Estou a partilhar. How are you?

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Estou a partilhar. How are you?"

Transcrição

1 Estou a partilhar. Vodafone Telecel Relatório e Contas ABRIL MARÇO 2002 How are you?

2 2 Vodafone Telecel Relatório e Contas 2001 PRINCIPAIS INDICADORES VODAFONE TELECEL RECEITAS OPERACIONAIS TOTAIS milhões de euros CASH FLOW OPERACIONAL milhões de euros ,4 82,8 161,6 293,4 437, ,2 864,0 899,1 31/12/99 606, (9,0) 7,5 40,9 97,8 151,9 31/12/99 204,3 279,7 252,6 286, RESULTADO LÍQUIDO INVESTIMENTO ANUAL EM ACTIVOS FIXOS milhões de euros milhões de euros ,4 66,3 96,6 31/12/99 101,1 80,1 104, ,6* 232,6 205,4 31/12/99 138, (24,9) (14,0) 12, ,5 44,4 58,9 76,6 99, * Inclui 100 milhões de euros do valor da licença UMTS.» Os anos de 1993 a 1998 referem-se ao período compreendido entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro; o ano de 1999 refere-se ao período de 15 meses compreendido entre 1 de Janeiro de 1999 e 31 de Março de 2000; os anos de 2000 e de 2001 referem-se ao período compreendido entre 1 de Abril e 31 de Março (ver capítulo II.11. Ano Fiscal e de Reporte).

3 Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel 3 NÚMERO DE CLIENTES CELULARES REGISTADOS milhares /12/ NÚMERO DE MINUTOS CELULARES DE VOZ FACTURADOS NÚMERO DE COLABORADORES milhões /12/ » Os anos de 1993 a 1998 referem-se ao período compreendido entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro; o ano de 1999 refere-se ao período de 15 meses compreendido entre 1 de Janeiro de 1999 e 31 de Março de 2000; os anos de 2000 e de 2001 referem-se ao período compreendido entre 1 de Abril e 31 de Março (ver capítulo II.11. Ano Fiscal e de Reporte).

4 4 Vodafone Telecel Relatório e Contas 2001 ÍNDICE MENSAGEM DO PRESIDENTE 07 I II III IV V PRINCIPAIS ACONTECIMENTOS na Vodafone Telecel Crescimento do Mercado Celular Crescimento da Vodafone Telecel Rentabilidade da Vodafone Telecel Enquadramento Regulamentar Quadros Resumo A Vodafone Telecel na Bolsa Órgãos Sociais 19 RELATÓRIO DE ACTIVIDADE 01 A Estratégia da Empresa O Mercado de Telecomunicações Móveis no Contexto Europeu O Mercado de Telecomunicações Móveis em Portugal Os Clientes Vodafone Telecel e o Serviço Oferecido Migração para a Marca Vodafone O Euro na Vodafone Telecel Sistemas de Informação Negócios na Área das Tecnologias de Informação Qualidade e Ambiente Recursos Humanos Ano Fiscal e de Reporte Análise das Contas da Empresa Política de Investimentos Política de Financiamento Recomendações da CMVM sobre o Governo das Sociedades Cotadas Política de Distribuição de Resultados Perspectivas Futuras Considerações Finais Agradecimentos 58 RELATÓRIOS E CERTIFICAÇÃO LEGAL 01 Relatório de Actividade do Conselho Geral Participação dos Órgãos de Administração e Fiscalização no Capital Lista dos Titulares de Participações Qualificadas no Capital Extracto da Acta da Reunião do Conselho Geral da Vodafone Telecel Certificação Legal de Contas e Relatório do Auditor Externo 64 DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 01 Balanço em 31 de Março de Demonstração dos Resultados por Naturezas do Exercício Findo em 31 de Março de Demonstração dos Resultados por Funções do Exercício Findo em 31 de Março de Demonstração dos Fluxos de Caixa do Exercício Findo em 31 de Março de ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 01 Anexo ao Balanço e à Demonstração dos Resultados do Exercício Findo em 31 de Março de Anexo à Demonstração dos Fluxos de Caixa do Exercício Findo em 31 de Março de

5 Estamos ansiosas. Vodafone Telecel Relatório e Contas ABRIL MARÇO 2002 Mensagem do Presidente How are you?

6 António Carrapatoso Presidente

7 Mensagem do Presidente Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel 7 I I Mensagem do Presidente O ano de 2001 caracterizou-se, essencialmente, por ser mais um bom ano de crescimento da Empresa, em termos de receitas e cash flows,e pela migração plena da marca Telecel para a marca Vodafone. O processo de migração de marca iniciou-se em Janeiro de 2001 com uma comunicação dual brand que culminou em Outubro com a adopção da marca única Vodafone. Todos os indicadores até agora obtidos, incluindo o nível de reconhecimento e a percepção dos valores da nova marca, indicam o enorme sucesso desta migração, sendo natural motivo de orgulho, para todos os nossos Colaboradores, ter sido possível lançar, num relativo curto espaço de tempo (10 anos), duas marcas de elevado reconhecimento e prestígio nacional: Telecel e Vodafone. Para o desenvolvimento sustentado do mercado móvel é também importante que seja garantida a existência de uma sã concorrência evitando-se qualquer situação de abuso de posição dominante. Condições de interligação competitivas, direitos de passagem disponíveis, abertura das redes dominantes aos outros operadores em condições adequadas e a prevenção de eventuais situações de subsidiação cruzada, são factores necessários para a evolução positiva do mercado. A Vodafone Telecel está apostada em consolidar e reforçar a sua posição no mercado, e portanto continuar a ser uma empresa em crescimento, e em se afirmar como a melhor empresa portuguesa, ou seja, aquela que mais satisfação assegura aos seus Clientes, Accionistas e Colaboradores, contribuindo ao mesmo tempo para o desenvolvimento da nossa sociedade. Espera-se que a marca Vodafone traga benefícios acrescidos para todos os nossos Clientes que passaram a fazer parte do maior Grupo de telecomunicações móveis mundial, com mais de 101 milhões de Clientes, e que irão poder usufruir de serviços cada vez mais globais. Durante o ano 2001, a Vodafone Telecel continuou a consolidar as suas competências e a sua posição no mercado português, afirmando-se como a Empresa mais inovadora e mais orientada para os seus Clientes e com a oferta mais competitiva. A Vodafone Telecel está particularmente bem preparada para, desde já, lançar e liderar a próxima geração de serviços, tornando possível aos seus Clientes disporem de uma comunicação global (voz, dados e imagem) em mobilidade. São estes novos serviços, conjuntamente com a progressiva migração de tráfego das redes fixas para as redes móveis, que irão permitir o contínuo crescimento do mercado móvel, agora que a penetração de utilizadores está prestes a atingir a sua expressão máxima.

8

9 Estou derretido. Vodafone Telecel Relatório e Contas ABRIL MARÇO 2002 I. Principais Acontecimentos How are you?

10 10 Vodafone Telecel Relatório e Contas 2001 Principais Acontecimentos na Vodafone Telecel Vodafone Telecel disponibiliza comercialmente a tecnologia GPRS (General Packet Radio Service). YORN lança YORN Sound System - uma mega discoteca itinerante que durante dois meses animou 10 cidades universitárias. Vodafone Telecel lança em exclusivo em Portugal a tecnologia HSCSD (High Speed Circuit Switched Data). Vodafone Telecel é o primeiro operador em Portugal a disponibilizar um serviço de Chat por SMS. Vodafone Telecel lança Jogos por SMS, um serviço inédito em Portugal. Portal Netc e o site infantil Casquides, ambos da TelecelOnline, ganham os prémios de melhor ISP e Web Design 2001, respectivamente. Vodafone Telecel lança Data VPN, uma solução integrada de Voz e Dados que permite às empresas interligar os vários locais de trabalho através de uma Rede Privada Virtual (VPN) de Dados e Voz. Vodafone Telecel lança o serviço Smart Traveller ( ) especialmente concebido para os turistas em visita ao nosso país, disponível para todos os Clientes em território nacional 365 dias por ano. Vodafone Telecel lança o serviço Golos em Directo, que permite acompanhar, via mensagens escritas, os jogos de futebol das equipas da I Liga e da Selecção Nacional. Vodafone Telecel é o primeiro operador em Portugal a introduzir o reconhecimento de voz no acesso ao sistema de Voice Mail. ABRIL 2001 MAIO 2001 JUNHO 2001 JULHO 2001 AGOSTO 2001 SETEMBRO 2001

11 Principais Acontecimentos Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel 11 Vodafone Telecel lança em exclusivo um serviço de download de toques, logos e postais do filme O Senhor dos Anéis e de Toques e Imagens MTV. Vodafone Telecel conclui a transição para a marca Vodafone três meses antes do inicialmente previsto, graças a um complexo e bem sucedido processo de migração para a nova marca. Vodafone Telecel dá início à campanha de lançamento da marca Vodafone em Portugal, intitulada How are you?. Vodafone Telecel concretiza a venda de 80% da empresa TelecelOnline ao Grupo Vizzavi Europe. Vodafone Telecel disponibiliza roaming para produtos pré- -pagos em Espanha baseado na plataforma inteligente (IN). Vodafone Telecel efectua com sucesso os primeiros testes do Multimedia Messaging Service (MMS), um serviço que integra texto, áudio, imagem e vídeo. Vodafone Telecel é o primeiro operador em Portugal a disponibilizar serviços GPRS em roaming. Vodafone Telecel apoia o acesso à Internet no Centro Juvenil Padre António Vieira, em Dili, capital de Timor Leste. YORN anuncia a abertura da Vyrus YORN Shopping Attack, uma megastore que disponibiliza serviços nas áreas das telecomunicações, moda, música, estúdio de rádio, bar, multimédia, entre outras. Grupo Vodafone assina acordo de patrocínio com a Scuderia Ferrari para a época 2002 de Fórmula 1 e para as duas épocas seguintes. Vodafone Telecel disponibiliza o serviço Music Box que vem possibilitar aos seus Clientes enviarem mensagens musicais. Sistema de Gestão da Qualidade da Vodafone Telecel, abrangendo toda a sua organização, é certificado pela APCER, de acordo com o referencial NP EN ISO 9001: Vodafone Telecel passa a disponibilizar o serviço 1514 Informação sobre Praias, também através de SMS. Vodafone Telecel com acordos de roaming com 228 operadores de telecomunicações em 109 países dos cinco continentes. OUTUBRO 2001 NOVEMBRO 2001 DEZEMBRO 2001 JANEIRO 2002 FEVEREIRO 2002 MARÇO 2002

12 12 Vodafone Telecel Relatório e Contas 2001 Principais Acontecimentos 02 I I Crescimento do Mercado Celular 03 I I Crescimento da Vodafone Telecel O valor das receitas de serviços do mercado de Telecomunicações móveis português ascendeu a cerca de 2,7 mil milhões de euros durante o período de Janeiro a Dezembro de 2001, o que representa um crescimento de cerca de 30% em relação ao ano anterior. Estima-se que o peso do segmento dos serviços de comunicações móveis tenha representado já cerca de metade do valor do mercado total de serviços de Telecomunicações português em Portugal destacou-se, novamente, no mercado global de comunicações móveis, tendo registado um dos mais elevados pesos na Europa das receitas de serviços celulares no PIB (estimado em 2,3%) e uma taxa de penetração do serviço móvel, em termos de clientes registados face à população total (86% em Dezembro de 2001), superior à taxa média verificada nos países da União Europeia (76%). Deve referir-se que a taxa de penetração da telefonia móvel em Portugal em 31 de Dezembro de 2001 registava um valor superior ao verificado na maioria dos países europeus, o que se torna ainda mais significativo tendo em conta que o PIB per capita português é cerca de 75% da média europeia, ajustado pela paridade de poder de compra. O forte aumento do número de Clientes de telefonia móvel foi, tal como no ano anterior, a principal causa do crescimento do valor do mercado celular português. No período de Janeiro a Dezembro de 2001, foram captados cerca de 1,9 milhões de novos Clientes celulares, totalizando cerca de 8,6 milhões de Clientes no final do ano. Estima-se, no entanto, que cerca de 10% do total de Clientes registados no mercado sejam Clientes de serviços inactivos. Na origem do crescimento do número de Clientes no mercado das comunicações móveis esteve, novamente, o segmento de mercado de consumo (particulares). Os baixos níveis tarifários, a atractividade dos preços dos telefones móveis e o estímulo da forte concorrência que caracteriza o mercado, permitiram atrair mais de 1,5 milhões de novos Clientes para este segmento. À semelhança dos anos anteriores, 2001 foi para a Vodafone Telecel um ano de forte crescimento nas suas diversas áreas de actuação, que se materializou na consolidação da sua actividade no negócio celular e no desenvolvimento das suas áreas complementares. A Vodafone Telecel manteve a sua quota de mercado de 17% do total das receitas de serviços de telecomunicações em Portugal, solidificando a sua posição de segundo operador de telecomunicações nacional, após o operador incumbente, apesar do seu enfoque nas comunicações móveis. Em 2001, a Vodafone Telecel aumentou a sua base de Clientes em 14,5%, contando, em 31 de Março de 2002, com Clientes registados no seu serviço celular, em resultado da adição de Clientes durante os doze meses anteriores. Na mesma data, cerca de 90% da base total de Clientes estava activa (Clientes que geraram um evento taxado nos três meses anteriores). Os produtos pré-pagos continuaram a representar a grande maioria das activações brutas no ano e, em 31 de Março de 2002, os Clientes de serviços pré-pagos representavam cerca de 74% da base de Clientes registados no serviço celular da Vodafone Telecel. No final de 2001 a Vodafone Telecel mantinha a sua posição de liderança nos segmentos pós-pago e empresarial. A Vodafone Telecel gerou receitas totais operacionais e de serviços de 1.025,2 milhões de euros e 956,7 milhões de euros, respectivamente, em 2001, o que representa um crescimento de 14,0% e 16,6% relativamente ao ano anterior. O cash flow operacional gerado pela Empresa no ano ascendeu a 286,1 milhões de euros, um aumento de 13,3% face ao valor obtido no ano transacto. A receita média mensal por Cliente registado (ARPU) no negócio celular da Vodafone Telecel fixou-se em 29,37 euros em 2001, um decréscimo de 7,1% em relação ao ano anterior. O ARPU por Cliente celular activo foi de 32,25 euros no exercício findo em 31 de Março de A redução do ARPU é explicada, em grande medida, por alterações ao nível do perfil de utilização (maior peso das chamadas dentro da própria rede que têm um preço mais reduzido) e por optimizações dos planos tarifários que permitiram reduzir o encargo mensal dos Clientes, para além de algumas descidas tarifárias.

13 Principais Acontecimentos Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel 13 Em resultado dos esforços desenvolvidos pela Empresa no sentido de estimular a utilização do serviço celular, o tráfego na rede conheceu um incremento significativo durante o ano de 2001, tendo o número de minutos celulares de voz facturados alcançado um total de milhões, um crescimento de 28,6% em relação ao ano anterior. Em 2001, a utilização média mensal de cada Cliente celular registado da Vodafone Telecel foi de 139 minutos celulares de voz, o que representa um aumento de 3,0% relativamente ao ano anterior. Um dos alicerces fundamentais do sucesso obtido pela Vodafone Telecel, essencial para o seu crescimento sustentado, tem sido os recursos humanos altamente qualificados e motivados que a Empresa possui. No final de Março de 2002, o número de Colaboradores da Vodafone Telecel era de 1.833, mais 143 que no ano anterior. Este aumento incidiu principalmente nas áreas de apoio ao Cliente e sistemas de informação, decorrendo da necessidade de responder ao crescimento e a um maior esforço de fidelização da base de Clientes e à expansão e modernização da Empresa. Em 2001, a Vodafone Telecel continuou a investir na sua rede celular, reforçando a sua cobertura e capacidade, e introduzindo novas tecnologias, com o objectivo de manter um serviço de excelência aos seus Clientes. Nos doze meses findos em Março de 2002, a Empresa investiu 205,4 milhões de euros em activos fixos, dos quais, cerca de 25% foram aplicados no desenvolvimento da sua rede UMTS e cerca de 2% nas suas áreas de negócio complementares. No final de Março de 2002, a Vodafone Telecel tinha cerca de Clientes registados no seu serviço de acesso fixo indirecto, dos quais cerca de 80% eram Clientes empresariais, o segmento de mercado no qual a Empresa concentra a sua actividade comercial na área fixa. Adicionalmente, através do seu serviço de acesso fixo directo, a Vodafone Telecel disponibiliza uma oferta alargada de serviços de telecomunicações nas áreas de Lisboa e Porto a uma base de cerca de 100 Clientes empresariais. Estas actividades constituem um complemento do negócio base da Empresa visando reforçar a posição competitiva da Vodafone Telecel no mercado celular. 04 I I Rentabilidade da Vodafone Telecel Em 2001, a Vodafone Telecel registou resultados antes de impostos de 166,1 milhões de euros e resultados líquidos de 104,8 milhões de euros, o que representa um aumento de 27,7% e 30,8%, respectivamente, em relação ao ano anterior. Cerca de 19 milhões de euros deste resultado líquido resultaram da venda de 80% da empresa de Internet TelecelOnline ao Grupo Vizzavi Europe, uma joint venture detida em partes iguais pelo Grupo Vodafone e pela Vivendi Universal. Ainda assim, o resultado líquido da Vodafone Telecel foi negativamente influenciado quer pelo valor das amortizações, que conheceram no ano um aumento de 15,7% em resultado do crescimento acentuado do investimento acumulado, quer pela inclusão de provisões que, não sendo aceites para efeitos fiscais, tiveram como reflexo uma taxa efectiva de imposto superior à taxa de imposto nominal (36,9% e 35,2%, respectivamente). O cash flow operacional (EBITDA) gerado pela Vodafone Telecel no ano 2001 foi de 286,1 milhões de euros, um crescimento de 13,3% face ao valor alcançado no ano anterior. A margem do EBITDA sobre as receitas de serviços cifrou-se em 29,9% no ano, uma redução de 0,9 pontos percentuais em relação à margem obtida no ano anterior. Esta evolução resultou, não só dos ajustamentos tarifários verificados durante o ano e da optimização dos planos de preços levada a cabo pelos Clientes, que conduziram a uma redução da receita média por minuto, como também do aumento dos custos de manutenção relacionados com a melhoria da cobertura e capacidade da rede celular, com os esforços de manutenção e fidelização de Clientes e com a alteração das tarifas de interligação com os operadores de rede fixa e móvel. A carteira de serviços prestados pela Vodafone Telecel inclui ainda a oferta complementar de serviços fixos que contribuam para manter uma posição de liderança nos segmentos empresariais do mercado celular. Durante o ano de 2001, estas áreas de negócio tiveram um impacto positivo que se situou entre os 1,5% e os 2% tanto do EBITDA como das receitas da Empresa.

14 14 Vodafone Telecel Relatório e Contas 2001 Principais Acontecimentos 05 I I Enquadramento Regulamentar Durante o período de 1 de Abril de 2001 a 31 de Março de 2002 mereceu destaque o seguinte: I LEGISLAÇÃO Mais deliberou que, a partir da data acima referida 31 de Março de 2002, os preços máximos de terminação de chamadas internacionais na rede móvel serão de 0,1870 por minuto, com facturação ao segundo a partir do primeiro segundo, e os preços máximos de originação de chamadas na rede móvel serão de 0,1870 por minuto, com facturação ao segundo a partir do primeiro segundo. Através da Portaria nº 667-A/2001, de 2 de Julho, decidiu o Governo introduzir alterações nas taxas radioeléctricas, de modo a que estas, gradualmente, reflictam uma cada vez maior adequação entre o encargo que representam para os titulares das licenças e o benefício que estes retiram da referida utilização. Com a publicação da Lei nº 95/2001, de 20 de Agosto, foi alterado o regime de acesso aos serviços de audiotexto, o qual, com esta alteração, passou a prever o barramento por defeito. Em 7 de Dezembro, através do Decreto-Lei nº 309/2001, foram publicados os novos estatutos do ICP, que passou a designar-se Anacom - Autoridade Nacional de Comunicações, através dos quais se reforçaram os seus poderes e procedimentos de autoridade. I INTERLIGAÇÃO O Conselho de Administração da Anacom determinou, a 30 de Julho de 2001, que os operadores móveis terrestres deveriam, ao abrigo e nos termos do disposto na alínea c) do n.º 1 do artigo 16.º de Decreto-Lei n.º 415/98, concluir a negociação dos acordos de interligação a celebrar com as entidades interessadas, no prazo de 30 dias e remeter ao Órgão regulador uma cópia integral dos acordos já celebrados e ainda não comunicados à Anacom e/ou dos acordos que vierem a ser celebrados, no prazo de 10 dias contados a partir da data da respectiva celebração. Relativamente às chamadas originadas e terminadas na rede móvel, a Anacom considerou não existirem evidências técnicas que sustentem a existência de preços diferenciados na terminação de tráfego em redes móveis (fixo-móvel ou móvel-móvel), admitindo no entanto, transitoriamente e no quadro restrito deste processo de ajustamento de preço, que outra solução possa ser analisada caso venha a ser negociada pelos operadores e desde que se enquadre nos limiares estabelecidos nesta determinação. Neste sentido, a Vodafone Telecel e a Optimus acordaram um preço de terminação na rede móvel para chamadas originadas em terminais móveis, para vigorar em 2002, compatível com as determinações da Anacom. Não obstante a Anacom ter, também, determinado a conclusão da negociação dos acordos de interligação para 2002 entre os operadores do serviço móvel terrestre no prazo de 20 dias, a Vodafone Telecel ainda não chegou a acordo com a TMN, tendo por isso sido solicitada a intervenção da Anacom no sentido de a mesma fixar o valor da terminação móvel-móvel naquela rede. Adicionalmente, foi decidido que a PT, ao abrigo do n.º 4 do art.º 34.º do Decreto-Lei n.º 474/99, deverá cumprir as obrigações de orientação para os custos e recomendado aos restantes prestadores de serviço fixo de telefone a repercussão integral das reduções dos preços de interligação no preço do utilizador final. Recomendou, ainda, por deliberação de 3 de Agosto de 2001, que os preços resultantes do processo negocial deveriam evoluir no sentido de estabelecer uma estrutura mais equilibrada, designadamente no tocante ao tráfego intra-redes e inter-redes, contribuir para a defesa dos interesses dos consumidores e promover condições que incentivassem o desenvolvimento de uma concorrência equilibrada entre redes fixas e móveis. Por deliberação de 24 de Janeiro de 2002, a Anacom determinou que os preços médios máximos de terminação nacional na rede móvel para chamadas originadas em terminais fixos, por minuto, para uma chamada de 100 segundos de duração, com tarifação ao segundo, no máximo, a partir do primeiro minuto, irão obedecer, durante o ano de 2002, a reduções graduais. Neste sentido, a Anacom determinou que a partir de 31 de Março de 2002 os preços a cobrar serão de 0,2170, de modo a atingirem em 31 de Dezembro o valor de 0,1870. A Anacom aprovou, por deliberação de 7 de Fevereiro de 2002, uma decisão relativa à evolução da Proposta de Referência de Interligação (PRI) para 2002, a ser publicada pela PT, enquanto entidade com poder de mercado significativo nos mercados relevantes. Para tanto, solicitou à PT a apresentação, no prazo de 10 dias, de uma evolução da PRI, de modo a contemplar, nomeadamente, uma redução de preços de interligação, tendo em conta a evolução esperada dos custos, assente, entre outros, em critérios de eficiência. De notar que até à data esta evolução ainda não foi efectuada pela PT. I SISTEMA UNIVERSAL DE TELECOMUNICAÇÕES MÓVEIS (UMTS) A Anacom considerou existirem motivos de força maior devidamente justificados que poderiam impedir o arranque da actividade UMTS no dia 1 de Janeiro de Esses motivos

15 Principais Acontecimentos Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel 15 prenderam-se concretamente com o facto de não estarem disponíveis no mercado equipamentos terminais e infra-estrutura de rede. Neste sentido, e por deliberação de 22 de Outubro, a Anacom decidiu propor o adiamento da entrada em funcionamento do UMTS para o dia 31 de Dezembro de Por resolução do Conselho de Ministros nº 3/2001, foi criado um Grupo de Trabalho UMTS (GT) com vista a assegurar a ligação entre os quatro operadores de terceira geração móvel, a Comissão Interministerial para a Sociedade da Informação e a Anacom. A criação deste GT tem como propósito acompanhar e assegurar o cumprimento das obrigações assumidas pelos operadores, aquando da atribuição das licenças, no quadro do desenvolvimento e promoção da Sociedade de Informação. I OPERADOR MÓVEL VIRTUAL A Anacom submeteu ao seu Conselho Consultivo um documento contendo a análise do conceito e das condições necessárias ao exercício da actividade de Operador Móvel Virtual. No entanto, até à data, este documento não tinha sido, ainda, formalmente submetido a um processo de auscultação junto dos operadores móveis para obtenção dos respectivos comentários. I PORTABILIDADE Por deliberação de 28 de Junho de 2001, foi aprovada a especificação de portabilidade de operador, na qual foram fixados os termos e condições que os prestadores de serviço com obrigações de portabilidade deveriam respeitar na oferta desta funcionalidade. Por deliberação de 21 de Dezembro de 2001, decidiu a Anacom que os prestadores com obrigações de portabilidade deveriam realizar uma campanha de comunicação durante dois meses, por forma a informar o utilizador chamador dos preços em vigor aquando da efectuação de uma chamada para um número portado. Findo este período, os operadores e prestadores ficam obrigados a manter a prestação de informação aos seus clientes através de um serviço de apoio ao utilizador. I PODER DE MERCADO SIGNIFICATIVO (PMS) Em Maio de 2001, e conforme solicitado pela Anacom, a Vodafone Telecel remeteu toda a informação relevante sobre os serviços que presta, nomeadamente em relação ao serviço móvel terrestre, por forma a que este Órgão possa determinar quais as entidades com PMS nos vários mercados existentes. A Vodafone Telecel continua a aguardar a avaliação, por parte da Anacom, das entidades com PMS no mercado nacional de interligação. A Anacom decidiu, por deliberação de 7 de Fevereiro de 2002, declarar a PT como operador com PMS no mercado de circuitos alugados. I EXPOSIÇÃO A RADIAÇÕES ELECTROMAGNÉTICAS Por deliberação de 6 de Abril de 2001, foi decidida pela Anacom a adopção dos níveis de referência fixados na Recomendação do Conselho 1999/519/CE, de 12 de Julho de 1999, que serão aplicáveis, enquanto parâmetro técnico, a todas as estações de radiocomunicações a instalar ao abrigo de uma licença de rede ou de estação. De notar que as licenças atribuídas no âmbito do UMTS contemplam já a obrigação de os operadores respectivos garantirem que as estações que integram a sua rede observam os limites daquela Recomendação ou outros que resultem de normas ou legislação que venham a ser aprovadas. Por diploma conjunto dos Ministérios da Saúde, Equipamento Social, Economia e Ciência e Tecnologia, foi criado, no dia 7 de Janeiro de 2002, um Grupo de Trabalho interministerial (GT) encarregue de analisar a Recomendação do Conselho n.º 1999/519/CE, de 12 de Julho de 1999, com a finalidade de propor um quadro de restrições básicas e níveis de referência adequados, tendo em consideração designadamente os estudos, as normas e as práticas internacionais nesta matéria, e elaborar propostas de actuação concretas, nomeadamente através de medidas preventivas a aplicar na instalação de estações/antenas de radiocomunicações. I CIRCUITOS ALUGADOS A Anacom, por deliberação de 29 de Novembro de 2001, solicitou à PT a reformulação da sua oferta de circuitos alugados. O novo projecto de oferta de circuitos alugados deveria atender aos princípios da transparência, da não discriminação e da orientação para os custos. A Anacom relevou, em particular, a necessidade de a PT simplificar e rever o sistema de descontos em vigor e de proceder a significativas reduções de preços, especialmente no respeitante aos circuitos digitais nacionais de capacidade superior ou igual a 2 Mbps e aos circuitos com capacidade entre 64 Kbps e 2 Mbps. A Anacom fixou, também, os novos níveis para os indicadores de qualidade de serviço, relativos aos anos 2002 e 2003, que incluem, entre outros, a demora média de instalação de um novo circuito e o tempo médio de reparação de avarias.

16 16 Vodafone Telecel Relatório e Contas 2001 Principais Acontecimentos 06 I I Quadros resumo Valores em milhões de euros 2001 ** (Abr01-Mar02) (Abr00-Mar01) (Jan99-Mar00) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) RECEITAS OPERACIONAIS Prestação de serviços 956,7 820,5 780,6 612,2 540,5 392,9 262,4 142,7 68,8 25,9 Vendas de mercadorias 68,5 78,6 83,4 66,9 66,2 44,4 31,0 19,0 13,5 11,5 Total das receitas operacionais 1.025,2 899,1 864,0 679,1 606,7 437,3 293,4 161,6 82,8 37,4 CUSTOS OPERACIONAIS Custos de interligação 285,6 220,8 141,8 111,2 88,3 66,1 58,5 38,4 24,4 12,0 Custo das mercadorias vendidas e matérias consumidas 84,2 123,6 152,3 130,4 132,1 91,3 40,0 20,5 13,5 10,5 Despesas gerais, comerciais e administrativas 287,4 230,6 218,4 172,1 128,8 86,2 61,1 39,4 25,4 16,0 Custos com o pessoal 63,3 59,4 66,0 49,2 37,9 24,0 19,0 13,0 9,0 6,0 Amortizações de imobilizado corpóreo e incorpóreo 124,1 107,3 106,2 83,2 62,6 44,8 31,1 20,9 14,0 8,5 Provisões 18,6 12,1 5,8 3,2 15,3 17,8 17,0 9,0 3,0 1,5 Total dos custos operacionais 863,2 753,8 690,5 549,3 465,0 330,2 226,7 141,7 88,8 54,9 Resultados operacionais 162,0 145,3 173,5 129,8 141,7 107,1 66,7 20,0 (6,5) (17,5) Cash flow operacional (EBITDA) 286,1 252,6 279,7 213,0 204,3 151,9 97,8 40,9 7,5 (9,0) Cash flow operacional / Receitas de serviços ajustadas* 29,9% 30,8% 37,6% 36,5% 39,8% 40,4% 39,3% 30,4% 11,9% (36,9%) Outras receitas / (custos) 4,1 (15,2) (12,2) (6,7) 1,9 (3,0) (8,8) (8,0) (8,0) (7,0) Resultados antes de impostos 166,1 130,1 161,3 123,1 143,6 104,1 57,9 12,0 (14,0) (24,9) Imposto sobre o rendimento do exercício 61,3 50,0 60,2 45,8 47,0 37,8 21,5 0,0 0,0 0,0 Resultado líquido do exercício 104,8 80,1 101,1 77,3 96,6 66,3 36,4 12,0 (14,0) (24,9) * Receitas de serviços de telecomunicações deduzidas dos custos de interligação do tráfego de entrada. ** O ano 2000 inclui consolidação integral da TelecelOnline (Abr01-Mar02) (Abr00-Mar01) (Jan99-Mar00) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) Número total de Clientes celulares registados no final do ano Número de novos Clientes celulares Número total de Clientes do Acesso Fixo Indirecto registados no final do ano Investimento anual em activos fixos (milhões de euros) 205,4 321,6*** 232,6 175,0 138,1 99,1 76,6 58,9 44,4 32,5 Investimento acumulado em activos fixos (milhões de euros) 1.272, ,3*** 745,7 688,1 513,1 375,0 275,9 199,3 140,4 96,0 Receita média mensal por Cliente celular registado (euros) 29,37 31,63 32,84 32,78 42,57 60,82 85,96 89,46 89,93 92,33 *** Inclui 100 milhões de euros do custo da licença UMTS. Os anos de 1993 a 1998 referem-se ao período compreendido entre 1 de Janeiro e 31 de Dezembro; o ano de 1999 refere-se ao período de 15 meses compreendido entre 1 de Janeiro de 1999 e 31 de Março de 2000; os anos de 2000 e de 2001 referem-se ao período compreendido entre 1 de Abril e 31 de Março (ver capítulo II.11. Ano Fiscal e de Reporte).

17 Principais Acontecimentos Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel I I A Vodafone Telecel na Bolsa O capital social da Vodafone Telecel é representado por 215 milhões de acções com o valor nominal de 0,50 euros cada, perfazendo euros. O capital da Empresa é detido em 50,89% pela empresa Vodafone Europe B.V., encontrando-se os restantes 49,11% dispersos na Euronext Lisbon. No período de 1 de Abril de 2001 a 31 de Março de 2002, a cotação das acções da Vodafone Telecel acompanhou o movimento descendente das empresas do sector das Telecomunicações mundial, tendo-se desvalorizado em cerca de 26%. A cotação de cada acção da Empresa, em 31 de Março de 2002, era de 8,58 euros, o que se traduz numa valorização de 116% desde a oferta pública inicial (em 9 de Dezembro de 1996), enquanto que a valorização do índice PSI 30 foi de 75% durante o mesmo período. A taxa de rendibilidade anualizada das acções da Vodafone Telecel, desde a sua entrada em Bolsa até 31 de Março de 2002, foi de aproximadamente 16%. No final de Março de 2002, a Vodafone Telecel era a oitava Empresa com maior capitalização bolsista (1.845 milhões de euros) cotada na Euronext Lisbon. EVOLUÇÃO DA COTAÇÃO E DO VOLUME TRANSACCIONADO DAS ACÇÕES VODAFONE TELECEL Cotação de fecho (euros) Volume Fev Jul Dez Mai Set Fev Jul Nov Abr Set Fev Jun Nov Mar Dez Mai Set Fev Jul Nov Abr Set Fev Jun Nov Abr Set Jan-02 Venda em bolsa da participação da Telepri - Telecomunicações Privadas, SGPS correspondente a 10% do capital da Vodafone Telecel Cotação de fecho Quantidade transaccionada

18 18 Vodafone Telecel Relatório e Contas 2001 Principais Acontecimentos EVOLUÇÃO DA VALORIZAÇÃO DA COTAÇÃO DAS ACÇÕES VODAFONE TELECEL E DO ÍNDICE PSI 30 Valorização 600% 500% 400% 300% 200% 100% 0% 09-Fev Jun Out Fev Jun Out Fev Jun Out Fev Jun Out Fev Jun Out Fev Dez Abr Ago Dez Abr Ago Dez Abr Ago Dez Abr Ago Dez Abr Ago Dez Mar-02 Vodafone Telecel Índice PSI 30 OPV % desde % 1997 % 1998 % 1999 % 2000 % 2000 % Dez Dez Dez Dez Mar Mar Mar-02 OPV (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Dez) (Jan-Mar) (Abr00-Mar01) (Abr01-Mar02) Cotação Vodafone Telecel (Eur) 3,97 9,78 17,41 17,31 20,40 11,55 8,58 116% 98% 78% -1% 18% - 43% -26% Capitalização Bolsista (m.eur)* Índice PSI % 75% 27% 10% 10% - 24% -17% * milhões de euros» Cotações após stock split das acções da Vodafone Telecel realizado em 19 de Novembro de 1999.

19 Principais Acontecimentos Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel I I Órgãos Sociais Durante o exercício de 2001, os órgãos sociais da Vodafone Telecel apresentavam a seguinte constituição: CONSELHO GERAL José Miguel Alarcão Júdice (Presidente) Emanuele Tournon Hans Anthony Kuropatwa Ignatio Mas Ribo Isabel Maria de Lucena Vasconcelos Cruz de Almeida Mota Pietro Guindani Vittorio Colao ASSEMBLEIA GERAL Carlos Manuel Chorão Tavares Aguiar (Presidente da Mesa da Assembleia Geral) Cristina Maria Arroja Minoya Perez do Amaral Frazão (Secretário da Mesa da Assembleia Geral) Susana Paula Almeida Guerra Mendes Cardoso de Almeida (Secretário da Mesa da Assembleia Geral) REVISOR OFICIAL DE CONTAS Sociedade Ledo, Morgado e Associados Sociedade de Revisores Oficiais de Contas (SROC), representada por Manuel Maria de Paula Reis Boto DIRECÇÃO António Rui de Lacerda Carrapatoso (Presidente) António Manuel da Costa Coimbra Paul Michael Roberti Paulo Jorge Gonçalves Pereira Rodrigues da Silva

20

21 Estou em contacto. Vodafone Telecel Relatório e Contas ABRIL MARÇO 2002 II. Relatório de Actividade How are you?

22

23 Relatório de Actividade Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel I I A Estratégia da Empresa A Vodafone Telecel é um operador de telecomunicações dedicado à satisfação das necessidades de comunicação dos Clientes procurando criar ofertas de serviços com qualidade e valor reconhecidamente superiores. A Empresa define o seu posicionamento como um operador de telecomunicações e informação, com um negócio base nas comunicações móveis que aposta na oferta de serviços móveis de comunicação de dados. Desenvolve também ofertas complementares de serviços fixos que contribuam para manter uma posição de liderança nos segmentos empresariais do mercado celular e participa em projectos de tecnologias de informação e redes que potenciem o aumento de receitas de comunicação e reduções significativas de custos. Em 2001, a Vodafone Telecel continuou a fortalecer os seus activos e competências internas, que lhe garantem estar preparada para tirar o melhor partido das oportunidades futuras no mercado de Telecomunicações português, potenciadas pelo desenvolvimento de novos serviços celulares de dados móveis associados às tecnologias de telefonia móvel GPRS e UMTS. A Vodafone Telecel mantém-se, portanto, bem posicionada para alcançar os seus principais objectivos: a realização pessoal e profissional dos seus Colaboradores e a satisfação dos seus Accionistas, maximizando o valor da Empresa, através da prestação de um serviço ao Cliente de excelência. A estratégia da Vodafone Telecel assenta na disponibilização de uma oferta muito competitiva em todas as vertentes da sua actividade, de modo a cativar e manter os Clientes mais valiosos de cada segmento do mercado. Com um negócio base nos serviços de telecomunicações móveis, a Empresa tem como visão constituir um referencial de gestão eficiente e profissional, prestando um serviço público de elevada qualidade. A Vodafone Telecel encontra-se entre as maiores, mais rentáveis e prestigiadas empresas portuguesas, sendo reconhecida a sua orientação para o Cliente, a sua inovação, o seu profissionalismo e a ética com que actua no mercado. A Vodafone Telecel mantém a sua diferenciação através de: uma rede de comunicações celulares alargada e de elevada qualidade; um Serviço de Apoio a Clientes de excelência; uma contínua liderança e inovação em Marketing; uma oferta diversificada e competitiva de serviços úteis e inovadores; e um desenvolvimento e permanente adaptação à evolução do mercado de múltiplos canais de distribuição, profissionais e dinâmicos. A Empresa concluiu, em 2001, um bem sucedido processo de migração para a marca Vodafone,tendo sido o primeiro operador do Grupo a reunir as condições necessárias para proceder a esta mudança definitiva que reflecte a sua ligação à maior comunidade móvel do mundo. A mudança para a marca Vodafone é um dos vectores do processo tendente a construir a maior e melhor marca global de telecomunicações móveis e uma das dez marcas mais conhecidas do mundo, preparando um futuro de convergência e de vantagens de serviço à escala global.

24 24 Vodafone Telecel Relatório e Contas 2001 Relatório de Actividade 02 I O Mercado de Telecomunicações II Móveis no Contexto Europeu I O mercado de serviços de telecomunicações móveis na Europa manteve, em 2001, um elevado ritmo de crescimento. Estima-se que o número de utilizadores europeus de serviços de telefonia móvel tenha ascendido, em 31 de Dezembro de 2001, a 292 milhões, em resultado da adição de 48 milhões de Clientes celulares desde o início do ano. De acordo com estimativas dos analistas de mercado, a taxa média de penetração do serviço móvel na Europa, no final de Dezembro de 2001, terá atingido os 76%, distanciando-se, de forma ainda mais notória do que em 2000, da taxa de penetração do serviço fixo, que terá atingido cerca de 60% na mesma data. Este crescimento representou um acréscimo de 13 pontos percentuais face ao valor registado no final de Dezembro de Itália, Portugal e Irlanda terão registado as mais elevadas taxas de penetração da telefonia celular na Europa, com 88%, 86% e 84%, respectivamente. Refira-se, no entanto, que estas taxas de penetração estão inflacionadas pelo número de Clientes inactivos no mercado, que se estima ser cerca de 10% na Europa. Os produtos de serviços pré-pagos mantiveram-se como o motor do desenvolvimento do mercado celular europeu, tendo sido responsáveis por cerca de 68% dos novos Clientes angariados no mercado em Estima-se que a proporção de Clientes de serviços pré-pagos na Europa, em 31 de Dezembro de 2001, tenha ascendido a 63%, o que representa um crescimento de cerca de 2 pontos percentuais relativamente ao final de Dezembro de Itália e Portugal continuam a apresentar o mais elevado peso de Clientes de serviços pré-pagos no total de Clientes celulares na Europa, representando cerca de 80% do total. Em 2001, o mercado celular português continuou a destacar-se no contexto europeu, registando níveis apreciáveis de desenvolvimento e uma taxa de penetração da telefonia móvel acima da média europeia. Saliente-se também que o peso das receitas do serviço celular no PIB terá ascendido a 2,3% em 2001, o que compara com um valor médio para a Europa de cerca de 1,4%, demonstrando que Portugal é dos países com maior desenvolvimento no serviço de telefonia móvel, relativamente aos seus parceiros europeus. TAXAS DE PENETRAÇÃO DA TELEFONIA MÓVEL EM PAÍSES EUROPEUS - 31/12/ % 80% 88% 86% 84% 83% 80% 80% 79% 77% 77% 76% 75% 75% 73% 73% 69% 63% 60% 40% 20% 0% Itália Portugal Irlanda Áustria Finlândia Suécia Reino Unido Noruega Holanda Espanha Grécia Bélgica Suíça Alemanha Dinamarca França Taxa de Penetração Média Europeia Fonte: Estimativa de analistas de mercado

25 Relatório de Actividade Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel I O Mercado de Telecomunicações II Móveis em Portugal I Em Dezembro de 2001, a taxa de penetração do serviço móvel em Portugal atingiu 86,1% em termos de Clientes registados, o que representa um crescimento de 19,4 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Este valor representa já mais do dobro da taxa de penetração do serviço de telefonia fixa que, de acordo com dados divulgados pela Anacom, ter-se-à fixado em 42,6% na mesma data. Em termos de Clientes celulares activos, é estimado que a taxa de penetração do serviço móvel em Portugal se tenha situado em torno dos 77% no final de Dezembro de O número de Clientes inactivos no mercado resulta essencialmente do facto de um mesmo utilizador poder estar temporariamente registado na rede de mais do que um operador móvel, embora esteja de facto a utilizar os serviços de apenas um desses operadores. Esta situação resulta principalmente do sucesso generalizado no mercado de produtos pré-pagos sem necessidade de carregamento. EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE CLIENTES DE TELEFONIA MÓVEL EM PORTUGAL N.º de Clientes Registados (milhões) Taxa de Penetração 9 90% 6 60% 3 30% 0 0% 31/12/93 31/12/94 31/12/95 31/12/96 31/12/97 31/12/98 31/03/00 31/03/01 31/03/02 Número de Clientes Celulares Taxa de Penetração Fonte: Estimativa de analistas de mercado O segmento de consumo foi, à semelhança dos anos anteriores, o principal responsável pelo contínuo crescimento verificado no mercado móvel português. Em 2001, os serviços pré-pagos foram os que mais contribuíram para o aumento do número de Clientes celulares no período, tendo representado a maioria das novas activações do serviço. Não obstante, à data de 31 de Dezembro de 2001, 79,4% dos Clientes celulares registados eram Clientes de serviços celulares pré-pagos, uma redução de 1,2 pontos percentuais face aos 80,6% de 31 de Dezembro de Em termos de volume de tráfego, e recorrendo aos dados publicados pela Anacom, o total de minutos de saída do serviço móvel durante o ano de 2001 ascendeu a mais de 8,6 mil milhões, o que corresponde a um aumento, face ao ano anterior, de cerca de 40%. Por tráfego de saída, entenda-se o tráfego

26 26 Vodafone Telecel Relatório e Contas 2001 Relatório de Actividade com origem em cada um dos operadores móveis, com destino à sua rede, às restantes redes móveis nacionais, redes fixas nacionais e redes internacionais. No que respeita ao tráfego de entrada, o total de minutos durante o ano de 2001 rondou os 2,2 mil milhões, o que equivale a um incremento do tráfego, face ao ano transacto, de cerca de 16%. O tráfego de entrada inclui todo o tráfego com destino às redes de cada operador móvel nacional, com origem nas redes fixas nacionais, nas outras redes móveis com interligação directa e/ou em trânsito e redes internacionais. Entre tráfego de entrada e de saída ficaram contabilizados, durante o ano de 2001, cerca de 5,7 mil milhões de chamadas de saída e 1,3 mil milhões de chamadas de entrada. A duração média de cada chamada originada pelos três operadores móveis foi de 91 segundos. Durante o ano de 2001, o mercado móvel português manteve elevados níveis de competitividade que se centraram em cinco principais vectores: (i) reduções tarifárias, estimulando a optimização da gestão dos planos tarifários por parte dos Clientes; (ii) forte inovação e lançamento de novos produtos e serviços; (iii) elevado número de campanhas promocionais de produtos e equipamento terminal; (iv) forte subsidiação de equipamento terminal, especialmente no segmento empresarial e no segmento residencial com contrato; (v) elevados investimentos na cobertura e capacidade das redes celulares.

27 Relatório de Actividade Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel I Os Clientes Vodafone Telecel II e o Serviço Oferecido I I SERVIÇOS DE TELEFONIA MÓVEL DA VODAFONE TELECEL I EVOLUÇÃO DOS PRINCIPAIS INDICADORES Em 31 de Março de 2002, a Vodafone Telecel contava com Clientes registados no seu serviço celular, em resultado da adição de Clientes desde 1 de Abril de 2001, o que representa um crescimento de 14,5% da sua base de Clientes. Cerca de 90% do total de Clientes registados eram activos, ou seja, Clientes que geraram um evento taxado nos três meses findos nessa data. EVOLUÇÃO DO NÚMERO DE CLIENTES E DAS ACTIVAÇÕES LÍQUIDAS N.º de Clientes Registados Total de Clientes Celulares Registados Activações Líquidas Celulares Fonte: Relatórios da Empresa Os anos apresentados dizem respeito aos exercícios fiscais referidos no capítulo II.11. Ano Fiscal e de Reporte Os produtos celulares pré-pagos, especialmente orientados para os segmentos de consumo e caracterizados pela ausência de assinatura mensal, bem como pelo pré-pagamento do serviço, continuaram a representar a grande maioria das activações brutas em Em 31 de Março de 2002, os Clientes destes serviços representavam aproximadamente 74% da base de Clientes registados no serviço celular da Vodafone Telecel,o que representa um decréscimo em relação aos 75% verificados no final de Março de De notar que a Empresa manteve a liderança no mercado português de telecomunicações móveis no que respeita ao número dos Clientes de serviços pós-pagos na sua base de Clientes celulares registados e também no que se refere ao número de Clientes e serviços no segmento empresarial.

28 28 Vodafone Telecel Relatório e Contas 2001 Relatório de Actividade EVOLUÇÃO DA RECEITA MÉDIA MENSAL POR CLIENTE CELULAR REGISTADO (ARPU) ARPU Euros ,33 89,93 89,46 85,96 60,82 42,57 32,84 31,63 29, Fonte: Relatórios da Empresa Os anos apresentados dizem respeito aos exercícios fiscais referidos no capítulo II.11. Ano Fiscal e de Reporte ARPU = (total das receitas de serviços celulares) / (número médio de Clientes celulares registados no ano / número de meses no ano) Em 2001, a Vodafone Telecel registou uma receita média mensal por Cliente registado (ARPU) no seu negócio celular de 29,37 euros, o que representa um decréscimo de 7,1% relativamente ao nível atingido no ano anterior. O ARPU por Cliente celular activo foi de 32,25 euros no ano findo em 31 de Março de Eliminando os efeitos resultantes da alteração da propriedade do tráfego fixo-móvel, a 1 de Outubro de 2000, altura em que a Empresa passou a contabilizar as receitas do tráfego fixo de entrada líquidas dos respectivos custos de interligação e, por outro lado, o ajustamento ascendente na tarifa de interligação com os operadores móveis, o decréscimo do ARPU em 2001 teria sido de 9,5% face ao anterior. Este decréscimo é, principalmente, justificado por alterações ao nível do perfil de tráfego, devido a uma percentagem superior das chamadas originadas e terminadas na rede da Vodafone Telecel, cujo preço é mais reduzido, por uma optimização dos planos tarifários levada a cabo pelos Clientes e por algumas reduções tarifárias. Em resultado dos esforços desenvolvidos pela Empresa no sentido de estimular a utilização do serviço celular, verificou-se, em 2001, um crescimento significativo do tráfego na rede da Vodafone Telecel, tendo o total de minutos celulares de voz facturados alcançado um total de milhões, um incremento de 28,6% em relação ao ano anterior. A Vodafone Telecel foi, em 2001, o único operador no mercado celular português a registar um aumento de utilização do serviço móvel, em termos da média mensal de minutos celulares de voz facturados por Cliente celular registado, para 139 minutos, o que representa um crescimento de 3,0% relativamente ao ano anterior. Importa referir que o ARPU por Cliente celular registado da Vodafone Telecel, em 2001, manteve-se acima da média verificada no mercado celular português, sendo também de notar que este indicador tem vindo a evidenciar alguma tendência para a estabilização.

29 Relatório de Actividade Relatório e Contas 2001 Vodafone Telecel 29 MÉDIA MENSAL DE MINUTOS DE VOZ FACTURADOS POR CLIENTE CELULAR REGISTADO Minutos Fonte: Relatórios da Empresa Os anos apresentados dizem respeito aos exercícios fiscais referidos no capítulo II.11. Ano Fiscal e de Reporte No final de Março de 2002, cerca de 40% da base total de Clientes celulares registados da Vodafone Telecel utilizava regularmente o serviço de SMS (Short Message Service) da Empresa. Em média, estes Clientes geraram 66 mensagens escritas por mês durante o ano 2001, ou seja, um aumento de 22,2% relativamente ao número de mensagens geradas no ano anterior. As receitas dos dados móveis, as quais compreendem SMS, acesso móvel à Internet, dados e fax, ascenderam a 49,5 milhões de euros em 2001, o que representa um crescimento de 52,4% face ao valor atingido no ano anterior *** Número Mensal de SMS por Cliente Celular Registado Número Mensal de SMS por Utilizador Celular Regular* Receitas de Dados Móveis** em % das Receitas de Serviços Celulares 5,3% 4,0% * Clientes que enviaram pelo menos 1 SMS no mês anterior; ** Inclui SMS, acesso móvel à Internet, dados e fax; *** A utilização do serviço entre as redes dos três operadores móveis portugueses foi disponibilizada em Fevereiro de A Vodafone Telecel conseguiu durante o ano de 2001, e em resultado do seu enfoque na optimização da sua estrutura de custos, reduzir o cash cost médio mensal por Cliente celular registado (CCPU), cifrando-se este em 20,55 euros, o que representa um decréscimo de 2,5% relativamente aos 21,07 euros registados no ano anterior.

http://www.anacom.pt/template31.jsp?categoryid=205762

http://www.anacom.pt/template31.jsp?categoryid=205762 http://www.anacom.pt/template31.jsp?categoryid=205762 PROJECTO DE DECISÃO REFERENTE A PREÇOS DOS SERVIÇOS DE INTERLIGAÇÃO PRATICADOS PELOS OPERADORES DE SERVIÇO MÓVEL TERRESTRE 1. Antecedentes 1.1. Em

Leia mais

Entendimento do ICP-ANACOM. Originação de chamadas nas redes móveis nacionais

Entendimento do ICP-ANACOM. Originação de chamadas nas redes móveis nacionais Entendimento do ICP-ANACOM Originação de chamadas nas redes móveis nacionais I. Enquadramento Os serviços de originação de chamadas prestados pelos operadores móveis nacionais são definidos como os serviços

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 COMUNICADO Página 1 / 9 RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 09 de Setembro de 2005 (Os valores apresentados neste comunicado reportam-se ao primeiro semestre de 2005, a não ser quando especificado

Leia mais

Apresentação de Resultados 2009. 10 Março 2010

Apresentação de Resultados 2009. 10 Março 2010 Apresentação de Resultados 2009 10 Março 2010 Principais acontecimentos de 2009 Conclusão da integração das empresas adquiridas no final de 2008, Tecnidata e Roff Abertura de Centros de Serviços dedicados

Leia mais

1. Introdução. 2. O pedido

1. Introdução. 2. O pedido http://www.anacom.pt/template31.jsp?categoryid=227462 Deliberação de 11.1.2007 FUNDAMENTAÇÃO PARA O SENTIDO PROVÁVEL DE DECISÃO SOBRE A CRIAÇÃO DE CÓDIGOS ESPECÍFICOS NO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO PARA

Leia mais

ESTATÍSTICA DO MERCADO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS ACESSÍVEIS AO PÚBLICO EM CABO VERDE ANO DE 2011

ESTATÍSTICA DO MERCADO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS ACESSÍVEIS AO PÚBLICO EM CABO VERDE ANO DE 2011 ESTATÍSTICA DO MERCADO DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS ACESSÍVEIS AO PÚBLICO EM CABO VERDE ANO DE 2011 INDICADORES ESTATÍSTICOS DO ANO DE 2011 Índice INTRODUÇÃO... 2 1. PANORAMA GERAL SOBRE O

Leia mais

Comunicado de Resultados

Comunicado de Resultados Comunicado de Resultados Resultados Consolidados 30 de Junho de 2007 Sonae Distribuição S.G.P.S., SA Em destaque A Sonae Distribuição apresentou ao longo do primeiro semestre de 2007 um crescimento de

Leia mais

Um salto para o mundo

Um salto para o mundo Um salto para o mundo Iremos cada vez mais longe, para satisfação dos nossos Clientes, dos nossos Parceiros internos e externos, dos nossos Accionistas. Atravessaremos fronteiras com um novo espírito que

Leia mais

Grupo Reditus reforça crescimento em 2008

Grupo Reditus reforça crescimento em 2008 Grupo Reditus reforça crescimento em 2008 Nota Prévia Os resultados reportados oficialmente reflectem a integração do Grupo Tecnidata a 1 de Outubro de 2008, em seguimento da assinatura do contrato de

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL

EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL EVOLUÇÃO DO SEGURO DE SAÚDE EM PORTUGAL Ana Rita Ramos 1 Cristina Silva 2 1 Departamento de Análise de Riscos e Solvência do ISP 2 Departamento de Estatística e Controlo de Informação do ISP As opiniões

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 390/XI/1.ª SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA

PROJECTO DE LEI N.º 390/XI/1.ª SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 390/XI/1.ª SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA Exposição de motivos O acesso à internet assume hoje um papel crucial na nossa sociedade, devendo

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DE 17 DE ABRIL DE 2012

ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DE 17 DE ABRIL DE 2012 PONTO UM DA ORDEM DE TRABALHOS: O Conselho de Administração propõe aos Senhores Accionistas: Apreciar, discutir e votar o Relatório de Gestão, o Balanço, as Demonstrações de Resultados, a Demonstração

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO 30 JUNHO 20 1 BREVE ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1º semestre de 20 No contexto macroeconómico, o mais relevante no primeiro

Leia mais

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto *

Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Decreto-Lei n.º 187/2002 de 21 de Agosto * Nos termos da Resolução do Conselho de Ministros n.º 103/2002, de 26 de Julho, que aprovou o Programa para a Produtividade e o Crescimento da Economia, foi delineado

Leia mais

As nossas acções Sonaecom

As nossas acções Sonaecom 3.0 As nossas acções Em 2009, as acções da Sonaecom registaram o segundo melhor desempenho do PSI-20, valorizando cerca de 92,2 %, o que constitui uma prova clara da nossa resiliência e um voto de confiança

Leia mais

V Jornadas Empresariais Portuguesas Encontros de Vidago

V Jornadas Empresariais Portuguesas Encontros de Vidago V Jornadas Empresariais Portuguesas Encontros de Vidago Internacionalização das Empresas Luís Laginha de Sousa 2 de Junho de 2006 Agenda Conclusões Um quadro de referência Internacionalizar inevitabilidade

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

A. E. / P T Comunicações PROPOSTA DE REVISÃO * 2009

A. E. / P T Comunicações PROPOSTA DE REVISÃO * 2009 STPT Sindicato dos Trabalhadores 1 do Grupo Portugal Telecom Fundamentação Económica A. E. / P T Comunicações PROPOSTA DE REVISÃO * 2009 A proposta de revisão do AE/PT-C que para efeitos de negociação

Leia mais

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas

As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas 30 11 2012 As Estatísticas do Banco de Portugal, a Economia e as Empresas Teodora Cardoso 1ª Conferência da Central de Balanços Porto, 13 Dezembro 2010 O Banco de Portugal e as Estatísticas O Banco de

Leia mais

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel.

A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. A certificação de Qualidade para a Reparação Automóvel. Projecto A Oficina+ ANECRA é uma iniciativa criada em 1996, no âmbito da Padronização de Oficinas ANECRA. Este projecto visa reconhecer a qualidade

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DA COFINA, SGPS, S.A. A REALIZAR, NA SEDE SOCIAL, NO DIA 24 DE ABRIL DE 2014, PELAS 12.00 HORAS

ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DA COFINA, SGPS, S.A. A REALIZAR, NA SEDE SOCIAL, NO DIA 24 DE ABRIL DE 2014, PELAS 12.00 HORAS ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DA COFINA, SGPS, S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO PONTO SEGUN DA ORDEM S TRABALHOS O Conselho de Administração da COFINA, SGPS, S.A. propõe à Assembleia Geral que os resultados

Leia mais

Relatório & C o n t a s de

Relatório & C o n t a s de Relatório & C o n t a s de 2010 Garantia Seguros Relatório & Contas de 2010 2 RELATÓRIO & CONTAS DE 2010 GARANTIA SEGUROS - RELATÓRIO & CONTAS DE 2010 3 Senhores Accionistas, No cumprimento dos preceitos

Leia mais

I Fórum ARCTEL Mercado Global Lusófono

I Fórum ARCTEL Mercado Global Lusófono I Fórum ARCTEL Mercado Global Lusófono Operando num Mercado Emergente Brasília, 30 de Abril de 2010 Abubacar Chutumia Administrador Financeiro da mcel 1 Tópicos Resenha histórica da mcel Principais indicadores

Leia mais

Exmos. Senhores Accionistas da BES VIDA, COMPANHIA DE SEGUROS, S.A.,

Exmos. Senhores Accionistas da BES VIDA, COMPANHIA DE SEGUROS, S.A., RELATÓRIIO E PARECER DO CONSELHO FIISCAL DA BES VIIDA,, COMPANHIIA DE SEGUROS,, S..A.. Exmos. Senhores Accionistas da BES VIDA, COMPANHIA DE SEGUROS, S.A., Nos termos da lei e do contrato de sociedade,

Leia mais

Relatório de evolução da atividade seguradora

Relatório de evolução da atividade seguradora Relatório de evolução da atividade seguradora 1.º Semestre 214 I. Produção e custos com sinistros 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

ELETRICIDADE ELETRICIDADE SETEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento

ELETRICIDADE ELETRICIDADE SETEMBRO 2013. LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador. 3. Contratar o fornecimento SETEMBRO 2013 LIBERALIZAÇÃO DO MERCADO ELÉTRICO Mudança de comercializador Todos os consumidores de energia elétrica em Portugal continental podem livremente escolher o seu fornecedor desde setembro de

Leia mais

Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014

Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Proveitos Operacionais de 60,8 milhões de euros (+ 8,1%) EBITDA de 5,6 milhões de euros (+ 11,1%) Margem EBITDA 9,2% (vs. 8,9%) Resultado

Leia mais

Reforma da Segurança Social Prioridade Estratégica Nacional

Reforma da Segurança Social Prioridade Estratégica Nacional INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL Reforma da Segurança Social Prioridade Estratégica Nacional - A ligação entre os Fundos de Pensões e o 1 Os Fundos de Pensões em Portugal Início em 1987 Fundos de Pensões

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º /X SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º /X SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA. Exposição de motivos Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º /X SERVIÇO UNIVERSAL DE ACESSO À INTERNET EM BANDA LARGA Exposição de motivos O enorme atraso na democratização do acesso à internet é um motivo de preocupação para

Leia mais

Regulação e Concorrência no Mercado de Banda Larga

Regulação e Concorrência no Mercado de Banda Larga Regulação e Concorrência no Mercado de Banda Larga Pedro Duarte Neves Preparado para o painel "A Sociedade da Informação em Portugal: Situação e Perspectivas de Evolução" Fórum para a Sociedade da Informação

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA. Artigo 7.º, n.º 3, da Diretiva 2002/21/CE: Sem observações

COMISSÃO EUROPEIA. Artigo 7.º, n.º 3, da Diretiva 2002/21/CE: Sem observações COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 30.7.2015 C(2015) 5529 final Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) Avenida José Malhoa n.º 12 1099-017 Lisboa Portugal Ao cuidado da Sr.ª D.ª Fátima Barros Presidente

Leia mais

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO Artigo 1º Âmbito Ao abrigo do n.º 1 do artigo 8.º da Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, o presente regulamento estabelece os procedimentos

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS DA EDP

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS DA EDP Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS DA EDP 29.07.2010 REGULAMENTO SOBRE CONFLITOS DE INTERESSES E NEGÓCIOS ENTRE PARTES RELACIONADAS

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS BBVA BOLSA EURO

RELATÓRIO E CONTAS BBVA BOLSA EURO RELATÓRIO E CONTAS BBVA BOLSA EURO 30 JUNHO 20 1 BREVE ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1º semestre de 20 No contexto macroeconómico, o mais relevante no primeiro semestre de 20, foi a subida das taxas do

Leia mais

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA

SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA SISTEMA DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES FORMADORAS ASPECTOS PRINCIPAIS DA MUDANÇA O Sistema de Certificação de Entidades Formadoras, consagrado na Resolução do Conselho de Ministros nº 173/2007, que aprova

Leia mais

PROJETO DE REGRAS RELATIVAS À UTILIZAÇÃO PARTILHADA DO NÚMERO 16XY DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO PARA O SERVIÇO DE APOIO A CLIENTES

PROJETO DE REGRAS RELATIVAS À UTILIZAÇÃO PARTILHADA DO NÚMERO 16XY DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO PARA O SERVIÇO DE APOIO A CLIENTES PROJETO DE REGRAS RELATIVAS À UTILIZAÇÃO PARTILHADA DO NÚMERO 16XY DO PLANO NACIONAL DE NUMERAÇÃO PARA O SERVIÇO DE APOIO A CLIENTES 1. INTRODUÇÃO O ICP-ANACOM recebeu, em 11 de setembro de 2013, um pedido

Leia mais

PHC Mensagens SMS. Desenvolva o potencial das comunicações imediatas com mensagens SMS PHC

PHC Mensagens SMS. Desenvolva o potencial das comunicações imediatas com mensagens SMS PHC PHCMensagens SMS DESCRITIVO O módulo PHC Mensagens SMS permite o envio de mensagens a múltiplos destinatários em simultâneo, sem ser necessário criar e enviar uma a uma. Comunique com mais sucesso: ganhe

Leia mais

Sumário Executivo As principais características da estrutura accionista das sociedades de direito nacional cotadas na Euronext Lisbon mantiveram-se inalteradas em 2010 face ao ano anterior, ainda que denotando

Leia mais

Resultados 3T14_. Relações com Investidores Telefônica Brasil S.A. Novembro de 2014.

Resultados 3T14_. Relações com Investidores Telefônica Brasil S.A. Novembro de 2014. Resultados 3T14_ Novembro de 2014. Disclaimer Esta apresentação pode conter declarações baseadas em estimativas a respeito dos prospectos e objetivos futuros de crescimento da base de assinantes, um detalhamento

Leia mais

Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de prioridades e um compromisso político

Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de prioridades e um compromisso político Plano Tecnológico Uma ideia mobilizadora, uma agenda de e um compromisso político Apresentação ao Conselho Consultivo do Plano Tecnológico 19 de Julho de 26 Um mundo em profunda mudança O Mundo enfrenta

Leia mais

Perspectiva de um Emitente Soberano República de Portugal

Perspectiva de um Emitente Soberano República de Portugal Perspectiva de um Emitente Soberano República de Portugal 31 de Janeiro de 2011 Alberto Soares IDENTIDADE FUNDAMENTAL DA MACROECONOMIA ECONOMIA ABERTA Poupança Interna + Poupança Externa Captada = Investimento

Leia mais

RELATO FINANCEIRO DOS MEDIADORES DE SEGUROS OU DE RESSEGUROS

RELATO FINANCEIRO DOS MEDIADORES DE SEGUROS OU DE RESSEGUROS PROJECTO DE NORMA REGULAMENTAR RELATO FINANCEIRO DOS MEDIADORES DE SEGUROS OU DE RESSEGUROS Nos termos da alínea f) do artigo 58.º do Decreto-lei n.º 144/2006, de 31 de Julho, alterado pelo Decreto-Lei

Leia mais

PROJECTOS DE EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO

PROJECTOS DE EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 12 / SI / 2009 SISTEMA DE INCENTIVOS À INOVAÇÃO (SI INOVAÇÃO) PROJECTOS DE EMPREENDEDORISMO QUALIFICADO Nos termos do Regulamento do SI Inovação, a apresentação

Leia mais

Newsletter. Condições especiais para FENPROF. Agosto 2010. Campanha Colaboradores

Newsletter. Condições especiais para FENPROF. Agosto 2010. Campanha Colaboradores Newsletter Agosto 2010 Campanha Colaboradores Condições especiais para FENPROF Principais Vantagens para Colaboradores A Vodafone oferece condições especiais de tarifas e de aquisição de equipamentos.

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 125/IX ACESSO UNIVERSAL À INTERNET EM BANDA LARGA. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 125/IX ACESSO UNIVERSAL À INTERNET EM BANDA LARGA. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 125/IX ACESSO UNIVERSAL À INTERNET EM BANDA LARGA Exposição de motivos Segundo a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM), existiam quase 4 milhões (3 912 000) de utilizadores da

Leia mais

Portugal Telecom. Zeinal Bava CFO do Grupo Portugal Telecom. Governo das Sociedades e a Transparência das Empresas Cotadas

Portugal Telecom. Zeinal Bava CFO do Grupo Portugal Telecom. Governo das Sociedades e a Transparência das Empresas Cotadas Portugal Telecom Governo das Sociedades e a Transparência das Empresas Cotadas Zeinal Bava CFO do Grupo Portugal Telecom Lisboa, 12 de Dezembro de 2002 Estrutura do Grupo PT Comunicações PT Móveis PT Prime

Leia mais

Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da

Eng.ª Ana Paula Vitorino. por ocasião da INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA A SECRETÁRIA DE ESTADO DOS TRANSPORTES Eng.ª Ana Paula Vitorino por ocasião da Sessão de Encerramento do Colóquio PORTO DE AVEIRO: ESTRATÉGIA E FUTURO, Ílhavo Museu Marítimo

Leia mais

INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA

INFORMAÇÃO PRIVILEGIADA ALTRI, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Rua General Norton de Matos, 68, Porto Matriculada na Conservatória do Registo Comercial do Porto sob o número único de matrícula e pessoa colectiva 502 293 225

Leia mais

Relatório Estatístico Reclamações e Pedidos de Informação

Relatório Estatístico Reclamações e Pedidos de Informação Relatório Estatístico Reclamações e Pedidos de Informação 1.º Semestre de Índice Preâmbulo 3 Análise estatística 4 Anexos 14 2 Preâmbulo O presente relatório tem por objecto as solicitações recebidas no

Leia mais

Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo

Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo Regulamento Municipal de Apoio ao Cooperativismo Considerando a necessidade de apoiar a criação e a consolidação de cooperativas residentes no concelho. Considerando a necessidade de incentivar a expansão

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

Portugal Telecom. Apresentação de Resultados Resultados do 1º Trimestre. 18 Maio 2006

Portugal Telecom. Apresentação de Resultados Resultados do 1º Trimestre. 18 Maio 2006 Portugal Telecom Apresentação de Resultados Resultados do 1º Trimestre 18 Maio 2006 Safe Harbour A presente release contém objectivos acerca de eventos futuros, de acordo com o U.S. Private Securities

Leia mais

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas

Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas Atividade Turística Dezembro de 2012 14 de fevereiro de 2013 Residentes no estrangeiro sustentam ligeiro aumento nas dormidas As dormidas na hotelaria atingiram 1,7 milhões em dezembro 2012, mais 1,9%

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Decreto Regulamentar Regional n.º 26/2007/A de 19 de Novembro de 2007 Regulamenta o Subsistema de Apoio ao Desenvolvimento da Qualidade e Inovação O Decreto Legislativo Regional

Leia mais

PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO

PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO CVGARANTE SOCIEDADE DE GARANTIA MÚTUA PROMOTORES: PARCEIROS/CONSULTORES: FUNCIONAMENTO RESUMO 14 de Outubro de 2010 O que é a Garantia Mútua? É um sistema privado e de cariz mutualista de apoio às empresas,

Leia mais

1 Conforme ponto D 31 da deliberação. 2 E passando a instalação de 750 euros para 500 euros.

1 Conforme ponto D 31 da deliberação. 2 E passando a instalação de 750 euros para 500 euros. INCUMPRIMENTO PELA PT COMUNICAÇÕES, S.A. DA DELIBERAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO ICP-ANACOM DE 14 DE JUNHO DE 2012 SOBRE ALTERAÇÕES À ORCA E À ORCE 1. Antecedentes 1.1. A deliberação do ICP-ANACOM

Leia mais

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo

Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Mercado de Capitais e Investimento de Longo Prazo Alguns Tópicos Essenciais Dia da Formação Financeira 31 de Outubro de 2012 Abel Sequeira Ferreira, Director Executivo Outubro, 31, 2012 Crescimento Económico

Leia mais

SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA

SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA SERVIÇO DA MERCAL CONSULTING GROUP PARA VENDA OU ASSOCIAÇÃO ( JOINT VENTURE OU MERGER ) DA SUA EMPRESA O primeiro requisito para venda de uma empresa, total ou parcialmente, é apresentá-la de forma atraente,

Leia mais

III Fórum Lusófono das Comunicações Tendências, Panorama e Desafios do Roaming Internacional 25 e 26 de Abril 2012. Política de Preços de Roaming

III Fórum Lusófono das Comunicações Tendências, Panorama e Desafios do Roaming Internacional 25 e 26 de Abril 2012. Política de Preços de Roaming III Fórum Lusófono das Comunicações Tendências, Panorama e Desafios do Roaming Internacional 25 e 26 de Abril 2012 Política de Preços de Roaming ÍNDICE Introdução Regulação do Roaming Internacional na

Leia mais

3.2 Companhias de seguros

3.2 Companhias de seguros Desenvolvimento de produtos e serviços Tendo em conta o elevado grau de concorrência dos serviços bancários, os bancos têm vindo a prestar uma vasta gama de produtos e serviços financeiros, por um lado

Leia mais

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro

Conselho Nacional de Supervisores Financeiros. Better regulation do sector financeiro Conselho Nacional de Supervisores Financeiros Better regulation do sector financeiro Relatório da Consulta Pública do CNSF n.º 1/2007 1 CONSELHO NACIONAL DE SUPERVISORES FINANCEIROS RELATÓRIO DA CONSULTA

Leia mais

Esclarecimento. De entre as acções dadas em garantia destacam-se as acções Cimpor, correspondentes a 9,58% do respectivo capital social.

Esclarecimento. De entre as acções dadas em garantia destacam-se as acções Cimpor, correspondentes a 9,58% do respectivo capital social. Esclarecimento 1. O Grupo INVESTIFINO contratou junto da CGD, no período de 2005 a 2007, diversos financiamentos que globalmente atingiram um valor elevado. 2. Os referidos financiamentos destinaram-se

Leia mais

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito REGULAMENTO O presente regulamento estabelece os procedimentos associados à medida «Passaporte para o Empreendedorismo», regulamentada pela Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, estabelecida

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE GOVERNO SOCIETÁRIO E SUSTENTABILIDADE

Leia mais

newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013

newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 newsletter Nº 82 NOVEMBRO / 2013 Assuntos em Destaque Resumo Fiscal/Legal Outubro de 2013 2 Contabilização dos Subsídios do Governo e Divulgação de Apoios do Governo 3 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO

Leia mais

Princípios de Bom Governo

Princípios de Bom Governo Princípios de Bom Governo Regulamentos internos e externos a que a empresa está sujeita O CHC, E.P.E. rege-se pelo regime jurídico aplicável às entidades públicas empresariais, com as especificidades previstas

Leia mais

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE

Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE Conselho Geral e de Supervisão REGULAMENTO INTERNO COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE Aprovado em 18 de Junho de 2015 REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE ESTRATÉGIA E PERFORMANCE ÍNDICE Artigo 1.º Instituição

Leia mais

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A.

BBVA Fundos Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. N.º de Processo: 2/2009 Entidade Reclamada: Identificação: Futuro - Sociedade Gestora de Fundos de Pensões, S.A. Morada: Avª. General Firmino Miguel, n.º 5, 9º B, 1600-100 Lisboa Fundo de Pensões Aberto:

Leia mais

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. 19 de Abril de 2010 PROPOSTA DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS

ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. 19 de Abril de 2010 PROPOSTA DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS ASSEMBLEIA GERAL ANUAL ZON MULTIMÉDIA SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES E MULTIMÉDIA, SGPS, S.A. 19 de Abril de 2010 PROPOSTA DA COMISSÃO DE VENCIMENTOS PONTO 6 DA ORDEM DE TRABALHOS (Deliberar sobre a declaração

Leia mais

Relatório de Gestão. Enquadramento Macroeconómico / Setorial

Relatório de Gestão. Enquadramento Macroeconómico / Setorial Relato Financeiro Intercalar 1º trimestre de 2014 = Contas Consolidadas = (Não Auditadas) Elaboradas nos termos do Regulamento da CMVM nº 5/2008 e de acordo com a IAS34 Relatório de Gestão Enquadramento

Leia mais

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE

CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE CUMPRIMENTO DOS PRINCIPIOS DE BOM GOVERNO DAS EMPRESAS DO SEE Princípios do Bom Governo das Cumprir a missão e os objetivos que lhes tenham sido determinados, de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

Decisão relativa ao conjunto de elementos estatísticos a remeter ao ICP-ANACOM pelos prestadores do Serviço de Acesso à Internet (em local fixo)

Decisão relativa ao conjunto de elementos estatísticos a remeter ao ICP-ANACOM pelos prestadores do Serviço de Acesso à Internet (em local fixo) http://www.anacom.pt/template31.jsp?categoryid=262742 Deliberação de 19.12.2007 Decisão relativa ao conjunto de elementos estatísticos a remeter ao ICP-ANACOM pelos prestadores do Serviço de Acesso à Internet

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO PROCEDIMENTOS DE COBRANÇA E ENTREGA AOS MUNICÍPIOS DA TMDP (TAXA MUNICIPAL DE DIREITOS DE PASSAGEM)

PROJECTO DE REGULAMENTO PROCEDIMENTOS DE COBRANÇA E ENTREGA AOS MUNICÍPIOS DA TMDP (TAXA MUNICIPAL DE DIREITOS DE PASSAGEM) http://www.anacom.pt/template15.jsp?categoryid=110699 PROJECTO DE REGULAMENTO PROCEDIMENTOS DE COBRANÇA E ENTREGA AOS MUNICÍPIOS DA TMDP (TAXA MUNICIPAL DE DIREITOS DE PASSAGEM) A Lei das Comunicações

Leia mais

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A.

POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO DO BANCO SANTANDER TOTTA, S.A. Nos termos e para os efeitos do disposto no artigo 2.º, n.º 1, da Lei n.º 28/2009, de 19

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DA ALTRI, SGPS, S.A. A REALIZAR, NA SEDE SOCIAL, NO DIA 24 DE ABRIL DE 2014, PELAS 10.45 HORAS

ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DA ALTRI, SGPS, S.A. A REALIZAR, NA SEDE SOCIAL, NO DIA 24 DE ABRIL DE 2014, PELAS 10.45 HORAS ASSEMBLEIA GERAL DE ACCIONISTAS DA ALTRI, SGPS, S.A. DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO RELATIVA AO PONTO SEGUNDO DA ORDEM DOS TRABALHOS O Conselho de Administração da ALTRI, SGPS, S.A. propõe à Assembleia Geral

Leia mais

Neste particular, se trata da publicação e divulgação das estatísticas das telecomunicações em Cabo Verde referente ao ano 2007.

Neste particular, se trata da publicação e divulgação das estatísticas das telecomunicações em Cabo Verde referente ao ano 2007. COMPÊNDIO DAS ESTATÍSTICAS DOS MERCADOS DE SERVIÇOS PÚBLICOS DAS COMUNICAÇÕES ELECTRÓNICAS EM CABO VERDE ANO 27. SECTOR DAS TELECOMUNICAÇÕES: Enquadramento A ANAC enquanto autoridade reguladora do sector

Leia mais

Tendo sido concedido um prazo de 15 dias. Adiante designado Sentido Provável da Deliberação. Carta datada de 04.08.03. Carta datada de 14.08.03.

Tendo sido concedido um prazo de 15 dias. Adiante designado Sentido Provável da Deliberação. Carta datada de 04.08.03. Carta datada de 14.08.03. RELATÓRIO DA AUDIÊNCIA PRÉVIA ÀS ENTIDADES INTERESSADAS SOBRE O SENTIDO PROVÁVEL DA DELIBERAÇÃO DA ANACOM REFERENTE À ALTERAÇÃO DO REGIME DE INTERLIGAÇÃO PARA O ACESSO A SERVIÇOS COMUTADOS DE TRANSMISSÃO

Leia mais

Vale Projecto - Simplificado

Vale Projecto - Simplificado IDIT Instituto de Desenvolvimento e Inovação Tecnológica Vale Projecto - Simplificado VALES Empreendedorismo e Inovação Associados Parceiros / Protocolos IDIT Enquadramento Vale Projecto - Simplificado

Leia mais

PROTOCOLO INSTITUTO DO CINEMA, AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA SA. Considerando que: - Em 18 de Setembro de 1996, foi celebrado

PROTOCOLO INSTITUTO DO CINEMA, AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA SA. Considerando que: - Em 18 de Setembro de 1996, foi celebrado PROTOCOLO INSTITUTO DO CINEMA, AUDIOVISUAL E MULTIMÉDIA RADIOTELEVISÃO PORTUGUESA SA. Considerando que: - Em 18 de Setembro de 1996, foi celebrado entre o Ministério da Cultura (MC) e a Radiotelevisão

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024)

Fundo de Investimento Imobiliário Aberto. ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão ES LOGISTICA Fundo de Investimento Imobiliário Aberto Fundo de Investimento Imobiliário Aberto ES LOGISTICA (CMVM nº 1024) Relatório de Gestão Dezembro de 2008 ESAF Fundos de Investimento

Leia mais

1. Resultados do Exercício

1. Resultados do Exercício PARAREDE, SGPS, SA Sociedade Aberta Sede Social: Av. José Malhoa nº 21, 1070157 Lisboa Pessoa Colectiva nº 503.541.320 Capital Social de 125.087.500 Euros Matriculada na Conservatória do Registo Comercial

Leia mais

Sr. Secretário de Estado do Empreendorismo e da Inovação, caríssimos convidados, minhas senhoras e meus senhores, muito bom dia.

Sr. Secretário de Estado do Empreendorismo e da Inovação, caríssimos convidados, minhas senhoras e meus senhores, muito bom dia. Sr. Secretário de Estado do Empreendorismo e da Inovação, caríssimos convidados, minhas senhoras e meus senhores, muito bom dia. Bem-vindos à Conferência da ANACOM. Antes de mais gostaria de agradecer

Leia mais

DECISÃO. i) 2 x 10 MHz na faixa de frequências dos 800 MHz (790-862 MHz);

DECISÃO. i) 2 x 10 MHz na faixa de frequências dos 800 MHz (790-862 MHz); DECISÃO de emissão dos títulos unificados dos direitos de utilização de frequências para serviços de comunicações eletrónicas terrestres, na sequência do leilão 1. Enquadramento Por deliberação de 6 de

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Atividade Turística Fevereiro de 20 15 de Abril de 20 Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Os estabelecimentos hoteleiros registaram cerca de 2 milhões

Leia mais

MUNICÍPIO DE MONCHIQUE

MUNICÍPIO DE MONCHIQUE CONCURSO LIMITADO POR PRÉVIA QUALIFICAÇÃO ao abrigo dos artigos 162.º a 192.º do Código dos Contratos Públicos (CCP) aprovado pelo n.º 1, do art.º 1.º do D.L. n.º 18/2008, de 29/01 AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS

Leia mais

Descentralização da rede de Call Centres: a experiência da PT Contact

Descentralização da rede de Call Centres: a experiência da PT Contact Descentralização da rede de call centres Descentralização da rede de Call Centres: a experiência da PT Contact Francisco Cesário PT Contact A PT CONTACT A PT Contact, Empresa do grupo Portugal Telecom,

Leia mais

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico.

A Carteira de Indicadores inclui indicadores de input, de output e de enquadramento macroeconómico. Síntese APRESENTAÇÃO O Relatório da Competitividade é elaborado anualmente, com o objectivo de monitorizar a evolução de um conjunto de indicadores ( Carteira de Indicadores ) em Portugal e a sua comparação

Leia mais

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2008

APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 2008 APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO DE 28 2 Resultados 28 Os resultados reportados reflectem a integração do Grupo Tecnidata a 1 de Outubro de 28, em seguimento da assinatura do contrato de aquisição

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 179/IX ALARGA O REGIME DE INCENTIVOS FISCAIS À I&D EMPRESARIAL. Exposição de motivos

PROJECTO DE LEI N.º 179/IX ALARGA O REGIME DE INCENTIVOS FISCAIS À I&D EMPRESARIAL. Exposição de motivos PROJECTO DE LEI N.º 179/IX ALARGA O REGIME DE INCENTIVOS FISCAIS À I&D EMPRESARIAL Exposição de motivos Nos últimos seis anos conseguiu-se um verdadeiro take-off da I&D empresarial reflectido nos resultados

Leia mais

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética

EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética EDP Renováveis, S.A. Regulamento do Código de Ética 1. Objecto e Âmbito do Regulamento O presente regulamento foi adoptado pelo Conselho Geral e de Supervisão (CGS) e pelo Conselho de Administração Executivo

Leia mais

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R

Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R Norma Nr.016 / 1999 de 29/12 REVOGA AS NORMAS N.º 10/96-R E N.º 11/97-R AVALIAÇÃO DOS TERRENOS E EDIFÍCIOS DAS EMPRESAS DE SEGUROS E DOS FUNDOS DE PENSÕES Considerando que, de acordo com a regulamentação

Leia mais

Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução

Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução Resposta à Consulta Pública sobre VoIP Introdução A Radiomóvel considera muito importante esta iniciativa da Anacom que vem no sentido de regular esta nova faceta da prestação de serviço telefónico, fruto

Leia mais

Decreto-Lei n.º 36/1992 de 28/03 - Série I-A nº74

Decreto-Lei n.º 36/1992 de 28/03 - Série I-A nº74 Alterado pelo DL 36/92 28/03 Estabelece o regime da consolidação de contas de algumas instituições financeiras A Directiva do Conselho n.º 86/635/CEE, de 8 de Dezembro de 1986, procedeu à harmonização

Leia mais

Decisão sobre processo de controlo prévio da concentração Sonaecom/PT

Decisão sobre processo de controlo prévio da concentração Sonaecom/PT Decisão sobre processo de controlo prévio da concentração Sonaecom/PT Abel M. Mateus Presidente Autoridade da Concorrência Lisboa, de 22 Dezembro de 2006 A decisão Decisão de não oposição acompanhada da

Leia mais

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão

DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão DOCUMENTOS DE GESTÃO FINANCEIRA Realizado por GESTLUZ - Consultores de Gestão A Análise das Demonstrações Financeiras Este artigo pretende apoiar o jovem empreendedor, informando-o de como utilizar os

Leia mais

Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015

Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Prospecto Informativo Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Junho de 2015 Designação: Invest Sectores Essenciais Junho 2015 Classificação: Caracterização do Depósito: Produto financeiro complexo Depósito

Leia mais