Apostila do módulo Diálogo Inter-religioso. Anexos Colégio A. Liessin Scholem Aleichem - Projeto Mafteach

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1 Anexos

2 Anexo 1: Jesus e o Judaísmo Quando a Hagadá de Pessach(Livro lido pelos judeus durante a festividade de Pessach) foi escrita (durante um longo tempo), os que a escreveram eram escravos. Mas não eram escravos do Faraó no Egito - isso já tinha acontecido mais de mil anos antes. Eram escravos de um rei muito pior, de um país muito mais poderoso e cruel: o Império Romano. E na época em que era escrita a Hagadá, o próprio Egito também era escravo do Império Romano. Então perguntamos: Por que passar o Sêder falando do Faraó e do Egito, se o inimigo na época era o Imperador de Roma? Ora, porque se a Hagadá falasse de Roma, todos os que a escreveram e todos os que a lessem na noite do Sêder seriam assassinados! Quando Roma conquistava um país, se as pessoas não estivessem gostando era melhor que ficassem caladas, ou então morreriam. Muitos mestres judeus morreram nessa época, porque ousaram falar e agir contra a tirania romana. Como morreu, naquela mesma época, um judeu que amava muito o seu povo - e queria libertá-lo, não só do jugo romano, mas de toda e qualquer escravidão: Jesus de Nazaré. Dizem que foi numa noite de Sêder igual a esta que os romanos vieram buscar Jesus para matá-lo, pois no seu Sêder Jesus certamente não estava falando só do Egito, mas também de Roma, e os romanos sabiam disso muito bem. Os romanos, assim, mataram Jesus, mas não mataram suas idéias. E suas idéias eram judaicas. Os seguidores de Jesus levaram essas idéias com eles, modificaram-nas e as espalharam entre os muitos povos do Império Romano. Naquela época muitos eram os escravos no Império Romano - escravos mesmo, sem direito algum, que os donos compravam e vendiam como se fossem animais. Os escravos de Roma gostaram muito das idéias de Jesus, que falavam de um Deus para o qual todos os seres humanos tinham o mesmo valor, para o qual todos eram dignos de respeito e merecedores de plena dignidade humana, e para o qual não havia diferença alguma entre as pessoas, a não ser entre os bons e os maus, entre os justos e os injustos. Brancos ou pretos, ricos ou pobres, senhores ou escravos, cultos ou ignorantes, aos olhos desse novo Deus, que até então só os judeus conheciam, todos eram humanos - e mereciam o mesmo respeito. Os escravos de Roma converteram-se, então, em grande número a essa nova religião, e seu número cresceu, até que a população de Roma, e o próprio Imperador, converteram-se a ela. Não era mais possível, assim, continuar dizendo que os romanos haviam matado Jesus. E então a culpa toda pela morte de Jesus foi lançada sobre os judeus. Um grande ódio cresceu entre os cristãos e os judeus, um ódio que durou até os nossos dias, e pelo qual nosso povo sofreu terrivelmente nos últimos dois mil anos. Mas há quarenta anos o Papa João XXIII finalmente permitiu que a justiça voltasse a reinar, e declarou os judeus completamente inocentes de todas as acusações que há tantos séculos pesavam sobre eles. Começou então um novo tempo, em termos religiosos. Os judeus mataram Cristo? Segundo a própria Igreja Católica, Jesus veio ao mundo para, com o seu sacrifício, redimir toda a humanidade pecadora. Portanto, este era o seu destino e não podem existir culpados por seu sacrifício a não ser a própria humanidade pecadora. Jesus de Nazaré nasceu, educou-se e morreu como Judeu na Judéia. Segundo os Evangelhos, documentos escritos em diversas épocas, a partir de 30 anos após a sua morte, Jesus propagava uma nova atitude, mais humana, para os padrões da época, mais respeitosa, com amor e fraternidade entre todos. Lutou contra a moral e as práticas de seu tempo, incluindo as praticadas por um grupo de sacerdotes judeus que administravam o Templo de Jerusalém, liderados pelo sacerdote Caiphás, nomeado

3 pelos dominadores romanos, sob o comando, na época, de Poncio Pilatos. O comportamento de Caiphás é duramente criticado no Talmud. A intenção do Evangelho, retratado por Mel Gibson, em seu filme, transforma o apoio e a pressão a Pilatos na condenação de Jesus, numa ação direta dos judeus, passando a imagem de uma culpa coletiva de todo o povo judeu, para sempre. Conforme diz o reverendo Eugene Fisher, diretor da Comissão Inter-religiosa dos Bispos Católicos dos EUA a posição da Igreja é que houve alguns judeus envolvidos, mas de maneira nenhuma se pode culpar todo o povo de Jerusalém, menos ainda a todos os judeus daquela época, e muito menos aos judeus de hoje pela morte de Jesus. Do mesmo modo seria descabido culpar os romanos ou os italianos de hoje pela morte de Jesus. E, em 1965, a Igreja Cristã, sob o papado de João XXIII, emite um documento histórico, a `Nostra Aetate`- `Sobre as relações da Igreja com as Religiões Não-Cristãs, declarando que `A Igreja reprova qualquer perseguição contra os homens, consciente do patrimônio comum com os judeus, e impulsionada não por razões políticas, e sim pela caridade religiosa evangélica, deplora os ódios, perseguições e manifestações de antisemitismo de qualquer tempo e pessoa contra os judeus. E mais ainda, Cristo, como sempre professou e professa a Igreja, abraçou voluntariamente e movido por uma imensa caridade, sua paixão e morte pelos pecados de todos os homens, para que estes consigam a salvação. Para a realização do Concílio Vaticano II ( ), foram cuidadosamente estudados os textos da Igreja e inclusive analisados à luz da história. A posição oficial da Igreja Católica é do documento `Nostra Aetate`- `Sobre as relações da Igreja com as Religiões Não-Cristãs`, elaborado pelo Concílio Vaticano II, assinado pelo papa João XXIII, em Desde então, vem sendo desenvolvido um esforço conjunto de diálogo cristão judaico, inclusive no Brasil, onde existem em diversos estados os Conselhos de Fraternidade Cristão-Judaicos. O próprio papa João Paulo II, foi o primeiro pontífice a visitar a Sinagoga de Roma, em 1986, onde se referiu ao povo judeu como nossos irmãos maiores na fé de Abrahão. Mais recentemente, o papa fez questão de reafirmar sua firme condenação ao racismo e ao anti-semitismo`. Mas Jesus, os apóstolos, o povo, todos eram judeus. Jesus nasceu e morreu como judeu. Foi um dos milhares de judeus crucificados pelos romanos no período em que o Império Romano dominou a Judéia, a qual posteriormente denominaram de Palestina, para que deixasse de ser conhecida como terra dos judeus. Roma invadiu a Judéia no ano 68 AC. O povo judeu se opunha à dominação romana. Dentre as restrições das liberdades impostas aos judeus, os romanos não lhes permitiam julgar causas graves e não podiam aplicar a pena de morte por nenhum tipo de delito. Por outro lado, a crucificação era aplicada somente pelos romanos e tinha como objetivo castigar o culpado e ameaçar o restante do povo. Estes dados podem ser comprovados em qualquer livro de história. O julgamento de Jesus aconteceu na sede do poder romano e a pena máxima foi decidida por Poncio Pilatos, truculento governador da Judéia que no filme aparece como fraco, influenciável e sem expressão. Ao longo dos 10 anos de governo de Pilatos na Judéia, abrangendo os ministérios de João Batista e Jesus, eclodiram várias rebeliões contra o jugo romano. Aliás, a resistência dos judeus, centrada na defesa do monoteísmo, e que se contrapunha, com repúdio, aos deuses romanos, emblemas do poder de Roma, se prolongaria até ao ano 135 a.c. A última das revoltas, liderada por Bar Kochba, foi literalmente esmagada pelo poder romano, sendo a população de Judéia escravizada, e

4 levada em cativeiro para Roma. Numa Judéia vazia, com o nome trocado para Palestina, a Cidade Santa de Jerusalém passou a se denominar Aelia Capitolina, cheia de ídolos, sendo proibido o culto do monoteísmo, sob pena de morte. O renomado filosofo Philo, em `De Legione ad Lauim`, 38, narra que Pilatos foi o primeiro dos procuradores de Roma a violar, na Judéia, o costume do império de respeitar as religiões seguidas pelos povos subjugados. Logo que chegou, o procurador tratou de introduzir na Cidade Santa de Jerusalém as insígnias militares com as imagens divinizadas do imperador Tibério, emblemas do poder romano, embora soubesse que tal manifestação de idolatria fosse uma abominação à consciência monoteísta dos judeus. A forte reação que se seguiu, ofendeu profundamente a Pilatos, ainda mais por que o obrigou a retirá-los para Cesaréia. Para estupefação e revolta geral da população da Judéia, Pilatos assaltou o tesouro do Templo, onde se recolhia o dizimo dos fiéis, a pretexto de que necessitava de recursos para construir um aqueduto. Sabendo do protesto que viria, o procurador infiltrou seus soldados disfarçados na multidão de manifestantes; a um sinal dado, a soldadesca se abateu sobre ela, provocando terror na população da Judéia (Marx Golgher). Jesus foi acusado de não reconhecer o caráter divino do Imperador romano, um delito político e não religioso. Aos olhos dos romanos era um revolucionário que se dizia `Rei dos Judeus`, e isto eles não podiam permitir. Os romanos escolhiam a dedo os governadores e não admitiam reis que não fossem indicados por eles. Há registros, que, durante o período de vida de Jesus na Judéia, cerca de presos foram crucificados pelo poder romano. A história romana conta que jamais o povo pode escolher o destino dos sentenciados em assembléias públicas. Os romanos evitavam concentrações de massas devido ao perigo latente de rebelião. Um dos mais renomados historiadores romanos, Tácito, nos Anais, ano 109, XV, 44, ano 64, ao descrever a brutal repressão aos cristãos pelo imperador Nero, acusados de serem os culpados do incêndio de Roma, narra que as vítimas se proclamavam prosélitos de Cristo, o Messias que foi condenado à morte pelo procurador Pilatos, no reino de Tibério

5 Anexo 2: O pedido de desculpas Na Europa Oriental pogroms - massacres de judeus seguiram-se às cerimônias da sexta-feira Santa, quando os cristãos relembram a Paixão de Cristo. Esta foi a base de perseguições gigantescas aos judeus desde as Cruzadas até as matanças de judeus no século XIX. Foi um dos pilares da Santa Inquisição que assassinou 1/3 dos judeus da Espanha, fazendo com que outro terço fugisse e o restante fosse convertido à força ao cristianismo. Foi, também, cultivada pelo nazismo e acompanhou grupos de choque e a propaganda anti-semita na América Latina (Bernardo Kligsberg). A intenção da comunidade judaica nunca foi a de cercear a liberdade de expressão, mas a preocupação da retomada de antigos estereótipos, após centenas de anos de luta para sua superação. João Paulo II é mais que simplesmente um conservador e devoto líder da Igreja tentando desesperadamente lutar contra a secularização com valores e convicções ultrapassadas. Ele é também um homem que tem a coragem de atacar temas altamente delicados sobre o passado de Igreja. Em 1998, ele pede publicamente perdão pelo papel dúbio que a Igreja Católica desempenhou durante o Holocausto. Pede perdão aos judeus pelo comportamento da Igreja no Holocausto. Afirma que faltou aos cristãos "resistência espiritual" para fazer frente ao massacre nazista. Ele reconhece publicamente os erros cometidos no passado, desde as atrocidades ocorridas durante as Cruzadas até a intolerância da Igreja para com outras religiões. Ele demonstra coragem ao visitar a Terra Santa em No Ano Santo do Jubileu, celebração dos anos do nascimento de Cristo, pede novamente perdão por erros cometidos pela Igreja, citando as Cruzadas e a Inquisição. Vai a Israel. A visita, histórica, inclui o Museu do Holocausto e o Muro das Lamentações. Ele demonstra sua sincera simpatia para com as vítimas do Holocausto de um lado e, de outro, suas preocupações com os palestinos e sua situação turbulenta. Um ano depois ele foi o primeiro papa a visitar uma mesquita durante sua visita a Damasco. No templo muçulmano ele pregou maior tolerância e reconciliação entre cristãos e muçulmanos

6 Anexo 3 Od Iavó Shalom/Salam Iavó shalom aleinu Iavó shalom aleinu Od iavó shalom aleinu Veal kulam Salam Aleinu ve al kol haolam Salam, salam Ainda virá a Paz(hebraico)/Paz(árabe) Virá a paz sobre nós Virá a paz sobre nós Ainda virá a paz sobre nós E sobre todos Paz Sobre nós e sobre todo o mundo Paz, paz. Anexo 4 SHIR LA SHALOM (Canção da Paz) Tnu lashemesh la'alot aboker leha'ir Hazaka shebatfilot Otanu lo takhzir. Mi asher kava nero Uve'afar nitman Bekhi mar lo ya'iro Lo yakhziro lekan. Ish otanu lo takhzir Mibor takhtit afel Kan lo yo'ilu Lo simkhat hanitzakhon Velo shirei halel Lakhen rak shiru, shir lashalom, Al tilkhashu t'fila Mutav tashiru, shir lashalom Bitze'aka gdola. Deixe o Sol subir Dar luz à manhã A mais pura benção Não nos trará de volta Aquele cuja vela se apagou E no pó foi enterrada O choro amargo não acordará E não o trará para cá Ninguém nos trará De um canto morto e escuro Aqui, nem a alegria da vitória Nem canções enaltecedoras ajudarão Então Apenas cante uma canção pela paz Não sussurre uma prece Apenas cante uma canção pela paz Em um grito alto Tnu lashemesh lakhador Miba'ad laprakhim. Al tabitu le'akhor Hanikhu laholkhim Se'u eynayim betikva Lo derekh kavanot Shiru shir la'ahava Velo lamilkhamot Al tagidu yom yavo Haviu et hayom Ki lo khalom hu Ubekol hakikarot Hari'u lashalom Letra da música encontrada no bolso de Yitzhak Rabin, Em 4 de Novembro de 1995, nesse ato feito em nome da paz, em Tel Aviv, cujo lema era Sim à paz, não à violência, Rabin foi assassinado por um extremista judeu chamado Ygal Amir. Amir não concordava com os termos assinados por Rabin nos acordos de paz. Rabin morreu aos 73 anos, manchando de sangue a letra da música que acabara de cantar ao se despedir da população no fim do ato: Shir La Shalom (Canção da Paz). Deixe o sol penetrar por entre as flores Não olhe para trás Deixe irem os que partiram Levante seus olhos com esperança Não através da mira de um rifle Cante uma canção para o amor E não para as guerras Não diga que o dia virá Traga o dia Porque não é um sonho E em todas as praças Torçam pela paz

7 Anexo 5 O ÚLTIMO DISCURSO DE RABIN "Permitam-me dizer que estou profundamente emocionado. "Eu quero agradecer a cada um e a todos vocês, que vieram aqui hoje manifestar-se contra a violência e a favor da paz. Este governo, que eu tenho a honra de dirigir ao lado de meu amigo Shimon Peres, decidiu dar uma chance à paz - uma paz que resolverá a maioria dos problemas de Israel. "Eu fui um militar durante 27 anos. Lutei enquanto não havia chances para a paz. Eu acredito que agora existe uma chance para a paz, uma grande chance. Nós precisamos aproveitá-la pelo bem daqueles que aqui estão, e também pelo bem daqueles que não estão aqui - e existem muitos deles. "Eu sempre acreditei que a maioria das pessoas quer a paz e está pronta para assumir riscos para a paz. Ao virem aqui hoje, vocês demonstram que, junto àqueles muitos outros que não vieram, as pessoas realmente desejam a paz e se opõem à violência. A violência destrói a base da democracia israelense. A violência deve ser condenada e isolada. "Este não é o modo do Estado de Israel. Numa democracia pode haver diferenças, mas a decisão final será tomada em eleições democráticas, como as eleições de 1992 que nos deram o mandato para fazermos o que estamos fazendo e para continuarmos este curso. "Eu quero dizer que estou orgulhoso do fato de representantes de países com quem estamos vivendo em paz estão presentes conosco aqui, e continuarão a estar aqui: Egito, Jordânia e Marrocos, que abriram a estrada da paz para nós. Eu quero agradecer ao Presidente do Egito, ao Rei da Jordânia e ao Rei do Marrocos, representados hoje aqui, pela sua parceria conosco em nossa marcha a caminho da paz. "E, mais do que qualquer outra coisa, nos mais de três anos de existência deste governo, o povo de Israel provou que é possível fazer a paz, que a paz abre portas para uma melhor economia e sociedade; que a paz não é somente uma bênção. "A paz é a primeira de todas em nossas rezas, mas também é a aspiração do povo judeu, uma aspiração genuína pela paz. "Há inimigos para a paz que estão tentando nos ferir, para bombardear o processo de paz. Eu quero dizer, diretamente, que nós encontramos um parceiro para a paz entre os palestinos também: a OLP, que era um inimigo, e que deixou de se engajar no terrorismo. Sem parceiros para a paz, não pode haver paz. "Nós demandaremos que eles façam a sua parte para a paz, assim como nós faremos a nossa parte para a paz, com o intuito de resolver o aspecto mais complicado, prolongado e carregado emocionalmente do conflito árabe-israelense: o conflito palestino-israelense. Este é um caminho carregado de dificuldades e dor. "Para Israel, não há caminho sem dor. Mas o caminho da paz é preferível ao caminho da guerra. "Eu digo isto a vocês como um militar, alguém que é hoje o Ministro da Defesa e vê a dor da família dos soldados do Tzahal. Por eles, por nossos filhos, no meu caso, por nossos netos, eu quero que este governo exauste todas as aberturas, todas as possibilidades, para promover e atingir uma paz completa. Até mesmo com a Síria será possível fazermos a paz. "Este esforço deve mandar uma mensagem ao povo de Israel, ao povo judeu ao redor do mundo, às muitas pessoas no mundo árabe e, de fato, ao mundo inteiro, de que o povo de Israel quer a paz, apóia a paz. "Por isso, obrigado." Ytzhak Rabin

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