O Sujeito do Discurso: Um Ensaio sobre Religião, Educação e Gênero.

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1 ST 24 Simone Dorneles Gênero, educação, cidadania O Sujeito do Discurso: Um Ensaio sobre Religião, Educação e Gênero. O sujeito do discurso: um ensaio sobre religião, educação e gênero é um exercício de leitura, desde a perspectiva de gênero, do discurso de educação para a cidadania presente no documento Diretrizes para a Educação na Igreja Metodista, capítulo do Plano para a Vida e a Missão da Igreja, promulgado no XIII Concílio Geral da Igreja Metodista no ano de 1982 no país. Neste trabalho utilizo os referenciais da teologia feminista da libertação 1 e a análise de discurso 2, enquanto abordagem metodológica para a desconstrução do texto em estudo. E problematizo, a partir da crítica à lógica androcêntrica presente nos discursos e práticas instituídos na sociedade, o discurso educacional da mantenedora religiosa. Discurso confessional construído na década de oitenta no marco da Teologia da Libertação. Assim, ao ler o documento exercito a hermenêutica da suspeita, a relembrança de que existem outros caminhos metodológicos, a proclamação da existência dos estudos de gênero, educação e cidadania, bem como exercito a imaginação, ao problematizar a identidade do sujeito que enuncia o discurso da Igreja nos primeiros anos do século XXI 3. As Diretrizes para a Educação na Igreja Metodista (DEIM) são princípios teológicos que orientam as ações educativas da Igreja e de suas instituições de ensino (IME) no Brasil. O Bispo Paulo Ayres Mattos (2000), revisitando a tradição histórica da Igreja analisa que o metodismo é um movimento religioso confessional evangélico eminentemente educacional, fruto da visão de John Wesley e dos primeiros metodistas sobre o caráter integral do Evangelho. 4 A educação é compreendida pelas-os metodistas como parte da missão da Igreja, sendo que suas instituições de ensino representam a política da mantenedora junto à sociedade brasileira, traduzindo na prática confessional, em cada período histórico no país, discursos de educação para a cidadania. 5 O conceito de cidadania que permeia as DEIM foi construído a partir dos princípios da Teologia da Libertação e descreve as relações entre os sujeitos da prática educativa e a formação cristã para a vida social, tomando como referência um modelo de cidadania. Estudar o conceito de cidadania normativa, descrito no documento, implica problematizar a diversidade de papéis sociais que a formação educativa libertadora institui e reproduz em relação aos modelos femininos e masculinos, tradicionalmente aceitos como padrões na sociedade brasileira. Assim, proponho uma re-leitura do documento utilizando os estudos de gênero.

2 O referencial teórico escolhido para uma possível leitura de gênero do documento é a produção teológica feminista da libertação e a análise de discurso, enquanto uma abordagem metodológica qualitativa de pesquisa nas ciências sociais. 6 Considerando que para a teologia feminista a experiência das mulheres é o ponto de partida para a reflexão, Wanda Deifelt, registra a indissociabilidade entre as práticas existenciais e sociais e as construções teóricas, trazendo à discussão o mito da neutralidade da ciência e, conseqüentemente da produção teológica, como área de saber. 7 Nesta perspectiva de desmitificação da produção científica convergem os pressupostos da hermenêutica feminista e da análise de discurso. A hermenêutica feminista parte do questionamento da realidade, da normativa, daquilo que está dado como natural para construir novas formas de ver, de estar e agir no mundo. A análise de discurso parte da leitura cética em relação aos corpos teóricos conhecidos e aceitos pela(s) academia(s) e sociedade(s) contemporânea(s). Estes fundamentos instrumentalizam a teologia possibilitando outras leituras do texto em estudo e revelando as tensões e os limites do discurso teológico libertador presente no corpo do documento naquela década. Nesses vinte e dois anos de história desde a promulgação do documento, os movimentos sociais e, particularmente, o movimento feminista, contribuíram com novas abordagens de leitura aos estudos teológicos problematizando conceitos de áreas do conhecimento como a história, a filosofia, a antropologia, a sociologia e a psicologia. Disciplinas que sustentam as ciências pedagógicas, colocando questões relevantes para a revisão de categorias utilizadas pelas teorias críticas em educação, quadro no qual inscrevo os fundamentos das diretrizes 8. Maria Izilda de Matos, refletindo sobre o processo histórico construído nesse fim de século, observa que :... a expansão dos estudos que incorporam a mulher e a abordagem de gênero localiza-se no quadro das transformações por que vêm passando as ciências sociais nos últimos tempos, sendo possível afirmar que (...) esses estudos emergiram da crise dos paradigmas tradicionais que requeria uma completa revisão dos seus instrumentos de pesquisa. 9 O documento Diretrizes para a Educação na Igreja Metodista afirma que, no transcorrer do século XX, o trabalho educativo formal da Igreja transformou-se em prática de ensino tradicional, empobrecendo as características desafiadoras do Evangelho e do movimento metodista: as instituições de ensino reproduziram e oficializaram o discurso governamental de manutenção do status quo, em uma sociedade onde os períodos de exceção e desrespeito às liberdades civis foram significativamente mais longos que os de experiência cidadã e democrática. 10 A crítica de gênero às limitações históricas e culturais da ação educativa metodista, construída nas últimas décadas do século passado, referem-se à continuidade de um discurso que universalizou uma perspectiva de leitura da realidade social e consagrou a generalização do perfil dos atores envolvidos nos processos de educação para a cidadania. Esse discurso não incorporou novas categorias de leitura da realidade, considerando a crescente complexidade da mesma, através 2

3 das ações dos movimentos sociais e, conseqüentemente, das possibilidades educativas e cidadãs que essas ações construíram nas últimas décadas. As diretrizes, ao descreverem o sujeito histórico das ações e práticas educativas da Igreja, em âmbito formal e não-formal, caracterizam-no desde a normatividade androcêntrica. Assim, na continuidade desta análise, pode-se observar que se a Igreja deseja descobrir soluções em profundidade para os problemas dos pobres e desvalidos, que são a maioria do nosso povo como afirma trecho do documento, deve reconhecer que a face da pobreza no país é feminina 11. Precisa também considerar que o lugar social da mulher brasileira é conseqüência das imposições idealizadoras da cultura religiosa patriarcal cristã que exalta a maternidade e desresponsabiliza os homens do exercício da paternidade 12. O discurso teológico libertador que fundamenta as DEIM apresenta, pelas características da produção teórica do seu contexto histórico, compreendido entre o final dos anos setenta e o início dos anos oitenta, generalizações sobre os atores sociais envolvidos nos processos políticos, culturais e educacionais. Hugo Assmann (1994), ao refletir sobre a teologia da libertação pontua questões que me parecem relevantes na análise das práticas evangelizadoras e educacionais das igrejas cristãs, e são relativas a idealização dos oprimidos como novo sujeito histórico emergente. 13 A transformação dos empobrecidos em categoria que universalizou todas as demandas por libertação contra a opressão vigente nas sociedades latino-americanas foi incluída na pauta do trabalho evangelizador, social e educacional das igrejas cristãs que aderiram a essa concepção teológica. No desenho de projetos educativos de cunho crítico libertador, com o objetivo de promover formação ético cristã e conscientização cidadã, esta concepção corporificou na figura dos pobres todas as formas de opressão nomeadas e não- nomeadas até então. Tais generalizações sinalizaram e sinalizam a ausência da categoria de gênero como elemento articulador de significados e representações plurais do masculino e feminino, revelando a concepção universal de sujeito histórico sobre a qual se constrói a proposta de educação da Igreja Metodista. Uma das diretrizes gerais que detalha quais as situações e sujeitos que devem ser envolvidos pelo trabalho libertador da igreja mostra que o documento exemplifica quem são os outros e as outras do discurso religioso comum na sociedade brasileira, revelando que a referência humana padrão é o homem, heterossexual, branco, adulto, saudável, trabalhador e urbano 14 : toda a ação educativa da Igreja deverá proporcionar aos participantes condições para que se libertem das injustiças e males sociais que se manifestem na organização da sociedade, tais como: a deterioração das relações na família e entre as pessoas, a deturpação do sexo, o problema dos menores, dos idosos, dos marginalizados, a opressão da mulher, a prostituição, o racismo, a violência, o êxodo rural (...), a usurpação dos direitos dos índios, o problema da ocupação desumanizante do solo urbano e rural, o problema dos toxicômanos, dos alcoólatras e outros. 15 A crítica do documento aos valores da sociedade brasileira e à tradição educativa liberal das 3

4 instituições metodistas de ensino ao exemplificar as necessidades dos atores sociais e dos sujeitos das práticas educativas revela-se genérica, porque as identifica em nível discursivo na figura dos oprimidos. Nesse momento é que a leitura teológica feminista faz sentido, relativizando as generalizações, valorizando as tradições culturais e as identidades masculinas e femininas atravessadas pela geração, orientação sexual, etnia, classe social e religiosidade. O documento apresenta um discurso que pode ser re-elaborado, porque as suas premissas teológicas trazem essas possibilidades, ao historicizar a presença de Deus no mundo através das ações e práticas humanas inspiradas no Espírito Santo: A ação de Deus atinge, transforma e promove as pessoas, na medida em que as desafia a um relacionamento pleno e libertador com Deus e o próximo, para o serviço concreto na comunidade. A natureza do Reino exige compromisso do novo homem e da nova mulher e sua sociedade, na direção da vida abundante da justiça e liberdade oferecidas por Cristo. 16 A categoria de gênero é ferramenta para a desconstrução do discurso androcêntrico culturalmente aceito na sociedade e oficializado como norma, porque todo padrão instituído socialmente e valorizado pelas classes dominantes é considerado, a priori, como educativo na instituição escolar. Assim, do padrão lingüístico considerado como norma culta da fala e da escrita portuguesa, que não nos permite o uso das palavras inclusivas sem que estas pareçam aberrações ao latim à história conhecida das diversas áreas das ciências, o que fazemos enquanto sociedade é tomar o capital cultural patriarcal como habitus 17 internalizando-o e reproduzindo-o como natural. O documento, ao identificar a experiência de fé que é referência para todas as cristãs e cristãos metodistas, nomeia que: A esperança deste Reino é vivida e experimentada parcialmente na vida do povo de Deus, na promessa a Abraão, na experiência do Êxodo, na conquista da terra, na preparação dos profetas e em outras formas. Essa esperança foi manifestada de maneira completa na vida de Jesus de Nazaré. 18 A teologia feminista nos ensinou a reler a tradição bíblica, a princípio desde a perspectiva da mulher, evidenciando a experiência de vida das personagens femininas na história da fé no Antigo e no Novo Testamento. Esta abordagem teológica revisitou a tradição judaico-cristã para contar a experiência de fé de Hagar 19 e Sara vivida na promessa acordada com DEUS. Revelou, as mulheres que participaram na luta pela conquista da terra, como Miriam e Débora. Valorizou e resgatou o papel de Maria e de tantas outras mulheres anônimas que participaram e sustentaram o ministério de Jesus com o seu trabalho e partilha solidária dos próprios bens. A sinalização da participação das mulheres na história da salvação é fundamental, porque nos apresenta outras expressões do amor de Deus. Traz questões para a vida em comunidade, na medida em que revela crises e alternativas aos modelos tradicionais de relações na cultura patriarcal. A postura de Jesus Cristo, nas relações que estabeleceu com as mulheres do seu tempo, tem sido referência para provocar estas reflexões. 4

5 Gerda Lerner, pesquisadora feminista, afirma que existe uma tensão própria que caracteriza a dialética da mulher na história 20. Pois, da mesma forma em que as mulheres são agentes históricas não participam da interpretação oficial da mesma. Essa visão confirma-se na invisibilidade da presença das mulheres nos respectivos registros e na tradicional leitura que aprendemos e fazemos da história bíblica e teológica. Não concluindo, porque este trabalho de desconstrução exige continuidade, quero sublinhar que as DEIM constituem e caracterizam um discurso sobre o papel educativo da Igreja e das suas instituições de ensino. Como discurso, o documento cria e forja construções de sentido, apresentando representações universais do masculino e do feminino, a partir da abordagem genérica de problemáticas sociais e dos princípios que propõem a superação destas através da formação ética cristã. Nesta perspectiva de análise a historicidade dos atores e das atrizes sociais envolvidos nas práticas educativas institucionais e comunitárias sofre com o reducionismo de papéis e interpretações, comprometendo a dimensão político-pedagógica da missão educativa da Igreja no início deste novo século. Século que desafia mulheres e homens metodistas a reinventar suas práticas cidadãs alimentadas pela fé, e exige dos-as educadores-as que, desejem participar da construção do século XXI, o respeito pela diversidade do humano, exercício que necessita de outros discursos para a criação de outras práticas sociais, solidárias e alternativas para além da inclusão ao modelo androcêntrico de cidadania conhecido por todos-as nós há séculos. Modelo que nos faz retornar a questão colocada inicialmente ao texto, suspeita que orientou este estudo e emerge nas vozes do sujeito androcêntrico que discursa através do documento. Voz que representou e representa muitas outras vozes significando ideologicamente um discurso de educação para a cidadania, no qual as meninas e mulheres têm sido incluídas porque historicamente foram excluídas quando da elaboração do contrato social moderno. 21 Condição paradoxal 22, a de continuarmos sendo as outras do discurso de educação para a cidadania da Igreja. Referências: ANDERSON, Jeanine. La feminización de la pobreza en América Latina. Red entre Mujeres Diálogo Sur Norte. Lima, Peru. Edición Luis Valera ARRAIGADA, Irma y TORRES, Carmen (Editoras), Género y Pobreza: nuevas dimensiones. Ediciones de las Mujeres, n. 26. Santiago: Isis Internacional, ASSMANN, Hugo. Teologia da Solidariedade e da Cidadania. Ou seja: Continuando a Teologia da Libertação. Crítica à Lógica da Exclusão. Ensaios sobre economia e teologia. São Paulo: Paulus, DEIFELT, Wanda. Temas e metodologias da teologia feminista. In: Gênero e Teologia. Interpelações e perspectivas. (Org.) SOTER. São Paulo: Paulinas. Belo Horizonte: Loyola,

6 EGGERT, Edla. A Mulher e a Educação: possibilidades de uma releitura criativa, a partir da hermenêutica feminista. Estudos Leopoldenses: Série Educação. Universidade do Vale do Rio dos Sinos.Volume.3 n. 5, FIORENZA, Elizabeth Schüssler. As origens cristãs a partir da mulher: uma nova hermenêutica. São Paulo: Edições Paulinas, GEBARA, Ivone. A mobilidade da senzala feminina: mulheres nordestinas, vida melhor e Feminisno. São Paulo: Paulinas, HARAWAY, Donna. Saberes situados: el problema de la ciencia en el feminismo y el privilegio de una perspectiva parcial. In: SCOTT, Joan et all. De mujer a género. Teoria, interpretación y práctica feminista en las ciencias sociales. Buenos Aires: Centro Editor de América Latina, IGREJA METODISTA. Cânones da Igreja Metodista. São Paulo: Colégio Episcopal da Igreja Metodista, MAIA, Almir de Souza. Prefácio In MATTOS, Paulo Ayres. Mais de um século de Educação Metodista. Piracicaba. São Paulo: COGEIME. Terra Comunicação, MATOS, Maria Izilda S. de. Da invisibilidade ao gênero: Odisséias do pensamento Percursos e possibilidades nas ciências sociais contemporâneas. In: SOTER (Org.). Gênero e Teologia. Interpelações e perspectivas. São Paulo: Paulinas. Belo Horizonte: Edições Loyola, MATTOS, Paulo Ayres. Mais de um século de Educação Metodista. COGEIME. Terra Comunicação, OLIVEIRA, Clory Trindade. A trajetória da educação metodista PVMI e DEIM: 20 anos de história. Revista de Educação do COGEIME N. 23, Ano 12, Piracicaba: COGEIME, ORLANDI, Eni Puccinelli. A Linguagem e seu Funcionamento: as formas do discurso. 4ª Edição. Campinas/SP: Pontes, ORLANDI, Eni Puccinelli. Interpretação: autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. 2ª Edição. Petrópolis/RJ: Vozes, ORLANDI, Eni Puccinelli. Análise de Discurso: princípios e procedimentos. Campinas/SP: Pontes, PATEMAN, Carole. El contrato sexual. México: Universidad Autónoma Metropolitana. Iztapalapa/Barcelona: Antropos, SCOTT, Joan. El género: una categoría útil para el análisis historico. In: SCOTT, Joan et all De mujer a género. Teoria, interpretación y práctica feminista en las ciencias sociales. Buenos Aires: Centro Editor de América Latina, 1993 SCOTT, Joan. A Cidadã Paradoxal: as feministas francesas e os direitos do homem. (Tradução Élvio Antônio Funck). Florianópolis: Mulheres, SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade. Uma introdução às teorias do Currrículo. Belo Horizonte: Editora Autêntica,

7 TAMEZ, Elsa. La mujer que complicó la história de la salvación: el relato de Agar leído desde América Latina. SBL en Revista Vida y Pensamiento. Vol. 3 n.1 (Enero-Junio), NOTAS 7

8 1 A teóloga Elizabeth Schüssler Fiorenza é referência neste trabalho. FIORENZA, Elizabeth Schüssler. As origens cristãs a partir da mulher: uma nova hermenêutica. São Paulo: Edições Paulinas, Os estudos desenvolvidos por Eni Puccinelli Orlandi no país inspiram o título deste ensaio. 3 Suspeitar, relembrar, proclamar e imaginar são categorias propostas por Elizabeth Schüssler Fiorenza para uma hermenêutica crítica feminista que transponho da leitura dos textos bíblicos para a leitura do documento em estudo. Registro que este exercício encontrei no trabalho de Edla Eggert, A Mulher e a Educação: possibilidades de uma releitura criativa, a partir da hermenêutica feminista. In: Estudos Leopoldenses, v.3, n.5, 1999, p MATTOS, Paulo Ayres. Mais de um século de Educação Metodista. Conselho Geral das Instituições Metodistas de Educação. Piracicaba: COGEIME. Terra Comunicação, 2000, p DE SOUZA JOSGRILBERG, Rui. Notas para uma filosofia da educação de inspiração Wesleyana in Identidade e Gestão das IME. Revista de Educação do Conselho Geral das Instituições Metodistas de Educação. Ano 12 n. 23 Dezembro de Piracicaba : COGEIME, p Especificamente são utilizados os princípios da Teologia Feminista de Libertação, conforme caracterização da Associação Ecumênica de Teólogos e Teólogas do Terceiro Mundo, ASTT/EATWOT, desde In DEIFELT, Wanda. Temas e metodologias da teologia feminista. In Gênero e Teologia. Interpelações e perspectivas. SOTER (Org.) São Paulo: Paulinas. Belo Horizonte : Edições Loyola, Idem. 8 SILVA, Tomaz Tadeu da. Documentos de Identidade. Uma introdução às teorias do currículo. Belo Horizonte: Editora Autêntica, 2001, p MATOS, Maria Izilda S. Da invisibilidade ao gênero: Odisséias do pensamento. Percursos e possibilidades nas Ciências Sociais contemporâneas. In Gênero e Teologia. Interpelações e perspectivas. SOTER (Org.) São Paulo: Paulinas. Belo Horizonte: Loyola, MATTOS, Paulo Ayres. Mais de um século de Educação Metodista. COGEIME. Piracicaba, Terra Comunicação, 2000, p ANDERSON, Jeanine. La feminización de la pobreza en América Latina. Red entre Mujeres Diálogo Sur Norte. Lima, Peru. Edición Luis Valera. 1994; ARRAIGADA, Irma y TORRES, Carmen (Editoras), Género y Pobreza: nuevas dimensiones. Ediciones de las Mujeres, n. 26. Santiago: Isis Internacional, GEBARA, Ivone, A mobiliddae da senzala feminina: mulheres nordestinas, vida emlhor e feminisno. São Paulo: Paulinas, Exemplo é a instituição do direito a identidade familiar, a paternidade, através do Estatuto da Criança e do Adolescente previsto na Lei Federal promulgada em ASSMANN, Hugo.Crítica à lógica da exclusão.ensaios sobre economia e teologia. São Paulo, Paulus, 1994, p IGREJA METODISTA.Cânones da Igreja Metodista. São Paulo: Colégio Episcopal da Igreja Metodista, 1992, p DEIM, p DEIM, p Categoria que tomo da produção do sociólogo Pierre Bordieau. 18 DEIM, p Elsa TAMEZ, La mujer que complicó la história de la salvación: el relato de Agar leído desde América Latina. SBL en Revista Vida y Pensamiento. Vol. 3 n.1 (Enero-Junio), LERNER, Gerda apud DEIFELT, Wanda. Temas e metodologias da Teologia Feminista. Gênero e Teologia. Interpelações e perspectivas. (Org.) SOTER. São Paulo: Paulinas. Belo Horizonte: Loyola, PATEMAN, Carole. El contrato sexual. México: Universidad Autónoma Metropolitana. Iztapalapa/Barcelona: Antropos, SCOTT, Joan. A Cidadã Paradoxal: as feministas francesas e os direitos do homem. (Tradução Élvio Antônio Funck). Florianópolis: Mulheres, 2002.

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