SEGURO DE LUCROS CESSANTES E SEUS ASPECTOS CONTÁBEIS

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DEPARTAMINETO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS E ATUARIAIS NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM CONTABILIDADE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM CONTROLADORIA DE GESTÃO SEGURO DE LUCROS CESSANTES E SEUS ASPECTOS CONTÁBEIS GUSTAVO KNETIG Trabalho de conclusão apresentado ao Núcleo de Estudos e Pesquisas em Contabilidade da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS como requisito parcial para a obtenção do título de Especialista em Controladoria de Gestão Orientador: Prof. Msc. Sérgio Rangel Guimarães Porto Alegre 2010

2 1 SEGURO DE LUCROS CESSANTES E SEUS ASPECTOS CONTÁBEIS Gustavo Knetig Resumo: O presente artigo tem como objetivo o estudo das práticas contábeis a serem utilizadas na contratação do seguro de Lucros Cessantes, bem como nas apurações de perda de resultado em decorrência de sinistros que perturbem o movimento de negócios de empresas seguradas. As empresas estão sujeitas a diversos riscos, sendo de grande importância a existência da contratação de seguros patrimoniais, inclusive de lucros cessantes, para que possam estar prevenidas de prejuízos decorrentes da ocorrência de sinistros. É apresentada nesse artigo uma revisão teórica pertinente aos aspectos referentes ao ramo securitário de Lucros Cessantes, bem como procedimentos contábeis a serem utilizados nessa área de seguro. Constata-se nesse mercado securitário que para a contratação do seguro de resultado, é condição básica que a empresa possua contabilidade organizada e com informações consistentes, pois com base na contabilidade serão apurados os valores seguráveis, assim como as perdas indenizáveis. Um aspecto relevante na contratação desse seguro e na apuração de prejuízo pertinente ao mesmo refere-se ao método de custeio utilizado para apuração de resultado, pois o tratamento dos gastos fixos e variáveis influencia diretamente nesse levantamento. Palavras-chave: Seguro. Lucros Cessantes. Contabilidade. Sinistro. Graduado em Ciências Contábeis pela Fargs - Faculdades Rio-Grandenses. Pós-graduando em Controladoria de Gestão pela UFRGS - Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Regulador de Sinistros. Professor de Contabilidade da Funenseg Escola Nacional de Seguros.

3 2 1 INTRODUÇÃO Vive-se um importante momento econômico, com crescimento de diversas empresas. Essa profissionalização está fazendo com que os proprietários e administradores de empresas passem a se antecipar às situações adversas. Juntamente com esse movimento, está crescendo o mercado de seguros. A ocorrência de um evento causador de destruição, conhecido como sinistro na área de seguros, além de perdas e danos materiais à empresa, pode trazer prejuízos financeiros resultantes da paralisação ou diminuição das suas atividades de negócios. O seguro de lucros cessantes visa garantir a situação financeira da empresa, industrial ou comercial, na ocorrência de quaisquer sinistros devidamente cobertos pela apólice de seguros, quando a ocorrência perturbe o movimento de negócios. A cobertura de lucros cessantes pode cobrir o lucro líquido mais despesas fixas, quando constatado que a empresa operava com lucro antes da paralisação, pode cobrir somente as despesas fixas quando comprovado que a empresa operava com resultado nulo das operações antes da paralisação e, pode cobrir o valor correspondente à diferença entre as despesas fixas e o prejuízo, no caso da empresa vir operando, antes da paralisação, com prejuízo. Como exemplo de lucros cessantes, pode-se citar a linha de montagem de uma determinada empresa, quando atingida por um incêndio que causou danos significativos em máquinas e equipamentos específicos da produção. Tratam-se de bens que não são recuperáveis em curto período. Pode-se transcorrer longo período até sua completa reativação e, durante este, a empresa estará privada de dar continuidade normal em suas atividades, tendo como conseqüência a queda de receita. Entretanto, algumas despesas não param de incorrer, deixando a empresa numa situação vulnerável. Nesse momento surge a apólice de cobertura de lucros cessantes, visando indenizar as perdas decorrentes desse período improdutivo. Quando uma empresa decide avaliar a viabilidade da contratação de um seguro de resultado, deverá ser realizada análise das demonstrações contábeis dos exercícios anteriores e, também é necessária a avaliação da projeção das tendências de negócios, onde será avaliada a perspectiva de resultados futuros. O planejamento orçamentário servirá de base para avaliar os valores que deverão ser considerados na contratação de verba adequada para o seguro de Lucros Cessantes.

4 3 A apuração de prejuízo pertinente à Lucros Cessantes em um eventual sinistro será realizada com base na análise de movimento de negócios, onde serão avaliados os gastos fixos e variáveis, lucro líquido, lucro bruto e período indenitário. O custo do produto/mercadoria ou serviço prestado está diretamente relacionado ao resultado da empresa e, merece atenção especial na análise para o seguro de Lucros Cessantes. Quanto às necessidades fiscais, existem exigências na legislação com o objetivo de determinar a base de cálculo para efeito do imposto de renda e da contribuição social. O método de custeio por absorção é derivado da aplicação dos princípios fundamentais de contabilidade e é, no Brasil, o método válido para apresentação de demonstrações financeiras e para o pagamento do Imposto de Renda (CREPALDI, 2004). Existe também o método de custeio direto ou variável, onde existe tratamento diferenciado referente ao lançamento de custos e despesas, alterando a apuração do resultado. Sendo assim, serão apresentados os métodos de custeio para verificação de qual a forma mais indicada para utilização gerencial no seguro de Lucros Cessantes. 2 RISCO De acordo com o glossário de seguros da Fenaseg, risco é definido como: É o evento incerto ou de data incerta que independe da vontade das partes contratantes e contra qual é feito o seguro. O risco é a expectativa de sinistro. Sem risco, não pode haver contrato de seguro (FENASEG, 2010). As empresas estão constantemente sujeitas à diversos riscos externos, tais como econômicos, sociais e naturais. Nesse momento entra em ação o papel das Companhias Seguradoras, trazendo a possibilidade de assumir um determinado risco em troca de um prêmio. O prêmio, considerando também o glossário de seguros da Fenaseg, nada mais é que a soma em dinheiro, paga pelo segurado ao segurador, para que este assuma a responsabilidade de um determinado risco. Tanto o segurado quanto à seguradora realizam uma avaliação desse risco, ou seja, a probabilidade do acontecimento dessa perda, definida como possível e amparada em uma apólice. Essa avaliação consiste principalmente na probabilidade do fato acontecer e também no seu impacto financeiro. Como são vários os riscos que as empresas estão expostas, conseqüentemente existem diversas coberturas securitárias no mercado, cabendo às empresas avaliar quais são as

5 4 coberturas mais apropriadas aos seus riscos. Além disso, as coberturas de seguro podem ser alteradas entre as partes envolvidas, objetivando garantir o risco específico de cada segurado, ou seja, as coberturas de seguro podem ser modificadas previamente à contratação, visando garantir riscos específicos que não possuem coberturas pré-definidas em seguradoras, criando assim novos produtos de seguro. 3 A HISTÓRIA DO SEGURO Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a abertura dos portos para o comércio internacional deu início à atividade de seguros no Brasil, sendo que isso ocorreu em Nesse ano, surgiu a primeira sociedade de seguros no país, a Companhia de Seguros BOA-FÉ, operando no seguro marítimo. No início das atividades securitárias, as mesmas eram reguladas por leis portuguesas. Apenas em 1850 com a promulgação do Código Comercial Brasileiro é que o seguro marítimo foi estudado e regulado em todos os aspectos. Foi de fundamental importância o surgimento do "Código Comercial Brasileiro" para o desenvolvimento do seguro no Brasil, pois isso incentivou o aparecimento de outras empresas seguradoras, além do início das atividades de seguros em outros ramos, tais como o seguro de transporte terrestre. Com a expansão do setor securitário no país, empresas de seguros estrangeiras se interessaram pelo mercado brasileiro, surgindo as primeiras sucursais de seguradoras sediadas no exterior. Estas sucursais transferiam para suas matrizes os recursos financeiros obtidos pelos prêmios cobrados, provocando uma significativa evasão de divisas. Dessa forma, com o objetivo proteger os interesses econômicos do País, foi promulgada, em 5 de setembro de 1895, a Lei n 294, dispondo exclusivamente sobre as companhias estrangeiras de seguros de vida, determinando que suas reservas técnicas fossem constituídas e tivessem seus recursos aplicados no Brasil, para fazer frente aos riscos aqui assumidos. Essa Lei trouxe o desinteresse das entidades estrangeiras em continuar as atividades no país, fazendo com que fechassem as sucursais. O mercado segurador brasileiro alcançou um desenvolvimento satisfatório no final do século XIX, momento em que os seguros de transportes marítimos e terrestres seguiam as

6 5 regras estabelecidas no Código Comercial e, seguradoras estrangeiras estavam instaladas no Brasil com significativa experiência do ramo. 4 O MERCADO DE SEGUROS NO BRASIL Desde 1994 o mercado de seguros brasileiro sofre mudanças significativas. O mercado securitário possuía menor relevância na economia brasileira até a chegada do Plano Real em 1994, momento em que foi reduzida a inflação e introduzido o real como moeda brasileira. Após a implementação do Plano Real, a inflação e as taxas de juros mantém-se relativamente estáveis e baixas em comparação com o período anterior à chegada desse plano. Em geral, a atividade industrial e varejista, salários e poder de compra do consumidor têm crescido. Todos esses fatos têm ajudado no estímulo ao crescimento do mercado securitário do Brasil. Apesar do significativo crescimento desde 1994, o mercado de seguros brasileiro ainda é relativamente pouco desenvolvido em comparação com outros países. Na tabela abaixo é possível identificar o crescimento do mercado securitário brasileiro, considerando a arrecadação do mercado de seguros gerais: Tabela 1 Arrecadação do Mercado de Seguros Gerais Ano Arrecadação do Mercado de Seguros Gerais (Em R$ Milhões) Fonte: FEDERAÇÃO NACIONAL DE SEGUROS GERAIS. Estatísticas. Disponível em: <http://www.fenaseg.org.br/main.asp?view=%7b790d7e8f%2d764f%2d4b40%2d86f8% 2DE5DA %7D&Team=&params=itemID=%7BB9238EFB%2DAB72%2D45C8%2 D9CD0%2DF071F915B86C%7D%3B&UIPartUID=%7B3822DBC5%2D4F58%2D44D6%2 DB54F%2DC0D1C818CFDC%7D>. Acessado em: 23 dez

7 6 4.1 CLASSIFICAÇÃO DOS SEGUROS Conforme divulgação da Fenaseg, considerando a classificação adotada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), o segmento de seguros gerais (seguros de danos) é composto da seguinte forma: Tabela 2 Classificação Adotada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) GRUPO RAMOS Automóvel Patrimonial Acidente Pessoais de Passageiros, Responsabilidade Civil Transp.Rod., Interest.e Internac., Garantia Estendida/Mecânica, Carta Verde, Seguro Popular de Automóvel, Automóvel, Responsabilidade Civil Transp.Viagens, Internacionais, RCF-V Incêndio Tradicional, Incêndio Bilhetes, Vidros, Compreensivo Residencial, Roubo, Compreensivo Condomínio, Tumultos, Compreensivo Empresarial, Lucros Cessantes, Lucros Cessantes Cobertura Simples, Fidelidade, Riscos de Engenharia, Riscos Diversos, Global de Bancos, Riscos Diversos Planos Conjugados, Extensão de Garantia, Riscos Nomeados e Operacionais DPVAT DPVAT Categorias 1, 2, 9 e 10, DPVAT Categorias 3 e 4 Habitacional Transporte Riscos Financeiros Habitacional SFH, Habitacional Fora do SFH Transporte Nacional, Transporte Internacional, Resp.Civil Transportador Intermodal, Resp.Civil do Transp.Viagem Internacional Carga, Resp.Civil Transportador Ferroviário Carga RCTF-C, Resp.Civil Transportador Aéreo Carga RCTA-C, Resp. Civil Transportador Rodoviário Carga RCTR-C, Resp. Civil Facultativo Desvio de Carga RCF-DC, Resp.Civil do Transportador Aquaviário Carga RCA-C, Resp.Civil Op.Transporte Multimodal Garantia Financeira, Garantia de Obrigações Privadas, Garantia de Obrigações Públicas, Fiança Locatícia, Garantia de Concessões Públicas, Garantia Judicial, Garantia

8 7 Crédito Responsabilidades Cascos Tabela 2 Cont. Classificação Adotada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) Crédito à Exportação Risco Comercial, Crédito Interno, Crédito à Exportação, Crédito à Exportação Risco Político, Crédito Doméstico Risco Comercial, Crédito Doméstico Risco P.Física Resp. Civil Adm e Diretores (D&O), Resp. Civil Geral, Resp. Civil Profissional Marítimos, Aeronáuticos, Resp. Civil Hangar, DPEM, Aeronáuticos Bilhete Fonte: FEDERAÇÃO NACIONAL DE SEGUROS GERAIS. O que é mercado de seguros gerais. Disponível em: <http://www.fenaseg.org.br/main.asp?view={db7f564e a7b-8a cb3396}>. Acessado em: 23 dez SINISTRO Pode ser definido como um evento causador de destruição. Serve como exemplo o incêndio que causa a destruição de propriedades. De acordo com o glossário de seguros da Fenaseg, sinistro é o termo utilizado para definir em qualquer ramo ou carteira de seguro, o acontecimento do evento previsto e coberto no contrato. Assim que uma Companhia Seguradora recebe a comunicação de um sinistro, a mesma providencia imediatamente a realização de registros internos, abrindo um processo de sinistro e, designa um Regulador de Sinistros para a realização dos trabalhos referentes ao acidente. 4.3 REGULADOR DE SINISTROS Considerando o glossário de seguros da Fenaseg, o Regulador de Sinistros é uma pessoa física ou jurídica, tecnicamente habilitada, encarregada pelas Seguradoras e/ou Resseguradores de efetuar as vistorias dos bens sinistrados, bem como elaborar o levantamento dos prejuízos sofridos em decorrência do sinistro, indicando a causa, natureza e extensão das avarias. Também é responsável pela verificação da cobertura do sinistro de

9 8 acordo com os termos da apólice. As Companhias Seguradoras podem escolher entre designar um dos seus funcionários Reguladores, um Regulador de Sinistros Independente ou acionar alguma Empresa de Prestação de Serviços para exercer as atividades cabíveis. Normalmente os sinistros de grande prejuízo trazem diversas questões técnicas que devem ser analisadas, trazendo a necessidade da contratação de especialistas para auxiliar. Serve como exemplo Engenheiro Civil para atuar nas apurações pertinentes aos prédios sinistrados, ou Engenheiro Mecânico para auxiliar em questões de máquinas e equipamentos atingidos. Para apurar o prejuízo de uma empresa decorrente da redução ou paralisação das atividades em função de sinistro, é necessária a contratação de um especialista capaz de analisar as demonstrações contábeis da empresa e projetar como seria o resultado da mesma caso não ocorresse o sinistro. O especialista mais indicado para essa atividade é um contador, porém, existem também outros profissionais, tais como administradores e economistas, que são capazes e atuam realizando essa atividade. Além de especialista nesse assunto, é de fundamental importância que esse profissional tenha um profundo conhecimento da área de seguros, pois o mesmo deverá realizar esse trabalho específico considerando questões contratuais da apólice contratada e aplicando as normas de seguro. Ao contratar uma cobertura securitária para Lucros Cessantes, o segurado pode optar em contratar também cobertura de extensão para despesas com honorários de peritos contadores, sendo que em caso de sinistro, a empresa segurada pode contratar um contador visando auxiliar nas apurações de prejuízos, estando cobertos pelo seguro os honorários desse profissional. Ressalta-se que sempre o Regulador de Sinistros é o responsável pela condução do processo, tomando todas as medidas necessárias para apuração do prejuízo, orientando os Seguradores ou Resseguradores a contratar profissionais específicos para auxiliar nos trabalhos, objetivando apresentar o valor do prejuízo amparado tecnicamente pela apólice de seguro para efeito de indenização, liquidando o processo e fazendo com que o seguro cumpra sua função.

10 9 5 ORIGEM E EVOLUÇÃO DO SEGURO DE LUCROS CESSANTES De acordo com Maria Lucia Freitas de Aguiar, as primeiras tentativas conhecidas vêm da Inglaterra, ao final do século XVIII, momento em que a Cia. Minerva Universal anunciou a intenção de garantir a interrupção de atividade em complemento à apólice de incêndio. Desde essa época o seguro de Lucros Cessantes vem evoluindo. No início, as indenizações eram apuradas considerando uma porcentagem dos danos materiais ocorridos e, eram realizadas semanalmente, de acordo com o tempo da paralisação ocorrido em função dos danos materiais. Com o passar do tempo foram estabelecidas bases mais técnicas para apurar o prejuízo financeiro sofrido pela empresa decorrente do sinistro. Para essa evolução, o primeiro passo foi estabelecer uma porcentagem de lucro para ser aplicada à queda de movimento dos negócios em razão do sinistro, que era fixada na contratação do seguro e incluída na apólice, denominada Lucro Bruto Segurável. Após isso, a evolução visou oferecer cada vez mais a garantia real aos segurados para que em caso de sinistro, os mesmos tivessem certeza de que o movimento do negócio voltaria ao mesmo nível que se encontrava antes do evento, como se o sinistro não tivesse ocorrido. O método para apuração dos prejuízos advindos de Lucros Cessantes vem se alterando no decorrer do tempo, passando por aperfeiçoamentos e sofisticações que foram necessários para acompanhar o desenvolvimento econômico empresarial. Essa evolução vem no sentido de que mesmo com a paralisação das atividades da empresa, o segurado tenha condições de cumprir com suas obrigações fixas (Gastos Fixos) e, garanta o resultado positivo das operações (Lucro Líquido). A regulamentação do Seguro de Lucros Cessantes no Brasil ocorreu em 1948, porém, somente em 1951 essa modalidade de seguros passou a ser praticada, momento em que o IRB (Instituto de Resseguros do Brasil) começou a operar com a Carteira de Lucros Cessantes, segundo Maria Lucia Freitas de Aguiar. No início, a cobertura de Lucros Cessantes teve como base o modelo adotado no mercado inglês e, passou por alterações e reformulações adaptando-se ao mercado brasileiro. De um modo geral, o desenvolvimento dessa modalidade de seguro no mercado nacional tem sido lento em relação a outros Ramos de seguro, porém, a tendência é de acompanhar o crescimento da economia nacional.

11 10 6 ANÁLISE DO RISCO PARA CONTRATAÇÃO DO SEGURO LUCROS CESSANTES É também função do Corretor orientar o Segurado a realizar as devidas análises de riscos para a contratação de importância segurada e período indenitário adequados. Para a realização da análise de risco, deverão ser avaliadas as demonstrações contábeis dos exercícios anteriores e projeções expostas no planejamento orçamentário, onde serão avaliadas as perspectivas de resultado da empresa. Após realizadas essas análises, deverá ser analisada a necessidade de contratação de coberturas acessórias, tais como honorários de peritos contadores, despesas com instalação em novo local e extensão de cobertura a fornecedores e/ou compradores. O objetivo é manter a operacionalidade e lucratividade da empresa nos níveis anteriores à ocorrência de um sinistro, dando condições para que os negócios continuem funcionando (SOUZA, 2007, p. 70). A seguir será apresentada a definição dos elementos que devem ser considerados na contratação de um seguro de Lucros Cessantes, de modo que se possa chegar aos valores do negócio que podem e devem ser garantidos por essa cobertura securitária. 6.1 MOVIMENTO DE NEGÓCIOS Deverá ser realizada analise das demonstrações contábeis dos exercícios anteriores e, também é necessária a avaliação da projeção das tendências de negócios, onde será avaliada a perspectiva de resultados futuros. A apuração de prejuízo pertinente à Lucros Cessantes em um eventual sinistro será realizada com base na análise de movimento de negócios, onde serão avaliadas os custos fixos (CF) e variáveis (CV), despesas fixas (DF) e variáveis (DV), lucro líquido, lucro bruto e período indenitário. Não há uma padronização da quantidade de exercícios anteriores a serem analisados, porém, é recomendável a análise de três ou cinco exercícios passados.

12 A GARANTIA DO SEGURO DE LUCROS CESSANTES O valor segurável no Seguro de Lucros Cessantes é o lucro bruto, mas o lucro bruto, para o Seguro de Lucros Cessantes, é diferente do lucro bruto apresentado na Contabilidade (SOUZA, 2009). É realizada essa afirmação em função do tratamento de custos e despesas, fixos e variáveis, ao aplicar os métodos de custeio. O método válido no Brasil para apresentação das demonstrações contábeis é o por absorção, pois é derivado da aplicação dos princípios fundamentais de contabilidade. Serão apresentadas no decorrer do presente artigo as principais diferenças desses métodos de custeio para utilização nas apurações aplicadas ao seguro em questão. Para apuração dos valores seguráveis, bem como na apuração de prejuízos advindos de sinistros, deve-se considerar como lucro bruto a soma do lucro líquido e gastos fixos. É comum no mercado de seguros, a utilização somente do termo despesas fixas, porém, esse termo inclui também denominados custos fixos usuais do ramo da contabilidade. Para melhor visualização, segue ilustração do método utilizado no mercado securitário: Lucro Bruto = Lucro Líquido + Despesas Fixas 6.3 CUSTOS E DESPESAS No mercado securitário de Lucros Cessantes não faz-se distinção desses dois termos, pois o que interessa é se esses valores continuarão a incorrer após a paralisação e/ou redução do movimento de negócios do segurado, sem relação proporcional à produção, tratando-se de fixos ou variáveis. Por essa razão, é usual a utilização somente do termo despesas fixas, sendo que esse termo refere-se aos custos e despesas que estão garantidos no seguro. Como o presente artigo visa apresentar também questões pertinentes à técnica contábil, para um melhor entendimento, será utilizado o termo gastos, sendo que o mesmo se refere à soma dos custos e despesas, assim facilitando o entendimento de profissionais da área contábil.

13 GASTOS VARIÁVEIS E FIXOS Contabilmente, os gastos variáveis são aqueles que variam de acordo com a quantidade produzida, reduzindo na mesma proporção de uma redução ou paralisação das atividades. Servem como exemplo a aquisição de matéria-prima, fretes e impostos. Já os gastos fixos são aqueles que não dependem da quantidade produzida e ocorrem todos os meses na mesma proporção, continuando após a paralisação das atividades na mesma proporção anterior à ocorrência de um sinistro. Podem ser citados como gastos fixos o aluguel, salários e encargos sociais. Considerando essas definições, é possível verificar a razão pela qual os gastos variáveis não são garantidos por essa modalidade de seguro, pois ocorrendo redução da atividade da empresa ou até sua paralisação em função de sinistro, esses gastos serão reduzidos na mesma proporção. Ao contrário disso, os gastos fixos continuarão ocorrendo, indiferentes da paralisação ou redução das atividades da empresa. Sendo assim, entende-se porque o seguro de Lucros Cessantes garante apenas os gastos fixos e o lucro líquido em caso de sinistro, pois esses representam os gastos que não cessam e a conseqüente ausência ou redução do lucro. Em seguro de Lucros Cessantes o conceito de fixa ou variável não é o conceito contábil (NAKIRI, 2007). Como exemplo pode-se citar gastos com energia elétrica, telefone e água, pois após a ocorrência de um sinistro, esses apresentam a tendência de baixar até certo estágio e passarem a ser considerados como fixos. Esse aspecto deve também ser levado em consideração na apuração do valor segurável e apurações de prejuízos decorrentes de sinistros. Porém, questão não é alvo de estudo no presente artigo. 6.5 LUCRO LÍQUIDO Na análise de risco para a contratação do seguro, o lucro líquido refere-se ao resultado das atividades do segurado após a dedução de todas as despesas e custos, incluindo amortizações, depreciações e impostos. É de extrema importância ter ciência de que o objetivo do seguro é cobrir apenas o resultado da empresa em sua atividade principal, desconsiderando quaisquer outros resultados que não estejam ligados diretamente com a sua

14 13 atividade fim. Serve com exemplo de resultados que não estão ligados com a atividade fim os de equivalência patrimonial, alienação de ativos e reavaliação de ativos. 6.6 LUCRO BRUTO SEGURÁVEL O lucro bruto é considerado o resultado líquido das vendas ou serviços prestados, deduzido do custo do produto/mercadoria ou serviço. Para efeito de seguro existe o termo Lucro Bruto Segurável, sendo que esse se resume ao lucro líquido somado aos gastos fixos. Trata-se de um termo usual no mercado securitário de Lucros Cessantes. Caso a empresa esteja operando com prejuízo, o lucro bruto segurável refere-se aos gastos fixos deduzidos do prejuízo decorrente das atividades da empresa. Esse cálculo é realizado partindo do princípio de que a empresa já arcava com parte desses gastos, sem qualquer resultado útil antes da ocorrência do sinistro. Para melhor entendimento ressalta-se que o objetivo do seguro de Lucros Cessantes é manter o negócio do segurado na mesma proporção anterior ao sinistro, pois caso fosse realizada indenização de todos os gastos fixos, acabaria alterando o resultado da empresa que deixaria de ser negativo. Partindo desse entendimento, o segurado estaria se beneficiando com o recebimento da indenização e não compensando a perda real sofrida, objetivo de qualquer modalidade de seguro. 6.7 PERÍODO INDENITÁRIO O período indenitário refere-se ao tempo no qual a empresa segurada opta para contratação da cobertura de Lucros Cessantes, sendo o período que inicia no momento da ocorrência de um sinistro e termina quando a atividade da empresa retorna na mesma proporção anterior. Essa é uma importante análise a ser realizada para a contratação desse seguro, pois caso seja contratado inferior à necessidade real em caso de sinistro, a indenização será também inferior. Já quando contratado superior à necessidade, estará sendo um fator que aumenta o valor do prêmio a ser pago para contratação do seguro, tratando-se de uma despesa gerada sem necessidade. Esse deve ser escolhido de acordo com a atividade do segurado. Serve como exemplo

15 14 um sinistro que causa danos em diversas máquinas importadas específicas do setor produtivo. A realização dos devidos reparos nessas máquinas pode levar diversos meses, pois as máquinas devem ser transportadas para o país onde está estabelecido o fabricante e, conseqüentemente estaria afetando a produção da empresa segurada, dessa forma, será necessário muito tempo para a conclusão dos reparos, trazendo a necessidade da contratação de um período indenitário maior. Como outro exemplo é possível citar uma empresa do ramo imobiliário que, em caso de sinistro, poderia locar outro imóvel e transferir seus colaboradores para esse local, podendo praticar suas atividades normalmente, pois não depende de equipamentos específicos de produção para seu movimento de negócios. Conseqüentemente, poderia contratar um período indenitário menor. Para a análise da contratação de período indenitário, é preciso considerar diversos fatores, tais como tempo para limpeza e remoção dos destroços do local, planejamento e reconstrução dos prédios, realização de reparos/substituições de máquinas e equipamentos e, perda de mercado. Uma contratação de período indenitário inadequado pode trazer despesas significativas para a empresa segurada, pois o segurador não se responsabiliza por qualquer perda que ultrapasse a quantidade de meses estabelecida na apólice. 7 COBERTURAS ADICIONAIS PARA O SEGURO DE LUCROS CESSANTES Ao contratar o seguro em questão, o segurado pode optar em incluir condições particulares ao contrato. Além disso, existem garantias adicionais que podem ser contratadas de acordo com as necessidades da empresa. Considerando as práticas usuais de mercado, as três principais garantias adicionais são Honorários de Peritos Contadores, Despesas com Instalação em Novo Local e Extensão da Cobertura a Fornecedores e/ou Compradores. Em seguida serão apresentadas brevemente as finalidades dessas coberturas adicionais.

16 HONORÁRIOS DE PERITOS CONTADORES Em função da complexidade das apurações de prejuízos pertinentes à perda de resultado em decorrência de um sinistro, a cobertura em questão visa garantir o pagamento de honorários a profissionais contadores contratados pela empresa segurada objetivando o auxílio na preparação e apresentação de reclamação de prejuízos para a cobertura de Lucros Cessantes. 7.2 DESPESAS COM INSTALAÇÃO EM NOVO LOCAL Se o sinistro causar danos que impossibilitem a empresa segurada de continuar suas atividades no local sinistrado, a cobertura Despesas Com Instalação em Novo Local garante uma verba ao segurado para que o mesmo a utilize visando se instalar em outro local definitivamente. Para instalação em um novo local, provavelmente incorrerão despesas tais como obras civis, instalações diversas, entre outras. 7.3 EXTENSÃO DA COBERTURA A FORNECEDORES E/OU COMPRADORES Trata-se de uma garantia adicional de grande relevância e, dependendo de algumas particularidades da empresa segurada, a falta de contratação dessa garantia pode trazer sérios impactos financeiros. Essa cobertura visa garantir a empresa segurada de prejuízos pertinentes às perdas de lucro bruto em decorrência de sinistros que venham a ocorrer nas instalações de alguns de seus fornecedores e/ou compradores pré-estabelecidos no contrato de seguro. Para demonstrar a importância dessa garantia adicional, pode-se citar como exemplo alguma indústria automobilística que venha a se instalar em um determinado local e, outras empresas de menor porte se instalem próximas com o objetivo de fornecimento de peças para a montagem dos veículos. É comum que essas empresas de menor porte dependam da indústria automobilística para garantir seus movimentos de negócios. Ao ocorrer um sinistro na indústria automobilística que cause a perturbação ou paralisação nas atividades de

17 16 produção, a mesma reduzirá ou encerrará suas compras de fornecedores, fator que provavelmente trará impactos significativos nos resultados dessas empresas de menor porte. Nesse momento aparece a relevância dessa garantia adicional para essas empresas fornecedoras da empresa automobilística. 8 SIMULANDO CÁLCULOS DE INDENIZAÇÃO Durante a análise das demonstrações contábeis da empresa para contratação do seguro de Lucros Cessantes, é importante a simulação de um sinistro, visando realizar o cálculo para indenização. Para esse cálculo, existem algumas possibilidades que estão expostas a seguir, onde será simulada a paralisação das atividades. 8.1 INDENIZAÇÃO PARA EMPRESA COM RESULTADO LUCRATIVO Nessa hipótese, considera-se uma empresa que está operando com lucro em seu resultado, conforme segue: Tabela 3 Cálculo de Indenização para Empresa com Resultado Lucrativo DRE Cálculo de Indenização Descrição R$ Receita com Vendas Descrição R$ (-) Gastos Variáveis (30.000) Lucro Líquido (=) Lucro Bruto (+) Gastos Fixos (-) Custos Fixos (10.000) (=) Indenização (-) Despesas Fixas (20.000) (=) Lucro Líquido Fonte: Elaborada pelo autor. Observa-se que a indenização apurada para efeito da cobertura de Lucro Cessantes totaliza R$ , sendo a soma do lucro líquido e os gastos fixos. Esse cálculo é realizado em função de todos os outros itens reduzirem na mesma proporção das atividades da empresa,

18 17 ou seja, como a empresa paralisou suas atividades, também são paralisadas as vendas, conseqüentemente paralisando os custos e despesas que variam de acordo com sua atividade. 8.2 INDENIZAÇÃO PARA EMPRESA COM RESULTADO NULO Tabela 4 Cálculo de Indenização para Empresas com Resultado Nulo DRE Cálculo de Indenização Descrição R$ Receita com Vendas Descrição R$ (-) Gastos Variáveis (50.000) Lucro Líquido 0 (=) Lucro Bruto (+) Gastos Fixos (-) Custos Fixos (30.000) (=) Indenização (-) Despesas Fixas (20.000) (=) Lucro Líquido 0 Fonte: Elaborada pelo autor. Conforme descrito na tabela acima, a empresa opera com resultado nulo. No momento em que ocorrer a paralisação das atividades dessa empresa, os gastos fixos continuarão ocorrendo, dessa forma, a indenização seria referente somente à esses gastos, pois não há lucro ou prejuízo em seu resultado.

19 INDENIZAÇÃO PARA EMPRESA COM PREJUÍZO INFERIOR AOS GASTOS FIXOS Tabela 5 Cálculo de Indenização para Empresas com Prejuízo Inferior aos Gastos Fixos DRE Cálculo de Indenização Descrição R$ Receita com Vendas Descrição R$ (-) Gastos Variáveis (50.000) Prejuízo Líquido (10.000) (=) Lucro Bruto (+) Gastos Fixos (-) Custos Fixos (30.000) (=) Indenização (-) Despesas Fixas (30.000) (=) Prejuízo Líquido (10.000) Fonte: Elaborada pelo autor. É possível verificar na tabela acima que a empresa opera com prejuízo líquido de R$ Ocorrendo a paralisação das atividades da empresa, os gastos fixos continuarão a ocorrer. Conforme já exposto, em casos que a empresa segurada opera com prejuízo, o mesmo deverá ser deduzido dos gastos fixos para cálculo da indenização. Caso a seguradora indenize o valor total dos gastos fixos, o segurado estaria se beneficiando do eventual sinistro, fazendo com que o seguro deixe de cumprir sua função que é indenizar a perda real sofrida decorrente do evento de destruição. 8.4 INDENIZAÇÃO PARA EMPRESA COM PREJUÍZO SUPERIOR AOS GASTOS FIXOS Conforme já descrito, quando a empresa apresenta prejuízo líquido em seu resultado, o mesmo deverá ser deduzido dos gastos fixos para efeito de indenização. Existem situações em que o prejuízo pode ser superior aos gastos fixos, dessa forma, o cálculo de indenização é o seguinte:

20 19 Tabela 6 Cálculo de Indenização para Empresas com Prejuízo Superior aos Gastos Fixos DRE Cálculo de Indenização Descrição R$ Receita com Vendas Descrição R$ (-) Gastos Variáveis ( ) Prejuízo Líquido (80.000) (=) Prejuízo Bruto (10.000) (+) Gastos Fixos (-) Custos Fixos (40.000) (=) Indenização 0 (-) Despesas Fixas (30.000) (=) Prejuízo Líquido (80.000) Fonte: Elaborada pelo autor. Observa-se na tabela acima que a empresa opera com prejuízo líquido de R$ Caso ocorra um sinistro que traga a paralisação das atividades da empresa, os gastos fixos continuariam ocorrendo, porém, o prejuízo líquido é superior à esses gastos. Isso quer dizer que, antes da dedução dos gastos fixos na DRE, já existia o prejuízo, ou seja, os custos e despesas que variam de acordo com a atividade da empresa já são superiores à sua receita. Dessa forma, a princípio é vantajoso para a empresa segurada a ocorrência da paralisação de suas atividades, pois ao paralisar suas atividades o prejuízo líquido seria inferior ao que está resultando quando a empresa opera normalmente. Conseqüentemente, não há qualquer indenização devida à uma empresa com resultado nessas características, pois ocorrendo a paralisação das atividades já acontece também a redução do prejuízo. 9 FATORES CONTÁBEIS PARA ANÁLISE PARA CONTRATAÇÃO DO SEGURO Conforme já descrito, é função da empresa segurada analisar os fatores para contratar uma verba e período indenitário adequados. Para isso, serão apresentados nesse tópico os principais fatores contábeis que deverão ser analisados para a contratação do seguro.

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