A PRODUÇÃO INDUSTRIAL CATARINENSE ABRIL/2016

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1 ABR/2016 A PRODUÇÃO INDUSTRIAL CATARINENSE ABRIL/2016 A indústria catarinense volta a registrar queda em sua produção industrial, -2,2% em relação ao mês de março de No ano, registra uma retração de -8% em relação aos mesmos quatro meses de Os setores de bens de capital e de bens de consumo duráveis são os que mais sofrem com a recessão. Ainda que vivencie resultados que exigem atenção, o ritmo de queda de Santa Catarina é inferior ao observado na indústria nacional. PRODUÇÃO INDUSTRIAL NACIONAL ABRIL/2016 A produção física industrial brasileira apresentou variação percentual de 0,1% em abril de 2016 em relação a março, de acordo com o índice com ajuste sazonal. Desde o início de 2016, foi o segundo mês consecutivo de avanço, o que pode sinalizar o início de uma retomada do crescimento. Em contrapartida, ao se comparar com o mesmo mês do último ano, o decréscimo é de 7,2%, bastante representativo, porém, inferior ao observado nos meses anteriores. 92,6 92,3 88,1 83,8 97, ,4 88,9 83,5 82,5 101,7 94,9 93,1 92,5 104,4 95,4 106,3 105,6 97,6 94,3 109,3 97,2 99,8 87,5 87,7 76,2 75,7 77, Gráfico 1: Índice de base fixa sem ajuste sazonal (média de 2012 = 100)

2 A L I M E N T O S D E R I V A D O S D O P E T R Ó L E O P A P E L & C E L U L O S E B E B I D A S M Á Q U I N A S E E Q U I P A M E N T O S V E S T U Á R I O V E Í C U L O S E Q U I P A M E N T O S D E T R A N S P O R T E F A R M O Q U Í M I C O S E F A R M A C Ê U T I C O S F U M O 03 Ao se utilizar o ano de 2012 como referência, a indústria brasileira vem perdendo persistentemente participação desde novembro de No último mês registrado, abril de 2016, esta atingiu 82,5% daquela observada em Historicamente, é observada no mês de abril uma pequena redução do índice, em 2016, esse comportamento se repete, porém, de forma mais suave que a observada nos anos anteriores. Espera-se que o mês de maio seja de recuperação mais vigorosa (Gráfico 1). 4,6 4 2,7 2,4 2-3,1-4,5-5,5-10,9-11,9 Gráfico 2: Variação percentual mês/mês imediatamente anterior com ajuste sazonal (%) Dentre os setores da economia nacional, aqueles que apresentaram maior evolução da produção física no mês de abril foram: alimentos (4,6%), derivados do petróleo (4%), bebidas (2,4%) e máquinas e equipamentos. Em contrapartida, fumo (-11,9%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-10,9%), equipamentos de transporte (-5,5%), veículos (-4,5%) e vestuário (-3,1%) ainda sofrem com a queda da atividade econômica (Gráfico 2). O padrão do comportamento setorial apresenta-se bastante condizente com o cenário atual de baixo crescimento econômico, isso pois os setores que apresentam crescimento são aqueles que atendem necessidades básicas, a exemplo dos setores de alimentos e de bebidas. Quando a renda disponível se reduz, devido à inflação ou diminuição salarial, as necessidades básicas são mantidas, em detrimento das supérfluas. É o observado nos setores de veículos e equipamentos de transporte, por exemplo, que reduziram a produção em abril.

3 Pará -0,5 10,1 Mato Grosso 0 5,3 Bahia -2,5 2,4 Ceará Rio Grande do Sul Santa Catarina -6,9-8 -6,7-3,6-2,1-2,2 Goiás -8,4 0,8 Paraná -8,4-0,5 Rio de Janeiro -9,9 0,7 Minas Gerais São Paulo -10,1-11 2,4 2,6 Amazonas -21,7-13,5 Pernambuco -22,1 10,2 Espírito Santo -22,3-1,4 Brasil -10,5 0,1 Variação percentual mês/mês imediatamente anterior Variação percentual acumulada no ano Gráfico 3: Variação percentual mês/mês e acumulada no ano Dentre as Unidades da Federação apenas três apresentaram crescimento acumulado em 2016: Pará (10,1%), Mato Grosso (5,3%) e Bahia (2,4%) se destacam com crescimento acumulado positivo no primeiro quadrimestre do ano, em relação ao mesmo período de No mesmo quesito, Espírito Santo (-22,3%), Pernambuco (-22,1%) e Amazonas (-21,7%) apresentam as maiores quedas. Ao se observar apenas a evolução observada de março para abril de 2016, Pernambuco (10,2%), São Paulo (2,6%), Minas Gerais (2,4%), Rio de Janeiro (0,7%), Goiás (0,8%) apresentaram crescimento na produção industrial. Tais valores levaram a um crescimento de

4 0,1% da produção brasileira em abril. Das 14 unidades da federação apresentadas na pesquisa, oito apresentaram decréscimo neste mês. Santa Catarina apresenta em 2016 queda de 8% em sua produção industrial em relação a igual período de 2015 (janeiro a abril). Ao se comparar abril com março de 2016, houve decréscimo de 2,2% no que produziu a indústria catarinense. Tais resultados apenas foram piores em abril de 2005 (-2,3%) e 2011 (-4,4%). Já no que se refere ao valor acumulado em 2016 em comparação a igual período de 2015, apenas em 2009 (-13,8%) o resultado foi mais negativamente expressivo Pará % Mato Grosso % Bahia % 1 Papel & Celulose 37,3 Produtos químicos 32,9 Derivados do petróleo 26,8 2 Metalurgia 3,1 Bebidas 8,1 Metalurgia 25,3 3 Alimentos 6,6 Bebidas 12,1 Minerais nãometálicos -14,2 Produtos de madeira -7 informática -2,8 Equipamentos de 3 Minerais nãometálicos 2 Bebidas -14,7 Derivados do petróleo Produtos de madeira -38,1 Minerais não-metálicos -15,6 Veículos -31,6 Tabela 1: Variação percentual acumulada no ano (igual período do ano anterior) Adentrando nos Estados que apresentaram resultados positivos mais representativos no crescimento acumulado do ano de 2016 em comparação a 2015, é possível verificar quais setores foram responsáveis por tal comportamento. No Pará, a indústria de Papel & Celulose que puxou o crescimento, registrando variação positiva de 37,3% em relação ao mesmo período do último ano. No Mato Grosso, é a produção de produtos químicos (32,9%) que se apresentou como mais dinâmica. Derivados do petróleo (26,8%) e Metalurgia (25,3%) são os setores responsáveis pelo crescimento da Bahia (Gráfico 4).

5 A L I M E N T O S M Á Q U I N A S, A P A R E L H O S E M A T E R I A I S V E S T U Á R I O P A P E L & C E L U L O S E P R O D U T O S T Ê XT E I S I N D Ú S T R I A G E R A L I N D Ú S T R I A S D E T R A N S F O R M A Ç Ã O P R O D U T O S D E M A D E I R A V E Í C U L O S B O R R A C H A E P L Á S T I C O M Á Q U I N A S E E Q U I P A M E N T O S M I N E R A I S N Ã O - M E T Á L I C O S M E T A L U R G I A P R O D U T O S D E M E T A L 03 PRODUÇÃO INDUSTRIAL de SANTA CATARINA ABRIL/ ,1 101,5 101,4 100,5 100,4 94,7 94,2 93,8 93,4 93,6 87, ,2 85,3 94,8 92,5 99,8 98,7 89,8 90,3 101,8 101,1 88,7 87,8 97,6 89,7 93,6 85,2 Gráfico 4: Índice de base fixa sem ajuste sazonal (média de 2012 = 100) Em Santa Catarina, a análise do índice de base fixa (2012 igual a 100) com ajuste sazonal ilustra com precisão a forma como a indústria reduz sua produção persistentemente a partir de setembro de Após ter chego a um pico de produção nesses três anos ilustrados de 101,8, em abril de 2016, a indústria alcança um resultado que exige atenção de 85,3. Na análise de 2016, o resultado obtido é ainda instável, sem apresentação de tendência definida de recuo ou recuperação. Ainda que sem definições nestes aspectos, é importante ressaltar que, em média, a produção física catarinense em 2016 tem alcançado 85% dos valores registrados em 2012, o que exige especial atenção. 8, ,7-2 -4,6-4,7-5,9-5,9-7,3-9,6-10,8-14,4-15,5-17,7-29,7 Gráfico 5: Variação percentual mensal (igual mês do ano anterior - %)

6 Quando comparamos abril de 2016 com o mesmo mês de 2015, a tendência de queda da produção industrial catarinense se confirma. Excetuando o setor de alimentos com aumento de 8,6%, todos os demais setores apresentaram recuo em sua produção na comparação do presente mês com o mesmo do ano anterior (Gráfico 5). O recuo observado em abril favorece o decréscimo acumulado nos quatro primeiros meses de Ao se observar a variação percentual de janeiro a abril de 2016 comparativa aos mesmos meses de 2015, os setores de alimentos (3,5%) e vestuário (1,1%) são os únicos que apresentam crescimento. Aqueles setores focados na produção de bens de capital e de duráveis, assim como outros a estes relacionados como produtos de metal (-30,1%), metalurgia (-20,1%), máquinas e equipamentos (-14,7%), veículos (-12,3%), apresentam as maiores quedas registradas (Tabela 2). Variação acumulada no ano (igual período do ano anterior) (%) SC BR Alimentos 3,5 2,2 Vestuário 1,1-12,2 Produtos de madeira -5,5-1,5 Papel & Celulose -5,5 2,6 Indústrias de transformação -8-9,8 Produtos têxteis -8,6-14,6 Máquinas, aparelhos e materiais elétricos -9,3-17,4 Borracha e plástico -12,3-14,5 Veículos -13,1-26,1 Máquinas e equipamentos -14,7-20,9 Minerais não-metálicos -15,8-12,6 Metalurgia -20,1-14,2 Produtos de metal -30,1-16,6 Tabela 2: Variação percentual acumulada no ano (igual período do ano anterior) Ao se comparar a realidade dos setores catarinenses com aquela observada no Brasil, verifica-se que, em média, a indústria de transformação catarinense decresceu menos que a brasileira. Santa Catarina apresentou melhor desempenho que Brasil nos setores sinalizados em verde na terceira coluna da tabela apresentada, e pior, sinalizados em vermelho. Assim, observa-se que dos 12 setores descritos, Santa Catarina apresentou melhor resultado em sete, assim como na indústria de transformação.

7 Conclusão Em síntese, Santa Catarina enfrenta uma de magnitude inferior àquela observada na indústria nacional. Os setores produtores de bens mais essenciais, como alimentos e vestuário, ainda têm conseguido manter um desempenho mais favorável, porém, os setores produtores de bens considerados supérfluos e destinados ao aumento da capacidade produtiva reduzem sua atividade com maior intensidade. Com menor intensidade para o consumo de bens essenciais, o crédito é fundamental para incentivo à demanda. A taxa básica de juros, indexador para as diversas fontes de crédito, permanece elevada no Brasil, 14,25%. Há especialistas que apostam em uma redução da taxa de juros, visto a recessão econômica instalada e a desaceleração inflacionária observada em março. Porém, na última reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM), em 8 de junho de 2016, a taxa foi mantida nos níveis atuais. Especialmente em maio, o Índice de Preço ao Consumidor Amplo (IPCA) voltou a acelerar, registrando variação mensal de 0,78%, o que indique que o COPOM deve optar pela manutenção da taxa de juros nos padrões atuais. Na contraposição com o emprego, em abril, a indústria catarinense apresentou saldo de -163 na indústria de transformação, o que condiz com a também registrada redução na produção. Analisando o emprego setorial, a fabricação de veículos apresentou saldo positivo de empregos de 477 em abril, o que pode apontar algum indício de, ao menos, redução na intensidade da desaceleração econômica deste segmento da indústria. Produtos de madeira (171), produtos têxteis (105), vestuário (59), metalurgia (31), fabricação de produtos de couro e calçados (29) e papel e celulose (28) também são segmentos industriais com saldo de emprego positivo. Todos esses setores apresentaram decréscimo na produção industrial nos primeiros quatro meses de A reação, por mais que ainda tímida, do emprego, pode sinalizar um ensaio à recuperação. O saldo comercial catarinense se mantém deficitário em US$83.9 milhões em abril, o que aponta que uma das principais estratégias para a retomada do crescimento, a exportação, pode ser melhor aproveitada.

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