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1 ROTEIRO PARA INVESTIGAÇÃO CRIMINAL NO CRIME DE LAVAGEM DE DINHEIRO Durante as reuniões do Grupo de Trabalho sobre Lavagem de Dinheiro, ocorridas no âmbito de GNCOC Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas, surgiu a necessidade de se estabelecer um roteiro orientador para a investigação criminal em torno do fenômeno da lavagem ou ocultação de bens, direito e valores. Nos referidos encontros consideramos como pífios os índices de investigações e de ações penais noticiando tal fenomenologia ( 1 ), enquanto o dinheiro sujo é parte fundamental da economia mundial ( 2 ). De acordo ainda com os dados do FMI, de 1996, o capital lavado tem oscilado entre 2 e 5 % do produto mundial e estimativas mais recentes colocam os fluxos de lavagem de dinheiro próximos a 10% do PIB global ( 3 ). Às dificuldades encontradas na investigação criminal correspondem as peculiares características do delito, sem uma vítima pontual, jamais praticado por um único agente, de difícil visualização, por força de uma atuação opaca e resistente a qualquer observação despretensiosa, que não é fruto de uma programação artesanal, mas antes de um projeto racionalmente 1 ( ) É comum a Polícia Judiciária investigar o crime, elucidar a autoria, a materialidade dos fatos e relegar para a Magistratura deliberar sobre os bens auferidos com o delito, e ao Ministério Público a decisão de prosseguir, ou não, na investigação sobre o destino dado ao capital obtido com os delitos. 2 ( ) NAÍM, Moisés, Ilícito,trad. Sérgio Lopes, Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2006, p ( ) Ibidem.

2 elaborado ( 4 ). As organizações criam perfeitas condições para a utilização lícita de bens ou produtos obtidos através de fatos ilícitos ( 5 ). Convém ainda reconhecer que o fenômeno da reciclagem de bens e valores auferidos com o produto do crime costuma estar enraizado em fatores criminológicos de altíssima rentabilidade, equiparadas ao modelo ou estrutura empresarial, bem ajustadas à produtividade capitalista. Neste contexto integram-se organizações criminosas complexas, caracterizadas pela sofisticada circulação do dinheiro ou bens, num espaço extraterritorial, proveniente de crimes e pela infiltração de agentes criminosos no aparelho do Estado. Não será raro encontrarmos empresas economicamente sadias, cumpridoras de seus deveres fiscais e, inclusive, que contam com a chancela de auditores fiscais. Entretanto, o capital ali investido tem origem ilícita e seu lucro serve para alimentar e incrementar a atividade criminosa da organização. Os muitos caminhos seguidos pela criminalidade organizada, no reinvestimento dos lucros ilicitamente obtidos, tornam particularmente difícil um completo controle do fenômeno reciclagem ( 6 ). 4 ( ) COSTA, José de Faria, O fenómeno da globalização e o Direito Penal Económico, in Boletim da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra n 61, 2001, p ( ) CANAS, Vitalino, O crime de branqueamento: regime de prevenção e de repressão, ob. cit., p ( ) PELLEGRINI, Angiolo e JÚNIOR, Paulo José da Costa, Criminalidade organizada, São Paulo: Jurídica Brasileira, 1999, p. 55.

3 Em outras palavras, conquanto seja conhecida a prática do crime e o enriquecimento por ele auferido, não se sabe onde tal lucro foi integrado no sistema econômico, porquanto sempre será possível realizar nova operação de ocultação, que permite o distanciamento dos bens de sua origem criminosa ( 7 ). Este contexto bem poderia ser ilustrado pelas bonecas de madeiras russas, que se encaixam umas dentro das outras, denominadas matriushkas. Não há grande dificuldade para se abrir uma empresa fantasma, muitas vezes com um objeto social genérico e, uma vez registrada a pessoa jurídica na Junta Comercial, autorizada pelo Estado estará para gerir bens e atividades lícitas, não obstante o capital investido possa ser ilícito. A partir de então, a empresa de fachada pode reciclar fundos conforme o bom desempenho do contador contratado por ela: através de registros de elevados custos de transportes, ou do subfaturamento, ou falsas ordens de compras junto a outras empresas de fachadas e por meio da emissão de outros documentos legais. Qualquer bem que possa ser adquirido à vista, normalmente em grandes quantidades, com alto capital de giro e possa ser vendido com lucro, ou com um pequeno prejuízo, pode ser alvo de uma possível reciclagem de bens e valores. Portanto, determinados negócios têm sido eleitos como preferidos pelos 7 ( ) CAPARRÓS, Fabián, El delito de blanqueo de capitales, Madrid: Ed. Colex, 1998, p. 412.

4 especialistas em lavagem de dinheiro, por movimentarem altos valores em dinheiro vivo. Vejamos alguns: hotéis, bares, casas noturnas, postos de combustíveis, locadoras de vídeo, parques de diversões, lojas de carros, estacionamento de veículos, lavanderias (atividade que explica a origem da expressão lavagem de dinheiro), cavalos, bilhetes premiados de loteria, dentre outros. Como forma de melhor entender como funciona esse esquema criminoso estabeleceu o GAFI três diferentes fases para o processo de lavagem de dinheiro: colocação, ocultação e integração. A experiência, no entanto, exige uma profunda reflexão desse modelo descritivo. Isto porque a lavagem de dinheiro é hoje uma atividade que pode atingir um grau de sofisticação que só artificialmente se pode reconduzir a um esquema único e mais ou menos linear ( 8 ). Existe, de fato, uma variedade de atividades e procedimentos difusos que poderão ser utilizados pelos lavadores de dinheiro. Impossível, daí, fixar um roteiro único a ser sempre seguido durante as investigações criminais. Possível, porém, sugerir órgãos importantes para serem consultados, os quais deverão ser priorizados de acordo com o perfil da organização criminosa investigada e, sobretudo, de seu chefe ou líder. 8 ( ) CANAS, Vitalino, O crime de branqueamento: regime de prevenção e de repressão, Coimbra: Livraria Almedina, 2004, p. 22.

5 Poderíamos denominar estes levantamentos como uma investigação criminal de gabinete, burocrática, mas como o crime de lavagem de dinheiro é derivado e sempre dependente de um delito antecedente, não podemos prescindir das providências tradicionais de investigação de campo, tradicionalmente executadas pela Polícia Judiciária. Não se pretende, pois, nesta apresentação discorrer sobre seus aspectos doutrinários, mas sim sugerir fontes de pesquisa que deverão auxiliar na investigação criminal e revelar a existência de patrimônio ilícito, com aparência de lícito. Fontes de pesquisas para investigação de patrimônio ilícito: a) Cartórios de Registro de Imóveis da Comarca relacionada com o Investigado, observando as estâncias turísticas mais procuradas no Estado; por exemplo, em São Paulo, Guarujá (litoral) e Campos de Jordão (montanha). Não existe concentração dos dados a nível nacional. ANOREG Associação dos Notários e Registradores do Brasil. Através de convênio firmado com o Ministério Público do Estado de São Paulo (ainda em implementação), a ANOREG disponibiliza consulta através do CPF de imóveis no Estado de São Paulo para saber em que Cartório o investigado possui imóvel. Consultas mediante credenciamento: b) COAF Conselho de Controle de Operações Financeiras Fornecimento de Informações sobre Operações Suspeitas Viável o cadastro de senha para consulta on line: - Pesquisa banco de dados do CVM Bolsa de Valores. Endereço: SAS quadra 3 bloco O 7 andar, Ed. Órgãos Regionais M.F. Brasília/DF CEP fones: (61) e (fax)

6 c) Banco Central do Brasil Acesso a movimentação financeira mediante ordem judicial, além da possibilidade de acesso a gastos com cartões de créditos nacionais e internacionais. Departamento de Combate a Ilícitos Financeiros e de Supervisão de Câmbio e Capitais Internacionais Setor Bancário Sul, Quadra 3, Bloco b, Edifício Sede, Brasília DF, CEP Fone (61) , (fax). Chefe do Departamento : Dr. Fernando Celso Gomes de Souza d) Agência Nacional de Aviação Civil ANAC Aeroporto Internacional de Brasília - Setor de Concessionárias, Lote 5 Brasília DF CEP Endereço Eletrônico: Telefones: / Diretor-Presidente: Dr. Milton Zuanazzi Procurador-Geral: Dr. João Ilídio de Lima Filho e) DRCI Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional Negocia acordos e coordenar a execução da cooperação jurídica internacional. Exerce a função de autoridade central para a tramitação de pedidos de cooperação jurídica internacional. E desenvolve e aperfeiçoa instrumentos normativos de combate à lavagem de dinheiro, de recuperação de ativos e de cooperação jurídica internacional, dentre outras atribuições. Endereço: SCN Qd. 1 Bl. A Sala 101, Ed. Number One Brasília.DF Telefone: Fax: Internet: Diretora: Dra. Maria Rosa Guimarães Loula f) Capitania dos Portos Informações regionalizadas obtidas em cada Estado. Informa dados sobre embarcações e seus proprietários.

7 g) Detran Infoseg - Informações sobre propriedade de veículos, dados cadastrais registrados para fins de Carteira Nacional de Habilitação e multas relacionadas com os veículos. h) Registro de Armas Infoseg Dispõe de cadastros dos proprietários de armas de fogo informações do SINARM Sistema Nacional de Armas. i) Receita Federal. Através de autorização judicial, obtenção de dados da evolução patrimonial e movimentação financeira, mediante análise do recolhimento do CPMF. j) Receita Estadual. Dados do recolhimento de Impostos Estaduais e do registro da Inscrição Estadual. Possibilita o confronto entre a contribuição a título de ICMS com a Declaração de Rendimentos à Receita Federal, bem como com os dados constantes em contas correntes, como forma de verificar a existência de empresas fantasmas. k) Empresas de telefonia móvel e fixa. Obtenção de dados cadastrais e valores dos gastos mensais com telefone das pessoas investigadas, além da bilhetagem das ligações recebidas e efetuadas, mediante quebra de sigilo judicial. Algumas empresas negam o fornecimento dos dados cadastrais ao Ministério Público, por força de interpretação de decisão da Justiça Federal. l) Junta Comercial Disponibiliza dados sobre empresas e a evolução de seus quadros societários. m) Associações de Criadores de Cavalos. Cada associação abaixo citada detém o registro de cavalos, com os dados de seus proprietários e características dos animais. Trata-se de um registro que se assemelha aos Registros Gerais de pessoas físicas mantidos por órgãos de segurança pública nos Estados. Associação Brasileira dos Criadores e Proprietários de Cavalos de Corrida (ABCPCC). Presidente: Antônio Carlos Coutinho Nogueira. Avenida

8 Lineu de Paula Machado, 875 Jardim Everest cep São Paulo-SP. Fone: (11) / Fax: (11) Site: Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Árabe (ABCCA). Presidente: Luciano Cury Avenida Francisco Matarazzo 455, Parque Água Branca, Fone: (11) Fax: (11) , São Paulo-SP. Site: Associação Brasileira do Cavalos da Raça Anglo-Árabe Presidente: José Sampaio Meirelles Rua dos Arouche, 23 5º andar Fone: (11) São Paulo - SP Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) Presidente: Eduardo Costa Simões Avenida Amazonas, 6020 Parque de Exposição Bolívar de Andrade - Gameleira Fone: (31) Fax: (31) Belo Horizonte - MG Site: Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) Presidente: Henrique José Marim Teixeira Avenida Fernando Osório, A Fone: (53) Fax: (53) Caixa Postal Três Vendas Pelotas - RS

9 Site: Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM) Presidente: Ovídio Vieira Ferreira Avenida Francisco Matarazzo, 455 Parque Água Branca - Pavilhão 11 Fone: (11) / Fax: (11) São Paulo-SP Site: Associação Brasileira de Criadores de Cavalos da Raça Mangalarga (ABCCRM) Presidente: Mário Alves Brabosa Avenida Francisco Matarazzo, 455 Parque Água Branca Pavilhão 04 Fone: (11) (11) São Paulo - SP Site: Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Campolina (ABCCC) Presidente: Francisco de Azevedo Neto Avenida Amazonas, 6020 Parque de Exposição Bolívar de Andrade - Gameleira Fone: (31) Fax: (31) Belo Horizonte - MG Site: Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Appaloosa Presidente: Francisco Lopes Avenida Francisco Matarazzo, 455 Parque Água Branca

10 Fone: (11) São Paulo - SP Site: Associação Brasileira de Cavalo Pampa (ABCPAMPA) Presidente: Eduardo Aparecido Avenida Amazonas, 6020 Parque de Exposição Bolívar de Andrade - Gameleira Fone: (31) Fax: (31) Belo Horizonte - MG Site: Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Paint (ABCPAINT) Presidente: Orlando Lamônica Júnior Av. Comendador José da Silva Martha, Jd. Shangrilla CEP Bauru - SP Fone: (14) Site: Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Puro Sangue Lusitano (ABPSL) Presidente: Luís Ermírio de Moraes Rua General Jardim, 618 Cj. 62 Vila Buarque - São Paulo Fone: (11) Fax: (11) CEP Site: Associação Brasileira dos Criadores de Cavalos de Hipismo (ABCCH) Presidente: Ênio Monte Avenida Francisco Matarazzo, 455

11 Parque Água Branca Fone: (11) Fax: (11) São Paulo - SP Site: Associação Nacional de Criadores de "Herd Book Collares" Presidente: José Roberto Pires Weber Rua Anchieta, Centro Caixa Postal 490 Fone: (53) / Fax: (53) Pelotas - RS Site: Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Pura Raça Espanhola (ABPRE) Presidente: José Roberto Viviane; Rua Pascal, 882 ap. 151 Campo Belo Fone: (11) ; São Paulo SP. Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Pônei (ABCCPONEI) Presidente: Fabrício Borges Santos Avenida Amazonas, Parque Bolívar de Andrade - Gameleira Fone: (31) Belo Horizonte - MG Site: Associação Brasileira de Criadores do Cavalo Pantaneiro (ABCCP) Presidente: Gilson Gonçalo de Arruda Avenida Joaquim Murtinho Centro Fone: (65) Poconé - MT

12 Site: Associação Nacional do Cavalo de Rédeas (ANCR) Presidente: Mauro Eduardo Dias Avenida Comendador José da Silva Marta - Quadra 36 Fone: (11) Bauru - SP Site: Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Bretão Presidente: Cláudio Marcelo Borja de Almeida Rua Oswaldo Cruz, 267 CEP: Amparo - SP Fone (11) Fax: (11) Site: Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Trotador (ABCCT) Presidente: Valter da Silva Loureiro Praça dos Trotadores, 01 - Vila Guilherme Fone: (11) São Paulo - SP Associação Brasileira de Criadores de Puruca (ARPP) Presidente: Zinda Nunes Gouveia Avenida Almirante Barroso, 5386 Parque de Exposições Presidente Médici Fone: (91) / Belém - PA Associação Brasileira dos Criadores da Raça Marajoara Presidente: Mário Antônio Martins Avenida Almirante Barroso, 5386 Parque de Exposições Presidente Médici

13 Fone: (91) Belém - PA Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Campeiro Presidente: Urmerindo fernandes de Oliveira Rua Marechal Floriano, 217 Fone: (49) Curitibanos - SC n) Aconselha-se ao Promotor de Justiça que provoque a nomeação de Administrador Judicial para os bens eventualmente seqüestrados, como, por exemplo, um Advogado com experiência em administrar massa falida perante a Vara de Falências. Principais dados internacionais disponíveis: a) ENCCLA - Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e a Lavagem de Dinheiro (Enccla) Metas estabelecidas para o ano de 2007: b) 40 Recomendações do GAFI (Grupo de Ação Financeira sobre a Lavagem de Dinheiro) constantes do site: - c) Lista dos países membros do GAFI: d) GAFISUD: países envolvidos Uruguai, Paraguai, Argentina e Brasil. Dados sobre o Grupo e seu funcionamento podem ser obtidos junto ao DRCI e ao COAF já citados. e) Acordos de Cooperação Internacional entre Brasil e outros países principais contatos disponíveis em : Estados Unidos: Decreto nº 3.810, de 2 de maio de 2001: Promulga o Acordo de Assistência Judiciária em Matéria Penal;

14 França: Decreto nº 3.324, de 30 de dezembro de 1999: Promulga o Acordo de Cooperação Judiciárias em Matéria Penal; Itália: Decreto nº 2.649, de 01 de julho de 1998: Promulga o Acordo de Cooperação na Luta Contra o Crime Organizado e o Tráfico de Entorpecentes e Substâncias Psicotrópicas, celebrado entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Italiana, em Roma, em 12 de fevereiro de 1997; Decreto nº 862, de 09 de julho de 1993: Promulga o Tratado sobre Cooperação Judiciária em Matéria Penal; Portugal: Decreto nº 1.320, de 30 de novembro de 1994: Promulga o Tratado de Auxílio Mútuo em Matéria Penal; Colômbia Decreto nº 3.895, de 23 de agosto de 2001: Promulga o Acordo de Cooperação Judiciária e Assistência mútua em Matéria Penal; f) A Rede Hemisférica de Intercâmbio de Informações para o Auxílio Jurídico Mútuo em Matéria Penal e de Extradição, criada no âmbito da OEA, é a mais desenvolvida dentre as redes de cooperação jurídica de que o Brasil faz parte, e foi adotada pela Vª Reunião de Ministros da Justiça daquela Organização, realizada no ano de 2004 em Washington: g) Página de acesso ao Direito da União Européia: Existem na página diversas Resoluções legislativas do Parlamento Europeu e Pareceres do Comitê Econômico e Social Europeu sobre lavagem de dinheiro, as quais abordam os principais temas e assuntos a serem observados pelos Estados membros daquela Comunidade. Também diversas Decisões-Quadro do Conselho Europeu, que tratam da mesma questão; h) Recomendações especiais do GAFI/FATF sobre financiamento do terrorismo: i) Instrução Normativa SRF nº 188, de 6 de agosto de Relaciona países ou dependências com tributação favorecida ou oponha sigilo relativo à composição societária de pessoas jurídicas: j) COAF já referido - detém acesso à rede internacional das Unidades de Inteligência Financeira UIF (sigla em inglês: FIU) e ao Grupo Egmont. Auxilia, portanto, na obtenção de dados sobre contas correntes e

15 movimentações financeiras no exterior. Maiores informações: k) Site internacional completo com várias informações sobre Lavagem de Dinheiro, com citação sobre casos concretos, doutrina e legislação: (em inglês). Arthur Pinto de Lemos Júnior Promotor de Justiça do GAECO Março de 2007

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