PALAVRA DO PRESIDENTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PALAVRA DO PRESIDENTE"

Transcrição

1 CARO LEITOR A partir de março, os médicos oftalmologistas de todo o Brasil começarão a receber o boleto da anuidade do CBO para o ano de Estabelecida em R$300,00, a anuidade pode ser quitada em parcela única ou cartão de crédito - VISA ou Mastercard com vencimento em 17 de março. Também pode ser parcelada em quatro parcelas de R$ 85,00 com vencimentos nos dias 17 dos meses de março, abril, maio e junho. O pagamento da anuidade é o primeiro passo para a participação nos destinos da entidade e da classe oftalmológica. Todo médico deve levar em conta que o CBO: É a principal entidade representativa da especialidade, sempre presente para defender as prerrogativas profissionais dos oftalmologistas, a Ética, o aprimoramento técnicocientífico e a saúde ocular da população; Mantém uma luta permanente em todos os fóruns contra a prática ilegal da medicina em oftalmologia; Promove o Congresso Brasileiro de Oftalmologia (segundo maior evento da especialidade no mundo, menor apenas que o encontro da Academia Americana) e o Congresso de Prevenção da Cegueira e Reabilitação Visual; Edita a revista Arquivos Brasileiros de Oftalmologia (recentemente indexada no Medline, considerada uma das dez melhores publicações médicas do País, uma das únicas acessível também pela internet em tempo real) e o jornal Jota Zero; É responsável pelo credenciamento de 53 Cursos de Especialização; Mantém um ambicioso programa de educação continuada através de CD s; Emite, junto com a AMB, o Título de Especialista em Oftalmologia e organiza a Prova Nacional de Oftalmologia; Mantém uma das melhores páginas de oftalmologia na internet e uma lista de discussão on-line para os associados credenciados; Também edita o Guia do Oftalmologista, primorosa agenda de mesa, com informações e bulário oftalmológico. Enfim, é a sua entidade de classe, pronta para defender a sua profissão em todos os sentidos e para congregar os esforços do colega na defesa dos interesses da Oftalmologia Brasileira e de todos os que a praticam. Por estas e tantas outras razões, temos certeza de que, para você, médico oftalmologista, a cobrança da anuidade do CBO não é só mais um boleto de cobrança. 2 Jota Zero 99.p /02/05, 16:04

2 PALAVRA DO PRESIDENTE Elisabeto Ribeiro Gonçalves - Presidente do CBO O FIM DO MÊS CHEGA IGUALMENTE PARA TODOS. INFELIZMENTE... Toda e qualquer vitória que contrarie os interesses dos onze mil oftalmologistas é parcial, provisória, efêmera e moralmente inaceitável. Elisabeto Ribeiro Gonçalves De bobatens, omissões e espertezas Editorial, Jota Zero 98, novembro/dezembro/2004 Preocupações e tribulações, nós oftalmologistas temos de sobra. A ousadia dos optometrristas, o descredenciamento de Colegas, os entraves para a aprovação da Lei do Ato Médico e a correção da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos são dificuldades que estão na permanente lista de preocupações do Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Mas esses estorvos não são motivos apenas de preocupações, mas, principalmente, de ações e lutas. Os optometristas, barrados diariamente entre nós com a pronta e eficaz atuação da Assessoria Jurídica do CBO, tentam buscar entre oftalmologistas estrangeiros o aval de opiniões favoráveis a sua aceitação e regulamentação no Brasil! E, ao que tudo indica, por iniciativa e simpatia de um determinado nicho decisório de Brasília. Estamos atentos e certos de que, mais uma vez, não passarão! Também não é novidade o aviltamento de honorários e o descredenciamento gratuito e desrespeitoso de Colegas pelas operadoras de planos de saúde. Empenhados estamos também, junto com a AMB e CFM, na campanha de aprovação da Lei do Ato Médico, importante para toda a classe médica, para nós oftalmologistas e para a saúde pública do brasileiro. Mas já tratamos desses assuntos sobejamente aqui no Jota Zero e, no momento, não vale repisálos neste editorial. Igualmente nos empenhamos em corrigir distorções da CBHPM e na última reunião do CBO, com a AMB (em sua sede, em São Paulo) e representantes das operadoras de planos de saúde, ocorreu no dia 14 de janeiro passado. Como se nada disso bastasse tivemos, recentemente, o affair SulAmérica que referenciou apenas 14 oftalmologistas do seu quadro de credenciados para realização da facectomia! Em outras palavras, os demais conveniados estão impedidos de operar catarata. E não é só isso: receberam da operadora orientação para reencaminhar a esses colegas selecionados os pacientes com catarata que os procurem! O CBO tem recebido reclamações indignadas por não tomar nenhuma atitude em relação aos acordos realizados entre colegas da especialidade e alguns convênios. E, indignados, os colegas cobram posicionamento urgente do nosso Conselho. Para início de conversa, vamos repisar nossa posição: o CBO não concorda, não aprova e lamenta concessões dessa natureza, que prejudicam toda a classe, a pretexto de beneficiar um grupo restrito de oftalmologistas. O CBO convocou representantes das 14 clínicas para uma reunião em 3 de fevereiro, com a presença do presidente, do secretário geral, Walter Takahashi, do tesoureiro, Adamo Lui Netto, dos Coordenadores das comissões de Ética e Defesa Profissional III - Honorários Médicos e de Mercado de Trabalho na Oftalmologia, Nelson Louzada e Paulo César Fontes. Entre os argumentos usados para defender a capitulação, estava o de que precisavam fechar as contas e liquidar as despesas no final do mês! Ora, mas o mês termina para todos, quer sejamos donos de simples consultórios, clínicas, institutos ou hospitais. E o final do mês é ruim para todos, pois batem à porta (e à nossa contabilidade) um variado e inadiável leque de despesas e compromissos a serem honrados. A reunião transcorreu no mais alto grau de civilidade, como deve ser entre Colegas, e nela ficou acertado que o CBO e o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo convocarão uma reunião com TODOS os envolvidos para estudar as formas mais adequadas para abolir este funesto acordo. O Conselho Brasileiro de Oftalmologia não promoverá ou participará de nenhuma caça às bruxas, de nenhuma atitude inquisitorial unilateral contra oftalmologistas, mas estamos certos que, na melhor das hipóteses, esses Colegas desrespeitaram os artigos 15, 18 e 19 do Código de Ética Médica e, portanto, através de sua diretoria e das comissões afetas, o CBO vai propor e participar ativamente da busca da melhor solução da questão e de sua implementação. E, para nós, a melhor solução é a que contempla os interesses dos onze mil oftalmologistas do Brasil! É fato corriqueiro que diante de problemas deste tipo chovam críticas ao CBO. Para alguns, é a técnica de defender, atacando. Mas sabemos que o caminho não é esse. A superação desses obstáculos só será possível com a união de todos. Temos dito que é necessário que as associações médicas tenham mais representatividade. Mas, essa noção de representatividade funda-se na disposição de cada um zelar pelos interesses da comunidade. Não vale a pena ceder a pressões e ameaças em negociações para rebaixamento de ganhos: esses ganhos, sob todos os aspectos, são ilusórios e ilegítimos, pois, na verdade, só estaremos engrossando a insatisfação e o desencanto dos Colegas que, com razão, sentem-se prejudicados e contribuindo decisivamente para o enfraquecimento da nossa luta e das nossas instituições. Concessões oportunistas e pretensamente vantajosas, como essas que a Sul América está abocanhando, repito, só enfraquecem o movimento, desautoriza as justas reivindicações da categoria e apequenam as nossas Sociedades. Não há Sociedade forte, não há Sociedade representativa com médicos engalfinhados na luta mesquinha de buscar vantagens solitárias ou, no máximo, para sua tribo. Queixar-se de suas entidades, rotulá-las de inoperantes, acomodadas, omissas, pode ser um belo e inútil exercício para canalizar tensões ou dissipar frustrações. Mas não nos iludamos: o que resolve mesmo, para cada um e para todos, é cerrar fileiras em torno de interesses comuns, com um mínimo do sentido de ética, de lisura, de transparência e honestidade. Com isso, todos nós ganhamos. De outra maneira, o prejuízo é de todos. 3 Jota Zero 99.p /02/05, 16:04

3 Conselho Brasileiro de Oftalmologia Í NDICE E X P E D I E N T E CONSELHO BRASILEIRO DE OFT ALMOL GESTÃO Presidente: Elisabeto Ribeiro Gonçalves Vice-Presidente: Hamilton Moreira Secretário Geral: Walter Yukihiko Takahashi 1º Secretário: Marco Antônio Rey de Faria Tesoureiro: Adamo Lui Neto JORNAL OÓGICO JOTA ZERO ÓRGÃO DE DIVULGAÇÃO DO CBO Conselho Editorial Elisabeto Ribeiro Gonçalves, Geraldo Vicente de Almeida, Miguel Laudelino Fernandes, Paulo Augusto de Arruda Mello, Samuel Cukierman e Walter Yukihiko Takahashi Jornalista Responsável: José Vital Monteiro MTb: Publicidade: Westinghouse B. Carvalho e Michele Masselli Telefone/fax (11) / Serviços Gráficos: Ipsis Gráfica e Editora Projeto Gráfico: Selles & Henning Tel: (21) Periodicidade: Bimestral Os artigos assinados não representam, necessariamente, a posição da diretoria da entidade. É permitida a reprodução de artigos, desde que citada a fonte. Jornal Oftalmológico JOTA ZERO nº 99 janeiro / fevereiro 2005 com circulação em março de 2005 Home Page: Palavra da Presidência Editorial Política da seguradora SulAmérica transforma-se em desafio para Oftalmologia de São Paulo Colocando ordem na casa Oftalmologia em Notícias CFM aprova parecer sobre cirurgia refrativa Notícias dos Cursos Credenciados XXXIII Congresso Brasileiro de Oftalmologia Congresso Mundial de Oftalmologia Prova Nacional de Oftalmologia Revalidação dos títulos de especialista começará em abril Resolução CFM nº 1.755/04 Mobilização Profissional Classificados Calendário Oftalmológico 4 Jota Zero 99.p /02/05, 16:04

4 EDITORIAL NOSSOS FILHOS OOGISTAS Recentemente estive em São Paulo em uma festa maravilhosa promovida por uma empresa de produtos oftálmicos. Foi quando tive a oportunidade de conversar com uma das cabeças privilegiadas da oftalmologia: o PC Fontes do Rio de Janeiro. Pois bem; ele me relatava o orgulho de ter o filho oftalmologista e, entusiasmado, contou-me de seus planos envolvendo a família. Comecei a examinar em minha volta, e notei muitos dos colegas com uma história semelhante. Os Souza Penna, os Belfort, os Kara José, os Takahashi, os Arruda Mello, os Holzchuh, os Marback, os Castelo Branco, os Urbano, os Ghanen, os Marcon, os Trindade,... e tantos outros; em todos os cantos de nosso país. Orgulho do filho oftalmologista. Por trás deste orgulho de pai está a escola. Os professores que prepararam adequadamente a criança para a vida. Os pilares para a alegria do pai estão na preparação adequada de seu filho. O sucesso profissional é decorrência natural. Além disso, é claro, o exemplo em casa. Ser oftalmologista ainda é muito bom. O bom oftalmologista é preparado em uma boa residência médica. Devemos dar apoio a todas as dignas residências de oftalmologia em nosso país. Cobrar eficiência, fiscalizar e ajudar aquelas que estão necessitadas. É lá que nossos filhos serão formados. A eficiência e a ética vêm do berço e da residência médica. Noto a diferença da conduta profissional imediatamente, de acordo com a residência que o jovem cursou. O abuso nos exames complementares como reflexo de seu ninho, ou a eficiência da lâmpada de fenda e do oftalmoscópio aliada ao raciocínio clínico. Tenho a impressão que a maior alegria de todo pai reside justamente em verificar a eficiência profissional do seu filho. No orgulho da real profissão de médico revestida com a graça da oftalmologia. A eficiência da iniciativa privada não conhece barreiras. Não existe tabela, ou convênio de saúde que possa cerceá-la. A eficiência da medicina com liberdade de expressão sempre será vencedora. Ser oftalmologista ainda é muito bom. Tenho orgulho, e sei que vou ficar todo prosa se um de meus filhos quiser seguir minha carreira. Por via das dúvidas, vou comprar um oftalmoscópio de presente para meu filho, como fez meu pai quando meu irmão era criança. Hamilton Moreira Vice-presidente do CBO 5 Jota Zero 99.p65 5

5 POLÍTICA DA SEGURADORA SULAMÉRICA TRANSFORMA-SE EM DESAFIO PARA O DE SÃO PAULO Com o objetivo de evitar desencontros operacionais informamos que seu referenciamento a partir de 12/01/2005 não contemplará as cirurgias de Facectomia. Desta forma, os segurados que procurarem V. Sa. para este tipo de tratamento deverão ser orientados sobre a impossibilidade de atendimento. Ratificamos que permanece ativo o referenciamento para a realização de consultas, exames e demais cirurgias já contratadas. Agradecemos a compreensão, reconhecendo-o como referencia de bom atendimento aos nossos clientes. Luis Antonio Blotta Superintendente de Prestadores Sul-America tas com a maioria dos oftalmologistas da Grande São Paulo e Santos; 2) Em nenhum momento da negociação, a Seguradora afirmou ou deu a entender que haveria credenciamento exclusivo para determinados estabelecimentos, em detrimento de todos os outros. Ao que tudo indica, os colegas foram logrados com a proposta da seguradora e aceitaram a proposição sem que soubessem realmente da extensão da lesão à classe oftalmológica; 3) Todos os representantes das clínicas envolvidas presentes ao encontro manifestaram seu interesse em encontrar uma solução que atenda aos interesses de toda a Classe Oftalmológica e demonstraram estar conscientes de que a manobra da SulAmerica será apenas a primeira de uma série, que fatalmente atingira outros procedimentos e outras seguradoras e empresas de medicina de grupo, tornando o exercício da Oftalmologia inviável a médio prazo na principal região urbana do País. Foi deliberado que a diretoria do CBO tomará a iniciativa de entrar em contato com o Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, através de Adamo Lui Netto, para realização de uma reunião em 03 de março envolvendo todos os interessados, para discussão e resolução do episódio. Esta lacônica comunicação, enviada por fax para a grande maioria dos oftalmologistas de São Paulo na época de festas de fim de ano, causou um profundo mal-estar em toda comunidade oftalmológica, aumentado com a constatação de que apenas 14 clínicas haviam sido credenciadas em São Paulo e Santos para a realização de facectomia, para as quais todos os segurados deveriam ser encaminhados. Como se não bastasse, soube-se concomitantemente que estas clínicas escolhidas haviam aceitado um pacote para esta cirurgia cujo preço total orçava em aproximadamente R$ 1.600,00, com honorários médicos inclusos. Logo nos primeiros dias de janeiro, o presidente do CBO, Elisabeto Ribeiro Gonçalves, enviou uma comunicação para a Sociedade Brasileira de Catarata e Implantes Intra-Oculares solicitando subsídios para uma tomada de posição. Em 03 de fevereiro, em reunião convocada pela diretoria que contou com a participação de integrantes de comissões do CBO com representantes de clínicas envolvidas, houve vários esclarecimentos e encaminhamentos (veja Palavra do Presidente, na página 3). Nesta reunião foi esclarecido que: 1) A seguradora SulAmerica vem engendrando esta negociação há vários meses, realizando pesquisas e consul- Em 14 de janeiro, ocorreu na sede da AMB, em São Paulo, uma reunião entre representantes do CBO e representantes da UNIMED e do Grupo Unidas para a correção das distorções dos valores relativos a procedimentos oftalmológicos existentes na Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM). A reunião foi coordenada por Amílcar Martins Giron, 1º tesoureiro da AMB e coordenador da Comissão de Honorários da entidade. O presidente do CBO, Elisabeto Ribeiro Gonçalves, considerou o encontro extremamente positivo. Afirmou que na próxima reunião o CBO apresentará planilhas técnicas dos custos de procedimentos médico-oftalmológicos que foram subvalorizados na CBHPM, dando início ao processo técnico de correção das distorções existentes na classificação. Em pé, da direita para esquerda: Nelson Louzada (coordenador do CBO-Convênios, do departamento de convênios da SBO e presidente da COOESO-RJ), Luiz Sallim Emed (representante do CFM), Lúcio Antônio Prado Dias (representante da AMB), Elisabeto Ribeiro Gonçalves (presidente do CBO), Adamo Lui Netto (tesoureiro do CBO e conselheiro do CREMESP). Sentados: Walter Lyrio do Valle (representante da UNIDAS), Aníbal de Oliveira Valença (representante da UNIDAS), Amílcar Martins Giron (AMB), Paulo Roberto Webster (representante da UNIMED) e João Augusto Rangel Martins (representante da UNIMED). 6 Jota Zero 99.p65 6

6 COLOCANDO ORDEM NA CASA Com a total desregulamentação do setor de prestação de serviços médicos muitos disparates foram cometidos, tanto por parte dos médicos prestadores como das empresas contratantes. Atendendo a uma nova filosofia, voltada para cirurgias de curta permanência, surgiram bons centros cirúrgicos oftalmológicos (CCO), bem equipados, com recursos para eventuais complicações, que atendem aos requisitos básicos de segurança, não deixando nada a dever aos modernos hospitais e casas de saúde. Concorrendo, predatoriamente, com os citados estabelecimentos surgiram salas sem condições mínimas de segurança, batizadas de centros cirúrgicos por seus proprietários. Quem não tem custo, tem preço baixo! Ofereceram seus serviços a preço vil, estabelecendo pacotes degradantes, englobando taxas, materiais e medicamentos (muitas vezes de procedência duvidosa) com LIO s, exames pré-operatórios e honorários médicos. Este fato desorganizou o mercado, com as operadoras achando que todos os oftalmologistas deveriam proceder assim. Os problemas resultantes desta política de preço baixo logo surgiram, com complicações cirúrgicas, endoftalmites e óbitos, acarretando diversas ações judiciais. Estas ações são voltadas, sobretudo, contra as operadoras que, em última análise, são as responsáveis por autorizarem as cirurgias em locais impróprios, além de terem maiores recursos financeiros para pagar a conta da ação judicial. Este fato, em parte, aplacou a busca desenfreada do preço baixo. Os proprietários de centros cirúrgicos precários precisam ficar cientes de que, no caso de alguma fatalidade, terão sérios problemas judiciais. O médico é responsável por escolher e vigiar o local do procedimento e os materiais e medicamentos utilizados. Esta concorrência predatória leva a uma desorganização total do mercado de trabalho do oftalmologista. A cirurgia de catarata envolve exames complementares pré-operatórios, honorários médicos, LIO e taxas, materiais e medicamentos. Ao englobar todos estes fatores no famigerado PACOTE, quem o faz esta se prejudicando e também prejudica seus pares. Uma vez acordado o PACOTE, este fica congelado e, dificilmente, será reajustado. Querer utilizar as entidades oftalmológicas e a força da união somente para reajustar valores defasados de PACOTES frustrados, sem uma modificação de conduta, é perpetuar o problema. Recentemente, para piorar as coisas, uma operadora de plano de saúde, de âmbito nacional, resolveu fazer uma licitação na cidade de São Paulo para escolher alguns CCO s que seriam autorizados a realizar cirurgias de catarata com exclusividade. Quais os critérios que seriam levados em conta? Esta anomalia não só inviabiliza o nosso mercado de trabalho, como, principalmente, contraria os interesses dos beneficiários (consumidores) da empresa licitante, que serão desviados para médicos e instituições desconhecidas dos mesmos, exatamente na hora em que estão mais necessitados da relação médico-paciente na hora da cirurgia. Em respeito ao nosso mercado de trabalho, algumas regras devem ser observadas, tais como: 1. Não estabelecer PACOTES envolvendo honorários médicos, exames pré-operatórios e LIO. PACO- TES somente para taxas, materiais e medicamentos (de qualidade garantida), com estabelecimento de preço mínimo e lista do que precisa ser utilizado (planilha), com fixação de prazo para reajuste. 2. Não aceitar valores abaixo do mínimo, sobretudo para os planos de saúde que se dizem voltados para as chamadas classes desfavorecidas. Estes planos se fazem de filantrópicos, concorrem no mercado com os demais e levam vantagem nas licitações, justamente por terem preços baixos. Médicos ingênuos aceitam estes convênios, recebendo valores insignificantes dos filantrópicos por um lado, exigindo valores maiores das boas operadoras, por outro lado. Isto desestabiliza nosso mercado de trabalho. As boas operadoras perdem clientes para as filantrópicas. Estes planos têm crescido vertiginosamente. Vão acabar reduzindo, mais ainda, nossos honorários, com a proletarização da medicina: medicina pobre para pobres. 3. Exigir das operadoras de planos de saúde que paguem honorários dobrados para os pacientes com direito a quarto particular. A hierarquização é feita pelas operadoras; cliente que exige quarto particular, paga mais à operadora. O médico deve receber mais também destes pacientes, que têm maiores recursos financeiros, condizente com o Código de Ética Médica, artigos 3 e Não aceitar que as operadoras enviem materiais e medicamentos, inclusive LIO s. Sobre este quesito, a COOESO encaminhou consulta aos Ministérios Públicos Federal e Estadual. Algumas operadoras já se manifestaram e a COOESO contra-argumentou. Dentro em breve, deverá sair uma definição sobre fornecimento de material cirúrgico. 5. Uma exigência das operadoras é de que se pede muito exame complementar, mas elas estão dispostas a aceitar os Protocolos estabelecidos pelo CBO, SBO e COOESO, para solicitação de exames pré-operatórios. A COOESO tem como objetivos: 1. Negociar coletivamente com as operadoras de planos de saúde, pleiteando melhor remuneração, para consultas, exames complementares, cirurgias e centros cirúrgicos oftalmológicos. 2. Criar normas na relação entre os oftalmologistas prestadores de serviço e as empresas contratantes, exigindo pagamento em dia, reajustes anuais, não aceitando imposições descabidas, combatendo o descredenciamento sem justa causa, diminuindo a burocracia, firmando contratos com isonomia jurídica (direitos e deveres para ambas as partes) Organizar o mercado de trabalho, que com a entrada de centenas de novos oftalmologistas a cada ano ficará cada vez pior, com concorrência predatória, canibalismo..., uma terra sem lei e sem ordem. Vamos colocar ordem na casa! Elisabeto Ribeiro Gonçalves Presidente do CBO Nelson Louzada Coordenador da Comissão de Ética e Defesa Profissional III - Honorários Médicos - do CBO e presidente da COOESO-RJ 7 Jota Zero 99.p65 7

7 OFT ALMOL A Assessoria de Imprensa da Universidade Estácio de Sá, do Rio de Janeiro informa que no ano de 2005 a instituição não realizará vestibulares para o curso de optometria, que oferece em seu campus Rebouças, em dois períodos. A Assessoria de Imprensa da Universidade não informa as razões da decisão, nem se ela será permanente ou válida apenas para o ano de Notícias extra-oficiais, entretanto, dão conta de que o curso foi extinto devido sua não aprovação pelo Ministro da Educação, Tarso Genro, que estaria com o processo de aprovação pronto, mas reluta em assiná-lo em virtude das complicações que tal aprovação provocaria. As mesmas informações dão conta que o curso enfrenta vários problemas entre os quais número reduzido de candidatos em vista da demanda superestimada existente por ocasião de sua criação, dubiedade titularidade de equipamentos existentes nos laboratórios que servem ao curso, que teriam sido doados por instituições internacionais em nome pessoal de um professor, entre outros. Caso as notícias se confirmem, a prática da optometria por profissionais sem formação médica ligados ao comércio ótico no Brasil terá sofrido outro duro golpe. Com o encerramento do curso da ULBRA e com o provável cancelamento (embora ainda não confirmado definitivamente) do curso da Estácio de Sá, a única instituição universitária que continua insistindo nessa aventura é a Universidade de Canoinhas, em Santa Catarina. CFM APROVA CONDIÇÕES PARA IMPLANTE DE ANEL INTRA-ESTROMAL NO TRATAMENTO DE CERATOCONE O implante de anel intra-estromal passa a fazer parte da prática médica no Brasil, para tratamento de casos de ceratocone sob condições específicas. Leia a íntegra da Resolução do CFM neste sentido. Resolução CFM nº 1.762/05 (Publ. no D.O.U. 26 Jan 2005, Seção I, p. 90). Resolve considerar o implante de anel intra-estromal na córnea usual, na pratica médicaoftalmológica, para o tratamento de pacientes com ceratocone nos estágios III e IV. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições que lhe confere a Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº , de 19 de julho de 1958; e CONSIDERANDO que o alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional; CONSIDERANDO o parecer CFM nº 02/ 2005, referente ao uso de anel intra-estromal na córnea para tratamento de pacientes com ceratocone; CONSIDERANDO que segundo a comunidade científica as evidências comprovam os benefícios do tratamento com implante intra estromal da córnea em portadores de CERA- TOCONE nos estágios III e IV; CONSIDERANDO que existe um expressivo número de pacientes que poderão se beneficiar com este tratamento; CONSIDERANDO, finalmente o decidido na Sessão Plenária de 14/01/05. RESOLVE: Art Considerar como procedimento terapêutico usual na prática médico-oftalmológica, a utilização de anel intra-estromal na córnea para o tratamento de pacientes com CERATOCONE nos estágios III e IV, ressalvadas as contra-indicações contidas no parecer CFM nº 02/2005, de 14 de janeiro de 2005, relacionadas abaixo: 1. Ceratocone avançado com ceratometria mais que 75,0 dioptrias; 2. Ceratocone com opacidade severa da córnea; 3. Hidropsia da córnea; 4. Associação com processo infeccioso local ou sistêmico; 5. Síndrome de erosão recorrente da córnea. Art. 2º - Revogar o contido no inciso II do Art.2 0 da Resolução 1622/2001 do Conselho Federal de Medicina. Art 3º - Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação. Brasília - DF, 14 de janeiro de Edson de Oliveira Andrade Presidente Lívia Barros Garção Secretária Geral Opinião do presidente da Sociedade Brasileira de Lente de Contato, Córnea e Refratometria (SOBLEC), Nicomedes Ferreira Filho Flávio Rezende recebendo o Título de Membro Honorário da SPO da mão dos seus ex-residentes. Da esquerda para a direita: Oscar Pereira Júnior (presidente da SPO), Luiz Gonzaga Nogueira, o homenageado, Carlos Berbary e Sônia Nogueira A Sociedade Paraense de Oftalmologia (SPO) promoveu jantar de confraternização no final de 2004, após palestra ministrada por Flávio Rezende (RJ). Durante a confraternização, Rezende foi homenageado com o Título de Membro Honorário da SPO, da mesma forma que os oftalmologistas paraenses Paulo Vergolino Dias e Joaquim Marinho de Queiroz. O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) procedeu ao rodízio de sua diretoria em 03 de janeiro, seguindo seu regimento interno. Isac Jorge Filho passou a exercer a presidência, ocupada nos últimos 15 meses pelo pediatra Clóvis Francisco Constantino. Por esta reformulação, Adamo Lui Netto (que também ocupa o cargo de tesoureiro do CBO), passou a ocupar a coordenação do Departamento Jurídico do Cremesp. Além disso, Lui Netto também coordena a Câmara Técnica de Oftalmologia do conselho, integrada também por Ana Cristina Lavor Holanda de Freitas, João Ribeiro Franco, Jorge Mitre, José Barbieri Júnior, Jose Ricardo Carvalho Lima Rehder, Luís Eduardo Morato Rebouças de Carvalho, Marta Beatriz C. de Filippi Sartori, Newton Kara José, Renato Luiz Gonzaga, Rubens Belfort Junior, Samir Jacob Bechara, Suel Abujamra e Wilmar Roberto Silvino. O implante de anel intraestromal é mais uma tentativa de tratamento do ceratocone. Não é processo definitivo mas uma opção para aqueles casos que não podem se submeter ao transplante de córnea seja por vários motivos, incluindo a falta de córnea doadora. Agradoume a Resolução do CFM pois deu respaldo a mais esta medida para o combate ao ceratocone. 8 Jota Zero 99.p65 8

8 OFT ALMOL NOVO PRESIDENTE DA SBO DARÁ ÊNFASE A ENSINO, DEFESA PROFISSIONAL E PARTICIPAÇÃO SOCIAL DO OOGISTA Foto: Paulo Rego Foto: Paulo Rego Maria Felícia N. Louzada, Conceição e Yoshifumi Yamane, Elisabeto Ribeiro Gonçalves e Nelson Louzada Em 6 de janeiro, no Colégio Brasileiro de Cirurgiões, Rio de Janeiro, foi realizada a posse da nova diretoria da Sociedade Brasileira de Oftalmologia (SBO) para o biênio , presidida por Yoshifumi Yamane. Durante a solenidade, o presidente do CBO, Elisabeto Ribeiro Gonçalves, destacou a importância das duas entidades caminharem juntas na defesa dos interesses dos oftalmologistas brasileiros. A posse de Yoshifumi Yamane, vice-presidente da SBO na última gestão e chefia o Serviço de Oftalmologia do Hospital Municipal da Piedade, lotou o auditório do Colégio Brasileiro de Cirurgiões. Especialista em estrabismo, figura querida de toda a classe, como destacou o expresidente Paulo César Fontes, no seu discurso de despedida, Yoshifumi Yamane, juntamente com seu irmão, Riuitiro Yamane, presidiu o XVI Congresso Brasileiro de Prevenção da Cegueira e Reabilitação Visual, em setembro passado, no Riocentro. Em seu discurso, Yoshifumi Yamane destacou que baseará sua gestão no tripé do ensino, da defesa do exercício profissional e da participação social do oftalmologis- Auditório do Colégio Brasileiro de Cirurgiões lotou na posse de Yoshifumi Yamane na presidência da SBO ta, para que o conjunto dos especialistas não seja apenas agente de saúde da população, mas força transformadora da realidade em que vivemos. Para alcançar estes objetivos, o novo presidente anunciou a reativação do Curso Anual de Especialização em Oftalmologia; a volta da Biblioteca da SBO, atualmente funcionando no Hospital dos Servidores do Estado, para a sede da entidade; a ampliação dos Cursos de Educação Médica Continuada; a realização dos Congressos Nacional e Internacional da SBO dentro de uma visão didáticopedagógica moderna e a realização de encontros científicos com as filiadas da entidade. Na defesa do exercício profissional, anunciou que seus objetivos são a profissionalização do relacionamento com o CBO e demais entidades especializadas e não especializadas, representativas da classe médica, além de apoio à Cooeso na relação com as entidades contratantes de serviços médicos. Campanhas de cunho social, como a da Prevenção do Glaucoma, realizada em outubro passado, também estão entre as metas do novo presidente da SBO. Em 15 de dezembro, foi empossada a nova diretoria da Sociedade de Oftalmologia do Ceará, presidida por Fernando Antônio Lopes Furtado Mendes. A diretoria da entidade para o biênio 2005/2006 também é formada por: Germano Leitão de Andrade (vicepresidente), David da Rocha Lucena (secretário geral), Idalina Maria Costa Maranha (1ª secretária), César Augusto Mesquita Juaçaba (2º secretário), Sérgio Augusto Carlos Pereira (1º tesoureiro), Breno Santos Holanda (2º tesoureiro), Vicente Abdias Fernandes (representante regional norte), Raimundo Holanda Amorim (representante regional central) e Régis Santana de Figueiredo (representante regional sul). 9 Jota Zero 99.p65 9

9 OFT ALMOL SEGUNDO WORKSHOP DE RETINOPATIA DA PREMATURIDADE Realizado em 3 e 4 de dezembro de 2004 no auditório do Instituto Brasileiro de Oftalmologia, Rio de Janeiro, o II Workshop de Retinopatia da Prematuridade (ROP) decidiu elaborar um cronograma de atuação para o ano de 2005 que contemple a elaboração de Formulário de exame padronizado, implementação de um grupo de discussão de especialistas em ROP pela internet, envio de questionário para unidades neonatais sobre o tema e envio de questionário para escolas para cegos sobre as causas da cegueira, além de efetivar o planejamento para novos programas e organização do terceiro workshop. O encontro reuniu 55 participantes entre pediatras, oftalmologistas e autoridades, originários de 21 cidades. Foi organizado pelo IAPB, Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO), Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP) e Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) com o apoio financeiro da Christoffel-Blinden Mission, Opto Eletrônica, Novartis, Hoya e Alcon. Durante o Workshop foi debatida a classificação, fatores de risco, critérios de triagem e tratamento da ROP, além da apresentação de relatório dos objetivos alcançados após o primeiro Workshop: experiências e dificuldades na expansão do programa de ROP no Recife e a implementação de novos programas em Belém, Fortaleza, Porto Alegre e Belo Horizonte. A Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP), o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), sugeriram os seguintes critérios de triagem: peso de nascimento (PN) = 1,500g e /ou idade gestacional = 32 semanas, baseados em dados apresentados no I Workshop de ROP (os bebês tratados apresentaram um peso médio de 948g e uma idade gestacional média de 28,5 semanas). De acordo com os dados levantados, em 2003 houve 3,2 milhões de nascidos vivos sendo que 1% apresentou peso de nascimento (PN) inferior a 1.500g (aproximadamente por ano). Os participantes estimaram que 75% dos bebês prematuros (24.000) têm acesso a cuidados intensivos neonatais e que a sobrevida de recém-nascidos (RN) com PN inferior a 1.500g encontra-se em torno de 60%. Estima-se que a cada ano sobrevivem em torno de prematuros em risco de desenvolver ROP, que necessitam de exame de triagem para o diagnóstico da doença. Há alguma variação na proporção dos RNs que evoluem para doença limiar, mas em torno de 5-10% daqueles em risco irão se beneficiar do tratamento, ou seja, crianças por ano. Embora tenha havido um tremendo esforço para expandir programas de ROP, a maioria dos bebês prematuros nascidos no Brasil não tem oportunidades de tratamento. Os participantes foram divididos em três grupos. O primeiro grupo trabalhou em um questionário para ser enviado pela Sociedade Brasileira de Pediatria à todas as unidades neonatais no país, privadas ou públicas. O objetivo deste questionário é coletar dados acerca do cuidado neonatal e da triagem da ROP. O segundo grupo trabalhou em um questionário para ser enviado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) a todas as escolas para cegos com o propósito de coletar dados sobre as principais causas da cegueira infantil no Brasil e também o impacto da ROP como uma causa da cegueira. Os dados coletados pelos dois grupos ajudarão no planejamento de novos programas. O terceiro grupo desenvolveu um formulário padrão de relatório da ROP para ser usado em todas as unidades neonatais. Foi constatado que oftalmologistas experientes realizam programas de triagem de ROP em 21 cidades, embora muitas unidades ainda não tenham triagem. Foi constatado também que Recife, Rio de Janeiro e São Paulo vem ampliando seus programas ligados à Retinopatia da Prematuridade, enquanto que Fortaleza, Belém, Belo Horizonte e Porto Alegre implementaram seus respectivos programas e Joinville consegue fazer a triagem de 100% dos bebes prematuros com PN inferior a gr. Além disso, diretrizes nacionais para triagem e tratamento foram criadas pela Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica (SBOP), o Conselho Brasileira de Oftalmologia (CBO) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Também foi anunciada a criação de uma home page sobre ROP (www.retinavigiando.com.br) que será usada para a troca de informações entre os profissionais de todo o Brasil envolvidos nos programas. A retinopatia da prematuridade (ROP) é reconhecida como importante causa de cegueira e diminuição de acuidade visual desde É uma enfermidade vasoproliferativa secundária à vascularização inadequada da retina imatura dos recém-nascidos (RN) prematuros. É considerada uma doença prevenível e a proporção de cegueira é muito influenciada pelo nível de cuidado neonatal (qualidade do atendimento), existência de programas de triagem e de tratamento oportuno sendo, não raro, alvo de batalhas jurídicas entre familiares e unidades hospitalares. No Brasil, como não há banco de dados sobre a ROP, não é possível saber sua prevalência, o que tem dificultado a elaboração de estratégias que visem intervenção oportuna, em crianças com risco de desenvolver baixa visão ou cegueira. Durante o I Workshop de Retinopatina da Prematuridade, realizado em outubro de 2002 foi criado um Comitê Nacional composto por dez médicos, cinco deles indicados pela Sociedade Brasileira de Pediatria e os outros cinco pelo CBO, divididos pelas cinco regiões do País. A formação do comitê é a seguinte: Região Norte: Rossiclei Pinheiro (neonatologista) e Theodomiro Garrido (oftalmologista); Região Nordeste: Lícia Moreira (neonatologista) e João Orlando Gonçalves (oftalmologista); Região Centro-Oeste: Nelson Diniz (neonatologista) e José Ricardo Costa (oftalmologista); Região Sudeste: Nicole Gianini (neonatologista) e Nilva Moraes (oftalmologista); Região Sul: Antônio C. Bagatin (neonatologista) e Rosane Ferreira (oftalmologista). 10 Jota Zero 99.p65 10

10 OFT ALMOL OOGISTA BRASILEIRO MINISTRA PALESTRA MAGISTRAL NOS EUA A de dezembro no Wills Eye Hospital Biennial Cornea Conference, Amniotic membrane: Myths and Reality foi o tema da Fry Memorial Lecture proferida por José Álvaro Pereira Gomes em 04 em Filadélfia (EUA).. Pereira Gomes é diretor do Centro Avançado de Superfície Ocular (CASO) e colaborador do setor de Córnea e Doenças Externas, ambos ligados ao Instituto da Visão da Universidade Federal de São Paulo. Essa importante palestra magistral foi batizada em memória de Wilfred E. Fry, primeiro diretor do Setor de Córnea do Wills Eye Hospital. Entre os especialistas de córnea que já proferiram a Fry Lecture figuram Jay H. Krachmer, George Waring, Mark Speaker, Harminder S. Dua e M. Reza Dana. Peter R. Laibson entregando diploma referente a Fry Memorial Lecture para José Alvaro Pereira Gomes, ladeados por Christopher J. Rapuano e Elisabeth J. Cohen, diretores do setor de Córnea e Doenças Externas do Wills Eye Hospital, EUA OOGISTAS CAPIXABAS ENFRENTAM OPERADORAS Os oftalmologistas do Estado do Espírito Santo, unidos em torno da COOESO-ES, com apoio da Sociedade Capixaba de Oftalmologia, do Sindicato dos Médicos, Associação Médica e CRM-ES, após exaustivas rodadas de negociações junto aos grupos UNIDAS/ ASASPE, decidiram se descredenciar de forma coletiva por tempo indeterminado da Petrobrás e de uma empresa do grupo ASASPE. Em 30 de novembro de 2004 os oftalmologistas que prestavam assistência à Petrobrás tomaram a mesma atitude. Uma semana O oftalmologista e 1º secretário do Conselho Federal de Medicina, Marco Antônio Becker, foi eleito vice-presidente da Confederação Médica Latino-Americana e Caribe (Confemel), durante encontro realizado em San Jose, na Costa Rica no final de É a primeira vez que um brasileiro integra a diretoria da entidade representativa dos médicos sul-americanos e caribenhos. depois, o grupo UNIDAS, intermediado pelo Ministério Público, solicitou que os prestadores de serviço descredenciados retomassem o atendimento e acenaram com um acordo rápido e satisfatório para ambas as partes. Como demonstração de boa vontade a classe oftalmológica retomou o atendimento em caráter emergencial. De acordo com o presidente da COOESO- ES e da Sociedade Capixaba de Oftalmologia, Nilo Felippe Filho, numa das várias reuniões realizadas para a confecção do Termo de Ajuste de Conduta (TAC), um advogado nacional da UNIDAS inviabilizou as negociações através de manobras anárquicas, desrespeitando a comissão e o próprio promotor de Justiça. Posteriormente, em outra reunião na sede da UNIDAS, os representantes da UNIDAS/ASASPE concordaram com os termos do acordo, porém não quiseram assiná-lo no Ministério Público. Em vista da atitude dos representantes dos intermediadores da assistência médica, em sessão plenária do CRM-ES realizada em 17 de janeiro foi definido que os oftalmologistas, juntamente com médicos de outras especialidades, iriam suspender por tempo indeterminado o atendimento a uma empresa do grupo Unidas (Petrobrás) e iniciará o descredenciamento de uma empresa do grupo ASASPE (Medservice). Finalmente, em 21 de janeiro, foi assinado um Termo de Compromisso entre os médicos e os representantes da UNIDAS/ ASASPE estabelecendo a Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos como o padrão para as relações financeiras entre os dois lados. Todo dia somos confrontados por uma escolha: operar ou não, seguir a ética profissional ou não, aceitar as condições determinadas pelos planos de saúde, ou não. Muitas vezes parece-nos que não temos escolha, posto que o mercado de trabalho é selvagem e estamos numa posição desfavorável, cujo ponto fraco é nossa união. A atuação dos oftalmologistas do Espírito Santo mostra que é possível mudar esta Nilo Felippe Filho situação, desde que haja a união de toda a classe, afirmou Nilo Felippe Filho. Em 03 de março será realizada a solenidade de posse da nova diretoria da Sociedade Capixaba de Oftalmologia, composta por Nilo Felippe Filho (presidente), César Fracalossi Barbieri (vice-presidente), Eduardo Jabour Moulin (secretário geral), Fábio Braga (primeiro secretário), Paulo Roberto da Rocha Cardoso (diretor de cursos, propaganda e informática), Jobson Bortot (vice-presidente norte), Romar Valory (vice-presidente sul) e Antônio Carlos Queiroz (tesoureiro). A Comissão de Defesa Profissional é composta por Ubirajara Moulin, Ângelo Ferreira Passos e Kamel Moisés, enquanto que a Comissão de Sindicância e Julgamento é formada por Alcides Viana, Almir Guio e Josué Antônio Silva. 11 Jota Zero 99.p65 11

11 OFT ALMOL Denunciamos que está ocorrendo um grande golpe e blefe institucional promovido por entidades que estão tentando, de forma corporativista e ilegal, alcançar funções médicas, e não se constrangem de contrariar frontalmente as leis de suas próprias profissões. O PL 25/02 do Senado é justo e necessário, não os prejudica em nada, respeita suas prerrogativas e os remete ao texto de suas próprias leis. Este é um dos trechos mais contundentes do documento Medicina ameaçada é Saúde arriscada, divulgado por entidades médicas de todo o País, em defesa do Projeto de Lei do Ato Médico. O CBO, através do presidente Elisabeto Ribeiro Gonçalves, assinou o documento, cuja íntegra é a seguinte: Lei do Ato Médico - Manifesto das Associações Médicas Científicas Brasileiras MEDICINA AMEAÇADA É SAÚDE ARRISCADA Cartaz elaborado pelo CREMERJ Apontamos que não bastassem as doenças que assolam a população brasileira, agora nos ameaça a manipulação de fatos, textos e contextos, que se origina das entidades de paramédicos. Auto-declararam-se autônomos e independentes na abordagem dos pacientes e, alardeando que, sob um ponto de vista numérico, os médicos representariam minoria, manifestações exóticas vêm sendo usadas para impressionar a opinião pública e o Legislativo, alegando que o Projeto de Lei sobre Medicina limitaria as demais profissões da área de saúde. Mentira e verdade. Mentira, porque leis que há 20 anos regulamentam as profissões da área de saúde já definem e limitam adequadamente suas atribuições. O que ocorre é que, sob total impunidade, as autarquias fiscalizadoras dessas profissões desafiam as leis que deveriam cumprir, pretendendo estender as suas prerrogativas por sobre várias das especialidades médicas, em especial as que mais apoiaram suas criações. A ponto de questionarmos que órgão irá enquadrar esses conselhos, que ao alegarem disputa de mercado com os médicos assumem estimular o exercício ilegal da Medicina. Verdade, porque a Medicina, estruturada em mais de 50 especialidades, não aceita esse jogo pseudo-democrático e se declara à altura do desafio de explicar à população o que seja Medicina, seu papel social ético e impostergável e denunciar a inacreditável agressão que está sofrendo - que atinge a saúde de todos. Entendemos que não se deva confundir hierarquia administrativa com a necessidade de hierarquia técnica no atendimento de toda pessoa que apresente sinais e/ou sintomas (paciente), devendo o sistema de saúde viabilizar seu acesso a um médico que o examine, emita um diagnóstico e formalize uma proposta de tratamento. O médico não é o único que pode dirigir um hospital, mas por sua formação, é o único que pode assumir a responsabilidade pela abordagem do paciente como um todo, e as várias especialidades médicas se entrelaçam pelo conhecimento e intervenção sobre seus diversos órgãos e sistemas, evoluindo em busca da visão sistêmica. Informamos que diagnosticar significa identificar a causa ou doença responsável pelos sinais ou sintomas de um paciente. Somente médicos (e odontólogos em seu campo) fazem diagnóstico (em quaisquer de suas sub-denominações), investigam doenças, requisitam exames, definem condutas, indicam terapias e tratamentos, prescrevem medicamentos, fazem cirurgias, atestam doenças e saúde, reavaliam em seguimento, internam e dão alta, julgou o Supremo Tribunal Federal. cont. PROJETO DE LEI DO SENADO ENADO Nº º 25 (SUBSTITUTIVO SUBSTITUTIVO), DE 2002 ), DE Dispõe sobre o exercício da Medicina. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º O médico desenvolverá suas ações no campo da atenção à saúde humana para: I - a promoção da saúde; II - a prevenção, o diagnóstico e o tratamento das doenças; III - a reabilitação dos enfermos. Parágrafo único. São atos privativos de médico a formulação do diagnóstico médico e a prescrição terapêutica das doenças. Art. 2º Compete ao Conselho Federal de Medicina definir, por meio de resolução, os procedimentos médicos experimentais, os aceitos e os vedados, para utilização pelos médicos. Art. 3º São privativas de médico as funções de coordenação, chefia, direção técnica, perícia, auditoria, supervisão e ensino vinculadas, de forma imediata e direta, a procedimentos médicos. Parágrafo único. A direção administrativa de serviços de saúde e as funções de direção, chefia e supervisão que não exijam formação médica não constituem funções privativas de médico. Art. 4º A infração aos dispositivos desta Lei configura crime de exercício ilegal da Medicina, nos termos do art. 282 do Código Penal (Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940). Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Sala da Comissão 12 Jota Zero 99.p65 12

12 OFT ALMOL Alertamos que não há nem haverá qualquer conflito ou sobreposição de funções, desde que respeitem a Medicina, suas prerrogativas e as leis de suas próprias profissões, e assumam que somente médicos (e odontólogos) podem de fato atender inicialmente um paciente. Nenhum terapeuta pode pretender fazer diagnóstico nem indicar tratamento, pois é ilegal e tecnicamente inapropriado, por conta de sua visão restrita do ser humano. E isso em nada lhes denigre, apenas define seu papel específico, não-médico, na assistência, e serve de fundamental apoio e segurança ao paciente. Exemplificamos que uma sensação de bolo na garganta pode necessitar terapia psicológica, mas quem deve definir, antes, se existe refluxo, tireoidite, tumor, artrite, artrose, hérnia de disco cervical e afastar outras enfermidades, como a hipertensão arterial, é somente um médico. Num raciocínio idêntico, pacientes com obesidade, rouquidão, surdez, obstrução nasal, distúrbios do sono, perda de ereção, dores no peito, no ombro ou nas costas, mal estar abdominal, inchação nas pernas ou qualquer outro sinal ou sintoma, se forem atendidos de forma responsável, devem, antes de tudo, obter um diagnóstico, e jamais um paramédico poderá pretender assumir qualquer porta-deentrada do sistema de saúde. Declaramos que abordagem multiprofissional é uma reconhecida necessidade, mas isso não significa que todos façam diagnóstico. Ou será que mesmo considerando as dificuldades da educação continuada e fiscalização da Medicina (que visa o todo), algum para-médico teria essa formação? Vale lembrar que a inter-profissionalidade foi e continua sendo estimulada e realizada pela própria Medicina, ou teriam estas profissões obtido geração espontânea? Advertimos que a pretensão por trás de todo esse ruído pseudo-igualitário é a de que paramédicos possam assumir funções de médicos (avaliando, solicitando exames e definindo condutas), o que é ilegal e interessa a alguns, pois é uma forma (irresponsável) de baratear a assistência. Para isso, pregam a heresia de que uma assistência humanizada e moderna não precise de médicos, medicamentos e hospitais; mas, na verdade, alertamos, estão querendo impor aos pobres uma ultrapassada pseudo-medicina mais acessível. Denunciamos que está ocorrendo um grande golpe e blefe institucional promovido por entidades que estão tentando, de forma corporativista e ilegal, alcançar funções médicas, e não se constrangem de contrariar frontalmente as leis de suas próprias profissões. O PL 25/02 do Senado é justo e necessário, não os prejudica em nada, respeita suas prerrogativas e os remete ao texto de suas próprias leis. Contamos que o Brasil não permita que sejam criados atalhos para a Medicina; os que quiserem ser médicos, que façam o respectivo curso e assumam as responsabilidades inerentes à profissão. Associação Médica Brasileira (AMB) Conselho Científico da Associação Médica Brasileira (AMB) Associação Brasileira de Cirurgia Pediátrica (CIPE) Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) Academia Brasileira de Laringologia e Voz (ABLV) Sociedade Brasileira de Otologia (SBO) Sociedade Brasileira de Rinologia e Cirurgia Plástica da Face (SBRCPF) Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB) Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC) Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) Colégio Médico de Acupuntura (CMA) Associação Médica Brasileira de Acupuntura (AMBA) e Sociedade Médica Brasileira de Acupuntura (SMBA) Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) Instituto Brasileiro dos Médicos Peritos Judiciais (IBRAMEP) Sociedade Brasileira de Alergia e Imunopatologia (SBAI) Sociedade Brasileira de Anestesiologia (SBA) Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço (SBCCP) Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial (SBCC) Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC) Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica (SBCT) Sociedade Brasileira de Citopatologia (SBCP) Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) Sociedade Brasileira de Endoscopia Peroral (SBEP) Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) Sociedade Brasileira de Medicina Física e Reabilitação / Fisiatria (SBMFR) Sociedade Brasileira de Neurocirurgia (SBN) Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial (SBPC) Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) Sociedade Brasileira de Videocirurgia (SOBRACIL) 13 Jota Zero 99.p65 13

13 OFT ALMOL Roberto Galvão, Elisabeto Ribeiro Gonçalves, Afonso Medeiros, Durval Valença e Alzira Lins Diretor presidente do IOR, Afonso Medeiros Brinde de inauguração Conselho Brasileiro de Oftalmologia orgulha-se em poder contar com o prestígio profissional e ético desses quatro colegas. O O Nós temos acompanhado de perto, na qualidade de colega e amigo, o trabalho eficiente do IOR, que tem merecido o respeito e a admiração de toda a Oftalmologia brasileira. Estas foram as palavras do presidente do CBO, Elisabeto Ribeiro Gonçalves, ditas durante a solenidade de inauguração da filial Boa Viagem do Instituto de Olhos do Recife, em 20 de janeiro. Na ocasião, o presidente do CBO também afirmou que o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, na pessoa do seu presidente, traz o apoio e as congrutalaçoes de toda a Oftalmologia brasileira. Parabenizamos Afonso, Alzira, Durval, Roberto e a todos os demais colegas que abraçaram o sonho e a disposição dos fundadores e têm dado o melhor de suas inteligências para a grande e meritória obra que é a de contribuir que é a de continuar a prática de uma Oftalmologia ética e de vanguarda como o vem pioneiramente o Instituto de Olhos do Recife para orgulho e admiração dos colegas brasileiros e do Conselho Brasileiro de e Oftalmologia. Ao fazer uso da palavra, o diretor do IOR, Afonso Medeiros, agradeceu a todos os colaboradores do instituto e a presença do presidente do CBO: Caríssimo Beto, queremos aproveitar o momento para dizer-lhe de quanto a Oftalmologia brasileira está lhe devendo pelo seu trabalho honesto, incansável e árduo na defesa dos reais interesses da nossa profissão, a Oftalmologia. Nunca em tão pouco, tanto foi feito pela Oftalmologia brasileira como um todo, tornando-a nacional e fazendo-a preocupada com os colegas de todo o esse imenso Brasil. O editor da revista Arquivos Brasileiros de Oftalmologia, Harley Edson Amaral Bicas ganhou a Gradle Medal for Good Teaching, outorgada pela Associação Pan-Americana de Oftalmologia. A medalha será entregue durante o XXV Congresso Pan-Americano de Oftalmologia, que ocorrerá em Santiago, Chile, de 18 a 21 de março. 14 Jota Zero 99.p /02/05, 16:06

Quem vou ser daqui a 20 anos Público. Privado. Assistencial Acadêmica Gestão. Assistencial Acadêmico Gestão Autônomo

Quem vou ser daqui a 20 anos Público. Privado. Assistencial Acadêmica Gestão. Assistencial Acadêmico Gestão Autônomo Dr Milton Glezer Quem vou ser daqui a 20 anos Público Assistencial Acadêmica Gestão Privado Assistencial Acadêmico Gestão Autônomo Mudanças nos planos de saúde- melhorar cada vez mais o funcionamento dos

Leia mais

Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 *****

Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 ***** Convênio de reconhecimento de especialidades médicas - Resolução CFM 1666 de 7/5/2003 ***** Ementa: Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM n.º 1.634/2002, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192)

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Página 1 de 17 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.763/05 (Publicada no D.O.U., de 09 Mar 2005, Seção I, p. 189-192) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.666/2003, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 Dispõe sobre convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina CFM, a Associação

Leia mais

FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA

FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA FABIANA PRADO DOS SANTOS NOGUEIRA CONSELHEIRA CRMMG DELEGADA REGIONAL UBERABA Conjunto de normas que definem os aspectos da

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE RESOLUÇÃO CFM Nº 1.634, DE 11 DE ABRIL DE 2002 Diário Oficial da União; Poder Executivo, Brasília, DF, n. 81, 29 abr.2002. Seção 1, p. 265-66 Alterada pela Resolução CFM nº 1666/03 (Anexo II) O CONSELHO

Leia mais

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO

MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO MODELO REGIMENTO DO CORPO CLÍNICO CAPÍTULO I CONCEITUAÇÃO Art. 1º - Corpo Clínico é o conjunto de médicos que se propõe a assumir solidariamente a responsabilidade de prestar atendimento aos usuários que

Leia mais

SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais

SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais SENADO FEDERAL Comissão de Assuntos Sociais AUDIÊNCIA PÚBLICA REALIZADA NA COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS EM 28 DE JUNHO DE 2006 PARA INSTRUIR O PROJETO DE LEI DO SENADO Nº25, DE 2002, QUE DISPÕE SOBRE O

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.772/2005 (Publicada no D.O.U. de 12.08.2005, Seção I, p. 141-142) Revogada pela Resolução CFM nº 1984/2012 Institui o Certificado de Atualização Profissional

Leia mais

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS

QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS QUESTIONÁRIO PARA O SEGURO DE RESPONSABILIDADE CIVIL PROFISSIONAL PARA MÉDICOS, PSICÓLOGOS, FISIOTERAPEUTAS E DEMAIS PRESTADORES DE SERVIÇOS MÉDICOS O objetivo deste questionário é analisar as atividades

Leia mais

DECISÃO Nº 085/2015 D E C I D E. aprovar o Regimento Interno da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, como segue:

DECISÃO Nº 085/2015 D E C I D E. aprovar o Regimento Interno da Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, como segue: CONSUN Conselho Universitário DECISÃO Nº 085/2015 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, em sessão de 27/02/2015, tendo em vista o constante no processo nº 23078.034121/2014-61, de acordo com o Parecer nº 006/2015

Leia mais

Art. 77 O Curso terá duração determinada pela AMB/CFM...

Art. 77 O Curso terá duração determinada pela AMB/CFM... Cursos de Especialização em Oftalmologia Normas para Credenciamento de Cursos de Especialização em Oftalmologia Art. 75 Para obter o credenciamento do CBO para ministrar Curso de Especialização em Oftalmologia,

Leia mais

Consulta de puericultura agora está no Rol da ANS

Consulta de puericultura agora está no Rol da ANS Consulta de puericultura agora está no Rol da ANS Colegas pediatras, A Sociedade Brasileira de Pediatria, com o apoio da Sociedade Mineira de Pediatria, convoca a todos - filiadas e pediatras que se mobilizem

Leia mais

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001

Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina - Resolução: 1626 de 23/10/2001 Ementa: Dispõe sobre as instruções para Registro de Empresas nos Conselhos de Medicina. Fonte: CFM O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno

Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno Página1 Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis Regimento Interno Título I Da definição Art. 1º - O Corpo Clínico do Hospital e Maternidade São Francisco de Assis é uma das entidades

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.116/2015

RESOLUÇÃO CFM Nº 2.116/2015 RESOLUÇÃO CFM Nº 2.116/2015 (Publicada no D.O.U. de 04 de fevereiro de 2015, Seção I, p. 55) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 2.068/2013, que celebra o convênio de reconhecimento

Leia mais

Imprimir. Em 29 de março do mesmo ano, o dr. R.S.S. respondeu ao interessado nos seguintes termos:

Imprimir. Em 29 de março do mesmo ano, o dr. R.S.S. respondeu ao interessado nos seguintes termos: Imprimir PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 1.955/01 PC/CFM/Nº 10/2002 INTERESSADO: Sociedade Santamarense de Beneficência de Guarujá ASSUNTO: Reformulação da Resolução nº 1.076/81 RELATOR: Cons. Luiz Salvador de

Leia mais

Normas de regulamentação para a certificação de. atualização profissional de títulos de especialista e certificados de área de atuação.

Normas de regulamentação para a certificação de. atualização profissional de títulos de especialista e certificados de área de atuação. Normas de regulamentação para a certificação de atualização profissional de título de especialista e certificado de área de atuação Em decorrência do convênio celebrado entre a Associação Médica Brasileira

Leia mais

Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social

Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social Novo Código de Ética Médico e Saúde do Trabalhador Tema: Perícia Médica do Instituto Nacional do Seguro Social Realização: DIESAT Apoio: Fundacentro São Paulo, 22 jun 2010 Os dilemas, os sensos, os consensos,

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE ESPORTES E SAÚDE - LIES Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A Liga Acadêmica de Esportes e Saúde é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob

Leia mais

Imposição, por parte das cooperativas de trabalho médico e planos de saúde, do local onde o médico assistente deverá tratar seu paciente RELATOR:

Imposição, por parte das cooperativas de trabalho médico e planos de saúde, do local onde o médico assistente deverá tratar seu paciente RELATOR: PROCESSO-CONSULTA CFM nº 15/14 PARECER CFM nº 8/14 INTERESSADO: Cooperativa dos Médicos Retinólogos de Minas Gerais Retcoop e Associação Zona da Mata de Oftalmologia Azmo ASSUNTO: Imposição, por parte

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA 1 de 26 16/11/2010 18:54 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1845/2008 (Publicada no D.O.U. de 15 Jul 2008, Seção I, p. 72) (Republicada com anexo no D.O.U. 16 Jul 2008, Seção I, p.164-168) (Modificada

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 060/2012

PROJETO DE LEI Nº 060/2012 PROJETO DE LEI Nº 060/2012 Dispõe sobre a obrigatoriedade da realização do exame para diagnóstico da retinopatia da prematuridade, TESTE DO OLHINHO, nos recém-nascidos, antes da alta hospitalar, em Hospitais

Leia mais

Diretrizes Nacionais em Ligas

Diretrizes Nacionais em Ligas Diretrizes Nacionais em Ligas Acadêmicas de Medicina Introdução As Ligas Acadêmicas são entidades constituídas fundamentalmente por estudantes, em que se busca aprofundar temas em uma determinada área

Leia mais

EDUCAÇÃO MÉDICA CONTINUADA SANTA CASA DE SÃO JOAQUIM DA BARRA Delegacia Regional de Ribeirão Preto

EDUCAÇÃO MÉDICA CONTINUADA SANTA CASA DE SÃO JOAQUIM DA BARRA Delegacia Regional de Ribeirão Preto 13 DE JUNHO 2013 EDUCAÇÃO MÉDICA CONTINUADA SANTA CASA DE SÃO JOAQUIM DA BARRA Delegacia Regional de Ribeirão Preto Lavinio Nilton Camarim Conselheiro do Cremesp Lei Federal 9.656/98 Lei dos Planos de

Leia mais

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários

ESTATUTO DAS LIGAS ACADÊMICAS Diretoria de Extensão e Assuntos Comunitários ESTATUTO DA LIGA GERIATRIA E GERONTOLOGIA - LIG Capítulo I - Da Natureza e Finalidade ART. 1º - A LIGA DE GERIATRIA E GERONTOLOGIA é uma entidade sem fins lucrativos, com duração ilimitada, sob a supervisão

Leia mais

"O MEC não pretende abraçar todo o sistema"

O MEC não pretende abraçar todo o sistema "O MEC não pretende abraçar todo o sistema" Data: 30/11/2008 Veículo: O Globo Editoria: Boa Chance Ministro diz que governo não vai regular MBAs e que empresas já mantêm certo controle sobre a qualidade

Leia mais

COMPARTILHAMENTO ENTRE BIBLIOTECAS DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO

COMPARTILHAMENTO ENTRE BIBLIOTECAS DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO COMPARTILHAMENTO ENTRE BIBLIOTECAS DE INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO REGIMENTO CAPÍTULO I Da denominação, localização e finalidades Art. 1º O Compartilhamento entre Bibliotecas

Leia mais

CONSULTA Nº 37.748/2015

CONSULTA Nº 37.748/2015 1 CONSULTA Nº 37.748/2015 Assunto: Sobre atestados que ultrapassam mais de um dia de licença efetuados por médicos do Programa Mais Médicos, sem a assinatura do médico tutor ou supervisor. Relatores: Conselheiro

Leia mais

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Na mesma semana em que os trabalhadores brasileiros tomaram as ruas e conseguiram suspender a votação do Projeto de Lei

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993. (Mensagem de veto). Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências O

Leia mais

NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO:

NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO: NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO: NORMAS DE DILIGÊNCIA TÉCNICA DE VERIFICAÇÃO: Considerando: - A Lei nº 12.232/10 estabelece no seu art. 4º que, para participar de licitações públicas, as agências

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA)

PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA) PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA) Dispõe sobre a regulamentação do exercício profissional de Designer, e dá providências. O Congresso Nacional decreta: Capítulo I Caracterização e atribuições

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS Contrato que entre si fazem, na melhor forma de direito, de um lado( nome da operadora), com sede na rua..., n o...,bairro..., em(nome da cidade), (Estado), inscrita

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM nº 1.488/1998 (Publicada no D.O.U.,de 06 março 1998, Seção I, pg.150 ) Modificada pela Resolução CFM n. 1.810/2006 Modificada pela Resolução CFM nº 1.940/2010

Leia mais

Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA

Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA Dr. Lueiz Amorim Canêdo DIRETOR DE AUDITORIA MÉDICA DIRETORIA DE AUDITORIA Art. 52 A Diretoria de Auditoria Médica compete, entre outras, as seguintes atribuições: I coordenar as ações do departamento

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013.

RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. RESOLUÇÃO CRM-PR N.º 191/2013. Dispõe sobre a obrigatoriedade dos Contratos firmados entre as Operadoras de Planos de Saúde e os Médicos seguirem as Normativas da ANS Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DO PARANÁ PARECER Nº 2488/2015 ASSUNTO: CONVÊNIO DETERMINA FIM DE INTERNAÇÃO DE PACIENTE PSIQUIÁTRICO SEM CONDIÇÕES DE ALTA PARECERISTA: CONS. DR. MARCO ANTONIO S. M. RIBEIRO BESSA EMENTA: Prazo de Internação de

Leia mais

Conselho Resolução Situação Ementa

Conselho Resolução Situação Ementa CFM 1845/2008 Integra Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.785/2006, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre o Conselho Federal de Medicina

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005)

RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004. (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) RESOLUÇÃO CFM N.º 1716/2004 (Publicada no D.O.U. de 19 Fev 2004, Seção I, pg. 205) (Modificada pela Resolução CFM nº 1773/2005) O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições que lhe confere a

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ESTADO DOS DIREITOS HUMANOS AUTORIDADE CENTRAL ADMINISTRATIVA FEDERAL II REUNIÃO DO CONSELHO DAS AUTORIDADES CENTRAIS BRASILEIRAS RESOLUÇÃO N.º 02/ 2000 Dispõe sobre a Aprovação do Regimento Interno e dá outras providências O Presidente do Conselho das Autoridades Centrais

Leia mais

LEI Nº 6.583, DE 20 DE OUTUBRO DE 1978

LEI Nº 6.583, DE 20 DE OUTUBRO DE 1978 LEI Nº 6.583, DE 20 DE OUTUBRO DE 1978 Cria os Conselhos Federal e Regionais de Nutricionistas, regula o seu funcionamento, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS Contrato que entre si fazem, na melhor forma de direito, de um lado( nome da operadora), com sede na rua..., n o...,bairro..., em(nome da cidade), (Estado), inscrita

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SERGIPE, Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado aprovou e que eu sanciono a seguinte Lei Complementar

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SERGIPE, Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado aprovou e que eu sanciono a seguinte Lei Complementar Publicada no Diário Oficial do dia 07 de julho de 2011 Estabelece a Estrutura Administrativa do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe e do Ministério Público Especial; cria, modifica e extingue órgãos

Leia mais

LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004

LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004 LEI N 1.892/2008 Dá nova redação a Lei nº 1.580/2004 Povo do Município de Viçosa, por seus representantes legais, aprovou e eu, em seu nome, sanciono e promulgo a seguinte Lei: Das disposições Gerais Art.

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM N º 1.834/2008

RESOLUÇÃO CFM N º 1.834/2008 RESOLUÇÃO CFM N º 1.834/2008 (Publicada no D.O.U. de 14 de março de 2008, Seção I, pg. 195) As disponibilidades de médicos em sobreaviso devem obedecer normas de controle que garantam a boa prática médica

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003

RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003 Página 1 de 27 RESOLUÇÃO CFM Nº 1.666/2003 Ementa: Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.634/2002, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades médicas firmado entre

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Dr. Henrique Carlos Gonçalves Conselheiro CREMESP - Coordenador do Departamento Jurídico

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Dr. Henrique Carlos Gonçalves Conselheiro CREMESP - Coordenador do Departamento Jurídico CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO Dr. Henrique Carlos Gonçalves Conselheiro CREMESP - Coordenador do Departamento Jurídico INTRODUÇÃO A) Criação dos Conselhos Regionais e Federal de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO Art. 1

REGIMENTO INTERNO Art. 1 REGIMENTO INTERNO Art. 1 - A Câmara de Conciliação, Mediação e Arbitragem da Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Rondonópolis, doravante denominada simplesmente CBMAE ACIR, instituída no

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO CFM Nº 1.973/2011 (Publicada no D.O.U. de 1º de agosto de 2011, Seção I, p. 144-147) Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 1.845/08, que celebra

Leia mais

Programa de Educação Médica Continuada Delegacia de Ribeirão Preto: Município de São Joaquim da Barra 13/06/2013

Programa de Educação Médica Continuada Delegacia de Ribeirão Preto: Município de São Joaquim da Barra 13/06/2013 Programa de Educação Médica Continuada Delegacia de Ribeirão Preto: Município de São Joaquim da Barra 13/06/2013 Alerta Ético no Cotidiano do Exercício Profissional EDUARDO LUIZ BIN DELEGADO SUPERINTENDENTE

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE AGRONOMIA PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO EM CIÊNCIAS AGRONÔMICAS

FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS CURSO DE AGRONOMIA PROGRAMA DE APERFEIÇOAMENTO EM CIÊNCIAS AGRONÔMICAS Campus I Campus II Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação Tel: 18 3229 2077 / 2078 / 2079 E-mail: posgrad@unoeste.br www.unoeste.br Rua José Bongiovani, 700 Cidade Universitária CEP 19050 920 Presidente

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO

REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO REGIMENTO INTERNO DO CORPO CLÍNICO APRESENTAÇÃO A Casa de Saúde São José foi fundada em 1923 e tem como missão Servir à Vida, promovendo Saúde. É uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, católica,

Leia mais

Número do Documento: 1005795

Número do Documento: 1005795 Número do Documento: 1005795 Governo do Estado do Ceará Secretaria da Ciência Tecnologia e Educação Superior Universidade Estadual do Ceará UECE Secretaria dos Órgãos de Deliberação Coletiva - SODC RESOLUÇÃO

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 06/2015-EBSERH/HC-UFG ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 16 DE JULHO DE 2015 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 004 Médico - Alergia e Imunologia

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO II DA SEGURIDADE SOCIAL Seção II Da Saúde Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante

Leia mais

ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DE PERNAMBUCO DISCIPLINA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DA UFPE

ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DE PERNAMBUCO DISCIPLINA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DA UFPE ESTATUTO DA LIGA ACADÊMICA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DE PERNAMBUCO DISCIPLINA DE CIRURGIA PEDIÁTRICA DA UFPE Capítulo I - Da liga e seus fins Art. 1 - A Liga de Cirurgia Pediátrica, a seguir designada LACIPE,

Leia mais

Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina

Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina Resolução nº 1488/98 do Conselho Federal de Medicina Deveres dos médicos com relação à saúde do trabalhador Versa sobre normas específicas para médicos que atendam o trabalhador Fonte: Diário Oficial da

Leia mais

Companheiros e companheiras,

Companheiros e companheiras, Companheiros e companheiras, Utilizada sob o falso argumento de modernizar as relações de trabalho e garantir a especialização no serviço, a terceirização representa na realidade uma forma de reduzir o

Leia mais

A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Factor9.com.br

A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Factor9.com.br 2014 A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Factor9.com.br 1 A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Pergunta: A EMPRESA PODE EXIGIR CID NO ATESTADO? Por Eduardo Varela Consultor da Factor9.com.br Março

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 6/2013 (ELEIÇÕES-IBDFAM) ADITIVO

RESOLUÇÃO Nº 6/2013 (ELEIÇÕES-IBDFAM) ADITIVO RESOLUÇÃO Nº 6/2013 (ELEIÇÕES-IBDFAM) ADITIVO Dispõe sobre os procedimentos, critérios, condições de elegibilidade, normas de campanha eleitoral e pressupostos de proclamação dos eleitos nas eleições do

Leia mais

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013 p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-PR N º 150/2007 (Publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, de 24/04/2007 p. 86) (Revogada pela Resolução CRMPR 181/2011)

RESOLUÇÃO CRM-PR N º 150/2007 (Publicado no Diário Oficial da União, Seção 1, de 24/04/2007 p. 86) (Revogada pela Resolução CRMPR 181/2011) CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO PARANÁ RUA VICTÓRIO VIEZZER. 84 - CAIXA POSTAL 2.208 - CEP 80810-340 - CURITIBA - PR FONE: (41) 3240-4000 - FAX: (41) 3240-4001 - SITE: www.crmpr.org.br - E-MAIL: protocolo@crmpr.org.br

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE MATO GROSSO 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 PARECER CONSULTA CRM-MT Nº 33/2011 INTERESSADA: Dra V. da C. R. F. Perita Médica Precidenciária/SST/MOB

Leia mais

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la?

Como proceder à notificação e para onde encaminhá-la? Se a família não quiser ou não puder assumir a notificação, o educador deverá informar a família que, por força da lei, terá que notificar o fato aos órgãos competentes. Como proceder à notificação e para

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.099, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1993 "Dispõe sobre a constituição do Conselho Estadual do Bem-Estar Social e a criação do Fundo Estadual a ele vinculado e dá outras providências." O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2006

PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 PROJETO DE LEI Nº, DE 2006 (Do Sr. Átila Lira) Altera dispositivos da Lei n 4.769, de 9 de setembro de 1965, que dispõe sobre o exercício da profissão de Administrador. O Congresso Nacional decreta: Art.

Leia mais

RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013.

RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013. RESOLUÇÃO CRM-TO Nº 91/2013, de 13 de dezembro de 2013. Dispõe sobre a criação e atribuições das delegacias regionais e dos delegados e dá outras providências. O Conselho Regional de Medicina do Estado

Leia mais

Dr.Pedro Silveira Gonçalves Filho

Dr.Pedro Silveira Gonçalves Filho A SAÚDE OCULAR NA SAÚDE DO BRASIL Dr.Pedro Silveira Gonçalves Filho CONF. OMS / ALMA- ATA/ URSS-1978 Atenção Primária de Saúde A prevenção da cegueira é parte integrante da atenção primária de saúde. Deve

Leia mais

CONVÊNIO CELEBRADO ENTRE O CFM, A AMB E A CNRM

CONVÊNIO CELEBRADO ENTRE O CFM, A AMB E A CNRM CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO Nº 1.973, DE 14 DE JULHO DE 2011 Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM Nº 1.845/08, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades

Leia mais

QUESTÕES E MITOS SOBRE O PROJETO DE LEI 6602/13

QUESTÕES E MITOS SOBRE O PROJETO DE LEI 6602/13 QUESTÕES E S SOBRE O PROJETO DE LEI 6602/13 QUE REGULAMENTA OS EXPERIMENTOS COM ANIMAIS PARA FINS COSMÉTICOS GERANDO UM ENORME RETROCESSO ÀS CONQUISTAS OBTIDAS NA LEGISLAÇÃO JÁ EM VIGOR De acordo com nossa

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA RESOLUÇÃO No- 2.116, DE 23 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre a nova redação do Anexo II da Resolução CFM nº 2.068/2013, que celebra o convênio de reconhecimento de especialidades

Leia mais

Universidade de Uberaba Curso de Medicina ESTATUTO DA LIGA DE DIABETES DA UNIUBE

Universidade de Uberaba Curso de Medicina ESTATUTO DA LIGA DE DIABETES DA UNIUBE Universidade de Uberaba Curso de Medicina ESTATUTO DA LIGA DE DIABETES DA UNIUBE Capitulo I Da Sede. Fórum. Denominação e Finalidades Art. 1º - A Liga de Diabetes da Universidade de Uberaba é um órgão

Leia mais

Desta vida você não leva nada. Mas você pode deixar. Doe córneas. Doe novos horizontes para quem não pode ver.

Desta vida você não leva nada. Mas você pode deixar. Doe córneas. Doe novos horizontes para quem não pode ver. 46 Desta vida você não leva nada. Mas você pode deixar. Doe córneas. Doe novos horizontes para quem não pode ver. 47 CAMPANHA NACIONAL DE DOAÇÃO DE CÓRNEAS Desta vida você não leva nada. Mas você pode

Leia mais

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 8.077/07 PARECER CFM Nº 16/08 INTERESSADO: S.J.W ASSUNTO:

PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 8.077/07 PARECER CFM Nº 16/08 INTERESSADO: S.J.W ASSUNTO: PROCESSO-CONSULTA CFM Nº 8.077/07 PARECER CFM Nº 16/08 INTERESSADO: S.J.W ASSUNTO: Exigência, pelo médico, de fornecimento de materiais e instrumentais de determinada marca comercial para realização de

Leia mais

Guia Prático de Utilização do Plano

Guia Prático de Utilização do Plano Guia Prático de Utilização do Plano Aqui você tem o que há de melhor para a sua saúde. O QUE É A UNIMED APRESENTAÇÃO Sua finalidade é prestar assistência médica e hospitalar de alto padrão, dentro do sistema

Leia mais

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom

medida. nova íntegra 1. O com remuneradas terem Isso é bom Entrevista esclarece dúvidas sobre acúmulo de bolsas e atividadess remuneradas Publicada por Assessoria de Imprensa da Capes Quinta, 22 de Julho de 2010 19:16 No dia 16 de julho de 2010, foi publicada

Leia mais

PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014

PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PARECER CREMEC N.º 06/2014 14/03/2014 PROCESSO-CONSULTA PROTOCOLO CREMEC Nº 6566/08 ASSUNTO: RESPONSABILIDADE MÉDICA PARECERISTA: CÂMARA TÉCNICA DE AUDITORIA DO CREMEC EMENTA O ato médico é responsabilidade

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 1/2014-EBSERH/HUSM-UFSM ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2014. RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 801 Médico Alergia

Leia mais

REGIMENTO DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. CAPÍTULO I Dos objetivos

REGIMENTO DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. CAPÍTULO I Dos objetivos REGIMENTO DO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO CAPÍTULO I Dos objetivos Artigo 1º - O Hospital-Escola Veterinário (HOVET) é órgão anexo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA EM ENFERMAGEM CAPÍTULO I Natureza, Finalidade, Sede e Foro Art. 1º - A Comissão Nacional de Residência em Enfermagem - CONARENF, criada pela Portaria

Leia mais

Resolução nº 264/CONSEA, de 29 de agosto de 2011.

Resolução nº 264/CONSEA, de 29 de agosto de 2011. Resolução nº 264/CONSEA, de 29 de agosto de 2011. Estabelece critérios e normas para credenciamento de professores para prestação de serviço voluntário nos cursos da UNIR. O Presidente do Conselho Superior

Leia mais

PL da Câmara nº 39/2007 Rol de Procedimentos. AUDIÊNCIA PÚBLICA Comissão de Assuntos Econômicos Senado Federal 4/11/2009

PL da Câmara nº 39/2007 Rol de Procedimentos. AUDIÊNCIA PÚBLICA Comissão de Assuntos Econômicos Senado Federal 4/11/2009 PL da Câmara nº 39/2007 Rol de Procedimentos AUDIÊNCIA PÚBLICA Comissão de Assuntos Econômicos Senado Federal 4/11/2009 Qual é a motivação do Projeto? Desavenças entre OPS e prestadores de serviços em

Leia mais

LEI N 588, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011.

LEI N 588, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. Pág. 1 de 6 LEI N 588, DE 27 DE SETEMBRO DE 2011. ALTERA A LEI N 302, DE 28/12/2001, QUE DISCIPLINA SOBRE A ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL DE ENSINO DO MUNICÍPIO DE CRUZEIRO DO SUL/AC E DÁ OUTRAS PROVIDENCIAS.

Leia mais

-0> INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 65, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012.

-0> INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 65, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012. -0> INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 65, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012. Dispõe sobre os critérios e os procedimentos para promoção, organização e participação da ANAC em eventos internos e externos. A DIRETORIA DA AGÊNCIA

Leia mais

RECOMENDAÇÃO CFM Nº 8/2015

RECOMENDAÇÃO CFM Nº 8/2015 RECOMENDAÇÃO CFM Nº 8/2015 Recomenda a criação, o funcionamento e a participação dos médicos nos Comitês de Bioética. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268,

Leia mais

Código de Ética da Psicopedagogia

Código de Ética da Psicopedagogia Código de Ética da Psicopedagogia O Código de Ética tem o propósito de estabelecer parâmetros e orientar os profissionais da Psicopedagogia brasileira quanto aos princípios, normas e valores ponderados

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO I V S E M I N Á R I O D E E X E C U Ç Ã O F I N A N C E I R A D E P R O J E T O S F I N A N C I A D O S C O M R E C U R S O S E X T E R N O S MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA imprimir Norma: RESOLUÇÃO Órgão: Conselho Federal de Medicina Número: 1980 Data Emissão: 07-12-2011 Ementa: Fixa regras para cadastro, registro, responsabilidade técnica e cancelamento para as pessoas

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO Nº 06/2013 DO CONSELHO DIRETOR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Institui o Programa de Apoio à Qualificação (QUALI-UFU) mediante o custeio de ações de qualificação para os servidores efetivos: docentes

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Fica alterado o Regulamento de Estágio Supervisionado do Curso de Psicologia, do. São Paulo, 26 de abril de 2012. RESOLUÇÃO CONSEACC/SP 04/2012 ALTERA O REGULAMENTO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE PSICOLOGIA, DO CAMPUS SÃO PAULO DA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. A Presidente do Conselho Acadêmico de Campus

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS

CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS CONCURSO PÚBLICO 09/2014-EBSERH/HU-UFMS ANEXO II DO EDITAL Nº 02 - EBSERH - ÁREA MÉDICA, DE 17 DE ABRIL DE 2014 RELAÇÃO DE EMPREGOS E REQUISITOS Código Especialidade Requisitos 801 802 Médico Alergia e

Leia mais

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES?

PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? VIII SIMPÓSIO MINEIRO DE INTERCORRÊNCIAS EM CIRURGIA PLÁSTICA OURO PRETO, 04 de abril de 2014 PUBLICIDADE E MARKETING MÉDICO NA ERA ELETRÔNICA: QUAIS OS LIMITES? EDUARDO SUCUPIRA Comissão de Marketing

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DEFESA ECONÔMICA - CADE Gabinete do Conselheiro Luís Fernando Rigato Vasconcellos Processo Administrativo nº. 08012.002153/2000-72 Representante: Associação dos Médicos de Santos Representada: Comitê de Integração de Entidades Fechadas de Assistência à Saúde CIEFAS, Associação Beneficente

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 815, DE 1995

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 815, DE 1995 1 COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA SUBSTITUTIVO AO PROJETO DE LEI Nº 815, DE 1995 (Apensados os Projetos de Lei nº 2.194, de 1996, nº 981, de 1999, nº 6.639, de 2002, nº 6.640,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADES DEL REY

REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADES DEL REY REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADES DEL REY Sumário Título I... 3 Das disposições Preliminares... 3 Título II... 4 Caracterização do Estágio... 4 Capítulo

Leia mais

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007

LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 LEI N 280 DE 18 DE SETEMBRO DE 2007 Súmula: Dispõe sobre o Sistema de Controle Interno Municipal, nos termos do artigo 31 da Constituição Federal e do artigo 59 da Lei Complementar n 101/2000 e cria a

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO (TCC) DOS CURSOS DA FACULDADE DE ENGENHARIA REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DOS CURSOS DA FACULDADE

Leia mais