Leila Maria Inoue Faculdade de Filosofia e Ciências Unesp, campus de Marília A Revista de Educação

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1 Leila Maria Inoue Faculdade de Filosofia e Ciências Unesp, campus de Marília A Revista de Educação ( ) e sua contribuição na formação de professores Este texto apresenta a pesquisa de Iniciação Científica que estuda a formação de professores por meio da análise de um periódico educacional denominado Revista de Educação, publicado pela antiga Escola Normal de Piracicaba, entre 1921 e A finalidade deste estudo é compreender por meio do ciclo de vida e da materialidade do periódico como a Escola Normal de Piracicaba pretendia se firmar como formadora de um ideário pedagógico e educacional com a criação de uma revista, a seleção e a publicação de artigos que privilegiavam os conhecimentos de professores das Escolas Normais, alunos e outros profissionais que se preocupavam com as questões educacionais. Esta pesquisa foi realizada sob a perspectiva da História Cultural baseada em Roger Chartier e problematizada por Marta Carvalho (1998) no artigo Por uma História Cultural dos Saberes Pedagógicos. A autora considera importante a investigação dos impressos de destinação pedagógica e seus usos escolares e afirma que estes dão suporte para a história cultural dos saberes pedagógicos. Assim sendo, a ênfase da nova historiografia na materialidade das práticas, dos objetos e de seus usos produz um novo modo de olhar e interrogar as fontes históricas afirmada por Roger Chartier. Este referencial toma o impresso em sua materialidade de objeto cultural se preocupando com as práticas que o produzem e os usos que são feitos deles. Com isso, os impressos de destinação pedagógica, devem ser analisados da perspectiva de sua produção, distribuição, como estratégias editoriais correlacionadas com os usos que modelarmente lhe são prescritas e, ainda, como dispositivo de normatização pedagógica e como suporte material das práticas escolares. Para a realização e desenvolvimento desta pesquisa e também como forma de preservar o periódico foi necessária a digitalização dos cinco primeiros números encontrados até o momento da Revista de Educação. Foi feito também sua sistematização, organização das fotos e estudo dos artigos para se compreender quais as idéias pedagógicas e educacionais estavam sendo consideradas importantes para a formação dos professores e privilegiadas pela Revista naquele momento. Os números digitalizados podem ser encontrados no acervo da Escola Estadual Sud Mennucci, onde se localiza a antiga Escola Normal de Piracicaba em Piracicaba/SP. Há apenas um exemplar de cada número da Revista nesse acervo que se encontra desorganizado, abandonado e dividido em duas salas distintas e os materiais estão destruídos pelas traças e cupins. O periódico está encadernado em dois volumes, sendo que, o volume I é composto pelos números 1 e 2 abrangendo as publicações de 1921 e o volume II é

2 composto pelos números 1, 2 e 3 abrangendo as publicações referentes a Além dos exemplares que estão no acervo da E. E. Sud Mennucci, encontramos um exemplar da Revista de Educação v. I n. 2 e v. II n. 1 e n. 2 na Faculdade de Educação da USP e também, há um exemplar do v. I n. 1 e n. 2 no Centro do Professorado Paulista. A Revista de Educação tem tamanho de 14,5 x 20,5 cm. Todos os números foram impressos pelo Jornal da Piracicaba - diário que atualmente continua sendo publicado na cidade - que também transcrevia em seus números matérias de outras fontes que elogiavam e comentavam as publicações feitas pela Revista. A Revista teve as seguintes publicações: v. I n. 1 maio de 1921, v. I n. 2 agosto de 1921; v. II n. 1 maio de 1922, v. II n. 2 outubro de 1922, v. II n. 3 dezembro de Foram encontrados no acervo da E. E. Sud Mennucci até o momento apenas cinco números, mas, encontramos no acervo da Escola Estadual Cardoso Almeida - antiga Escola Normal de Botucatu - em Botucatu/SP, a revista A Escola: Revista Pedagógica Mensal - Rio de Janeiro, ano I n. 7 publicada em setembro de que traz na sua bibliografia a confirmação de que a Revista de Educação publicou o v. III n. 1 em setembro de Mas esse exemplar ainda não foi encontrado para a realização de seu estudo. O v. I possui 28 artigos contendo 170 páginas e o v. II possui 30 artigos contendo 190 páginas. Ainda não sabemos quantos artigos foram publicados no v. III, nem quantos números ele abrange. A Revista também apresenta alguns desenhos de objetos manuais e cinco fotos de alunos da Escola Modelo e da Escola Normal de Piracicaba realizando alguma atividade escolar. A Revista teve como redatores, o diretor Honorato Faustino, que publicou artigos em todos os números e os professores Antônio Pinto de Almeida e Lourenço Filho pela Escola Normal, Pedro Crem e Dário Brasil pela escola Complementar e Antônio dos Santos Veiga e Maria Graner, pela Escola Modelo. Provavelmente esses nomes foram os que iniciaram a idéia da criação de uma revista que disseminasse os conhecimentos pedagógicos e firmasse a escola como formadora de bons profissionais 1. A Revista de Educação teve a participação não apenas de professores da Escola Normal de Piracicaba e seus alunos, mas também, de professores da Escola Normal de Campinas e de Pirassununga e outros profissionais que se preocupavam com questões educacionais e a formação de professores. Destacamos entre os autores a participação de Lourenço Filho (Lente de Psicologia e Pedagogia na Escola Normal de Piracicaba) que foi um dos maiores idealizadores da Revista e que depois de sua ida ao Ceará ainda contribuiu com a formação dos educadores proporcionando a troca de correspondências entre normalistas de São Paulo e Ceará, como consta no artigo Mensagens Entre Estudantes do volume II-nº 2 - e Sud Mennucci (Delegado Regional de Ensino). Os demais colaboradores foram: 1 NERY, Ana Clara Bortoleto. Apropriação dos saberes pedagógicos pelos docentes nas revistas pedagógicas. In Anais do VII Congresso Ibero-americano de História da Educação Latinoamericana. Quito/Equador, CD.

3 Honorato Faustino (Diretor da Escola Normal de Piracicaba), Carlos M. Sodero, Antônio Veiga, Dario Brasil, Joaquim da Siveira Santos, Pedro Crem, Pedro Mello, José de Assis Velloso, Thales C. de Andrade, Adolpho Carvalho, Fabiano R. Lozano, João de Toledo, Arthur C. Gonçalves, Ramiro Alves de Almeida, Manuel Dias de Almeida, Annibal da Silveira Santos, Dr. Tacito Carvalho e Silva, Walter G. Borchers, Joaquim Silva, Elias Mello Ayres, Elvira de Moraes, Olívia Bianco e Mercedes Dias de Aguiar. Consideramos que a Revista de Educação teve uma ampla participação, pois, além de publicar artigos de professores de escolas normais publicou também artigos de alunos e outros profissionais. Também é importante destacar que há artigos que não apresentam autor. Foram 25 colaboradores que publicaram artigos na Revista havendo pouca participação do gênero feminino. Apesar de a profissão docente ser mais procurada pelas mulheres como considera alguns autores, percebemos que os docentes que formavam futuros professores primários eram a maioria do gênero masculino. A assinatura anual da Revista de Educação custava 8$000 (moeda da época) e o seu pedido era feito no próprio Jornal de Piracicaba que veiculava informações sobre a circulação e o aumento dos pedidos de assinatura da Revista 2. Isso mostra que e Revista teve boa repercussão no campo educacional da região e recebia o apoio de autoridades do setor educacional. A Revista publicou artigos sobre diversas temáticas identificadas como: alunos, professores, ensino, escola normal, reformas, administração do ensino, saberes, práticas e outras. Essas temáticas estavam relacionadas com o contexto político, econômico, social e educacional vivido pelo estado de São Paulo nas primeiras décadas do século XX. Assim, consideramos que essas temáticas faziam parte de um ideário educacional e pedagógico que os professores das escolas normais junto de uma linha editorial selecionavam e publicavam construindo desse modo, um discurso do que era relevante para a formação dos futuros professores. Segundo Antunha (1976), devido a Primeira Guerra Mundial em 1914, a década de 20 foi marcada pelas idéias nacionalistas e por um receio das autoridades de que o Brasil pudesse ser invadido pelos estrangeiros devido à superioridade do imigrante em relação ao nacional, ao despreparo militar do Brasil, a falta de civismo e de consciência política e ao baixo nível cultural da população. Sendo assim, esse conflito colocou em evidência a necessidade de rever os princípios e instituições de ensino, a fim de obter um sólido alicerce para a manutenção da paz 3. Para isso, foram criados diversos movimentos e organizações de cunho educacional que buscavam através da mudança de pensamento dos brasileiros, acabar com o analfabetismo da maioria da população e fortalecer a Nação solidificando o regime republicano. Esses movimentos e organizações destacavam a escola era como um aparelho de transformação da Nação. Uma dessas organizações foi Liga Nacionalista em São Paulo, na qual faziam parte 2 NERY, Ana Clara Bortoleto. Apropriação dos saberes pedagógicos pelos docentes nas revistas pedagógicas. In Anais do VII Congresso Ibero-americano de História da Educação Latinoamericana. Quito/Equador, CD. 3 TANURI, Leonor Maria. O ensino normal no estado de São Paulo ( ). FEUSP, 1979, p. 153.

4 professores e acadêmicos da Faculdade de Direito e de outras escolas superiores, profissionais liberais e membros do magistério (ANTUNHA, 1976, p. 136), ou seja, a elite intelectual do Estado como Lourenço Filho e Sampaio Dória sócio fundador da Liga e idealizador da Reforma de Esses movimentos pretendiam a mudança dos costumes brasileiros através da doutrinação, ou seja, por meio da ação educativa. Para Antunha: [...] O objetivo de todos esses movimentos emprestavalhes um caráter inegavelmente educativo. A escola aparecia como o grande centro regenerador da vida nacional e da defesa de suas instituições. (ANTUNHA, 1976, p. 137) Alguns autores também consideram que na década de 20 iniciou-se uma progressiva divulgação dos princípios e fundamentos escolanovistas. Através de diversos trabalhos começou a ser difundindo os fundamentos biológicos, psicológicos e sociológicos da escola nova com as idéias de Dewey, Durkheim, Montessori, Decroly, Binet, Claparède, entre outros, ou seja, uma nova maneira de ver o significado do processo educativo 4. A Escola Nova pretendia rever os padrões tradicionais de ensino propondo uma nova estrutura para os programas escolares, os métodos didáticos, o processo de ensino-aprendizagem e os papeis do professor e aluno, ou seja, uma escola moderna. As idéias escolanovistas colocavam em evidência as ciências necessárias a Pedagogia e os problemas de ordem intra-escolar, fornecendo desse modo, elementos para uma revisão crítica da organização das escolas normais devido ao seu reduzido caráter profissional. Sendo assim, a escola normal teria que ser reestruturada para proporcionar ao professor a formação técnico-pedagógica para que este possa por em prática os novos padrões ideais de ensino propostos pela escola nova, pois, caberia aos professores executar tais idéias 5. [...] Não mais programas rígidos, mas flexíveis, adaptados ao desenvolvimento e individualidades das crianças; inversão de papéis do professor, e aluno, ou seja, a educação como resulta do das experiências e atividades deste, sob o acompanhamento e orientação do professor, e, em conseqüência, ensino ativo em oposição ao verbalismo daquilo que se considerou escola tradicional Também a natureza social do processo educativo foi salientada, trazendo contribuições para os procedimentos didáticos (trabalhos em equipe) e para a compreensão dos fins sociais da escola. (TANURI, 1976, p ) 4 TANURI, Leonor Maria. O ensino normal no estado de São Paulo ( ). FEUSP, 1979, p Idem, p. 155.

5 Devido a essas críticas ao sistema de ensino público paulista, em 1920, durante o governo de Wshington Luis, Sampaio Dória, o então Diretor Geral da Instrução Pública implantou a Reforma de 1920 tendo como objetivos principais combater a escola tradicional modernizando o sistema escolar e elevando o ensino público em todos os níveis, acabar com o analfabetismo levando a instrução ao maior número de crianças e fortalecer a Nação com a expansão do escotismo e das idéias nacionalistas. Dória era bacharel em Direito e professor de Psicologia, Pedagogia e Educação Cívica da Escola Normal Secundária da Capital e membro da Liga Nacionalista, o que o tornou apto a desenvolver as idéias nacionalistas em ordem pedagógica. Por isso, as idéias nacionalistas comporam a base ideológica que fundamentou os princípios da Reforma juntamente com a presença das idéias escolanovistas, pois, Dória também compartilhou desses ideais. Ele propôs com a Reforma combater o ensino verbalista em favor do método intuitivo considerado por ele o método mais adequado para formar um pensamento progressista no homem civilizado e republicano, essa concepção era contraria a pedagogia tradicional da memorização, da oralidade, do ouvir e repetir, herdados do período monárquico. (HILSDORF, 2003) Com essa efervescência ideológica na década de 20 a Revista de Educação publicou artigos relacionados a essas correntes. Há alguns artigos que divulgam os princípios da Reforma da Instrução de 1920 e as mudanças e benefícios que ela trouxe para o sistema de ensino paulista e para o professorado como A Unificação das Escolas Normaes e Movimento Escolar. Os artigos como O Ensino do Desenho nas Escolas Normaes; Um Novo Trabalho Manual; A Musica nas Escolas; O Trabalho Manual e o Ensino Intuitivo e A Escola Moderna evidenciam as idéias escolanovistas, pois, segundo Tanuri (1979), o movimento da escolanovista valorizou disciplinas como Música, Desenho e Trabalhos Manuais. Outros artigos como O Civismo Pelo Ensino de Historia; Ensino Particular e o Nacionalismo; Em Torno da Hygene Escolar e Pela Cultura do Vernaculo, divulgam as idéias nacionalistas que atribuíam à educação o papel fundamental na formação do homem brasileiro e buscavam valorizar o nacional. A Revista também apresenta artigos que tratam das disciplinas do curso normal como: Biologia, Psicologia, Matemática, História, Língua Portuguesa, Francês, Literatura Infantil, metodologias e programas de ensino, práticas pedagógicas e sobre o desenvolvimento infantil. A Revista de Educação publicou artigos que buscavam formar os professores para atuarem nas salas de aula sob as novas medidas implantadas pela Reforma de 1920 e pela sua base ideológica, assim, esses conhecimentos eram indispensáveis para a formação político-social e pedagógica dos futuros profissionais da educação, por isso, eram privilegiados pelos autores, pois seriam os novos profissionais que formariam o novo cidadão brasileiro preocupado com as questões nacionais. Portanto, podemos considerar de acordo com Carvalho (1998) que, a criação da Revista, a seleção e publicação dos artigos funcionavam como dispositivos de

6 normatização pedagógica e como suporte material das práticas escolares que circulavam naquele momento. Por fim, podemos considerar também que, segundo Hilsdorf (1998): A vinda de Lourenço Filho para Piracicaba não foi um ato do tipo remoção de cadeira, tão comum na vida dos professores: ela está diretamente ligada à implantação da reforma do sistema público paulista empreendida por Antonio Sampaio Dória em fins de 1920 (decreto 1750, de 08/12/1920). (p ) Com a citação acima, pensamos que há indícios que Lourenço Filho foi enviado para a Escola Normal de Piracicaba com o intuito de expandir a Reforma de 1920 com êxito e por ser um dos maiores idealizadores da Revista ele a utilizou como meio de efetivar esse objetivo. De acordo com Inoue: [...] o fato de Lourenço Filho ter sido removido para a Escola Normal de Piracicaba para contribuir com a disseminação dos ideais da Reforma está ligado com a criação da Revista de Educação, pois, vemos que esta também tem esse o mesmo objetivo. (2007, p. 41) Assim sendo, consideramos que a criação da Revista de Educação foi uma estratégia de Lourenço Filho e de seus idealizadores para propagar a Reforma e formar os professores sob seus princípios, pois, os artigos da Revista informavam e formavam seus leitores normalistas e professores já formados direcionando seu trabalho com base nos ideais da Reforma de1920.

7 Referências Bibliográficas ANTUNHA, Heládio César Gonçalves. A instrução pública no Estado de São Paulo: a Reforma de 1920, São Paulo: FEUSP, 1976, p CARVALHO, Marta Maria Chagas de. A escola e a republica. São Paulo: Editora Brasiliense, 1989, p. 86. CHARTIER, Roger. História Cultural entre Práticas e Representações. Rio de Janeiro: Berltrand, HILSDORF, Maria Lucia S. Lourenço Filho em Piracicaba. SOUZA, Cyntia Pereira de. História da Educação: processos, práticas e saberes. São Paulo: Escrituras, 1998, p História da Educação: leituras. São Paulo; Pioneira Thomson Learing, 2003, p INOUE, Leila Maria. Relatório Parcial (Fapesp). Marília: 2007, p. 46. Nery, Ana Clara Bortoleto. Apropriação dos saberes pedagógicos pelos docentes nas revistas pedagógicas. In Anais do VII Congresso Ibero-americano de História da Educação Latinoamericana. Quito/Equador, CD. TANURI, L. M. O Ensino Normal no Estado de São Paulo ( ). São Paulo: FEUSP, p. (Vol. 16).

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