Gastronomia: Os sabores da Cidade Imperial Vem aí o IX Petrópolis Gourmet

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1 A Revist d Cultur e do Turismo Rio de Jneiro Novembro 2009 Distribuição Grtuit Nº 09 Confir Progrmção Culturl Gstronomi: Os sbores d Cidde Imperil Vem í o IX Gourmet pág. 08 Tesouros d Arquitetur: Cs d Ipirng pág. 5 Entrevist: Cludi Mscrenhs pág. 10 Serent: Poesi cntd o lur pág. 12 [ + ] Quem foi Brão do Rio Brnco pág. 14

2 Gng Zumb liberdde Editoril centro culturl músic Zumbi Consciênci Negr Lei Áure liberdde negros Dom Pedro I bolicionists Houve um temp o em que lut pel b o l i ç ã o d escrvidão no Brsil er contd dndo-se ênfs e pen s um ldo dess Históri, ssim com H miúscul o. Podemos chmá-l d e versã o oficil em que prece m como figurs de pro Princes Isb el, Dom Pedro I I e o próprio Dom Ped ro I. E ste últ imo, em rtigo publicd o sob pseudônimo em jornl d é poc, mnifest v s u posiçã o contrár i firmndo qu e escrvidão corrom pi não só o escr vo, m s tmbém o senho r. Pedro II deixv clro que se u mel hor presente em su s visit s às fzend s Brsil for er lforr i de grup os de escrvos. Noss Isbe l foi mis que txti v : Mil tronos houver, mil tron os perderi s e ess e fosse o pre ço d libertção de um r ç. Form, de fto, lém do discurso n s medids e leis bolicionis ts. T nto ss im o foi qu e não mis que 5% ds pessos d e origem fricn ind er m escrvs qundo Le i Áur e foi ssin d em E não foi um lut fácil d fmíli im peril contr bo p rte d clsse dirigente escrvo crt. É importnt e que se dig. A outr versão, m is re cente, se insurge contr nterior chm ndo t enção p r o ft o h istórico d rebelião d os negros des de o início do s tempos coloniis, ind n o século XVI I. Acusv primeir vers ão de omit ir lut heróic do pov o negro po r su l iberdde. Tudo se pssv como um me ro t o de liberlid de do nd r de cim, digmo s ssim. Pior: er com o s e os negros tivessem ceitd o escrvidão com um titud e de pssividde. Nd mi s equivocd o. Os quilombos, queles territórios li vres onde os fricnos se utogovernv m, dtm do século XVI I. Em P lmres surge m s grndes fi gurs de Zumb i e Gn g Zumb, que preferirm mor te à escrvidã o. Com mior ou menor intensidde, os quilombos, o grit o de liberdd e dos negro s, mrcrm noss histór i o longo do s temp os coloniis e tmbé m durnte o período pós- i t é No Leblo n, birr o d o Rio independênc de históri Princes Isbel históri pintur Semn d Consciêni Negr : Abolicionist Jneir o, pouco ntes d boliç ão, hvi um quilo mbo em que erm produzids cmélis envids diriment e à Princes Isbe l. Ess bel flo r identificv os bolici onists, que ostentvm n lpel. Qu l d s versões estri de ft o contndo históri r el do que se pss ou em nosso pís? N verdd e, s du s se complemen tm. A vi são mis equilibrd dess epopei n ão se explic se m levr em cont s dus versões. E ss síntese, que vem sendo reconhecid cd vez mis, f z justiç históric às forçs que s e somr m em direção à liberdd e de nossos irmã os de origem fricn. Coube ele s ppel fundmentl n gerção de riquezs oriunds d o çúcr e d o cfé que mrcr m três séculos de noss históri. Lei Áure litertur mod No m ês de novembro, ce lebrmos Se mn d Consciênci Negr. Est semn vloriz contribuição fricn à civilizçã o brsileir trvés de eventos e plestrs num trblho de resgte d utoe stim negr e mesmo brsileir. Com o M uhmmd Ali (Cssiu s C ly), estmos proclmnd o pleno s pulmõe s Blck is bet iful ( Preto é boni to ). Noss Petrópo lis, tão intimment e ligd à s figur s de Ped ro I, Pedro II e d redentor Isbe l, como semp re, foi pioneir lforrind o os úl timos 103 escrvos d cidde, no Pláci o de Cr istl, e m 1º de bril de 1888, ntes do 13 de mio. Dom Pedro I No cmpo ds titudes práti cs, erm fmoss s cminhds por noss s rus de Pedro II com o engenhe iro negro André Rebouçs, bolsist do imperdo r. Sentd os ldo ldo, com s perns esticds poid s sobre um mesinh, mntinh m o qu e chmv m de convers d e me ricno. Abordv m, de igul pr igul, os mis diver sos ssuntos. Esse exemp lo de respeito mú tuo entre um brn co e um negro frutifico u ns visits qu e fmílis negrs e de colono s lemães pssrm se f zer n quele tempo. Que es s trdição de convivênci civilizd se mntenh e se profu nde em noss imper il, democrátic e b olicionist precoce. Consciênci Negr Zumbi quilombo Equipe Revist o grito de liberdde dos negros Mil tronos houver, mil tronos perderi se esse fosse o preço d libertção de um rç A Revist d Cultur e do Turismo 03 Dom Pedro II

3 Texto e fotos: Isbel Lisbo CASA DA IPIRANGA Tesouros d Arquitetur Tesouros d Arquitetur: Cs d Ipirng 0 5 Entrevist: Cludi Mscrenhs 1 0 Bisbilhotec: Brão do Rio Brnco 1 4 Cp: : Trdição Gstronômic 0 8 Serent: Músic como ntigmente 1 2 ENCARTE COM A PROGRAMAÇÃO CULTURAL DO MÊS DE NOVEMBRO SUA AGENDA DE CULTURA E TURISMO José Tvres Guerr er filho do Comenddor Luiz Tvres Guerr, importnte exportdor de cfé e, por sugestão de seu pdrinho, o Brão de Muá, ind crinç foi mnddo à Europ. Morou n Alemnh e os oito nos foi pr Inglterr, onde permneceu té os 18. Voltou o Brsil pedido d mãe pós morte de seu pi. Ao vê-l tomd de um grnde tristez, decidiu construir cs como form de distrí-l e esquecer solidão. O projeto rquitetônico foi crido pelo próprio finncist e colocdo em prátic pelo engenheiro lemão Krl Spngenberger. Em estilo Queen Victori, possui slões de fests com lustres frnceses réplics do Plácio de Verslles, n Frnç - espelhos de cristl belg, lreirs de mármore de Crrr e cerc de 300 pinturs distribuíds por todos os cômodos d cs. Foi primeir cs em ter luz elétric, em A prte mis curios está em seu exterior. Os ldos ssimétricos, que conferiu cs o pelido de Cs dos Sete Erros, foi inspird em um rtigo escrito pelo inventor d fotogrfi, o frncês Joseph Nicéphore Niépce, onde ele dizi que belez do rosto humno er medid pel su ssimetri. Qunto mis diferente um ldo do outro, mis Assimetri em busc d perfeição Construíd em 1884 pelo finncist José Tvres Guerr, Cs d Ipirng sempre despertou curiosidde entre os turists e mordores de. Com 125 nos, propriedde continu prticmente intct está entre s qutro css privds em estdo originl do século XIX no Brsil, segundo o Ministério d Cultur - gurdndo entre sus predes um bel históri de mor. perfeito seri. Pr Tvres Guerr perfeição estv n diferenç. Homem do mundo, durnte tod su vid, trouxe de sus vigens detlhes pr embelezr ind mis su cs. Excelente desenhist retrtv o que vi e repssv o pintor Crl Schäefer que, durnte dez nos, trblhou pr Tvres Guerr pintndo verddeirs obrs de rte ns predes e tetos d cs. Este costume fez com que o teto do slão de músic se trnsformsse em um verddeiro álbum de vigens. Ric em todos os detlhes, tmbém fzem prte d decorção elementos místicos e mçônicos, lém de ter sido tod construíd n filosofi do Feng Shui, o que er inédito pr époc. Os njos tmbém estão por tod prte, lguns com os rostos de seus filhos. Em seu terreno, Cs d Ipirng ind gurd outrs preciosiddes. O jrdim lev ssintur do pisgist e botânico Auguste Glziou, d Cs Imperil, sendo o único em estdo originl do Brsil. Ao ldo d residênci ind há um cocheir em estilo Germânico, primeir construção em possuir um relógio de torre e onde, tulmente, funcion um resturnte. A R E V I S TA D A C U LT U R A E D O T U R I S M O PREFEITURA MUNICIPAL DE PETRÓPOLIS Prefeito: Pulo Mustrngi FUNDAÇÃO DE CULTURA E TURISMO DE PETRÓPOLIS Diretor-Presidente: Chrles Rossi JORNALISTA RESPONSÁVEL Isbel Lisbo (MTB /SP) TEXTOS: Eline Mciel e Isbel Lisbo DESIGN GRÁFICO: Betriz Glvão IMPRESSÃO: Editor e Gráfic Sumúm CENTRO DE CULTURA RAUL DE LEONI: Prç Visconde de Muá, Centro Tel.:(24) Site: TIRAGEM: exemplres Centro Culturl Cs d Ipirng Abert à visitção desde 2006, Cs d Ipirng tmbém oferece c o n c e r t o s m u s i c i s, t e t r o, exposições e workshops trvés d ONG Cs d Ipirng, presidid por Celso Vieir de Crvlho, bisneto de José Tvres Guerr. Cs d Ipirng: Abert à visitção de quint terç-feir ds 12h às 18h - Ingresso: R$ 6,00 - End.: Avenid Ipirng, 716 Centro Mis informções: (24) Site: - E-mil: Todos os domingos, pr crinçd, contece A Hor do Conto com triz Rose Assis. No terceiro sábdo de cd mês, concertos musicis clássicos e populres. E prtir deste mês, quem visitr Cs poderá ind conferir um exposição de móveis e brinquedos do século XIX. Imperdível! A Revist d Cultur e do Turismo 05

4 Centro de Cultur de Nogueir rebre sus ports Foto: Divulgção Estções Culturis HIP-BOI 10 nos de grr, emoção, sngue, suor e pixão Em comemorção os 10 nos de existênci d modlidde e do estilo de dnç Hip-Boi, o grupo fz presentção especil nos dis 26 e 27 de novembro às 20h30, no Thetro D. Pedro. Um show de belez, legri e mgi, relembrrá s coreogrfis que mrcrm este trblho pioneiro n região sudeste. A Prefeitur Municipl, trvés d Fundção de Cultur e Turismo, reinugurou no di 04 de outubro, o Centro Culturl de Nogueir. A inicitiv, que contou com o poio do Proturno, fz prte do projeto Estções Culturis, que vis trnsformr s ntigs estções ferroviáris em centros pr levr rte, oficins, músic, exposições, entre outrs tividdes, os distritos de. O Centro de Cultur de Nogueir é segund estção ser bert novmente à comunidde. Em junho, pós um longo período destivd, o Centro de Cultur Celin de Oliveir Brbos,n Estção de Pedro do Rio voltou brir sus ports e, em pens qutro meses de funcionmento, já cont com mis de 400 lunos inscritos em seis cursos totlmente grtuitos. Além d exposição permnente sobre históri d estção, o Centro de Cultur de Nogueir oferece tmbém escol de rtesnto, uls de xdrez, cursos de reciclgem, plestrs e eventos culturis diversos, como s Trdes Literáris e exposições de rtists locis. O Centro de Cultur de Nogueir funcion de terç domingo ds 9h às 18h. Os figurinos, cenário e iluminção são os grndes destques d presentção que levou o grupo conquistr o tetrcmpeonto como Melhor Grupo de Dnç de, no Prêmio Os Melhores d Arte, Cultur e Lzer de, Edições 2006, 2007, 2008 e O Hip-Boi tmbém é vencedor de Prêmios Ncionis e Interncionis em Concursos de Dnç. Errmos: N seção Bisbilhotec d Edição 08, trocmos o nome d venid Impertriz por Sete de Setembro e informmos, erronemente, o nome d Acdemi Brsileir de Poesi / 2016 Perspectivs pr o nosso Turismo Promovido pel Prefeitur Municipl, o Seminário 2014 / 2016 Perspectivs pr o nosso Turismo, conteceu no di 23 de outubro, no Thetro D. Pedro, e debteu s proposts e diretrizes do Turismo que cpcitrão pr proveitr s oportuniddes oferecids pel Cop de 2014 e s Olimpíds de 2016, com vists promoção do desenvolvimento d cidde. N ocsião, form presentds todos os prticipntes, propost do novo Plno Diretor de Turismo (Plno Imperil). A propost está bert à nálise prticiptiv de tod sociedde no site Quem quiser envir proposts e sugestões pode preencher o formulário que tmbém está disponível no site ou diretmente n FCTP Prç Visconde de Muá, 305 Centro, té o di 23 de novembro. Conferênci Municipl de Cultur Aconteceu nos dis 21 e 22 de outubro, no Thetro D. Pedro, I Conferênci Municipl de Cultur, que teve como objetivo, colher sugestões e diretrizes d sociedde civil pr consubstncir o Plno Municipl de Cultur, dequndo o Sistem Ncionl de Cultur, crido pelo MINC. O Sistem busc integrção ds ções e polítics culturis entre o governo federl, o estdo, os municípios e sociedde em gerl. N ocsião, form eleitos os delegdos que irão representr n Conferêncis Estdul (no di 15 de dezembro). Semn d Consciênci Negr Em comemorção o Di d Consciênci Negr, celebrdo no di 20 de novembro, Prefeitur Municipl de, trvés d Fundção de Cultur e Turismo, promove de de novembro um semn inteir com um série de eventos comemortivos. A cidde será invdid, em vários locis, por um série de eventos grtuitos com muit músic, dnçs folclórics, cinem, plestrs e exposição, homengendo e mostrndo um pouco mis d cultur negr à populção. Pr sber onde e qundo tudo contece, vej noss progrmção culturl. 06 A Revist d Cultur e do Turismo A Revist d Cultur e do Turismo 07

5 A Art e d e Bem Comer e d e Bem Viver Mjóric Les Roches Solr do Império Ns Nuvens Il Perugino 08 P Texto: Eline Mciel Fotos: Bruno Mrgiott etrópolis e gstronomi combinm, e não é de hoje. Antes mesmo d fundção d cidde, trdição já se nunciv, pels mãos lborioss de nosso primeiro grnde empreendedor: o Pdre Corrê. Em su fzend, loclizd no tul distrito de Corrês, o Pdre criou um pomr com grnde produção de frutos típicos de clim temperdo, como crvos, figos, jbuticbs, uvs, pêssegos, mçãs e mrmelos. Tmbém plntv cfé e milho. Muits ds muds e sementes utilizds vinhm d Europ e se dptrm bem o nosso clim serrno. A produção d fzend dos Corrê er disputd n Corte: lgo que surpreendi, nqueles primeiros nos do séc. XIX nos quis s distâncis erm multiplicds pels dificulddes de trnsporte e pel usênci ds moderns tecnologis de conservção. Com formção do perfil ristocrático d cidde, os nobres trouxerm consigo os hábitos d bo mes: e do requinte o receber., com su trnquilidde própri, convidv chmr os migos, à noite, pr jntres nimdos e reconfortntes rodds de cfé colonil e vinho, no inverno - ou pr grdáveis recepções nos jrdins e vrnds, ns trdes clrs de verão. Em tods ests ocsiões, qulidde do serviço er enriquecid pelo puro no prepro e pelos limentos frescos, vridos e de bo qulidde produzidos qui mesmo, n região. Pr tornr este cldo ind mis enriquecido, cidde logo se tornri herdeir dos roms e sbores de lgums ds mis precids culináris interncionis. À origem portugues e fricn, customizd com nossos produtos regionis, somrm-se os centos germânicos, cujos pioneiros trouxerm consigo trdição dos embutidos e limentos defumdos, torts, pães, geleis e outrs conservs; e do prepro especil de peixes de águ fri, como s truts, dentre outrs iguris. Como região d Germâni de onde vierm nossos imigrntes veio compor, mis trde, não pens tul Alemnh ms bo prte d Frnç, tmbém colocmos em noss cozinh os queijos, temperos finos, mnteig e o creme de leite, em sus vrids tentções. D Itáli, gnhmos substncios not ds msss, crnes e molhos enriquecidos. E, logo depois, vierm os sbores exóticos d Arábi e d Ási. Com tudo isso, costummo-nos gregr os nosso cotidino muito do requinte delicdo de cozinhs regionis e ncionis que, hoje, são indiscutivelmente considerds s mtrizes d lt gstronomi mundil. A Revist d Cultur e do Turismo Bordeux Os nos pssrm; vocção se instlou: e virou um grnde negócio e um dos nossos principis trtivos. Diversidde, qulidde e um time de Chefs renomdos fzem de o 5º melhor pólo gstronômico do pís. O clim privilegido e o cultivo de produtos de primeir linh - hortliçs especiis, ervs fins, truts, escrgots, cogumelos, msss rtesnis, doces, entre outros cbrm por trir profissionis que instlrm seus bistrôs e resturntes n cidde. Logo, s regiões de Itipv, Corrês, Nogueir, Vle Florido, Arrs e Vle ds Videirs formrm o renomdo Vle dos Gourmets : um lugr onde comer bem, num mbiente conchegnte e compnhdo de um excelente vinho tmbém é, cim de tudo, um excelente progrm turístico. A gstronomi tmbém contribuiu pr fzer, de, um dos 65 municípios indutores do Turismo Regionl, e pr que o Ministério do Turismo escolhesse o município pr ser um dos qutro do pís lnçr o Progrm Cminhos do Sbor. Por tudo isso, const em dois dos mis importntes guis do setor: o interncionl Michelin e o ncionl Qutro Rods. Nosso pólo gstronômico está gnhndo proporções tão significtivs que Associção Brsileir de Bres e Resturntes, Abrsel, presente em 27 estdos do pís, instlou su nov sede em. A motivção foi oportunidde crid com o progrm Cminhos do Sbor, do Ministério do Turismo, o que fez com que Abrsel- já nsç com missão de tur em ções próturismo e gstronomi do Brsil, com um foco especil em nosso potencil. E não é pr menos, se pensrmos que se trt de um setor que represent, tulmente 2,4% do PIB brsileiro. Além disso, como o hábito de limentção for de cs é crescente e corresponde 26% dos gstos dos brsileiros com limentos, Abrsel- já envolveu, em bril deste no, 14 resturntes d região no IV Festivl Brsil Sbor: dentre eles, o Solr Fzend do Cedro, Pousd Príso Açu, Don Bistrô, Ti Ti Resturnte, Tmbo los Incs e o Oliveirs d Serr. Mis um motivção pr subir e serr proveitr o que de melhor cidde tem IX Petróp olis Gour met: o melhor de noss gstronomi, em lt o estilo Entre os di s 12 e 22 de novembr o, contec e non edi ção do Gou rmet, o mis fmos o festivl gstr onôm i co d Regi ão Serr n. Excelente oportunid de pr degust r o s me lhore s pr tos, pre pr do s especilment e p or Chefs renomd os, o event o, est e no, homengei o no d Frnç no Brsil e oferece menu s inspird os num tem, no mínimo, petitos o: O reflexo d Culiná r i Frnces n Cid de Imperi l. Dest form, l ém do Concur so Gstronômic o, ds trções culturis pr tods s idd es, cursos e oficin s gstronômi cs, o P e t r ó p o l i s G o u r m e t t m b é m proporcionrá à Frnç oportunidde de presentr s diferentes influêncis de su cultur culinári, q ue frutificr m p or qu i. Csmento perfeito de Cultur oferecer. E esticr estdi em volt d mes, comprtilhndo e comemorndo s bos coiss d vid: um direito que, finl, não foi imgindo pens pr o desfrute d nobrez. Tnkmn e Gstron omi, o Gourme t e stá pronto rece ber todos os turists e visitntes interessdos em vij r pels experiêncis únics que pode m se r oferecids po r noss o r ico unive rso gstronômic o. P or i sso, co nvém just r gend, e preprr o pld r : um experiê nci inesquecíve l de b om gost o, em todos os sentidos, está espernd o p or voc ê, n Cid de Imperi l. A Revist d Cultur e do Turismo 09 Confir progrmção complet no site: www. petropolisgourmet.com.br

6 Entrevist Foto: Divulgção Cludi Mscrenhs Em meio lt gstronomi de, um Chef se destc com prtos inspirdos n gstronomi Imperil. Delícis que mesclm cozinh trdicionl com contemporâne e trzem o toque especil ds iguris de. Desde 2005 à frente do Resturnte Impertriz Leopoldin, no Hotel Solr do Império e do Tnkmn, Chef Cludi Mscrenhs cont como se pixonou, há mis de 20 nos pel gstronomi. Revist - Como surgiu o seu interesse pel Gstronomi? Cludi Mscrenhs - Eu trblhv em tetro e estudv Comunicção, qundo decidi trncr fculdde pr estudr tetro em Nov Iorque. Pretendi ficr um no: fiquei 12. Lá, retomei fculdde e trblhei como correspondente d (extint) Mnchete. Aí veio o csmento e dois filhos. Decidi dr um prd no trblhr e, como tínhmos um cs num fzend for de Nov Iorque, pssei ficr longos períodos lá, cozinhndo, cozinhndo - e lendo livros de gstronomi. Qundo quis retomr vid profissionl pensei: E gor?. Eu tinh um mig que estv n mesm situção que eu, com filhos pequenos, etc., e então, começmos procurr lgo inédito, em Nov Iorque, no negócio de cozinh. Descobrimos que não hvi nenhum lugr que vendesse crepes. Decidimos, então, ir pr s feirs de ru, no verão. Foi sucesso bsoluto, té nos surpreendeu! A gente gnhv um grn, ms só trblhv no verão e er um trblheir insn, porque érmos feirntes, ou sej: mont brrc, desmont brrc... Então resolvemos, n cr e n corgem, brir um resturnte no Villge, birro super chrmoso d cidde. Um experiênci ótim! Durou três nos e foi tmbém um sucesso, com crítics elogioss no New York Times e em todos meios de comunicção importntes. Ms, como érmos inexperientes, só dispúnhmos de seis lugres: er impossível receber todos os clientes. Nisso, meu mrido foi conviddo pr trblhr em Portugl e nos mudmos pr lá. E em Portugl não prei mis, trblhei com doces e, o retornr o Brsil, continuei trblhndo com resturntes. RP - Quis são s influêncis que você trouxe dos Estdos Unidos? CM - Eu costumo dizer que Nov Iorque não é Estdos Unidos (risos). Lá você sofre influêncis ds cozinhs do mundo inteiro. Tem um dos melhores resturntes itlinos do mundo; e siáticos, jponeses, frnceses. Qundo eu morv lá, estv surgindo Cozinh de Fusão que, qui no Brsil, chmmos de cozinh Contemporâne, com grnde influênci siátic e frnces. Chmvm té de French Asin, ou sej, técnic frnces com ingredientes siáticos. E eu gosto muito dess mistur. Foto: Bruno Mrgiott RP - De onde vem su inspirção pr crir novos prtos? CM - De qulquer lugr. Quem trblh com isso, tem que ser muito pixondo. Penso nisso o tempo todo: meus livros de cbeceir, minhs converss, são sobre gstronomi. Às vezes, olho pr um feir, um plnt e me vem um prto. O Bclhu Pensdo n Cm, por exemplo, surgiu qundo eu e meu mrido morávmos em Nov Iorque: estávmos lendo o jornl de domingo e pensndo o que frímos pr o lmoço. RP - Você sberi dizer quntos prtos criou durntes estes vinte nos de crreir? CM - Não sei te dizer. Acho que mis de 300. RP - O que não pode fltr n su cozinh? CM - Eu digo que não pode fltr n minh vid (risos): lho, cebol, ervs e gengibre. Isso não pode fltr nunc! RP - Como você chegou à? CM - De volt o Rio, fui trblhr no Resturnte Guims e depois bri o Sítio Arqueológico, n Gáve. Nisso, me convidrm pr dr um consultori em Angr dos Reis e cbei fzendo isso pr cinco resturntes diferentes. Qundo o Solr do Império estv pr brir, o Roberto, dono do hotel, queri trzer um resturnte pronto. Eu fui recomendd como consultor e, como doro desfios, ceitei. Ms, no inicio, não entendi qul desfio seri (risos). Foi qundo eu soube que lugr seri berto em 15 dis: e nem cozinh pront hvi. Ms tudo siu bem e desde então estou qui. Sou pixond por e espero vir morr qui, ssim que meus filhos estiverem independentes. Foto: Divulgção Cordeiro Crocnte RP - N su opinião, o que fz com que sej um dos cinco mis importntes pólos gstronômicos do pís? CM - Um porção de coiss. Primeiro, por estr à um hor do Rio. As pessos não precism necessrimente se hospedr em pr comer qui. E o clim: nós temos s qutro estções qui, cois que no Rio não há. E esse clim, pede comid. Depois, há os fornecedores: doro trblhr com os dqui. Hoje em di, em, temos fornecedores mrvilhosos. Tem o Antenor e filhos com crne; o Sítio Humitá com s geleis; o Sítio do Moinho com os orgânicos; tem o Brejl inteiro; s truts... Acho que gente tem que dr forç os que trblhm perto de você. Isso é importnte tnto pr o meio mbiente, qunto pr indústri locl. RP- Qul é comid de? CM - Um vez prticipei de um plestr onde questionrm: qul er comid de? Uns postvm no croquete do Alemão; outros, n slsich. Anos depois, descobri: É Torrd! Em qulquer lugr do Brsil, el se chm Torrd. Ms té hoje não descobri su origem, embor dore pesquisr e estudr comid imperil. Bclhu Pensdo n Cm: Fusão entre Trdicionl e Contemporâne RP - E o que trouxe d experiênci em Portugl? CM - Tenho um nmoro muito forte com cozinh portugues: pr mim, um ds melhores do mundo. Em Portugl, tlvez el se presente de um form um pouco mis pesd, mis frt. Tenho um prto que é o Bclhu Pensdo n Cm, um dos meus crros chefes, que é quse um culinári portugues contemporâne: o bclhu vem em lombos e o pimentão, descscdo, ou sej, um toque de inovção num culinári trdicionl. "Bclhu un, deux, trois" - Crição especil pr o Gourmet 2009 RP- O que fz um prto se tornr um grnde sucesso? CM - Primeiro o rom; depois, o visul; por ultimo, o sbor. Ms nenhum dests etps é menos importnte que outr. Agor, quem fz um prto virr um sucesso é o cliente que está comendo. Não dint ter sido preprdo pelo melhor Chef, se o cliente não gostr. 10 A Revist d Cultur e do Turismo A Revist d Cultur e do Turismo 11

7 À luz d lu e dos lmpiões Texto: Eline Mciel Fotos: Divulgção Amigos d Serest: Unidos pelo mor à músic Serent Imperil: Bels presentções tod últim quint-feir de cd mês, no Plácio de Cristl Já serest é um evolução históric d serent, surgid no início do séc. XX. Não é, necessrimente, ofertd lguém: ms mntém crcterístic de levr, às rus, cnções de um músic populr d mis lt qulidde, que se confundem com identidde culturl do pís. Entre os nos 1920 e 1950, muitos seresteiros deixrm o nonimto e encntrm, com sus vozes potentes e melodioss, nvegndo ns onds do rádio. E, com su long trdição n músic e n litertur, é um pólo dest rte quse esquecid. Emoldurds pelo csrio do Centro Histórico, ou levds os birros e distritos como um form de permitir o povo reproximção com um de nosss mis crs trdições, s serents e serests, em, vivem e respirm. E você está conviddo prticipr. Mesmo porque, como dizim os versos de Gilberto Gil, imortlizdos por Elis Regin: Poets, seresteiros, nmordos, correi!/ É chegd hor de escrever e cntr/ Tlvez, s derrdeirs noites de lur... em Serent: Levndo os birros os encntos d Músic Populr Brsileir Erm tempos suves, queles. Ns vils enlurds, pixondos empunhvm violões, pr prestr doces tributos às mds. N espernç de que s cnções de dor e pixão trouxessem sus eleits à jnel Quem sbe? Com um discreto beijo tirdo o espernçoso cntdor... - s serents gnhrm s bocs d noite e do povo, esprrmndo mor pel cidde: e mesmo os despixondos não podim evitr um estremecimento no corção, dinte de tmnh ternur. Os termo serent vêm de sereno : umidde suve que refresc o r, depois do noitecer. Assim, serent signific, literlmente, um concerto noturno, o sereno. A trdição remont à Europ Medievl e surgiu no cnto lírico plcino que, desde o séc. XIII, entretinh os nobres o som d guitrr e d vihuel: instrumento que foi simplificdo té se trnsformr, no séc. XV, n tul viol. Aos poucos, porém, músic pulou s murlhs e se misturou às mnifestções populres: tl ponto que, n Portugl de 1505, o utor Gil Vicente retrtv como um hábito urbno, ns obrs Quem tem Frelos? e Auto de Inês Pereir. Agenor Cost - Su voz surpreendente o trnsformou no Imperdor d Serest de em Serent Amigos d Serest Onde proveitr um bo serent Desde 2001, o Projeto em Serent pssei pelos birros d cidde, trzendo o som do pinho e s vozes finds dos seresteiros pr mis perto d populção. A cd mês, o projeto, que é ptrocindo pel Fundção de Cultur e Turismo de, contempl dus locliddes e sempre divulg previmente seu roteiro, pr que s pessos possm se progrmr e proveitr totlmente o evento. Outr crcterístic do em Serent é o hábito de homenger um poet ou compositor de preferênci, do locl em sus presentções. Em novembro, o projeto estrá no di 12 no Csctinh e no di 26, em Secretário. Serent Imperil A Serent Imperil é um inicitiv d Associção de Seresteiros d Serent Imperil que teve início em 1997, sob coordenção do sudoso seresteiro Wílson Fgundes. Com express finlidde de resgtr MPB e sus mis linds cnções de mor, Serent Imperil, com seus mis de 40 integrntes fixos, presentou-se em vários trtivos turísticos d cidde como Ctedrl S. Pedro de Alcântr, o Museu Imperil, Cs d Princes Isbel e o Plácio Rio Negro, entre outros té se fixr no Plácio de Cristl, que recebe os seresteiros n últim quint-feir de cd mês, sempre prtir ds 20h. Além d serest clássic, com o revivl de composições dos nos 1930, 40, 50 e 60, o grupo tmbém promove o Crnvl em Serent onde são lembrds s mrchinhs crnvlescs que mrcrm gerções e o Ntl em Serent, onde são cntds s composições ntlins. N últim sext-feir de cd mês, os seresteiros têm encontro mrcdo no Sbor Amigo (R. Mosel, 1368). É lá que os Amigos d Serest se encontrm pr enltecer o gênero que, há três nos, os reuniu dentre mdores, músicos e ficiondos - num movimento espontâneo, que lembr s serests de outror. O grupo mudou-se pr o resturnte - ou melhor, foi colhido por ele - qundo o público umentou tnto que já não er possível comportá-lo no escritório de um dos migos, o dentist Kennedy Tmr. De lá pr cá, inicitiv firmou-se como um sucesso e o espetáculo cont, cd mês, com um conviddo especil, que brilhnt o evento. Gente como Lio Sims, Césr Pldino, Orlndo Reinud, Bernrdo Grzinolli, Cirse Nigro e Mneco do Cvco já bterm ponto por lá. Entre os vocis, está presente tmbém Agenor Cost, que com su voz surpreendente, gnhou o título de Imperdor d Serest de. Então, é mrcr n gend e chegr cedo, pr reservr um mes: os trsdos podem té curtir bo músic. Ms vão ter que se contentr em ficr em pé. 12 A Revist d Cultur e do Turismo A Revist d Cultur e do Turismo 13

8 Bibliotec Gbriel Mistrl Prç Visconde de Muá, Centro Funcionmento de segund sext de 8h às 18h 30min e sábdo de 8h às 13h. Um nome, um Históri Os nomes ds rus e birros d cidde revelm muito mis que endereços Avenid Brão do Rio Brnco Just homengem um grnde nome d diplomci brsileir Texto: Isbel Lisbo Fotos: Arquivo Bibliotec Gbriel Mistrl Quem foi... Brão do Rio Brnco José Mri d Silv Prnhos Jr. nsceu em 1845 e foi um dos grndes nomes do Brsil, no séc. XIX. Filho do Visconde do Rio Brnco e D. Teres de Figueiredo Fri Prnhos estudou no Colégio Pedro II, n Fculdde de Direito de São Pulo e n Acdemi de Direito de Recife. Homem de sorte, pós fculdde gnhou (literlmente) n loteri, e utilizou o prêmio pr vijr à Europ. Ao regressr, trblhou durnte três meses no Colégio Pedro II e, logo pós, ssumiu Promotori d Comrc de Nov Friburgo: ms não permneceu por muito tempo, pois não gostv dquele tipo de tividde. A formção em Direito, tividde polític do pi e vigem à Europ o hvim torndo interessdo no interncionlismo. Assim, em 1869, foi pr o Rio d Prt como secretário do pi, então chefe d missão de pz o fim d Guerr do Prgui. Ao retornr o Brsil, foi eleito deputdo gerl do Mto Grosso, por dois mndtos ( ). Neste período, consolidou-se ns tividdes que o tornrim clmdo: diplomci e polític. O Brão fundou, com Gusmão Lobo e o Pdre João Mnoel, o jornl A Nção, relizndo intens cmpnh fvor d bolição d escrvtur. O movimento culminou, em 1870, com ssintur d Lei do Ventre-Livre, d qul seu pi, o Visconde do Rio Brnco, foi um dos signtários. Apesr dest fcet séri, Juc Prnhos, como er conhecido pelos íntimos, não er um nobre convencionl. Boêmio, frequentdor de tetros e css noturns, em 1872, pixonou-se perdidmente pel triz belg Mrie-Philomene Stevens. O nmoro escndlizou lt sociedde crioc e resultou n extrdição d triz pr Europ. A reção do Brão do Rio Brnco foi pedir pr ser envido em missão diplomátic Pris, onde pssou viver com Mrie e onde tiverm seu primeiro filho. Após ssumir pternidde, ele conseguiu trzê-l de volt o Brsil, desfindo o morlismo d époc. Já no Brsil, o csl teve mis qutro filhos: entretnto, somente vinte nos depois, em 1889, selrm su união, em um pequen cpel no interior d Inglterr. Mrie fleceu em 1898 e foi sepultd n Frnç. A crreir do Brão do Rio Brnco foi chei de grndes relizções, sendo os Trtdos de Fronteirs - que umentrm o território ncionl em km sus miores conquists. O Trtdo de, que cbou com disput entre Brsil e Bolívi pelo tul estdo do Acre, lev o nome de noss cidde porque foi ssindo qui, em 17 de novembro de 1903 (extmente há 106 nos), n cs que o Brão possuí n Ru Vestfáli, hoje, Avenid Rio Brnco. er o locl preferido do Brão pr descnsr, escrever, fzer psseios e receber visitntes do mundo todo, entre eles, diversos chefes de Estdo. Aqui, ele exerci su personlidde descontríd e livre de preconceitos. Fleceu no Plácio Itmrty, no Rio de Jneiro, em 10 de fevereiro de A Revist d Cultur e do Turismo

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