários e ciente da vida de empresas, personalidades artísticas, produtores, diretores e outras cousas da industria filmica. O publico. fã tem acentuada compreensão das realidades cinematograficas mundiais e, notadamente,da norte-americana. O cinema possue um campo vastíssimo de ação, ora estabelecendo marcos de imenso valor artistico-cultural, ora divertindo com películas vasias de sentido educativo mas conseguindo na quasi totalidade alçançar seu fim precipuo. E' verdade que poderiam os filmes apresentar mais amiudadamente temas de valor para a cultura dos povos, o que seria, aliás, bem melhor; no entanto, procurando f distrair, eles concorrem utilmente para suavizar,o ' acerbo da existência humana. Agora, com a luta que se trava entre as Democracias e o To talitarismo, o cinema demonstra a grande valia de seu concurso produzindo preciosas películas de caráter anti-nazista, que impressionam pelo esmero de sua confeição e interpretação magistral dos artistas. Sobre o brasileiro que acorre ás salas de projeção, o cinema deitou conhecimentos multiformes, fazendo-o ter noção clara dos numerosos aspectos da ciência cinematográfica. Assim é aue, pelas páginas de A CENA MUDA, depois de exame 'noto meticuloso, sempre em comentarios de fãs, pareceres demonstrativos de espirito critico fundamentado, cultura e conhecimentos cinematográficos. E' importante notar serem estes criticos amadores completamente faltas de estudos técnicos, e somente pela observação inteligente e espontânea chegam a interessantes observações. Muitas ve/es ha choques de. conceitos sobre filmes e astros, fazendo-os discutirem, câdà qual defendendo calorosamente seu pont^ de vista. Alquns checam a aoonta*- ra!has lamentáveis de diretores de filmaoens, mostrando ainda c^rno rv'e-iam ser feitas ce-tas cenas. E não somente --anazes inteligentes entendem do assunto, mas muitas moças dedicam o melhor de seu tempo ao estudo de realizações cinematográficas. Ha poucos dias fui apresentado a uma destas cineplumitivas e pude, mesmo numa entrevista rápida, aquilatar pessoalmente da exuberância de suas anreciações justas sobre certos filmes. O leitor pode tirar, qualquer duvida a este respeito, procurando lêr, por exemplo, comentários de Mario Antunes, Messias Silva Mendes, Lourdes G. Silva, Dulce Damasceno de Brito, etc, etc. E' ineqavel que os conceitos emitidos por esses fãs são o produto de analise acurada, e tornam-se ' mais suqestivos quando sabemos ser um espirito critico natural, como diamantes brutos que se tornariam valiosos e refulgentes com acroveitamento em escolas especial.; zadas em assuntos de cinema, t pena não existirem estas esc-ias, e se existe alquma é semente ishada numa enormissima seara nue r^dera comoortar centenas delas. O que é axiomatico é já haver no Brasil uma mentalidade de cultura cinematografica, produzida natural e praticamente nas salas de projeção. a

20 : ;,.,;- '. " ««ANO A CENA MÜDÁ N d«maio da 1942, PA DF '.: Xlll. Concurso Quem são eles '**+-*** *& > «>?<^fe<y#w>*^y--* ír ÍÂ:$.Í Aqui estão duas fotos com três artistas. Reparem bem em todos eles e nos mandem dizer no «coupon» abaixo, o nome de cada um. Para facilitar um pouco, vamos fornecer as iniciais deles e dela: L. O., D. M. e B. D. Agora preencham o «coupon» e no-lo enviem até 31 de Julho, para A CENA MUDA, Visconde de Maranguape, 15Rio. Aos vencedcres, oferecemos fotografias dos mesmos artistas ou de outros,, disponiveis no momento. O artista da banheira é* A estrela e...«>... oe>e«««dc**«e«*«(< * e o» O que dá o bofetada é... Nome e endereço....yv... «O» O tí ta S o a *> ovaa.aoafl* >; 5, if '7- ;;.%* ;:.. M VM... *:>; : > '» a o b i a o» o o oeod»»r,oaa oooio«o#a«o y %y>rr' O cinema nacional, "astros" seus e seus papeis Não sou pessimista a respeito do Cinema Nacional, Creio mesmo que é um belo sonho para o futuro, sonho esse que há-se de tomar realidade. Sem pretender dar conselho aqui, darei no entanto a minha opinião sincera. Trata-se da maneira de escolher artistas para certos capeis sem antes realizar uma experiência a fim de saber se esse artista adaptar-se-á ou não do personagem que lhe é destinado. No meu fraco entender, a escolha de um elemento artístico deveria processar-se de outra maneira. Mas o Cinema Brasileiro ainda não cogitou disso. Um bom locutor, um bom cantor, radiofônico, ao que parece, é o suficiente a certos diretores e produtores. Colocam ás carreiras um desses elementos num papel de responsabilidade e o maior numero de vezes sucede redundar num fracasso o filme que custou tanto trabalho! Não é qu.e o rádio hão haja oferecido bons artistas ao nossd cinema. Temos por exemplo o «câso> de Celso Guimarães, Armando Louzada e outros que são considerados os melhores «astros> patrícios. Rosina Paga, Lidia Matos e outras representam o naipe feminino. Mas muitos teem fracassado infelizmente. A's vezes a culpa disso é a falta de preparo, em outras é a diferença do gênero. Convém advertir que, esta despretenciosa crônica não tem nenhum fito de candidatar-me ao posto de «estrela», pois também pertenço ao rádio, O que desejo é que a arte fílmica brasileira seja/ um dia elevada ás culminancias da glória e nada deixemos a desejar nesse particular ás Republicas ar- Si». y, ** M^'^ ; fe' : > fey fex '\ '":*'l Marilú, a loura-emoção da P. R. A. 3, autora deste artigo. gentina e mexicana. Nao é mesmo, pessoa'? Celso disse que temos artistas e técnicos, mas falta maquina. E eu admito que com dinheiro aparecerá tudo,, até mesmo bons artistas... Marilú Charles Chaplin voltou! (Continuação da pagina 8) somente parecem trovões que caem sob?e a terra, como seus gestos ameaçadores diante de uma duzia de microfones parecem linguas de togo saindo do inferno, Muitas são as cenas onde milhares de espectadores prestam sua homenagem a qhegada do ditador; tropas em grande desfile, jan* tar de gala acompanhado de um deslumbrante baile; cenas nas quais a massa popular exulta de alegria diante de sua oratória frenetica e impregnada de ódio, episodios amorosos sobre os telhados, musica e canto dos camponeses. Chaplin, quebrando o silencio que habitualmente envolve a t<rodução de seus filmes, admite que, não obstante os episódios burlescos da historia e os acontecimentos munuíais que se encontram em "O Grande Ditador", não foi necessário fazer modificação algiima em tais acontecimentos. O filme será visto, na teia, conforme fôra concebido "a priorí". Foram filmadas para mais de pés de negativo, pelas cameras. Depois de tudo pronto, o frlme ficou reduzido a pouco menos cie metros. Não seria natural que Chaplin não estivesse satisfeito por ter terminado seu filme, vendo-o apresentado. O que fazer, agora? Certamente continuar em outras prodiições. LUX-JORNAL, AGRANDE ORGANIZAÇÃO ESPECIAL.- ZADA EM RECORTES DE JORNAIS, COMPLETA QUA- TORZE ANOS DE EXISTEN- CIA O dia._l. de Junho constituirse-á numa data. marcante para o jornalismo, porquanto assinala o aniversário dessa grande empresa de recortes de jprnais, que é o Lux-Jornal, da qual são fundadores e diretores nossos presti* giosos confrades Mario Domingues e Vicente Lima. Tendo todos os jornais diários existentes no Brasil e os grandes semanários ilustrados do Rio e de São Paulo, o Lux-Jornal fornece aos seus inúmeros clientes os recortes de tudo quanto aqueles órgãos pubücarn e que possa constituir materia de interesse para aqueles assinantes. Como.se vê, Lux-Jornal realiza um original e utilissimo trabalho de síntese informativo, cuja eficiência tem sido sobejamente provada, além de uma grande sede no Rio e uma importante sucursal em São Paulo, Lux-Jornal possue correspondentes em todos os Estados do Brasil. Para estar ao par de todo o movimento esportivo do Brasil. ^a ESPORTE ILUSTRIDO ás quintas-feira

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