Alfredo Preto Neto Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

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1 Alfredo Preto Neto Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

2 Medindo Resultados Medir o desempenho da empresa é fundamental para o sucesso e a boa gestão. Não se trata apenas de uma boa prática gerencial, mas de uma ação necessária para saber se a instituição está trilhando o caminho desejado, quanto ainda falta para alcançar os objetivos e para realizar os ajustes necessários, bem como para se comparar perante o mercado.

3 Usuários das Demonstrações Financeiras Usuário Proprietários Administradores Fornecedores Bancos Governo Funcionários Concorrentes Clientes Questões Rentabilidade, valor do negócio? Aumentar ou diminuir investimentos? Que operações devem ser incrementadas / reduzidas? Aumentar ou diminuir crédito? Ceder empréstimos? Tributo calculado corretamente? A empresa é lucrativa? Vendas, margens de lucro, rentabilidade? Capacidade de entrega dos serviços contratados?

4 Usuários das Demonstrações Financeiras Qualquer que seja a necessidade do usuário, a análise das demonstrações financeiras permite avaliar: estrutura patrimonial aplicação e origem dos recursos (capital próprio ou de terceiros) capacidade de liquidez situação financeira rentabilidade do negócio retorno sobre o investimento realizado

5 Estrutura das Demonstrações Financeiras Balanço Patrimonial ATIVO Circulante - até 360 dias Disponível Contas a Receber Estoque Despesa Antecipadas Não Circulante Realizável a Longo Prazo Permanente Investimento Imobilizado Diferido PASSIVO + PL Circulante - até 360 dias Fornecedores a Pagar Funcionários a Pagar Impostos a Pagar Empréstimo a Pagar Passivo não Circulante Patrimônio Líquido Capital Social Reservas Lucros Acumulados Capital de Terceiros Capital Próprio Investimento Total

6 Análise Horizontal ATIVO AH PASSIVO AH Circulante Circulante Caixa e Equivalentes de Caixa % Fornecedores % Contas a Receber % Obrigações e Encargos Trabalhistas % Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (18.860) (12.994) 45% Contas a Pagar % Outros Créditos % Provisão para Contingências % Estoques %Total Passivo Circulante % - Almoxarifado % - Farmácia % Despesas Diferidas %Patrimônio Líquido % Total Ativo Circulante % Resultado do Exercício % Permanente Total Patrimônio Líquido % Imobilizado % Total do Permanente % TOTAL %TOTAL %

7 Análise Vertical Circulante ATIVO 2016 AV 2015 AV PASSIVO 2016 AV 2015 AV Caixa e Equivalentes de Caixa Circulante % % Fornecedores % % Contas a Receber % % Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa Obrigações e Encargos Trabalhistas % % (18.860) -3% (12.994) -3% Contas a Pagar % % Outros Créditos % % Provisão para Contingências % % Estoques % %Total Passivo Circulante % % - Almoxarifado % % - Farmácia % % Despesas Diferidas 220 0% 145 0%Patrimônio Líquido % % Total Ativo Circulante % % Resultado do Exercício % % Permanente Total Patrimônio Líquido % % Imobilizado % % Total do Permanente % % TOTAL % %TOTAL % %

8 Análise de Índices Consiste na relação entre contas ou grupo de contas do Balanço e da Demonstração de Resultado, a fim de se evidenciar a situação da empresa quanto a liquidez, estrutura de capital e rentabilidade. Inúmeros são os índices possíveis de se calcular. apresentamos alguns deles. A seguir,

9 INDICADOR CONCEITO SIGNIFICADO FÓRMULA ENDIVIDAMENTO TOTAL ESTRATÉGIA DE FINANCIAMENTO QUANTOS POR CENTO DO ATIVO SÃO FINANCIADOS COM RECURSOS DE TERCEIROS PASSIVO CIRCULANTE + PASSIVO NÃO CIRCULANTE / ATIVO COMPOSIÇÃO DO ENDIVIDAMENTO CONCENTRAÇÃO DOS PASSIVOS QUANTOS POR CENTO DOS PASSIVOS SE CONCENTRAM NO CURTO PRAZO PC / (PC + PASSIVO NÃO CIRCULANTE COMPOSIÇÃO DO ENDIVIDAMENTO BANCÁRIO CONCENTRAÇÃO DOS PASSIVOS BANCÁRIOS QUANTOS POR CENTO DOS PASSIVOS BANCÁRIOS SE CONCENTRAM NO CURTO PRAZO EMPRÉSTIMOS PC / EMPRÉSTIMOS PC +EMPRÉSTIMOS NÃO CIRCULANTE) DEBT/EQUITY ESTRATÉGIA DE FINANCIAMENTO RELAÇÃO ENTRE DÍVIDAS BANCÁRIAS E CAPITAL PRÓPRIO - ALAVANCAGEM, REVELA A FORMA DE FINANCIAMENTO DA EMPRESA ENDIVIDAMENTO BANCÁRIO BRUTO / PATRIMÔNIO LÍQUIDO NET DEBT/EQUITY ESTRATÉGIA DE FINANCIAMENTO RELAÇÃO ENTRE DÍVIDAS BANCÁRIAS LÍQUIDAS E CAPITAL PRÓPRIO - ALAVANCAGEM, REVELA A FORMA DE FINANCIAMENTO DA EMPRESA END.BANC. LÍQUIDO / PL LIQUIDEZ CORRENTE LIQUIDEZ NO CURTO PRAZO PARA CADA R$1 DE DÍVIDAS NO CURTO PRAZO, QUANTO HÁ DE ATIVOS DE CURTO PRAZO ATIVO CIRCULANTE / PASSIVO CIRCULANTE LIQUIDEZ GERAL LIQUIDEZ NO CURTO E LONGO PRAZO PARA CADA R$1 DE DÍVIDAS TOTAIS (CURTO E LONGO PRAZO), QUANTO HÁ DE ATIVOS REALIZÁVEIS (CURTO E LONGO PRAZO) ATIVO CIRCULANTE + REALIZÁVEL LONGO PRAZO / PASSIVO CIRCULANTE + PASSIVO NÃO CIRCULANTE LIQUIDEZ SECA LIQUIDEZ NO CURTO PRAZO, DESCONSIDERANDO OS ESTOQUES PARA CADA R$1 DE DÍVIDAS NO CURTO PRAZO, QUANTO HÁ DE ATIVOS REALIZÁVEIS (AC - ESTOQUES ) / PC COMPROMETIMENTO DO EBITDA COM OS BANCOS QUANTOS EBITDAs A EMPRESA PRECISA PARA PAGAR SEU PASSIVO BANCÁRIO ENDIVIDAMENTO BANCÁRIO BRUTO / EBITDA COMPROMETIMENTO DO EBITDA COM OS BANCOS LÍQUIDO QUANTOS EBITDAs A EMPRESA PRECISA PARA PAGAR SEU PASSIVO BANCÁRIO LÍQUIDO ENDIVIDAMENTO BANCÁRIO LÍQUIDO / EBITDA

10 INDICADOR SIGNIFICADO FÓRMULA PRAZO MÉDIO DE RECEBIMENTO (PMR) PRAZO MÉDIO DE ESTOCAGEM (PME) PRAZO MÉDIO PAGAMENTOS (MATERIAIS) (PMP) CICLO OPERACIONAL QUANTO TEMPO DEMORA PARA RECEBER AS VENDAS TEMPO MÉDIO PARA ESTOCAR MP, PRODUZIR E ARMAZENAR PROD. ACABADOS TEMPO MÉDIO PARA PAGAMENTO DOS MATERIAIS COMPRADOS TEMPO ENTRE A ENTRADA DA MP E O RECEBIMENTO DAS VENDAS (CONTAS A RECEBER (MÉDIO, OU FINAL) / RECEITAS BRUTAS)X n [ESTOQUES (MÉDIO, OU FINAL) / CUSTOS DOS PRODUTOS VENDIDOS] x n [FORNECEDORES (MÉDIO, OU FINAL) / CUSTOS DOS PRODUTOS VENDIDOS OU COMPRAS BRUTAS] x n PMR + PME CICLO FINANCEIRO SE POSITIVO (NECESSITA DE CAPITAL DE GIRO) PMR+PME PMP GESTÃO DA NCG EM PORCENTAGEM DAS RECEITAS TESOURARIA QUANTOS POR CENTO DAS RECEITAS LÍQUIDAS SÃO NECESSÁRIOS PARA INVESTIR NO CICLO ATIVOS CIRCULANTES FINANCEIROS MENOS PASSIVOS CIRCULANTES FINANCEIROS POSITIVA FOLGA FINANCEIRA DE CURTO PRAZO NEGATIVA USA BANCOS DE CURTO PRAZO (CONTAS A RECEBER + ESTOQUES FORNECEDORES) / RECEITAS LÍQUIDAS (CAIXA + APL.FINANCEIRAS) (EMPRÉSTIMOS E FINANC. PASSIVO CIRC.) NCG CDG ATIVOS CIRCULANTES OPERACIONAIS MENOS PASSIVOS CIRCULANTES OPERACIONAIS POSITIVA INVESTE NO CICLO NEGATIVA TEM O CICLO FINANCIADO POR FORNECEDORES OU CLIENTES FONTES DE LONGO PRAZO MENOS INVESTIMENTOS DE LONGO PRAZO POSITIVO HÁ SOBRA DE RECURSOS DE LONGO PRAZO NEGATIVO HÁ FALTA DE RECURSOS DE LONGO PRAZO (AC ACF)- (PC-PCF) (PL + PNC ) ATIVO NÃO CIRCULANTE

11 ANÁLISE ECONÔMICA CONCEITO SIGNIFICADO FÓRMULA ROE (RETURN ON EQUITY) RENTAB. DO CAPITAL PRÓPRIO QUANTO CADA REAL DE CAPITAL PRÓPRIO GEROU DE LUCRO LUCRO LÍQUIDO/PATRIMÔNIO LÍQUIDO ROI NOPAT RETURN ON INVESTMENT (RENTAB. OPERACIONAL) NET OPERATING PROFIT AFTER TAX RENTAB. OPERACIONAL NOPAT / ATIVO LÍQUIDO LUCRO OP. APÓS EFEITO FISCAL EBIT MENOS IR % MARGEM BRUTA COMPETÊNCIA COMERCIAL E PRODUÇÃO PARA CADA R$1 DE VENDAS, QUANTO SOBRA APÓS DEDUZIR O CUSTO DO PRODUTO, MERCADORIA OU SERV. PRESTADO LUCRO BRUTO / RECEITAS LÍQUIDAS MARGEM EBIT OU MARGEM DA ATIVIDADE COMPETÊNCIA OPERACIONAL PARA CADA R$1 DE VENDAS, QUANTO SOBRA APÓS DEDUZIR OS CUSTOS E AS DESPESAS LIGADAS A ATIVIDADE/NEGÓCIO EBIT/ RECEITAS LÍQUIDAS EBIT É O LUCRO OPERACIONAL ANTES DOS RES. FINANCEIROS E DO IMPOSO DE RENDA MARGEM EBITDA COMPETÊNCIA DE GERAÇÃO DE CAIXA PARA CADA R$1 DE VENDAS, QUANTO GERA DE POTENCIAL DE CAIXA EBITDA/REC.LÍQUIDAS EBITDA É EBIT + DEPRECIAÇÃO E AMORTIZAÇÃO DE ATIVOS COBERTURA DE JUROS COMPROMETIMENTO DO EBITDA COM JUROS REVELA A CAPACIDADE DO EBITDA PAGAR OS JUROS INCORRIDOS EBITDA / DESPESAS FINANCEIRAS MARGEM LÍQUIDA COMPETÊNCIA GLOBAL CAPACIDADE DE TRANSFORMAR VENDAS EM LUCRO LÍQUIDO, EFICIÊNCIA GLOBAL DA EMPRESA, INCLUSIVE SE CONSEGUE "COBRIR" CUSTO FINANCEIRO DAS DÍVIDAS LUCRO LÍQUIDO/REC. LÍQUIDAS

12 Faturamento Faturamento = Previsto Realizável

13 Custeio Custeio = Previsto Realizável Custo Fixo 45,36% 42,50% Custo Variável 54,64% 57,50%

14 Índice de Eficiência Operacional IEO = Despesas Administrativas Receitas + Benefícios

15 Margem de Lucratividade Margem de = Resultado Operacional Lucratividade Receitas das Atividades

16 Ebitda Ebitda = Resultado Operacional + Depreciação Receitas das Atividades

17 Retorno S/ Ativo Total Retorno s/ Ativo = Resultado Operacional Total Ativo Total

18 Índice de Liquidez Índice de Liquidez = Ativo Circulante Passivo Circulante

19 Ações Empreendidas Custos Operadoras de Saúde Implementação Glosas Oportunidades

20 Alfredo Preto Neto Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos

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