Grupo de Pesquisa: Agropecuária, Meio ambiente, e Desenvolvimento Sustentável.

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1 ANÁLISE DO DESEMPENHO OPERACIONAL E ECONÔMICO DA COLHEITA MECANIZADA EM UM SISTEMA DE PRODUÇÃO DE CANA-DE-AÇÚCAR APRESENTACAO ORAL-Agropecuária, Meio-Ambiente, e Desenvolvimento Sustentável JOSÉ VICTOR SALVI; MILTON PYLES DE OLIVEIRA; SÉRGIO R. FIORAVENTE FILHO; JERONIMO ALVES DOS SANTOS. ESALQ/USP, PIRACICABA - SP - BRASIL. Análise do Desempenho Operacional e Econômico da Colheita Mecanizada em um Sistema de Produção de Cana-de-Açúcar Grupo de Pesquisa: Agropecuária, Meio ambiente, e Desenvolvimento Sustentável. Resumo: A análise sobre a viabilidade econômico-financeira de projetos de mecanização da colheita mostra-se relevante ao atual contexto do setor sucroalcooleiro devido às exigências legais oriundos de fatores ambientais. O Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro indica que no ano de 200, 70% das áreas passíveis de mecanização da colheita não receberão a queima da palha, chegando à totalidade de 00% em 204, tornando a colheita mecânica como obrigatória. O objetivo geral desta pesquisa é realizar, por meio de um estudo de caso, um projeto de dimensionamento operacional e econômico da colheita mecanizada de cana-deaçúcar em uma destilaria de etanol, visando atender o aumento do índice de mecanização da colheita exigido pelo Protocolo Agroambiental. Foi realizado um planejamento e caracterização dos conjuntos mecanizados para a colheita nas áreas do estudo de caso, por meio da definição do custo horário, tempo disponível, ritmo operacional e número de conjuntos. Em seguida foi elaborado um fluxo de caixa para a colheita mecanizada com o uso dos cenários propostos em função da produtividade média da lavoura. Posteriormente foram delimitados índices de rentabilidade, tais como a taxa interna de retorno, valor presente líquido e tempo de retorno do capital (payback) para os cenários propostos, e por fim a realização da análise de sensibilidade, em função da produtividade média da área em estudo. O projeto apresenta viabilidade econômica financeira para o cenário base com produtividade média de 90 t ha -, com o retorno do capital investido em 3,7 anos, TIR de 37% e RBC >. Produtividades médias superiores tornam o projeto mais atrativo enquanto produtividades médias inferiores ao cenário base tendem a tornar o projeto inviável economicamente. Com esses resultados, a destilaria pode aplicar o projeto e atender as premissas do Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro antes do prazo limite exigido para a mecanização da colheita da cana-de-açúcar. Palavras-chave: Dimensionamento sistemas mecanizados; viabilidade econômica financeira;

2 colhedoras de cana-de-açúcar Analysis of the Operation and Economic Performance Mechanical Harvest on Production System of the Cane Sugar Abstract: The analysis about of the economic and financial projects for mechanized harvest can be relevant to the context ethanol and sugar sector to legal requirements from environmental factors. The Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro indicates in 200, 70% of the areas of mechanization harvest will not receive the traditional harvest, 00% of the total in 204, it required a mechanical harvesting. The due is realized a project economic and operation of mechanized harvesting of cane sugar in at ethanol distillery. The project showed economic and financial viability with average productivity of the 90 t ha-, the return on capital invested in 3.7 years, IRR 37% and RBC>. Higher average productivity make the project more attractive, on the other hand, the lower average productivity may make the project to be impracticable. Keywords: mechanized systems, economic viability, harvesters of sugar cane INTRODUÇÃO No processo de produção de cana-de-açúcar, a colheita se destaca em função das dificuldades operacionais e pelos custos envolvidos (em torno de 30% do custo total de produção), seja ela conduzida de forma manual, semi-mecanizada ou mecanizada (RIPOLI et al., 200). Nos últimos anos, a colheita tem passado por uma fase de substituição do corte semimecanizado para o mecanizado devido aos fatores mão-de-obra e ambiental. O fator mão-deobra se deve ao elevado custo de encargos trabalhistas no Brasil e a escassez de trabalhadores para atender a demanda crescente da produção de cana no país. O fator ambiental deve-se às pressões da sociedade, com a Lei Estadual n..24 de 9/9/2002, que define a eliminação gradativa da queima da palha da cana, cuja prática é utilizada para aumentar a capacidade da colheita manual. Essa Lei tem um plano gradual de eliminação da queima, no Estado. A ausência da queima da palha torna inviável economicamente o corte manual, tornando-se obrigatória a colheita realizada por colhedoras automotrizes (RIPOLI et al., 200; SÃO PAULO, 2002). Em 2007, as usinas e os produtores do Estado de São Paulo assinaram voluntariamente o Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro, que tem como destaque a antecipação dos prazos legais para o fim da colheita da cana-de-açúcar com o uso prévio do fogo nas áreas cultivadas pelas usinas. Por esse Protocolo, no ano de 200, 70% das áreas passíveis de mecanização da colheita não receberão a queima da palha, chegando à totalidade de 00% em 2

3 204 (SÃO PAULO, 2007). Esses fatores acarretaram às usinas a realização de estudos aprofundados em planejamento e dimensionamento da colheita mecanizada em suas empresas para o gerenciamento e/ou ampliação de sua frota agrícola destinada a essa operação. A partir do planejamento e dimensionamento, a análise da viabilidade de projetos permite identificar as possibilidades econômicas decorridas do investimento e permitir ao tomador de decisão selecionar de forma racional a alternativa viável (NORONHA, 98). Desse modo, a análise sobre a viabilidade econômico-financeira de projetos de mecanização da colheita, mostra-se relevante ao atual contexto do setor sucroalcooleiro, sendo esse trabalho uma forma de analisar tal sistema de colheita.. Objetivos O objetivo geral desta pesquisa é realizar, por meio de um estudo de caso, um projeto de dimensionamento operacional e econômico da colheita mecanizada de cana-de-açúcar em uma destilaria de etanol, visando atender o aumento do índice de mecanização da colheita exigido pelo Protocolo Agroambiental. Especificamente, pretende-se: Realização do planejamento e caracterização dos conjuntos mecanizados para a colheita nas áreas do estudo de caso, por meio da definição do custo horário, tempo disponível, ritmo operacional e número de conjuntos; Elaboração de um fluxo de caixa para a colheita mecanizada com o uso dos cenários propostos; Delimitar índices de rentabilidade, tais como a taxa interna de retorno, valor presente líquido e tempo de retorno do capital (payback) para os cenários propostos; Realização da análise de sensibilidade, com a identificação e verificação do impacto de variáveis chaves do projeto. 2 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA 2. Custos associados a máquinas agrícolas Noronha (98) define custo como o somatório dos insumos utilizados à realização de um serviço ou operação, avaliado monetariamente. As máquinas agrícolas representam a viabilização de sistemas de produção e uma parcela significativa na composição dos custos na atividade agrícola (MOLIN; MILAN, 2002; NORONHA; MIALHE; DUARTE, 99). Segundo Veiga (2000) e Banchi et al., (994) a utilização de máquinas agrícolas pode representar de 20 a 40% do custo total de produção das culturas. Em cana-de-açúcar, o custo da operação de corte, carregamento e transporte da matéria-prima para a usina representam 33,48% do custo total de produção da cana (MARQUES et al., 2009). Segundo American Society of Agricultural Engineers ASAE( (999), as máquinas agrícolas apresentam um custo horário, calculado pela somatória do custo fixo horário e variável. Milan (2004) define o custo operacional como a relação entre o custo horário do equipamento ou conjunto e a sua capacidade de trabalho. Segundo o autor, por meio desse 3

4 indicador podem-se efetuar as comparações entre diferentes sistemas mecanizados. Os custos resultantes do emprego de máquinas agrícolas são geralmente inseridos nos modelos de planejamento de máquinas, para o auxilio nas tomadas de decisão referentes à seleção e ao dimensionamento do sistema mecanizado (SILVA, 2004) Modelos de dimensionamento de máquinas agrícolas No Brasil, uma avaliação das bibliografias voltadas para o desenvolvimento de modelos mostrou que não houve uma preocupação acentuada com a técnica de seleção de sistemas mecanizados quando comparados ao que ocorreu nos Estados Unidos (MILAN, 2004). A grande maioria dos trabalhos foi realizada a partir da década de 90. Para o caso específico da cana-de-açúcar, destacam-se os trabalhos de Banchi (989), que realizou um planejamento da utilização de uma frota de máquinas agrícolas, com o objetivo de determinar a solução de mínimo custo com o auxílio de programação linear. De acordo com o autor, o modelo desenvolvido permitiu determinar os períodos de inatividade das máquinas agrícolas, facilitando decisões relacionadas ao aluguel dos mesmos ou sua utilização em outras explorações agrícolas. Balastreire et al., (990) utilizaram planilha eletrônica para analisar os custos das operações agrícolas classificando-as em ordem de menor custo. Ambos os trabalhos, consideraram apenas uma parte do sistema de produção da cana, referente a mecanização. O modelo empírico desenvolvido por Barboza et al. (998) em planilha eletrônica determina o número de equipamentos necessários e seus custos para uma propriedade agrícola, identificando os fatores críticos e estratégias para a redução dos custos envolvidos com a mecanização. Lopes e Milan (998) analisaram os parâmetros de maior influência sobre o custo de carregamento, reboque e transporte de cana-de-açúcar, por meio da elaboração de um modelo em planilha eletrônica. Os autores concluíram que o modelo foi capaz de avaliar as variáveis envolvidas e o fator mão-de-obra representou preponderância no aumento dos custos do sistema de transporte e a carga útil dos veículos foi aquele cujo aumento mais o reduz. Milan (999) modelou o sistema típico de produção de cana-de-açúcar, com base em seus subsistemas (agronomia, colheita, transporte e mecanização) e suas interações. O objetivo do autor foi identificar os fatores críticos e as estratégias relacionadas com os equipamentos utilizados. As análises de sensibilidade realizadas em três cenários distintos mostraram que a capacidade de carga dos caminhões foram os fatores que mais influenciaram o custo de produção. 3. METODOLOGIA 3. Fluxo de caixa A partir da especificação dos investimentos, custos operacionais, depreciações, juros, impostos e receitas, é elaborado o fluxo de caixa do projeto. Noronha (98), Contador (988), Gitman (997) e Ross et al. (2002) detalham os passos necessários para a realização desta etapa. 4

5 Na análise de investimento, os custos e os retornos são levantados e convertidos em uma série de fluxos de caixa relevantes e, após, algumas técnicas de análise de orçamento de capital são aplicadas aos resultados para aferir o mérito do investimento associado ao desembolso proposto. Tais fluxos de caixa relevantes, segundo ele, equivalem à saída incremental de caixa após os impostos (investimento) e às entradas subseqüentes resultantes. Também explica que fluxos de caixa incrementais correspondem aos fluxos adicionais que se espera obter como resultado de uma proposta de dispêndio de capital (GITMAN, 997). O autor mostra também que o fluxo de caixa, de uma maneira geral, é composto por três partes, a saber: a) investimento inicial, que é a saída de caixa relevante no instante zero; b) entradas de caixa operacionais, que são as entradas de caixa incrementais após os impostos, propiciadas pelo projeto, durante sua vida; c) fluxo de caixa residual, que é o fluxo de caixa não-operacional após o imposto de renda e ocorre ao final do projeto, geralmente devido a sua liquidação. As avaliações econômicas foram realizadas em termos reais, não levando em consideração a taxa de inflação para os itens despesas e receitas do fluxo de caixa. Para deflacionar as séries históricas dos itens de custos e receitas será utilizado como deflator o índice de preços ao atacado oferta global (IPA-OG), elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, sendo reponderadas as participações das cestas agrícolas e industrial segundo critério estipulado pelo Conselho dos Produtores de Cana-de-Açúcar do Estado de São Paulo (CONSECANA) e utilizado por Zilio (2009). As séries históricas de variáveis de receitas e despesas foram deflacionadas para valores de setembro de Valor presente líquido - VPL O VPL é mostrado por diversos autores como um indicador de viabilidade econômicofinanceira confiável (CONTADOR, 988; FARO, 97). O VPL, expresso em moeda corrente no período i = 0, é o resultado do cálculo referente ao somatório de todos os fluxos de caixa do projeto descontados ao período inicial a uma determinada taxa de juros (ou TMA). Ross et al. (2002) denotam o VPL de um investimento pela eq. (7). C r) T =CVPL i 0 = C0 + i= ( + i (7) onde: C 0 = fluxo de caixa inicial do projeto; C i = fluxo de caixa no período i; r = taxa de desconto do projeto (ou TMA). 3.3 Taxa interna de retorno - TIR A TIR é uma medida que procura obter uma única cifra para sintetizar os méritos de um projeto. Ela pode ser definida como a taxa que iguala o VPL a zero, ou seja, é a taxa que 5

6 iguala a zero a soma de todos os fluxos de caixa futuros descontados de um projeto. Dessa forma, se a TIR for tomada como taxa de desconto, o resultado do VPL deve ser, obrigatoriamente, zero (ROSS et al., 2002). A TIR é demonstrada de forma simplificada pela eq. (8). FC n j n FC j 0FC = ( j+ = j 0 = FC j ( + r j= ) onde: r = taxa interna de retorno (TMA); FC 0 = Fluxo de caixa no período zero; FC j = Fluxo de caixa no período j. 0 (8) 3.4 Período de retorno de capital - Payback descontado - PBD O payback consiste em selecionar projetos de investimento enfatizando o período de recuperação do capital investido visando à restituição do capital aplicado. Existe o payback simples (PBS), em que não é levado em consideração o valor do dinheiro no tempo, utilizando o fluxo de caixa nominal; e o payback descontado (PBD), em que utiliza o fluxo de caixa descontado a uma determinada taxa de juros, considerando o valor do dinheiro no tempo (ROSS et al., 2002). Os autores salientam algumas críticas ao uso do payback como método de decisão, pois ele ignora o montante de fluxo de caixa após o período de retorno de capital e é impreciso para projetos que necessitem de novos investimentos. Assim é recomendado a observação do payback em conjunto com o VPL e a TIR do projeto. Matematicamente, o PBD é definido pelas eq. (9) e (20): descontado fpayback descontado = m + f (9) onde: m = número de períodos onde a somatória do fluxo de caixa descontado (FCD) é menor que o fluxo de caixa no período zero; f = fração do payback. m m FCD FCDt t= 0 0= t = ff = (20) FCD FCDm+ Verifica-se pelas eq. (8) e (9) que para a obtenção do PBD basta identificar em qual período é observado a reversão de sinal dos fluxos de caixa líquido descontados acumulados do projeto, ou seja, em que momento o somatório desses fluxos torna-se positivo. 6

7 3.5 Relação benefício-custo - RBC Contador (988) define a relação benefício-custo (RBC) como indicador mais propenso a erros, devido às diversas possibilidades de cálculo deste indicador. A RBC mensura quantas unidades de benefícios (receitas) existem para cada unidade de custo (desembolso) observado ao longo da vida útil do projeto. Segundo Azevedo Filho (988), a insensibilidade da RBC frente a escala e ao horizonte do projeto, além da necessidade de se escolher uma taxa de desconto a priori para obtenção do mesmo, fazem parte de suas principais limitações. Segundo Chabalin (996), o indicador RBC pode ser obtido segundo a eq. (2). B i i = i= ( + r) RBC = T Ci i i= ( + ) i r T B i onde: B i = benefícios incorridos no período i; C i = custos incorridos no período i; r = taxa interna de retorno (TMA). (2) 3.6 Análise de sensibilidade A análise de sensibilidade tem como objetivo mensurar as oscilações observadas nos resultados de viabilidade, TIR e VPL, quando é induzida uma variação, dentro de certos intervalos, daqueles parâmetros sujeitos a maior incerteza (CONTADOR, 988; ROSS et al., 2002). O método de aplicação de sensibilidade consiste em estabelecer certa amplitude de variação às premissas do modelo e observar a resposta que estas mudanças causam nos indicadores de viabilidade econômico financeira. Quanto maior o impacto (em termos absolutos ou relativos), mais significância possui a variável dentro do modelo. Dessa forma é possível identificar quais as variáveis chave do projeto, ou seja, aquelas que respondem em maior parte pelas respostas obtidas (VPL, TIR, PBC e RBC) (ZILIO, 2009). 4. Base de Dados 4. Fonte de receitas A colheita é uma etapa do processo produtivo agrícola da cana-de-açúcar, e a entrada e saída de recursos nesse caso são de difícil mensuração. Para fins de estudo de viabilidade econômica, foi definido como referência de entrada de recursos no fluxo de caixa o valor recebido pela terceirização do corte e carregamento da cana de terceiros como prestação de 7

8 serviço agrícola, pois nesse valor deve incluir os custo do serviço e a margem de lucro. Os valores de referência para esse estudo são os praticados por empresas de prestação de serviços agrícolas da região do estudo de caso. Cabe salientar que a destilaria não vai terceirizar e nem prestar serviço de colheita mecânica, pois as máquinas serão destinadas apenas para áreas próprias da destilaria, focadas no estudo de caso. No último período do projeto (ano 8), a receita é acrescida pela venda dos equipamentos pelo valor residual definido por ASAE (999). Tabela - Receitas para o estudo de viabilidade econômica Variáveis Valores Valor Terceirização Corte (R$ t - ) 2,0 Valor Terceirização Carregamento (R$ t - ) 3,0 Valor residual máquinas e equipamentos (%) 20 Fonte: Dados da pesquisa; Destilaria Pyles 4.2 Parâmetros financeiros A Tabela 2 mostra as premissas adotadas para o fluxo de caixa do projeto, como a proporção adota de capital próprio e de terceiros (considerando financiamento BNDES, conforme BRASIL, 2009b) o custo de oportunidade (BRASIL, 2009c), a taxa de juros (BRASIL, 2009b), a inflação anual projetada para o período e a projeção do projeto. Tabela 2 - Premissas adotadas para o fluxo de caixa e o estudo de viabilidade Variáveis Valores Capital Próprio (%) 20,0 Capital Terceiros (%) 80,0 Custo Oportunidade (%) 6,45 Taxa de Juros Financiamento (%) 6,75 Inflação (IGP-DI) (% a.a.) 5,0 Depreciação Anual (%) 2,5 Projeção Projeto (anos) 8 Fonte: Dados da pesquisa; BRASIL (2009a); BRASIL (2009b); BRASIL (2009c) 5 RESULTADOS E DISCUSSÃO 5. Custos operacionais de colheita e investimentos 8

9 O modelo para o planejamento e custo operacional do sistema mecanizado de colheita de cana, foi utilizado para verificar a influência da eficiência operacional (eficiências de colheita, gerencial e de campo) sobre o número de colhedoras considerando as premissas para o cenário do estudo de caso, Figura. Verifica-se que o aumento da eficiência operacional reduz o número de colhedoras necessárias para atender a demanda do projeto. A equipe técnica da destilaria considerou uma eficiência operacional de 65% como realista para as suas condições, a qual foi considerada para o cenário base para o projeto. A Figura mostra que com uma eficiência de 65%, o número de colhedoras necessárias para o projeto é de 2,6, o qual foi arredondado para três colhedoras Número de colhedoras % 55% 60% 65% 70% 75% 80% Eficiência Operacional Figura - Número de colhedoras em função da eficiência operacional das operações mecanizadas para a área em estudo Fonte: Resultados da pesquisa Definida a eficiência operacional e o número de colhedoras, o modelo foi utilizado para verificar a influência da produtividade média da área agrícola do estudo de caso sobre o custo operacional do corte mecanizado realizado pelas colhedoras, Figura 2, considerando todas as outras variáveis constantes. Observa-se que o aumento da produtividade reduz o custo operacional. Na menor produtividade média, 70 t ha -, o custo operacional foi de 7,73 R$ t -, enquanto que na maior produtividade, 0 t ha -, o custo foi reduzido para 3,0 R$ t -. Para a produtividade média do estudo de caso, 90 t ha -, o custo operacional das colhedoras foi de 3,68 R$ t -. Por meio desses valores, definiu-se criar dois cenários alternativos do estudo de caso, em que um cenário a produtividade média é reduzida em 0 t ha - (80 t ha - ) e outro em que a produtividade média é acrescida em 0 t ha - (00 t ha - ). A partir disso, será verificada a análise de sensibilidade do projeto em função quantidade de cana colhida. 9

10 7.8 Custo Corte Mecânico (R$ t - ) Produtividade (t ha- ) Figura 2 Custo operacional do corte mecanizado (R$ t - ) em função da produtividade média da área em estudo Fonte: Resultados da pesquisa O modelo também foi utilizado para verificar a velocidade de operação das colhedoras em função do custo operacional do corte mecanizado, Figura 3. Nota-se que o aumento da velocidade de trabalho reduz o custo do corte, para os três cenários em estudo, considerando todas as outras variáveis constantes. A velocidade de 5,5 km h -, definida pela equipe da destilaria como a usualmente utilizada por eles, e nesse valor, o custo operacional é de 4,, 3,7 e 3,3 R$ t -, para as produtividades médias de 80, 90 e 00 t ha -, respectivamente. Em velocidades inferiores de 5,5 km h -, o número de colhedoras necessárias para o projeto aumenta e em velocidades superiores a 5.5 km h -, o número de colhedoras necessárias é reduzido, chegando a 2,2 colhedoras em velocidade de 7,0 km h -. Custo Corte Mecânico (R$ t - ) > 2.6 colhedoras Velocidade de operação (km h - ) < 2.6 colhedoras 80 t ha- 90 t ha- 00 t ha- Figura 3 Custo do corte mecanizado (R$ t - ) em função da velocidade de operação das colhedoras para a área em estudo

11 Fonte: Resultados da pesquisa A Tabela 3 mostra os custos operacionais parciais e totais da colheita mecanizada de cana-de-açúcar para os três cenários propostos. Verificam-se que os custos parciais e totais se reduzem a medida que se aumenta a produtividade média. Tabela 3 Resultados dos custos operacionais do corte e carregamento mecanizado da canade-açúcar para a área em estudo Indicador 80 t ha - Cenário Base 00 t ha - 90 t ha - Colhedoras 4,4 3,68 3,3 Trator+Transbordo,89,68,5 Equipamentos Auxiliares,73,54,38 Mão-de-Obra 3,22 2,86 2,58 Total 0,98 9,76 8,78 Fonte: Resultados da pesquisa Em relação ao investimento, os equipamentos necessários para a implantação do projeto encontram-se na Tabela 0. Nota-se que o investimento total será de R$ 5,29 milhões, em que 46,5% dos investimentos são destinados à aquisição de colhedoras (3 unidades), e 20,4% dos investimentos serão destinados para a aquisição de 6 tratores para o carregamento da cana picada. Tabela 4 Equipamentos a serem adquiridos para o projeto Equipamentos Unidades R$ unidade Total R$ Colhedora JD Trator JD Transbordo Caminhão Prancha Caminhão Bombeiro Caminhão Comboio Total Fonte: Resultados da pesquisa 5.2 Fluxo de caixa e análise de sensibilidade A Figura 4 mostra o fluxo de caixa do projeto para o cenário base (90 t ha - ) e os

12 alternativos (80 e 00 t ha - ). Observa-se que no cenário base, o VPL é negativo no período zero e torna-se positivo nos anos subseqüentes, fato que se repete para o cenário com produtividade de 00 t ha -. Para o cenário de produtividade de 80 t ha -, o VLP torna-se positivo no último período do projeto (período 8).,500.0,000.0 VPL (R$ mil) (500.0) (,000.0) (,500.0) Períodos (anos) (a),500.0,000.0,500.0,000.0 VLP (R$ mil) (500.0) VPL (R$ mil) (500.0) (,000.0) (,000.0) (,500.0) Períodos (anos) (,500.0) Períodos (anos) (b) Figura 4 Fluxo de caixa do projeto para o cenário base de 90 t ha - (a), e para os cenários alternativos de 80 t ha - (b) e 00 t ha - (c) Fonte: Resultados da pesquisa (c) 5.3 Indicadores de viabilidade econômico financeira A Tabela 5 mostra os resultados dos indicadores de viabilidade econômico financeira aferidos com base nas premissas dos cenários base e alternativos.

13 Tabela 5 Resultados dos indicadores de viabilidade econômico financeira para o cenário base e os alternativos Indicador 80 t ha - Cenário Base 00 t ha - 90 t ha - VPL (R$ mil) (.03,45).707, ,02 TIR (%) (%) 35% 73% PBD (anos) - 3,7,48 RBC 0,98,08,7 Fonte: Resultados da pesquisa No cenário base (90 t ha - ), os indicadores de VPL, TIR, PDB e RCB apontam para a atratividade econômica e financeira do projeto. O VPL para esse cenário é de R$,7 milhões, com uma TIR de 35% e recuperação do capital investido em 3,7 anos (PBD). O RBC > corrobora positivamente com os outros indicadores. No caso do cenário de 00 t ha -, os indicadores tornam-se mais atrativos com um VPL de R$ 3,9 milhões, TIR de 73% e retorno do capital investido em,48 anos. Para o cenário de 80 t ha -, o projeto não apresenta atratividade econômica, com VPL e TIR negativos e RBC inferior a. 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS Verifica-se por meio desse trabalho que o projeto apresenta viabilidade econômica financeira para o cenário base com produtividade média de 90 t ha -, com o retorno do capital investido em 3,7 anos, TIR de 37% e RBC >. Produtividades médias superiores tornam o projeto mais atrativo enquanto produtividades médias inferiores ao cenário base tendem a tornar o projeto inviável economicamente. Com esses resultados, a destilaria pode aplicar o projeto e atender as premissas do Protocolo Agroambiental do Setor Sucroalcooleiro antes do prazo limite exigido para a mecanização da colheita da cana-de-açúcar. As despesas do projeto mostram que os custos relativos aos sistemas mecanizados são os que apresentam maior impacto no fluxo de caixa, seguido pelos custos relativos à mão-deobra. Sendo assim, o gerenciamento do sistema mecanizado antes e durante a execução do projeto torna-se relevante para a redução de custos, pois nesse caso, um aumento em 5% da eficiência operacional, reduz o custo do corte mecanizado em 8%. Investimentos em tecnologia agrícola visando o incremento de produtividade também se tornam atrativos em relação aos custos de colheita, pois um aumento em 0 t ha - da produtividade, reduz os custos de colheita em 0,2%. Sugere-se para trabalhos futuros a realização de um estudo detalhado das variáveis críticas do projeto, como a produtividade média da área agrícola da destilaria. A divisão da área agrícola em setores que apresentam características em comum (declividade, tipo de solo, etc.), permite verificar a variabilidade da produtividade agrícola e utilizar valores mais detalhados sobre essa variável no planejamento do sistema mecanizado e no estudo de viabilidade. Além disso, com a divisão da área agrícola em setores, é possível realizar estudos sobre a maximização e otimização da frente de colheita mecanizada, aumentando a eficiência operacional.

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