Agência Nacional de Aviação Civil ANAC

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1 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 1 de 47 Agência Nacional de Aviação Civil ANAC Relatório de análise das contribuições referentes à Audiência Pública sobre a Revogação da Portaria 187/DGAC de 8 de março de 2005, realizada no dia 22/01/2009 nas dependências da ANAC/RJ

2 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 2 de 47 COMENTÁRIOS RECEBIDOS DA AUDIÊNCIA PÚBLICA E SUAS RESPECTIVAS OBSERVAÇÕES DELMO PINHO ORIGEM/COMENTÁRIO A primeira observação que eu gostaria de fazer é com relação à data da transferência do voos do Santos Dumont para o Galeão. O arquivo de vocês está errado. Não foi em 2005, mas em 29/08/04. Três meses e pouco antes. O segundo ponto que nós discordamos bastante da análise que foi feita na estatística pela ANAC é com relação à taxa de transferência de passageiros dos voos internacionais para os nacionais que a ANAC apresentou sendo da ordem de apenas 1,1%. Ou seja, num voo de 100 passageiros, somente uma pessoa iria saltar no Galeão e embarcar em outro voo com destino a Brasília, a Curitiba ou a qualquer outro destino nacional. Esse é um equívoco grave, que apresenta uma deformação muito grande, porque nós fizemos uma pesquisa extremamente detalhada com as companhias de aviação e chegamos a uma média de taxa de transferência de 30%, no mínimo. Existem companhias que vão de 15% até outras companhias que vão a 55%. Existem voos para Nova York onde mais de 50% dos passageiros não são do Rio de Janeiro, o que realmente configura o Rio de Janeiro como sendo um hub nacional e internacional. Como funciona a história do hub? O hub internacional é uma decorrência. O aeroporto começa a ter uma grande quantidade de voos nacionais e começa a ser atraente para as companhias internacionais. O que nós não podemos entender é a ANAC errar em trinta vezes. É a mesma coisa que comparar a altura de uma pessoa em um metro, quando ela tem 30 metros de altura. Esse é um erro crasso. Isso desvirtuou bastante a análise que a ANAC fez. Estranhei também porque em Brasília nós já havíamos colocado esses dados, que foram confirmados publicamente pela TAM, naquela reunião que foi cancelada, com taxa de transferência da ordem de 45%, e a ANAC manteve os números que estão colocados na Internet. O Galeão, ao contrário do que está sendo colocado aqui, é um hub internacional. Temos voos diários e diretos para Nova York, para Lisboa, para Paris, para Washington, para Miami, para Buenos Aires e para uma série de outros destinos. Então a análise se equivoca. Evidentemente, as principais linhas de alimentação para o Rio de Janeiro são Brasília, Belo Horizonte, Vitória e Curitiba. Esse é o nosso quadrado principal. Na hora em que nós conseguirmos dividir esse tráfego, essa demanda de passageiros do galeão com o Santos Dumont, quem vai pagar caro é o consumidor do Rio de Janeiro e do Brasil porque o banco de conexões nacionais do Galeão vai ficar enfraquecido e os voos internacionais migrarão gradativamente para outro estado. Eu acho que não é isso que os cariocas querem. Estamos lutando tanto para que o Rio de Janeiro tenha voos internacionais em quantidade crescente, e esse é um erro grave que a ANAC não esclareceu, embora tenha tido um mês para esclarecer à Secretaria de Transportes sobre isso. O segundo ponto é que a ANAC insiste em não utilizar instrumentos de mercado e fala tanto em mercado. Nos aeroportos aonde existe uma demanda extremamente concentrada em algumas horas eu vou citar o Aeroporto de Guarulhos, o maior do Brasil, por que a ANAC não está aumentado a tarifa aeroportuária durante o horário de pico, quando todo mundo quer OBSERVAÇÃO SOBRE O COMENTÁRIO Os dados estatísticos referidos, que constam na Exposição de Motivos, foram obtidos com a INFRAERO e usados para efeito de comparação entre os aeroportos do Galeão e Guarulhos. Portanto, eventuais problemas de metodologia estarão presentes em ambos os aeroportos. O objetivo era simplesmente comparar em termos proporcionais o crescimento da conectividade do Galeão em relação a Guarulhos nos últimos anos. A ANAC está cumprindo seu papel legal. Conforme a Lei nº /2005, em seu art. 48, 1º: Fica assegurada às empresas concessionárias de serviços aéreos domésticos a exploração de quaisquer linhas aéreas, mediante prévio registro na ANAC, observada exclusivamente a capacidade operacional de cada aeroporto e as normas regulamentares de prestação de serviço adequado expedidas pela ANAC.

3 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 3 de 47 voar e abaixando, bastante, o horário do vale aonde ninguém quer voar? Ela quer criar, fora dos mecanismos tradicionais de mercados um verdadeiro conflito operacional, desarmando a rede de aviação das companhias que estão assentadas no Galeão e que nós levamos tantos anos para conseguir esse resultado que, hoje, você vai do Galeão para a maioria dos destinos nacionais e para muitos internacionais. O terceiro ponto: é que discordo, também, frontalmente, da análise da ANAC; ela está praticando política pública de transporte aéreo e esse papel não cabe, legalmente, à ANAC, o poder concedente é que tem que fazer isso, é o Governo Federal através da Secretaria de Aviação Civil e da CONAC, não cabe à ANAC. Ela, então, regula e faz política pública. Considerando que alguns diretores já foram aos jornais, colocando qual é a posição da ANAC sobre a abertura do Santos Dumont, ela está na situação de um juiz que já tem a sua sentença pronta antes de começar o julgamento. Por quê? Porque ela confunde o papel de autoridade, de lançadora de política pública com autoridade reguladora. É um erro muito grave e cria todas essas disfunções que nós estamos vendo. Não há previsão legal nem política pública instituída pelo CONAC, conforme admitido na contribuição, que respalde o estabelecimento, pela ANAC, da vocação operacional de determinados aeroportos. Por sua vez, a Agência, no desempenho de sua função institucional, tem o dever de regular e fiscalizar o segmento de aviação civil, balizando-se pelas regulamentações técnicas existentes, pelas diretrizes de políticas públicas emitidas pelo CONAC e pela Legislação vigente. JÚLIO BUENO Conforme a Lei nº /2005, em seu art. 48, 1º: Fica Bom dia a todos. Eu queria me dirigir a todos, muito respeitosamente, manifestando a posição do estado do Rio de Janeiro, assegurada às empresas do governo do estado do Rio de Janeiro, do município do Rio de Janeiro contrária à proposta da ANAC. Eu queria dizer que o concessionárias de serviços aéreos governo do Rio está representado, aqui, pelo Secretário de Desenvolvimento Econômico; pela Secretária Márcia Lins, domésticos a exploração de Secretária de Turismo, Esporte e Turismo; pelo Secretário Júlio Lopes, de Transporte; pelo Presidente da TURISRIO; por vários quaisquer linhas aéreas, mediante subsecretários. O governo do município está representado pelo Secretário de Transporte, Alexandre Sansão; pelo Secretário prévio registro na ANAC, observada de Turismo Antônio Pedro Figueira de Mello; e pelo Assessor-Chefe Econômico do Prefeito Eduardo Paes, Felipe Góes; e, exclusivamente a capacidade também, Presidente do Instituto Pereira Passo. Eu estou dizendo isso porque nós, respeitosamente, estamos aqui, para nos operacional de cada aeroporto e as manifestarmos como eu mencionei contrários à proposta da ANAC por alguns dos motivos que o nosso subsecretário normas regulamentares de Delmo falou, mas eu queria enfatizar algumas coisas: primeiro, que o Rio de Janeiro é uma cidade internacional e, por sê-lo, prestação de serviço adequado precisa ter um aeroporto internacional, conectividade e nós estamos convencidos, através de estudos que fizemos, que é expedidas pela ANAC. Desta necessário, nesse momento, que os voos domésticos migrem para o Galeão. Também é importante dizer, que o dado da forma, a ANAC está cumprindo seu realidade, quando o Santos Dumont conviveu com o Galeão de forma aberta, o Galeão quase acabou. Isso é um dado da papel legal. realidade para reflexão de todos. Quer dizer, as elações, as deduções em cima de curvas e tal não podem esquecer o fato concreto de que quando o Galeão conviveu com o Santos Dumont, o Galeão quase foi ao buraco. Está certo? E foi isso que Com relação à empresa VARIG,

4 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 4 de 47 fez com que houvesse a mudança na legislação. Outro fato importante que eu queria mencionar é a questão da Copa do Mundo de 2014 e a nossa candidatura às Olimpíadas de 2016: como todos sabem quase todos sabem a pior nota que tivemos para 2016, para a nossa candidatura, foi no aeroporto. A partir daí, o Presidente Lula e o Governador Sérgio Cabral tomaram a decisão de fazer a concessão do Galeão. E, diferentemente, do que o nosso companheiro da ANAC falou, nós achamos que não, que nós precisamos, nesse momento, assegurar ao empreendedor internacional a vida ao Galeão e que, se por acaso, for feita a abertura do Santos Dumont, que seja feita de forma pensada, planejada. É importante, também, mencionar isso. Também, alguns números da ANAC me permitam dizê-lo: nós interpretamos de forma distinta, por exemplo, a ANAC tem falado que o Rio de Janeiro cresceu o número de passageiros menos do que a média nacional. É verdade, isso. Assim como São Paulo, também, o fez. Por que isso? Porque nós partimos de bases muito pequenas, porque o Rio de Janeiro teve outro problema com a quebra da VARIG, portanto, o número tem que ser qualificado, não pode ser colocado dessa maneira. Por fim, eu queria dizer que nós, do governo do Rio de Janeiro, tanto do estado quanto do município que eu tenho a honra, aqui, de representar, somos absolutamente a favor da concorrência; nós somos a favor, também, de uma coisa fundamental chamada ativismo estatal : o estado não pode se abster de fazer política pública quando isso beneficia a coletividade; o somatório dos desejos individuais não representa, necessariamente, o desejo e o benefício da coletividade. Está certo? Nesse sentido, é que nós estamos tomando essa posição manifesta pelo governador Sergio Cabral. É importante dizer. O Prefeito Eduardo Paes, por escrito à ANAC, mas dizendo isso, que ninguém tem o monopólio da defesa da concorrência. O estado do Rio e a Prefeitura do Rio defendem a concorrência. Mas com o ativismo estatal. Muito obrigado. cabe ressaltar que a mesma tinha operações de âmbito nacional e, portanto, a sua saída do mercado afetou o tráfego de passageiros no país como um todo e não apenas no Rio de Janeiro. Destaca-se ainda que qualquer análise para a cidade do Rio de Janeiro deve ser feita levando em conta o movimento dos dois aeroportos e não apenas um deles. Ambos os aeroportos são parte da infraestrutura disponível para a cidade e o estado do Rio de Janeiro, e o seu aproveitamento conjunto no passado mostrou resultados positivos para o Rio de Janeiro. MÁRCIA LINS Conforme a Lei nº /2005, em seu art. 48, 1º: Fica Bom dia. Eu queria começar agradecendo à ANAC pelo privilégio de a gente estar realizando essa audiência pública aqui no assegurada às empresas Rio de Janeiro, e houve certa dificuldade de a gente conseguir isso, e nada mais legítimo do que a população do Rio de concessionárias de serviços aéreos Janeiro poder se manifestar sobre um tema tão importante. Quero reforçar a posição do Governo do Estado em relação ao domésticos a exploração de cancelamento dessa Portaria, e a gente se manifesta junto com o governo municipal e também com o Governo Federal nessa quaisquer linhas aéreas, mediante batalha que tem sido a de trazer para o Rio de Janeiro os voos internacionais, e fazer a recuperação desse importante prévio registro na ANAC, observada aeroporto, que é o Aeroporto Internacional Tom Jobim. A posição do Governador é muito clara. Ninguém aqui, como já falou exclusivamente a capacidade Julio, é contra a livre concorrência; mas ela não pode se sobrepor à população carioca, ao que o governo entende como operacional de cada aeroporto e as sendo prioridade e estratégia do governo. A questão do Aeroporto Internacional Tom Jobim é uma estratégia de governo. normas regulamentares de Como bem lembrou o Secretário Julio Bueno, a gente está em um momento de avaliações de comissões internacionais, pros prestação de serviço adequado quesitos importantes para eventos que já vão ser realizados, como a copa do mundo, e para as olimpíadas que, se tudo der expedidas pela ANAC. Desta certo, a gente vai conquistar em outubro. Essa é uma estratégia de governo que vem sendo traçada pelo Presidente, pelo forma, a ANAC está cumprindo seu Governador e pelo Prefeito Eduardo Paes, e por todos os secretários. O desejo pela concorrência de mercado, que também é papel legal.

5 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 5 de 47 legítimo, e vai acontecer naturalmente no momento em que isso for possível, não pode se sobrepor a isso. Falando especificamente do turismo, eu queria passar rapidamente algumas informações. O Rio de Janeiro hoje tem cerca de 20% dos congressos e convenções internacionais do Brasil. O transporte aéreo é o meio que traz o maior número de turistas, tanto a passeio como a negócios. Aqui tem um quadro, que eu não vou me estender, que fala um pouco dessas curvas e números. O turismo, na parte aérea é o mais importante. O turista internacional chega por via aérea. O Rio de Janeiro é sim o portão de entrada do Brasil. Essa é uma característica importante, que tem que ser marcada. Em agosto de 2004, começaram as transferências dos voos do Aeroporto Santos Dumont para o Aeroporto Tom Jobim, como já ressaltamos. Foi mudando um pouco o quadro. A gente veio perdendo os voos internacionais. Depois, veio a crise da Varig. É um processo árduo, que a gente vem fazendo até hoje. A gente viaja o mundo inteiro, em todas as feiras internacionais, com o Ministério do Turismo e com a EMBRATUR, para tentar resgatar um pouco disso. Com muita dificuldade, a gente trouxe voos da British direto de Londres, vários voos americanos, vários voos internacionais que só a gente sabe a dificuldade, porque você tem que trazer rentabilidade para que esses voos retornem. A conectividade é um fator primordial para isso. Aqui a gente tem outro quadro falando da movimentação dos voos domésticos e internacionais. O cancelamento da Portaria, como a gente falou, vai inviabilizar essas conexões internacionais. A gente já tem recebido sinalização das companhias que, se isso acontecer, elas vão ter que suspender os voos que, com muita dificuldade, a gente conseguiu trazer para o Rio de Janeiro. Isso prejudica sensivelmente a questão do tráfego internacional e da demanda turística. Seria uma incoerência eu, como secretária de turismo de Estado, estar querendo trazer, da mesma forma que o Antônio Pedro no município está brigando porque a gente tem eventos internacionais como o réveillon e o carnaval, trazendo turistas para a cidade se a gente fosse contra uma abertura que de fato trouxesse turistas para o Estado. É porque realmente isso não vai acontecer. A gente sabe porque já viveu isso. A gente está em um momento estratégico e não pode cometer o mesmo erro. Se a gente cometer esse mesmo erro, vai ser um erro para a cidade do Rio de Janeiro e para o Brasil. A gente vai perder o que a gente, com muito custo, com muito trabalho e com muito profissionalismo, está fazendo para trazer esses eventos internacionais de porte, que não são fáceis de serem trazidos para qualquer cidade do mundo. A gente tem a oportunidade de sediar a copa e a olimpíada, e a gente tem sim que prestar atenção nesses itens, que são a nossa pontuação mínima e que a gente, com muito trabalho, junto com o governo federal, vai conseguir reverter esse quadro. É um quadro que existe, e que não é simplesmente um mapinha com números que sobem e descem. É uma realidade. A gente sabe que é verdade. A gente tem ainda uma questão de postos de trabalho do aeroporto. Até o ano 2000, a gente tinha cerca de postos de trabalho diretos e indiretos no Galeão. Foi perdendo isso. A diminuição fez com que se chegasse em torno de Atualmente, a gente já conseguiu recuperar. A gente tem hoje cerca de pessoas trabalhando com atividades no aeroporto, incluindo a movimentação operacional, ou seja, hoje o Santos Dumont tem a capacidade de 8 milhões, o Tom Jobim de 15 milhões, e o Tom Jobim é sim um hub internacional que tem uma capacidade que nenhum outro aeroporto da América Latina tem. Ele tem capacidade de chegar a 20 milhões. Quem sabe, nos próximos trinta anos, ele pode ter muito mais. A gente não... Não há previsão legal nem política pública instituída pelo CONAC, conforme admitido na contribuição, que respalde o estabelecimento, pela ANAC, da vocação operacional de determinados aeroportos. Destaca-se ainda que qualquer análise para a cidade do Rio de Janeiro deve ser feita levando em conta o movimento dos dois aeroportos e não apenas um deles. Ambos os aeroportos são parte da infraestrutura disponível para a cidade e o estado do Rio de Janeiro, e o seu aproveitamento conjunto no passado mostrou resultados positivos para o Rio de Janeiro. WILLIAN KREIN Conforme a Lei nº /2005,

6 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 6 de 47 Eu gostaria de convocar a ANAC a revogar também a resolução que proíbe voos em Congonhas durante a madrugada. Isso também vai contra aquela lei de fundação da ANAC, assim como essa do Santos Dumont. Portanto, a menos que a ANAC esteja disposta a comprar essa briga, eu não entendo também porque está comprando essa. O Santos Dumont liberado vai se tornar um ambiente de gestão de capacidade. Todos os slots vão ser ocupados rapidamente. A capacidade de oferta do Santos Dumont é menor do que a demanda atual do Rio de Janeiro, e é nesse ambiente que as companhias querem se inserir. Ele, de fato, para as companhias, é um ambiente próspero. Elas conseguem subir as tarifas. Na questão da concorrência, de fato, dentro do Santos Dumont, que não se aplica. Não é necessário esforço para atrair passageiros para o Santos Dumont. Ele foi construído sobre o marco zero da cidade do Rio de Janeiro. Nenhuma outra cidade do mundo tem essa posição. A vantagem do Santos Dumont de concorrência com o Galeão é incomparável. O Morro do Castelo está debaixo do Santos Dumont. Só para você ter uma noção da questão. Os maiores terminais do país, como São Paulo, juntando Congonhas e Guarulhos, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro são os maiores. Apenas o Rio de Janeiro e Belo Horizonte ainda estão com crescimento de tráfego. Ao contrário de São Paulo e Brasília. Isso prova que, mesmo nesses tempos de crise, a resolução que proibiu os voos no Santos Dumont continua surtindo efeito. O tráfego desses aeroportos ainda continua crescendo. Os números da ANAC sobre a questão dos voos para Belo Horizonte, Brasília, Vitória, mostrados na apresentação, têm grandes falhas. A questão é. Se antes tínhamos mais voos, é porque as companhias tinham aeronaves menores. A Transbrasil, a VARIG, a Vasp, a GOL e a TAM só operavam com , e , contra os atuais , e a TAM tinha um Fokker 100, contra, agora, um Airbus 320. Realmente, a quantidade de voos vai ser menor, porque a capacidade de cada aeronave é maior. A questão de Brasília também é complicada, porque se antes nós não tínhamos voos para Manaus sem paradas e para Goiânia, obviamente o aumento dos voos para Brasília não vão ocorrer agora se nós estamos em um estágio superior de oferecer voos para Manaus e para Goiânia, que antes não eram oferecidos. O argumento de que o Aeroporto Santos Dumont é de melhor acesso para a cidade do Rio de Janeiro, é falho. Porque ele é só melhor acesso para os moradores da zona sul e do centro. Para as pessoas que moram na Barra da Tijuca, na zona oeste e na zona norte, o Galeão é de melhor acesso para todo o estado do Rio de Janeiro. Temos que pensar em todo o estado do Rio de Janeiro. O Galeão é primário para todo o estado do Rio de Janeiro. Muito se argumentou sobre o baixo crescimento do tráfego do Rio de Janeiro. Só que a nossa economia também cresce mais devagar, assim como a de todos os estados industrializados do Brasil, que crescem mais devagar. Por isso, o tráfego vai crescer mais devagar. Outro ponto é a questão dos voos internacionalizados que são aqueles voos que todos nós conhecemos. Nós vamos até Guarulhos, passamos pelo controle de passaportes, e esses sempre foram contabilizados pela Infraero como passageiro internacional. Hoje, a gente não voa mais através de Guarulhos. Nós vamos direto para o exterior. Essa é a questão dos números. Não são mostrados os números porque a ANAC não tem profundidade nos números que apresenta. As pessoas vão para o exterior hoje. Nós temos hoje uma maior quantidade de pessoas voando sem paradas para o exterior. O que não acontecia anteriormente, quando todos pegavam o voo para São Paulo e, por isso, eram contabilizados como voos internacionais, apesar de não serem internacionais. Existe uma distorção nesses dados, que a ANAC não consegue analisar, nem hoje nem nunca mais. Esses em seu art. 48, 1º: Fica assegurada às empresas concessionárias de serviços aéreos domésticos a exploração de quaisquer linhas aéreas, mediante prévio registro na ANAC, observada exclusivamente a capacidade operacional de cada aeroporto e as normas regulamentares de prestação de serviço adequado expedidas pela ANAC. Desta forma, a ANAC está cumprindo seu papel legal. A portaria 188/DGAC que atribuía restrições a Área Terminal de São Paulo foi revogada pela Resolução nº 55 de 08/10/2008. As restrições de operações noturnas em São Paulo foram estabelecidas judicialmente e incorporadas pela ANAC na referida Resolução.

7 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 7 de 47 dados estão perdidos. Eu tenho mais coisas para falar, mas não dá tempo. MAURÍCIO EMBOABA MOREIRA Primeiro, o tempo é exíguo. Não dá para a gente entrar em considerações mais profundas. O estudo da ANAC visivelmente tem viés de base. Primeiro, o transporte aéreo é uma demanda derivada de outras atividades econômicas. Ali se faz uma quantificação dizendo que o tráfego no Rio de Janeiro diminuiu, e todas aquelas coisas que nós ouvimos dos oradores anteriores. O problema é que não foi considerado que o PIB do Rio de Janeiro cresceu muito menos do que o PIB brasileiro e o PIB de São Paulo. Essa é uma das razões pela qual tráfego não cresceu nesse período. A outra falha do estudo é que deixa de considerar a cessação das atividades da VARIG. De repente, uma empresa que detinha na época algo em torno de 30% do mercado, deixou de operar. É claro que vai diminuir a quantidade de passageiros embarcados naquele local. A outra questão é a questão do impacto econômico. Não existe um estudo de impacto econômico das medidas que se propõe. De qualquer forma, o que a gente precisa ver é que essa medida que está sendo discutida agora se insere no contexto de outras medidas que estão sob a audiência pública, em especial a da locação de slots para novos entrantes. O que vai acontecer? Exatamente o que já aconteceu no passado, em relação ao Galeão. Ele tinha um terço dos embarques do Rio de Janeiro quando se fez a transferência dos voos para lá. Os outros dois terços eram embarques no Santos Dumont. Com a transferência dos voos, subitamente se inverteram as posições. Dois terços ficaram no Galeão e um terço no Santos Dumont. O que vai acontecer, naturalmente impelido pelas forças do mercado é exatamente o inverso e muito rapidamente. Com isso, deve-se desestabilizar as conexões internacionais do Rio de Janeiro, porque provavelmente a oferta doméstica deve ser reduzida em torno de 50% de voos no galeão, porque passa de dois terços para um terço, e ninguém vai ficar voando vazio naturalmente. Outro aspecto que chama a atenção é o açodamento da ANAC, em introduzir medidas de grande impacto no setor, quando a experiência mundial é que essas medidas são necessárias, elas são sempre temas difíceis, que devem ser tratados, mas são temas que são tratados de cinco a dez anos. Hoje, na Europa Ocidental, é assim que se faz. Quando precisa mudar, não há problema. Só que é uma mudança sempre transitória, porque nessa indústria é muito difícil ganhar pouco dinheiro e muito fácil perder muito dinheiro. Isso deve ser tratado com a cautela adequada e com o tempo adequado. O viés da proposta é muito interessante. A outra medida sob a audiência pública diz respeito à locação inicial de slots, e é feito um exercício no Aeroporto Santos Dumont. Existe um dimensionamento conservador do Aeroporto Santos Dumont no qual, segundo o estudo, o gargalo está no número de posições de pátio. É atribuído a cada posição de pátio, um intervalo de uma hora de tempo. Na verdade, é risível em um aeroporto central de um país que quer ser desenvolvido, com um intervalo de tempo de solo de uma hora. A questão é que hoje está limitada em 23, e o espaço aéreo em 26. O viés funciona e rapidamente vai ser criada uma saturação no Santos Dumont, porque vai atingir os 90% previstos na outra Portaria em exame, e acontece que se faz uma revisão menos conservadora, aumenta-se a capacidade do Santos Dumont e entram em vigor as medidas para a alocação de novos slots para outras empresas. Assim, se forja uma escassez em um ponto específico e se dá a oportunidade para o uso de outra medida. Por isso, eu disse aqui que essas coisas precisam ser vistas no seu conjunto, e não isoladamente. Com relação à empresa VARIG, cabe ressaltar que a mesma tinha operações de âmbito nacional e, portanto, a sua saída do mercado afetou o tráfego de passageiros no país como um todo e não apenas no Rio de Janeiro. Conforme dados disponíveis no Portal Ipeadata, contrariamente ao que se argumenta, o PIB do Estado do Rio de Janeiro cresceu 19,12% no período de 2003 a 2006, superando os 12,57% de SP e os 13,38% do Brasil. A análise de aspectos sociais, econômicos e ambientais é bastante complexa e engloba outros órgãos de governo nos níveis federal, estadual e municipal. O mandato da ANAC, conforme a Lei nº /2005, em seu art. 48, 1º é observar...exclusivamente a capacidade operacional de cada aeroporto e as normas regulamentares de prestação de serviço adequado expedidas pela ANAC. O atual limite está na capacidade do espaço aéreo. O CGNA (Centro

8 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 8 de 47 Eu recomendaria, para finalizar, que fosse contratada uma consultoria internacional específica. FRANCISCO KLUJSZA Bom dia. Eu sou apenas um usuário. Eu estou vendo uma briga enorme, com cada um defendendo os seus interesses pessoais, ou de grupos, e deixando a gente de fora. Esse é o problema. O negócio do voo internacional não tem nada a ver com o voo doméstico. Para quem está embarcando e vindo para cá, a ponte aérea só existe porque atende a um voo doméstico para os passageiros da ponte Rio-São Paulo. E os outros estados? Porque, por exemplo, para eu ir a Vitória, para Belo Horizonte, para Curitiba ou para Porto Alegre, eu tenho que ir para o Galeão? Eu tenho que enfrentar aquela linha vermelha, em um estado que está defendendo tanta mudança, não está fazendo nada para nos defender. Todo dia, é assalto e morte. Voltando ao assunto: os voos do Santos Dumont são, apenas, voos domésticos, diferentemente dos voos internacionais. Os voos internacionais perderam passageiro porque as companhias aéreas por motivos quaisquer mudaram todas as suas sedes para embarque para São Paulo, daí, caiu Galeão. Então, está aquele negócio lá está vazio. Agora, estão querendo encher o Galeão a custa da gente. Paris e Nova York são exemplos de como é que se resolve o problema: Paris tem dois aeroportos domésticos e um internacional que é o De Gaulle, Nova York tem o Kennedy que é o internacional e tem o outro aeroporto, o La Guardia, que é o nacional, não existe briga e ninguém morre por causa disso. O seguinte: o usuário como é que fica nessa brincadeira? Porque isso virou uma brincadeira. Na realidade a ANAC está correta porque ela está defendendo os interesses do usuário, ela não está defendendo os interesses de outros. As próprias companhias aéreas estão querendo fazer voos. Por exemplo, eu, para ir para Porto Alegre pela GOL, eu tenho que ir à Congonhas porque o voo dela é Congonhas-Porto Alegre; esse que é o detalhe, basta tu veres a lista de coisa. Para ir pelo outra empresa lá que eu não me recordo qual é o nome, para ir, tem que ir à Campinas para ir de Campinas à Porto de Gerenciamento de Navegação Aérea) estabeleceu a capacidade praticada em 33 movimentos por hora, e quando apresentar condições meteorológicas por instrumentos (IMC) em operação simultânea com o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão a capacidade será de 23 movimentos por hora. A ANAC optou por reservar à aviação regular a capacidade em condições IMC, ou seja, 23 movimentos por hora, prezando pela regularidade das operações. A ANAC agradece a contribuição.

9 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 9 de 47 Alegre. Isso é outro absurdo. Por quê? Porque não pode descer em Santos Dumont, então, a gente é obrigado a se sujeitar a essas coisas que não têm nada haver. Em suma, como usuário, para mim, a ANAC está correta no que ela está fazendo. Esse negócio de... tem que separar voo doméstico é voo doméstico, é Santos Dumont; voo internacional é de lá, que arrumem as companhias de São Paulo, que venham para cá também, aí, é outra coisa, mas não tem nada que haver. E os voos de 2014/2016 vão ser somente voos internacionais que não vão interferir com Santos Dumont, vai tudo para o Galeão. Lógico. É isso o que eu tinha MARIA ANTONIA ASSUNÇÃO Bom dia a todos. Agradecemos à ANAC a realização dessa audiência pública, aqui, no Rio de Janeiro, para que todos possam ser melhores esclarecidos, porque, nos parece, que está havendo muita desinformação nessa questão. Não estamos, aqui, discutindo a liberação de voos para uma ou outra companhia, mas, sim, os interesses do estado do Rio de Janeiro. Bom, resumindo: temos o Aeroporto Galeão com a maior pista de aterragem do Brasil equipado com o que há de mais moderno em tecnologia de controle de voo, com movimento de passageiros de, aproximadamente, um milhão por mês. O crescimento de tráfego de passageiros nos dois aeroportos do Rio de Janeiro, nos dois principais Galeão e Santos Dumont, entre 2003 e 2007, foi de 37%; em São Paulo, foi de 44%. Há, aqui, uma diminuição, mas não é tão grande como pode parecer crer quando comparamos com a média nacional, nós temos que comparar com iguais a nós ou semelhantes, no caso, o estado de São Paulo é o estado de maior poder econômico no País. Quanto ao tráfego internacional de passageiros, no mesmo período de 2003 a 2007, houve um aumento, no Rio de Janeiro, de10%. Com a saída da VARIG, em 2006, nós tivemos, no terminal 2 onde a VARIG operava, uma diminuição de 62% do tráfego de passageiros. Já no terminal 1, onde está a maior parte das empresas de internacionais, tivemos um aumento de 65%; tivemos um grande aumento, um grande incremento de voos diretos ao exterior. Todos devem se recordar que, em 2003, tínhamos que ir a outros estados para pegar aviões para o exterior, as linhas áreas não operavam mais com voos internacionais diretos no Rio de Janeiro e, agora, estão operando. E dependem das conexões para isso, dependem, sim, porque 30% do tráfego, em média nós temos dados de empresas aéreas que algumas têm 15%, outras têm até mais de 50%, então, em média, 30% do tráfego das empresas aeras é de conexão. A ANAC, depois, poderá fazer melhores estudos porque os dados da ANAC baseiam-se nos dados da INFRAERO não vou explicar, aqui, agora, mas, realmente, há um erro aí porque esse recolher dados é baseado em cima de taxa de embarque. E o passageiro que vem do internacional para fazer uma conexão, no Rio, para um voo doméstico, não paga taxa, aliás, paga taxa, portanto, não consta, ali, como conexão e é uma conexão. As principais conexões são, nesse momento, para Vitória, Brasília e Curitiba, seguida de Florianópolis e Porto Alegre. A carga, também, teve um incremento, nesse período, de cerca de 30% porque, quando temos maior oferta de aviões grandes que os voos internacionais são operados com aviões de wide body, aumentamos, também, a capacidade de carga. E temos a Instrução Normativa 501 que permite que a carga já venha parametrizada, por exemplo, de Porto Alegre para seguir para a Europa ou para os Estados Unidos, senão tivermos esses voos no Galeão, nós vamos perder essa carga. O Santos Dumont, nesse momento, é o sétimo aeroporto em movimento de aeronaves do Brasil: está à frente de Porto Alegre, Curitiba, Confins, Recife e Fortaleza, por exemplo, portanto, não está Os dados estatísticos referidos, que constam na Exposição de Motivos, foram obtidos com a INFRAERO e foram usados para efeito de comparação entre os aeroportos do Galeão e Guarulhos. Portanto, eventuais problemas de metodologia estarão presentes em ambos os aeroportos. A ANAC está cumprindo seu papel legal. Conforme a Lei nº /2005, em seu art. 48, 1º: Fica assegurada às empresas concessionárias de serviços aéreos domésticos a exploração de quaisquer linhas aéreas, mediante prévio registro na ANAC, observada exclusivamente a capacidade operacional de cada aeroporto e as normas regulamentares de prestação de serviço adequado expedidas pela ANAC. Destaca-se ainda que qualquer análise para a cidade do Rio de

10 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 10 de 47 subutilizado como alguns setores podem entender. Para terminar, nós entendemos que os aeroportos Santos Dumont e Galeão devem ser complementares, não devem competir entre si e, sim, se complementar para alavancar a economia do estado do Rio de Janeiro. O crescimento já de até 23 movimentos, que é somente na questão dos instrumentos que se formos para o visual, poder ir até trinta e tal e mais, se for necessário, pode ser muito bem utilizado na Ponte Aérea como está sendo, agora. Muito obrigada. Janeiro deve ser feita levando em conta o movimento dos dois aeroportos e não apenas um deles. Ambos os aeroportos são parte da infraestrutura disponível para a cidade e o estado do Rio de Janeiro, e o seu aproveitamento conjunto no passado mostrou resultados positivos para o Rio de Janeiro. ABÍLIO TOZINI Conforme a Lei nº /2005, em seu art. 48, 1º: Fica assegurada às empresas concessionárias de serviços aéreos domésticos a exploração de quaisquer linhas aéreas, mediante prévio registro na ANAC, observada exclusivamente a capacidade operacional de cada aeroporto e as normas regulamentares de prestação de serviço adequado expedidas pela ANAC. Desta forma, a ANAC está cumprindo seu papel legal. Bom dia a todas e a todos. Inicio elogiando à ANAC pelo formato da audiência que privilegiou a todas as pessoas e segmentos da sociedade que desejaram se manifestar. Enfatizo que, no ponto de vista, nosso, como moradores desse município, o serviço aeroportuário é um serviço público; pode, eventualmente, vir a ser concedido para ser trabalhado pela iniciativa privada, mas é um serviço público. E essa história que a concorrência entre Santos Dumont e Galeão tem que ser estimulada é, obviamente, um sofisma: é impossível que você passe a ter vários aeroportos, assim como você não vai ter diversas linhas de gás para abastecer as residências, por isso a existência das Agências Reguladoras que diga-se de passagem não têm sido muito bem vistas pela população pelo posicionamento que elas têm tomado, nem sempre, em prol da população e, sempre, em prol dos empresários de cada segmento que elas representam. Ficamos felizes pelo governo do estado e pelo Prefeito da nossa cidade, nessa situação, estar junto com o ponto de vista das associações de moradores. Nós somos favoráveis, sim, à entrada de novas companhias no Aeroporto Santos Dumont, mas, não, ao aumento da carga do aeroporto e a Agência Reguladora pode encontrar mecanismos de permitir a entrada de quantas companhias quiserem operar no Santos Dumont sem aumentar a carga de voos. Eu, como cidadão, eventualmente, sou usuário de voos para outras cidades, que não São Paulo. Do meu ponto de vista individual, eu gostaria muito de ter um aeroporto bem pertinho da minha casa, mas longe o suficiente para não ser incomodado pelo barulho. De como cidadão, tenho que dar razão à posição do governo do estado e à posição do Prefeito da nossa cidade; a ANAC tem um tratamento parcial, ela examina o elefante como um todo, mas só está palpando uma das patas, concluindo que é um tronco de árvore. Vemos, por exemplo, esse gráfico que ela apresenta, o crescimento de voos no Brasil, como um todo, se dá porque o Brasil, como um todo, cresceu e, graças a uma política acertada, houve uma interiorização, o próprio estado do Rio de Janeiro, com todas as críticas que se tem ao governo anterior, uma das coisas positivas foi levar a interiorização da economia para o interior do estado e já foi falado aqui, o Os dados estatísticos referidos, que constam na Exposição de Motivos, foram obtidos com a INFRAERO e usados para efeito de comparação entre os aeroportos do Galeão e Guarulhos. Os dados apresentam a mesma metodologia em ambos os aeroportos. O objetivo era

11 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 11 de 47 município do Rio de Janeiro teve a sua economia crescendo menos do que o estado, como um todo, e do País, como um todo; obviamente, o número de voos acompanha esse crescimento. Então, esse gráfico é uma peça eu diria um tanto quanto superficial e diria tenta manipular, usando esses dados do crescimento dos voos no Brasil, como um todo, comparando com o crescimento dos voos do município do Rio de Janeiro como justificativa. Na realidade, está claro, para atender outra companhia que lotou quase todas as cadeiras do auditório com a sua claque organizada, então, a ANAC está fazendo um papel muito feio nesse processo como um todo. Nada contra as claques organizadas, se necessárias, as associações de moradores poderiam gostaria que parasse o meu tempo, como foi parado antes, o cidadão está me interrompendo. Gostaria de acrescentar: ainda que a dificuldade de acesso ao Galeão é um fato, a Linha Vermelha, a Avenida Brasil, eventualmente, até são interrompidas pelos nossos já conhecidos mundialmente tiroteios. Há que se reconhecer o esforço do Governador do estado na política de Segurança Pública a meu ver, pessoalmente acertada, enfrentar o que nos ameaça, não somente nesse trajeto, mas no estado, como um todo. Macaé, ontem, estava nas manchetes. Aproveito a presença das autoridades do estado e do município para cobrar a linha do metrô chegando até a Ilha do Governador, isso vai resolver um problema de acesso ao Aeroporto do Galeão; se para a questão dos Jogos que o Rio de Janeiro tanto quer ser sede, o Galeão foi pontuado negativamente tenho certeza que não é pelo aeroporto, que não é uma carroça de quinta categoria, como, infelizmente, o Governador disse e, sim, pelas condições de acesso ao Galeão ; e, aí, a situação de melhorar o acesso com mais segurança, com mais rapidez, é o metrô chegando até a Ilha do Governador. A nossa proposta é, sim, abrir o Santos Dumont para novas companhias, mantendo o número de voos. Não queremos que esse aeroporto, que tem um lado voltado para o mar, mas um lado, bem próximo de uma área densamente habitada, se torne, num futuro Congonhas. Cada vez mais, notícia frequente, aeronaves caindo em centros urbanos, do ponto de vista dos moradores dessa cidade eu trabalho aqui, no Centro que não se abra o Santos Dumont para novos voos, se mantém a carga e abra-se, sim, a concorrência para novas companhias, utilizando os critérios democráticos. simplesmente comparar em termos proporcionais o crescimento da conectividade do Galeão em relação a Guarulhos nos últimos anos. REGINA CHIARADIA Cumprimento a todos, senhoras e senhores. Nesse últimos dias, eu me debrucei bastante sobre o site da ANAC e, para a minha surpresa, em todos os documentos que eu vi, que li e nos documentos que eu recebi da própria Agência para analisar, em nenhum momento, eu vi a posição da Agência em função dessa questão da perda de qualidade de vida do morador do entorno. É apavorante que esse dado passe ao largo de qualquer documento da ANAC: não se fala em poluição sonora, não se fala em riscos, não se fala em incômodo acústico, não se fala em nada que prejudique a população do entorno. É óbvio, senhores, eu entendo que todo mundo gostaria de voar mais perto da sua casa eu moro ali perto ; agora, nem todo mundo mora, dorme, estuda e precisa ficar em casa trabalhando com o barulho de uma aeronave na cabeça. Vocês não A ANAC não está propondo nenhum tipo de operação nova, apenas retirando restrições que não compete a ela estabelecer. Os procedimentos operacionais, com a revogação da Portaria 187/DGAC, continuarão os mesmos. A portaria em questão não trata de assuntos ambientais ou ligados ao ruído.

12 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 12 de 47 podem imaginar e isso é importante. Inclusive, eu quero solicitar, oficialmente, a partir dessa audiência, a medição que a lei garante para alguns pontos, caso essa Portaria seja aberta, a medição de ruído nas residências que nós vamos indicar e o monitoramento por 06 meses para mostrar a queda da qualidade de vida e o desconforto acústico. Portanto, eu gostaria de saber quais são as medidas propostas, pela ANAC, para proteger ou mitigar o desconforto acústico e o aumento de risco de acidentes com a consequente redução da qualidade de vida da população do entorno do Aeroporto Santos Dumont como, por exemplo, Botafogo, Flamengo, Urca, Santa Tereza, com a revogação da Portaria 187, de 08/03/2005, que aumentará em, aproximadamente, 40% o número de aeronaves que sobrevoarão as nossas residências. Portanto, eu gostaria de saber que, junto da proposta de revogação, qual é a proposta da ANAC para proteger e mitigar a redução da qualidade de vida desse morador do entorno. Tais estudos normalmente são aprovados pelo órgão competente no âmbito do Governo do Estado do Rio de Janeiro. A Portaria 571/DGAC, de 25 de novembro de 1994 aprova e efetiva o Plano Específico de Zoneamento de Ruído do Aeroporto Santos Dumont. ANTÔNIO PEDRO FIGUEIRA DE MELLO Muito obrigado. Boa tarde a todos. Antônio Pedro. Estou muito feliz de estar aqui, nessa audiência porque, pela primeira vez, estamos discutindo. Essa audiência que seria em Brasília, está sendo no Rio de Janeiro e várias pessoas, várias partes, aqui, presentes podem estar se manifestando. Eu vou colocar a minha posição, aqui, em relação ao trade turístico. Eu, como Secretário de Turismo, não posso me furtar de estar, aqui, colocando a posição do Prefeito Eduardo Paes em relação ao turismo da cidade do Rio de Janeiro e o que isso pode ocasionar. Muito se foi falado, aqui, sobre os transtornos de barulho, sobre o fato de a gente estar perto de um aeroporto eu, também, sou usuário, adoraria ter um aeroporto tão perto da minha casa, mas, também, longe dos distúrbios ; mas é importante salientar e lembrar, aqui, que há pouco tempo, nós, quando vamos viajar para o exterior e quando os turistas vêm aqui, para o País, há pouco tempo atrás, nós tínhamos que ficar muito tempo nos aeroportos de São Paulo e isso vem terminando, isso vem acabando. A conquista árdua, que o governo do estado tem feito um trabalho imenso: o Governador Sérgio Cabral, a Márcia Lins Secretária de Turismo, Júlio Bueno e todos os amigos, aqui, presentes, Júlio Lopes, todos esses que têm lutado pelo Rio de Janeiro para estar conquistando isso, que não é uma conquista de hoje. Vale lembrar que o Aeroporto Internacional foi criado para ser esse grande hub, ele não é um equipamento do Rio de Janeiro. O Aeroporto Internacional, quando ele foi criado, ele foi feito para ser o grande hub internacional do Brasil e isso é uma coisa que a gente está, aí, quase perdendo com essa briga da ANAC em manter uma discussão, que tem mostrado a Prefeitura do Rio de Janeiro, o governo do estado, no interesse da sua população, aqui, lutando para que isso não acabe e que essas conquistas todas que a gente tem alcançado não se esvaziem. O Aeroporto tem crescido, o número de trabalhadores tem crescido, o número de voos tem crescido. Então, é importante que o Aeroporto Internacional se fixe, se mantenha como esse grande hub internacional e que o Rio de Janeiro continue, cada vez mais, tendo acesso a seus turistas, mandando gente para fora e recebendo, cada vez mais. Eu queria, rapidamente, passar a palavra, aqui, dentro do meu tempo para o Felipe Góes que é o IPP, nosso Presidente do IPP, para falar, um pouco, sobre A ANAC agradece a contribuição.

13 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 13 de 47 desenvolvimento econômico FELIPE GÓES Obrigado, Antônio Pedro. Eu falo como Assessor-Chefe para Assuntos Econômicos da Prefeitura do Rio de Janeiro e eu vou falar sobre o aspecto de desenvolvimento econômico e a importância que isso tem para a nossa cidade. O crescimento do Galeão está diretamente ligado à conectividade do Galeão, dos voos internacionais com os voos domésticos. Na realidade, o que a gente observou, entre 2003 e 2007, foi um crescimento de 124% do fluxo de passageiros transportados nesse Aeroporto versus uma média nacional de 55%, quer dizer, um crescimento muito grande. Isso somente aconteceu porque houve essa conectividade entre voos internacionais e os voos domésticos. Do ponto de vista do desenvolvimento econômico, os voos internacionais são fundamentais, porque os investidores estrangeiros, as pessoas, os acionistas que têm participações em empresas que estão localizadas aqui, e, também, as próprias empresas brasileiras que precisam acessar o mercado internacional precisam desses voos internacionais. Então, de um ponto de vista do desenvolvimento econômico, a questão do voo internacional para o Rio de Janeiro é central, é fundamental para o desenvolvimento dessa cidade, portanto, é necessária essa conectividade, a gente não pode perder os voos domésticos que estão, hoje, no aeroporto. E eu queria ressaltar um ponto, aqui, que é: a gente não pode dizer que com a revogação da Portaria, não vai haver mudança de tráfego porque vai haver, é uma questão de oferta e demanda, quer dizer, com certeza, as companhias vão transferir parte dos seus voos para o Aeroporto Internacional e isso é um risco muito grande que a gente não quer deixar correr. Portanto, eu queria enfatizar que a Prefeitura é, sim, a favor da abertura do Santos Dumont, mas de forma gradual e planejada como foi colocada pelo Secretário de Desenvolvimento Econômico, Júlio Bueno, do estado do Rio de Janeiro. Finalmente, eu queria dizer que nós fechamos com o estado em relação a essa posição, a Prefeitura do Rio de Janeiro fecha com o governo do estado em relação a essa posição contra a revogação da Portaria em questão, que está sendo discutida aqui, hoje. Muito obrigado JÚLIO LOPES Por favor, pode zerar o tempo ali? Eu gostaria de começar agradecendo, falando, inclusive, da importância dessa audiência pública estar se realizando no Rio de Janeiro. É interessante que a ANAC tenha trazido a claque, porque isso, inclusive, revigora o aspecto democrático dessa audiência que se realiza no Rio de Janeiro. Nós, aqui, gostaríamos de registrar que a O número de 124% apresentado não significa que ocorreu um crescimento real, mas é devido à transferência dos movimentos do Aeroporto Santos Dumont para o Aeroporto Antonio Carlos Jobim quando a Portaria 187/DGAC entrou em vigor. Ressalta-se que o crescimento vegetativo do setor no Brasil tem sido em média de 8% ao ano. Destaca-se ainda que qualquer análise para a cidade do Rio de Janeiro deve ser feita levando em conta o movimento dos dois aeroportos e não apenas um deles. Ambos os aeroportos são parte da infraestrutura disponível para a cidade e o estado do Rio de Janeiro, e o seu aproveitamento conjunto no passado mostrou resultados positivos para o Rio de Janeiro. A revogação da Portaria 187/DGAC visa justamente o estabelecimento de um ambiente regulatório estável e transparente, que será garantido pelo fato de que o órgão

14 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 14 de 47 posição do Governador Sérgio Cabral, a posição do Prefeito Eduardo Paes, certamente, um dia, lá na frente, serão reconhecidas como aqueles que restabeleceram o Rio de Janeiro à ordem, restabeleceram a nossa cidade, o nosso estado ao princípio da organização e da ordem; mas, acima de tudo isso, serão, ainda, lembrados como grandes democratas, como cidadãos e como governadores e prefeitos que, estabelecendo o princípio da ordem, primaram pelo princípio da democracia. E é com esse princípio que nós estamos, aqui, com grande alegria para dizer o que nós queremos da ANAC, senhoras e senhores, é apenas um pouco mais de entendimento dessa questão que é tão relevante. Os senhores estão falando que querem defender o mercado. Eu quero lhes lembrar que o mercado detesta susto; o mercado é assustadíssimo. Isso que os senhores estão fazendo, aqui, é susto no mercado, é assustar as empresas de organização, assustar o estado, assustar a sociedade. Para mim, os senhores calcularam esses dados que apresentam com a mesma perícia e com a mesma qualidade que fizeram os seus contos e suas contas de pontualidade e frequência para os consumidores brasileiros. O que está, aqui, em jogo, senhoras e senhores, é defender o consumidor na sua essência, é defender o direito do cidadão. Encontro, aqui, com alegria, o meu colega, o Ricardo Morishita, com que eu lutei contra a pirataria. O Ricardo estava dizendo a mim será que a ANAC não tem como restabelecer ou defender o direito do consumidor? Será que a ANAC não tem como penalizar as empresas pela frequente desordem, desorganização do nosso espaço aéreo? Será que a ANAC não pode trabalhar um pouquinho melhor para que a gente tenha uma aviação mais segura e mais em ordem no Brasil? Pelo amor de Deus! O que o Governador Sérgio Cabral quer, o que o Prefeito Eduardo Paes quer é assim: restabelecer o Santos Dumont, mas de uma forma gradativa, gradual, sem susto ao mercado, sem essa falação, sem essa desorganização porque todos nós estamos afinados debaixo de um grande maestro que é o Presidente Lula, que recupera o País a olhos vistos para o mundo inteiro. E os senhores, infelizmente, há 02 anos atrás, nos prometeram o seguinte: numa reunião com a Dra. Solange por quem eu tenho grande admiração e respeito, com o Ministro Jobim por quem quero declarar a minha admiração e respeito público, eles se comprometeram, conosco, a estabelecer a tarifa-pátio de São Paulo seria um preço mais alto para os aviões, em São Paulo, de forma que esse voos migrariam (segundo a Dra. Solange) de uma forma natural para o Rio de Janeiro porque lá, sendo mais caro, esses voos viriam para o Rio, se comprometeram a limitar o número de voos em São Paulo, de novas concessões de voos porque São Paulo estava sobrecarregado e se comprometeram estabelecer metas de crescimento para o Galeão porque eles entendiam que o Galeão estava prejudicado. Fizemos, inclusive, um painel que está lá fixado no Galeão e, naquele dia, como se prenunciando esse episódio de hoje, caiu uma grande chuva: o Ministro Jobim andava pelo corredor e o Governador Sérgio Cabral não pôde comparecer, infelizmente, todas essas metas não puderam ser obtidas porque a ANAC, infelizmente, pediu um milhão de desculpas por sua incapacidade de fazê-lo. Será que os senhores somente têm capacidade para discutir a reabertura do Aeroporto Santos Dumont? Pelo amor de Deus! Vamos organizar a aviação regulador não poderá criar restrições que não sejam estritamente técnicas. A revogação da Portaria 187/DGAC visa justamente o estabelecimento de um ambiente regulatório estável e transparente. Sua revogação assegura às companhias aéreas que elas possuem a liberdade de escolha de alocação de seus voos apenas sujeitas a questões de limitação de infraestrutura, segurança e adequação de serviço adequado. O que assegura para estabilidade para investimentos de longo prazo. Na medida em que o órgão regulador não possui a atribuição de tomar decisões discricionárias, que não estejam amparadas em argumentos operacionais claros e transparentes, desaparece a instabilidade regulatória colocada pela portaria atualmente em vigor. Não há previsão legal nem política pública instituída pelo CONAC, conforme admitido na contribuição, que respalde o estabelecimento, pela ANAC, da vocação operacional de

15 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 15 de 47 nacional, delimitar um tempo para a reabertura do Santos Dumont e eu tenho certeza, o Governador Sérgio Cabral, o Perfeito Eduardo Paes, todos os seus colaboradores, daremos aos mãos à ANAC, ao Ministério da Defesa e a todos os Ministérios do Brasil, porque o que nós queremos é ordem, organização, o princípio do mercado prevalecendo e, sobretudo, antes de tudo, o consumidor bem atendido como aqui, certamente, o Dr. Ricardo Morita dirá. Muito obrigado a todos MODESTO LOPES Senhoras e senhores. Em nome da Associação dos Concessionários Aeroportuários, ABRASCA. Gostaria de cumprimentar a todos e agradecer a ANAC pelo privilégio de, aqui, poder estar representando a nossa categoria. Ao mesmo tempo, gostaria de hipotecar a nossa inteira solidariedade à posição do estado e do município por nos parecer, ou melhor, não somente para o desenvolvimento do Galeão, como da cidade do Rio de Janeiro, como para o próprio bem do Brasil. Sem detrimento nenhum, é claro, ao Aeroporto Santos Dumont que todos gostamos muito. Gostaríamos e acreditamos que ele tenha, portanto, os seus meios de se desenvolver com os regulamentos que, certamente, devem ser e vão ser levados à ANAC. Para consubstanciar o nosso argumento, eu gostaria, apenas, de relembrar o fato passado, não tão distantemente, mas, como todos sabemos, a memória nacional não prima, muitas vezes, pelos registros que, muitas vezes, se fazem necessários, mas todos se lembram da grande luta que foi para tentar reverter a situação do Aeroporto do Galeão: primeiro que por nos parecer um bem nacional e, num País escasso de recursos e dinheiro caro que ele deve ser viabilizado e, naquela altura como se sabe, um dos grandes martírios pelos quais a nossa população ali passou a população comercial a que me refiro foi, exatamente, devido ao esvaziamento que se verificou com a saída dos voos para o Santos Dumont. Então, na verdade, como se sabe, primordialmente, porque era o Santos Dumont, restritamente, apenas, à ponte aérea. Então, o que se fez foi, na verdade, a posição inversa: voltar com que esses voos para, lá, regressassem. E, assim, aconteceu. Todos se lembram, portanto se não me falha a memória, pelo menos, alguns periódicos noticiaram, tal foi o estado de esvaziamento e a penúria com que aquela comunidade se encontrou, que eu tenho citado em algumas vezes, um fato concreto que, lá, se passou: um motorista, numa das filas de taxi, levado ao desespero pelos seus compromissos e na ausência de ter, portanto, possibilidade de ter o seu galpão pronto, ele praticou um gesto extremo. Então, somente para se ter uma idéia disso. Ora, por outro lado, parece-nos que todas as soluções, no sistema democrático, passam, também, pela vertente da economia, da determinados aeroportos. Por sua vez, a Agência, no desempenho de sua função institucional, tem o dever de regular e fiscalizar o segmento de aviação civil, balizando-se pelas regulamentações técnicas existentes, pelas diretrizes de políticas públicas emitidas pelo CONAC e pela Legislação vigente. A ANAC agradece a contribuição.

16 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 16 de 47 política e da economia, principalmente, não se pode desprezar esse contexto e a própria real possibilidade de desenvolvimento do Galeão. Em síntese, não somos levados por paixões pessoais ou interesses pessoais, a nossa posição pode estar errada ou certa, mas, com todo o respeito a todos que tenham opinião oposta, mas a nossa posição é, de fato, como já disse, de solidariedade ao governo do estado e ao município e pela manutenção da situação atual. Era isso que eu tinha a dizer e agradecer mais uma vez em nome da nossa Associação. MARIA LUIZA TESTA TAMBELLINI Bom dia a todos não sei se é boa tarde, mas, bom dia a todos. Eu acho que uma audiência pública é muito importante, ela é constitucional, ela é obrigatória e ela deve acontecer sempre onde o fenômeno está presente, portanto, ser no Rio de Janeiro e essas mudanças todas de data para que ela fosse no Rio de Janeiro, já significam uma espécie de luta para obtenção de discussão no espaço. Eu vou me identificar como uma moradora do Rio de Janeiro, do bairro de Santa Tereza, onde a gente tem uma rota de aviões que passam para o Aeroporto Santos Dumont. Eu fui, quando soube que tinha essa audiência pública, ler esses instrumentos legais e fiquei muito surpresa e ver que eu não existia porque esse documento só fala da mudança do aeroporto e não diz que, na audiência pública, a gente vai tratar dos assuntos dos cidadãos. A cidade do Rio de Janeiro não está existindo nessa discussão; o que está existindo são interesses. Então, eu vim colocar o meu interesse aqui. eu moro num lugares mais altos de Santa Tereza, onde os aviões fazem o voo rasante porque eles fazem o voo panorâmico que desce e, logo, todo mundo vai ver a linda Baía de Guanabara e o Pão de Açúcar. Só que os vidros da minha casa tremem, a gente tem problema seriíssimos e a gente já fez algumas... algum tipo de reivindicação de melhoria disso porque os aviões, quase a gente pode cumprimentar os passageiros. O que é que está acontecendo? Quando a gente fala com as pessoas responsáveis, elas dizem que a gente tem que identificar o avião, tem que saber qual é o horário, a companhia e o prefixo do avião. Eu acho impossível que eu faça isso. E sei, também, que os aviões têm que ter um espaço aereo para eles poderem se locomover com segurança para os que estão em terra. Então, quando eu li, aqui, que tinha uma coisa que chamava, assim, segurança operacional, eu perguntei a cidade não faz parte da segurança operacional?, eu quero ela, senão fizer parte, eu gostaria que esses documentos constassem que as pessoas existem e que elas são necessárias na tomada de decisão. Acho, por exemplo, que as rotas devem ser utilizadas, minimamente possível, por cima da casa dos moradores da cidade. Quando não está muito clara a visibilidade, a gente teme que o avião vá bater e a gente seja, mais ou menos, ferido por isso. Isso é uma coisa séria e fico, também, muito preocupada com aquilo que eu estou ouvindo, que a ANAC está dizendo, desse gerundismo, como se a gente já estivesse em pleno movimento e tudo isso que está sendo falado, aqui, já fosse uma coisa resolvida. Eu fiquei muito preocupada, porque eu já escutei falar assim não estamos autorizando, não estamos fazendo, eu senti isso como se estivesse me dizendo assim, que eu estava sendo notificada de que alguma coisa estava acontecendo. Acho que isso é muito sério e se as coisas estão difíceis para o Rio de Janeiro, são outros motivos e nãos são os aeroportos que darão conta disso. Eu acho que a gente tem que pensar na realidade econômica, naquilo que a cidade está se A ANAC não está propondo nenhum tipo de operação nova, apenas retirando restrições que não compete a ela estabelecer. Os procedimentos operacionais, com a revogação da Portaria 187/DGAC, continuarão os mesmos. A ANAC entre suas atribuições legais tem por obrigação a fiscalização contínua dos aeroportos no que se refere a questões de segurança operacional e esta função continuará sendo regularmente cumprida pela Agência. A Portaria 187/DGAC não aborda assuntos ambientais ou de ruído. Tais estudos devem ser aprovados pelo órgão competente no âmbito do Governo do Estado do Rio de Janeiro.

17 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 17 de 47 produzindo, no ambiente privado e público para a gente achar que o aeroporto vai ser o resultado disso e, não, transformar o aeroporto, hoje, mais ou menos, naquele instrumento das costas largas que resolveria o problema financeiro, político e social da cidade do Rio de Janeiro. Obrigada. AJAURI BARROS DE MELO Conforme a Lei nº /2005, em seu art. 48, 1º: Fica assegurada às empresas concessionárias de serviços aéreos domésticos a exploração de quaisquer linhas aéreas, mediante prévio registro na ANAC, observada exclusivamente a capacidade operacional de cada aeroporto e as normas regulamentares de prestação de serviço adequado expedidas pela ANAC. Desta forma, a ANAC está cumprindo seu papel legal. Senhora e senhores, bom dia, eu represento, aqui, uma empresa aérea regional, ela possui aeronaves Turbo Hélice de 30 assentos e operamos em cidades de média e baixa densidade de tráfego e um dos aeroportos que faz parte da nossa rede de linhas é o Santos Dumont, onde temos 03 frequências para o interior de São Paulo. Recentemente, eu adquiri mais 05 aeronaves, Girato, fabricação da EMBRAER, de 50 assentos. E a nossa postura, a nossa posição como empresa aérea, nessa audiência pública,, não que se revogue a Portaria, mas, apenas, que se faça alguns ajustes que, sob a nossa ótica, seriam importantes tanto para o estado quanto para o usuário e quanto para a indústria de transporte aéreo. Me refiro, primeiramente, à eliminação do critério que nos obriga a ter 02 pousos intermediários para que possamos atingir, a partir daqui, determinadas capitais. Nisso, eu não vejo sentido, uma vez que isso prejudica, com certeza, o usuário. Falo, aqui, como diretor da empresa, que tem algum tempo, que trabalho com isso. E a segunda proposição nossa, é que, realmente, se mantenha um limite de capacidade de assentos das aeronaves. Foi dito, aqui, exaustivamente, que se permitir que a aeronave de grande porte venha par o Santos Dumont. Tenho certeza, absoluta que haverá migração de tráfego para o Santos Dumont. E acredito, eu, que não seja esse o interesse do governo do estado e, também, da sociedade. Defendemos, então, mais uma vez, que seja mantida essa portaria com esses ajustes e que se mantenha uma limitação de 50 assentos ou um pouco mais, porque nós temos condições com a empresa, com avião de menor porte, com menor capacidade, fazer um número maior de frequências e, consequentemente, atingir um número maior de cidades para que a gente possa dar mais opção ao usuário de atingir determinadas cidades que, certamente, não têm condições de ser atingida por aviões de grande porte. Então, eu defendo, mais uma vez, aqui, esse ponto: eliminar essa restrição de 02 pousos, manutenção de uma oferta da aeronave com uma capacidade de menor transporte de passageiros, com até 50, 60 assentos. E não precisa cancelar a Portaria, do jeito que ela está, atende razoavelmente. Entendemos ser o Aeroporto Santos Dumont, um aeroporto tipicamente para ser operado por empresas regionais, a exemplo do da Pampulha e outros com a mesma capacidade de demanda de tráfego. Muito obrigado Não cabe à ANAC estabelecer especificações que não obedeçam estritamente o parágrafo supracitado. Uma política para a aviação regional, conforme a proposta na sugestão apresentada, tem sido discutida no Congresso, mas ainda não existe um consenso de qual deverá ser a política mais adequada. SERGIO ANDRÉ LACLAU MARQUES Bom dia. Eu acho todas as discussões que estão sendo travadas, aqui, que são muito importantes, contribuem muito para o processo democrático, mas fogem ao foco principal da questão: o que a gente está discutindo, aqui, não é, exatamente, um A ANAC agradece a contribuição.

18 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 18 de 47 ato da ANAC de revogação da Portaria 187. Na verdade, a Portaria 187 já está revogada há mais de 03 anos. Ela foi revogada não pela ANAC, mas pelo Congresso Nacional que, quando editou, em 2005, o novo marco regulatório do setor aéreo, alterou profundamente toda a sistemática em vigor, acabou todo um processo de dirigismo, intervencionismo do estado no movimento, no setor aéreo e se instituiu um processo de liberdade dos agentes econômicos. Os termos do marco regulatório em vigor, a Agência Regulatória somente tem condições de limitar rotas em função de capacidade operacional do aeroporto e segurança. A Portaria 187 não regula nem uma coisa, nem outra; ela não trata da capacidade operacional do Santos Dumont como muitos levantam, aqui, nem trata da segurança do aeroporto. Várias das questões levantadas apesar de importantes não encontram amparo, não encontram regulação na Portaria 187, essa Portaria não vigora mais. Na verdade, a grande falha, aqui, que se pode atribuir à ANAC é já não ter instituído esse processo há muito mais tempo ou, então, simplesmente, ter deixado de aplicar a Portaria, ela não é compatível com a legislação em vigor. Isso é um ponto importante para se ter em mente. Então não se trata, agora, de chegar e dizer se a ANAC tem ou não tem que se fazer um juízo de conveniência da revogação dessa Portaria. Ela não é compatível com o sistema em vigor. Esse é um ponto importante. Se quer se ter uma discussão a respeito de dar à Agência poderes discricionários de limitar a atividade ou não de um aeroporto, tem que se mudar a lei. Essa discussão deveria ter ocorrido há 03 anos, quando se instituiu o marco regulatório, não agora. Sequer se estabelecer limitações de capacidade, de operação por outros atos normativos. A revogação desse ato não vai implicar em nada, na verdade, sequer ele deveria ser aplicado. Esse é o ponto que eu vou deixar bem claro, aqui, e, com isso, encerro a participação ADALBERTO FEBELIANO Boa tarde a todos. Meu nome é Adalberto Febeliano, eu sou da Azul Linhas Aéreas. É uma grande satisfação estar, aqui podendo trazer um pouquinho das opiniões da Azul para que vocês possam conhecer. Eu queria, primeiramente, agradecer a todos os tripulantes da Azul que vieram aqui, são cariocas que moram no Rio de Janeiro e que já são empregados da Azul: são pilotos, são comissárias, são pessoal de terra. Eles estão, aqui, porque eles acham importante que haja mais concorrência nesse País, no setor aéreo para que mais empresas aéreas possam crescer e possam se desenvolver. Eu gostaria de falar com vocês, eu achei muito interessante que uma das pessoas que veio aqui, falou que a ANAC está apalpando elefante e está achando que é somente um pedaço de tronco. Então, vamos falar um pouquinho de elefante: o que é o elefante? O que é o Brasil? Brasil é um País que tem 50 milhões de passageiros por ano e o Brasil deveria ter, pelo menos, 200 milhões de passageiros por ano. Estados Unidos têm uma população comparável, têm 800 milhões. O nosso mercado de transporte aéreo é ridiculamente pequeno e ele é pequeno porque ele precisa de estímulo, ele precisa de crescimento. Eu vi, aqui, todo mundo vem aqui e fala não, nós precisamos trazer os turistas internacionais, eles são importantes, claro que são importantes e claro que precisamos trazer os turistas internacionais para o Rio de Janeiro, isso é fundamental, é muito importante para a cidade; mas temos, também, que trazer os turistas domésticos, brasileiros, os turistas que vêm, aqui, a A ANAC agradece a contribuição.

19 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 19 de 47 negócios ou que vêm, aqui, a lazer para conhecer essa Cidade Maravilhosa, conhecer a cidade que é uma das mais bonitas do mundo. Nós, da aviação, a gente viaja bastante e isso, eu posso dizer para vocês: eu ainda não conheci uma cidade tão bonita quanto o Rio de Janeiro, essa cidade é fantástica e isso tem que ser, sim, mostrado para todos os brasileiros. Então, nós precisamos crescer, também, o tráfego doméstico e, não somente, o tráfego internacional. Quando a gente fala, aqui, em estatísticas do tráfego brasileiro, fala-se que o tráfego, em São Paulo, cresceu tanto, o tráfego, no Brasil, cresceu tanto. Olha, o tráfego aéreo, no Brasil, já quase dobrou de 2003 para cá: fruto de novas empresas que entraram, com novos modelos de negócios, permitiram acesso de uma camada maior da população ao transporte aéreo e isso fez a diferença, isso fez com que mais gente pudesse voar. Então, quando a gente compara o que acontece, hoje, no Rio de Janeiro, em relação quando o Aeroporto Santos Dumont foi fechado para o tráfego doméstico? Hoje, você tem muito mais voos você poderia colocar a minha apresentação aí, por favor? Eu gostaria que você fosse direto para aquele primeiro dos mapas do Brasil. Eu gostaria de mostrar para vocês, quando as empresas aéreas vêm aqui e falam sim, nós vamos transferir todo o tráfego do Galeão para o Santos Dumont, isso não é verdade. O Santos Dumont é um aeroporto limitado, o Santos Dumont é um aeroporto que tem pistas muito curtas, não dá para decolar do Santos Dumont para ir para Salvador, para Porto Alegre, para Recife, é um número muito pequeno de voos que pode, efetivamente, ser transferido do Galeão para o Santos Dumont. Então, na realidade, o Galeão não vai perder conectividade e as empresas vão continuar lá. O que as empresas não querem, isso, sim, é ter novas concorrentes no Santos Dumont e elas não querem não é somente a Azul, é Azul, é a Ocean Air, é a Trip, é a Webjet, todas elas querem operar no Santos Dumont. Querem ter a possibilidade de atender ao mercado do Rio de Janeiro. Tudo bem. De qualquer maneira, eu queria mostrar para vocês eu tenho nos mapas seguintes que, a partir do Aeroporto de Congonhas, as cidades servidas são cidades num raio muito menor em relação à São Paulo. Os aeroportos são complementares, como eles devem ser. Santos Dumont e Galeão são dois aeroportos que têm que ser complementares. Santos Dumont tem somente essa malha muito pequena perto do Galeão, quando comparada com a malha de Congonhas. A partir de Congonhas, serve-se 26 cidades do Brasil. Como eu gosto de dizer, um executivo com escritório na Berrini, em 15 minutos está num saguão de aeroporto e ele pode ir para 26 cidades diferentes do País; um executivo, aqui, na Rio Branco, vai para o Santos Dumont e chega, simplesmente, até São Paulo. E, aí, então, aquilo que eu falei para vocês: reparem como os voos a partir de Congonhas são para um raio muito menor. É a mesma coisa que acontecerá no Santos Dumont. Congonhas é um aeroporto com pistas pequenas, não permite voos de longa distância. É isso que vai acontecer no Santos Dumont: nós vamos ter o atendimento em voos diretos a cidades mais próximas, seja do interior de São Paulo, norte do Paraná ou algumas capitais mais próximas. A gente fala em capacidade, a gente, aqui, falando de Nova York, Londres... vocês não têm idéia de como nós estamos atrasados em infra-estrutura aeroportuária. Londres tem 07 aeroportos na sua região

20 Relatório Audiência Pública Revogação da Portaria 187/DGAC Página 20 de 47 metropolitana; Paris tem 14. Hoje, o que acontece, aqui, no Rio de Janeiro: o Rio de Janeiro estaria dando uma quantidade muito grande de tráfego de São Paulo, porque os 02 aeroportos de São Paulo Congonhas e Guarulhos estão saturados. Isso, sim, essa é a lição que eu quero passar para vocês: não deixe isso acontecer, no Rio de Janeiro, tenham capacidade nos seus 02 aeroportos, desenvolvam os seus 02 aeroportos porque, senão, vocês vão ficar que nem São Paulo: saturados, sem poder ter aumento de tráfego e vão acabar perdendo voos para Confins, aonde o governo mineiro tem planos fantásticos para ampliar aquele aeroporto. Não deixem isso acontecer. Não deixem. Tem sim. O Galeão precisa receber mais investimentos, precisa ser desenvolvido e tem que priorizar o tráfego internacional, porque o tráfego internacional, esse, não pode ir para o Santos Dumont. É isso, tem que ser um desenvolvimento harmônico dos 02 aeroportos. É o que gostaríamos de falar. Muito obrigado. RICARDO MORISHITA WADA Bom dia a todos. Esse é um tema, absolutamente, complexo. Quero expressa, aqui, o respeito que o Ministério da Justiça tem as várias posições que foram, aqui, declaradas. Também, o excelente relacionamento com o governo do estado do Rio, mas eu tenho, aqui, a incumbência de trazer, especificamente, uma preocupação com relação ao consumidor. O processo regulatório ele é fundamental para o dia-a-dia do cidadão. Todas as vezes que o processo regulatório não atenta para, especificamente, as necessidades que tem cada um dos consumidores, nós temos uma multiplicação de conflitos, o que faz com que, no final, nós tenhamos, sempre, uma postura de trabalhar os conflitos no varejo : o que sai caro para a sociedade, terrível para o capital social que procura ser construir e, terceiro, indiscutivelmente, o prejuízo que tem cada um dos nossos consumidores. Em razão dessa preocupação específica com o processo regulatório, nós estamos, aqui, registrando as preocupações que têm, hoje, o sistema nacional de defesa do consumidor. Primeiro, nós sabemos que essa medida de restrição ao Aeroporto Santos Dumont, ocorreu em razão de 02 pontos principais: o primeiro deles, que é o favorecimento da aviação regional; o segundo ponto, a transferência de tráfego para o Galeão, essas medidas quer sejam discutidas sob aspecto político, quer sejam sob o aspecto social, indiscutivelmente, tem trazido aos nossos consumidores preocupação com relação a 03 grandes pontos: o primeiro ponto, a dificuldade de acesso dos consumidores na hora que você cria uma restrição, há a possibilidade do consumidor usufruir de um serviço de natureza pública, custeado por todos os cidadãos, que é o transporte aéreo, e você cria uma dificuldade de acesso, indiscutivelmente, você tem um prejuízo a todos os consumidores ; o segundo ponto, a falta de opção de cada um desses consumidores se eu tenho restrições de voo, se eu tenho restrições de escolha, indiscutivelmente, eu tenho registrado o prejuízo aos consumidores ; o terceiro ponto uma questão que está, diretamente, relacionada ao dia-a-dia, ao bolso do consumidor, que é o preço a inexistência de A ANAC agradece a contribuição.

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