VIVÊNCIAS DE ADOLESCENTES DIABÉTICOS E CONTRIBUIÇÕES DA PRÁTICA EDUCATIVA DA ENFERMEIRA INTRODUÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "VIVÊNCIAS DE ADOLESCENTES DIABÉTICOS E CONTRIBUIÇÕES DA PRÁTICA EDUCATIVA DA ENFERMEIRA INTRODUÇÃO"

Transcrição

1 VIVÊNCIAS DE ADOLESCENTES DIABÉTICOS E CONTRIBUIÇÕES DA PRÁTICA EDUCATIVA DA ENFERMEIRA THE LIVING OF DIABETIC ADOLESCENTS AND CONTRIBUTIONS OF EDUCATIVE PRACTICE BY THE NURSE EXPERIENCIAS DE ADOLESCENTES DIABÉTICOS Y CONTRIBUCIONES DE LA PRÁCTICA EDUCATIVA DE LA ENFERMERA Fernanda Valéria de Freitas I Vera Maria Sabóia II RESUMO: O processo de viver com diabetes na adolescência, tendo em vista as experiências pessoais e o cuidado de si estimulado pela prática educativa da enfermeira, representa o objeto deste estudo. Os objetivos são: descrever como o diabetes interfere na vivência do ser adolescente; analisar como implementam o cuidado de si; e discutir como a prática educativa contribui nesta situação. Foi desenvolvida pesquisa qualitativa que utilizou como método as representações sociais. A coleta de dados foi realizada com nove adolescentes diabéticos Tipo 1, mediante uma dinâmica complementada pela observação sistemática. O cenário foi ambulatório de Hospital em Niterói, em A análise revelou que os adolescentes integram os cuidados de si no cotidiano, sendo a educação em saúde instrumento motivador. Conclui-se que o caminhar do adolescente que vive com diabetes é difícil, porém, favorece novas descobertas a partir da educação em saúde. Palavras-chave: Diabetes Mellitus; enfermagem; educação em saúde; adolescente. ABSTRACT: The process of living with diabetes in adolescence, in view of personal experience and self care stimulated by the educative practice by the nurse comprises the object of this study. The objectives of the article are as follows: to describe how diabetes intervenes with the experience of the adolescent; to analyze how they implement self care; and to argue the role of the educative practice in this situation. Qualitative research with the social representations method was used. The collection of data was carried through with nine Type 1 diabetic adolescents through a dynamics complemented by systematic comment. The scene was an out-patient hospital at Niterói, RJ, Brazil, The analysis disclosed that the adolescents integrate self care in their daily lives and that health education turns out to be a stimulating tool. In conclusion, the pathway of the adolescent living with diabetes is a difficult one; however, it encourages new findings in health education. Keywords: Diabetes Mellitus; nursing; health education; adolescent. RESUMEN: El proceso de vivir con diabetes en la adolescencia, en vista de las experiencias personales y el cuidado de sí mismo estimulado por la práctica educativa de la enfermera, representa el objeto de este estudio. Los objetivos son: describir como el diabetes interviene en la experiencia de ser adolescente; analizar como implementar el cuidado de sí mismo; y discutir como la práctica educativa contribuye en esta situación. Investigación cualitativa que utilizó como método las representaciones sociales. La recogida de datos fue cumplida con nueve adolescentes diabéticos tipo 1, a través de una dinámica complementada por la observación sistemática. El escenario fue el ambulatorio de un hospital en Niteroi, RJ, Brasil, en El análisis reveló que los adolescentes integran los cuidados de sí mismo en el diario, siendo la educación en salud instrumento motivador. Se concluye que el caminar del adolescente que vive con diabetes es difícil, sin embargo, favorece nuevos descubrimientos. Palabras Clave: Diabetes Mellitus; enfermería; educación en salud; adolescente. INTRODUÇÃO Trata-se de um estudo sobre o processo de viver com Diabetes Mellitus na adolescência, tendo em vista as experiências pessoais e o cuidado de si estimulado pela prática educativa desenvolvida pela enfermeira. A problemática que envolve tal objeto está relacionada à adolescência, um processo de florescer, marcada por um conjunto de mudanças físicas e psicológicas no qual ocorrem intensos processos conflituosos e esforços de auto-afirmação 1:68. I Enfermeira Educadora em Diabetes. Diabética do Tipo 1. Enfermeira Residente da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto / UNIRIO. Especialista em Enfermagem Cardiológica. Endereço: Rua Oliveira Melo, nº 36. Vista Alegre. Rio de Janeiro, RJ. CEP: II Professora Titular da Escola de Enfermagem Aurora de Afonso Costa- UFF. Pesquisadora em Educação em Saúde e Diabetes.Coordenadora do Grupo dos Diabéticos do HUAP/ UFF. Endereço: Travessa Desembargador Luis Paiva, nº 42, aptº 301. Icaraí, Niterói, RJ. CEP: R Enferm UERJ, Rio de Janeiro, 2007out/dez; 15(4): p.569

2 Adolescentes diabéticos e contribuições da enfermeira Conflitos interiores, intenso desejo de auto-afirmação, necessidade de aceitação e de relacionar-se com pessoas, desejo de buscar novidades e preocupação com a aparência física são alguns aspectos inerentes a esta fase que trazem intensos questionamentos para cada adolescente. Além desses, este grupo específico da população possui outras preocupações relacionadas à sua condição crônica e necessita incorporar cuidados diários inerentes ao tratamento do diabetes. O diabetes possui alta prevalência na população e grande importância social, sendo considerado como epidemia moderna pelo Ministério da Saúde 2. Estes fatos influenciaram na realização deste estudo. Além disso, a prática educativa nesta situação nos traz uma reflexão acerca dos reais sentimentos e necessidades dos adolescentes diante de uma doença crônica carregada de preconceitos, pressupostos, tratamento complexo e cuidados diários. Esta doença crônica acarreta implicações individuais que se referem à aceitação da doença e do tratamento, incluindo dor, medo de morrer, inconveniência e discriminação. Implica também em custos econômicos, pois possui um tratamento de gastos elevados, e custos sociais, interferindo na qualidade de vida e sobrevida dos indivíduos. Além disso, necessita de cuidados contínuos que incluem aplicações de insulina, prática de exercícios físicos, dieta balanceada e testes de verificação da glicemia que deve estar em equilíbrio para que se mantenha saudável, prevenindo complicações. O Diabetes Mellitus é atualmente classificado em Tipo 1 e Tipo 2, gestacional e outros tipos. No Tipo 1 ocorre a destruição das células beta pancreáticas, com maior incidência em crianças, adolescentes e adultos jovens. No Tipo 2 ocorre resistência insulínica e/ou déficit na sua secreção, incidindo em pessoas com mais de 30 anos 2. Os pacientes do primeiro grupo são dependentes do uso terapêutico de insulina, de dieta e de exercícios físicos, tendo a necessidade de cuidados constantes, refletindo a importância da prática educativa. Já no tipo 2, inicialmente os pacientes não necessitam da administração de insulina; o tratamento é basicamente dieta, exercícios e educação em saúde 2. A educação em saúde favorece a aceitação dessa condição crônica e o desenvolvimento do cuidado de si, pois objetiva facilitar ao máximo o poder de cada indivíduo sobre suas vidas. Consiste numa prática voltada para a reflexão, crítica e parceria entre profissional e clientela, o que permite a troca de saberes. Desta forma, torna-se um instrumento de mudança, construindo sujeitos livres e com poderes de receber e criar novos conhecimentos 3:80. O cuidado de si implica algo mais do que simplesmente adquirir um conhecimento através da educação em saúde. Para Foucault 4, consiste em reconhecer o conhecimento em si mesmo, onde o próprio indivíduo reconstrói suas idéias, reformula suas atitudes e, além disso, elabora uma maneira própria de tornar o problema menos complicado, para enfrentá-lo, ou conviver com ele 3:106. Tivemos como objetivos compreender como o diabetes interfere na vivência do ser adolescente, analisar como tais pessoas implementam o cuidado de si diante dessa condição crônica de saúde e discutir como a prática educativa contribui nesta situação. REFEREENCIAL TEÓRICO-METODOLÓGICO Trata-se de um estudo com abordagem qualitativa, que valoriza as perspectivas dos sujeitos que vivenciam o problema e permite apreender aspectos relacionados à sua saúde e/ou doença, bem como determinações sociais mais amplas de suas condições de existência 5. O cenário escolhido foi o Grupo dos Diabéticos do Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP), da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói, que desenvolve um trabalho educativo-participativo há 21 anos com pessoas que vivem com Diabetes Mellitus. A pesquisa foi realizada com nove adolescentes diabéticos Tipo 1 na faixa etária entre 14 e 21 anos. A maioria estava cursando o ensino fundamental e alguns já trabalhavam. São moradores do município de Niterói, de São Gonçalo e adjacências, pertencentes à classe média ou baixa, e todos faziam tratamento com insulina, dieta, exercícios físicos e educação em saúde. Alguns realizavam testes de glicemia, quando possível. Os critérios de seleção da amostra consideraram a participação no grupo há mais de dois anos e a freqüência regular ao serviço. O período da coleta foi de setembro a novembro de 2005, ocorrendo uma dinâmica a cada quinze dias. Utilizamos a Teoria das Representações Sociais que permite explicar fatos sociais considerados essenciais e passíveis de observação e interpretação. Esta Teoria reflete a forma do indivíduo conhecer o mundo e se comunicar, representando um produto da sociedade 6. p.570 R Enferm UERJ, Rio de Janeiro, 2007 out/dez; 15(4):

3 A adolescência é uma fase cujo desenvolvimento biopsicológico é marcado por forte influência social, o que fundamenta utilizar a Teoria das Representações Sociais com os sujeitos desta pesquisa 7. Frente a este mundo de objetos, pessoas, acontecimentos ou idéias, não somos apenas automatismos [...] partilhamos esse mundo com os outros, que nos servem de apoio, às vezes de forma convergente, outras pelo conflito, para compreendê-lo, administrá-lo ou enfrentá-lo 8:17. Usamos a dinâmica de corte e colagem para captar as representações sociais do adolescente diabético em relação às suas vivências. Desenvolvemos o método através da confecção de cartazes contendo três questões pré-determinadas, que nortearam a construção do material. As dinâmicas duraram cerca de uma hora e foram realizadas individualmente, exceto com dois adolescentes que estavam comprometidos com outras tarefas. Através da confecção dos cartazes, foi expressa uma linguagem não-verbal, por meio de imagens mentais e visuais, de forma objetiva. Ao término, convidamos o participante a interpretar, através da linguagem verbal, as imagens dos cartazes, descartando o risco da interpretação errônea dos dados. Elas foram documentadas por intermédio de gravações e depois transcritas, preservando fielmente os depoimentos dos participantes. Solicitamos também que cada participante citasse um elemento da natureza com o qual se identificasse para ser, posteriormente, referenciado nesta pesquisa. A dinâmica foi complementada pela observação sistemática que é usada em pesquisas quando se deseja uma descrição dos fenômenos. Esta observação ocorreu de forma planejada, em que controlamos a coleta de dados para atender propósitos específicos anteriormente predeterminados 9. Foram observados os princípios éticos da pesquisa, conforme determina a Resolução nº 196/96, do Conselho Nacional de Saúde. RESULTADOS E DISCUSSÃO A análise dos dados e discussão de suas categorias se deu à luz do referencial teórico pertinente. Como aponta Sá: uma das práticas mais comuns na pesquisa em representação social é articular dados da pesquisa com a tradicional e útil análise do conteúdo 10:86. Dessa forma, a análise ocorreu através da articulação de significados comuns entre as imagens, depoimentos e observação realizada. Estes elementos foram reunidos em três categorias relativas a cada pergunta e discutidos a seguir. O Ser Adolescente Diabético Para o ser adolescente aceitar-se como indivíduo doente, diferente de seus amigos da mesma faixa etária, é penoso demais, pois implica em ser alguém vulnerável e socialmente desvalorizado. O primeiro impacto da notícia em ser diabético pode deixá-lo confuso e assustado, o adoecer agrava o processo de adolescer. Por seu caráter crônico, necessita de um redirecionamento e reflexão acerca de suas rotinas e projetos. [...] No começo quando eu não tinha ninguém, eu fiquei muito desnorteada, não sabia o que estava fazendo. (Lua) As orientações sobre a doença, o tratamento, os cuidados e as possíveis complicações são necessárias para que as pessoas optem por mudanças de hábitos e maneira de viver, mas não são suficientes. O cuidado de si vai além, onde o próprio indivíduo tem que reconstruir e reformular seus conhecimentos. Portanto, emerge do interior de cada um como uma concretização da adesão ao tratamento, implementando os cuidados necessários 11. Este cuidado é um componente importante e indispensável no tratamento do diabetes, pois o diabético passa a ser seu próprio cuidador em cada momento do tratamento. São vários caminhos: você trata ou você não trata, você vive ou você não vive. E uma dessas escolhas é você fazer o tratamento, ou de receber ajuda. E eu já fiz a minha escolha: cuidar-me. (Lua) A dieta alimentar representa um dos principais aliados para o êxito do tratamento do Diabetes e obteve destaque entre os participantes. Entretanto, é também o grande vilão, pois aceitar uma restrição alimentar frente aos apelos sociais de fast-foods, bebidas e doces torna-se um grande desafio: Às vezes você quer tomar refrigerante, uma cerveja, você não pode ficar só olhando [...]. (Gavião) Os adolescentes apontaram o dualismo que o diabetes apresenta como um posicionamento oscilante. De forma ambígua e contraditória, alguns ressaltam o lado bom, outros o lado ruim, enquanto outros enxergam os dois ao mesmo tempo. Isso ocorre porque conviver com uma doença incurável é um desafio constante e requer contínuos ajustes na dinâmica vital. O diabetes, para mim, é como esta estrada toda embaralhada, às vezes está tudo confuso, como no horário de rush, mas às vezes está tranqüilo. (Borboleta) R Enferm UERJ, Rio de Janeiro, 2007out/dez; 15(4): p.571

4 Adolescentes diabéticos e contribuições da enfermeira Na adolescência, ocorrem mudanças constantes que envolvem o corpo e a mente. A ambigüidade se faz presente na incorporação ou negação do tratamento e dos cuidados de si, apresentando vários episódios de insegurança e de mudanças bruscas no seu comportamento 12. A revolta e negação são manifestadas quando se negligencia o tratamento, ignorando possíveis complicações. Sentimentos como tristeza, depressão, invasão, revolta e negação emergem da condição crônica e da gravidade apresentada pela doença. Situações que se intercalam com momentos de aceitação, otimismo e esperanças positivas, colocando em evidência o lado positivo e negativo do diabetes que oscila contraditoriamente. Todos os adolescentes que participaram da pesquisa referiram algum tipo de discriminação, tanto na escola como entre amigos e familiares, sendo usualmente rotulados como doentes, sofrendo comparações que provocam a diminuição da auto-estima e sentimentos de rejeição. A fala a seguir esclarece: Vários amigos me deixaram de mão, namoradas, várias coisas, trabalho que não está mais fácil, mas tem que ser assim [...]. Eu não conto para todo mundo que tenho diabetes. (Adrenalina) Alguns adolescentes relataram problemas no convívio escolar, pois não receberam ajuda dos professores e sofreram discriminações de colegas. No ambiente de trabalho, ocorre a omissão da condição porque temem a perda do emprego, visto que muitas empresas privadas desistem da admissão por considerar as possíveis faltas e licenças médicas. Esses fatores acarretam influências cruciais no desenvolvimento e socialização dos adolescentes diabéticos, o que pode gerar um comprometimento no rendimento escolar, na atuação profissional e no relacionamento interpessoal. Contribuições da Enfermeira A prática educativa da enfermeira torna-se fundamental no tratamento do diabético, na medida em que oferece os instrumentos para que o cliente consiga viver com mais esta dificuldade 13:100. As ansiedades e angústias diante da doença são, em geral, minimizadas quando se adquire conhecimentos sobre o assunto. Nesta visão, as enfermeiras que atuam no Grupo de Diabetes do Hospital foram representadas pelos adolescentes como mãos que apóiam nos momentos difíceis, com conforto e carinho, conforme depoimento a seguir: É como uma mão que ajuda a gente no nosso caminho... Representa o apoio e as informações que a enfermeira me deu. Se não houvesse os enfermeiros, eu não sei se teria tanto sucesso quanto eu estou tendo hoje. (Lua) A prática educativa visa desenvolver sujeitos autônomos, incentivando a independência para o cuidado de si e a incorporação de comportamentos que promovam sua saúde, desenvolvendo indivíduos conscientes e livres. Tal constatação é ratificada por Costa, Lunardi e Lunardi Filho 14, os quais referem que o fato de o adolescente conviver com uma doença crônica não representa uma justificativa que o impeça de participar nas tomadas de decisão. Parece fundamental a compreensão de que os pacientes necessitam ser orientados e estimulados a participar ativamente de seus processos de decidir e de se cuidar, a partir do modo como costumam viver e se cuidar 14:55. Na relação enfermeiro/cliente emergem sentimentos que facilitam a convivência dos adolescentes com o diabetes, favorecendo o tratamento e ultrapassando barreiras. O depoimento a seguir reforça este fato: São como uma família, porque elas sempre nos ensinam, nos ajudam, se preocupam com a gente [...]. É muito carinho, é muito amor, [...] é como se fosse uma mãe pra gente. (Sorriso) Nessa visão, cada integrante se enriquece com as influências que a educação em saúde - ampla e participativa - pode exercer, favorecendo a sociabilização, a independência e a valorização da pessoa diabética dentro do seu contexto social, econômico e cultural 3. A postura do profissional como dono do saber e ditador de regras que devem ser seguidas desenvolve medo e desconfiança nos clientes, dificultando a adesão ao tratamento. A enfermeira tem a responsabilidade de identificar as dificuldades que atrapalham a adesão e o cuidado de si, buscando com eles soluções para os problemas enfrentados no controle do diabetes 15. Através da construção de conhecimentos junto com os adolescentes, a educação em saúde valoriza o cuidado de si e favorece a adesão ao tratamento. Dessa forma, ele mesmo conseguirá prevenir ou minimizar inúmeros agravos à sua saúde, elaborando uma maneira própria de tornar o problema menos complicado, enfrentando ou convivendo com ele. Caminhando Rumo ao Futuro Os participantes desta pesquisa demonstraram otimismo e apontaram expectativas positivas com relação ao futuro. Para eles, o diabetes não impõe p.572 R Enferm UERJ, Rio de Janeiro, 2007 out/dez; 15(4):

5 limites que o impeçam de viver normalmente e de realizarem seus sonhos. Esse dedo polegar para cima simboliza alto astral, tudo em cima, que vai dar tudo certo. (Cérebro) A maioria dos adolescentes apontou a preocupação em ter um emprego, entrar na faculdade, ter sucesso profissional e financeiro. A competitividade e exigência do mercado de trabalho constituem uma preocupação na construção do futuro. Além disso, o diabetes pode limitá-los no mercado de trabalho ou na escolha da profissão. Mesmo diante desses fatos, não desanimam: O diabetes não vai me atrapalhar, já que eu tenho controle, vou ter uma boa vida profissional também. Eu espero um futuro bem promissor, tendo a felicidade em tudo. (Sorriso) Apesar de uma doença crônica representar uma ameaça aos projetos de vida das pessoas, o desejo da longevidade tornou-se presente, não somente por se tratar de adolescentes, que costumam idealizar seu futuro, mas também por serem adolescentes diabéticos que vislumbram seu futuro lutando no presente para controlar sua glicemia, buscando sempre a qualidade de vida. CONCLUSÕES Os objetivos desta pesquisa foram alcançados à medida que descrevemos como o Diabetes Mellitus interfere na vivência do ser adolescente diabético e analisamos como eles implementam o cuidado de si diante da sua condição crônica, além de discutirmos como a enfermeira contribui nessa situação. Consideramos importante a discussão sobre os aspectos que cercam a vivência do adolescente diabético e as contribuições da educação em saúde, tendo em vista as escassas referências sobre este tema especificamente. A educação em saúde representa um elo de integração e equilíbrio entre os elementos necessários ao tratamento do diabetes. A enfermeira possui um papel crucial na vivência de adolescentes com diabetes, principalmente quando desenvolve a prática educativa de acordo com as necessidades manifestadas pelos clientes, de forma individualizada, integral e humanizada. Caminhar com diabetes produz inúmeros acontecimentos significativos, que constroem e re-constroem particularmente cada ser adolescente. A cronicidade acompanha o indivíduo por toda a vida, mas a partir do momento que o adolescente diabético se sente valorizado e integrado ao seu cuidado, ele pode trilhar seus próprios caminhos de forma consciente e positiva. O cuidado de si com coragem e determinação na busca do equilíbrio é o melhor atalho para construir o sucesso e manter a saúde em perfeita harmonia, sendo a educação em saúde fundamental aliada neste caminhar. REFERÊNCIAS 1. Ramos FRS, Monticelli M, Nitschke RG. Um encontro da enfermagem com o adolescente brasileiro: Projeto Acolher. Brasília (DF): Associação Brasileira de Enfermagem; Ministério da Saúde (Br). Plano de reorganização de atenção à hipertensão arterial e ao Diabetes Mellitus: manual de hipertensão arterial e Diabetes Mellitus. Brasília (DF): Ministério da Saúde; Sabóia VM. Educação em saúde: a arte de talhar de pedras. Niterói (RJ): Intertexto; Foucault M. O nascimento da clínica. 3 a ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária; Leopardi MT. Metodologia da pesquisa na saúde. Santa Maria (RS): Pallotti; Guitton B, Figueiredo N, Porto I. A passagem pelos espelhos: a construção da identidade profissional da enfermeira. Niterói (RJ): Intertexto; Jodelet D, organizadora. As representações sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ; Ribeiro IB, Rodrigues BMRD. Cuidando de adolescentes com câncer: contribuições para o cuidar em enfermagem. R Enferm UERJ. 2005;13: Gil AC. Métodos e técnicas de pesquisa social. 4 a ed. São Paulo: Atlas; Sá CP. A construção do objeto de pesquisa em representações sociais. Rio de Janeiro: EdUERJ; Lunardi VL. A governabilidade na enfermagem: do poder pastoral ao cuidado de si. Florianópolis (SC): Universidade Federal de Santa Catarina; Santana MG. O corpo do ser diabético: significados e subjetividades. Florianópolis (SC): Universidade Federal de Santa Catarina; Sabóia VM. A mão dupla do poder. Niterói (RJ): EdUFF; Costa VT, Lunardi VL, Lunardi Filho WD. Autonomia versus cronicidade: uma questão ética no processo de cuidar em enfermagem. R Enferm UERJ. 2007;15: Meyer DE, Waldow VR, Lopes MJM. Marcas da diversidade: saberes e fazeres da enfermagem contemporânea. Porto Alegre (RS): Artes Médicas; Recebido em: Aprovado em: R Enferm UERJ, Rio de Janeiro, 2007out/dez; 15(4): p.573

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES

RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES RODA DE CONVERSA SOBRE PROFISSÕES Kátia Hatsue Endo Unesp hatsueendo@yahoo.com.br Daniela Bittencourt Blum - UNIP danibittenc@bol.com.br Catarina Maria de Souza Thimóteo CEETEPS - catarinamst@netonne.com.br

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Andrea da Silveira Rossi Brasília, 15 a 18 out 2013 Relato de adolescentes e jovens vivendo com HIV Todo adolescente pensa

Leia mais

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS

REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS REPERCUSSÕES NO ENSINO DA ENFERMAGEM: A VISÃO DOS PROFISSIONAIS À LUZ DAS SUAS EXPERIÊNCIAS CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado MILANEZ, Maria Rosa de Morais SOUSA, Rejane Lúcia Rodrigues Veloso ALBUQUERQUE, Judith

Leia mais

REFLETINDO SOBRE A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL COM OS ESTUDANTES DA ESCOLA MARIA AMÉLIA

REFLETINDO SOBRE A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL COM OS ESTUDANTES DA ESCOLA MARIA AMÉLIA REFLETINDO SOBRE A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL COM OS ESTUDANTES DA ESCOLA MARIA AMÉLIA Yrismara Pereira da Cruz 3, Ana Raquel Holanda Barros¹, Indira Siebra Feitosa¹. Correspondência para: yrismaracruz@hotmail.com

Leia mais

O Cuidado como uma forma de ser e de se relacionar

O Cuidado como uma forma de ser e de se relacionar O Paradigma Holístico O holismo ( de holos = todo) abrangendo a ideia de conjuntos, ou de todos e de totalidade, não engloba apenas a esfera física, mas se estende também às mais altas manifestações do

Leia mais

OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER

OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER OFICINAS PEDAGÓGICAS: CONSTRUINDO UM COMPORTAMENTO SAUDÁVEL E ÉTICO EM CRIANÇAS COM CÂNCER Autores RESUMO LIMA 1, Matheus OCCHIUZZO 2, Anna Rosa Centro de Ciências da Saúde Departamento de Enfermagem Psiquiatria

Leia mais

SENTIMENTOS DE USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS LÍCITAS E ILÍCITAS: PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO

SENTIMENTOS DE USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS LÍCITAS E ILÍCITAS: PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO SENTIMENTOS DE USUÁRIOS DE SUBSTÂNCIAS LÍCITAS E ILÍCITAS: PROCESSO DE RESSOCIALIZAÇÃO Terezinha Possa 1 Solânia Durman 2 INTRODUÇÃO: Este é um trabalho monográfico do Curso de Especialização em Saúde

Leia mais

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS

O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS O TRABALHO DOCENTE NUM PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: CONTRADIÇÕES E PERSPECTIVAS Daiana Rodrigues dos Santos Prado¹; Francine de Paulo Martins² Estudante do Curso de Pedagogia; e-mail:

Leia mais

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL

PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL PERCEPÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS DO PONTO DE VISTA FÍSICO E NUTRICIONAL Nilza Matias Oliver Cruz Faculdade Maurício de Nassau/CG nilzamoc31@hotmail.com Débora de Araújo Targino Faculdade Maurício

Leia mais

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS 2014 Gisele Vieira Ferreira Psicóloga, Especialista e Mestre em Psicologia Clínica Elenise Martins Costa Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

care XIII meeting Dra. Adriana Vidal Schmidt Médica Alergista - Mestre pela UFPR Professora do Ambulatório de Cosmiatria SBME - Regional Paraná

care XIII meeting Dra. Adriana Vidal Schmidt Médica Alergista - Mestre pela UFPR Professora do Ambulatório de Cosmiatria SBME - Regional Paraná XIII meeting care Dra. Adriana Vidal Schmidt Médica Alergista - Mestre pela UFPR Professora do Ambulatório de Cosmiatria SBME - Regional Paraná Se o seu coração é absoluto e sincero, você naturalmente

Leia mais

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO

RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO RELACIONAMENTO TERAPÊUTICO ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE TRANSPLANTADO CARDÍACO: FORÇA VITAL PARA A HUMANIZAÇÃO O transplante cardíaco é uma forma de tratamento para os pacientes com insuficiência cardíaca

Leia mais

DOENÇA RENAL CRÔNICA E SUBJETIVIDADE: IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DA DIFERENÇA ENTRE SER E TER UMA DOENÇA

DOENÇA RENAL CRÔNICA E SUBJETIVIDADE: IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DA DIFERENÇA ENTRE SER E TER UMA DOENÇA DOENÇA RENAL CRÔNICA E SUBJETIVIDADE: IMPLICAÇÕES CLÍNICAS DA DIFERENÇA ENTRE SER E TER UMA DOENÇA Priscila Rodrigues da Silva * Prof. Ms. Clovis E. Zanetti ** RESUMO: A doença renal crônica é considerada

Leia mais

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação.

Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer. A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Como saber que meu filho é dependente químico e o que fazer A importância de todos os familiares no processo de recuperação. Introdução Criar um filho é uma tarefa extremamente complexa. Além de amor,

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos

Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos Cuidados paliativos em uma Instituição de Longa Permanência para Idosos Fernanda Diniz de Sá 1, Leonildo Santos do Nascimento Júnior, Daniele Nascimento dos Santos, Magdalena Muryelle Silva Brilhante (UFRN

Leia mais

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL.

O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. ÁREA TEMÁTICA: Enfermagem O PROCESSO GERENCIAR DA ENFERMAGEM NO CENTRO CIRÚRGICO EM UM HOSPITAL REGIONAL NO MUNÍCIPIO DE PAU DOS FERROS, RN, BRASIL. CARVALHO, Sancherleny Bezerra de. Acadêmica do 6º período

Leia mais

PROJETO ESCOLA PARA PAIS

PROJETO ESCOLA PARA PAIS PROJETO ESCOLA PARA PAIS Escola Estadual Professor Bento da Silva Cesar São Carlos São Paulo Telma Pileggi Vinha Maria Suzana De Stefano Menin coordenadora da pesquisa Relator da escola: Elizabeth Silva

Leia mais

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1

VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 VISITA PRÉ-OPERATÓRIA DE ENFERMAGEM: humanizando o cuidar feminino na prática assistencial através de atividade de extensão 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 2 Ívis

Leia mais

Região. Mais um exemplo de determinação

Região. Mais um exemplo de determinação O site Psicologia Nova publica a entrevista com Úrsula Gomes, aprovada em primeiro lugar no concurso do TRT 8 0 Região. Mais um exemplo de determinação nos estudos e muita disciplina. Esse é apenas o começo

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - f o? Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. Eu quero não parar coleção Conversas #7 - ABRIL 2014 - de consigo.o usar que eu drogas f o? aç e Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora

Leia mais

coleção Conversas #25 u s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #25 u s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #25 Nã Po o s s o c s on c o ig lo o c á cuidar dos m - l os e m u m a e u cl s ín p ic ais a?. Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS

Leia mais

mente definidas as motivações do meu estar aqui e agora, como pesquisadora da temática em questão.

mente definidas as motivações do meu estar aqui e agora, como pesquisadora da temática em questão. INTRODUÇÃO i A minha vivência com o doente hanseniano ao longo do meu exercício profissional e a consciência da facticidade do ser Hanseniano enquanto portador de doença estigmatizante influenciaram, de

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL Ruanna Gonçalves Holanda 1, Hellen Pollyanna

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - u s a r Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #17 - DEZEMBRO 2014 - Sou so profes r a, Posso m a s n ão parar d aguento m e ai ensinar s? d a r a u la s Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A

Leia mais

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO

COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO COMUNICAÇÃO TERAPÊUTICA ENTRE ENFERMEIRO E PACIENTE IDOSO EM PÓS-OPERATÓRIO Kaisy Pereira Martins - UFPB kaisyjp@hotmail.com Kátia Neyla de Freitas Macêdo Costa UFPB katianeyla@yahoo.com.br Tatiana Ferreira

Leia mais

A ÉTICA NA ENFERMAGEM

A ÉTICA NA ENFERMAGEM A ÉTICA NA ENFERMAGEM Os enfermeiros são profissionais de saúde constantemente chamados a intervir e a tomar decisões, no sentido de preservar a saúde, combater a doença, ajudar a nascer e a morrer. A

Leia mais

coleção Conversas #22 - maio 2015 - Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça.

coleção Conversas #22 - maio 2015 - Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. coleção Conversas #22 - maio 2015 - assistente social. agora? Sou E Respostas perguntas para algumas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae nasceu com o desejo

Leia mais

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA A APAE E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - APRESENTAÇÃO 1- COMO SURGIU A IDÉIA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 2- O QUE SIGNIFICA INCLUSÃO ESCOLAR? 3- QUAIS AS LEIS QUE GARANTEM A EDUCAÇÃO INCLUSIVA? 4- O QUE É UMA ESCOLA

Leia mais

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO

METODOLOGIA RESULTADOS E DISCUSSÃO ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM A SAÚDE DO HOMEM NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA Ingrid Mikaela Moreira de Oliveira Enfermeira Mestranda em Bioprospecção Molecular da Universidade Regional do Cariri-URCA ingrid_lattes@hotmail.com

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO.

FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. 1 FORMAÇÃO CONTINUADA EM SERVIÇO DE PROFESSORAS DA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA PESQUISA-INTERVENÇÃO EM ESCOLA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. Autora: MERLI, Angélica de Almeida - UNINOVE - angel.almeida@uninove.edu.br

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER II JORNADA DE TÉCNICOS DE ENFERMAGEM DO INCA FORMAÇÃO E EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE NA ATENÇÃO AO CÂNCER: DESAFIOS PARA OS TÉCNICOS DE ENFERMAGEM ESPECIALIZAÇÃO DO TÉCNICO

Leia mais

TRABALHO: VILÃO OU SALVAÇÃO? Sofrimento Psíquico e Alcoolismo entre Servidores da Universidade Federal do Ceará

TRABALHO: VILÃO OU SALVAÇÃO? Sofrimento Psíquico e Alcoolismo entre Servidores da Universidade Federal do Ceará TRABALHO: VILÃO OU SALVAÇÃO? Sofrimento Psíquico e Alcoolismo entre Servidores da Universidade Federal do Ceará O Problema Alcoolismo - um dos mais graves problemas de saúde pública na atualidade. Abuso

Leia mais

A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR

A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR A INTEGRAÇÃO DA PREVENÇÃO DAS DROGAS NO CURRÍCULO ESCOLAR Robson Rogaciano Fernandes da Silva (Mestrando-Universidade Federal de Campina Grande) Ailanti de Melo Costa Lima (Graduanda-Universidade Estadual

Leia mais

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE

CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE CENTRO DE OSTEOPATIA MAÇÃS PLACE Quem somos A nossa equipa apresenta um atendimento personalizado ao nível da Osteopatia através de uma abordagem multidisciplinar de qualidade, avaliação, diagnóstico e

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

Autoestima do Professor:

Autoestima do Professor: Autoestima do Professor: combustível para ensinar e para aprender Júlio Furtado www.juliofurtado.com.br www.juliofurtado.com.br 1 Professa Confessa Abraça Adota a verdade o não-saber o compromisso de se

Leia mais

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP

Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Espiritualidade e Saúde: avaliação de uma proposta educacional para a graduação em Medicina e Enfermagem na UNIFESP Centro de História e Filosofia das Ciências da Saúde Valdir Reginato Espiritualidade

Leia mais

Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE. O Grupo Social. Inicialmente faz-se necessário

Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE. O Grupo Social. Inicialmente faz-se necessário Aula 12 A IMPORTANCIA DOS GRUPOS SOCIAS E DA FAMILIA PARA O PACIENTE Inicialmente faz-se necessário entender o que é grupo social, a sua importância e contribuição na vida de uma pessoa, para posteriormente

Leia mais

Há 4 anos. 1. Que dificuldades encontra no seu trabalho com os idosos no seu dia-a-dia?

Há 4 anos. 1. Que dificuldades encontra no seu trabalho com os idosos no seu dia-a-dia? Entrevista A13 I Experiência no lar Há quanto tempo trabalha no lar? Há 4 anos. 1 Qual é a sua função no lar? Encarregada de Serviços Gerais. Que tarefas desempenha no seu dia-a-dia? O contacto directo

Leia mais

Acupuntura: a escuta das dores subjetivas

Acupuntura: a escuta das dores subjetivas 38 Acupuntura: a escuta das dores subjetivas Simone Spadafora A maior longevidade expõe os seres vivos por mais tempo aos fatores de risco, resultando em maior possibilidade de desencadeamento de doenças

Leia mais

Dinâmica e funcionamento de grupos. Fundamentos teóricos e técnicos dos grupos. Processos obstrutivos nos grupos e nas instituições.

Dinâmica e funcionamento de grupos. Fundamentos teóricos e técnicos dos grupos. Processos obstrutivos nos grupos e nas instituições. Dinâmica e funcionamento de grupos. Fundamentos teóricos e técnicos dos grupos. Processos obstrutivos nos grupos e nas instituições. Mentalidade grupal e cultura de grupo. Grupo Operativo: instrumento

Leia mais

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11

O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1. Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 O ENSINO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA NA EDUCAÇÃO DOS JOVENS E ADULTOS EM UMA ABORDAGEM CTS 1 Educação Matemática na Educação de Jovens e Adultos GT 11 Ana Luiza Araujo COSTA anaepietro26@gmail.com Maria Simone

Leia mais

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1

A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 A ESPIRITUALIDADE DA FAMÍLIA AO TER UM FAMILIAR INTERNADO POR DOENÇA CRÔNICA: RELATO DE VIVÊNCIA 1 ROSSATO, Karine 2 ; GIRARDON-PERLINI, Nara Marilene Oliveira 3, MISTURA, Claudelí 4, CHEROBINI, Márcia

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL

III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL III CONGRESSO BRASILEIRO DE RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E I ENCONTRO LATINO-AMERICANO SOBRE FAMILIA E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL De 19 a 22 de Julho de 2013 1) Tipo e título da atividade proposta: a)

Leia mais

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Família Secretaria Municipal de Saúde CASC - Centro de Atenção a Saúde Coletiva Administração Municipal Horizontina RS Noroeste do Estado Distante 520 Km da

Leia mais

Avaliação-Pibid-Metas

Avaliação-Pibid-Metas Bolsista ID: Claines kremer Avaliação-Pibid-Metas A Inserção Este ano o reingresso na escola foi diferente, pois já estávamos inseridas na mesma há praticamente um ano. Fomos bem recepcionadas por toda

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV HEY, Claudia Maria 1 BONOMETO, Tatiane Caroline 2 TRENTINI, Fabiana Vosgerau 3 Apresentador (es): Claudia

Leia mais

O AMBIENTE ESCOLAR COMO ESPAÇO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE: PERSPECTIVAS A PARTIR DE UM PROJETO DE EXTENSÃO

O AMBIENTE ESCOLAR COMO ESPAÇO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE: PERSPECTIVAS A PARTIR DE UM PROJETO DE EXTENSÃO O AMBIENTE ESCOLAR COMO ESPAÇO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE: PERSPECTIVAS A PARTIR DE UM PROJETO DE EXTENSÃO ALENCAR 1, Islany Costa BATISTA 2, Lais Duarte CRUZ 3, Pedro José Santos Carneiro Cruz SIMON 4, Eduardo

Leia mais

Prof. Denilson A. Rossi

Prof. Denilson A. Rossi Prof. Denilson A. Rossi A relação interpessoal, no trabalho PASTORAL, é importante? Por que? A relação interpessoal interfere no sucesso ou no fracasso da organização? Como? Por que algumas pessoas têm

Leia mais

COMO SOBREVIVER À RESOLUÇÃO NORMATIVA 259/11?

COMO SOBREVIVER À RESOLUÇÃO NORMATIVA 259/11? COMO SOBREVIVER À RESOLUÇÃO NORMATIVA 259/11? HOW TO SURVIVE THE NORMATIVE RESOLUTION 259/11? CÓMO SOBREVIVIR A LA NORMATIVA RESOLUCIÓN 259/11? RESUMO: Este texto é fruto de uma pesquisa bibliográfica.

Leia mais

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres

Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres 2 Proposta para Implantação do Programa Atividade Física & Mulheres Ana Paula Bueno de Moraes Oliveira Graduada em Serviço Social Pontifícia Universidade Católica de Campinas - PUC Campinas Especialista

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA.

FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. FORMAÇÃO CONTINUADA: MUDANÇAS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA VIVÊNCIA DE UM PROGRAMA. Rosângela de Fátima Cavalcante França* Universidade Federal de Mato Grosso do Sul RESUMO Este texto apresenta de forma resumida

Leia mais

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM

COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM COMPETÊNCIAS E SABERES EM ENFERMAGEM Faz aquilo em que acreditas e acredita naquilo que fazes. Tudo o resto é perda de energia e de tempo. Nisargadatta Atualmente um dos desafios mais importantes que se

Leia mais

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS.

ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. N 430 - OLIVEIRA Eloiza da Silva Gomes de, ENCARNAÇÃO Aline Pereira da, SANTOS Lázaro ACESSO AO ENSINO SUPERIOR NO BRASIL: DIFICULDADES, ANSEIOS E SUGESTÕES DOS ALUNOS. O Vestibular se reveste de grande

Leia mais

EXTENSÃO DE ESPANHOL: CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DOS ALUNOS, DA CIDADE DOS MENINOS

EXTENSÃO DE ESPANHOL: CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DOS ALUNOS, DA CIDADE DOS MENINOS 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXTENSÃO DE

Leia mais

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS

13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS 13. A FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL, AS ÁREAS DE CONHECIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA ATÉ OS 6 ANOS A importância da formação pessoal e social da criança para o seu desenvolvimento integral e para a

Leia mais

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS

RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS RAZÕES QUE DESMOTIVAM E MOTIVAM NA APRENDIZAGEM EM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE UMA ESCOLA PÚBLICA DE PELOTAS Roberta A. dos Santos 1* (IC), Karen.L. Cruz 1 (IC) Verno Krüger 2 (PQ) beta x@hotmail.com 1-

Leia mais

Patrocínio Institucional Parceria Apoio

Patrocínio Institucional Parceria Apoio Patrocínio Institucional Parceria Apoio InfoReggae - Edição 71 A Gestão Social no Brasil 13 de Fevereiro de 2015 O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura

Leia mais

Seis dicas para você ser mais feliz

Seis dicas para você ser mais feliz Seis dicas para você ser mais feliz Desenvolva a sua Espiritualidade A parte espiritual é de fundamental importância para o equilíbrio espiritual, emocional e físico do ser humano. Estar em contato com

Leia mais

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO

AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 A avaliação de desempenho é uma apreciação sistemática do desempenho dos trabalhadores nos respectivos cargos e áreas de actuação e do seu potencial de desenvolvimento (Chiavenato).

Leia mais

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES)

ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ATENÇÃO PRIMÁRIA (SAÚDE COLETIVA, PROMOÇÃO DA SAÚDE E SEMELHANTES) ID: 103 A IMPORTÂNCIA DA CONSULTA DE ENFERMAGEM NO PRÉ-NATAL, NA PERSPECTIVA DO ENFERMEIRO Enfa. Aryhadne Michelle Chimicoviacki Machado

Leia mais

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS

Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS Área temática: Enfermagem CÂNCER NA ADOLESCÊNCIA: SENTIMENTOS DOS PORTADORES E PAPEIS DE FAMILIARES E ENFERMEIROS Graziela Silva do Nascimento Discente do curso de Enfermagem da UFPB. E-mail: graziela_nascimento_@hotmail.com

Leia mais

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO

O ENSINO DE CIÊNCIAS NATURAIS NO FAZER PEDAGÓGICO ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE LAMBARI D OESTE SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA MATOS, Alaíde Arjona de 1 OLIVEIRA, Sônia Fernandes de 2 Professora da rede municipal de ensino

Leia mais

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL?

PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? PSICOLOGIA E ONCOLOGIA: UMA PARCERIA ESSENCIAL? Aline Fernanda Sartori Kanegusuku¹; Marina Tiemi Kobiyama Sonohara 1 ; Angélica Aparecida Valenza¹; Nemerson José Jesus¹; Sandra Diamante² RESUMO Para compreender

Leia mais

922 ambientalmentesustentable, 2015, (II), 20

922 ambientalmentesustentable, 2015, (II), 20 922 ambientalmentesustentable, 2015, (II), 20 EA NAS ESCOLAS E UNIVERSIDADES eissn: 2386-4362 Educação ambiental na escola professora Neilde Pimentel Santos itabaiana/se Environmental education in Neilde

Leia mais

Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos

Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Autovaliação em Práticas de Linguagem: uma reflexão sobre o planejamento de textos Luna Abrano Bocchi Laís Oliveira O estudante autônomo é aquele que sabe em que direção deve avançar, que tem ou está em

Leia mais

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um.

coleção Conversas #10 - junho 2014 - Respostas que podem estar sendo feitas para algumas perguntas Garoto de Programa por um. coleção Conversas #10 - junho 2014 - Eu sou Estou garoto num de programa. caminho errado? Respostas para algumas perguntas que podem estar sendo feitas Garoto de Programa por um. A Coleção CONVERSAS da

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

9. A realidade da inclusão

9. A realidade da inclusão 9. A realidade da inclusão A filosofia da inclusão ainda está muito aquém de ser posta em prática da forma como realmente se espera. Para que se tenha uma escola para todos, temos que conceber professores

Leia mais

Meio Ambiente PROJETOS CULTURAIS. 4 0 a O - fu dame tal. Cuidar da vida também é coisa de criança. Justificativa

Meio Ambiente PROJETOS CULTURAIS. 4 0 a O - fu dame tal. Cuidar da vida também é coisa de criança. Justificativa Meio Ambiente 4 0 a O - fu dame tal Cuidar da vida também é coisa de criança Justificativa PROJETOS CULTURAIS Na idade escolar, as crianças estão conhecendo o mundo (Freire, 1992), sentindo, observando,

Leia mais

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA POSSIBILIDADE DE ACESSO A EDUCAÇÃO E INCLUSÃO SOCIAL ATRAVÉS DO PROGRAMA MULHERES MIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Albertina Marília Alves Guedes¹ Elisa Angélica Alves Guedes² Maria Nizete de Menezes Gomes

Leia mais

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova.

No final desse período, o discurso por uma sociedade moderna leva a elite a simpatizar com os movimentos da escola nova. 12. As concepções de educação infantil Conforme OLIVEIRA, a educação infantil no Brasil, historicamente, foi semelhante a outros países. No Séc. XIX tiveram iniciativas isoladas de proteção à infância

Leia mais

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO

TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO TÍTULO: A DIMENSÃO TÉCNICO-OPERATIVO DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL: RELEITURA DOS INSTRUMENTOS E TÉCNICAS UTILIZADOS NA PROFISSÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: SERVIÇO

Leia mais

Valores educacionais do Olimpismo

Valores educacionais do Olimpismo Valores educacionais do Olimpismo Aula 3 Busca pela excelência e equilíbrio entre corpo, vontade e mente Rio 2016 Versão 1.0 Objetivos 1 Detalhar o valor busca pela excelência 2 Apresentar estratégias

Leia mais

AS MANIFESTAÇÕES DE VIOLÊNCIA E A CONSTRUÇÃO DE VALORES HUMANOS NO PROJETO ESPORTE NA COMUNIDADE, NA LOCALIDADE DE MONDUBIM.

AS MANIFESTAÇÕES DE VIOLÊNCIA E A CONSTRUÇÃO DE VALORES HUMANOS NO PROJETO ESPORTE NA COMUNIDADE, NA LOCALIDADE DE MONDUBIM. AS MANIFESTAÇÕES DE VIOLÊNCIA E A CONSTRUÇÃO DE VALORES HUMANOS NO PROJETO ESPORTE NA COMUNIDADE, NA LOCALIDADE DE MONDUBIM. ALISON NASCIMENTO FARIAS. 1 LÚCIA REJANE DE ARAÚJO BARONTINI. 2 UNIVERSIDADE

Leia mais

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4

Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Guia do Educador CARO EDUCADOR ORIENTADOR Sumário 1. CARO EDUCADOR ORIENTADOR 3 2. PARCEIROS VOLUNTÁRIOS 3 3. TRIBOS NAS TRILHAS DA CIDADANIA 4 Objetivo GERAL 5 METODOLOGIA 5 A QUEM SE DESTINA? 6 O QUE

Leia mais

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças

5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças 5º Congresso Internacional dos Hospitais Serviço Nacional de Saúde. (Re)Conhecer as Mudanças Refletir sobre as resposta de saúde e a inclusão da família Relembrar os objetivos das famílias Questionar as

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA NO ENSINO MÉDIO: O QUE PENSAM PROFESSORES, ALUNOS E REPRESENTANTES DO COMÉRCIO DO MUNICÍPIO DE BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA

MATEMÁTICA FINANCEIRA NO ENSINO MÉDIO: O QUE PENSAM PROFESSORES, ALUNOS E REPRESENTANTES DO COMÉRCIO DO MUNICÍPIO DE BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA MATEMÁTICA FINANCEIRA NO ENSINO MÉDIO: O QUE PENSAM PROFESSORES, ALUNOS E REPRESENTANTES DO COMÉRCIO DO MUNICÍPIO DE BOA VISTA ESTADO DE RORAIMA José Roberto da silva Almeida, Arno Bayer jrsa12@hotmail.com,

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

coleção Conversas #6 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça.

coleção Conversas #6 Respostas que podem estar passando para algumas perguntas pela sua cabeça. coleção Conversas #6 Eu Posso com a s fazer próprias justiça mãos? Respostas para algumas perguntas que podem estar passando pela sua cabeça. A Coleção CONVERSAS da Editora AfroReggae nasceu com o desejo

Leia mais

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO

GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO GEOMETRIA NO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIA COM UM PROJETO DE EXTENSÃO André Luís Mattedi Dias mattedi@uefs.br Jamerson dos Santos Pereira pereirajamerson@hotmail.com Jany Santos Souza Goulart janymsdesenho@yahoo.com.br

Leia mais

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER

TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER TÍTULO: A VIVÊNCIA DO PSICÓLOGO HOSPITALAR DIANTE DA HOSPITALIZAÇÃO DA CRIANÇA COM CÂNCER CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DE RIBEIRÃO

Leia mais

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva

Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Constituição de competência para humanização da assistência na prática do enfermeiro em Unidade de Terapia Intensiva Nara Elizia Souza de OLIVEIRA 1 ; Lizete Malagoni de A. C. OLIVEIRA 2 ; Roselma LUCCHESE

Leia mais

PAR. Torne-se um PAR para que sua vida seja ÍMPAR ACELBRA-RJ

PAR. Torne-se um PAR para que sua vida seja ÍMPAR ACELBRA-RJ PAR Torne-se um PAR para que sua vida seja ÍMPAR ACELBRA-RJ PAR Paciente Ativo e Responsável ACELBRA-RJ Ser um PAR celíaco Flávia Anastácio de Paula Adaptação do Texto de Luciana Holtz de Camargo Barros

Leia mais

Cuidados paliativos e a assistência ao luto

Cuidados paliativos e a assistência ao luto Cuidados paliativos e a assistência ao luto O processo de luto tem início a partir do momento em que é recebido o diagnóstico de uma doença fatal ou potencialmente fatal. As perdas decorrentes assim se

Leia mais

PESQUISA DE CABELEIREIRA/TÉCNICO DE ESTÉTICA:

PESQUISA DE CABELEIREIRA/TÉCNICO DE ESTÉTICA: Fundo Perpétuo de Educação PESQUISA DE CABELEIREIRA/TÉCNICO DE ESTÉTICA: Os depoimentos, ensinamentos e metas dos participantes mais bem sucedidos. A escolha da escola fez a diferença na sua colocação

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

PSICOLOGIA (CEF) - PLANIFICAÇÃO MÓDULO 1 - CRESCER E DESENVOLVER-SE

PSICOLOGIA (CEF) - PLANIFICAÇÃO MÓDULO 1 - CRESCER E DESENVOLVER-SE PSICOLOGIA (CEF) - PLANIFICAÇÃO MÓDULO 1 - CRESCER E DESENVOLVER-SE COMPETÊNCIAS CONTEÚDOS ACTIVIDADES/ - Apresentar comportamentos que promovam um melhor crescimento saudável de si, dada a compreensão

Leia mais

Agora que tenho diabetes... O que posso fazer para permanecer no controle?

Agora que tenho diabetes... O que posso fazer para permanecer no controle? Agora que tenho diabetes... O que posso fazer para permanecer no controle? Tenho diabetes: o que isso significa, afinal? Agora que você recebeu o diagnóstico de diabetes, você começará a pensar em muitas

Leia mais