Endomarketing - Uma nova cultura

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Endomarketing - Uma nova cultura"

Transcrição

1 IMPRESSO ESPECIAL CONTRATO N.º /2001 ECT/DR/RJ Sociedade Brasileira de Patologia Clínica Medicina Laboratorial Endomarketing - Uma nova cultura nº 25 outubro / 2006 Para que uma organização consiga satisfazer o cliente externo ela precisa satisfazer também seu cliente interno: os colaboradores. O endomarketing surgiu com esse objetivo. Seu trabalho deve identificar e procurar atender às necessidades e desejos dos empregados e pessoal terceirizado da empresa. As ações de endomarketing bem sucedidas ajudam as equipes a se envolver e se comprometer para alcançar as metas estabelecidas pela administração. Este é o tema do artigo assinado pelas especialistas em Recursos Humanos, Terezinha Gartner e Patrícia Beckhäuser. Leia o artigo completo na página 2. Gestão estratégica de equipamentos na medicina laboratorial A produtividade do laboratório e a qualidade dos serviços por ele prestados dependem muito do bom funcionamento e da conservação dos equipamentos. Em um ambiente cada vez mais competitivo é um desafio manter um programa eficaz e bem planejado de gerenciamento de manutenção das máquinas utilizadas nos processos laboratoriais. Algumas vezes, esse planejamento pode significar mudanças nas estruturas até então adotadas e a implantação de novos métodos. Neste artigo, os médicos patologistas clínicos Maria Elizabete Mendes e Nairo Sumita abordam o papel da manutenção na atividade laboratorial, a gestão da qualidade aplicada aos equipamentos, e a importância da sistematização e do planejamento na gestão dos equipamentos. Leia o artigo completo na página 4. Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial - 1

2 Endomarketing Uma nova cultura Devido à abertura de mercado e à acirrada competitividade, as organizações buscam vantagens competitivas no intuito de manter e, se possível, melhorar seu posicionamento no mercado. Neste contexto, a maioria das organizações procura formas de se adequar à realidade, revendo seus valores e modelos de gestão. Com a globalização, surgiram termos no contexto da organização como benchmarking, empowerment, downsizing, endomarketing etc. Dentre as exigências estabelecidas pelo novo cenário está a busca pelo aumento da satisfação dos clientes. Por este motivo, as organizações têm investido no exomarketing (exo = fora; marketing = identificação das necessidades e desejos dos clientes), ou seja, identificar as necessidades e desejos dos clientes externos a fim de que sejam traduzidos para o ambiente interno da organização, porque não há cliente externo satisfeito se o colaborador - o cliente interno da organização - também não estiver. Daí surge o endomarketing (endo = dentro; marketing = identificação das necessidades e desejos dos clientes), com foco voltado para os colaboradores. Fruto de uma busca pela competitividade, as organizações chegaram à conclusão que, para que as mudanças aconteçam, é necessário não só o envolvimento e o comprometimento dos gestores, Maria Terezinha Gartner mas de todos os colaboradores, agentes de mudança, sejam efetivos ou terceirizados. (1) Foto: divulgação Endomarketing O endomarketing é uma ferramenta de comunicação e integração contínua entre os colaboradores e a organização, e fortalece a responsabilidade de cada um sobre o resultado final. Passa a ser um instrumento fundamental que permite construir uma cultura organizacional fortalecendo o relacionamento entre clientes internos e externos. Para Bekin (2004), endomarketing é um instrumento que completa o esforço de marketing de uma organização, mobilizando seu público interno a aprimorar a cultura interna para prestar um bom serviço. As razões para ficar no emprego O endomarketing nas melhores empresas para se trabalhar em 2005 Para exemplificar a idéia do endomarketing, cabe destacar a edição especial da revista Exame, publicada em 2005, intitulada "150 melhores empresas para você trabalhar", onde foram ressaltadas as principais razões citadas pelos colaboradores para ficar no emprego. No gráfico ao lado estão as principais razões citadas pelos colaboradores das "10 melhores empresas para você trabalhar". Cabe salientar, ainda, que os principais ingredientes para um bom ambiente de trabalho, na opinião dos colaboradores das "150 melhores empresas para você trabalhar", foram: comunicação, integridade, respeito, orgulho e comemorações, o que comprova a importância do investimento em endomarketing. Como implantar o endomarketing Brun (2003) cita os caminhos para a implantação do endomarketing: integração, comunicação e auto-estima dos colaboradores. A integração precisa acontecer em quatro níveis: integração entre as pessoas, integração da pessoa com a empresa, integração das pessoas com os gestores e integração entre setores. A integração entre as pessoas pode acontecer de diversas formas, ou seja, durante o processo de admissão, treinamento e desenvolvimento, reuniões, comemorações etc. A integração da pessoa com a empresa deve acontecer desde a admissão. É importante fazer uma boa inclusão dos que estão iniciando, expor os valores, missão, visão da organização, bem como o macro-fluxograma a fim de que o novo colaborador tenha uma visão holística da organização. A integração da pessoa com os gestores é fundamental em todos os processos. É necessário estabelecer a comunicação (saber falar, saber ouvir e, principalmente, promover o feedback). A integração entre setores é disseminada pelos gestores, iniciando pelo empenho da alta direção, pela sua atuação orientada para a valorização dos clientes internos, criando um ambiente onde o colaborador passa a ser tratado como cliente preferencial (Bekin, 2004). Deve ser eficaz em todas as linhas do organograma, horizontais e verticais. 2 - Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial

3 Em relação à comunicação, o referido autor cita que a maioria das empresas informa mas não comunica, isto é, por melhor que seja o sistema de informação não garante que a comunicação seja eficaz. A credibilidade está na transparência das informações, o que permite que o cliente interno saiba mais sobre as finanças, clientes, processos e pessoas, antes que sejam divulgadas através de outros meios de comunicação. Enfim, o endomarketing pode contribuir para o aumento da auto-estima, uma vez que o colaborador, por meio das práticas relacionadas, se sente incluído no processo. Para Cerqueira (2002), a auto-estima é uma força interior que nos leva a um maior estado de motivação (motivo para ação), ou seja, estar bem consigo e com os outros. Antes da implantação do endomarketing, é necessário realizar um diagnóstico organizacional, a fim de levantar os pontos fortes e fracos, bem como as oportunidades e ameaças ao bom desempenho da organização. Para a realização do diagnóstico é indispensável contar com o apoio da alta direção em todas as etapas (antes, durante e após o diagnóstico), a fim de que as mudanças sejam, efetivamente, implementadas. Ações de endomarketing Após o diagnóstico, respeitando a cultura do laboratório, várias são as ações de endomarketing que o mesmo pode adotar. Dentre elas: - Manter os colaboradores informados sobre os valores, missão e visão; - Manter os colaboradores informados sobre as metas e estratégias; - Realizar reuniões para atualização de informações relacionadas com o dia-a-dia; - Realizar treinamentos para reciclagem de conhecimentos ou repasse de novos conhecimentos; - Avaliar o desempenho para que o colaborador conheça seu desempenho e identifique seus pontos fortes e oportunidades de melhorias; - Divulgar informações de interesse dos colaboradores por meio de jornal interno, e intranet; - Realizar gincanas para promover a integração entre os colaboradores; - Homenagear os colaboradores de acordo com o "tempo de casa"; - Promover benefícios como algumas especialidades médicas a serviço do colaborador (clínico geral, pediatra, ginecologista etc); - Entregar um bolo de aniversário, com cartão assinado pelo diretor-presidente, para cada aniversariante; - Praticar atividade física através de duas sessões semanais envolvendo todos os colaboradores; - Implantar programas de reeducação alimentar; - Implantar projeto para inclusão de pessoas da terceira idade, resgatando o seu potencial; - Promover dicas e palestras para gestantes; - Realizar oficinas de artes manuais para o desenvolvimento de habilidades como pintura, costura e confecções etc. Estas são apenas algumas ações. Cabe a cada laboratório identificar outras formas que promovam a integração, a comunicação e a auto-estima dos colaboradores. Pode ser utilizada a prática do benchmarking, busca das melhores práticas que conduzem ao desempenho superior (Takashina, 1996), ou seja, visitar outros laboratórios que já possuem a prática do endomarketing e aprender com eles o quê tem agregado valor na prática. Conclusão Investir nas pessoas gera resultado. Aumento da qualidade e da produtividade, melhoria do clima organizacional e motivação para o trabalho são conseqüências das ações de endomarketing. Tudo começa com as pessoas, co-responsáveis pelo bom andamento dos processos, pela satisfação dos clientes e, conseqüentemente, pelas finanças. Vale a pena investir nelas! Cabe à organização ter um RH consciente e que busque, permanentemente, o investimento em endomarketing. O RH deverá ser a ponte entre cliente interno, a organização e o cliente externo. Foto: divulgação Leituras recomendadas BEKIN, Saul Faingaus. Endomarketing: como praticá-lo com sucesso. São Paulo: Prentice Hall, BRUM, Analisa de Medeiros. Respirando endomarketing. Porto Alegre : L & PM, Revista Exame. As 150 melhores empresas para você trabalhar. São Paulo: Editora Abril, TAKASHINA, Newton Tadachi. Indicadores da qualidade e do alto desempenho: como estabelecer metas e medir resultados. Rio de Janeiro: Qualitymark, (1) Graduada em Ciências Sociais, especialista em Recursos Humanos e em Qualidade e Produtividade, diretora de Atendimento e Desenvolvimento Organizacional do Laboratório Médico Santa Luzia, diretora de Expansão da Associação Brasileira de Recursos Humanos-ABRH (Estadual), professora da UnivaIi. (2) Graduada em Ciências Econômicas, especialista em Qualidade e Produtividade, Mestre em Engenharia de Produção e Sistemas, coordenadora Administrativa da Qualidade e Gerente da Central de Patrícia Beckhäuser Sánchez (2) Atendimento do Laboratório Médico Santa Luzia, professora da Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina. Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial - 3

4 Gestão estratégica de equipamentos na medicina laboratorial O setor hospitalar é considerado um dos mais complexos da economia, em razão da sua missão de assistir, diagnosticar, tratar e reabilitar pessoas que não estejam gozando de sua plena saúde, e também porque exige o estabelecimento de instalações e equipamentos com gestão específica e ininterrupta (Karman,1994). Graves conseqüências podem ocorrer quando essas condições não são observadas. A gestão dos equipamentos da produção laboratorial é um elemento chave tanto para a produtividade das empresas, quanto para a qualidade dos seus produtos. Promover todas as ações necessárias para que determinado conjunto de máquinas seja conservado ou restaurado, de modo a permanecer em condições adequadas, é um desafio. Isto implica em rediscutir as estruturas atuais e promover métodos adaptados a essa nova realidade. O gerenciamento da manutenção pode ser entendido como um conjunto de medidas necessárias que permitam manter ou restabelecer um sistema produtivo no estado de funcionamento, assegurando a prestação do serviço, buscando-se uma melhor aplicação de diversos métodos para otimizar os fatores econômicos da produção, garantindo a utilização e produtividade dos equipamentos (Kardec, 2002). Em consonância com a abordagem de processos, trata-se de uma atividade que propiciará condições para apoiar melhor as metas organizacionais. As decisões de manutenção devem refletir a viabilidade do sistema por longo prazo. Estes conceitos associados coadunam-se melhor com o momento atual das empresas que buscam a competitividade e a qualidade total. Fotos: Lizimar Dahlke Maria Elizabete Mendes (1) Qual seria o papel da manutenção na atividade laboratorial? A conservação de instrumentos e equipamentos é uma prática observada, historicamente, desde os primórdios do laboratório, quando se projetavam as máquinas, treinavam-se as pessoas para operaremnas, intervindo apenas em casos mais complexos. As mudanças ocorridas na segunda metade do século XX afetaram sobremaneira o laboratório, pela consolidação da automação em grande escala na área da produção. Assim, para recuperar os atrasos tecnológicos e de produtividade houve mudanças técnicas e administrativas em todos os seus setores para que estes se adaptassem. O termo "manutenção" no laboratório clínico começou a aparecer por volta dos anos 50, nos Estados Unidos. Na atualidade, diante do fenômeno da globalização, ela passou a ser enfocada sob a visão da Gestão de Qualidade e Produtividade. As ações que agregam valor à produção laboratorial precisam de suporte e de apoio e tornaram-se indispensáveis. Fazem parte dessa categoria a gestão dos equipamentos, que deve ser a mais adequada possível para tornar o seu custo tolerável. Pouco adianta os gestores da produção laboratorial trabalharem para obter ganhos de produtividade se os equipamentos não dispõem de manutenção adequada. Cabe a eles zelar pela conservação dos equipamentos, devendo se antecipar aos problemas através de uma contínua observação dos bens a serem mantidos (Rocha,1995). O planejamento criterioso e a sua execução rigorosa permitem o bom funcionamento laboratorial, reduzindo ao mínimo as paradas temporárias da produção. Indiretamente, ela contribui na adição de valores, porém sua importância amplia-se com a complexidade das instalações de produção laboratorial. Uma participação crescente da eletrônica, um aumento do grau de automação, com alta flexibilidade e uma progressiva interligação das operações, com ciclos cada vez mais reduzidos levam a exigências máximas com referência à confiabilidade e à disponibilidade das instalações (Fernandes, 2003). A manutenção efetuada no laboratório teve que se adaptar num processo de modernização tornando-se mais eficiente, acompanhando o ritmo de desenvolvimento tecnológico estabelecido para a medicina laboratorial. Antes de tornar-se um obstáculo aos meios produtivos laboratoriais, ela deve buscar sempre as 4 - Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial

5 melhores soluções, procurando tornar o sistema mais ágil e dinâmico, porque o seu papel é efetivamente o de suporte da produção. Gestão da Qualidade aplicada aos equipamentos A concorrência tornou-se mais acirrada, exigindo das empresas um desempenho de classe mundial, o qual dedica-se a atender e encantar o cliente. Em decorrência disto, todos tiveram que adequar sua qualidade a estes novos e exigentes padrões. Utilizandose os princípios de Gestão da Qualidade na manutenção de equipamentos pode-se atingir metas de melhoria, buscando a vantagem competitiva das organizações através da cadeia de valores (Porter, 1986). Não há empresa excelente sem que os seus diversos segmentos também não o sejam. Isto significa submeter todos os processos a melhorias contínuas na busca da qualidade total, utilizando-se ferramentas gerenciais das mais diversas, dentre elas a reengenharia, o kaizen, Programa 5 S, benchmarking e a manutenção produtiva total. Para as normas da série NBR ISO 9000, revisadas em 2000, as atividades de manutenção são consideradas como requisitos de infra-estrutura que dão apoio ao controle de produção e fornecimento de serviço. A identificação da manutenção como um dos processos de apoio delineados pela organização requer como pré-requisito a descrição das suas atribuições, inter-relações, metas, indicadores, normas, legislações, produtos e clientes (ABNT, 2000). Estas normas apontam que a direção deve definir as necessidades quanto a ferramentas e equipamentos incluindo objetivos, funções, desempenho, disponibilidade, custos, segurança contra riscos, metodologia de manutenção para atender às necessidades da organização, além das considerações ambientais como poluição e reciclagem. Bem planejado, bem executado Um sistema efetivo para a gestão da manutenção deve envolver o planejamento estratégico, com objetivos claros, bem estruturados delegando-se responsabilidades e sendo especificado o nível de autoridade. O planejamento corresponde às ações de preparação dos serviços de prevenção que serão executados, envolvendo a distribuição de tarefas por período, previsão de mão-de-obra, materiais/ferramentas necessários, medidas de segurança, infra-estrutura e meio ambiente. Isto permite o dimensionamento desses recursos, dando previsibilidade ao processo de manutenção. Os objetivos concretos voltados para os equipamentos devem estar ligados à ampliação do seu uso, à redução das falhas e ao prolongamento de sua vida útil. Deste modo, o seu principal objetivo é contribuir para que os equipamentos possam ser operados em suas melhores condições, atendendo às expectativas e necessidades da produção (Kardec, 2002). A gestão de equipamentos eficaz é obtida com a criação e a implantação da cultura de confiabilidade de desempenho (Lucatelli, 2002). Em se tratando de manutenção, é importante que os indicadores acompanhem os processos principais. É através deles que o gestor de equipamentos realiza suas tarefas com eficácia, sintonizado com os objetivos e metas da empresa (Xavier, 2006). A monitoração de metas deve ser permanente, constituindo-se um conjunto de indicadores de desempenho, que possibilite a tomada de ações sempre apoiada em fatos comprovados por mensurações objetivas e do conhecimento pleno dos envolvidos. A comparabilidade dos resultados obtidos com referenciais de boas práticas em manutenção possibilita que se consolide na prática a melhoria contínua (Mendes, 1998). O orçamento da manutenção precisa ser previsto para que haja distribuição e controle de recursos financeiros, alocados com base no plano de manutenção para os próximos períodos. Ele compreende os investimentos na atualização tecno-lógica, reposição de equipamentos e peças, custos com instalações, mão-de-obra, serviços terceirizados, materiais de consumo, treinamento e desenvolvimento dos envolvidos (Mirshawka,1993). A provisão desses recursos, após a sua discussão e aprovação, Nairo Massakazu Sumita (2) produzirá o desenvolvimento de atividades concatenado com os al- Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial - 5

6 vos estipulados. Aqui também se aplica o conceito do controle efetivo, por meio de medições específicas, gerando ajustes e/ou aprimoramentos à medida que o tempo transcorra. Sistematização da gestão de equipamentos A padronização da manutenção dos equipamentos é uma das tarefas dentre as quais deve o gestor despender tempo e energia. Ela corresponde à utilização dos procedimentos, das especificações técnicas e gerenciais relacionados às atividades, requerendo a constituição de um sistema de elaboração, atualização, arquivamento e controle dos documentos técnicos relativos aos equipamentos. Incluem-se os seus manuais, catálogos de peças, padrões de inspeção e procedimentos para testes ou validação dos equipamentos. Qualidade de serviços apoiada em competência Os laboratórios, assim como os hospitais, têm como peculiaridade o tratamento e a assistência a vidas humanas, exigindo um alto nível de qualificação de todos os seus agentes. Por isso, o pessoal que executa atividades ligadas à manutenção na área de saúde deve ser competente, tendo por base a educação, os programas de treinamentos, as habilidades inatas e adquiridas, além da experiência profissional. A análise das necessidades de competências, tanto atuais quanto aquelas esperadas, deve incluir: as alterações de processos, a introdução de novas tecnologias e a troca de equipamentos, por exemplo (Mendes, 1998). No planejamento das ações de treinamento e aperfeiçoamento torna-se conveniente que sejam enfatizadas a conscientização e a importância do papel desempenhado pela equipe envolvida com a manutenção no sucesso das atividades da empresa. Devem ser um objetivo constante dos gestores de manutenção as atividades de transferência e prática do conhecimento que visam formar pessoal capacitado a desempenhar funções não apenas no departamento de manutenção, mas também os operadores (Lamberti, 1997). Um sistema de avaliação da eficácia dos treinamentos executados deve ser implantado, para garantir que as competências foram ampliadas e os recursos despendidos foram adequadamente utilizados. A base desta filosofia consiste no fato que o investimento nas pessoas gera uma equipe motivada, que se sente valorizada, integrando homem e máquina, promovendo a redução das perdas de equipamentos, melhorando a disponibilidade, a qualidade, a redução dos custos indesejáveis e as paradas na produção. Outro fundamento importante é a visão da necessidade do trabalho em equipe, possibilitando a implantação de metas que todos devem buscar alcançá-las. É o que se denomina de responsabilidade coletiva. Promove a interação do gestor da produção com a equipe técnica operacional e prestadores de serviços especializados de manutenção, internos ou externos. Resultados mais eficazes ao longo do tempo Esta abordagem para o gerenciamento abrange todas as etapas do ciclo de vida dos equipamentos, desde as suas especificações até o seu sucateamento, levando em consideração os custos de manutenção e a produtividade dos mesmos. É preciso ter uma manutenção estruturada, planejada, com padronização, flexibilidade (tempo, espaço, capacidade de resposta), presteza e versatilidade para garantir a geração de produtos de alta qualidade a preços competitivos (Palmeira, 2002). Uma manutenção eficaz reduz perdas porque assegura a continuidade da produção laboratorial, sem paradas, atrasos, perdas, entregando os produtos (laudos) em tempo hábil. Significa promover a revolução junto à linha de produção, através da incorporação de metas como "Quebra Zero", "Defeito Zero" e "Acidente Zero". A eficácia implica em criar uma estrutura empresarial que busque construir, no próprio local de trabalho, mecanismos para prevenir as diversas perdas, objetivando o ciclo total de vida útil do sistema de produção, com a introdução da consciência que a manutenção deve proporcionar lucros, de maneira integrada. A base do sucesso deste novo enfoque proposto apóia-se na mudança cultural, na combinação dos métodos de manutenção para que a produção não fique prejudicada, na ampliação de competências, na conscientização sobre os novos conceitos, no estímulo à participação, ampliando-se a capacidade produtiva do laboratório e a possibilidade de aumento de receita com bons resultados econômicos para todo o laboratório. 6 - Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial

7 Bibliografia ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR ISO 9000 Sistemas de gestão da qualidade - Fundamentos e vocabulário. Dez 2000, Rio de Janeiro. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR ISO 9004 Sistemas de gestão da qualidade - Diretrizes para melhorias de desempenho. Dez 2000, Rio de Janeiro. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR ISO 9001 Sistemas de gestão da qualidade - Requisitos. Dez 2000, Rio de Janeiro. ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR Confiabilidade e Mantenabilidade - Terminologia. Nov 1994, Rio de Janeiro. FERNANDES, Marcelo Ávila. Como aumentar a disponibilidade das máquinas e reduzir custos de manutenção. Revista Máquinas e Metais, vol. abr 2003, p KARMAN, J. Manutenção hospitalar preditiva. São Paulo: Editora Pini, KARDEC, A.; RIBEIRO, H. Gestão Estratégica e manutenção autônoma. Rio de Janeiro: Qualitymark: ABRAMAN, 1 ed., KARDEC, A.; SEIXAS, E.S.; FREITAS, J. Gestão Estratégica e indicadores de desempenho. Rio de Janeiro: Qualitymark: ABRAMAN, 1 ed., 2002, p.98. LAMBERTI, C.; PANFILI, A.; GNUDI, G.; AVANZOLINI, G. A new model to estimate the appropriate staff for a clinical engineering department. Journal of Clinical Engineering, sep-oct, vol. 22, n.5, p , LUCATELLI, M.V. Proposta de aplicação da manutenção centrada em confiabilidade em equipamentos médico-hospitalares. Florianópolis, 2002.Tese de doutorado em Engenharia Elétrica. Centro Tecnológico, Universidade Federal de Santa Catarina. MENDES, M.E. Avaliação da implantação de um sistema de gestão da qualidade em laboratório clínico público. Tese apresentada para a obtenção do título de Doutor em Ciências Médicas pelo Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, MIRSHAWKA, Vitor; OLMEDO, Napoleão Lupes. Manutenção - Combate aos custos da não-eficácia - A vez do Brasil. São Paulo: Makron Books do Brasil Editora Ltda, PALMEIRA, J.N.;TENÓRIO, F.G. Flexibilização organizacional. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 2002, 279 p. PORTER, Michael E. Estratégia competitiva: Técnicas para análise de indústrias e da concorrência. Rio de Janeiro: Editora Campus, 7 ed, ROCHA, D. Fundamentos técnicos da produção. São Paulo, SP: Makron Books, 1995, p. 12. TAVARES, Lourival Augusto. Excelência na manutenção - Estratégias, otimização e gerenciamento. Salvador: Casa da Qualidade Editora Ltda, XAVIER, Julio Nascif. Indicadores de manutenção. Disponível em <http://www.klic.hpg.ig.com.br/ manutencao_indicadores.htm>. Acesso em 21 jun XAVIER, Julio Nascif. Manutenção classe mundial. Disponível em <http://www.klic.hpg.ig.com.br/ manutencao_classe_mundial.htm>. Acesso em 28 jun (1) - Médica patologista clínica, Doutora em Patologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Administradora Hospitalar, gerente da Gestão de Equipamentos da DLC HC FMUSP, chefe da Seção de Bioquímica de Sangue do Serviço de Bioquímica Clínica, Divisão de Laboratório Central de Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. (2) - Diretor técnico do Serviço de Bioquímica Clínica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, médico patologista clínico da Hospital Israelita Albert Einstein, Doutor em Patologia pela Universidade de São Paulo e professor colaborador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial Jornal da SBPC/ML - Periodicidade mensal Rua Dois de Dezembro, 78 Salas 909/910 CEP Rio de Janeiro - RJ Tel. (21) Fax (21) Presidente 2006/2007 Wilson Shcolnik Diretor de Comunicação Octavio Fernandes da Silva Filho Criação, Arte e Diagramação Design To Ltda Jornalista responsável Roberto Duarte - Reg. Prof. RJ 23830JP Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial - 7

8 8 - Gestão Estratégica em Medicina Laboratorial

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS

COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS O gerenciamento do sistem,a COMUNICAÇÃO INTERNA DESAFIOS E ÊXITOS Dandare Manuelle Pereira (1) Historiadora formada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Trabalha desde 2012 na SANASA no cargo

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional

ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional ENDOMARKETING: Utilização como ferramenta de crescimento organizacional Carlos Henrique Cangussu Discente do 3º ano do curso de Administração FITL/AEMS Marcelo da Silva Silvestre Discente do 3º ano do

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA

MANUAL DA QUALIDADE DA CONSTRUTORA COPEMA 1/10 INFORMAÇÕES SOBRE A EMPRESA... 2 ABRANGÊNCIA DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE... 3 1. SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE:... 4 - MANUAL DA QUALIDADE... 4 Escopo do SGQ e definição dos clientes... 4 Política

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software

Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software Qualidade na gestão de projeto de desenvolvimento de software [...] O que é a Qualidade? A qualidade é uma característica intrínseca e multifacetada de um produto (BASILI, et al, 1991; TAUSWORTHE, 1995).

Leia mais

Sistemas de Gestão da Qualidade. Introdução. Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade. Tema Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Gestão da Qualidade. Introdução. Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade. Tema Sistemas de Gestão da Qualidade Tema Sistemas de Gestão da Qualidade Projeto Curso Disciplina Tema Professor Pós-graduação Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade Sistemas de Gestão da Qualidade Elton Ivan Schneider Introdução

Leia mais

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento

M A N U A L TREINAMENTO. Mecânica de Veículos Piçarras Ltda. Manual Prático de Procedimento do Treinamento M A N U A L TREINAMENTO 1. Introdução A velocidade das mudanças tecnológicas, o aumento da diversidade nos locais de trabalho e a acentuada mobilidade dos trabalhadores atuais são aspectos do mundo contemporâneo

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE Elaborado por: GT Especial do ABNT/CB-25 Grupo de Aperfeiçoamento do

Leia mais

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

MECANISMOS PARA GOVERNANÇA DE T.I. IMPLEMENTAÇÃO DA. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza MECANISMOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DA GOVERNANÇA DE T.I. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O CICLO DA GOVERNANÇA DE TI O Ciclo da Governança de T.I. ALINHAMENTO

Leia mais

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng.

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng. 01. O QUE SIGNIFICA A SIGLA ISO? É a federação mundial dos organismos de normalização, fundada em 1947 e contanto atualmente com 156 países membros. A ABNT é representante oficial da ISO no Brasil e participou

Leia mais

endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf

endereço eletrônico) OPCIONAL: http://www.coacavo.com.br/gestao_pdf/avaliacao_desempenho_360grau s.pdf AV1 Estudo Dirigido da Disciplina CURSO: Gestão de Recursos Humanos DISCIPLINA: Ferramentas de Gestão de Recursos Humanos ALUNO(A):Aline de Souza MATRÍCULA:51811 Ribeiro da Rocha NÚCLEO REGIONAL: DATA:

Leia mais

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02

DELOITE TOUCHE TOHMATSU Código PO-SIGA POLITICA CORPORATIVA Revisão 02 Pagina 1/6 ÍNDICE 1. OBJETIVO...3 2. ABRANGÊNCIA / APLICAÇÃO...3 3. REFERÊNCIAS...3 4. DEFINIÇÕES...3 5. DIRETRIZES E RESPONSABILIDADES...4 5.1 POLITICAS...4 5.2 COMPROMISSOS...4 5.3 RESPONSABILIDADES...5

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações

A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações A Terceirização da Manutenção como Estratégia Competitiva nas Organizações Alessandro Trombeta Supervisor de Manutenção Valdemar Roberto Cremoneis Gerente Industrial Cocamar Cooperativa Agroindustrial

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS

ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ARTIGOS AÇÕES MOTIVACIONAIS ÍNDICE em ordem alfabética: Artigo 1 - ENDOMARKETING: UMA FERRAMENTA ESTRATÉGICA PARA DESENVOLVER O COMPROMETIMENTO... pág. 2 Artigo 2 - MOTIVANDO-SE... pág. 4 Artigo 3 - RECURSOS

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM-ESTAR NO TRABALHO

POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM-ESTAR NO TRABALHO POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM-ESTAR NO TRABALHO Política de SEGURANÇA Política de SEGURANÇA A visão do Grupo Volvo é tornar-se líder

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

TPM -Total Productive Maintenance. (Gestão da Manutenção)

TPM -Total Productive Maintenance. (Gestão da Manutenção) TPM -Total Productive Maintenance (Gestão da Manutenção) 1 MANUTENÇÃO À MODA ANTIGA Nada de prevenção! Só se conserta quando quebrar e parar de funcionar. Use até acabar... Manutenção não tem nada em comum

Leia mais

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios

Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI. Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Metodologia para Análise de Maturidade de Governança de TI Soluções em Gestão e TI que adicionam valor aos negócios Garanta a eficiência e a competitividade da sua empresa Análise de Maturidade de Governança

Leia mais

PLANEJAMENTO DE MARKETING

PLANEJAMENTO DE MARKETING PLANEJAMENTO DE MARKETING A análise ambiental e o planejamento beneficiam os profissionais de marketing e a empresa como um todo, ajudando os gerentes e funcionários de todos os níveis a estabelecer prioridades

Leia mais

Gestão Laboratorial GESTÃO DE. Prof. Archangelo P. Fernandes

Gestão Laboratorial GESTÃO DE. Prof. Archangelo P. Fernandes Gestão Laboratorial GESTÃO DE EQUIPAMENTOS II Prof. Archangelo P. Fernandes GESTÃO DE EQUIPAMENTOS II Manutenção: conjunto de medidas necessárias, que permitam manter ou restabelecer um sistema no estado

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores

Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores O Planejamento Estratégico deve ser visto como um meio empreendedor de gestão, onde são moldadas e inseridas decisões antecipadas no processo

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING

OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING OS 14 PONTOS DA FILOSOFIA DE DEMING 1. Estabelecer a constância de propósitos para a melhoria dos bens e serviços A alta administração deve demonstrar constantemente seu comprometimento com os objetivos

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

Planejamento Estratégico

Planejamento Estratégico Planejamento Estratégico A decisão pela realização do Planejamento Estratégico no HC surgiu da Administração, que entendeu como urgente formalizar o planejamento institucional. Coordenado pela Superintendência

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

ESTRUTURA ISO 9.001:2008

ESTRUTURA ISO 9.001:2008 Sistema de Gestão Qualidade (SGQ) ESTRUTURA ISO 9.001:2008 Objetivos: Melhoria da norma existente; Melhoria do entendimento e facilidade de uso; Compatibilidade com a ISO 14001:2004; Foco Melhorar o entendimento

Leia mais

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil

Gestão de Qualidade. HCFMRP - USP Campus Universitário - Monte Alegre 14048-900 Ribeirão Preto SP Brasil Gestão de Qualidade O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, visando a qualidade assistencial e a satisfação do cliente compromete-se a um entendimento

Leia mais

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida

Apresentação Institucional. Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida Apresentação Institucional Metodologia com alta tecnologia para soluções sob medida A empresa que evolui para o seu crescimento A VCN Virtual Communication Network, é uma integradora de Soluções Convergentes

Leia mais

CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE

CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE Maio de 2003 CICLO DE EVENTOS DA QUALIDADE Dia 12/05/2003 Certificação e homologação de produtos, serviços e empresas do setor aeroespacial,com enfoque na qualidade Dia 13/05/2003 ISO 9001:2000 Mapeamento

Leia mais

CURSO DE FORMAÇÃO DE GESTORES EM MANUTENÇÃO DE EXCELÊNCIA

CURSO DE FORMAÇÃO DE GESTORES EM MANUTENÇÃO DE EXCELÊNCIA 2013 15 anos CURSO DE FORMAÇÃO DE GESTORES EM MANUTENÇÃO DE EXCELÊNCIA Ministrante: Sidnei Lopes Dias Realização: Gênesis Assessoria Empresarial CURSO DE FORMAÇÃO DE GESTORES EM MANUTENÇÃO DE EXCELÊNCIA

Leia mais

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional COMPILADO DAS SUGESTÕES DE MELHORIAS PARA O IDGP/2011 por critério e indicador 1 LIDERANÇA O critério Liderança aborda como está estruturado o sistema de liderança da organização, ou seja, o papel da liderança

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno

PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO. Programa de Educação Ambiental Interno PROGRAMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL DA SAMARCO Programa de Educação Ambiental Interno Condicionante 57 LO 417/2010 SUMÁRIO 1. APRESENTAÇÃO 04 2. IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 05 3. REGULAMENTO APLICÁVEL 06 3.1. FEDERAL

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312

NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL - NOR 312 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO FUNCIONAL COD: NOR 312 APROVAÇÃO: Resolução DIREX Nº 009/2012 de 30/01/2012 NORMA DE AVALIAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO 1/17 ÍNDICE

Leia mais

Apresentação da disciplina, conteúdo, metodologia e diretrizes de trabalhos.

Apresentação da disciplina, conteúdo, metodologia e diretrizes de trabalhos. IDENTIFICAÇÃO Nome do Curso: Administração de Empresas. Disciplina: Organização, Sistemas e Métodos. Número da Disciplina: 4520. Carga Horária Semanal: 2 h/a. Carga Horária Semestral: 40 h/a. Período Letivo:

Leia mais

Paraná - Rio Grande do Sul

Paraná - Rio Grande do Sul COMPROMETIMENTO E SATISFAÇÃO DO CLIENTE Paraná - Rio Grande do Sul Missão Oferecer as melhores soluções em serviços e produtos, visando se adequar aos altos padrões de satisfação de nossos clientes e parceiros

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta.

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações METODOLOGIA DE GESTÃO DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES ORIGEM Departamento de

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos

Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos Referência: An Introductory Overview of ITIL v2 Livros ITIL v2 Cenário de TI nas organizações Aumento da dependência da TI para alcance

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE

ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE 1 ORIENTAÇÕES PARA A SELEÇÃO E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA, TREINAMENTO E CERTIFICAÇÃO DE SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE (D.O 01 revisão 05, de 22 de março de 2011) 2 SUMÁRIO PARTE I INTRODUÇÃO

Leia mais

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 1 de 20 Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 2 de 20 Título Manual da Qualidade Folha: 3 de 20 Índice 1. Apresentação...

Leia mais

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO

CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO CURSOS DE PÓS - GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO EM ECOTURISMO Objetivo: O Curso tem por objetivo capacitar profissionais, tendo em vista a carência de pessoas qualificadas na área do ecoturismo, para atender,

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit.

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 2 Regras e Instruções: Antes de começar a fazer a avaliação leia as instruções

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

experiência Uma excelente alternativa em serviços de auditoria

experiência Uma excelente alternativa em serviços de auditoria experiência Uma excelente alternativa em serviços de auditoria A Íntegra é uma empresa de auditoria e consultoria, com 25 anos de experiência no mercado brasileiro. Cada serviço prestado nos diferentes

Leia mais

Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano

Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano Empresa como Sistema e seus Subsistemas Professora Cintia Caetano A empresa como um Sistema Aberto As organizações empresariais interagem com o ambiente e a sociedade de maneira completa. Uma empresa é

Leia mais

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF.

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF 2011 Os direitos autorais desta publicação pertencem ao editor e seu conteúdo não pode ser reproduzido (mesmo em parte) sem uma permissão por escrito.

Leia mais

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas

Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas Plano de Ação Política de Gestão de Pessoas (Produto 1) TRIBUNAL DE CONTAS DOS MUNICÍPIOS DO ESTADO DA BAHIA PROGRAMA DE MODERNIZAÇÃO DO SISTEMA DE CONTROLE EXTERNO DOS ESTADOS, DISTRITO FEDERAL E MUNICÍPIOS

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Qual a diferença entre gestão por processos e gestão de processos?

Qual a diferença entre gestão por processos e gestão de processos? Qual a diferença entre gestão por processos e gestão de processos? Gestão de processos significa que há processos sendo monitorados, mantidos sob controle e que estão funcionando conforme foi planejado.

Leia mais

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES

SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES SITUAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS DA ÁREA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NAS IFES Introdução A questão dos recursos humanos na área de Tecnologia da Informação é assunto de preocupação permanente no Colégio de

Leia mais

O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão

O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão O desafio da liderança: Avaliação, Desenvolvimento e Sucessão Esse artigo tem como objetivo apresentar estratégias para assegurar uma equipe eficiente em cargos de liderança, mantendo um ciclo virtuoso

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS MACROPROCESSO DE GESTÃO DO PORTFÓLIO

ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS MACROPROCESSO DE GESTÃO DO PORTFÓLIO ESTÁGIO DE NIVELAMENTO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS MACROPROCESSO DE GESTÃO DO PORTFÓLIO 05.11.2015 SUMÁRIO INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO DE PORTFÓLIO CENÁRIO NEGATIVO DOS PORTFÓLIOS NAS ORGANIZAÇÕES GOVERNANÇA

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

M A N U A L D A Q U A L I D A D E

M A N U A L D A Q U A L I D A D E M A N U A L D A Q U A L I D A D E 14ª Versão Última atualização: MANUAL DA QUALIDADE - Rev. Data Elaborado por Descrição da alteração 01 10/06/2012 Hélio Lipiani Versão Inicial 02 20/07/2010 Hélio Lipiani

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) A CONCERT Technologies S.A. prioriza a segurança de seus Colaboradores, Fornecedores,

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Manutenção dos Sistemas de Produção Curso de Engenharia de Produção Manutenção dos Sistemas de Produção Informações sobre a disciplina: Professor: Eng. Carlos Bernardo Gouvêa Pereira Site: www.carlosbernardo.com Email: prof_carlospereira@camporeal.edu.br

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS IS/TI

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS IS/TI COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS IS/TI DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência se necessário.

Leia mais

AUDITORIA DO PROCESSO DE MANUTENÇÃO PROATIVA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO

AUDITORIA DO PROCESSO DE MANUTENÇÃO PROATIVA TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA CURSO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA ÊNFASE ELETROTÉCNICA NICOLAS MACIEL SOARES WANDERLEY ANTONIO FAUSTINO JUNIOR AUDITORIA

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO INTEGRADA

POLÍTICA DE GESTÃO INTEGRADA Conteúdo 1. OBJETIVO... 3 2. APLICAÇÃO... 3 3. SGI-AMAZUL... 3 4. SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE... 3 5. QUALIDADE... 4 6. DOCUMENTAÇÃO... 5 6. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 6 7. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA...

Leia mais

Modelo de Plano de Ação

Modelo de Plano de Ação Modelo de Plano de Ação Para a implementação da Estratégia Multimodal da OMS para a Melhoria da Higiene das Mãos Introdução O Modelo de Plano de Ação é proposto para ajudar os representantes de estabelecimentos

Leia mais

Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC

Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC Gestão do Conhecimento e Governo Como sensibilizar os órgãos governamentais para implementarem a GC Elisabeth Gomes elisabeth.gomes@sbgc.org.br Diretora de relações com o governo - SBGC 2º Fórum de Gestão

Leia mais

Certificações ISO 9001 por Setor Econômico no Brasil

Certificações ISO 9001 por Setor Econômico no Brasil Certificações ISO 9001 por Setor Econômico no Brasil 9000 8000 8690 7000 6000 5000 4000 3000 4709 3948 2000 1000 29 4 0 Indústria Comércio e Serviços Agropecuária Código Nace Inválido TOTAL Fonte: Comitê

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM TELECOMUNICAÇÕES Das

Leia mais

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial.

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. visão, missão e valores corporativos visão Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. MISSÃO O Grupo Gerdau é uma Organização empresarial focada em siderurgia, com a missão de satisfazer

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade Evolução da Gestão da Qualidade Grau de Incerteza Grau de complexidade Adm Científica Inspeção 100% CEQ Evolução da Gestão CEP CQ IA PQN PQN PQN TQM PQN MSC GEQ PQN PQN Negócio Sistema

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini

Outubro 2009. Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Outubro 2009 Carlos Eduardo Bizzotto Gisa Melo Bassalo Marcos Suassuna Sheila Pires Tony Chierighini Sustentabilidade Articulação Ampliação dos limites Sistematização Elementos do Novo Modelo Incubação

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais