PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS PGRS

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1 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS PGRS A responsabilidade da Instituição de Ensino é ajudar a educar e formar as gerações que cuidarão do mundo

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4 PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS - PGRS Toda organização deve orientar sua atuação com base em seu relacionamento ético e transparente com todas as partes interessadas, visando ao desenvolvimento sustentável. Nesse sentido, deve preservar os recursos ambientais e culturais para gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais. A liderança na cidadania implica influenciar outras organizações, públicas ou privadas, a se tornarem parceiras nestes propósitos e,também, estimular as pessoas de sua própria força de trabalho a se engajarem em atividades sociais. (FNQ) 4

5 O Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos PGRS. Visa aflorar a responsabilidade Socioambiental despertando mudanças, atitudinal e comportamental como também, instigar VOCÊ, o desejo em participar desse projeto de forma, harmoniosa e comprometida. Onde as ações tomadas decorrentes neste processo transformem-se em um ciclo contínuo, na busca dos 4Rs Reduzir, Recuperar,Reutilizar e Reciclar. 5

6 PORQUE IMPLANTAR O PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS PGRS? Para difundir as praxes da Produção Limpa e, promover de forma contínua e processual a adequada destinação dos resíduos sólidos, recicláveis e não recicláveis, por meio da coleta seletiva com o mapeamento, quantificação, caracterização, controle e diagnóstico dos impactos causados ao meio ambiente. Promovendo permanentemente uma intensa campanha socioeducativa, incentivando o desenvolvimento cognitivo de toda comunidade acadêmica voltada para o pensamento crítico, reflexivo, criativo e sistêmico acerca da responsabilidade socioambiental, e qualidade de vida. E porque o PGRS é importante? Melhora a imagem da empresa! Evita acidentes e contaminações! Evita gastos com multas! Reduz a formação de passivos ambientais! Ajuda a fazer melhor uso dos recursos naturais! Contribui com a qualidade de vida! O QUE DEVE CONTER NUM PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS? 1º - Passo: Conhecer os resíduos gerados e classificá-los! 2º - Passo: Mapear e Monitorar Quais são os processos que geram resíduos? Quais tipos de resíduos são gerados? Quais são as quantidades de cada resíduo? 6

7 3º - Passo Identificar : Aspecto ambiental: Elemento das atividades ou produtos ou serviços de uma organização que pode interagir com o meio ambiente Impactos Ambientais: Quaisquer modificação do meio ambiente, adversa ou benéfica, que resulte, no todo ou em parte, dos aspectos ambientais de uma organização. Com base na ISO 14000, a Norma de Certificação de qualidade ambiental para empresas privadas e instituições públicas, serão apresentados, no esquema a seguir alguns aspectos que podem ser úteis nos levantamentos preliminares e na elaboração do diagnóstico de cada instituição. 7

8 PREMISSAS DO PGRS - FATESG Setorizar o mapeamento, controle e diagnóstico da geração dos resíduos; Monitorar e mapear trimestralmente a destinação final dos resíduos entregues aos terceirizados; Prestar contas das quantidade doadas, receitas e despesas decorrentes do PGRS; Realizar projetos que contemplem a ética, desenvolvimento cognitivo, Sustentabilidade, Responsabilidade Social e Qualidade de vida. OBJETIVO GERAL Estar em sintonia com a POLÍTICA DA QUALIDADE do SENAI, instigando, Alunos; ; Docentes;;Corpo Técnico Administrativo e Comunidade. À atuarem com a cultura de Responsabilidade Socioambiental. OBJETIVO ESPECÍFICOS Estar em consonância com a Lei nº 6.938/81 da Política Nacional do Meio Ambiente a luz do Art 2º Inciso II, III, V, VI e X. Estabelecer uma ação compartilhada na gestão dos resíduos sólidos segundo os critérios da Lei /10, Política Nacional de Resíduos Sólidos - PNRS. Instigar a percepção do pensamento sistêmico acerca do desenvolvimento sustentável e responsabilidade social; Minimizar, controlar e monitorar a geração de resíduos sólidos produzidos nesta Unidade, dando sua destinação correta. Conscientizar a comunidade acadêmica da FATESG, quanto ao desperdício e preservação dos recursos renováveis. 8

9 ECO-EFICIÊNCIA CRIAÇÃO DE MAIS VALOR PRODUZINDO MAIS, COM MENOS IMPACTO AMBIENTAL, UTILIZANDO MENOS RECURSOS RENOVÁVEIS! FILOSOFIA DE GESTÃO DA ECO-EFICIÊNCIA Concentra-se em oportunidades de negócio e permite às empresas tornarem-se mais responsáveis do ponto de vista ambiental e mais lucrativas. Incentiva a inovação e, por conseguinte, o crescimento e a competitividade. A eficiência econômica e ambiental em paralelo, onde o prefixo eco representa a economia e a ecologia. Os três pilares da sustentabilidade, preconizada pelo conselho mundial de negócios para o desenvolvimento sustentável: Economia; Ecologia; E o progresso social. O TERMO ECO-EFICIÊNCIA Foi, de fato, utilizado, pela primeira vez, em 1990, pelos investigadores, schaltegger e sturm, na cidade de Basileia. mas a ideia de que prevenir a poluição e evitar desperdícios traz benefícios financeiros, existia há, pelo menos, 15 anos. 9

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24 PROJETO CONSTRUINDO UM MUNDO MELHOR 24

25 1 - TÍTULO DO PROJETO CONSTRUÇÃO DE UM MUNDO MELHOR 2 - PÚBLICO-ALVO: Discentes; Docentes; Corpo Técnico Administrativo da FATESG e Comunidade. 3 - OBJETIVO GERAL: Oficializar o Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos na Faculdade de Tecnologia SENAI de Desenvolvimento Gerencial, e despertar uma mentalidade prevencionista e instigar o zelo pelo patrimônio mundial que é nosso planeta OBJETIVOS ESPECÍFICOS: 4 - JUSTIFICATIVA: Apresentar oficialmente o PGRS junto à comunidade acadêmica; Estimular o reconhecimento quanto à importância da participação de todo público - alvo para defesa, recuperação e preservação do meio ambiente. Transformar o PGRS um ciclo contínuo na busca dos 4Rs Reduzir, Recuperar, Reutilizar e Reciclar. Nortear os educandos, e toda comunidade acadêmica a instituir mudanças atitudinal e comportamental quanto à preservação dos Recursos Naturais. Não é novo o fato de que as cidades produzem, diariamente, milhares de toneladas de lixo e que esse é um problema que vem se tornando cada vez maior. No entanto, estamos chegando a um ponto em que já não é mais possível prosseguir sem que medidas mais eficazes sejam tomadas. Os aterros já não conseguem absorver tanto lixo, e a degradação do meio ambiente está tomando proporções perigosas para a sobrevivência humana no planeta. Os rios e represas estão cada vez mais contaminados, ratos e insetos proliferam, as ruas estão sujas favorecendo todo o tipo de doenças. Assim o primeiro passo é gerar CONSCIENTIZAÇÃO apresentando as vantagens em aderir ao PGRS reinventando um mundo sustentável que prioriza a preservação do meio ambiente e as espécies que dela dependem sua subsistência. 5 - METODOLOGIA ATIVIDADES: Chá verde Integração de todos no PGRS. Turnos: Manhã; Tarde e Noite. Local: Espaço da Cantina (salão de eventos) Palestra sobre o PGRS nos turnos: Manhã; Tarde e Noite. Local: Auditório 25

26 PALESTRANTES: Diretor João Francisco da Silva Mendes Gerente de Educação e Tecnologia da FATESG Coordenadora do PGRS no SISTEMAFIEG Coordenadora do PGRS na FATESG 5.2 PROJETO CONSTRUÇÃO DE UM MUNDO MELHOR Metodologia: Vistoriar os ambientes internos e externos da FATESG, registrando as evidências encontradas referente à disposição correta dos lixos em salas/lab., organização em sala de aula, estendendo-se também a responsabilidade quanto a manter os equipamentos desligados quando fora de uso, equipamentos danificados e refeições em salas/ laboratórios. Como também, a correta disposição dos lixos nos coletores disponibilizados nesta Faculdade na cantina, e na área externa sendo avaliado também, a organização das mesas e cadeiras, considerando principalmente as sobras das refeições deixadas sobre as mesas Comissão julgadora: Assim, os relatórios semanais da vistoria de ambientes, serão analisados pela comissão de monitores do PGRS, e julgados pelo corpo gestor excluindo os docentes que dela fazem parte Resultados: Ocorrerá no auditório com a premiação do turno vencedor no dia 27/06/2012. Contudo é relevante ressaltar que, o Prêmio será sorteado sob as seguintes restrições: Para o aluno: O sorteio contemplará todos os discentes matriculados nos cursos técnicos e de graduação: O aluno que fora sorteado só receberá o prêmio se constar mais de 90% freqüência no curso matriculado. Neste contexto o aluno será contemplado. Senão, deverá haver um novo sorteio até que seja encontrado o perfil que atenda este requisito. O sorteio será feito pelo número do CPF do aluno, sendo o Diretor que irá escolher o papel com o número do CPF do aluno em urna lacrada Para o Docente: Este deverá ser contratado pela Instituição, onde o sorteio será feito pelo CPF do docente, sendo um aluno que irá escolher em urna lacrada o nome do Docente. 26

27 Gerente de Educação: Selva Oliveira de Araújo Almeida Coordenadora Pedagógica: Mara Lopes Coordenadora da Secretária: Herla Cristina Honório de Oliveira Coordenador técnico: Alessandro Caetano Coordenador da Graduação: Ana Flávia Marinho de Lima Garrote Premiação: 1ª- lugar Docente - 01 TABLET 1ª- lugar Discente - 01 TABLET 2ª- lugar Docente - 01 PEN drive 32G 2ª- lugar Discente - 01 PEN drive 32G 3ª- lugar Docente - 01 PEN drive 8G 3ª- lugar Discente - 01 PEN drive 8G 6.1 MATRIZ DE RESPONSABILIDADES Atividades Desenvolver o projeto Aprovar o Projeto Compras Organizar a Infraestrura Reservar os ambientes Preparar as apostilas Aprovar as apostilas Divulgar o evento Responsável pela ação Local Coordenadora do PGRS Diretor/ Gerente/ Cood. Ped. Paulo Suporte - Aud. e Salão - eventos Coordenação de eventos Aud. e Salão - eventos Coordenadora do PGRS Diretor/ Gerente/ Cood. Ped. Coordenação de eventos e todas as Intranet/ Mural/ nas Coordenações salas/lab. 27

28 PROGRAMAÇÃO DO TURNO DA MANHÃ - 29/02/ PROGRAMAÇÃO DO TURNO DA TARDE - 29/02/

29 PROGRAMAÇÃO DO TURNO DA NOITE - 29/02/ CRONOGRAMA DAS ATIVIDADES 29

30 8 - RECURSOS: Humanos: Corpo Diretor; Comissão de Monitores do PGRS; Coordenadora de Eventos; Coordenação da Pós-Graduação; Coordenação da Graduação; Coordenação do Técnico/ Aprendizagem; Coordenação do Aperfeiçoamento; Coordenação da EAD; Coordenação do NEP/STT; Corpo técnico Administrativo; Docentes; Terceirizados (Cantina e grupo CORAL) Físicos: Infraestrutura Som; (de som no salão de eventos, e no auditório) Microfone; (infraestrutura de som no salão de eventos, e no auditório) Data show; (infraestrutura de som no salão de eventos, e no auditório) Computador: (infraestrutura de som no salão de eventos, e no auditório) Para todos os alunos - Apostila on-line do PGRS (detalhando o que é o programa, e sobre como o projeto que será implantado na FATESG) 200 und - Camisetas com Slogan do REAPROVEITE 01 und- FAIXAS de divulgação 24 - CARTAZES de divulgação Chá verde 200kg de Frutas 02 TABLET - Wei Phone Plus Android PEN drive 32G 02- PEN drive 8G 30

31 Tabela de custo dos recursos: Vale ressaltar que o custo deste empreendimento, projeta-se para ser aplicado a todo 1ª semestre de Visando despertar não somente a responsabilidade pela preservação do meio ambiente como também, mitigar os impactos causados pelo descuido no manuseio dos equipamentos e ambientes desta unidade. Minimizando os desperdícios dos recursos renováveis (energia e água), custo na manutenção de equipamentos (cadeiras, cortinas, ar condicionado dentre outros). Indo de encontro com a POLÍTICA DA QUALIDADE instigando: Docentes; Alunos; Corpo Técnico Administrativo e comunidade a atuarem com a cultura de responsabilidade socioambiental. 9- AVALIAÇÃO: Será contínua e processual, onde os resultados serão monitorados diariamente pelos responsáveis pela vistoria interna dos ambientes da FATESG e mensurados pela RQ desta instituição. 31

32 MISSÃO DO SENAI Promover a educação profissional e tecnológica, a inovação e a transferência de tecnologias industriais, contribuindo para elevar a competitividade da Indústria Brasileira. APÊNDICE 32

33 O TURVO PANORAMA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS NO CENTRO-OESTE Sob a luz das pesquisas realizadas pela ABRELPE (2009) a extensão geográfica da região Centro Oeste possui uma área total de ,51 Km², cuja dimensão demográfica está distribuída entre 466 municípios, sendo formada por uma população urbana de hab. Produzindo diariamente cerca de 1, 161(Kg/habitante) de lixo, totalizando uma coleta diária de toneladas, tendo um custo financeiro nos setores de limpeza urbana de R$ 897 Milhões. Ainda sob este contexto, 174 municípios depositam lixos urbanos a céu aberto sem nenhum tratamento e, 146 municípios possuem aterros controlados, e apenas 146 implantaram aterros sanitários. Veja o gráfico abaixo que demonstra a destinação final dos resíduos sólidos urbanos com base referencial de 2008 e 2009 na região Centro Oeste onde os números são equivalentes a toneladas de lixos descartados diariamente. Gráfico 1- Destinação final de resíduos sólidos na região Centro Oeste - Fonte: Pesquisa ABRELPE 2009 O destino mais comum do lixo em Goiás e nos outros Estados do Centro-Oeste são os aterros controlados. Esses espaços não são considerados adequados para receber os resíduos sólidos, pois não contam com as obras de engenharia de um aterro sanitário. Assim, as valas abertas facilmente se transformam em lixões a céu aberto. 33

34 Assim a tabela acima apresenta o periclitante quadro que a destinação final desses resíduos urbano que se encontra na região Centro Oeste, demonstrando urgência na tomada de decisões acerca dessa problemática. Pois quando estes resíduos entram em estado de decomposição junto com a chuva é produzido um líquido chamado de chorume, com capacidade poluidora de carga orgânica mil vezes, maior que o esgoto doméstico levando a contaminação do lençol freático. Segundo o MINISTÉRIO PÚBLICO Apud (2009) O POPU- LAR, 2009 [...] muitas cidades do Centro-Oeste abandonaram os projetos de coleta seletiva e de construção dos aterros sanitários, [...] Soma-se a isso a maior quantidade de resíduos destinados aos aterros sanitários já existentes, transformados em lixões diante do excesso de lixo e da falta de investimentos do setor público. 34

35 O destino mais comum do lixo em Goiás e nos outros Estados do Centro-Oeste são os aterros controlados. Esses espaços não são considerados adequados para receber os resíduos sólidos, pois não contam com as obras de engenharia de um aterro sanitário. Assim, as valas abertas facilmente se transformam em lixões a céu aberto. Na própria classificação feita na pesquisa da Abrelpe, lixões e aterros controlados são considerados inadequados e aterros sanitários, adequados. Os dois primeiros recebem 74% de todo o lixo produzido no Centro-Oeste (21,2% e 52,8%, respectivamente. De acordo com o MINISTÉRIO PÚBLI- CO Apud (2009 O POPULAR, 2009, a prova cabal de que o Centro-Oeste brasileiro não sabe o que fazer com o seu lixo está na última pesquisa intitulada Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil: o número de municípios da região que dão uma destinação adequada aos resíduos e que desenvolvem iniciativas de coleta seletiva diminuiu sensivelmente de 2007 para 2008, no ano passado, somente 26% das cidades do Centro-Oeste mandavam o lixo para aterros sanitários. Um ano antes, esse índice era de 35%. O mesmo ocorreu com os projetos de coleta seletiva. Em 2008, 22,7% dos municípios ofereciam esse serviço aos moradores. A proporção chegava a quase 40% em

36 Neste contexto é relevante considerar a poluição atmosférica seja com a geração do gás metano, sendo este 23 vezes mais poluente que o CO2 ou a combustão dos lixos gerados pela queima destes. Ressaltando também, a grande aglomeração de animais e insetos que concomitante a esse processo geram doenças e desconforto as regiões circunvizinhas, seja pelos odores expelidos ou mesmo pela propagação de insetos. Dessa forma, percebe-se que mediante o contexto apresentado a eficiência energética é passível de ser vista como o melhor caminho para mitigar a problemática que impera os resíduos sólidos urbano na região Centro Oeste. Contudo, é relevante citar que o processo de tratamento dos resíduos hospitalares na região em pauta, é considerado segundo pesquisas um dos melhores do país. Por conseguinte o contraste entre as duas dimensões induz ponderar as boas práticas de sucesso aplicadas no manejo do lixo hospitalar, devendo ser tomadas como exemplos para nortear o caótico status dos lixões como também o tratamento ambientalmente correto dos resíduos sólidos desta regiaão. Portanto, acredita-se que, com um estabelecimento de metas efetivas do setor público para coleta seletiva, reciclagem dos residuos, e regularização dos catadores de lixo nessa região, buscando parcerias das Indústrias e empresas privadas e outros do Terceiro Setor, em uma força tarefa conjunta compartilhando boas práticas aplicadas nessa situação. Acredita-se ser o primeiro passo contundente para implantar programas que assegurem a qualidade de vida no parâmetros da ecoeficiência, e viável aos preceitos capitalista. Profª. Esp. Jaqueline Sakon Soares. 36

37 DOCUMENTAÇÃO DO PGRS 37

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58 ABNT NBR ISO 14001:2004, Sistemas de Gestão Ambiental Requisitos com orientações para uso. Agenda Ambiental da Administração Pública- 4ed. Ministério do Meio Ambiente, DF. SOARES, Jaqueline Sakon. GOVERNANÇA DE TI E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NOS PARÂMETROS DA LOGÍSTICA REVER- SA: O DESAFIO DO SÉC. XXI. 2010,RJ. 58

59 SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL SENAI Faculdade de Tecnologia SENAI de Desenvolvimento Gerencial - FATESG Rua 227 A, nº 95, St. Leste Universitário CEP Goiânia-GO Fone: (62) Fax: (62)

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