Gerenciamento de Resíduos em Laboratórios de Análises Clínicas. IV Seminário Hospitais Saudáveis. setembro de 2011

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1 Gerenciamento de Resíduos em Laboratórios de Análises Clínicas IV Seminário Hospitais Saudáveis setembro de 2011 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS 2011 CONFIDENCIAL. SOMENTE PARA USO INTERNO

2 Sustentabilidade Sustentabilidade é a capacidade de atender às necessidades do presente, sem comprometer a capacidade das futuras gerações de atender as próprias necessidades. Esse conceito foi definido, em 1987, durante a elaboração do Relatório Brundtland pela Comissão Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED) da ONU A sustentabilidade se apóia no conceito do Triple Bottom Line: atividade econômica, meio ambiente e bem-estar da sociedade. Estes três parâmetros devem estar equilibrados e integrados nas empresas. Financeiro Ambiental Social

3 Modelo Fleury Financeiro Missão Visão Valores Q Qualidade Ambiental Social Ecologicamente correto; economicamente viável; socialmente justo

4 Finanças Meio Ambiente Sociedade Público Interno Pilares Stakeholders (Partes Interessadas) Ética e Governança

5 Histórico Fleury 1997 Gerenciamento de resíduos Certificação ISO Projeto Pescar- RS Escola Rudi Hemb 2001 ISO 9001 ISO 9001:2000 ISO Projetos Sociais GestAção Ciranda Alfabetização de Adultos (PAI) CapacitAção Licenciamento: Tratamento de Resíduos Infectantes (CETESB) Metas Ambientais: PPR 2006 Lean Análises Clínicas PALC Bahia 1998 Coleta seletiva Sistema de Gestão Integrada: ISO ISO BSC 2005 Nova Sede Sistemas de esgoto técnico/sanitário Monitoramento de efluentes Tratamento resíduos sólidos infectantes Preservação de flora original Certificação ISO RS Qualid ade Requi sitos Comu ns Ambie nte PALC RS Consumo de papel abr/2009 # Crítico Índice de consumo de energia Índice de consumo de água abr/2009 mar/2009 Kwh/exame realizado m³/ficha aberta Atenção OK Premiação PNGS RS PALC RJ

6 Histórico Fleury Área de Sustentabilidade Organograma Missão Indicadores Programa Lean6Sigma Acreditação CAP Premiação IBGC PALC PR e SP PALC PE Empresa Livre de Mercúrio (SP) Unidade Sustentável Rochaverá LEED Gold Reciclando Sonhos Revisão Código de Conduta Diagnóstico Ethos Programa de Voluntariado Gestão Ambiental (Regionais) Inventário Emissões GEE PALC Fleury Pacto pela Integridade Política de Integridade Treinamento Código de Conduta Política de Voluntariado

7 Histórico Fleury 2011 Treinamento E-learning Meta: Ações Sustentáveis Relatório Anual GRI Núcleo Pescar SP Branding: Nova Marca Nacional

8 Objetivos Estratégicos Manifesto Histórico Fleury Manifesto de Sustentabilidade Acreditamos que a atitude sustentável deve permear toda a cadeia de saúde. Nosso compromisso é liderar o processo de mudança do setor, evoluindo para um modelo sustentável, com responsabilidades compartilhadas. Contribuímos para a saúde e o bem-estar das pessoas, da sociedade e do meio ambiente por meio da difusão de conhecimento, valorização da diversidade e adoção plena de práticas éticas e transparentes. Agimos no presente visando a um futuro saudável para o planeta. Agregar valor à empresa e ao meio ambiente por meio de programas efetivos de redução do consumo de recursos naturais e riscos ambientais, e melhoria contínua dos processos Desenvolver iniciativas estratégicas que contribuam fortemente e de modo perene para a melhoria da sociedade nos locais de atuação do Grupo Criar uma cultura organizacional voltada à Sustentabilidade e à inovação Alinhar os objetivos da empresa e de seus principais stakeholders de maneira a estreitar relacionamentos, estabelecer parcerias duradouras e obter benefícios mútuos

9 Gerenciamento de Resíduos Gestão de Resíduos Infectantes Perfurocortantes Químicos e Especiais

10 Gerenciamento de Resíduos Gestão de Resíduos Rejeito Radioativo Comum Recicláveis

11 Gerenciamento de Resíduos Classificação: Resolução RDC 306/20044 Grupo Subgrupo Comentário A A1 culturas e estoques de microrganismos resíduos de fabricação de produtos biológicos, exceto os hemoderivados; meios de cultura e instrumentais utilizados para transferência, inoculação ou mistura de culturas; resíduos de laboratórios de manipulação genética. A2 A3 A4 A5 Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais submetidos a processos de experimentação com inoculação de microorganismos, bem como suas forrações, e os cadáveres de animais suspeitos de serem portadores de microrganismos de relevância epidemiológica e com risco de disseminação, que foram submetidos ou não a estudo anátomopatológico ou confirmação diagnóstica. Peças anatômicas (membros) do ser humano; produto de fecundação sem sinais vitais, com peso menor que 500 gramas ou estatura menor que 25 centímetros ou idade gestacional menor que 20 semanas, que não tenham valor científico ou legal e não tenha havido requisição pelo paciente ou seus familiares. Kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores; filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana filtrante de equipamento médico-hospitalar e de pesquisa, entre outros similares; sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções, provenientes de pacientes que não contenham e nem sejam suspeitos de conter agentes Classe de Risco 4, e nem apresentem relevância epidemiológica e risco de disseminação, ou microrganismo causador de doença emergente que se torne epidemiologicamente importante ou cujo mecanismo de transmissão seja desconhecido ou com suspeita de contaminação com príons; tecido adiposo proveniente de lipoaspiração, lipoescultura ou outro procedimento de cirurgia plástica que gere este tipo de resíduo; recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenham sangue ou líquidos corpóreos na forma livre; peças anatômicas (órgãos e tecidos) e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos anátomo-patológicos ou de confirmação diagnóstica; carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais não submetidos a processos de experimentação com inoculação de microorganismos, bem como suas forrações; cadáveres de animais provenientes de serviços de assistência; Bolsas transfusionais vazias ou com volume residual pós-transfusão. Órgãos, tecidos, fluidos orgânicos, materiais perfurocortantes ou escarificantes e demais materiais resultantes da atenção à saúde de indivíduos ou animais, com suspeita ou certeza de contaminação com príons.

12 Gerenciamento de Resíduos Classificação: Resolução RDC 306/20044 Grupo Subgrupo Comentário B - Químicos C - Radioativos D - Comuns E - Perfurocortantes

13 Gerenciamento de Resíduos Levantamento e classificação dos resíduos gerados Análise dos tipos e quantidade gerada em cada setor Aquisição e identificação de coletores Definição do fluxo de coleta Escolha da empresa de destinação final Métodos de treinamento Definição de indicadores e monitoramento Descrição do PGRSS (Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde descrição das etapas do programa de gerenciamento, segundo diretrizes da legislação) 4 R s: reduzir, reutilizar, reciclar e repensar

14 PGRSS Ex. Químicos Resíduo Gerado Acondicionamento Identificação Coleta Interna Armazenamento Coleta Externa Setor de Origem / Centro de Custo FICHA DE ACOMPANHAMENTO DE RESÍDUO QUÍMICO Data de Saída Quantidade total Descartada (ml) Identificação do Resíduo Responsável pela Entrega Responsável pelo Transporte Grupo de Gerenciamento de Resíduos Destinação Final

15 Resíduos Infectantes/Perfurocortantes Saco branco-leitoso com símbolo de infectante Caixas rígidas resistentes a puncturas Transporte em carrinhos identificados Armazenamento em abrigo específico Autoclavagem Interna + Trituração Sala nível 3 Central de Tratamento de Resíduos Licença de Operação CETESB + CADRI

16 Tratamento Interno Inserção da carga Início do ciclo Fragmentador e resíduo após trituração

17 Tratamento Interno + - Antes Depois Indicador Químico Registro de esterilização Fluorescência positiva Fluorescência negativa

18 Abrigo de Resíduos Infectantes

19 Rejeito Radioativo Coletores específicos, revestidos de chumbo conforme tipo de radiação (beta, gama, alfa) Transporte em carrinhos blindados Identificação e rastreabilidade em todo o processo Livro controle (CNEN) Armazenamento em abrigo específico Decaimento conforme meia-vida do radioisótopo

20 Resíduos Comuns e Recicláveis Resíduo Comum Saco plástico preto Coletores identificados Transporte em carrinho específico Armazenamento específico Recicláveis Separação no momento e local de geração Saco plástico azul Coletores identificados (específico para copos plásticos) Transporte em carrinho específico Armazenamento específico

21 Resíduos Químicos Definição Resíduos que apresentam risco à saúde pública e ao meio ambiente devido as características físicas, químicas e físico-químicas Exemplos: ácidos, bases, xilol, éter, fenol, cianeto, fixadores e reveladores, medicamentos, etc.

22 Resíduos Químicos Primeiros Passos Avaliação de Risco Análise das FISPQ Busca em literatura e guidelines nacionais e internacionais Definição quanto ao grau e risco de exposição Definição quanto à tratativa: Segregação: ex. solventes orgânicos Tratamento interno: ex. glutaraldeído, brometo de etídio Sistema de esgoto: ex. tampões Redução de Perdas e Desperdícios Avaliação da quantidade comprada e controles de estoque Avaliação das solicitações de consumo dos diversos setores Definição da quantidade mínima necessária Mudanças no padrão de compra e fabricação de reagentes Análise dos Marcos Legais ANVISA/VISA CETESB Ministério do Trabalho (NR s) Normas ABNT

23 Resíduos Químicos Gerenciamento Armazenamento, Coleta e Transporte Internos Frascos / embalagens compatíveis (plástico/vidro) Preenchimento 2/3 Identificados com etiqueta padrão Ficha de acompanhamento até o abrigo de resíduo Transporte em carrinho/suportes específicos Abrigo de resíduos: paredes lisas, laváveis, fechado e identificado, com contenção, iluminação anti-explosão e ventilação contínua Colaboradores treinados Coleta Externa Prefeitura de São Paulo Checklist de verificação Tratamento e Disposição Final (SP) Incineração + aterro industrial

24 Resíduos Químicos Gerenciamento Transporte Externo Manifesto de Transporte Ficha de Emergência Envelope de Emergência Destinação Incineração + aterro industrial

25 Resíduos Químicos Ficha Interna de Acompanhamento e Etiquetas Abrigo Setor de Origem / Centro de Custo FICHA DE ACOMPANHAMENTO DE RESÍDUO QUÍMICO Data de Saída Quantidade total Descartada (ml) Identificação do Resíduo Responsável pela Entrega Responsável pelo Transporte

26 Resíduos Químicos MANIFESTO DE TRANSPORTE DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE Nº. 001/07 5 m m 1. GERADOR: 1.1. RAZÃO SOCIAL: 1.2. CÓDIGO DO GERADOR: 1.3. ENDEREÇO: 1.4. BAIRRO: 1.5. MUNICÍPIO: 1.6. ESTADO 1.7. TELEFONE: 1.8. C.G.C.: 1.9. I.E.: RESPONSÁVEL TÉCNICO: CONSELHO DE CLASSE: 2. DECLARA QUE OS RESÍDUOS ABAIXO DESCRITOS ESTÃO DEVIDAMENTE CLASSIFICADOS, ACONDICIONADOS, EMBALADOS E ROTULADOS SEGUNDO AS NORMAS VIGENTES E ESTÃO SOB TODOS OS ASPECTOS EM CONDIÇÕES ADEQUADAS PARA SUPORTAR OS RISCOS NORMAIS DE CARREGAMENTO, DESCARREGAMENTO, TRANSBORDO E TRANSPORTE, CONFORME REGULAMENTAÇÃO EM VIGOR. 3. DESCRIÇÃO DOS RESÍDUOS 1. EXPEDIDOR/GER ADOR 1.1. Razão Social: 1.2. Endereço: 1.3. Bairro/Município/Es tado: 2. RESÍDUO DE SERVIÇO DE SAÚDE 2.1. Nome Apropriado para o Embarque: 3. INFORMAÇÕES RESÍDUO 3.1. Nº. Risco: 3.2. Nº. ONU: 3.3. Classe: 3.4. Subclasse: 3.1. ONU 3.2. Resíduo 3.3. Classe 3.4. Estado Físico 3.5. Acondicionamento 3.6. Quantidade Total 3.7. UNID 4. TELEFONE: 5. ASPECTO: 6. EPI: 4. TRANSPORTADOR: 4.1. RAZÃO SOCIAL: 4.2. ENDEREÇO: 4.3. BAIRRO: 4.4. MUNICÍPIO: 4.5. ESTADO: 4.6. TELEFONE: 4.7. VEÍCULO PLACA: 4.8. NOME DO CONDUTOR: 5. DESTINATÁRIO: 5.1. RAZÃO SOCIAL: 5.2. Nº. CADASTRO NA CETESB: 5.3. ENDEREÇO: 5.4. BAIRRO: 5.5. MUNICÍPIO: 5.6. ESTADO: 5.7. TELEFONE: 6. Descrições adicionais dos resíduos listados acima: VIDE FICHA DE EMERGÊNCIA 7. Instruções especiais de manuseio e informações adicionais (em caso de não entrega do resíduo especificar o nº. do MTR anterior): VIDE FICHA DE EMERGÊNCIA 8. GERADOR: 8.1. NOME LEGÍVEL: 8.2. ASSINATURA: 8.3. DATA: 9. RESÍDUO NÃO RECEBIDO: 9.1. MOTIVO DO NÃO RECEBIMENTO: 9.2. INSTRUÇÕES EM CASO DE DISCREPÂNCIA DAS INDICAÇÕES DESCRITAS DESTE MANIFESTO: 7. RISCOS 7.1. FOGO: 7.2. SAÚDE: 7.3. MEIO AMBIENTE: 8.1. VAZAMENTO: 8.2. FOGO: 8.3. POLUIÇÃO: 8.4. ENVOLVIMENTO DE PESSOAS: 8.5. INFORMAÇÕES AO MÉDICO: 8.6. OBSERVAÇÕES: MTR Ficha de Emergência

27 Resíduos Químicos Efluentes Avaliação de risco (FISPQ, normas, etc.) Consulta ao órgão de saneamento básico Definição do risco predominante Implantação de medidas de controle Análises físico-químicas semestrais (Decreto 8468/76) Avaliação dos resultados e tomadas de ações de melhoria

28 Resíduos Químicos Fixadores e Reveladores (Modelos Analógicos) Tratamento Retirada de prata (fixador) Precipitação de metais (revelador)

29 Resíduos Químicos Resíduo Acondicionamento Logística Interna Armazenamento Coleta externa Destinação Final Brometo de Etídio Líquido Bombonas plásticas Coleta por colaboradores treinados Envio ao Preparo de Reativos _ Inativação - esgoto Glutaraldeído/Cidex OPA Bombonas plásticas - Área usuária _ Inativação - esgoto Medicamentos vencidos* Caixas, com etiqueta padrão e ficha de acompanhamento Envio para a Sede Técnica Abrigo de resíduo químico Prefeitura Incineração Óleo lubrificante Bombonas plásticas - Área de origem Empresa contratada Re-refino Óleo comestível Bombonas plásticas - Área de origem Empresa contratada Reciclagem Fixador (modelo analógico) Retenção em filtro Envio para a Sede Técnica Abrigo de resíduos Empresa contratada Refinaria Química (recuperação de prata) Filmes de Raios-X Envelopes/caixas Envio para a Sede Técnica Abrigo de resíduo químico Empresa contratada Refinaria Química: Recuperação da prata/ Reciclagem plástico * Controlados: mediante autorização Vigilância Sanitária

30 Resíduo Acondicionamento Logística Interna Armazenamento Coleta externa Destinação Final Lâmpadas Fluorescentes Embalagem original Envio para a Sede Técnica Abrigo de lâmpadas Empresa contratada Recuperação de mercúrio e reciclagem Cartuchos de impressoras Embalar, juntamente com protocolo específico Envio para a Sede Técnica Armários fechados Empresa contratada Reciclagem Baterias de gerador e no-break - Retiradas pela empresa de manutenção Área de origem Empresa contratada Reciclagem/ Recuperação Embalagens de agrotóxicos e afins - Retiradas pela empresa de manutenção - Empresa contratada Tratamento - Tríplice lavagem Pilhas e baterias Eletroeletrônicos * Caixas originais/ papa pilhas Caixas/embalagens originais Envio para a sede / Coleta pela empresa de manutenção - Área de origem Armazéns/ salas reservadas Ciindros CFC s Salas específicas - Área de origem Empresa contratada Empresa contratada Empresa contratada Descontaminaç ão/recuperação Recuperação de componentes / reciclagem Recuperação (Centrais de reciclagem)

31 (Quantidade de Resíduos - sacos gerados) (Número de Clientes) Treinamento e Monitoramento Procedimentos Documentados/PGRSS Integração de novos colaboradores e terceiros Grupos de Monitores Ambientais Auditorias Internas Inspeções Cruzadas Cartilhas Geração de Resíduos - Fleury JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR Meses Resíduo Comum Resíduo Infectante Número de Clientes Meta Resíduo Comum 0 Semana de Sustentabilidade, saúde e segurança Ocupacional Programa de Gestão Ambiental: redução da geração de resíduos COLETA SELETIVA E RECICLAGEM DE RESÍDUOS Treinamentos setoriais Treinamentos Corporativos (e-learning, presencial) Na natureza nada se perde, tudo se recicla

32 Tendências Produção Mais Limpa Realização de processos com menor consumo de matérias-primas e recursos naturais, geração de menos resíduos, utilização de produtos de menor toxicidade, etc. Ecodesign Tendência nos campos da arquitetura, engenharia e design cujo objetivo principal é projetar lugares, produtos e serviços que de alguma forma reduzam o uso de recursos não-renováveis ou minimizem o impacto ambiental. Química Verde Utilização de técnicas químicas e metodologias que reduzem ou eliminam o uso solventes, reagentes ou a geração de produtos e sub-produtos que são nocivos à saúde humana ou ao ambiente química verde (ou green chemistry, ou química sustentável). Greenbuilding Aumentar a eficiência com a qual prédios e suas áreas utilizam e aproveitam energia, água, e materiais, reduzindo seu impacto sobre a saúde humana e sobre o meio-ambiente através de melhor localização, design, construção, operação, manutenção, e remoção - o ciclo de vida completo da construção (até 65% menos resíduos na construção civil)

33 Daniel Marques Périgo MUITO OBRIGADO! Sustentabilidade

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