A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO NA SOCIEDADE GLOBAL: SUBSÍDIOS PARA POLÍTICAS PÚBLICAS. FERREIRA, Naura Syria Carapeto

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1 A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO NA SOCIEDADE GLOBAL: SUBSÍDIOS PARA POLÍTICAS PÚBLICAS FERREIRA, Naura Syria Carapeto Universidade Tuiuti do Paraná O objetivo central deste trabalho é apresentar um esboço crítico da pesquisa em realização por um grupo de professores e acadêmicos do pós-graduação e dos Cursos de Pedagogia e Licenciaturas da Universidade Tuiuti do Paraná sobre a formação do profissional da educação que, embora ainda demasiado provisório e limitado, possa se constituir numa contribuição para um esforço mais amplo e sistemático, mais compartilhado e debatido por outros pesquisadores em educação, especialmente atento à pluralidade de enfoques teóricos e disciplinares no sentido de amenizar as dificuldades de constituição de um corpus de estudos e de investigações, nem sempre conhecidos, como se sabe, em torno do objeto de estudo "formação do profissional da educação". A assunção prudente deste objetivo se deve, em primeiro lugar ao estágio de desenvolvimento da pesquisa sobre "O profissional da Educação na sociedade global: sua formação e cidadania", cujas constatações baseadas num material bastante rico, embora apresentem algumas contribuições, a nosso ver relevantes, a serem destacadas neste Seminário, ainda merecem explorações mais acuradas sobre aspectos até agora ainda não tocados. Em segundo lugar porque nos resguarda de um inventário exaustivo e uma análise em profundidade dos trabalhos de pesquisa em educação realizados por pesquisadores no Brasil, na América e Europa, com sua pluralidade de enfoques e opções epistemológicas e que ainda está em curso. Entretanto, é prazeiroso e esimulante para nós, trazer para debate algumas de nossas constatações, podendo receber assim o enriquecimento que a discussão ao seu redor nos trará. A pesquisa visa estudar a formação do profissional da educação e do profissional em geral, aproveitando esse momento raro em que se anuncia uma cultura nova, para orientar deliberadamente a evolução em curso, visando conhecer as concepções, teorias, conteúdos e valores que estão norteando a formação do homem brasileiro e da mulher brasileira, bem como as suas possibilidades profissionais e sociais face à demanda hodierna, a fim de contribuir para a melhoria de sua qualificação e subsidiar as políticas públicas de formação de profissionais no Brasil. "Raciocinar em termos de impacto é condenar-se a padecer" nos ensina

2 Lévy. "A escolha não é entre a nostalgia de um real datado e um virtual ameaçador ou excitante, mas entre diferentes concepções do virtual...ou o ciberespaço reproduzirá o mediático, o espetacular, o consumo de informação mercantil e a exclusão numa escala ainda mais gigantesca que hoje" ( Lévy, 1997) ou acompanhamos as tendências positivas da evolução em curso e criamos um projeto de civilização centrado sobre coletivos inteligentes. Para longe parecem ir se deslocando a segurança e as certezas, diante da descoberta de que a terra se tornou mundo, de que o globo não é mais uma figura astronômica, e sim o território no qual todos se encontram relacionados e atrelados, diferenciados e antagônicos. Esta descoberta que surpreende, encanta e atemoriza ocasiona uma ruptura drástica nos modos de ser, agir, pensar e sonhar, dando margem a surpresa, o encantamento, o susto, a impressão de que se romperam modos de ser, sentir, agir, pensar e fabular. (Ianni, 1995) Algo como uma drástica ruptura epistemológica representada pela descoberta de novas possibilidades contrastando com as impossibilidades. E o homem, a mulher, nesta trama de determinações amplas, diferenciadas e de diversas naturezas que criam dependências recíprocas, se encontram perdidos, indefinidos, a busca de certezas que não existem, de soluções que precisam ser criadas, reinventadas. A razão onipotente que garantia, segundo o aval de Descartes, nossa própria existência - penso, logo existo - enfrenta com limites de sua própria volatização que nos fazem perceber que "existimos onde não pensamos e pensamos onde nem de longe existimos." Como tão bem expressou Lacan. Um dos impactos mais profundos da contemporaneidade em todas as suas manifestações e contradições, que se expressa neste final de século, dá-se sobre o homem nas suas formas de pensar, sentir e agir - de produzir a sua existência, de trabalhar, de se qualificar, de se relacionar, de se organizar, de incorporar as "possibilidades acessíveis" que são inacessíveis. Atinge o homem em sua formação, seu conteúdo e suas formas de organização, com profundas conseqüências sobre as demandas de conhecimento e de uma nova base de qualificação. Em meio ao acirramento competitivo, planetariamente globalizado, a educação se confronta com o desafio de unir capacitação competente com formação humana solidária, na dificuldade de um mundo onde as expectativas do meio circundante ( mercado competitivo) se voltam quase exclusivamente para a demanda da eficiência ( capacidade competitiva). Eis o principal desafio a superar, se pensarmos numa formação humana para o homem e a mulher brasileiros.

3 Tais constatações nos apontam para se pensar que profissional necessitamos formar. Que conteúdos científicos, técnicos, políticos, éticos, culturais, enfim, humanos - conteúdos profissionais, conteúdos de vida - devem se constituir os elementos fundantes de um novo homem e de uma nova mulher competentes e capazes de enfrentar os ditames hodiernos. Esta pesquisa pretende estudar e analisar os elementos que nos permitem refundar o científico-técnico-ético-político em bases históricas e antropológicas realistas. Isso implica em "desconstruir simultaneamente e sempre de novo, tanto as ideologias que propugnam a compulsoriedade dos fatos ( triunfalismo do mercado), como os pseudoprogressismos idealistas que pretendem condensar todas as mediações do pedagógico no primado da racionalidade política, que geralmente é concebida como algo facilmente compactível em determinadas estratégias e soberanamente autônomo em relação à razão instrumental (ASSMANN, 1996). Na educação este tipo de visão simplista tende a escindir os aspectos instrucionais ( muitas vezes secundarizados) e as linguagens supostamente conscientizadoras. Formação ( do lat. formatio - onis) é a maneira pela qual se constituiu uma mentalidade, um caráter ou um conhecimento profissional. Ao pensar no profissional da educação, formação profissional entendida como um processo de reflexão crítica sobre a prática pedagógica, Arroyo nos fala da necessidade de formar um profissional de sínteses, quando se refere à educação obrigatória que caminha no sentido de "exigir dos profissionais a função de síntese, a capacidade de integrar os conhecimentos e a cultura comum com a formação de cidadãos como sujeitos sociais e culturais. Que seja capaz de integrar os problemas sociais, culturais, cognitivos, psicológicos e pedagógicos inerentes ao tipo de cultura e conhecimento que tem que vivenciar os alunos da escola obrigatória." ( 1996, p 47-66) Um profissional com a qualificação necessária a essa complexa função educativa é um especialista, que antes de entender-se como um técnico eficiente, ou como um fiel servidor de parâmetros curriculares e conteúdos, deve pensar-se e preparar-se para ser responsável por saber fazer escolhas pedagógicas. Deve ser formado como um educador que fundamenta suas práticas em uma opção por valores e idéias que o guiem e o ajudem a clarear situações, projetos, intervenções. Sua formação, vale dizer, a formação do/a profissional da educação se dá em diversos tempos e espaços, bem como em variados níveis. Desde o recolhimento da experiência humana, tanto do ponto de vista da história quanto da experiência cotidiana, que concorre para ser fixado em nossa memória como um síntese. Sabe-se que cada momento histórico, situado diacronicamente, é um instante da própria síntese. Cada momento é uma "herança civilizatória", nas palavras de Gramsci ( 1991) Há de se fazer o inventário dessa herança. Daí o desvelamento e o exame das contradições em que as escola está mergulhada, com conseqüências na desnaturalização da sua condição mediadora de exigências reprodutoras de uma sociedade onde a exploração, a opressão, a alienação e todas as outras

4 formas de violência desafiam, no seu cerne, a dignidade humana, passe também por um papel ativo de esclarecimento, informação e denúncia que atravesse um quotidiano profissional comprometido com a educação como projeto de liberdade. Das transformações velozes e violentas do mundo em que vivemos - abalando constantemente a manutenção dos equilíbrios que são condição necessária de nossa adapatação ao meio - decorre a velocidade das ressocializações necessárias à sobrevivência individual e social, com fragilização de nossa identidade que sofre processos de reconstrução na vertigem de um tempo sem espera. O ascenar de outros modos de olhar o mundo - desautorizando a dominância da razão instrumental do paradigma dominante - possibilita a construção de condições com que, individual e coletivamente, definamos um norte que inverta uma condição de espectadores/sofredores de um desmoronar identitário na de cidadãos conscientes de que, num mundo atravessado por profundas contradições, a realização do ideal de cidadania tem, na educação, uma tarefa sempre inacabada que, ao resultar em vontade de conhecer e compreender, seja oportunidade de se reequilibrar. Num desafio à nossa imaginação para um outro modo de viver a profissão, criativamente, em que a gestão da complexidade e da incerteza não seja fator de angústia mas de fascínio pelo imprevisto a que só uma condição formativa descentrada, flexível e equipada dos meios de controle e regulação do trabalho pode aceder. Daí decorre a necessidade de uma formação que se constitua de conteúdos científicos, técnicos, éticos, políticos e afetivos que possibilitem aos profissionais superarem a passividade de consumidores de receitas ou pacotes, sem condição crítica, que proporcione aos profissionais da educação a sua auto-realização com o aumento de níveis de participação e de autonomia. Nesta via de raciocínio, um novo sentido se põe para a Administração da Educação no que concerne às decisões, sobre que conteúdos científicos, técnicos, políticos, éticos e humanos, que necessitam ser tomadas para a formação de profissionais que irão atuar na formação de seres humanos desde o ensino fundamental até o ensino superior. Um novo sentido se põe para a Administração da Educação nas formas de organização curricular e na gestão das escolas que tem a responsabilidade de formar seres humanos capazes de enfrentar com dignidade e possibilidades as complexidades e perplexidades do mundo hodierno. O que fazer?

5 A gestão da educação que responde aos ditames da contemporaneidade possui uma especificidade que "se fundamenta em objetivos educacionais representativos dos interesses das amplas camadas da população e que leve em conta a especificidade do processo pedagógico escolar, processo este determinado por estes mesmos objetivos" (Paro,1986: 87-88) Esta questão nos remete a pensar com Moreira ( 1995: 11-12) quando analisa as contribuições de Giroux sobre a apropriação crítica e seletiva dos conceitos básicos do pósmodernismo e do pós-estruturalismo, chamando a atenção para não desviar das questões de poder e política. Argumenta Moreira a respeito das possibilidades emancipatórias do currículo, visto não como um conjunto de conteúdos aprendidos pelos alunos/as, mas sim "como um esforço de introdução a um determinado modo de vida". Isto é, entender o currículo como uma configuração de conhecimentos, métodos, relações sociais e valores que contribui para a introdução a uma forma particular de autoridade textual e para a legitimação dessa forma. Nesse sentido, os textos constituem espaços de luta política na direção apontada acima, já que sua análise permite questionar os interesses presentes na forma de autoridade textual dominante. Desta forma o professor, torna-se um intelectual transformador, porque cria as condições, na prática curricular, que propiciem o fortalecimento do poder do/a professor/a, ajudando-o/a a tornar-se um/a professor/a reflexivo/a. Essa concepção de professor/a, de profissional da educação permitirá a formação de homens e mulheres brasileiros/as capazes, competentes, éticos, enfim, humanos. Ora, isto não se dá num processo espontâneo, ocasional que degradaria o ser humano, mas se dá a partir da organização coletiva dos profissionais em torno de objetivos comuns que expressam convicções assumidas. A formação do homem brasileiro e da mulher brasileira nos exige a formação de um profissional entendido como "um mediador" da "vida social" efetiva, das expectativas e do desejo coletivo de uma comunidade que requer que os seus membros sejam integrados à vida social mundial. Entendemos que a formação do profissional exige hoje, mais do que nunca, uma sólida formação humana e que a formação do ser humano está diretamente relacionada com a sua emancipação como indivíduo social, sujeito histórico numa sociedade dada.

6 Tal compreensão nos remete um forte compromisso com o conteúdo e significado das políticas educacionais e com a garantia do processo que se realiza na escola. Implica, também, em compreender que o processo científico que se realiza na escola não é individual, mas coletivo, envolvendo todo o corpo docente e técnico administrativo no planejamento, organização e desenvolvimento de um projeto político-pedagógico que deverá ter uma direção que garanta a qualidade estabelecida pelo conjunto dos educadores. Nesta via de raciocínio exercitaremos a reflexão sobre alguns conceitos que nos encaminharão para a compreensão da importância da gestão escolar e da construção coletiva do projeto pedagógico. Considerando a escola como o "locus' onde se desenvolve o processo de transmissão/assimilação do saber científico transformado em saber escolar e, o professor, o principal agente deste processo, na relação direta com o aluno, entendemos que o trabalho pedagógico constitui-se de todas as formas de atuação científica dos profissionais da educação no exercício de suas funções, visando o pleno desenvolvimento do/a aluno/a em todas as dimensões através da aquisição dos conteúdos científicos, técnicos e éticos que permitirão o acesso no mundo da cultura e sua inserção no processo de construção da sociedade. Daí porque se faz necessário a construção coletiva do Projeto Pedagógico que só "ganha sua significação na articulação com um projeto mais amplo de sociedade que se deseja e pela qual se luta"( Silva, 1996). É através da elaboração conjunta deste Projeto, a partir de objetivos comuns estabelecidos, examinados, definidos e incorporados pela coletividade docente que se irá nortear e dirigir o trabalho pedagógico/administrativo da escola, desde a sua organização, definição de funções até a definição dos conteúdos científicos, técnicos e éticos e as práticas pedagógicas decorrentes necessárias ao atingimento dos objetivos. "Estoy convencido de que si la colectividad no tiene un objetivo, no se podrá encontrar el modo de su organización."( Makarenko, 1977: 12) É a intencionalidade do que se quer fazer que define a direção da ação e as formas de organizar a execução. É a intencionalidade - que se expressa nos objetivos - que irá nortear aquilo que se apresenta como desejado e necessário. Isto implica na explicitação de uma determinada intenção de ações, da definição dos fins que se quer alcançar, que se sustentam naquilo que tem valor para uma coletividade em um determinado momento histórico em uma sociedade dada. Trata-se do conjunto de valores eleitos pelos atores/sujeitos participantes das ações. Trata-se de uma proposta de trabalho que não se expressa em interesses individualistas de pessoas isoladas, mas no interesse comum de um conjunto de profissionais que ao definirem-se - no coletivo - definem o destino da sua instituição e o destino dos homens e mulheres que irão formar. Uma mesma direção e uma mesma qualidade se definem, então, com uma só organização de trabalho, através das diversas formas de execução específicas dos

7 conteúdos científicos, técnicos e éticos a serem trabalhados. É o sentido unitário que garante a verdadeira qualificação e a conseqüente humanização e promoção humana. Só a participação efetiva e coletiva do conjunto de educadores de uma instituição escolar garante que um projeto se viabilize e concretize, porque convictos do homem e da mulher que querem formar para a sociedade que querem construir são capazes de trabalhar nesta direção. Ora, todo objetivo que norteia a ação deve expressar os anseios e desejos da comunidade envolvida no trabalho a executar. Logo, na escola, os objetivos que expressarão as necessidades científicas e éticas dos/as alunos/as, no sentido de sua formação humana de cidadão e cidadã, deverão ser elaborados pelos professores e professoras responsáveis pela áreas de ensino juntamente com os Profissionais da Educação e toda a comunidade educacional, refletindo o que existe de mais avançado na contemporaneidade no âmbito científico e ético. Projeto é meta, mas torna-se concreto e gerador de movimento quando transposto para a compreensão das pessoas e por elas assumido. Vivemos um tempo ambíguo, paradoxal, contraditório e anárquico. Vivemos um tempo onde "tudo pode e tudo vale". E, quando tudo pode e tudo vale, nada mais vale - o ser humano desintegra-se. A contemporaneidade está marcada pela ausência de valores humanos e práticas decorrentes. Está marcada pela amoralidade característica da barbárie; apresenta violências que estão a exigir a integração de todos os homens e todas as mulheres, cada vez mais, na construção de suas próprias vidas. Há que se integrar o homem e a mulher naquilo que é a sua essência humana: a produção da sua existência - o trabalho. O homem e a mulher, diferentemente dos animais, antecipa mentalmente o que vai realizar. Agindo sobre a natureza, para produzir as condições de sua existência, vai transformando o meio e criando cultura, criando um mundo humano. Esta é a responsabilidade da escola, da educação e de sua gestão. Desta forma, através do projeto pedagógico em ação, se formarão as personalidades dos alunos e se fortalecerá cada um dos membros da escola que, conscientes dos objetivos a serem trabalhados, seu significado e os valores que os sustentam, reavaliarão, na sua própria prática, as suas vidas e as suas prioridades. Reside aí, neste processo de gestão da educação, o grande valor da construção coletiva e humana do projeto pedagógico formador. Define-se aí a responsabilidade e o compromisso do administrador educacional e da administradora educacional na direção desse processo. Mas, o que vem a ser direção? Costuma-se, por falta de definição, confundir-se direção com autoritarismo. Autoritarismo é exacerbação de autoridade, é abuso do poder, é a expressão individualista de interesses pessoais que não refletem os interesses coletivos. É a personalização da incompetência por abuso de poder e descompromisso com o coletivo. Direção é a função que assegura a manutenção de um estrutura e o regime de atividade na

8 realização de um programa/projeto. É uma influência consciente sobre um determinado/específico contexto com a finalidade de ordenar, manter, aperfeiçoar e desenvolver uma programação coletivamente planejada e projetada. A direção está, portanto, condicionada à natureza da instituição social que é a escola ou sistema educacional, e ao caráter social do trabalho, assim como à necessidade de que os homens e mulheres se intercomuniquem em sua atividade vital, no processo de intercâmbio de produtos da atividade material e não material. A direção se constrói e se legitima na competência da construção coletiva do projeto pedagógico que reflita o projeto de homem e de sociedade que se quer. Um processo de gestão que construa coletivamente um projeto pedagógico de trabalho tem já, na sua raiz, a potência da transformação. Por isso, é necessário que atuemos na escola com a maior competência, para que o ensino realmente se faça e que a aprendizagem se realize, para que as convicções se construam no diálogo e no respeito e as práticas se efetivem no companheirismo e na solidariedade. Falo de um ensino que é uma prática social, não só porque se concretiza na interação professor/a - aluno/a, mas, também, porque estes sujeitos refletem a cultura e contextos sociais a que pertencem. Falo de uma aprendizagem dos conteúdos da vida que abrangem os conceitos científicos da cultura erudita e os conteúdos éticos de convivência social. Este rigor é o maior humanismo que se pode exigir de todos os profissionais da educação a fim de que os alunos e alunas possam desenvolver-se como seres humanos fortes intelectualmente, ajustados emocionalmente, capazes tecnicamente e ricos de caráter. Para tanto, nossa prática de gestão, comprometida com a formação de homens e mulheres brasileiros fortes e capazes de dirigir seus destinos, os destinos da nação e os destinos do mundo, tem que possuir a força do conhecimento, o equilíbrio da afetividade nas relações, a competência em todas as atividades e a riqueza firme do caráter que norteia nossas ações. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSMANN, Hugo. Metáforas novas para reencantar a educação Piracicaba: ED. Unimep, ARROYO, Miguel "Reinventar e formar o Profissional da Educação Básica" In: BICUDO, M. A. & SILVA JÚNIOR, C. A. Formação do Educador Vol 1 São Paulo: Ed. UNESP, BITTENCOURT, Circe Maria F. & IOKOI, Zilda Márcia. Educação na América Latina S. Paulo: EDUSP, 1996 CANÁRIO, Rui (org) Formação e Situações de Trabalho Porto: Porto Ed., 1997

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