Resumo das Comunicações

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1 Sociedade Brasileira de Cardiologia ISSN X Volume 99, Nº 3, Suplemento 1, Setembro 2012 Resumo das Comunicações 67 o CONGRESSO BRASILEIRO DE CARDIOLOGIA 14 a 17 de Setembro de 2012 Recife - PE

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3 REVISTA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA - Publicada desde 1948 Diretor Científico Luiz Alberto Piva e Mattos Editor-Chefe Luiz Felipe P. Moreira Editores Associados Cardiologia Clínica José Augusto Barreto-Filho Cardiologia Cirúrgica Paulo Roberto B. Evora Cardiologia Intervencionista Pedro A. Lemos Cardiologia Pediátrica/Congênitas Antonio Augusto Lopes Arritmias/Marcapasso Mauricio Scanavacca Métodos Diagnósticos Não-Invasivos Carlos E. Rochitte Pesquisa Básica ou Experimental Leonardo A. M. Zornoff Epidemiologia/Estatística Lucia Campos Pellanda Hipertensão Arterial Paulo Cesar B. V. Jardim Ergometria, Exercício e Reabilitação Cardíaca Ricardo Stein Primeiro Editor ( ) Jairo Ramos Brasil Adib D. Jatene () Alexandre A. C. Abizaid () Alfredo José Mansur () Álvaro Avezum () Amanda G. M. R. Sousa () André Labrunie (PR) Andrei Sposito (DF) Angelo A. V. de Paola () Antonio Augusto Barbosa Lopes () Antonio Carlos C. Carvalho () Antônio Carlos Palandri Chagas () Antonio Carlos Pereira Barretto () Antonio Cláudio L. Nóbrega (RJ) Antonio de Padua Mansur () Ari Timerman () Armênio Costa Guimarães (BA) Ayrton Klier Péres (DF) Ayrton Pires Brandão (RJ) Barbara M. Ianni () Beatriz Matsubara () Braulio Luna Filho () Brivaldo Markman Filho (PE) Bruce B. Duncan (RS) Bruno Caramelli () Carisi A. Polanczyk (RS) Carlos Alberto Pastore () Carlos Eduardo Negrão () Carlos Eduardo Rochitte () Carlos Eduardo Suaide Silva () Carlos Vicente Serrano Júnior () Celso Amodeo () Charles Mady () Claudio Gil Soares de Araujo (RJ) Cleonice Carvalho C. Mota (MG) Dalton Valentim Vassallo (ES) Décio Mion Jr () Denilson Campos de Albuquerque (RJ) Dikran Armaganijan () Djair Brindeiro Filho (PE) Domingo M. Braile () Edmar Atik () Edson Stefanini () Elias Knobel () Eliudem Galvão Lima (ES) Emilio Hideyuki Moriguchi (RS) Enio Buffolo () Conselho Editorial Eulógio E. Martinez Fº () Evandro Tinoco Mesquita (RJ) Expedito E. Ribeiro da Silva () Fábio Sândoli de Brito Jr. () Fábio Vilas-Boas (BA) Fernando A. P. Morcerf (RJ) Fernando Bacal () Flávio D. Fuchs (RS) Francisco Antonio Helfenstein Fonseca () Francisco Laurindo () Francisco Manes Albanesi Fº (RJ) Gilmar Reis (MG) Gilson Soares Feitosa (BA) Ínes Lessa (BA) Iran Castro (RS) Ivan G. Maia (RJ) Ivo Nesralla (RS) Jarbas Jakson Dinkhuysen () João Pimenta () Jorge Ilha Guimarães (RS) Jorge Pinto Ribeiro (RS) José A. Marin-Neto () José Antonio Franchini Ramires () José Augusto Soares Barreto Filho (SE) José Carlos Nicolau () José Geraldo de Castro Amino (RJ) José Lázaro de Andrade () José Péricles Esteves (BA) José Teles Mendonça (SE) Leopoldo Soares Piegas () Luís Eduardo Rohde (RS) Luiz A. Machado César () Luiz Alberto Piva e Mattos () Lurildo Saraiva (PE) Marcelo C. Bertolami () Marcia Melo Barbosa (MG) Marco Antônio Mota Gomes (AL) Marcus V. Bolívar Malachias (MG) Maria Cecilia Solimene () Mario S. S. de Azeredo Coutinho (SC) Maurício I. Scanavacca () Mauricio Wajngarten () Max Grinberg () Michel Batlouni () Nabil Ghorayeb () Nadine O. Clausell (RS) Nelson Souza e Silva (RJ) Orlando Campos Filho () Otávio Rizzi Coelho () Otoni Moreira Gomes (MG) Paulo A. Lotufo () Paulo Cesar B. V. Jardim (GO) Paulo J. F. Tucci () Paulo J. Moffa () Paulo R. A. Caramori (RS) Paulo R. F. Rossi (PR) Paulo Roberto S. Brofman (PR) Paulo Zielinsky (RS) Protásio Lemos da Luz () Renato A. K. Kalil (RS) Roberto A. Franken () Roberto Bassan (RJ) Ronaldo da Rocha Loures Bueno (PR) Sandra da Silva Mattos (PE) Sergio Almeida de Oliveira () Sérgio Emanuel Kaiser (RJ) Sergio G. Rassi (GO) Sérgio Salles Xavier (RJ) Sergio Timerman () Silvia H. G. Lage () Valmir Fontes () Vera D. Aiello () Walkiria S. Avila () William Azem Chalela () Wilson A. Oliveira Jr (PE) Wilson Mathias Jr () Exterior Adelino F. Leite-Moreira (Portugal) Alan Maisel (Estados Unidos) Aldo P. Maggioni (Itália) Cândida Fonseca (Portugal) Fausto Pinto (Portugal) Hugo Grancelli (Argentina) James de Lemos (Estados Unidos) João A. Lima (Estados Unidos) John G. F. Cleland (Inglaterra) Maria Pilar Tornos (Espanha) Pedro Brugada (Bélgica) Peter A. McCullough (Estados Unidos) Peter Libby (Estados Unidos) Piero Anversa (Itália)

4 Sociedade Brasileira de Cardiologia Presidente Jadelson Pinheiro de Andrade Vice-Presidente Dalton Bertolim Précoma Diretor Administrativo Marcelo Souza Hadlich Diretora Financeira Eduardo Nagib Gaui Diretor de Relações Governamentais Daniel França Vasconcelos Diretor de Comunicação Carlos Eduardo Suaide Silva Diretor de Qualidade Assistencial José Xavier de Melo Filho Diretor Científico Luiz Alberto Piva e Mattos Diretor de Promoção de Saúde Cardiovascular - SBC/Funcor Carlos Alberto Machado Diretor de Relações Estaduais e Regionais Marco Antonio de Mattos Diretor de Departamentos Especializados Gilberto Venossi Barbosa Diretor de Tecnologia da Informação Carlos Eduardo Suaide Silva Diretor de Pesquisa Fernando Bacal Editor-Chefe Arquivos Brasileiros de Cardiologia Luiz Felipe P. Moreira Editor do Jornal SBC Fábio Vilas-Boas Pinto Coordenador do Conselho de Projeto Epidemiológico David de Pádua Brasil Coordenadores do Conselho de Ações Sociais Alvaro Avezum Junior Ari Timerman Coordenadora do Conselho de Novos Projetos Glaucia Maria Moraes Oliveira Coordenador do Conselho de Aplicação de Novas Tecnologias Washington Andrade Maciel Coordenador do Conselho de Inserção do Jovem Cardiologista Fernando Augusto Alves da Costa Coordenador do Conselho de Avaliação da Qualidade da Prática Clínica e Segurança do Paciente Evandro Tinoco Mesquita Coordenador do Conselho de Normatizações e Diretrizes Harry Correa Filho Coordenador do Conselho de Educação Continuada Antonio Carlos de Camargo Carvalho Comitê de Atendimento de Emergência e Morte Súbita Manoel Fernandes Canesin Nabil Ghorayeb Sergio Timerman Comitê de Prevenção Cardiovascular Antonio Delduque de Araujo Travessa Sergio Baiocchi Carneiro Regina Coeli Marques de Carvalho Comitê de Planejamento Estratégico Fabio Sândoli de Brito José Carlos Moura Jorge Walter José Gomes Comitê de Assistência ao Associado Maria Fatima de Azevedo Mauro José Oliveira Gonçalves Ricardo Ryoshim Kuniyoshi Comitê de Relações Internacionais Antonio Felipe Simão João Vicente Vitola Oscar Pereira Dutra Presidentes das Estaduais e Regionais da SBC SBC/AL - Alfredo Aurelio Marinho Rosa SBC/AM - Jaime Giovany Arnez Maldonado SBC/BA - Augusto José Gonçalves de Almeida SBC/CE - Eduardo Arrais Rocha SBC/CO - Hernando Eduardo Nazzetta (GO) SBC/DF - Renault Mattos Ribeiro Junior SBC/ES - Antonio Carlos Avanza Junior SBC/GO - Luiz Antonio Batista de Sá SBC/MA - Magda Luciene de Souza Carvalho SBC/MG - Maria da Consolação Vieira Moreira SBC/MS - Sandra Helena Gonsalves de Andrade SBC/MT - José Silveira Lage SBC/NNE - Aristoteles Comte de Alencar Filho (AM) SBC/PA - Claudine Maria Alves Feio SBC/PB - Alexandre Jorge de Andrade Negri SBC/PE - Silvia Marinho Martins SBC/PI - Ricardo Lobo Furtado SBC/PR - Álvaro Vieira Moura SBC/RJ - Glaucia Maria Moraes Oliveira SBC/RN - Carlos Alberto de Faria SBC/RS - Justo Antero Sayão Lobato Leivas SBC/SC - Conrado Roberto Hoffmann Filho SBC/SE - Eduardo José Pereira Ferreira SBC/ - Carlos Costa Magalhães SBC/TO - Adalgele Rodrigues Blois Presidentes dos Departamentos Especializados e Grupos de Estudos SBC/DA - Hermes Toros Xavier () SBC/DCC - Evandro Tinoco Mesquita (RJ) SBC/DCM - Orlando Otavio de Medeiros (PE) SBC/DCC/CP - Estela Suzana Kleiman Horowitz (RS) SBC/DECAGE - Abrahão Afiune Neto (GO) SBC/DEIC - João David de Souza Neto (CE) SBC/DERC - Pedro Ferreira de Albuquerque (AL) SBC/DFCVR - José Carlos Dorsa Vieira Pontes (MS) SBC/DHA - Weimar Kunz Sebba Barroso de Souza (GO) SBC/DIC - Jorge Eduardo Assef () SBC/SBCCV - Walter José Gomes () SBC/SBHCI - Marcelo Antonio Cartaxo Queiroga Lopes (PB) SBC/SOBRAC - Adalberto Menezes Lorga Filho () SBC/DCC/GAPO - Daniela Calderaro () SBC/DCC/GECETI - João Fernando Monteiro Ferreira () SBC/DCC/GEECABE - Luis Claudio Lemos Correia (BA) SBC/DCC/GEECG - Carlos Alberto Pastore () SBC/DCP/GECIP - Angela Maria Pontes Bandeira de Oliveira (PE) SBC/DERC/GECE - Daniel Jogaib Daher () SBC/DERC/GECN - José Roberto Nolasco de Araújo (AL)

5 Arquivos Brasileiros de Cardiologia Volume 99, Nº 3, Suplemento 1, Setembro 2012 Indexação: ISI (Thomson Scientific), Cumulated Index Medicus (NLM), SCOPUS, MEDLINE, EMBASE, LILACS, SciELO, PubMed Av. Marechal Câmara, 160-3º andar - Sala Centro Rio de Janeiro, RJ Brasil Tel.: (21) SciELO: Filiada à Associação Médica Brasileira Produção Gráfica e Diagramação SBC - Núcleo Interno de Design Tiragem exemplares APOIO Os anúncios veiculados nesta edição são de exclusiva responsabilidade dos anunciantes, assim como os conceitos emitidos em artigos assinados são de exclusiva responsabilidade de seus autores, não refletindo necessariamente a opinião da SBC. Material de distribuição exclusiva à classe médica. Os Arquivos Brasileiros de Cardiologia não se responsabilizam pelo acesso indevido a seu conteúdo e que contrarie a determinação em atendimento à Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 96/08 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que atualiza o regulamento técnico sobre Propaganda, Publicidade, Promoção e informação de Medicamentos. Segundo o artigo 27 da insígnia, "a propaganda ou publicidade de medicamentos de venda sob prescrição deve ser restrita, única e exclusivamente, aos profissionais de saúde habilitados a prescrever ou dispensar tais produtos (...)". Garantindo o acesso universal, o conteúdo científico do periódico continua disponível para acesso gratuito e integral a todos os interessados no endereço:

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7 Resumo das Comunicações 67º CONGRESSO BRASILEIRO DE CARDIOLOGIA 14 A 17 DE SETEMBRO DE 2012 RECIFE - PE

8 Resumos Temas Livres Prezados Colegas, Recebam Nossa Saudação, A Sociedade Brasileira de Cardiologia apresenta com enorme satisfação as pesquisas originais aprovadas para apresentação no 67 Congresso da entidade, a ser realizado em Recife, Pernambuco, de 14 a 17 de setembro de O congresso brasileiro da SBC se constitui em um foro amplo que estimula e agrega inúmeros pesquisadores brasileiros, que atuam nas mais diversas áreas de atuação da análise das doenças cardiovasculares, e toda a sua plêiade, desde o diagnóstico ao tratamento. A SBC sente-se honrada por constituir-se nesta referencia para sua apresentação. Neste ano, foram submetidas mais de mil pesquisas médicas (1,029) para julgamento e apreciação de comissão julgadora nacional. Na comparação com a vigência passada (2011), um novo recorde para congresso da entidade, um crescimento de 8% (1,029 vs. 954). Os temas enviados foram estudados por 3 a 4 sócios da SBC, de maneira cega, que exararam uma nota final única, sendo a maior possível a ser obtida, 10. Duzentos e trinta e um colegas atuaram neste processo, para os quais, expressamos nosso sincero agradecimento, listados nas páginas 11 e 12 deste suplemento. Em 2012, esta comissão foi amplamente reformulada, reunindo novos valores aptos a atuarem neste processo e utilizando um sistema de julgamento mais objetivo. O processo decorreu nos prazos estipulados e ao final foram aprovados 262 trabalhos para apresentação oral, e 256 como pôsteres (518), ostentando uma média aritmética maior ou igual a 5,7 pontos. Destes, serão premiados os 4 melhores temas livres, sendo 2, como Melhores Temas Livres do Congresso SBC 2012 e 2, como Melhores Temas Livres do Congresso SBC 2012/Jovem Pesquisador, todos com média final maior ou igual 7,8 pontos, perfazendo 32 trabalhos concorrentes (17 e 15, melhor tema livre e jovem pesquisador, respectivamente). Na categoria de jovem pesquisador, foram admitidas as pesquisas enviadas pelo autor com idade menor ou igual aos 35 anos. Confiram à banca julgadora e os dias destas apresentações na programação final do congresso, assim como na página 2, a divisão federativa dos temas livres aprovados para apresentação em Muito Obrigado a Todos e até 2013, Luiz Alberto Piva e Mattos Diretor Científico da Sociedade Brasileira de Cardiologia Pedro Beraldo de Andrade Coordenador de Temas Livres da Sociedade Brasileira de Cardiologia 1

9 Resumos Temas Livres TEMAS APROVADOS POR ESTADO Estados Nº Alagoas 20 Amazonas 1 Bahia 27 Ceará 3 Distrito Federal 9 Espírito Santo 5 Goiás 12 Maranhão 7 Minas Gerais 23 Mato Grosso 1 Mato Grosso do Sul 1 Paraíba 13 Pernambuco 27 Piauí 1 Paraná 19 Rio de Janeiro 75 Rio Grande do Norte 1 Rondônia 1 Rio Grande do Sul 66 Santa Catarina 4 Sergipe 12 São Paulo 191 Total 518 2

10 Resumos Temas Livres COMISSÃO NACIONAL JULGADORA DE TEMAS LIVRES Abilio Augusto Fragata Filho Carlos Antonio Mascia Gottschall RS Abrahao Afiune Neto GO Carlos Augusto Cardoso Pedra Adalberto Menezes Lorga Filho Carlos Costa Magalhães Adriano Dias Dourado Oliveira BA Carlos Eduardo Negrão Alberto Liberman Carlos Eduardo Rochitte Alcides Jose Zago RS Carlos Gun Alexandre Visconti Brick DF Carlos Roberto Melo da Silva PE Alfredo Ignácio Fiorelli Carlos Scherr RJ Alfredo Jose Mansur Carlos Vicente Serrano Junior Aloir Queiroz Araujo Sobrinho ES Celso Amodeo Alvaro Avezum Junior Cesar Augusto da Silva Nascimento RJ Amanda Guerra de Moraes Rego Sousa Andre Labrunie Andrea Araujo Brandão Andrei Carvalho Sposito Angelo Amato Vincenzo de Paola Antonio Carlos de Camargo Carvalho Antonio Carlos Palandri Chagas Antonio Carlos Pereira Barretto Antonio Carlos Sobral Sousa Antonio Claudio Lucas da Nobrega Antonio de Pádua Mansur Antonio Luiz da Silva Brasileiro Ari Timerman Aristoteles Comte de Alencar Filho Armenio Costa Guimarães Aurea Jacob Chaves Auristela Isabel de Oliveira Ramos Barbara Maria Ianni Beatriz Bojikian Matsubara Brivaldo Markmann Filho Bruno Caramelli Caio Cesar Jorge Medeiros Carisi Anne Polanczyk Carlos Alberto Cyrilo Sellera Carlos Alberto Machado Carlos Alberto Pastore PR RJ SE RJ RJ AM BA PE RS Cesar Jose Grupi Charles Mady Citania Lucia Tedoldi Claudia Caminha Escosteguy Claudia Felicia Gravina Cláudia Maria Rodrigues Alves Claudio Pereira da Cunha Clerio Francisco de Azevedo Filho Costantino Costantini Ortiz Dalton Bertolim Précoma Daniel Born Daniel França Vasconcelos Daniel Jogaib Daher Dante Marcelo Artigas Giorgi Dario C Sobral Filho Denilson Campos de Albuquerque Deuzeni Tenorio Marques de Sá Dikran Armaganijan Dimytri Alexandre de Alvim Siqueira Dirceu Rodrigues Almeida Djair Brindeiro Filho Domingo Marcolino Braile Domingos Sávio Barbosa de Melo Edgar Guimarães Victor Edileide de Barros Correia Edimar Alcides Bocchi Edmar Atik RS RJ PR RJ PR PR DF PE RJ PE PE PE PE 3

11 Resumos Temas Livres Edmundo Arteaga Fernandez Humberto Villacorta Jr RJ Edmundo Clarindo Oliveira MG Iran Castro RS Eduardo Benchimol Saad RJ Itamar Ribeiro de Oliveira RN Eduardo Moacyr Krieger Jamil Abdalla Saad MG Eduardo Nagib Gaui RJ Joao Batista C. C. Serro Azul Elizabete Viana de Freitas RJ João Carlos Ferreira Braga Elmiro Santos Resende MG João David de Souza Neto CE Emilio Hideyuki Moriguchi RS Joao Fernando Monteiro Ferreira Enio Buffolo Jorge Eduardo Assef Esmeralci Ferreira RJ Jorge Ilha Guimarães RS Estela Suzana Kleiman Horowitz RS José Armando Mangione Estevão Lanna Figueiredo MG Jose Carlos Aidar Ayoub Expedito E. Ribeiro da Silva Jose Carlos Moura Jorge PR Fabio Sandoli de Brito José Carlos Nicolau Fabio Sandoli de Brito Junior José Eduardo Moraes Rego Sousa Fábio Villaça Guimaraes Filho Jose Fernando Vilela Martin Fernanda Marciano Consolim Colombo José Luiz Balthazar Jacob Fernando Bacal Jose Luiz Barros Pena MG Fernando Eugenio dos Santos Cruz Filho Fernando Ribeiro de Moraes Neto Flávio Antonio de Oliveira Borelli Flavio Danni Fuchs Flavio Tarasoutchi Francisco Antonio Helfenstein Fonseca Frederico Somaio Neto Gabriel Leo Blacher Grossman Gilberto Lahorgue Nunes Gilberto Venossi Barbosa Gilvan Oliveira Dourado Glaucia Maria Moraes de Oliveira Guilherme Fenelon Helder Jose Lima Reis Helio Germiniani Helio Roque Figueira Helman Campos Martins Henrique Murad Hermes Toros Xavier Hugo Tannus Furtado de Mendonça Filho RJ PE RS MS RS RS RS AL RJ PA PR RJ PB RJ RJ Jose Rocha Faria Neto Jose Teles de Mendonça Jose Wanderley Neto Leandro Ioschpe Zimerman Leila Beltrami Moreira Leopoldo Soares Piegas Lidia Ana Zytynski Moura Lucelia Batista N. Cunha Magalhaes Lucia Maria Vieira de Oliveira Salerno Luciana Vidal Argamanijan Luis Claudio Lemos Correia Luis Eduardo Paim Rodhe Luis Henrique Weitzel Luiz Alberto Piva e Mattos Luiz Antonio de Almeida Campos Luiz Aparecido Bortolotto Luiz Felipe Pinho Moreira Luiz Fernando Salazar Oliveira Magaly Arrais dos Santos Marcelo Chiara Bertolami Marcelo de Freitas Santos PR SE AL RS RS PR BA PE BA RS RJ RJ PE PR Humberto Pierri RJ Marcelo Ferraz Sampaio 4

12 Resumos Temas Livres Marcelo Imbroinise Bittencourt RJ Pedro Rafael Salerno PE Marcelo Souza Hadlich RJ Protásio Lemos da Luz Marcelo Westerlund Montera RJ Raul Dias dos Santos Filho Marcio Kalil MG Raul Ivo Rossi Filho RS Marco Antonio de Mattos RJ Regina Coeli Marques de Carvalho CE Marcus Vinicius Bolivar Malachias MG Regina Elizabeth Muller RJ Marden Andre Tebet Renato Abdala Karam Kalil RS Maria Alayde Mendonça da Silva AL Renato Delascio Lopes EUA Maria Cecilia Solimene Ricardo Cesar Cavalcanti AL Maria do Rosario de Britto Leite PE Ricardo Mourilhe Rocha RJ Maria Eliane Campos Magalhaes RJ Ricardo Vivacqua Cardoso Costa RJ Maria Elizabeth Navegantes Caetano Costa Maria Hebe Dantas da Nobrega Marinella Patrizia Centemero Mario Sergio Soares de Azeredo Coutinho Martino Martinelli Filho Mauricio Batista Nunes Maurício Wajngarten Max Grinberg Miguel Antonio Moretti Miguel Gus Mucio Tavares de Oliveira Jr Nabil Ghorayeb Nadine Oliveira Clausell Nelson Siqueira de Morais Odwaldo Barbosa e Silva Orlando Otavio de Medeiros Oscar Pereira Dutra Oswaldo Passarelli Junior Otavio Celso Eluf Gebara Otávio Rizzi Coelho Paulo Cesar Brandao Veiga Jardim Paulo de Tarso Jorge Medeiros Paulo Ernesto Leaes Paulo Roberto Nogueira PA RN SC BA RS RS GO PE PE RS GO RS Roberto Bassan Roberto Esporcatte Roberto Henrique Heinisch Roberto Luiz Marino Roberto Pozzan Rogerio Eduardo Gomes Sarmento Leite Romeu Sergio Meneghelo Rui Fernando Ramos Salvador Manoel Serra Salvador Rassi Sandro Gonçalves de Lima Sergio Salles Xavier Sergio Tavares Montenegro Sérgio Timerman Silas dos Santos Galvão Filho Silvia Helena Gelas Lage Sílvia Marinho Martins Silvio Henrique Barberato Tales de Carvalho Valmir Fernandes Fontes Vinicius Daher Vaz Vivian Lerner Amato Walter Jose Gomes Weimar Kuweimar Kunz Sebba Barroso de Souza RJ RJ SC MG RJ RS RJ GO PE RJ PE PE PR SC GO GO Paulo Roberto Schvartzman RS William Azem Chalela Pedro Alves Lemos Neto Wilson Albino Pimentel Filho Pedro Beraldo de Andrade Zilda Machado Meneghelo Pedro Ferreira de Albuquerque AL 5

13 Melhores Temas Livres do Congresso SBC 2012 COMISSÃO JULGADORA DOS MELHORES TEMAS LIVRES DO CONGRESSO SBC 2012 Leopoldo Soares Piegas Coordenador - José Antonio Marin Neto Nadine Oliveira Clausell RS Roberto Henrique Heinisch SC 6

14 14/09/ :00-16:30h Melhores Temas Livres do Congresso SBC Oclusão percutânea do apêndice atrial esquerdo para prevenção de AVC em pacientes com fibrilação atrial não-valvular: experiência de 100 casos 002 Estudo randomizado de 3 estratégias terapêuticas para a doença arterial coronária multiarterial em mulheres (MASS II 10 anos). ENIO EDUARDO GUÉRIOS, STEFFEN GLOEKLER, MICHAEL SCHMID, AHMED KHATTAB, PETER WENAWESER, STEPHAN WINDECKER e BERNHARD MEIER Bern University Hospital, Berna, XX, Suiça - CONCEPT - Centro de Cardiop. Cong. e Estruturais do Paraná, Curitiba, PR, BRASIL. Fundamentação: A oclusão percutânea do apêndice atrial esquerdo (OAAE) surgiu como alternativa à anticoagulação oral (AO) para a a prevenção do acidente vascular cerebral (AVC) em pacientes com fibrilação atrial não-valvular (FANV) e escore CHADS 2 >2. Métodos: Cem pacientes consecutivos com FANV, contra-indicação à AO, escore CHADS 2 = 2,6±1,3 e CHA 2 DS 2 -VASc=3,7±1,7 foram submetidos a OAAE com implante do Amplatzer Cardiac Plug (ACP). Realizou-se seguimento clínico e ecocardiográfico no mínimo 4 meses após o implante. Resultados: Todos os implantes foram guiados apenas por angiografia. Em 66% dos casos, o acesso ao átrio esquerdo foi feito por punção trans-septal; nos demais, um forâmen oval patente (FOP) ou uma comunicação interatrial (CIA) foram ultrapassados e ocluídos no final da intervenção. O sucesso do procedimento foi de 98% (um insucesso por tamponamento cardíaco e um por embolização da prótese,com suspensão da OAAE em ambos os casos), e as próteses implantadas mediram 22,7±3,9mm (16-30mm). Dois pacientes receberam o implante de 2 próteses cada. Realizou-se no mesmo procedimento angioplastia coronariana em 25% dos casos, oclusão de FOP ou CIA em 34%, e implante percutâneo de valva aórtica em 10%. Houve 5 complicações maiores (o tamponamento e a embolização já referidos, 2 AVCs transitórios e uma embolização com retirada percutânea da prótese seguida do implante de um segundo ACP) e três menores (dois derrames pericárdicos sem tamponamento e uma pequena CIA evidenciada no seguimento). Houve 1 óbito hospitalar após 6 dias, não relacionado à intervenção. Todos os outros pacientes receberam alta sem AO. Após seguimento de 27,7 pacientes-ano (73 pacientes) não houve AVCs nem embolizações tardias de próteses. O AAE estava completamente ocluído em 97% dos casos. Seis pacientes apresentaram evidência de trombo sobre a prótese, que desapareceram após reinstituição de AO por 3 meses. Conclusões: OAAE com implante do ACP se associa a um alto índice de sucesso, um índice aceitável de complicações e resultados promissores a médio prazo, podendo ser considerada uma alternativa válida à OA na prevenção do AVC em pacientes com FANV. ANTONIO DE PADUA MANSUR, WHADY ARMINDO HUEB, JÚLIO YOSHIO TAKADA, SOLANGE DESIREE AVAKIAN, PAULO ROGÉRIO SOARES, CIBELE LARROSA GARZILLO, JOSE ANTONIO FRANCHINI RAMIRES e ROBERTO KALIL FILHO Instituto do Coração (InCor) - HCFMU, São Paulo,, BRASIL. Objetivo: A doença arterial coronária (DAC) é a principal causa de morte em mulheres. Os tratamentos propostos, a intervenção coronária percutânea (ICP), tratamento médico (TM) e cirurgia de revascularização do miocárdio (CRM), são semelhantes aos indicados nos homens. No entanto, em mulheres com DAC multiarterial estável e função ventricular esquerda normal (FEVE), o melhor tratamento é desconhecido. Métodos: Estudo prospectivo com 10 anos de seguimento randomizou 188 mulheres com DAC crônica estável para TM (N = 63; 33%), ICP (N = 69; 37%) ou CRM (N = 56; 30%), baseado na intenção de tratar. DAC foi definida pela presença de angina pectoris CCS classe II e III, teste provocativo de isquemia positivo, fração de ejeção> 40% e 2 lesões coronárias> 70%. Os desfechos primários foram: incidência de mortalidade total, IAM-Q, ou angina refratária que necessitasse de intervenção. Resultados: Os pacientes tratados com ICP e TM apresentaram mais eventos primários do que a CRM e, respectivamente, de 34%, 44% e 22% (p = 0,003). As taxas de sobrevida de 10 anos foram de 72% para cirurgia, 72% com ICP, e 56% com TM (p = 0,156). Em relação ao desfecho composto, a análise de regressão de Cox mostrou uma maior incidência de eventos primários em TM do que na CRM [HR = 2,38 (IC 95%: 1,40-4,05), p = 0,001], incidência menor no ICP que no TM [HR = 0,60 (IC 95%: 0,38 a 0,95); p = 0,031], mas nenhuma diferença entre CRM e ICP [HR = 1,42 (95% CI: 0,83-2,45); p = 0,203]. Para morte, ICP teve um efeito protetor em relação ao TM [HR = 0,44 (IC 95%: 0,21 a 0,90); p = 0,025], mas não detectado entre ICP e CRM ou TM e CRM. Conclusão: as mulheres com DAC e função normal do VE, CRM e ICP associaram-se a menos eventos primários e a ICP com menor mortalidade. 003 Efeito do exercício físico na força muscular de gestantes ativas e sedentárias MARQUES, J S, SANTOS, D G, KIRSTEN, K S, MIRANDA, J K, PERUCIO, D, VIECILI, E, FORNO, J C D, KLAFKE, J Z e VIECILI, P R N Universidade de Cruz Alta, UNICRUZ, Cruz Alta, RS, BRASIL - Instituto de cardiologia de Cruz Alta, icca, Cruz Alta, BRASIL. Introdução: Estudos relataram que o exercício físico pode evitar perdas fisiologias que acontecem no período gestacional, porém existe uma escassez de dados a respeito à força muscular respiratória em gestantes. Objetivo: Comparar a força muscular inspiratória e expiratória de gestantes ativas e sedentárias. Delineamento: Estudo prospectivo de série de casos e controles. Métodos: O estudo teve como população 43 gestantes sendo que a amostra foi composta por 33 gestantes, avaliadas no segundo trimestre gestacional e divididas em grupo controle (GC; n=19), composto por sedentárias e grupo experimental (GE; n=14), que participaram de um programa de exercícios físico aeróbico (PEF). Métodos: O GE foi submetido a um PEF, do tipo caminhada em esteira rolante, com sessões de duração progressiva de 20 a 30 minutos, duas vezes por semana em dias alternados, com intensidade de treino progressiva de 50-85% do consumo máximo de oxigênio, estabelecido através do teste ergométrico com protocolo de Bruce. O GC permaneceu sedentário. Verificouse a Pressão Inspiratória (PImáx) e Pressão Expiratória máximas (PEmáx) pré e pós 2 meses de atividades, com o aparelho Manovacuômetro analógico, segundo método de Black e Hyatt (1969). Os dados foram expressos por média ± desvio padrão. As comparações das médias das pressões foram realizadas através do Teste t para Variáveis Independentes. Foram considerados significativos os valores de p<0,05. RESULTADOS: O GE apresentou aumento do consumo de oxigênio pré e pós PEF (25,42±3,57 x 28,61±4,15 ml/kg/mim;p<0,01), enquanto o GC apresentou redução (23,52±6,9 x 19,11±5,45 ml/kg/mim;p<0,01). Ambas pressões aumentaram no GE (PImáx: 46,15±12,60 x 71,54±28,09 cmh 2 O; p = 0,002; PEmax: 77,31±19,43 x 98,85±22,28 cmh 2 O; p<0,01), e reduziram no GC (PImáx: 62,58±25,87 x 54±21 cmh 2 O; p = 0,006); PEmax: 93±16,96 x 78,5±18,50 cmh 2 O; p<0,01). Conclusão: As gestantes submetidas ao PEF apresentaram aumento significativo da capacidade respiratória em relação aquelas que permaneceram sedentárias. Dessa maneira, a realização de atividade física nesta amostra não só reduziu as perdas fisiológicas ocorridas durante período gestacional, como proporcionou melhoras. 004 A presença de sobrepeso/obesidade na infância e sua relação com hipertensão arterial, sobrepeso/obesidade e marcadores inflamatórios na idade adulta. Estudo do Rio de Janeiro. FONSECA, F L, POZZAN, R, BRANDAO, A A, MAGALHAES, M E C, CAMPANA, E M G, PIZZI, O L, FREITAS, E V e BRANDAO, A P Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, RJ, BRASIL. Fundamento: A presença de sobrepeso na infância e adolescência tem sido atribuída como capaz de determinar pior perfil de risco cardiovascular na idade adulta. Objetivo: Avaliar se a presença de sobrepeso na infância e adolescência foi capaz de agregar pior perfil de risco cardiovascular em adultos jovens. Delineamento: Estudo observacional, longitudinal. Método: 116 crianças e adolescentes de 10 a 15 anos (63M), pertencentes à coorte do Estudo do Rio de Janeiro foram avaliados nas suas escolas (A1) (10-15 anos) e no momento atual (A2) (26-35 anos). Nas duas avaliações foram obtidos peso, altura, índice de massa corporal (IMC) e medida da pressão arterial (PA). Em A2 ainda foram obtidos circunferência abdominal (CA), glicose (G), colesterol total (CT), LDL-c, HDL-c, triglicerídeos (TG), ApoA1, ApoB100, PCR-us, VCAM, ICAM e E-selectina. A amostra foi estratificada segundo a presença de sobrepeso/obesidade (SO) na escola em dois grupos (G1 com SO [n=30 14M] e G2 sem SO [n=86 49M]) e acompanhada longitudinalmente por 17,76±1,63 anos. Resultados: 1) Os grupos não diferiram em relação à idade e ao sexo (p>0,05); 2) G1 apresentou maiores médias de peso e IMC em A1 e A2, maiores médias de CA e maior prevalência de SO em A2 (p<0,05); 3) G1 apresentou maiores médias de PA e maior prevalência de hipertensão arterial em A1 e A2 (p<0,05); 4) G1 apresentou maior prevalência de SO e de valores anormais de CA em A2 (p<0,05); 5) G1 apresentou maiores médias de e maior prevalência de valores anormais de PCR-us em A2 (p<0,05). Conclusões: A presença de sobrepeso na infância e adolescência foi capaz de determinar maior prevalência de SO e hipertensão arterial na idade adulta. Também foi possível observar que marcadores inflamatórios estão presentes na idade adulta de jovens com SO na infância e adolescência. Assim sendo, medidas preventivas devem ser implementadas em idade mais jovem. 7

15 14/09/ :00-16:30h Melhores Temas Livres do Congresso SBC Influência do Diabetes Mellitus nas características histopatológicas de trombos coronarianos de pacientes com IAM 006 Impacto do cirurgião na mortalidade ajustada ao risco cirúrgico em cirurgia cardiovascular JULIANA CAÑEDO SEBBEN, EDUARDO CAMBRUZZI, JULIANE IOPPI, LUIS CARLOS CHAMMA SOBRINHO, ANIBAL PEREIRA ABELIN, CRISTIANO DE OLIVEIRA CARDOSO, RENATO BUDZYN DAVID, SABRINA KOEHLER TORRANO, CARLOS ANTONIO MASCIA GOTTSCHALL e ALEXANDRE SCHAAN DE QUADROS Instituto de Cardiologia, Porto Alegre, RS, BRASIL. Introdução: A diabetes mellitus (DM) está associada a maior mortalidade no IAM, mas existe dúvida sobre se esta associação é mediada por diferenças fisiopatológicas no processo de aterotrombose ou devido ao agrupamento de fatores de risco que ocorre nesta condição. A trombectomia por aspiração é realizada frequentemente nos pacientes (pts) com IAM submetidos à intervenção coronariana primária (ICPp), e a análise histopatológica dos trombos de pts com DM poderia contribuir para o entendimento desta situação. Métodos: Pts consecutivos internados com IAM e submetidos a ICPp de abril/2010 a dezembro/2012 em um centro de referência foram considerados. As características clínicas, laboratoriais e angiográficas foram prospectivamente avaliadas. Trombectomia por aspiração manual foi realizada por decisão dos operadores. Os trombos aspirados foram conservados em formol a 10%, incluídos em parafina e corados por hematoxilina-eosina. As características histopatológicas foram analisadas por microscopia óptica por três patologistas cegos para as características clínicas, e os dados foram comparados em dois grupos, com diabetes (DM) e sem diabetes (não DM). Resultados: Foram incluídos no período do estudo 192 pts que tiveram coleta de trombos, 37 pts com DM e 155 pts sem DM. Os pts com DM apresentaram média de idade maior, mais frequentemente hipertensão arterial sistêmica e história familiar para DAC, e escore TIMI mais elevados. Não houve diferenças estatisticamente significativas entre a cor, tamanho, volume e extensão dos trombos dos pts com e sem DM. Em relação à infiiltração de fibrina, hemáceas e leucócitos, conforme avaliado pela microscopia óptica, também não foram observadas diferenças significativas. A freqüência de trombos recentes, líticos e organizados foi semelhante nos pacientes com e sem DM. Conclusão: No presente estudo, os trombos de pts com diabetes apresentaram características morfométricas e histopatológicas semelhantes aos dos pts sem DM. Estes resultados sugerem que o aumento de risco proporcionado pelo DM em pts com IAM não é mediado por diferenças no processo de trombogênese. FERNANDO A ATIK, CLAUDIO R CUNHA, LINDA M D B C C SANTOS, VIVIANE H ROCHA, ELSON B LIMA, RENATO B CHAVES, LEONARDO E LIMA, NESTOR SABATOVICZ JUNIOR, FREDDY P TIRADO e BRUNO S REIS Instituto de Cardiologia do Distrito Federal, Brasilia, DF, BRASIL. Introdução: A maioria das avaliações de desempenho em cirurgia cardiovascular envolvem a comparação de morbidade e mortalidade ajustada ao risco cirúrgico em populações diversas entre hospitais e tipos de procedimentos. A participação do cirurgião individualmente dentro de uma unidade hospitalar foi pouco explorada. Objetivo: Determinar a influência do cirurgião principal na mortalidade ajustada ao risco em cirurgia cardiovascular. Método: Entre janeiro de 2006 e julho de 2011, 2320 pacientes adultos consecutivos foram estudados. A relação entre a mortalidade observada (O) em 30 dias sobre a esperada (E) de acordo com o EuroSCORE logístico foi calculada para cada um dos 5 cirurgiões com mais de 150 operações. Foram analisadas as influências do cirurgião em quatro graus de gravidade dos pacientes pelo EuroSCORE aditivo e os tipos principais de procedimentos. Regressão logística foi utilizada, tendo sido analisada a área abaixo da curva (AAC) ROC. Resultados: Houve diferenças na gravidade dos Pacientes e nos tipos de procedimentos de acordo com o cirurgião. Cirurgiões C e A operaram pacientes mais graves que D e E (p=0,006). Cirurgião C operou menos revascularização do miocárdio e mais operações combinadas que todos os outros que foram semelhantes entre si (p<0,0001). O EuroSCORE superestimou a mortalidade do cirurgião A (O/ E=0,46; IC95% 0,35-0,61; P<0,0001; AAC=0,89) e subestimou a do cirurgião B (O/E=1,3; IC95% 1,09-1,56; P<0,0001; AAC=0,76), ambos em todos os grupos de risco. O fator cirurgião influenciou o resultado de operações de revascularização do miocárdio, valvares e combinadas. Conclusão: A influência do cirurgião principal na mortalidade ajustada ao risco cirúrgico é relevante. O volume cirúrgico, a formação, experiência técnica e clínica de cada membro da equipe devem ser levados em consideração no momento do agendamento cirúrgico, assim como o expertise e familiaridade pessoal com cada procedimento a fim de garantir o melhor resultado possível para o paciente. 007 Concentrações séricas da variabilidade genética da mutação C634G do fator de crescimento do endotélio vascular na doença coronária crônica. 008 Determinantes do implante de marcapasso definitivo após o tratamento percutâneo da estenose aórtica. ANTONIO DE PADUA MANSUR, JÚLIO YOSHIO TAKADA, CELIA MARIA CÁSSARO STRUNZ, SOLANGE DESIREE AVAKIAN e JOSE ANTONIO FRANCHINI RAMIRES MARCO AURELIO MAGALHAES, FERNANDO JOSÉ, SVEN HAUSEN, JAN-MALTE SINNING, NIKOS WERNER, GEORG NICKENIG e EBERHARD GRUBE Instituto do Coração (InCor) - HCFMU, São Paulo,, BRASIL. O fator de crescimento do endotélio vascular (FCEV) está associado à angiogênese e a manutenção do endotélio. A associação de polimorfismos do FCEV com maior risco de doença arterial coronária (DAC) é questionável assim como sua expressão fenotípica. O objetivo deste estudo foi analisar uma mutação comum do FCEV (634 C/G) e sua atividade sérica. Método: estudo caso-controle, analisou a atividade do FCEV (afcev), concentração sérica do FCEV, para os genótipos da mutação 634 C/G do FCEV, em 158 indivíduos com média de idade de 41.56±4.85 anos, sendo 75 controles e 83 pacientes com DAC estável precoce ( 50 anos). A determinação dos genótipos foi feita pelo método da reação em cadeia da polimerase e a concentração sérica da afcve realizado pelo método de ELISA. Resultados: as concentrações séricas da afcev para os genótipos V-/- (N=28), V-/+ (N=75), e V+/+ (N=58) do grupo total foram, respectivamente, de 469±411; 478±549; e 413±403pg/mL (p=ns); para os indivíduos sem DAC, as concentrações foram, respectivamente, de 400±432; 498±626; 361±340pg/mL (p=ns); para os pacientes com DAC de 522±402; 438±429; 442±435pg/mL (p=ns). No grupo total, a presença de mutação associou com menores níveis de LDL-colesterol, respectivamente, 162±76, 136±41, e 132±37pg/mL (p=0,027). Demais frações do colesterol e os outros exames laboratoriais analisados foram semelhantes entre os genótipos. Conclusão: os genótipos da mutação 634 C/G do FCEV analisados associaram-se com diferentes concentrações séricas do LDL-colesterol, mas não com a sua atividade no sangue. Genótipo V -/- V +/- V +/+ V -/- V +/- V +/+ N Media DP Valores de p usando o teste de Kruskal-Wallis ; (v-/- e v-/+) vs (v+/+) Hospital Alemão Oswaldo Cruz, São Paulo,, BRASIL - Hospital Universitário de Bonn, Bonn, XX, BRASIL. Fundamentos: O tratamento percutâneo da estenose aórtica sintomática consagrou-se como modalidade terapêutica para os pacientes de alto risco. Entretanto, a incidência dos distúrbios de condução átrio/inter-ventriculares (DCAI) e a necessidade de implante de marcapasso definitivo são elevadas e consideradas limitações do método. Os fatores determinantes permanecem pouco estabelecidos. Objetivos: Avaliar os fatores preditores da necessidade de marcapasso definitivo após o implante de valva aórtica transcateter (IVAT) - CoreValve. Método: Analisaram-se 206 pacientes consecutivos de alto risco portadores de estenose aórtica sintomática. 10 pacientes foram excluídos pelo implante prévio de marcapasso/cardiodesfibrilador. Avaliaram-se a frequência e os tipos de DCAI nesta população antes, durante e após o IVAT. O desfecho primário foi a ocorrência de DCAI com a necessidade de marcapasso definitivo. Para a regressão logística foram selecionadas variáveis clínicas, eletrocardiográficas, ecocardiográficas e do procedimento, incluindo o posicionamento da prótese. Resultados: Entre Jan/08 e Dez/09, 206 pacientes foram tratados com IVAT-CoreValve. O acesso utilizado foi o transfemoral em 94,9% dos casos. A média das idades foi de 82 ± 6 anos, sendo 61% do sexo masculino e 60% portadores de doença arterial coronariana. A frequência de DCAI pré IAVT foi de 34%. Após o IVAT, 39% dos pacientes (76/196) necessitaram de marcapasso definitivo. Os fatores independentemente associados foram o bloqueio de ramo direito prévio (Odds Ratio [OR] 4,6- intervalo de confiança [IC 95%]: 1,2-17,0) e a espessura do septo interventricular (OR 1,9- IC 95%: 1,2-3,2). Conclusões: Os distúrbios de condução átrio/interventriculares são frequentes na população candidata ao IVAT. A presença de bloqueio de ramo direito e a espessura do septo interventricular são determinantes independentemente associados à necessidade de marcapasso definitivo pós IVAT. 8

16 14/09/ :00-16:30h Melhores Temas Livres do Congresso SBC Papel da redução da ingesta materna de alimentos ricos em polifenóis na dinâmica do ducto arterioso fetal em gestações normais: um ensaio clínico aberto PAULO ZIELINSKY, ANTONIO LUIZ PICCOLI JUNIOR, IZABELE VIAN, LUIZ HENRIQUE SOARES NICOLOSO, PATRÍCIA ELY PIZZATO, CAROLINA WEISS BARBISAN, STEFANO BUSATO, MAURO LOPES e ALEXANDRE ANTÔNIO NAUJORKS Instituto de Cardiologia do RS, Porto Alegre, RS, BRASIL. Embasamento/objetivos:Recentemente demonstramos que a reversão da constrição ductal fetal ocorre após redução da ingesta materna de alimentos ricos em polifenóis(arp) (JPerinatol2011). Outras evidências clínicas e experimentais corroboram a associação entre ingesta materna de ARP e alterações ductais fetais, pela interferência na síntese das prostaglandinas. Este estudo testou a hipótese de que fetos normais no 3º trimestre da gestação também obtém melhora da dinâmica do ducto arterioso após orientação da dieta materna pobre em polifenóis por mais de 2 sem. Métodos:Ensaio clínico aberto com 46 fetos com idade gestacional(ig) 28 sem submetidos a 2 estudos Doppler ecocardiográficos com intervalo de pelo menos 2 sem. Avaliaram-se as velocidades ductais sistólicas e diastólicas(vds,vdd),índice de pulsatilidade (IP) e razão dos diâmetros dos ventrículos direito e esquerdo(vd/ve). Os examinadores eram cegados para os hábitos alimentares maternos no 1º exame. Após o 1º estudo, um questionário de frequência alimentar foi aplicado e uma dieta baseada em alimentos pobres em polifenóis(<30mg polifenóis/100mg)foi orientada. Um grupo controle de 26 fetos no 3º semestre,em que nenhuma intervenção na dieta foi realizada, foi submetido ao mesmo protocolo. A análise estatística utilizou o teste-t para amostras independentes. Resultados: IG média foi 33±2 semanas. A média do consumo materno diário de polifenóis foi 1277mg. Após orientação dietética,o consumo médio diário de polifenóis caiu para 126mg (p=0.0001). Comparando os 2 estudos ecocardiográficos,diminuições significativas foram observadas na SDV, DDV e na relação RV/LV,assim como um aumento no IP do ducto [DSV=1.2±0.4m/s( ) para 0.9±0.3m/s ( )(p=0.018); DDV=0.21±0.09m/s( )para 0.18±0.06m/ s( )(p=0.016);relação RV/LV=1.3±0.2 ( ) para 1.1±0.2 ( )(p=0.004); IP do ducto=2.2±0.03( )para 2.4±0.4( )(p=0.04)]. No grupo controle, a IG média era de 32±4 sem,não houve nenhuma diferença estatisticamente significativa no consumo materno de polifenóis diário, na SDV, DDV, no IP do ducto e na relação RV/ LV após o período de 2 sem. Conclusão: A orientação de restrição da ingesta de ARP no 3º trimestre gestacional,por um período 2 sem,melhora a dinâmica do fluxo no ducto arterioso fetal e as dimensões do VD. 9

17 14/09/ :50-18:10h Melhores Temas Livres do Congresso SBC Avaliação da eficácia de um programa de base escolar para modificação de hábitos de vida associados ao excesso de peso 011 Estudo comparativo entre pacientes diabéticos submetidos à cirurgia com e sem circulação extracorpórea. Cinco anos de seguimento. MASS III-Trial. ROBEIERRE QUEIROZ DA COSTA RIBEIRO, e LUCIANA ALVES Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, BRASIL - Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, BRASIL. LEANDRO MENEZES ALVES DA COSTA, FERNANDO TEIICHI COSTA OIKAWA, RODRIGO MOREL VIEIRA DE MELO, THIAGO HUEB, CIBELE LARROSA GARZILLO, EDUARDO GOMES LIMA, PAULO CURY REZENDE, DESIDERIO FAVARATO, JOSE ANTONIO FRANCHINI RAMIRES e ROBERTO KALIL FILHO Introdução: Devido a mudanças de estilo de vida no Brasil, estamos enfrentando agora uma epidemia de obesidade infantil. Há uma necessidade de programas efetivos para abordar este problema. A grande maioria dos programas existentes não mensurou a mudança de comportamento das crianças após participarem destes programas. Objetivos: Adoção de estilos de vida saudáveis por crianças em idade escolar, através da aquisição de uma cultura de hábitos de vida saudáveis voltada para o aumento da atividade física, redução de comportamentos sedentários, do consumo de alimentos gordurosos, e incremento no consumo de frutas e vegetais. Métodos: Estudo de intervenção tipo ensaio clínico controlado e randomizado, para determinar o impacto de dois programas em uma coorte de 2038 crianças randomizada para 9 escolas com a intervenção de interesse (TIRE 10!) e 8 escolas controles de intervenção comparativa (Agita Galera), através de análise dos resultados avaliados longitudinalmente nos períodos de pré-intervenção (Abril 2009) e pós-intervenção (Novembro 2009) utilizando o Modelo Transteórico de avaliação da mudança de comportamento. Resultados: Analisando apenas os estágios de preparação e ação, houve, respectivamente um aumento percentual de 54,33 e 25,31; 17,15 e 64,06; 11,57 e 52,10; 29,12 e 50,89; e 4,65 e 14,38 no número de crianças nestes estágios no período de pós-intervenção em relação ao de pré-intervenção (P <0,001), para a redução de consumo de alimentos gordurosos, o aumento no consumo de frutas e vegetais, atividade física, e redução no comportamento relacionado a hábitos sedentários como redução do tempo de tela de TV / DVD, e de uso de computador / jogos durante o lazer, respectivamente. O Programa TIRE 10 aumentou em 79% (RR=0,79), 78% (RR=0,78), 67% (RR=0,67) e 75% (RR=0,75) o risco das crianças reduzirem o consumo de alimentos gordurosos, aumentarem o consumo de frutas e verduras, o tempo dedicado a atividade física e reduzirem o tempo despendido em atividades sedentárias assistindo TV/DVD e ainda 2,08 vezes mais risco de redução do tempo de tela com jogos e computadores. Para obter tais benefícios são necessários (NNT) apenas 3 a 6 escolares participando do Programa TIRE 10. Conclusão: O Programa TIRE10! estimulou as crianças a modificarem seu comportamento através melhora no padrão alimentar e de atividade física, proporcionando-lhes processos que facilitem escolhas de vida saudáveis, com grande potencial para redução da prevalência de excesso de peso. Instituto do Coração HC FMU, São Paulo,, BRASIL. Introdução: Pacientes diabéticos correspondem a aproximadamente um terço dos pacientes portadores de doença arterial coronária (DAC). Este grupo de pacientes apresenta elevado risco de complicações, incluindo mortalidade em curto e longo prazo, comparados com grupos de pacientes não diabéticos. Poucos dados estão disponíveis na literatura, comparando a ocorrência de eventos cardiovasculares adversos, imediato ou tardio, em pacientes diabéticos submetidos á revascularização miocárdica com e sem circulação extracorpórea (CEC). Objetivo: Analisar a ocorrência de eventos cardiovasculares em seguimento de longo prazo em pacientes diabéticos portadores de DAC estável com função ventricular preservada. Métodos: Durante um período entre, Janeiro de 2002 a Julho de 2008, foram randomizados 308 pacientes portadores de DAC multiarterial estável e Função Ventricular preservada, para serem submetidos, de forma randômica, á cirurgia de revascularização miocárdica com ou sem o auxilio do circuito de extracorpórea. Desses pacientes 155 receberam o tratamento com CEC e 153 pacientes foram operados sem o uso desse recurso. Dessa amostra, 110 Pacientes eram diabéticos e foram alocados em: 56 pacientes operados com CEC e 54 pacientes operados sem CEC. Infarto do miocárdio não fatal, acidente cerebrovascular, morte por qualquer causa e necessidade de intervenções mecânicas (cirurgia ou angioplastia), foram considerados como eventos combinados para análise. Resultados: Os dois grupos randomizados foram pareados conforme as características demográficas, clínicas, laboratoriais e angiográficas. Após o seguimento de cinco anos, não houve diferença estatisticamente significativa entre a incidência de eventos combinados no grupo com CEC comparado ao grupo sem CEC. A sobrevivência livre de eventos combinados foi de 83,7% e 93,7%, respectivamente para os grupos com CEC e sem CEC (p=0,15). Conclusão: Nessa amostra estudada, pacientes operados com o auxilio da CEC alcançaram a mesma incidência de eventos combinados comparados aos pacientes operados sem o auxílio desse circuito. 012 Implante Transcateter de Bioprótese Aórtica em Pacientes com Estenose Aórtica e Disfunção Ventricular: dados do Registro Brasileiro 013 Mortalidade, doenças cardiovasculares e estrona nas mulheres na pósmenopausa. DIMYTRI ALEXANDRE DE ALVIM SIQUEIRA, FABIO SANDOLI DE BRITO JUNIOR, LUIZ ANTONIO FERREIRA CARVALHO, ROGÉRIO SARMENTO- LEITE, JOSE ARMANDO MANGIONE, CESAR ROCHA MEDEIROS, MARIA CRISTINA MEIRA FERREIRA, ALEXANDRE ANTONIO CUNHA ABIZAID, MARCO PERIN e EBERHARD GRUBE Investigadores SBHCI, São Paulo,, BRASIL. Introdução: Pacientes com estenose aórtica (EAo) severa e disfunção ventricular esquerda (VE) apresentam pior prognóstico e mais elevado risco cirúrgico. Neste cenário, o implante percutâneo de bioprótese aórtica representa estratégia terapêutica alternativa. Descrevemos a experiência nacional e os resultados clínicos e hemodinâmicos deste procedimento em portadores de EAo e disfunção VE. Métodos: O Registro Brasileiro de Implante de Bioprótese Aórtica por Cateter (RIBAC) é um registro multicentrico nacional, prospectivo e retrospectivo, com pts tratados com a prótese auto-expansível Corevalve ou com o sistema balão expansível Sapien XT. Os desfechos clínicos foram definidos conforme VARC (Valve Academic Research Consortium). Resultados: De jan/2008 a fev/2012, de 228 pts analisados, 35 (15,3%) apresentavam disfunção VE (fração de ejeção<40%). Pts com disfunção VE possuíam menor média de idade (78,5±9,2 vs 82,6±6,9 anos, p=0,002), eram mais frequentemente masculinos (68,5 vs 39,9%, p=0,003) e apresentavam menor gradiente médio VE-Ao (39,9±16,2 vs 54,5±14,9 mmhg, p<0,0001); neste subgrupo, 91,5% encontravam-se em classe III/ IV NYHA e as estimativas de mortalidade pelo EUROscore logístico e STS eram de 24,8±15% e 13,9±11,7 %, respectivamente. Sucesso no implante foi obtido em cerca de 90% dos casos, com sobrevida aos 30 dias de 88,6% naqueles com disfunção e de 91,6% nos pts com FE>40% (p=0,86). Não foram observadas diferenças nas taxas de AVC, complicações vasculares e necessidade de MP entre os grupos. Pts com disfunção VE apresentaram melhoria na classe functional (84,4% em classe I/II aos 30 dias) e da função VE após o implante (39,9±16,2 para 54,4±14,9%, p<0,001). Conclusões: Nesta casuística com dados da experiência nacional, o implante de bioprótese aórtica mostrou-se eficaz em pts com EAo e disfunção VE, com resultados clínicos similares aos obtidos em pts sem disfunção. Significativo aumento na fracão de ejeção do VE com melhoria de classe funcional pode ser observada após o procedimento. ANTONIO DE PADUA MANSUR, TERESA C.B.F. SILVA, JÚLIO YOSHIO TAKADA, SOLANGE DESIREE AVAKIAN, CELIA MARIA CÁSSARO STRUNZ e JOSE ANTONIO FRANCHINI RAMIRES Instituto do Coração (InCor) - HCFMU, São Paulo, BRASIL. Objetivos: Os efeitos da estrona sérica na mortalidade por doenças cardiovasculares (DCV) são desconhecidos. Este estudo prospectivo de seguimento de longo prazo analisou a associação entre a morte por todas as causas e os níveis séricos de estrona nas mulheres na pós-menopausa com doença arterial coronária conhecida (DAC) ou de alto risco para DAC. Métodos: foram estudadas 251 mulheres na pós-menopausa com idade entre anos, que não faziam uso de terapia de reposição hormonal. Foram analisadas as características clínicas e comportamentais, os fatores de risco tradicionais para DAC, e variáveis laboratoriais incluindo níveis séricos de estrona. As mulheres foram agrupadas de acordo com os níveis de estrona em, respectivamente, <15 e 15pg/mL. Eventos fatais foram registrados após 5,8 ± 1,4 anos de seguimento. Resultados: As mulheres com baixos níveis de estrona (<15pg/mL) foram mais idosas, com menor índice de massa corpórea (IMC), e menor prevalência de hipertensão, diabetes, e menores níveis séricos de triglicérides e de glicose. O IMC associou-se com maiores níveis de estrona, hipertensão e diabetes e inversamente com o HDL-colesterol. Dentre 34 mortes, 29 foram atribuídos a doenças cardiovasculares (25, DAC; 4, acidente vascular cerebral). A curva de sobrevida de Kaplan-Meier mostrou uma tendência significativa (p = 0,039) de maior mortalidade por todas as causas em mulheres com baixos níveis de estrona. O modelo de regressão multivariada pelo modelo de regressão de Cox, ajustada para IMC, diabetes, dislipidemia, história familiar e estrona, mostrou estrona como a única variável independente para a mortalidade (OR = 0,45, p = 0,038). Conclusão: as mulheres na pós-menopausa com DAC conhecida ou com uma pontuação elevada de fatores de risco para a DAC e baixos níveis de estrona (<15pg/mL) tiveram maior mortalidade. 10

18 14/09/ :50-18:10h Melhores Temas Livres do Congresso SBC Um novo modelo de escore de risco para predizer eventos cardiovasculares em candidatos a transplante renal LUÍS HENRIQUE WOLFF GOWDAK, FLÁVIO J PAULA, LUIZ A M CESAR e JOSÉ J G LIMA Instituto do Coração (InCor), HCFMU, São Paulo,, BRASIL - Unidade de Transplante Renal, Divisão de Urologia, HCFMU, São Paulo,, BRASIL. Introdução: Candidatos a transplante renal tem maior risco de eventos cardiovasculares maiores (MACE), incluindo aqueles relacionados à doença arterial coronária (DAC), acidente vascular encefálico (AVE), ou doença arterial periférica (DAP). Há controvérsias sobre a melhor estratégia para prever a ocorrência de MACE em pacientes com doença renal crônica avançada antes do transplante renal. Objetivo: Desenvolver um modelo novo e simples de escore de risco para predizer a ocorrência de MACE em candidatos a transplante renal. Métodos: candidatos a transplante renal (61% homens, 53±11 anos) foram incluídos prospectivamente. A mediana de seguimento foi de 16 meses (variando de 1 a 107 meses). Para desenvolver o modelo, usamos um modelo de regressão logística em que 3 variáveis clinicamente relevantes (idade, diagnóstico de diabetes e/ ou doença cardiovascular [DCV] conhecida) como definido pela Sociedade Americana de Transplante entraram como covariáveis, e tendo a ocorrência do primeiro evento fatal/não fatal (morte súbita, infarto agudo do miocárdio ou angina instável, AVE, DAP, ou falência cardíaca) como variável dependente. O coeficiente de regressão logística B de cada variável foi multiplicado por 10 e arredondado para o próximo número inteiro, permitindo que, para cada paciente, um escore de risco correspondente pudesse ser calculado. Curvas ROC foram construídas para estimar a acurácia do novo modelo. Finalmente, a prevalência de MACE para cada escore de risco foi estimada e um modelo de regressão linear entre o escore de risco e a probabilidade de MACE, determinada. Resultados: Houve 209 eventos durante o seguimento. Os coeficientes B para idade, diagnóstico de diabetes e DCV foram 0,03, 0,62, e 0,89 (todos P<0,001), respectivamente. Assim, o escore de risco pôde ser calculado pela equação: Escore de Risco = (Idade * 0,3) + (diabetes * 6,2) + (DCV * 8,9). A área sob a curva (ROC) foi 0,70 (P=0,0001) e a equação final relacionando o escore de risco com a probabilidade de ocorrência do primerio (ou novo) evento foi: Probabilidade de MACE = (Escore de Risco *1,45) 14,2 (R 2 = 0,94; P<0,0001). Para ilustrar a aplicabilidade deste novo escore de risco, um candidato a transplante renal não-diabético de 40 anos, sem evidência de DCV tem uma probabilidade esperada de sofrer o primeiro evento cardiovascular de 3,2% enquanto em um indivíduo de 65 anos, diabético e com DAP, esta probabilidade é de 36,0%. Conclusão: Desenvolvemos um método novo e simples de escore de risco para predizer a ocorrência de eventos cardiovasculares entre candidatos a transplante renal baseado apenas em 3 variáveis clínicas. A grande aplicação deste modelo pdoerá ajudar os cardiologistas a melhor estratificar o risco cardiovascular entre candidatos a transplante renal a fim de que estratégias mais agressivas para redução do risco possam ser implementadas, se julgadas adequadas. 015 Análise dos atendimentos realizados pelo SAMU 192 Metropolitano de Salvador com manobras de suporte básico de vida e com utilização do desfibrilador externo automático IVAN MATTOS DE PAIVA FILHO, JOÃO BATISTA DE MOURA XAVIER MORAES JR, MARSO LEONARDO VICTORIAN PAIVA CLEMENT e MIGUEL GUSTAVO SETUBAL ANDRADE SAMU 192 Metropolitano de Salvador, Salvador, BA, BRASIL - Escola Bahiana de Medicina e Saude Pública, Salvador, BA, BRASIL - Hospital Agamenon Magalhães, Salvador, BA, BRASIL. Introdução: O SAMU de Salvador usa desfibriladores externos automáticos (DEA) para atendimento a paradas cardiorrespiratórias (PCR). OBJETIVO: Analisar atendimentos realizados pelo SAMU de Salvador com manobras de Suporte Básico de Vida (SBV) e utilização do DEA de maio/2008 a Outubro/2011. Metodos: Após utilização do DEA, foi realizado download dos dados registrados pelo aparelho, para posterior análise estatística. Comite de Etica: 086/2011. RESULTADOS: Dos 538 atendimentos, assistolia foi o rítmo inicial em 66,91%, 9,81%, fibrilação ventricular (FV), 2,23%, taquicardia ventricular com indicação de desfibrilação e 21%, outros rítmos. Dos pacientes, 111 tinham indicação de desfibrilação e foram aplicados 265 choques. O tempo médio até o primeiro choque foi 10,03±11,01[0,2-58] minutos. Foram aplicados 2,38±2,35[1-11] choques por indivíduo, considerando aqueles que tinham indicação de desfibrilação. O número de choques por indivíduo considerando a amostra total foi de 0,48±1,42[0-11]. Foram revertidas eletrocardiograficamente 23,05% das assistolias após 11,86±7,67 [2,52-33,92] minutos de utilização do DEA, 47,16% das FV após 4,075±1,61[2,75-5,72] minutos e de 33,33% das taquicardias ventriculares após 11,42±7,75[2,70-30,42] minutos. A profundidade média das compressões foi de 4,17±1,03[1,06-8,72] centimetros e a frequência, 111,19±24,52[11,60-196,91] compressões por minuto. O teste de Pearson e a regressão linear mostraram uma correlação inversa entre frequência e profundidade das compressões (r=-0,22; IC95% (-0,30;-0,13); r 2 =0,05; p<0,0001). De acordo com o protocolo da American Heart Association (AHA) 2010, 36,24±36,03[0-100]% das compressões estiveram dentro da profundidade alvo preconizada, enquanto 77,34±21,05[0-99,56]% delas se enquadraram na freqüência alvo. Conclusões: SBV e desfibrilação devem ocorrer mais precocemente possível. É necessária descentralização do atendimento. Se as compressões forem realizadas com força e freqüência ideais, zonas alvos preconizadas pela AHA serão obtidas. Compressões torácicas e desfibrilação se mostraram eficazes na reversão eletrocardiográfica dos rítmos de PCR. A dificuldade em se estabelecer quantos pacientes retornaram a circulação espontânea foi uma limitação deste estudo. 016 Atividade da glicose 6-fosfato desidrogenase no miocárdio de animais adultos submetido à bandagem ajustável do tronco pulmonar 017 Obesidade central, independente de obesidade geral, é preditora de hipertensão arterial em indivíduos idosos: um estudo de base populacional RENATO S ASSAD, LEONARDO A MIANA, MIRIAM H F ALANIZ, MARIA C D ABDUCH, GUSTAVO J J SILVA, FERNANDA S OLIVEIRA, JOSE E KRIEGER e LUIZ F P MOREIRA Instituto do Coração HCFMU, São Paulo,, BRASIL. Objetivo: Comparar o processo da hipertrofia do ventrículo direito de animais adultos, submetidos a dois protocolos de bandagem pulmonar, convencional versus intermitente, através da avaliação da atividade da Glicose 6-Fosfato Desidrogenase (G6PDH). Método: Foram utilizadas 18 cabras adultas, divididas em três grupos: Sham (n = 6, peso = 26,42 ± 2,63 Kg, bandagem frouxa, sem sobrecarga sistólica), Convencional (n = 6, peso = 26,33 ± 2,32 kg, bandagem fixa com fita cardíaca, com sobrecarga sistólica contínua do ventrículo direito), Intermitente (n = 6, peso = 25,17 ± 2,48 kg, bandagem com dispositivo ajustável e 12 horas diárias de sobrecarga sistólica do ventrículo direito). A sobrecarga sistólica do ventrículo direito (VD) foi mantida durante quatro semanas, com uma relação de pressões sistêmico-vd de 70%. As pressões de VD, tronco pulmonar e aorta foram medidas durante todo o estudo. O ecocardiograma foi realizado semanalmente. Após quatro semanas, os animais foram mortos para avaliação morfológica e da atividade da G6PDH dos ventrículos. Resultados: Apesar de haver uma sobrecarga sistólica proporcionalmente menor no VD do grupo intermitente (p=0,001), ambos os grupos de estudo tiveram um aumento da massa muscular de magnitude similar. Os grupos Intermitente (1,24 g/ Kg ± 0,16 g/kg) e Convencional (1,08 g/kg ± 0,17 g/kg) apresentaram aumento da massa de 55,7% e 36,7% (p<0,05), respectivamente, em comparação ao grupo Sham (0,79 g/kg ± 0,15 g/kg). O conteúdo de água não variou entre os grupos estudados. O estudo ecocardiográfico demonstrou aumento de até 37,2% na espessura da parede livre do ventrículo direito ao longo do protocolo no grupo Intermitente, o que foi significativamente maior que a variação na espessura dos grupos Sham e Convencional (p<0,05). O índice de performance miocárdica do VD foi melhor no grupo intermitente (p=0,024), comparado ao convencional. Por outro lado, foi observada maior atividade da enzima G6PDH no processo de hipertrofia miocárdica no VD do grupo Convencional (2,11 ± 0,88 nmol/min/mg de proteína), quando comparado ao do grupo intermitente (1,50 ± 0,24 nmol/min/mg de proteína) e ao do grupo Controle (1,36 ± 0,14 nmol/min/mg de proteína, p=0,05). Conclusão: Ambos os grupos de treinamento ventricular foram capazes de desenvolver hipertrofia ventricular, porém em tempo mais prolongado que aquele obtido em animais jovens. Entretanto, o grupo intermitente desenvolveu hipertrofia de melhor desempenho funcional, uma tendência a um maior ganho de massa muscular do ventrículo direito em relação ao grupo Convencional, a despeito de menor tempo de exposição à sobrecarga sistólica no grupo intermitente. A maior atividade de G6PDH observada no grupo Convencional pode refletir um desequilíbrio redox, com maior produção de NADPH e glutationa reduzida, um mecanismo importante da fisiopatologia da insuficiência cardíaca. RENATO BANDEIRA DE MELLO, LEILA BELTRAMI MOREIRA, MIGUEL GUS, FLAVIO D FUCHS e SANDRA C P C FUCHS Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Porto Alegre, RS, BRASIL - Programa de Pósgraduação em Cardiologia, UFRGS, Porto Alegre, RS, BRASIL. Introdução: Associação entre obesidade central e hipertensão arterial está bem estabelecida, mas o efeito independente de obesidade geral não foi avaliado em indivíduos idosos. Objetivo: Avaliar se obesidade central associa-se com hipertensão arterial, independentemente de obesidade geral, em uma população de idosos do sul do Brasil. Métodos: Estudo transversal de base populacional arrolou homens e mulheres com 60 a 90 anos residentes em Porto Alegre, através de amostragem por múltiplos estágios. Utilizou-se equipamento automático validado (OMRON CP- 705) para aferir pressão arterial, sendo hipertensão definida por pressão 140/90 mmhg, média de quatro aferições, ou uso de medicamentos anti-hipertensivos. Obesidade central foi definida por circunferência da cintura 102, em homens, e 88 cm, em mulheres, e obesidade geral por índice de massa corporal (IMC) 25 kg/m2. Regressão de Poisson modificada foi utilizada na análise multivariável. Resultados: Um total de 599 indivíduos foi arrolado, com 70,7 ±7,2 anos, 68,8% mulheres, 53% com obesidade central, 72% obesidade geral e 70% hipertensão. Detectou-se maior prevalência de hipertensão entre indivíduos com IMC < 25 kg/ m2 e obesidade central (90% vs. 61% sem obesidade central) do que entre os com IMC 25 kg/m2 e obesidade central (77% vs. 62% sem obesidade central). Em indivíduos idosos obesidade central associou-se com hipertensão (Razão de riscos: 1,23 IC95%: 1,07-1,42; P=0,004), independentemente de idade, sexo e IMC. Houve interação positiva e significativa para risco de hipertensão em idosos com cintura aumentada sem obesidade geral (RR= 1,38 IC95%: 1,08-1,77; P=0,01), similar a detectada na presença de ambas as condições (RR= 1,21 IC95%: 1,04-1,41; P=0,01). Conclusão: Em indivíduos idosos, obesidade central associa-se com hipertensão arterial mesmo na ausência de obesidade geral. 11

19 Melhores Temas Livres do Congresso SBC 2012 / Jovem Pesquisador COMISSÃO JULGADORA DOS MELHORES TEMAS LIVRES DO CONGRESSO SBC 2012 / JOVEM PESQUISADOR Fernando Augusto Alves da Costa Coordenador - Claudia Maria Rodrigues Alves Dalton Bertolim Précoma PR Gilson Soares Feitosa BA 12

20 16/09/ :50-12:20h Melhores Temas Livres do Congresso SBC 2012 / Jovem Pesquisador Implante de válvula aortica transapical: resultados atuais da válvula Inovare, a primeira prótese transcateter produzida no Brasil. Mulheres com doença arterial coronariana estável têm pior controle dos fatores de risco em uma coorte brasileira FERNANDO ANTONIO LUCCHESE, JOSÉ HONORIO PALMA DA FONSECA, MARCELA DA CUNHA SALES, VALTER CORREIA DE LIMA, DIEGO GAIA e ENIO BUFFOLO Hospital São Francisco / ISCMPA, Porto Alegre, RS, BRASIL - Universidade de Ciências da Saúde de Porto Alegre, Porto Alegre, RS, BRASIL. Objetivos: troca valvar aortica é procedimento de rotina, com risco aceitável, mas em alguns casos esse risco pode ser proibitivo. Implante de válvula aortica transapical (TAVI) surgiu como uma alternativa para esses pacientes. O objetivo desse estudo é avaliar a eficácia e segurança da válvula Inovare. Métodos: 93 pacientes de alto risco cirúrgico foram submetidos a TAVI. O EuroSCORE logístico médio foi 39% e o escore STS, 31%. Foram considerados de alto risco (de acordo com os critérios PARTNER), 76% dos pacientes, e 24% foram considerados inoperáveis. Bioprótese disfuncional se apresentou em 10 pacientes, sendo um deles com estenose aortica calcificada. Os procedimentos foram realizados em uma sala híbrida e guiados por fluoroscopia e ecocardiografia transoperatória, e tiveram duração média de 164 ± 75 minutos, com média de 12 minutos de fluoroscopia e uso de 28 ml de contraste. As próteses foram implantadas através do ápice ventricular, por meio de minitoracotomia e usando estimulação ventricular rápida. Imagens ecocardiográficas e angiográficas foram usadas para controle do resultado cirúrgico. Resultados: o implante teve sucesso primário em 87 (93%) dos casos. Ocorreram 3 conversões para troca valvar convencional. Mortalidade transoperatória ocorreu em 3 casos, e a mortalidade em 30 dias foi de 17,2%. A mediana do gradiente transvalvar aortico reduziu de 43.1 para 11.1 mmhg (p<0,05). A função ventricular melhorou na avaliação feita no 7o dia pósoperatório (50% VS 59%, p<0,05). Regurgitação paravalvar ocorreu em menos de 25% dos casos, e em todos de intensidade leve. Complicações vasculares maiores e AVC pósoperatório ocorreram em apenas um paciente. Dois pacientes necessitaram de marcapasso definitivo. Conclusões: o TAVI transapical é um procedimento seguro, com resultados aceitáveis a curto prazo. Seguimento a longo prazo é mandatório, para avaliar hemodinâmica, qualidade de vida e sobrevida. JAEGER, B B, JIMENEZ, L F, PERUZZO, N, NASI, G, FERREIRA, M N, ARAÚJO, G N, MARCELINO, L P, FURTADO, M V e POLANCZYK, C A Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, BRASIL - Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Porto Alegre, RS, BRASIL. Introdução: Há evidência de que mulheres com doença arterial coronariana (DAC) são subdiagnosticadas e subtratadas, apresentando piores desfechos clínicos. O presente estudo objetiva avaliar possíveis diferenças entre os sexos nos pacientes com DAC estável em relação a prognóstico e controle de fatores de risco (FR). Métodos: Coorte prospectiva de 629 pacientes (58,8% homens, 41,2% mulheres) em acompanhamento ambulatorial por DAC estável em hospital de referência com seguimento de 1999 a A meta para controle de FR foi LDL<100mg/dl, glicemia<100mg/dl, pressão arterial (PA)<140/90mmHg e ausência de tabagismo ativo, presentes em pelo menos 70% das consultas. Foram considerados com bom controle os pacientes que atingissem a meta de 2 ou 3 dos 4 FR e ótimo controle quando atingissem de todos FR. O prognóstico dos pacientes foi avaliado pela ocorrência de óbito cardiovascular e evento combinado (óbito cardiovascular, ocorrência de síndrome coronariana aguda e acidente vascular encefálico). Resultados: A média da idade dos homens foi 61±10,8 anos e das mulheres 61±12,0 anos; 59,5% dos pacientes apresentaram bom controle para FR e apenas 4,2% apresentaram ótimo controle. As mulheres tiveram menor taxa de bom controle que os homens (52,2% vs 64,3%, p=0,006) principalmente pelo controle da PA (33,2% vs 52%, p<0,001). Porém, o pior controle de FR não se traduziu em pior prognóstico: sem diferença na ocorrência de óbito cardiovascular (6,8% homens, 4,6% mulheres, p=0,34), e desfechos combinados (22,3% homens, 23,8% mulheres, p=0,73). Não houve diferença entre sexos quando avaliado ótimo controle (5,3% homens e 2,4% mulheres p=0,15). Em análise multivariada, doença renal foi o único fator independente para desfecho cardiovascular combinado (HR 2,06 IC95% 1,30-3,24) e óbito cardiovascular (HR 5,97 IC95% 3,04-11,74). Conclusão: Apesar de manejo em ambulatório especializado, as mulheres apresentaram pior controle de FR; entretanto, a diferença observada não impactou no prognóstico dos pacientes Avaliação inicial em humanos de eficácia e segurança do novo stent eluidor de sirolimus BioMime para tratamento de lesões coronarianas de novo, únicas, não complexas Eficácia clínica e segurança dos stents Xience V no tratamento de pacientes com lesões coronárias complexas na prática diária brasileira resultados do seguimento de 1 ano do registro BRAVO RICARDO A. COSTA, SAMEER DANI, ERLON OLIVEIRA DE ABREU SILVA, MIRELA LIMA, HASIT JOSHI, JAY SHAH, RASHMIT PANDYA e ALEXANDRE ANTONIO CUNHA ABIZAID Cardiovascular Research Center, São Paulo,, BRASIL - Lifecare Institute of Medical Sciences and Research, Ahmedabad, XX, Índia. Objetivos: Apesar da efetividade dos stents farmacológicos (SF) de primeira geração na redução de hiperplasia neointimal (HNI), reestenose e, assim, da necessidade de revascularização da lesão-alvo (RLA) comparados aos stents não-farmacolóficos, ainda persistem preocupações relacionadas a capacidade de entrega/posicionamento e desfechos de segurança. O dispositivo BioMime (Meril Life Sciences Pvt. Ltd., Gujarat, India) é um SF que incoprora um stent de plataforma ultra fina (espessura de haste 0,0026 ), um polímero biodegradável e sirolimus. Reportamos a avaliação inicial em humanos deste novo SF no tratamento de lesões coronarianas. Métodos: O merit-1 foi um estudo prospectivo, não-randomizado, de braço único e unicêntrico, que avaliou segurança, viabilidade e performance do SF BioMime no tratamento de lesões de novo, únicas, com estenose 50% e <100 % em coronárias nativas de 2,5-3,5 mm de diâmetro e extensão 19mm. Foram excluídas lesões de tronco de coronária esquerda, bifurcação, reestenose intra-stent, presença de trombo e oclusão total. Seguimento clínico foi realizado com 1, 8, 12 e 24 meses, e seguimento angiográfico aos 8 meses. O desfecho primário foi perda tardia luminal (PTL) intra-stent aos 8 meses. Resultados: Foram incluídos 30 pacientes. A média das idades foi 49,9 anos, 30% eram diabéticos e 43% com IAM prévio. As medianas de extensão de lesão, diâmetro de referência e % de estenose foram 15,51mm [12,74-20,27], 2,94mm [2, ], e 80,5 [67-90,7], respectivamente. Foram mplantados 30 stents (1 stent/ lesão). Os sucessos angiográfico e do procedimento foram de 100%. No seguimento angiográfico de 8 meses, PTL intra-stent foi de 0,15mm [0,09-0,33]. Não houve eventos cardíacos adversos maiores (ECAM) ou trombose de stent (TS) até 12 meses. Conclusão: Nesta avaliação inicial em humanos, unicêntrica, o novo SF BioMime mostrou excelente performance em lesões coronarianas únicas com alto sucesso do procedimento e eficiência na inibição de HNI no seguimento angiográfico de 8 meses (87%), além da ausência de ECAM ou TS em 1 ano. ERLON OLIVEIRA DE ABREU SILVA, RICARDO A. COSTA, ANDREA CLAUDIA LEÃO DE SOUSA ABIZAID, MARCO PERIN, RODRIGO DE FRANCO CARDOSO, MAURICIO LOPES PRUDENTE, HELIO JOSE CASTELLO JUNIOR, JOSE ARMANDO MANGIONE, LUIZ ALBERTO PIVA E MATTOS e ALEXANDRE ANTONIO CUNHA ABIZAID Cardiovascular Research Center, São Paulo,, BRASIL. Introdução: O stent farmacológico (SF) liberador de everolimus Xience V (Abbott Vascular, Santa Clara, Califórnia, EUA) tem demonstrada eficácia e segurança sustentada no tratamento de pacientes selecionados com lesões coronárias. No entanto, o impacto do SF Xience V em populações da prática clínica com lesões complexas ainda não está totalmente determinado. Métodos: O Registro BRAVO foi um estudo prospectivo, não-randomizado, multicêntrico, que avaliou resultados clínicos tardios de pacientes minimamente selecionados tratados com o SF Xience V na prática diária brasileira. Um total de 535 pacientes incluídos em 25 centros clínicos enre 09/ /2010. Eventos cardíacos adversos maiores (ECAM) foram definidos como morte cardíaca, infarto agudo do miocárdio (IAM) e revascularização do vaso-alvo (RVA), incluindo revascularização da lesão-alvo (RLA). Resultados: A média das idades foi 62,7 anos, 40% tinham diabetes, 24,9% com IAM prévio e 49,6% com revascularização prévia. Cerca de 41,9% apresentaram-se com síndrome coronária aguda, 68,9% tinham lesões de alta complexidade (tipo B2/C) e 46,1% trataram a artéria descendente anterior. Múltiplos stents foram implantados em 13,8% dos casos, e o sucesso angiográfico foi >99%. As incidências cumulativas de eventos na fase intra-hospitalar e em 1, 6 e 12 meses foram, respectivamente: ECAM: 1.9, 2.4, 4.3 e 5.6%; Morte cardíaca: 0, 0.4, 1.1 e 1.3%; IAM: 1.9, 1.9, 2.2 e 3.0%; RLA/RVA: 0/0, 0.2/0.4, 0.9/1.3 e 2.2%/1.7%. Durante o seguimento de 1 ano, ocorreram 5 casos de trombose de stent - pelos crtitérios ARC -, com taxa de evento de 0,93% (0,56% definitiva/provável). Conclusão: Neste Registro multicêntrico nacional que incluiu Pacientes e lesões complexos, o SF Xience V mostrou excelentes resultados imediatos e efetividade clínica e segurança sustentadas até o seguimento de 1 ano. 13

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