VIII ENCONTRO SALMOS 86, 44, 79, 147 A PÁSCOA DE JESUS NA SUA IGREJA

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1 1 VIII ENCONTRO SALMOS 86, 44, 79, 147 A PÁSCOA DE JESUS NA SUA IGREJA 1. Introdução Depois de rezarmos o mistério da morte e ressurreição de Jesus, vamos contemplar o primeiro fruto da Páscoa: a Igreja. Em pleno tempo pascal e até no meio das circunstâncias actuais da vida da Igreja, com tantas adversidades e interrogações, precisamos de olhar para o mistério da Igreja e a sua identidade. A Igreja de Jesus Cristo nasce da Páscoa para ser portadora e sacramento da Páscoa. Por isso, ela mesma é santuário onde a Páscoa decorre. Ela é lugar onde a morte e ressurreição de Jesus estão em desenvolvimento. Para além disso, esta etapa de oração dos salmos ajudar-nos-á a enquadrar, preparar e viver melhor a vinda do Santo Padre a Portugal. 2. Salmo 86 O salmo 86 é um maravilhoso canto sobre a beleza e centralidade de Jerusalém (Sião) na vida do Povo de Israel. O salmista começa por revelar o encanto e o amor de Deus pela cidade santa: O Senhor ama a cidade. Este amor de Deus por Sião nasce da sua origem: Por Ele fundada sobre os montes santos. Deus fundou e elevou Jerusalém, encheu-a de beleza e grandeza, e com isso, habita no meio dela, ao ponto de se lhe poder chamar cidade de Deus. É muito claro o lugar central de Jerusalém na vida do Povo de Israel porque com o Templo, torna-se o lugar por excelência da habitação de Deus no meio do seu povo: Ama as portas de Sião mais que todas as moradas de Jacob. Por isso mesmo, Jerusalém é anunciada profeticamente como a mãe de todos os povos: Todos lá nasceram. Porque ela é a cidade que Deus ama e onde Ele habita, Jerusalém apresenta-se como ponto de encontro para todos os homens de todos os povos. Os países que aparecem no salmo (Egipto, Babilónia, Filisteia, Tiro e Etiópia) são os envolventes de Israel e representam essa universalidade da acção de Deus que terá Sião na sua base e origem. Todos são chamados a encontrar-se e a renascer em Sião, a encontrar nela a vida oferecida por Deus: Todas as minhas fontes estão em ti. A tríplice repetição ali nasceu é a forma oficial da época para afirmar a pertença de um cidadão a uma cidade ou estado, com todos os direitos e deveres inerentes: todos os povos serão chamados a integrar realmente Jerusalém e a usufruir de todos os benefícios que Deus lhe concede. Todos estes elementos sugerem que este salmo seria usado pela festa de Pentecostes, onde participariam peregrinos provenientes de todos os lugares estrangeiros.

2 2 Nesta primeira semana, meditaremos sobre a origem da Igreja. Desde os primórdios que a espiritualidade cristã assume as referências do Povo de Israel à cidade de Jerusalém como anúncio da Igreja. As doze tribos que confluíam para a cidade pelas doze portas da muralha são simbolicamente representadas por Jesus nos Doze Apóstolos. A Igreja de Jesus Cristo não nasceu por geração espontânea ou por estratégia dos discípulos de Jesus. Ela nasce da escolha de Jesus e da infusão do Espírito Santo. Cristo ressuscitado reúne-se com os apóstolos para lhes dar o seu Espírito Santo e lhes confiar a sua própria missão. Na morte e ressurreição de Cristo que decorre em Jerusalém, a Igreja é realmente por Ele fundada sobre os montes santos. Esta fundação da Igreja a partir da Páscoa de Cristo, mostra que Deus tem sobre ela um amor fundamental e permanente: O Senhor ama a cidade; o próprio Altíssimo a consolidou. É esse mesmo amor que, fazendo habitar Deus no meio dela ( cidade de Deus ), a torna fecunda, capaz de oferecer a vida nova de Cristo aos homens e de os fazer renascer. A Igreja é Esposa de Cristo, sempre amada por Ele e sempre fecundada pelo seu amor e pelo seu Espírito. A força e vitalidade da Igreja não estão fundamentalmente na qualidade dos seus membros mas principalmente nesta relação amorosa de comunhão com Jesus Cristo ressuscitado. Por isso mesmo, os membros da Igreja alegram-se por ela e a louvam: E irão dançando e cantando: todas as minhas fontes estão em ti. Por isso, a Igreja é o sacramento de Cristo para todos os homens e para todos os povos. Na Igreja, todos, de todos os lados, são chamados a renascer para Cristo. A missão da Igreja é chegar a todos os cantos do mundo para oferecer a vida de Cristo e na Igreja todos encontrarão lugar e pertença. Já não lhe pertencerão pelo sangue como o antigo Povo de Israel, mas pelo Espírito Santo. A Igreja já é expressão dessa universalidade e sê-lo-á em plenitude na Jerusalém Celeste, na vida eterna. Aí se consumará a palavra do salmo: Dirse-á de Sião: todos lá nasceram. O mistério da Igreja não está na qualidade da sua aparência humana, na eficácia das suas estratégias pastorais ou na agilidade da sua organização. O mistério da Igreja está no amor e na presença de Cristo dentro dela e na maravilhosa fecundação que Cristo ressuscitado faz por meio do seu Espírito. Por isso, ela torna-se realmente sacramento de Cristo, sinal e instrumento da sua união aos homens, tal como ensina o Concílio Vaticano II. 3. Salmo 44 O salmo 44 tem uma forte tonalidade nupcial, carregada da beleza dos seus intervenientes. Os estudiosos pensam que terá sido um cântico composto para um casamento de um rei israelita, muito possivelmente de Acab que casou com uma princesa de Tiro (1Reis 16, 31). Mas desde muito cedo, a tradição

3 3 espiritual judaica aplicou este salmo às núpcias entre o Rei-Messias e o Povo de Israel. A primeira parte do salmo é dirigida ao rei por quem o salmista está cheio de comoção e a quem quer oferecer o melhor da sua arte literária: O meu coração vibra com uma ideia feliz, vou dedicar ao Rei o meu poema. Esta primeira parte é um louvor da beleza deste rei que é sintoma da eleição divina: Sois o mais belo dos filhos dos homens, a graça se derrama em vossos lábios, por isso Deus vos abençoou para sempre. O rei tem uma extraordinária beleza que se manifesta nos espaços que ele habita ( Nos palácios de marfim deliciam-vos os sons da lira ), na força que ele tem ( A vossa direita realizará feitos grandiosos: as vossas setas são aguçadas; a vós se submetem os povos ) e principalmente na sua qualidade espiritual e moral ( a graça se derrama em vossos lábios ; em defesa da verdade, da mansidão e da justiça ; amais a justiça e odiais a iniquidade ). Realmente este é o escolhido de Deus, o seu Ungido: O Senhor Deus vos ungiu com o óleo da alegria, preferindo-vos aos vossos companheiros. A segunda parte do salmo volta-se para a noiva que vai desposar o rei e desperta-a para a realidade admirável que está prestes a celebrar: Ouve filha, vê e presta atenção. Imediatamente o salmista define a situação fundamental da noiva: ela é objecto do amor apaixonado do rei ( De tua beleza se enamora o Rei ) e ela vai ser consagrada ao mesmo Rei para O homenagear com a sua vida ( Ele é o teu Senhor, presta-lhe homenagem ). Esta noiva, o Povo de Israel, é objecto do amor preferencial de Deus e a sua missão é reconhecê-lo como Senhor e prestar-lhe culto em todas as situações da vida. Aqui está a identidade de Israel e a sua especial beleza. Por isso o salmista aclama: A filha do rei avança cheia de esplendor, de brocados de ouro são os seus vestidos. O salmo conclui com duas características próprias de uma noiva amada pelo seu senhor: a alegria e a fecundidade. São manifestações do amor esponsal que o Povo de Israel adquire com a vinda do Messias: Cheias de alegria e entusiasmo entram no palácio do Rei ; Em lugar de teus pais terás muitos filhos. Esta noiva gerará filhos de acordo com a condição real do seu marido ( estabelecê-los-ás príncipes sobre toda a terra ) e será digna de admiração e louvor por ser a esposa real ( Os povos hão-de louvar-vos para sempre ). Nesta segunda rezaremos o amor da Igreja por Jesus Cristo. Depois de termos meditado o amor e a presença de Jesus ressuscitado na Igreja, rezamos agora o amor esponsal da Igreja pelo seu Senhor. Aliás, este é o movimento principal do coração e do ser da Igreja: estar voltada para Jesus Cristo, procurar Jesus, alimentar-se de Jesus e destinar-lhe todo o louvor. A Igreja não está voltada para outros senhores e para outros amores ( esquece o teu povo e a casa de teu pai ) mas tem no seu centro um amor maior: Ele é o teu Senhor, presta-lhe homenagem. Por isso mesmo, no coração da vida da Igreja está a liturgia que é precisamente celebração e contemplação da beleza do seu Esposo. Aí, a

4 4 Igreja escuta Jesus Cristo, acolhe a sua graça e é alcançada pela sua força pascal. Na liturgia e principalmente na celebração eucarística, a Igreja celebra e renova o seu casamento com Jesus, a comunhão viva e activa com o amor de Jesus, o impulso maior do seu amor por Jesus. Por isso, a maior alegria da Igreja é procurar e amar Jesus Cristo. Ela não se alegra pela sua riqueza, poder ou prestígio, mas sim por conhecer, amar e desposar Jesus Cristo: Cheias de alegria e entusiasmo, entram no palácio do Rei. O seu amor não tem os critérios do mundo, mas apenas este desejo de viver a comunhão com o Esposo e lhe agradar em todas as coisas. É nesse movimento e resposta que ela encontra toda a alegria e toda a beleza. A beleza e harmonia da Igreja está precisamente em centrar-se em Jesus e realizar a sua vontade. Quando a Igreja procura outros interesses ou outros critérios (os do mundo), ou procura vontades menores ou egoístas, desconfigura-se e perde a sua beleza. Ora, como diz o salmo, o único louvor que interessa à Igreja é o louvor por ser fiel a Jesus Cristo: Celebrarei o vosso nome, de geração em geração e os povos hão-de louvar-vos para sempre. Essa é a fama e o maior elogio que lhe podem fazer porque corresponde ao amor a que é chamada pelo seu Senhor. Mas o salmo ajuda-nos ainda a perceber que desta comunhão com Jesus nasce a fecundidade da Igreja: Em lugar de teus pais, terás muitos filhos, estabelecê-los-ás príncipes sobre toda a terra. Por causa do amor a Jesus e da comunhão que estabelece com Ele, os membros da Igreja nascerão deste amor e serão revestidos da dignidade real do Esposo da Igreja. Habitará neles a santidade do seu Senhor porque essa mesma santidade está activa por Jesus Cristo e o seu Espírito na Igreja. É essa santidade que os fará estar ao serviço de toda a terra e levar a salvação a todos os homens. A santidade e o amor de Cristo move os membros da Igreja e exercerem o seu domínio amoroso sobre os povos do mundo, ou seja, a anunciarem Jesus Cristo e a estarem ao serviço da dignificação e reconciliação de todos os homens com Deus. O amor a Jesus Cristo é, na Igreja, amor à salvação dos homens porque Jesus confiou a sua própria missão e graça à Igreja. 4. Salmo 79 O salmo 79 é um salmo de súplica a Deus num contexto difícil da história de Israel. Muito provavelmente este salmo foi composto por causa de uma invasão que destruiu e saqueou os reinos de Israel e de Judá. É uma súplica que espera a salvação de Deus e a restauração da unidade nacional. A primeira parte do salmo, usando a imagem do pastor e do rebanho, apresenta Deus como Pastor de Israel e o povo como seu rebanho. Esta parte é uma súplica insistente pela ajuda de Deus: Despertai o vosso poder e vinde em nosso auxílio. Esta súplica é consequência da terrível situação de sofrimento em que está aquele povo: Destes-nos a comer o pão das lágrimas e a beber copioso pranto. Mas esta súplica é também um pedido de

5 5 restauração e de regresso à harmonia e à paz: Deus dos Exércitos, fazei-nos voltar. A segunda parte do salmo usa a imagem da vinha para se referir ao povo que Deus escolheu e constituiu, que salvou do Egipto para colocar na Terra Prometida: Arrancastes uma videira do Egipto, expulsastes as nações para a transplantar. E se nestes elementos o salmista lembra as etapas principais da história de Israel (saída do Egipto, entrada na Terra Prometida, apogeu no tempo de Salomão quando o reino chegava do Líbano com os seus cedros, até ao Mar Mediterrâneo e ao Rio Eufrates), introduz seguidamente os acontecimentos trágicos, usando uma linguagem que fala de impureza e violência: Devastou-a o javali da selva e serviu de pasto aos animais do campo. A debilidade da vinha ( Porque lhe destruístes a vedação? ) permitiu que os inimigos a tomassem e a destruíssem ( Aqueles que lhe deitaram fogo e a destruíram ). Essa debilidade é identificada com o pecado daquele povo que se afastou de Deus: E não mais nos apartaremos de Vós. Por tudo isto, esta segunda parte do salmo é uma súplica insistente a Deus para que restaure o Povo de Israel e venha em seu auxílio: Deus dos Exércitos, vinde de novo, olhai dos céus e vede, visitai esta vinha. A súplica é maravilhosa porque lembra a Deus que esta vinha pertence-lhe e foi por Ele iniciada e constituída: Protegei a cepa que vossa mão direita plantou. Nesta terceira etapa de oração iremos meditar e rezar com o salmo 79, nos pecados da Igreja. Nas etapas anteriores rezámos o amor de Jesus que está nela e o amor a Jesus que é o seu principal movimento. Rezámos a beleza da Igreja que é a comunhão com Cristo e, por isso, o brilho e a graça da santidade de Cristo nela. Ora, agora meditaremos nos pecados dos seus membros que a tornam uma vinha devastada e um rebanho disperso. Este salmo é especialmente importante no contexto actual da vida da Igreja, onde os pecados dos seus membros têm aparecido de forma tão grave e tão extensa A Igreja é santa na sua comunhão viva com Cristo ressuscitado, mas ela é pecadora nos seus membros. Aliás, esse é o drama maior na genética e na experiência da Igreja: ela está revestida da fragilidade dos homens e das mulheres que a constituem. Ela foi constituída a partir de pessoas frágeis e pecadoras que imprimem ao ritmo de vida da Igreja e até à sua missão, as marcas da sua debilidade. A tal ponto que muitos olham para a Igreja e ficam confundidos e escandalizados com a sua aparência tão frágil e às vezes tão incoerente: Fizestes de nós objecto de contenda entre vizinhos e os inimigos zombam de nós. Os pecados dos membros da Igreja atacam com violência a sua beleza, a sua harmonia e a sua missão: Devastou-a o javali da selva e serviu de pasto aos animais do campo. Não só desfiguram a beleza e a harmonia da Igreja, mas também a desvirtuam e escondem, porque se dedicam a outros interesses e amores dentro da vida da Igreja. É imensamente grave porque contradiz a identidade da Igreja como vimos no salmo anterior. E mais grave ainda porque

6 6 dificulta e impede a missão da Igreja no meio dos que dela precisam. Ou pior do que isso, usam a missão da Igreja para atingir outros fins e outros interesses. É um autêntico adultério e abuso É um adultério para com Jesus e a missão de Jesus, mas é um abuso e violência sobre o amor de Jesus que consagra a Igreja Este momento em que os pecados da Igreja estão tão evidentes fazem-nos sentir as palavras do salmo: Destes-nos a comer o pão das lágrimas e a beber copioso pranto. Palavras apropriadas para tantas vítimas destes pecados, para tantos santos, para o Santo Padre Mas os nossos pecados são os piores inimigos da Igreja e colaboram também com os inimigos externos da Igreja. Os nossos são os piores porque vêm de dentro, destroem por dentro, subvertem os dons de Cristo e impedem a acção de Cristo por meio da Igreja. Mas também dão azo a que os inimigos externos possam agir, abrem-lhes as portas e dão-lhes razões Por tudo isto, percebemos que a vida da Igreja e este momento em particular, é sempre caminho de purificação, conversão e confiança em Deus. Os nossos pecados só acentuam mais que realmente a Igreja é de Cristo e n Ele é que tem força. Mas acentuam também que a nossa vida eclesial é uma busca permanente de conversão e de morte para o pecado: Pereçam diante da vossa face ameaçadora aqueles que lhe deitaram fogo e a devastaram. É a graça e a força de Cristo que nos há-de regenerar porque sem ela somos capazes de todos os males, contra Jesus, contra a identidade e missão da Igreja e contra os mais inocentes: Estendei a mão sobre o homem que escolhestes, sobre o filho do homem que para vós criastes. Por isso mesmo, neste caminho de purificação e conversão, necessário para restaurar a beleza da Esposa, a nossa confiança está em Deus e é apenas para Ele que precisamos de nos voltar: Senhor Deus dos Exércitos, fazei-nos voltar, iluminai o vosso rosto e seremos salvos. 5. Salmo 147 O salmo 147 é um salmo de louvor pela restauração da cidade de Jerusalém. Aliás, o salmo começa com um convite a Jerusalém para erguer o seu louvor a Deus: Glorifica, Jerusalém, o Senhor, louva, Sião, o teu Deus. E, logo de seguida, ficam claros os grandes motivos do louvor: Deus restaurou Jerusalém em todo o seu esplendor e deu-lhe de novo a paz. A paz, na cultura bíblica, é muito mais do que a ausência de guerra: é a harmonia, a abundância e a fortaleza. Por isso, Deus reforçou as tuas portas e abençoou os teus filhos, saciou-te com a flor da farinha. Estes elementos fazem-nos crer que este salmo foi composto de um forte período de guerra e de invasão por povos inimigos. Mas o elemento mais importante vem de imediato: Deus envia a sua Palavra e essa é verdadeiramente o sinal do amor de Deus pelo Povo e pela cidade, mas

7 7 é também o poder de Deus para regenerar aquele Povo e aquela cidade. As imagens que associam a palavra de Deus ao frio do Inverno e ao vento quente que traz o Verão, mostra como a Palavra de Deus conduz e refaz os destinos do Povo de Israel. Esta presença da palavra de Deus é um sintoma do amor sempre regenerador e preferencial de Deus por aquele Povo: Revelou a sua palavra a Jacob, suas leis e preceitos a Israel. Não fez assim com nenhum outro povo, a nenhum outro manifestou os seus juízos. Depois de na etapa anterior termos meditado nas fragilidades e pecados da Igreja, nesta etapa vamos rezar com salmo 147 a nossa gratidão a Deus pela sua obra na Igreja e através da Igreja. Depois de todos os nossos pecados e de todas as feridas que provocámos na Igreja e na sua missão, Deus veio e vem em ajuda da Igreja para lhe dar a solidez e a força: Ele reforçou as tuas portas e abençoou os teus filhos. Por isso, temos uma esperança cheia de confiança de que Deus trará igualmente a paz à Igreja, quer na sua vida interna, quer na sua vida externa com o mundo: Estabeleceu a paz nas tuas fronteiras. Esta acção de Deus será conduzida pela sua Palavra porque a Igreja regenerase com a palavra e o Espírito de Deus: Envia à terra a sua palavra, corre veloz a sua mensagem. A Igreja não se regenera com modernidades ou seguindo os critérios do mundo, nem sequer acomodando-se a modas: ela é sempre gerada pela Palavra de Deus que é Jesus Cristo. Mas ela renova-se sempre que se centra no seu Esposo e apenas se volta para Ele e não para outros deuses ou interesses. Por isso, o salmo começava com um convite de Jerusalém ao louvor: Glorifica, Jerusalém, o Senhor, louva, Sião, o teu Deus. O amor de predilecção de Deus pela sua Igreja, a Esposa de Cristo, fá-lo sempre voltar a ela e se empenhar nela. Esse é o futuro da Igreja. Nesta semana, a partir do salmo, fazer uma acção de graças por todos os dons e graças que tenho recebido e experimentado na Igreja.

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