O certificado de aprovação (CA) de equipamentos de proteção individual (EPI s) como meio de certificação do produto

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1 O certificado de aprovação (CA) de equipamentos de proteção individual (EPI s) como meio de certificação do produto Márcio Siqueira (PUC Minas / POLI USP) José Joaquim do Amaral Ferreira (POLI USP) José Afonso Piva (PUC Minas) Resumo O presente trabalho aborda o processo para a obtenção do Certificado de Aprovação (CA) de equipamentos de proteção individual (EPI s) e mostra se este respeita as instruções contidas no Guia 67 da ISO/IEC CD2, o qual traz os fundamentos da certificação do produto. Relata-se também a evolução histórica das normas regulamentadoras (NR s), em específico a norma NR 6, bem como dos órgãos competentes que participam deste processo. Palavras-chave: EPI, Certificação de Produto, Segurança no Trabalho. 1. Introdução A sociedade às vezes tem interesse em questionar a respeito de como são projetados, produzidos, distribuídos, usados e dispostos os produtos. Um questionamento freqüente é se o produto possui os atributos que parece ter, tais como segurança, tamanho, adequabilidade para a finalidade pretendida, entre outros. A necessidade de comprovação dos atributos de um produto normalmente é decorrente dos riscos que possíveis não-conformidades deste causariam à saúde ou à segurança dos usuários. Decorre também de exigência do mercado. Esses fatores normalmente geram a necessidade da certificação do produto, a qual poderá ser voluntária, por exigência do mercado ou compulsória por determinação do governo, por legislação ou regulamentos. Em 10 de outubro de 2001, a norma regulamentadora NR 6 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) foi alterada pela Portaria N 25, contemplando em seu bojo algumas considerações e obrigatoriedades quanto à obtenção e manutenção do Certificado de Aprovação (CA) de EPI s, documento emitido por órgão competente do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) que autoriza a comercialização destes equipamentos no território nacional. Como o EPI é um produto e o CA uma autorização dada a este quando o mesmo atende às necessidades requeridas, logo se questiona se o CA é equivalente à certificação do produto ou não. O propósito deste artigo é justamente elucidar a esta questão, como abordar como tramita o processo para obtenção do CA de EPI s e se este atende às orientações contidas no Guia 67 da ISO/IEC CD2 que trata dos Fundamentos da Certificação do Produto; mostrando desde a evolução histórica das normas regulamentadoras, em específico a NR 6, até o envolvimento de órgãos competentes. 2. Histórico das Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego Anterior aos anos 70 a legislação de Segurança e Saúde do Trabalho se apresentava diluída na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Anos lembrados pelas grandes obras como Ponte Rio-Niterói, Hidrelétrica de Itaipu, Usinas de Angra dos Reis e outras. Segundo Ribeiro Filho ENEGEP 2003 ABEPRO 1

2 (2000), este período também é marcado pelos mal documentados índices de acidentes, desde pequenos afastamentos por leves ferimentos a perdas de vidas humanas. Esta situação brasileira de desamparo ao trabalhador frente ao pujante progresso começou a gerar questionamentos até mesmo na sociedade internacional, tanto que a Organização Internacional do Trabalho (OIT) se pronunciou quando às condições de trabalho em nosso país. Não só a OIT contribuiu nesta mudança de cenário nacional, a unificação das normas e convenções sobre Segurança e Saúde do Trabalho nos Estados Unidos (1969/70) certamente influenciou a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho (CANPAT), criada pelo Decreto , de 16 de janeiro de 1971, além de outras iniciativas. Então, em 22 de dezembro de 1977, surge a Lei que alterou o Capítulo V da CLT. Esta lei estabeleceu bases legais para a estruturação da normalização e fiscalização das condições de Segurança e Saúde Ocupacional; sendo o prenúncio da Portaria 3.214, de 8 de junho de 1978, a qual elencou em seu bojo as famosas normas regulamentadoras (NR s), inicialmente 28 normas e de cunho urbano. Estas normas regulamentadoras foram elaboradas através de princípios científicos para atenderem à demanda de nosso país frente à industrialização e crescente modernização, além de aglomerar o tema até então esparso pela legislação. Elas proporcionaram uma estruturação e aglutinação à questão, haja visto o fortalecimento de estruturas organizacionais e funções: Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalho (SSST), o técnico de segurança do trabalho, entre outras. O país entre 1979 e 1985 viveu momentos de abertura política e econômica. Nestas circunstâncias algumas NR s foram se tornando obsoletas, não atendendo à realidade entre empregados e empregadores. Em 12 de abril 1988 são criadas cinco normas regulamentadoras rurais (NRR s) através da Portaria Mesmo assim era necessário estabelecer um diálogo entre os envolvidos diante das distorções, em 1993 a SSST abriu discussões com sindicatos patronais e de trabalhadores a fim de reestruturar o modelo vigente. Estes encontros foram formalizados em 9 de abril de 1996 com a Portaria 393 do Ministério do Trabalho, a qual determina uma metodologia para atualização das NR s. Tanto que no dia seguinte a SSST editou a Portaria 2, a qual instituiu a Comissão Tripartite Paritária Permanente (CTPP) com atribuições para definir temas e propostas para revisão ou elaboração de regulamentações em segurança e saúde do trabalho. Em 17 de dezembro de 1997 é criada mais uma NR, a vigésima nona, direcionada ao trabalho portuário. Neste cenário evolutivo a norma NR-6 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) sofreu alterações desde sua edição inicial em 1978, sendo que a última alteração provocou mudanças significativas quanto à obtenção e manutenção do Certificado de Aprovação (CA). 3. A nova NR 6 - Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Inicialmente, a NR 6 define equipamento de proteção individual (EPI) como todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. Os EPI s podem estar conjugados ou não, conforme um ou mais riscos que possam ocorrer. Os EPI s são listados no Anexo I da NR 6, visando proteções específicas: da cabeça (capacete, capuz), dos olhos e face (óculos, protetor facial, máscara de solda), do aparelho auditivo (protetor auditivo), do aparelho respiratório (respiradores de purificador de ar, de adução de ar, e de fuga), do tronco (vestimentas adequadas ao risco), dos membros superiores (luva, creme protetor, manga, braçadeira e dedeira), dos membros inferiores (calçado, meia, perneira e calça), do corpo inteiro (macacão, conjunto e vestimentas), contra quedas com diferença de nível (dispositivo trava-queda, cinturão). ENEGEP 2003 ABEPRO 2

3 A NR 6 determina as obrigações e direitos tanto dos empregados como empregadores no que tange a EPI s quanto: a fornecimento, conservação, substituição, funcionamento, adequação ao uso, orientação, treinamento e inspeção. Esta norma estabelece também que os EPI s, nacionais ou importados, só poderão ser comercializados desde que possuam e indiquem o Certificado de Aprovação (CA), o qual é expedido por órgão competente do MTE. A emissão ou renovação do CA inicia-se com o cadastro do fabricante ou fornecedor no órgão competente, os quais tem outras incumbências como: requerer novo CA quando houver alteração das especificações do equipamento aprovado; responsabilizar-se pela manutenção da qualidade do EPI que deu origem ao CA; comercializar ou colocar à venda somente o EPI portador de CA; providenciar a avaliação da conformidade do EPI no âmbito do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (SINMETRO), quando for o caso. A validade do CA normalmente varia de 2 a 5 anos, podendo haver prorrogação para determinadas situações. Em alguns casos (EPI s novos, inexistência de normas técnicas nacionais ou internacionais, e falta de laboratórios capacitados) o CA pode ser concedido pelo órgão nacional competente no assunto, desde que haja o aceite do termo de responsabilidade técnica e especificação técnica de fabricação do EPI, podendo este ser renovado até Quando o laudo de avaliação for emitido no âmbito do SINMETRO o prazo será estipulado no mesmo. Com relação à rastreabilidade e fiscalização tem-se os itens 6.9 e 6.12 da NR 6, respectivamente: Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis e bem visíveis, o nome comercial da empresa fabricante, o lote de fabricação e o número do CA, ou, no caso de EPI importado, o nome do importador, o lote de fabricação e o número do CA.... Por ocasião da fiscalização poderão ser recolhidas amostras de EPI, no fabricante ou importador e seus distribuidores ou revendedores, ou ainda, junto à empresa utilizadora, em número mínimo a ser estabelecido nas normas técnicas de ensaio, as quais serão encaminhadas, mediante ofício da autoridade regional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho, a um laboratório credenciado junto ao MTE ou ao SINMETRO, capaz de realizar os respectivos laudos de ensaios, ensejando comunicação posterior ao órgão nacional competente. Diante das condições elencadas na NR 6 para obtenção e manutenção do CA indaga-se o que venha ser certificação do produto, a fim de responder à questão inicial deste artigo. 4. Certificação do Produto: fundamentos, tipos de sistemas e elementos A rigor, o GUIA 2 ISO/IEC (1996) define certificação do produto como um procedimento pelo qual uma terceira parte (nem cliente e nem fornecedor, um órgão reconhecido por ser independente das partes citadas) dá a garantia escrita que um processo ou um serviço do produto se conformam às exigências especificadas através de padrões e outros documentos normativos. Contudo, a certificação do produto pode ser realizada de muitas maneiras e por várias partes diferentes. Em muitos casos, avaliação da conformidade do produto é uma matéria estritamente entre o fornecedor e o comprador sem nenhuma participação de terceira parte qualquer. Tais relacionamentos diretos entre um fornecedor e um comprador podem variar da ENEGEP 2003 ABEPRO 3

4 expressão implícita da conformidade, que ocorre, por exemplo, quando o comprador reconhece a marca do fornecedor ou uma declaração de conformidade do produto emitida pelo fornecedor quanto aos padrões ou requisitos, entre outros meios. A certificação do produto se sustenta em dois objetivos fundamentais: deve representar o interesse social demonstrando confiança resguarda pelo cumprimento da conformidade do produto frente às exigências especificadas, e possuir um valor agregado tal que os fornecedores possam eficazmente introduzir no mercado seus produtos. A certificação do produto é a mais bem sucedida quando entrega a confiança requerida ao produto, utilizando o mínimo de recursos possíveis, isto é, maximizando seu valor. Quando as partes têm um objetivo comum podem trabalhar juntas para diminuir o custo da certificação, sem contudo incorrer em práticas ou elementos impróprios à certificação. A certificação do produto incorpora ao menos os três estágios funcionais seguintes: - Avaliação inicial: requer a seleção das características a serem avaliadas, determinação de itens para confrontar o produto com as conformidades necessárias, bem como as exigências processuais aplicáveis para a avaliação. - Avaliação direcionada às exigências especificadas: pode-se incluir testes, determinação das características, medidas, inspeção, e examinar como exemplo das técnicas usadas a verificação se o produto, ou serviço ou o sistema se encontrem com as exigências especificadas, ou não. A determinação das características pode-se valer de medições como um meio de comparação do valor medido com o valor requerido. - Revisão e decisão: antes que uma decisão conduza à concessão do direito de usar certificados ou marcas, o adequado é que a evidência quantitativa e qualitativa relacionadas ao produto, ao serviço ou ao sistema sejam revistos e documentados. Este estágio é particularmente importante quando a avaliação e a decisão foram feitas através de exame por partes ou países diferentes. Em um processo de certificação do produto surgem várias questões. Por exemplo, como um padrão apropriado é selecionado? Para essa matéria, o que é que constitui ou define um padrão apropriado? Como é que se desenvolve um padrão; mantido; interpretado? Para a avaliação inicial da conformidade de um produto, que amostras devem ser usadas? Como são as amostras a serem obtidas? Que testes devem ser conduzidos? No propósito de minimizar estas peculiaridades e desencontros que consomem muito tempo o Guia 67 ISO/IEC CD2 (2002) elaborou algumas generalizações para construir 6 tipos básicos de sistemas de certificação do produto, bastando reestruturar as opções de elementos disponíveis para adequar à necessidade em questão. No entanto, ressalta-se que não representam necessariamente todas as formas possíveis de sistemas de certificação do produto para a identificação da conformidade, também visualizados na Tabela 1: - Sistema 1A: este sistema inclui ensaio-tipo e amostragem do produto para avaliação da conformidade. A amostragem pode ou não ser da população inteira do produto. - Sistema 1 B: este sistema inclui ensaio-tipo; as amostras do produto são avaliadas para a conformidade. A amostragem cobre a população inteira do produto. Um certificado de conformidade é dado a cada produto representado pela amostra. - Sistema 2: este sistema inclui ensaio-tipo e inspeção do mercado. A inspeção do mercado é direcionada e as amostras do produto deste mercado são avaliadas com vistas à conformidade. Enquanto este sistema puder identificar o impacto da cadeia de distribuição ENEGEP 2003 ABEPRO 4

5 na conformidade, os recursos requeridos podem ser extensivos; quando não-conformidades importantes são encontradas, medidas preventivas eficazes podem ser limitadas desde que o produto já foi distribuído no mercado. Elementos do Sistema de Certificação de Produtos Sistemas de Certificação do Produto 1 a 1 b n Possível subcontratação 1) Amostragem, como aplicável X X X X X X Sim 2) Determinação das características, como aplicável por: 2.a) teste X X X X X X 2.b) inspeção 2.c) avaliação de produto 2.d) avaliação de serviços 3) Avaliação X X X X X X Não 4) Decisão sobre certificação (certificação: garantia escrita que um produto atende aos requisitos especificados). Garantir, manter, estender, suspender, retirar o direito de certificação ou marca. 5) Licença (garantia do direito de usar certificado ou marca). Garantir, manter, estender, suspender, retirar o direito de certificação ou marca. 6) Fiscalização (avaliação para determinar a conformidade continuada dos produtos certificados aos requisitos especificados), aplicável como: Sim Não X X X X X Não 6.a) teste / inspeção de amostras no mercado X X X 6.b) teste / inspeção de amostras na fábrica 6.c) auditoria do sistema de qualidade combinada com testes /inspeções aleatórios 6.d) avaliação de conformidade do processo de produção 6.e) re-avaliação dos serviços Fonte: (adaptado de Guia 67 ISO/IEC CD2) X X X X X X X Tabela 1: Construindo um sistema de certificação do produto. Sim, mas sem avaliação e decisão - Sistema 3: este sistema inclui ensaios-tipo e inspeção de fábrica. A inspeção de fábrica é direcionada ao produto, processo ou serviço com vistas à conformidade. Quando nãoconformidades sérias são encontradas, existe uma grande oportunidade para resolvê-las antes da distribuição no mercado esteja concluída. No entanto, não fornece nenhuma indicação do impacto que a cadeia de distribuição exerce sobre a conformidade. - Sistema 4: este sistema inclui testes de produto e de fábrica, ou de fábrica e de inspeção em produtos no mercado. A inspeção é direcionada e as amostras do produto podem ser feitas tanto no mercado como no ponto da produção, e são avaliadas com vistas à conformidade. Este sistema pode indicar tanto o impacto no canal de distribuição, como identificar e resolver não-conformidades sérias antes que seja posto no mercado. - Sistema 5: este sistema inclui testes e envolve o sistema de gerência da qualidade. A inspeção do sistema de qualidade é direcionada e amostras do produto podem ser feitas ENEGEP 2003 ABEPRO 5

6 tanto no mercado como no ponto da produção, ou ambos, avaliadas com vistas à conformidade. A extensão nos quais os três elementos de inspeção são conduzidos pode ser ajustada para uma dada situação. Como resultado, este sistema fornece significativa flexibilidade com vistas à inspeção. Como se pode ver, a NR 6 encampou vários aspectos importantes para que se dê a certificação do produto, mas boa parte da operacionalização do processo avaliação da conformidade dos EPI s fica a cargo do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade (INMETRO). 5. A participação INMETRO no processo de certificação de EPI s Conforme o INMETRO (2002), um dos objetivos da avaliação da conformidade como é atender às necessidades das preocupações sociais, estabelecendo uma relação de confiança para o consumidor de que o produto ou serviço está de acordo com os requisitos especificados, dentre outros. Ressalta que quando a avaliação for de terceira parte é importante que esta esteja credenciada, já que o credenciamento é o reconhecimento, por um organismo credenciador. No Brasil o organismo credenciador é o próprio INMETRO e os programas de avaliação adotados obedecem a práticas internacionais, baseadas em requisitos da International Organization for Standartization (ISO), entidade normalizadora internacional. O INMETRO (2002) apresenta cinco modalidades de avaliação de conformidade: - Certificação: é o meio de atestar que o produto foi fabricado de forma a atender aos requisitos de uma norma ou regulamento técnico, é realizada por Organismo de Certificação Credenciado (OCC). - Declaração do fornecedor: é um procedimento pelo qual um fornecedor dá garantia escrita de um produto, processo ou serviço está em conformidade com os requisitos especificados, baseado no Guia ISO/IEC 22. Intervenção mais branda e menos onerosa nas relações de consumo, já que a interferência externa é minimizada. Confere agilidade no atendimento das demandas da sociedade. Em fase de implantação no SBC. - Inspeção: é realizada pela observação e julgamento acompanhados, conforme apropriado, por medições, ensaios ou uso de calibres. - Etiquetagem: o uso da etiqueta para destacar o desempenho do produto, via de regra fornece informação para formulação da decisão de compra por parte do consumidor. - Ensaios. Quanto à origem da necessidade da avaliação da conformidade esta pode ser: - Voluntária: quando parte de uma decisão exclusiva do solicitante e tem como objetivo comprovar a conformidade de seus processos, produtos e serviços em relação às normas nacionais, regionais e internacionais; meio utilizado para informar e atrair os consumidores. - Compulsória: quando é feita por um instrumento legal emitido por um organismo regulamentador e se destina, prioritariamente, à defesa dos consumidores, no que diz respeito à proteção da vida, da saúde e do meio ambiente. Exemplos: preservativos, mamadeira, pneus, alguns dispositivos elétricos e eletromecânicos, eletrodomésticos, brinquedos, capacete para motociclista, EPI s, etc. ENEGEP 2003 ABEPRO 6

7 A combinação das modalidades mencionadas gera oito tipos usuais de sistemas destinados à certificação do produto, muito semelhante aos apresentados na Tabela 1. Dos dois novos sistemas acrescidos à generalização do Guia 67 ISO/IEC CD2 (2002), tem-se: o ensaio de lote e ensaio do processo em específico (que está direcionado a serviços). Para impulsionar tal área foi criado o Programa de Ação do Sistema Brasileiro de Certificação (SBC) que visa orientar o esforço brasileiro na área de avaliação da conformidade durante o período de 2002 a 2003, elaborado com apoio técnico e material do INMETRO dentre outros órgãos. O INMETRO atualmente desenvolve programas de avaliação da conformidade em 27 produtos e 11 serviços. Dos 27 produtos 3 deles são EPI s: capacete de uso industrial e cinto de segurança convencional e automotivo. O último EPI ainda não tem modelo de avaliação da conformidade definido, os dois primeiros serão avaliados pelo modelo de certificação, estando em elaboração o Regulamento para Avaliação da Conformidade (RAC) parametrizado na norma NR 6. O primeiro RAC, relativo a EPI, a ser divulgado pelo INMETRO será sobre avaliação da conformidade de capacete de segurança para uso na indústria, dando diretrizes sobre a licença e uso da marca da conformidade. A marca de conformidade tem por objetivo indicar que o produto está em conformidade com as normas específicas, a qual está vinculada à concessão de licença emitida pelo Organismo de Certificação do Produto (OCP), conforme previsto neste regulamento. Este RAC enfatiza que o fabricante ou importador licenciado que possuir catálogo, prospecto comercial ou publicitário, manuais técnicos de instruções, não pode permitir que haja dúvida entre os produtos avaliados e não avaliados, com relação à Marca de Conformidade. Enuncia também que qualquer alteração no produto deve ser informada ao OCP, para que este re-avalie a nova situação. O RAC para capacete de segurança para uso na indústria prevê dois modelos de certificação com suas respectivas etapas: - 1 Modelo com Avaliação do Sistema da Qualidade do Fabricante e Ensaio de Tipo: solicitação de licença para uso da marca de conformidade; auditoria inicial; amostragem; ensaios iniciais; licença para o uso da marca de conformidade; manutenção da licença para uso da marca de conformidade que contempla auditoria anual e coleta de amostras na fábrica e no mercado pra ensaios. - 2 Modelo com Certificação de Lote: solicitação da certificação; amostragem; ensaios. Contudo, o tamanho máximo do lote é de 20 mil capacetes. A NBR 8221 (capacete de segurança para uso na indústria) é o principal instrumento normativo para amostragem e ensaios, referenciado neste RAC. Estão previstas condições para o caso de reprovação da amostra até o caso de rejeição do produto, especificando as obrigações da empresa licenciada e do OCP. 6. Conclusões O grande mérito das NR s está em dar subsídios na orientação dos processos produtivos em direção à melhoria contínua das condições de trabalho, tornando possível ações preventivas, já que cada uma delas aborda questões de um todo. Nota-se que a versão atual da NR 6 contempla de forma científica a questão de Certificado de Aprovação ao utilizar fundamentos e conceitos pertinentes à certificação dos produtos, como também se vale de órgãos competentes para dar suporte ao assunto. ENEGEP 2003 ABEPRO 7

8 A fiscalização dos fornecedores de EPI s pelas Delegacias Regionais do Trabalho (DRT), tanto na fábrica como no mercado, através da coleta de amostras deverá coibir aqueles produtos que só se enquadram no período de obtenção do CA, além de falsificações e outras inadequações. As propagandas enganosas devem diminuir também, pois as especificações da NR 6 abordaram tanto o material de instrutivo como comercial do EPI. No entanto, deve haver dinamismo na produção de material técnico que respalde a avaliação da conformidade. A primeira etapa da certificação do produto é a criação dos padrões ou outros documentos normativos para os produtos envolvidos, no caso os RAC s. A etapa seguinte diz respeito se o tipo de conformidade dos padrões é assegurado, caso pertinente aos laboratórios. Diante da grande variedade de EPI s possivelmente não estarão disponibilizados todos os RAC s até 2006, data limite que a NR 6 permite uma abertura no caso de falta de referência normativa a ser utilizada. Afinal, a elaboração de um RAC envolve várias entidades e interesses: Fundacentro, ABNT, Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho (DSST). Além da necessidade de velocidade de formulação dos RAC s, outra questão apreensiva é quanto à capacidade técnica e de volume de serviços dos laboratórios para prestarem o serviço requerido para avaliação da conformidade. Bem, pode-se concluir que a nova NR 6 delineia cientificamente o Certificado de Aprovação do EPI s conforme os fundamentos da certificação do produto referenciada no GUIA 67 ISO/IEC CD2 (2002), basta saber se a operacionalização se fará de forma eficaz e se a lacuna deixada aos EPI s sem referencial técnico não permita uma flexibilização indevida em futuro próximo. Referências INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL. Acesso ao site: em 06 de agosto de 2002 às 15:00 horas. ISO/IEC CD2 GUIDE 67. Fundamentals of product certification ISO/IEC GUIDE 2:1996. Standartization and related activies General vocabulary. ISO/IEC GUIDE 28:1982. General rules for a model third-party certification system for products. MANUAIS DE LEGISLAÇÃO ATLAS. Segurança e Medicina no Trabalho. 50ª ed. São Paulo: Atlas, MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. Acesso ao site: em 5 de agosto de 2002 às 14:00 horas. RIBEIRO FILHO, Leonídio. Duas Décadas de NR s. CD ROM da Revista Proteção. São Paulo: ENEGEP 2003 ABEPRO 8

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