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1 Edição número 1883 quarta-feira, 10 de agosto de 2011 Fechamento: 08h55 Veículos Pesquisados: Clipping CUT é um trabalho diário de captação de notícias realizado pela equipe da Secretaria Nacional de Comunicação da CUT. Críticas e sugestões com Leonardo Severo Isaías Dalle Paula Brandão Luiz Carvalho William Pedreira Secretária de Comunicação: Rosane Bertotti

2 Estadão Lula pede união a aliados para eleições de 2012 'Quanto mais vocês estiverem juntos, mais eu vou viajar', brincou o ex-presidente em encontro no Rio Luciana Nunes Leal (Política) Em almoço com políticos do Rio de Janeiro na residência oficial do governador Sérgio Cabral (PMDB), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que os partidos aliados façam um esforço para se manter unidos nas eleições municipais de "Quanto mais vocês estiverem juntos, mais eu vou viajar", brincou Lula, segundo relato do deputado Miro Teixeira (PDT). "Se vocês se dividirem, eu não vou meter minha mão nessa cumbuca", acrescentou Lula, segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi (PDT). O encontro com parlamentares e secretários estaduais e municipais no Palácio Laranjeiras durou pouco mais de duas horas. No fim da tarde, o ex-presidente fará uma palestra em seminário sobre os 30 anos do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), fundado pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, que morreu em Segundo Teixeira, Lula não fez referências diretas à "faxina" da presidente Dilma Rousseff, mas disse que "todas as denúncias tem que ser apuradas e quem tem culpa tem que ser punido, garantido o direito de defesa". Com escândalo do Turismo, oposição vai coletar assinaturas por CPI da Corrupção Novas denúncias de irregularidades fazem DEM retomar ideia de comissão e lideranças do PSDB e do PPS vão tentar convocar Pedro Novais para dar explicações Eduardo Bresciani (Política) Diante de mais um escândalo de corrupção no governo Dilma Rousseff, desta vez no ministério do Turismo, a oposição iniciou hoje um movimento para coletar assinaturas em favor de uma CPI da Corrupção para investigar as denúncias em diversos órgãos. A intenção é ampliar o foco para além dos Transportes, que era o objetivo inicial. Segundo o líder do DEM na Câmara, ACM Neto (DEM-BA), a nova tentativa poderá ser de uma investigação mista ou apenas no Senado. Esses fatos não são isolados. Existe uma corrupção endêmica no governo e para esclarecer isso só existe um caminho que é realizar uma CPI da Corrupção, que pode ser mista ou só no Senado, disse ACM Neto. A intenção da oposição é constranger parlamentares de PMDB, PR, PTB, PP e outros citados nas denúncias a assinar a CPI. A forma de estes partidos saírem da acusação é assinar a CPI. Todo mundo que não apoiar está fugindo da responsabilidade, inclusive a presidente da República, se realmente está interessada em fazer uma limpeza. A oposição admite ter uma dificuldade numérica para conseguir instalar a investigação, mas acredita que a fragilidade do PMDB com dois ministros na berlinda, Wagner Rossi (Agricultura) e Pedro Novais (Turismo), pode ajudar na empreitada.

3 Além da CPI, a Procuradoria-Geral da República será acionada para investigar o caso do ministério do Turismo. O líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP), anunciou que fará uma representação pedindo a investigação. Os tucanos tentarão ainda convocar Pedro Novais e o ministro da Controladoria Geral da União, Jorge Hage. Para Nogueira, o cotidiano de denúncias de corrupção não pode fazer com que um caso se sobreponha ao outro. Todo o dia tem uma nova denúncia. A exceção não existe mais, a regra é a irregularidade e tudo tem que ser investigado. Bastidores: Dilma tenta segurar ministros do PMDB, no centro das crises O vice-presidente, Michel Temer, quem está fazendo a ponte para evitar que a crise escancarada no Turismo afete o relacionamento do PMDB com o Palácio do Planalto Vera Rosa (Política) A presidente Dilma Rousseff avalia que o escândalo no Ministério do Turismo é mais grave e tem maior potencial de estrago do que as denúncias de corrupção envolvendo a pasta da Agricultura e a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Dilma tenta segurar tanto os ministros do Turismo, Pedro Novais, como o da Agricultura, Wagner Rossi. O primeiro foi indicado pelo líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). O segundo é afilhado do vice-presidente da República, Michel Temer. É Temer quem está fazendo a ponte para evitar que a crise escancarada no Turismo afete o relacionamento do PMDB com o Planalto. Quanto a Rossi, o vice está tranquilo. Dilma ordenou a demissão dos diretores da Conab, mas, sem querer comprar briga com Temer, está decidida a preservar o ministro. A menos que, mais para a frente, não haja condições políticas para a manutenção dele. Embora a presidente também pretenda deixar Novais onde está - mesmo porque tem dificuldade em encontrar um substituto na bancada do PMDB -, a situação do titular do Turismo é considerada mais complicada. As investigações indicam que o desvio de dinheiro começou quando o ministério era comandado por Luiz Barreto (PT) - ex-secretário executivo de Marta Suplicy na época em que ela dirigiu a pasta - mas, no diagnóstico do Planalto, o escândalo pode chegar a Novais. Dilma só ficou sabendo da Operação Voucher, da Polícia Federal - que resultou na prisão de 35 pessoas - por volta de 8h30, quando estava reunida com ministros, no Planalto. Pouco antes da cerimônia sob medida para turbinar o Supersimples, ela conversou com Temer e com o presidente do Senado, José Sarney (PMDB). Na hora do almoço, preocupada, voltou a discutir o assunto com auxiliares mais próximos, no Palácio da Alvorada. As investigações sobre Barreto surpreenderam Dilma e ministros, já que ele é de "inteira confiança" do governo e do PT. Na tarde de terça-feira, 9, durante a reunião com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), não escondeu a irritação. Disse a Ideli que o PMDB não aceitaria a "partidarização" do escândalo no Turismo. "O PMDB não está imune a investigações, mas nós sabemos muito bem de onde vêm essas denúncias", insistiu Renan. Em conversas reservadas, peemedebistas

4 afirmam que os dossiês sobre irregularidades nos convênios foram entregues à Polícia Federal por dois funcionários ligados ao PT e demitidos por Novais. Dilma disse não estar interessada na origem das denúncias. Quer saber, porém, se elas têm procedência. Na reunião desta quarta-feira, 10, com o Conselho Político - formado por presidentes e líderes dos partidos da base do governo -, a presidente pedirá união e apoio. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, também estará no encontro. Diante da choradeira sobre a falta de liberação dos recursos para as emendas, Mantega baterá na tecla da cautela e conclamará a base aliada a apertar o cinto. Entre incrédulos e insatisfeitos, os aliados estão em pé de guerra. Um aponta o dedo para o outro. "Eu acho que tem gente no governo que trabalha contra o governo", provocou o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), presidente da Força Sindical e outro alvo de denúncias. Em sete meses de administração Dilma, três ministros já caíram: Antonio Palocci (Casa Civil), Alfredo Nascimento (Transportes) e Nelson Jobim (Defesa). Cresce irritação da base aliada com o governo Líderes demonstram descontentamento com a condução das denúncias contra ministérios; já se fala em CPI articulada pela base aliada para 'dar o troco' no governo Denise Madueño (Política) A operação da Polícia Federal (PF) no Ministério do Turismo, que resultou na prisão de 38 pessoas, provocou declarações indignadas dos líderes da base do governo, reunidos na tarde desta terça-feira, 9, e desconfiança da atuação do governo junto aos aliados. Setores da base começaram a falar na criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar corrupção no governo. "As três meninas superpoderosas ficam achando que estão fazendo faxina e bonito para a sociedade. Estão achando lindo! Mas não entenderam que não podem liquidar com o espectro político nacional em troca de ficar bem com a sociedade", afirmou um aliado, resumindo o clima na base. O parlamentar se referia às ministras da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, de Relações Internacionais, Ideli Salvatti, e à própria presidente Dilma Rousseff. Ao líder governista, Cândido Vaccarezza (PT-SP), na reunião, os líderes mostraram a preocupação da base com a série de denúncias que a cada semana atinge uma pasta comandada por partido aliado ao governo. Nesse tom, contaram que há conversas nos bastidores de alguns deputados que começaram a defender uma CPI. "Em algum momento, essa CPI vai sair pelas mãos da base. Alguns líderes já estão falando nisso, mas não será agora", disse um participante da reunião, sem querer ter o seu nome revelado. Uma CPI conduzida pelos partidos seria uma forma de dar o troco ao governo. Os líderes reclamam do procedimento que vem sendo adotado. "Se há irregularidade, chama o cara e diz: 'tira esse mané e põe outra pessoa'. Ninguém vai compactuar com o que estiver errado", afirmou um participante da reunião. Até agora, as denúncias atingiram o Ministério dos Transportes, sob comando do PR, da Agricultura e do Turismo, chefiados pelo PMDB, das Cidades, do PP. O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), disse que o governo também foi surpreendido com a operação no Ministério do Turismo. "O PMDB, nesse

5 episódio, não responsabiliza o governo. O governo não tem culpa. A decisão saiu de um juiz de Macapá", disse Eduardo Alves. Para Dieese e Ipea, Brasil pode se sair bem na crise Estímulo ao mercado interno, fomento à produção e reposicionamento da indústria exportadora são medidas citadas pelas instituições para que efeitos da crise sejam atenuados no País Wladimir D'Andrade (Economia) O economista Márcio Pochmann, presidente do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), afirmou nesta terça-feira, 9, que o governo brasileiro está mais preparado para tomar medidas anticrise hoje, do que em Segundo ele, o Brasil tem experiência e "gordura de juros" para queimar. Além disso, o País pode avançar em desonerações para setores industriais e estimular o mercado interno com projetos sociais e de infraestrutura. Pochmann também disse que essa crise é uma oportunidade para reposicionar a indústria exportadora brasileira no comércio internacional. De acordo com ele, o Brasil deveria tomar como exemplo a Índia e a China que na crise de 2008 aproveitaram as dificuldades de multinacionais para aumentar sua participação acionária nessas empresas ou incorporá-las. "As políticas exportadoras agressivas como as adotadas pela China, Índia e Coreia, têm pouco impacto no Brasil porque as decisões pelas exportações são tomadas pelas matrizes das empresas, que não são brasileiras", disse. Segundo o presidente do Ipea, a crise internacional, acentuada com as dificuldades fiscais dos Estados Unidos (EUA) e União Europeia (UE), terá reflexos mais fortes no Brasil que a crise de De acordo com ele, os países ricos hoje em dificuldade não contam com o arsenal de medidas de blindagem como há três anos. "Teremos um quadro recessivo mais grave", disse ele em entrevista exclusiva à Agência Estado. Pochmann afirmou que EUA e UE não estão adotando estratégias para estimular seus mercados internos, mas ao contrário buscam utilizar as exportações junto com corte de gastos. "A consequência é que haverá um acirramento profundo da competição pelo mercado internacional em um cenário de redução do nível de atividade do mundo", previu. Pochmann disse que o primeiro setor a ser prejudicado no Brasil é a indústria exportadora, primeiramente as voltadas ao comércio com mercados ricos e depois aquelas que exportam para nações do Hemisfério Sul, mas que competem com produtos de países desenvolvidos. Já o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, disse que as reservas cambiais e o relativo equilíbrios das contas públicas brasileiras serão o trunfo do País para atenuar os efeitos da crise financeira internacional. Segundo ele, essa situação permitirá ao Brasil sustentar um crescimento suficiente para manter os atuais índices de emprego. "Nossa condição fiscal não é ótima, mas comparada aos países europeus e aos Estados Unidos, está equilibrada. E isso, aliado às nossas reservas, deve ser usado para revigorar o investimento público e preservar os postos de trabalho", afirmou após o seminário "Brasil em Desenvolvimento", promovido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), em parceria com a Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano (Emplasa), na capital do Estado. De acordo com Ganz Lúcio, o governo brasileiro deve organizar o processo produtivo nacional e criar estímulos para investimentos como por exemplo o

6 programa habitacional "Minha Casa Minha Vida". "Independente da crise, temos que aprofundar a capacidade de planejamento e fomento à produção. Não podemos ficar esperando as condições ideais", disse. Para o diretor do Dieese, a crise vai atingir as exportações brasileiras em primeiro lugar, mas o mercado interno do País pode compensar boa parte dessa perda. "O mercado interno pode ser fomentado com políticas de renda que sustentem a taxa de crescimento do PIB", afirmou. "Além disso, o governo pode adotar medidas para ajudar setores estratégicos como por exemplo investimentos públicos, infraestrutura social (Saúde e Educação) e atacar desigualdades territoriais". Fiat implanta polo automotivo de R$ 4 bi em Pernambuco Projeto abrange fábrica, parque de fornecedores, centro de capacitação e treinamento, centro de pesquisa e desenvolvimento, campo de provas e pista de testes Angela Lacerda (Economia) A Fiat anunciou, nesta terça-feira, 9, a implantação de um polo automotivo em Goiana, município da zona da mata pernambucana, com investimentos de R$ 4 bilhões. O projeto é ambicioso: em uma área de 14 mil hectares, serão construídos a fábrica, que terá capacidade para a produção de 200 a 250 mil veículos por ano, parque de fornecedores, centro de capacitação e treinamento, centro de pesquisa e desenvolvimento, campo de provas e pista de testes. A perspectiva, de acordo com o presidente do grupo Fiat/Chrysler para a América Latina, Cledorvino Belini, é de início das operações da fábrica em março de Ele disse não temer o atual momento econômico internacional. "Normalmente as crises não afetam os investimentos pela razão simples de serem passageiras", disse, em entrevista coletiva, no Palácio do Campo das Princesas, em Recife. "Este investimento é de longo prazo, para 2014." O projeto inicial previa investimentos de R$ 3 bilhões e seria instalado no município metropolitano do Cabo de Santo Agostinho, na área do complexo industrial e portuário de Suape. O anúncio chegou a ser feito em dezembro do ano passado pelo então presidente Lula. A alteração do local veio acompanhada de ampliação de investimentos porque, de acordo com Belini, a produção inicialmente prevista também era menor, de 150 a 200 mil unidades por ano. O empreendimento deverá gerar 4,5 mil empregos diretos. Cinturão industrial Belini disse que da mesma forma que a Fiat desencadeou o processo de "mineirização", há 35 anos, levando a montadora para Betim, em Minas Gerais - dispensando o cinturão industrial de São Paulo - agora tem início o que ele chamou de "pernambucalização". Afirmou que só trará os êxitos da experiência em Minas - citando o compromisso com sustentabilidade, meio ambiente, tecnologia de ponta - e se comprometeu a empregar uma grande maioria pernambucana, se coresponsabilizando pela capacitação da mão de obra. "Estamos dando início formal ao que será uma nova fase na história de 35 anos da Fiat no Brasil, ao mesmo tempo em que ajudamos a construir uma etapa importantíssima do desenvolvimento de Pernambuco", afirmou. Pelos seus cálculos, cerca de 20 empresas fornecedoras estarão presentes na planta da Fiat. "Um primeiro nível de fornecedores tem que abastecer diretamente a montadora", explicou.

7 O governador Eduardo Campos (PSB), que comemorou a oportunidade de equilibrar espacialmente o desenvolvimento do Estado, disse estar atento ao novo desafio, que envolve capacitação e qualificação de mão de obra. "Vamos dar conta", garantiu citando o protocolo de intenções firmado entre a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade de Pernambuco (UPE) com a Universidade de Milão para receber alunos dos cursos de engenharia, além de 22 mil vagas do Sistema S que estão sendo negociadas para atender às demandas por mão de obra no Estado. Bancos podem cortar mais de 100 mil vagas Jamil Chade (Economia) Os maiores bancos voltam a sofrer com a crise, recorrem a empréstimos para manter a liquidez de suas operações e promovem demissões para tentar reequilibrar suas contas. Em 2011, as projeções apontam que mais de 100 mil pessoas serão demitidas no setor financeiro internacional, no que promete ser o pior ano para os bancos desde a quebra do Lehman Brothers em Nesta semana, as ações dos bancos sofreram as maiores perdas em três anos. Nos últimos dias, outro sinal preocupante foi registrado. O Banco Central Europeu indicou que emprestou em menos de uma semana 7,7 bilhões a mais para aos bancos comerciais europeus para garantir sua liquidez. Nem mesmo os bancos suíços, conhecidos por sua estabilidade, foram poupados. No caso do UBS, os planos apontam para uma redução de 5 mil trabalhadores - quase 10% do total de pessoal - para permitir uma economia anual de US$ 1,2 bilhão. Ontem, as ações do Credit Suisse chegaram a um valor inferior ao que foi registrado nos dias da quebra do Lehman Brothers. Segundo estudo da Bloomberg Industries, os 50 maiores bancos do mundo já demitiram 60 mil pessoas desde o início do ano. Pelo planejamento anunciado, cortarão mais 50 mil. Os maiores cortes estão no HSBC (30 mil) e Bank of America (35 mil). Só o ano de 2008 foi mais difícil para o setor, com 192 mil pontos de trabalho eliminados nos bancos. Folha de S.Paulo Presidente é inquilina de um Planalto terceirizado Josias de Sousa (Opinião) Inaugurado junto com a redemocratização do país, em 1985, o modelo que prevê a troca de governabilidade por favores políticos e monetários faliu. Em 26 anos, o fisiologismo patrimonial evoluiu da conveniência momentânea para um sistema político que pode ser definido como presidencialismo cleptocrata. Todos os governos que vieram depois da ditadura serviram-se do modelo. Algo que fez de Brasília uma cidade sem culpados. Na capital, só há inocentes e cúmplices.

8 Na letra fria da Constituição, Dilma Rousseff é presidente da República. Na prática, é mera inquilina de um Planalto terceirizado, sob consentimento do sistema. Improvisada na política, dona de perfil técnico, Dilma faz cara de nojo. Embora pareça sincero, o asco da presidente converte-se rapidamente em pantomima. Por razões diversas, Fernando Collor também torcera o nariz para o sistema. Quis monopolizar o resultado dos malfeitos para si e para seu grupo. Foi derrubado. Em oito meses, Dilma assistiu à conversão de seis ministérios em escândalo. De início, simulou rigor. Conteve o ímpeto quando a sujeira achegou-se ao PMDB. O último presidente a negligenciar o PMDB havia sido Lula. Produziu-se um escândalo maior: o mensalão. No segundo mandato, o patrono de Dilma rendeu-se à sigla. O penúltimo escândalo que chega às manchetes carrega peculiaridades que ajudam a entender a metástase que faz o melado escorrer a céu aberto. No centro da encrenca seminova está o Ministério do Turismo. Uma pasta chefiada por Pedro Novais, um obscuro deputado federal do PMDB do Maranhão. Novais integra o grupo do senador José Sarney (PMDB-AP). O mesmo Sarney que, em 1985, herdou os compromissos políticos de Tancredo Neves, implementandoos. Hoje, Sarney opera do outro lado do balcão. Defende Novais, embora diga que não tem a ver com sua nomeação. O ministro alega que tampouco ele tem a ver com os desvios.o Palácio do Planalto dá razão a Novais. O convênio tóxico é de Nessa época, o PT dava as cartas no Turismo. Parte dos presos da Polícia Federal foi empurrada para dentro da equipe de Novais por Antonio Palocci (Casa Civil), à época um escândalo esperando para acontecer. Como já mencionado, não há culpados em Brasília. A própria Dilma, ex-gerente de toda a gestão Lula conhece a metástase por dentro. Mas é inocente. Ou cúmplice. Ela talvez preferisse chamar a cleptocracia criada pelos antecessores de herança maldita. A conveniência e a passagem pelo governo Lula a impede de fazê-lo. Ministro cogita sair e suspende convênios (Poder) Pedro Novais interrompe contratos com entidades privadas sem fins lucrativos, um dos alvos da operação da PF Governo considera ação "atabalhoada" e Dilma se irritado com relato pouco detalhado de seu ministro da Justiça A operação da Polícia Federal ameaçou a permanência do ministro Pedro Novais (PMDB-MA) -que chegou a cogitar demissão. Novais, porém, terminou o dia anunciando a suspensão temporária de convênios do Turismo. O ministério publicará hoje uma portaria para interromper por 45 dias a assinatura de todos os convênios com entidades privadas sem fins lucrativos, um dos alvos da investigação da PF.

9 O texto também determina que não haverá a reserva de recursos nos contratos semelhantes que já foram assinados pelo ministério. Novais informou que solicitou à CGU (Controladoria Geral da União) a instalação de processo interno disciplinar para apurar as suspeitas de irregularidades de servidores da pasta. O ministro estava em São Paulo, em um evento do ministério, quando soube da operação da PF e teve que voltar às pressas a Brasília. Novais participou de encontro ao lado do secretário de desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins, que foi preso na capital paulista. O PMDB só soube do caso pela mídia. Membros do partido chegaram a cobrar o rompimento com o PT e defendiam que o ministro entregasse o cargo. Coube ao vice-presidente Michel Temer o papel de bombeiro. Após falar com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ele disse aos líderes do PMDB que não havia motivação política do Planalto. A ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffman tranquilizou Novais. Ela afirmou que o governo tem por princípio defender seus ministros. A operação da PF foi considerada "atabalhoada" pelo governo. A presidente Dilma teria ficado irritada com o relato pouco detalhado do ministro da Justiça sobre a ação. Ele esteve no Planalto logo no começo da manhã de ontem, pouco antes de a imprensa divulgar as 35 prisões. Ministros consideram que não há indícios de participação de alguns dos presos no esquema investigado. No passado, operações da PF eram informadas ao ex-presidente Lula com antecedência. Dilma esperava ter tido mais tempo para analisar o que fazer diante do envolvimento de partidos da base. Marta diz que ex-assessor é "corretíssimo" (Poder) A senadora Marta Suplicy (PT-SP) saiu em defesa de Mário Moysés, preso na operação de ontem da Polícia Federal. Ele foi chefe de gabinete do Ministério do Turismo quando Marta era titular da pasta, entre 2007 e "É um absurdo. O Mário Moysés é uma pessoa corretíssima, não estão entendendo nada", disse. "Mário (...) fez um trabalho exemplar. Não sei que tipo de questão que está sendo colocada. Não tenho informação. Quando foi meu secretário, seu trabalho foi exemplar." Questionada sobre possível motivação política, reagiu: "Não tenho de ideia do que seja, que coisa está sendo armada". O episódio pode enfraquecer o projeto de Marta de concorrer à Prefeitura de São

10 Paulo. Ela disputa com o ministro da Educação, Fernando Haddad, a indicação do PT para a disputa na capital paulista. Governo amplia limites de entrada no Supersimples Empresa de faturamento 50% maior ao de regra atual pode integrar sistema Modelo permite pagar seis tributos em um imposto; receita máxima permitidaserá de R$ 3,6 milhões Ana Carolina Oliveira (Mercado) O governo elevou em 50% os limites de faturamento das empresas que estão enquadradas no Supersimples, sistema que permite o pagamento de seis tributos em apenas um único imposto. A mudança, que ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional, vai permitir que as empresas com aumento de faturamento possam continuar no programa. Segundo Bruno Quick, gerente de políticas públicas do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), com esse reajuste, 2 milhões de empresas atualmente em expansão poderão continuar com os benefícios do Supersimples. A expectativa do Ministério da Fazenda é que 30 mil novas empresas entrem no programa. "Essa medida pode incluir, inicialmente, 30 mil novas empresas no Simples", disse Nelson Barbosa, secretário-executivo da pasta. O Sebrae estima que entrem cerca de 10 mil novas empresas. O ministro Guido Mantega (Fazenda) disse que a medida visa fortalecer as pequenas empresas brasileiras em um momento de crise na economia internacional. "Nós temos trabalhado no sentido de facilitar a vida do empresário, de modo que ele possa sobreviver e se formalizar. É muito importante a expansão da pequena empresa porque ela ajuda a fomentar a concorrência", afirmou o ministro. ALÍQUOTAS As novas regras elevam a receita máxima das empresas de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões. Ao todo, as 20 faixas existentes no Simples foram modificadas. Com a alteração nos valores das faixas, o governo vai mudar a cobrança dos impostos que incidem sobre as empresas participantes do Supersimples. Aquelas que antes faturavam até R$ 540 mil por ano, por exemplo, tinham uma alíquota de impostos de 7,54%. Com a nova regra,a alíquota encolhe e as empresas passarão a pagar 6,84% de impostos. MICROEMPREENDEDOR As mudanças também irão atingir os MEIs (microempreendedores individuais). A receita bruta total deles subirá 67%, e o faturamento máximo passará de R$ 36 mil para R$ 60 mil. Dentro de pacote anunciado para beneficiar o setor, o governo também permitiu que as micro e pequenas empresas possam parcelar em até 60 meses os seus débitos com a Receita Federal. Levantamento feito pelo Sebrae mostra que, até o fim do ano passado, 560 mil pequenas empresas tinham dívidas com o governo. Para o presidente da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, deputado Pepe Vargas (PT-RS),

11 o reajuste do MEI e o parcelamento foram duas novidades acrescentadas pelo governo. Segundo ele, elas foram além das expectativas dos próprios empresários. "Nossa avaliação é muito positiva. O governo atendeu a todos os nossos pleitos. Aliás, no caso do MEI, foi além do que pedimos", afirmou Vargas. O governo prevê ter uma renúncia fiscal de R$ 4,8 bilhões com as mudanças no Supersimples. Acordo da Telebrás opõe Costa e Talma Após afirmar que ex-ministro se beneficiou de indenização, diretor da Globo se retrata Elvira Lobato (Mercado) Um acordo de indenização de R$ 254 milhões, assinado pela Telebrás, em 2006, opôs o ex-ministro das Comunicações Hélio Costa e o diretor de novelas da TV Globo Roberto Talma, que pleiteia na Justiça ficar com parte da indenização. A Telebrás é subordinada ao ministério e o acordo foi assinado durante a gestão de Costa. O beneficiário da indenização é a empresa VT UM Produções e Empreendimentos, de Uajdi Moreira, empresário, ex-produtor da Globo e amigo tanto de Costa (que fez carreira jornalística na emissora) como de Talma. Talma reivindica na Justiça de São Paulo receber 23% da indenização obtida pela VT UM, como pagamento de empréstimo feito a Moreira. No calor da disputa judicial com Moreira, Talma acusou Costa de ter embolsado parte da indenização paga pela Telebrás. A acusação foi publicada pela revista "IstoÉ", em agosto do ano passado, quando Costa concorria ao governo de Minas Gerais. "Acho que Uajdi já deu o dinheiro que tinha que dar para o Hélio Costa", disse Talma à revista. O exministro, em resposta, o processou. RETRATAÇÃO Anteontem, Talma se retratou publicamente da acusação feita. Em anúncio publicado na Folha, ele qualificou as declarações que deu à revista de "injuriosas", "ofensivas" e "inverídicas". Dos R$ 254 milhões de indenização estabelecidos no acordo, a Telebrás pagou à VT UM R$ 95,5 milhões em dinheiro (R$ 59,5 milhões à vista, na assinatura do contrato, e 40 parcelas mensais de R$ 900 mil). O restante foi pago com direitos de crédito da Telebrás em ações contra a Telesp e a contra a Fazenda Nacional. Em abril deste ano, a União e a Telebrás entraram com ação na Justiça Federal para anular o acordo e bloquearam o pagamento em títulos até o julgamento final da ação. A VT UM pediu a indenização em junho de 1998, um mês antes da privatização do Sistema Telebrás. Alegou que tinha contrato para venda de serviços a terceiros por telefone com a Embratel, então subsidiária da Telebrás, e que ela rompeu o contrato. As empresas pagariam indenização em proporções iguais. Em 2005, já privatizada, a Embratel encerrou a discussão com a VT UM pagando R$ 44 milhões, um sexto do valor admitido pela Telebrás. OUTRO LADO

12 O governo informou que Costa não é réu na ação de anulação do acordo e que o STF (Supremo Tribunal Federal) já declarou que a responsável pela assinatura do acordo foi a Telebrás, que tem autonomia administrativa. Talma e Moreira não foram localizados pela reportagem para comentar o assunto. Valor Econômico Lula só fará campanha se base aliada se unir Juliana Ennes O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu que os partidos políticos da base aliada se mantenham unidos nas eleições municipais de Lula participou ontem de um almoço com ministros, senadores e deputados estaduais e federais do Rio, no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador Sérgio Cabral (PMDB). O deputado federal pelo PDT Miro Teixeira (RJ), que esteve no encontro, contou que Lula disse ter visto muitas vezes o PT disputar eleições sozinho, mas que seria preferível uma coligação. "Se a base não se unir, vou viajar menos e o Sérgio Cabral também", teria dito Lula, segundo relato de Teixeira. O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, também do PDT, contou que o ex-presidente condicionou seu apoio aos municípios à união partidária. "Se unam para me terem, porque se se dividirem, eu não vou. Se vocês não estiverem juntos, não vou meter minha mão em cumbuca", teria afirmado Lula, segundo Lupi. Sobre a "faxina" que o governo está fazendo nos últimos dias em órgãos federais, o petista teria afirmado que as denúncias precisam ser apuradas e quem tem culpa tem que ser punido. Ao ser questionado sobre a devassa que está sendo feita pelo governo federal nos ministérios do Turismo e da Agricultura após suspeitas de corrupção, o ex-presidente Lula disse que a única chance que alguém tem de não ser investigado, é "não cometer nenhum delito". "Na medida em que você tem dez acusados e oito são culpados e dois inocentes, você diga que dois são inocentes e oito culpados, porque muitas vezes a devassa é feita antes de provar que as pessoas realmente cometeram todos os erros", afirmou o ex-presidente, ontem, no Rio. Lula disse, no entanto, que o Tribunal de Contas da União, a Controladoria Geral da República e a Polícia Federal agem com seriedade. Aldo terá apoio ruralista para vaga ao TCU Caio Junqueira O deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) deverá contar com a pluripartidária bancada ruralista, que soma 232 deputados na atual legislatura, para vencer a eleição para ministro do Tribunal de Contas da União. Ele se aproximou desse grupo nos últimos dois anos, período em que relatou o projeto do Código Florestal, que acabou sendo aprovado pela Câmara em maio deste ano por 410 votos a 63. Integrantes de partidos com grande número de ruralistas, como o PMDB, já anunciam apoio a Aldo. "É uma perda para o Parlamento, mas ao mesmo tempo o

13 TCU ganha uma pessoa competente", afirma o deputado Moacir Micheletto (PMDB- PR), um dos expoentes ruralistas da Câmara. O PMDB tem três pré-candidatos ao TCU que devem se enfrentar hoje em uma prévia para apresentar um nome apenas. Entretanto, a avaliação é de que nenhum dos pretendentes - Átila Lins (AM), Fátima Pelaes (RN) e Osmar Serraglio (PR) - integram a cúpula do partido, o que afasta a ideia de empenho para elegê-los. Principalmente depois que Aldo conquistou o apoio do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), e do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), durante um encontro de seus correligionários com os dois na semana passada. O DEM, também com muitos ruralistas, pode vir a fechar o apoio a Aldo. "Há uma simpatia muito grande com a candidatura dele. Grande parte de nós deve apoiá-lo, sobretudo os ligados ao agronegócio, que na nossa bancada é bem representativa", disse o vice-líder do DEM na Câmara, Pauderney Avelino (AM). Dentre os partidos médios, como PP e PR, que têm em seus quadros muitos ruralistas, acredita-se que o líder do PTB, Jovair Arantes (GO), o preferido nessas bancadas, passará a ter de dividir voto com Aldo. O PSB também sai prejudicado, pois sua candidata, Ana Arraes (PE), contava com o apoio e influência de Aldo. Em uma reunião reservada quinta-feira, parlamentares da legenda avaliaram que a movimentação pró-aldo se originou no Palácio, incomodado com a crescente movimentação política do governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, filho de Ana Arraes. Há participação do Palácio em sua candidatura, mas não recentemente, segundo informa-se no seu grupo. Foi no início do ano que o ex-ministro Antonio Palocci fezlhe a sugestão, prontamente recusada. Aldo alegara estar muito novo para deixar a política. Há cerca de dez dias, porém, em conversa com o presidente do PCdoB, Renato Rabelo, decidiu entrar na disputa. A decisão foi comunicada à bancada na terça-feira da semana passada. O motivo da mudança: a falta de candidatos fortes à esquerda do espectro político, a simpatia do Palácio e as chances reais de vitória. O PT, que rachou na votação do Código Florestal relatado por Aldo, prevê também divisão agora no apoio ao seu nome para o TCU. O segmento da legenda contrário ao seu relatório defende o apoio ao pré-candidato da legenda, Sérgio Barradas Carneiro (BA). Outra ala avalia que é melhor apoiar Aldo sob pena de vencer um candidato indigesto para o governo, já que, segundo eles, Carneiro teria dificuldades em vencer por não ter tanto tempo de Casa como seus adversários nem tradição no PT para virar ministro do TCU. Além disso, seria um risco apoiar Carneiro diante do clima conflagrado no Congresso, principalmente dentro da base. Ali, sobram ataques e críticas ao hegemonismo petista dentro da aliança de sustentação da presidente Dilma Rousseff e a insatisfação com a forma como foram demitidos. "Acredito que em se confirmando a candidatura do Aldo o PT irá trabalhar para que seja repensada a candidatura própria", afirmou ontem um petista com trânsito no partido e no Palácio. Há pelo menos 12 candidatos da base governista que já manifestaram às lideranças partidárias interesse em postular a vaga e trabalham seus nomes há meses na Câmara. Aldo, ao contrário, esperou o início da campanha de fato - a publicação da aposentadoria do ministro Ubiratan Aguiar no Diário Oficial sexta-feira- para se manifestar.

14 Operação da PF no Ministério do Turismo causa perplexidade em PT e PMDB Fernando Exman Poucas horas depois de a Polícia Federal deflagrar ontem a Operação Voucher contra 38 suspeitos de desviar recursos do Ministério do Turismo, o Palácio do Planalto movimentou-se rapidamente para evitar um levante no PMDB. O partido do vice-presidente Michel Temer comanda a Pasta por meio do ministro Pedro Novais. Primeiro, a presidente Dilma Rousseff pediu que a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) entrasse em contato com Novais para assegurar que a operação não era contra a sua gestão. Gleisi também pediu ao colega ajuda na divulgação das ações do ministério para combater as irregularidades apontadas pela PF. Em outra frente, Temer entrou em campo para tentar acalmar seus correligionários. A operação causara perplexidade em integrantes da cúpula do PMDB, os quais diziam acreditar que o governo Dilma estaria determinado a fragilizar os principais líderes do partido. Temer também entrou em contato com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, de quem teria ouvido que a operação atingira membros de diversos partidos - inclusive do PT. Até assumir o ministério, Cardozo ocupava a secretariageral petista. A mensagem também foi transmitida a senadores do PMDB pela ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti. Hoje, o governo deve reforçar o recado durante uma reunião do Conselho Político, colegiado formado pela coordenação do governo e os líderes de partidos aliados no Congresso. O encontro está agendado desde o início da semana passada. "Estão querendo tirar alguém de circulação, estão fazendo isso pontualmente em cima de líderes", lamentou um influente parlamentar de uma sigla governista na Câmara. Nas últimas semanas, exemplificou o deputado, denúncias atingiram o irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e o ministro Wagner Rossi (Agricultura), indicado para o cargo por Michel Temer. Já Pedro Novais contaria com o apoio do vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, o ex-deputado Geddel Vieira Lima (PMDB-BA), do líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), e do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Outra ala de parlamentares disse acreditar que o noticiário negativo envolvendo Rossi, Novais, o ministro Mário Negromonte (Cidades) e os ex-ministros Alfredo Nascimento (Transportes) e Nelson Jobim (Defesa) teve como origem o Palácio do Planalto. "São exatamente os ministros que a Dilma não queria nomear", especulou um parlamentar. Mas o governo nega. "Não tem nada orquestrado e não tem nada contra o ministro Pedro Novais por enquanto", comentou um auxiliar da presidente Dilma, argumentando que o ministro recebeu as mesmas declarações de confiança que Alfredo Nascimento e Wagner Rossi. O "estardalhaço" da PF foi criticado no Congresso e no governo. A Operação Voucher teve origem em abril deste ano após uma auditoria feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) em convênios assinados pelo Ministério do Turismo. Com a ajuda de interceptações telefônicas, a PF identificou irregularidades

15 num contrato de R$ 4,4 milhões assinado em 2009 entre o Ministério do Turismo e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento de Infraestrutura Sustentável (Ibrasi). Teoricamente, o convênio teria como objeto a capacitação de 1,9 mil trabalhadores do setor do turismo no Amapá. Segundo a PF, no entanto, o ministério repassava o dinheiro do convênio e o Ibrasi fraudava as licitações com empresas fantasmas ou empresas controladas pela própria direção do instituto. A PF informou que estimativas preliminares indicam que foram desviados cerca de dois terços dos recursos previstos no contrato, os quais eram provenientes de emendas parlamentares ao Orçamento da União. "Essa é mais uma operação voltada a reprimir o desvio de verbas públicas e a corrupção", explicou o diretor-executivo da PF, Paulo de Tarso Teixeira, acrescentando que a operação contou com o auxílio do TCU e do Ministério Público Federal. Até o fechamento desta edição, 35 dos 38 mandados de prisão haviam sido cumpridos no Amapá, em São Paulo, Brasília e Curitiba. Foram presos empresários, o diretor-executivo do Ibrasi e seis servidores públicos, além do secretárioexecutivo do Ministério do Turismo, Frederico Costa, o ex-secretário-executivo Mário Moysés e o secretário nacional de Programas e Desenvolvimento do Turismo, Colbert Martins da Silva Filho. Mário Moysés é ligado à senadora Marta Suplicy (PT- SP), de quem foi chefe de gabinete quando ela foi ministra do Turismo. A PF também cumpriu sete mandados de busca e apreensão de documentos e computadores. Encontrou ainda R$ 610 mil na casa do diretor-executivo do Ibrasi. Segundo o diretor da PF, por ora, não há indícios de envolvimento de parlamentares, de Pedro Novais ou ex-ministros do Turismo no esquema. "Em no máximo 30 dias toda a investigação deve ser concluída", garantiu. Por meio de nota, o Ministério do Turismo informou que está suspendendo por 45 dias a celebração de convênios com entidades sem fins lucrativos e passando um pente fino na prestação de contas dos contratos firmados. A Pasta também pediu à Corregedoria-Geral da União (CGU) a abertura de uma sindicância para apurar as irregularidades e afastou os servidores envolvidos até o fim da investigação da CGU. Previsões para elevação do PIB em 2011 mudam pouco Sergio Lamucci A deterioração do cenário externo não provocou revisões expressivas nas estimativas da maior parte dos analistas para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano -há mais mudanças nas previsões para 2012, mas tampouco são abruptas. Para 2011, a maioria dos bancos e consultorias ainda mantém as projeções no intervalo de 3,5% e 4%, principalmente pela força do setor de serviços. Há, porém, quem já tenha feito uma revisão mais expressiva - caso do Credit Suisse, que reduziu a previsão de 3,8% para 2,9%. Para as estimativas de 2012, há um movimento um pouco mais amplo de revisões, refletindo o impacto da expectativa do crescimento global mais fraco sobre o Brasil. Os mais cautelosos apostam em expansão de 3%, mas há quem veja um avanço perto de 4%.

16 O economista Aurélio Bicalho, do Itaú Unibanco, manteve a sua previsão de um crescimento de 3,6% neste ano, reduzindo ligeiramente a projeção para 2012, de 3,8% para 3,7%. Segundo ele, essa redução para a estimativa do ano que vem foi feita antes do forte nervosismo que tomou conta dos mercados nos últimos dias, mas já pressupõe um avanço mais modesto da economia global. Em vez de crescer 4,1% em 2011 e 2012, o Itaú passou a apostar em 3,9% neste ano e em 3,7% no ano que vem. O crescimento mais forte do setor de serviços, amparado na robustez do mercado de trabalho, é um trunfo importante para a atividade neste ano. Bicalho estima que os serviços crescerão 3,9% em 2011, bem mais que os 2,4% esperados para a indústria ou o 1,7% estimado para a agropecuária. O economista do Itaú Unibanco diz, porém, que a sua previsão tem viés de baixa. Ele já trabalha com um cenário mais pessimista, em que o mundo cresceria 3,3% em 2011 e 2,6% em 2012, que pode se concretizar, caso a atividade nos EUA e na Europa fraqueje ainda mais. Nesse cenário, o PIB brasileiro avançaria 3,1% neste ano e 3,2% no ano que vem. "Mas não é um quadro de ruptura, em que poderia haver paralisia dos mercados de crédito. Se isso ocorrer, o crescimento será bem menor." O economista-chefe da LCA Consultores, Bráulio Borges, mantém um crescimento de 3,4% para este ano, mas diz que o número pode ser revisado para baixo, caso a tensão que dominou os mercados nas últimas duas semanas demore mais 30 ou 45 dias. "Caso isso se concretize, pode haver algum impacto sobre as decisões de consumo e investimento na economia, levando pessoas físicas e empresários a adiá-las por algum tempo", avalia ele. Para 2012, Borges reduziu a estimativa de alta de 4% para 3,7%. A economia global crescerá menos, afetando as exportações, e os bancos tendem a ser mais rigorosos na concessão de crédito, aposta Borges. Já se houver um aprofundamento da crise global, com a turbulência europeia atingindo os bancos do continente, o crescimento neste ano do PIB brasileiro pode ficar na casa de 2,5% - número que só não seria pior, porque mais da metade do ano já se passou. A economista-chefe da Rosenberg & Associados, Thaís Marzola Zara, mantém por enquanto a aposta num crescimento de 4% neste ano, num cenário que não contempla uma desaceleração abrupta da economia global e muito menos uma paralisia do mercado internacional de crédito. "O mercado interno continua dinâmico, com emprego e renda ainda fortes." A força dos serviços compensariam a fraqueza da indústria, afetada pelo câmbio valorizado, que barateia importações e dificulta exportações. Para 2012, porém, ela reduziu a sua estimativa de 4% para 3%, por conta do impacto de um crescimento global menor, que tenderia a desacelerar o PIB brasileiro. O economista Juan Jensen, da Tendências Consultoria, manteve as previsões em 3,9% para 2011 e de 3,7% em Para ele, ainda não há motivos para alterar as estimativas. "Até o momento, essa crise é diferente da de Não há uma redução do crédito global." Regularização fundiária vira oportunidade de negócio O cenário de lentidão das regularizações fundiárias pelo setor público foi visto como uma oportunidade de negócio pela Terra Nova, primeira empresa no país a trabalhar com a mediação de conflitos entre ocupantes e proprietários de terras. A companhia foi criada em 2001 pelo advogado André Albuquerque, em Curitiba. Antes disso, Albuquerque trabalhava com regularização fundiária na prefeitura de

17 Pinhais (PR). "Depois que mudou a administração, o projeto acabou, mas veio a ideia de montar a empresa", diz o advogado. A equação fecharia se ele convencesse proprietários e moradores a darem uma porcentagem do valor da indenização para a companhia. "O valor pode variar de 40% a 70% do preço da indenização paga ao proprietário, e fomos descobrindo instrumentos jurídicos para fazer os acordos", explica Albuquerque. A remuneração paga o trabalho da empresa e garante lucro. O negócio teve que começar apenas com capital dos sócios, pois o retorno é no longo prazo, mas o faturamento da empresa vem crescendo em média 20% ao ano. A Terra Nova presta assessoria jurídica e de outras técnicas para realizar as medições dos lotes, e os cálculos do valor de indenização a ser negociado. O projeto urbanístico também é feito pela empresa. A intenção é que cada morador pague o correspondente à área que ele está ocupando. "Pode até ser que o valor da indenização seja mais baixo do que o que o proprietário realmente quer, mas é uma forma de dar liquidez a um patrimônio que estava perdido", diz Albuquerque sobre as áreas invadidas. No Jardim 1º de Maio, no bairro Cidade Tiradentes, Zona Leste da capital paulista, o proprietário não conseguiu ganhar na Justiça o direito de reintegração de posse por causa do volume de pessoas ocupadas, cerca de 600 famílias. O trabalho da Terra Nova foi indicado para a população local em 2007 pela Organização Não- Governamental (ONG) Unificadora, que apoia famílias com risco de despejo. "Primeiro conversamos com o proprietário, depois ajudamos a organizar uma associação de bairro, montamos uma peça de acordo e negociamos o preço", diz o presidente da Terra Nova. Socorro do Nascimento, uma das moradoras do loteamento, conta que no começo a população ficou desconfiada. "Primeiro eles [da Terra Nova] vieram prospectar, e depois sumiram. Ficamos desconfiados, mas depois de dois anos a empresa voltou com a cartilha explicando o que era preciso para fazer e fizemos reuniões", diz ela. Moradores contam que antes disso outras pessoas já haviam aparecido prometendo a regularização, cobraram por isso, mas nada aconteceu. Há também as pessoas da que a Socorro chama de "turma do contra", que se opõem ao pagamento da indenização, mas foi feito um trabalho de convencimento e conscientização da necessidade de regularização da área. Ana Lúcia Sartoretto, diretora do departamento Resolo da Secretaria de Habitação da prefeitura de São Paulo, órgão que cuida do parcelamento de áreas particulares, diz considerar importante o trabalho de empresas como a Terra Nova, mas a prefeitura não se envolve nessa parceria. "A prefeitura não indica que os moradores trabalhem com terceiros porque muita gente já fez coisa errada e por isso temos um pé atrás", diz ela. A Terra Nova começou com três áreas em 2001 no Paraná e 627 famílias atendidas. Hoje a empresa trabalha a regularização fundiária de 18 comunidades nos Estados de São Paulo, Paraná e Rondônia, um total de 5,6 mil famílias. A empresa já recebeu prêmios nacionais e internacionais pela sua atuação, como o René Frank Habitat Award, que tem como parceiro o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Correio Braziliense

18 Trabalhadores vão exigir ganho real Mesmo com a economia em dificuldades, categorias prometem greve caso não haja acordo A redução da projeção de crescimento da economia anunciada ontem pelo Banco Central e as turbulências vividas nos Estados Unidos e em países da Europa vão aumentar o confronto entre patrões e empregados em todo o Brasil. Em pleno período de negociação salarial, dezenas de sindicatos, como os dos bancários, dos metalúrgicos e dos petroleiros, prometem radicalizar caso as empresas não concedam reajustes reais. Para eles, de nada valem os argumentos dos empresários para diminuir o seu poder de barganha. As categorias garantem que, se as companhias não cederem à pauta de reivindicações de mais de 15 milhões de trabalhadores no país e não oferecerem ganhos reais, a promessa de uma onda de greves vai se confirmar. No último fim de semana, os petroleiros definiram que querem aumento real de 10%, revisão do plano de cargos e salários e melhores condições de trabalho, entre outras bandeiras. "Os economistas conservadores têm a tese de que o aumento dos salários causa mais inflação. Se essa visão prevalecer, certamente o caminho será cruzar os braços", avisou João Antônio de Moraes, coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP). Os bancários, no próximo dia 12, vão entregar à Federação Nacional dos Bancos um pedido de reajuste de 12,88%. Do total, 7,5% referem-se à reposição da inflação acumulada em um ano, e o restante, a um aumento real de 5,3%. Carlos Cordeiro, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro, argumenta que, mesmo se o ritmo de aumento do Produto Interno Bruto (PIB) diminuir, não há justificativa para os banqueiros imporem barreiras. "O setor tem apresentado lucros expressivos. No ano passado, eles queriam repor apenas a inflação, porém concederam aumento real de 3,8%. Há sempre uma choradeira. Mas já sabemos como funciona e, se necessário, vamos fazer uma greve maior do que a dos anos anteriores", afirmou. "Se quisermos nos fortalecer para enfrentar a situação interna e o cenário externo, precisamos aumentar o poder de consumo da população", completa Arthur Henrique, presidente da Central Única dos Trabalhadores. Bom momento A orientação da Força Sindical, que tem 1,4 mil entidades associadas, também é para que os trabalhadores parem as atividades caso não sejam atendidos. Conscientes dos bons ventos que sopram sobre o mercado - no ano passado, foram criados 2,8 milhões de empregos -, eles consideram que estão em um bom momento para negociar. "Só vamos pedir menos se houver desemprego", diz o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves. Fábio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio, estima que a taxa de desemprego, hoje em 6,2%, deve fechar o ano abaixo de 6%. "Não temos muita gente procurando emprego. E os trabalhadores vão usar isso para pressionar os empresários", destaca. Com data-base em setembro e em novembro, os metalúrgicos de São Paulo devem enfrentar dificuldades na mesa de negociação. Ontem, a General Motors deu o primeiro sinal. A companhia anunciou férias a 300 funcionários da fábrica de São José dos Campos (SP) entre 22 de agosto e 4 de setembro. Impacto

19 O mercado de trabalho sentiu os efeitos da crise financeira internacional de As consequências do abalo foram sentidas, principalmente, entre março e junho do ano seguinte, quando a taxa de desocupação chegou perto de 9%, ante 6,8% em dezembro de O aumento no índice de desemprego foi puxado por demissões na Vale e na Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. Para especialistas, as categorias devem se preparar para os efeitos da crise, que devem ser mais visíveis em "Em 2011, teremos aumento do salário mínimo próximo a 14%. Em contrapartida, a economia também não deverá ter um crescimento extraordinário", prevê Fábio Bentes, economista da Confederação Nacional do Comércio." Agência Brasil Presidente da CUT reclama da declaração de Mantega sobre reajustes salariais Pedro Peduzzi Brasília O presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique, reclamou do comentário feito na segunda (8) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, de que o momento atual não é de se reivindicar reajustes salariais. O sindicalista falou ontem (9) durante o seminário Política Industrial e Desenvolvimento, promovido pela entidade. Para nós está claro que o fortalecimento do mercado interno é fundamental para o enfrentamento da crise, principalmente para criar uma integração produtiva na América Latina. Por isso, dizer que trabalhadores não podem ter os salários reajustados é burrice. Nesse sentido, a fala do ministro Mantega não ajuda em nada. Primeiro porque estamos falando de reposição salarial da inflação que já corroeu nossos salários há um ano, disse o sindicalista. Artur Henrique acrescentou que as declarações de Mantega não corroboram o que a presidenta Dilma Rousseff tem defendido. Acho muito positivo a presidenta Dilma ter manifestado posição contrária, após as declarações de Mantega, reafirmando que o país não adotará de forma nenhuma medidas recessiva. O seminário teve a participação do superintendente da área de Planejamento do BNDES, Cláudio Leal, que representou o presidente da entidade, Luciano Coutinho. Leal reiterou os elogios à iniciativa do governo federal em utilizar os bancos públicos para a oferta de crédito durante os momentos de crise, o que fez com que as taxas de crescimento do país se recuperarem rapidamente. Os empréstimos passaram de R$ 60 bilhões para R$ 168 bilhões no ano passado, lembrou o superintendente. Sindicalistas pedem inclusão da segurança no trabalho na política industrial Pedro Peduzzi Brasília - O governo federal acenou com a possibilidade de incluir a segurança do trabalho como tema transversal da política industrial, depois de alerta de sindicalistas sobre a tendência de o pretendido aumento da produtividade vir

20 acompanhado de um aumento dos índices de acidentes com trabalhadores. O tema foi debatido ontem (9) durante o seminário Política Industrial e Desenvolvimento, organizado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT). De fato não está clara a ligação da política industrial com a melhoria das condições de trabalho. Essa é uma reivindicação importante para a presidenta Dilma Rousseff incluir de forma transversal na política industrial, disse o presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, entidade vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Mauro Borges Lemos. Dá, sim, para ter resposta imediata em relação a isso, disse ele. Também faço parte do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial, e vou ajudar nessa argumentação com a presidenta Dilma. É importante dar condições para o aumento da produção, como pretende o governo [ao lançar a política industrial]. Mas isso deve vir acompanhado de medidas preventivas que garantam condições adequadas para os trabalhadores, disse o presidente da CUT, Artur Henrique. Para o economista da Universidade de Campinas (Unicamp), Anselmo dos Santos, a política industrial precisa ser compatível com a melhoria das condições de trabalho e remuneração dos trabalhadores. Acho que ainda não há nada claro nas propostas que afirme essas perspectivas de melhoria das condições de trabalho. A elevação da produtividade pode resultar no aumento do risco de segurança do trabalhador. Por isso é importante discutir a forma como essa produção será incentivada. Será uma grande oportunidade de rediscutirmos essas relações, já que o Brasil tem um mercado de trabalho muito precário, complementou o economista. Marco Maia vai criar comissão para negociar a redução da jornada de trabalho Iolando Lourenço Brasília - O presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), prometeu ontem (9) a dirigentes sindicais de todo o país, representantes de todas as centrais sindicais, criar uma comissão de deputados para negociar a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC), que reduz a jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais. A comissão terá parlamentares ligados aos sindicatos dos trabalhadores e patronais e deverá ser instalada até o fim deste mês. De acordo com o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), a partir de agora os sindicalistas e trabalhadores vão fazer toda uma movimentação para exigir que a Câmara dos Deputados vote a redução da jornada de trabalho. Precisamos saber o momento para a votação. Hoje a gente tem certeza que tem a maioria dos deputados, mas precisamos de 308 votos para aprovação da proposta. O deputado Paulo Pereira elogiou a decisão de Marco Maia de criar a mesa de negociação para buscar uma saída para a votação da proposta. Ele disse que os dirigentes das centrais sindicais estão dispostos a negociar uma saída para a implantação da redução da jornada de trabalho. Paulo Pereira declarou, ainda, que na próxima semana Marco Maia vai se reunir com o setor empresarial para falar sobre a criação da mesa de negociação.

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