Módulo 13: PGR/PAE DET NORSKE VERITAS APOSTILA DO CURSO SOBRE ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCOS E PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS

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1 APOSTILA DO CURSO SOBRE ESTUDO DE ANÁLISE DE RISCOS E PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Relatório: Apostila do Curso de Análise de Risco/2006 Revisão N: 2 Módulo 13: Preparado para: Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Qualidade Ambiental DET NORSKE VERITAS

2 RELATÓRIO TÉCNICO Data primeira edição: Projeto Nº: 20/07/2006 WO Aprovado por: Luiz Fernando Seixas de Oliveira Unidade Organizacional: DNV Principia Cliente: Atenção a: Ministério do Meio Ambiente - Secretaria de Marcus Bruno Malaquias Ferreira e Rita Qualidade Industrial Lima de Almeida DET NORSKE VERITAS REGION SOUTH AMERICA Rua Sete de Setembro 111, 12º / 14º andares - Centro CEP: Rio de Janeiro RJ, Brasil Caixa Postal 286 Tel: Fax: Apostila fornecida aos participantes dos cursos de Estudo de Análise de Riscos e Programa de Gerenciamento de Riscos para técnicos do Ministério do Meio Ambiente, IBAMA e OEMAs. A apostila é constituída de 14 módulos, correspondentes aos módulos de 0 a 13 do Curso. Uma relação com algumas das referências bibliográficas mais relevantes sobre os assuntos abordados nos módulos é apresentada no Módulo 0. Neste Módulo 13 são apresentados os seguintes tópicos: Objetivos Gerenciamento de Riscos: o Princípio do Jacaré Por que implementar um PGR? PGR como sistema de gestão: normas internacionais Sistemas de companhias internacionais Regulamentações de outros países Regulamentações brasileiras relativas a PGR O ISRS7 da DNV Sistemas Integrados de Gestão Lições aprendidas: O Acidente de Piper Alpha PAE Plano de Ações de Emergência Estruturação do PAE Plano de Emergência Individual PEI Realização de Treinamento e Simulado do PAE Comentários Finais Relatório Nº Apostila do Curso de Análise de Risco/2006 Grupo de Assunto: Indexing terms Título Relatório: Palavras chaves: Área de serviço: Módulo 13: Curso APP AQR Risco ISA 1 Setor de Vendas: Trabalho executado por: Flávio Luiz Barros Diniz, Luiz Fernando Seixas de Oliveira, Mariana Bahadian Bardy e Nilda Visco Vieira Trabalho verificado por: Cássia Oliveira Cardoso, Felipe Sodré e Tobias Vieira Alvarenga Data desta edição: Rev. Nº.: Número de páginas: 03/04/ Não distribuir sem a permissão do cliente ou responsável da uinidade organizacional Livre distribuição dentro da DNV após 3 anos Estritamente confidencial Distribuição irrestrita 2005 Det Norske Veritas Ltda. Todos os direitos reservados. Esta publicação ou parte dela não podem ser reproduzidas ou transmitidas em qualquer forma ou qualquer meio, incluindo fotocópias ou gravações sem o consentimento por escrito da Det Norske Veritas Ltda.

3 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS DO MÓDULO GERENCIAMENTO DE RISCOS: O PRINCÍPIO DO JACARÉ POR QUE IMPLEMENTAR UM PGR? Definição de Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) O PGR e a Segunda Lei da Termodinâmica O PGR COMO SISTEMA DE GESTÃO: NORMAS INTERNACIONAIS sistemas de gestão de segurança de companhias internacionais NORMAS E regulamentações de outros países Regulamentações brasileiras relativas a pgr sistemas integrados de gestão o isrs7 da dnv lições aprendidas: o acidente de piper alpha PAE - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA ESTRUTURAÇÃO DO PAE PLANO DE EMERGÊNCIA INDIVIDUAL - PEI REALIZAÇÃO DE TREINAMENTO E SIMULADO DO PAE COMENTÁRIOS FINAIS...32 i

4 1 INTRODUÇÃO O gerenciamento dos riscos do negócio começou a fazer parte das preocupações das empresas desde o começo da era do mercantilismo, tendo se tornado cada vez mais importante com o avanço da industrialização, a qual trouxe um grande aumento da escala das empresas e, consequentemente, dos riscos envolvidos nos novos empreendimentos. Não apenas o risco para o negócio em si, ou seja, a possibilidade de grandes prejuízos, mas também para a segurança das populações expostas aos efeitos danosos de possíveis acidentes. Mais recentemente, veio adicionar-se também a preocupação com os possíveis efeitos deletérios para o meio ambiente em vários níveis de escala (local, regional, mundial). No entanto, somente a partir das duas últimas décadas do Século XX é que houve o reconhecimento, por parte das empresas e dos órgãos regulamentadores, de que o gerenciamento de riscos em uma empresa moderna deve ser organizado como um sistema de gestão sujeito a um ciclo de melhoria contínua ao longo da vida da empresa. Outro tema de grande interesse para as empresas modernas e para a sociedade em geral é o planejamento das ações de emergência em caso de acidentes nas empresas, particularmente nos casos em que os efeitos dos acidentes possam extrapolar os limites da própria empresa e causar danos às comunidades vizinhas ou ao meio ambiente. Fala-se muito no desenvolvimento de um PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos) e um PAE (Plano de Ação de Emergência) como se fossem duas coisas independentes. No entanto, conforme será visto neste Módulo, o PAE pode ser considerado como um dos elementos de um PGR. 1

5 2 OBJETIVOS DO MÓDULO 13 Os objetivos deste módulo consistem em apresentar os conceitos necessários para o entendimento de um sistema moderno de gestão de segurança e meio ambiente, indicar algumas das boas práticas de gestão utilizadas internacionalmente por empresas e órgãos de controle de saúde, segurança e meio ambiente, discutir a situação atual no Brasil, bem como apresentar os principais conceitos para o desenvolvimento e implementação de planos de ações de emergência baseados em resultados de avaliações de riscos. Neste Módulo 13 são apresentados os seguintes tópicos: Gerenciamento de Riscos: o Princípio do Jacaré Por que implementar um PGR? PGR como sistema de gestão: normas internacionais Sistemas de gestão de segurança de companhias internacionais Regulamentações de outros países Regulamentações brasileiras relativas a PGR Sistemas Integrados de Gestão O ISRS7 da DNV Lições aprendidas: O Acidente de Piper Alpha PAE Plano de Ações de Emergência Estruturação do PAE Plano de Emergência Individual PEI Realização de Treinamento e Simulado do PAE Comentários Finais 2

6 3 GERENCIAMENTO DE RISCOS: O PRINCÍPIO DO JACARÉ O Princípio do Jacaré, mostrado nos quadros abaixo, foi desenvolvido pela DNV com o intuito de apresentar de forma pictórica os conceitos básicos do gerenciamento de risco: Identificação do perigo (o grande jacaré que você acabou de receber de presente de um amigo ) Avaliação do risco (avaliação da chance e da magnitude dos danos) Controle dos riscos através de medidas de salvaguarda, de redução de risco ou de substituição do perigo (através da busca de alternativas) Preparação para emergência (através de medidas preparatórias para o caso de algum acidente. Princípio do Jacaré 2. Avalie o Risco 1. Identifique o Perigo: 3. Controle o Perigo 3

7 Princípio do Jacaré 4. Encontre uma alternativa 5. Reduza o Risco 6. Esteja sempre preparado para o inesperado Princípio do Jacaré 7. Se nada der resultado 4

8 4 POR QUE IMPLEMENTAR UM PGR? 4.1 Definição de Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) Toda pessoa responsável pela saúde e segurança em uma empresa deveria se preocupar em responder às questões indicadas no quadro abaixo. O conhecimento dos perigos e a avaliação dos riscos decorrentes dos perigos é fundamental para se poder gerenciar os riscos de uma empresa: não se pode gerenciar o que não se conhece. Também, o gerenciamento requer que se tenha um balizamento para a redução dos riscos, ou seja, algum critério de aceitabilidade de riscos, seja qualitativo ou quantitativo. O fato é que não se pode pensar em eliminar todos os riscos, pois isso consumiria todos os recursos da empresa, levando-a certamente à falência. O gerenciamento impõe a utilização do conceito de priorização: tendo em vista que os recursos são finitos, quais os riscos mais importantes, ou seja, quais os que tenho que resolver imediatamente e quais os que tenho mais tempo para atacar? Quais os que não vou reduzir mais? Em outras palavras, o gerenciamento de riscos deve ser feito continuamente, pois não há como se eliminar todos os perigos impostos pela atividade industrial. Introdução ao PGR Por que fazer um Programa de Gerenciamento de Riscos? Avaliação dos riscos e priorização Sei quais são os perigos que representam os maiores riscos? Dá para eu correr esse risco? Posso conviver com esse nível de risco? Análise e aceitabilidade Identificação de perigos Conheço realmente os perigos existentes na minha instalação? Se preciso reduzir o risco, por onde devo começar? Gerenciamento de riscos O que tenho que fazer agora e o que posso deixar para depois? 5

9 4.2 O PGR e a Segunda Lei da Termodinâmica Por que as empresas precisam ter um Programa de Gerenciamento de Riscos ou, melhor dizendo, um Sistema de Gestão de Segurança? Porque mesmo que o risco atual tenha sido avaliado e considerado aceitável, ou seja, abaixo do limite de aceitabilidade da empresa, se nada for feito, em alguns anos o risco terá aumentado e possivelmente ultrapassado o limite aceitável. Isso pode ser considerado um efeito normal da 2ª Lei da Termodinâmica, a qual diz que as coisas tendem a se degradar com o tempo, ou seja, a entropia sempre aumenta, fazendo com que tudo tenda para o caos (estado mínimo de energia). Portanto, para que o caos não se estabeleça e para que o risco seja mantido em um nível aceitável, o sistema precisa receber energia. Essa energia organizacional é provida pelo Sistema de Gestão de Segurança (ou PGR). Programa de Gerenciamento de Riscos Por que são necessários? Risco atual é aceitável, e daqui a 5 anos? Se nada for feito: 2ª Lei da Termodinâmica Conclusão: Necessário colocar energia no sistema Vigilância contínua Essa idéia deve estar inserida no processo de produção PGR pretende cumprir esta missão 6

10 5 O PGR COMO SISTEMA DE GESTÃO: NORMAS INTERNACIONAIS Embora o termo PGR, consagrado nas regulamentações existentes, esteja sendo usado nesta apostila, é preciso ficar claro que a referência mais correta é a de um Sistema de Gestão de Segurança, ou seja, algo perene e inserido no processo produtivo da empresa e não apenas um programa ou um plano, para o qual pode-se pensar em início e fim. Outra observação importante é que o termo segurança usado acima, na realidade, é um substituto mais curto para a designação de saúde, segurança e meio ambiente. O mais correto seria a denominação Sistema Integrado de Gestão de Saúde, Segurança e Meio Ambiente. Em alguns casos, esse sistema integrado pode também incluir a Gestão da Qualidade, o qual seria então denominado um Sistema Integrado de Gestão de Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade. A grande vantagem do sistema integrado é a possibilidade de utilização de vários elementos comuns à gestão de cada um dos itens, o que evita a duplicação de procedimentos da empresa (veja a Seção 10 deste Módulo). Existem diversas normas internacionais que tratam da questão dos sistemas de gestão, dentre as quais, as mais conhecidas são as da ISO (para qualidade e meio ambiente) e a da OHSAS para as questões de saúde e segurança. Programa de Gerenciamento de Riscos Normas internacionais de sistema de gestão (ISO) Qualidade: ISO 9000:2000 Meio Ambiente: ISO Saúde Ocup. e Higiene: BS 8800, OHSAS

11 6 SISTEMAS DE GESTÃO DE SEGURANÇA DE COMPANHIAS INTERNACIONAIS Praticamente todas as grandes corporações multinacionais que lidam com produtos considerados perigosos já estabeleceram seus sistemas de gestão de segurança ou seus sistemas de integrados de gestão de saúde, segurança e meio ambiente. Todos eles estão estruturados com base em elementos de gestão (também referidos como diretrizes estratégicas, processos de gestão, e outros), os quais constituem a espinha dorsal do sistema. A grande maioria das empresas costuma fazer uma apresentação geral dos seus sistemas de gestão sob a forma de documentos que contém as diretrizes essenciais dos elementos do sistema, tipicamente condensadas sob a forma de objetivos e expectativas de cada elemento. Nos quadros abaixo estão indicados os documentos de apresentação do sistema para algumas empresas importantes dos setores químico e petroquímico, bem como os elementos de gestão dos vários sistemas citados. Pode-se ver que existe uma certa variedade nos nomes dos elementos dos sistemas das várias empresas, bem como, no número de elementos de cada sistema, mas uma análise mais profunda indica que existe grande similaridade entre todos, havendo variação apenas na ênfase dada a um ou outro tópico, ou a inclusão de algumas particularidades da cultura de cada empresa. Programa de Gerenciamento de Riscos Sistemas de Gestão de empresas internacionais BP AMOCO Getting HSE Right BAYER HSE Management Expectation BGI HSE Management System CONOCO Process for continuous safety improvement 8

12 Sistema da Exxon Mobil Comprometimento da Liderança e Atribuição de Responsabilidades Avaliação e Gerenciamento de Riscos Projeto e Construção das Instalações Informação e Documentação Pessoal e Treinamento Operação e Manutenção Gerenciamento de Modificações Serviços de Terceiros Análise e Investigação de Acidentes Conscientização da Comunidade e Preparação para Emergências Avaliação e Melhoria da Integridade Operacional Sistema da BP Liderança e Responsabilidades Avaliação e Gerenciamento de Riscos Pessoal, Treinamento e Comportamento Trabalho com Contratados Projeto e Construção das Instalações Operação e Manutenção Gerenciamento de Modificações Informação e Documentação Clientes e Produtos Conscientização da Comunidade e Acionistas Gerenciamento de Crises e Emergências Análise e Prevenção de Incidentes Avaliação, Garantias e Melhorias 9

13 Sistema da ConocoPhillips Comprometimento e Liderança Planejamento de Segurança e Saúde Ocupacional Manuais e Procedimentos Medição Saúde Ocupacional Participação dos Empregados Prevenção de Acidentes Causados por Comportamento Regras e Responsabilidades Treinamento Auditoria Contratadas Registro e Investigação de Incidentes Preparação para Emergências Integridade Mecânica e Operacional 10

14 Sistema da SONANGOL 14 Auditoria e Medição 1 Liderança, Responsabilidade e Gestão 2 Identificação de Perigos, Avaliação e Gestão de Riscos 3 Planeamento e Programas de SSAQ 13 Análise e Investigação de Incidentes e Acidentes 4 Conformidade com Regulamentos Normas e Padrões 12 Consciencialização da Comunidade, Preparação e Resposta a Emergências 11 Documentação, Comunicação e Gestão do Conhecimento PROGRESSA-Q 5 Cultura e Comportamento 6 Pessoal, Formação e Reconhecimento 10 Contrólo das Operações 9 Integridade de Activos e Gestão de Mudanças 8 Compras e Serviços Contratados 7 Projecto, Teste e Construcção Sistema da PETROBRAS 1. Liderança e Responsabilidade 2. Conformidade Legal 3. Avaliação e Gestão de Riscos 4. Novos Empreendimentos 5. Operação e Manutenção 6. Gestão de Mudanças 7. Aquisição de Bens e Serviços 8. Capacitação, Educação e Conscientização 9. Gestão de Informação 10. Comunicação 11. Contingência 12. Relacionamento com a Comunidade 13. Análise de Acidentes e Incidentes 14. Gestão de Produtos 15. Processo de Melhoria Contínua 11

15 7 NORMAS E REGULAMENTAÇÕES DE OUTROS PAÍSES Os quadros a seguir mostram as estruturas dos sistemas de gestão de segurança requeridos por instituições regulamentadoras e industriais dos Estados Unidos, a saber: o API (American Petroleum Institute), a EPA (Environmental Protection Agency) e a OSHA (Occupational Health and Safety Administration). A norma do API não é uma exigência legal mas uma prática recomendada da instituição para os seus membros, enquanto as regulamentações da EPA e OSHA são instrumentos legais que obrigam as empresas sob as respectivas autoridades das duas agências governamentais a implementar o sistema conforme indicado nos quadros. Existe grande sobreposição dos dois sistemas (EPA e OSHA), mas também algumas diferenças. De um modo geral esses dois sistemas se complementam, com o da EPA dando ênfase aos perigos que podem trazer danos às comunidades vizinhas e o da OSHA enfatizando os perigos que podem trazer danos à saúde e à vida dos trabalhadores da empresa. PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS Elementos do Sistema de Gerenciamento de Riscos do API 750: 1. Informação sobre segurança de processo 2. Análise de riscos do processo 3. Gerenciamento de modificações 4. Procedimentos operacionais 5. Práticas seguras de trabalho 6. Treinamento 7. Garantia da qualidade e integridade mecânica de equipamentos críticos 8. Revisão de segurança pré-operacional 9. Resposta e controle de emergências 10. Investigação de incidentes relacionados ao processo 11. Auditoria dos sistemas de gerenciamento de riscos de processo 12

16 Elementos da OSHA Informação 2. Análise dos perigos de processo 3. Procedimentos operacionais 4. Treinamento 5. Contratadas 6. Revisão de segurança pré-operacional 7. Integridade mecânica 8. Permissão de trabalho a quente 9. Gerenciamento de modificações 10. Investigação de incidentes 11. Planejamento de emergência 12. Auditoria 13. Participação dos empregados 14. Confidencialidade EPA RMP 40 CFR Part Informações sobre segurança de processo 2. Análise de riscos de processo 3. Procedimentos operacionais 4. Treinamento 5. Integridade mecânica 6. Gerenciamento de mudanças 7. Revisão de segurança de pré-partida 8. Auditoria de Segurança 9. Investigação de incidentes 10. Participação dos empregados 11. Permissão para trabalho a quente 12. Contratadas 13. Planejamento de resposta a emergências 13

17 8 REGULAMENTAÇÕES BRASILEIRAS RELATIVAS A PGR No Brasil, as regulamentações relativas ao processo de licenciamento ambiental de instalações que lidam com produtos perigosos já requerem que tais instalações apresentem a estrutura dos seus PGRs (Programas de Gerenciamento de Riscos) como requisitos para a concessão da licença de operação. Nos quadros abaixo encontram-se apresentadas as estruturas dos PGRs requeridos por cada um dos órgãos estaduais de controle ambiental: FEEMA-RJ, FEPAM-RS, CETESB-SP e CRA-BA. Também o IBAMA requer a apresentação de um PGR, sendo a sua estrutura igual àquela da CETESB-SP. FEEMA e FEPAM 1. Alocação de responsabilidades 2. Informações de segurança de processo 3. Análise de Riscos 4. Procedimentos operacionais 5. Treinamento 6. Gerenciamento de modificações 7. Garantia de integridade e confiabilidade os equipamentos críticos e dos sistemas de proteção 8. Planejamento de emergência 14

18 CETESB / IBAMA 1. Informações de segurança de processo 2. Revisão dos riscos de processo 3. Gerenciamento de modificações 4. Manutenção e garantia da integridade de sistemas críticos 5. Procedimentos operacionais 6. Capacitação de recursos humanos 7. Investigação de incidentes 8. Plano de Ação de Emergência (PAE) / Plano de Emergência Individual (PEI) 9. Auditorias CRA COFIC/PGR do APPOLO 2 1. Informações Básicas do Processo 2. Dados de Meio Ambiente, Saúde e Segurança 3. Equipamentos 4. Análise de Riscos 5. Procedimentos Operacionais 6. Treinamento 7. Contratados 8. Integridade e Manutenção Mecânica 9. Auditorias e Investigação de Incidentes 10. Gerenciamento de Mudanças 11. Procedimentos de Emergência / Planos de Evacuação e Resposta a Emergências 15

19 9 SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO De um modo geral, um Sistema Integrado de Gestão incorpora elementos de: Gestão da saúde ocupacional Gestão da segurança de processo, de atividades e de produtos Gestão ambiental Gestão da qualidade A gestão da saúde ocupacional visa: proporcionar um ambiente de trabalho saudável para todos os trabalhadores da empresa; garantir o cumprimento de todas as exigências legais pertinentes ao tema da saúde ocupacional; dar homogeneidade e consistência às práticas de saúde ocupacional de todas as empresas de uma corporação. A gestão da segurança de processos abrange a prevenção e o controle decorrentes de falhas no processo produtivo. Na indústria de óleo e gás, petroquímica e química, a segurança de processo trata dos acidentes envolvendo liberações de produtos decorrentes de vazamentos e rupturas nos componentes do sistema de processo que possam levar a incêndios, explosões e formação de nuvens tóxicas. A gestão da segurança de atividades refere-se à questão da segurança ocupacional nas tarefas realizadas diariamente pelos trabalhadores da empresa, tanto nas tarefas operacionais como nas tarefas de manutenção. Se bem que parte dos acidentes ocorridos na realização das tarefas podem levar a acidentes de processo, uma parte significativa pode causar apenas danos às pessoas diretamente envolvidas na realização das tarefas. A gestão da segurança de atividades envolve itens como, o controle do uso adequado de equipamentos de proteção individual, a adoção de práticas de trabalho seguro e a utilização do enfoque comportamental. A gestão da segurança dos produtos envolve a prevenção de acidentes com produtos da companhia afetando seus usuários ou causando danos ambientais. Envolve itens como: o projeto de produtos mais seguros (para pessoas e meio ambiente); 16

20 a comunicação de informações de segurança aos clientes e usuários (por exemplo, fichas de informações de segurança dos produtos), a preocupação com o controle do ciclo de vida dos produtos (por exemplo, o controle do descarte final de resíduos do uso dos produtos). A gestão ambiental envolve um conjunto de processos e práticas que possibilitam a uma organização a reduzir os seus impactos ambientais e aumentar a sua eficiência operacional. Incorpora os seguintes itens: Levantamento de Aspectos e Impactos: Refere-se à identificação dos elementos das atividades que podem interagir com o meio ambiente (aspectos) e as respectivas mudanças causadas no meio ambiente (impactos) Controle de impactos ambientais: Relaciona-se ao controle de impactos ambientais decorrentes das atividades realizadas nas várias instalações da empresa Prevenção e controle de acidentes ambientais Refere-se à criação de mecanismos para a prevenção de acidentes ambientais, bem como para o controle das emergências decorrentes de ocorrências de tais acidentes A gestão da qualidade abrange as políticas e procedimentos necessários para o controle e a melhoria contínua dos vários processos da empresa que em última instância conduzem à melhoria do desempenho do negócio da empresa. A sua implementação visa garantir a satisfação das exigências e expectativas dos clientes da empresa. A garantia da qualidade é um esforço multi-funcional cobrindo muitos aspectos da operação da empresa. Trata-se de um processo contínuo envolvendo: A identificação e documentação das necessidades, exigências e expectativas dos clientes; O desenvolvimento, a fabricação e a entrega de produtos e serviços que atendam às necessidades, exigências e expectativas dos clientes; A realimentação do cliente para avaliação do desempenho da companhia; e As ações relativas às informações de realimentação dos clientes visando melhorar o desempenho da companhia. 17

21 10 O ISRS7 DA DNV A estrutura de sistema de gestão de segurança proposta pelo Sistema de Classificação Internacional de Segurança da DNV, também conhecido pela sigla ISRS (International Safety Rating System) encontra-se atualmente implementada em mais de corporações internacionais (em um total de mais de sites) ao redor do mundo. Concebido ao final da década de 70 por Frank Bird, conhecido pioneiro da área de gestão de segurança, o ISRS foi até desenvolvido e oferecido internacionalmente através do International Loss Control Institute (ILCI), também criado por Frank Bird e alguns associados e sediado em Atlanta nos Estados Unidos. Em 1992, a DNV adquiriu o ILCI, passando a ter o controle internacional do desenvolvimento e implementação do ISRS. Já em 1994, foi produzida a versão 6 do sistema, conhecida como ISRS6, incorporando também a experiência da DNV como entidade certificadora de sistemas de gestão com acreditação internacional e uma das empresas líderes desse setor. O ISRS6 tem sido implementado pela DNV desde então com grande sucesso. Conforme indicado no quadro abaixo, várias versões do sistema foram sendo criadas pela DNV visando atender às novas necessidades surgidas ao longo do tempo, tais como, as de controle ambiental e de qualidade. Também foram desenvolvidas versões para pequenas empresas ( Small Sites ). Experiência da DNV em Sistemas de Gestão ISSSRS 1 ISSSRS 2 ISSSRS 3 IQRS 1 IQRS 2 IQRS 3 DNV Standards ISRS 1 ISRS 2 ISRS 3 ISRS 4 ICSRS 1 ICSRS 2 ICSRS 3 ISRS 5 ISRS 6 IERS 1 IERS 2 IERS 3 IMSRS 1 Prosper 1 Prosper 2 IBRS 1 Over 60 customised client protocols developed ISRS 7 Key: ISRS International Safety Rating System ISSSRS International Small Site Safety Rating System IQRS International Quality Rating System ICSRS International Contractor Safety Rating System IERS - International Environment Rating System IMSRS International Marine Safety Rating System Prosper Integrated Health, Safety and Environment and Quality Rating System IBRS International Bio-risk Rating System EFQM - European Foundation for Quality Management Malcom Baldridge BS 8800 OHSAS International Standards ISO 9001 ISO ISO 9000: 2000 Responsible Care Seveso II EFQM 18

22 A partir de 2004, em resposta a demandas de vários clientes internacionais, a DNV começou a desenvolver uma versão 7 do sistema, denominada ISRS7. Trata-se de uma versão inteiramente nova do sistema, totalmente atualizada em relação aos modernos conceitos de um sistema integrado de gestão, contemplando todos os elementos da gestão da saúde, segurança, meio ambiente e qualidade, bem como os aspectos fundamentais de gestão do desempenho operacional e de responsabilidade social das empresas. Assim, o ISRS7 inclui os requisitos das seguintes normas internacionais: ISO 9001:2000 Gerenciamento de Qualidade ISO 14001:2004 Gerenciamento Ambiental OHSAS 18001:1999 Gerenciamento de Saúde e Segurança PAS 55:2004 Gerenciamento de Ativos Global Reporting Iniciative 2002 Responsabilidade Social Corporativa Dentre os principais benefícios da implementação do isrs7, pode-se citar: Controle sistemático e eficaz dos riscos da empresa Apoio avançado a decisões de gerenciamento Desempenho aprimorado de segurança, ambiente e gerenciamento do negócio Habilidade de atender e exceder os requisitos reguladores Processos de trabalho otimizados, usando as melhores práticas da indústria Definição de metas quantitativas Demonstração de conformidade com critérios internos e externos Melhoria do comportamento e do desempenho do pessoal Melhoria contínua através de um sistema integrado de gerenciamento O ISRS7 está estruturado em torno de 15 processos, caracterizados de acordo com o ciclo de gestão de melhoria contínua, conforme indicado no quadro abaixo. 19

23 Elementos de Gestão do isrs7 1. Liderança 2. Planejamento 3. Avaliação de Riscos 4. Recursos Humanos 5. Garantia de Conformidade 6. Gerenciamento de Projetos 7. Treinamento e Competência 8. Comunicação e Promoção 9. Controle dos Riscos 10. Gerenciamento de Ativos 11. Gestão de Contratadas e Compras 12. Preparação e Controle de Emergências 13. Aprendendo com Ocorrências 14. Monitoramento do Risco Melhoria Contínua Revisão Gerencial Monitoramento e Medição Estratégia e Política Planejamento Implementação e Operação 15. Análise dos Resultados e Revisão 20

24 11 LIÇÕES APRENDIDAS: O ACIDENTE DE PIPER ALPHA No dia 6 de julho de 1988, houve um vazamento de condensado de gás natural na Plataforma de Piper Alpha, que ao entrar em ignição resultou em uma grande explosão. Esta por sua vez causou danos a tubulações de óleo dando origem a vários incêndios secundários, cujo calor intenso causou a ruptura de um grande tubulação de chegada de gás ( riser de gás). A súbita liberação de uma grande massa de gás causou uma nova explosão que engolfou toda a plataforma. Tudo isso levou apenas 22 minutos. A escala do desastre foi realmente enorme e causo a morte de 167 pessoas, das quais duas eram membros das equipes de socorro e resgate e 165 eram trabalhadores da plataforma. Houve apenas 62 sobreviventes dentre os 227 pessoas que estavam a bordo da plataforma no momento do acidente. Piper Alpha era uma grande plataforma fixa de produção de petróleo operada pela Occidental Petroleum, uma companhia americana. Estava situada no Mar do Norte a cerca de 220 a nordeste de Aberdeen, Escócia, em uma lâmina d água de 140 metros de profundidade. Era conectada por um oleoduto e um gasoduto ao terminal Flotta, em Orkney, Escócia e através de gasodutos a outras duas instalações, Tartan e Claymore. Foi instaurado um inquérito público para se determinar as causas do acidente presidido por Lord Cullen, do qual resultou um importante relatório conhecido como Lord Cullen Report. As investigações do acidente mostraram que o vazamento ocorreu devido principalmente a uma erro de comunicação na passagem de turno que não indicou claramente que uma válvula de segurança associada a uma das duas bombas redundantes de condensado, que havia sido retirada para manutenção, ainda estava manutenção e, portanto, não havia sido recolocada na sua posição em condições de ser usada. O flange onde estava a válvula havia sido apertado mas não o suficiente para conter a pressão de operação mas apenas para manter a válvula na sua posição. Em princípio, a bomba associada estava em manutenção e, portanto, fora de uso, não se esperando que ela viesse a ser pressurizada. Na noite do acidente, após a passagem do turno em que o pessoal da manutenção encerrou o seu trabalho para recomeçá-lo no dia seguinte, o condensado estava sendo bombeado pela outra bomba redundante. Quando esta sofreu uma falha e parou de operar, o pessoal da operação entendeu que a manutenção da primeira bomba havia terminado (aparentemente tudo estava em seu lugar) e deu partida na bomba cuja válvula de 21

25 segurança ainda estava em manutenção. Com a pressurização, o flange mal-apertado cedeu, propiciando a liberação de grande quantidade de condensado de gás natural. No Relatório de Lord Cullen foram feitas 106 recomendações para a melhoria das condições de segurança das plataformas offshore do Reino Unido, dentre as quais pode-se mencionar: a) Melhoria nos sistemas de gestão de ordens de serviço; b) Instalação de sistemas de bloqueio de emergência em oleodutos e gasodutos submarinos; d) Melhorias nos sistemas de evacuação e escape; e) Análise de riscos de incêndio e explosão. Dentre todas, a que teve maior impacto em relação à segurança das instalações offshore foi a exigência de que todas as companhias operadoras implementassem sistemas de gestão de segurança em suas plataformas e que submetessem periodicamente um relatório intitulado Safety Case Report. Os sistemas de gestão de segurança adotados pelas operadoras são semelhantes em abrangência aos indicados anteriormente neste Módulo. As recomendações do Relatório Cullen foram aceitas pelo HSE do Reino Unido e implementadas nas regulamentações publicadas em 1992 e denominadas Safety Case Regulations. Regras semelhantes foram também adotadas pelas autoridades norueguesas do setor offshore (Petroleum Safety Authority da Noruega). 22

26 12 PAE - PLANO DE AÇÃO DE EMERGÊNCIA O Plano de Ação de Emergência (PAE) é um elemento fundamental e comum do PGR e consiste em um documento, ou conjunto de documentos, que contém as informações e descreve as ações que possibilitam a minimização dos impactos decorrentes da materialização dos perigos identificados em uma instalação, através da mobilização de recursos materiais e humanos adequados de resposta. Elemento PAE Um elemento comum aos Programas de Gerenciamento de Riscos é o Plano de Ação de Emergência (PAE) A elaboração de um Plano de Ação de Emergência implica na necessidade de identificar, previamente, as situações de emergência que podem ocorrer nas instalações em estudo e os alcances dos danos associados a estas situações. Por isso, torna-se preciso realizar uma análise de riscos com este objetivo. Esta análise consiste em aplicar a técnica de Análise Preliminar de Perigos (APP) para identificação dos cenários acidentais. Os cenários da APP classificados com gravidade séria e crítica são, então, agrupados de acordo com as ações e os recursos necessários para o atendimento, resultando, assim, nas situações de emergência que serão objeto do Plano. Uma Análise de Vulnerabilidade também deve ser realizada no sentido de determinar os alcances dos danos associados. A DNV utiliza o programa PHAST para realizar estes cálculos. 23

27 MÓDULOS ANTERIORES: ETAPAS DO TRABALHO E T A P A S 1ª Etapa: Identificação dos Cenários de Acidente 2ª Etapa: Vulnerabilidade (Determinação da Área de Abrangência dos Acidentes) 3ª Etapa: Elaboração do Plano de Ação de Emergência (PAE) 4ª Etapa: Realização de Treinamento & Simulado -Análise Preliminar de Perigos (APP) - Uso de Software Específicos - Estrutura Básica/Recursos - Procedimentos - PEI - Processo de Melhoria Contínua SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA Situação de Emergência cenários classificados como de gravidade séria e crítica na APP, agrupados de acordo com as ações e recursos necessários para seu atendimento. Número da Situação de Emergência Perigo Cenários da APP Substância Raio da Área Vulnerável Associada (m) 5 Liberação de Produto Perigoso Classe 3 (líquidos inflamáveis) 18, 42, 44, 45 e 184 Óleo Diesel 39 24

28 13 ESTRUTURAÇÃO DO PAE Normalmente, um Plano de Ação de Emergência possui dois tipos básicos de documento: a estrutura básica e os procedimentos. Na estrutura básica estão, no mínimo, as informações das instalações abrangidas, os produtos envolvidos, o organograma de emergência bem como a definição das atribuições e responsabilidade de cada função, integrante da equipe de emergência. PAE Estrutura Básica ESTRUTURA BÁSICA Instalações Abrangidas Situações de Emergência Organograma de Emergência Atribuições e Responsabilidades Fluxo de Comunicação de Emergência Os recursos materiais e humanos necessários e disponíveis para o atendimento, sejam eles internos ou externos a empresa, devem estar listados bem como os contatos apresentados de forma clara. A comunicação rápida e eficaz é fundamental para o sucesso do atendimento, portanto, deve fazer parte do plano o fluxo e os recursos de comunicação existente. Estas informações podem ser apresentadas na estrutura básica ou nos procedimentos. FLUXO DE COMUNICAÇÃO DE EMERGÊNCIA Emergência na Área de Operação Portuária 25

29 PAE RECURSOS E CONTATOS Apresentação dos recursos (internos e externos) para atendimento à emergência Apresentação dos contatos dos integrantes da equipe de atendimento à emergência (normalmente em anexos) Slide 72 Os procedimentos consistem nas ações a serem adotadas pelos participantes da equipe de emergência, durante a ocorrência de cada situação de emergência. Estas ações visam descrever a comunicação, o acionamento, a identificação dos produtos envolvidos, a coordenação da emergência, o isolamento de área, entre outras ações com objetivo de evitar ou minimizar os danos. PAE PROCEDIMENTOS PARA ATENDIMENTO AS SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA ítens considerados Comunicação e Acionamento de Emergência; Identificação do Produto liberado durante a operação, manuseio ou transporte; Coordenação das ações de controle da emergência; Controle e Destinação de Resíduos durante a emergência; Isolamento de áreas; Abandono de área; Outros. 26

30 14 PLANO DE EMERGÊNCIA INDIVIDUAL - PEI Cabe lembrar, que para o caso específico de resposta aos incidentes de poluição por óleo no mar, originados em portos organizados, instalações portuárias ou terminais, dutos, plataformas bem como suas instalações de apoio existe o Plano de Emergência Individual (PEI), previsto na lei e com detalhamento dos itens necessários conforme Resolução CONAMA 293, de 12/12/2001. Plano de Emergência Individual (PEI) Prevista na Lei 9.966,, de 28 de abril de 2000 A Resolução CONAMA No. 293,, de 12 de dezembro de 2001 estabelece o conteúdo mínimo m para elaboração o do PEI A Resolução CONAMA 293/2001 prevê como conteúdo mínimo do PEI os seguintes itens: Cenários Acidentais; Estrutura Organizacional; Análise de Vulnerabilidade; Equipamentos e Materiais de Resposta e Procedimentos Operacionais de Resposta A Análise de Vulnerabilidade realizada para o PEI consiste em definir o cenário mais crítico para instalação envolvida, coletar os dados, realizar modelagem hidrodinâmica e de transporte de óleo para obtenção do mapa de vulnerabilidade. As manchas de óleo obtidas são em geral plotadas em mapa que mostra também as áreas sensíveis que podem ser atingidas. 27

31 Plano de Emergência Individual (PEI) Mapa de Sensibilidade Como conteúdo mínimo são requisitados também os seguintes procedimentos de resposta previstos para controle e limpeza de derramamento de óleo para cada cenário acidental considerado: Procedimentos para Interrupção da Descarga de Óleo; Procedimentos para Contenção do Derramamento de Óleo; Procedimentos para Proteção das Áreas Vulneráveis; Procedimentos para Monitoramento da Mancha de Óleo Derramado; Procedimentos para Recolhimento do Óleo Derramado; Procedimentos para Dispersão Mecânica e Química do Óleo Derramado; Procedimentos pra Limpeza da Área Atingida; Procedimentos para Coleta e Disposição dos Resíduos Gerados; Procedimentos para Deslocamento dos Recursos; Procedimentos para Obtenção e Atualização de Informações Relevantes; Procedimentos para Registro das Ações de Resposta; Procedimentos para Proteção de Populações; Procedimentos para Proteção da Fauna. 28

32 15 REALIZAÇÃO DE TREINAMENTO E SIMULADO DO PAE A última etapa de trabalho realizada durante os serviços de elaboração de planos de ação de emergência pela DNV consiste no treinamento inicial do plano e na realização de simulado. Estes objetivam principalmente: Consolidar a Estrutura Básica e os Procedimentos previstos no Plano; Testar o conhecimento das ações por parte de todos os participantes do simulado; Avaliar o nível de integração entre as equipes; Realizar eventuais ajustes nos documentos que se mostrarem necessários. ETAPAS DO TRABALHO E T A P A S 1ª Etapa: Identificação dos Cenários de Acidente 2ª Etapa: Vulnerabilidade (Determinação da Área de Abrangência dos Acidentes) 3ª Etapa: Elaboração do Plano de Ação de Emergência (PAE) 4ª Etapa: Realização de Treinamento & Simulado -Análise Preliminar de Perigos (APP) - Uso de Software Específicos - Estrutura Básica/Recursos - Procedimentos - PEI - Processo de Melhoria Contínua 29

33 SIMULADO Requisitos de Sucesso para um Plano de Ação e Emergência Sempre atualizar e praticar o Plano de Emergência Inspecionar e colocar em prática os equipamentos de emergência 30

34 Finalmente, vale ressaltar que para o bom funcionamento do Plano de Ação de Emergência é fundamental que ele seja gerenciado, no sentido de garantir sua constante manutenção, atualização e adequação em caso de mudanças, sejam elas relacionadas às instalações, aos produtos, à estrutura organizacional, às atribuições e responsabilidades, aos recursos, aos procedimentos ou qualquer outro item relevante. 31

35 16 COMENTÁRIOS FINAIS Neste módulo foram apresentados os conceitos necessários para o entendimento de um sistema moderno de gestão integrada de saúde, segurança, meio ambiente e qualidade. Foram também indicadas algumas das boas práticas de gestão utilizadas internacionalmente por empresas e órgãos de controle de saúde, segurança e meio ambiente no exterior e no Brasil. Foi discutida a situação atual no Brasil no que se refere a exigências de apresentação de PGR para o processo de licenciamento ambiental de instalações que lidam como produtos perigosos. Nesta discussão foi levantado o fato de que, embora os órgãos de controle ambiental estejam solicitando a apresentação do PGR, mas não fazem nenhum tipo de auditoria para verificar a real implementação do sistema nas empresas licenciadas. Os Órgãos Estaduais de Meio Ambiente (OEMAs) que estão requerendo sistematicamente a apresentação de PGR são: FEEMA-RJ, CETESB-SP, FEPAM-RS e CRA-BA. O IBAMA também tem exigido apresentação de PGR nas instalações cujo processo de licenciamento ambiental fique sob sua jurisdição. Outro fator discutido foi que, na realidade, o PGR não é uma ferramenta de gestão de um site mas sim um sistema de gestão de segurança de uma empresa, cuja implementação deve ser consistente em todos os sites da empresa, sejam eles novos ou já existentes. 32

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