CLARISSA BENASSI G. DA COSTA

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1 Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato- Grosso CAMPUS CUIABÁ OCTAYDE JORGE DA SILVA CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO LATO SENSU A DISTÂNCIA: EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INCLUSIVA CLARISSA BENASSI G. DA COSTA A AMPLIAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NO NÚCLEO DE ATENDIMENTO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECÍFICAS (NAPNE) NO INSTITUTO FEDERAL DO SUL DE MINAS GERAIS - CAMPUS MUZAMBINHO Cuiabá - MT Outubro 2009

2 Ficha Catalográfica COSTA, Clarissa Benassi Gonçalves da A Ampliação de Recursos Humanos no Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) no Instituto Federal do Sul de Minas Gerais - Campus Muzambinho Cuiabá -MT, f. D ANDREA, Alexandre Fonseca Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso Trabalho de Conclusão Curso de Especialização Lato Sensu a Distância: Educação Profissional e Tecnológica Inclusiva.

3 CLARISSA BENASSI G. DA COSTA A AMPLIAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NO NÚCLEO DE ATENDIMENTO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECÍFICAS (NAPNE) NO INSTITUTO FEDERAL DO SUL DE MINAS GERAIS - CAMPUS MUZAMBINHO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Departamento de Pesquisa e Pós- Graduação do Curso de Especialização em Educação Profissional Tecnológica Inclusiva, do INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO- GROSSO - CAMPUS CUIABÁ - OCTAYDE JORGE DA SILVA, como requisito para a obtenção do título de Especialista. Orientador: Prof. Dr. Alexandre Fonseca D Andrea Cuiabá - MT Outubro 2009

4 CLARISSA BENASSI G. DA COSTA A AMPLIAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS NO NÚCLEO DE ATENDIMENTO ÀS PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECÍFICAS (NAPNE) NO INSTITUTO FEDERAL DO SUL DE MINAS GERAIS - CAMPUS MUZAMBINHO Trabalho de Conclusão de Curso em Educação Profissional Tecnológica Inclusiva, submetido à Banca Examinadora composta pelos Professores do Programa de Pós-Graduação do Centro Federal de Educação Tecnológica de Mato Grosso como parte dos requisitos necessários à obtenção do título de Especialista. Aprovado em: Prof. Dr. Alexandre Fonseca D Andrea (Orientador) Prof. Dr. Luciana Maria Vieira Lopes Mendonça (Co-orientador) Prof. MSc. Sérgio Pedini (Membro da Banca) Prof. MSc. Vera Lúcia de Souza e Lima (Membro da Banca) Cuiabá - MT Maio 2009

5 DEDICATÓRIA Dedico à minha família e a todos os meus amigos especiais.

6 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus pela oportunidade. À minha família pelo incentivo. Ao meu orientador pelo conhecimento compartilhado. Aos meus colegas de curso pelas palavras amigas nas horas de desânimo e por fazerem o longo caminho rumo à Inclusão, mais fácil de se trilhar.

7 "Sei que meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele, o oceano seria menor" (Madre Tereza de Calcutá).

8 RESUMO A presente pesquisa tem como principal objetivo avaliar a importância da contratação de profissionais adequados e qualificados para atuar junto ao Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais campus Muzambinho (IF) a fim de diagnosticar problemas e desenvolver técnicas e métodos que possibilitem a solução dos entraves de aprendizagem, no espaço institucional. A criação do NAPNE, na Instituição, tem o objetivo de apoiar as pessoas com necessidades educacionais específicas (PNEEs) e promover a inclusão em suas variadas formas. Para que isso aconteça, o NAPNE deve contar com profissionais adequados e qualificados que irão dar o suporte necessário para toda a equipe. Esses profissionais têm grande importância no processo de Inclusão de PNEEs, pois seu trabalho visa desenvolver as capacidades dos alunos, avaliar e identificar os problemas de aprendizagem e, dessa forma, garantir o acesso de todos à educação. O universo desta pesquisa foi composto pelas Unidades do Instituto Federal de Minas Gerais, do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais e do Instituto Federal do Sul de Minas Gerais e a população-alvo estudada foi constituída pelos membros das equipes do NAPNE de cada unidade desses Institutos. Numa ação de continuidade, o presente trabalho será apresentado à direção do IF como subsídio para a contratação dos profissionais adequados para compor a equipe do NAPNE implantado pela Instituição. Espera-se, com este projeto, comprovar a importância da contratação de profissionais adequados para fazer parte do NAPNE do IF campus Muzambinho. Palavras-chave: Inclusão; Educação Especial; Recursos Humanos; Núcleo de Atendimento; NAPNE; PNEE.

9 ABSTRACT This present research has as its main aim to evaluate the importance of hiring suitable and skilled professionals to act next to Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) which belongs to the Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais Campus Muzambinho (IF) in order to diagnose matters, develop techniques and methods that make it possible the solution for obstacles concerning to learning, in the institutional space. The creation of NAPNE, in the institution, has the aim of supporting people with specific educational needs (PNEEs) and promoting inclusion in its several ways. Therefore, in order this happens, the Service Nucleus (Núcleo de Atendimento) should count on suitable and qualified professionals who will provide necessary support for the whole team. These professionals have a great importance in the process of PNEEs inclusion, because its work aims to develop the students abilities, evaluates and identifies the matters concerning to learning and, this way, assuring everyone the access to education. The universe of this research was compound for the following institutional units: Unidades do Instituto Federal de Minas Gerais, Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais e Instituto Federal do Sul de Minas Gerais. The target population studied was constituted of members of NAPNE staff of each unit from the Institutes above mentioned. After the defense, this research will be presented to the IF direction as a subsidy for the hiring of the suitable professionals to create the NAPNE staff implanted by the Institution. We hope, with this project, to prove the importance of hiring suitable professionals to take part in the IF NAPNE Muzambinho campus. Key words: inclusion; Special Education; Human Resources; Service Nucleus.

10 SUMÁRIO 1.INTRODUÇÃO Problema Hipótese JUSTIFICATIVA OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos REFERENCIAL TEÓRICO Breve Histórico sobre a Inclusão As PNEE s e algumas características Tipos de Deficiência A importância de profissionais qualificados na Instituição Escolar O Psicólogo Escolar e o Psicopedagogo O Assistente Social METODOLOGIA RESULTADOS OBTIDOS CONCLUSÃO CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA Referências APÊNDICE Questionário

11 1. INTRODUÇÃO Muito se tem discutido, no campo educacional e social do país, sobre a inclusão da pessoa com necessidades específicas. Apesar de a inclusão não dizer respeito somente à escola, é nesse ambiente que o assunto vem ganhando mais força e gerando mais questionamentos por parte dos pais e educadores. No âmbito escolar, a inclusão refere-se ao processo de educar-ensinar, no mesmo grupo, pessoas com e/ou sem necessidades educacionais específicas, durante sua permanência na escola. Nessa concepção, toda escola deveria estar preparada, tanto em termos físicos (mobiliário, espaço físico etc.), quanto em termos pedagógicos, não só para receber e atender todo tipo de aluno, mas também para respeitar suas diferenças e educar de acordo com o ritmo e as possibilidades de cada um. Em termos pedagógicos, toda Instituição de ensino, que tem como objetivo, melhorar a qualidade de ensino-aprendizagem, evitar a evasão escolar e garantir a permanência dos alunos com ou sem deficiências, deve ter, como meta, a implantação de um Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas (NAPNE). O NAPNE tem, como objetivo, oferecer apoio didático-pedagógico aos alunos com NEE e seus professores; oferecer apoio psicológico aos alunos e servidores da Instituição que estão ligados, direta ou indiretamente, com a educação; articular ações de ensino, pesquisa e extensão na área das necessidades educacionais específicas e trabalhar, de forma articulada, com a acessibilidade. O Núcleo de Atendimento pode propiciar que a Instituição a que está vinculado promova cursos em Braile a fim de incluir pessoas com deficiência visual; aquisição de Tecnologias Assistivas; sala de aula com acessibilidade acústica para alunos com deficiência auditiva; adaptação do mobiliário bem como a estrutura arquitetônica de toda a Instituição de forma a promover a acessibilidade a todos. Para alcançar seus objetivos, o NAPNE deve contar com uma equipe multiprofissional, estando entre seus membros, professores, servidores ligados à área da educação, a família dos próprios alunos, como também profissionais qualificados e especializados. Dentre esses profissionais especializados, o Psicólogo, o Psicopedagogo e o Assistente Social são imprescindíveis para realizar estes objetivos, pois poderão auxiliar no diagnóstico, na prevenção e solução de

12 11 problemas no processo ensino-aprendizagem de alunos que apresentam necessidades educacionais específicas. Dessa forma, esta pesquisa pretendeu realizar um diagnóstico sobre o NAPNE nos IFs e avaliar a importância de se contratar profissionais adequados e qualificados para compor a equipe do NAPNE do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais campus Muzambinho (IF), a fim de se obterem resultados satisfatórios no trabalho de promover a Inclusão de todos os alunos que necessitem de auxílio psicológico e apoio no desenvolvimento da aprendizagem e na aquisição de conhecimento. Esta pesquisa é descritiva, pois registra e relaciona fatos, sem manipulá-los, e procura conhecer as diversas relações e situações que ocorrem na vida e no comportamento dos indivíduos. 1.1 Problema Atualmente, apesar de tratar-se de um assunto gerador de certa polêmica, pode-se perceber a quebra de muitos paradigmas em relação à Inclusão de Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (PNEE s) em escolas regulares do país. Esses novos paradigmas estão mudando o estereótipo em torno das pessoas com necessidades especiais e evidenciam que elas são capazes, desde que lhes sejam oferecidas oportunidades, que sejam respeitadas e valorizadas em suas diferenças. Por outro lado, a falta de formação e informação e, acima de tudo, o preconceito a respeito do tema, ainda têm delegado a essas pessoas, papéis e posições que não favorecem as suas potencialidades, gerando grandes obstáculos para a sua participação e aceitação na sociedade. Por princípio, a escola é a primeira instituição que se deve transformar a fim de propiciar às pessoas melhores condições de aprendizagem. Nesse sentido, não se trata apenas de admitir a matrícula, mas também de oferecer serviços complementares, adotar práticas criativas, adaptar o projeto pedagógico, rever posturas e construir uma nova filosofia educativa. É necessária uma educação voltada para os valores humanos, uma educação que permita a transformação da sociedade, uma escola que acredite nas diferentes possibilidades e nos diferentes caminhos que cada um traça para a sua

13 12 aprendizagem. Para que isto aconteça, não se devem transformar apenas as salas de aula, a matriz curricular, a forma como o professor vai atuar, mas também todos os setores da Escola que participem direta ou indiretamente na educação desses alunos Hipótese A contratação de profissionais adequados e qualificados para atuar junto ao NAPNE pode propiciar um ambiente favorável ao processo ensino-aprendizagem, que resulte na redução da evasão de alunos com necessidades educacionais específicas e no seu melhor aproveitamento nas atividades didático-pedagógicas das instituições.

14 13 2 JUSTIFICATIVA A Inclusão no meio escolar tem causado muitas dúvidas em se tratando de como lidar com esta questão entre pais, professores e alunos. A razão mais importante da Inclusão de PNEE s é o valor social, é a pessoa se sentir integrada em seu grupo, apesar das diferenças. A arte de facilitar a inclusão envolve criatividade, desejo de mudanças, elevação da auto-estima do educando, redimensionamento de ações e de vencer os medos que provocam os limites (STAINBACK; STAINBACK,1999, p.22). Incluir alunos com os mais variados tipos de dificuldades no aprendizado, nada mais é do que garantir o acesso de todos à educação. Como consequência, para se obter um ensino de qualidade, a Instituição deve se tornar apta para responder às necessidades de cada um de seus alunos, de acordo com suas especificidades, por meio da mudança de seus posicionamentos e da exigência de modernização, inovação e aperfeiçoamento das práticas educativas por parte de seus professores. Com o intuito de promover a inclusão de alunos com necessidades educacionais específicas e garantir-lhes o acesso à educação, o IF campus Muzambinho criou, em novembro de 2004, quando ainda se intitulava Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho, o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) e conta com diversas ações implantadas como o desenvolvimento de pesquisas voltadas para a questão da Inclusão na Instituição, a adequação dos requisitos de acesso e do currículo dos diversos cursos, a quebra de barreiras arquitetônicas, a adaptação de instalações para deficientes físicos, a aquisição de Tecnologias Assistivas, entre outras. Por outro lado, mesmo diante de tantas conquistas, o IF campus Muzambinho ainda não possui uma política de intervenção capaz de contribuir para a superação dos problemas de aprendizagem. O NAPNE não conta com profissionais capacitados para diagnosticar, prevenir e solucionar problemas advindos do processo ensino-aprendizagem, nem para observar e avaliar, juntamente com o setor pedagógico, como garantir o bom êxito na aprendizagem e como a família exerce o seu papel de parceira nesse processo.

15 14 Diante desse fato e da preocupação com a Inclusão de PNEE s no IF Sul de Minas Gerais campus Muzambinho e na sociedade, sentiu-se a necessidade de elaborar um projeto que abordasse a importância da inserção de profissionais adequados e qualificados como o Psicólogo, o Psicopedagogo e o Assistente Social, como apoio indispensável no Núcleo de Atendimento.

16 15 3 OBJETIVOS 3.1 Objetivo Geral Diagnosticar os NAPNE dos IFs de Minas Gerais e avaliar a importância da contratação de profissionais qualificados para atuar junto ao NAPNE do Instituto Federal do Sul de Minas Gerais - campus Muzambinho a fim de solucionar problemas, desenvolver técnicas e métodos que possibilitem a solução dos entraves de aprendizagem, no espaço institucional. 3.2 Objetivos Específicos Quantificar as Unidades dos Institutos pesquisados que possuem o NAPNE implantado; Verificar quantos membros existem nos NAPNEs das Unidades pesquisadas e quantos deles são especializados em Psicologia, Psicopedagogia e Assistência Social; Listar quais ações os NAPNEs desenvolvem em prol da Inclusão e quais ainda pretendem desenvolver; Investigar a opinião dos Coordenadores de cada NAPNE sobre a importância de se contratar profissionais qualificados como o Assistente Social, o Psicólogo e o Psicopedagogo para dar suporte ao Núcleo de Atendimento.

17 16 4. REFERENCIAL TEÓRICO 4.1 Breve Histórico sobre a Inclusão Para que se compreenda como a Inclusão de Pessoas com Necessidades Específicas veio aos poucos sendo inserida ou aceita na sociedade atual, é necessário que se faça um breve histórico da trajetória da inclusão desses indivíduos. A forma de pensar e por consequência a forma de agir com relação à deficiência enquanto fenômeno e à pessoa com necessidades educacionais especiais enquanto ser, modificaram-se no decorrer do tempo e das condições sócio-históricas (BRASIL, 2000a). Na Idade Média, século XV, as pessoas com deficiência não eram mais sacrificadas ou mortas, porém, continuavam banidas de qualquer convívio social. Por influência da Igreja, eram consideradas produto do pecado e do demônio. Na Idade Moderna, a partir do século XV até o século XVIII, foram criadas instituições para cuidar e abrigar as pessoas com deficiências, nas quais elas eram trancafiadas. Segundo Bueno (1993), a história da educação especial considera o século XVI como a época em que se iniciou a educação das pessoas com necessidades específicas, através da educação da criança surda. Este período é denominado como uma época de precursores; é atribuído ao monge beneditino Pedro Ponce, em 1541, na Espanha, o início de um trabalho com crianças surdas. Ele morreu em 1549 e, após a sua morte, não houve continuidade de seu trabalho. Para Quirós e Gueler (apud BUENO, 1993, p.58), Apenas no século XVII é que surgiram novos educadores de crianças surdas, como Ramirez de Carrión e Juan Carlos Bonet, na Espanha, que exerceram influência em outros países europeus, principalmente o último que publicou, em 1619, obra considerada como o primeiro manual de educação de surdos: Redução das letras e arte de ensinar a falar os mudos. Embora o sistema de preceptores fosse substituído aos poucos, ainda nos meados do século XVII e início do XVIII, era uma prática muito comum. Enquanto para a criança ouvinte, nessa época, o ensino se constituísse em aprender a leitura e a gramática, para os alunos surdos se restringia a técnicas de substituição da fala

18 17 por gestos. É importante destacar que isso era um privilégio das elites da nobreza e da burguesia em ascensão. Somente a partir do século XIX, as pessoas com deficiência passam a ser vistas como cidadãs, mas ainda sob uma visão caritativa e assistencialista. Em 1942, já havia no Brasil, quarenta escolas públicas regulares que prestavam algum tipo de atendimento a alunos com deficiência mental e quatorze que atendiam alunos com outras necessidades específicas (CAUZ; IACONO, 2008). Em 1986, a expressão alunos excepcionais foi substituída por alunos portadores de necessidades especiais e então a prática da inclusão social se intensificou (CAUZ; IACONO, 2008). Na atualidade, pode-se perceber a quebra de muitos paradigmas e, segundo Mendes (2001, p.18), No Brasil, o debate sobre a educação inclusiva vem provocando polêmica, estridência e polarização no país, principalmente pela falta de uma definição entre essas duas tendências (integração e/ou inclusão), e seu maior impacto tem incidido na questão da Educação Especial. Atualmente, temos nos deparado com novos paradigmas que estão mudando as representações sociais em torno das pessoas com necessidades específicas e evidenciando que elas são capazes, desde que sejam respeitadas e valorizadas em suas diferenças e lhes sejam oferecidas oportunidades. 4.2 As PNEE s e algumas características Pessoa com deficiência e necessidades específicas é aquela que apresenta em caráter temporário ou permanente, significativas diferenças físicas, sensoriais ou intelectuais, decorrentes de fatores inatos ou adquiridos, que acarretam dificuldades em sua interação com o meio social, necessitando por isso, de recursos especializados para desenvolver seu potencial e superar ou minimizar suas dificuldades (CARVALHO, 1994, p. 130). Para Clemente (2003), a deficiência é uma redução efetiva a acentuada da capacidade de integração social, que leva a pessoa a usar equipamentos, adaptações, meios e recursos especiais a fim de receber ou transmitir informações necessárias ao desempenho de funções.

19 18 A Declaração de Salamanca é considerada mundialmente um dos mais importantes documentos que visam à inclusão social. Faz parte da tendência mundial que vem consolidando a educação inclusiva. Sua origem é normalmente atribuída aos movimentos em favor dos direitos humanos e contra instituições segregacioanistas, movimentos iniciados a partir das décadas de 60 e 70 do século XX. De acordo com a Declaração de Salamanca (1994), pessoas com necessidades educacionais específicas (PNEE) referem-se a todas as crianças e jovens cujas necessidades decorrem de sua capacidade ou de suas dificuldades de aprendizagem. Muitas crianças experimentam dificuldades de aprendizagem e têm, portanto, necessidades educacionais específicas em algum momento de sua escolarização. Segundo Carneiro (1998, p.41), as deficiências classificam-se em: a. Portadores de Deficiência Auditivas, Visuais (sensorial), Mental, Física, Múltipla; b. Portadores de Condutas Típicas (comportamentos típicos de portadores de síndromes e quadros psicológicos, neurológicos ou psiquiátricos com repercussão sobre o desenvolvimento e comprometimento no relacionamento social); c. Crianças de Alto Risco (aquelas que têm o desenvolvimento fragilizado em decorrência de fatores como: gestação inadequada, alimentação imprópria, nascimento prematuro, etc); d. Portadores de Altas Habilidades (também chamados de superdotados, são aquelas crianças que exibem elevada potencialidade em aspectos como: capacidade intelectual geral; acadêmica específica; capacidade criativa e produtiva; alta performance em liderança; elevada capacidade psicomotora; talento especial para artes). Alunos que apresentam padrões comportamentais denominados condutas típicas, como citados acima, merecem tanta atenção por parte da Instituição de Ensino quanto os alunos que apresentam deficiências diagnosticadas a partir de um laudo médico. Tanto uma quanto a outra, podem comprometer a aprendizagem se não forem atendidas no modo e no momento exato.

20 19 De acordo com Stainback e Stainback (1980 apud BRASIL, 2002), as condutas típicas mais comuns são: a. Distúrbios da Atenção: caracteriza-se pela dificuldade em atender a estímulos relevantes de uma situação, como por exemplo, olhar para o professor quando este está dando uma explicação em sala de aula. Qualquer outro estímulo presente, como uma mosca que passa voando, concorre com o estímulo relevante, tal como a tarefa a desenvolver. São alunos que apresentam dificuldade em se concentrar na execução de qualquer atividade; b. Hiperatividade: apresenta uma inabilidade para controlar seu comportamento motor de acordo com as exigências nas diversas situações. Apresenta uma constante mobilidade e agitação motoras, o que se torna grande empecilho para seu desenvolvimento com uma determinada ação ou tarefa; c. Impulsividade: apresenta respostas praticamente instantâneas perante uma situação estímulo, não parando para pensar, refletir, analisar a situação, para tomar uma decisão e então se manifestar, por meio de uma ação motora ou verbal; d. Alheamento: alunos com essa característica, geralmente, se recusam terminantemente a manter contato com outras pessoas, ou com qualquer outro aspecto do ambiente sócio-cultural no qual se encontram inseridos. e. Agressividade Física e/ou Verbal: constitui-se de ações destrutivas dirigidas a si próprio, a outras pessoas ou a objetos do ambiente. A agressividade passa a ser considerada conduta típica quando sua intensidade, frequência e duração ultrapassam o esporádico, focal e passageiro. Pode variar desde manifestações negativistas, mal humoradas, até atos de violência, brutalidade, destruição, causadores de danos físicos a si próprios ou a outras pessoas.

21 Tipos de Deficiência Existem vários tipos de deficiência, porém, quando se fala neste termo, o senso comum logo aponta para alguém em cadeira de rodas, usando muletas ou se comunicando por meio de linguagens de sinais. Mas esse contingente envolve um número muito maior de pessoas e conhecer cada tipo de deficiência é um dos primeiro passos para que a sociedade dita normal se aproxime das pessoas com deficiência e passe a conviver com suas diferenças. Segundo Brasil (2000b), entre os vários tipos de deficiência, estão: a) Paraplegia: perda total das funções motoras dos membros inferiores; b) Paraparesia: perda parcial das funções motoras dos membros inferiores; c) Monoplegia: perda total das funções motoras de um só membro (superior ou inferior); d) Monoparesia: perda parcial das funções motoras de um só membro (superior ou inferior); e) Tetraplegia: perda total das funções motoras de membros superiores e inferiores; f) Tetraparesia: perda parcial das funções motoras dos membros superiores e inferiores; g) Triplegia: perda total das funções motoras em três membros; h) Triparesia: perda parcial das funções motoras em três membros; i) Hemiplegia: perda total das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo); j) Hemiparesia: perda parcial das funções motoras de um hemisfério do corpo (direito ou esquerdo); k) Amputação: perda total de um determinado segmento de um ou mais membros; l) Paralisia cerebral: lesão de uma ou mais áreas do sistema nervoso central. m) Deficiência Mental: refere-se a padrões intelectuais reduzidos, apresentando comprometimento de nível leve, moderado, severo ou profundo. Os portadores de DM podem apresentar inadequação do comportamento adaptativo, que acontece de acordo com o grau de comprometimento.

22 21 n) Deficiência Visual: corresponde a acuidade visual igual ou menor que 20/200 no melhor olho ou campo visual inferior a 20%. o) Deficiência Auditiva: corresponde a perda parcial ou total das possibilidades auditivas sonoras, variando de graus e níveis. 4.4 A importância de profissionais qualificados na Instituição Escolar Profissionais como o Psicólogo, o Psicopedagogo e o Assistente Social, têm grande importância no processo de Inclusão de PNEE s, pois seu trabalho visa ao desenvolvimento das capacidades dos alunos, na medida em que avaliam e identificam os problemas de aprendizagem, buscam conhecê-los em seus potenciais construtivos e em suas dificuldades e realizam diagnósticos especializados e exames complementares com o intuito de favorecer o desenvolvimento da potencialização humana no processo de aquisição do saber. Segundo Dembo (apud FERMINO et al., 2001, p.57), "evidências sugerem que um grande número de alunos possui características que requerem atenção educacional diferenciada". Dessa forma, verifica-se que um trabalho psicopedagógico, nesse sentido, é imprescindível para se promover a inclusão nas instituições O Psicólogo Escolar e o Psicopedagogo O Psicólogo pode atuar em escolas públicas ou particulares, realizando um trabalho em equipe multidisciplinar. O especialista em Psicologia, consciente da realidade da escola, elabora projetos que visem a determinar suas causas, orientando para que sejam prevenidas e corrigidas. Atua, também, junto ao corpo docente, discente e comunidade escolar, agindo como um catalisador de reflexões, um conscientizador de papéis representados por cada um, bem como um colaborador para a compreensão dos diferentes estágios psicológicos dos alunos. De acordo com Nascimento (2003) et al. o psicólogo educacional pode buscar a mobilização da comunidade escolar com a finalidade de pensar juntos sua realidade, suas reais funções, organização, funcionamento e relações mantidas com outras instituições e estrutura social, bem como questionar as relações e comunicações interpessoais estabelecidas no meio escolar, começando com a organização de equipes multiprofissionais realmente atuantes.

23 22 Os problemas comportamentais, no âmbito escolar, podem ser atenuados com o trabalho do psicólogo juntamente com o setor de Orientação Educacional, pois cabe a ele reconhecer e avaliar alunos com dificuldade diante das exigências educacionais, utilizando-se de conhecimentos clínicos aplicados diferentemente, conforme a especialidade. É nesse momento que se estabelecem parcerias com outros profissionais da área. Os psicopedagogos são profissionais preparados para atender crianças ou adolescentes com problemas de aprendizagem, atuando na sua prevenção, diagnóstico e tratamento clínico ou institucional. O trabalho desse profissional na instituição escolar pode se distinguir em diversas áreas de forma preventiva e terapêutica. De acordo com Sampaio (2008), a Psicopedagogia estuda o processo de aprendizagem e suas dificuldades, tendo, portanto, um caráter preventivo e terapêutico. Preventivamente deve atuar não só no âmbito escolar, mas alcançar a família e a comunidade, esclarecendo sobre as diferentes etapas do desenvolvimento, para que possam compreender e entender suas características evitando assim cobranças de atitudes ou pensamentos que não são próprios da idade. Terapeuticamente a psicopedagogia deve identificar, analisar, planejar, intervir através das etapas de diagnóstico e tratamento. O psicopedagogo poderá auxiliar os professores na elaboração de um plano de aula, na elaboração do projeto pedagógico, orientar os professores na forma de ajudar o aluno com dificuldades de aprendizagem, realizar um diagnóstico institucional para averiguar possíveis problemas pedagógicos e conversar com a família para fornecer-lhes orientações. Além de todas essas funções junto aos alunos, o psicopedagogo ainda pode realizar um trabalho com todos os educadores para que os profissionais da instituição possam aprofundar seus conhecimentos e ter um bom relacionamento entre si O Assistente Social A última versão do Projeto de Lei 837, de 05 de Julho de 2005, que encontrase ainda em processo de aprovação na Câmara dos Deputados do Estado de São Paulo, dispõe sobre a Introdução de Assistentes Sociais e Psicólogos em cada Escola Pública, portanto, faz-se necessária a sua aprovação:

24 23 Art. 1º O Poder Público deverá assegurar atendimento por Psicólogos e Assistentes Sociais a alunos das escolas públicas de educação básica que dele necessitarem. 2º Os sistemas de ensino, em articulação com os sistemas públicos de saúde e assistência social, deverão prever a atuação de Psicólogos e Assistentes Sociais nos estabelecimentos públicos de educação básica ou o atendimento preferencial nos serviços de saúde e assistência social a alunos das escolas públicas de educação básica, fixando em qualquer caso número de vezes por semana e horários mínimos para esse atendimento. Dessa forma, percebe-se a importância do Assistente Social no quadro de funcionário de uma Instituição que preste assistência aos alunos e a seus familiares, como um intermediário entre a comunidade e a escola. Esse profissional atua, pesquisando a natureza socioeconômica e familiar para a caracterização da população escolar, elabora e executa programas de orientação sócio-familiar, visando a prevenir a evasão escolar, a melhorar o desempenho e o rendimento do aluno e a promover a sua formação para o exercício da cidadania; participa, em equipe multidisciplinar, da elaboração de programas que visem à prevenção da violência, do uso de drogas e do alcoolismo; presta esclarecimentos e informações sobre doenças infecto-contagiosas e demais questões de saúde pública e ainda e ainda elabora e desenvolve programas específicos nas escolas onde existem classes especiais. Entende-se que a prática profissional do Assistente Social atua sobre várias necessidades e está presente nas mais variadas expressões cotidianas, tanto nas relações externas, como a família, a sociedade, entre outros, quanto nas relações internas que são os diferentes conjuntos como, diretores, docentes e alunos, entre outros que compõem o campo educacional. Cabe a todos os profissionais de uma Instituição de ensino contribuir para a construção de uma escola de qualidade para todos, cooperando com o aprimoramento do sistema escolar no sentido de melhorar o acesso à educação das pessoas com necessidades educacionais específicas (BRASIL, 2000b). O processo educativo deve ser entendido como um processo social, no qual todas as pessoas com necessidades educacionais específicas e de distúrbios de aprendizagem tenham o direito à escolarização o mais próximo possível do que se convencionou denominar de normal.

25 24 Uma Escola Inclusiva deve ser uma escola líder em relação às demais e, para que isto ocorra, é necessário que ela ofereça recursos diversos, acessíveis ao público, e que atenda as necessidades na busca do conhecimento. Durante muito tempo, a Educação Especial funcionou como um sistema paralelo e não como parte integrante do sistema geral de educação. Para que este quadro seja modificado, é importante que haja oportunidades de desenvolvimento intelectual, de potencialidades, habilidades e dos diversos tipos de inteligência que cada um possui. Os Institutos, em seu objetivo de assegurar um ensino de qualidade, de formar cidadãos críticos, conscientes e participativos, capazes de interagir e intervir na realidade deve estar preparada para enfrentar todos os tipos de dificuldades e barreiras que a impeçam de proporcionar o acesso à educação a todos os seus alunos, indistintamente. Dessa forma, o Instituto Federal Sul de Minas Gerais Campus Muzambinho, em novembro de 2004, (nesta data, intitulava-se Escola Agrotécnica Federal de Muzambinho) implantou o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas e, por meio do Projeto Escola para Todos, conta com várias conquistas como sensibilização da Comunidade Escolar para a questão, através de dinâmicas de grupo sobre Preconceito e Inclusão, adequação dos requisitos de acesso e componentes curriculares de diversos cursos, quebra de barreiras arquitetônicas, entre outras mudanças. A criação do NAPNE, na Instituição, tem o objetivo de apoiar alunos com NEE s e promover a inclusão em suas variadas formas. Portanto, para que isso aconteça, o Núcleo de Atendimento deve contar com profissionais qualificados que irão dar o suporte necessário para toda a equipe. Diante desses fatos, sentiu-se a necessidade de se elaborar uma pesquisa que diagnosticasse a situação dos NAPNE no IFs de Minas Gerais e averiguasse a importância da contratação de profissionais como o Psicólogo, e/ou Psicopedagogo e/ou Assistente Social para fazer parte da equipe do NAPNE.

26 25 5. METODOLOGIA O universo da presente pesquisa foi composto pelas Unidades do Instituto Federal de Minas Gerais, a saber: campus Formiga, Bambuí, Ouro Preto, Congonhas, Governador Valadares e São João Evangelista. Abrangeu também o Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais, com os seguintes campi: Barbacena e Juiz de Fora e Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (do qual participa o campus Muzambinho): Campus Machado e Inconfidentes. Esses Institutos foram escolhidos, como universo da pesquisa, pela maior facilidade de contato e, também, pela semelhança socioeconômica com o IF campus Muzambinho. Essa pesquisa, porém, pretende estender-se a todas as outras regiões do país, posteriormente. A população-alvo estudada foram os Coordenadores dos NAPNEs de cada Unidade desses Institutos. A primeira etapa da pesquisa se constituiu em realizar uma busca nos sites de cada Unidade, a fim de se obterem telefones e s para contato. Um questionário com perguntas abertas e fechadas (Apêndice, em anexo) foi enviado por aos membros dos NAPNE s o que permitiu a coleta de informações como a avaliação do número de Instituições que contam com o apoio do NAPNE, a quantidade de indivíduos existentes em cada Núcleo para auxiliar no atendimento dos alunos com NEE, as ações que desenvolvem ou pretendem desenvolver em prol da Inclusão, a quantidade de profissionais qualificados existentes e a importância de contratá-los para dar suporte psicológico à equipe, a forma como eles foram contratados pela Instituição e qual o custo despendido para que isso ocorresse. As respostas obtidas por meio deste questionário foram avaliadas quantitativamente e apresentadas em forma de tabelas para melhor visualização dos Resultados. Após a conclusão do presente trabalho, os resultados dessa pesquisa serão apresentados à Reitoria do IF Sul de Minas e à direção do campus Muzambinho como subsídio para a contratação dos profissionais adequados para compor a equipe do NAPNE implantado pela Instituição. Trata-se de uma pesquisa descritiva, pois registra, relaciona fatos sem manipulá-los e procura conhecer as diversas relações e situações que ocorrem na

27 26 vida e no comportamento dos indivíduos. Ela trabalha com dados relativos à atualidade, observa uma realidade, elabora, inicialmente, uma busca na literatura, com o objetivo de compreender melhor o tema e o problema de pesquisa a ser investigado. Uma das características da pesquisa descritiva é a técnica padronizada da coleta de dados, realizada por meio de questionário.

28 27 6 RESULTADOS OBTIDOS Para esta pesquisa, foram analisadas as unidades do Instituto Federal Minas Gerais (IFMG), sendo elas Bambuí, São João Evangelhista, Governador Valadares, Congonhas, Ouro Preto e Formiga, obtendo-se 100% no recebimento dos questionários. Também foram obtidos 100% no recebimento de respostas dos questionários nas unidades do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais (campi de Barbacena, Juiz de Fora, Rio Pomba) e do Instituto Federal do Sul de Minas Gerais, Machado e Inconfidentes. Na Tabelas 1 e 2, mostradas abaixo, pode-se verificar as respostas ao questionário dos coordenadores dos NAPNEs de cada unidade pesquisada: Tabela 1 Levantamento da existência do Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Especiais Específicas (NAPNE) na Instituição: Existe o Núcleo? Quantidade de respostas Percentual SIM 8 80% NÃO 2 20% TOTAL % De todas as Unidades pesquisadas, 80% responderam que possuem o NAPNE implantado em suas respectivas Instituições e 20% responderam que ainda não possuem o NAPNE, mas que estão em fase de implantação.

29 28 Tabela 2 Quantidade de membros da Instituição pertencentes ao NAPNE UNIDADE INSTITUTO Qtd Bambuí** IFMG * 11 São João Evangelista IFMG 2 Governador Valadares IFMG 2 Congonhas** IFMG 9 Ouro Preto IFMG 2 Barbacena IF Sudeste MG 3 Juiz de Fora IF Sudeste MG 1 Rio Pomba** IF Sudeste MG 12 Machado** IF Sul MG 9 Inconfidentes IF Sul MG 3 TOTAL 54 * IFMG: Instituto Federal de Minas Gerais ** Unidades que possuem maior número de funcionários integrantes do NAPNE De acordo com as respostas ao questionário, a maioria dos integrantes destas Unidades que possuem o NAPNE, é funcionário efetivo da Instituição, família dos alunos ou o próprio aluno com deficiência. Seguindo com as perguntas do questionário, entre as ações que os NAPNEs desenvolvem, estão: apoio didático-pedagógico aos alunos com necessidades educacionais específicas, bem como aos seus professores; avaliações a fim de identificar as necessidades especiais; encaminhamento e acompanhamento a neurologista e psiquiatra de alunos com suspeita de diagnósticos neurológicos e mentais; garantia de acesso ao aluno para utilização dos equipamentos especiais; ações de conscientização e sensibilização da comunidade escolar, por meio de palestras e eventos; curso de Libras; capacitação de servidores (Programa TEC NEP e Curso de especialização); adequação da estrutura física da escola;

30 29 participação na Semana Tecnológica com stand sobre Inclusão, onde foram desenvolvidas estratégias de sensibilização e distribuição de folders educativos; atendimentos psicológicos e orientações aos profissionais que lidam diretamente com os alunos com deficiência; projeto Natação Inclusiva; Projeto Equoterapia; projeto Basquete sobre Rodas; curso de alfabetização em Braille; reunião quinzenal com a Associação dos deficientes; curso de Inclusão Digital, palestras, vídeos educativos e estudos de caso. Algumas dessas ações podem ser adotadas em um curto prazo como apoio didático-pedagógico aos alunos com necessidades educacionais específicas, bem como aos seus professores; garantia de acesso ao aluno para utilização dos equipamentos especiais; garantia de acesso ao aluno para utilização dos equipamentos especiais e ações de conscientização e sensibilização da comunidade escolar, por meio de palestras e eventos. A pergunta de número 4 do questionário refere-se às ações que os NAPNEs ainda pretendem desenvolver. Entre estas ações, estão: promover encontros periódicos com os alunos com Necessidades Educacionais Específicas; disponibilizar intérprete ou tradutor de Libras em palestras e eventos, sempre que houver deficientes auditivos presentes; propor programas de incentivo aos alunos para atividades de apoio ao aluno com NEE; adaptar portas e banheiros com espaço suficiente para permitir acesso de cadeiras de roda; construir rotas acessíveis, de forma a permitir acesso do aluno deficiente nos vários espaços acadêmicos;

31 30 construir calçadas para circulação de pedestres, rebaixar aquelas já existentes, com rampas acessíveis ou elevar a via para travessia do pedestre em nível, instalar piso tátil; divulgar, em local visível, o direito de atendimento prioritário das pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, idade igual ou superior a sessenta anos, gestantes, lactantes e pessoas com criança de colo; reivindicar, junto a empresa de ônibus, que pelo menos um veículo da frota seja acessível, caso algum aluno com deficiência esteja matriculado no campus principal; solicitar que qualifiquem os profissionais que trabalham nesses serviços, para que prestem atendimento prioritário às pessoa\s portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida; criar opções de cursos voltados para a área de inclusão, disponibilizar material de apoio às pessoas com necessidades específicas; conscientizar a comunidade escolar e promover a formação continuada dos educadores; abrir turmas para o curso de LIBRAS e alfabetização de Braille, assim como cursos profissionalizantes de curta duração para pessoas com necessidades específicas para entrarem no mercado de trabalho; apoiar as escolas de ensino fundamental para receber os alunos com necessidades específicas; equipar a biblioteca, com material e equipamentos para cegos; promover oficinas e seminários. Seguindo as respostas dadas ao questionário, a Tabela abaixo demonstra a quantidade de profissionais especializados e qualificados que compõem o NAPNE nestas Instituições:

32 31 Tabela 3 Profissionais especializados que atuam nos NAPNEs das Unidades pesquisadas: Profissionais Qtd Assistente Social 3 Psicólogos 7 Psicopedagogos e/ou Pedagogos* 11 TOTAL 21 *Profissionais em maior número nas Unidades avaliadas Destas Instituições que possuem o NAPNE implantado, 21 funcionários são profissionais que possuem capacitação adequada para diagnosticar problemas, desenvolver técnicas e métodos e oferecer apoio aos demais integrantes do Núcleo, o que gera uma margem média de 2,1 (21 profissionais qualificados 10 Unidades pesquisadas) profissionais dentro de cada Unidade. Entre os demais integrantes do Núcleo de Atendimento, de acordo com as respostas aos questionários, estão Técnicos Administrativos, professores, pessoas da própria família dos alunos e ainda outros profissionais, como odontólogos e intérpretes de LIBRAS. A forma de contratação desses profissionais especializados foi por concurso público, pois os mesmos participam também de outras atividades dentro da Instituição e não só das atividades do Núcleo de Atendimento. Seguem abaixo algumas opiniões dos Coordenadores dos NAPNEs em relação à última pergunta do questionário: Na sua opinião, qual a importância de uma Instituição de Ensino contratar profissionais qualificados como o Assistente Social, o Psicólogo e o Psicopedagogo e/ou Pedagogo para dar suporte ao NAPNE? : é de suma importância que esses profissionais estejam lotados no núcleo, exercendo a função de apoio aos alunos com NEE ; Seria de suma importância, uma por serem profissionais que trabalham com a essência do ser humano e por reconhecerem a importância de suas características individuais. Compreensão, respeito às diferenças e autenticidade fundamentam a aprendizagem ;

33 32 Na minha concepção estes profissionais são de extrema importância para este trabalho. Destacando a importância de que os mesmos possuam capacitação para esta função específica ; Necessidades especiais são sempre condições que exigem atendimento especializado. Assim sendo, uma pessoa que saiba que tipo de atitude tomar perante uma situação tão delicada quanto é o relacionamento humano é de fato muito importante. Esse profissionais deveriam fazer parte do quadro de qualquer instituição ; Acho muito importante, nós possuímos estes profissionais. Pensamos em contratar uma fonoaudióloga, no entanto ainda é só uma idéia ; A qualificação de profissionais é um investimento que proporciona evidentemente a qualificação do atendimento destinado a Inclusão ; Levando em conta a necessidade apresentada pelo aluno com tal deficiência a alternativa é buscar parceria onde acontece o atendimento específico, porém é uma necessidade utilizar dos profissionais da instituição de certa forma condizente ao caso, capacitando, aperfeiçoando até que aconteça uma contratação definida justificando a realidade da existência do Núcleo de Atendimento às pessoas com necessidades específicas ; A ação do NAPNE em nossa instituição sem a presença do psicólogo seria praticamente impossível. Muitas vezes ele faz a ponte entre alunos, professores e família. Além disso, oferece suporte psicológico à alunos, professores e familiares sempre que solicitado. Contando com uma psicopedagoga e uma assistente social essas ações seriam facilitadas, pois poderia se estabelecer uma forma conjunta de trabalho ; Isso demonstra uma clara preocupação da instituição em proporcionar ações de âmbito inclusivo. Lotar profissionais exclusivamente para o Núcleo permite que sejam desenvolvidas ações de mais longo alcance e de maior efetividade ; O NAPNE precisa ter um suporte com vários profissionais, não só os citados, mas outros, como fonoaudiólogo, sexólogos, oftalmologia etc., a parceria com os órgãos municipais saúde/mental é importante. A instituição deveria ter em seus quadros esses profissionais. Percebendo o caso pelo Núcleo, este seria encaminhado para o profissional para o diagnostico real. O NAPNE não pode ser o executor das ações e sim orientador da Instituição dos casos. O objetivo central do NAPNE é dar condições para os profissionais diagnosticar, atender, dar condições ao aluno entrar na escola, ficar e aprender. Não assumindo as ações sozinhas. o objetivo geral é quebrar barreiras para o aluno sentir bem dentro da escola e aprender para o mercado do trabalho e para a vida.

34 33 7 CONCLUSÃO Com esta pesquisa, foi possível: Entrar em contato com todas as Unidades do Instituto Federal Sul de Minas Gerais: campus Formiga, Bambuí, Ouro Preto, Congonhas, Governador Valadares e São João Evangelista; Unidades do Instituto Federal do Sudeste de Minas Gerais: Barbacena e Juiz de Fora e Instituto Federal do Sul de Minas Gerais (do qual participa o campus Muzambinho): Machado e Inconfidentes; Quantificar quais dessas Unidades citadas possuem o NAPNE implantado em suas Instituições a fim de oferecer auxílio no processo ensino-aprendizagem; Verificar que a maioria dessas Unidades já possui o Núcleo de Atendimento implantado, o que demonstra uma grande preocupação por parte dos educadores em oferecer assistência adequada às pessoas com necessidades educacionais específicas; Verificar quantos membros existem nos NAPNEs das Unidades pesquisadas e quantos deles são especializados em Psicologia, Psicopedagogia e Assistência Social; Listar as ações desenvolvidas pelos NAPNEs desses Institutos e quais ainda pretendem desenvolvê-las; Obter várias opiniões dos Coordenadores de cada NAPNE sobre a importância de se contratar profissionais qualificados como o Assistente Social, o Psicólogo e o Psicopedagogo para dar suporte ao Núcleo de Atendimento.

35 34 8 CONSIDERAÇÕES FINAIS Atualmente, o termo Inclusão vem sendo muito debatido na mídia, nas escolas, nos grupos de discussão; nem todos, porém, estão comprometidos nesta luta contra a discriminação, o preconceito e a estereotipação das pessoas com necessidades educacionais específicas. Necessita-se, ainda, de muito esforço por parte da própria sociedade inclusiva para se promover a sensibilização de toda a comunidade no ato de incluir, compreender e contribuir para que os PNEE s façam parte de um grupo social que lhes dê suporte na busca pelos seus direitos. Ações e projetos devem ser desenvolvidos neste sentido a fim de se mobilizar a sociedade e colocar em prática todo o discurso teórico que envolve a questão da Inclusão de PNEE s, tanto na comunidade escolar, como no meio social em que vivem. Tais ações se referem a toda atividade que facilite a inserção de pessoas com necessidades educacionais específicas, bem como a sua permanência nesses Institutos. Refere-se, também, à conscientização de toda comunidade escolar para a importância da Inclusão Social, o que permite uma participação geral e constante de todas as pessoas envolvidas com a educação. De acordo com os relatos dos Coordenadores dos NAPNEs sobre as ações que ainda pretendem desenvolver, verifica-se uma expectativa bastante grande em fazer com que a Inclusão Social não seja apenas um ideal, mas uma realidade que implique transformações não só nos ambientes físicos, mas também, na mentalidade de todas as pessoas. Depois de se analisarem as informações coletadas por meio dos questionários e o cotidiano de uma Instituição que tem, por objetivo, a obtenção da melhor qualidade de ensino para seus alunos, sugere-se a contratação de profissionais qualificados e especializados, seja por concursos públicos ou prestação de serviços, uma vez que poderão oferecer o suporte necessário para atender todas as necessidades de seus alunos e, dessa forma, garantir a permanência deles no Instituto. Existem vários tipos de deficiências que, se não forem diagnosticadas, prevenidas e eficientemente tratadas, poderão aumentar a probabilidade de que o aluno que possua a deficiência, não permaneça na Escola. Alguns alunos com

36 35 deficiência não necessitam de um diagnóstico por parte de um psicólogo quando já chegam à Instituição com um laudo médico identificando suas necessidades específicas. Essas deficiências, mais fáceis de serem percebidas, podem ser a deficiência visual, a auditiva ou a física como no caso do aluno em uma cadeira de rodas. Porém, os desvios de comportamento, a falta de disciplina em sala de aula também podem ser considerados como necessidades educacionais específicas e os motivos para esses desvios são os mais variados: desestruturação familiar, problemas sociais, desemprego, desnutrição, alcoolismo, drogas em geral, violência em casa, entre outros casos. Esse tipo de necessidade educacional específica e outros tipos de deficiência diagnosticada por laudos médicos necessitam de total atenção e amparo para se evitar a evasão escolar. A evasão escolar é um problema complexo e relaciona-se com outros importantes temas da pedagogia, como formas de avaliação, reprovação escolar, currículo e disciplinas escolares. O Núcleo de Atendimento às pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) implantado nas Instituições tem o principal objetivo de promover o acesso e garantir a permanência dos alunos nas escolas. O número de Instituições encontradas que possuem o NAPNE implantado (80%), pode ser considerado satisfatório, pois se entende que a maioria dessas Instituições já têm consciência da importância de se ter um Núcleo de Atendimento e da inserção e permanência desses alunos em uma Instituição de ensino. Profissionais como o Assistente Social, o Psicólogo, o Psicopedagogo integrados com professores, orientadores educacionais, bibliotecários, odontólogos, fonoaudiólogos, sexólogos, enfermeiros, intérpretes de LIBRAS, entre outros, compondo a equipe do NAPNE, podem acompanhar a assiduidade dos alunos; apresentar para educadores, famílias, adolescentes e crianças, a importância da educação formal e, assim, fazer da relação aluno-escola uma relação de amizade e não de obrigação; criar nas famílias o senso de responsabilidade em relação à educação de crianças e adolescentes; formar cidadãos críticos e conscientes de suas responsabilidades; verificar se a escola vem despertando o interesse dos alunos pelo/no processo ensino/ aprendizagem; realizar visitas nas escolas, reuniões com professores, visitas nas residências de alunos com número elevado de faltas e, dessa forma, tentar combater a evasão escolar. Esses profissionais necessitam estar inseridos no quadro de funcionários de uma Instituição de ensino, para que se estabeleça uma forma conjunta de trabalho

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