SUBCOMISSÃO PARA TRATAR DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL RELATÓRIO FINAL

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1 SUBCOMISSÃO PARA TRATAR DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL RELATÓRIO FINAL PORTO ALEGRE, RIO GRANDE DO SUL SETEMBRO DE

2 SUMÁRIO Composição da Mesa Diretora da Assembléia Legislativa do RS...3 Composição da Subcomissão para tratar da qualidade da Energia Elétrica Rural...4 Requerimento para Instalação da Subcomissão para tratar da Qualidade da Energia Elétrica Rural...5 Palavras do Coordenador Reuniões/Audiências/Seminários Nota Técnica Conclusões Considerações e Recomendações Assinatura Dep. Integrantes da Subcomissão...46 Relação dos Anexos

3 COMPOSIÇÃO DA MESA DIRETORA DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Mesa Diretora 2011 Presidente Deputado Adão Villaverde PT 1º Vice-Presidente Deputado José Sperotto - PTB 2º Vice-Presidente - Deputado Frederico Antunes - PP 1º Secretário Deputado Alexandre Postal - PMDB 2º Secretário Deputado Alceu Barbosa - PDT 3º Secretário Deputada Zilá Breitenbach - PSDB 4º Secretário Deputado Catarina Paladini PSB 1º Suplente de Secratário Valdeci Oliveira 2º Suplente de Secretário Luciano Azevedo 3º Suplente de Secretário Raul Carrion 4º Suplente de Secretário Paulo Borges 3

4 COMPOSIÇÃO DA SUBCOMISSÃO Deputado Altemir Tortelli (PT) Coordenador Deputado Edegar Pretto (PT) Deputado Heitor Schuch (PSB) Deputado Frederico Antunes (PP) Data de aprovação e instalação da Comissão: 05/05/2011 Prazo de duração: 120 dias contados da instalação (art. 74, 8º do RI) Data para conclusão dos trabalhos: 16/09/2011 4

5 REQUERIMENTO PARA INSTALAÇÃO DA SUBCOMISSÃO PARA TRATAR DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL Memorando nº 018/2011 Porto Alegre, 14 de abril de De: Dep. Altemir Tortelli Para: Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo Assunto: Requerimento de criação de subcomissão para tratar do tema relativo à qualidade da energia elétrica rural Exmo. Sr. Presidente: Venho por meio deste, com fulcro no art. 74 e seguintes do Regimento Interno desta Casa requerer a criação de uma subcomissão para tratar do tema relativo à Qualidade da Energia Elétrica Rural, o que se faz necessário diante da relevância do tema e dos problemas que a população que vive no meio rural enfrenta diariamente. Peço deferimento. Altemir Tortelli Deputado Estadual 5

6 PALAVRAS DO COORDENADOR DA SUBCOMISSÃO PARA TRATAR DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL O Programa Nacional de Universalização do Acesso e Uso da Energia Elétrica, o LUZ PARA TODOS criado pelo Governo Federal em novembro de 2003, tinha como meta acabar com a exclusão elétrica no país, ou seja, até o ano de 2008, levar à parcela da população que vive no meio rural este serviço público essencial. Ao se fazer o mapeamento, constatou-se que o maior índice de exclusão elétrica verificava-se na população rural (80%) e na população de baixa renda. Com base nisso, o programa buscou utilizar a energia elétrica como fator de inclusão social, de redução da pobreza e de aumento da renda familiar. No nosso estado, a meta do governo federal, de levar energia elétrica ao meio rural, foi praticamente atingida. Com efeito, a chegada da energia elétrica possibilitou aos agricultores uma significativa melhora na sua situação de vida. Além do acesso aos serviços de saúde, educação, abastecimento de água, à informação, puderam adquirir eletrodomésticos e incrementar os sistemas de produção rural, o que evidencia com clareza que energia elétrica é também sinônimo de desenvolvimento. Por outro lado, paralelamente aos benefícios desta conquista se descortinou um outro problema, relativo à qualidade da energia elétrica que chega ao meio rural. O acesso à energia elétrica, como já declinado supra, implica em melhora na qualidade de vida, desenvolvimento do setor produtivo e isso enseja novas demandas ao setor energético. Ocorre que, se por um lado se objetivou levar desenvolvimento ao meio rural, por outro, não se pensou a contrapartida energética necessária para alicerçar esse desenvolvimento. Esse é o problema que o meio rural vivencia atualmente. É oportuno ressaltar que o problema não se restringe aos beneficiários do Programa Luz Para Todos. O maior índice encontra-se entre aqueles agricultores familiares que tiveram acesso à energia elétrica por meio de recursos próprios, numa época em que não havia incentivos federais no tocante ao acesso à energia elétrica, ou seja, tais agricultores além do investimento para ter acesso à energia elétrica, atualmente vêem-se na contingência de ter que arcar com os custos de melhoria das redes, para 6

7 qualificar a energia que chega às suas pequenas propriedades. Não é aceitável que tenham que pagar a conta novamente. O Estado Brasileiro em diversos momentos aporta recursos para empreendimentos e/ou empresas se instalarem em regiões deprimidas economicamente ou até mesmo em regiões pólo de desenvolvimento, para tanto oferecem todo o aporte de infraestrutura e logística; no entanto, para melhoria de empreendimentos rurais, que comprovadamente impulsionam o desenvolvimento local e são a base da segurança alimentar, não temos ainda o comprometimento político de apoio e suporte necessários. O acesso à energia foi universalizado, mas carece de qualidade; estima-se que mais de famílias de agricultores gaúchos enfrentam problemas no processo produtivo por não disporem de energia elétrica que atenda as suas demandas. Os agricultores familiares querem diversificar os meios de produção, investindo, por exemplo, na produção leiteira e não conseguem implementar seus projetos porque a energia elétrica que chega às suas casas é fraca e não suporta a carga demandada. É ilustrativa a fala do representante da Fetraf Sul, Sr. Luís Weber, na Audiência Pública realizada na Assembléia Legislativa do RS para tratar do tema: (...) Temos vivenciado um problema nos últimos 4 (quatro) anos, onde o agricultor precisa expandir e aprimorar sua produção e não consegue. Temos o Programa Luz Para Todos do Governo Federal, onde conseguimos fazer com que milhares de agricultores permaneçam em sua atividade com energia elétrica que é o mínimo de qualidade de vida, mas hoje o que nos preocupa mesmo é a qualidade da energia elétrica nessas propriedades. Não consigo imaginar um agricultor de qualquer parte do Estado que chega no sindicato, e pergunta ao presidente o que podemos fazer para melhorar a qualidade de nossa energia elétrica. Aí perguntamos qual o problema e ele diz que não consegue assistir a novela porque tem antena parabólica, mas ela não gira para captação do sinal, e a TV acaba não captando os canais. Outro agricultor nos diz que quer aprimorar a produção de leite e se enquadrar na normativa 51 e não conseguimos fazer com que isso de fato aconteça porque é necessária a colocação de um resfriador a granel e ele não gira. Ainda temos o agricultor que precisa movimentar seu aviário e colocar um motor para que haja resfriamento dentro do galinheiro e infelizmente essa energia elétrica não permite que isso aconteça... 7

8 Também é ilustrativo o depoimento de Juliana, na Audiência Pública realizada no Município de São Lourenço do Sul, que assim se manifestou: Boa Tarde, meu nome é Juliana, fazem 9 anos que eu saí daqui do Município por falta de emprego na cidade. Ah o problema agora quando eu volto, eu vejo que a propriedade não tem a luz que precisaria né, porque até com uma floricultura tu precisa de um, um, como eu vou dizer, um resfriador pra, (...) é isso aí. Então se... como que eu vou colocar uma câmara fria, quando eu ligo o chuveiro a tv apaga. Sabe, então tu não tem como fazer uma coisa assim. É, nós já sabíamos do problema quando decidimos vir pra cá, voltar pra terra. Só que daí tu sempre vai procurar Prefeito, Vereador, tu vai né, hoje é o segundo dia que nós estamos de volta, nem sabia dessa reunião, e então viemos pra buscar essa melhoria né(...). Da mesma forma, o depoimento de Leomar Kremes: Meu nome é Leomar Kremes é represento a Associação de Bons Arredores de São Lourenço do Sul como já tavam falando, tem estufa elétrica, ordenhadeira a nossa situação ali é, nos temo puxando carga e transformador ali, a mais de 500 metros, sete usuários e esses sete usuários, um que não planta fumo os outros todos estão plantando fumo, mas com uma estufa convencional e nenhum é um vendedor de leite porque não tem é o resfriador ligado mesmo no verão, o último que tá pegando energia ali, não pode toma banho, porque se toma banho o resto apaga tudo então nos já fizemos ali, cada um dos sete já foi lá pra CEEE reclama. Eu tenho meu registro ali faiz 02 anos em abril ou maio, não me lembro bem se foi abril ou maio, já faiz 2 anos. Eu fui lá é, por que a CEEE não botou medidor ali ainda? Ah, porque não tem tempo e então não sei, se o transformador é de fácil acesso esses sete inventa de colocar um resfriador ou uma estufa elétrica como que ia ficar isso, ou esses sete colono ali que é só uma estradinha, todos tem que ficar parado 5 ou 10 anos e deixar o tempo passar, e perder esse 7 anos porque que não foi feito aquele botar o medidor e ou pelo menos ter uma prova que é isso ai que tá fraco então eu queria uma resposta da CEEE. Não sei se podia dar ou não. Como se vê, a situação é insustentável porquanto chega a comprometer a realização de atividades habituais como acessar internet, assistir televisão, ligar um chuveiro, ligar uma ordenhadeira, sendo que, não raras vezes é impossível manter mais de um equipamento elétrico funcionando pois a energia disponível não tem força suficiente para manter ambos em 8

9 funcionamento. Em matéria divulgada pelo Jornal Zero Hora, no Caderno Campo e Lavoura, o editor destaca esse problema. A reportagem enfatiza que as redes de energia elétrica montadas há mais de 30 anos não acompanham o crescimento e a evolução da tecnologia no campo e emperram o desenvolvimento de produtores rurais do Estado. Ainda, segundo a matéria, a subcomissão de energia rural mostra que (duzentos e cinqüenta mil), propriedades pequenas e médias não podem se expandir e modernizar a produção devido aos problemas da má qualidade da energia elétrica que chega ao meio rural. A matéria exemplificou o problema vivenciado pelos agricultores familiares, destacando que na propriedade da família Rosset, na localidade de Rio Verde, no norte do Estado, exige um ritual inusitado. As luzes são apagadas, eletrodomésticos ficam desligados, e nenhum outro equipamento pode ser acionado. Essa é a única forma de ligar a ordenhadeira para retirar 210 litros de leite por dia. Se ligar o resfriador ao mesmo tempo, como exige a norma sanitária para produção leiteira, a luz apaga na propriedade. Não tem como trabalhar assim. Se ligo a ordenhadeira, prejudico os aviários, porque preciso desligar aquecedor, ventiladores, tudo salienta Jaime Rosset. A reportagem destaca ainda que as modernas torres da rede de transmissão da Usina Hidrelétrica de Itá que passam nas terras dos Rosset contrastam com velhos postes de madeira de onde parte a energia monofásica ligada à propriedade. Que na área de 37 hectares em que a criação de aves e a produção de leite são as atividades principais, prejuízos com a falta de luz são comuns. Mas que é na hora da ordenha noturna, quando todos estão em casa, tomando banho e usando eletrodomésticos, que a sobrecarga é inevitável. As chaves caem assim que a ordenhadeira é acionada. No mais, destaca a fala do proprietário, nos seguintes termos: - Investimos R$ 40 mil para nos adequar às exigências sanitárias e não conseguimos usar o equipamento conta Rosset. 9

10 Assevera que apagões são freqüentes no sul do Estado devido à carência na estrutura. Que em Dom Feliciano, em janeiro e fevereiro, durante a colheita do fumo, ocorrem até 09 (nove) apagões por dia. O Prefeito Clenio Boeira da Silva (PT), salientou que quando ligam as estufas para curar o fumo, até a cidade fica sem luz. Outro destaque, foi para a fragilidade da rede elétrica no campo, que se evidencia na falta de transformadores, postes de madeira rachados, apodrecidos e que ameaçam cair. Lembrou que quando ocorrem interrupções, a luz demora a voltar no campo. Que com o temporal ocorrido no começo de agosto, a comunidade de Linha Três, em Viadutos, norte do Estado, ficou sem luz. Toda a produção de leite dos Deque, de 210 litros por dia, foi jogada na lavoura durante quatro dias. A reportagem destacou também, que para o Presidente da Subcomissão para tratar da Qualidade da Energia Elétrica Rural, Deputado Altemir Tortelli (PT), os problemas com o temporal no Norte são o retrato da energia existente no meio rural. Postes sem manutenção caíram, deixando regiões inteiras sem luz. Fez referência a fala do parlamentar nos seguintes termos: - Hoje, 90% dos recursos são aplicados pelas concessionárias de energia nas cidades. O meio rural continua desassistido salienta. Assim, sensibilizados com este problema que afeta a população que vive no meio rural e desenvolve atividades da agricultura familiar, protocolizamos requerimento de criação da presente subcomissão para tratar da Qualidade da Energia Elétrica Rural visando com isso mobilizar entidades, movimentos sociais, instâncias governamentais e a sociedade civil como um todo na busca de solução para o problema. Realizamos várias audiências públicas, reuniões e atividades regionais para discutir o tema e pensar alternativas para a solução do impasse, tendo, inclusive, elaborado um documento dos representantes das regiões Centro, Norte e Sul do nosso Estado com análise do problema e propostas de encaminhamentos, o qual segue anexo ao presente relatório. Com efeito, em pleno século XXI, era das revoluções tecnológicas que encurtam distâncias e otimizam o tempo, não se pode 10

11 conceber que algo tão elementar como o acesso à energia elétrica ainda seja um entrave ao desenvolvimento. As esferas governamentais precisam olhar com seriedade e comprometimento para este segmento populacional que vive no meio rural, os agricultores familiares, vez que são os responsáveis por grande parcela dos alimentos que chegam a nossa mesa. São os que preconizam métodos produtivos sustentáveis e sem agredir o meio ambiente; são os que produzem alimentos saudáveis, qualitativos, trazendo saúde à mesa de todos os brasileiros! O descontentamento dos agricultores em relação a sua situação de vida associado a outros fatores de ordem histórica e cultural têm ensejado o êxodo rural. Assim, urge que se implementem políticas públicas para manter o homem no campo, o que passa também pelo fornecimento de energia elétrica de qualidade, advinda de fontes seguras e adequadas ao meio ambiente. Só assim poderemos pensar um futuro de sustentabilidade alimentar, de desenvolvimento, de 5ª economia mundial. 11

12 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELA SUBCOMISSÃO E ATIVIDADES PARALELAS QUE DISCUTIRAM O TEMA E CONTARAM COM A PRESENÇA DE REPRESENTANTE DA SUBCOMISSÃO PARA TRATAR DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL Foram realizados os seguintes eventos para tratar da Qualidade da Energia Elétrica Rural: 1 - AUDIÊNCIA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE ERECHIM No dia 18 de abril de 2011, na Câmara de Vereadores de Erechim, realizou-se uma audiência pública, por iniciativa do Deputado Altemir Tortelli em conjunto com o Vereador Lucas Farina, para tratar da Qualidade da Energia Elétrica Rural. Estiveram presentes várias autoridades da região, prefeitos, vereadores, entidades. Entre os presentes, o Deputado Altemir Tortelli, o representante da Eletrobrás, João Ramiz, a representante da RGE, Sra. Vanir Ângela, a representante do PROCON, Sra. Eliane Tasca, o representante da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Sr. Inácio Benincá, o representante da FETRAF-Sul, Sr. Ari Pertuzzatti, do MAB, Sr. Gilberto Servinski, Sr. Adilson Baroni, Coordenador do Território, o representante da AGERGS, Sr. Nilton Tolischelki, o representante da CRERAL, Sr. Alderi Prado, o Prefeito Municipal de Erechim, Sr. Paulo Alfredo Polis, o Vereador Lucas Farina e o Vereador Jaime Basso - Presidente da Câmara de Vereadores de Erechim, em exercício. Na ocasião destacou-se que a Região Alto Uruguai também enfrenta problemas no tocante a qualidade da energia elétrica rural. Que o grande problema está na falta de investimentos na rede de transmissão, que não ocorreram após as privatizações no setor, mesmo com o aumento das demandas. As redes não suportam a demanda nos horários de pico, causando transtornos como luz fraca e muitos danos a equipamentos e aparelhos. Que o 0800 destinado ao atendimento do consumidor, não funciona. 12

13 No mais destacou-se a falta de transparência quanto aos projetos em execução pela concessionária RGE. Que a energia elétrica de qualidade é indispensável para o desenvolvimento da região e da agricultura. Dep. Altemir Tortelli, João Ramiz da Eletrobrás, Vanir Ângela da RGE, Ari Pertuzzatti da FetrafSul, Vereador Lucas Farina, Vereador Jaime Basso O Deputado Altemir Tortelli enfatizou que os problemas estão presentes na RGE, CEEE e AES-Sul. Já na cooperativa CRERAL vê-se menos problemas que na empresa estatal e nas concessionárias, afirmou. Ressaltou a falta de comprometimento das empresas quanto à qualidade de vida da população que vive no meio rural. Frisou que o Programa Luz para Todos permite utilização dos recursos para melhoria da energia elétrica e o Governo Estadual se comprometeu a colocar a contrapartida de 10%. Concluiu informando que outras audiências públicas seriam realizadas para a solução do problema em discussão. A representante da RGE destacou os investimentos na região: Luz fraca: Ramais de profundidade Res. 250/414 tem que ser feito pelos clientes, não pela concessionária; Aumento de carga: Res. 250/414 A regra diz que o aumento de carga precisa contrapartida da concessionária e também do cliente. 13

14 Que a RGE aumentou 350% seus investimentos no último período foram investidos 32 milhões nos últimos quatro anos na região de Erechim. O representante da CRERAL informou que a cooperativa também passou pelo problema relativo ao aumento de demanda. Informou as ações da Cooperativa no sentido de melhorar os serviços prestados, com a troca de postes, transformação das principais redes em trifásicas, substituição de motores à combustível por motores elétricos, capacitação de funcionários, reuniões com a comunidade para ouvir as demandas e trocar idéias com os associados. Informou que o bom atendimento prestado e a qualidade da energia fornecida têm feito com que muitas empresas e indústrias optem por se instalar dentro da área de abrangência da Cooperativa. O representante da Secretaria de Desenvolvimento Rural informou que a Secretaria está estruturando um conjunto de 10 programas, como apoio à Bacia Leiteira do RS o que certamente vai esbarrar no problema relativo à qualidade da energia elétrica. Sem energia, não haverá desenvolvimento rural. Que está sendo construída uma parceria com a Eletrobrás e desta com as Empresas fornecedoras e a ANEEL, para tentar solucionar o problema. Que o governador já concordou com a proposta. Destacou que já foram realizadas discussões com os movimentos populares para auxiliar na construção do programa. O representante da Eletrobrás, João Ramiz, disse que o problema se alastra por toda a região, e que o Programa Luz Para Todos não vai atacar os problemas constatados. Que o Estado deve criar um programa nos moldes do Luz Para Todos, destinado a qualificar a energia elétrica no meio rural. Frisou que é preciso acabar com os ramais de profundidade, com recursos a fundo perdido do Governo Estadual; diminuir a participação do consumidor, passando as linhas principais para a responsabilidade do Governo Estadual; qualificar o pessoal, pois atualmente não existe mão de obra qualificada para o setor. Estarão sendo 14

15 disponibilizados cursos e equipamentos (financiamentos), para as empresas poderem qualificar seus trabalhos nas redes. Que estas são algumas das várias ações já aprovadas pelo Governo Estadual, e está em processo de tratativas com o Governo Federal e Eletrobrás. A previsão de início é setembro ou outubro de O representante da Agência Estadual de Regulação dos Serviços Delegados do Rio Grande do Sul - AGERGS destacou que a função da mesma é assegurar a prestação de serviços adequados; garantir harmonia de interesses dos usuários de serviços públicos; zelar pelo equilíbrio econômico-financeiro dos serviços públicos. Que a mesma atua em vários setores, entre eles no da energia elétrica em parceria com a ANEEL, fiscalizando a geração e distribuição junto aos consumidores. Que nas apurações regionais da RGE foi constatado que não há inconformidade/violação com os índices de apuração da qualidade dos serviços. Os consumidores também foram ouvidos, prefeitos e autoridades da região puderam se manifestar. Ao final foram elencadas algumas propostas captadas em plenária: - Melhorar a forma de comunicação com as concessionárias; - Reestatização da RGE; - Fazer um plano com os Governos Federal, Estadual e Municipal e as concessionárias para que o problema seja resolvido; - Se não houve efetividade nos encaminhamentos propostos na Audiência Pública, em dois ou três meses, deverá haver mobilização pública para avançar na resolução do problema; - Acompanhar e juntar esforços para que o Programa + Energia + Produção saia do papel; - Espaço para participação das entidades e da população nas ações propostas; - Definir prazos concretos para que as ações saiam do papel; 15

16 Proposições de encaminhamentos: A) No âmbito governamental e das organizações comunitárias regionais: - Participação no processo de debate e apontamento de alternativas para a solução do problema, em negociação conjunta com os Governos Federal, Estadual, Prefeituras e Organizações Regionais, com a ANEEL e Concessionárias para debater e encaminhar as soluções. B) No âmbito da RGE: - Apresentar um Plano detalhado de resolução dos problemas em cada um dos municípios e comunidades, que deve ser apresentado até no máximo setembro e outubro de 2011; - Se necessário, obrigar a abertura de um escritório próprio da RGE (não convênios com alguma empresa local), em cada um dos municípios da Região e apresentar o plano de melhoria em cada município até o período estipulado; - Medição mensal das contas nas propriedades rurais. C) Enquanto Governo do Estado: - Audiência em todas as regiões do Estado, para levantar os problemas e construir propostas participativas, buscando apontar caminhos para resolução dos problemas (podem ser puxadas pela AL). O objetivo das audiências públicas também deve ser subsidiar o projeto que está sendo construído pelo Governo do Estado ; - Garantir condições para que seja realizado o Programa + Energia + Produção. D) Outros Encaminhamentos: - Fazer um levantamento minucioso da realidade em cada município da região, para fazer um pacote de reivindicações e após fazer a negociação da RGE com definição do andamento das obras, estabelecendo hierarquização para atendimento das demandas; 16

17 - As entidades integrar o Grupo de Trabalho para construção do Novo Projeto (dia 26/04 em Porto Alegre a Secretaria de Desenvolvimento Rural para construir o Grupo de Trabalho do Programa); - Deve haver um fórum com participação das representações, das organizações populares para definição dos investimentos, inclusive valores em cada uma das ações para viabilizar o Programa + Energia + Produção; - As prefeituras devem ser mais participativas do processo de construção e realização do Programa + Energia + Produção. 2 - AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL No dia 30 de maio de 2011 às 14h e 15min. reuniuse, na Sala Engenheiro Agrônomo José Antônio Lutzemberger, a Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, para realização de Audiência Pública para tratar da Qualidade da Energia Elétrica Rural, sob a Presidência do Deputado Altemir Tortelli. Estiveram presentes várias autoridades, representantes das concessionárias de Energia Elétrica, da ANEEL e AGERGS, do Programa Luz para Todos, de entidades da Sociedade Civil, entre outros. Dentre as autoridades presentes, o Deputado Altemir Tortelli, o Deputado Edegar Pretto, Deputado Federal Dionilso Marcon, Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo - Secretário Ivar Pavan e Sr. Inácio Benincá, Secretaria de Infra-estrutura e Logística - Lauro Hagemann, Rubem Cima da CEEE, Newton Santos da AES-Sul, Nilton Telicheviski da ANEEL e AGERGS, Miguel Antunes do Programa Luz Para Todos, José Zordan da FECOERGS, Vanir Ângela Strada da RGE, Luís Weber da FETRAF-SUL e SINTRAF-SUL, Iberê de Mesquita Orsi da FAMURS, Oscar Paz da Eletrosul, Mariza Bozzeto da Nova Palma de Energia Faxinal do Soturno. O Presidente, Dep. Altemir Tortelli, deu início aos trabalhos, dizendo que o objetivo da audiência pública era buscar soluções, a partir de uma discussão profunda que aponte caminhos, diante da gravidade da situação. Questionou acerca dos projetos, estratégias e planos das 17

18 concessionárias para enfrentar o problema da baixa qualidade da energia elétrica rural. Em seguida manifestaram-se os deputados, representantes das concessionárias e de entidades da sociedade civil. As falas destacaram a importância da agricultura familiar e da energia elétrica para o meio rural, para o processo de produção de alimentos e para a manutenção do homem no campo. Também se considerou que não é apenas no meio rural que existem problemas de qualidade de energia, mas nas pequenas cidades também. Que a energia elétrica rural e imprescindível para o produtor agregar renda a sua propriedade. No tocante aos investimentos, destacou-se que as cooperativas, preocupadas com o problema, desde que aderiram ao PLT, aplicaram em torno de 120 milhões de reais. Que somente neste ano, até a metade do ano que vem, as cooperativas vão aplicar 60 milhões de reais em reforço de rede para atender às demandas de ampliação de carga no meio rural. Para sanar todos os problemas do Estado, são necessários hoje 1 milhão de reais. A Nova Palma Energia, argumentou que a concessionária possui o maior quantitativo no meio rural. Que o que impacta é o ICMS. Salientou que se o ICMS fosse sobre os KW e não sobre o valor total da fatura de energia, ajudaria muito, porque 50% do valor de uma conta de energia são encargos e tributos, ficando difícil para a concessionária fazer investimentos. A AES-Sul informou que fez um investimento no ano passado de 240 milhões e tem previsto para esse ano um investimento de 250 milhões de reais, pretendendo nos próximos 5 anos investir 2 bilhões de reais no serviço de distribuição no Estado. No tocante às ligações rurais e participação no PLT, informou que ligou, até o ano de 2010, clientes e até o final deste ano, o numero passará para clientes. Que o custo médio do PLT é da ordem de a reais por cliente e isso tem a participação de 75% da Eletrobrás, 10% do governo do Estado e 15% da AESSul. Que quando o cliente faz uma solicitação, calcula-se dentro da Res. 250 de 2007, qual seria a parte do cliente e qual seria a da concessionária. 18

19 A RGE destacou que nos últimos 4 anos investiram mais de 800 milhões na sua área de concessão, sendo que deste valor mais da metade é exclusivo para melhorias de rede, onde mantém-se a qualidade da energia inicialmente distribuída ao cliente. Que a Res. 250 prevê a contrapartida da concessionária e do cliente, sendo que aí está o grande problema, de como viabilizar para que este cliente possa pagar a sua contrapartida e assim transformar esse projeto em uma obra, possibilitando o crescimento da propriedade. A CEEE salientou que em 2010 operou com um déficit de 210 milhões de reais, por diversas causas, como indenizações multas etc. Assim nos últimos oito anos a média de investimentos que era para ser de 180 milhões por ano, reduziu-se para 52 milhões/ano. Que o PLT complicou a vida da concessionária pois uma subestação com alguns alimentadores é planejada para determinada quantidade de consumo, assim, a situação da CEEE, que já vinha com dificuldade de investimento se agravou ainda mais.que estão com um plano de recuperação financeira, para racionalizar custos, diminuir as perdas e fazer um investimento eficiente. Que a CEEE está em negociação para investir nos próximos 4 anos, em melhorias nas redes rurais, em torno de 234 milhões de reais, por meio de um Convênio com a Eletrobrás. Destacou-se ainda que a RGE investirá 235 milhões, a AES-Sul anunciou investimentos de 250 milhões no Estado. A soma dos valores perfaz o montante dos recursos necessários para a melhora da qualidade da energia elétrica no meio rural, ou seja, 600 milhões de reais. No entanto, tais recursos destinam-se a toda a área de abrangência das concessionárias e não somente ao meio rural, devendo ser disputados pelos agricultores, salientou o Secretário Ivar Pavan. O presidente destacou que deve-se iniciar uma conversação entre o Governo Estadual e Governo Federal, para uma ação conjunta. Finalizou sugerindo alguns encaminhamentos: solicitação de informações às concessionárias acerca da aplicação dos 58 milhões do programa Luz Para Todos, e também junto à SEINFRA, com diagnóstico técnico da situação, o que está sendo projetado para os próximos anos e como 19

20 serão investidos os recursos. No mais, cobrou das concessionárias a apresentação detalhada do Plano de Investimentos. Por fim, agradeceu a presença de todos e declarou encerrada a audiência. 3 - AUDIÊNCIA PÚBLICA NO MUNICÍPIO DE SÃO LOURENÇO DO SUL No dia 05 de julho de 2011, no Auditório da Escola Marina Vargas, em São Lourenço do Sul, reuniu-se a Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo, em Audiência Pública sob a presidência do Deputado Altemir Tortelli, para discutir a qualidade da Energia Elétrica Rural. Deputado Altemir Tortelli, Luís Weber da Fetraf-Sul, Pref. José Nunes, Pref. Cássio Motta, Miguel Antunes do PLT, Ver. Rudinei Harter, Ver. Hamilton Strelow, Gustavo Cassel da CEEE Estiveram presentes o Prefeito de São Lourenço do Sul José Sidney Nunes de Almeida, Prefeito de Canguçu Cássio Luiz Mota, Vice-Prefeito de Turuçu Ervino Ramm, Vereador de São Lourenço do Sul Rudinei Harter, representando a CTGE e Programa Luz Para Todos Miguel Antunes, Gerente da AGERGS Nilton Telichevesky, da AFUBRA de Camaquã Marcelo Adriano da Silva, da Diretoria da CEEE Gustavo Cassel, da FETRAF SUL e SINTRAF Luis Weber, representando a Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo Paulo Tavares, Presidente da CRESOL de Boa Vista - Sidnei Stzelow Hall, representando a OAB de São 20

21 Lourenço do Sul Magnus Peske, representando a EMATER Alfredo Passos Decker, Vereador de São Lourenço do Sul Hamilton Strelow, assessor da Presidência do IRGA André Luiz Oliveira. O presidente explicou que o objetivo do encontro é que as entidades, empresas concessionárias e a população sejam ouvidas. Destacou que dos encontros já realizados, constatou-se que foram investidos em torno de 700 milhões pelas concessionárias RGE, AES-Sul e CEEE, e que seriam necessários mais 800 milhões de reais. Asseverou que o problema da má qualidade da energia elétrica agrava a situação dos pequenos agricultores, da agricultura familiar. As demais intervenções foram no sentido de que a má qualidade da energia elétrica do meio rural constitui um obstáculo ao desenvolvimento da agricultura familiar. Que a má qualidade da energia vem prejudicando a produtividade e aumentando o êxodo rural. Destaca-se o depoimento da Vereadora de Turuçu: Boa tarde a mesa, boa a tarde o povo presente. Não vou mencionar nomes porque já foi mencionado no protocolo. Meu nome é Verena Limf sou vereadora de Turuçu,eu represento a minha Colônia, a Colônia Azevedo e também o Município de Turuçu, como Vereadora. Assim eu tenho a minha rede da minha colônia que foi feita em 79 e nunca foi feito melhorias. Tenho 14 projetos prontos com a AEI, tem um projeto pronto aqui o 9188 que são nove pessoas, nove casas que dependem daquele transformador. Então o telefone tem de correr, - Tu terminou de tirar leite, então eu posso tomar banho.. Isso é vergonhoso! Isso é a mesma coisa que em 79 construir uma casa e nunca ter dinheiro para pintar. (...) Que temos de ver daqui pra frente? Todo mundo tem luz? Então vamos começar a melhoria da luz. Avançamos. Avançamos graças a Deus, vamos para segunda etapa, mas não vamos deixar só pros colonos, só pras pessoas melhora a luz. Já que ganharam agora vocês se viram. Não, vamos fazer parceria. Na época quando feita essa rede a gente pago, não o total uma parceria se fez uma parceria, mutirão, nos ajudemos a abri os buracos a CEEE veio nos ajudo, fizemos tudo. Vamos trabalhar em parceria, não quero dar incumbência só no pro legislativo, pro executivo, ou 21

22 CEEE ou federal, ou estadual. Não vamos unir forças, não é necessário todo mundo ganhar tudo dado. Acho que não. Vamos trabalhara em parcerias, vamos trabalhar juntos, avançamos avançamos, Luz para Todos Vamo trabalhar a segunda etapa, melhorias nas redes, vamos pinta a casa gente, não vamos deixar descoberto. O Deputado Altemir Tortelli mencionou que o problema vem se arrastando. Existe a Res. 250 da ANEEL, que diz que a parte que vai do ponto principal até a propriedade é de responsabilidade do agricultor. Frisou que a agência reguladora é autônoma, independente e toma decisões. O agricultor, por sua vez, não pode mais tirar dinheiro do bolso. Assim, impõem-se mudanças; as grandes empresas têm que dar conta e a sociedade precisa se mobilizar e pressionar através da Comissão, do Governo, das Prefeituras, das Cooperativas, das comunidades. Que a CEEE tem que buscar investimentos para melhoria das estruturas e eles precisam ser direcionados para as pequenas cidades e o meio rural. Para solução do problema seriam necessários 800 milhões de reais, bem como realizar um levantamento acerca das demandas existentes. No mais, propôs a criação de uma coordenação regional para articular o trabalho, formada por prefeitos, vereadores, representantes de sindicatos, cooperativas e afins. Salientou a necessidade de articulação com as demais regiões que tenham distribuição energética pela CEEE, para se engajaram numa caminhada conjunta. Também destacou a necessidade de um levantamento concreto e preciso da demanda da região, das deficiências que cada município enfrenta. No mais, propôs a realização de uma reunião da Comissão com a Direção da CEEE, os Secretários Beto Albuquerque e Ivar Pavan para esclarecimento da situação e para que o problema seja incorporado nas discussões de Governo por meio destas secretarias. Enfatizou que o Governo precisa entender que o problema é urgente, este tema tem que ir para a mesa do Governador. Sugeriu a criação de um outro programa de melhorias da qualidade da energia elétrica, nos moldes do Luz Para Todos, que poderia se chamar Energia Para Produzir ou Energia Para Viver e Produzir. 22

23 4 - SEMINÁRIO REGIONAL EM VENÂNCIO AIRES No dia 14 de julho de 2011, por iniciativa do Deputado Altemir Tortelli, realizou-se no Município de Venâncio Aires um Seminário Regional para discutir o tema. Estiveram presentes, o Deputado Altemir Tortelli, Ver. Adelanio Rupenthal, Ornélio Sausen do SR/FARSUL, Ricardo S. Neto da AES-Sul, Pref. Airton Artus, Pref. João Davi Goergen, Pref. Rudimar Muller, Elemar Walker do STR/FETAG, Luis Weber SINTRAF/FETRAF Oportuno destacar que a questão relativa à Qualidade da Energia Elétrica no Meio Rural há tempo vem preocupando as autoridades locais e população. Em março de 2011 a Prefeitura Municipal de Venâncio Aires, por meio da Secretaria de Planejamento, Orçamento e Gestão elaborou um Relatório sobre a Qualidade da Energia Elétrica no Meio Rural. O documento lista as características físicas e econômicas de Venâncio Aires, com um levantamento das possíveis ações e estimados custos, trabalho esse que foi desenvolvido em conjunto com os técnicos da AES Sul, empresa responsável pelo abastecimento naquele município. No seminário para tratar da Qualidade da Energia Elétrica Rural, o Prefeito Airton Artus defendeu que Venâncio Aires necessita urgentemente, melhorar a qualidade da energia elétrica no meio rural, porque é um município que tem no setor primário uma das bases de sua economia. Destacou estar confiante no governo Federal e Estadual para a solução do problema: O que a gente espera é o mesmo que vocês, que a audiência seja o início para encontrar soluções para trazer energia de mais qualidade ao nosso interior. 23

24 Deputado Altemir Tortelli, Ver. Adelanio Rupenthal, Ornélio Sausen do SR/FARSUL, Ricardo S. Neto da AES-Sul, Pref. Airton Artus, Pref. João Davi Goergen, Pref. Rudimar Muller, Elemar Walker do STR/FETAG, Luis Weber SINTRAF/FETRAF O Jornal local editou matéria na qual o Deputado Tortelli afirmou que há mais de três anos a Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul iniciou um levantamento para saber as necessidades dos agricultores familiares e as maiores carências do interior. Que quando o Governo Federal lançou o Programa Luz Para Todos, a Assembléia abriu as negociações e fez um acordo com as três empresas de energia elétrica do Estado e destinou R$ 58 milhões ao programa. Com tais recursos foram feitas as melhorias que beneficiaram milhares de pequenos agricultores. Destacou que mesmo com este investimento, ouviu muitas reclamações de produtores, de que os problemas ainda não foram resolvidos. Em função destas melhorias, muitos fizeram investimentos em suas propriedades. Porém, na questão das redes elétricas, nada foi feito e muitos destes investimentos estão parados, se descapitalizando, e os produtores arcando com os prejuízos. Ainda segundo a matéria, Tortelli salientou que as melhorias não podem ser postergadas, uma vez que os agricultores necessitam de uma resposta urgente para decidir se vão continuar produzindo. O encontro é para confirmar as preocupações e também, colher sugestões para tratar o assunto com muita rapidez afirmou o deputado. 24

25 A matéria também faz referência ao Deputado Heitor Schuch, que também integra a subcomissão, destacando a fala do parlamentar de que é hora de mudar a situação, porquanto não basta apenas o produtor ter luz, mas necessita de energia de qualidade. Tratar sobre a energia elétrica é um assunto tão sério quanto produzir. Que o parlamentar também solicitou aos representantes da AES-Sul que encontrem outra sistemática para que as informações e reclamações dos produtores rurais e demais consumidores cheguem com mais eficiência e rapidez à empresa, uma vez que o 0800 deixa a desejar. 5 - REUNIÃO COM CONCESSIONÁRIAS DE ENERGIA ELÉTRICA NO GABINETE No dia 02 de agosto de 2011 o Deputado Altemir Tortelli reuniu-se no seu Gabinete com as concessionárias de energia elétrica AES-SUL e RGE e na Secretaria de Infraestrutura e Logística com os representantes da CEEE, Secretários e Prefeito Paulo Polis para tratar do tema acerca da qualidade da energia elétrica rural e, em especial, debater acerca do Plano de Investimentos das concessionárias e medidas a serem adotadas no sentido de melhorar a qualidade da energia elétrica que chega ao meio rural. 25

26 Deputado Altemir Tortelli, o Diretor-Geral da RGE Sr. Luís Henrique Pereira Pinto e equipe Na ocasião as empresas entregaram os relatórios de investimentos, bem como, o deputado Altemir Tortelli relatou os problemas vivenciados pelos agricultores. As concessionárias, por sua vez, cientes do problema informaram que a questão é complexa, não competindo tão somente a elas a responsabilidade pela solução do mesmo. Informaram que necessitam de recursos externos, do Governo Federal, Estadual e fundos, para atender às necessidades do campo. 26

27 Deputado Altemir Tortelli, o Diretor da AES-Sul, Sr. Eduardo Girardi e equipe Deputado Altemir Tortelli, Secretário Beto Albuquerque, Secretário Ivar Pavan, Sub Secretário Claudemir Bragagnolo, Sérgio Souza Dias da CEEE, Pref. Paulo Polis Em face disso, foi proposto pelo Dep. Tortelli a criação de um Grupo de Trabalho envolvendo as empresas, a Assembléia Legislativa e o Governo Estadual, através das Secretarias de Infraestrututa e Logística e de Desenvolvimento Rural. Competiria ao Grupo encontrar soluções para o problema da má qualidade da energia elétrica rural. Uma possibilidade é idealizarmos a criação de um programa de qualidade de energia elétrica no meio rural, aos moldes do programa Luz Para Todos, que tirou da escuridão 56 mil famílias somente em nosso Estado., afirmou Tortelli. 6 - REUNIÃO COM COORDENAÇÕES REGIONAIS CENTRO, SUL E NORTE No dia 03 de agosto de 2011, pela parte da manhã, reuniram-se na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul o Deputado Altemir Tortelli e representantes das regiões Norte do Estado: Ari Pertuzatti, Roberto Ballen da Fetraf, Celso Ludwig, Ver. Lucas Farina; Centro: Giovani Winckert, Elemar Walker STR/FETAG, Ornélio Sausen SR/FARSUL, Lauro Kist Subsecretário de Agricultura de Venâncio Aires, João Carlos Schimunek, Celson Ferreira, Coordenador do OP de Venâncio Aires e Sul: Luis Weber FETRAF, José Nunes- Prefeito de São Lourenço do Sul, Nilton Relichevesky AFUBRA, André Luis de Oliveira - IRGA, no intuito de definir 27

28 propostas a serem apresentadas à ANEEL, ao Governo do Estado e ao Governo Federal, na Audiência Pública realizada na parte da tarde, na Emater. O documento elaborado pelos representantes das regiões acima referidas conjuntamente com o Deputado Altemir Tortelli, tem o seguinte teor: A QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA RURAL NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL REQUER UMA PROFUNDA REESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA VIGENTE A necessidade de melhoria na qualidade da energia elétrica rural em face dos constantes problemas ocasionados pela baixa qualidade da energia elétrica fizeram com que as entidades sindicais, movimentos sociais, prefeituras e o deputado Altemir Tortelli realizassem uma série de ações para resolver o problema. Foram várias audiências públicas e atividades regionais realizadas pelo deputado Tortelli que é Coordenador da subcomissão para tratar da Qualidade da Energia Elétrica Rural. Os representantes das regiões Centro, Norte e Sul do nosso Estado reuniram-se novamente na manhã de hoje na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, e propõem o que segue: 1. Seja revogada a Resolução nº 250/2007 da ANEEL; 2. Seja realizado um diagnóstico preciso e detalhado para efetivação de um plano de ação a curto e médio prazo, a ser executado com recursos advindos de programas do Governo Federal, Estadual em parceria com as cooperativas e empresas concessionárias de energia elétrica; 3. Seja criado um Comitê Estadual, integrado por representantes do Governo do Estado, da Assembléia Legislativa, da ANEEL, das Prefeituras, cooperativas, concessionárias de energia elétrica e da sociedade civil organizada, encarregado de implementar as ações necessárias ao diagnóstico do problema, à elaboração do Projeto Técnico, à viabilização dos recursos financeiros e à aplicação do plano de execução e/ou seja priorizado o tema da Qualidade da Energia Rural no COPERGS; 4. Seja criado um subcomitê de acompanhamento e fiscalização, integrado por representantes do Poder Público (Estadual e Municipal) e por representantes regionais de entidades da sociedade civil para atuar junto às empresas fornecedoras de energia elétrica, nas suas respectivas regiões de atuação; 5. Seja também criado um Comitê Municipal para diagnóstico, interlocução, acompanhamento e fiscalização acerca do planejamento e execução do 28

29 Projeto Técnico que visa à reestruturação no sistema elétrico na sua área de abrangência; Há consenso da necessidade de uma profunda reestruturação no sistema elétrico do Rio Grande do Sul, em especial, na zona rural, a curto e médio prazo, tendo em vista que o acesso à energia elétrica alcança índices satisfatórios de universalização, sendo que, no momento, o nosso maior desafio é qualificar a energia elétrica que chega ao meio rural, isso tanto no aumento de carga quanto na infraestrutura das redes monofásica e trifásica, visando possibilitar a diversificação dos meios de produção, a qualidade de vida do homem do campo e a consequente redução do êxodo rural. A solução tem que ser rápida, uma vez que a má qualidade da energia elétrica têm sido um dos fatores determinantes do êxodo rural. Deve haver um comprometimento das instâncias governamentais, empresas, agências reguladoras e sociedade civil, mediante um acordo de cooperação e corresponsabilidade, em condições diferenciadas, para a solução do problema. NÃO PODE RECAIR SOBRE OS AGRICULTORES A CONTA DESTE INVESTIMENTO, uma vez que esta é uma responsabilidade social, devendo ser compartilhada por toda a sociedade.(...). 7 - AUDIÊNCIA PÚBLICA NO AUDITÓRIO DA EMATER No dia 03 de agosto de 2011, às 14h, realizou-se no Auditório da Emater/RS, uma Audiência Pública organizada pela Secretaria de Desenvolvuimento Rural, Pesca e Cooperativismo e pela Secretaria de Infraestrutura e Logística. 29

30 Deputado Altemir Tortelli, Nelson Hubner Presidente da ANEEL, Vice-Governador Beto Grill, Secretário Ivar Pavan, Secretário Beto Albuquerque, Lino de David Presidente da Emater, Jânio Stefanello FECOERGS, Mariovani Weiss Presidente FAMURS Na ocasião estiveram presentes o Deputado Altemir Tortelli, representantes das concessionárias de Energia Elétrica, o representante da ANEEL, Sr. Nelson Hubner, os representantes da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo e Secretaria de Infraestrutura e Logística, Deputados Edegar Pretto e Jeferson Fernandes, Prefeitos, Vereadores, Técnicos e Lideranças da FETRAF, da FETAG e da Via Campesina, entre outros. O Deputado Altemir Tortelli apresentou o documento elaborado pelos representantes das regionais e entregou cópia às autoridades e aos demais presentes. O Coordenador da Subcomissão cobrou providências, uma vez que o problema já foi diagnosticado há tempo. O representante da ANEEL elencou aqueles que, ao seu sentir, seriam os problemas que afetam a qualidade da energia elétrica no meio rural, são eles: 1. Problemas estruturais; 2. A participação do agricultor na reforma da rede; 30

31 3.Tema do financiamento acesso ao crédito que repercute na tarifa; 4. A falta de mão de obra. Destacou que o problema vivenciado pelo Estado do Rio Grande do Sul não era para existir, haja vista a regulação, legislação, fiscalização, empresas de geração e distribuição de energia elétrica existentes no Estado. Frisou sentir um misto de decepção. Questionou: Onde falhamos? No mais, a Revista QAgribusiness Ano da 34º Expointer editou a matéria Luz no Campo, na qual faz referência à Audiência Pública realizada no dia 03/08/2011, destacando a fala do DiretorPresidente da ANEEL. Segundo a matéria, o mesmo fez referência à revogação da Res. 250 da ANEEL com o fim dos custos aos agricultores que solicitarem investimentos na rede. Referiu que a normatização sobre os custos atualmente encontra-se na Normativa 414. No mais, destaca que o Diretor-Presidente da ANEEL afirmou que houve falhas no processo ao não perceber o crescimento de demanda das famílias agricultoras que já contavam com energia. Refere que Hubner se comprometeu em envolver a ANEEL no processo que visa estudar melhorias, adequar as normas da agência às regras do Ministério da Agricultura, para ampliar o fornecimento de energia no meio rural. Não dá para desenvolver e melhorar renda se não houver condições necessárias. Por isso buscaremos formas de estruturar a rede e custear os investimentos, afirmou. Que o Diretor explicou que a ANEEL fiscaliza a atuação das concessionárias e cobra que elas atendam os requisitos mínimos exigidos pela qualidade do fornecimento de energia, sendo que as agências reguladoras Federal e Estadual, falharam, as concessionárias falharam. (...) podemos ter algum termo de volume de investimentos não previstos ou não planejados, mas que não está associado a uma qualidade já exigida, pode 31

32 existir algum adicional de investimento em alguma região. Mas na maior parte dos casos em que se trata de uma melhoria de qualidade para atender os níveis de energia que já estão nos nossos regulamentos, aí nos cabe fiscalizar e exigir que a concessionária entregue essa energia com qualidade, enfatizou Hubner. A matéria destaca ainda, que foi sugerida a criação de um grupo de trabalho com a participação dos governos estadual e federal, Assembléia Legislativa, Prefeituras, ANEEL e Cooperativas para criar um programa de qualidade de energia elétrica para o campo, nos moldes do programa Luz Para Todos. O grupo se responsabilizaria pela produção de um projeto que agregue fontes de financiamento e ações estruturantes na rede. 8 - REUNIÃO COM O DIRETOR DE GERAÇÃO DA ELETROBRÁS No dia 31 de agosto de 2011, o Deputado Altemir Tortelli reuniu-se com o Diretor de Geração da Eletrobrás, Sr. Valter Cardeal de Souza, na cidade do Rio de Janeiro/RJ. Na ocasião estiveram presentes também, o Secretário de Infraestrutura e Logística, Beto Albuquerque, Diretor de Logística e Integração Álvaro Woiciechoski e Inácio Benincá -representando a Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo. 32

33 Deputado Altemir Tortelli, Diretor de Geração da Eletrobrás, Valter Luis Cardeal de Souza, Secretário Beto Albuquerque, Diretor de Logística e Integração Álvaro Woiciechoski, Inácio Benincá Chefe de Gabinete da SDR. O Diretor de Geração da Eletrobrás frisou que a empresa dispõe de recursos, no entanto compete às empresas concessionárias e governos apresentarem projetos específicos de melhoria da qualidade da energia elétrica voltados para o meio rural, para atender diretamente as necessidades dos agricultores familiares. 9 - REUNIÃO DO COPERGS No dia 05 de setembro de 2011, no Auditório do Centro Administrativo Fernando Ferrari foi instalado o COPERGS Comitê de Planejamento Energético do Estado do Rio Grande do Sul. Esteve em pauta, 33

34 entre outros, a discussão acerca de soluções para a regularização do nível de tensão de energia no meio rural. Também foram debatidas as Resoluções da ANEEL Revogação da Res. 250 e migração da necessidade de contrapartida dos consumidores/clientes para a Resolução 414. Também foi pautada a necessidade de demandar à Secretaria do Trabalho do RS, a tarefa de capacitação de mão de obra necessária à ampliação e melhoria das redes. 10. ATIVIDADE REGIONAL NO MUNICÍPIO DE ARVOREZINHA O evento, de iniciativa do Deputado Altemir Tortelli e sob a sua coordenação, realizou-se no dia 12 de setembro de 2011, na cidade de Arvorezinha/RS. Estiveram presentes os Vereadores Cleber Schuster, Marildo Guerini, Vilson Cichelero e o Presidente da Câmara de Vereadores de Arvorezinha, Sr. Luiz Paulo Fontana, o Diretor do IEEFRR, Sr. Nelson Marqueti; o Presidente STR Arvorezinha, Sr. Pedro Santos de Lima e o Presidente STR e Secretário Municipal da Agricultura de Ilópolis, Sr. Itacir Campo, o Articulador Territorial MDA, Sr. Angelo Viega, o Vice-Presidente C ERFOX, Sr. Jandir Zanotelli. 34

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