3º Seminário sobre informação na Internet: construindo o futuro do Brasil

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1 3º Seminário sobre informação na Internet: construindo o futuro do Brasil O custo do acesso a Internet no Brasil: caro ou barato? 18 de novembro de 2010

2 Sobre o Idec 2

3 Como o Idec trabalha? 3

4 4 Temas Prioritários Site Tarifas Bancárias

5 Temas Prioritários Transversais 5

6 Mude o consumo para não mudar o clima.

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10 ? Acesso à Internet no Brasil: caro ou barato?

11 ! CARA LENTA PARA POUCOS!!!

12 O Custo da Internet no Brasil 1. Diagnóstico Cara, lenta e para poucos cenário - setor de telecomunicações observância dos direitos dos consumidores 2. Indicativos componentes do cenário atual discrepâncias e lacunas 3. Conclusões / Demandas medidas a serem adotadas

13 1. Diagnóstico

14 Internet: CARA, LENTA e PARA POUCOS 5 operadoras pesquisadas (Ajato, GVT, Oi, Net e Telefônica) Banda Larga (Pesquisa Idec - agosto/2010) Planos distintos pra cidades diferentes, com preços variados TODAS: Informações insuficientes sobre o serviço TODAS têm contratos com cláusulas abusivas Relação preço x velocidade varia entre Estados: a mesma velocidade chegar a custar 3 vezes mais! As 5 empresas têm ilegalidades no fornecimento de velocidade: TODAS OFERECEM VELOCIDADE ABAIXO DO CONTRATADO

15 Internet: custos diferentes nos Estados Idec, novembro de 2009

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17 Mercado altamente concentrado 3 principais empresas detém cerca de 87% do mercado

18 Banda Larga (agosto/2010) Alguns números 395 US$ 28 Média do preço da banda larga 4,58% Da renda per capita no país vezes mais caro, o megabit em Manaus do que no Japão 34% possuem BL (256kbps) 83% das pessoas da classe A acessam internet 6% Das pessoas da classe D/E acessam

19 Internet: cara E para poucos IPEA/ números! Custo (renda per capita mensal) 4,58% 1,68% 0,5% Acesso: 79% dos domicílios brasileiros NÃO TÊM INTERNET 96,9% da zona rural

20 Internet: acesso

21 Internet: velocidade

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23 Internet: velocidade ACP velocidade Banda Larga (Idec, janeiro/2010) Testes desde 2008 velocidade não alcançava 40% do contratado ; empresas se comprometem apenas com 10% Sem aviso na publicidade e na oferta Janeiro: Ingresso ACP Telefônica, Net, Brasil Telecom e Oi; Anatel no pólo passivo Março/Abril: liminar obrigando informar na publicidade o não-oferecimento do serviço integral + multa de 5 mil reais/dia por descumprimento + suspensão publicidade e serviço. Julho/10: das 4, 3 têm reiteradamente descumprido a liminar (menos a Velox, não analisada) Sem fiscalização da Anatel

24 Diagnóstico não apenas do setor de Internet banda larga, mas de todo o setor das telecomunicações.

25 1. Diagnóstico Análise fática: comprovada desobediência aos direitos dos consumidores Número de reclamações dos usuários 2010 Telecomunicações 19,48% das reclamações + Bancos E Planos de Saúde 55%

26 Telefonia móvel (setembro/2010) 187 milhões de celulares no país Distribuição desigual DF 159 linhas/100 hab. MA 44,3 linhas/100 hab. 82% pré-pago = 45% mais caro que pós-pago

27 Telefonia fixa (agosto/2010) 4 principais operadoras (Oi, Telefônica, GVT, Embratel) Mercado altamente concentrado (2008, Oi e Telefônica 86%) Muitos planos, diferentes entre si Sites confusos, sem informações suficientes Sem comparativos de planos por perfil Falta de padronização de planos Anatel

28 2. Indicativos

29 2. Indicativos Modelo atual de telecomunicações e direito dos consumidores Fenômeno da convergência nas comunicações Mercado altamente concentrado Pouca adesão da regulamentação setorial à legislação de proteção ao consumidor Manutenção dos altos índices de reclamação: falta de qualidade nos serviços e no atendimento

30 3. Conclusões / demandas

31 3. Conclusões / demandas Nesse cenário, é preciso: Atualizar o marco regulatório para o cenário da convergência Superar a segmentação por tipo de serviço ex1: banda larga fixa (RSCM) X banda larga móvel (RSMP)? Rearranjo da organização institucional da Agência ex: combos (pacotes) Fomentar a universalização dos serviços com qualidade e acessibilidade Fim ou redução significativa da assinatura básica do STFC Banda larga e SMP como serviços públicos essenciais (obrigação de universalização e modicidade tarifária) Estimular a competição Fusões recentes, sem metas de qualidade Promoção da desagregação das redes

32 Nesse cenário, é preciso: 3. Conclusões / demandas Proteção do consumidor e direito à comunicação como cerne da atuação do Estado Novo marco normativo compatível com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) Papel da agência reguladora (Anatel) deve ser buscar equilíbrio entre os interesses do mercado e a vulnerabilidade do consumidor: Tornar-se pró-ativo na formulação de padrões e critérios Ganhar versatilidade e efetividade na fiscalização Impedir que se transfira o ônus dos serviços convergentes ao consumidor: fidelização, venda casada, publicidade enganosa, sonegação de informações Atuar em temas negligenciados até agora como neutralidade da rede e privacidade

33 O que se propõe: NOVO MODELO REGULATÓRIO CONVERGÊNCIA TECNOLÓGICA E DE MERCADO PARTICIPAÇÃO SOCIAL NA REGULAÇÃO Participação direta, efetiva e ampla Dissolução das assimetrias técnicas de informação de oportunidades de linguagem

34 NOVO MODELO REGULATÓRIO Objetivos: Compatibilização com mercado convergente e tecnologicamente mais dinâmico Evitar lacunas na observância dos direitos dos usuários Tornar-se pró-ativo na formulação de padrões e critérios Ganhar versatilidade e efetividade na a fiscalização

35 PARTICIPAÇÃO E CONTROLE SOCIAL Aprimoramento dos processos de consulta e audiência pública; Construção da agenda regulatória com a participação da sociedade; Aperfeiçoamento dos diferentes canais de participação da sociedade nos processos regulatórios: Redução da assimetria de informação entre os reguladores, setor regulado e sociedade ampliação do acesso à informação;

36 Cooperação e integração entre Agências e SNDC - Sistema Nacional de Defesa do Consumidor; Melhoria do atendimento ao consumidor individual; Ouvidoras clareza quanto ao papel e à forma de atuação.

37 Programa de Fortalecimento da Capacidade Técnica na Participação Social na Regulação Objetivo: Ampliar a participação social na regulação através do aperfeiçoamento dos espaços institucionais de controle social nas agências reguladoras e do fortalecimento das organizações de defesa do consumidor, visando a efetiva ocupação desses espaços. Componentes: 1) Fortalecimento dos mecanismos de participação dos consumidores nos processos de regulação e de instâncias de articulação - tem como objetivo aprimorar as instâncias de articulação entre as organizações de consumidores e as agências reguladoras (mapeamento de seis agências: ANEEL, ANS, ANAC, ANTT, ANVISA e ANATEL) 2) Execução de dois projetos pilotos com Anvisa e Anatel com objetivos fortalecer os mecanismos de participação social nos processos regulatórios e aperfeiçoar a participação das organizações de defesa do consumidor nas instâncias de controle social, especialmente nas consultas e audiências públicas realizadas por essas agências 3) Melhoria da capacidade técnica das instituições que defendem os consumidores - com objetivo de melhorar a capacidade técnica das organizações que defendem os consumidores. 4) Campanha de comunicação e informação para educar consumidores e entidades que os representam: (a) desenvolver ações de comunicação e de educação sobre o direitos básicos nos setores regulados e (b) promover a divulgação do trabalho das entidades civis de defesa do consumidor Período: outubro de 2007 à maio de 2011 Apoio: BID / Fundação Ford /

38 Anatel - Idec Acordo de cooperação técnica desde 2008 Programa: Fortalecimento da capacidade técnica da participação social na regulação - BID Projeto-piloto (também com Anvisa) Programas de capacitações e atividades voltadas ao fortalecimento de organizações de consumidores. Propostas para o aperfeiçoamento dos espaços institucionais de controle social nas agências reguladoras

39 PLANO PRÓ-USUÁRIO

40 NOVO MODELO REGULATÓRIO Plano da Anatel amplia proteção do direito dos consumidores 29 de Outubro de 2010 O Conselho Diretor da Anatel aprovou, em sua reunião de hoje, o Plano de Ação Pró-Usuários, conjunto de ações efetivas em regulação, transparência e controle social que visam a aperfeiçoar e a ampliar a proteção aos direitos do consumidor e aumentar a participação da sociedade no processo regulatório. A ser implementado a partir deste ano, o Plano de Ação Pró- Usuários consolida, em um único documento, os diversos esforços que vinham sendo desenvolvidos na Agência e também permite conferir mais clareza às ações destinadas à proteção dos direitos do consumidor de telecomunicações.

41 Os objetivos específicos do Plano são: Promover a internalização da importância da proteção aos direitos dos consumidores de serviços de telecomunicações no âmbito da Anatel Proporcionar às instituições que atuam na proteção e defesa do consumidor e aos cidadãos maior participação nos processos regulatórios da Anatel Promover parcerias com os órgãos oficiais de defesa do consumidor, tais como Ministério Público, Ministério da Justiça, Procons e entidades representativas da sociedade organizada, bem como com os órgãos oficiais de defesa da concorrência Intensificar a atuação da Anatel junto às prestadoras com vistas à melhoria da qualidade dos serviços de telecomunicações na visão do consumidor

42 Programa de Fortalecimento da Capacidade Técnica na Participação Social na Regulação Histórico: Ranking das agências reguladoras: avaliação das agências e órgãos reguladores sob a ótica dos consumidores (2003/2004 e 2006) Itens avaliados 1. transparência e configuração institucional: 1.1 existência de canais e condições de participação dos consumidores 1.2 transparência de atos, procedimentos e processos decisórios 1.3 acesso à informação e resultados de ação dos órgãos 1.4 divulgação do órgão e mecanismos de contatos para consumidores 2. efetividade na atuação: 2.1 atuação em prol do consumidor por meio da regulamentação, fiscalização e repressão de abusos e infrações cometidas

43 a. Existência de canais institucionalizados e condições para a participação dos consumidores nas decisões e no controle 1. Avaliação da transparência e Configuração Institucional b. Transparência de atos, procedimentos e processos decisórios c. Acesso à informação, legislação, dados do setor, atividades e resultados da ação dos órgãos d. Publicidade do órgão e mecanismos para recebimento e resolução de problemas dos consumidores Transparência e Configuração Institucional: Final 2. Avaliação da efetividade Nota Final Inmetro 7,5 4,3 9,0 9,3 7,4 6,0 6,7 Anvisa 6,0 4,3 8,0 8,5 6,6 6,0 6,3 Aneel 2,3 8,8 8,8 9,3 7,6 4,0 5,8 Anatel 5,5 5,0 6,0 6,5 5,8 3,5 4,6 SDA/MAPA 1,5 2,8 5,3 4,3 3,5 3,5 3,5 ANS 5,3 2,3 5,3 5,5 4,4 1,5 3,0 Banco Central 0,8 2,5 7,0 5,0 3,8 2,0 2,9 Avaliação das agências e órgãos reguladores FINAL 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 Inmetro Anvisa Aneel Anatel SDA/MAPA ANS Banco Central

44 Atuação do Idec na luta pelo direito à comunicação Participação na I Conferência Nacional de Comunicação: documento com 10 propostas Participação em audiências e consultas públicas da ANATEL Cadeira no Comitê de Usuários de Serviços de Telecomunicações (CDUST) da Anatel Participação no Fórum Brasil Conectado (discussão do Plano Nacional de Banda Larga) Contribuições para a consulta pública sobre o Marco Civil da Internet Rede pela Reforma da Lei de Direito Autoral: contribuições para a consulta pública sobre a reforma da lei de direito autoral promovida pelo Ministério da Cultura + articulação internacional com Consumers International em A2K (acesso ao conhecimento)

45 Obrigado! Ajude o Idec a proteger os direitos do consumidor e lutar pelo direito à comunicação: associe-se!

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