conteúdofinanceiro Basileia III Capa - Entrevista do Mês Certificação Digital Especial Veículos Importados seções Mercado Educação Financeira artigos

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3 conteúdofinanceiro Capa - Entrevista do Mês Joaquim Kavakama, superintendente da CIP, conta como administra uma das maiores câmaras de pagamentos do mundo Especial Veículos Importados Importadoras comemoram boom e apontam estratégias Mercado Boa Vista Serviços chega para competir Educação Financeira Lições da Mastercard Por Dentro do Varejo Confira entrevista com Antônio Machado, CIO do Grupo Dadalto Cartões Players internacionais avançam no mercado nacional Basileia III Acrefi debate o que muda com a nova regulamentação Certificação Digital Bancos ganham agilidade, redução de custos e segurança nos negócios seções 12 Rápidas Tudo o que acontece no mercado 15 Livros Obras que não podem faltar artigos 28 Renato Meirelles Consumidor Emergente 34 Nicola Tingas Desenvolvimento 39 Milton Santos Universo Financeiro 42 Sérgio Conforto Reflexão 49 Angelo Garcia Mercado Estratégico 54 Salvatore Milanese Questão Jurídica 64 Alberto Borges Matias Análise e Perspectivas 66 José Ricardo Alves Última Palavra fevereiro/março 2011 FINANCEIRO 3

4 expediente financeiro ISSN Rua Líbero Badaró, o andar São Paulo SP Tel: (11) Fax: (11) Presidente Érico Sodré Quirino Ferreira Vice-Presidentes Arnaldo Alves Vieira, José Renato Simão Borges, Marcio Ronconi de Oliveira, Marco Ambrógio C. Bonomi, Sérgio Antonio Cipovicci, Aquiles Leonardo Diniz, Odílio Figueiredo Neto, Bartholomeu Ribeiro e Ricardo Annes Guimarães Secretários Paulo Tabaquim e Sérgio Marra Pereira Capella Tesoureiros Cláudio Messias Ferro e Marcus André de Oliveira Diretores Regionais Athaide Vieira dos Santos, Carlos Alberto Samogim, Elcio Antonio de Azevedo, Felicitas Renner, José Antonio Rodrigues, José Newton Lopes de Freitas, Laécio Barros Junior, Leonardo Marcondes Dadalto, Paulo Henrique Pentagna Guimarães, Pedro Costa Carvalho e Teófilo Newton Mattos Diretores-Executivos Gunnar Murillo, Morris Dayan, Sandro Alexandre de Almeida, Edson Froes Castilho, Luis Felix Cardamone Neto, Marc Camp, Mateus Affonso Bandeira, Rubens Bution e Leonel Dias de Andrade Neto Diretores Conselheiros Eduardo Tavares Nobre Varella, Élcio Jorge dos Santos, Giovani Cataldi Neto, Roberto Bronzere, Paulo Sérgio Borsatto, Nelson Aguiar Junior, Marcelo Barp, Odilon Pereira Guerra e Joelcyr Carmello Filho Conselho Consultivo Membros Natos: Alkindar de Toledo Ramos, Manoel de Oliveira Franco e Ricardo Malcon Membros: Alencar Burti, Ricardo Loureiro, Jorge Hilário Gouveia Vieira, Luiz Horácio da Silva Montenegro, Miguel José Ribeiro de Oliveira, Sergio Antonio Reze e Ilídio Gonçalves dos Santos Conselho Fiscal Efetivos: Domingos Spina, Edson Ueda, David Figueiredo Suplentes: Elpídio Hoffmann, Maria Madalena Américo Marinho, Gilson de Oliveira Carvalho Diretor Superintendente Antônio Augusto de Almeida Leite (Pancho) Controller Carlos Alberto Marcondes Machado Economista-Chefe Nicolas Tingas Consultor Jurídico Cassio M.C. Penteado Jr. Auditoria KPMG Assessoria de imprensa Tamer Comunicação Empresarial Rua Novo Horizonte, 311 Higienópolis São Paulo SP Tel.: (11) CEP Publisher Roberto Meir REDAÇAO Editora-executiva Karin Fuchs Editora-assistente Juliana Jadon Reportagem Theo Carnier (colaborador) Fotografia Douglas Luccena Gustavo Oliveira (colaborador) Arte Editora de Arte Marina Martins Designers Érika Bernal e Marcelo Kilhian Pré-Impressão Alexandre Lima Revisora Dora Wild Publicidade Gerente Comercial Marco Góes Gerentes de Negócios Adriana Próspero e Fabiana Zuanon Facilitadoras Ana Chiesi, Fabiana Martins e Patrícia Pinheiro Impressão IBEP Gráfica Ltda. 4 FINANCEIRO fevereiro/março 2011

5 editorial C Com o aumento da concessão de crédito ao consumidor, em um País de dimensões continentais, torna cada vez mais importante a participação direta de pessoas físicas vinculadas a promotores de financiamentos ou correspondentes bancários. Diante do movimento crescente, em que novos públicos passam a demandar recursos, a força de vendas das operações de crédito precisa ser qualificada e certificada, garantindo um padrão mínimo de atuação junto ao público. Em meio a esse cenário de prosperidade do crédito e a necessidade de mão de obra cada vez mais qualificada, a Acrefi decidiu implantar, de forma pioneira, o CertiCrefi (Certificação de Funcionários de Correspondentes, Promotoras de Financiamentos e de Instituições Financeiras), em parceria com o Inepad (Instituto de Ensino e Pesquisa em Administração). Como entidade que congrega as instituições voltadas ao crédito pessoal, queremos garantir o melhor padrão nessas operações. É essencial a profissionalização da força de vendas do setor, que passa a estar devidamente identificada e qualificada, com conhecimentos gerais e específicos sobre as operações de crédito e a atuação das instituições financeiras, além de normas legais e regulamentares sobre empréstimos e financiamentos. Enquanto empresas e entidades promovem a capacitação por meio de cursos presenciais ou a distância, impõe-se a necessidade da existência de entidades certificadoras, as quais devem examinar rigorosamente os conhecimentos adquiridos pela força de vendas e poder atestar o grau de aproveitamento dessas pessoas em cursos de capacitação que serão oferecidos pelo mercado. Somente após a avaliação será expedido o respectivo certificado de conclusão. Avanço de qualidade É justamente essa a proposta da Acrefi ao criar o CertiCrefi, que representa um avanço no escopo de preparar a certificação dos profissionais, depois de concluírem os respectivos cursos. Em breve, a Acrefi vai examinar os profissionais vinculados às promotoras de financiamentos ou correspondentes e atestar seu grau de conhecimento adquirido nos cursos de capacitação. O primeiro exame será oferecido no início deste segundo semestre de forma abrangente, atingindo 50 cidades brasileiras. A certificação de conhecimentos profissionais constitui uma tendência internacional, aplicada no Brasil em relação aos agentes autônomos de investimento e corretores de imóveis. Vemos esse movimento como algo positivo e, por meio dessa iniciativa, esperamos contribuir para a maior profissionalização do mercado de crédito. Érico Sodré Quirino Ferreira Presidente da Acrefi fevereiro/março 2011 FINANCEIRO 5

6 capaentrevistadomês Por Theo Carnier Foram dois bilhões de transações realizadas pela Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP) no ano de 2010, em mais de 110 bancos. Este ano, a meta é avançar para a conquista da certificação BS-25999, referência em continuidade de negócio, e priorizar a participação no IPFA (Institute Payments Framework Association). Revista Financeiro Como é o ritmo de trabalho da Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP)? Joaquim Kiyoshi Kavakama Desde a criação da CIP pelos bancos, em 2001, o ritmo de trabalho tem sido frenético. No ano passado, a entidade processou dois bilhões de transações, no valor de R$ 7,3 trilhões, ou seja, no mesmo nível das maiores câmaras de pagamentos do mundo. Fazemos a compensação e a liquidação de pagamentos interbancários em tempo real e oferecemos produtos e serviços acessíveis a toda a cadeia do mercado financeiro. Financeiro Para atender à demanda dos 116 bancos clientes, a entidade tem recebido tarefas com prazo cada vez mais exíguo, como aconteceu mais recentemente com a implantação do Sistema de Controle de Garantia, em julho do ano passado? Kavakama Foram dois meses e meio para estruturar e colocar em funcionamento o sistema. Foi um esforço e tanto, mas vale a pena, já que conseguimos cumprir nossos objetivos também dessa vez e, mais do que isso, atender os nossos clientes. Financeiro Quais são os trabalhos de maior destaque da CIP? Kavakama Todos nossos trabalhos foram de alto nível, por questão de filosofia de trabalho e da demanda dos clientes. A CIP é uma entidade dos bancos, que atende às crescentes necessidades do mercado Entre as maiores 6 FINANCEIRO fevereiro/março 2011

7 financeiro. Viabilizamos inovações como o Débito Direto Autorizado (DDA), lançado em outubro de 2009, desenvolvido em 11 meses, e o Sistema de Controle de Garantias (SCG), de julho de 2010, que ficou pronto em apenas dois meses e meio. Financeiro É possível dimensionar o tamanho desses trabalhos? Kavakama Em 2010 processamos dois bilhões de transações, com volume total de R$ 7,3 trilhões, equivalentes a 2,3 PIBs do Brasil. Assim, estamos já no mesmo nível das maiores câmaras de pagamentos internacionais e com uma equipe enxuta. Atualmente, temos 64 funcionários e planejamos chegar ao final de 2011 com 84. Financeiro Qual o segredo para fazer tanta coisa com tão pouca gente? Kavakama Não existe segredo. Trabalhamos com base na eficiência em processos, qualidade na condução de atividades com os clientes, uso de métricas para avaliação do desempenho operacional e alto grau de comprometimento das pessoas que trabalham na CIP com os valores da câmara. Financeiro O que o senhor considera como os pontos fortes da CIP? Kavakama Desde que entrou em operação, há quase dez anos, a CIP utiliza infraestrutura e sistema robustos para o processamento de seus produtos, o que reforça nossa reconhecida eficiência na entrega de soluções inovadoras para o sistema financeiro. A CIP oferece em seu portfólio, do mundo Entrevista exclusiva com Joaquim Kiyoshi Kavakama, superintendente-geral da Câmara Interbancária de Pagamentos fevereiro/março 2011 FINANCEIRO 7

8 capaentrevistadomês de forma eletrônica, produtos e serviços cada vez mais integrados, convenientes e seguros. Financeiro O trabalho da CIP sempre foi feito em prazos curtos? Kavakama Sempre. Felizmente, conseguimos atender à demanda entregando produtos de qualidade. Foi o caso do Sitraf (Sistema de Transferência de Fundos), que faz a compensação e oferece a certeza de liquidação aos pagamentos bancários, em tempo real. O Sitraf processa uma média diária de 390 mil TED (Transferência Eletrônicas Disponíveis), que corresponde a R$ 25 bilhões. O recorde foram transações realizadas no dia 20 de dezembro de Também foi bem-sucedida a implantação do Siloc, o Sistema de Liquidação Diferida das Transferências Interbancárias de Ordens de Crédito. Empresas como TecBan, Mastercard, Visa e Cielo são clientes da CIP nesse sistema. Em 2010 processamos 2 bilhões de transações, com volume total de R$ 7,3 trilhões, equivalentes a 2,3 PIBs do Brasil Financeiro Mas o que faz o Siloc? Kavakama O sistema faz a compensação dos pagamentos bancários em D0 (no mesmo dia) e realiza a liquidação dos saldos multilaterais em D+1. Além disso, estende as vantagens da compensação multilateral a instrumentos de pagamentos com liquidação diferida para DOCs, TECs e boletos de cobrança. Nesse sistema também é processada a liquidação dos títulos registrados em cartório pelo Serviço de Liquidação de Títulos em Cartório (Seltec). Financeiro Qual a atuação da CIP em relação aos bloquetos de cobrança? Kavakama Além do Siloc, trabalhamos com o Sistema de Processamento de Bloquetos de Cobrança (Siproc), que apura os valores bilaterais a serem pagos pelos participantes do sistema correspondentes aos boletos de cobrança com valor igual ou superior a R$ 5 mil, utilizando o Sistema de Transferência de Reservas do Banco Central do Brasil. Vale lembrar que temos o Regime Especial de Processamento em Contingência de Participante para Bloquetos de Cobrança (Reproc), serviço de contingenciamento aos sistemas Siproc e Siloc. Financeiro Um dos trabalhos mais falados da CIP foi o Débito Direto Autorizado (DDA), que foi adotado pelos bancos há relativamente pouco tempo. Kavakama É verdade, esse trabalho teve destaque. O DDA viabiliza a apresentação eletrônica de boletos de cobrança nos canais eletrônicos dos bancos. E foi diferenciado em relação aos projetos anteriores. Quando se tratava de TEDs, DOCs e boletos estávamos no núcleo do negócio. Já o DDA passou a ser um grande depositário de dados. Foi um marco significativo, uma plataforma que pode fazer outros serviços para os bancos. Possibilita aos participantes do sistema apresentar e consultar eletronicamente os boletos de cobrança registrados, de seus clientes cadastrados como sacado eletrônico. As informações são consultadas e atualizadas pelos bancos por meio de trocas de arquivos ou de mensagens com a CIP. Financeiro Existe outro caso de destaque da CIP? Kavakama Gostaria de lembrar do Sistema de Controle de Garantias, o SGC. Ele controla as garantias destinadas à realização de operações de crédito, para assegurar que os recebíveis do estabelecimento sejam creditados no domicílio bancário escolhido, de comum acordo entre o estabelecimento e a instituição, independentemente do credenciador que processar as transações. A CIP implantou o SGC em apenas dois meses e meio, atendendo à demanda dos bancos que operam com cartões de crédito e estavam atentos à antecipação de recebíveis, operação de crédito comum principalmente para estabelecimentos comerciais. Desde junho de 2010 acabou a exclusividade no mercado de adquirência e os bancos perceberam que necessitavam de uma centralizadora que mantivesse a certeza de recebimento do fluxo de caixa no domicílio bancário do banco credor do estabelecimento comercial. A CIP conseguiu cumprir essa tarefa. 8 FINANCEIRO fevereiro/março 2011

9 Financeiro Pode-se dizer que a CIP é uma empresa? Kavakama Sim, a CIP é uma sociedade civil sem fins lucrativos, com 42 bancos cotistas. Oferecemos acesso rápido, simples e ininterrupto a serviços bancários básicos de milhões de clientes dos bancos, a partir dos diferentes canais de acesso disponibilizados pelas instituições financeiras. Financeiro E por que foi criada a CIP? Kavakama Quando se intensificaram as discussões sobre a reforma do Sistema de Pagamentos Brasileiro, o Banco Central avaliou como funcionava o sistema em outros países e verificou que, além do BC, adotava-se uma câmara privada que fazia grande parte das operações. Ao Banco Central ficavam reservados os grandes valores transacionados entre bancos. Para as demais operações, que formam o varejão, entra a câmara privada. Foi aí que os bancos concluíram que precisavam de uma entidade como a CIP. Financeiro Como está estruturada a CIP? Kavakama A câmara tem um Conselho de Administração formado por membros do Banco do Brasil, Banco Industrial e Comercial, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú Unibanco e Santander, que representam os 42 bancos cotistas. Cabe ao conselho estabelecer a orientação estratégica das operações, fixando as políticas e diretrizes gerais da CIP. O conselho conta com o apoio das comissões de assessoramento; acompanhamento contábil e orçamentário; risco operacional, auditoria e compliance; serviços; e tecnologia. Essas comissões são formadas por representantes dos bancos associados. Financeiro Até que ponto a governança é levada em conta pela CIP? Kavakama A CIP é reconhecida pelo sistema financeiro como referência de governança e conformidade com normas, regulamentos e legislação no Brasil. A certificação ISO/IEC , por exemplo, define os sistemas de gestão de segurança e envolve o mais abrangente escopo de auditoria na América Latina. Além disso, desde sua origem os gestores da CIP realizam mapeamento de riscos, indicadores, medidas de contenção e acompanham os trabalhos fevereiro/março 2011 FINANCEIRO 9

10 capaentrevistadomês dos responsáveis envolvidos em cada processo. A documentação descreve todos os procedimentos das atividades técnicas de TI (Tecnologia da Informação) às condutas pessoais de todos os funcionários. Financeiro Então a governança tem papel de destaque... Kavakama Sem dúvida. Temos como linhas mestras implementar serviços inéditos com prazos exíguos, garantir plena disponibilidade e segurança, agregar resultados e operar com modelo de governança exemplar. Quero lembrar também que, em consequência da importância da segurança da informação para nosso negócio, a CIP é certificada na norma internacional ISO , como já mencionado. Cerca de 53% dos clientes se disseram satisfeitos com o trabalho da CIP e 44% garantiram estar encantados Financeiro E como a CIP faz para medir a satisfação dos clientes? Kavakama Desde que foi criada, a CIP tem entre suas prioridades a satisfação e a manutenção de atendimento e qualidade. Essa responsabilidade constante exige monitaração e suporte 24 horas por dia. O resultado positivo dessa postura é mostrado na pesquisa de satisfação realizada com os participantes que utilizam seus sistemas. Financeiro Qual é o grau de satisfação mostrado pelos clientes? Kavakama Para citar o levantamento mais recente, 53% dos clientes se disseram satisfeitos com o trabalho da CIP e nada menos que 44% garantiram estar encantados conosco. Foi um resultado muito gratificante. Financeiro E quanto aos custos? Kavakama A CIP sempre deu prioridade à eficiência e consegue repassar seus ganhos de escala aos clientes. Desde a sua criação, a CIP vem diminuindo os valores cobrados dos seus clientes em função do aumento do número de transações e ganhos de produtividade. Nosso modelo é este: ser eficiente e ter ganhos de escala. Financeiro Quais os planos da CIP para 2011? Kavakama Há projetos importantes em vista que serão divulgados em breve. Como meta para 2011 a CIP avança, por exemplo, para obter a certificação BS-25999, norma britânica para Gestão da Continuidade do Negócio. A certificação apresenta um conjunto detalhado de controles baseados nas melhores práticas de continuidade de negócios, englobando todo seu ciclo de vida. E define a potencialidade estratégica e tática da organização para planejar e responder aos incidentes e às rupturas do negócio, para dar continuidade às operações em nível predefinido como aceitável. A CIP vai, também em 2011, continuar a trabalhar em nível internacional com a IPFA. Financeiro Como é esse trabalho internacional? Kavakama Estamos priorizando nossa participação no IPFA (Institute Payments Framework Association), uma instituição internacional da qual somos membros, além de fazer parte do conselho. O IPFA tem como conceito gerar padronização para que se possa fazer transferência de recursos no mundo. Essas transferências seriam feitas em um só padrão global. Financeiro Finalizando, o IPFA já está funcionando a plena carga? Kavakama Sim. Há trabalhos importantes já em prática. As primeiras transações entre Estados Unidos e União Europeia foram feitas, por exemplo. O modelo já está com os bancos daquelas regiões. As transações de baixo valor passam a transitar por essa via, utilizando um padrão global para envio e recebimento de moedas de outros países. É como se houvesse a possibilidade de se criar um DOC internacional. f 10 FINANCEIRO fevereiro/março 2011

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12 notasmercado Classe C Domínio do mercado As famílias da classe C representarão 41% da população em 2020 e terão maior poder de consumidor. É o que aponta um levantamento realizado pela consultoria Plano CDE, especializada no universo das classes C, D e E. Hoje, as classes B e C formam o grupo de maior representatividade, responsáveis por mais de R$ 270 bilhões da decisão de compra. A explicação se deve tanto ao crescimento das famílias desse grupo, que serão 28,7 milhões em 2020, quanto ao aumento constante da massa de renda, cuja participação saltou de 28% para 32%, entre 2002 e Bancos Acesso ainda é limitado Aproximadamente 39,5% dos brasileiros não têm conta bancária, o equivalente a 53 milhões de pessoas. A conclusão é do Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), do Ipea. A maior fatia desbancarizada está no Nordeste, com 52,6% dos entrevistados. Já do total de brasileiros que não têm conta em banco, 40,6% declararam que gostariam de abrir uma e 26,6% se consideram em condição financeira para isso. O levantamento também aponta que, para a população, as instituições bancárias têm como função primordial movimentar e guardar dinheiro (62,1%), enquanto que apenas 4,5% enxergam os empréstimos como papel principal dos bancos. Expectativa Otimismo do brasileiro recua em janeiro A maioria da população (60%) acredita que a inflação vai subir e o número de pessoas que aposta no aumento da renda caiu de 44%, em dezembro de 2010, para 36%, em janeiro de Os dados são da pesquisa Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Realizada entre os dias 13 e 18 de janeiro, o estudo mostra que a confiança do consumidor caiu 1,5% em relação a dezembro de Endividamento Brasileiro paga as contas O otimismo do brasileiro em relação ao endividamento futuro melhorou em janeiro deste ano, de acordo com o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor. O índice passou de 109,5 pontos em dezembro para 112,1, o que representa um aumento de 2,4%. A pontuação acima de cem significa otimismo e, abaixo da marca, pessimismo. Questionados sobre qual a expectativa para os próximos meses, em relação ao próprio endividamento, 46% dos consumidores afirmaram que terão o mesmo número de dívidas dos últimos três meses. Inovação Pagamento por celular A cidade de São José dos Campos, no interior de São Paulo, foi a escolhida para o lançamento da plataforma da Mastercard para pagamentos por celular. Em parceria com o Itaú, Redecard e Vivo, o projeto inicial prevê o credenciamento de mais de mil estabelecimentos para atender cerca de 300 mil consumidores, portadores de cartões Mastercard do banco Itaú. O principal objetivo da nova plataforma é oferecer comodidade aos consumidores e a iniciativa é inédita no mundo. A escolha pelo Brasil se deve às características da população brasileira, jovem e conectada, explica Gilberto Caldart, presidente da Mastercard, acrescentando que o potencial de crescimento é grande, incluindo os consumidores desbancarizados que utilizam celular. A partir do sucesso da experiência em São José dos Campos, escolhida por ser um polo de tecnologia e pela importante participação no PIB do Estado, o projeto será expandido para as demais cidades brasileiras. 12 FINANCEIRO fevereiro/março 2011

13 Consumidor brasileiro Poder de compra aumenta O poder de compra da população ocupada brasileira apresentou crescimento de 19%, entre 2003 e 2010, equivalente a pouco mais de R$ 238, conforme um estudo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas seis principais regiões metropolitanas do País. Nestes oito anos, os destaques foram Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Salvador, cujos trabalhadores tiveram um aumento do rendimento médio mensal de 26,5%, 27,5% e 24,4%, espectivamente. Indústria Indústria paulista cresce 10% em 2010, segundo Fiesp Com o melhor desempenho em oito anos, a indústria paulista de transformação fechou o ano de 2010 com alta de 9,9% no Indicador de Nível de Atividade (INA), desenvolvido pela Fiesp/Ciesp. Esse desempenho fica atrás apenas do obtido no ano de 2004 (13,2%). Parte desse resultado deveu-se à recuperação da queda ocorrida em 2009 (-8,2%), ano que contabilizou os prejuízos da crise financeira mundial. Superávit Governo central fecha 2010 com saldo positivo de R$ 78,96 bilhões As contas do governo central (Banco Central, Tesouro Nacional e Previdência Social) apresentaram superávit de R$ 14,44 bilhões em dezembro, levando o resultado de 2010 a ficar positivo em R$ 78,96 bilhões. O montante representa 2,16% do PIB do ano passado, ficando acima da meta de 2,15%. Investidor Bovespa móvel Em janeiro, a BM&FBovespa levou para o litoral paulista o Bolsa Móvel veículo itinerante da Bolsa para sanar dúvidas a respeito do mercado de ações. O veículo é equipado com estações de trabalho, ponto de internet com acesso on-line às cotações dos ativos pelo Mega Bolsa (plataforma de negociação para ações da Bolsa), folhetos explicativos e outros materiais didáticos. Com início em 2003, o programa já atendeu 130 mil pessoas no litoral brasileiro. Educação USP lança MBA a distância em gestão de negócios A Universidade de São Paulo (USP), um dos principais centros de pesquisa e uma das prestigiosas instituições do país, por meio da Fearp (Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto) inicia seu primeiro MBA a distância em negócios. O curso é voltado a executivos de diversas áreas e possui 360 horas de duração. Foi estruturado, contando com um conteúdo inovador, de modo a unir finanças, gestão de pessoas e estratégia. O início do curso se dará em 16 de maio de 2011 e as aulas ao vivo serão realizadas nas quartas-feiras das 20 às 22 horas. O curso foi oficialmente aprovado e será certificado pela Universidade de São Paulo. Foi elaborado no âmbito do NPT (Núcleo de Pesquisa Tecnológica), que fará sua gestão pedagógica. A coordenação do programa é de responsabilidade dos professores Alberto Borges Matias, da área de finanças, Irene Miura, da área de gestão de pessoas e David Forli Inocente, de desenvolvimento de executivos. As inscrições vão até o dia 30 de março. Mais informações em ou via fone (16) fevereiro/março 2011 FINANCEIRO 13

14 notasmercado No mundo País será a 7ª maior economia Confirmada a previsão do Banco Central, o Brasil deve assumir o posto de sétima maior economia mundial, atrás de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, França e Reino Unido. Nas estimativas da 25ª edição do O Mundo em 2011, do The Economist, considerando as taxas de crescimento anuais dos Estados Unidos (1,5%), da China (8%), da Índia (6%), do Japão (1%), da Alemanha (1%), da Rússia (4%) e do Brasil (5%), a economia nacional ultrapassaria a da Alemanha por volta de 2018, tornando-se a quinta maior em poder de compra. Indo além, o estudo avalia que, caso a Índia mantenha a sua moeda desvalorizada, o Brasil poderá se tornar a quarta maior economia. Economia Global Brasil é o terceiro país que mais cresceu No ano de 2010, o Brasil foi a terceira economia mundial que mais cresceu, com 7,3% de alta do PIB, atrás de Cingapura e China que, respectivamente, tiveram uma alta de 14,7% e 10,3%, conforme aponta o relatório Perspectiva econômica mundial, do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para 2011, o FMI projeta que a economia global crescerá 4,5%, 0,25% a mais que no ano passado, impulsionada principalmente pelos países em desenvolvimento, com uma projeção média de crescimento de 6,5%, enquanto que nos países desenvolvidos essa média será de 2,5%, um baixo crescimento motivado pelo retrocesso econômico de Investimentos estrangeiros País bate recorde O Brasil bateu recorde de investimento estrangeiro produtivo, com a soma de US$ 48,4 bilhões injetados na economia nacional, 86,7% a mais que em O valor superou as previsões do governo federal para o ano de 2010, estimada em US$ 38 bilhões. O setor que mais atraiu o investimento estrangeiro em 2010 foi o industrial (US$ 19,3 bilhões), seguido pelo primário (agropecuária, mineração e petróleo), que atraiu US$ 18,1 bilhões. Segundo o Banco Central, o país com mais investimento estrangeiro direto no Brasil no ano passado foi Luxemburgo (US$ 8,6 bilhões), seguido da Holanda (US$ 6,6 bilhões) e da Suíça (US$ 6,4 bilhões). Segurança Tentativas de fraude aos consumidores atingem R$ 7,2 bilhões As tentativas de fraude envolvendo consumidores atingiram o total de R$ 7,2 bilhões em Em dezembro do ano passado, as tentativas de fraudes atingiram R$ 691,1 milhões, crescendo 8,1% em relação a novembro de 2010, conforme dados do Indicador Serasa Experian de Risco de Fraude ao Consumidor. De acordo com o indicador esse foi maior valor mensal do ano, superando os R$ 662,5 milhões registrados em maio do ano passado. Para os técnicos da Serasa Experian, as vendas de final de ano aumentam o fluxo dos consumidores em praticamente todos os canais de negócios, ampliando as oportunidades para os fraudadores aplicarem seus golpes. Crédito Expansão perante o PIB Com uma participação de 46,6% do PIB no final de 2010, a oferta de crédito no País totalizou R$ 1,703 bilhão. Na última década, o saldo das operações de crédito no Brasil mais do que quadruplicou, considerando que no ano 2000 foram disponibilizados R$ 418,258 bilhões em crédito, ou 24,6% do PIB. Neste ano, conforme projeções da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a maior oferta de crédito será para as empresas, com um crescimento de 17,6%, enquanto que para pessoas físicas a alta ficará em 16,7%. O motivo é o aumento da demanda das empresas por financiamentos de projetos de infraestrutura, visando à Copa do Mundo, às Olimpíadas e ao pré-sal. No ano de 2010, o número de empresas que buscou crédito cresceu 7,6% em relação a 2009, com destaque para as micro e pequenas empresas (alta de 8,5%). 14 FINANCEIRO fevereiro/março 2011

15 livros Lições de quem entende A obra busca proporcionar uma visão aprofundada e realista sobre o mundo financeiro e traz lições, experiências, opi niões e dicas da carreira de um gestor de fundos multimercados. Aborda também técnicas de gestão de recursos e seus novos conceitos de mercado, além de trazer dicas para os que iniciam sua trajetória profissional no mercado de investimentos. Livro Mundo Financeiro O Olhar de um Gestor Autor Alexandre Póvoa Editora Saraiva Páginas 568 Preço sugerido R$ 64 >> Regras do mercado Até 2015 aumentará para cinco milhões o número de investidores, incorporando segmentos das classes B e C, que tenham rendimentos de até R$ 6 mil mensais. Nesse contexto, é preciso entender as principais normas desse mercado. O título trata, assim, da lei das sociedades anônimas brasileira, considerada uma das mais abrangentes, inovadoras e avançadas do mundo. O consultor jurídico Jorge Lobo une a bibliografia nacional e estrangeira à prática de médias e grandes empresas e do mercado de valores mobiliários do País e do exterior. Livro Direitos dos Acionistas Autor Jorge Lobo Editora Campus Elsevier Páginas 456 Preço sugerido R$ 119 > >> Economia verde O livro esmiúça entraves ambientais comuns em diversos países, apontando soluções para questões como qualidade do ar, água e gestão de resíduos sólidos. Focado nos âmbitos político e econômico, ele detalha ainda métodos analíticos que auxiliam no planejamento e na gestão ambiental global, como modelos de mercado, análise de custo benefício e de risco para avaliar impactos ambientais. Livro Economia Ambiental: Fundamentos, Políticas e Aplicações Autores Janet M. Thomas e Scott J. Callan Editora Cengage Learning Páginas 549 Preço sugerido R$ 92,90 fevereiro/março 2011 FINANCEIRO 15

16 veículosimportados Por Juliana Jadon Crescimento acelerado Com uma elevação de 144% nas vendas no ano passado, as marcas de carros importados comemoram o período. Ainda assim, a participação no mercado de veículos brasileiro (3,18%) é pequena. Para aumentar esse número, as importadoras tentam quebrar barreiras Um sol escaldante esquenta as ruas da cidade de São Paulo. Ficar parado no trânsito já conhecido pelos moradores da capital é quase uma rotina. O cenário não incomoda nenhum pouco o comprador, que sai radiante dirigindo seu carro novo, com câmbio automático e ar condicionado ligado, de uma das lojas da Kia Motors, na avenida das Nações Unidas. A esposa achou o veículo interessante, pois é espaçoso e possui um porta-malas grande para colocar as coisas das crianças. Os dois filhos, um de quatro e outro de sete anos, também gostaram, uma vez que dá para ver o céu pelo teto solar. Ele fez o gosto da família com a aquisição de seu primeiro automóvel importado. A importadora brasileira da Kia é a maior no mundo e representa cerca de 3% do total em vendas globais. Somente no ano passado foram cinco novos modelos da coreana colocados no mercado brasileiro. O Cerato foi o modelo da marca mais vendido do ano. Em 2010, as vendas de veículos importados no Brasil cresceram 144,1% em relação a 2009, totalizando mais de 105 mil unidades contra 43 mil do ano anterior. Com isso, a participação dos carros trazidos ao País por empresas importadoras e não pelas montadoras aqui instaladas passou de 1,44% do mercado total em 2009 para 3,18% em Os dados são da Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos 16 FINANCEIRO fevereiro/março 2011

17 Automotores (Abeiva). Somente em dezembro, as vendas dos associados cresceram 39,6% e os concessionários comemoram o crescimento inesperado. O advento foi espantoso até para as importadoras. Na Audi Brasil, em janeiro de 2010 os gestores estimavam um crescimento de vendas de cerca de 30%. Passados 12 meses, a marca ultrapassou em duas vezes a expectativa, com aumento de 61% em relação ao ano anterior. O crescimento em porcentual está acima de outros mercados que também se destacaram, como a China, por exemplo, com um incremento de vendas 43% superior ao ano anterior. As expectativas da associação também se superaram. No início do ano, a estimativa era terminar Dos caros, o mais barato Audi A1: Veículo que chega ao País em março, é o primeiro modelo da marca a ser comercializado por menos de R$ 100 mil. Foco é atrair novos nichos de clientes 2010 com 56 mil unidades emplacadas, quase a metade do recorde alcançado. O presidente da Abeiva e da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini, lembra que até o início dos anos 90 o mercado automobilístico brasileiro basicamente só tinha produtos das marcas Volkswagen, Ford, Chevrolet e Fiat, num total de cem modelos. Com a chegada dos importados, o consumidor teve mais opções: são mais de 800 versões. Hoje o consumidor não tem qualquer tipo de restrição na aquisição de veículos importados. Além disso, são mais completos nos quesitos luxo, premium e esportivo, e possuem inovação tecnológica, design e preços competitivos, diz. fevereiro/março 2011 FINANCEIRO 17

18 veículosimportados Crescimento nas vendas comparado ao ano anterior Audi... 61% BMW... 55% Kia Motors ,5% Ary Jorge Ribeiro, da Kia Motors Importadora brasileira é a maior no mundo e representa 3% das vendas globais O BMW Group Brasil que representa as marcas BMW, Mini e Motorrad trouxe novos produtos ao mercado e desenvolveu estratégias referentes às vendas e ao marketing no País. Em comparação com 2009, a alta nas vendas foi de 55% para a marca BMW no ano passado, 68% na de Mini e 117% na de Motorrad a divisão de motocicletas. Com isso, assumimos a liderança no segmento premium em 2010, tendo entregue aos clientes mais de 8,1 mil unidades de BMW, 1,7 mil Mini e 3,5 mil motocicletas, diz o diretor-presidente do grupo, Henning Dornbusch. A marca, conta Dornbusch, passou a oferecer produtos de financiamentos em parceria com a BMW Serviços Financeiros (divisão financeira do grupo), inaugurou novos pontos de vendas e nomeou outros concessionários no País. Esses fatores, aliados a diversas reuniões com as revendas objetivando transparência, além da realização de treinamento com as equipes de vendas, contribuíram para o crescimento das vendas no País, considera. Para 2011, a estimativa para o mercado é bem otimista. Diante dos resultados, a Abeiva projeta um crescimento de 57%, passando de 105 para 165 mil unidades vendidas. Queremos repetir a dose e dobrar o número de veículos comercializados para seis mil unidades entregues, diz o diretor comercial da Audi, Leandro Radomile. Segundo Ary Jorge Ribeiro, diretor de vendas da Kia Motors, o planejamento estratégico da marca no Brasil,

19 José Luiz Gandini, da Abeiva Hoje não há restrições para o consumo de veículos importados Henning Dornbusch, da BMW Descobrimos uma fórmula para aumentar as vendas sem perder os valores da marca Gosto nacional O consumidor brasileiro gosta de carros bonitos, equipados e que chamam atenção pelo design, assinala Ribeiro, da Kia. Cerca de 60% dos compradores de carros da marca são homens, mas, muitas vezes, o carro sai da loja com um nome masculino, mas é a mulher quem o dirige. Segundo Ribeiro, o grau de influência das mulheres na decisão de compra chega a 75%. As crianças também opinam. Preferem carros espaçosos e com teto solar. O pai evidentemente quer fazer o gosto da família, como no exemplo do início desta matéria. Atualmente, a Kia Motors do Brasil possui 142 concessionárias plenas. Até março serão 165. O Sudeste concentra a maior parcela das vendas. Para chegar aos clientes é preciso estar perto. A Audi investiu na capilaridade dos pontos de vendas que passaram de 17 para 22 unidades. Além disso, num projeto ambientação, todos os showrooms foram reformulados, com novas mobílias e iluminação. O carro mais vendido em 2010 foi o A4. O modelo de entrada sai por R$ 134,9 mil e pode chegar a R$ 229 mil. Cerca de 99% das vendas estão concentradas no modelo de menos valor. Os carros que vem para o Brasil são selecionados dentro de um leque de ofertas oferecidas na matriz alemã, de acordo com as características que o consumidor brasileiro preza. Os brasileiros gostam de carros repletos de funcionalidades e tecnologia. Incluímos nos modelos que vem ao Brasil conexões bluetooth para celular, por exemplo. Na Europa, os carros que trafegam nas ruas não possuem tantos acessórios quanto os daqui, compara o diretor da Audi. nos últimos anos e para os próximos, aponta um crescimento maior do que o mercado irá apresentar. Em 2009, a empresa cresceu 25%; em 2010, 125,5% e em 2011 deve crescer cerca de 85%, enquanto que a indústria automobilística nacional cresceu 10,6% em 2010 e, neste ano, deve ter elevação entre 5 e 6%. Isso é viável por conta do lançamento de novos produtos, aliado a preços competitivos e benefícios, como a garantia estendida de cinco anos ou cem mil quilômetros, avalia.

20 veículosimportados Tecnologia, design e atendimento personalizado não bastam. As importadoras perceberam que também é preciso conquistar pelo bolso. A aposta do ano para a marca no Brasil é o novo A1. Na Alemanha país-sede da empresa, ele foi o grande protagonista do bom desempenho em 2010, quando a empresa entregou por lá cerca de 229 mil unidades. O veículo que começa a ser comercializado em março deste ano é o primeiro da marca que pode ser encontrado por menos de R$ 100 mil. O modelo de entrada, assim como são chamados os carros com valor mais baixo, custa R$ 89,9 mil e já é vendido para os brasileiros que se propõem a aguardar a chegada ao País. O A1 está exposto em toda a rede de concessionários Audi. Existe um em cada ponto de venda. No mercado de veículos, R$ 1 mil de diferença no preço ofertado atrai novos nichos de clientes. Até o ano passado, o nosso modelo mais barato custava R$ 110 mil. Esperamos que esse carro seja a porta de entrada de muitas pessoas para a marca Audi, estima o executivo. Após uma pesquisa com os clientes, a BMW criou pacotes mais econômicos, colocando teto solar como opcional em alguns modelos, misturando couro com tecido e incluindo um motor menos potente nos carros, antes não utilizado pelos veículos da marca. Descobrimos uma fórmula para aumentar as vendas sem perder os valores da marca e a percepção da mesma pelos nossos clientes, revela Dornbusch. Em todas as marcas verificadas nesta reportagem (Kia, BMW e Audi), os clientes trocam de carro, em média, a cada dois anos. Essa periodicidade muda de acordo com o valor do bem. Segundo Radomile, carros mais caros são usados menos vezes pelo cliente geralmente aos fins de semana ou em ocasiões especiais e, assim, o No ato da compra Leandro Radomile, da Audi Em 2011 queremos repetir a dose e dobrar o número de veículos comercializados Os carros importados geralmente são comprados à vista, tendo como entrada outro veículo. Na Audi, cerca de 80% das vendas são dessa maneira e o restante (20%) são financiados. Atualmente, na BMW, metade da compra é feita à vista e a outra parte financiada. A Kia também possui a maioria dos consumidores pertencente às classes A e B. Cerca de 55% compram o carro à vista. E o restante (45%) a prazo, em 24 meses. O consumidor que compra a prazo dá uma entrada equivalente entre 45 e 60% do valor total do automóvel. usuário fica com o produto cerca de três ou quatro anos. Com um ritmo acelerado de lançamentos, pretendemos abrir oportunidades para os clientes que trocam rapidamente seus carros, expõe o executivo. O diretor-presidente da BMW explica que o público consumidor da marca é extremamente exigente e bem informado. Não apenas por se tratar de um produto premium, mas porque, em sua ótica, o valor agregado é primordial. Preço, tecnologia, design, capilaridade e atendimento personalizado. As importadoras de veículos vão se focar nestes pilares para conquistar o brasileiro. Esse consumidor valoriza o atendimento recebido no momento da compra e principalmente na área de pós-vendas sempre que necessitar reparos em seu veículo. Ele quer e deve se sentir especial, receber atenção personalizada, além de mimos inesperados, o que causa satisfação a ele, encerra. f 20 FINANCEIRO fevereiro/março 2011

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22 entrevistaboavistaserviços Serviços personalizados Dorival Dourado, presidente da Boa Vista Serviços, conta como a recém-criada empresa, que passa a gerir o Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), pretende conquistar mercado Por Juliana Jadon São somente três meses de vida e ela já quer competir com as maiores. A favor, a Boa Vista Serviços tem uma bagagem de conhecimento, história, participação e envolvimento com o mercado de mais de 116 anos. Criada em novembro de 2010, a empresa nasce com o apoio da centenária Associação Comercial de São Paulo (ACSP), tendo como sócio-gestor o fundo brasileiro de private equity, TMG Capital. Inicialmente foram investidos R$ 220 milhões na empresa. A nova organização reúne informações comerciais de mais de 130 milhões de consumidores e empresas dos mais variados segmentos e portes, espalhadas pelo território brasileiro, devido à gestão do SCPC. Por mês, são realizados cerca de 145 milhões transações por meio do SCPC, atendendo um milhão de clientes. No comando da companhia está Dorival Dourado, executivo brasileiro que foi destaque global na Experian e possui experiência no setor de serviços, tecnologia e crédito. Com uma rotina de trabalho que pode levar 12 horas, devido à sua dedicação Dourado assume que se sente realizado no posto. Ele, diariamente, faz a evangelização da empresa por meio de conversas com clientes que levam na pauta os sonhos e desafios da recém-criada empresa. Na Boa Vista Serviços, a diretoria trabalha num ambiente aberto e interativo. Para Dourado, o capital humano e o incentivo à inovação são fatores-chave para a criação e manutenção de uma empresa sólida, confiável, parceira dos clientes e com capacidade de levar soluções inovadoras ao mercado. Acompanhe entrevista exclusiva com o gestor à Financeiro. Revista Financeiro A Boa Vista Serviços já nasce com o apoio da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), empresa com mais de cem anos de mercado. Quais são os principais pontos que demonstram seu potencial? Dorival Dourado Um dos nossos valores é a qualidade e a competência dos acionistas. Por um lado temos a Associação Comercial de São Paulo, entidade com referência na defesa da livre iniciativa e do empreendedorismo no Brasil. Muito do que foi conquistado nesses 116 anos de existência é fruto do envolvimento associativo representado por ela. A Boa Vista nasce, assim, com o envolvimento associativo ao lojista brasileiro, e esse é um fator de diferenciação. Temos também o fundo TMG Capital, considerado jovem dentro do mercado de private equity, porém com uma história de realização significativa que, junto ao corpo diretivo, trabalha com posicionamento estratégico. Outros parceiros são o Clube dos Dirigentes Lojistas do Rio de Janeiro e de Porto Alegre, e a Associação Comercial do Paraná, que trazem uma parcela significativa Foto: Douglas Luccena 22 FINANCEIRO fevereiro/março 2011

23 Dorival Dourado, da Boa Vista Serviços Cerca de 80% da nossa verba será direcionada à ampliação da capacidade de atendimento

24 entrevistaboavistaserviços de informações de outras regiões do Brasil. Trabalhamos para ampliar essa rede de parceiros, que conta com 2,2 mil entidades. Temos cerca de 700 funcionários, com um parque tecnológico de última geração e um portfólio de 34 produtos. Até o final no ano devemos lançar de 15 a 20 novos produtos. Financeiro Você foi um dos executivos com grande destaque na Experian. Como pretende repetir o feito na presidência da Boa Vista Serviços? Dourado Qualquer empresa do setor deve se mover com a premissa de entender como ajudar os clientes a melhorar o ciclo de negócios, a serem mais efetivos nas decisões, tomando-as com mais qualidade no menor prazo possível e com boa relação custo benefício. O meu trabalho sempre foi pautado nesse pensamento. Aqui na Boa Vista Serviços não será diferente. A empresa está se posicionando como uma provedora de informações, com um portfólio de serviços de valor agregado. A nova organização reúne informações comerciais de mais de 130 milhões de consumidores e empresas dos mais variados segmentos e portes Financeiro Que diferenciais essa empresa passa a oferecer ao mercado? Dourado Nossa capacidade de conquistar mercado está na característica de entender o cliente, seu porte, o segmento em que atua e em que momento do ciclo de negócios ele se encontra para, a partir disso, prover a solução. Não trabalharemos com uma solução para qualquer tipo de problema, como normalmente as grandes empresas fazem. O mercado não é pasteurizado. As empresas podem ter os mesmos problemas para resolver, mas devido a características únicas precisam de soluções personalizadas. Nós focamos nessa capacidade de construção partilhada com o cliente. Acredito que com o nosso conhecimento e tecnologia e os dos clientes somados, dois mais dois será igual a sete. Financeiro Os novos produtos serão voltados somente ao mercado creditício ou a Boa Vista tentará conquistar novos nichos? Dourado Nossos clientes estão separados por porte e segmento. Eles apresentam necessidades diferenciadas que podem ser atendidas por outros tipos de soluções desenvolvidas pela Boa Vista. Temos a capacidade de entender o núcleo do modelo tecnológico para crédito, mas ele é composto por tecnologias, soluções e software que podem ser transportados para outras áreas de negócios. É nesse sentido que trabalhamos. Já estamos capacitados e estaremos ainda mais a prestar um serviço chamado de end-to-end. Vamos cobrir diversas necessidades e demandas de negócios. Financeiro Dê exemplos. Dourado O mais clássico é uma empresa, seja do varejo, da indústria ou do sistema financeiro em que identificamos aplicações complementares que ajudam a ter uma decisão mais correta. São soluções que visam fazer com que o cliente aumente de maneira significativa o desempenho do seu negócio. A característica da Boa Vista é a possibilidade de desenvolver soluções sob medida, baseadas no seu acervo de conhecimento, de tecnologias e, entendo, a demanda do nosso cliente. Financeiro Quais os seus principais desafios no cargo? Dourado Os principais desafios estão centrados principalmente na criação de um modelo que priorize o foco no cliente e a geração de valor para o mesmo, incentivando ao mesmo tempo o desenvolvimento de talentos. Somos uma empresa de capital humano centrado no conhecimento. Outro fator relevante é crescer de forma sustentada. Bolhas de crescimento de receita e de ampliação do nosso mercado são fáceis de criar. Mas não estamos nele de maneira transitória. A Boa Vista é uma empresa que chegou para se posicionar e ter uma longa vida na prestação de serviços, sendo reconhecida por qualidade e inovação. Financeiro Como a Boa Vista Serviços está equipada tecnologicamente? Dourado O nosso negócio é direcionado para as inovações nas mais diferentes dimensões que a palavra permite. 24 FINANCEIRO fevereiro/março 2011

25 Desde a gestão para produtos, serviços, relacionamento e, principalmente, inovação em modernidade tecnológica. A nossa indústria está estruturada em três pilares: pessoas (capital intelectual), tecnologia (inovação) e dados. Investimos significativamente na modernização da infraestrutura tecnológica. Cerca de 80% da nossa verba ao longo do ano será direcionada a evoluções e modernizações que envolverão, entre outras coisas, a ampliação da capacidade de atendimento. Financeiro Qual o papel da tecnologia na Boa Vista? Dourado Tecnologia é um ponto-chave para essa indústria e procuramos trazê-la para a frente do negócio. Essa junção da tecnologia com as áreas de negócios pode ser o nosso fator de diferenciação com o mercado. Cada um cumprindo o seu papel, mas trabalhando de forma integrada. Estamos capacitados a ampliar de maneira significativa nossa oferta para o mercado. No final do ano, triplicamos a capacidade de processamento com a última versão das tecnologias disponíveis para processamento transacional. Numa transação típica de negócio, reduzimos em 60% o tempo de processamento e resposta. Essa é a principal medida que o cliente tem como percepção na ponta. Aproveitamos a mesma janela de tempo para ampliar o número de interações e simulações que o cliente executa. Financeiro Outros fundos, além do TGM Capital, se interessaram na companhia? Dourado Sou um executivo contratado para administrar a Boa Vista, e comecei a trabalhar junto à inauguração da empresa em 1º de novembro. Como um estudioso do meio, digo que o número de players internacionais no setor é maior do que o de empresas que temos no Brasil, e ainda existem muitas barreiras para entrarem. Envolvem questões regulatórias e o entendimento das demandas específicas de cada região. As características que se encontram na economia de outros países e também no processo de aquisição de dados também são divergentes. O mercado brasileiro apresenta nesse momento crescimento de dois dígitos, só comparado com o da Ásia. A relação crédito PIB ainda está fora do benchmark mundial. O Brasil está com menos de 50% nessa relação, sendo que, na maior parte do mundo, e sem o crédito imobiliário, chega a 100% do PIB. fevereiro/março 2011 FINANCEIRO 25

26 entrevistaboavistaserviços O mercado brasileiro está num momento de inflexão com relação ao crescimento e à expansão do crédito. Assim, é natural que entre na rota de empresas que operam nesse segmento. Várias que não estão no País avaliam formas de participar desse desenvolvimento. Financeiro A Boa Vista Serviços pretende abrir capital na BM&FBovespa nos próximos anos? Dourado Os acionistas possuem no planejamento um projeto de sete anos com essa perspectiva de abertura de capital, por meio de uma Oferta Pública Inicial (IPO). Financeiro Estão abertos a fusões? Dourado Trabalhamos com modelo de inovação aberta. Uma empresa como a nossa precisa estar antenada com o que está ocorrendo no mercado e em como, cada vez mais, incorporar novas tecnologias e conhecimentos específicos, desenvolvidos no mercado nacional e internacional. Temos pessoas dedicadas a pensar e a pesquisar o que acontece na indústria que de alguma maneira tem relação com o mercado de crédito. O grupo de pesquisa e desenvolvimento está atento. E, claro, sempre que fizer sentido, vamos capturar esse valor. O mercado está polarizado, o que não é benéfico. Os clientes precisam de alternativas e queremos ser uma Financeiro Como pretendem ganhar mercado perante os concorrentes? Dourado Nós não temos no Brasil nenhum método efetivo que dê percepção real de market share das empresas que operam nesse segmento, pela diversificação de produtos e complexidade. Dependendo do ângulo em que você olha, pode haver conclusões diferentes de market share. No geral, somos o segundo colocado. Já no que se relaciona às informações de pessoa física e de população não bancarizada, temos a base de dados mais completa no Brasil. Financeiro Quais as principais expectativas da empresa? Dourado Este ano teremos um crescimento significativo, com a ampliação da base de clientes, renovação de portfólio de produtos e o mercado ficará surpreso com a nossa capacidade de inovar. Isso não é uma promessa, mas uma avaliação do trabalho que é feito. No médio e longo prazo esperamos consolidar a Boa Vista como a empresa genuinamente brasileira, criadora da rede verde e amarela de informações, alinhada à demanda do mercado brasileiro, com um grande foco no varejo, no qual está o nosso DNA. Nossos planos estão estruturados para atender a esses objetivos. O mercado está polarizado, o que não é benéfico. Os clientes precisam de alternativas e queremos ser uma. Financeiro Como você avalia o Cadastro Positivo no País? Dourado Houve a aprovação do Cadastro Positivo no início de dezembro, quando o governo federal vetou e criou uma Medida Provisória (MP). Esse processo aconteceu justamente por não seguirmos uma linha a qual defendemos, que é uma discussão ampla e irrestrita com relação aos benefícios do Cadastro Positivo no longo prazo e como a sociedade brasileira como um todo (cidadãos, entidades de classe, órgão de defesa do consumidor, iniciativa provada, birô de informação) podem construir essa realidade. Não discutimos um projeto brasileiro, mas algo genérico. Perdemos, assim, uma oportunidade para mudar de patamar e elevar o nível de discussão. Existe uma Medida Provisória que precisa ser regulamentada. Defendemos uma abordagem de construção coletiva de conhecimento, com a definição de um modelo brasileiro. f

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