A GESTÃO DO RH FRENTE AOS EFEITOS DA AUTOMAÇÃO

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1 445 A GESTÃO DO RH FRENTE AOS EFEITOS DA AUTOMAÇÃO Lidiany Silveira Neves 1 Vânia Barros Zamboni Introdução O trabalho foi desenvolvido com o objetivo de chamar a atenção dos empresários e gestores de RH, de grandes e pequenas empresas, quanto aos efeitos causados pela automação e assim colocar dentro do planejamento do setor, estratégias para melhorar a qualidade de vida dos colaboradores e conseqüentemente melhorar o desempenho, beneficiando assim, a empresa como um todo. Foi feito um levantamento teórico, onde contém cinco etapas, em primeira etapa sobre o setor de RH, identificando seu papel na organização e onde ele age no tratamento da automação, em seguida foi falado sobre a automação, também foram apresentados seus efeitos, sobre as pessoas que estão diretamente ligadas a ela, como o stress, o desgaste psicológico, a L.E.R (Lesões por Esforço Repetitivo) e D.O.R.T (Distúrbios Osteo-Musculares Relacionados ao Trabalho) e as vantagens e desvantagens da automação, em quarta etapa, os meios ou métodos para tratar ou prevenir os impactos causados pela automação e por último um estudo de caso com a empresa Amazonas, dando uma idéia da prática sobre o assunto do tema. 1 A gestão de RH Segundo Chiavenato (1997), a administração de Recursos Humanos (RH), toma-se como referência a administração de todas as pessoas que participam e desempenham determinados papéis nas organizações. A necessidade de redução de despesas, onde as empresas buscavam formas mais fácies e de efeitos imediatos e visíveis, o RH era na maioria das vezes o primeiro a ser enxugado. Sobretudo agora, no terceiro milênio, com crescente globalização dos negócios e a exposição gradativa à forte concorrência mundial, quando as palavras de ordem

2 446 passaram a ser produtividade, qualidade e competitividade, assim as pessoas deixam de ser o problema das organizações para ser a solução de seus problemas. Umeda (1996) fala que a figura central da organização é o homem. É ele quem determina o desempenho da empresa. No famoso filme Tempos Modernos de Charles Chaplin em 1936, o trabalhador era considerado apenas um dos dentes de uma engrenagem, bastando para isso possuir apenas as mãos e os pés, sendo até dispensável a cabeça em casos mais extremos, mas esse erro foi comprovado logo após, pela História da humanidade. Fazem parte da gestão de RH, atividades que envolvem predominantemente características internas, funções e processos de uma organização, ligadas inteiramente com as pessoas que nela se encontram. Segundo Chiavenato (1997), faz parte das atividades do RH nas organizações, o recrutamento e seleção de pessoal; descrição e análise de cargos e avaliação do desempenho dos cargos; remuneração; planos e benefícios sociais, todas elas estão dentro do contexto organizacional e são importantes para a obtenção, aplicação e manutenção de habilidades e atitudes capazes de assegurar a eficiência organizacional, todas devem ser desenvolvidas sincronizada e continuamente. Existem outras atividades paralelas que para poder tratar do aspecto voltado à automação é igualmente necessário para assegurar a disponibilidade das habilidades e atitudes da força de trabalho. Cymbaum apud Angelo (1997), fala quanto à gestão do setor de Recursos Humanos nas políticas adotadas para lidar com o mercado de trabalho. Diz da forma errada da gestão dos recursos humanos em manter custos operacionais baixos e no qual a competitividade tem comprimido ainda mais as margens. As estratégias adotadas talvez careçam de uma análise mais aprofundada de custos versus benefícios em termos de atração, qualificação e motivação das pessoas. Uma política de baixos salários pode levar à baixa produtividade, gerando um círculo vicioso. Falando agora das mudanças tecnológicas, que influenciam diretamente o setor de RH, quando o assunto é emprego, competência entre outros, segundo Rattner (1988), as tecnologias microeletrônicas estão transformando a infra-estrutura produtiva, com profundos impactos sobre a estrutura organizacional, emprego, requisitos de competência, práticas administrativas e relações industriais.

3 447 Vantagens e benefícios amplamente aclamados, incluindo participação na vida da empresa, têm alto custo em termos de tédio e frustração, experimentados por muitos empregados. Sem dúvida a garantia de emprego pode aumentar o desempenho no trabalho, especialmente quando resulta numa obrigação difusa e não-oficial para trabalhar horas extras não remuneradas. De outro lado, a estabilidade no emprego tende a vincular o trabalhador a uma empresa e a um certo tipo de atividade para a qual ele não sente, necessariamente, grande interesse ou vocação (RATTNER, 1988). É interessante observar o que Russel Ackoff, fala: Se os engenheiros analisassem vários tipos de carros, identificassem os melhores componentes projetados em cada carro e então montassem um carro com esses melhores componentes, esse carro não funcionaria. O desempenho de um sistema depende mais da interação entre os componentes do que do desempenho isolado de cada um deles (ACKOFF apud MARTIN, 1996, p. 63). Com base no que Russel Ackoff falou e colocando a mesma idéia dos carros, mas para dentro de uma organização, fica claro que um departamento depende da competência de cada pessoa que o envolve e também dos programas disponíveis a eles. A pessoa e o programa precisam um do outro para ser desenvolvidos de forma produtiva. A visão que o setor de RH nas empresas deve ter é entender que para uma automatização bem sucedida é necessário antes reinventar os processos. Martin (1996) fala que, na maioria das empresas os funcionários estão presos a uma estrutura organizacional. Para uma empresa eficiente é preciso ter uma visão mais ampla, onde os processos precisam ser reinventados de ponta a ponta. As pessoas presas a uma estrutura organizacional obsoleta, dificilmente mudará a organização. 2 Automação Segundo Carvalho (2000), a palavra automação foi utilizada pela primeira vez em 1936, por D. S. HARDER, que então trabalhava na General Motors, EUA, para designar a princípio a passagem automática das peças pelas fases consecutivas do processo de produção. Um processamento totalmente automático implica a existência de autômatos que, no limite definiriam a linha de produção ideal

4 448 em que a matéria-prima introduzida como input, resultaria processada sem contato humano. A automação visa à completa transformação das linhas de montagem, alterando radicalmente o esquema funcional da produção. A automação leva a repensar o processo considerado e a recolocar em questão as soluções tradicionais. Vários administradores se beneficiaram e ainda se beneficiam com a automação, principalmente os que além do específico da automação, também se apoiaram em conceitos administrativos, mesmo que com teorias um tanto desumanas, encontraram lucros. Um pouco mais adiante, teorias que abrangem a qualidade de vida versus produtividade, foram estudadas e aplicadas na gestão administrativas das organizações. O primeiro a fazer fortuna colocando em prática os princípios da administração científica, foi Henri Ford, a partir de 1930, na produção de seus automóveis. Esta organização é até hoje empregada na nova economia de serviços. A rotina das tarefas, extremamente padronizadas, repetitivas e executadas até a exaustão, por no mínimo oito horas diárias, é motivo de insatisfação de qualquer ser humano, privilegiado por estar empregado (SILVA, 2004). A automação extensiva no setor automobilístico foi introduzida na década de 80. Assistíamos repetidamente na televisão imagens de robôs soldando ou pintando os carros (MARTIN, 1996, p.58) A automação resulta na substituição do homem pela máquina no processo industrial, o que sempre gerou extrema preocupação por parte dos operários, restando quantidade mínima de homens para a manutenção do equipamento (CARVALHO, 2000). Pior é pensar que tanto dinheiro pode ter sido jogado fora, com a falta de conhecimento dos administradores, em não saberem associar as novas tecnologias inventadas à sua realidade ou contexto organizacional de suas empresas. Martin (1996, p. 56) fala que no início da década de 90, uma constatação chocante começou a se disseminar entre inúmeros profissionais de computação e altos executivos. Pois havia sido gasto muito em tecnologia avançada, e pior a maioria dos sistemas que vem sendo desenvolvidos de maneira errada....na década de 90, as razões do problema se tornaram claras: as empresas deveriam ter redesenhado seus processos drasticamente para tirar

5 449 proveito da tecnologia da informação, mas durante a maior parte do tempo, elas não tinham feito isso (MARTIN, 1996, p. 56). Gradativamente os erros foram sendo corrigidos e a inevitável introdução da automação em todos os meios industriais e comerciais foi lançada. Segundo Martin (1996, p. 64): O mundo mudou. A empresa cresceu e precisa de muitos funcionários e relatórios. A mecanização foi introduzida e o trabalho dividido em lotes. Etapas diferentes do trabalho passaram a ser executadas por diferentes departamentos. O que pode encontrar de automação espalhado no mundo hoje, é de se perder a conta. A necessidade de automatizar empresas, fábricas, escritórios, surge a partir da necessidade de melhorar o desempenho da mesma, ser competitiva no mercado e até mesmo para a própria sobrevivência. É importante lembrar que a automação não vai gerar lucros e benefícios individualmente, é preciso que haja por parte do proprietário ou pelo menos de quem administra a empresa um conhecimento de gestão administrativa suficiente para obter bons resultados. A automação comercial surgiu com a necessidade de oferecer a seus clientes pontos atraentes, pontos esses relacionados a tudo que possa envolver um melhor desempenho nas vendas. Novaes apud Angelo (1994) fala que as empresas tentam torna-se cada vez mais automatizadas, devido a grande concorrência de mercado, onde há empresas se automatizando e com isso a empresa que não é, acaba ficando obsoleta. No ambiente formado pela automação, o produto não pode mais ser referido pelo seu nome e sim por um número, único, para a correta identificação. EAN é o nome do sistema oficialmente adotado no Brasil, ele permite que as empresas tenham acesso a todas as informações sobre um determinado produto, tudo sob o comando de um número, os números são representados por códigos de barras, possibilitando sua leitura óptica por máquina, em qualquer ponto da cadeia comercial. Segundo Cymbaum apud Angelo (1997), as empresas multinacionais como Carrefour, C&A, Wall-Mart, Blockbuster, Mc Donald s e várias outras redes de Fast Food, quando se instalaram no Brasil trouxeram novos modelos de operações de lojas que abalaram profundamente os segmentos do varejo.

6 450 Com isso forçou novas formas de comercialização alternativas às vendas face a face e ao auto serviço, baseadas em mídias como telefone, a televisão, o computador, os serviços de televendas, direct marketing e internet. Essas alternativas mostram a tendência de reduzir o espaço ocupado pelo formato tradicional da loja como canal comercial. 3 Efeitos da automação Vantagens e desvantagens Einzig (1959, p. 58), fala que dificilmente qualquer aspecto da vida econômica terá deixado de ser atingido pela automação ou permanecerá incólume. São efeitos sobre a produção, as condições de emprego, preços e salários, influenciarão o padrão de vida, a situação monetária, a balança de pagamentos, sistema fiscal, a posição das matérias primas e outros. É possível observar que a automação causa vantagens e desvantagens no mundo, e o ponto de vista como é analisado cada assunto e aspecto, permite diversas interpretações, tornando possível encontrar soluções para o que quer que seja quanto aos efeitos trazidos pela automação, mudando constantemente o nosso meio de vida. O processo de desenvolvimento tecnológico rápido tem motivos para ocorrer. Após um levantamento das opiniões de diversos autores que tratam do assunto Almeida (1996), afirma: A tecnologia é gerada por que: em caso contrário a sociedade entraria em processo de decadência; ajuda a solucionar problemas como falta de produtividade do solo ou as dificuldades de comunicação; ajuda a superar deficiências físicas como a surdez ou a cegueira; possibilita o aumento do conforto humano; conecta o planeta todo a um custo muito baixo; possibilita aos detentores da tecnologia da informação maior influência sobre massas populacionais; aumenta a produtividade do trabalho humano; melhora a qualidade, o custo, a capacidade e a conveniência de produtos e serviços; proporciona aumentos na lucratividade de organizações, possibilita o aprimoramento nos processos de ensino e aprendizagem; e possibilita o aumento da segurança pessoal. (ALMEIDA, 1996). Destacando agora a abertura de novos mercados, surgidos com a automação. Einzig (1959) fala que embora a automação tenda a reduzir as necessidades diretas de mão de obra para a produção estável, contribui a criar

7 451 emprego em outras direções. Até mesmo as indústrias eletrônicas oferecem boa quantidade de novos empregos. Há ainda quem pense que a automação é uma máquina para o desemprego. Segundo Rifkin (2004), o trabalho humano em massa no setor do mercado será provavelmente eliminado em praticamente todas as nações industrializadas do mundo. Tecnologias de informação e comunicação estão sendo introduzida aceleradamente. Máquinas inteligentes estão sendo substituindo seres humanos em incontáveis tarefas, mandado milhões de trabalhadores de escritório e operários para as filas do desemprego, ou pior, para as filas do auxílio desemprego. O segmento voltado para profissionais de computação mostra como as pessoas ficam dependentes da máquina, e no que ela oferece, sem participar do contexto que á envolve. Segundo Martin (1996), os profissionais de computação adquirem conhecimento sofisticado nos mecanismos de funcionamento e programação. O setor de computadores consegue cativar seus profissionais exercendo uma fascinação capaz de dominar sua mente como nenhum outro setor. Entretanto são poucos profissionais de computação que pensam em possibilidades de reinvenção da empresa. Talvez pensem na automatização de um procedimento existente, mas essa atitude nega o valor da tecnologia. Seu verdadeiro valor está em reinventar fundamentalmente os mecanismos de funcionamento da empresa. Quanto mais complexos se tornarem o software e a eletrônica, maior o número de profissionais de TI que tendem a focalizar a tecnologia em vez de focalizar as grandes oportunidades que ela representa (MARTIM, 1996, p. 62). Contudo Einzig (1959) fala que a automação pode ampliar a produção, não somente pelo aumento produtividade por homem-hora, mas também por outros meios, como: Diminuindo o emprego excessivo desencoraja greves irresponsáveis, a automação libera Mão de obra para outros ramos de produção, a automação necessita da produção de novo equipamento fundamental, o qual terá de ser substituído com relativa freqüência, a produção de novas indústrias, é muitas vezes para complementar à de indústrias antigas, maior produção exige maior quantidade de matérias primas, a automação acarreta maior grau de padronização e isto, junto com o baixo custo por unidade, tende a estimular a procura e a produção em massa.

8 452 Graças à automação foram possíveis várias inovações, possibilitando a produção de produtos jamais imaginados. [...] Além da produção de energia atômica e de isótopos, que não seriam conseguidos por métodos manuais e com o contato humano direto [...] polietileno (novo e utilíssimo produto, cada vez mais empregado em artigos domésticos de uso diário) [...]. O número de exemplos semelhantes deverá aumentar com o correr do tempo (EINZIG, 1959, p. 79). 3.1 O Stress, o desgaste psicológico, a L.E.R. e D.O.R.T. gerado pela automação Segundo Lipp (1996), a falta de boas instruções no desenvolver de tarefas, pode deixar a desejar resultados eficazes, tanto para um melhor desempenho quanto para evitar acidentes de trabalho, podem causar insatisfação do funcionário, stress acentuado, desgaste psicológico. E quando é feito o treinamento e ele é mal aplicado ou desenvolvido, não se obtém bons resultados. Saturi, Pereira e Ferreira (2003) falam que os trabalhadores que vão trabalhar com aparelharem automatizadas, devem ser treinados de maneira correta, para ficarem aptos a efetuar todas suas atribuições, além do acompanhamento que deverá ser efetuado, tanto pelo gerente ou dono da empresa, como pela equipe que efetuou o treinamento. Com os efeitos gerados pela automação nas pessoas, está o stress, embora seja uma palavra comum entre os indivíduos hoje no mundo, pela constância que as pessoas se deparam com esse estado, não deixa de ser um fator relevante para se tratar e cuidar. Segundo Lipp (1996), as implicações do stress não está somente ligada aos efeitos no corpo e na mente humana, mas também no que afeta a qualidade de vida da humanidade e a produtividade humana, fatores como à ergometria e ao ambiente de trabalho estão diretamente ligados ao fator do stress. Stress é definido como reação do organismo, com componentes físicos e ou psicológicos [...] é importante conceitualizar o stress como sendo um processo e não uma reação única [...] um longo processo bioquímico instala-se, cujo início manifesta-se de modo bastante semelhante, com o aparecimento de taquicardia, sudorese excessiva, tensão muscular, boca seca e a sensação de estar alerta [...] Tudo o que cause uma quebra da homeostase interna, que exija alguma adaptação pode ser chamado de um estressor (LIPP, 1996, p. 20)

9 453 A adaptação de tarefas, novas funções, ou mesmo quando é mudada a rotina do trabalhador, ligada ou não com automação, também é um desencadeador do stress. Segundo Lipp (1996, p. 299) Toda a mudança que exija adaptação por parte do organismo causa certo nível de stress. É, portanto, de se esperar que todas as mudanças de organização, possam potencialmente colocar a pessoa em situação de stress. O desgaste psicológico vem do cansaço mental, de muitas vezes executar tarefas que não adéquam à personalidade e preparo do trabalhador, por isso a necessidade de identificar cargos semelhantes às características das pessoas e também meios de adaptação para suas funções. O Stress e o desgaste psicológico surgi também de um ambiente de trabalho onde há uma rotina estressante e desgastante, muitas vezes causadas pelos efeitos da automação. Segundo Carvalho (2003), trabalhadores que utilizam de seus músculos para manejar instrumentos, ferramentas ou produtos, também os que tem necessidade de realizar muitos movimentos repetitivos, como digitação, linhas de produção, por precisar ficar sentado ou em pé por muito tempo, acabam adquirindo posturas inadequadas e fatigantes. Esses movimentos e posturas, além de serem cansativos, provocam lesões, as chamadas L.E.R (Lesões por Esforço Repetitivo) e D.O.R.T (Distúrbios Osteo-Musculares Relacionados ao Trabalho). 4 Meios ou métodos para tratar os impactos causados pela automação É importante o setor de RH ter uma visão voltada para o desenvolvimento da sociedade como um todo, considerando a grande importância que a automação é para as empresas e também para as pessoas, tratando de maneira especial dos impactos causados a elas pela automação. Existe formas de prevenção e tratamento do stress, cansaço mental, L.E.R (Lesões por Esforço Repetitivo) e D.O.R.T (Distúrbios Osteo-Musculares Relacionados ao Trabalho), onde além de orientações sobre ergonomia, stress no trabalho, o setor de RH das empresas, podem e devem dar a seus colaboradores, há também exercícios físicos que podem ser aplicados através da Ginástica Laboral,

10 454 sendo assim maneiras de cuidar da saúde de seus subordinados. Como pode ser verificado em anexo. Chiavenato (1997) ressalta que os programas de segurança e saúde, são importantes para a manutenção das condições físicas e psicológicas do pessoal e são bases para a preservação da força de trabalho adequada. Adequação vocacional, competência profissional, idoneidade, saúde física e mental, reserva financeira e fontes alternativas e relacionamentos, são os seis pilares que sustentam a empregabilidade e funcionam em conjunto (MINARELLI,1995). 4.1 Ginástica laboral e Ergonomia Segundo Lipp (1996), O relaxamento leva o corpo e a mente a um estado de homeostase quebrada em momentos de stress e o exercício físico, capaz de levar o organismo a produzir beta-endorfina, que tem o propósito de promover uma sensação de tranqüilidade e bem-estar. Utilizando-se de trabalhos destinados aos aspectos físico, psicológico e social, a Ginástica Laboral constitui-se de séries de exercícios diários praticados no próprio local de trabalho com duração média de 10 a 15 minutos (SIQUEIRA, 2003). Segundo Siqueira (2003) a Ginástica Laboral tem como propósito oferecer melhores condições de trabalho, além de diminuir o absenteísmo, melhorar da condição física em geral, aumentar o ânimo e disposição para o trabalho, são benefícios que a Ginástica Laboral proporciona. Os Tipos de Ginástica Laboral são: 1. Preparatória Estimulante! Ideal para o início da jornada de trabalho. 2. Pausa - Adequada para momentos onde pode haver uma desatenção do colaborador gerando risco de acidentes ou queda da produtividade. 3. Compensatória ou de Relaxamento - Objetiva o relaxamento físico e mental do colaborador após a rotina diária de trabalho. O outro meio de evitar os efeitos da automação sobre os colaboradores que lidam diretamente com maquinários automatizados como computador, linhas de produção, máquinas, é a Ergonomia.

11 455 Gomes (2004) fala que a Ergonomia seria a relação mais saudável possível entre o colaborador e o seu ambiente de trabalho, avaliando aspectos físicos e ambientais. A Ergonomia pode ser aplicada em vários setores de atividade (Ergonomia Industrial, hospitalar, escolar, transportes, sistemas informatizados, etc.). Em todos eles é possível existirem intervenções ergonómicas para melhorar significativamente a eficiência, produtividade, segurança e saúde nos postos de trabalho (GOMES, 2004, p. 1). Alguns itens que devem ser avaliados: 1. Altura e posicionamento dos móveis e acessórios 2. Qualidade da iluminação do ambiente 3. Temperatura 4. Qualidade dos estofados 5. Posturas dos funcionários 4.2 Recolocação de pessoal ou Rodízios A educação e o treinamento são imprescindíveis para desenvolver ainda mais a capacidade e é preciso promover, de forma planejada, o treinamento no trabalho de rotina e o trabalho fora do posto de trabalho. [...] O rodízio promovido entre os postos de trabalho também é um meio eficaz para o desenvolvimento da capacidade. [...] Implementação dos programas participativos, [...] as atividades de 5S, círculo de controle de qualidade-ccq, programa de sugestões de melhoria, são alguns exemplos de programas participativos (UMEDA, 1996, p. 7). Quando é falado de rotina de tarefas extremamente padronizadas, repetitivas e executadas até a exaustão, trabalho com no mínimo de oito horas diárias, é visto que esse problema não é novidade, uma vez que há décadas psicólogos, sociólogos e outros profissionais vêm debatendo os efeitos dos sistemas de produção da economia atual na saúde física e mental das pessoas. O fracionamento das tarefas, na fabricação de um produto ou na prestação de um serviço, causa nas pessoas a perda do contato com o resultado do seu trabalho (SILVA, 2004). Esta sensação de vazio causada pelo fracionamento da produção de um bem ou serviço, pode ser amenizada com a adoção de medidas simples. Ainda

12 456 praticado, o método denominado de job rotation tem por finalidade o conhecimento, por parte de um funcionário, das outras atividades executadas na empresa, através do rodízio de funções. O benefício pode ser sentido tanto pela empresa como também a saída da rotina dos colaboradores (SILVA, 2004). Na prática, tomando alguns cuidados relacionados à responsabilidade e ao nível salarial, podem-se exemplificar alguns casos de trocas de funções, aplicadas em organizações de pequeno porte. 1. A atendente de caixa que esporadicamente auxilia o controle dos estoques, no caso de serviços. Talvez ela possa também auxiliar, por certo período do dia ou da semana, em algum levantamento estatístico que tenha como objetivo aferir a satisfação dos clientes em relação aos serviços da loja. 2. O profissional da pintura que passa um dia junto à cromagem de outras peças, no caso de indústria ainda baseada em mão-de-obra. Outras medidas consistem, por exemplo, em adotar um gerenciamento mais aberto e participativo, acolhendo sugestões e idéias por parte dos funcionários, incentivando o estudo de medidas que tornem o trabalho menos rotineiro e cansativo, o que implica capacitação dos recursos humanos e uma aproximação entre os níveis gerenciais e operacionais. São contatos que enriquecem o desenvolvimento das atribuições diárias e permitem que a pessoa sinta a importância de sua função para o sucesso do todo, proporcionando certa humanização ao trabalho. Conclusão Com base nos dados coletados, pode-se entender o que é uma gestão de RH e no que essa gestão implica no desempenho de uma organização como um todo. Aspectos que não tiram dúvida que boas estratégias de qualidade no trabalho só trazem benefícios para a empresa. Foi apresentado o que é automação, seus efeitos, vantagens e desvantagens, e é possível concluir o quão ela é importante no meio em que vivemos, mesmo com suas desvantagens. Observou-se que a automação é um processo, ao qual, seria impossível não passar para chegar a tantas tecnologias encontradas no mundo hoje. É certo também, que os gestores de Recursos Humanos nas empresas, precisam conscientizar da necessidade de implantar

13 457 medidas preventivas quanto aos efeitos da automação, devido ao stress, o desgaste psicológico, a L.E.R (Lesões por Esforço Repetitivo) e D.O.R.T (Distúrbios Osteo- Musculares Relacionados ao Trabalho), cujo estado ou doença, causam transtornos desconfortáveis nas pessoas afetadas pelos mesmos, gerando uma má produtividade e até o absenteísmo em seu trabalho. Ficaram bem abordado os meios e métodos para se aplicarem dentro do local de trabalho, como discussões sobre ergonomia, aplicação de ginástica laboral, rodízio de pessoas, dando suporte para os gestores de RH, em como cuidar e evitar os transtornos e doenças causados pela automação. Por fim foi apresentado um estudo de caso, com uma empresa de grande porte, situada em Franca-SP, em que o setor de RH da mesma, aplicou em seus colaboradores, aulas conscientizadoras, como orientação e prevenção de doenças, stress no Trabalho, ergonomia e exercícios Físicos, além de aplicar a ginástica laboral. Tal ação da empresa pesquisada demonstra a responsabilidade e respeito que a empresa tem com as pessoas que prestam serviços a ela, servindo de exemplo e incentivando outras empresas a seguirem pelo mesmo caminho, onde encontraram satisfação do trabalhador, melhor desempenho e produtividade, trazendo benefícios para a empresa. Referências Bibliográficas ALMEIDA, Mário de Sousa. Cultura organizacional e atitudes contra mudanças. Ciências da Administração, Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, ano 1, n.0, ago ANGELO, Claudio Felisoni de. Varejo: modernização e perspectivas. 1 ed. São Paulo: Atlas, ; SILVEIRA, José Augusto Giesbrecht da (Org.). Varejo Competitivo 2. 1 ed. São Paulo: Atlas, CARVALHO, Agenor Manoel de. A tecnologia automatizada e os recursos humanos em uma empresa bancária do setor público: um estudo de caso. 1 ed. Franca: 2000.

14 458 CARVALHO, Sérgio H. F. de. Ginástica Laboral - Ponto de vista. Saúde em movimento, São Paulo: 2003, p.1. Disponível em: <http://www.saudeemmovimento.com.br/conteudos/conteudo_exibe1.asp?cod_notici a=815>. Acesso em 20 de nov CHIAVENATO, Idalberto. Recursos Humanos. 4. ed. São Paulo: Atlas, COSTA, Tarcízio Diniz. Qual o futuro para a área de recursos humanos nas empresas? Como pensam profissionais da área, associações de Recursos Humanos e dirigentes Empresariais. 1. Ed. São Paulo: MAKRON Books, EINZIG, Paul. As conseqüências econômicas da automação. 1.ed. Rio de Janeiro: Fundo de Cultura S. A., GOMES, Ivo. O que é Ergonomia?. Ivo Gomes, 2004, p.1. Disponível em: < Acesso em 20 de Nov LIPP, Marilda Emmanuel Novaes (org.). Pesquisas sobre stress no Brasil: saúde, ocupações e grupos de risco. 1. ed. Campinas: Papirus, MARTIN, James. A grande transição: usando as sete disciplinas da engenharia da empresa para organizar pessoas, tecnologia e estratégia. 1. ed. São Paulo: Futura, MINARELLI, José Augusto Minarelli. Como ter trabalho e remuneração sempre. 4. Ed. São Paulo: Gente, RATTNER, Henrique. Impactos sociais da automação O caso do Japão. 1. Ed. São Paulo: Nobel, RIFKIN, Jeremy. O fim dos empregos. 1. Ed. São Paulo: Makron Books, SATURI, Bruna de Araújo; PEREIRA, Deborah Cristiane; FERREIRA, Karina das Graças. Principais dificuldades para a implantação de sistemas de informação no micro e pequeno varejo. (Tese em Administração de Empresas). Uni-FACEF Centro universitário de Franca, Franca, SILVA, F. S. S. da. A divisão do trabalho e a frustração. RH, 2004, p.1. Disponível em: <http://www.rh.com.br/portal/desempenho/artigo/3836/a-divisao-do-trabalho-ea-frustracao.html>. Acesso em 08 de mai

15 459 SIQUEIRA, Jonny. Tipos de Ginástica Laboral. Mundoergonomia. 2003, p.1. Disponível em: <http://www.mundoergonomia.com.br/website/artigo.asp?id=3163&cod=1847&idi=1& moe=74>. Acesso em 20 de nov. de UMEDA, Masao. TQC e Administração de recursos humanos no Japão. 1. Ed. Belo Horizonte: Sografe, Banco de Saúde. 2009, p.1. Disponível em: <http://www.bancodesaude.com.br/lerdort/ler-dort>. Acesso em 20 de nov ANEXO A Empresa AMAZONAS Empresa de solados que desde junho de 2008 vem desenvolvendo o Projeto coluna, desenvolvido em parceria com o grupo de Medicina Preventiva da Unimed. Por enquanto apenas 300 funcionários participam, mas a intenção é que de pouco em pouco a empresa inteira faça parte de programa. O programa inclui encontros nas segundas-feiras com 1 hora de duração, onde é passados temas como: Orientação e Prevenção Stress no Trabalho Ergonomia Exercícios Físicos Os colaboradores além das aulas, também fazem diariamente Ginástica Laboral, que leva de 10 a 15 minutos, sendo 30 segundos cada exercício. A ginástica é feita no próprio local de trabalho para não sofrer perdas no tempo de serviço, há sempre um monitor do próprio grupo, orientado pelos profissionais da Unimed que são fisioterapeutas e Educadores Físicos, para liderar

16 460 os outros colegas de trabalho durante a realização da atividade, e é usado música durante a ginástica. Os exercícios são Alongamentos Estáticos, Dinâmicos e Respiratórios que distencionam a musculatura e evitam lesões. Normalmente eles se dividem em áreas separadas o grupo de mulheres e o grupo de homens, opção esta feita pelos próprios colaboradores, motivo este para se sentirem mais a vontades. No período da manhã são feitas 2 vezes a ginástica com grupos diferentes de pessoas, minutos que antecedem o horário de almoço que cada grupo e no período noturno é feita apenas 1 vez. A intenção maior desse projeto é cuidar melhor da saúde dos colaboradores, já que tinham grande volume de afastamentos com pessoal por saúde prejudicada, hoje esse número diminuiu e já recebem elogios por parte dos colaboradores pelos benefícios que estão sentindo com esse projeto.

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