PBA Plano Básico Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão

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4 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA AMBIENTAL ECOTUMUCUMAQUE: Protecting Amazonia CNPJ: / CREA: 1115EMAP Rua Leopoldo Machado, 2183 Sala 27 Centro Macapá/AP CEP Responsável pela Empresa: Cristovão Tertuliano Lins CREA PA: 2961/D, Visto CREA/AP 1851 Projeto Gráfico Márcio Wendel de Lima Neri

5 PLANO BÁSICO AMBIENTAL DO AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO EMPRESA RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PBA Nome Ecotumucumaque CNPJ / Inscrição Estadual Inscrição Municipal CREA/AP 0032/2007 Endereço Rua Leopoldo Machado, 2183 Sala Macapá - AP Telefone Home Page Responsável Eng. Cristovão Lins - CREA 2961-D/PA (Registro Nacional ) EQUIPE TÉCNICA DE COORDENAÇÃO DO PBA Mary Helena Allegretti Antropóloga, Doutora em Desenvolvimento Sustentável Mary de Fátima Economia Doméstica, Doutora em Guedes dos Santos Agronomia Benedito Vitor Rabelo Biólogo, Especialista em Botânica Charles Achcar Economista, Mestre em Desenvolvimento Chelala Regional Geólogo, Especialista em Wagner José Geoprocessamento e Mestre em Pinheiro Costa Geologia e Geoquímica Coordenador Geral Assistente da Coordenação Meio Biótico Meio Socioeconômico Meio Físico EMPRESA RESPONSÁVEL PELO AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO Nome Empresa de Energia Cachoeira Caldeirão S.A. CNPJ / Endereço Rua Bandeira Paulista, 530, 5 o Andar Itaim Bibi São Paulo Telefone (11) Home-page Representante Luiz Otávio Henriques Pessoa de Contato Eduardo Santarelli (11)

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7 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO, EQUIPE TÉCNICA PBA AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO, PROGRAMAS DO PBA, PROGRAMAS INSTITUCIONAIS, Programa de Gerenciamento Socioambiental Integrado, Programa de Comunicação Social e Educação Ambiental, Programa de Compensação Ambiental, Estudo Complementar Sobre Valoração dos Recursos Madeireiros da FLOTA do Amapá, Nota Técnica Sobre Afetação da Floresta Estadual do Amapá, Nota Técnica Sobre Construção das Sedes do IMAP e SEMA, PROGRAMA DE CONTROLE AMBIENTAL DAS OBRAS E CONSTRUÇÕES, Programa de Controle Ambiental de Ações Construtivas, Programa de Controle da Poluição Durante as Obras, Programa de Controle e Monitoramento de Processos Erosivos, Programa de Saúde e Segurança nas Obras, Programa de Gerenciamento de Riscos e de Ações de Emergência, PROGRAMAS AMBIENTAIS MEIO FÍSICO, Programa de Monitoramento dos Recursos Hídricos Superficiais, Programa de Monitoramento dos Recursos Hídricos Subterrâneos na ADA, Programa de Monitoramento Hidrossedimentológico, Programa de Monitoramento Sismológico, Programa de Gerenciamento de Ruídos e Vibrações, Nota Técnica sobre Ottobacias na Análise da Elevação do Lençol Freático na ADA, Nota Técnica sobre o Clima em Período de Estiagem, 257

8 3.4 PROGRAMAS AMBIENTAIS MEIO BIÓTICO, Programa de Supressão Vegetal do Canteiro e do Reservatório, Programa de Prevenção de Acidentes e Resgate da Fauna, Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, Programa de Monitoramento de Mamíferos, Programa de Monitoramento da Herpetofauna, Programa de Monitoramento da Avifauna, Programa de Monitoramento de Invertebrados Terrestres, Programa de Monitoramento de Invertebrados Aquáticos, Programa de Monitoramento da Mastofauna Semi-Aquática, Programa de Monitoramento da Ictiofauna, Programa de Monitoramento das Espécies Ameaçadas de Extinção e Migratórias, Nota Técnica Protocolo RAPELD para Monitoramento de Fauna, Programa de Monitoramento da Vegetação da APP, Programa de Monitoramento de Macrófitas Aquáticas, Estudo para Delimitar Largura dos Afluentes do Rio Araguari no Perímetro na AID, Estudo Complementar sobre Sistemas de Transposição de Peixes, Nota Técnica sobre Impacto da Fauna em Isolamento, PROGRAMAS SOCIOECONÔMICOS, Programa de Melhoria da Infraestrutura de Assistência Social, Programa de Melhoria da Infraestrutura de Saúde, Programa de Melhoria da Infraestrutura de Educação, Programa de Melhoria da Infraestrutura de Segurança Pública, Programa de Melhoria da Infraestrutura de Habitação, Programa de Desenvolvimento de Fornecedores, Programa de Valorização da Mão-de-Obra, Programa de Diagnóstico e Fomento à Pesca, Programa de Desenvolvimento da Agricultura e das Comunidades Ribeirinhas, Programa de Diagnóstico e Resgate de Abelhas Nativas, Programa de Ordenamento da Atividade de Mineração, Programa de Memória Histórica, Sociocultural e Paisagística do Rio Araguari, Programa de Desenvolvimento Esportivo e Cultural, Programa de Indenização de Terras e Benfeitorias, 839

9 Programa de Monitoramento de Vetores e Plano de Controle da Malária, Programa de Prospecção e Resgate do Patrimônio Arqueológico, Programa de Conservação e Uso do Entorno do Reservatório Artificial PACUERA, Programa de Reurbanização e Reconstrução da Infraestrutura Urbana Afetada em PG, Nota Técnica de Avaliação da Eficácia do Muro de Arrimo em Porto Grande, Estudo Complementar sobre o Extrativismo, 941

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13 PLANO BÁSICO AMBIENTAL DO AHE CACHOEIRA CALDEIRÃO PROGRAMA DE MONITORAMENTO DOS RECURSOS HÍDRICOS SUPERFICIAIS Licença Prévia 0112/2012 Condicionante Específica Nº 2.2 Detalhar todos os programas de prevenção, controle e monitoramento consignados no Estudo de Impacto Ambiental e demais documentos, no Plano Básico Ambiental-PBA, que, necessariamente incluirá: metodologia, cronograma físico de execução e responsável técnico, devendo ser apresentado em versões impressa e digital. P3 EIA Programa de Monitoramento Integrado do Meio Físico 1. INTRODUÇÃO O Programa de Monitoramento dos Recursos Hídricos Superficiais do Plano Básico Ambiental (PBA) do Aproveitamento Hidrelétrico (AHE) Cachoeira Caldeirão visa atender à condicionante 2.2 da Licença Prévia 0112/2012 IMAP/SEMA e corresponde ao detalhamento do Programa 3 do Estudo de Impacto Ambiental. 2. JUSTIFICATIVA O programa estabelece todos os critérios necessários para as ações de monitoramento da qualidade das águas em superfície e subsuperfície, ao longo do trecho fluvial e do reservatório do empreendimento hidrelétrico Cachoeira Caldeirão, como forma de acompanhar as alterações ambientais promovidas no ecossistema lótico e decorrentes da criação de ambiente lêntico, durante as etapas de construção, enchimento e operação do reservatório. Para a elaboração do programa foram consideradas as características físicas do ambiente, os aspectos de usos múltiplos das águas, as concentrações populacionais e a importância

14 do corpo hídrico para o desenvolvimento da fauna e flora locais. Este programa também está integrado ao Monitoramento de Macrófitas Aquáticas e seus resultados permitirão avaliar as reais condições do ambiente hídrico nas várias etapas do empreendimento. De acordo com os resultados apresentados no Estudo de Impacto Ambiental EIA do empreendimento, o rio Amapari, principal afluente do rio Araguari, pode exercer alguma contribuição negativa para a qualidade das águas do mesmo, relacionada à presença da BR-210 e de projetos minerais. Dentre os impactos negativos identificados no EIA destacam-se os seguintes: Desmatamento da mata ciliar em grandes extensões do rio Araguari. Revolvimento dos fundos dos canais dos rios Araguari e Amapari pela extração de seixo. Atividades de mineração na APP para exploração industrial de brita. Represamento do corpo hídrico para fins de geração de energia pela UHECN (que provocou o alagamento de extensas áreas de cobertura vegetal nativa). Manutenção da biomassa no interior do reservatório da UHECN (árvores denominadas de paliteiras). Agropecuária e bubalinocultura extensiva no baixo Araguari. Indícios de assoreamento do baixo Araguari e tendência do avanço do mar para dentro do continente após a cidade de Cutias do Araguari. Problemas de contaminação por esgoto nas proximidades das cidades ribeirinhas de Porto Grande, Ferreira Gomes, Cutias. Observaram-se variações significativas na concentração de coliformes fecais de acordo com a distância desses locais. ph, coliformes termotolerantes, cor, ferro dissolvido, alumínio dissolvido e fósforo total apresentaram não conformidades em relação à Resolução CONAMA 357/2005. Contudo, merece destaque que os resultados do monitoramento das águas do rio Araguari demonstraram que tais impactos não afetaram sua qualidade e que o rio se encontra em bom estado de conservação. As principais alterações na qualidade das águas observadas na implantação de barragens para fins de geração de energia elétrica estão relacionadas a duas fases distintas: a primeira fase, que vai do início da instalação das obras até o início do enchimento do reservatório, e a segunda fase, relativa ao enchimento e operação do reservatório.

15 Neste sentido o EIA apresentou como possíveis impactos: Primeira Fase Alteração na Turbidez promovida pelas atividades de máquinas e equipamentos para a supressão da cobertura vegetal, a instalação do canteiro de obras e a movimentação de terras e rochas. Alteração na Turbidez e Sólidos em Suspensão em decorrência das obras civis de construção de ensecadeiras e da barragem. Presença de Metais, Materiais Orgânicos, Óleos e Graxas, etc. durante o período de execução das obras pela geração de efluentes sanitários dos acampamentos e de resíduos gerais das oficinas. Alterações das Características Limnológicas na Área do Reservatório ocasionadas pelo potencial aporte de cargas orgânicas originadas dos resíduos da supressão da vegetação. Segunda Fase Alterações das Características Limnológicas e da Qualidade das Águas provocadas pela inundação da vegetação. Alterações das Características Limnológicas e da Qualidade das Águas pela formação do ambiente lêntico. Desta forma, o monitoramento de parâmetros físicos, químicos e biológicos das águas na área de influência do empreendimento AHE Cachoeira Caldeirão possibilitará o acompanhamento de possíveis alterações das condições liminológicas e de qualidade durante as etapas previstas pelo Estudo de Impacto Ambiental. Os resultados dessas campanhas de monitoramento possibilitarão o estabelecimento de prognósticos mais seguros sobre a qualidade da água, permitindo medidas mais eficazes por parte do empreendedor e do poder público, como forma de mitigação de possíveis impactos negativos e de potencialização de resultados considerados positivos.

16 3. OBJETIVOS 3.1. GERAL O Programa de Monitoramento da Qualidade dos Recursos Hídricos Superficiais tem por objetivo geral diagnosticar possíveis alterações na qualidade das águas do rio Araguari e seus tributários, promovidas pelas atividades inerentes às fases de instalação e operação do empreendimento, possibilitando a implementação de medidas mais eficazes caso necessárias por parte do empreendedor e do poder público OBJETIVOS ESPECÍFICOS Atender aos programas, projetos e ações determinados no EIA/RIMA do AHE Cachoeira Caldeirão. Atender as condicionantes previstas na Licença Prévia 0112/2001 SEMA/IMAP. Diagnosticar a qualidade da água atual (pré-enchimento) do rio Araguari e seus principais tributários. Identificar as alterações de qualidade da água no rio Araguari e seus principais tributários, na área de influência do empreendimento, durante as etapas de construção, enchimento e operação do reservatório. Determinar o comportamento vertical dos parâmetros limnológicos durante a fase de operação do reservatório. Utilizar as informações geradas para subsidiar o emprego de medidas mitigadoras, quando necessárias, e possibilitar o uso múltiplo das águas na área de influência direta do empreendimento. 4. AÇÕES O planejamento correto das etapas de campo é primordial para alcance dos objetivos propostos neste programa. As etapas de coleta e análises de amostras de água devem ser realizadas para que representem os períodos mais chuvosos, os menos chuvosos e os períodos de transição. A amostragem é a primeira parte do procedimento analítico, sendo considerada crucial para o sucesso do programa. As coletas e as medições in loco devem ocorrer, preferencialmente, no mesmo dia, sendo realizadas por pessoal especializado, com equipamentos de proteção individual e em meios de transporte seguros.

17 As amostras de água que serão encaminhadas para análise em laboratório devem ser preservadas com técnicas adequadas de adição química e/ou refrigeração, em seguida, esse frascos e recipientes devem ser acondicionados de forma segura a fim de se reduzir os riscos de perdas e contaminação das amostras ao longo do transporte rodoviário e aéreo, quando necessário. O tempo entre a coleta e a análise laboratorial não pode exceder o prazo de validade estabelecido no Standard Methods for the Analysis of Water and Wastewater, ou métodos EPA, em sua última edição (APHA, 2005). O laboratório responsável pelas análises e emissão dos laudos analíticos deve ser reconhecido pelo órgão ambiental ou ter certificação que demonstre sua capacidade analítica. A partir dos resultados analíticos o empreendedor alimentará um banco de dados georreferenciado como forma de facilitar a análise e interpretação dos dados, bem como a geração dos relatórios oficiais. Os resultados analíticos dos parâmetros monitorados serão comparados com os valores permitidos pela legislação ambiental vigente, atualmente preconizados pela Resolução CONAMA 357/2005. Os resultados permitirão, também, a construção do Índice de Qualidade de Água em Reservatórios (IQAR). Os relatórios a serem encaminhados ao órgão ambiental devem apresentar o comportamento histórico dos parâmetros monitorados neste programa, bem como as medidas adotadas pelo empreendedor para mitigar possíveis danos identificados. 5. METODOLOGIA Este programa de monitoramento foi elaborado para ser desenvolvido de forma a abranger todas as etapas de instalação e operação do empreendimento AHE Cachoeira Caldeirão. Os procedimentos apresentados neste tópico foram construídos a partir do levantamento e interpretação das informações contidas no EIA, referentes aos recursos hídricos, e das informações fornecidas pelo empreendedor.

18 5.1. LOCALIZAÇÃO DOS PONTOS DE MONITORAMENTO A definição da quantidade e da localização dos pontos de monitoramento foi realizada a partir das características físicas, biológicas e socioeconômicas da Área de Influência Direta do empreendimento, bem como das atividades que serão desenvolvidas nas fases de construção e operação do mesmo. Pela Resolução Conjunta nº 003 ANNEL/ANA seriam em torno de 3 pontos de monitoramento de qualidade de água, entretanto não atenderiam as preocupações do IMAP em relação à afetação da qualidade das águas dos cursos que compõem as unidades de conservação presentes na AID pelas águas do reservatório, expressas nas diretrizes apresentadas nas Leis 0702/2002 e 0686/2002 que estabeleceram as Políticas Estaduais de Floresta e de Recursos Hídricos, respectivamente. Os pontos de monitoramento serão instalados em 02 fases distintas: na primeira fase do empreendimento, que vai do começo das obras até o início do enchimento do reservatório, serão 05 pontos e, na segunda fase, relativa ao enchimento e operação do reservatório, serão 09 pontos, os quais incluem os 05 pontos da fase anterior. O Quadro 1 apresenta as características e importância de cada ponto escolhido, enquanto a Figura 1 apresenta a distribuição espacial dos 09 pontos selecionados para este programa. QUADRO 1 Descrição dos pontos selecionados para monitoramento da qualidade da água. COD CURSO COORDENADAS UTM CARACTERÍSTICAS E IMPORTÂNCIA PONTO D ÁGUA E N Ponto localizado a jusante do barramento. Durante a fase de instalação possibilitará o CC1 acompanhamento das possíveis alterações Rio promovidas pelas construções e no pósenchimento do reservatório permitirá o Araguari acompanhamento da influência do reservatório a jusante da barragem , ,14 CC2 Rio Araguari Ponto localizado a montante do barramento. Durante a fase de instalação possibilitará o acompanhamento das , ,34 possíveis alterações promovidas pelas

19 construções e no pós-enchimento do reservatório permitirá o acompanhamento da qualidade das águas do lago formado. Ponto localizado entre a cidade de Porto Grande e o Canteiro de Obras. Na fase de construção possibilitará acompanhar possíveis alterações da qualidade das CC3 Rio Araguari águas por ações de terceiros que não o empreendedor e, na fase de operação, , ,45 fornecerá informações sobre as características das águas do reservatório e sua sinergia com o corpo hídrico em relação aos múltiplos usos. Ponto localizado a jusante da cidade de Porto Grande. Na fase de construção possibilitará acompanhar possíveis CC4 Rio Araguari alterações da qualidade das águas produzidas pelas atividades cotidianas da cidade e, na fase de operação, fornecerá , ,24 informações sobre as características das águas do reservatório e sua sinergia com o corpo hídrico em frente à cidade. Ponto localizado a montante da cidade de Porto Grande. Na fase de construção possibilitará acompanhar possíveis alterações da qualidade das águas CC5 Rio Araguari produzidas pelas atividades degradadoras desenvolvidas antes da cidade e, na fase , ,84 de operação, fornecerá informações sobre as características das águas do reservatório e sua sinergia com o corpo hídrico antes da cidade. CC6 Igarapé , ,89

20 do Ponto a ser monitorado a partir da segunda Eduardo fase deste programa. Visa estabelecer a sinergia entre as águas do reservatório e as do corpo hídrico. CC7 Igarapé Manuel Jacinto Ponto a ser monitorado a partir da segunda fase deste programa, visa estabelecer a sinergia entre as águas do reservatório e as do corpo hídrico , ,86 CC8 Rio Araguari Ponto a ser monitorado a partir da segunda fase deste programa, visa estabelecer a sinergia entre as águas do reservatório e , ,59 as do corpo hídrico. Ponto a ser monitorado a partir da segunda CC9 Rio Amapari fase deste programa, visa estabelecer a sinergia entre as águas do reservatório e , ,55 as do corpo hídrico PARÂMETROS, COLETAS, MÉTODOS DE ANÁLISES E PERIODICIDADE Para todos os pontos selecionados serão realizadas medições dos mesmos parâmetros físicos, químicos e biológicos, conforme descritos no Quadro 2. Os parâmetros temperatura, ph, condutividade elétrica, oxigênio dissolvido, turbidez e sólidos dissolvidos totais serão medidos in loco, no momento da coleta, com a utilização de sonda multiparâmetros, enquanto a aferição da transparência da água será realizada com disco de Secchi. As técnicas e métodos de coleta, preservação e análises das amostras de água seguirão os preceitos analíticos descritos no Standard Methods for the Analysis of Water and Wastewater, ou métodos EPA, em sua última edição (APHA, 2005) e na Resolução da ANA 274/2011, pelo Guia Nacional de Coleta e Preservação de Amostras de Água, Sedimento, Comunidades Aquáticas e Efluentes Líquidos.

21 As amostras de água serão coletadas em subsuperfícies (30 cm de profundidade) em todas as fases do empreendimento, com periodicidade trimestral, considerando os períodos sazonais. Após a formação do reservatório, no ponto CC2, as amostras de água deverão ser coletadas e analisadas para as profundidades de subsuperfície, meio e fundo. Para tanto deverão ser mensurados os seguintes parâmetros: temperatura, ph, condutividade elétrica, oxigênio dissolvido, turbidez e sólidos dissolvidos totais, sólidos totais, cloreto total, fósforo total e nitrogênio total Kjeldahl. Os rios das bacias hidrográficas do Estado do Amapá, são todos enquadrados como Classe 2, conforme preconiza o Art. 42 da Resolução CONAMA 357/2005, desta forma, os valores medidos dos parâmetros que serão monitorados (Quadro 2) deverão estar de acordo com a referida legislação. QUADRO 2 Parâmetros que serão monitorados para acompanhamento da qualidade das águas do empreendimento. PARÂMETRO MÉTODO/ENSAIO Potencial Hidrogeniônico (ph) Sonda Multiparâmetro Temperatura da Água Sonda Multiparâmetro Oxigênio Dissolvido Sonda Multiparâmetro Condutividade Elétrica Sonda Multiparâmetro Turbidez Turbidímetro Sólidos Dissolvidos Totais Sonda Multiparâmetro Cor Verdadeira Espectrofotometria Sólidos em Suspensão Totais Método Gravimétrico Transparência Disco de Secchi DBO5,20 Amônia Nitrato Nitrito Nitrogênio Total Kjeldahl Fosfato Cloreto Total Fósforo Total Sulfato Total Incubadora BOD digital Espectrofotometria Espectrofotometria Espectrofotometria Digestão Ácida e Destilação Espectrofotometria Espectrofotometria Espectrofotometria Espectrofotometria Óleos e Graxas Sistema de extração (vidraria) + aquecimento Metais Totais - Cádmio (Cd); Cromo (Cr); Cobre (Cu); Espectrometria de Absorção Atômica Manganês (Mn); Níquel (Ni); Chumbo (Pb); Vanádio

22 (V); Zinco (Zn), Mercúrio (Hg); Arsênio (As); Selênio (Se) Metais Dissolvidos - Alumínio Dissolvido (Al); Ferro (Fe); Cobre (Cu) Escherichia coli Clorofila a Espectrometria de Absorção Atômica Incubadora digital + tubos Espectrofotometria 5.3 BANCO DE DADOS Com o emprego de ferramentas de geoprocessamento será criado um banco de dados georreferenciado, a ser alimentado com os resultados das análises laboratoriais facilitando, desta forma, a organização histórica dos dados, a emissão de relatórios e a tomada de decisão, quando necessário.

23 FIGURA 1 Mapa da Área de Influência Direta do empreendimento AHE Cachoeira Caldeirão e os pontos de monitoramentos do Programa de Recursos Hídricos Superficiais

24 6. PÚBLICO ALVO Serão beneficiados diretamente pela execução deste programa todos os usuários de recursos hídricos da bacia hidrográfica do rio Araguari, em especial as populações dos municípios de Porto Grande e Ferreira Gomes, além de atender as demandas emanadas das instituições públicas de meio ambiente. 7. AGENTE EXECUTOR A execução deste programa é de inteira responsabilidade do empreendedor, que deverá contratar técnicos especializados e/ou empresas especializadas para o cumprimento das atividades propostas. 8. POTENCIAIS PARCEIROS São consideradas instituições parceiras na execução deste programa: Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA), Instituto de Meio Ambiente e Ordenamento Territorial do Amapá (IMAP), Instituto Estadual de Floresta (IEF), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) por serem instituições responsáveis pela gestão de unidades de conservação afetadas pelo empreendimento. Eletronorte S/A, Ferreira Gomes Energia S/A geradoras de energia e usuárias do rio Araguari. Instituto de Pesquisa Científica e Tecnológica do Amapá (IEPA), Universidade do Estado do Amapá (UEAP), Universidade Federal do Amapá (UNIFAP) - Instituições de pesquisa e ensino que podem contribuir com a produção de conhecimento na área de influência do empreendimento. As prefeituras dos municípios de Porto Grande e Ferreira Gomes responsáveis pela implementação de políticas públicas na área de influência do empreendimento. 9. ATENDIMENTO A REQUISITOS LEGAIS Dentre as normas e regulamentações aplicáveis à execução deste programa, merecem destaque: Lei Federal 9.433/ instituiu a Política Nacional de Recursos Hídricos. Lei Estadual 0686/ instituiu a Política Estadual de Recursos Hídricos.

25 Resolução CONAMA nº. 274/2000: dispõe sobre a qualidade das águas e sua balneabilidade. Resolução CONAMA nº. 357/2005: dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes. Resolução da ANA 274/2011 estabelece procedimentos padronizados para coleta e preservação de amostras de águas superficiais para fins de monitoramento da qualidade dos recursos hídricos, no âmbito do Programa Nacional de Avaliação da Qualidade das Águas (PNQA). 10. INTERFACE COM OUTROS PROGRAMAS Programa de Controle Ambiental das Obras e Construções Programa de Monitoramento de Macrófitas Aquáticas Programa de Monitoramento dos Recursos Hídricos Subterrâneos na ADA Programa de Monitoramento Hidrossedimentológico Programa de Recuperação de Áreas Degradadas 11. CRONOGRAMA (ANEXOS) 12. RESPONSÁVEL PELA ELABORAÇÃO DO PROGRAMA Wagner José Pinheiro Costa, Geólogo, Especialista em Geoprocessamento e Mestre em Geologia e Geoquímica. CREA nº

26 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT- NBR ISO/IEC (2001). Requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaio e calibração, 20p. AMERICAN PUBLIC HEALTH ASSOCIATION - APHA. (2005). Standard methods for the examination of water and wastewater, 21st ed. Washington. BÁRBARA, V. F. (2006). Uso do Modelo QUAL2E no estudo da qualidade da água e da capacidade de autodepuração do rio Araguari AP. Dissertação de Mestrado. Goiânia/GO:UFG. BRITO, A. C. U. (2007). Certificação ISO e Educação Ambiental: Estudo de Caso do Sistema de Gestão Ambiental da UHECN-AP. Projeto de Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Direito Ambiental e Políticas Públicas (PPGDAPP). UNIFAP/IEPA. Macapá-AP.130 p CUNHA, A. C. (2004). Análise Numérica dos Processos de Autodepuração e Reoxigenação do Rio Araguari, para Avaliação dos Impactos Ambientais. Projeto de Pesquisa CNPq/SETEC Edital Programa primeiros Projetos (PPP). Macapá-AP. 40 p. ECOTUMUCUMAQUE. (2010). Diagnóstico do Meio Físico, In: Estudo de Impacto Ambiental do Aproveitamento Hidrelétrico Cachoeira Caldeirão. Macapá-AP 506 p. TUNDISI, J.G., MATSUMARA-TUNDISI, T., ROCHA, O. (2002). Limnologia de águas interiores, impactos, conservação e recuperação de ecossistemas aquáticos. In: REBOUÇAS, A.C., BRAGA, B. & TUNDISI, J.G. (org.). Águas Doces no Brasil. 2a edição. São Paulo: Escrituras Editora, p ANEXOS Mapa da Área de Influência Direta do empreendimento AHE Cachoeira Caldeirão e as partes de monitoramento do Programa de Recursos Hídricos Superficiais.

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